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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 To Rejoice

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptySeg 05 Mar 2018, 22:56

Noite adentro, afastados da civilização, uma batalha acontecia. Dez marinheiros contra três revolucionários. Revolucionários desarmados. Parece até o início de uma piada de mal gosto.

No entanto, o que viria a seguir, se revelado ao público, certamente deixaria a marinha se sentindo humilhada. Sebastian sendo veloz, disparava em direção a sua ninjaken caída, e para desviar de um golpe horizontal de espada se ajoelhava no chão deslizando pela tábua. Acima de si ele podia ver o fio da espada cortando alguns fios de seu cabelo antes de finalmente ficar para trás.

Logo o reconfortante toque de sua arma sinalizava que seu primeiro objetivo havia sido alcançado. Não estava mais indefeso, isso é, se em algum momento o estivera de fato. Saltando na amurada do navio, ele golpeava com uma estocada o adversário que não havia desistido e corria até ele. Primeira baixa daquela nova rodada de luta.

No entanto a desvantagem numérica se fazia presente, e antes que pudesse atacar mais alguém, era forçado a saltar para desviar de um golpe, e depois a se mover para o lado. Vendo que estava prestes a ficar encurralado, ele se abaixava e se impulsionava realizando um dash e decapitando um outro soldado que chegava naquele momento.

Mas era isso. Por mais que ele continuasse a se mover freneticamente, realizando ataques vez e outra e tentando se esquivar no melhor das suas capacidades, estava cercado por três marinheiros que faziam um triangulo em volta de si.

Enquanto isso Nielo se ajoelhava por um joelho, retirava uma flecha de um corpo e rapidamente a encaixava no arco, matando mais um marinheiro dessa forma. Ele era um homem que preferia agir na surdina. Então porque diabos pulou pro meio da confusão? Simples, porque precisava recuperar suas queridas flechas e enfia-las nos corpos de novos adversários. Infelizmente só tinha sido capaz de eliminar dois oponentes, mas ao menos, não havia mais nenhum marine correndo contra si.

Pegando a mesma flecha para reutiliza-la mais uma vez, não pode deixar de soltar um palavrão ao ver que estava quebrada. – Bosta... – Olhando ao redor para ver onde tinha outra próxima a si, ele acabou por ver a situação geral do convés. Sebastian no meio de um triangulo, ainda intacto, mas parecia ter perdido a vantagem que tinha. Lepol lutava contra dois espadachins, usando seu mosquete para se proteger, mas sem conseguir contra-atacar.

E então... aquele cara. De cabelos brancos, e com um sorrisinho amigável asqueroso no rosto, ele acabava de cortar uma última corda e embainhava sua espada. Como se percebesse o olhar de Lepol, retribuiu e ainda acenou com a cabeça o cumprimentando, antes de dar um tchauzinho e saltar sobre a amurada para o mar.

Bem... não exatamente para o mar. - Mas o q... não me diga que... o bote! - No momento em que o arqueiro percebeu isso, já era tarde demais. “TING –LING-LING-LING!” O barulho de um pequeno sino, daqueles usados por madames para chamar mordomos, ou por clientes ao entrar em um hotel e não verem o recepcionista.

E então “BOOOM! BOOOM! BOOOM!” O barulho ensurdecedor de canhões sendo disparados eram escutados enquanto o barco tremia e grunhia, quase como se tivesse vida. Esses disparos não vinham do convés, mas sim do interior do navio, para onde Bart havia descido. Três tiros quase simultâneos, significando a existência de ao menos três deles, e todos na mesma direção, cortando o barco de uma extremidade a outra em seu comprimento.

Era tudo muito súbito, e os tremores tiravam o equilíbrio de todos que estavam no convés, fazendo com que até mesmo Sebastian caísse ao chão. O convés perdera seu suporte e grande parte dele afundava. Um mastro balançava e começava uma queda lenta para a lateral, inclinando o barco mais ainda. Todos começavam a escorregar e várias caixas e objetos vinham na direção de Sebastian.

Ainda assim, mesmo no meio desse desespero e da escuridão, quase como que por mágica eles podiam enxergar claramente o bote com o rapaz de cabelos brancos sentado e sorrindo para eles. De repente uma mão saía da água e agarrava o bote se erguendo para dentro dele. No seu peito uma insígnia de sargento. Arfando por ar, ele aparentava falar algo que ninguém conseguia ouvir, mas a resposta dada pelo aparente subalterno era escutada por todos, sua voz calma, como se fosse um sussurro em seus ouvidos.

- Claro que foi a decisão correta. Nossa missão era servir de possível suporte e encurralar eles quando a hora chegasse. Aparentemente já falhamos nisso não é? Os revolucionários estão aqui, e estavam vencendo. Nós precisamos avisar aos outros que fomos descobertos e que a missão corre perigo. Sacrificar um navio para acabar com eles e escapar ileso me soa bem... lógico, não é mesmo? – O tempo todo o sorriso sem dentes estava estampado em seu rosto enquanto ele olhava para o navio que naufragava a sua frente.

- Ah, e eu trouxe sua arma para que não se molhasse. Pode me agradecer depois, agora é só focar em brincar de tiro ao alvo. – Completava ele com o sorriso se expandindo ainda mais enquanto passava uma pistola para o sargento.

---

Dr. Sancho nem bem pisava em Conomi e já saía perguntando a todos que encontrava onde poderia encontrar quartel dos revolucionários. Infelizmente a resposta mais promissora que recebera após a sexta tentativa havia sido – Dizem que é nas florestas. Vai pra lá que eles vão te achar.

Enquanto passava em frente a uma loja de doces, uma menina de rosa, com aproximadamente dez anos que o vira fazendo suas perguntas o chamava. – Psiu, psiu. Hei moço! Eu ouvi que ta procurando pelos revos?

- Eu não sei ao certo, mas meu irmão trabalha numa forja que manda arma pra eles. – A menina se aproximava e falava normalmente, até abaixar o tom de voz repentinamente fazendo cara de pensativa. – A não ser que ele esteja mentindo para mim?? – E como se afastasse esse pensamento com ferocidade, um sorriso aparecia no rostinho angelical dela – Não, não... irmãozão não mente para mim! Hehe.

- Hm, hm. Cough, cough. Voltando ao assunto, se quiser te levo até ele, mas primeiro você tem que me comprar uma barra de chocolateee! O que me diz? Hein, hein?
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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptyQua 07 Mar 2018, 12:21



Os Contos do Saltimbanco:
To rejoice.


