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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 To Rejoice

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 5 EmptySab 07 Abr 2018, 14:13



- Não sei. Na verdade, existem algumas famílias poderosas dentro da própria marinha com gerações de tradição em ter pessoas nos níveis mais altos. Se o filho de uma dessas famílias estivesse ingressando debaixo, é bem possível que lhe atribuíssem um segurança e uma missão de baixa periculosidade como servir de suporte em uma emboscada. Mas realmente são apenas conjunturas, não sei mais do que você... – Leopol mostrava porque era o líder do grupo ao revelar aquilo que tinha analisado. A realidade é que ele, Nielo e Bart faziam parte da elite dos soldados treinados por Grambos, tanto que foram enviados para lidar com um navio da marinha sozinhos com mais um recruta.

Em seguida Sebastian ainda tentou descobrir mais a respeito de um nobre recém ingressado na marinha através do acampamento, mas seus esforços foram em vão já que as respostas obtidas eram padrão. – Foi mal cara, realmente não sei. – ou então – Eu acho que... hmmm... não consigo me lembrar de ninguém em específico. Desculpas.

Sem ter mais o que fazer, ele partia então com Lepol e Nielo pela trilha até o rio, onde em suas margens Lepol começava a remover alguns arbustos e revelar um bote ali escondido. Estavam prestes a zarpar quando passos corridos foram escutados vindos da trilha que haviam caminhado.

- Lepol!! Lepol!! Arf, arf! – Quem aparecia arfando era um revolucionário que Sebastian tinha até mesmo questionado a pouco. – Grambos, arf, Grambos ele, arf, ele pediu para que eu corresse atrás de você. Arf, arf. Ele disse saber quem é o marinheiro procurado. Arf, arf.

- Então diga homem! Deixe de enrolação! – Quem ficava ansioso era Nielo, mas logo era acalmado por Lepol.

- Calma, não vê que ele correu atrás de nós com todas suas energias e está exausto? Aqui, um pouco de água. – Com isso ele passava um cantil para o homem que tomava longas goladas para molhar a garganta.

- Obrigado. Bom, o acampamento entrou em estado de furor e todo pessoal que estão em descanso forma ordenados a vasculhar pelas florestas, e até mesmo em Shirotown ele vai ser procurado. Aparentemente seu nome é Dorian, Dorian Morris. Reconhecem o sobrenome?

- Morris? Hmmm... eu tenho a sensaç...


- Morris como em Vice-Almirante Georgieff Morris?!?! – Lepol que sempre se mantinha calmo agora erguia a cabeça de supetão da posição que estava guardando o cantil.

- Hehe esse mesmo. Aparentemente seu filho mais novo foi enviado para Loguetown para começar como um cabo raso. A descrição fornecida por vocês bate exatamente com a dele, e há grandes chances que seja, ainda mais baseando no “jovem mestre” que o amigo aqui mencionou.


- Inacreditavel... como pode ser?

- Haha, parece que os céus nos mandaram um belo presente não é mesmo? Por conta disso captura-lo com vida passa a ser prioridade. Enquanto a situação atual com os traidores ainda vai ser resolvida conforme o planejado, todo pessoal disponível deve procurar por ele.

---

A notícia que os três revolucionários agora no bote haviam recebido era chocante, e cada um parecia estar imerso em pensamentos. Sebastian lia o livro fornecido por Nielo, que apesar de bem detalhado e simples de entender não era realmente muito grande, e uma vez que chegaram em uma bifurcação no rio Lepol finalmente se pronunciou.

- A partir daqui podemos ir direto para a cidade pelo rio, e procurarmos lá depois ir para o porto, ou podemos parar ir por uma parte mais pedregosa e parar próximo aos arrozais, passando por eles, e indo em seguida para o porto que é mais próximo.

- Bom, esse é o mapa da ilha. Temos que decidir agora para onde ir e o que fazer.- Dizia Nielo abrindo um mapa e mostrando aos outros dois. – Aqui é onde o navio afundou, e aqui é onde estamos. Baseado nisso ele deve...

- Hm, é uma boa ideia. Vamos lá. - Concordava Lepol.

Uma vez decidido o plano de ação Sebastian ainda conseguia encontrar tempo para treinar um pouco ao desembarcarem tendo Nielo o corrigindo aqui e ali dando-lhe dicas. Aos poucos começava a aperfeiçoar uma nova arte. A da furtividade.

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Sunken
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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 5 EmptySeg 09 Abr 2018, 14:53



Os Contos do Saltimbanco:
To rejoice.


