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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

Créditos : 62
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Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
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MensagemAssunto: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptyQui 18 Jan 2018 - 3:18

Relembrando a primeira mensagem :

Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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AutorMensagem
BuzzB
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptyQui 8 Mar 2018 - 15:02

Mudando de perspectiva


Buzz



Não era o bastante. Mesmo com nós quatro, ainda não era o bastante. Jogado ao chão, sentia meu corpo doer por conta do impacto contra os corpos de meus companheiros. O primeiro pensamento que cruzou minha mente foi confirmar se todos estavam bem. Os olharia de cima a baixo, procurando algum ferimento visível em seus corpos que tivesse que ser imediatamente tratado. Mas obviamente minha preocupação maior era com a garota, cuja resistência física ainda não conhecia. Direcionado a ela, perguntaria. - Você está bem? - Caso ela dissesse que sim, esboçaria um sorriso de leve e começaria a me levantar, estendendo minha mão até ela para ajudá-la a levantar. Já se ela dissesse que não se sentia muito bem, poria uma mão sobre seu ombro e diria com um tom sereno em minha voz. - Fique aqui e evite se mexer. Quando a luta acabar, eu venho tratar você, ok? - Com isso dito, levantaria-me e encararia o inimigo com meus punhos cerrados e meus olhos semicerrados. De pé, de frente para o oponente, sentia um leve tremor em meu braço. Raiva? Nervosismo? Medo? Talvez a explicação para isso fosse mais simples. Não era apenas uma singular emoção, e sim uma mistura de muitas que fluíam pelo meu corpo. Era um adversário formidável, tinha de admitir. Porém, toda a raiva e desprezo que sentia por ele fazia um belo contraponto à minha hesitação e me empurrava para frente, para a batalha. - Umika, você pode auxiliar o Jacob? Apesar da resistência dele, ele foi o que mais tomou golpes. Mas não tente nada perigoso, por favor. - Nem bem havia pensado em avançar, ouvia em minha cabeça a velha voz conhecida. * O seu tempo acabou. *

Pego de surpresa, ficava estático. Só haviam passado alguns poucos minutos desde que ele havia "estendido" o tempo que eu tinha antes de trocarmos, e agora ele cobrava o controle que ele queria. * Não, ainda não. Ainda é só o começo, não posso... * * Eu te disse que era só um post, não disse? Além do mais, você acertou o golpe que queria nesse cara, deveria estar feliz. * * Por que ficaria feliz em uma situação dessas? * * Ora, mas é óbvio! Agora que eu vou assumir a luta, suas chances de vitória aumentaram exponencialmente. Não era isso que você queria desde o começo? Uma vitória sem vítimas do seu lado? * * O que eu queria era lutar minhas batalhas e vencer com minha própria força, sem perder ninguém. * * Se serve de consolo, o corpo também é seu, então a vitória é dividida por nós dois. As coisas nunca são o que queremos, no final. * Por alguns breves segundos, silêncio. E ao contrário do que geralmente acontecia, fui eu quem o quebrou ao final. * Não a assuste. * * Não prometo nada. * Baixo, deixaria escapar dos meus lábios. - Até mais tarde. - E novamente, aquela breu que já era característico começou a se formar em frente aos meus olhos, aumentando gradativamente até que tudo se tornasse preto.

Staz


Mexeria os dedos das mãos e dos pés em movimentos sincronizados, sentindo cada músculo que se movia junto. Enfim, um pouco de ação. Vocês não tem ideia do que é não poder fazer nada além de falar e observar um virjão fazer o que bem entender com seu corpo. O tanto de chances que esse nego desperdiçou com toda certeza não está escrito nas estrelas. Daria alguns pulinhos leves para me acostumar com o peso do corpo e o movimento das pernas, enquanto esticava os braços À minha frente, alongando os músculos. Após isso, deixaria minhas pernas esticadas e tentaria tocar a ponta dos pés com meus dedos e depois elevaria meus braços para cima, apontando para o teto. Por fim, envergaria a parte superior do meu corpo para frente e juntaria ambos os braços ao meu peito por alguns segundos, antes de jogar cuidadosamente a parte superior do meu corpo o mais para trás que conseguisse, lembrando de manter o equilíbrio do corpo nas pernas para não cair. Junto a isso, esticaria meus braços para os lados e deixaria os dedos médio e anelar de ambas as mãos abaixados, enquanto os outros estariam esticados. Do fundo dos meus pulmões, soltaria o ar em um grito singular. - WRYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY! -

Endireitaria meu corpo e olharia em volta rapidamente, apenas para checar como tudo estava antes de partir para o ataque. É crianças, eu não sou só um rostinho bonito e agressivo. Viraria meu rosto rapidamente para Ryu e diria. - Cada um de um lado, assim ninguém se atrapalha muito. Cuidado pra ele não pegar ninguém e dar uma de Indiana Jones de novo. - Endireitando a postura, daria um grande sorriso e começaria a andar calmamente na direção do adversário. * Então, se a gente se humilhar, você deixa a gente vivo? Por que eu não consigo acreditar nisso? E mesmo se fosse verdade, eu tenho um código restrito de nunca me ajoelhar para um cara seminu com chifres. Nada contra sua sexualidade, não vem querer meter o louco e jogar um processo pra cima de mim. À propósito, acho que não fomos apresentados formalmente. Meu nome é Staz e o dono do corpo é um moleque chato chamado Buzz. Prazer em chutar você! * Deixaria os dedos indicador e médio levantados em ambas as mãos e balançaria para ele, fazendo o sinal de vitória. Percebendo uma aproximação ou caso eu estivesse chegando perto, levantaria a guarda dos meus braços e começaria a caminhar para a direita, em direção a sua lateral. O primeiro movimento seria meu, avançando para seu flanco esquerdo rapidamente, porém sem correr em minha velocidade máxima. A ideia era conservar minha energia para usá-la em esquivas e ataques, ao invés de ficar jogando fora em aproximações. Estando próximo o suficiente dele, sendo por conta da minha aproximação ou de seu avanço para me atacar, manteria os olhos no ataque que ele executaria ou em sua movimentação defensiva, apesar de achar que ele provavelmente me atacaria primeiro. Sei lá, ele encaixava no estilo "burro e bruto". Se ele não me atacasse, seria melhor ainda. Observaria as partes que ele estaria movendo para realizar alguma defesa, mas mesmo que não notasse isso, meu plano de ação seria o mesmo. No caso dele não me atacar durante a aproximação, faria um movimento indicando um chute lateral com minha perna direita que iria de encontro à sua cabeça, porém giraria um pouco minha perna esquerda em sentido anti-horário e mudaria a trajetória do chute, mirando seu quadril.

No caso dele tentar me acertar com algum golpe reto ou vertical durante minha investida, pularia rapidamente em diagonal para minha direita, me apoiando no pé de mesmo lado e com meus braços formando um "X" em minha frente, para caso ele conseguisse prever meu movimento e tentasse me atacar. Percebendo um segundo ataque, daria um novo pulo em diagonal para a direita, buscando alcançar um ângulo em que fosse complicado para que ele conseguisse executar algum golpe eficaz. Feito isso, ou no caso dele não ter tentado um segundo ataque, levantaria minha perna esquerda e pularia com minha perna direita, baixando automaticamente a oposta para servir de apoio e aplicando um chute em seu pescoço com a perna que usei no salto. Após isso, baixaria minha perna e daria um salto para trás seguido de um para a direita e um outro para frente, porém este seria feito com meu corpo inclinado para frente, tendo meu braço esquerdo próximo ao chão e o direito em diagonal próximo ao meu rosto, porém, sem bloquear minha visão. Abaixando ainda mais o meu corpo, colocaria minha mão esquerda no chão a minha frente e avançaria minha perna esquerda de modo que ela ficasse quase ao lado da mão. Giraria meu corpo em sentido anti-horário e aplicaria um novo chute horizontal com a perna direita na altura de seu joelho. Aproveitando a base que tinha com a perna e o braço esquerdos, poria a outra mão no chão e impulsionaria a parte inferior do meu corpo com a canhota, usando meu equilíbrio para me sustentar apenas com meus braços enquanto juntaria minhas pernas próximas ao meu tórax e usaria ambas para chutar meu oponente em seu abdômen. Usaria a força do impacto para lançar minhas pernas por cima do restante do corpo, finalizando o movimento de um mortal de costas. Por fim, daria um salto para frente, seguido de um rolamento para ganhar algum espaço e me viraria imediatamente para meu adversário, mantendo a guarda alta e preparado para recuar na iminência de um ataque.

No caso de ataques horizontais acima da altura do meu estômago, jogaria-me para frente e usaria um rolamento para diminuir o impacto que teria com o chão. Completaria o movimento me erguendo rapidamente e aplicando uma joelhada em sua barriga. Com as mãos, aplicaria um golpe de mãos abertas nele, para empurrá-lo para trás. Me moveria em direção aos meus companheiros para que um deles retomasse a atenção do oponente e circundaria seu corpo para voltar ao seu flanco esquerdo. Novamente posicionado, avançaria e ao me aproximar começaria a me abaixar um pouco. Então, jogaria-me frontalmente usando minhas pernas (aqui referida como a parte abaixo do joelho) e joelhos para deslizar, ao mesmo tempo em que deixaria minha parte superior quase arrastando no chão. Em um movimento rápido feito antes mesmo da minha velocidade começar a diminuir, giraria meu torso e poria ambas as mãos no chão, porém ficando com o corpo virado lateralmente. Usando os braços e a perna esquerda como apoio, daria uma sequência de chutes rápidos nas pernas do inimigo tentando ao máximo acertar o mesmo lugar ou o mais próximo possível a ele. Feito isso, terminaria de rotacionar o meu corpo e me ergueria, dando uma leve corrida para frente de modo a ganhar um pouco de distância para não ser pego desprevenido. Viraria-me para frente e respiraria fundo, mantendo um ritmo constante e em teoria calmo para não acabar hiperventilando. É, eu tô cheio de palavras bonitas hoje.

