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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptyQui 18 Jan 2018 - 4:18

Relembrando a primeira mensagem :

Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Pedrão
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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptyDom 10 Jun 2018 - 21:21




RISE OF THE DRAGON


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Correr era a nossa única opção.

Uma única patada tinha sido o suficiente para me jogar longe, e ainda que meu espírito de luta não tivesse diminuído, eu sabia muito bem que seria tolice perder mais tempo ali. Instintivamente levantei-me já passando a mão na roupa com a intenção de repelir as aranhas, e ignorando a dor momentânea corri junto com meus amigos.

Tudo tinha acontecido tão rápido que eu sequer tive tempo de processar o desenrolar dos atos. Somente quando chegamos à estalagem foi que minha mente foi se estabilizando. Nós tínhamos escapado, de fato, mas o preço pago não era algo que podíamos arcar.

Relembrando com mais clareza, o sangue subiu a cabeça tornando saliente algumas veias na minha têmpora enquanto meus punhos cerrados provocavam alguns pequenos estalos. Rapidamente tirei o casaco verificando e removendo as possíveis aranhas que pudessem estar espalhadas nas roupas.


“Merda, merda, se não fosse por causa daquele arqueiro desgraçado nada disso teria acontecido!”

Eu estava puto, não com as aranhas, mas com o arqueiro. Perto do Punhos de Merda ele não era nada, e no entanto olhe só a nossa situação. O conhecimento que ele tinha sobre o local quase tinha custado as nossas vidas. Eu olhei para o restante da tripulação com um semblante sério, mas antes que eu pudesse dizer alguma coisa meu aniki caiu de joelhos no chão.

- Oe Bee, o que está acontecendo com o aniki? – Com o coração acelerado, rapidamente segurei o meu irmão antes que ele tombasse de vez. Havia um certo desespero e urgência na minha voz, afinal, eu não fazia ideia do que estava acontecido. Ainda que a picada da aranha tivesse sido violenta, ela não deveria ter sido o suficiente para deixar o meu aniki nessa situação! Apreensivo, fechei a boca, e seguindo a sugestão de Bee seguraria as pernas do cozinheiro colocando-o no balcão.

“Como é possível? Mesmo quando enfrentamos o Punhos de Merda o aniki não chegou a ficar tão ferido assim. Não me diga que...”

Embora eu tivesse minhas suspeitas, eu não ousei abrir a boca para não atrapalhar a avaliação de Bee. A confirmação de que o meu aniki tinha sido de fato envenenado soou em mim como uma sentença de morte. Bee podia ser um ótimo médico, mas vendo a sua reação eu sabia bem que o veneno estava além de suas capacidades.

“Aniki... Eu definitivamente não deixarei você morrer.”

Apesar da determinação nos meus olhos, não havia nada que eu pudesse fazer a não ser me agarrar a minha própria ingenuidade na esperança de que houvesse alguém na estalagem proficiente nessa área. Em contrapartida, vendo Bee tomando a frente para resolver o problema, um senso de satisfação e gratitude acalmaram mais o meu coração.  Nossos laços pouco a pouco estavam se firmando.

- Li Wan-chan, não se preocupe, vai ficar tudo bem. Diferente de mim que não serve pra nada, o menino Bee vai salvar o aniki. – Abraçaria minha amiga com firmeza e carinho, confortando-a. O tom depreciativo nas minhas palavras não era meramente decorativo. Havia nele um misto de tristeza, ironia, e raiva, parecia até que eu tinha voltado há anos atrás quando o meu velho morreu nos meus braços.

A única coisa que eu sabia fazer era lutar, e ainda assim a minha mísera força sequer era o suficiente para proteger as pessoas a minha volta. A sensação de impotência estava escancarada em meu sorriso debochado e ridículo. Aos poucos eu acalmei o meu coração, e afastando-me um pouco do grupo sentaria de pernas cruzadas em um dos cantos do ambiente, fechando os olhos.


“Tudo o que eu posso fazer agora é ficar mais forte.”

Limpando a mente entrei em um estado meditativo, e criando imagens de movimentos e assimilando-os ao meu conhecimento de anatomia, retomei o treinamento que eu tinha começado antes de chegar na ilha. Apesar da aflição e angustia, como capitão da tripulação, eu sabia muito bem que não podia perder as estribeiras. Por hora tudo o que eu podia fazer era acreditar no meu aniki, como sempre o fiz.



Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptyTer 12 Jun 2018 - 22:25




Veneno!


  • Todos


O pior havia acontecido: Jacob havia sido picado pela aranha de proporções colossais, e aparentemente o veneno estava fazendo efeito. Uma pessoa normal talvez já houvesse morrido, mas a alta resistência natural do cozinheiro, somada com a resistência garantida pela akuma no mi, permitiam a ele se manter firme na medida do possível. Percebendo a gravidade da situação, Umika e Li Wan se desesperaram, especialmente essa ultima. Os cinco entraram apressados na Estalagem, carregando um Jacob quase desacordado, e com o ferimento no ombro ainda sangrando bastante, mas agora além do sangue um tipo de pus amarelo também escorria aos poucos. Ouvindo os gritos do grupo, Nimura logo apareceu. - O que vocês... AH MEUS DEUS! - O homem parecia muito assustado, e se aproximou de Jacob. - Ele foi picado pela aranha-mãe? Eu falei para vocês não irem na Cidadela! - Ele estava nitidamente aborrecido, mas a situação era tensa demais para dar broncas.

- Até temos uma equipe de médicos, mas nenhum deles está preparado para tratar um ferimento nesse porte. Para a sorte de vocês tem um médico pesquisador, Dr. Felicis, que está instalado aqui faz alguns meses. Odeio ter que admitir, mas essa ilha, em especial a Cidadela, tem um problema um tanto... Singular com aracnídeos. Ele tem estudado as aranhas daqui, e ouvi dizer que ele conseguiu uma amostra do veneno da aranha-mãe. Se tiverem sorte, talvez ele tenha conseguido produzir um antídoto, mas sejam rápidos! - Ele avisou. - Ele está hospedado no mesmo andar que vocês, no quarto 26. - Sem esperar mais nenhuma informação, Jacob foi carregado andar acima, em direção à porta do quarto 26. Stax não perdeu tempo e bater na porta, chamando por um médico, e logo foi atendido por um homem de roupa branca de médico.

- Sim? - Respondeu ele, mas logo viu o ferimento de Jacob e abriu a porta. - Ah, isso sim é uma surpresa! Um mink! - Staz tentou disfarçar, dizendo que se tratava de um mink vaca, mas foi cortado por Felicis. - Além de medicina convencional também sou mestrado em veterinária, e tenho certeza absoluta de que isso é um bisão. - O médico do bando tentou contextualizar Felicis, mas foi interrompido na metade. - Aranha pouco menor que um castelo... isso é obviamente coisa da aranha-mãe. Vocês tem sorte de ele ainda está vivo, com a quantidade e potência do veneno que está no corpo dele. - O cozinheiro foi levado até uma maca, onde foi deitado de barriga para cima, e em seguida o médico foi até uma prateleira cheia de vidrinhos transparentes e etiquetados. - Não... Não... Não... Aqui! - Ele voltou então com um vidro que trazia em seu interior uma substancia de cor levemente marrom.