Quando os canhões se tornaram soberanos na peleja e o navio acabou por lastimar, Sebastian sentiu os tremores a tomarem-lhe a postura. De mal à pior, se apercebeu do toque da raiva, sem deixar-se, todavia, consumir. Ao bastião, a negatividade fora sempre vista como contraproducente; um subproduto da tristeza que não competia à alguém em sua posição. Vez que a proa da embarcação pareceu ir de encontro aos mares, não ousou manter-se inerte. Uma ou outra passada levaria o saltimbanco às margens do convés, nas escadas em que a priori havia feito sua rota até lá. Nestas pernadas, teria de manter o dorso arqueado, fazendo o uso da lombar como suporte e preservando a retilineidade da coluna. Seu intento era o de ascender o tronco à frente das pernas e formar um contrapeso à gravidade — considerando o ângulo do navio, em favor de uma mobilidade mais estável. Se as quinquilharias lançadas aos ares durante o impacto se tornassem em ameaças à integridade de Rejoice, o rapaz rolaria às laterais do convés com o impulso dos braços e uma breve rotação de tronco, acabando por tirar o seu da reta. Em diante daria procedência à andança, vindo a fincar a lâmina contra as frestas do assoalho afim de agarrar-se ao utensílio nos deslizes por vir.

Os instintos perturbados e a vista privilegiada mesmo em penumbra lhe auxiliariam na empreitada conseguinte. Esperava, numa conjectura quase que inconsciente, que o choque de há pouco houvesse afetado aos ânimos rivais para além do que fez com os seus. Certo ou não, as ações imediatas haveriam de proporcionar-lhe algum tipo de vantagem. E doravante se encaminharia aos circundantes do trio que havia, há pouco, lhe encurralado; nas mãos, brandida a ninjaken, que em tempo o saltimbanco acabaria por manejar numa cadeia de golpes retilíneos, em ângulo descendente. Nesta investida feita às pressas visaria atingir pontos vitais como o tronco e o pescoço dos soldados, que em acordo às suas esperanças estariam a empenhar-se contra a instabilidade do navio. Faria o mesmo numa hipótese aonde o pulso forte houvesse lhes levado à estabilidade antes que pudesse investir. Neste caso, porém, o saltimbanco estaria munido de uma dose maior de cautela: entre a sequência de golpes supracitada estariam esquivas laterais, com o balanço da cintura, ou mesmo agachamentos para que escapasse de afrontas que viessem a tomar uma linha de alcance horizontal elevada. Em últimos casos, acabaria por lançar, num pulo, o próprio peso à direção oposta aos flagelos, para que ao fim do sobressalto estivesse em segurança. Dali, voltaria a dedicar-se às passadelas, até que se encontrasse no centro da embarcação.

Haveria de se dar ao luxo da reflexão, vez que apartado dos marinheiros, na busca de clareza em meio àquela zanga. Os patamares se elevaram, outra vez, à níveis sem precedentes em sua jornada, e a carência de experiência lhe levou a hesitar. Dada a reversão de cenário que a ação dos canhões acabou por causar, uma breve aplicação da vista aguçada haveria de deixar Sebastian à par das condições do navio. Neste intervalo a mente estaria a trabalhar num ritmo célere, para que calculasse a manobra conseguinte, bem como o que faria em relação à intervenção do sargento. Em tempo, o mastro a pender pelos ares voltaria ao alcance do olhar, numa centelha de esperança que viria a estampar o busto do saltimbanco com o riso que lhe era devido.

Ainda sob a aplicação dos esforços de há pouco, os passos lhe norteariam à sombra do mastro em avaria para que se servisse, outra vez, dos dotes acrobáticos, como um recurso tão proveitoso quanto qualquer outro. Na falta de prudência que tomou como bagagem da pressa, saltaria sobre a base do mastro, a declinar-se às laterais do navio. Voltaria os olhares, uma última vez, à companhia revolucionária, na esperança de que testemunhassem o arreganho em sua faceta, tal como os dizeres por vir. — A ALEGRIA DEIXOU O NAVIO, MEUS AMIGOS! — E sob a trilha do brado a retumbar pela extensão dos circundantes é que daria a primeira passada ao longo do mastro. — É AOS MARES QUE EU ME VOU! — Seguiria por conciliar o espaço ocupado por um pé e outro, tomando também precauções para com o equilíbrio no curso da caminhada. O devido balanço dos ombros em desacordo à quaisquer intervenções da gravidade haveria de dar conta do segundo caso, enquanto permeasse nas passadas com o dobro de cautela e pachorra de que teve ao escalar as amuradas. Vez que estivesse às margens do palanque a sustentar-lhe, os ombros se elevariam e, com o impulso dos calcanhares, acabaria por saltar. Doravante estaria a mercê dos ares, e que o dinamismo e a velocidade acrescida pelo salto lhe fossem complacentes, pois durante aquele testemunho de loucura suas defesas haveriam de se limitar aos bloqueios, com o uso da parte plana da arma que manteve em punho.

Os mares haveriam de tomar sua silhueta hora ou outra, vez que a gravidade trabalhasse em seu favor. Em diante o corpo seguiria por empregar esforços em manter-se submerso. Sebastian arrebataria as águas com a palma da mão ao impulsionar-se com o uso de braçadas, reprisadas em complô com as remadas de perna — pernas estas que viriam a alternar entre a contração articular e a amplitude total, à imagem de um sapo a saltar pelos ares, para que se impelisse aos larápios do bote. Sabia de seus limites, portanto ousadias como a apneia estariam em fora de questão; trataria de apertar o passo para que estivesse no arredor do dito simulacro de embarcação antes que definhado pela carência de fôlego. Em diante, rondaria os marinheiros, a oscilar de rosto emerso às margens da canoa. Quando ao seu alcance, levaria a lâmina aos ares para que a pressão das águas não lhe fosse empecilho nas primícias do ataque, e o punho viria a guiar a ponta da arma num encontrão contra o bote, visando lesar a região submersa do casco. O faria repetidas vezes — priorizando regiões de aspecto frágil, mesmo que às custas da própria arma, até que os mares invadissem o espaço ocupado pelos soldados. Por conseguinte o saltimbanco dedicaria suas preces à alegria, que haveria de estar ao seu lado quando voltasse às águas, submerso o bastante para escapar da vista marinheira. Outra vez, faria dos braços e pernas projetos de remo, para afastar-se dos rivais pelo curso do trajeto de que veio.