Para os casos de ataques horizontais abaixo da altura do meu estômago, saltaria por cima do golpe em um movimento de mortal indo para o lado do qual o golpe se originou. Assim que meus pés tocassem o chão, giraria meu corpo para trás, aplicando um chute com o calcanhar do pé referente ao lado para o qual havia pulado, mirando o meio de seu peito. Caso ele desvie, terminaria o giro para que parasse na posição em que estava quando iniciei o golpe. Mas se ele não o fizesse, usaria a força do impacto e um movimento contrário ao giro do golpe para fazer minha perna voltar a tocar o chão sem demora. Logo após a tentativa, sucedida ou não, usaria ambas as mãos para segurar seu braço ou ombro e manteria a mesma perna como base para este próximo golpe: Uma joelhada em suas costas. Meus braços puxariam seu corpo em direção ao meu golpe para aumentar o dano e a precisão, além de que eu não economizaria forças neste ataque. Findado, o empurraria e pularia para trás colocando os braços em frente ao rosto para usar como defesa no caso de um contragolpe.

No caso de ataques diagonais de baixo para cima, abaixaria meu corpo e desviaria para o lado contrário de onde o golpe se originava, jogando-me para frente com os braços ao chão e as pernas próximas ao corpo. Apoiado apenas com as mãos, usaria-as para girar meu corpo no próprio eixo duas vezes, antes de esticar ambas as pernas para tentá-lo atingir com um golpe parecido com uma hélice. Depois disto, puxaria a parte inferior para próximo dos braços de modo que eles tocassem o chão e eu ficasse agachado. Moveria a perna correspondente ao lado para o qual fui de modo que ela ficasse mais a frente os outros membros, poria o peso do corpo sobre ela e usaria os braços para impulsionar o meu corpo para cima, valendo-me do movimento para aplicar um chute lateral com a outra perna na região superior do seu corpo, dando preferência ao queixo ou pescoço caso ele não os estivesse protegendo. Voltaria automaticamente a perna e saltaria para trás, depois para o lado que me deixasse mais próximo às suas costas e daria um curto salto para frente, esticando a perna contrária ao lado para o qual pulei e colocando a mão de mesmo lado no chão para servir de apoio. Com isso, usaria a outra perna para chutar a parte de trás de seus joelhos para tentar quebrar sua base e desestabilizá-lo. Ao fim, poria a pena junta da outra e usaria a mão de apoio para me deixar em uma posição de agachamento. Assim, usaria as pernas para me impulsionar para cima e para trás, jogando as mãos por cima do corpo para utilizá-las como base para o restante do movimento, que seria puxar meu quadril para frente, trazendo junto os membros inferiores e fazendo com que eles passassem por cima de mim, concluindo o movimento de um mortal para trás. O movimento de puxar as pernas seria feito com força para caso ele se aproximasse demais eu tivesse uma chance de acertá-lo.

Com golpes diagonais vindos de cima para baixo, curvaria meu corpo para frente e levantaria o pé equivalente ao lado onde o golpe tinha origem. Valeria-me dele para pisar sobre o pé do oponente e giraria meu corpo para fora com um movimento parecido com uma rasteira, sendo usado pela outra perna. Pararia o movimento ao ver que minha perna estivesse em sua retaguarda e moveria o resto do corpo para junto do membro. Sem dar chances para que ele se virasse, começaria a dar uma rajada de chutes semicirculares em seu flanco ou suas costas, dependendo de que parte estivesse de frente para mim, só parando de chutar caso ele desviasse ou eu percebesse que ele iria atacar. Se isso ocorresse, me moveria para trás e para o lado referente aos outros dois caras que estavam juntos comigo nessa luta. Porque se não for pra trazer um maluco bombado pra te bater, pra que servem os amigos então? Mas pra ninguém ficar dizendo que eu iria correr e deixar o B.O com eles, assim que ele tivesse de encará-los, daria a volta e já viria pilhado em alta velocidade pelo seu flanco esquerdo, porém mais próximo as suas costas do que a parte da frente de seu corpo. O moleque tinha deixado um alvo legal no último post, então seria um desperdício não usá-lo. Estando perto o suficiente, faria uma movimentação de giro e pularia rotacionando em sentido anti-horário, aplicando um chute circular com minha perna direita no mesmo local da marca vermelha que havia ficado em suas costas. Obviamente, mesmo não tendo acertado esse golpe, ele estaria puto comigo e por isso eu tomaria distância, movendo-me na direção dos outros dois, nunca da garota.

No caso do chifrudo acovardar e ir pra cima de alguma das garotinhas, partiria em sua direção e gritaria. - Nem ouse fazer o que você pensa que vai fazer! Se acontece algo com ela, não é você que vai ter um afeminado gritando na tua cabeça! - E apenas caso ele estivesse indo até a navegadora, diria. - Vem correndo pelo lado pra cá que o resto é nois. - Tentaria chegar até ele antes que ele conseguisse alcançar a menina e já chegaria na ignorância dando um chute diagonal pra cima mirando as suas costelas, no caso dele estar com as costas viradas para mim. Entretanto, se ele estivesse de frente, fingiria ir para a direita e faria uma finta para a esquerda para enganá-lo. Como conclusão do ataque, aplicaria um chute frontal em seu queixo e ao abaixar a perna a usaria como base para uma joelhada em seu abdômen. Por fim, pularia tentando com isso conseguir segurar seus chifres e puxá-los para baixo, aplicando uma joelhada em seu rosto com a minha perna mais treinada. Repetiria o movimento mais umas duas vezes antes de jogar os chifres para frente e dar alguns passos para trás, levantando a guarda novamente. Apenas tentaria segurar suas pontas caso eu notasse que ele não conseguiria reagir a tempo de me atacar durante o pulo e o ato de puxar.

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptyQui 8 Mar 2018 - 18:37




RISE OF THE DRAGON


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Após uma variedade de ataques, o inimigo permanecia sólido como uma montanha, enquanto nós éramos arremessados um em cima do outro. A queda era dolorosa, mas não se comparava com o estado em que se encontrava o meu punho direito. Todavia, apesar de todas as nossas dificuldades, eu sorri. Não havia frustração em meu rosto, somente uma felicidade indescritível. A dor fazia parte da batalha e era sinal de que eu estava vivo!

Aos poucos fui avaliando minhas condições, sentindo cada parte do meu corpo paulatinamente. Aparentemente o único problema era o punho direito machucado. O meu aniki era o primeiro a se levantar, e assim como eu ele não estava nem um pouco abalado. Sua chama continuava acesa irradiando toda a sua grandeza. Sua mão estendida para mim era um lembrete da nossa intensa batalha contra os Brahkas.


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- Isso é bem a sua cara mesmo aniki. - Olharia para o meu irmão, e sorrindo aceitaria sua ajuda ficando de pé recuperando o meu equilíbrio. O inimigo estava bem a nossa frente, mas a verdade é que nenhum de nós tinha medo de encará-lo. Parando para olhar as costas do meu aniki, eu conseguia perceber o quanto elas eram pesadas e fortes, no entanto, todo esse poder não era algo que tinha sido conquistado sem pagar caro. Ele podia ser como uma fortaleza, mas para mim estava tão claro quanto à luz do dia o quanto ele tinha treinado e levado àqueles músculos a exaustão.

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- Mas... Você falou tudo, a diversão só está começando. – Apesar do deboche, minhas palavras eram sérias. Não havia crise que nós não éramos capazes de superar, e essa era apenas a primeira entre muitas, ou talvez fosse à segunda. Na luta contra os brahkas, em Dawn Island, nós tínhamos passado por algo semelhante, não... Tinha sido ainda pior. De todo jeito isso não tinha relevância agora. Ao meu lado, Menino Bee, que aparentava ser sempre introspectivo e sem muita animação, parecia ter sido influenciado pela atmosfera.

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- Menino Bee, eu não sei o que deu em você, e nem o que é Indiana Jones, mas eu gostei! Eu gostei desse seu novo jeito! Esse seu grito aumentou ainda mais o meu espírito de luta. É assim que um homem deve ser!

Relaxando os braços ao lado do corpo, senti meus músculos vibrarem de excitação. Embora a postura ortodoxa de um boxeador contribuísse fundamentalmente para minha defesa, ela não representava o meu estado natural e confortável. A minha frente meu inimigo permanecia de pé como uma montanha a ser ultrapassada, ou melhor, a ser destruída.

Não havia ringue ao nosso redor, tampouco regras que nos limitassem. A sensação de estar no limiar da vida e da morte deixava evidente que esse era um combate pela sobrevivência do mais forte, e nada mais!

Cerrei os olhos e inspirei profundamente. No meu mundo interior, um monstro feito de chamas se rebelava tentando se livrar das algemas que o prendiam. Seus olhos escarlates me encaravam furiosamente, enquanto seu grito reverberava ecoando em minha mente. Todo o espaço tremeu à medida que a criatura se debatia tentando se soltar.


- Ainda não... Ainda é muito cedo para te soltar. Aguente só mais um pouco está bem? – Tentei conformá-la pacientemente, mas ela era rebelde demais para ser convencida com meras palavras. Quando nossos olhos se cruzaram, eu pude sentir toda a sua selvageria e bestialidade tentando consumir não apenas o meu corpo, mas também a minha alma. Tanto tempo se passou e, no entanto nosso progresso era quase zero.

- Faz tanto tempo que eu não venho aqui... Como você está? – Aproximei minha mão direita, mas ela acabou se afastando antes mesmo que eu pudesse tocá-la. Desde que me dei conta da sua existência, eu não sabia dizer que tipo de monstro era esse. Sua forma coberta de chamas era confusa, e tudo o que eu podia discernir eram os seus olhos tão peculiares. Ela (criatura) era uma parte de mim que tinha sido selada há muito tempo atrás.

- Entendo você está se sentindo sozinho. – Falei com um tom pesado, exibindo um olhar triste. Mais do que ninguém eu podia compreendê-lo, e ele a mim. Antes de encontrar com o aniki e o restante da galera, eu também vivia nesse “submundo” coberto de escuridão. Essa criatura, apesar de toda a sua agressividade e selvageria, era minha única companhia afinal de contas.

