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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptyQui 18 Jan 2018, 04:18

Relembrando a primeira mensagem :

Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptyTer 06 Fev 2018, 22:58

Aranhas... Aranhas Everywhere


Buzz


Estava um pouco surpreso pelo fato das garotas haverem aceitado a divisão dos quartos da forma como Jacob dissera. Mas levando em conta o tipo de relacionamento que achava que Allan e a mink levavam, não era algo inconcebível de acontecer. E não havia nada mais a se discutir sobre o assunto. Estava decidido e aparentemente permaneceria assim, não importa o que falasse. Não que eu tivesse alguma reclamação, claro. Então todos seguiram para seus quartos, enquanto resolvi conhecer um pouco mais sobre o local em que estávamos. Honestamente, esperava um pouco mais sobre a ilha. Pelas respostas que o gerente do local havia me dado, podia constatar facilmente que era uma ilha que seguia o clichê de "floresta fechada" e "ilha tropical", e esse era um dos meus temores. Não tanto pelo medo dos animais do local, mas sim porque queria explorar a ilha para tentar achar coisas interessantes. Mas se o que o homem dizia era verdade, só conseguiria achar animais e plantas fora daquela estalagem. Não me entenda mal, eu gosto de animais e de observar a beleza que as paisagens nos oferecem, só que eu queria um pouco mais. Talvez se eu não tivesse elevado tanto as minhas expectativas, não teria ficado decepcionado.

A última informação, entretanto, levantava novas perguntas em minha mente. Se esse tipo de fenômeno não é comum por aqui, o que será que está o causando? Seria uma anomalia climática ou algo causado por interferência humana? No pior dos casos, poderia ser trabalho de um usuário de akuma que estivesse na ilha? Por mais que ficasse maravilhado com a ideia de ver alguém que realmente comeu uma das tão faladas frutas do diabo, a ideia de que havia alguém tão poderoso naquele local me deixava inseguro. O que eu poderia fazer contra alguém com tamanho poder em mãos? Esperava que fosse apenas paranoia da minha cabeça e seguia para o meu quarto. Logo ao adentrar o local, podia ouvir o barulho de água caindo vindo do banheiro e constatava o óbvio. * Acho que tomar um banho para relaxar um pouco não é má ideia. * Enquanto meu rosto enrubescia, terminava o raciocínio. * Mas é melhor esperar ela terminar primeiro. *

Enquanto aguardava, resolvi fazer meu experimento para saber se seria prudente ou não sair da estalagem naquele momento. Infelizmente, percebia que a neve caía mais rápido com o passar do tempo, o que tornava inviável para mim deixar o local sem equipamento e vestimentas necessárias. E duvidava muito que fosse achar isto em alguma das lojinhas do térreo. Com meus planos indo por água (no caso, neve) abaixo, tinha que pensar em uma maneira de passar o tempo por ali. TAlvez um treino leve para manter o ritmo? Ou quem sabe explorar o estabelecimento em si e ver se acharia algo legal para fazer ou ver? Enquanto pensava com meus botões, pude ouvir um grito vindo do banheiro e logo entrei em estado de alerta. Estava pronto para entrar lá e ver o que estava acontecendo, entretanto a jovem saiu do local antes e de certa forma explicou a situação.

Acho que não havia treinamento no mundo para me preparar para aquilo. A situação já era esquisita por si só pela reclamação que era feita, e ver uma jovem muito bonita cobrindo-se apenas com uma toalha não melhorava a aceitação do fato. Não dava para esconder o quão afetado estava. Sentia meu rosto pegando fogo e não sabia para onde olhar direito. Por alguns poucos segundos apenas ficaria parado, murmurando coisas sem muito sentido e correndo os olhos pelo local. Até que, emfim, processaria o que implicitamente estava sendo pedido e começaria a caminhar em direção ao banheiro. Adentraria o local com cautela e olhando para todos os lados, procurando as tais aranhas. Assim que as encontrasse, notaria seus tamanhos e coçaria minha cabeça. * Não é como se não desse para tirar elas daqui, mas eu realmente não tenho experiência nesse tipo de coisas. Porém, também não gostaria de ter de matá-las, se possível. *

Olharia mais uma vez o banheiro, agora procurando algo que pudesse usar para tirá-las dali, como uma vassoura, rodo ou até um balde. Achando uma dessas coisas, avisaria à Umika. - Eu vou tentar empurrar elas para fora do quarto. Acho melhor você se afastar um pouco da porta, para que caso alguma delas tente escapar, ela não acabe tocando em você. Começaria a juntá-las usando o que tivesse achado ou, no caso de ser um balde, empurraria-as para dentro com meus pés, tentando pegar todas para que pudesse transportá-las todas de uma vez, se possível. Entretanto, claro, faria quantas viagens fossem necessárias para que todas fossem retiradas com sucesso. Não sendo um balde, sairia empurrando-as para a porta e as tiraria de dentro do quarto, tentando não deixar sobrar nenhuma. Já se não houvesse nada que eu pudesse usar para transportá-las, começaria a empurrá-las com os pés com extremo cuidado, enquanto ia falando com elas na esperança de alguma cooperação, mesmo sabendo que isso provavelmente não funcionaria. - O negócio é o seguinte, eu não tenho nada contra vocês, mas a garota lá fora parece não gostar muito da sua espécie. - Diria em tom sarcástico. - Então eu vou apenas guiar vocês até a saída e espero que vocês não tenham nenhuma ideia engraçadinha de tentar fugir. Ah, e é melhor não aparecerem aqui de novo, porque eu acho que ela provavelmente vai esmagar vocês na próxima. - Falaria isso apontando em direção ao lado de fora do banheiro. Levaria-as até a porta e abriria passagem para que elas fossem embora dali sem problemas. Caso alguma delas tentasse correr para longe, buscaria ser mais rápido que ela e interceptá-la para mantê-la no caminho certo.