A maré levou-lhes para além e revelou um dia abundante em leituras, quando o saltimbanco deslizou o olhar da contracapa de seu livro ao mapa em posse de Lepol. De mente ainda turbulenta em virtude do relato que acabou por revelar Morris, bem como em êxtase pela hipótese de uma vendeta, foi custosa a tentativa de acompanhar a análise dos companheiros, buscando entender como um cenário apequenado daqueles pudesse dar frutos. Ainda assim manteve a vista a rodear de um canto à outro o papiro, viajando da cidade aos laranjais quase que uma dezena de vezes até que se visse à par do panorama exposto por Lepol. "Sim, sim. Até que faz sentido, esse treco tem todos os lugares onde aquela peste pode estar." E outra vez o ultimato pareceu recair sobre seus ombros, à imagem de como lidaram com os primórdios da incursão ao navio. Não era destaque pela liderança ou mesmo os dotes de uma mente sagaz, mas pela devoção em se tornar num instrumento à sua soberana; e pela alegria não haviam, à vista de Sebastian, barreiras intransponíveis. Portanto tomou-se como convicto em tratar do dilema, na carência de um pulso forte no que cerne a dupla.

Tomou, sutilmente, o mapa das mãos de Lepol vez que o homem pareceu farto de análises. E em diante se absteve aos pensamentos, viajando mapa adentro pelas terras ilustradas de Conomi Island. "Ratinho, ratinho. Cadê você?" Fixou as atenções, a priori, ao ponto-chave em que o soldado teria escapado, ainda nos circundantes do náufrago, deslocando a vista aos arredores do item em questão. "Hum. Em baixo fica a floresta, e um pouco mais abaixo a cidade, aonde está o prefeito. Certo? E lááá em baixo, os arrozais e o porto." Quando cobertas as rotas plausíveis, Rejoice seguiu na busca pelo rumo que Dorian poderia acabar por tomar, de um ponto à outro. — Dá para ir da floresta à cidade, se sentando no colo de Kishimo. E de lá, até o porto, aonde Grambos disse que há um navio atracado. Assim como ele pode ter contornado a floresta e ido até os arrozais, pra de lá sim ir pro porto. Não é? — E vagarosamente um círculo fechou-se em torno das três possibilidades, levando os extremos da parte superior do mapa para fora da equação. O progresso soou-lhe como gratificante, e os ânimos se elevaram na esperança d'um desenrolar.

São três opções, e nós somos três. — Apontou, gargalhando. Mesmo conclusões de tamanha simplicidade lhe pareceram pretexto para o regozijo, sem tomar em conta a perspectiva de uma discordância entre o trio. Era aquele seu trâmite e optou por abraçá-lo, fosse ou não concordante a réplica. — Cada um de nós procura em um ponto, simples! — Quando externalizou a procedência, foi que algo pareceu incerto. "Mas como é que a gente vai saber quem foi que encontrou ele? Se ao menos tivéssemos o caramujo falante." E ateve a insegurança à si mesmo, sem alarmar aos companheiros, enquanto buscava apanhar uma solução. Um hiato se fez, longo o bastante para evocar a inquietude de Sebastian, sem que o saltimbanco se atentasse à passagem do tempo. Sim, o tempo, foi a resposta que encontrou quando os instintos se voltaram numa prece à alegria. E desta dimensão o palhaço tinha domínio. — E nós voltamos pra cá em três horas, eu sei contar muito bem. Se alguém se atrasar, é sinal de que encontrou o maldito, e então os outros dois vão até lá! — Seria, à sua vista, todo o necessário.

Quando a ponderar sobre o posto a se tomar tramoia adentro, Sebastian lembrou-se outra vez dos moldes em que agia Raziel, quando ao comando da caravana. Seus dotes acrobáticos foram sempre invejáveis, mesmo entre a trupe, portanto o mestre tornava vez ou outra à pô-lo nos altos, num sítio de destaque, para que encantasse o anfiteatro pelo curso das piruetas. "Ele fazia o melhor uso possível das minhas acrobacias, como se eu fosse uma carta na mesa." E o saltimbanco predispôs-se a agir à imagem do tutor. Voltou a dupla ao campo visual, numa análise rasa em que trouxe à mente ambas as atuações em conseguinte ao estopim da missão. — Nielo pode ir pela floresta, porque... Ele se dá bem com florestas. Se o coelinho tiver se escondido lá após a fuga, você vai encontrá-lo. — Não houve impasse no par de rotas remanescentes, vez que Rejoice viu-se como resoluto em fazer rumo aos arrozais, com o bom proveito das habilidades neonatas do campo furtivo. — Lepol é o menos estranho, então vai até a cidade e não chama atenção. — Cintilante, voltou o dedão aos ares, lhe apontando contra o nariz. — Quanto à mim, eu vou aos arrozais, e de lá até o porto! — E não houve no dito tanta glória quanto a em que embebeu a voz, sem dar-se conta de que a conclusão era das mais óbvias.