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- Você sabe... Eu também costumava me sentir assim, mas agora... Agora eu tenho amigos., nós temos amigos.

- Desde eu que conheci o aniki... Tudo mudou. Ele é especial, saca? O que você acha de lutarmos juntos? – Normalmente esse não era o tipo de proposta que eu faria, mas desde Loguetown eu sinto que o selo está perdendo aos poucos a sua eficácia. Eu não posso deixá-lo me dominar, mas também não posso negar a sua existência. Nós somos uma mesma entidade, e cedo ou tarde terei que soltá-lo. Quando esse dia chegar, eu estarei completo novamente, no entanto... Eu tenho medo de que até lá eu não serei mais eu mesmo.

- Se eu mudei você também pode mudar, afinal, eu sou você. – As palavras vinham do fundo da minha alma. Eu não queria mais perder ninguém, eu não queria mais ser aquele monstro movido apenas por um instinto destrutivo e selvagem. Mais do que nunca eu quero está com meus amigos. Mesmo sendo cabeça dura, mesmo sendo atrapalhado e sem muitas qualidades... Eles me aceitaram como eu sou.

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- Eu quero poder para proteger essa família que me aceitou de braços abertos, você entende... SEU MONSTRO DESGRAÇADO! – Gritei com raiva de mim mesmo, tentando esconder todo o meu medo e frustração. Como o capitão eu tenho que ser forte. Por mais que meu aniki seja uma fortaleza, ele não é indestrutível, e ainda que eu pareça tranquilo por fora, cada golpe que ele recebe me faz pensar que esse pode ser o último. Eu não quero perdê-lo, nunca!  

De repente todo o cenário mudou novamente como se eu tivesse despertado de um pesadelo terrível. Curiosamente o tempo que eu passei imerso em meu mundo correspondia a um piscar de olhos no mundo real. Meu aniki estava a minha frente, enquanto que Menino Bee se preparava para atacar pelo flanco esquerdo. Dentro de mim eu podia sentir que algo tinha mudado. Levando a mão ao coração, senti uma chama ardente irradiar por todo o meu corpo.


Ainda que pouco, o monstro tinha me dado uma parcela do seu poder que correspondia a sua selvageria e bestialidade. Ele já tinha feito algo semelhante em Loguetown, mas agora era ainda mais intenso. Livre de qualquer hesitação, minha mente se tornava clara como uma tela em branco. Meus olhos se tornavam afiados valorizando ainda mais o seu tom dourado. O semblante frio transmitia unicamente uma intensa vontade de matar e destroçar, elevando o meu espírito de luta ao seu limite.


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- Oe, punhos de merda, não vá me desapontar. Para me fazer chegar a esse ponto... É melhor que você não caía tão facilmente. – Diria com um tom frio e rancoroso. Por causa desse desgraçado eu tinha que voltar a esse estado, e ainda que eu me sentisse extremamente confortável, eu tinha medo de não ser capaz de voltar atrás. Eu estava livre das minhas algemas e a partir de agora o meu corpo se moveria puramente através de instinto.

Logo que Menino Bee se movesse, eu também me moveria pelo lado oposto. Tocaria no chão três vezes com a ponta do pé direito como se estivesse testando o lugar onde pisava, e em seguida correria em direção ao lado direito do punhos de merda. Minhas pernas eram ágeis, e o contato com o solo era o mais suave possível. Meu corpo mantinha-se levemente inclinado para frente não apenas abaixando o meu centro de gravidade, mas também reduzindo a resistência do ar. Eu sentia que estava mais rápido do que nunca.

No caso do inimigo tentar me agarrar, eu me abaixaria subitamente, mas sem parar minha investida. Rapidamente diminuiria a nossa distância ficando abaixo dele, e antes que ele pudesse reagir, tentaria aplicar um gancho curto de esquerda bem no meio de seus ovos. Acertando e ainda utilizando o punho esquerdo, acertaria vários socos rápidos e afiados nos seus olhos com o objetivo de diminuir a sua visão. Por fim, juntaria toda a minha força no punho direito, e ascendendo com um dragão desferiria o meu poderoso Ryuken de cima para baixo, como um gancho bem no queixo.

Caso o inimigo me recepcionasse com um chute alto lateral, apenas me abaixaria sem reduzir minha velocidade, e aproveitando que sua perna estava alta daria um soco de esquerda no seu meninão. Em seguida faria o mesmo descrito acima, e encheria os seus olhos com uma “tempestade” de socos utilizando a mão esquerda. Cada golpe teria um balanço baixo, afinal, com a proximidade iminente, o melhor que eu poderia fazer era manter socos rápidos e precisos de curta distância. Vendo que o desgraçado estava aberto a mais golpes, finalizaria com um Ryuken de direita bem no centro da sua face.

Se o punhos de merda tentasse me atacar com socos ou uma bicuda frontal, eu também não diminuiria minha velocidade. Enquanto me esquivava movendo apenas a cabeça – caso ela fosse o alvo – ou o corpo, balançando-o para direita ou para esquerda (a depender de qual braço ele usasse), utilizaria toda força das minhas pernas dando um pequeno “boost”, tentando penetrar sua defesa tornando o combate a uma distância curtíssima. Nessa situação, desferiria socos de esquerda seguidos, ora nos olhos, ora nas partes sensíveis do tronco, como fígado, coração, ou estômago. Se ele continuasse aberto aos ataques, finalizaria com um Ryuken de direita na forma de um soco lateral (hook) acertando o lado da sua cabeça.

Não menos importante, havia também a possibilidade dele iniciar o ataque com um chute baixo. Naturalmente isso afetaria minha mobilidade, portando eu pularia, e em pleno ar giraria o meu corpo no ar impulsionando um chute lateral visando à área do olho. Feito isto, aproveitaria o momento para continuar minha tempestade de ataques. Socos de esquerdas seriam desferidos continuamente com rapidez, alvejando o nariz, os olhos, o coração, o fígado e até mesmo a garganta. Finalmente, quando ele estivesse incapacitado, daria um dash com tudo para frente, utilizando um Ryuken de direita bem no meio da face com o objetivo de “cravá-lo” no chão.

Se o inimigo estivesse ocupado com os meus amigos, e eu não fosse o seu foco principal, rapidamente diminuiria a nossa distância, de forma que seus golpes para me atingir seriam extremamente curtos e sem muito impacto. Estando do lado direito dele, ficaria dando pequenos saltos, movimentando-me ora para direita ora para esquerda, sem um padrão certo. Minha agilidade dessa forma chegava ao seu ápice! Enquanto me movimentava, cerraria meu punho esquerdo com força disparando vários socos seguidos, rápidos e afiados, bem no lado da sua cabeça onde o seu campo de visão não poderia ver. Sim, o campo de visão de um ser humano é quase de 360 graus, se eu mirasse os ataques fora desse alcance, muito provavelmente ele não seria capaz de reagir a tempo. Por fim, juntaria toda a minha força no meu punho direito dolorido, e com todo o peso do meu corpo me impulsionaria para frente aplicando um Ryuken na sua cabeça, tentando esmagar sua cabeça no chão.

Durante aplicação meus golpes, se o oponente tentasse me socar, apenas me moveria suavemente para um lado e para o outro usando o meu rápido jogo de pés, sempre pulando para acelerar os movimentos. No caso de chutes – se fosse alto – me agacharia novamente. Se fosse frontal como um pontapé, esquivaria para o lado direito. Ainda que eu recebesse os golpes, trincaria os dentes tentando suportar a dor, e reunindo toda a minha força e coragem prosseguiria atacando.

Quando concluísse os meus ataques e caso o inimigo estivesse no chão, eu me ajoelharia colocando os joelhos em cima dos seus braços tentando prendê-lo. A firmeza do meu olhar o encararia com despreza. Essa selvageria, essa bestialidade que eu tinha... Quanto mais eu a usava mais eu era devorado por ela, e mais eu me perdia em meio aos meus instintos. Tudo o que eu queria era continuar massacrando e destruindo, rasgando e devorando.


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- Eu não sei quem diabos é você, ou de onde você veio, muito menos qual o seu o seu propósito, mas eu jamais permitirei que você toque na minha família novamente. – Cerraria ambos os punhos, e ignorando a dor da mão direita, começaria a socar o rosto do desgraçado. Lentamente o ritmo dos meus golpes iria aumentando, alternando entre um soco de direita e outro de esquerda, me entregando completamente a minha insanidade, aos meus instintos. Eu queria que ele desaparecesse de uma vez por todas, e eu destruiria até que ele virasse papa.

Off: Vamos lá, para os que não entenderam, esse monstro dentro do Ryu é uma parte dele. Não é propriamente um personalidade, mas sim o seu instinto selvagem, toda a selvageria e agressividade trancafiada, selada, dentro dele. Por ele não ter controle sobre isso, tem medo de ser consumido por essa parte primitiva dele.

Ryuken:
 

Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptySab 10 Mar 2018 - 22:29




Terceira rodada!

  • Todos


Lá estavam os quatro, caídos um em cima do outro e com dores pelo corpo. Orfeu se divertia com aquela situação, e fazia troça deles. Levantando-se, Jacob e Buzz ajudaram os outros dois a se levantarem para que a luta continuasse, mesmo que todas as possibilidades estivessem contra eles. - Eu estou bem, não se preocupe. - Respondeu Umika para o garoto, que buscava saber o estado dela. Os votos foram dados, enquanto os piratas, orgulhosos, respondiam às provocações do adversário, e logo se separaram novamente para um ataque de todos os lados. - Isso de novo? Sinto dizer, mas um mesmo truque não funciona comigo duas vezes. - Jacob avançou, tentando novamente ficar colado com o Punho Titânico de modo a dar espaço para os outros atacarem, mas o chifrudo colocou seu braço esquerdo na frente em posição defensiva, não deixando nenhuma abertura para que o cozinheiro chegasse perto o suficiente.