Entretanto, em último caso, se as aranhas não cooperassem e eu não estivesse conseguindo enxotá-las do quarto, teria de tomar medidas drásticas. - É isso. Eu dei uma chance a vocês, mas parece que eu deveria ter feito isso logo de início. - Ao fim da fala, me moveria o mais rápido possível e passaria a pisar em cada aranha em meu campo de visão, evitando golpes muito fortes para não danificar nada ali. Cuidaria primeiro das que estivessem mais próximas de Umika, não deixando nenhuma sequer tocar na jovem. Após finalizar isso, juntaria todas e as jogaria para fora do quarto, espalhando elas um pouco para que não ficasse uma espécie de montinho de corpos. Suspiraria profundamente e abaixaria a cabeça diante do que haveria feito, ponderando. * Eu realmente não queria ter matado nenhuma delas, me pareceu algo totalmente desnecessário. Se eu soubesse como tirá-las de uma maneira mais pacífica, eu o teria feito. Acho que também foi um pouco de azar delas por serem a fobia de uma linda dama. * Mesmo tentando me convencer do contrário, ainda achava que poderia ter poupado aquelas vidinhas. Quando houvesse terminado minha tarefa, iria até a garota e comentaria. - Não esperava que tivesse medo de aranhas, mas é uma faceta sua que eu achei interessante conhecer. - Daria um sorriso sem jeito e logo me sentaria na cama, suspirando e terminando de falar. - Caso mais alguma apareça, pode me chamar que eu cuido do assunto.

Esperava até que a jovem voltasse para terminar seu banho e resolvia conversar com meus "eus" interiores. * Então, algum de vocês tem alguma ideia? Ficar parado parece horrível. * * Com quem diabos você tá falando? Só tem... Ah, é, então... Eu tava pensando em te contar mais tarde, só que isso ficou tipo, muito chato. Só tem eu aqui dentro, ok? Os outros foram só uma brincadeira minha para te encher o saco, só que você aceitou muito numa boa. * Naquele momento, tive que me segurar para não começar a gritar. Para que diabos ele tinha que fazer isso? Eu quase tive um troço quando fiquei sabendo que era mais de um, só para no fim descobrir que era tudo uma brincadeira. Mesmo enfurecido, de certo modo aquilo me aliviava. Isso porque uma hora ou outra eu teria de explicar essa condição para a menina, e dizer que eu ouvia uma voz na minha cabeça era menos pior do que dizer que havia uma galera conversando na minha mente. Mesmo assim, ainda irritado. * Você tem sorte de que eu não posso te dar umas boas bicudas na cara. * * Ha. Como se você conseguisse. Eu sou bem mais forte que você. * * Um dia desses... UM DIA DESSES BICHO... * * Calma, olha a pressão, maluco. Relaaaaaxa e aproveita as férias. *

Deitaria na cama e tentaria relaxar um pouco para variar. Decidia que antes de mais nada, tinha que contar tudo de uma vez sobre Staz. Por hora, ele parecia estar querendo cooperar comigo, porém se ele assumisse o controle e fizesse alguma besteira, minha explicação pareceria apenas uma tentativa fajuta de sair impune pelo que quer que ele tivesse feito. Aguardaria Umika sair de dentro do banheiro e assumiria uma posição em que conseguisse ficar de frente com a garota, para olhar diretamente para ela. Mesmo ficando envergonhado ao fazer isso, sentia que deveria dizer isso olhando em seus olhos para provar que estava falando sério. Quando fizesse isso, começaria. -Tem algo que eu queria te contar desde Loguetown, mas só consegui criar coragem para falar isso aqui. - Inspiraria fundo e depois soltaria calmamente o ar dos meus pulmões, terminado. - Eu adquiri uma espécie de distúrbio que faz com que eu ouça essa voz na minha cabeça. E em certos casos, ele pode acabar tomando total controle sobre o meu corpo. É como se... - Ponderaria brevemente em busca de um exemplo para facilitar a compreensão da jovem. - É como se duas pessoas estivessem na cabine de um barco, uma pilotando e a outra conversando e dando opiniões para o piloto. De tempos em tempos, e creio que depende da situação, eles trocam de lugar. Acho que é basicamente isso que está acontecendo. Mas não precisa se preocupar. Eu não acho que ele faria mal a nenhum de vocês. E eu estou pensando em uma forma de facilitar para que vocês possam identificar quem está controlando, então por hora acho que vocês vão ter que prestar mais atenção nas minhas ações. Se eu estiver brincalhão demais ou desavergonhado, provavelmente "ele" está no controle. - Diria essa última parte apontando para minha cabeça. Ao fim, fitaria o chão e esperaria uma resposta da garota, temeroso com o que poderia acabar ouvindo.