Com velocidade ele tirou uma amostra de sangue de Jacob, e em seguida injetou o liquido marrom diretamente na veia do cozinheiro. - Não sei há quanto tempo ele foi envenenado, mas dependendo no avanço do veneno talvez não de tempo do antídoto agir. Rezem para tudo dar certo. - Em seguida ele foi até a ferida no ombro, pegou uma amostra do pus e começou a tratá-la. Um bom tempo se passou, no qual nenhum dos quatro arredava o pé daquele quarto e nem tirava os olhos de Jacob, mas ele parecia estar melhorando. A ferida havia sido fechada pelo homem com uma pequena ajuda de Buzz/Staz, que agiu como enfermeiro, e ele parecia estar estabilizando aos poucos. Agora ele já acordava e abria os olhos, vendo todos os outros ali, esperando sua melhora, além do homem estranho que havia visto quando foi até seu quarto pela primeira vez.

Vendo que aparentemente tudo havia acabado, Staz foi até o Dr. Felicis para saber o preço. - São 10.000.000 berries. - Obviamente aquilo era muito acima do que ele estava disposto a pagar, e apenas jogou 100.000 para o homem, zombando do mesmo. Entretanto, o medico parecia não ficar feliz com isso, pois andou a passos pesados até Staz e o segurou pelo colarinho. - Olha aqui, seu trombadinha, você não sabe o quanto me custou para fazer esse antidoto que eu usei para salvar seu amigo. Vocês viram do que a aranha-mãe é capaz, agora imagina o quanto é difícil conseguir uma amostra pura do veneno dela. Eu estou sendo generoso em cobrar apenas 10.000.000. Agora, ou vocês me pagam o que me devem por ter salvo a vida do amiguinho de vocês, ou me arranjam outra amostra do veneno, mas pelo que vi a segunda alternativa está fora de suas capacidades.

Legenda:
 

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Jacob Allan
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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptySab 16 Jun 2018 - 3:04

O Cozinheiro Doente!

Pagamento do serviço, 10,0000,00!!!!







Dor, talvez tenha sido a única coisa que senti quando meus joelhos dobraram, eu estava-lá a cuspir a minhas tripas e praguejar a criatura maldita que tinha me picado, não vou negar o meu descuido, mas naquele momento a ultima coisa que precisava pensar era na minha fraqueza, não naquele momento eu não precisava disso.


Quando senti meus amigos me pegarem pelo braço e me arratarem eu tentei far mais a única coisa que produzi foi ruídos, a preocupação de Nimura também indicou que para ele era uma verdadeira surpresa sermos tão inconsequentes, mas o que eu podia dizer? Eramos de fato o grupo mais "aventureiro" que conheceriam.



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(Imagem Ilustrativo - Devida Estar Transformado)


— Arg...


Logo uma grande dialogo aconteceu, estava atordoado demais para poder me preocupar com isso, minha percepção estava sob o meu corpo e sinceramente? Ele estava destruindo-se por dentro, eu quase podia sentir minhas veis queimarem, aquele veneno era como brasa, não demorou muito no fim das contas apenas ma coisa eu tive certeza eu estava morrendo e foi ai que meus olhos fechara.

Todas as minhas lembranças desse momento em diante não podem ser chamada de lembranças e sim lapsos de sanidade, eu não tenho nem mesmo certeza de como comecei a sentir as veias esfriarem, mas sei que elas estavam aliviando assim como as dores, mas ainda estava atordoado quando os primeiros sinais de sanidade e serenidade começaram a surgir. A certeza do tempo passado era menor do que eu tinha memorias do ocorrido, mas foi quando fui voltando ao normal que me recordo de falar de forma fraca para os que me rodeavam enquanto tentava arrumar a cabeleira.



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(Imagem Ilustrativo - Devida Estar Transformado)



— Alguém anotou a placa...


A piada em si já ra algo conhecido de meus companheiros, mas seria visível para os mesmos que eu me encontrava bastante avariado apesar de tudo, mas meu corpo estava lutando. Quando consegui reconhecer os rostos eu pude compreender que minha vida tinha mais uma vez sido salva por um desconhecido e pude perceber algo, eu ainda era fraco para as adversidades
que esse mar estava disposto a me conceder no dia a dia, o que me fazia questionar se de fato eu estava pronto.

Quando as discussões começaram a surgir eu apenas tentei sinalizar para que parassem com tudo aquilo e tentei ver com meus olhos fracos a presença de meu irmão, Ryu era um jovem que se preocupava muito com seus amigos, talvez não tivesse sido a melhor imagem ver seu irmão quase morrer e falar com ele era preciso, esperando que ele aproxima-se falaria com uma feição dolorida, chorosa mas sincera.



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(Imagem Ilustrativo - Devida Estar Transformado)



— Eu "ramelei" de novo não foi irmão, eu "ramelei" com minha "falta de culhões"...eu sou um péssimo escudo.


Minhas palavras eram sinceras, eu estava fraco eu era fraco, mesmo com uma fruta poderosa, mesmo com uma capacidade física incrível, quando o primeiro obstaculo surgiu eu fui abatido como uma mosca. Ainda por cima tinha gerado uma divida para meus amigos, tinha gerado preocupações para Li e para Ryu, gerei mais trabalho para Bee, e era um estorvo naquele momento e foi sentindo-me assim que esperava a resposta de meu irmão.


bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptySab 16 Jun 2018 - 20:47

Trying hold back


Staz


Como havia imaginado, aquilo era realmente obra de um veneno. Todos juntos começamos a carregar o cozinheiro para dentro do hotel, onde requisitamos um médico ao gerente do local. Nimura, ao ver Jacob, parecia ficar preocupado e irado ao mesmo tempo. OK que ele tinha avisado para não ir para a cidadela, mas qual é. Qual é o ser humano que quando escuta um "Não vão pra tal lugar, é perigoso ou proibido", pensa: "Atá. Melhor ficar por aqui mesmo sem fazer nada esperando a bússola ficar pronta para ir para outra ilha" ? Felizmente, no hotel havia justamente o que precisávamos agora. Sem mais delongas, começamos a carregar o enfermo para o quarto do tal Dr. Felicis, na esperança de que ele poderia nos ajudar com seu conhecimento. A aparência do médico não inspirava muita confiança, com aquele estilo de cientista louco e tudo mais. Contudo, estávamos sem muitas opções naquele momento, o que nos obrigava a apenas aceitar e rezar para que desse certo.