Buzz e Ryu foram cada um por um lado dele, buscando ataques simultâneos; Bee seguiu para o lado esquerdo e se preparou para dar um chute contra o homem, mas ele reagiu rápido e ergueu a perna para desferir um chute reto contra o taekwondoca. O golpe veio em uma velocidade muito grande, e o garoto quase não teve tempo de reagir, colocando então os braços em forma de X na frente do corpo e protegendo órgãos vitais. O chute pegou certeiro, e Buzz sentiu os ossos de seus braços quase se quebrando com o impacto, enquanto foi mandado longe. Suas costas bateram com tudo contra a parede, e ele ficou sem ar. Ryu, do outro lado, iniciou uma sequência de socos contra a face do oponente, mas com a mão livre ele começou a bloquear todos os ataques como se não fossem nada Sua velocidade era absurda, é pior fim, no meio de um soco, Orfeu segurou a mão do boxeador e interrompeu a sequência. - A única coisa que vocês sabem fazer é atacar de todos os lados? Estou decepcionado.

Orfeu estava prestes a dar um golpe em Ryu, mas Jacob intercedeu, dando um soco contra a barriga do homem e fazendo ele perder o folego, mas sem soltar a mão de Ryu. - Então é assim? - O homem parecia ficar cada vez mais irritado, e jogou Ryu a direção de Jacob, conseguindo recuperar o equilíbrio antes que se chocasse contra seu aniki. - Agora é a minha vez! - O Punho Titânico estendeu os dois lados, deixando-os erguidos ao lado do corpo e avançou como uma bala na direção dos dois. -TOURO DE CRETA!

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O golpe acertou certeiro no pescoço dos dois, que mal conseguiram acompanhar a explosão repentina de velocidade do homem. Os músculos dele se chocaram contra suas traqueias, fazendo-os cuspir sangue e não conseguir respirara. Ryu não conseguiu resistir ao golpe, sendo lançado longe, mas Jacob, que tinha uma resistência maior, conseguiu se manter o mínimo possível. Aquela era a oportunidade que ele esperava: finalmente Orfeu havia se aproximado o suficiente para que ele pudesse se prender ao braço que havia acertado seu pescoço. - Ei, me larga! - Orfeu tentou usar o outro braço para se soltar, mas Umika o segurou com o chicote, e deu a brecha que ele precisava. Com um movimento giratório, Jacob deu um poderoso soco contra a barriga do homem, quebrando sua postura e fazendo ele recuar alguns passos.

Repentinamente, outro golpe o acertou por trás. Buzz havia se recuperado do chute e, mesmo com os braços bastante doloridos, ele se levantou e aproveitou a oportunidade criada por Jacob para executar um chute certeiro contra a nuca de Orfeu, que arregalou os olhos e se virou, cambaleante. O golpe havia acertado sem erro, e deixado o homem tonto. Mesmo com todos os ferimentos que haviam recebido, o Punho Titânico agora encontrava-se debilidade devido ao golpe de Buzz, e era a hora de aproveitar que ele estava tonto e tendo vertigens para finalmente começar a ofensiva implacável.



Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptyQua 14 Mar 2018 - 19:19

Seguindo em frente (agora vai)

Staz


O cara achava que era um dos cavaleiros do zodíaco. Mal sabia ele que se você for esperto o suficiente, consegue usar um mesmo truque pelo menos umas três vezes contra uma mesma pessoa. - Esse cara tá achando que porque tem chifre é o Aldebaran. É cada uma, viu. - Estava bem mais confiante depois de trocar de lugar com o moleque e por isso só ataquei sem pensar muito mesmo. Se eu não tivesse subestimado meu oponente e tivesse ido com tudo para cima dele, provavelmente não estaria metido nesta enrascada. Ao lutar usando as pernas, você de certa forma abre mão de uma base mais estável, já que em cada ataque pelo menos uma das pernas sai do chão. Esse problema havia sido de certa forma contornado ao aprender acrobacias. Assim, poderia usar ambos os braços como apoio e estaria livre para aplicar golpes com minhas pernas. O julgamento errôneo que fiz do adversário havia me custado isso. Agora, além de ter me limitado ainda mais, era provável que eu tivesse alguns ossos quebrados por conta do chute que ele havia me acertado. E para piorar, eu não tinha tempo para tratar disso agora. Havia conseguido uma ótima chance para acabar com essa luta, e estava afim de aproveitá-la.

Não havia mais nada o que pudesse fazer além de atacar. Meus planos precisavam de tempo e material para serem postos em prática, e eu não dispunha disto no momento. Meu time não tinha o mínimo de entrosamento necessário para articularmos nossos ataques e agora eu só dispunha das pernas para atacar e me defender. Em uma situação onde eu tenho talvez uma ligeira vantagem, deveria apostar tudo em uma ofensiva fulminante. E acredite em mim quando afirmo: A dor dos meus braços só faria com que meus golpes se tornassem mais pesados. - É melhor não dormir agora. Vai acabar perdendo a melhor parte. - Neste momento, deixaria meus olhos completamente abertos e direcionados ao inimigo. Se vocês assistem Animal Planet, fica mais fácil de associar isto à uma caçada de um guepardo. Dica: Eu sou o guepardo. Flexionaria minhas pernas, forçando os músculos a se tensionarem e concentrarem minhas forças nos únicos membros que eu conseguia usar para bater. Com um avanço rápido, tentaria reduzir a distância entre eu e o grandalhão, deixando-o na minha área de alcance. Durante a corrida, evitaria mexer os braços se possível para não ter nenhuma alteração no estado deles, apesar de que provavelmente me sentiria estranho me movendo deste jeito pouco usual.

Se eu desse sorte e meu oponente não me atacasse durante a aproximação, pularia em um movimento de rodopio em sentido anti-horário e aplicaria um chute com meu calcanhar esquerdo em sua cabeça. Em sequência, poria o pé que acabara de usar no chão e o usaria de base para um chute lateral com a perna direita. Continuaria meus ataques me aproximando ainda mais dele para que conseguisse aplicar uma joelhada em sua barriga e me agacharia, usando a posição em que estava para me alavancar para cima trazendo comigo um chute ascendente de perna direita visando o queixo do adversário. Ao descer a perna, buscaria pisar sobre um dos pés do oponente com meu calcanhar e girar meu corpo em sentido horário, logicamente também rotacionando meus pés. Com isso, concluiria com um chute lateral na altura do joelho utilizando a canhota e me afastaria para não ficar em sua área de ataque ou atrapalhar um dos outros dois que provavelmente não ficariam parados enquanto eu lutava.

Em casos de ataques frontais ou verticais, para evitar que acontecesse o mesmo que ocorrera pouco tempo atrás, pularia em diagonal para trás e só então avançaria para um ataque. O movimento em direção à lateral por si só já poderia me ajudar, porém não estava mais tão confiante após aquele chute. Em vista disto, fazer um movimento para trás diminuiria o dano que sofreria provindo de algum golpe que acabasse me acertando. Depois da esquiva, me moveria para frente e começaria uma série de chutes, iniciados por um golpe frontal em sua coxa, seguido de um golpe lateral em sua perna e um giro em sentido horário aplicando um chute com o calcanhar direito. Assim que tocasse o chão, abaixaria-me e daria uma rasteira no inimigo antes de me erguer e afastar-me apenas o suficiente para que caso ele esticasse o braço, não me alcançasse. Porém, é claro, qualquer aproximação dele resultaria em um afastamento proporcional de minha autoria. Além disso, ainda poderia usar os casos de esquiva que estava planejando.

Ataques horizontais feitos mirando a parte acima do meu diafragma seriam desviados com um movimento em que eu viraria ligeiramente de lado, enquanto adiantaria a perna esquerda e abaixaria a parte superior do meu corpo o máximo que conseguisse. Depois, giraria meus pés sobre os calcanhares e aproximaria a região superior do meu corpo da perna mais a frente. Assim que o golpe passasse, ergueria meu corpo e aplicaria um chute semicircular na altura do seu pescoço ou tronco, dependendo de que parte parecesse menos protegida. Findado o golpe, emendaria com um chute reverso utilizando a outra perna e tentaria acertar o centro do seu peito. Mesmo que ele esquivasse do primeiro ataque, ainda assim tentaria aplicar o segundo, já que o movimento da perna não mudaria e eu conseguiria emendar os golpes. Entretanto, caso ocorresse um bloqueio do primeiro ataque, voltaria a perna e avançaria com ela, usando a oposta para aplicar um golpe lateral em seu flanco buscando me aproveitar de ma brecha ocasionada pelo bloqueio. Acertando ou não, sairia de perto dele para não arriscar sofrer mais danos e iria na direção dos outros dois homens, esperando que eles estivessem prontos para terminar com aquilo tanto quanto eu estava. Lutar é legal e tudo mais, mas é meio maçante ficar descrevendo cada situação, ainda mais com os braços lascados desse jeito.

Em caso do ataque ser horizontal mas mirar a região abaixo do meu diafragma, jogaria meu corpo por cima do ataque usando um movimento parecido com um rolamento, porém tal façanha seria feita após um pulo para escapar do ataque. Faria o movimento para a direção da qual o golpe veio, ficando mais difícil de ser acertado pelo inimigo. No momento em que meus pés tocassem o chão, me apoiaria na perna esquerda e giraria-a um pouco em sentido anti-horário junto do meu quadril. Com a destra, aplicaria vários chutes na direção do adversário mirando principalmente seu abdômen, pescoço e a área da pélvis. Apenas pararia com os chutes caso percebesse um ataque eminente vindo dele ou sentisse uma das pernas começar a cansar. Afinal, ao mesmo tempo que são minhas armas, também são o meu único meio de me locomover e aquele cara já tinha mostrado mais de uma vez que conseguia aguentar uma boa pancada. Por conta disso, levar minhas pernas à exaustão não seria nem de perto a melhor ideia do dia. Se algum dos casos que me fariam cessar o ataque ocorressem, tomaria uma distância segura enquanto recuperaria o fôlego e descansaria um pouco os músculos.