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptyQui 08 Fev 2018, 16:59




RISE OF THE DRAGON


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Rapaz pense num frio de matar. Embora estivesse usando um casaco normal, meu corpo não parava de tremer. Meu queixo batia involuntariamente, quase trincando os dentes, enquanto meus braços cruzados no peito tentavam de alguma forma aquecer o meu corpo. Rapidamente balancei a cabeça e os ombros fazendo com que a neve acumulada nas minhas roupas caísse ali mesmo no chão da estalagem, e quase mordendo a língua, consegui pedir informações.

O frio era tão grande que sequer prestei atenção – inicialmente - na aparência do velhote da estalagem.  Pelo menos a resposta dada não me decepcionou inteiramente, meus amigos realmente tinham acabado de chegar naquele lugar e o melhor de tudo, tinham reservado um quarto para mim! Por um momento me senti como um respeitável capitão, querido por aquela trupe de bagunceiros e antes que me desse conta sorri com orgulho.


- Obrigado velhote, pode deixar. – Ainda com a mão trêmula peguei a chave do quarto já caminhando em direção à escada. Realmente, somente um louco sairia exploraria a ilha em meio a um clima tão rigoroso, mas desde quando eu me preocupo com esse tipo de coisa? Para falar a verdade, a normalidade é algo que não me atrai nem um pouco. Homens de verdade são aqueles que desafiam a lógica e a razão arriscando suas vidas!

Não, eu não posso pensar nisso agora! Só de imaginar as incontáveis aventuras que irei encontrar no caminho meu sangue já começa a ferver. Aniki, onde está você aniki? Ahh eu quase ia me esquecendo de perguntar em que quarto eles estão. Rapidamente girei o meu corpo esquecendo completamente o frio intenso, talvez por causa da onda da empolgação momentânea.


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- Por sinal, em qual quarto cada um deles está respectivamente? – Assim que tivesse a resposta, já subiria as escadas atravessando o corredor em direção ao quarto do meu aniki. Para mim não era nenhuma surpresa que ele e Liu Wan-chan estivessem dividindo o mesmo quarto, afinal, ele era um ero-cook mesmo. Já Bee e Umika-chan... Hmm.... Eu sempre notei que havia um clima entre eles, mas em pensar que aquele carinha tão tímido daria um passo tão largo agora... Hahaha isso sim é algo inesperado. Talvez ele tenha pedido alguns conselhos ao aniki. Bateria duas vezes na porta esperando que o meu bro me recepcionasse e sem delongas iria entrando aproveitando para dar uma averiguada nas instalações.

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- Hehh, não me digam que atrapalhei os dois pombinhos? O que vocês estavam fazendo? – Diria com um sorriso malicioso procurando um lugar para me sentar. Se tivesse alguma cadeira por perto, me jogaria nela mesmo, mas caso não tivesse, me jogaria na cama cruzando os braços atrás da cabeça. O que realmente interessava agora era reunir a tripulação e planejar os nossos próximos passos, até porque, não viemos até aqui para ficar parado em um quarto de hotel não é mesmo?

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- Li Wan-chan, você pode chamar o Bee e a Umika-chan? Ultimamente eu não tenho dado muita atenção a vocês devido ao meu treinamento, mas agora que estamos aqui temos que planejar o que iremos fazer em seguida. – Diria com um tom sério e ao mesmo gentil. A pandinha era uma preciosa amiga, e aparentemente tinha caído na armadilha do meu irmão. Pobre coitada... Eu só espero que aniki não a decepcione.



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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptyQua 14 Fev 2018, 21:57




Reunião!


  • Jacob


Jacob e Li Wan já se acomodavam no quarto, e enquanto o cozinheiro testava a cama onde dormiriam, a mink foi tomar um banho. Aquela ilha parecia bem calma, ao contrário de tudo que haviam passado recentemente, mas um tempo de descanso talvez fosse bom para todos. Sem ter muito o que fazer, Jacob decidiu puxar conversa com Li Wan, que deixou a porta entreaberta para poder responder de lá de dentro.

- Nunca contei porque não achei que fosse importante. O passado é o passado, o importante é daqui para frente. - A voz era meio abafada pela água caindo, mas ainda era possível ouvi-la de lá de dentro. - Mas se está interessado, eu vim de Asgoriath, um reino de minks na Grand Line. E para falar a verdade eu nunca vi meu noivo; fugi logo que começaram a discutir o casamento, então não sei quem ele é.

Enquanto falava, a mink tomava o banho, e logo saia, com os pelos ainda úmidos e cabelo molhado, mas já vestida. - Será que Ryu já chegou ou ainda está no navio?