O velho rapidamente fazia a administração do antídoto e o tratamento da ferida que começara a soltar pus. Quanto a mim, fiquei apenas em segundo plano, ajudando em algumas coisas que ele pedia. Não podia fazer nada mais que aquilo. Assim que ele acabou de tratar o homem, fui conferir o preço que ele cobraria pelo feito, mas o médico parecia querer tirar uma brincadeira. - 10 FUCKING MILHÕES DE BERRIES!? eu pedi pra curar o cara, não transformar ele em ouro! - Logicamente neguei sua proposta, estando disposto à apenas pagar 100.000 berries por tudo, o que já era bom demais, até. Contudo, o cientista parecia se achar uma espécie de Deus na terra e não mudava o valor cobrado. A audácia daquele ser era tanta, que ele ousava me segurar pelo colarinho. Obviamente, ele estava sobre o efeito de álcool e substâncias alucinógenas. Nunca na história da humanidade um homem se segurou tanto para não destruir outro ser vivo. Devia ganhar um prêmio por isso, à propósito. Com a destra, seguraria firmemente o pulso do braço ele usava para me agarrar, enquanto olharia friamente para o senil. - Você devia ter mais cuidado com a forma que trata as pessoas. Não é porque está próximo da morte, que deveria buscá-la. Agradeça ao seu Deus que hoje é meu dia de sorte e me sinto benevolente. - Soltaria-o e me afastaria do homem, caminhando em direção aos meus companheiros. - Levem-o ao quarto para que ele descanse e se recupere. Eu vou dar uma saída e provavelmente vou demorar um pouco, mas não precisam se preocupar com nada. - Daria uma piscadela para eles e iria na direção da porta. Por cima do ombro, diria. - Você vai ter seu veneno, mas eu preciso de um tempo para preparar o plano. Não acho que vá demorar muito, então espere por notícias minhas. -

Sairia do quarto e logo após da estalagem. Tinha tomado a decisão de levar as coisas por um caminho menos sanguinolento, e agora teria que lutar contra um monstro muitas vezes maior e mais forte do que eu. O tempo que eu precisava era para dominar no mínimo os aspectos básicos da minha fruta, e assim ter a chave da vitória em minhas mãos. Eu já sabia todos os dados conhecidos sobre a Ame Ame no mi, porém só aquilo não bastava. Precisava aprender a usar minhas habilidades da maneira que eu quisesse, sem causar mais incidentes vergonhosos como o que havia ocorrido. - Alguma ideia de como começar? - * Humpf, é óbvio! Já venho bolando isso deste que comemos a fruta. Primeiro, temos que aprender a manter nossa forma física caso quisermos. Treine golpes em algo resistente e mantenha a imagem do nosso corpo sempre em mente, focando mais nas partes que executarão o ataque. Lembre da consistência e durabilidade de cada membro e una isso à nossa imagem. Creio que vá precisar de muita concentração para isso. *

Treino de ambidestria

Seguiria na direção de uma das árvores um pouco mais adentro da floresta, mas que não fosse tão distante da estalagem à ponto de me perder, e verificaria a resistência da mesma com meu tato e alguns golpes moderados, tanto com os punhos quanto com os pés. Fazia um bom tempo que eu não fazia aquilo, entretanto a situação me obrigava a voltar um pouco no treino, para métodos mais simples. Retiraria minha jaqueta, a camisa social e a gravata, dobraria tudo da maneira correta e colocaria ao lado do meu alvo para que ficassem de certa forma em meu campo de visão. Ficaria de pé em frente à árvore e começaria a me soltar aos poucos, relaxando minha musculatura e respirando profundamente. Naquele momento, me concentraria apenas nos meus batimentos cardíacos e na minha forma. Meio abstrato, contudo fácil de se entender. A forma a qual me referia era literalmente o formato do meu corpo, onde cada coisa se localizava, sua forma e tamanho exatos. Não era difícil lembrar disso, já que além de ter uma memória muito boa eu o via todo dia desde que havia "nascido". * Minha teoria é de que manter a imagem em mente dificulta a perda de nossa forma, além de que poderia acelerar o processo de restauração das partes danificadas. *

Começaria com os ataques mais fracos que tinha, ou seja, usaria os punhos neste primeiro momento. Flexionaria os joelhos levemente e aplicaria um soco na árvore com a minha destra. Não esperava que isso fizesse muita coisa no alvo, e aquele também não era bem o objetivo. Após o primeiro golpe, aplicaria um segundo usando a mão esquerda e após isso seguiria revezando nesta ordem, continuando com isso até uma das mãos acabar virando melaço por conta do impacto. Quando isso ocorresse, colocaria-a em frente aos meus olhos e observaria-a. Pensaria no que faltava ali, sua forma, o modo como se movia, sua cor, tudo que conseguisse pensar sobre. Não perderia o ritmo da respiração e não me deixaria ficar nervoso com o ocorrido. Aquele tipo de coisa deveria se tornar normal para mim, mesmo sendo contra o senso comum e toda a baboseira médica na minha cabeça. O que esperar da Grand Line, não é mesmo? Assim que o membro se restaurasse, voltaria a socar a pobre planta. À medida que fosse me sentindo mais confiante com minha resistência, aumentaria a força nos golpes até estar dando tudo de mim. Se conseguisse manter minha forma mesmo com isso, deixaria os braços soltos e ficaria apenas abrindo e fechando minhas mãos, mantendo uma boa circulação de sangue para abastecer os músculos.

Seguindo com o treino, passaria a usar minhas armas principais nos ataques ao alvo. Com certeza, aquilo seria bem mais difícil do que quando usava os membros superiores, já que os ataques seriam mais fortes que os anteriores, aumentando o risco de ter meus membros se desfazendo em melaço. Mas só de pensar nas técnicas que eu poderia fazer caso o treino desse certo, me incentivava a seguir com aquilo, não importando o quão trabalhoso e cansativo seria. No começo, obviamente usaria uma quantidade moderada de força para facilitar o meu lado e, a medida que notasse meu aprimoramento, a aumentaria gradativamente. Assim como com as mãos, trabalharia o revezamento entre as pernas direita e esquerda, mesmo esta última não sendo nem de longe tão bem treinada quanto a primeira. Esperava mais desequilíbrios e tombos usando-a do que problemas em me manter inteiro. Contudo, gostaria de continuar o treino iniciado no navio e essa parecia uma ótima hora para isso.

Treino de ambidestria - Fim(?)


No caso de ter conseguido terminar esta parte do treino ou quando notasse que já estava ficando de noite, pararia com os golpes e me afastaria um pouco da árvore, observando seu estado ao mesmo tempo que aos poucos iria recuperando meu fôlego. Ficaria ali por um tempo, sentindo a temperatura do meu corpo normalizar e o suor que devia ter se acumulado ir secando. Sentindo-me já mais frio, pegaria minhas roupas e adentraria novamente o hotel, seguindo até Nimura rapidamente. - Obrigado por nos ajudar mais cedo. Fico te devendo essa. - Diria firmemente, deixando claro que eu estava sendo sincero no que falava. Quando terminasse de dizer, seguiria para o meu quarto e adentraria no cômodo, usando minha chave caso fosse necessário. Caso Umika estivesse lá dentro, levantaria a mão em cumprimento para ela e sorriria meio sem jeito. Eu ainda não tinha ideia de como lidar com tudo que havia sido discutido entre nós e por mais estranho que possa parecer, não tinha nenhuma piada ou comentário sarcástico em mente no momento. Preferi então deixar à cargo dela decidir como nós três lidaríamos com o assunto.