Se por um acaso o golpe fosse diagonal ascendente, inclinaria meu corpo na direção contrária ao golpe e aproveitaria para girar meu corpo na direção em que meu movimento seguia, aplicando um chute reverso na área pélvica do oponente. Sem perder tempo, daria dois chutes consecutivos com a destra, o primeiro sendo desferido lateralmente no seu quadril e o outro sendo um um blefe. Este se dirigiria à princípio em direção ao mesmo lugar onde haveria desferido o primeiro, porém giraria meu pé de apoio um pouco mais e desceria o golpe para que este acertasse a lateral de sua coxa ou região lateral do joelho. Se percebesse que ele tentaria me atacar, recuaria e seguiria na direção dos meus colegas para eles tomarem de conta dele um pouco enquanto me esgueiraria pelo seu flanco direito com calma, justamente para que ele conseguisse me acompanhar com os olhos. O intuito era de que mesmo que por pouco tempo ele perdesse o foco e isso acabasse gerando uma brecha para um ataque dos boxeadores. Contudo, caso eu percebesse ainda possuir uma brecha para mais ataques, revezaria os chutes entre as duas pernas, aplicando golpes frontais em seu abdômen e coxas até perceber que ele tentaria contra-atacar ou que meus músculos estavam cansando. Se notasse que alguma destas coisas estavam prestes a acontecer, tomaria uma boa distância e me moveria de forma que caso ele me seguisse, ficaria de costas para um dos outros dois caras, dando assim uma oportunidade de ataque.

Mas se o ataque do oponente fosse um golpe em diagonal descendente, curvaria ligeiramente meu corpo e avançaria o pé correspondente ao lado do qual o golpe vinha. Feito isso, giraria meu corpo no sentido oposto ao qual avancei, abaixando mais um pouco a parte superior do corpo e usaria o giro para aplicar um chute reverso no inimigo. Colocando o pé usado no primeiro ataque no chão, rotacionaria um pouco o corpo e aplicaria um chute lateral com a outra perna na região das costelas. E a partir dai, começaria a desferir uma série de golpes laterais intercalando entre meus dois membros e mirando na mesma altura, com a intenção de causar dano à suas costelas para dificultar sua respiração. Ocorrendo isso no meio de uma luta, sua energia se esgotaria rapidamente e seus ataques perderiam força, dando a chance que precisávamos para vencer. Notando alguma reação ofensiva do adversário, começaria a me afastar dele me movendo para trás e ficaria pronto para dar uma cambalhota para o lado na iminência de um golpe.

Continuaria me movendo, atacando, usando meus casos de esquivas quando necessários e dando espaço necessário para que os outros dois conseguissem atacá-lo também. Toda vez que ele mostrasse aberturas eu arrancaria em sua direção e daria um chute frontal em alguma parte desprotegida do seu corpo, priorizando áreas com poucos ossos ou ossos mais frágeis, como a região da caixa toráxica, abdômen, pélvis, pescoço, etc. Logo após o chute eu me distanciaria novamente e ficaria pronto para um avanço do mesmo, esperando que os meus companheiros notassem a deixa e atacassem. Se por um milagre eu notasse que o oponente estava muito cansado ou havia sofrido muitos danos, respiraria fundo, endireitaria minha postura, olharia seriamente para Allan e apontaria meu dedo indicador na direção do chifrudo. - Josuke, diga alguma coisa para ele. Diga uma frase maneira. - Esperaria que ele, ou mesmo o loiro, falasse alguma coisa. Entretanto, caso nenhum deles dissesse nada, falaria. - Yare yare daze. Então deixem que eu mostre como se faz. O seu erro foi não ter acabado comigo antes que eu assumisse o controle. Amaldiçoe meu nome na descida para o inferno e avisa pra preparar a festa que eu já tô chegando. -

Alongaria um pouquinho as minhas pernas mais por efeitos estéticos que funcionais e partiria contra o oponente. No caso de um ataque, usaria as esquivas já descritas acima, bem como os contra-ataques junto delas. Todavia, se ele estivesse cansado o suficiente para nem ao menos tentar algo, ao chegar próximo o suficiente aplicaria um chute gancho 180° (diga ai se eu não sou chique) seguido de um chute machado na parte frontal da sua cabeça, para que ficasse mais fácil da perna descer com a força do golpe e acabar acertando o nariz dele também. Se ainda tivesse brecha, finalizaria indo para a sua lateral esquerda e desferiria um chute peito de pé 360° no meio da sua face. Se não tivesse conseguido acertá-lo ou caso conseguisse acertar tudo isso e ele ainda assim não tivesse caído, sairia de perto dele andando de costas e diria. - Confirmado. O menino é imortal. Já ouviram falar daquela história onde três caras e duas garotas, sendo que uma delas está desmaiada, acham um imortal, amarram umas pedras nele e jogam ele no mar? - Entretanto, se finalmente tivéssemos derrotado ele, iria para perto dele e começaria a cutucá-lo com a ponta do meu pé. - Eeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiii, você está vivo? - Ele me respondendo ou não, pularia sobre a sua cabeça colocando força na hora de aterrissar para pisar forte na região. Faria isso umas três vezes e tornaria a perguntar se ele estava vivo. Quando eu tivesse absoluta certeza de que ele já estava morto, sairia de perto dele e vasculharia seu corpo e o de seus capangas atrás de algum item que pudesse me interessar. Faria uma espécie de saco com alguma roupa que pegasse de um dos idiotas e colocaria os itens achados ali. Por fim, caminharia em direção à todos e faria um sinal de joinha, por que é isso que os heróis fazem pra mostrar que são fodas depois de quase morrerem.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptyQui 15 Mar 2018 - 12:21

Tudo ou nada!

Os punhos, os chutes e a determinação.






—Filho...da...arg!  

Minha traqueia parecia ter sido atingida por um caminhão, dor e desconforto eram algo usualmente comuns ao que sofri de dano naquele momento. Ter segurado o braço do meu inimigo por outro lado me parece ser uma incrível façanha que me renderia bons lucros. A "corça" que descemos nele foi o suficiente para o deixar ao menos tonto e sinceramente? Isso era ótimo em meio ao nosso quadro de luta atual:



—Des..graçado..arg!



Mesmo tonto ainda ele era uma ameaça, podia se ver isso em sua resistência física, eu quase tive de perder minha traqueia para poder de fato fazer algo relevante e a luta não tinha acabado. Sua força e resistência descomunal era algo que nos dificultava e muito, sendo eu apenas a única barreira que poderia segura-lo, mas se ele queria experimentar usar toda a sua força, bem, eu estava disposto a utiliza toda a minha resistência.

E como a luta tinha de continuar, eu tinha que continuar a agir. Estava cego pelos movimentos de meus aliados, suas estratégias poderiam ser divergentes mas sempre eram interessantes e complacentes aos movimentos que fazia, por isso o "Clich" seria ainda utilizado, com as precauções devidas. O braço que estava sendo agarrado continuaria sendo agarrado e logo em seguida a perna seria passada por baixo para a melhor imobilização de meu adversário, a mesma lá embaixo tinha um propostio simples, a tontura mais a posição poderiam causar certo desequilibrio e com isso a perna abaixo poderia ser um bom limitador de movimentos além de uma terrível armadilha para tropeços caso ele se descuida-se.

Caso o "Clinch" não fosse possível por qualquer que fosse a intepere  as movimentações laterais ocorreriam com o máximo de velocidade possível, buscando brechas para golpes concisos e compactos utilizando a postura de "tartaruga" já utilizada, mas sempre focando o máximo possível em pontos sobressalentes como costelas, temporas e bacia, assim, os danos dos Jabs direcionados poderiam ser mais eficazes. É importante ressaltar que golpes como esses só seriam dados quando brechas ocorressem e sempre movimentando-se rapidamente para que assim a tontura tivesse seu efeito melhor aproveitado .

Caso o "Clinch" fosse funcional com o posicionamento adequado utilizaria de golpes com o braço livre na região lateral do corpo, e caso o braço fosse mais uma vez imboliziado ou alguma intempere de bloqueio viesse daquela região uma cabeçada com toda a minha força seria dada para assim a Tontura ser intensificada e mais brechas pudessem ser dadas para que assim meu inimigo tivesse menos possibilidades de reação. Os socos dandos nas laterais visariam sempre costelas ou região abdominal, assim alem de danos incomodos internos poderiam ser causados, tendo em vista a sensibilidade interna das regiões.



bichaelson



Menu Completo:
 

Historico Afro:
 


Vantagens e Prícias Utilizadas:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptyQui 15 Mar 2018 - 15:45




RISE OF THE DRAGON


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Monstro. Era a única palavra que eu podia usar para definir o desgraçado. Embora tivesse usado toda a minha força, ele tinha defendido meu soco como se não fosse absolutamente nada, parecia até que eu não passava de um simples inseto. Eu seria hipócrita se dissesse que o meu orgulho não estava ferido, mas apesar de tudo isso minha alma regozijava-se por ter encontrado alguém tão forte.

A sensação que eu tive ao ser atingido pelo braço de merda foi de que um tanque de guerra tinha passado impiedosamente por cima de mim. O impacto jogou-me longe, fazendo com que meu corpo se chocasse contra o chão pesadamente, entretanto essa não era a pior parte, infelizmente. Desesperadamente levei a mão direita ao pescoço tentando respirar, mas tudo o que sentia era uma dor lacerante naquela região.

Por muito pouco minha traqueia não tinha sido esmagada. Minha visão lentamente foi ficando escura devido à falta de oxigênio, até que finalmente consegui inspirar profundamente, voltando ao normal. Mais um pouco de força e esse teria sido o meu fim. Ainda assim eu não me senti menos desmotivado, nem oprimido. Com uma respiração ofegante, olhei para o inimigo e ao tentar sorrir acabei cuspindo sangue.

O gosto de sangue na boca não me incomodava nem um pouco, e ignorando completamente a dor gargalhei como um louco. No fim, mesmo apanhando, a luta era divertida. Tentei colocar-me de pé, mas os músculos “soluçavam” de exaustão, fazendo com que eu caísse de bunda novamente. Meu estado era deplorável hahaha.


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- É assim que uma verdadeira batalha tem que ser, caso contrário, não teria graça. – Reuni toda a minha força nas pernas, e com dificuldade, quase cambaleando, consegui me sustentar. Minha postura arqueada para frente estava uma verdadeira bagunça, mas isso era o de menos agora. Claramente punhos de merda estava atordoado, e embora eu não soubesse o que tinha acontecido, era lógico presumir que essa oportunidade tinha sido criada pelo aniki e menino Bee. De maneira alguma eu não podia desperdiçar essa chance.