  • Buzz


O rosto de Buzz pegava fogo de tanta vergonha, mas ele teve que deixar sua vergonha de lado e ir ajudar a dama em apuros. Se preparando, entrando no banheiro e se armando para a batalha, o garoto se surpreendeu. Não era para menos que Umika estava amedrontada: eram muitas aranhas, entre 15 e 20, e todas tão grandes quanto a sua mão. As aranhas pareciam ter saído do ralo e se amontoavam ao redor da banheira, mas ao ver Buzz com uma vassoura em mãos, logo trataram de fugir, entrando novamente no ralo. Aquela situação era muito estranha, mas só agora, com esse acontecimento, o pirata parava para prestar atenção e ver que em quase todo canto haviam pequenas teias de aranha com aranhas minúsculas, que dificilmente seriam notadas sem um olhar analítico.

Não só as grandes, mas o local estava lotado de pequenas aranhas que andavam por ai, longe do olhar de todos. Não querendo ficar muito ali, Buzz saiu e fechou a porta. Do lado de fora, Umika havia terminado de se secar com a toalha e de se vestir, e estava deitada na cama ao lado da toalha molhada. O fato de Bee ter saído do banheiro implicava que ele havia resolvido a questão das aranhas, então ela nada perguntou. Se aproveitando do momento, o garoto sentou ao lado dela e finalmente falou algo que estava guardando para si a muito tempo.

- Ahn... - Umika parecia não saber como reagir. - Eu entendi, não precisava da metáfora. - De repente, para a surpresa do garoto a confusão no olhar de Umika deu lugar à curiosidade. - Espera, quem está falando comigo agora é o Buzz, né? E ele ainda é você ou é outra pessoa? Se a gente fizer algo vai ser considerado traição? - A última pergunta parecia ter sido feita de proposito, mas aparentemente a garota realmente estava curiosa quanto a isso, apesar de ainda estar apreensiva. Aquilo provavelmente seria um grande obstáculo no relacionamento dos dois.

  • Todos


Depois de receber a chave do quarto, Ryu já ia embora quando se lembrou que ainda não sabia onde seus companheiros estavam. - O carrancudo e a mink estão no 25, enquanto o envergonhado e a de óculos estão no 27. - Com as informações que precisava, o pirata seguiu direto para o quarto onde Jacob e Li Wan estavam, entrando logo que a mink questionava sobre sua presença. - Falando no diabo... - O capitão pediu para Li Wan que fosse buscar os outros dois, e ela logo seguiu para a porta. - Sem problemas. - Saindo, a mink foi até o quarto de Buzz e Umika. - Ryu ta chamando todo mundo. Acho que ele quer fazer uma reunião ou algo do tipo, então pediu que todos fossem.

Umika estava intrigada sobre o que Buzz havia acabado de falar, mas isso poderia ser discutindo em outra hora, então se levantou, pegou na mão de Buzz e vou levando ele para o quarto, quase que o arrastando. Logo o bando todo estava reunido no quarto 25 e pronto para começar a reunião de bando.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptySex 16 Fev 2018, 04:13




RISE OF THE DRAGON


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À medida que Li Wan-chan vai embora, meus olhos permanecem fixos em sua silhueta, observando-a se distanciar lentamente. Com um pequeno ruído, a porta do quarto enfim é fechada, tornando o ambiente silencioso. Eu fico imaginando o peso que minha amiga tem carregado nos ombros durante todo esse tempo... Não deve ser fácil, ainda mais agora que chegamos na Grand Line. Cedo ou tarde ela terá que encarar o seu povo.

Saindo desse transe momentâneo, respirei fundo olhando para o teto, quase que esquecendo da presença do meu irmão. Minha mão direita segurava firme o medalhão prateado próximo ao meu peito. Essa era a única pista que eu tinha a respeito da minha família, e o mais irônico de tudo é que até agora eu não consegui nenhuma informação alguma. Talvez meu oyaji soubesse de algo... Mas bom, agora é tarde.

Se eu não tivesse me fechado para o meu passado... Talvez eu soubesse ao menos um pouco da minha mãe. Só de pensar nas lembranças que “despertei” recentemente meu coração dói, como se uma faca tivesse me apunhalado. Eu não posso desistir de procurá-la, quem sabe ela até esteja viva. No entanto... Por onde eu devo começar? De certa forma me sinto desesperado, ansioso.


- By the way aniki... Você acha que algum dia eu conseguirei encontrar meus pais? – Falei sem muito entusiasmo, ainda olhando para cima com um semblante apático. De todos os membros da tripulação, meu aniki era a única pessoa com quem eu poderia me abrir de fato. Nossa afinidade não é algo que pode ser descrito com meras palavras, longe disso... Com uma única troca de olhar, eu sinto que sou capaz de compreendê-lo.

