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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptyQui 18 Jan 2018, 04:18

Relembrando a primeira mensagem :

Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptyQui 22 Fev 2018, 17:24




Orfeu, o Punho Titânico!


  • Ryu e Jacob


Após a saída de Umika e Buzz, Jacob e Ryu continuavam a conversar sobre seus planos a parte do médico da tripulação. Li Wan permanecia sentada na cama e calada, até que a comida chegou e Jacob começou a cortejar a empregada. - Idiota... - Murmurou ela, a uma altura em que somente Ryu conseguiu ouvir, e virou o rosto. Jacob seguiu então para o banho, enquanto Ryu e a mink começaram a comer, o que não queria dizer que a conversa estava encerrada. De dentro do banheiro, Allan continuava a falar com Ryu, que estava do lado de fora. A comida entregue realmente estava bem gostosa, principalmente em um dia frio como aquele. Bem temperada, quente e especialmente apimentada. Li Wan comia como se não fosse nada demais, mas Ryu começava a sentir sua língua queimando, mesmo que não quisesse admitir.

Os próximos passos eram traçados, porem antes que saíssem do quarto, Ryu virou para a panda com uma pergunta repentina. - Eu não vim para a Grand Line atrás de calmaria. - Respondeu ela, com um sorriso, e os três seguiram para o andar de baixo, onde pretendiam ir para o pequeno mercadinho atrás de roupas de frio. Entretanto, o caminho deles fora interrompido logo no saguão. Logo quando passavam, a porta da frente foi violentamente escancarada e arrancada da parede, caindo no chão. Um homem seminu havia dado um poderoso chute na mesma, e entrava acompanhado de mais 10 homens. - Que lugar feio! - Exclamava zombando do local. O mais estranho é que ele, mesmo sem roupa, não parecia se importar com o frio, ao contrario dos homens que o acompanhavam, que estavam agasalhados.

- Uma ilha inteira e só uma construção? Que absurdo! Então não temos mundo a fazer aqui, vamos logo destruir esse lugar. - O homem comentava, como se não fosse nada. - Sim, senhor Orfeu! - Os seus subordinados respondiam, e sacavam as armas. Logo o tal Orfeu se virou para o trio. - Ta olhando o que, vadia? - Dizia ao olhar para Li Wan, que o encarava surpresa. Sua expressão ficava repentinamente irritada, e foi andando até eles. - Sabe porque me chamam de Punho Titânico? - De repente, ele pegou a mink pela gola e bateu sua cabeça com tudo no chão. - Isso é para aprender a não encarar os outros. - Uma ferida havia aberto na cabeça da mink, e sangue escorria pelo chão, enquanto aqueles homens se preparavam para atacar a estalagem.

  • Buzz


Ao se separarem dos outros três, Buzz e Umika seguira para a seção comercial do lugar, como uma galeria de lojas. Ao olhar as lojas de roupa, logo puderam notar que teriam problemas em encontrar roupas de frio, pois na maioria haviam somente roupas para calor, o que não era surpresa, se levassem em consideração que aquela era uma ilha de primavera. Foi somente em uma loja que conseguiam encontrar cerca de meia dúzia de casaco, o que deveria ser o suficiente para todos. Enquanto olhavam as roupas, o garoto perguntou paraa garota sobre a informação que ele havia dito mais cedo. - Sinto vontade de matar o tal de Kravian que enganou vocês para comprarem isso. Responde sua pergunta?

Não haviam muitas opções, então Buzz teve que pegar o que tinha a disposição. Pegando 4 casacos, o garoto abriu discretamente sua bolsa quando ninguém estava olhando e as escondeu. Buzz não tinha muitas habilidades em ser furtivo, mas conseguia dar seus pulos por saber bater carteiras, então sabia como agir para não produzir ruídos. Pegando uma camisa aleatória, os dois seguiram para o caixa. - 10.000 berries. - Disse o balconista, sem a menor animação. Aquele não deveria ser o melhor emprego do mundo. Aproveitando da situação e do tedio do homem, Buzz chamou sua atenção para seu relogio de bolso.

- A gente não compra, cara. Só vende. - Mesmo assim, foi olhar o relógio de perto. O passo a passo da técnica foi executado com facilidade, principalmente porque aquela pessoa não tinha muita força de vontade. Logo, as instruções foram passadas, o garoto estalou os dedos e o balconista acordou do transe. - Como eu ia dizendo, esse lugar não tem nada de interessante. A única construção na ilha toda é essa estalagem, e nem é lá grande coisa. Geralmente aqui é até bem quente, como qualquer ilha de primavera, por isso estou surpreso com essa neve toda. Mas cara, as aranhas são um problema. Tem essas coisinhas por todo lugar. Nem sei por que não dedetizam esse lugar. Felizmente nunca encontrei nenhum escorpião. Mas se não quiserem confusão, melhor evitar a cidadela. É como chamam a parte da floresta mais escura, tão densa que a luz do sol não chega lá.

O homem parecia meio receoso em falar da cidadela, mas continuou mesmo assim. - Dizem que o lugar tem muito mais aranhas do que a parte clara da floresta, que já tem muito mais aranhas do que aqui. É serio, não vão lá. A sorte é que a ilha é bem pacifica, então nem loja de armas tem por aqui. Mas se precisarem de qualquer coisa em relação ao hotel ou qualquer coisa, falem com algum dos três Hexstock eles que mandam por aqui. Mas, espera. Porque eu to falando isso para vocês mesmo? - A técnica parecia ir perdendo efeito quando as informações haviam sido repassadas, então era melhor ir de uma vez.

Entregando o dinheiro da camisa para o homem, Buz conseguiu sair com os 4 casacos escondidos, mas foi só depois de pagar que ele viu que blusa pegou e se arrependeu de ter pegado qualquer camisa sem olhar. Era uma blusa idiota com os dizeres "Vale um beijo na boca. Sorria e ganhe um beijo agora". Era melhor ignorar aquela coisa, haviam coisas mais importantes a serem discutidas.

Seguindo para o andar dos seus quartos, Buzz e Umika iam passando pelo sanguão, onde viram uma confusão já formada,e não era surpresa que envolvesse Ryu, Jacob e Li Wan. Na porta, haviam cerca de 10 homens armados e agasalhados, enquanto um homem seminu estava de frente para Ryu e Jacob com um olhar irritado, com sangue nas mãos, enquanto Li Wan estava caída e com sangue escorrendo da cabeça. Provavelmente estava desmaiada.


Legenda:
 
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Jacob Allan

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptySex 23 Fev 2018, 12:02

Amaciar e Servir.

Os punhos do cozinheiro.






—Esse “broto” é uma brasa “mora”?  

Não podia negar que aquele broto panda as vezes me deixava  balançado com a suas atitudes  e sua determinação. Um largo sorriso foi o que eu abri e foi observando meu irmão com um de forma  que apenas eu e ele entenderíamos que me dei ao trabalho de complementar o meus pensamentos expostos em a minha expressão e em minha mãe estendida como se estivesse lançando os dados da vida:


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—Levante o “traseiro” da cama loirinho, temos uma ilha para tomar!


Meu largo sorriso tornava-se um desafio para o meu irmão, éramos homens de guerra e de luta, logo quando um desafio era feito, bem, era melhor não ser o desafiante pois não teria tanta chance de reagir como estaria de costume. Bem trajados estávamos e com os objetivos também traçados, tinha chegado a hora de começarmos a agir como o que éramos, Piratas, e foi por isso que me coloquei a frente pronto para seguir o as diretrizes do meu irmão para que pudéssemos fazer o que era proposto.

A sensata escolha de nos agasalharmos foi a decisão de meu irmão e não podia deixar de demonstrar a minha satisfação por essa decisão tomada por meu “Anaki-boy”, apesar de que pensar qual roupa seria a mais elegante para sair na neve passar por minha cabeça, foi a tranquilidade de tudo que me incomodou parcialmente, afinal tudo ia bem demais, ia, era a palavra chave.

A porta estourou a nossa frente, minha primeira reação foi saltar levemente para trás, uma reação justa tendo em vista que estava ne frente e um golpe desprevenido poderia vir, mas antes ele viesse, pois o que saiu daquela porta me causou a estranha sensação de “ CAOS “ no momento que o paquiderme gigante cercado por seus capangas começou a falar. Ele era grande e digno de nota, não poderia negar, mas não era isso que me assustava e sim o seu extremo mal gosto para vestimentas e talvez por isso minhas mãos foram colocadas nos bolsos para que obviamente minhas soqueiras fossem calçadas, afinal ele era um ser hostil , tudo podia acontecer.



A cena que se seguiu me deu a certeza do problema que tínhamos não pela decisão arbitrária de tudo destruir, mas pela violência desproporcional que ele resolveu demonstrar apenas para firmar o seu poder, mas foi a ação seguinte que me fez mudar minha feição. O homem grande como um gorila mostrou-se raivoso quanto a pequena panda que nos acompanhava, admito, ela as vezes nos irrita com seus choros e preocupações, mas ela era a nossa amiga, nossa companheira, nossa família e por isso ela poderia ser o qual chata deseja-se, mas ele era um desconhecido para ela, para nós, para o mundo e foi nesse momento que ele reagiu, sua mão segurou Li, não tive tempo de reação,  no momento seguinte vi ela passar pelos meus olhos e atingir o solo como se fosse uma rocha, ela a feriu, ele tinha a desacordado e a ferido, ele a xingava como se ela fosse uma “moça dada” e foi com a minha expressão de seriedade repentina que assimilei o que ocorria enquanto falava:


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— Você feriu Li...  

Meu irmão me conhecia bem o suficiente para imaginar o que aconteceria e por isso tratei de dar um passo a frente para ficar frente a frente com o homem que decidi ser categoricamente nosso inimigo, minha postura era serena e rígida, meus olhos focavam cada movimento do individuo, cada parte de seu corpo para mim começava a tornar-se um grande prato de culinária a ser preparado e sabendo o que estava por vir comecei lentamente retirar o paleto e deixar que ele caisse pelo chão enquanto olhando para o meu inimigo com um ódio singular falei e complemento a frase anterior:



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–  ...eu tinha lhe ignorado ate o momento que feriu a moça “Borra Botas”, mas agora vou te ensinar duas lições importantes da culinária...  

Meus tornozelos se cravariam no solo, meus movimentos rápidos e particulares fariam minhas mãos em postura de “Blocker” irem ate o meu rosto, deixando assim uma fresta de observação boa o suficiente para que não me prejudicasse em meus movimentos nem em minha precisão, o corpo inclinar-se para que o centro de gravidade estivesse baixo o suficiente para uma movimentação eficaz rápida e de resistência a impactos devido ao centro de gravidade não seria e rigidez muscular estar propicia  e foi nesse momento que dispararia utilizando a força dos meus músculos da perna para  uma impulsão apropriada na direção lateral esquerda baixa do indivíduo.

Estaria sempre precisamente focando nos movimentos do mesmo para que o jogo de pernas e disparo não fosse interrompido por uma ação brusca ou de contra ataque direto ou simulada, fazendo sendo o percurso contrário caso o golpe fosse direcionado e atento aos “ falsos “movimentos de direção para que assim pudesse voltar o eixo correto mesmo que na eminencia do golpe. Quando próximo o suficiente para um disparo de soco rápido e eficaz, a minha cintura faria uma curvatura particularmente brusca e um dos tornozelos se espalmaria no solo em conjunto com o pé que serviria de freio e impulsionador de um movimento rasteiro de soco que seria direcionado ate a axila em um ponto baixo especifico o suficiente para atingir a “Artéria Axilar” ponto de ligação oxigenação muscular e obviamente “lubrificador” do movimento do braço, não dando tempo o suficiente o inimigo teria de se preocupar com o outro soco instantâneo que seria dado em complemento vindo de cima visando atingir a entrada do “Osso Lacrimal”  outro ponto extremamente sensível do corpo humano adulto/criança, osso esse responsável sobre a zona orbital da face e que fica próximo a junção do nariz com os olhos e que não precisa-se de força grandiosa o suficiente para que seja rompido e seria fazendo esses movimentos sempre visando esquivas  laterais, frontais e diretas que tentaria fazer uma execução perfeita da técnica T-BONE com minha nova capacidade de estudo anatômico enquanto falava  :


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– ...Primeira: AMACIE A CARNE!  