Deixaria as roupas em cima da cama, pegaria uma toalha e entraria no banheiro, onde terminaria de me despir e deixaria as peças de roupa penduradas em algum local limpo. Agora que trajava as vestes com que vim ao mundo, ligaria o chuveiro e deixaria a água escorrer por todo meu corpo enquanto passaria os dedos pelos meus cabelos para molhá-los por igual. Após isso, desligaria o chuveiro e passaria o sabonete por todo o corpo, além de aplicar shampoo em minha cabeça e espalhá-lo pelo cabelo. Feito isso, ligaria novamente o chuveiro e deixaria que ele fizesse a maior parte do trabalho, enquanto auxiliaria usando minhas mãos. Retirado todo o sabão, me enxugaria e vestiria o que havia levado comigo para o banheiro antes de voltar para a parte principal do quarto. Penduraria a tolha em alguma cadeira desocupada ou outro local que servisse para esse propósito e terminaria de me trajar com as peças da cama. Com isso, deitaria-me sobre a mesma e fitaria o teto do local em silêncio. Era uma bela de uma brecha para que a garota perguntasse ou discutisse tudo que quisesse comigo, mas caso ela não entendesse a deixa eu daria um leve empurrãozinho. - Tem algo que quer me dizer? - Era uma frase meio áspera, porém meu tom de voz seria paciente e ironicamente doce. Esperava mesmo que as coisas se resolvessem com um final feliz, porque eu não estava pronto para ficar ouvindo choro de marmanjo... E sendo honesto, estava começando a me afeiçoar à garota. Se ela me perguntasse algo, sentaria-me de frente para ela e falaria. - Preciso pensar em uma resposta satisfatória, mas não deve demorar... Espero.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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Pedrão
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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptyDom 24 Jun 2018 - 8:32




RISE OF THE DRAGON


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Em um dos quartos da pousada, a conversa entre o especialista em veneno e menino Bee não me interessou muito. O que realmente importava era o resultado, e nada mais. Enquanto o tratamento era efetuado, eu me sentei em um dos cantos do quarto mantendo as pernas cruzadas e as mãos encostadas nos joelhos. Apesar da ansiedade, aos poucos fui me acalmando, voltando a minha atenção ao meu treinamento mental.

Na minha consciência - um espaço inteiramente branco - várias imagens surgiam como um rápido replay de tudo o que tinha acontecido desde que chegamos à ilha. A situação com a aranha gigante na floresta de fato tinha sido a mais perigosa, entretanto, em termos de experiência de combate, a luta contra o tal Punhos de Merda foi de longe a mais importante.

Desde então uma coisa tinha ficado clara: embora meus punhos tivessem peso e fossem, de certa forma, afiados, minha velocidade estava longe de beirar a excelência desejada. Após revisar tudo o que tinha acontecido, rapidamente o mundo branco ao meu redor mudou, cedendo lugar a um lugar escuro e repleto de chamas. Os olhos escarlates me encaravam com uma brutalidade já habitual à medida que eu me aproximava erguendo lentamente minha mão direita.



- Partner... – Antes mesmo que eu pudesse encostar a mão, a criatura gritou fazendo com que as correntes que a prendiam rachassem ainda mais. Em seguida o mundo se desfez como um espelho quebrado e eu abri os olhos. Suor escorria pelo canto do meu rosto ao tempo que alguns músculos do meu corpo “soluçavam”. Eu estava exausto, tanto mentalmente quanto fisicamente, e mesmo depois do pequeno cochilo claramente eu não estava recuperado. Minha cabeça latejou, e a dor fez com que eu levasse a destra ao meu olho direito tapando-o.

“Só agora que os efeitos colaterais apareceram han? Eu já devia saber que isso deveria acontecer mais cedo ou mais tarde.” – Se isso tivesse acontecido enquanto estávamos na floresta, o resultado teria sido catastrófico. Desde o dia que eu selei essa minha parte eu tenho tentado controlá-la ao máximo, sempre oprimindo-a, mas hoje... Hoje durante a luta contra o Punhos de Merda eu tive que ceder nem que fosse um pouco.

“No dia que eu não conseguir mais controlá-la... Eu voltarei a ser aquele monstro?” – Só de pensar nisso meu corpo inteiro tremeu. Ouvindo a voz do meu irmão, eu me levantei com certo esforço, e tocado pelas suas palavras esbocei um sorriso doloroso, tentando esconder meus próprios problemas. Depois de quase morrer, esse idiota ainda está dizendo que não um bom escudo?

- Do que você está falando aniki? Se eu fosse um capitão melhor, você não precisaria se sacrificar tanto. – Balancei a cabeça negativamente escondendo minhas mãos trêmulas nos bolsos da calça. Agora que o aniki estava se recuperando, nós tínhamos outro problema pela frente, mas aparentemente menino Bee já tinha decidido o que fazer. Eu apenas dei meu aval confirmando.

- Você não precisa se preocupar com o veneno. A vida do meu irmão não tem preço, e eu não sou o tipo de pessoa que gosta de ficar devendo aos outros. Como o menino Bee falou, você terá o seu veneno. – Falaria com uma expressão fria e um tom sério. Em seguida, tentaria erguer o meu irmão apoiando o seu braço ao redor do meu pescoço, e sinalizando para Li Wan-chan com os olhos, pediria que ela me ajudasse a carregá-lo até o seu quarto. Apesar da minha fraqueza momentânea, não seria um grande problema levar o aniki até a sua cama.

- Aniki, agora que você está livre do perigo, eu deixarei você ao lado da Li Wan-chan descansando. Depois de tudo o que aconteceu hoje, há certas coisas que eu preciso fazer antes de voltarmos à floresta. – Com um sorriso no rosto, me despediria batendo a porta do quarto, e ainda no corredor andaria vagarosamente até as escadas usando a parede para me apoiar. Minha condição física estava lamentável, e tudo isso por causa de um efeito inteiramente psicológico.

Assim que eu descesse as escadas, procuraria o dono da pousada, o tal de Nimura. A julgar pelo seu conhecimento e contato, ele deveria ter bastante informação a respeito da cidadela, quem sabe, talvez, um mapa que nos ajudasse. Se não fosse pela falta de informação, nós não estaríamos tão abatidos. Caso ele não estivesse na recepção, procuraria no salão onde a comida era normalmente servida.  


- Velhote, eu quero que você me diga tudo o que você sabe a respeito da cidadela. Se você tiver um mapa é ainda melhor. Além do mais, eu gostaria de saber se você conhecesse algum arqueiro que fica por essa área. Talvez eu e minha tripulação possamos te ajudar em algo. – caso eu estivesse no salão - falaria em um tom amistoso, mas sem muita esperança de que ele me desse as respostas de graça. Naturalmente, eu aguardaria que ele se antecipasse e dissesse ao menos o que ele gostaria em troca das informações.

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptyTer 26 Jun 2018 - 21:43




Calmaria e recuperação!