- Quando eu ainda era um bebê eu fui abandonado. Meu velhote cuidou de mim como um verdadeiro pai, e embora eu soubesse que não era o seu filho biológico, jamais me senti menos amado por isso. – Meu tom de voz passou a ser emotivo, carregado com uma saudade demasiadamente grande. Foi como se eu me recordasse de tudo o que passei ao lado do velhote, e de como os dias eram divertidos. Naquela época tudo o que eu pensava era em crescer rápido e me tornar um pirata hahaha.

- Além do meu velhote eu também tinha os meus tios que eram antigos companheiros dele. Ocasionalmente eles iam até a ilha se reencontrar e durante dias tudo o que eles faziam era beber e chorar relembrando dos velhos tempos. Eu me lembro como se fosse hoje dos contos do tio Jun, ou das orações do tio Cristus antes de comermos. – Baixei a cabeça olhando para o medalhão em minha mão observando cautelosamente a figura do dragão desenhado, esperando inutilmente que ele me desse alguma resposta. Não seria nada mal que ele brilhasse apontando em alguma direção, ou tivesse alguma mensagem oculta, mas acho que isso é pedir demais.

- Nesse tempo, eu não me importava muito com meus pais biológicos. Para falar a verdade até recentemente eu não dava muito valor, só que ultimamente... – Antes que eu pudesse falar a porta foi escancarada. A galera ia entrando aos poucos enquanto minha língua permanecia travada atrás dos dentes. Eu não precisava olhar no espelho para saber o quanto a minha cara estava patética, por isso passei a mão no rosto limpando os olhos esperando que esse meu “momento” tivesse passado despercebido. Um capitão emotivo era o que eles menos precisavam agora.

- Ohh, finalmente você vocês. Hmmm, Umika-chan, e menino Bee... O que os dois pombinhos estavam fazendo sozinhos no quarto? – Tirei onda com eles mostrando um sorriso malicioso, tentando disfarçar o sentimento negativo que estava me correndo por dentro. Todos ali tinham seus próprios problemas, e, no entanto lá estava eu, alugando meu aniki para contar dos meus próprios. Não... Eu não posso demonstrar de maneira alguma fraqueza diante dos meus amigos. Eu não quero que eles se preocupem comigo!

- Agora que estão todos aqui, acho que podemos começar nossa pequena reunião certo? – Tentei me animar o mais rápido possível ao lembrar do lugar em que estávamos. Lá fora a neve continuava caindo pesadamente, dando sinal de que não iria melhorar nem tão cedo. Naturalmente eu não estava nem um pouco preocupado com isso. Esperei a galera se acomodar, e vendo que todo estavam prestando atenção, comecei a falar.

- Primeiramente eu gostaria de escutar o que vocês sabem a respeito desse lugar, e o que vocês desejam fazer por aqui. Sei que cada um tem suas próprias motivações, e certamente eu não planejo segurá-los, porém, todo cuidado é pouco, ainda mais em um ambiente novo. – Olhei para as meninas com uma atenção especial. Da tripulação, eu, menino Bee, e meu brother eram os melhores lutadores. Não que as garotas não soubessem se virar, mas convenhamos que elas não eram tão habilidosas assim.

- Naturalmente eu planejo explorar a floresta hehe. Em meio aos bosques eu sinto pelo menos que estou um pouco mais pertinho de casa. – Disse com um confiante e ao mesmo tempo melancólico. De fato a selva era o meu lugar.






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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptySex 16 Fev 2018, 16:16

Famílias em seus passados.

Um pai e amigos,  preto no branco.






É realmente um “brasa”...

Um passado onde acordos valem mais do que sues desejos reais, é preferível viver uma vida de incertezas no mar , acredite se eu estava pensando nisso enquanto Li me falava sobre sua vida o que ela não pensava vivenciando a mesma de forma tão dura e pouco flexível. Minhas reações foram apenas escutar com atenção, as vezes responder não é algo que se precisa fazer, as vezes é a única coisa que se precisa mas no fim,  bem, no fim eu apenas estava admirando a bela visão que tinha da panda de pelos molhados arrumada e como sempre interessantemente bela.

Seu questionamento sobre Ryu chegou no momento eu encontrava-me deitado na cama, minhas costas começavam a sentir-se menos queimada, aquele disparo de lança foguetes acabou com a integridade dela, não era de se esperar  que eu sobrevivesse mas parece que a força que vim adquirindo vem mostrando-se cada vez mais surpreendente e cada vez mais desejava testa-la.  

Os questionamentos de Li vieram como uma luva e quando menos esperámos estava lá meu “Brother”, altivo, brincalhão e com um time tão bom quando de um garoto que nunca beijou em sua vida. Minha mão foi ao meu rosto apenas para poder ajuda-lo a mover a cabeça em tom de desaprovação. Os pedidos feitos por ele a Li logo mostraram-se a ser cumpridos,  suas lembranças começaram a tornar-se evidentes e seus sentimentos mais claros, talvez uma nova oportunidade de viver tenha o dado essa perspectiva nova a se apreciar, talvez eu apenas estava filosófico de mais, mas foi as palavras “ Meu tio Cristus “ que me fez lembrar de um lugar que a muito não via, de um velho padre que a muito não fazia sorrir com meu jeito turrão e cinza e de crianças que tornaram-se bons homens e mulheres e não um fora da lei como eu, mas quando Ryu terminou de falar sobre seus desejos só para mim me levantei, coloquei minha mão sobre a sua cabeça, olhei o mesmo nos olhos de cima para baixo, algo que era normal devido ao nosso tamanho e falei em tom ameno  :


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–  As vezes você esquece que sou seu “Brother” e estou do seu lado sempre “Anaki-Boy”, se deseja saber mais sobre os “Meganhas” que te abandonaram, fica “susu”, vamos  resolver isso, “transa do que estou falando”?  