Ao termino do golpe e da frase meu corpo como que por instinto tomaria a posição de “Blocker” novamente, apenas para gingar agora para o lado mais avariado do meu adversário e com uma base similar mas de pés trocados dar um soco reto, rápidos e de uma posição horizontal inviabilizada de para os movimentos de esquiva do grande homem. O soco que visava o esterno tinha como propriedade a força centrifuga devido a rotação do braço, os pés serviriam como base mas também dessa vez como impulsionadores para que o golpe preciso fosse e consequentemente causa-se o máximo de dano possível no ponto para que efetivo fosse o “ heart break” devido ao golpe.

Partindo do principio de suportar golpes, sempre me utilizaria da tática de absorver o impacto inimigo se esse fosse o mais eficaz, pois assim o mesmo no momento do impacto estaria mais vulnerável para os golpes a serem aplicados pela minha pessoa. Mesmo sendo uma tática arriscada a rigidez muscular seria sempre a parede maior do meu adversário pois trata-se de algo que esculpi meu corpo ao máximo para suportar .

Falaria então em um tom nada gentil porem complementátivo se o golpe fosse eficaz o suficiente para que me desse uma brecha para isso, pois não tratava-se de força os golpes aplicados e sim “ jeito”:



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– ...Segundo: SIRVA BEM OS CONVIDADOS!  


Para alguns não teria sentido uma afirmação tão aleatória mas para mim, tinha sentido total, cada golpe o amaciaria, eles eram “ mineradores” da força do meu adversário, não acreditava que ele fosse fraco, pelo contrário, então minar suas forças era o que eu faria, faria ele arrepender-se de lutar comigo. Pronto para resistir esperava os golpes virem e tentava defender-me da melhor maneira possível, absorvendo os impactos em pontos claros e importantes, para que meu inimigo não tivesse vantagem alguma sobre as ações intermediárias.


bichaelson



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Historico Afro:
 
Citação :

- Técnicas Utilizadas:
-
T-BONE:
 
-
Black Cow:Prime Rib!!:
 

- Vantagens e Prícias Utilizadas

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptySab 24 Fev 2018, 04:46




RISE OF THE DRAGON


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- Li Wan-chan...


Murmurei ao vê-la caída no chão sangrando. Tudo aconteceu tão rápido que sequer tive tempo de reagir, tampouco o meu aniki. O inimigo não era apenas forte e rápido, mas acima de tudo imprevisível. O senso comum não era algo aplicável a essas pessoas que buscavam somente caos e destruição. Com o pouco que eu vi, foi fácil compreender a sua natureza diabólica e desprezível.

Trinquei os dentes à medida que cerrava os punhos fazendo com que as veias das minhas das mãos e braços se tornassem evidentes. Inclinando o meu corpo para frente fiz com que meus cabelos escondessem parcialmente o meu rosto escondendo um olhar severo. A raiva se expandia naturalmente como uma chama em atividade.


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- Punho titânico? Nunca ouvi falar. – Eu não estava apenas diminuindo meu inimigo, de fato eu nunca tinha ouvido falar sobre alguém com essa alcunha e a julgar pela sua aparência eu podia perceber claramente que ele não era um sujeito normal. Sobreviver a essa nevasca sem qualquer tipo de agasalho... Era algo quase impossível. A sensação que eu tive foi como se eu tivesse voltado no tempo na luta contra os Brahkas.

A selvageria daqueles caras e também suas constituições não era muito diferente da do punho titânico. Quanta ironia... Eles eram exatamente como eu, só que incapazes de sentirem qualquer emoção a não ser o impulso destruir. O certo e o errado... Banhados em rios de sangue tudo o que resta para essas criaturas é a mais pura violência dos campos de batalha.


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- Aniki, deixarei o grandão com você. – Levantei meu rosto mostrando para os capangas um olhar frio e sedento por sangue. Minhas mãos alcançavam os bolsos da calça equipando minhas soqueiras douradas. Apesar da raiva momentânea eu não podia me entregar aos meus aos meus instintos mais selvagens. Sem menino Bee e Umika ao nosso lado, pelo menos um de nós deveria manter a racionalidade. Li Wan-chan, aguente só mais um pouco, até acabarmos com esses desgraçados.

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- Quanta falta de sorte. De todos que estão nessa ilha vocês foram provocar logo as pessoas erradas. Diferente do meu irmão eu não me importo nem um pouco em amaciar a carne ou servir pratos luxuosos.

Dobrando os joelhos e formando uma base sólida com um baixo centro de gravidade, colocaria os braços à frente perpendicularmente protegendo o rosto mostrando apenas os olhos. Essa era uma posição ortodoxa ensinada pelo meu velhote, mas muito eficaz uma vez que era compacta e protegia bem tanto o rosto quanto o tronco.

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Tudo o que resta para vocês é serem destruídos pelas minhas mãos!


No entanto o meu ponto forte não era o bloqueio, longe disso. Minha velocidade era o diferencial, e exatamente como uma flecha correria em direção a um capanga próximo diminuindo a nossa distância com um dash para frente, gingando o meu corpo para um lado e para o outro tentando evitar ataques na direita e na esquerda. Se fosse necessário, abaixaria a cabeça ou pularia tentando esquivar de investidas por cima ou por baixo.

Assim que estivesse próximo o suficiente, faria um gingado com o ombro esquerdo fingindo um golpe, aproveitando o momento para girar o quadril e impulsionar todo o meu peso para frente desferindo um direto de direita no plexo solar do inimigo, tentando arremessá-lo em direção ao restante dos capangas.


Caso ele se esquivasse do primeiro golpe rotacionaria o quadril desferindo um liver blow (golpe no fígado) usando a esquerda. Caso não se esquivasse, e o primeiro oponente estivesse machucado e fora de combate, usaria o momento para utilizar o ataque acima em um segundo inimigo. Contra um terceiro oponente impulsionaria – usando a flexibilidade dos joelhos – um gancho de direita mirando na ponta da mandíbula causando grande dano e fazendo o cérebro balançar.




Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptySab 24 Fev 2018, 16:42

O começo de um novo embate

Buzz


No começo, eu realmente achei que seria uma coisa impossível achar um casaco em uma ilha de clima quente. Nunca fiquei tão feliz por estar enganado. Não fazia ideia do que levava uma pessoa a correr tamanho risco de perder dinheiro, mas se ele estava feliz e isso me ajudava, quem era eu para dar conselhos de gerenciamento? Enquanto averiguava os casacos, havia feito uma pergunta um tanto quanto delicada para a garota. Decerto esperava uma resposta carregada de ódio pelo fato de que ela estava sendo forçada a estar em uma ilha cheia de animais dos quais ela possuía medo, mesmo que eu ainda não tivesse visto a jovem com raiva. * Compreensível. Ela é uma humana, afinal. * Achando o que buscava, consegui guardar os itens em minha bolsa sem ser notado e peguei algo para que ninguém questionasse o meus motivos de estar ali. Aprender a roubar sem chamar atenção foi uma das coisas mais importantes que havia feito durante a infância. Era em momentos como esse que valia a pena todo o risco que tinha corrido durante os ensinamentos de Snatch.

O atendente do local parecia quase morto de tédio, o que me deixava com um pouco de pena dele. Talvez isso se devesse a monotonia diária pela qual ele tinha que passar, ficando na mesma ilha, no mesmo emprego, dia após dia. Pelo menos, ele havia me fornecido informações cruciais e confirmado algumas que eu já possuía. Saber que a ilha não possuía uma loja de armas era um golpe pesado quanto a nossa necessidade de proteção. Se a neve fosse mesmo o poder de uma akuma no mi, precisaríamos de todas as armas que pudéssemos usar. Sem mais nada que pudesse extrair do atendente, seguia meu caminho e resolvia averiguar o que havia pegado. * Lembrete mental: Sempre olhar o que eu estou pegando. * Aquela camisa além de não ser bonita, era vergonhosa em vários aspectos. Fingiria que não havia visto nada e poria a camisa dentro da mochila, junto com os casacos roubados. * Como se eu fosse vestir algo assim. * * Ainda bem, porque essa camisa agora é minha. Maluco, nunca pensei que fosse ver algo tão legal nessa ilha de bosta, mas isso me surpreendeu. *

Eu provavelmente continuaria a discussão, dizendo que nunca deixaria ele vestir uma camisa tão escrota assim no meu corpo e coisa e tal, se eu não tivesse visto aquela cena. Dez idiotas armados na porta, Ryu e Jacob encarando um troglodita seminu com chifres na cabeça e um punho ensanguentado, Li Wan estática no chão e com sua cabeça sangrando. * Mor- não. Ela está viva. Ela TEM que estar viva. Acabamos de chegar aqui, não podemos ter perdido um de nós logo agora no começo de tudo. * * Bem garoto, parece que é minha vez. * * NÃO! Eu vou fazer isso. Você não está nem ai pra o que se passou, mas eu estou. Eu quero... Eu quero... * * Vingança? * O tom que ele usava era certamente irônico. Parecia se divertir com o que se passava, ou talvez só achasse interessante minha súbita raiva. * Você foi meio cruel dizendo que eu não me importava com eles, mas entendo seu ponto. Se quer um conselho, comece por aqueles idiotas. Mesmo que eles provavelmente sejam fracos, eles estão com armas de longo alcance que só vão atrapalhar. *

Odiava admitir aquilo, porém concordava com staz. Mesmo que eles não tivessem a mira boa, sorte seria o bastante para acabar nos prejudicando. Parecia que tinha um alvo definido em minha mente e já poderia começar o ataque, não fosse o fato de que naquele momento me lembrava de algo. * Eu sou um médico. Há uma vítima cuja condição eu não conheço e que pode acabar tendo uma piora do seu estado a medida que o tempo passa. Outras pessoas podem derrotar aqueles homens, mas aparentemente apenas eu posso cuidar do ferimento daquela garota. * Mesmo sentindo meus batimentos acelerando e o sangue esquentando em minhas veias, conseguia focar no que tinha que fazer. - Ryu, primeiro foque nos que estão perto da porta. - Gritaria. Julgava que aquela era a melhor jogada, vide que era quase certeza que Jacob não escutaria o que quer que eu dissesse naquele momento. Viraria em direção à panda e inclinaria meu corpo para frente com um movimento devagar, ao mesmo tempo concentraria nos meus músculos das pernas. Enquanto estivesse fazendo isso, diria para Umika. - Ajude o loiro a diminuir a quantidade de inimigos, por favor. Se mantenha sempre atenta e preze sua segurança em primeiro lugar, ok? - Viraria meu rosto em direção à jovem e daria um olhar centrado e gentil por cima do ombro. Aquilo obviamente era uma máscara para a preocupação que tinha ao pedir aquele favor para ela. Mal tivesse acabado de falar, já estaria arrependido. Entretanto, nada diria. E com um suspiro profundo, correria na minha velocidade máxima.

Distância? Não tinha certeza. Porém, confiava no quão rápido podia ser quando estava descansado e focado no meu objetivo. Tinha que tirá-la de lá e cuidar do seu machucado. Durante a corrida, me peguei fazendo uma pequena prece para que eu conseguisse chegar a tempo de afastá-la da luta que certamente ocorreria. Aquele homem de tanga certamente não se importava se iria envolver em seu combate alguém desmaiado ou não. Céus, talvez ele até tentasse mais algum ataque para certificar-se que ela pereceria ali. Por conta disso, sabia que provavelmente ele tentaria me impedir de chegar até ela, e estava pronto para o desafio. Enquanto estivesse chegando mais perto, me concentraria nos movimentos que ele fizesse. Queria tentar prever o golpe que viria, observando as partes do corpo e os músculos que se movimentassem, e assim conseguir desviar da maneira mais eficaz possível.

