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 The Fellowship

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptySab Fev 17 2018, 22:26

Kumadori

O trajeto de nosso protagonista até sua casa não havia sido nada fora do comum, exceto pela precipitação da neve, que diminuíra ligeiramente. Apesar de ranzinza, seguir Kazembe não havia sido uma má opção, afinal, se estava disposto a se tornar um marinheiro, era preciso saber defender a si mesmo e aos outros. Ao chegar à sua casa, Kumadori adaptou suas vestimentas ao clima gélido que havia na ilha, não era o suficiente para livrar-se do frio por completo já que a ocorrência de neve naquele lugar era quase nula, mas serviria para proteger o jovem, nem que fosse por pouco tempo.

Kumadori novamente se punha fora de seu conforto e desbravava as ruas de Shells Town. O movimento não era dos grandes e as poucas pessoas que tinham coragem de se expor a fria ventania não estavam devidamente agasalhadas. - Por Deus, onde está a marinha quando precisamos dela? - Kumadori conseguia ouvir o lamento de uma ínfima que passara apressadamente por ele, provavelmente dirigindo-se para casa. Ao chegar em seu objetivo, uma loja de armas simples, o aspirante a marinheiro ouvira um pequenino sino tocar ao abrir a porta de entrada. -HIHIHI, um cliente? - Uma pequena silhueta saltava do balcão ao ver alguém que se dispunha a sair da cama naquele clima. Ele se aproximou do jovem, um pouco desanimado ao saber seu real interesse. - Rapaz, não sei se as gaivotas do jornal terão coragem de chegar a ilha com esse clima, mas se está disposto a procurar, deveria se dirigir ao quartel da marinha - O homem voltara ao balcão, pegou algumas bugigangas e aproximou-se como um raio. - É perigoso andar por essas ruas sozinho meu jovem, não queres uma arma para garantir sua segurança? Te garanto que são de qualidade - Um grande sorriso surgia no semblante do vendedor.


Montecristo



Alexandra teve suas observações em relação ao lugar que estava e suas companhias, mas aquele que conseguira despertar sua atenção era um dos homens mais reservados presente no local. Yusuke ouvira atentamente cada informação que a morena lhe dizia, recebeu o dinheiro de bom grado e continuava a ouvir o que ela tinha a falar. Quando resolvera finalizar a conversa, o jovem assentia com a cabeça, estava nítido em sua expressão que também queria se livrar da situação, ainda haviam outros clientes a serem servidos. - Licença - A sincronia foi tamanha que suas falas quase soaram em uníssono. O garçom se despediu e fez seu trajeto as mesas ao redor. Quanto a Alexandra, já próxima do homem, podia notar uma aparência um tanto quanto jovial, talvez na mesma faixa que ela e de Yusuke. - B-bom dia - O homem tomou um pequeno susto com a aproximação, abaixando o livro que cobria parte de seu rosto - S-sim, eu vi você conversando com meu irmão a pouco tempo. N-não que eu estivesse observando.. - sua timidez era tamanha que gaguejou enquanto falava, evitando olhar nos olhos da ouvinte, e sim oscilar entre fitar o piso e seus bustos. Não parecia muito experiente ou confortável em conversar com uma mulher. - Esse livro é um glossário ilustrado sobre botânica, se tiver interesse, temos um pequeno quintal nos fundos, tem algumas plantas por lá. - Fechou os livros e se levantou da cadeira, esperando que ela fizesse o mesmo.

A movimentação do bar diminuía aos poucos, algumas silhuetas sumiam da vista da garota e o lugar parecia mais espaçoso, seria a hora certa de buscar conhecimento, ou checar se a marinha já estava atuando? Caberia a Montecristo decidir.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptyDom Fev 18 2018, 22:59

A CAMINHO DO QUARTEL I

Andando pelas ruas solitárias de Shells Town, sentia-me solitário. O som do vento gelado e da neve rodopiando à minha volta fazia com que o mundo ficasse mais distante de mim. Após me limpar, adaptaria minhas roupas para aguentar o frio, vestindo duas camisas velhas por baixo de um casaco. Às costas prenderia uma capa com capuz e amarraria um pedaço de pano no rosto para protegê-lo até o pescoço dos ventos; além disso, vestiria duas calças.  Andaria para frente do espelho. Seu andar era mais duro do que o normal, sempre era mais difícil de mover vestindo roupas limpas, mas logo elas cederiam e o movimento seria mais natural. ~Por enquanto andarei como um bebê de fraudas, cambaleando como um bêbado, seria ridículo se não fosse engraçado para mim~.

Sairia novamente para enfrentar a neve. Na rua havia poucas pessoas e essas poucas pessoas mal se vestiam adequadamente para o frio. ~ Se bem que nem eu estou tão melhor do que eles ~ pensava, sentindo o vento frio atravessando o tecido de minha roupa, me fazendo cruzar os braços a frente de meu corpo.