Recap de Objetivos e Considerações:
 


Histórico:
 

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Última edição por Sunken em Qui 08 Mar 2018, 12:07, editado 3 vez(es)
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Dr. Sancho
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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptyQua 07 Mar 2018, 13:34

Doutor Sancho
Post 002 | Página I

O fato das pessoas não saberem onde os revolucionários - os supostos dominantes da ilha - estavam, fez a impaciência lhe apontar na alma. Um sujeito, no entanto, indicou as florestas como sendo a morada dos rebeldes. Agradeceu a resposta do sujeito, dando um sorriso e um breve: - Obrigado. - No entanto, este obrigado escondia o aborrecimento que o doutor sentia por ter que se esforçar ainda mais em uma tarefa que ele havia julgado, no tempo em que em que navegara, que seria rápida. "Florestas?" Agradeceu ao acaso que não tinha nenhuma pedra no seu caminho, senão naquele momento ele haveria a deportado para os quintos do inferno com uma bicuda. "Estou lidando com revolucionários ou com macacos?" E então voltou a caminhar, decidido a achar tais florestas por si próprio, não querendo aumentar ainda mais seu aborrecimento caso encontrasse um morador que não soubesse lhe indicar onde as malditas florestas ficavam.

Ao passar na frente de uma loja de diabetes, uma figura pequena e adornada em rosa lhe chamou a atenção, perguntando se o tritão procurava os revolucionários. Por ser baixa e por Sancho ser tão alto, o último teve que buscar curioso com a cabeça a fonte de voz tão juvenil. Quando a viu ela continuava a falar, aproximando-se dele sem medo algum, algo que surpreendeu Sancho, já que se ele mesmo fosse uma criança, fugiria de um feioso tritão de quatro metros, no mesmo instante que o visse.

- Uma barra de chocolate? - Repetiu o que ela falou, meio pensativo, brincando com ela, a ponta do dedo batia levemente no queixo e seus olhos viraram para cima. - Ta, fechado. Me espere do lado de fora e depois me leve até o seu irmão. - E então tentaria entrar na loja, caso ela suportasse seu tamanho, colocando a mão por dentro do sobretudo, no bolso que tinha na altura do peito, para que sentisse as notas de berries que antes havia guardado ali. "Que cidade patética, precisa de uma criança para me mostrar onde os revolucionários estão... É como se num reino fosse o bobo da corte o único que soubesse a morada do rei."

Caso entrasse na loja, não perderia muito tempo, caminharia até o balcão, tiraria o chapéu da cabeça, colocando sobre o mesmo. - Bom dia. - Iniciaria a conversa, retirando os berries do bolso mas mantendo-os fortemente presos à mão de uma maneira que o atendente não conseguisse saber a quantidade que carregava consigo. Sabia o quão traiçoeiro os vendedores eram com estrangeiros, bastava ver que tinha cinquenta mil berries que magicamente a barra de chocolate passaria a ter esse valor. - Vocês tem barra de chocolate? - Faria uma pausa, pegando na aba do chapéu com as mãos mas ainda mantendo-o sobre a mesa. - A mais barata que você tiver, por favor.

E com a barra em mãos, esperaria o anúncio do preço e o pagaria de imediato. Pegaria o chapéu, colocaria-o sobre a cabeça depois de girá-lo para cima e então caminharia para o lado de fora onde entregaria a barra de chocolate à garota, tentando ser o mais discreto possível, pois temia que os adultos humanos achassem que ele fazia tal coisa para se aproveitar da inocência da criança de alguma maneira nefasta. - Então, tampinha-chan, me leve até seu irmão. - E esperaria o indicar da mesma, caminhando atrás dela.
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptyQui 08 Mar 2018, 21:41


Caixas objetos e pedações de madeira “voavam” na direção daqueles que ainda estavam no navio. Um dos marinheiros era atingido e saía batendo contra a amurada para eventualmente cair no mar e desaparecer. Outro que não conseguia escapar de uma pancada era o arqueiro. Por sorte após ser arremessado contra a parede ele cuspia um bocado de sangue e se estabilizava enquanto tentava encontrar uma solução.

O Saltimbanco tentava se erguer e correr contra a gravidade mas falhava quando um caixote vinha em sua direção e o forçava a rolar para o lado, e depois mais outro. Um estilhaço de madeira arranhava sua bochecha, sem causar danos felizmente. Com o navio se inclinando mais e mais, ele se via forçado a enfiar a ninjaken no assoalho para evitar uma queda no mar. Não que ele não quisesse dar um mergulho, mas pretendia escolher o local.

Se estabilizando, ele via que um dos marinheiros que o cercavam ainda estava perto de si se agarrando no leme. Removendo a ninjaken do assoalho, o saltimbanco o golpeava duas vezes antes de acabar escorregando. Graças aos ataques o homem além de se ferir era forçado a soltar o objeto em que se agarrava e saía rolando.

Usando a própria gravidade e movimentos acrobáticos, Sabastian finalmente pousava em um local. A base do mastro que havia se quebrado. Correndo por ele, o ninja fazia uso perfeito do seu equilíbrio enquanto se aproximava mais e mais do bote, até que em um salto glorioso “BANG!”

Um tiro acertava seu peito logo abaixo de sua clavícula esquerda, atravessando o corpo e “SPLASH!” Ele caía na água. A dor era intensa, mas ainda assim ele nadava por debaixo da superfície. Tiros eram feitos tentando acerta-lo, mas por sorte apenas um de raspão da cintura o atingia.

Nadando em volta do bote e depois embaixo desse ele o atacava duas vezes com sucesso, mas nesse momento começava a perder o folego, precisaria tomar ar logo.

Enquanto isso na superfície, era quase como que se os deuses quisessem que aquele navio afundasse. Uma pequena onda o atingia no casco que já estava virado de lado com força suficiente para faze-lo virar de vez. Agora todos que ainda estivessem nele estavam dentro d’água.

- Parece que um pequeno inseto está tentando nos jogar dentro d’água também. É melhor que pare de atirar como um tolo e comece a remar. – Dizia o jovem de cabelos alvos para o sargento, que por sua fez colocava a pistola no coltre e pegava nos remos, se sentando e dando a primeira remada.

O terceiro ataque do saltimbanco chegava nesse momento, atingindo a ponta do barquinho que começara a se mover. O que ele faria?

---

O tritão achou estranho a falta de medo da menina, no entanto assim que entrou na loja de doces, se viu de cara com o preconceito. – Bom dia. – Ele dizia, mas apenas recebia como resposta uma carranca no rosto de um velho narigudo que estava no balcão.