Percebendo que ele estivesse se preparando para um golpe visando atingir alguma região acima do meu quadril, inclinaria meu corpo para trás e esticaria minhas pernas para frente para que passasse por baixo do golpe e deslizasse para frente, aproveitando a velocidade em que estava. Se percebesse que o golpe visava a região inferior do meu corpo, pularia para frente e faria um movimento de cambalhota para livrar meus membros do alcance do golpe. Assim que conseguisse passar pelo ataque, me aproximaria da mink e a ergueria com os braços de maneira delicada, evitando movimentos bruscos para não arriscar piorar seu quadro. Tendo conseguido, correria para a bancada da recepção e deitaria a jovem na parte de trás dele. Vasculharia o local com os olhos, procurando água limpa, alguma coisa que contivesse álcool ou algum tecido seco e macio. Achando alguma dessas coisas, pegaria e deixaria próximo às minhas mãos para que começasse o tratamento. Se estivesse faltando a água ou o álcool ou até os dois, correria até as lojinhas em que anteriormente estava e procuraria pelo que faltava. Caso passasse por alguma loja com roupas de tecido tenro, pegaria uma ou duas peças e iria atrás das outras coisas. Não pagaria por nada do que pegasse para que não perdesse mais tempo do que já havia e voltaria para minha paciente. Caso não achasse nada alcoólico, não me incomodaria em fazer uma vistoria mais aprofundada no local e voltaria. Se Nemura estivesse ali e eu não tivesse achado álcool, diria. - Preciso que me arrume algo alcoólico o mais rápido possível. - Não era difícil imaginar um cara adulto bebendo, então era possível que ele soubesse onde se poderia encontrar isso. No caso de estar faltando tecido, rasgaria as mangas da minha camisa para usá-las.

Iniciaria lavando o ferimento com o álcool ou a água, caso não tivesse o primeiro. Derramaria o líquido devagar e precisamente no ferimento e depois usaria um pedaço do tecido para limpar o local com suavidade para não machucá-la. Rasgaria o resto do tecido em tiras e dividiria elas em dois grupos. Um dos grupos eu lavaria com o que tivesse usado para limpar o ferimento e o outro deixaria seco. Pegando uma das tiras do primeiro grupo, dobraria-a de modo a deixá-la como uma almofadinha  que seria posta sobre o ferimento. começaria a enfaixar com as tiras lavadas e finalizaria com as que estivessem secas, amarrando o curativo sem apertar muito para não magoar o ferimento. Retiraria meu casaco e o dobraria, colocando-o no chão ao acabar e movendo a jovem para deitar sua cabeça sobre o casaco. Caso o Hexstock estivesse ali, daria um olhar sério em sua direção e falaria no tom mais ameaçador que conseguisse. - Fique aqui e não deixe ninguém tocar nela, certo? Esperaria que ele tivesse entendido o recado implícito no pedido: Se não fizer isso, vai acabar do mesmo jeito que os caras que acabaram de arrumar briga conosco.

Saindo de detrás do balcão, daria um olhar analítico no local e procuraria os capangas do ser chifrudo. Iria em direção à eles rapidamente para encurtar a distância e conseguir atacar. Toda vez que percebesse que algum deles tentava travar a mira em mim para atirar, daria um rápido salto em diagonal para frente e continuaria seguindo. Não que eu esperasse fazer isso muitas vezes, já que confiava que Ryu e Umika estivessem chamando bem mais atenção do que eu. Assim que conseguisse me aproximar o bastante, daria uma voadora no peito do inimigo mais próximo a mim, empurrando-o para cima dos seus companheiros de preferência. Seguindo, agarraria outro pelos cabelos e puxaria sua cabeça para baixo, enquanto daria uma joelhada em seu estômago e depois o arremessaria sobre seus companheiros. Não economizaria força ou velocidade em nenhum dos meus ataques, batendo para que eles realmente sentissem os golpes.

Devo admitir que não estava esperando muito deles em um combate corpo a corpo por conta das armas que carregavam, o que indicava que eles não eram muito bons a curta distância. Entretanto, sabia que seria um grande descuido definir a força dos meus adversários apenas por um único fator visual. Portanto, estava pronto para enfrentar resistência em cada golpe que tentasse aplicar e contra-ataques inesperados. Por isso, apenas retiraria os olhos do oponente quando fosse dar rápidas olhadas em volta para saber em que posição me encontrava e se havia alguém tentando me atacar de surpresa. Por não ter visto nenhuma bainha ou outra arma que não fosse as de fogo, só poderia imaginar que em combate à curta distância eles só poderiam usar socos e chutes, além de armas pequenas como adagas, sais, shurikens, ninjakens, bastões curtos, etc. Realmente, parecia injusto essa versatilidade que eles poderiam ter em seus ataques, mas não era impossível.

Percebendo algum ataque em estocada vindo em minha direção, desviaria para o lado direito e seguraria o braço do atacante com força e puxaria ele um pouco para baixo enquanto daria uma joelhada ascendente no braço dele, visando quebrá-lo. Continuaria, aproveitando que minha perna estaria erguida, e chutaria o joelho do oponente usando a sola do meu pé. No caso de golpes horizontais acima da altura da minha cintura, jogaria a parte superior do meu corpo para trás e usaria o braço esquerdo para me apoiar, ao mesmo tempo que encolheria a perna direita para próximo do meu corpo. Seguindo o movimento, aplicaria um chute no joelho do adversário e me ergueria, segurando-o pelo pescoço com a canhota e dando um soco em sua face. Golpes diagonais seriam desviados com um rolamento para o lado oposto ao que o golpe se dirigia, seguidos de uma rasteira no inimigo. Dando certo, me levantaria e pisaria na mão ou perna que usou para me atacar. Golpes horizontais abaixo da altura da minha cintura teriam respostas diferentes dependendo do que observasse. Se fosse baixo o bastante, eu apenas pularia para escapar do golpe e assim que pisasse no chão seguraria os ombros do atacante e daria um chute na região entre as suas pernas, jogando-o para o lado após isso. Se eu notasse que não conseguiria desviar pulando para cima, daria um salto para trás afim de sair da área de alcance do golpe, dando um salto para frente depois que o ataque passasse e deferindo socos na região dos olhos do oponente. Em golpes verticais, apenas me moveria para um dos lados, de preferência o direito, e daria um soco com a mão referente ao lado para o qual fui, finalizando com um chute frontal na altura do abdômen.

Durante o combate e as constantes observações que fazia ao meu redor, ficaria atento para o caso de algum dos meus companheiros estar precisando de ajuda. Notando que qualquer um deles estivesse precisando de auxílio, correria até o inimigo contra quem estivessem lutando e daria um empurrão de corpo para desestabilizá-lo e depois seguraria-o com ambas as mãos e o puxaria um um movimento diagonal para baixo, tentando derrubá-lo. Tentaria não baixar a guarda nenhuma vez e continuaria me esquivando das maneiras já citadas, mesmo que não pudesse aplicar um contra-ataque. Confiava que nós três poderíamos derrotar aqueles capangas sem muitos danos, e era por isso que havia deixado Jacob segurar o brutamontes sozinho. Se ele conseguisse aguentar até que terminássemos, seriam quatro contra um, os números estando ao nosso favor. Caso conseguíssemos fazer todos os capangas ficarem impossibilitados de lutar, diria. - Umika, me ajude a tirar estas armas de perto deles. - Assim, passaria a recolher todas as armas e levá-las até o balcão da recepção, no caso de Nemura estar lá, ou então jogaria-as o mais longe possível de onde eles estavam. Se conseguisse achar alguma pistola entre as armas, vasculharia as roupas do dono da arma e procuraria munição, guardando tanto a arma quanto as balas que achasse em minha mochila. Caso notasse algum item interessante em posse de algum deles, roubaria e guardaria na bolsa ou no bolso, caso coubesse. Finalizado esta parte, viraria-me para o chefe do grupo inimigo e diria para meus companheiros. - Vamos acabar logo com isso.

pra quem quiser ler:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptyTer 27 Fev 2018, 18:49




O fardo de Jacob!


  • Todos


Ao que tudo indicava, eles estavam diante de um inimigo bastante poderoso, e que possivelmente traria bastante problemas. Bee e Umika haviam acabado de chegar, então pegavam a cena pela metade, mas pelo que viam era possível imaginar o que havia ocorrido. Essa cena, entretanto, era chocante para os 4, que viam Li Wan caída no chão e uma pequena poça de sangue se formando. Ryu e Jacob, que estavam logo a frente do homem proferiram palavras de ódio ao chifrudo, que os ouviu com um sorriso sarcástico. - Não me interesso por culinária. E é melhor vocês darem o fora antes que eu faça com vocês também o que fiz com a moça. - Entretanto, estava implícito que nenhum dos dois iria recuar nem um centímetro. Não só para proteger a companheira, mas também por uma questão de honra. Se curvar diante de alguém como ele não era uma opção.

O pirata começou a se afastar lentamente, gargalhando da expressão de choque dos dois, até que Jacob resolveu avançar. Com um gingado rápido, o cozinheiro seguiu na direção à Orfeu, enquanto Ryu avançou na direção dos capangas dele. Se aproveitando da iminente confusão que estava para acontecer, Buzz e Umika se organizaram de modo que Umika foi ajudar Ryu contra os capangas e Buzz seguiu direto na direção de sua companheira caída. Ele não teve muitos problemas nisso, e logo levou ela para trás do balcão de recepção. Nimura não estava lá, seja la qual fosse o motivo, mas logo abaixo da bancada havia um vidrinho de álcool que Buzz poderia usar em seu tratamento. Talvez o recepcionista o usasse para limpar a bancada, mas o importante é que iria servir.

Quando o médico foi chegar a ferida, viu que havia um machucado na cabeça dela, logo acima da nuca, onde a mesma bateu no chão. Foi uma pancada forte, mas a ferida não era tão seria, o que era um alivio. Com um tratamento rápido com o que tinha em mãos, Buzz conseguiu fazer um curativo improvisado na mink. Sem ninguém para ficar de olho nela, o garoto teve que a deixar ali mesmo, escondida, e foi ajudar seus companheiros.

Ryu, que havia avançado contra os capangas, chegou velozmente com um soco no tronco do primeiro adversário, com força o suficiente para mandá-lo para trás, levando consigo um outro capanga, que também foi ao chão. Enquanto ele atacava o primeiro, outro capanga apareceu, com uma espada em mãos e fez um corte nas costas de Ryu; entretanto, uma corda se enrolou em seu pescoço e o puxou para trás. Ou melhor, um chicote. Umika tinha chegado e o deu cobertura. Outros dois capangas deram as caras, avançando contra o loiro, mas ele finalizou ambos com um soco no fígado e um gancho, mandando-os ao chão. Aqueles homens não pareciam lá grande coisa, fora o número.

Terminado o tratamento de Li Wan, Buzz chegou repentinamente com uma voadora em um dos capangas, levando-o ao chão, e em seguida derrubou outro com uma joelhada na barriga. Umika havia derrubado mais dois com seu chicote, enquanto o ultimo capanga avançou contra Buzz com uma adaga em mãos. Com um movimento rápido, o garoto desviou, segurou o braço que deu a estocada e o quebrou com uma joelhada, derrotando também esse capanga. Por fim, todos os 10 capangas estavam ao chão, e eles puderam voltar sua atenção novamente para a luta de Jacob, que não parecia estar indo nada bem.

Jacob havia avançado com bastante ímpeto e coragem, visando um soco na axila do homem, entretanto assim que o golpe foi desferido, Orfeu o bloqueou com maestria, segurando a mão de Jacob. Em seguida, um segundo ataque foi executado, contra o rosto do homem, que pela segunda vez segurou o golpe o boxeador. Ambos os golpes haviam sido defendidos, e o Punho Titânico segurava ambas as mãos do cozinheiro com força, para que ele não se soltasse. Repentinamente, ele começou a girar com força, carregando Jacob e fazendo com que sua postura se desfizesse. Orfeu girava cada vez mais rápido, como se Jacob fosse um saco de papel sendo carregado pelo vento, até que ele parou. Com um movimento, ele aproveitou a força do giro e jogou Jacob com tudo contra a parede, quebrando-a.