Caminhava de modo apressado, querendo sair o mais rápido possível daquela neve. A ventania travava uma luta considerável contra meu capuz, que se contorcia, se agitava, se enchia numa rajada de vento e ora se esvaziava quando a rajada acabava. O som do capuz misturado cm o som do vento. em algum momento, pareceu-se com o de uma voz e me fez parar de andar. Ela dizia “Por Deus” ~ Quem está falando comigo? ~ “onde está a marinha quando precisamos dela?” ~ Não posso estar louco ~; Olharia em volta com os olhos semicerrados por causa do vento e da neve. Quando olha para trás, vejo um vulto se afastando de mim, indo a alguma direção qualquer. A imagem da pessoa que não pude identificar se perdia rapidamente no vento e na neve.

~ Deve ter dito quando passou por mim... Será que está acontecendo alguma coisa? Devo segui-lo? ~ Um calafrio subiria pela minha espinha quando um floco de neve derreteu de meu cabelo e caiu em minha nuca me fazendo perder de vista o vulto. Falando alto um som de surpresa e descontentamento, volto a andar apressadamente até encontrar uma loja aberta.

Após uma rápida conversa, o jovem atendente me dá a informação que eu desejava. Vendo o homem voltar para o balcão, imagino que a conversa estava por acabada. ~ Ele está certo... ~ Viraria para encarar a porta, mas logo minha atenção é chamada pelo jovem atendente. Tentaria reparar em suas feições melhor desta vez, enquanto ele tentava vender algum produto. Sorriria para o mesmo quando ele terminasse de falar. Em seguida, ainda sorrindo, tiraria o capuz molhado pela neve da cabeça e daria uma olhada na loja. Repararia em como era feita e como era o layout dos móveis, no balcão, na porta, no piso. se estava tendo manchas de umidade no teto ou nas paredes pelo excesso de neve e averiguar o isolamento térmico do local sentindo a temperatura ambiente. Como carpinteiro, reparar em como os locais eram feitos poderia ser considerado um ócio do ofício.

Enquanto estiver reparando na construção e na loja, começaria a dizer: - O senhor tem razão. Está muito perigoso ultimamente. Já somos castigados todos os dias por ladrões saqueando, agora a natureza decide nos castigar fazendo nevar. - Pararia próximo a algum mostruário que tivesse alguma arma e acrescentaria um comentário desconexo – Hm! Esta aqui é bonita. – Então continuaria andando pela loja dando uma olhada.

- Bem, sobre proposta, acredito que irei lhe decepcionar mais uma vez. Não tenho sequer um Berrie para lhe pagar por um cabo de vassoura quebrado que poderíamos chamar de bastão. IAHAHA – Após rir, daria uma pausa na averiguação da loja para encarar o rapaz dando um sorriso. Gostaria de saber a expressão dele em resposta ao que estava dizendo, para ver se eu estava entediando-o ou ganhando sua atenção.

Então seguiria com a avaliação da loja e o discurso – Porém, sou um bom carpinteiro, alguns diriam, e poderíamos fazer uma troca de favores. Veja bem – preparar-se-ia para dizer o que estava pensando com uma pequena pausa dramática, tentando deduzir que horas eram e se o quartel já estaria aberto – Pelo horário, não tenho certeza se o quartel está aberto, além disso, não estou muito inclinado a ficar andando por estas ruas com esta ventania toda. – Daria um pequeno tremelique devido um calafrio que sentiria ao mencionar a ventania.

Ficaria sem falar por alguns segundos, com o olhar fixo em qualquer arma que estivesse próximo. Porém. antes que o rapaz pudesse dizer alguma coisa, cortá-lo-ia continuando com o discurso: - Então, entende onde quero chegar? Não tenho dinheiro para pagar pela arma, mas se quiser, posso ajuda-lo de alguma forma por aqui (já que eu prefiro esperar algum tempo aqui antes de me arriscar na neve para ir até o quartel). Mas se não tiver nada em que possa te ajudar, se importaria se eu passasse um tempo aqui, pelo menos até os ventos passarem..

Enquanto o rapaz estivesse dando sua resposta, tiraria a capa com capuz, que provavelmente estaria molhada pela neve, e começaria a balança-la e torcê-la levemente para tirar a umidade do tecido, o que ajudaria a secar mais rápido. Durante o processo, olharia algumas vezes para ele e menearia com a cabeça para que ele perceba que eu estava ouvindo sua resposta. Em seguida, vestiria a capa e tiraria o lenço do rosto para torcê-lo também. Depois que o rapaz terminasse de responder, soltaria um som sobressaltado, como se acabasse de lembrar de algo importante.

- Ah! Aliás, rapaz, desculpe-me pela minha falta de educação por não ter me apresentado antes. Sou Kumadori e seu nome é? – Esperá-lo-ia responder, então complementaria o diálogo com uma voz ligeiramente um pouco mais encantadora do que habitualmente falo – Você sabe o nome de quem fabricou estas belas armas? Eu tenho interesse em, no futuro aprender a fazer armas. Se eu for aprender, preciso aprender com um bom mestre e quem fez estas armas deve ser realmente bom. Sabe, sou carpinteiro, mas preciso variar meu repertório de criações. – Terminaria de dizer com um sorriso brincalhão, tentando disfarçar que eu estava elogiando as armas e quem as fez para ganhar um pouco mais da confiança do rapaz e quem sabe um futuro desconto.