- O que ocê quer?

- Vocês tem barra de chocolate? A mais barata que você tiver, por favor.

- São 15 mil berries procê. –
Respondia o velho sem nem mesmo tirar os olhos do tritão enquanto enfiava a mão em um pote e tirava uma barra dali para entrega-lo.

Saindo da loja o peixão olhava para a menina que estendia a mão mostrando onde ele deveria colocar a barra. Após a transação completa, ela saía saltitando enquanto abria a barra e dava bocadas na mesma.

- Então, tampinha-chan, me leve até seu irmão. – Ao ouvir tal frase os olhos da menina se estreitavam um pouco graças ao apelido, mas logo um sorriso levado tomava conta de seu rosto e ela começava a dar uma de guia turística, apresentando aspectos da cidade em que se encontravam. - Bom, não sei se você sabe, mas Hirotown é dividida em três partes. Aqui é o porto comercial, onde boa parte do comercio se concentra e para onde trazem os grãos para serem estocados e depois transportados. –

- Aí do lado tem os arrozais, e mais afastadas um pouco pro interior tem as casas mesmo, prefeitura, um bar, uma pousada e uma loja de armas que também é a forja, onde meu irmãozão trabalha.

- E você tio, de onde você vem? Você é tão estranho... – Após ter acabado a explicação a menina mudava o tom da conversa, mostrando sua curiosidade e sinceridade que até então haviam ficado em xeque.

- Uooooo!! – O espanto dela era evidente com o que era contado pelo Dr. Sancho.

Após cerca de 20 minutos andando por uma estrada de terra, eles podiam avistar casas com fumaça saindo da chaminé. Estava próximo da hora do almoço e comida estava sendo preparada nas residências.

Adentrando na cidade, após uma curva e outra eles finalmente chegaram a frente de uma grande construção com cerca de três andares. A loja de armas. – Hey Tina!! Meu irmãozão ta na forja? – Gritava a menina do lado de fora da porta.

- Ta sim, logo logo ele deve pausar pro almoço, vai lá se quiser ver ele! – A resposta que vinha do interior era uma voz feminina que fazia com que as pessoas que a ouvissem imediatamente pensassem em uma bela dama.

- Ok! Brigadoo! – Se despedia a garota enquanto saltitava em torno da construção. – Venha, venha, a forja fica nos fundos. – Acenava ela para Sancho o apressando.

A parte de trás da loja dava para um galpão onde uma enorme oficina de forja estava instalada. Logo que os dois entravam no local Sancho podia avistar uma enorme criatura de costas com um martelo em mãos trabalhando em um pedaço de ferro curiosamente pequeno.

Na verdade, não era pequeno, e sim uma espada do tamanho comum, mas frente aquele martelo e aquele gigante que tinha ao menos oito metros de altura, parecia reduzida a algo minúsculo.

- BUÁÁÁÁÁÁÁ! BUÁÁÁÁÁÁ!! – Antes que Sancho pudesse fazer qualquer coisa, perceber mais qualquer coisa ou dizer qualquer coisa, a menina que o levara até ali saía correndo chorando alto em disparada. – IRMÃOZÃO! IRMÃOZÃO!

Perturbado pelo barulho repentino, o gigante olhava para trás\baixo franzindo o cenho – Que foi Sakura? Porque choras assim?

- FOI AQUELE HOMEM IRMÃOZÃO! ELE ME CHAMOU DE TAMPINHA! DE TAMPINHA!! – Chorava a menina em desespero enquanto apontava para Sancho. Sua mudança de atitude era tão drástica quanto a diferença do céu e da terra.

O gigante imediatamente olhava para Sancho com cara de poucos amigos, estreitando os olhos. Seu mero olhar já era intimidador o suficiente para fazer as pernas dos mais corajosos tremerem.

E num momento em que ficava de costas para seu “irmãozão”, Sakura para Sancho e dava uma clara piscadela e um sorriso maroto, antes de voltar a soluçar. – SNIFF SNIFF!
Marinheiro do cabelo branco:
 

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Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptySex 09 Mar 2018, 12:58



Os Contos do Saltimbanco:
To rejoice.


Sentiu os ossos do ofício a lhe esganarem nas primícias da empreitada em que investiu. O carmesim tomou os mares e Sebastian encontrou consolo nas frivolidades que hora ou outra a alegria lhe trazia à mente, afim de vê-lo feliz. "Ao menos meu sangue não é negro. Esta aqui é uma cor alegre." E pelo toque da alegria mesmo em águas turbulentas, o saltimbanco soube estar nas diretrizes que lhe eram devidas. Mordeu seus lábios em desavença às dores, até que que o vermelho do sangue envolveu-se aos tons primos do batom, e seguiu. Não haviam razões para acuar-se ou retroceder, pois a euforia sobrepuja o desalento, e ele era a primeira das metades.

Sob a estrutura que tomou como suporte nas extremidades da lâmina, ainda cravada no casco, se manteve nas proximidades da canoa em usufruto marinheiro. Dedicou um ou outro instante ao fôlego, comprometido pela fresca tentativa de apneia, antes que as atenções se voltassem aos deveres; mesmo um instrumento valoroso à alegria como tal era humano, e o vai-e-vem de há pouco lhe exauriu grande parte das energias. Quando a vista voltou-se ao navio naufragado, sem que houvessem sinais da companhia revolucionária, seu riso perdeu a naturalidade. O olhar pechinchou o horizonte, na busca pelo paradeiro do trio, para que a ausência dos rapazes lhe tocasse o peito. Lembrou-se da caravana, bem como de Raziel, e os instintos de um trajeto recheado de perdas lhe disseram para agir com imprudência. "RESISTAM! HEI DE VOLTAR!!" Foi o que disse à si mesmo, de punhos cerrados na resistência contra o desejo de berrar. "Me perdoem, mas o que é triste há de ser combatido." Os olhos, nauseados, centraram-se no conteúdo do bote. "E estes homens são soldados da tristeza." E a dor dos flagelos de há pouco encontrou-se ofuscada pela angústia do abandono e as incumbências sagradas como bastião da alegria.