Doravante as passadas levariam Rejoice ao campo pedregoso, que cruzaria até a mata circundante aos arrozais. — Que a alegria esteja em cada um de nós. — Lá, cada pisada seria esculpida com cautela, evitando arrastar a sola dos pés bem como a optar por rotas pouco ricas em entraves e vegetação, no intento de abafar os passos. E os olhos agiriam em seu favor, contemplando o horizonte por todo o percurso em busca de uma ou outra silhueta à que se seguir — o que faria em conjunturas suspeitas. Os camponeses que Sebastian encontrasse pelo curso, abordaria em moldes amistosos, esperançado em arranjar quaisquer informações que lhe levassem à uma deixa. — OLÁ! Você por acaso não viu um grisalho todo molhado passando por aqui? Ele tem olhos de coruja e talvez estivesse vestindo um uniforme da marinha. Sabe de algo que possa me levar até ele? — O saltimbanco seguiria por tomar da bolsa uma ou outra nota miúda, num total de dois mil berries, se dispondo a despachá-las após uma réplica frutífera. — Eu vou checar e se for verdade terá vinte vezes isso! Espere e terá, meu caro! —  E tomaria nota das respostas ofertadas, da floresta aos arrozais, remunerando de maneira supracitada aquelas em que houvesse fundamento.

Atrelada ou não às pistas de há pouco estaria uma andança dos campos de arroz ao porto, ainda por vir. Este seria o ponto de maior cautela, havendo a expectativa de topar com marinheiros ou mesmo Dorian em pessoa. Seus cabelos despontariam da cuca à linha do peito, ocultando os flancos do rosto no arquétipo de um manto. Faria, também, o uso das multidões a prol de entocar-se entre os transeuntes, sem o luxo de manter a própria silhueta num mesmo ponto por períodos extensos de tempo. Enquanto perambulasse, de entreolho ao suposto navio da marinha, voltaria a inquirir sujeitos insuspeitos com que acabasse por esbarrar — civis de passagem, crianças, mercantes e mesmo os marujos locais. — Um jovem grisalho com olhos de coruja, tão branco quanto o uniforme encharcado de marinheiro que talvez esteja vestindo. Ele pode ter embarcado no navio da marinha e causado algum reboliço. — Sebastian seguiria nesta vigília, entre abordagens e marchas em torno do porto na busca de um rastro ou um vislumbre do rapaz. Pelo proveito, respectivamente, da vista e do carisma de palhaço.





Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 5 EmptySex 13 Abr 2018, 17:35



O plano de Sebastian era simples e prático. Haviam três possibilidades que Dorian poderia ter tomado, e três deles. A matemática batia. Vai um para cada lugar, e para não sair do número três e dar azar, se encontrariam ali em três horas novamente.

O primeiro a desembarcar foi o próprio Sebastian que era o único a seguir na direção oposta aos outros dois, passando por uma área cheia de pedras e bosques antes de conseguir alcançar os arrozais após atravessar uma pequena ponte de madeira.

Lá ele avistou diversos trabalhadores rurais com seus chapeis cônicos feitos de palha para protege-los do sol. No entanto apesar de ter tentado diversas vezes, nenhum deles havia visto o marinheiro.

Sem se desanimar o bastião da alegria não desanimava e prosseguia em direção ao porto comercial de Hiirowtown, tendo que passar por mais uma ponte de madeira, essa um pouco maior que a anterior, e foi ali que ele encontrou sua primeira pista.

Um velho lavrador carregando uma enxada nos ombros e com as costas corcundas atravessava a ponte ao mesmo tempo que Rejoice. Seu chapéu cobria a parte superior de seu rosto de forma que apenas a boca enrugada e o queixo eram visíveis para quem o visse de cima, que era praticamente todo mundo.

- Um mariniero de cabelu brancu?? Sim, sim, ieu vi eli num faiz nem uma hora atrás meu jovi, mas purque que cê tá procurando eli? – Com um sotaque forte e uma forma de falar bem sofrida, o velho aparentava se interessar no assunto e querer saber mais a respeito, mas em resposta recebia dois mil berries em mãos e a promessa de receber ainda mais. E foi nesse momento que ele mostrou que só por ser um lavrador, não era trouxa.

- Uai sô. Mais comu que cê vai mi achar pra dar o resto?? Não, não, não. Se quis é sabê o que ieu sei vai tê qui dá tudu agora. – Estendendo a mão envelhecida e calejada ele esperava pelo pagamento, para só então prosseguir com o relato.

- Pois bem. Ieu vi eli entrando numa loja lá tráis no portu chamada “Sais e Ervas da Miranda”, e pur sinal eli num tava molhado não, só tava muito sujo, por isso que ieu reparei nele, isso e a ropa dos fardados...

---

No porto o movimento naquela hora era enorme, com navios carregando arroz e outros descarregando diversas mercadorias que vinham de todas as partes do mundo. Vários armazéns haviam sido construídos para estocar as sacas de arroz, assim como bares e bordeis de baixo escalão foram aparecendo com o tempo visando saciar os transeuntes sem que esses precisassem entrar de fato na cidade e causar confusões por lá.

As ruas enlameadas agora estavam esbranquiçadas com a neve que começara a cair em algum ponto, e o tempo começava a esfriar bastante. Aqui e ali era possível ver lojas que se aproveitavam daquela movimentação para florecer e prosperar, e em um canto nada chamativo estava ela, uma pequena loja com o a placa anunciando “Sais e Ervas da Miranda”.
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