~ Bem, não tenho certeza, mas se eu estiver certo, talvez esta loja não seja deste jovem. Ele pode ser apenas um funcionário... ~ Tinha um pequeno palpite que quem fazia as armas era o verdadeiro dono da loja.
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptySeg Fev 19 2018, 20:04

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Alex olhava o rapaz parecer muito nervoso, soltando uma risada nasal com sua gagueira e reação, e quando ele comentou sobre Yusuke ser seu irmão, passara a olhar melhor sua face procurando semelhanças físicas. Quando notava que o rapaz revezava seu olhar entre o chão e seu busto, levantou um sobrancelha em sinal de indagação, a carranca automaticamente se formando em seu rosto, e, ao ouvi-lo dizer sobre o tema do livro, não desfazia a carranca, apenas concordando e se levantando. — Era justamente o que eu procurava. Por favor — responderia e em seguida acenava para que ele tomasse a frente, para que em seguida pudesse segui-lo até o quintal.

Início da Aprendizagem - Botânica

Aqui eu edito depois. Paz.

Fim da Aprendizagem - Botânica


Dentro da taberna novamente, Alex olharia para o rapaz que fora muito gentil em ensinar-lhe o que conhecia e auxiliá-la em seu aprendizado. Com um sorriso pequeno, indicando sua satisfação com seu novo conhecimento adquirido, acreditando que fora o suficiente para seguir mais tranquila, levantaria novamente sua mão na direção do rapaz. — Obrigada, novamente, por me ajudar. Foi muito satisfatório. — O sentimento ligeiro de trabalho bem feito fê-la soar, de fato, grata, e não ríspida. — Inclusive, chamo-me Alexandra. Foi um prazer aprender um pouco com você... — deixaria no ar, no propósito de adquirir o nome do rapaz, já que não perguntara antes.

Quando, e se, este se apresentasse, apertaria sua mão e faria um aceno com a cabeça, olhando o salão principal da taberna. Olharia ao redor para notar se muitas pessoas estavam ali ou se estava vazio, prestando atenção para notar qualquer adversidade ou anormalidade, e caso notasse, se aproximaria com cautela no objetivo de observar melhor a situação para que pudesse analisar bem e concluir se seria necessário que interferisse ou não. Caso tudo estivesse normal e nada parecesse fora do comum, apenas procuraria Yusuke com o olhar para poder fazer uma despedida e, caso não o achasse, apenas daria um último aceno ao recém conhecido para se retirar do ambiente.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptyQua Fev 21 2018, 16:09

Kumadori

As respostas de Kumadori, de início, agradavam ao vendedor a sua frente. Porém, conforme o jovem continuava a falar, uma expressão azeda surgia em seu rosto. – Basta - Interrompeu a fala do garoto e dirigiu-se ao interior da loja, abrindo uma pequena porta um pouco atrás do balcão. Kumadori consegui ouvir uma algazarra, como se o homem que a pouco estava em sua frente estivesse, literalmente, virando a loja de cabeça para baixo, caçando algo para o aspirante a marinheiro fazer. - Tome - Ele voltara com as roupas levemente empoeiradas e com uma vassoura rústica nas mãos, estendendo-a para Kumadori. - Presumo que saiba utilizar uma dessas, certo? Varre a primeira parte da loja, até o balcão, e pode ficar aqui dentro até a nevasca passar. Não tenho nenhum interesse em suas habilidades em marcenaria, obrigado - Encerrou, com certo tom arrogante.

Bufando algumas palavras de baixo calão, o vendedor voltou a sentar-se atrás do balcão, fitando o chão de seu estabelecimento. - Não venha com gracinhas pra cima de mim, acha que me chamar de rapaz seria o suficiente para passar o dia aqui? - Bravejou, sem sequer olhar nos olhos do capataz. Kumadori não pode ter percebido, mas a aparência do homem não era nem um pouco jovial, muito pelo contrário, era um senhor raquítico, com uma grande barba que dava-lhe um ar mais maturo do que realmente era. A nevasca continuava incessante, sua precipitação aumentava, seria certo que o jovem concordasse em ajudar o idoso? Ou seria melhor se arriscar nas gélidas ruas de Shells Town?


Alexandra

Após passar algumas horas estudando junto ao excêntrico irmão de Yusuke, Alexandra retornara ao bar, acompanhada de seu breve tutor. - Dimitri, pode me chamar de Dimitri Falando sem gaguejar dessa vez, ele respondia a pergunta da jovem Montecristo. Parecia que aquelas horas juntos serviram  para diminuir sua timidez, mesmo que fosse por um breve momento - MERDA! - Os olhos de Dimitri arregalaram-se, ao encarar a entrada do bar, Alexandra poderia ver uma silhueta musculosa, carregando uma figura já familiar pelo colarinho. Arremessou-o contra o balcão, enquanto gargalhava. - COMO ASSIM EU BEBI DEMAIS? SE EU TENHO DINHEIRO, EU BEBO O QUANTO QUISER PIRRALHO! Ele voltava a gargalhar.