Os trapos a lhe cobrirem o cobrirem o corpo seriam apartados da parte superior, de peito à mostra e como veio ao mundo. Com a destreza das mãos, a camisa viria a tornar-se num emaranhado de pano, o qual seguiria por enrolar do trapézio esquerdo à axila, no intento de estancar a ferida à altura da clavícula. Unhas e dentes seriam, por fim, empregadas num nó, para que o remendo acabasse por se fixar na região. Sabia, pelos conhecimentos medulares que outrora obteve no campo anatômico, que um arranjo fajuto daqueles não daria conta à longo prazo, todavia haveria de embolsar-lhe algum tempo. Em conseguinte o saltimbanco acabaria por se ater à furtividade, mantendo a própria silhueta à sombra do casco e desferindo patadas contra os mares para manter-se atrelado ao cabo da arma mesmo quando as remadas marinheiras elevassem a celeridade da embarcação. Manteria, também, a faceta num estado de alternância constante entre submersa e exposta aos ares, quando o fôlego clamasse por socorro. Em cada uma das ações aplicaria a dose certa de prudência, afim de abater a folia em seu berço, e que em diante as águas lhe levassem para além.

Vez que a serenidade tocasse os ânimos da dupla marinheira, sem mais apreensões quanto à presença de Sebastian, é que a algazarra haveria de surgir. De lâmina em punho e a serpentear pela penumbra nos arredores da canoa, daria procedência à um bote contra o assento a comportar o atirador. Haveria de optar pelo flanco em que estivesse situado o coldre do sargento; fator essencial em sua empreitada. E quando se encontrasse sob as condições pré-estabelecidas, seguiria por avançar à lateral em questão, evitando o toque dos remos por meio de gingas de corpo, ao se lançar à ângulos opostos à ameaça em questão, ou mesmo mergulhos, executados num ímpeto na hipótese de ver-se ameaçado. A mão esquerda cortaria o ar em busca de apoio no contato com as paredes do casco, elevando os ombros à devida altura. Já a destra, sitiada à linha dos ombros, marcharia pelos passos da irmã a conduzir a ninjaken numa apunhalada contra o punho marinheiro. O faria dotado de todo o vigor que lhe restasse, para que o membro fosse cravado contra a base dos remos ou mesmo o casco do bote.

Inutilizada a pegada rival o braço destro seguiria, em ganância, por investir ao coldre do sargento. Ainda a sustentar-se pelo esforço do antebraço esquerdo, o punho oposto acabaria abocanhando o revólver, de forma a apartá-lo da posse marinheira. E num instante de tamanha vulnerabilidade o saltimbanco lidaria com as afrontas do soldado remanescente ao deslocar a silhueta do sargento, por meio de um esticão no braço indefeso, para a linha de alcance dos ataques — supondo que a investida prévia em cravar-lhe a mão tenha tido êxito, lhe tomando como escudo. Em últimos casos a cabeça — o mais exposto entre os membros, seria arredada às laterais, com o balanço do pescoço, no intento de livrar-se de estocadas, disparos e flagelos de pequeno alcance horizontal. Haveria, porém, de abrir mão do contato com as amuradas do bote em afrontas que viessem a abranger maiores volumes em diâmetro, ou mesmo quando supostos projéteis lhe fitassem os ombros, seguindo por descender o próprio peso às águas num mergulho que lhe levaria para além da linha de alcance.

E o ápice daquela fanfarra se daria na primeira das brechas que encontrasse para alinhar o revólver à linha da vista. Envolvida sob os calores do punho, a arma beberia do toque indelicado de seu dedo indicador seguidas vezes, quando apontada à região torácica do sargento. Vez que alguns disparos cerceassem ao soldado o punho seguiria a deslizar pelos ares, guiando o cano da arma ao marinheiro restante, para que Sebastian lhe esvaziasse o pente. Era sabido à Rejoice que seus dotes na pontaria se equivaliam aos de um cavalo; todavia o furor da batalha e o fator queima-roupa levariam-lhe à investir nesta bravata louca, mesmo que acabasse em maus lençóis. E quando o cartucho se visse carente de balas o utensílio, tornado num mero pedaço de ferro, daria vez ao resgate da lâmina, apartando-a do punho marinheiro para apunhalar-lhe o bucho quatro ou cinco vezes — assalto em que investiria mesmo sem o êxito na cadeia prévia de façanhas, seguindo por alternar a região alvo entre os oblíquos, axilas e pescoço quando repelidos ou evadidos os ataques. Na procedência de ameaças conseguintes, as ações supracitadas — parágrafo anterior — seriam reprisadas em favor de sua integridade física. Doravante os mares seriam sua couraça, se esgueirando à nado ao segmento inferior do bote e evitando a elevação do próprio corpo ao contrapor-se ao casco.





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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptySeg 12 Mar 2018, 16:40

Doutor Sancho
Post 003 | Página I

Caminhar até a forja foi uma aula de geografia e das relações socio-economicas da ilha, o que não teria chamado a atenção de Sancho se não fosse pelo fato da professora ser uma pirralha. "Achava que crianças humanas só sabiam falar de brinquedos..." Logo seu pensamento foi interrompido pela curiosidade da pequena, e Sancho logo tratou de matá-la (a curiosidade, é claro).

- Eu? Eu vim do fundo do mar. Sou um homem peixe. Por isso sou tão estranho... - Ele deu um largo sorriso mostrando seus dentes monstruosos e a garota limitou-se a expressar admiração.

Quando viu a construção de três andares achou ser a forja, mas logo que a menina trocou palavras com uma voz feminina e eles contornaram a construção, viu que o local que procurava ficava em um galpão atrás do triplex.

Atravessando os umbrais do galpão, o que viu deixou-o um pouco tenso, seus passos se tornaram mais curtos e pesados. "Quem é esse?" O monstrengo gigantesco - gigantesco até mesmo para Sancho - judiava de um pedaço de ferro, moldando-o em uma espada. Nesse mesmo momento, para aumentar ainda mais a desorientação de Sancho, a menina correu para o gigante, chamando-o de irmão e acusando Sancho de ter chamado ela de tampinha.

O olhar que o homenzarrão lançou em Sancho o fez parar de andar.

O tritão tiraria o chapéu, colocando a boca do mesmo no peito e então diria: - Ela está certa, chamei-a de tampinha, e não teria dito se soubesse que ia magoá-la tanto. Peço perdão a vocês! - Abaixaria a cabeça, demonstrando vergonha. - No entanto, irei explicar o que me trouxe aqui. - Daria um sorriso, tentando jogar a isca do carisma para que o gigante à abocanhasse. - Eu procurava por alguém que me dissesse onde estão os revolucionários, sua irmãzinha foi a única que soube me dizer sobre alguém que sabia, no caso, este alguém é o senhor. Então eu comprei uma barra de chocolate para ela e ela me trouxe até aqui. - Voltaria a colocar o chapéu sobre o couro descabelado. - Se o senhor me falasse onde estão os defensores dessa ilha eu agradeceria muito. Vim me juntar a eles mas não os encontro em lugar algum... - Manteria o sorriso no rosto, seus dedos se entrelaçariam e as mãos penderiam na altura do membro viril, esperando a resposta.