  • Todos


Finalmente Jacob estava fora de perigo, e o grupo poderia finalmente descansar aliviado. Entretanto, ainda havia um assunto a se tratar: o pagamento. Ouvindo o preço cobrado pelo médico, Staz foi obviamente contra, deixando isso bem claro com uma resposta ofensiva que não abalou o homem, entretanto Pedrão parecia mais sensato, e garantiu que o mesmo teria seu veneno. Ouvindo isso, o homem se virou, largando Staz e indo guarda seus equipamentos. - Não me importo com o tempo que demorarem para conseguir o veneno, desde que me entreguem antes de partir. Eu mesmo demorei quase 6 meses para conseguir, e quase perdi a vida, então qualquer coisa é lucro. - Entretanto, logo ele se virou para eles, com um olhar ameaçador. - Mas saibam que eu tenho muita influência por esse mar. Se tentarem me passar a perna, indo em bora sem pagar sua parte no trato ou se fizerem algo contra mim, não vai haver lugar seguro para vocês na Grand Line. Meus clientes recebem os melhores serviços da Grand Line, desde que cumpram com sua parte do acordo. - Dizendo isso, ele os enxotou.

Enquanto Ryu e Li Wan ajudaram Jacob a ficar de pé e ir para o quarto e Umika seguiu para seu quarto, Staz foi para fora, na borda da floresta, treinar. A neve já havia quase derretido por completo, e já voltava o clima primaveril característico da ilha, apesar do sol já ter se posto e a lua estar no céu. Treinando socos e chutes, várias vezes seus golpes se desfaziam em melaços, mas com o tempo e com os métodos de treinamento, cada vez mais foi se tornando fácil manter o controle sobre a transformação. Após um tempo de treino, o jovem voltou para a Estalagem, onde trocou algumas palavras com Nimura e seguiu para o quarto, para tomar banho. Lá, Umika estava lendo um livro e apenas olhou de relance o jovem entrando e indo até o banheiro. Felizmente, durante o banho, nenhuma aranha deu as caras e, quando saiu, já vestido, e se deitou na cama, os dois ficaram calados. Tentando gerar a conversa, Staz perguntou se ela queria dizer-lhe algo, mas ela só enrubesceu. - Eu... Não sei. Na verdade, estava esperando que você dissesse algo. Não sei como lidar com essa situação. - tudo era muito novo para ela, e era nítido que ela ainda estava nervosa com tudo.

Após ajudar Jacob a chegar em seu quarto, Ryu desceu para o térreo da Estalagem, e foi direto ao encontro de Nimura, que estava trocando algumas palavras com a garota de cabelos violetas que o havia acordado no salão de jantar. Suas perguntas eram muito inusitadas, mas ele logo se pós a respondê-las, na medida do possível. - Arf, vê se não espalha isso por ai. Mantemos isso em segredo para os hospedes não terem medo da ilha. A Cidadela é como se fosse o ninho de todas as aranhas da ilha, e é onde mora a Aranha-Mãe que vocês encontraram. Ela é a mãe de todas as aranhas da ilha. Esse tal arqueiro imagino que seja o velho doido que mora lá. Ele acredita que aranhas são deuses, e acabou por criar uma certa amizade com a Aranha-Mãe, de modo que ambos se ajudam mutuamente. Infelizmente aquela área é muito perigosa para ser mapeada. - Ele olhou em volta, como se para checar que ninguém estava ouvindo, e somente havia a garota, que ele parecia não se importar. - Lembre-se de não deixar isso vazar.

Depois de Nimura foi tratar de outros assuntos, a garota se aproximou de Ryu com um sorriso zombeteiro no rosto. - Quer dizer que vocês foram arrumar confusão com a Aranha-Mãe? Pelo que Nimura falou, não deve ter sido um encontro agradável. - Em seguida, a garota virou-se de costas e se afastou, indo na direção do salão de janta, provavelmente para pedir um lanchinho da noite.

Jacob, em seu quarto, era levado para a cama por Li Wan e Ryu antes do mesmo sair. O cozinheiro já estava sem forças nenhumas, e até sua forma zoan havia sido desativada. Agora, como o Jacob de fato, Li Wan olhava para ele como se não soubesse o que fazer. Alguns instantes de silencio se passaram até que a mink foi até Allan e o abraçou; a ferida no ombro ardeu um pouco, mas o sentimentos sinceros da dama eram mais importantes do que um leve incomodo na ferida. - Eu pensei que você fosse morrer... - Lagrimas brotavam pelos olhos de Li Wan, e caiam no peito nu do cozinheiro. - Nunca mais me preocupe desse jeito... - E então ela desabou em lagrimas. Em quanto a noite passava, e a lua podia ser vista pela janela do quarto, os dois ficaram ali, em silencio, gratos por Jacob ainda estar vivo.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptyQua 27 Jun 2018 - 21:51

Melting

Staz


Aquele velho realmente tinha bolas, tenho de admitir. Não só havia me provocado anteriormente ao me segurar pelo colarinho da camisa, como também inventava de me ameaçar. Cara, como eu queria dar uns bons chutes naquela cabeça estranha! E daí que ele tinha influência? Por todos esses longos anos que vivi, nunca vi ninguém conseguir ficar imortal usando isso. Ele achava mesmo que aliados misteriosos e um tom de submundo vagabundo iam me fazer ficar com medo e aceitar aquilo? Talvez se estivesse sozinho com o velho, eu tivesse agido diferente. Contudo, não estava. O que mais me compeliu a não sair quebrando tudo provavelmente foi a presença de Umika, que talvez não achasse muito legal uma agressão descarada a uma pessoa de idade. Fora isso, Ryu aceitava sem problemas a proposta do homem e, mesmo ainda não exatamente o considerando meu capitão, resolvia deixar para lá e seguir em direção ao lado de fora da estalagem, onde iniciaria meu treino. O cenário havia mudado por conta do derretimento da neve, deixando a vegetação bem mais evidente que antes. À luz da lua, tudo se tornava uma paisagem incrível para se bater na flora local. A escolha da árvore era feita, a posição era tomada, o plano era criado e por fim eu batia. No começo, cada golpe que eu desferia se desmanchava em melaço e se tornava inútil para causar dano. Mas com o tempo, eu começava a pegar o jeito da coisa e conseguia atacar sem desmanchar o membro usado, mostrando sinais rápidos de progresso.

Me sentindo satisfeito por hora, voltava para dentro da estalagem e agradecia Nimura pela ajuda prestada mais cedo. Após isso, segui para meu quarto e resolvi tomar uma ducha para retirar o suor do corpo e relaxar a musculatura. Logo em seguida, deitei sobre a cama onde a garota se encontrava lendo um livro tentei iniciar uma conversa com a mesma. Não foi como o planejado, porém eu não julgava que tinha sido tão ruim assim. Pelo menos ela não tinha me ignorado, não é mesmo? Mas como eu mesmo disse, ainda era um pouco ruim. A resposta demonstrava confusão e uma certa melancolia, e eu simplesmente não sabia o que dizer para ela. Na verdade, mesmo que eu soubesse, não era de mim que ela tinha que ouvir aquilo. Só havia uma pessoa que saberia falar tudo que ela precisava ouvir, que poderia esclarecer as coisas, que poderia acalmá-la, animá-la. Só que seria um saco chamá-lo agora, fora que estragaria o treino todo. - Eu sei lidar com isso tanto quanto você... Mas tem um cara que deve saber. Eu poderia simplesmente repetir tudo que ele disser, mas acho que você precisa escutar da boca dele... Que também é minha... Isso é confuso. Enfim, espere pelo menos até terminarmos o treino e ele poderá falar com você direitinho sobre tudo, tá bom? - Diria para a jovem, enquanto faria um sinal de positivo com a mão direita em punho e o polegar da mesma mão levantado.