A morena conseguia reconhecer, era Yusuke quem estava caído. Dimitri ficara pasmo - M-merda, espere aqui Alexandra, eu dou um jeito. Com a mão trêmula, ele retirou um canivete de um dos seus bolsos e aproximou-se rapidamente do grandalhão.  - NÃO ME FAÇA RIR! Seja pelo impacto emocional de ver seu irmão no chão, ou o medo do combate, Dimitri travou completamente, sendo derrubado com um único soco. Seu canivete voara longe, junto a ele. Ele tossia sangue, enquanto encarara sua breve aprendiz por mais um momento, antes que sua consciência apagasse. - C-corra, Alexandra. - Com o pouco de consciência que restava, Yusuke tentava alertar a moça.

- Mas que belezinha hein.. - O bebum pisava contra o braço do atendente, fazendo-o largar a faca em mãos e urrar com a dor. – Primeiro eu tive a honra de bater nesses fracotes, e agora uma gostosinha sozinha na minha frente? Só pode ser meu dia de sorte! Era óbvio que a bebida já havia afetado a cabeça do homem, que se aproximava cambaleando de Alexandra. Não havia muito tempo para pensar, a Morena precisava agir rápido, todas as outras pessoas que haviam no bar haviam sumido, a movimentação em nada lembrara o bar no início da manhã. O que Montecristo faria?
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Última edição por Davi King em Qui Mar 01 2018, 17:51, editado 1 vez(es) (Razão : Ajeitando o code)
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptyQui Fev 22 2018, 21:30

A CAMINHO DO QUARTEL I

Inspirava lenta e profundamente, sem tentar esconder a frustração que sentia cada vez que o vendedor da loja falava. ~Parece que ser chato é uma habilidade dos velhos dessa ilha.~.
Quando o homem volta com a vassoura, Kumadori a pega, porém, mesmo depois das ordens do rapaz, não me sento inclinado a varrer aquele lugar. Inspiraria fundo novamente e me obrigaria a soltar um sorriso escorregadio. Depois, sem medir as palavras, soltaria sem pensar - Você é mesmo um velhaco desgraçado- e acrescentaria com um tom de deboche - Bem, já que Vossa Alteza não pode dizer seu nome aos plebeus, gostaria de apelida-lo como o Rei da Sucata. - E ao dizer as últimas quatro palavras, abriria os braços dando uma pompa desnecessária à frase. Em seguida, daria as costas para o mesmo.
~ Bem, não existem muitos meios de se tocar o orgulho de alguém, ou é do modo bom, ou do modo ruim. Tentei ser legal, só me resta ser mau. ~ Arrastando a vassoura comigo. Começaria a varrer, de costas para o balcão, falando sozinho, mas cuidando de falar alto o suficiente para que o velho ouvisse.
- Bem que lá na taverna um cara me falou que comprar aqui era um erro. Disseram que eu encontraria até espadas enferrujadas, que só matam o inimigo se for de tétano. – Pararia de varrer por uns segundos, olharia para qualquer arma que estivesse ao meu alcance de visão. Por fim, balando a cabeça negativamente voltaria a varrer. – Pelo visto ele estava certo. Eu tinha que encontrar o ferreiro para dizer algumas coisas para ele... As armas são bonitas, mas uma espada que não corta é o mesmo que uma boca costurada.-
Pararia de falar e deixaria o silêncio fazer sua parte. Ficaria varrendo, olhando para os lugares onde passava a vassoura, concentrado na tarefa para fazê-la bem, apesar de continuar não querendo fazer.
Quando terminasse de varrer, se dirigiria ao balcão e deixaria a vassoura próximo do velho. Caso o velho estivesse acompanhado ou conversando com algum cliente que poderia ter chegado, eu tentaria sair da loja. Caso ele estivesse sozinho, diria – Terminei o serviço, Vossa Alteza, sinto dizer que devo me retirar neste momento – e então tentaria sair.
Levando em conta o tempo que tentara ganhar dentro da loja, imaginava que sua capa já estava seca o suficiente para aguentar mais um pouco o passeio na neve. Puxaria o capuz da capa para cima da cabeça e andaria na neve dando passos pesados e firmes para evitar pisar em falso ou escorregar. Iria em direção ao quartel ~ Talvez lá esteja mais quente, ou tenha alguma refeição quente pela manhã ~ Lembrar-se-ia do sabor do Rum e do calor que a bebida trazia para dentro dele. ~ Acho que não reclamaria de tomar outro drink de Rum, ou saquê com Gyoza cozido... ~ e seguiria o caminho gelado pensando em bebidas e comidas quentes para tentar espantar o frio psicologicamente.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptyDom Fev 25 2018, 12:36

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Alexandra ficou confusa com a situação que percebera ao voltar ao salão, entretanto, não demorara muito para que percebesse o que, de fato, estava acontecendo ali e, na experiência e visão da mulher, nada que fosse muito anormal para que se ocorresse em uma taberna, mas não que desse menos dor de cabeça. O homem, musculoso, parecia não se importar que estivesse causando confusão, e nem Yusuke, tampouco Demitri, foram capazes de impedi-lo de fazer o alvoroço que estava causando, pois se achava sóbrio o suficiente para continuar a beber.