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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptyQua 14 Mar 2018, 21:51

Mesmo com toda a desvantagem, o Saltimbanco não desistia. No fundo ele sabia que impedir aqueles homens de escaparem era algo necessário a ser feito, pelo bem da missão. Se agarrando ao bote quando esse começou a se afastar, ele se viu obrigado a voltar a superfície para tomar ar, e foi nesse momento que viu o navio naufragando. Lutando contra a tristeza por não ver nenhum outro revolucionário escapando, ele tentava se ajeitar para não ser notado “pegando uma carona”, no entanto isso era quase impossível.

Após três remadas o sargento ouvia a voz do marinheiro de cabelos brancos novamente – Sigh, por favor me diga que você já notou que temos um passageiro extra. Não quero acreditar que meu guarda seria incapaz até mesmo disso...

- Não se preocupe jovem mestre, estou só esperando o momento certo para acabar com ele. – Isso era uma mentira, claro, mas o homem não podia admitir sua incompetência assim tão facilmente. Após remar mais alguns momentos ele finalmente percebeu a posição do inimigo indesejado, seu flanco esquerdo!

Antes que pudesse pensar em mais algo, “PENG!” era o som que duas lâminas faziam ao se chocar uma na outra. Tudo acontecia rápido demais para o sargento ver, mas o que ocorrera estava claro. O revolucionário o atacara, mirando sua mão, e seu chefe bloqueara o ataque com a espada.

- Nah, nah, nah. Não na minha frente. – Dizia o rapaz de cabelo branco de forma brincalhona e ainda sorrindo enquanto via Sebastian voltando para água. Seus olhos ao olharem para o sargento no entanto estavam frios. – Continue a remar, pelo menos pra isso você presta não é mesmo? Eu vou vigiar nosso novo amiguinho.

Agora com a espada em punhos, o jovem marinheiro olhava ao redor da embarcação tentando seguir os movimentos do inimigo persistente. – Essa noite acaba de ficar mais interessante hekhek.

Enquanto isso de longe, gritos podiam ser ouvidos, duas vozes no meio da escuridão, perto da direção onde o navio afundara. – SEBASTIAAAANNN!!! REEEEEJOICE!!! ESTÁÁÁ VIVO?!

---

- Isso é verdade Sakura? Ele realmente comprou chocolate para você? – Perguntava o gigante olhando para baixo.

- En. – Respondia a menininha acenando a cabeça e sem chorar mais.

- Entendo. Mas ainda assim te fez chorar. Isso não pode ficar assim. Façamos o seguinte – olhando de volta para Sancho o gigante dava um passo à frente. – Eu lhe farei chorar, e depois compro um chocolate para você. Assim ficaremos quites.

A face do homem era séria e a aura intimidadora aumentava a ponto de ser quase sufocante. Após deixar as palavras no ar por dois segundos ele abria a boca, para dizer apenas uma palavra que Sancho quase não ouvia de tão baixa que era dita. – Tampinha!

- Agora é a sua vez! Run! Pode chorar!! Ou prefere que ele use outro método? – A pequena menina de rosa saia de trás do gigante que entrara na sua frente e fazia língua para Sancho e apontando o dedo para ele com um ar vencedor.

A situação era extremamente bizarra, sem pé nem cabeça, mas uma coisa era clara. Eles queriam que Sancho começasse a chorar.



Off:
 

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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptyQui 15 Mar 2018, 15:30



Os Contos do Saltimbanco:
To rejoice.


Tudo pareceu, de momento, a ser tomado pelos dotes da tristeza. Havia algum tipo de beleza no caos, quando Sebastian era o seu titereiro, mas o que havia de caótico a cercar-lhe deixou de marchar sob as asas da alegria já há algum tempo. As trancas subsequentes em sua trama, antes meras pulgas na orelha, agora pareciam enervar-lhe aos ânimos. Quando a lâmina grunhiu em desavença à obstrução do sargento foi que o riso, dado um grande hiato desde a última vez, disse adeus ao seu semblante. "Tsc. Como é que podem resistir por tanto tempo?" Parecia irracional, à vista do saltimbanco, que a fibra da tristeza fosse tamanha, de forma a manter a dupla em bons lençóis à esta altura. "Deviam olhar para dentro de si mesmos e entender como são feios. Homem algum pode viver sem júbilo, e em vocês eu só vejo discórdia." Só vez que abriu mão das feições folionas foi que, por fim, entendeu os patamares em que estava na peleja contra o desalento. Homens daquele calibre não mereciam do toque amistoso da alegria, mas sim da amostra de como, hora ou outra, se torna visceral. E é de fato o que teriam.

Quando emergiu na busca por ar e o brado revolucionário tocou-lhe os ouvidos, pôde enfim inalar de uma dose de alívio. Foi bom saber que a alegria ainda havia complacência a partilhar em seu favor, e a resistência havia feito bem à sua causa até então. Hesitação não haveria de ser empecilho algum na réplica por vir; não só pelas lacunas na furtividade de há pouco, mas porque os instintos acabaram por falar mais alto. — AQUI! ESTOU CUIDANDO DESTES DESGRAÇADOS!!! — Hastearia o punho aos ares, nos moldes de uma bandeira, vez que se esgoelasse a esbravejar, para que em conseguinte imergisse à nado de volta ao ponto central do casco. Se visado pelos marinheiros o saltimbanco acabaria por se ater às defesas projetadas até então, estirando, num tranco, o próprio corpo contra os mares à direção que lhe fosse conveniente.

As bravatas de há pouco acabariam por se repetir. Cerrada à linha da cintura, a palma da mão viria a abraçar sua lâmina que, no aconchego almofadado do membro, seria conduzida num tranco contra o casco da embarcação. Outra vez haveria de priorizar as superfícies de aspecto frágil, para que o choque da arma se tornasse numa comporta a abrir caminho para os mares. O faria reprisadas vezes, com o uso de um balanço de cintura em seu favor sempre que a afronta se iniciasse novamente, e a aplicar toda a cólera que condensou contra os soldados durante o desenrolar da zanga. "MORRAM! MORRAM! MORRAM! MORRAM!" Mesmo quando o antebraço clamasse, em ardor, por socorro, esforço algum seria medido nos ataques conseguintes, mantendo também a apneia à deriva de seus pulmões pouco treinados. "Tamanha tristeza me enoja. Vocês são horripilantes. Morram de uma vez!" E quando os instintos lhe dissessem que fora o bastante, ou mesmo os ares se esgotassem, seguiria por solavancar o braço e chutar as águas, no intento de elevar-se à superfície.