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- Infelizmente cedo ou tarde a diversão tem que acabar. – Com a cabeça abaixada e os cabelos cobrindo minha face parcialmente, começaria a andar em direção ao inimigo lentamente mantendo um sorriso no canto dos lábios. Minhas palavras eram sinceras, e ainda que eu quisesse continuar lutando por mais algum tempo, eu tinha consciência de que o meu corpo estava chegando ao seu limite. Mesmo o meu aniki, se continuasse dessa forma, não aguentaria por muito tempo.

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- O tio Cristrus costumava dizer... – Eu não sei o que tinha dado em mim, mas na minha cabeça veio uma importante lição do meu tio Cristrus, um dos melhores amigos do meu velhote. Quando eu ainda era um fedelho, tio Cristrus era um dos caras que sempre me tratava com gentileza e carinho, muitas vezes questionando os treinamentos fora da realidade que o meu pai sempre me fazia passar.

- É um negócio perigoso sair da sua porta. Você pisa na estrada e se não controlar seus pés,  nunca se sabe para onde será levado. No entanto, é igualmente verdade que as pessoas costumam crescer através de suas aventuras. – Tio Cristrus sabia que um dia eu inevitavelmente sairia de casa. Apesar de todo o carinho que eu sentia por Dawn Island, pelos seus bosques verdes e seus riachos límpidos, ela era pequena demais para me segurar. Desde que saí, eu passei por diversas experiências, mesmo agora era um momento único. Depois de superar tudo o que aconteceu hoje, eu tinha certeza de que eu cresceria ainda mais.

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- Obrigado, Punhos de Merda. Graças a você eu ficarei ainda mais forte, não... Nós ficaremos mais fortes. – As palavras eram um agradecimento, e ao mesmo tempo uma despedida. Eu tinha fé na minha força e principalmente nos meus amigos. Não, não era somente isso. Apesar da força bruta do meu inimigo ser maior que a minha, o peso dos meus punhos era mais pesado. Os ensinamentos do meu pai, a vontade de ferro do tio Jun, e a temperança do tio Cristrus, tudo estava ali, naquele único ponto.

Minha velocidade iria aumentando gradativamente. Mesmo estando em uma situação deplorável, apertei os meus dentes com força enquanto reunia toda a energia que me restava. Com os punhos cerrados, correria em alta velocidade em direção ao inimigo. Eu não estava indo em linha reta, de maneira alguma! Aproveitando que o inimigo estava atordoado, meus movimentos seriam em zig-zag, gingando o corpo de um lado para o outro.

Quando eu estivesse perto o suficiente para trazê-lo ao alcance dos meus socos, fingiria que iria para o lado direito, mudando minha direção de última hora para o lado oposto. Não era uma manobra fácil de ser feita, mas eu confiava nas minhas pernas e o que não me faltava era força de vontade e persistência.

Tudo isso seria feito ao observar a movimentação dos meus companheiros, para não atrapalhar os seus possíveis ataques, ao invés disso, eu tentaria aproveitar ainda mais qualquer abertura deixada por eles durante as trocas de golpes.

Jogando todo o peso do meu corpo para frente, pisaria firme no chão formando uma base sólida, e rotacionando o braço junto com o quadril desferiria um soco de esquerda na lateral da cabeça próximo aos olhos, no objetivo de deixar o oponente ainda mais tonto.


Voe


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– O punho do dragão era a primeira técnica que eu tinha criado, e também um dos meus socos mais poderosos. A batalha tinha chegado ao ponto em que eu não poderia me dá ao luxo de preservar energia. Após o primeiro golpe, e sentindo toda a pressão nos meus músculos, aplicaria a minha segunda técnica devastadora.

Morda


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– As presas brancas era um golpe cruel e sem misericórdia. Aplicado da forma correta, ela seria capaz de matar o inimigo com sua sucessão de golpes. O primeiro deles alvejava o queixo na forma de um uppercut com a mão esquerda, enquanto o segundo ataque, quase que simultâneo, alvejaria o lado direito da cabeça do punhos de merda ao utilizar um hook de direita.

Embora eu tivesse orgulho dos meus dois golpes, talvez eles não fossem capazes de levar o inimigo abaixo. Eu também deveria ter cuidado com ataques que pudessem ser desferidos durante minha aproximação, e durante qualquer parte do combate. Um único erro e eu não seria capaz de me levantar novamente.

Ataques verticais ou na diagonal, seriam esquivados com um mero gingado do meu corpo indo de um lado para o outro, movendo a cabeça se necessário para evitar o golpe. Dependendo da quantidade, e eu tivesse dificuldade em manter-me no mesmo lugar, arriscaria alguns passos para trás saindo do alcance do golpe. Assim que eu visse uma oportunidade, avançaria com tudo efetuando o Ryuken e o White Fang conforme descrito acima.

Ataques na horizontal seriam desviados de outra forma. Se eles mirassem na minha cabeça, ou no tronco, me abaixaria curvando-me para frente flexionando os joelhos. No caso de rasteiras ou golpes na parte inferior do corpo, simplesmente saltaria. Enquanto me esquivava tentaria encontrar brechas para aplicar as duas técnicas na forma descrita acima.

Caso o inimigo segurasse meu punho novamente, tentaria socá-lo com um direto de direita bem no meio da sua face, enquanto minha perna direita efetuava simultaneamente um chute de cima para baixo nos seus ovos. Se minhas mãos estivessem livres novamente, aplicaria o Ryuken e o White Fang já descritos acima.

Se eu não conseguisse me esquivar de todos os golpes, tentaria aplicar minhas técnicas de forma simultânea aos ataques do meu oponente enquanto aguentava a dor usando toda minha determinação. Pelo menos eu o enfraqueceria o suficiente para que os meus amigos pudessem finalizá-lo.

Independentemente das técnicas terem sido eficazes ou não, eu continuaria meus ataques impiedosamente, sempre fazendo esquivas necessárias e observando a investida dos meus companheiros. A ideia era que nós formássemos ataques sincronizados com o objetivo de enfraquecê-lo cada vez mais. Meus golpes seriam socos rápidos de direita ou esquerda, alvejando o fígado, baço, coração, pescoço, olhos, mandíbula, sem ser necessariamente nessa ordem. O ataque seria feito nessas partes no momento em que elas estivessem “abertas”.

Mesmo com o oponente caído eu pularia em cima dele com os dois pés no seu estômago, e em seguida colocaria meus dois joelhos em seus ombros tentando imobilizá-los. Enquanto fazia isso, iria socá-lo na cabeça cruelmente, e não pararia ainda que ela virasse carne moída.



Ryuken:
 

White Fang:
 

Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptySab 17 Mar 2018 - 18:20




FINAL ROUND!


  • Todos


Orfeu estava nitidamente tonto, e parecia olhar para eles como se visse pelo menos 3 de cada um. - Mas que p... - Entretanto, a luta ainda não havia acabado, e mesmo debilitado, o Punho Titânico se preparou para atacar novamente. Jacob avançou contra ele para agarrar seu corpo novamente, e o homem deu um soco contra ele; entretanto, devido a tontura, o golpe foi 1 metro para o lado, acertando o ar ao lado do cozinheiro sem nem mesmo passar perto, permitindo a ele enganchar novamente o braço contra o adversário e passar a perna atrás da dele. Com a mobilidade prejudicada, Buzz de um pulo após uma corrida e deu um chute com tudo na sua cabeça, fazendo ele quase cair, mas recuperou o equilíbrio no último instante.

Enquanto segurava o braço de Orfeu, Jacob começou a socar suas costelas até que ele usou seu braço livre para interromper seus socos, o que deu a brecha perfeita para Ryu poder avançar. Assim como Jacob, a garganta dele estava muito ferida e ele mal conseguia falar, entretanto seus punhos falaram muito mais do que qualquer palavra sua poderia ter dito, e um soco acertou certeiro na lateral do rosto do pirata; o dragão havia acertado seu alvo. Orfeu tentou usar a mão livre, que antes estava segurando o braço de Jacob, para se defender, mas o chicote de Umike fez novamente uma aparição, segurando o braço dele por tempo o suficiente para garantir a ofensiva. E assim, a segunda técnica de Ryu também o acertou em cheio.

A tontura parecia debilitá-lo mais do que eles esperavam, e aquele ataque de Tetsuya fez ele ir para trás, tropecar na perna de do cozinheiro e cair de costas no chão, gerando um baque surdo quando suas costas se chocaram contra a madeira fria. Ryu pulou, colocando seus joelhos contra os ombros do pirata caído, de modo a não deixar ele se levantar, e começou a socar com tudo. O rosto do Punho Titânico foi ficando vermelho e roxo a medida que os punhos se chocavam com tudo, até que Umika segurou o punho de Ryu antes que ele pudesse continuar. - Já acabou. - E era verdade. O rosto do pirata estava inchado e desfigurado, e seus olhos haviam perdido o brilho. Não fazia sentido continuar socando um cadáver.

Mesmo assim, aquela luta não havia sido menos avassaladora para eles. Ryu e Jacob estavam com a garganta muito vermelha e ferida, e Buzz estava com os dois braços muito doloridos; aquela batalha havia exigido muito deles, mas no fim, conseguiram sair vitoriosos. Sem perder tempo, Buzz, ou melhor, Staz, começou a revistar os piratas caídos: não havia muito com os capangas além da roupa no corpo e armas variadas que cada um carregava, e Orfeu parecia carregar menos ainda, visto que trajava tão pouca roupa. Entretanto, olhando nas posses do Punho Titânico, ele pode ver uma coisa intrigante e impressionante. Na parte de trás da sunga que ele vestia havia uma pequena sacola de pano, que parecia conter algo no seu interior. Tirando e despejando o conteúdo em suas mãos, ele pode ver algo que certamente não esperava.