Esse era o erro, contudo. Julgar-se sóbrio não significa que estivesse. E isso o derrotaria, eventualmente.

Foi rápido como de repente o homem jogava o garçom no chão e no outro arremessava seu tutor, quem tentou, num momento de coragem, iniciar um embate contra o homem, para longe, e então, estava perto de si. Mesmo que tivesse ouvido o conselho de Yusuke, Alexandra não o seguiria, pois de forma alguma deixaria que um bêbado qualquer saísse agredindo a todos em um estúpido momento de cólera, seria contra o que ela acreditava e seus princípios de justiça.

Alex gastou uns segundos para observar bem seu oponente, vendo seu porte físico largo e muito malhado; não podia determinar sua altura, mas não parecia exatamente um homem dotado de muita agilidade, apesar de certamente ter muita força física, e a embriaguez já se mostrava presente quando notou seu passo cambaleante quando vinha em sua direção dizendo palavras que, em sua cabeça, provavelmente deveriam seduzi-la. Notou, com rapidez, a arma que Dimitri antes usava no chão, e precisaria pegá-la para lutar. Em resposta, fechou mais sua expressão, tornando-a dura ao franzir as sobrancelhas e prensar os lábios entre si, deixando-os ligeiramente inclinados para baixo. Olhava-o com desprezo.

— Sua insolência é genética ou sua mãe apenas deu azar de ter um filho como você? Pois apenas posso sentir pena da pobre mulher que teve que o parir — diria com calma, apesar do tom frio e sarcástico. Observaria os movimentos do homem, vendo a distância em que estavam e tentando pensar em como agarraria o canivete de Dimitri. — Mas sabe? Sinto que também estou com um pouco de sorte hoje.

Finalizaria a fala como começara e olharia bem o espaço que lhe era disponível. Não esperava que seu oponente fosse exatamente ágil, mas não podia desconsiderar e pisar em falso, mesmo sabendo que a embriaguez o colocava em certa desvantagem. Observaria rapidamente ao redor, vendo o corpo caído de Yusuke e, em seguida, o de Dimitri, podendo observar que o canivete que puxara anteriormente estava perto de seu corpo inconsciente no chão, e sabendo disso, olharia rápido para seu oponente antes de correr na direção do corpo do rapaz, usando de sua vantagem de usar sua velocidade para que pudesse se aproximar do corpo e agarrar a arma com sua destra.

Tendo conseguido a arma, virar-se-ia para o homem alto e o observaria antes de separar suas pernas, deixando-as paralelas aos ombros, inclinaria seu tronco levemente para frente, mantendo seu lado esquerdo mais à frente do que o direito, com o canivete na destra tendo sua lâmina paralela ao pulso. Usaria de sua facilidade em acelerar seus movimentos para correr na direção do homem e, estando em boa distância, lançaria a mão esquerda para que pudesse agarrar a camisa do homem com firmeza e puxar antes de lançar a lâmina em seu tórax com força, pretendendo uma linha de seu peito esquerdo ao ombro direito, largando sua camisa e dando um breve salto para trás antes de se afastar.

Se, na aproximação, não conseguisse efetivar seus movimentos e/ou percebesse sua intenção de atacar, previa que a pequena diferença de altura entre ambos o faria inclinar-se, mesmo que pouco, para frente, e aproveitaria isso para agachar-se e pegar impulso para dar um salto rotativo sobre o corpo de seu oponente e cair atrás do loiro, antes de poder preparar outro ataque. Sendo bem-sucedida, ainda agachada atrás deste, virar-se-ia velozmente com a arma preparada, tendo-a rente ao corpo do homem ao se levantar novamente, pretendendo causar um fundo e longo corte em suas costas antes de se afastar, tomando cuidado para caso o corpo de Yusuke estivesse próximo e não o atingir.

Se sua suposição não fosse correta e o homem mantivesse sua altura projetada, não lhe dando essa brecha, faria um desvio para a direita num pequeno salto baixo, apenas para sair da reta, antes de se dirigir para a traseira do homem maior. Tendo conseguido chegar atrás deste, se aproximar-se-ia rapidamente, levantando a arma em sua mão, segurando o punho com a mão direita e a parte de baixo com a esquerda, para que pudesse fincar a arma em suas costas, forçando bem, antes de tira-la de lá e se afastar alguns passos para trás.

Caso o homem tentasse a atingir em golpes pelo alto ou médio, com socos ou golpes com as mãos, faria esquivas baixas e se afastaria antes de tentar efetivar seus ataques novamente; caso este tentasse lhe atingir nas áreas baixas, saltaria sobre ele sendo possível, ou faria saltos rotativos para os lados. Sempre evitando os corpos de Yusuke e Dimitri no chão.