O cozinheiro se chocou com tudo com as costas, que estava um pouco fragilizada por causa do tiro de míssil que havia recebido nas costas a um tempo, ficando ferida, e pequenos machucados insignificantes estavam espalhados pelo corpo, devido às tabuas de madeira afiadas e farpas da parede quebrada. Logo Orfeu se aproximou novamente. - Acho que vocês estão se achando demais. Vou ter que dar uma lição em vocês para aprender a não serem arrogantes. - Com isso, deu um soco com toda força contra o rosto do boxeador, que ficou com um grande roxo na bochecha e foi jogado para trás, para o outro lado da parede. Lá parecia ser a sala de jantar da estalagem, pois havia uma abertura para a cozinha onde os garçons podiam pegar os pedidos e várias mesas e cadeiras de madeira entalhada. Sobre cada mesa havia um pano forrando, e Jacob passou com tudo, fazendo em uma das mesas que também se quebrou.

Aqueles golpes eram muito poderosos, e os outros sabiam que, se não fosse a resistência absurda de JAcob, as feridas seriam muito piores. Talvez estivesse até morto. Suas feridas eram superficiais, mas eram doloridas, e ele precisaria de ajuda caso quisesse enfrentar aquele monstro.


OFF:
 


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptyQua 28 Fev 2018, 17:13

Minha força vem deles.

Nunca ajoelhar, nunca quebrar.






—Arg...  

Não tenho certeza, mas acho que um caminhão passou por cima de mim, e o pior, eu não anotei a placa. Foi uma cena digna de “os três patetas” ( uma peça teatral a qual estava acostumado ver em Revan), fui rodado e arremessado como um saco de batata e fui socado como carne processada antes de ser enlatada. Me descrever como um frango abatido não seria uma descrição não seria imprudente, era isso que parecia no chão daquele “restaurante” a qual foi o meu destino de solo, eu compreendia a força de meu inimigo e a impotência que senti devo afirmar não foi a melhor sensação do mundo.

Respirei fundo para sentir se meus pulmões e costelas estavam inteiros ainda, uma precaução justa tendo em vista que meu inimigo mostrara-se mais capaz do que a minha fúria, o que primordialmente é minha arma mais forte e visto isso minha única reação foi me levantar lentamente, para estar pronto para outra.

Meus músculos estalariam enquanto tentava me posicionar melhor  para dar os primeiros passos para fora da “ pilha de destruição “ que eu me encontrava e compreender os danos sofridos foi o que me dei ao trabalho de fazer, afinal lesões muito profundas poderiam danificar a minha mobilidade e isso poderia ser prejudicial em uma luta de importância impar e preservar as partes boas também seria de grande valia, por isso medidas seriam tomadas.


Citação :

Braços – Se os membros superiores estivessem lesados de forma a ser preciso a compensação de forças, todo o repuxo dos golpes seriam concentrado nos ombros e distribuídos igualmente pela extensão das costas, pois era a única forma de preservar a força e não perder em velocidade e precisão.

Pernas – Se os membros inferiores fossem os membros avariados, os movimentos seriam mais curtos e coesos, distribuindo o peso deles e a força utilizada para a região da bacia e pélvis, assim mesmo com dores os balanços de movimento ainda aconteceria sem um esforço extra, esforço esse que obviamente poderia piorar as lesões.

Juntas e Afins – Em caso de danos das juntas resistir seria a única opção, com as mesmas são ligações dos membros, o uso dela não é algo controlável ou redistribuído, mas seria amenizado, fazendo movimentos apenas quando preciso e na eminencia da ação necessária.


E com uma melhor compreensão corporal e dos danos tomados caminharia agora focado no meu inimigo, um sorriso sádico se formaria em minha face, as mãos estalariam pelo prazer de que agora sabia que tipo de inimigo estava enfrentando e tinha a certeza de como com ele agir. A luta de meus aliados tornava-se alheia a mim, não os observava, não, meu foco era aquele homem e por isso minhas palavras saíram tão direcionadas:


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—Você é forte, um verdadeiro “osso duro de roer”, mas isso nós da a oportunidade de fazer algo bem “ transado”...



Meu inimigo era forte e poderoso, não poderia perder o foco ali, apesar de dolorido, preocupado e furioso eu estava me sentindo mais vivo que nunca e estava na hora de começar a mostrar o que era sentir-se vivo para esse borra botas que estava enfrentando, estava na hora de mostrar para ele o que ocorre quando se enfrenta os Chavaliers, o que ocorre quando se da um dano em um dos nossos sem o nosso consentimento.

Meus  joelhos inclinaram-se, meus pés ficaram firmes no solo pronto para o que viria, eu compreendia que não era capaz de enfrenta-lo sozinho, ele era uma maquina, mas eu tinha que ficar mais forte se desejasse ser capaz de enfrentar caras como ele, assim como essa era uma excelente oportunidade para mostrar o quanto crescemos.

O disparo de velocidade ocorreria no momento que meu corpo estivesse inclinado o suficiente para que o centro de gravidade estivesse baixo e conciso, com isso mantendo assim uma estabilidade firme e solida, meus pés seriam impulsionados pelos calcanhares, meus braços se manteriam colados ao corpo , assim protegendo pontos mais sensíveis como costelas e axilas, pontos vulneráveis pela estrutural óssea em geral, além de terem fáceis acessos a órgãos vitais, aproximar-se seria uma facilidade devido a velocidade impar (Aceleração) mas não iria como um torpedo para meu inimigo, não, meu objetivo era outro.

Com movimentos nada convencionais tentaria manter uma distância segura dos riscos diretos do inimigo (riscos esses como golpes em área ou arremesso de coisas não tão fáceis de resistir utilizando de uma esquiva parcial nesse ultimo caso), minhas manobras defensivas seriam apenas de bloqueios  com as partes duras do braço/corpo, não pretendia “ blockar” e sim apenas absorver danos que poderiam ser contornados com uma boa resistência, o “blocker” seria sempre visando “conters”, golpeando pomos de adão, virilhas, ou ate mesmo estômagos, caso eles aproximassem o suficiente para isso, abrir caminho, isso era o que eu estava fazendo, meu alvo estava próximo, próximo o suficiente para fazer o que eu pretendia.

Caso os capangas não agissem de forma a tentar me parar, a aproximação continuaria com movimentos irregulares não sendo o foco uma aproximação convencional, mas apenas no momento da aproximação primordial um smash séria preparado, mas seria próximo a finaliza-lo que o utilizaria para um deslize lateral para conseguir uma melhor posição para o que desejava.

Caso o inimigo estivesse pronto para um conflito direto e tentasse um ataque, o corpo seria colado ao dele, fazendo assim com que seus ataques fossem curtos e com menos força, mas as regiões expostas para ele fossem duras e pouco úteis em questão de impacto e dano , variando obviamente com base na resistência corpórea do inimigo enfrentado, mas independente da situação seria falando em um tom de berro para meus companheiros, mais precisamente Ryu:


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— “ANAKI-BOY”, ESTÁ NA HORA DE DEVORA-LO, ASSIM COMO IURIA!!!  

Logo em seguida  se o Smash fosse efetivo com a sua finalidade observaria os movimentos do inimigo precisamente, cada movimentos seria meticulosamente calculado antes de ser tomada a atitude de ataca-lo ou mais uma vez distrai-lo, sim distrai-lo pois o deslize do Smash não tratava-se de um deslize rápido auxiliado pela força e a aceleração , mas sim uma distração para virar o inimigo para a minha direção deixando então um ponto cego perfeito para meu irmão e aliado chegar e causar um forte dano e impacto nele para que assim brechas me fossem dadas.

Caso o mesmo não fosse efetivo colado no corpo do inimigo me seguraria colocando minha perna por dentro da perna dele, fazendo assim que caso ele tenta-se me levantar ele teria que me “desenroscar” primeiro, o que pode não só dar brechas muito grandes como também levar tempo o suficiente para que eu soca-se fortemente a região do osso xifoide, o que me possibilitaria um dano direto na região próxima ao esterno, região forte no centro mais sensível nas extremidades, independente do golpe ser funcional ou não falaria em meio a tudo:


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— Você é forte não é mesmo “cordeiro”? Deixe te mostrar o que acontece quando você meche com “ O Touro e o Lobo” ...  

Tentaria manter-me atento a cada movimento proposto pelos meus companheiros e meu irmão, ficaria também em alerta para cada movimento que o inimigo estivesse tentando fazer, brechas deveriam ser aproveitadas, assim como defesas feitas, por isso caso o mesmo tenta-se um ataque direto, seja com suas pernas ou seus braços, tentaria fazer um movimento de golpe para dete-lo e dar um “conter” assim como em golpes anteriormente citado.

Porem como duas situações poderia estar duas vertentes de dois golpes “conters” cada uma possuiriam.  

Caso de frente e/ou com uma situação semelhante onde o contato constante não estivesse acontecendo seria utilizado a estratégia de aproximação circundante, meu jogo de pés faria com que meu corpo para o lado oposto dos movimentos de meu adversário, sempre atento ao cenário ao meu redor para que nenhum ponto fosse me bloqueado de me movimentar e com isso também pudesse sempre dar uma brecha de visão mínima para os meus aliados contra esse inimigo e partindo do principio que o ataque fosse viável atacaria da seguinte forma.

Com os calcanhares como base me moveria em pequenos impulsos para lados aleatórios e nada conexos com os movimentos, mas ainda sim contrário aos de Orfeu, quando próximo o suficiente, ainda na postura como a anterior ( centro de gravidade baixo, corpo compacto e enrijecido e claro com braços colados no corpo e punho semi-cerrados na região da face) iria desferir um jab na direção contrária do movimento do adversário, porem na eminencia pararia e retornaria com um cruzado na região da costela do lado que estivesse, sempre muito próximo ao corpo do mesmo para evitar golpes duros demais e em pontos fáceis demais, e sempre com as pernas cruzadas na dele ( ao menos uma delas ) para que casso um agarramento ocorresse a mesma fosse puxada para trás e com isso criar um mínimo de desequilíbrio para gerar assim uma brecha melhor.

A segunda possibilidade seria a de luta com corpo junto, supondo que a aproximação se daria por contato direto onde os corpos estivessem colados o suficientes e/ou atracados de forma semelhante. Em um caso como esse apenas socos diretos poderiam ser feitos, mas uma resistência física peculiar ajudaria em manter-se firme junto ao corpo do inimigo, por isso seria feita a seguinte estratégia.

Jabs seriam desferidos na região do osso xifoide, assim como um cruzado curto seria desferido na costela baixa ( costela flutuante ), esse golpe seria desferidos em movimentos curtos e compactos, visão não só dar dano mas também fatigar os músculos abdominais, uma forma de “ amaciar “ para golpes mais poderosos depois, a cabeça movimentaria-se de forma a sempre o inimigo ter os olhos focados aos meus, e com isso atrapalhar a visão dos movimentos dos punhos abaixo. Uma postura compacta também seria adotada para caso golpes fossem dados e com isso uma perna também seria acoplada a região de trás da perna do inimigo por meio de extensão e jogo de pernas que teriam como intuito puxar rapidamente a mesma e travar caso o mesmo tenta-se derruba-lo ou levanta-lo.

Todas as possibilidades de golpe e esquiva respeitariam o esquema de danos anteriormente citados, pois assim nenhum musculo seria fatigado em caso de lesão do mesmo.

Enquanto as ações fossem praticadas independente de quais fossem, minha voz ficaria grave e falaria em bom tom para que aquele homem compreendesse com quem estava lidando, não ele não era o inimigo mais forte que enfrentaria e nem de longe seria o maior desafio, mas ele compreenderia que para ELE nós seriamos a sua “ultima dança”, nós o cozinharíamos como cozinhamos um cordeiro e ele seria servido no jantar  :


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–  Se acha que você é forte “Borra Botas”, espere para ver quão supimpa somos quando socamos juntos.

Minhas táticas agora dependeriam de alguns fatores, mas partindo do pressuposto que eles seriam atendidas seguiria com o plano, se os meus nakamas começassem a criar as brechas eu me direcionaria para socar sempre na região aberta, sempre focando em movimentos contínuos e fluidos e claro sempre com defesas físicas aceitáveis, ou seja, sempre visando proteger a lateral do corpo com os braços, sempre fazendo movimentos curtos e balanceados e sempre visando usar um “conter” se for agarrado de alguma forma, batendo em região sensíveis com o outro braço ou ate mesmo com a cabeça se o inimigo me imobilizar nos membros superiores e a cabeçada for plausível.