Era aquilo que eu poderia fazer por ela: Prometer. Precisava ficar mais forte e isso implicava um treino, e esse por sua vez só seria completamente aproveitado com o meu controle preciso deste corpo. Resumindo, eu ficaria mais um tempinho por aqui. Subitamente, meu estômago "roncaria" de fome, me lembrando de reabastecer as energias. Não sabia o quão alto aquilo tinha saído, porém ainda assim coraria levemente e evitaria olhar para a garota. - Eu acho que eu vou procurar algo para comer. Quer que eu te traga algo? - Esperaria uma resposta e então deixaria o quarto. Normalmente eu, ou o outro 'eu', pediria para ela me acompanhar. Entretanto, sentia que precisava dar um espaço para ela até o moleque resolver tudo. Com isso, sairia à procura da cozinha do local. Quando a achasse, vasculharia o local atrás de algo leve, como um sanduíche simples ou umas frutas. Caso Umika tivesse me pedido para levar algo para ela, procuraria o que quer que fosse e levaria tudo de volta para o quarto. Chegando, entregaria o pedido dela e me encoraria em uma das paredes, enquanto comeria o que havia trazido para mim. Tendo terminado, lavaria a boca e as mãos na pia do banheiro e secaria em uma das toalhas dali. Findado o jantar, deitaria-me novamente na cama e ficaria olhando por um tempo para o teto, esperando o sono chegar. Antes de dormir, daria meu "boa noite" à garota e só então fecharia os olhos para descansar meu corpo e minha mente.

Ao acordar, tentaria não fazer barulho ao levantar e me retirar do quarto, deixando que a menina dormisse um pouco mais. Trancaria a porta com a minha chave e seguiria novamente para meu local de treino. Quando chegasse lá, poria a destra em palma sobre o casco da árvore e baixaria a cabeça, concentrando-me apenas em meus batimentos cardíacos e em minha respiração. Estando completamente relaxado, questionaria. - Qual o próximo passo, Rocky? - * Treine mais um pouco manter a forma física e após isso inicie o treino do dia. Hoje vamos tentar controlar nossa transformação no elemento e aprender a produzir e liberar o melaço. * Sabendo o que tinha de ser feito, iniciaria os golpes desferidos contra o tronco da árvore, lembrando de visualizar meu corpo inteiro e da resistência das partes que eu estava usando nos ataques. Deveria estar mais fácil de realizar aquilo após o treino do dia anterior, mas manteria o foco como se aquela fosse a primeira vez que eu estivesse fazendo tal coisa. Quando sentisse que já havia feito o bastante, iniciaria a segunda parte. Não era necessário ser um gênio para saber o que deveria fazer naquele caso, por isso nem perderia tempo perguntando para o moleque. Se para manter o corpo físico eu tinha que imaginá-lo inteiro e resistente, para virar melaço eu só tinha que me concentrar na aparência da substância, na sua maleabilidade e relaxar todo o corpo. E era exatamente o que eu faria. Em minha mente haveria só a imagem daquela substância pegajosa e verde. Meu corpo estaria relaxado e solto, e minha respiração seria suave e calma. Tentaria sentir meu corpo "derretendo"e se espalhando um pouco pelo chão, antes de usar o truque do treino passado para voltar ao normal. Tentaria executar isso com sucesso pelo menos umas três vezes antes de prosseguir com o treino.

A próxima parte seria a produção simples do melaço. Olharia fixamente para uma das minhas mãos e começaria a imaginar o líquido saindo de dentro dela, escorrendo por entre meus dedos e caindo ao chão. Para não acabar me desmanchando ao invés de produzir, dividiria minha atenção entre a mão e a criação do elemento. Quando conseguisse expelir a substância, pausaria e tentaria de novo por mais algumas vezes para ir me acostumando às sensações que aquilo provocava. Vez ou outra, quando estivesse cansado, daria um descanso rápido e voltaria ao treino. Faria isso até o dia se findar e só quando isso ocorresse é que voltaria para a estalagem e faria basicamente o mesmo processo do dia anterior. Tomaria um banho, me vestiria, sairia para comer algo antes de dormir, lavaria a boca e iria deitar na cama para descansar.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptyQui 28 Jun 2018 - 2:21

Palavra de Cozinheiro!

Serei forte como um Touro!







As palavras de Ryu me atingiam como um soco, eu era o seu escudo e ele não está ferido e Bee também não mostrava que eu não era só um escudo, era também o homem que salvou suas vidas, mas existia mais em suas palavras, existia a certeza de que de nada adiantava um escudo forte mas um irmão perdido e isso me fazia sentir que falhei mais uma vez.


Eu tinha de escolher, escolher entre ser uma ferramenta e ser um motivador, Ryu não era um capitão incrível, não, nunca foi esse seu sonho, não tratava-se de ser incrível, tratava-se de ser capaz, de superar, de fazer o impossível possível, não só para si, não só para os outros, mas sim para todos. Eu não compreendia como poderia ser como meu irmão, mas compreendia como podia ser melhor do que eu já fui.

Quando todos saíram, quando apenas minha querida Li-Wan e eu nos encontravamos ali e escutei suas palavras eu a abracei, o seu choro me indicava a sensação de perda que ela teve, eu não tinha esse direito, não devia e nem poderia ser capaz de causar isso em outrem, mais isso era o que Obeha sempre me ensinou, isso era ter uma família.

Beijei sua cabeça, segurei a mesma firme com meus braços e falei com a serenidade de quem iria mudar a si, não no interior "superficial" e sim na determinação que por muitas vezes me falhou:



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— Eu vou mudar, irei mudar com todas as minhas forças e irei me tornar o " Chapa Quente" mais "Brasa" que você pode imaginar "Broto" e isso nunca mais vai " Perigar " acontecer...


Li-Wan era como um doce que eu não conseguia parar de degustar, seu abraço e dedicação me fazia não ceder a seus caprichos ou a suas luxúrias, mas me fazia mostrar o meu lado mais amável, mais romántico e acima de tudo, fazia eu mostrar o meu lado mais frágil, o meu lado de dentro.

Quando o abraço não mais era o suficiente para me conter, levantaria seu queixo e a beijaria com ternura, sem linguá, sem lascivia, mas com a sentimentalidade de um homem que prometia para uma bela mulher que com aquele beijo tudo iria mudar.



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— ...Eu prometo.


Aquela noite seria longa, mais longa do que eu gostaria, mais intensa do que eu desejava, mas era a noite que teríamos. Porem antes de qualquer descanso, algo era preciso ser feito, algo que só eu poderia fazer por mim, algo que só Ryu poderia fazer por nos e foi com isso em mente que falei para Li-Wan o que ele precisava fazer para me ajudar, já que sem forças para muita coisa devida a minha situação debilitada, pedir era minha unica saida:


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— Preciso que encontre Ryu, preciso dele aqui, eu tenho um pedido para o meu Aniki...