Seus movimentos eram, prioritariamente, baseados no homem estando em uma desvantagem e reação por estar sob efeito do álcool, mas não se daria vitoriosa apenas por isso, ficando atenta do começo ao fim, apenas relaxando quando o homem estivesse inconsciente ou totalmente indisposto para lutar.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptyQui Mar 01 2018, 17:50

Kumadori

Apesar da loja não ser lá tão grande, o lugar estava realmente bem empoeirado. O dono continuava sentado observando o trabalho do jovem com certo rancor em seu olhar ao ouvir algumas palavras saindo da boca de Kumadori. – Hmph. Você tá vendo alguma outra pessoa por aqui rapaz? Sou eu mesmo que faço. E se continuar falando assim, vai passar o resto do dia sobre a nevasca! – Ele proferiu sem pensar.

Algumas horas se passaram, e o jovem finalmente havia finalizado o serviço. O idoso levantou-se com rapidez e fez questão de examinar cada centímetro que Kumadori passou com a vassoura. – Nada mal, pode ir – Ele se aproximou da porta e a abriu, surpreendentemente, a precipitação havia diminuído bastante, poucos flocos de neve ainda pairavam sobre o ar. A diferença térmica entre o interior da loja e as ruas de Shells Town não era tão grande, o que surpreendeu o idoso e o fez arregalar os olhos. – Você é realmente uma criança de sorte – Foram as últimas palavras do homem antes que o aspirante a marinheiro saísse novamente para as ruas, dessa vez em direção ao quartel.

Não demorara muito para chegar, com o caminho limpo e sem a neve para atrapalhar, Kumadori teve sorte de alcançar o QG em tão pouco tempo. A aparência do local era do típico quartel padronizado da marinha com exceção de algumas partes que haviam sido cobertas pela neve. Havia uma dupla de soldados um pouco agasalhados em frente ao portão, que fitavam o jovem conforme ele se aproximava. – Cidadão, como podemos ajudá-lo? – Indagaram em uníssono esperando pela reação do jovem. Apesar de estranhar as vestes do garoto, não deixaram de tratá-lo com a devida educação esperada de um marinheiro.


Alexandra


- Han? Tu fala demais garota. Vem cá pro papai – O estranho não dava a mínima atenção para o que a nossa outra protagonista dissera, ele realmente não enxergava Alexandra como uma ameaça potencial, porém seus pensamentos estavam prestes a mudar. A morena sagazmente foi capaz de agarrar a arma largada por um dos seus anfitriões e alcançara o grandalhão em uma aceleração absurda. – GYAAA! – Manter a guarda baixa fora o maior de seus erros, já que com facilidade a garota fora capaz de rasgar boa parte do peito do homem, iniciando um pequeno sangramento que manchava sua regata. O homem reagiu de imediato, esbravejou com a dor e empurrou Alexandra com a mão destra para trás, não fora um ataque bem executado, mas suficientemente rápido para que a morena não conseguisse reagir. Apesar de ser um empurrão, fora capaz de fazer com que ela cambaleasse por alguns metros, perdendo o equilibro por um momento e caindo sobre o chão, ainda com a  arma em mãos.

- Você é do tipo que gosta de machucar, então eu vou te devolver o favor! – O semblante do homem mudara por completo, mesmo bêbado, ele se recompunha do corte e iniciava um movimento típico de um boxeador. Ele entrelaçou os dedos e estalou-os, pronto para continuar o combate. Talvez os efeitos da embriaguez não fossem o suficiente para que a morena acabasse com a luta de forma tão rápida quanto o esperado. O que ela faria?


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptySab Mar 03 2018, 19:12

A CAMINHO DO QUARTEL III

Quando visse ao longe o quartel da marinha, sentiria um pequeno alívio interno por não ter demorado tanto. Hesito, por um instante, lembrando-me do motivo que me levou até ali. Fito a neve sob meus pés e tenho uma pequena imagem formada em minha cabeça: A água espumante batendo no casco do navio, o vento tirando a ordem dos cabelos e na imagem eu sorria. ~ Não era ruim ser pirata... ~ Até que de súbito o céu na imagem e escureceu e já não era eu quem sorria. Um homem gordo sorria pra mim enquanto me amordaçava e me carregava para fora de minha cama. Por mais que eu tentasse me mover, todo meu corpo parecia estar imobilizado. Sentia-me cada vez sufocado conforme o homem andava e meu abdômen batia contra o ombro dele. Em um desses movimentos, acordo de um susto e percebo que estava sonhando acordado. Volto a andar na direção do quartel, tentando deixar aquela lembrança repentina de lado, mas mesmo assim sentia um sentimento de raiva voltar a palpitar em seu peito.
Em frente ao portão vejo dois homens. Andando na direção dos mesmos, removeria o capuz para mostrar meu rosto em sinal de que me aproximava sem más intenções. Pararia não muito distante dos dois homens. Respiraria fundo antes de falar, deixando uma fumaça branca à frente do meu rosto quando expirasse ar quente. Diria, um pouco rouco:
- O/rr/i – limparia a garganta e voltaria a falar mais alto, num tom brincalhão. – Olá, acredito que os senhores possam me ajudar. Eu enfrentei toda esta neve para vir aqui me alistar, mas agora a única coisa que consigo pensar é em algo quente para pôr em meu estômago. – Sorriria e esperaria para ver se os dois homens sorririam. Independente do resultado da brincadeira tornaria a falar, porém, num tom mais sério. – Bem, eu gostaria de me alistar. Acredito que possa ser útil à marinha sendo um bom carpinteiro. -
Aguardaria a resposta dos mesmos. Se eu puder entrar no quartel para me alistar, passaria pelo arco e iria direto para a sala indicada. Tentaria tomar cuidado pra que eu não me perdesse durante o caminho. Quando chegasse ao local indicado, diria ao responsável pelo alistamento que queria me alistar. Caso ele me perguntasse se sei usar alguma arma, diria que prefiro Bastão, apesar de saber manusear Nunchaku e Jutes. Caso os dois homens dissessem que eu não poderia entrar, perguntaria o motivo e diria que exijo falar com um superior.
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptySeg Mar 05 2018, 17:30