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Uma outra contramedida valida é a de aproximação circular que continuaria a fazer mesmo que o inimigo tivesse sido atingido e claro meu corpo estivesse livre para isso, o jogo de pernas seria primordial, a velocidade também, por isso cada movimento era  feito com o máximo de cuidado e atenção,  eles também eram feitos de acordo com a movimentação de meus nakamas, afinal era com base neles que as brechas ocorreriam ou seriam proporcionadas, mas era apenas quando o foco do inimigo estivesse em mim que faria a minha próxima ação.

Me colocaria com os punhos cerrados em minha face novamente, analisando com precisão cada movimento que era feito pelo ser para poder executar as suas “investidas”, partindo do pressuposto que todas as ações seriam feitas com a movimentação igualmente feita com as do inimigo, falaria em tom sereno antes de executar mais uam chuva de golpes :


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– Existem dois tipos de inimigos “Borra Botas Osso Duro” , os que você derrota e os que você aprende, bem, fui derrotado na primeira por você, o que acha desse “Segundo Round” eu te ensinar algo?  


Meus calcanhares mais uma vez seriam  os propulsor, mas dessa vez os músculos da perna seriam usados de forma impar, todo o treinamento físico e a aceleração física seria utilizada para aproximar-se do inimigo de  forma nada padronizada, aleatória poderia se dizer se ela não se assemelhasse a um Zig Zag, mas com brechas mínimas, assim como antes a postura de “tartaruga” seria utilizada, mas dessa vez com um pequeno diferencial, o centro de gravidade do corpo estaria um pouco para cima, já que o corpo estaria mais esguio e quando mais próximo do inimigo uma brecha proposital seria dada, a região do abdômen seria aberta mas apenas por pura distração, pois o intuito era com isso fazer com que os golpes irem para baixo, assim a vulnabirilidade do inimigo na região superior estaria maior, pelo tempo de reação e com isso poderia ter uma força e vantagem sobre contra esse poderoso inimigo e mesmo assim seria disparado um soco na região centra da face, visando explodir a região do septo.

Em caso da vulnerabilidade for ineficaz continuaria com o plano, mas dessa vez o soco concentrado seria direcionado na região do baixo ventre mais precisamente do pâncreas, pois danos intenso nessa região podem ser prejudiciais ao metabolismo de um individuo.  As contra medidas de defesa seriam sempre enrijecer os músculos abdominais e proteger o corpo com os braços fortificados nas regiões laterais do corpo e a perna de segurança para caso ele disparasse na minha direção ou no caso tenta-se me levantar, manobra essa idêntica aos das outras já feitas.



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– Aprenda a primeira lição: NUNCA MACHUQUE UM DOS CHAVALIERS!  


bichaelson



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Historico Afro:
 
Citação :


Vantagens e Perícias Utilizadas:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptySex 02 Mar 2018, 09:40




RISE OF THE DRAGON


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Em meio a minha série de ataques enfurecidos, senti como se uma navalha tivesse cortado as minhas costas. Arregalei os olhos sem acreditar no que estava acontecendo e somente após um curtíssimo intervalo de tempo, que mais pareceu uma eternidade, foi que eu percebi o meu erro. Eu tinha sido descuidado, claramente o calor do momento e a raiva tinham nublado a minha visão. Não... Esse não era o único problema. Por mais que seja duro admitir, o meu excesso de confiança também tinha lá sua parcela de culpa.

Nós já não estávamos mais nos Blues onde o nível das batalhas eram inferiores, e embora eu soubesse um pouco dos perigos que me aguardava na Grand Line, eu tinha subestimado os meus oponentes logo no nosso primeiro combate! Apesar disso senti como se meu coração tivesse encontrado um pouco de paz, e toda aquela ânsia e expectativa aos poucos fosse desaparecendo. Minha mente estava mais clara do que nunca.

Trincando os dentes e ignorando a dor pulsante, tentei me virar, mas antes mesmo que pudesse contra-atacar o inimigo era enlaçado pelo pescoço e puxado para trás. Umika-chan tinha chegado bem a tempo, e a sua cobertura tinha sido providencial. Eu já não estava mais sozinho, e ao lado dos meus companheiros senti minha força dobrar.


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- Vocês estão atrasados, Umika-chan, menino Bee! – Sorri voltando minha atenção para os capangas que estavam logo à frente. Um soco no fígado e um gancho foram mais do que o suficiente para nocauteá-los no chão, incapazes de impor qualquer resistência. Olhei para os lados procurando o restante, mas antes mesmo que tivesse me dado conta estes já tinham sido derrotados pelos meus amigos. Somente um restava em pé e de todos, ele era indubitavelmente o mais perigoso: o tal punho titânico!

Movido por uma raiva descomunal, o meu bro atacou de forma impiedosa. Li Wan-chan era minha amiga, mas para o meu aniki ela era muito mais do que isso, ela era sua mulher. Por mais que eu quisesse testar minha força contra o grandão, eu não tinha o direito de me meter nesse combate, a não ser é claro que fosse preciso.

Não era raro ver o meu irmão utilizar suas técnicas mais poderosas, entretanto, usá-las no primeiro ataque não era algo comum, isso só mostrava o quanto ele estava puto. Cruzando os braços, sorri achando que a vitória já era garantida, e pacientemente esperei que o inimigo fosse abatido como gado. Infelizmente o maldito punho titânico destruiu todas as minhas expectativas. Não apenas ele segurou os golpes do meu aniki, como também contra-atacou em um curtíssimo espaço de tempo.

Descruzei os braços sem sentir, e com os olhos arregalados observei o meu irmão ser arremessado para longe como se não fosse nada. Nós tínhamos cometido um erro novamente, e por mais que a aparência do inimigo fosse ridícula, sua fosse era real e assombrosa. Recuperando-me do choque do momento, olhei na direção do meu irmão. Se fosse eu recebendo esse golpe... As consequências seriam terríveis!

Nada bom nada aniki! Por mais que eu não queira interferir nessa batalha, eu não sei se vou conseguir ficar parado só olhando. Só de olhar para vocês eu já estou empolgado. Levante-se aniki! Com esse seu corpo, mesmo que o soco tenha sido uma verdadeira pedrada, você deve está bem não é mesmo? Não me diga que você quer uma mãozinha?


- Oee, aniki, você está bem? Quer que eu troque com você? – Gritaria com um tom relaxado levando as duas mãos ao redor da boca. Apesar do supapo, eu tinha confiança de que meu aniki não tinha recebido nenhum dano crítico. É duro admitir, mas comparado com o meu corpo, o do aniki é uma verdadeira rocha! No entanto, sejamos sinceros, com essa simples troca de golpe eu podia perceber o quão poderoso era o inimigo, e ainda que meu bro segurasse bem o “tranco”, uma hora ele iria ceder.

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- Umika-chan, menino Bee, vão se preparando. Vocês já devem ter notado, mas muito provavelmente esse não é um oponente que o aniki possa vencer sozinho – Caminharia lentamente em direção ao punho titânico e fazendo uma breve parada olharia para os meus dois companheiros com o canto dos olhos. A severidade em meu semblante demonstrava bem a situação em que nos encontrávamos.

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- Eu irei atacá-lo junto com o aniki, enquanto vocês aproveitam as brechas. Umika-chan... Se você conseguir pará-lo nem que seja um único segundo com seu chicote, eu não irei desperdiçar a oportunidade. - Em meio aos escombros e poeira, o meu irmão se levantava exibindo um sorriso sádico. Ainda que as circunstâncias fossem desfavoráveis ele permanecia resoluto, mostrando empolgação. Pelo menos ele tinha tomado a sua decisão inteligente ao me incluir na batalha.

De fato eu estava louco para devorar esse desgraçado. Qual punho mais forte? O meu, ou o dele? Senti-me como se estivesse na selva, e a minha frente a presa dava as caras. Ele podia ser feroz, bruto, mas eu era o rei! Quando meu aniki avançasse tomando a frente da batalha, eu também me moveria com os punhos cerrados.

Pisei forte no chão separando uma perna da outra, e flexionando os joelhos pendi o corpo para frente preparando-me para o impulso. Os braços a frente do corpo adotavam a pose ortodoxa de um boxeador, e com os cotovelos apontados para baixo protegeria pontos vitais do meu tronco. Minha defesa era sólida, mas eu tinha consciência que ela não se comparava nem um pouco com a do aniki. Meu foco era a velocidade.


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- Parece que você está se divertindo aniki. Punho titânico, ou seja la qual for o seu nome, está na hora de você conhecer o que é um soco de verdade. – Com um sorriso no canto dos lábios esbanjei confiança em minhas palavras. Partiria em velocidade permanecendo nas laterais do meu inimigo, sempre atento aos meus arredores e a qualquer ataque surpresa. Eu não cometeria o mesmo erro da outra vez.

Em meio ao trajeto, gingaria o meu corpo de um lado para o outro, enquanto meus olhos afiados permaneciam focados no corpo do meu inimigo. O homem em questão se vangloriava dos seus punhos, mas isso não quer dizer que ele não tentaria um ataque por baixo. Captaria cada músculo dos braços e pernas tentando “ler” cautelosamente os movimentos do desgraçado. Embora aniki fosse enfrentá-lo cara a cara, eu não podia ser descuidado.

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- Se você é o punho titânico, então eu sou o punho destruidor!



Rapidamente prepararia minhas manobras defensivas em caso de ser alvejado. Quando um soco viesse na minha direção, seja de direita ou de esquerda, usaria a força das pernas para ir para o lado “aberto”. Se ele socasse com a esquerda automaticamente me moveria para direita do oponente, e “passando” pela extensão do seu braço aproveitaria a brecha para iniciar o meu contra-ataque. Ele era mais alto do que eu, o que tornava essa postura perfeita para acertá-lo de cima para baixo. Com um gancho curto de direita tentaria acertar o centro da axila que é considerado um lugar frágil do corpo, além de possuir uma artéria extremamente importante e sensível. Se ele socasse com a direita, executaria o mesmo movimento descrito a acima, só que do outro lado. Caso meu golpe encaixasse, e o oponente balançasse para frente, usaria este momento para desferir o meu White Fang. O uppercurt seria de esquerda mirando no queixo, enquanto que o overhand seria de direita mirando a parte lateral do crânio.

Na iminência do oponente desferir socos consecutivos, tentaria me esquivar usando minhas pernas para me mover de um lado para o outro, balançando o corpo de maneira natural e relaxada. Se os golpes fossem mirados na cabeça, apenas usaria o movimento dela para me esquivar, poupando assim energia. Quando tivesse a oportunidade em meio à investida do inimigo, utilizaria a estratégia descrita acima.

No caso de chutes laterais que visassem meu tronco ou cabeça, me agacharia, e girando o quadril daria uma rasteira acertando a parte traseira do joelho com minha perna direita, tentando fazer o oponente cair ou até mesmo perder o equilíbrio. Em meio a queda, flexionaria os meus joelhos, e impulsionando-me com tudo de baixo para cima, usaria o White Fang. O uppercut seria de esquerda mirando o queixo, enquanto o overhand de direita que o sucede alvejaria a parte lateral do crânio. Caso o chute fosse baixo, saltaria, e em pleno ar giraria o meu corpo tentando acertar a nuca do oponente com o peito do meu pé. Se funcionasse e a sua defesa enfraquecesse, usaria o White Fang de acordo com o movimento descrito acima.

Naturalmente, havia também a possibilidade do desgraçado me ignorar. Nessa situação observaria cuidadosamente tanto o seu movimento quanto o do aniki, e assim que uma brecha pudesse ser explorada começaria a minha investida. Caso o estivesse suscetível a um ataque, lançaria um direto de direita bem no fígado. Meu soco de direita seria curto e sem muito balanço, algo extremamente compacto e que não comprometesse minha defesa. Vendo que o golpe tinha acertado, usaria o White Fang conforme descrito acima. Caso a abertura fosse na cabeça, efetuaria a mesma estratégia descrita, mudando é claro o primeiro golpe para um direto de direita bem no meio da cara.