As minhas palavras eram reais e sérias, meu rosto era tranquilo e era a primeira vez em muito tempo que pronunciava algo sem meu sotaque comum, Convívio com o loiro estabanado provavelmente, mas naquele momento eu estava pleno para ter uma conversa que a muito precisava ter.


bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptyQui 28 Jun 2018 - 20:11




RISE OF THE DRAGON


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Na ânsia de descobrir mais a respeito do inimigo, era inevitável que um tom de desapontamento surgisse brevemente nos meus olhos.

As informações não eram valiosas, muito pelo contrário, elas poderiam ser facilmente deduzidas. Desde o momento em que fomos cercados por aranhas, restava óbvio que o local era dominado pelos aracnídeos. Ainda assim a minha raiva e ira em relação ao arqueiro de bosta não diminuiu nem um pouco. De todo jeito, a sensação que eu tinha é de que Nimura sabia muito mais do que aparentava.

Obviamente estava claro que ele não estava interessado em soltar mais informações. Eu e meus companheiros estávamos sendo – aparentemente - subestimados, e não havia absolutamente nada de errado com isso, ainda que me deixasse um gosto amargo na boca. Depois de termos voltado com o rabo entre as pernas após uma breve jornada na floresta, era natural que não tivéssemos lá muita credibilidade.


– Você não pode nem imaginar. – Respondi quase que reflexivamente com um sorriso sarcástico no canto dos lábios, sem sequer olhar uma segunda vez para a garota. Embora eu a tivesse conhecido mais cedo, se é que posso colocar dessa maneira, a impressão que eu tinha é de que ela era estranha e misteriosa. Para alguns isso poderia ser um atrativo, mas para mim era justamente o oposto. Eu preferia garotas com uma personalidade doce e suave, direta e sincera, entretanto, eu não podia negar que a senhorita Guin tinha balançado um pouco esse meu conceito ideal.

Respirando fundo e deixando esse assunto sem importância de lado, iria em direção ao grande salão. Lá escolheria uma mesa, se possível próxima a uma janela, e sentando em uma das cadeiras jogaria todo o meu peso para trás relaxando o meu corpo. A essa altura a exaustão no meu semblante era algo inevitável. Com um pequeno aceno de mão chamaria alguém que pudesse me atender.


– Eu gostaria de um suco, ou melhor... – Faria uma breve pausa, ponderando com um olhar vago e sem muita vida. Depois de tudo o que tinha acontecido hoje eu sabia que era preciso mudar, amadurecer, e ainda que a bebida não representasse muita coisa, ela era indubitavelmente uma passagem simbólica. Do garoto, a um homem.

– Uma garrafa de rum, o mais barato. – Acrescentaria rapidamente. Segundo o meu velhote, alguém que nunca bebeu jamais seria conseguiria apreciar a delicadeza de uma bebida fina, além do mais, luxo não era algo que combinava comigo. Tudo o que eu precisava nesse momento era de uma bebida forte, e que amenizasse, ao menos um pouco, o enorme peso que eu estava carregando nos ombros.

Assim que a garrafa fosse servida ignoraria qualquer etiqueta, e arrancando a tampa com os dentes, tomaria enfim um grande gole. O gasto amargo era triste, mas o pior de tudo era o ardor que vinha em seguida, parecia até que tinham colocado fogo na minha garganta. Nesse momento foi como se eu tivesse voltado no tempo, quando eu ainda era uma criança. Ao meu redor, meu velhote, tio Jun, tio Cristus e mais alguns amigos bebiam alegremente ao redor da fogueira.


- Pequeno Ryu, essa é uma lição que você tem que levar para toda a vida. Um copo de um rum é como um companheiro que te põe para dormir após uma noite de conversas e diversão.


O cenário se desfez e novamente eu voltei ao presente, dessa vez colocando a garrafa em cima da mesa sem muita delicadeza, tentando esconder a cara feia. Que tipo de padre diria esse tipo de coisa? Com um grande esforço seguraria a ânsia de tossir, tomando um segundo, um terceiro, ou até mesmo um quarto gole até me acostumar com o sabor. Oh Deus, era melhor eu ter ficado com meu suco de laranja. Esse papo de que um rum é feito um companheiro que põe para dormir não passa de enganação.

Ainda assim eu não pude deixar de exibir um curto sorriso bobo em meu semblante casado. Eu tinha que admitir, depois do primeiro gole, os seguintes eram mais fáceis, ainda que estivessem longe de serem agradáveis. Ao mesmo tempo eu me senti mais leve, com uma mente mais tranquila e limpa do que antes. No meu silêncio, eu olharia pela janela contemplando a passagem. Se Li Wan-chan surgisse e dissesse que o meu irmão estava me procurando, apenas acenaria positivamente sem falar nada. Eu precisava ficar sozinho, pelo menos agora.



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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptyDom 1 Jul 2018 - 22:28




O raiar de um novo dia!


  • Todos

Jacob e Li Wan se mantinham abraçados. O alivio de que havia acabado tudo bem preencheu Li Wan, o que acabou fazendo-a chorar, e o cozinheiro conseguia sentir a profundidade dos sentimentos da garota. Desse modo, com esses sentimentos a flor da pele, Jacob aproveitou o abraço para levar seus lábios até os da mink, pegando-a de surpresa. Uma promessa era selada com o beijo, e assim que os dois se afastaram, Li Wan limpou as lagrimas. - Idiota. - Ela havia sido pega de surpresa, mas o beijo parecia ter sido o suficiente para acalmar ela, pois suas lagrimas não mais caiam. A tensão no ar ia se amenizando, e Jacob fez um pedido para a jovem, que assentiu com a cabeça. Enquanto o cozinheiro continuava na cama, descansando para se recuperar, Li Wan saiu novamente do quarto. Um tempo se passou sem que ela voltasse, e o sono foi tomando conta do corpo do homem. O dia havia sido muito cansativo, e seu corpo ainda estava exausto da batalha e da cirurgia. Assim, antes que ele percebesse, havia pegado no sono.

Enquanto isso, Ryu se encontrava no saguão e, após conseguir com Nimura o máximo de informações possíveis, seguiu até o salão de jantar. A jovem de cabelos violetas também estava lá, apesar de estarem a algumas mesas de distância. Ryu logo pediu rum e, apesar de terem um crachá que dava tudo de graça, quis o mais barato, e o garçom não questionou a escolha, trazendo um rum meio vagabundo, do tipo que se encontraria em um bar frequentado por piratas fanfarrões. O liquido, ao passar por sua garganta, ardia como lava, mas isso não foi o suficiente para o parar. Depois de alguns goles sofridos, Li Wan se aproximou do jovem. - Jacob está te chamando, deve ser algo importante. - Com uma afirmação com a cabeça, Ryu continuou lá, e a mink decidiu não insistir muito. Se ele não queria ir, deveria haver um motivo. Mesmo quando sua companheira saiu, Ryu continuou bebendo; o mundo foi ficando mais turvo a medida que o alcool ia fazendo efeito, até que tudo virou um borrão preto e ele apagou.