Em diante o bastião engolfaria as águas da superfície, despontando dos mares como um leviatã. Se houvesse alguma ponta de êxito na empreitada de há pouco, como esperava, o bote certamente estaria a debater-se contra as presas oceânicas a lhe engolirem, e nesta hipótese Sebastian daria procedência aos assaltos. Vez que a canoa de fato naufragasse e os soldados perdessem a pisada, braços e pernas trabalhariam em favor de cortar a distância entre Rejoice e o atirador. Não era lá dos mais calculistas e, hora ou outra, a alegria lhe queimava alguns neurônios; todavia não fizeram falta alguma ao saltimbanco, quando concluiu que o alcance elevado do sujeito em questão soava como problema. A rota a seguir-se haveria de ser criteriosa, rumando à suposta canoa defunta — que na devida hora acabaria por usar como escudo à quaisquer disparos, e a circundando no intento de projetar-se ao flanco do soldado. Tomaria, também, como preferência os perímetros que lhe distanciassem do marinheiro restante; e se porventura exposto ao alcance deste, a lâmina lhe facejaria os ataques num bloqueio, semi-flexionando o cotovelo destro para que seu antebraço absorvesse o choque e estrutura muscular da parte superior do braço pudesse formar uma intercessão robusta o bastante. E seguiria por nadar, ziguezagueante. Entre uma e outra braçada certamente haveriam momentos de exposição a guiarem Rejoice à pontaria do atirador, e nos instantes em questão o saltimbanco haveria de acrescer intensidade aos típicos deslocamentos que dantes tomou como forma de locomoção. Agora, muniria as pernadas com o máximo de força possível, canalizando-a contra a resistência das águas na porção final do movimento — quando as pernas se estendem e formam impulsão, para que a silhueta escapasse para além de quaisquer disparos.

E quando cobrisse distância o bastante o punho de batalha seguiria por se sobressair num bote, aos moldes de uma víbora, contra o cangote marinheiro. Nesta primeira afronta, apunhalaria o atirador à altura do pescoço, num golpe limpo e retilíneo executado do lado destro ao canhoto. Em conseguinte o saltimbanco adotaria a postura de esgrima, descendendo a mão livre à cintura e apontando a destra, ainda a sustentar sua ninjaken em linha reta, à faceta do soldado. No conforto da isometria em questão lançaria, de peito aberto, o próprio peso às dianteiras, alavancando reprisadas vezes a lâmina contra o homem e alternando seu ponto de convergência entre a cabeça, peitos e oblíquos — nesta ordem, em descendência. O faria vigorosamente e com intervalo mínimo entre os golpes, para que não houvessem tréguas ou mesmo brechas à disparos em contra-ataque; ou, ao menos, não sem que seu carrasco fosse apunhalado. Se o marinheiro remanescente tivesse brio o bastante para atacar-lhe pelos flancos, Sebastian haveria de reprisar os bloqueios de há pouco, com tanta robustez e técnica quanto na última vez. Nesta, porém, acrescentaria uma prenda, abrindo mão do confronto de forças e lançando a silhueta à segurança, ao projetar o próprio peso contra os mares, para seguir num contra-ataque em que estocaria contra o pescoço do algoz. Um golpe de misericórdia pleitaria, por fim, pela morte do atirador: o formaria a partir de uma finta em forma de estocada que, ao convocar as defesas do homem, Rejoice frearia, para abrir alas à um corte horizontal na linha dos olhos — da direita à esquerda, vez que adotasse uma pegada pronada ao cabo da lâmina. Negou das marés da alegria, portanto que dissesse adeus sem mesmo o luxo de ter seu próprio sangue à vista.

Se as águas não lhe fossem complacentes e o bote acabasse por não naufragar feita a primeira investida, reprisaria os assaltos contra o casco até que os mares lhe pudessem invadir. E seguiria, doravante, em sua próxima empreitada — parágrafos anteriores.





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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptyDom 18 Mar 2018, 20:20

Rejoice apesar do alívio sentido ao ver que seus comparsas estavam vivos, ao menos a maioria, voltava logo a sua empreitada de impedir que os marinheiros escapassem. Indo para baixo do bote e o golpeando freneticamente, aos poucos ele conseguia abrir um buraco ali e danifica-lo o suficiente para que não chegasse longe.

Ao subir a superfície ele avançava a nado tentando fechar a distância entre si e o atirador zigue zagueando para não ser alvejado. Mas convenhamos que nadar em zigue zague dificilmente resolveria o problema de ter alguém atirando contra si.

Por isso, enquanto sucedia em se aproximar, ele levou mais quatro tiros dos oito que foram disparados em sua direção. Dois nas costas, um na panturrilha esquerda e um de raspão na cintura.

Ainda assim a determinação do homem era de ferro e seu nado não cessava, assim como o sopro de vida que o animava. Como um peixe saltando da água ele avançava sobre o atirador lhe golpeando o pescoço, rasgando a parte lateral do membro e quase lhe retirando a vida. O atirador ainda tentava recuar na direção do marinheiro de cabelos brancos visando buscar ajuda, mas para sua surpresa e desespero, o que sentiu em suas costas foi um chute que o impulsionou para cima do revolucionário e sua lâmina.

Com a ninjaken perfurando a boca do sargento e saindo pela parte de trás de sua cabeça, Sebastian conseguia eliminar mais um marinheiro. Mas seria tão fácil eliminar o ultimo?

- Sebastian Rejoice. Espero que consiga sobreviver, senão terei gravado seu nome a toa. E isso não teria graça alguma, teria? Kishishi. –
Assim que o atirador caía ao mar, Rejoice podia ver o marinheiro de cabelos brancos guardando sua espada na bainha e olhar para ele sorrindo como sempre. Com essas palavras o homem acenava um “tchauzinho” com a mão e saltava do bote para a escuridão que era o mar.

Com um mergulho não muito diferente do seu, ele deixava o revolucionário lá, sangrando em um bote afundando. Agora ambos marinheiros estavam na água, um vivo e um morto.