White Fang:
 



Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptySex 02 Mar 2018, 19:43

Acostumando com o novo nível

Buzz


Havia conseguido exercer meu principal papel ali. Antes de um combatente, era um médico e isso não iria mudar se dependesse de mim. Enfermos sempre seriam prioridades, principalmente em situações como essa, onde eu poderia contar com o apoio dos demais para conseguir fazer o necessário. Ver aquela garota tão extrovertida desacordada e ferida não extraía nenhum sentimento bom de dentro de mim. E agora que sua condição já estava estável, não precisava mais forçar minha calmaria. Para descontar um pouco da minha raiva, parti para cima de seus capangas, ajudando Umika e Ryu a incapacitá-los para que não dessem auxílio a seu chefe. Mesmo restando apenas um, ele parecia ser um desafio muito maior do que os outros. Não sentia seriedade em seus golpes, o que poderia indicar que ele apenas estava brincando quando desferiu os golpes em Allan. Se isso fosse mesmo verdade, seria necessário que pelo menos três de nós lutassem juntos para tentar derrotá-lo. Felizmente, haviam quatro de nós ali. * Por mais que eu não queira que ela se envolva nessa luta, incluí-la na equação só aumenta nossas chances de sucesso. Eu só tenho que manter ele afastado dela e vai dar tudo certo. *

Olharia em volta com olhos atentos e curiosos. Havia algo que poderia me ser útil por ali, lembrava de tê-lo visto. Um item, uma arma, sim, uma adaga. O último homem a me atacar portava uma dessas, e era isso que eu justamente buscava. Procuraria rapidamente pelo objeto e caso o achasse pegaria com a minha mão direita. Gostaria que houvesse um pouco mais de tempo para que eu pudesse olhá-lo melhor, porém não tinha tal privilégio. Então, apenas procuraria segurar seu cabo com firmeza e levantaria a minha base para me preparar para o ataque. Naquele momento, acho que todos compartilhavam o mesmo pensamento quanto à situação: Um ataque em conjunto deveria ser feito. Isso ficou ainda mais evidente quando Ryu disse que ele e Jacob atacariam, enquanto eu e Umika ficaríamos à espera de uma oportunidade. Não havia nenhuma reclamação ou observação a ser feita ao plano. Tinha a liberdade que queria para agir e estudar o adversário e a jovem não teria que se arriscar tanto. Acenaria com a cabeça positivamente para o loiro, afim de indicar que eu havia entendido o plano. * Não acha que é a minha hora não? É chato ficar só olhando. * * Não. Eu quero dar uns bons golpes nele para descontar aquela merda toda. * * Cara, eu também achei uma merda ele ter batido na menininha. E você já tá há um bom tempo no controle, eu tenho prioridade. * * Só mais um pouco. Me deixe ficar mais um pouco e eu compensarei esse tempo. * * Hmmmmmm... Você tem mais um post e depois eu assumo. * * Um o que? * * Não se faz de besta e vai lutar. *

Não era a primeira vez que Staz falava algo do qual eu não tinha a menor ideia, então não foi difícil apenas aceitar isso e seguir em frente. O mais importante é que havia conseguido um pouco mais de tempo para tentar dar um chutão naquele idiota. O que faria a partir dali dependeria fortemente de como os outros dois estavam lidando com a situação e de como o inimigo reagia aos ataques deles. Pouco a pouco, iria me aproximando do combate entre eles e manteria os olhos atentos principalmente nas ações do grandalhão, me afastando uma distância proporcionalmente igual a que ele avançasse para perto de mim. Pararia a uma distância segura em que conseguisse enxergar o cenário e não estivesse longe demais caso precisasse aproveitar uma chance e tivesse de alcançá-los rapidamente. Tentaria de preferência nunca ficar totalmente de frente para ele, buscando sempre estar atrás dele ou em um de seus flancos. Quando percebesse que Allan ou Ryu fossem atacá-lo, me moveria rapidamente na direção das suas costas e miraria na parte inferior do seu corpo. Se eu acabasse o surpreendendo ou o desequilibrando, poderia fazer com que um deles acertasse o golpe. Mesmo tendo em mente que provavelmente ele provavelmente não estaria atento à minha movimentação, ficaria pronto para desviar do que quer que ele tentasse fazer para me bloquear. Se ele tentasse me acertar com um golpe que visasse da minha cintura para cima, jogaria a parte superior do meu corpo para trás e deixaria que a parte de baixo deslizasse, aplicando um chute com a sola do pé em uma de suas pernas. Caso o ataque visasse a região inferior do meu corpo, aproveitaria minha velocidade para saltar, ao mesmo tempo em que rotacionaria meu corpo e aplicaria um chute na lateral da sua cabeça, na altura dos olhos. Caso conseguisse acertar efetivamente algum desses golpes, complementaria com um chute frontal na altura de seu estômago e pularia rapidamente para trás, me afastando do inimigo logo em seguida.

No caso dele ignorar os outros dois e vir para cima de mim, tentaria escapar dele usando minha velocidade, sempre me movendo à uma distância segura de ambas as garotas. Porém, se ele fosse tão rápido quanto eu ou até mais rápido, deixaria a fuga de lado e confrontaria-o. No caso de golpes verticais ou retos, desviaria para a direita com um curto e rápido pulo que seria complementado com um chute lateral em suas costelas. Se ele me atacasse com algum ataque horizontal acima da linha da minha cintura, esticaria minha perna esquerda para frente e escorregaria meu corpo um pouco para trás, deixando-me "cair" enquanto apoiava-me com o auxílio de ambas as mãos. Feito isso, giraria meu corpo no próprio eixo e aplicaria um chute horizontal na altura do joelho do adversário. Caso o ataque fosse abaixo da linha da cintura, procuraria notar se eu conseguiria alcançar seus chifres com as mãos. Caso notasse ser possível, pularia e agarraria o par, utilizando-os como apoio para finalizar o movimento: Um mortal frontal que faria com que eu acabasse em suas costas. Dando certo, tentaria cravar a adaga em suas costas umas duas vezes, caso a tivesse, ou apenas aplicaria uma joelhada na base do seu tronco, empurrando-o logo em seguida enquanto pularia para trás, tomando distância. Se eu notasse que não conseguiria agarrá-los, apenas daria um mortal simples para o lado do qual o golpe estivesse vindo. Após isso, daria uma estocada rápida em direção à sua cabeça, no caso de ter conseguido pegar a lâmina, ou um chute ascendente visando acertar a lateral de seu corpo. Para golpes diagonais descendentes, eu inclinaria meu corpo ao mesmo tempo que me moveria um pouco para o lado equivalente de onde o golpe teve origem. Logo que o ataque passasse por mim, já estaria pronto para atacar girando meu corpo para trás e chutando o adversário com a sola do meu pé. Para os golpes diagonais ascendentes, me moveria rapidamente para o lado oposto de onde o golpe tivesse origem com meu corpo inclinado. Em contra-ataque, traria a perna respectiva ao lado para o qual fui e chutaria a parte abaixo das suas costelas. Tendo conseguido ou não fazer algum desses ataques, sairia de perto do inimigo e iria para junto dos outros dois, buscando reganhar a vantagem numérica.

No caso de notar que ele estivesse indo para cima de Umika ou até para perto do balcão onde Li Wan estava se recuperando, usaria minha velocidade máxima para alcançá-lo, e assim que o fizesse daria meu chute mais forte na região abaixo de seu joelho. Se tivesse sucesso, e talvez um pouco de sorte, isso faria com que ele ficasse com sua mobilidade um pouco reduzida. Se ele estivesse indo para cima da mink, diria. - Aqueles que estão feridos não tem nada a ver com essa luta. Como médico, tenho que manter a integridade física e mental dos meus pacientes. - Já caso ele estivesse indo para cima de Umika, falaria com um tom de ódio profundo e um olhar penetrante no rosto. - Para onde pensa que está indo? - Se ele insistisse em tentar chegar até uma delas, continuaria desviando do jeito citado anteriormente se ele tentasse me atacar. Já se ele não tentasse, eu o atacaria com uma série de chutes visando joelhos, coxas, lateral do abdômen, peito, rosto e o que mais estivesse ao alcance das minhas pernas. Tudo isso era em prol de chamar sua atenção, fazer com que ele fosse atrás de mim e não delas. Caso ele mordesse a isca, me moveria para o lado de Jacob e Ryu para continuarmos o embate. Durante a luta, manteria sempre uma distância segura para evitar confronto direto ou atrapalhar algum dos ataques dos dois caras. Percebendo alguma distração por parte do chifrudo, não perderia tempo e atacaria com um chute circular utilizando meu calcanhar.

Perícias:
 

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptyDom 04 Mar 2018, 21:45




Segundo round!


  • Todos


Sem dúvidas Orfeu era muito mais poderoso que seus capangas, pois facilmente haviam subjugado Jacob, que havia avançado contra o mesmo. Todos os capangas haviam caído, e agora restava somente o líder, que seria duto na queda. - Bando de inúteis. - O Punho Titânico murmurou, vendo seus capangas caídos. - Parece que eu vou ter que dar uma lição em vocês eu mesmo. - Depois de dizer algumas palavras, Jacob avançou com tudo, em posição defensiva, na direção do adversário. Orfeu se preparou e desferiu um soco contra o boxeador, mas ele estava preparado e conseguiu amortecer o impacto com seu braço, ficando somente com um vermelho e dor no braço direito. Aproveitando a oportunidade, ele colocou seu corpo colado com o do Punho Titânico, de modo a diminuir as possibilidades de ações do mesmo, e colocou sua perna entre as do homem, de modo que recuar iria desestabilizar sua base.

Entretanto, Orfeu não recuou, e com suas duas mãos ele segurou os braços de Jacob com força, para que ele não pudesse atacar, e torceu os mesmos, causando uma pontada de dor no cozinheiro. Mas Jacob estava preparado, e deu uma cabeçada com tudo nele, de forma rápida e eficaz. Sangue escorreu do nariz do mesmo, que teve soltou Jacob por um instante graças ao susto do impacto e deu um passo para trás. Não só a perna de Jacob estava lá para atrapalhá-lo, como Umika havia enrolado seu chicote na perna direita dele, assim, aquele único passo fez ele cambalear para trás e quase cair.

Enquanto Orfeu se desequilibrava, Buzz e Ryu viram ali a chance para entrar na bruga, e cada um fez seu próprio ataque. Tetsuya se aproximou e deu um forte soco contra o sovaco dele; ao menos tentou, pois no último instante ele fechou o braço direito, prendendo a mão do mesmo que muita força. Quanto mais ele apertava, mais dor ele sentia, e de repente, logo antes de ele finalmente soltar, Ryu conseguiu ouvir (e sentir) estalos, o que significava que ele havia torcido suas articulações. Uma dor forte foi sentida assim que se viu livre, mas nada que o impedisse de lutar.

Por sua vez, Buzz deu um chute contra as costas do home, que deixou uma marca vermelha, apesar de não parecer ter dado tanto dano. Logo que soltou Ryu, Orfeu virou-se para o médico com expressão de raiva, e desferiu um soco na direção de suas pernas. Buzz rapidamente saltou e tentou dar um chute contra o rosto do homem, mas com a outra mão, a esquerda, ele segurou a perna do garoto e o girou, fazendo-o bater não só contra Umika, mas também contra Jacob e Ryu, lançando todos para longe, e fazendo com que os quatro caíssem juntos, alguns metros depois, como uma massa embolada de corpos doloridos.

Mesmo os quatro juntos tentando encurralar ele, Orfeu resistia e dava um jeito de virar o jogo novamente. Aquela batalha seria muito mais difícil do que eles esperavam, e mais do que tudo precisariam bolar um plano. - Se vocês se ajoelharem, pedirem perdão e beijarem meus sapatos, talvez eu pense em perdoá-los. - Disse o Punho Titânico, se aproximando lentamente dos quatro piratas caídos. - Talvez.



Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptyTer 06 Mar 2018, 04:03

Trio Monstro!

Cada soco um peso, cada chute uma historia.






—Hehehe...  

Eu sorria, não tinha como não sorrir, era a primeira vez que depois de tantas dores que eu tinha o prazer de dizer para a minha pessoa que tinha ficado mais forte, não, não tinha um soco capaz de dilacerar um homem, ainda não, mas eu compreendi que nem toda força vinha de socos dados. Ao meu lado no chão estavam meu irmão, Umika, Buzz, aliados valorosos que eram uma força conjunta sem igual e a nossa frente encontrava-se Orfeu, o nosso mais novo desafio de viver ou morrer. Em momentos como esse eu apenas trocaria socos ate a morte, mas lembra que falei de força e ficar forte? Pois é, eu aprendi a pensar.