Logo me coloquei na melhor compostura possível, não era momento para de fato podermos alongar essa conversa que precisaria de muito mais do que algumas palavras para ser sanada, mas que com um olhar, um toque e duas afirmações seria o suficiente para compreendermos que lutaríamos juntos todos os dias ate encontrar a solução. Mas seria com a entrada de meus companheiros que os receberia rapidamente com um sorriso malandro, sem camisa e com as cicatrizes a mostra, abrindo os braços e falando em um tom sarcasticamente gentil:


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–  Hey Hey Hey, “Rapeize” a trupe está reunida de novo, acho que chegou a hora de decidirmos o que vamos aprontar, afinal, somos piratas não é mesmo?  


O tom de brincadeira me era presente para que eles compreendessem que coisas seriam discutidas ali, que agora erámos uma tripulação e que não importava onde estivéssemos, nossos objetivos sempre seriam abalar “ bangu” se assim fosse preciso. Meus braços foram cruzados e meu olhar determinado escutava as afirmações de todos antes de me pronunciar novamente com um sorriso grandiosamente altivo e pronto para afirmar com todas as letras:

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–  Capitão, acho que está na hora do mundo saber desse “Bando do Balaco Baco” não acha?  




bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptySex 16 Fev 2018, 17:30

Todos juntos

Buzz

Aquilo não era algo que se via todos os dias. Era um grupo grande, tanto em números quanto em tamanho. Aquilo por si só já seria impressionante, não fosse o fato de que começava a perceber pequenas aranhas por todos os lados. * Qual o problema com essa ilha? * Só então algo vinha à minha mente. A palavra que estava enevoada surgia como um farol que iluminava toda a situação. Era por isso que estranhava o nome da ilha e sentia como se estivesse esquecendo de algo. Porque de fato, estava. Aquela simples palavra que uma vez li em um dos livros sobre primeiros socorros, o qual tratava sobre picadas ou mordidas de insetos. Com esse fato agora voltando para mim, me preocupava ainda mais com a situação. * Estava na cara, e mesmo assim não pude perceber. O nome da ilha deve estar ligado à palavra aracnídeo, por motivos óbvios. A população de aranhas aqui deve exceder a das outras ilhas, e por isso o nome. Mas será que são só aranhas? Que eu lembre, escorpiões também recebem este nome. * Aquela era uma situação muito ruim para se estar, tendo em vista o pouco tempo em que estavam naquele local. Não só Umika tinha medo de aranhas e estava em uma ilha cheia delas, como havia o risco de que houvesse também uma infestação de escorpiões no local. * Ótimo, e nem um kit médico eu tenho. Um médico assim vai ser de grande ajuda aqui. *

Que aquilo ficasse para depois. Não precisava jogar algo assim para ela agora, até porque já havia contado algo estranho o bastante para gerar uma longa conversa. Mesmo ela tendo aceitado o fato com certa facilidade, ainda assim era um tópico complicado. E pra piorar, ela me fazia uma série de perguntas, sendo a pior de todas a última. Suspiraria com os olhos fechados. Alguém alguma vez na história do mundo estava preparado para uma questão tão... Confusa? - Por partes. Sim, neste momento eu sou Buzz Bee. A segunda pergunta pode ser respondida de várias maneiras. Ele alega ser uma parte de mim, da minha personalidade. Dividimos o mesmo corpo e as mesmas memórias, porém não os mesmos gostos ou sentimentos pelas pessoas, além de que apenas quem está no controle consegue sentir estímulos táteis, como dor ou um toque. Em síntese, somos o mesmo. Mas para mim, somos dois indivíduos diferentes. - Faria uma pausa e me dirigiria até a cama, sentando ao lado da jovem e pondo cada mão sobre um joelho. Por mais estranho que parecesse, não sentia vergonha naquele momento. Talvez fosse o tom que a conversa adquirira, ou só não estivesse com cabeça para pensar neste tipo de coisa naquele momento. - Quanto à última pergunta, eu não sei. Como eu disse, eu o considero como outra pessoa. Vendo por esse ângulo, então a resposta seria sim. Entretanto, o que me preocupa é o que ele pode acabar fazendo. Temos gostos diferentes, e cada um tem seu próprio grau de afeto para com as pessoas. Ainda em Loguetown, ele me disse que gostava de você, mas não como... Como eu g-g-g-gosto de você. - Corava. Mesmo sabendo que ela já sabia como eu me sentia quanto à ela, ainda assim era vergonhoso para mim dizer isso em voz alta. - Eu não posso forçá-lo a gostar de alguém, do mesmo jeito que ele não pode fazer isso. Queria dizer algo mais que isso. Queria poder dar uma resposta concreta para ela, mas não a tinha. O que iria acontecer caso ele começasse a se afeiçoar à outra garota? Como ela reagiria a isso? Antes que tivéssemos que prosseguir com aquela conversa, a mink surgia no quarto e nos avisava sobre a convocação. Umika pegava minha mão e me levava com ela até o quarto de Allan, onde teríamos uma reunião.