Entre as posses do pirata havia uma fruta. - I-isso é o que eu acho que é? - Umika murmurou, vendo o que o garoto havia encontrado. A fruta, entretanto, não parecia comum: por toda a extensão de sua casca laranja haviam espirais; por algum motivo parecia muito uma tangerina, mas as espirais davam a entender que ela tinha algo mais. Uma lenda passada de boca em boca que nem todos conheciam, a história de uma fruta que dava poderes fantásticos a quem a ingeria: entre os pertences de Orfeu, ele havia encontrado uma lendária Akuma no mi.



Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptySeg 19 Mar 2018 - 15:36

Fruta do Poder

Comer por força e egoismo?







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—ARG!!!!  

Minhas cordas vocais estavam sofrendo com o meu urro, mas naquele momento era uma das poucas coisas que podia fazer era gritar. Aquele borra botas tinha nos ferido, nos humilhado e chegou a hora de pagar o preço, não eramos homens que buscavam a morte para o nossos inimigos, mas naquele momento, contra aquele monstro era matar ou morrer, e aparentemente seria isso sempre pouco a pouco a cada ilha estivessemos seugindo adiante. Quando meu soco o:




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—Hunf!



A selvageria de meu irmão e a tenacidade de meus golpes rendiam o ultimato de sua morte, os golpes de Stazz rendiam a tampa do caixão e foi quando Umika o imobilizou que Ryu mostrou sua força que pude larga-lo e ele ir a lona enquanto era devorado por meu irmão. Era o fim, tinhamos vencido e de costas apenas não quis apreciar o termino da vida de nosso inimigo, afinal, ainda me restava finesse.

Ao escutar o ultimato de Umika meu corpo viraria-se e minha seriedade estaria estampada em meu rosto, tinha acabado definitivamente, nosso inimigo estava morto. Me abaixaria próximo enquanto veria Stazz fazer o seu trabalho de surripiar os mortos e feridos, mas observaria o rsoto disforme de nosso inimigo me questionando  o que de tão absurdo um homem como aquele poderia possuir para ser tão forte.

Nosso inimigo estava a um passo na nossa frente, nosso inimigos estarão assim apartir de agora? Cada soco tera um peso diferente? Bem, isso é algo que teriamos que nos acostumar, estavamos em um mar selavegem, tinhamos que ficar forte a todo custo. Seria com a fala seguinte de Umika sobre o estranho espólio de guerra que achamos que os olharia com serenidade e com dificuldade que falaria para meus companheiros: .




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—Nós estamos...fracos...nosos socos...nossos chutes...nossos corpos...todos fracos...arg!



Era um recado, deixava claro para eles que tinhamos que buscar a nossas forças mais a fundo, que nossos inimigos não eram capazes de parar a nossa determinação, mas que seriam capazes de nos derrotar se esbarrassemos com eles novamente em uma situação tão complexa como essa novamente. Minha mão ergeria-se até onde a fruta encontrava-se, pegaria a mesma e sentiria o seu aroma e logo em seguida a morderia se nenhuma objeção fosse feita.

Sentiria o gosto acre e sujo da fruta, o sabor horrível misturado com a dor de engoli-la, sim, eu decidi que aquele poder desconhecido seria experimentado em mim e com sorte tentaria usar ele para que meus aliados fossem salvos muitas vezes em situações como essas. Suportar aquele sabor asqueroso e a dor em engoli-lo seria melhor do que ver meus aliados perecerem ..






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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptyTer 20 Mar 2018 - 19:48

Espólios de guerra não deveriam ser ouro?


Staz



O alongamento da luta havia tornado meus movimentos repetitivos, porém por sorte não havia deixado-os menos efetivos. Pela segunda vez acertava um golpe importante para derrotar o brutamontes, mostrando que o menino tava voando e não era pouco. Parecia que daquela vez tínhamos nos organizado melhor para que nossos ataques ficassem sincronizados e conseguissem desestabilizar o inimigo, e no fim ele caiu. Infelizmente, antes que eu pudesse dar um fim nele uma certa pessoa roubou meu kill na cara dura. Não gostava muito daquilo, porém não havia como voltar no tempo ou ressuscitar o cara, então não havia nada a ser feito. Para espairecer um pouco, resolvi afanar qualquer coisa de valor que eles pudessem ter, contudo eles pareciam ser mais pobres do que a gente. - Os caras tavam se achando, mas eram uns morta-fome miseráveis. Se eles passam por mim, era possível até que eu desse uma esmolinha. - Indo por fim ao chefe deles, já não esperava encontrar nada. Afinal, vestido como estava só haviam dois lugares para que ele guardasse as coisas, e eu sabia que a boca dele estava vazia porque ele tinha falado conosco. - Tem que ser uma coisa muito daora pra compensar onde eu vou ter que fuçar. -

Contrariando tudo que eu esperava, havia realmente algo interessante em sua posse. Apesar de que eu ainda tinha minhas dúvidas sobre a procedência do produto. Umika parecia ter uma ideia do que aquilo era, então eu agora tinha uma opinião aparte para dar suporte ao meu pensamento. - Realmente parece ser uma akuma no mi. Esse padrão estranho desenhado nela é uma característica que geralmente usam para identificá-las. O que acha, moleque? - * Tem uma grande chance de ser isso mesmo. Não imagino esse cara carregando uma fruta qualquer com ele, até porque se fosse para consumo, penso que ele preferiria algo mais calórico para abastecer esse corpo de cavalo dele. Entretanto, pode ser uma fruta que só cresce aqui na Grand Line. * - Bem, só vamos saber se testarmos. Eu voto pra que eu coma, porque eu achei essa joça e poder é sempre top. - * Eu não acho uma boa ideia. E se essa fruta nos der algum poder inútil, tipo criar banana ou ler a própria mente? Não é garantido que vai vir algo bom. * - Isso pode ser a última chance da gente comer uma dessas. Aliás, e como vamos saber se a fruta é forte ou não sem darmos pra outro animal? - * Simples, agora que estamos na Grand Line não deve ser difícil de achar. Há um livro que fala sobre todas as akumas no mi descobertas até hoje, só não tenho ideia de onde conseguir um. * Ponderaria com a mão livre sobre a cabeça por alguns segundos e depois responderia. - É bom o suficiente. Quem quer ser uma cobaia totalmente voluntária e que não vai me responsabilizar por nada? -

Caso algum deles tentasse pegar a fruta das minhas mãos, deixaria que ele conseguisse e me afastaria um pouco do sujeito, esperando para ver todo o processo. - Que eu lembre, são três tipos, certo? Lembro vagamente de Abraham ter falado sobre eles. - * Está correto. Zoan, paramércia e logia são os três tipos. A primeira agrupa as frutas que dão a capacidade de se transformar em algum animal. As logias transformam seu corpo em um elemento e o permitem manipulá-lo à bel prazer. O outro grupo pode ser descrito como o "resto". Se não se encaixa em nenhum dos outros dois, é paramércia. * - Meio zoado, porém aceitável. Tem algum palpite? - * Sinceramente, não. Contando que não seja uma akuma fraca que o torne um peso pro resto do time, pode ser de qualquer tipo. * Eu também compartilhava a mesma opinião, mesmo que no fundo desejasse que não fosse uma akuma muito forte para que não me arrependesse de tê-lo deixado comer. - Ei, tem um jeito de recuperar o poder da fruta depois que alguém a comer? - - Que eu saiba, só há boatos de como essas frutas funcionam. Então para todos os efeitos, se alguém já comeu, não tem como você retirar e pegar o poder para si. - Não sabia porque ainda perguntava isso. Como se as coisas fossem ser fáceis assim.

A partir do momento em que entramos na Grand Line, abandonamos o nível humano da coisa. As lutas não seriam mais as mesmas que tivemos nos blues, onde ou você usa uma arma ou luta com as mãos vazias. Akumas no mi, armas especiais e o tal haki do qual pouco ouvi sobre seriam fatores comuns futuramente, mas por hora ainda não estávamos prontos para isso. - Se houvesse cinco caras, um pra cada um de nós, que fossem tão fortes quanto esse, quais as chances que teríamos de sairmos vivos? - * Zero por cento de chance. * - Foi uma pergunta retórica. Eu sei que não teríamos chances. - Estava começando a me sentir irritadiço com tudo aquilo e precisava de ar. Com a nevasca diminuindo, era a hora perfeita para explorar a ilha e ver que tipo de coisas ela esconde. Antes de me dirigir à saída, porém, notava estar sem o meu casaco. Relembrando os meus passos, recordava que o moleque havia usado minha veste como travesseiro para a mink desmaiada. Seguiria até o balcão da recepção e, caso ela não estivesse acordada, me ajoelharia próximo a garota e aproximaria minha orelha de seu nariz para verificar se ela ainda estava respirando. Vai que, né?