Meus braços foram torcidos, isso era algo complicado, os danos poderiam ser mais graves do que eu pudesse imaginar, então tomaria uma contramedida já pensada anteriormente, distribuiria o peso, balanço e força nos ombros, assim as dores poderiam ser aliviadas caso a tensão e lesão não fossem tão profundas ao ponto de imobilizarem o braço, era uma decisão que tomei, pois o inimigo se aproximava e bem, parecia que as coisas começariam a ficar um pouco mais divertidas dessa vez.

Minha mão foi esticada para meu irmão ao solo, meu olhar para ele ignorava as palavras de Orfeus, aquele homem era um boçal, era forte, mas não tinha o que era mais importante para vencer, ele não tinha aliados, amigos, ele não tinha uma real família. A mão estendida indicava uma velha frase que eu e meu irmão seguíamos a risca
”Nunca se fica caído na frente de duas coisas: Um broto e um desafio” um gesto que meu irmão compreenderia, se o mesmo ainda lembrasse de nossas conversas e foi olhando meu inimigo aproximar-se que pude sentir a excitação tomar conta de meu corpo novamente.


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—Hei Hei “Anaki-boy” e  “Buzz-Boy”, acho que as coisas começaram a ficar interessantes, ele acha mesmo que vai levar essa “transa” para casa.

A quem eu queria enganar, ele era forte, ele de fato poderia levar essa para casa, mas eu sabia, eu tinha a certeza no meu mais fundo amago que ele ate poderia levar, mas não iria inteiro para casa com essa vitória, afinal, ele tinha batido em Li-Wan, ele tinha ferido a moça que um dia foi minha, ele não sabia com quem estava mexendo. Meu olhar agora era sério na direção de nosso oponente, seu corpo era para mim como um mapa, sua postura um verdadeiro show de possibilidades, mas sinceramente? Dele eu só queria a dor e o sofrimento que lhe causaria.

De costas para os meus aliados e amigos, após ter tentado levantar meu irmão com minha mão estendida, observei meu inimigo aproximar-se passo a passo, Orfeus era um verdadeiro monstro, mas ele teria o prazer de conhecer o nosso pior lado e os poucos que conheceram descobriram que foi a sua pior escolha. Meus músculos se enrijeciam enquanto nosso inimigo caminhava lentamente na nossa direção, não precisava de pressa, não, aquele inimigo precisava de tempo para compreender quem estava enfrentando e nós precisávamos de tempo para uma estratégia eficaz e foi por isso que de costas para meus companheiros falaria:


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— Temos de “ dar uma corsa” nele “Bros”, conto com vocês para “amaciarem” esse imbecil.

Meu irmão sempre me compreendeu muito bem, talvez por essa capacidade única que escolhemos ser irmãos por um laço maior do que a própria capacidade sanguínea e por isso quando tomo uma ação como essa talvez seja para ele uma afirmação velada de meus intuitos. Eu estava disposto a sacrificar ate mesmo o ultimo musculo do meu corpo para que esse homem fosse derrotado, meus passos começariam a serem dados, meu inimigo queria mostrar-se capaz então seria com essa mesma postura que o confrontaria. Tudo era muito tenso, cada musculo tinha que estar preparado para o impacto, por isso os braços também estavam prontos para reagir e era próximo o suficiente de vê-lo começar a reagir que falaria:

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—  Eu te dei a chance de apanhar e aprender que não se bate em um “broto”, mas você não escutou então, está na hora de aprender uma lição ainda pior.


Caso o ataque viesse de seus braços tentaria os defender com a minha postura de tartaruga antes já utilizada, com os braços colados no corpo criando uma maior defesa para os órgãos vitais e deixando apenas as partes duras a mostra, contando assim com a minha resistência para o impacto que ocorresse, uma outra contra medida também seria tomada, ao termino do golpe ou na ausência dele um “Clinch” seria dado, para que assim o corpo grudasse por completo, fazendo assim com que o torço dele estivesse “ imobilizado “ para fins de locomoção de golpes, a perna também se manteria entre as dele, fazendo assim o “clinch” ser não só um agarrão tradicional do box, mas um incomodo de locomoção ou ate mesmo um anulador de movimentos dos membros inferiores.

Caso a aproximação de um “Clich” fosse impossível pela movimentação corpórea do inimigo ou difícil acesso de encontrar uma posição para tal, a defesa de tartaruga continuaria para qualquer eventualidade que surgisse referente a golpes diretos e uma investida seria feita com o máximo de aceleração possível visando a parte do baixo ventre do corpo de Orfeu, a posição tomada seria a de baixo centro gravitacional o que faz com que o corpo estivesse inclinado e o soco partisse de um ângulo baixo, fazendo com que os braços só fossem agarrados em caso do corpo ser previamente levantado, seria essa a contra medida principal para os golpes desferidos:


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— E agora, irá se arrepender.  

Caso o “Clich” fosse efetivo um golpe lateral tentaria ser dado na região abdominal baixa, abraçado partes sensíveis como essa são mais expostas principalmente para o “Clinchador” que abraça a parte inferior dos braços e a região sem proteção óssea encontra-se mais visível a seus golpes, a região pâncreas e baço seriam as mais visadas, pois assim danos mais intensos poderiam ser dados, pois mesmo que o corpo fosse resistente a fadiga que o musculo sente por socos contínuos ou fortes demais na fibra podem causar danos intensos. Porem uma abertura como essa também é preocupante e por isso nunca em hipótese alguma eu iria atacar no lado protegido ou desprotegido, sempre brecando o ataque caso o inimigo tenta-se me desestabilizar e cruzando a perna na dele para que ambos fossem ao solo caso algum movimento inferior ou de agarro ocorre-se, reagindo ate mesmo com uma cabeçada novamente se fica-se completamente imobilizado e em posição para isso.

Caso o caso de agarrar fosse bem sucedido e/ou caso a finta lateral de dano  funcionasse agora partiria a dar um golpe mais direto, um soco aberto, visando sim deixar brechas abertas para que ele pudesse ir nessas mesmas, sempre com um braço pelo menos preso em seu corpo, o intuito disso era, nunca em hipótese alguma soltar o inimigo por completo, mesmo que para isso eu tivesse de sacrificar meu braço para segura-lo, entretanto todo meu corpo estaria rígido e preparado para golpes diretos, levantamentos e torções repentinas:


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— ESSA É POR VOCÊ SER UM “BORRA BOTAS”!  

A minha irá talvez estivesse trespassando de mais, aquele ser me exigia fazer algo que a muito eu não fazia, ir com tudo ou com nada para meu adversário, defender-se era importante, mas infelizmente ele era mais forte e mais rápido em muitos aspectos, o que eu podia contar era com a minha resistência, mas chega de usa-la como defesa, está na hora de usa-la como ela deve ser, “o impecilio para nunca me parar” e é sendo isso que eu começaria a minha nova saraivada de ações. Supondo que a funcionalidade de uma das duas vertentes citadas ( ou semelhantes ) me desse brecha o suficiente para essas ações, meu corpo gingaria um pouco com o dele ainda colado no meu, os braços prenderiam na parte de trás do corpo, e a parte do pulmão seria exposta devido a inclinação, tentaria ao máximo manter essa posição por alguns poucos segundos, pois seria a melhor oportunidade que meus companheiros teriam de deixa-lo sem ar.


Caso não fosse possível nenhuma delas, a ação tomada seria simples, o ombro apoiaria-se próximo ao osso xifoide, o “Clinch” seria a opção caso o mesmo avança-se mas caso não, um soco rotacional vindo de uma lateral baixa viria com toda a velocidade, a postura de tartaruga manteria a formação compacta e o soco seria tão compacto quanto, pronto para causar apenas um dano e efeito de “Broca” como era de se esperar e assim gerar mais dano no físico do inimigo. Porem toda essa ação só seria feita com a precisão reta e veloz devido a minha aceleração se/ou uma brecha plausível surgisse devido aos ataques de meus companheiros:


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–  ESTÁ NA HORA DE CONHECER A NOSSA “CHAPA QUENTE”, O NOSSO TRIO MONSTRO!!!

Nesse momento toda a minha irá e verdade estava imposta nas palavras, ele iria conhecer o trio que sozinho derrotou os Staren, que dominou uma máfia, que enfrentou marinheiros, mafiosos, bestas colossais. Não perderia meu tempo e logo que tivesse a oportunidade fecharia a posição da tartaruga o segurando da maneira mais eficaz que fosse possível dentro de minhas limitações, uma perna estaria abaixo da dele, o corpo junto o máximo possível, braços ao redor segurando em seus pulsos firmemente e acima de tudo, ombros colocados abaixo, impedindo que golpes para baixo não fossem tão fáceis de serem feitos, era uma aposta de tudo ou nada.



bichaelson



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Historico Afro:
 
Citação :


Vantagens e Perícias Utilizadas:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 3 EmptyQui 08 Mar 2018, 15:02

Mudando de perspectiva


Buzz



Não era o bastante. Mesmo com nós quatro, ainda não era o bastante. Jogado ao chão, sentia meu corpo doer por conta do impacto contra os corpos de meus companheiros. O primeiro pensamento que cruzou minha mente foi confirmar se todos estavam bem. Os olharia de cima a baixo, procurando algum ferimento visível em seus corpos que tivesse que ser imediatamente tratado. Mas obviamente minha preocupação maior era com a garota, cuja resistência física ainda não conhecia. Direcionado a ela, perguntaria. - Você está bem? - Caso ela dissesse que sim, esboçaria um sorriso de leve e começaria a me levantar, estendendo minha mão até ela para ajudá-la a levantar. Já se ela dissesse que não se sentia muito bem, poria uma mão sobre seu ombro e diria com um tom sereno em minha voz. - Fique aqui e evite se mexer. Quando a luta acabar, eu venho tratar você, ok? - Com isso dito, levantaria-me e encararia o inimigo com meus punhos cerrados e meus olhos semicerrados. De pé, de frente para o oponente, sentia um leve tremor em meu braço. Raiva? Nervosismo? Medo? Talvez a explicação para isso fosse mais simples. Não era apenas uma singular emoção, e sim uma mistura de muitas que fluíam pelo meu corpo. Era um adversário formidável, tinha de admitir. Porém, toda a raiva e desprezo que sentia por ele fazia um belo contraponto à minha hesitação e me empurrava para frente, para a batalha. - Umika, você pode auxiliar o Jacob? Apesar da resistência dele, ele foi o que mais tomou golpes. Mas não tente nada perigoso, por favor. - Nem bem havia pensado em avançar, ouvia em minha cabeça a velha voz conhecida. * O seu tempo acabou. *

Pego de surpresa, ficava estático. Só haviam passado alguns poucos minutos desde que ele havia "estendido" o tempo que eu tinha antes de trocarmos, e agora ele cobrava o controle que ele queria. * Não, ainda não. Ainda é só o começo, não posso... * * Eu te disse que era só um post, não disse? Além do mais, você acertou o golpe que queria nesse cara, deveria estar feliz. * * Por que ficaria feliz em uma situação dessas? * * Ora, mas é óbvio! Agora que eu vou assumir a luta, suas chances de vitória aumentaram exponencialmente. Não era isso que você queria desde o começo? Uma vitória sem vítimas do seu lado? * * O que eu queria era lutar minhas batalhas e vencer com minha própria força, sem perder ninguém. * * Se serve de consolo, o corpo também é seu, então a vitória é dividida por nós dois. As coisas nunca são o que queremos, no final. * Por alguns breves segundos, silêncio. E ao contrário do que geralmente acontecia, fui eu quem o quebrou ao final. * Não a assuste. * * Não prometo nada. * Baixo, deixaria escapar dos meus lábios. - Até mais tarde. - E novamente, aquela breu que já era característico começou a se formar em frente aos meus olhos, aumentando gradativamente até que tudo se tornasse preto.