E ali estávamos, todos reunidos naquele local. O que faríamos a partir dali? Provavelmente essa seria a pauta discutida na conversa. Nem bem adentrava o quarto e Ryu já tentava me envergonhar, mas não funcionava. Na minha cabeça, mil coisas dividiam minha atenção e talvez por conta disso eu não tenha reagido da maneira costumeira. Meio que como um reflexo involuntário, acabava fazendo uma pergunta sarcástica. - O que estávamos fazendo? O que vocês estavam fazendo? - Apontaria para Ryu e Jacob rapidamente, apenas para que soubessem de quem estava falando. O loiro tomava as rédeas da reunião e a iniciava, perguntando sobre informações colhidas sobre a ilha. Não que fôssemos ter muita coisa, já que estávamos ali a muito pouco tempo para termos conseguido informações suficientes. Entretanto, isso não excluía o que eu já sabia, nem o que possivelmente os outros quatro poderiam ter descoberto. Daria algum tempo para alguém se pronunciar sobre suas descobertas, e caso ninguém falasse nada ou já tivessem terminado de dar suas informações, começaria. - O que vou dizer agora pode não ser cem por cento verdade, mas é o melhor que consegui até agora. O cara que fica na entrada, Nemura Hexstock, me disse que essa é uma ilha turística com clima de primavera. Também me desencorajou à ir até a floresta, alegou ser muito perigosa e cheia de animais ferozes. - Me moveria até a janela do quarto e olharia para o lado de fora, verificando novamente se a neve ainda caía no ritmo que tinha observado da última vez e verificaria se houve alguma mudança.

- O que vou dizer a partir de agora é mera especulação minha, então é ainda menos confiável do que o que o recepcionista disse. Primeiro, sobre essa neve. Já que não é própria do clima daqui, só pode significar três coisas. Um, é algum fenômeno climático maluco da Grand Line que só apareceu por aqui agora. Dois, isso é causando por uma máquina ou equipamento, provavelmente localizado na ilha. Três, e o pior diga-se de passagem, é o poder de alguém. - Voltaria minha atenção para todos ali, verificando em seus rostos se eles ainda me acompanhavam. - Algum de vocês não conhece o termo akuma no mi? - Questionaria. Caso a resposta fosse positiva, explicaria. - São frutas de aparência estranha e que concedem poderes dos mais variados a quem quer que as coma. Nunca vi ninguém que as tivesse comido, mas ouvi falar sobre. - Caso todos soubessem do que se tratavam as akumas no mi ou assim que terminasse a explicação, continuaria. - Se isso for causado por algum usuário, ele certamente está nesta ilha. E isso, é o pior dos cenários. Para fazer algo assim, ele deve ser muito forte. - Constatava. Era algo óbvio de se observar. Como alguém fraco conseguiria mudar o clima inteiro de uma ilha? Era impossível! E era isso que me assustava. - Se eu estiver certo, temos que evitar enfrentá-lo a todo custo.

O que diria a seguir afetaria diretamente a jovem navegadora, visto sua fobia para com aranhas. Por isso, sugeriria. - Umika? Só lembrando que o que vou dizer agora pode não ser verdade. Então... Só relaxe, ok? - Faria um sinal com ambas as palmas em sua direção, enquanto continuava com uma voz controlada e suave. - Eu sentia que já tinha visto o nome desta ilha, mas foi um engano. O que eu vi foi uma palavra muito parecida, que acho que tem relação com a ilha. Lembra das aranhas no quarto? Aranhas e escorpiões são chamados também de aracnídeos, e eu acho que é por conta deles que essa ilha tem esse nome. - Não sabia o que esperar da reação da jovem. Talvez ela quisesse sair da ilha o mais rápido possível? Ou quem sabe ela conseguisse passar por cima desse fato? Quem sabe. Restava agora apenas saber o que os outros pensavam sobre o que havia dito, antes de formular algo. Ryu parecia querer explorar a ilha, e por mais que eu quisesse fazer o mesmo, não poderíamos sair a menos que a neve parasse ou diminuísse, ou a menos que arrumássemos agasalhos, suprimentos e outros equipamentos para que pudéssemos ter uma chance lá fora. - Explorar com essa quantidade de neve caindo lá fora seria imprudente. A menos que conseguíssemos algumas coisas para nos manter vivos. Tem algumas lojinhas no térreo, então vou dar uma olhada e ver o que acho. Alguém mais vem? - Iria em direção à porta e aguardaria quem quer que quisesse me acompanhar, e assim que se aproximasse, ou caso ninguém o fizesse, seguiria para fora do quarto, indo na direção do térreo. Procuraria pelas lojinhas e correria meus olhos sobre as mercadorias, além de observar a movimentação de pessoas, empregados e se havia algum sistema de vigilância no local. Agiria calmamente e sem chamar muita atenção, me passando por um simples turista em busca de algo para comprar.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptySab 17 Fev 2018, 22:48






Reunião!