Staz, por outro lado, estava tendo uma conversa pessoal e constrangedora que a tal namorada da sua outra personalidade, o que até então não havia se mostrado algo muito divertido. A situação era demasiada estranha para que o fosse. Mesmo assim, os dois mantinham uma convivência amigável até que resolvessem como lidar com tudo. Quando a fome chegou, Staz decidiu ir até o salão de jantar para pegar algo para comer. - Não estou com fome. Se possível, quero só um chá. Obrigada. - Em seguida, o jovem saiu do quarto. Quando entrou no salão, logo pode ver Ryu sentado em uma das mesas do canto e bebendo. Ele parecia bêbado o suficiente para nem perceber sua presença ali, e era melhor deixá-lo em paz. Se queria beber, havia um motivo. O taekwondoca conseguiu facilmente um sanduiche para si e chá para Umika, por sorte não precisando pagar devido ao crachá VIP. Voltando para o quarto, ambos degustaram o que foi trazido antes de se arrumarem para dormir. Quando alugaram o quarto optaram por uma cama de casal, mas com tudo aquilo era bem estranho dormirem na mesma cama. Entretanto, de um jeito ou de outro, ambos pegaram no sono.

O primeiro a acordar no dia seguinte foi Staz, que levantou cedo para prosseguir com seu treinamento. Ele se levantou silenciosamente para não acordar Umika, que ainda estava dormindo, se arrumou e saiu do quarto, seguindo para o primeiro andar. Lá ele encontrou um Ryu meio desgrenhado, que aparentemente havia apagado no salão de jantar devido à bebida. Seu cabelo estava bagunçado, ele estava com olheiras e não parecia ter sido uma noite confortável. Ele havia a pouco sido acordado por um dos cozinheiros, avisando que ele havia dormido ali e que precisaria sair antes do salão abrir para o café da manhã. Como se não bastasse isso, Ryu ainda estava com uma ressaca incomoda, que fazia sua cabeça latejar. Talvez beber rum não tivesse sido a melhor das ideias. Jacob foi acordado por Li Wan em seu quarto, depois de uma boa noite de sono. - Espero que tenha dormido bem. Ryu estava meio "ocupado" ontem a noite, e não pode vir falar com você. Vamos procurar ele? - Propôs ela, já arrumada. Um novo dia nascia, e havia muitas coisas a se fazer.



OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 8 EmptySeg 2 Jul 2018 - 1:39

Prontos para outra!

Soltando da Coleira!







Não é uma tarefa fácil recuperar-se quando você foi rechaçado por seu inimigo, acredite, eu sei o que estou dizendo. Minha noite de sono beirou ao tranquilo, mas a mente inquieta não fez ter o mais tranquilo dos sonhos, não por sua violência ou amedrontador enredo, mas devido ao seu teor, o que me fez pensar muito sobre o que estaa acontecendo comigo e o que precisaria acontecer com o outros.



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Eu estava ao lado do velho Obeha na cozinha, cortando os legumes e preparando os temperos enquanto ele verificava cada um dos outros pratos que estavam sendo feitos, os salmões estavam no forno e o calor era razoável que contrastava com o local frio que era aquele pais. Não demorou mais que dois minutos para que eu já tivesse feito o picar e o temperar dos legumes e apenas aguardava o velhote que não parecia ser mais tão rápido quanto já foi.

Apesar de tudo eu adorava ver aquele homem cozinhando, ele tinha uma técnica sublime e sua composição de pratos de longe era a mais requintada que tive o prazer de provar em minha mais curta vida, porem existia algo ali que apenas eu e ele sentíamos, naquele momento estávamos sendo profissionais.

Quando ele estava levantando-se com sua habitual dor nas costas devido ao seu grande esforço de levantar aqueles um metro e oitenta que sempre teve eu dei uma leve risada e perguntei para ele enquanto ele me olhava igualmente risonho, mas com sua expressão ameaçadora:



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— "Bate o lero para mim Velhote", por quê você diz sempre para o " Papa " que ele é " Um Cachorro na Coleira"?


Meu velhote continuou rindo com sua feição ameaçadora, mas era claro para mim que ele estava prestes a me dar mais uma de suas lições com o sabor amargo do fel mas com a nutrição de uma belo prato de proteína.  

Ele colocou a mão em meu ombro e então apertou firme, era como se ele estivesse desejando que eu ficasse definitivamente atento ao que ele me diria e então ele falou:




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— Cristus era o homem mais feroz que conheci, cada golpe dado por seu machado era como se estivesse cortando uma parte do mudo fora, seus olhos eram pura irá e força, assim como um animal selvagem. Mas quando ele estava perto de nós, de Oda e dos outros ele era como um " Cachorro na Coleira". Isso não o ofende mas o faz lembrar que eu sei o que ele é capaz para tornar-se mais fortes por seus amigos.


Eu nunca conseguia compreender aquele velho, nunca, mas dessa vez, pela primeira vez eu pude entender de maneira clara, suas palavras não eram direcionadas ao que eu não podia ser, mas exatamente ao que eu era naquele momento, ele via potencial, via capacidade, mas assim com um cachorro na coleira eu estava preso, sorri de volta para ele e então no forno o pernil deu o aroma ideal, bem, tínhamos de voltar a cozinhar



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Acordei lentamente com Li-Wan a minha frente, as dores eram claras e evidentes, eu estava me recuperando ainda, mas existia algo que eu gostaria de fazer, algo que nem mesmo a mais dura das feridas me faria não fazer, Eu precisava falar com meu irmão.

A não vinda dele me indicava que algo estava em sua cabeça, algo estava em sua mente, as foi ao escutar as palavras da Panda que tive a certeza, eu precisava conversar com aquele tampinha loiro emburrado e distraído. Me higienizar foi a primeira coisa que fui fazer para apenas após isso seguir meu caminho com uma série de dificuldades para baixo com a ajuda de Li-Wan se assim ela deseja-se ir.

No térreo procuraria meu irmão no salão, após isso caso não estivesse iria de área em área antes de seguir para seu quarto. Caso o encontrasse minhas primeiras ações não seriam nada amistosas, pelo contrário, dependendo ate mesmo de seu estado eu seria grosseiro e minhas primeiras palavras seriam:




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— Acha que pode não ir e ver quando der vontade "Tampinha"...


As palavras não eram fingimento, gostaria que na noite anterior meu irmão estivesse comigo, existiam coisas a serem faladas, mas existiam coisas a serem sentidas, não ter tido ele lá não me colocaria em uma situação nada feliz, mas ele compreendia, ambos precisavam compreender o quanto cresceram, mas existia uma forma melhor de fazer isso .


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— ...Levante dai, vamos lá fora, quero saber o quão forte está socando, vamos, quero que me mostre como é ser "Um cachorro sem coleira", transa do que estou falando?


Com dificuldade tentaria caminhar para o lado de fora, era um desafio homens medem suas forças de varias formas, palavras, dinheiro, poder, eu naquele momento compreendi que eu e meu irmão eramos diferentes, mediamos a nossa maturidade com a coisa que nos uniu, com nossos punhos.

bichaelson



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