Staz


Mexeria os dedos das mãos e dos pés em movimentos sincronizados, sentindo cada músculo que se movia junto. Enfim, um pouco de ação. Vocês não tem ideia do que é não poder fazer nada além de falar e observar um virjão fazer o que bem entender com seu corpo. O tanto de chances que esse nego desperdiçou com toda certeza não está escrito nas estrelas. Daria alguns pulinhos leves para me acostumar com o peso do corpo e o movimento das pernas, enquanto esticava os braços À minha frente, alongando os músculos. Após isso, deixaria minhas pernas esticadas e tentaria tocar a ponta dos pés com meus dedos e depois elevaria meus braços para cima, apontando para o teto. Por fim, envergaria a parte superior do meu corpo para frente e juntaria ambos os braços ao meu peito por alguns segundos, antes de jogar cuidadosamente a parte superior do meu corpo o mais para trás que conseguisse, lembrando de manter o equilíbrio do corpo nas pernas para não cair. Junto a isso, esticaria meus braços para os lados e deixaria os dedos médio e anelar de ambas as mãos abaixados, enquanto os outros estariam esticados. Do fundo dos meus pulmões, soltaria o ar em um grito singular. - WRYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY! -

Endireitaria meu corpo e olharia em volta rapidamente, apenas para checar como tudo estava antes de partir para o ataque. É crianças, eu não sou só um rostinho bonito e agressivo. Viraria meu rosto rapidamente para Ryu e diria. - Cada um de um lado, assim ninguém se atrapalha muito. Cuidado pra ele não pegar ninguém e dar uma de Indiana Jones de novo. - Endireitando a postura, daria um grande sorriso e começaria a andar calmamente na direção do adversário. * Então, se a gente se humilhar, você deixa a gente vivo? Por que eu não consigo acreditar nisso? E mesmo se fosse verdade, eu tenho um código restrito de nunca me ajoelhar para um cara seminu com chifres. Nada contra sua sexualidade, não vem querer meter o louco e jogar um processo pra cima de mim. À propósito, acho que não fomos apresentados formalmente. Meu nome é Staz e o dono do corpo é um moleque chato chamado Buzz. Prazer em chutar você! * Deixaria os dedos indicador e médio levantados em ambas as mãos e balançaria para ele, fazendo o sinal de vitória. Percebendo uma aproximação ou caso eu estivesse chegando perto, levantaria a guarda dos meus braços e começaria a caminhar para a direita, em direção a sua lateral. O primeiro movimento seria meu, avançando para seu flanco esquerdo rapidamente, porém sem correr em minha velocidade máxima. A ideia era conservar minha energia para usá-la em esquivas e ataques, ao invés de ficar jogando fora em aproximações. Estando próximo o suficiente dele, sendo por conta da minha aproximação ou de seu avanço para me atacar, manteria os olhos no ataque que ele executaria ou em sua movimentação defensiva, apesar de achar que ele provavelmente me atacaria primeiro. Sei lá, ele encaixava no estilo "burro e bruto". Se ele não me atacasse, seria melhor ainda. Observaria as partes que ele estaria movendo para realizar alguma defesa, mas mesmo que não notasse isso, meu plano de ação seria o mesmo. No caso dele não me atacar durante a aproximação, faria um movimento indicando um chute lateral com minha perna direita que iria de encontro à sua cabeça, porém giraria um pouco minha perna esquerda em sentido anti-horário e mudaria a trajetória do chute, mirando seu quadril.

No caso dele tentar me acertar com algum golpe reto ou vertical durante minha investida, pularia rapidamente em diagonal para minha direita, me apoiando no pé de mesmo lado e com meus braços formando um "X" em minha frente, para caso ele conseguisse prever meu movimento e tentasse me atacar. Percebendo um segundo ataque, daria um novo pulo em diagonal para a direita, buscando alcançar um ângulo em que fosse complicado para que ele conseguisse executar algum golpe eficaz. Feito isso, ou no caso dele não ter tentado um segundo ataque, levantaria minha perna esquerda e pularia com minha perna direita, baixando automaticamente a oposta para servir de apoio e aplicando um chute em seu pescoço com a perna que usei no salto. Após isso, baixaria minha perna e daria um salto para trás seguido de um para a direita e um outro para frente, porém este seria feito com meu corpo inclinado para frente, tendo meu braço esquerdo próximo ao chão e o direito em diagonal próximo ao meu rosto, porém, sem bloquear minha visão. Abaixando ainda mais o meu corpo, colocaria minha mão esquerda no chão a minha frente e avançaria minha perna esquerda de modo que ela ficasse quase ao lado da mão. Giraria meu corpo em sentido anti-horário e aplicaria um novo chute horizontal com a perna direita na altura de seu joelho. Aproveitando a base que tinha com a perna e o braço esquerdos, poria a outra mão no chão e impulsionaria a parte inferior do meu corpo com a canhota, usando meu equilíbrio para me sustentar apenas com meus braços enquanto juntaria minhas pernas próximas ao meu tórax e usaria ambas para chutar meu oponente em seu abdômen. Usaria a força do impacto para lançar minhas pernas por cima do restante do corpo, finalizando o movimento de um mortal de costas. Por fim, daria um salto para frente, seguido de um rolamento para ganhar algum espaço e me viraria imediatamente para meu adversário, mantendo a guarda alta e preparado para recuar na iminência de um ataque.

No caso de ataques horizontais acima da altura do meu estômago, jogaria-me para frente e usaria um rolamento para diminuir o impacto que teria com o chão. Completaria o movimento me erguendo rapidamente e aplicando uma joelhada em sua barriga. Com as mãos, aplicaria um golpe de mãos abertas nele, para empurrá-lo para trás. Me moveria em direção aos meus companheiros para que um deles retomasse a atenção do oponente e circundaria seu corpo para voltar ao seu flanco esquerdo. Novamente posicionado, avançaria e ao me aproximar começaria a me abaixar um pouco. Então, jogaria-me frontalmente usando minhas pernas (aqui referida como a parte abaixo do joelho) e joelhos para deslizar, ao mesmo tempo em que deixaria minha parte superior quase arrastando no chão. Em um movimento rápido feito antes mesmo da minha velocidade começar a diminuir, giraria meu torso e poria ambas as mãos no chão, porém ficando com o corpo virado lateralmente. Usando os braços e a perna esquerda como apoio, daria uma sequência de chutes rápidos nas pernas do inimigo tentando ao máximo acertar o mesmo lugar ou o mais próximo possível a ele. Feito isso, terminaria de rotacionar o meu corpo e me ergueria, dando uma leve corrida para frente de modo a ganhar um pouco de distância para não ser pego desprevenido. Viraria-me para frente e respiraria fundo, mantendo um ritmo constante e em teoria calmo para não acabar hiperventilando. É, eu tô cheio de palavras bonitas hoje.

Para os casos de ataques horizontais abaixo da altura do meu estômago, saltaria por cima do golpe em um movimento de mortal indo para o lado do qual o golpe se originou. Assim que meus pés tocassem o chão, giraria meu corpo para trás, aplicando um chute com o calcanhar do pé referente ao lado para o qual havia pulado, mirando o meio de seu peito. Caso ele desvie, terminaria o giro para que parasse na posição em que estava quando iniciei o golpe. Mas se ele não o fizesse, usaria a força do impacto e um movimento contrário ao giro do golpe para fazer minha perna voltar a tocar o chão sem demora. Logo após a tentativa, sucedida ou não, usaria ambas as mãos para segurar seu braço ou ombro e manteria a mesma perna como base para este próximo golpe: Uma joelhada em suas costas. Meus braços puxariam seu corpo em direção ao meu golpe para aumentar o dano e a precisão, além de que eu não economizaria forças neste ataque. Findado, o empurraria e pularia para trás colocando os braços em frente ao rosto para usar como defesa no caso de um contragolpe.

No caso de ataques diagonais de baixo para cima, abaixaria meu corpo e desviaria para o lado contrário de onde o golpe se originava, jogando-me para frente com os braços ao chão e as pernas próximas ao corpo. Apoiado apenas com as mãos, usaria-as para girar meu corpo no próprio eixo duas vezes, antes de esticar ambas as pernas para tentá-lo atingir com um golpe parecido com uma hélice. Depois disto, puxaria a parte inferior para próximo dos braços de modo que eles tocassem o chão e eu ficasse agachado. Moveria a perna correspondente ao lado para o qual fui de modo que ela ficasse mais a frente os outros membros, poria o peso do corpo sobre ela e usaria os braços para impulsionar o meu corpo para cima, valendo-me do movimento para aplicar um chute lateral com a outra perna na região superior do seu corpo, dando preferência ao queixo ou pescoço caso ele não os estivesse protegendo. Voltaria automaticamente a perna e saltaria para trás, depois para o lado que me deixasse mais próximo às suas costas e daria um curto salto para frente, esticando a perna contrária ao lado para o qual pulei e colocando a mão de mesmo lado no chão para servir de apoio. Com isso, usaria a outra perna para chutar a parte de trás de seus joelhos para tentar quebrar sua base e desestabilizá-lo. Ao fim, poria a pena junta da outra e usaria a mão de apoio para me deixar em uma posição de agachamento. Assim, usaria as pernas para me impulsionar para cima e para trás, jogando as mãos por cima do corpo para utilizá-las como base para o restante do movimento, que seria puxar meu quadril para frente, trazendo junto os membros inferiores e fazendo com que eles passassem por cima de mim, concluindo o movimento de um mortal para trás. O movimento de puxar as pernas seria feito com força para caso ele se aproximasse demais eu tivesse uma chance de acertá-lo.

Com golpes diagonais vindos de cima para baixo, curvaria meu corpo para frente e levantaria o pé equivalente ao lado onde o golpe tinha origem. Valeria-me dele para pisar sobre o pé do oponente e giraria meu corpo para fora com um movimento parecido com uma rasteira, sendo usado pela outra perna. Pararia o movimento ao ver que minha perna estivesse em sua retaguarda e moveria o resto do corpo para junto do membro. Sem dar chances para que ele se virasse, começaria a dar uma rajada de chutes semicirculares em seu flanco ou suas costas, dependendo de que parte estivesse de frente para mim, só parando de chutar caso ele desviasse ou eu percebesse que ele iria atacar. Se isso ocorresse, me moveria para trás e para o lado referente aos outros dois caras que estavam juntos comigo nessa luta. Porque se não for pra trazer um maluco bombado pra te bater, pra que servem os amigos então? Mas pra ninguém ficar dizendo que eu iria correr e deixar o B.O com eles, assim que ele tivesse de encará-los, daria a volta e já viria pilhado em alta velocidade pelo seu flanco esquerdo, porém mais próximo as suas costas do que a parte da frente de seu corpo. O moleque tinha deixado um alvo legal no último post, então seria um desperdício não usá-lo. Estando perto o suficiente, faria uma movimentação de giro e pularia rotacionando em sentido anti-horário, aplicando um chute circular com minha perna direita no mesmo local da marca vermelha que havia ficado em suas costas. Obviamente, mesmo não tendo acertado esse golpe, ele estaria puto comigo e por isso eu tomaria distância, movendo-me na direção dos outros dois, nunca da garota.

No caso do chifrudo acovardar e ir pra cima de alguma das garotinhas, partiria em sua direção e gritaria. - Nem ouse fazer o que você pensa que vai fazer! Se acontece algo com ela, não é você que vai ter um afeminado gritando na tua cabeça! - E apenas caso ele estivesse indo até a navegadora, diria. - Vem correndo pelo lado pra cá que o resto é nois. - Tentaria chegar até ele antes que ele conseguisse alcançar a menina e já chegaria na ignorância dando um chute diagonal pra cima mirando as suas costelas, no caso dele estar com as costas viradas para mim. Entretanto, se ele estivesse de frente, fingiria ir para a direita e faria uma finta para a esquerda para enganá-lo. Como conclusão do ataque, aplicaria um chute frontal em seu queixo e ao abaixar a perna a usaria como base para uma joelhada em seu abdômen. Por fim, pularia tentando com isso conseguir segurar seus chifres e puxá-los para baixo, aplicando uma joelhada em seu rosto com a minha perna mais treinada. Repetiria o movimento mais umas duas vezes antes de jogar os chifres para frente e dar alguns passos para trás, levantando a guarda novamente. Apenas tentaria segurar suas pontas caso eu notasse que ele não conseguiria reagir a tempo de me atacar durante o pulo e o ato de puxar.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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