Não pensava que o golpe que ela havia sofrido tivesse causado algum dano crítico a ela, apenas feito com que ela desmaiasse. Mesmo assim, fazer uma checagem de rotina nunca matou ninguém e até os médicos do SUS fazem, então não tem desculpa para eu não fazer. Após verificar a respiração, mediria os batimentos cardíacos da mesma e compararia com os meus, levando em conta que os meus estariam um pouco acima do normal por conta da luta. Depois disto, colocaria a mão levemente sobre sua testa e tentaria determinar sua temperatura corporal, finalizando o meu check-up. Caso ela estivesse com todos os padrões dentro do normal, tocaria seu ombro e moveria-o em um movimento suave e repetitivo para tentar acordá-la. Se ela não acordasse, chamaria Ryu para perto e diria para ele. - Precisamos levá-la para um quarto para que possa se recuperar do dano recebido. Eu até a levaria, mas acho que meus braços cairiam com isso. Erga-a com cuidado, ok? - Esperaria que ele fizesse isso e começaria a caminhar na direção do meu quarto, abrindo a porta mesmo que com dificuldades. - Ponha-a sobre a cama. Cabeça sobre o travesseiro, coloque um lençol sobre ela e vamo embora. - Sairia do quarto junto do cara e trancaria a porta para deixá-la descansar em paz. Desceria novamente para a recepção e passaria diretamente para a porta, colocando uma das mãos sobre a maçaneta. Antes de girá-la, viraria minha cabeça um pouco para trás e perguntaria. - Vocês vem ou nem? -

No caso dela acordar, ou já estar acordada quando eu chegasse, ajudaria-a a se levantar caso precisasse e questionaria. - Descreva como está se sentindo e não omita nenhum detalhe, mesmo que pareça irrelevante. - Que foi? Tava achando que eu era só um brigão de rostinho bonito que não se importa com ninguém? Tá, de certa forma está certo, mas também nem tanto. Apesar de ser de outra raça, ela ainda era uma dama. E como eu gosto de pensar, eu sou um preservador da beleza e bem-estar femininos na maior parte do tempo. Por isso, nada mais lógico do que me preocupar. Caralh*, eu merecia ir pro céu, né não? Se ela já estivesse bem, daria um sorriso confiante e diria. - Há, tem que respeitar eu de médico, viu? - Se ela alegasse uma tontura ou algum outro sintoma de certa forma fraco, responderia. - Você só precisa descansar mais um pouco. Relaxa e vamo com calma que daqui a pouco isso passa. - Entretanto, se ela sentisse sintomas fortes eu pediria para que ela não se movesse muito e de preferência se sentasse para ficar mais confortável. Após isso, dispararia a procura do recepcionista ou de alguma enfermaria que deveria haver no local. Achando o Hexstock, diria. - Traga um médico para a recepção o mais rápido possível, sério. - Já se achasse uma enfermaria, adentraria o local e iria em direção ao médico ou médica do local. - Preciso da sua ajuda. Na recepção há uma garota machucada. Eu tentei tratar ela, mas aparentemente não funcionou. - Assim que fizesse uma dessas duas coisas, voltaria para a entrada da pousada e aguardaria a ajuda. Quando o médico houvesse cuidado de tudo, chamaria sua atenção e perguntaria. - Pode dar uma olhada nos meus braços também? Acho que os ossos podem ter sofrido algum dano não muito conveniente para mim. - Assim que ele terminasse, perguntaria seu preço e pagaria, desde que não fosse um valor ridículo. Se fosse, falaria. - Põe na conta do dono do local. Se eu e meu grupo não tivéssemos acabado com aqueles caras, provavelmente isso tudo seria reduzido a escombros. -

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptySab 24 Mar 2018 - 16:24




Um novo poder!


  • Todos


Orfeu estava no chão, sem vida, e finalmente aquela batalha havia se encerrado. Não parecia haver muito com aqueles piratas, pelo que haviam visto, mas, contrariando a todas as expectativas, junto do Punho Titânico eles encontraram algo que era melhor do que ouro: uma lendária akuma no mi. Staz parecia querer ficar com ela para si, e Umiko não conseguia acreditar no que haviam encontrado, mas logo as duas personalidades do jovem se entenderam e ofereceram a fruta para quem quisesse arriscar. Aquela coisa poderia tanto aumentar drasticamente a força do seu usuário como ser basicamente inútil e apenas tirando a habilidade de nadar. Era um tiro no escuro, mas um deles resolveu arriscar.

Jacob caminhou decidido na direção de Buzz (que na verdade era Staz) e pegou a fruta da mão dele. Com uma grande mordida, Jacob rodou a roda da fortuna enquanto o saber de excrementos invadiu sua boca. Aquele era o pior sabor que havia experimentado em toda a sua vida, uma afronta absoluta para o cozinheiro que sempre buscava o melhor sabor dos alimentos. Mas não havia como extrair um sabor bom daquilo: era como se aquele gosto representasse tudo que há de podre no mundo. E, quase vomitando, o cozinheiro se forçou a engolir.

De início, nada aconteceu, e conforme o tempo ia passando deu a entender que aquilo não passava de uma cópia fajuta. - Uma pena... - Umika suspirou, decepcionada. E de repente, algo começou a acontecer. A cabeça de Jacob foi ficando maior e mais gorda; pelos foram crescendo pelo seu rosto, enquanto ele crescia tanto que seus olhos foram parar na lateral da cabeça. Ossos se projetaram de sua testa, rompendo a pele e crescendo cada vez mais para cima. No final, no lugar da cabeça de Jacob, havia a grande cabeça de um bufalo.

Buzz/Staz não chegou a ver tudo, pois quando não parecia que ia acontecer nada, ele seguiu até Li Wan para ajudá-la. A mink estava bem, e parecia estar apenas desmaiada, mas logo depois que o médico chegou lá, ela começou a abrir os olhos, como se estivesse acordando. O jovem quis saber os sintomas, enquanto a ajudava a se sentar. - Sinto como se estivesse acordando depois de uma hibernação. - Ela respondeu, com a mão na cabeça. - E minha cabeça está doendo. O que foi que... AAAAAAHHHHH! - Um grito repentino interrompeu a fala da panda, que viu o que estava acontecendo do outro lado do balcão. - TROCARAM A CABEÇA DO JACOB PELA DE UM TOURO GORDO!

Ela parecia ter se assustado com a visão, e não era para menos. Aquilo não era nada comum ou usual, ainda mais por ter estado desmaiada quando encontraram a fruta. A situação inusitada logo foi interrompida por palmas curtas e prolongadas. - Muito bom. Muito bom. - Nimura se aproximava lentamente, olhando para eles. - Não é qualquer um que consegue derrubar um dos oficiais de Mille Kellig. Muito bom mesmo. Vocês tem os agradecimentos de toda a equipe da estalagem. - Nimura sorria, mas parecia haver algo sombrio escondido em seu sorriso. Colocando a mão no bolso, ele pegou cinco crachas. - Um grupo realmente bem interessante.

- Bom, como forma de agradecimento por terem salvo esse lugar, aceitem esses crachás de gratuidade. Com eles, vocês vão ser isentos de qualquer cobrança por parte da Estalagem o que, é claro, não inclui os comércios pessoais. - Nimura olhava no olho de cada um deles, como se fosse um predador à espreita de sua presa. - Mesmo com essa confusão toda, o cronograma não vai ser alterado. Daqui a pouco o jantar vai ser servido, só precisaremos trocar as mesas e cadeiras quebradas na luta. Espero que estejam presentes. - Dito isso, o homem se virou e foi embora, mas pelas suas palavras, era provável que se encontrassem novamente muito em breve.


Akuma no mi:
 


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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 4 EmptyDom 25 Mar 2018 - 15:13

Você é um TOURO?!

Um novo poder, MUUU!






—Que gosto...de merda...!  

Eu costumava apreciar todo tipo de alimento, nada era disperdiçado em minha cozinha, nada era disperdiçado em minha vida, mas aquela fruta, pela primeira vez eu quis jogar fora um ingrediente. A podridão de seu sabor era equivalente a uma noite de amor sem chegar ao climax, um verdadeiro terror, mas logo a engoli, se Umika estivesse correta aquela fruta poderia ser o poder que precisava par mais forte ficar, se ela estivess errada seria a experiência culinária mais terrível que tive em toda a minha vida, restava saber o resultado final:



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— AHAAAAA!!!  




Após engolir o gosto parecia piorar, arregalei meus olhos e abri minha boca em sinal de alivio, por mais cômico que pudesse parecer era a melhor forma que tive de expressar aquele terrível gosto que encontrava-se em meu palato, alguns instantes se passaram e nada mudou, nenhuma misera mudança e logo não só Umika como eu me senti frustrado por tamanho sacrifício para nada, ou foi assim que pensamos.

Pude ver Li ser socorrida por Staz/Buzz e no momento seguinte foi que uma pontada em minha cabeça foi sentida, pude sentir o seu peso mudar, alongar-se, expalhar-se, era esquisito, uma mudança que só poderia descrever como “peculiar”. Uma cabeça de bufalo encontravas-e no lugar da minha cabeça, tocando a mesma eu pude sentir, eu pude compreender, aquela esquisita fruta tinhame transformado em um animal?!

Antes mesmo que eu pudesse falar Li acordou e a sua reação foi digna de uma mulher assustada com um dos seus piores pesadelos. A muito tempo lembro-me de uma velha cantiga que costumava ser cantada para as crianças do orfanato:
” Boi, boi, boi, boi da cara preta... uma cantiga que aflorava o nosso medo de não se aventurar nos portões de fora por ser perigoso demais, mas dessa vez me tornar o “Boi da cara preta” foi um pouco de mais e foi com o susto de minha companheira de aventuras de climax que falei:


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-- Muuuuita calma “Broto”, sou eu seu Jacoooob...


Não era fácil de falar, a maldita garganta ate encontrava-se melhor, mas por deus como era complicado falar com a vontade imensa de mugir! Logo fui me acostumando com a sensação de ter uma cabeça de buffalo e pude me equilibrar melhor e ate mesmo ficar um pouco mais ereto, tendo em vista o desequilibrio inicial, não ligava par as picuinhas que meus companheiros faziam, estava e um momento um pouco preocupado demais para isso, mas uma coisa eu tiha ceteza, aquele cabeça oca do meu irmão não ia parar de rir.

Logo o homem que parecia ser o dono do local chegou, meia duzia de palavras, um sorriso serpenteador e uma gratuidade sobre nossa estádia, aquele homem, como poderia confiar nele? Existiam poucos animais que eu não gostava e cobra era um deles. Apenas assenti com minha cabeça anormal, afastei-me para poder melhor me acomodar e então com um olhar direto a meus amigos após a saida do homem falei com certa dificuldade :




– “Brooothers”,  acho que temoooos que conversar muuuito sobre issoooo aqui .

 Apontei para a minha cabeça enquanto sentava no corpo desfelecido de Orfeu, não era algo perjorativo, apenas tentava me apoiar, sentia dores ainda, meu corpo não estava cem por cento e naquele momento eu tinha uma cabeça grande, chifruda e ruminante para me preocupar, a medida que eu escutaria as ideias e afins, eu me concentraria para tentar reverter isso, meu grande poder não precisa e nem deve ser apenas uma grande cabeça, eu tenho que voltar ao normal.


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Última edição por Jacob Allan em Dom 25 Mar 2018 - 15:14, editado 1 vez(es) (Razão : Link de Imagem com Bug - Concertado)
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