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Alex ficara confusa com a queda que sofrera, mesmo que não sendo danosa, mas logo vira o homem se posicionar como um lutador, talvez de boxe, estalando os dedos e assumindo a pose de que prosseguiria o combate. Rapidamente, levantar-se-ia do chão com um salto para trás, segurando firmemente a arma em mãos e preparando-se para prosseguir o combate, sabendo que agora o homem não manteria sua guarda aberta e provavelmente seria mais complicado atingi-lo a partir de agora.

Como o oponente não teve uma reação de ataque imediato, Alexandra tomaria a dianteira e se aproximaria velozmente, preparando-se para um confronto. Entretanto, não tentaria um ataque frontal. Quando estivesse próxima o suficiente, esperaria até que o homem tentasse ataca-la, para que, no último momento, pudesse realizar um salto mortal giratório sobre a cabeça do homem e pudesse chegar até o outro lado do mesmo, aterrissando rapidamente, mantendo-se agachada atrás do loiro para que pudesse apenas virar-se e atingir a dobra de ambos os joelhos do mesmo com força, querendo que isso afetasse sua postura. Se o plano fosse bem-sucedido e conseguisse fazer a posição do homem vacilar, empurrá-lo-ia para frente com força para colocá-lo de joelhos, e atingiria sua nuca em seguida fazendo um corte forte e profundo, antes de se afastar alguns passos.

Caso não pudesse efetivar seu primeiro movimento, manteria a aproximação rápida e, caso fosse recebida com um golpe, daria um pequeno salto giratório e vertical, levantando o braço esquerdo e deixando o punho frente ao rosto, e passaria o antebraço direito sobre o cotovelo esquerdo, segurando a lâmina com a ponta para fora; objetivava desviar lateralmente do golpe e, ainda, tentar atingi-lo com a lâmina. Tendo sucesso, voltaria ao chão e manteria os pés paralelos aos ombros, segurando a lâmina com firmeza à frente do corpo e ficando numa distância razoável do loiro.

Manter-se-ia atenta aos movimentos do homem para que pudesse reagir rápido e evitar grandes danos. Para todos os casos, não baixaria a guarda.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptyQua Mar 07 2018, 14:55

Kumadori

Seja pela alteração do clima ou por algum tipo de nostalgia doentia, Kumadori encontrava-se totalmente alheio ao que acontecia a seu redor, seu único foco era chegar até o QG da Marinha. Com a pergunta dos marinheiros, ele parecia ter acordado. – Sim, claro. Siga-nos, por favor – Ao ouvir a resposta do jovem de madeixas azuis os marinheiros sentiram um alívio, não era mais algum delinquente qualquer, e sim um aspirante a marinheiro.

Eles abriram o portão com muito prazer ao rapaz, esperando que ele adentrasse primeiro antes de prosseguir pelo resto das instalações. O lugar era realmente gigantesco, havia uma grande torre, com cerca de 4 a 5 metros no meio do quartel, um local de recreação ao redor, onde Kumadori conseguiria enxergar silhuetas de marinheiros treinando, praticando e fazendo seus afazeres. Dentre eles, a principal era secar o piso que a pouco tempo estava inundado com a neve. Ambos os soldados seguiram acompanhando o garoto, até chegarem perto da torre principal. Um deles adiantou-se, abriu a porta para o jovem e ainda em tom sério dirigiu-se ao mesmo. – Basta seguir reto até o balcão, lá você encontrará a pessoa responsável pelo alistamento e poderá prosseguir com as tarefas necessárias. – Ele esperaria o jovem adentrar o local antes de encostar a porta.