Off:

Hp rejoice:  39 – 15 (tres tiros) – 1 (tiro raspão) = 23
Se receber mais um ferimento ganha status sangramento, começa com dot de 2 por rodada, multiplicando a cada 3 rodadas sem tratar.
 

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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptySeg 19 Mar 2018, 18:17



Os Contos do Saltimbanco:
To rejoice.


ARGH! — Um urro escapou entre os dentes vez que, por fim, deu-se conta do dissabor em que estava. O furor e a boa vontade lhe anestesiaram pela extensão da batalha, para que prosseguisse no combate à tristeza; mas quando os sopros da brisa náutica varreram o calor do momento para além daqueles mares, Sebastian sentiu as dores batendo à sua porta, para que pagasse as contas na saída. Pernas lutaram na busca por uma pisada, sem que nada encontrassem além das águas salinas e o sangue a corrompê-las o gosto com seus requintes e aroma metálicos.

Quando estáveis, os olhos de palhaço pechincharam o horizonte; e o que buscou, outra vez, mostrou-se além do alcance. — Sim. Se lembre do meu nome. — Moribundo, dedicaria os esforços remanescentes na réplica. Arrastada, graças à carência de fôlego, mas banhada pelo desdém que construiu para com o grisalho. — Quem rasteja pelo caminho da tristeza deve temer as façanhas do bastião da alegria. — E ao se esgotarem as forças, a cabeça pareceu pender do pescoço. Soube, porém, que o mais alegre entre os homens não devia preocupar-se com um mero contratempo.

Sebastian? — O chamaram pelo nome, num sussurro a soprar-lhe os ouvidos. E como poderiam, mar adentro e a engasgar-se com o próprio sangue caldeado às águas? Seria a boa e velha companhia revolucionária a resgatar-lhe, ou mesmo os fantasmas do recente navio naufragado na busca póstuma por seu carrasco? — Não tema. — Em seu delírio, este alguém lhe tocou os ombros. — Engula o orgulho. — Havia conforto naquelas palavras. — Deixe-o ir, vo fez o bastante. — Descobrir, por fim, o senhorio da voz em questão, estampou-lhe o rosto há pouco esvaído de ânimos com um riso. — Dê um passo para trás e empreite novamente. — Abriram-se os olhos, e à vista estava a silhueta do ente: colossal, disforme e de cores variegadas. Se houvessem forças o bastante para tal, a expansão do arreganho neste instante acabaria por dilacerar-lhe os lábios. — Pois é este o teu dever. — Apontou a alegria, para que o saltimbanco despontasse pelos mares.

Por conseguinte, se empenharia em deslocar a silhueta aos circundantes do navio marinheiro, de onde há pouco vieram os rastros do brado revolucionário. Rotas entravadas por quaisquer estorvos materiais, remanescentes do náufrago, seriam evadidas de suas diretrizes a partir das típicas oscilações de cintura e pontapés em desfavor dos mares que lhe redesignassem a direção vigente, medindo sempre a intensidade dos embalos a prol de sua integridade física. Sabia que feridas daquele calibre não acabariam por tirar-lhe a vida; não havia, porém, mal algum num ou outro cuidado. Prezaria também pelo uso das articulações do joelho quando as pernadas empregassem esforço no nado por vir, afim de poupar os vigores da musculatura de sua panturrilha maltratada. "Pareço uma peneira." E dos flagelos Rejoice viria a tratar pelo lado cômico, como era de seu caráter. Haveria de suportar os traços de dor ao longo do trajeto, pois eram ossos do ofício. Suas marcas de guerra na peleja em favor da alegria.

Feitos o longo percurso e a trilha de sangue, Sebastian daria às procedências numa ronda em torno da embarcação. Teria de dedicar o tempo remanescente à encontrar os rapazes, com o devido uso de sua vista que mesmo em penumbra acabaria, hora ou outra, por captar quaisquer sinais de alvoroço. — BART?! — A centelha do seu próprio espalhafato se daria em diante. — NIELO?! — Alternaria entre um e outro nome, se esgoelando com todo o vigor que, dentro do possível, pudesse expelir garganta afora. — LEPOL?! — Seguiria então até a costa, na ausência de locomoções alternativas que viessem a calhar, à nado. O faria na companhia dos homens com que viesse a topar, prometendo explicações no devido tempo bem como a apontar as feridas a lhe afligirem. E que a maré estivesse à seu favor, pois tanto tempo na água o fez sentir como um tritão — o que não foi nada bom.





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MensagemAssunto: Re: To Rejoice   To Rejoice - Página 3 EmptyQui 22 Mar 2018, 23:37

Spoiler Song:
 


Por um lado, sua obstinação não o permitia largar o osso, por outro, sua querida amiga alegria colocava algum juízo na sua cabeça. Quão irônico era que a loucura o fazia tomar uma atitude sã? Recuar.

O sal da água entrava em contato com suas feridas fazendo com que a ardência no local fosse muito maior do que normalmente seria. Nadando da melhor forma que podia ele ia em direção ao navio que afundava, mas no meio do caminho acabou por encontrar com Leopol e Nielo.

- Vamos sair daqui. Bart não conseguiu escapar. –
Quem tomava a posição de liderança novamente era Leopol que estava serio. Tanto ele quanto o arqueiro demonstravam claros sinais de cansaço e desgaste, com suas respirações pesadas. – Rejoice fica no centro, se ele não conseguir acompanhar tentaremos puxa-lo conosco.

Não era como se o homem estivesse alheio ao estado do bastião da Alegria, no entanto seu temperamento calmo o permitia enxergar as coisas de forma objetiva. Antes de qualquer coisa, precisavam sair dali e retornar a terra.

Acenando Nielo tomava a retaguarda franzindo o cenho ao ver o sangue que saía de Sebastian. Sua preocupação era não apenas para com o estado do novato, mas sim com o perigo que seu estado trazia. Tubarões.

Após mais de quinze minutos de nado, com algumas pausas para recuperarem o folego, o sol começava a nascer iluminando um pouco o cenário. Naquele momento eles podiam ver a cerca de duzentos metros dali a costa que tanto queriam chegar. Infelizmente aquela visão não lhes trazia alívio algum, já que entre eles e a terra, os medos de Nielo pareciam se tornar realidade.

Ao menos duas barbatanas podiam ser vistas cortando a superfície da água, vindo rapidamente em sua direção. E quem sabe quantas mais haveriam abaixo da superfície?
Off:
 

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