Ao aproximar-se do balcão Kumadori poderia notar a presença de uma bela mulher de meia-idade com cabelos grisalhos, remexendo com alguns papéis. – Então o senhor quer se alistar? Pois bem... – Ela fitou o corpo do jovem de baixo para cima, fazendo uma rápida análise de seu biótipo. – Você tem três opções... Vá para o lado de fora e faça um treino junto com o sargento responsável pela área, pode também exercer um ofício do qual você tenha conhecimento, caso contrário, pode auxiliar com outros afazeres do Quartel-General. A, e o que eu tenho uma leve certeza que vai te interessar... Pode começar pelo treinamento de combate, basta subir as escadas até o primeiro andar. – Ela indicava o caminho com apontando-o com o dedo indicador destro, aonde havia uma escadaria em caracol. – Diga-me seu nome, idade e pode prosseguir conforme quiser. Me chamo Mary, senhorita Mary. Desculpe-me pela falta de formalidade – Concluiu, esperando a resposta do garoto.


Alexandra


O confronto de Alexandra parecia longe de acabar, após o primeiro golpe acertar com sucesso seu oponente, o homem deixava suas cantadas de lado e concentrava-se firmemente na luta. De início ele esperava uma reação da jovem, apesar de levantar-se rapidamente, ela não partia para o ataque, o que deixava o homem um pouco frustrado. Decidira tomar as rédeas da situação, avançando com passos rápidos até a morena. Alexandra acompanhava seu movimento, a essa altura, uma colisão entre ambos parecia inevitável.

Foi no último momento que a heroína decidira arriscar um salto mortal. Seu oponente não estava preparado, de fato, ver a moça sobrevoar sua cabeça por instantes fora surpreendente e assustador, fazendo com que o soco que ele tinha preparado passasse reto pelo ar. Já na retaguarda do adversário, Alexandra emendava sua esquiva com uma tentativa de corte, porém apesar da surpresa, o homem não vacilava, virando seu corpo de imediato para acompanhar a rápida movimentação da adversária. O golpe acertou-o, mas não no local em que Alexandra planejara. Com o rápido giro, o corte acabava por acertar a coxa do bebum, a sincronia entre o ataque e a reação do homem fizeram com que o corte fosse mais extenso do que o esperado.  Já próximo da moça, ele aproveitava a oportunidade e começava uma sequência de socos, seja por habilidade, pelo efeito do álcool ou sorte, Alexandra conseguira esquivar facilmente dos dois primeiros, todavia o soco que finalizava a sequência acertou-a em cheio em sua costela destra, fazendo a jovem dar alguns passos para trás. – Pode começar com o ataque dessa vez – Apesar dos ferimentos, o homem ainda encontrava forças para zombar da adversária, encarando a oponente e provocando-a gesticulando com a mão destra.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 2 EmptyQui Mar 08 2018, 16:46

INÍCIO DE UMA JORNADA: TREINO DE COMBATE

Ao adentrar ao quartel, sendo guiado pelos dois guardas, pude notar o pátio de recreação e uma grande torre no meio do quartel. Alguns homens limpavam o piso, treinando ou fazendo alguma coisa que não pude identificar. Durante a caminhada, lançaria um comentário despretensioso quando visse as pessoas secando o piso. – Parece que os soldados tem bastante coisa pra fazer por aqui, ainda mais com essa nevasca.
Quando chegasse ao ponto que os guardas iriam embora, eu agradeço e desejo bom serviço. Em seguida, viro-me para o portal e atravesso-o sem hesitar. Enquanto caminho na direção do balcão, ouço a porta encostar atrás de mim. Uma sensação de ansiedade surgiu tornando um pouco mais difícil respirar, por isso, tiro completamente a capa que estava usando e começo a carrega-la no antebraço.
Ao chegar ao balcão, um pouco tímido e com um sorriso no canto do rosto, informo que quero me alistar. Sinto-me mais aliviado quando ela começa a falar e se mostra uma pessoa atenciosa. Ouviria atentamente o que ela tinha a dizer, olharia para o alto cogitando todas as opções que eu tinha. Após alguns segundos, voltaria os olhos para a moça e, ainda sorrindo, daria a resposta. – Certo. Meu nome é Kumadori ace Mustang, 19 anos. Aliás, é a letra “S”, não Ace. Já cometeram esse erro uma vez. – daria uma risada curta – E, como a senhora, err... senhorita me indicou, vou começar pelo treino de combate. É um prazer conhece-la e obrigado pela recepção – Finalizaria dizendo a última frase num tom meloso de cantor de segunda. Então, faria uma breve reverência, virar-me-ia sutilmente na direção das escadas e subiria até o primeiro andar.
Quando chegasse ao primeiro andar. Olharia em volta em busca de alguma pessoa que estivesse à vista. Ao avistar alguém que aparentasse ter uma patente mais alta, julgando pelo uniforme, iria à direção dele. Ao me aproximar diria num tom firme: - Com licença, senhor, Sou Kumadori, acabei de me alistar e agora me apresento para o treino de combate. A Senhorita Mary disse que eu deveria encontrar o sargento para o treino de combate aqui em cima. – Tentaria conter o sorriso que se apresentaria no meu rosto devido a ansiedade. Caso perguntassem sobre estilo de combate, diria: - Eu prefiro usar bastões, senhor. – e se caso ordenasse, eu pegaria uma arma caso estivesse disponível.

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