  • Todos


A reunião se iniciava, e todos estavam juntos para decidir os próximos passos do bando. Entretanto, o planejamento deveria ser mais cuidadoso não só por causa da nevasca do lado de fora como também por se tratar da Grand Line. Aquele lugar não era como os blues, e eles precisariam estar cientes daquilo antes de tudo. Com a pergunta de Ryu, Buzz começava a falar o que sabia, e principalmente, do que suspeitava. A informação sobre as akumas no mi parecia ser uma surpresa para todos, ou pelo menos quase todos. Li Wan parecia conhecê-las, mas Umika estava impressionada. - Realmente. Se for o caso de um usuário, estaremos em maus lençóis.

Entretanto, a parte que mais preocupava Buzz vinha a seguir. Logo que citou o possível significado do nome da ilha Umika congelou. A garota entrou em um choque momentâneo, arregalou os olhos e ficou parada. Olhando pela janela, o grupo pode ver que a nevasca havia diminuído bastante, e agora era apenas um pouco de neve que insistia em cair; o suficiente para ir para o lado de fora. Buzz se ofereceu para ir ver as lojinhas que o recepcionista disse haver no térreo, e Umika se levantou de imediato. - Eu vou! - Ela parecia determinada, ou somente queria ficar junto de Buzz. Nenhum dos outros parecia muito animado em ir, então a dupla seguiu para o andar inferior, deixando os outros três para trás.

Logo depois que Buzz e Umika saíram, uma camareira bateu na porta e entrou. - Vim trazer o almoço que pediram. - Quando entrou e viu Ryu lá dentro, se surpreendeu. - Ah, o residente do 28 também está aqui? Isso facilita meu trabalho. - A mulher pegou três pratos de metal e colocou em uma bandeja, deixando sobre a cama em seguida. - Por causa dessa tempestade, decidimos fazer algo mais quente para os hospedes. - Tirando a tampa, os três puderam ver três belos pratos de curry, quente e provavelmente apimentada também. - Espero que seja do agrado. - Em seguida, a mulher se retirou, indo para outros quartos.

  • Buzz


Descendo junto de Umika, Buzz logo seguiu por um dos corredores do térreo, onde era sinalizado as lojinhas. Quando chegaram, os dois pudera notar que se tratava de um corredor com pequenas lojinhas de ambos os lados, como um mercadinho, no interior do edifício. Haviam lojinhas de lembrancinhas, roupas, pequenas lanchonetes e outras coisinhas pequenas. Nada muito extravagante ou tumultuado. Haviam poucos hospedes ali, o que provavelmente significava que não teriam confusão nem complicações na hora de procurar o que queriam, entretanto era improvável que achassem algo de realmente útil naquele lugar; pelo menos não sem muita procura.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptyDom 18 Fev 2018, 17:19

Aracna vs Chavaliers.

Ilha vs Reino.






Hei Hei Hei “Buzz-Boy!”, está me “mandando um lero” que pode não ser  muito fácil de se resolver em?  

Inimigos mágicos? Ilha infestada de animais? Pessoas perigosas que podem nós causar problemas? Eu estava adorando isso, por que nós éramos os mágicos na festa, nós éramos os animais selvagens que eles teriam que temer e por deus, nós éramos os próprios problemas encarnados, nada mais normal no meio dessa família de loucos. As palavras de Buzz me deram duas certezas, que aquela seria uma aventura incrível e que não seria nada divertido não se aventurar, meus olhos então cruzaram com o de Ryu em um sorriso meio simplório e minhas palavras diziam o que de fato o meu desejo queria expressar, não que ele não compreendesse só com o olhar:


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Acho que temos um bom plano ai, não acha o mesmo “Anaki-Boy”?  


Os Branks foram um desafio, um usuário de uma “Fruta Supimpa” como eles disseram, seria uma batalha digna de nota para o nosso “Cacife” e eu estava adorando a ideia, as moças me preocupavam, mas era uma verdadeira ideia de mestre para nos começarmos a mostrar do que a nossa trupe era feita. Mas infelizmente temos um problema, éramos fracos ainda para inimigos poderosos demais, porem estava confiante e estar confiante é uma arma muito poderosa contra as possibilidades negativas.  


Logo Umika e Buzz se retiraram, aquele casalzinho realmente me irrita, não de forma agressiva, não, a ingenuidade de seus desejos as vezes me deixa com saudade de minha inoência, deve ser isso que me irrita. Sozinhos no quarto  novamente nós três nós tínhamos pontos a discutir e enquanto isso acontecia uma interrupção aconteceu, uma bela dama adentrou para nós servir e logo me prestei a ficar a sua frente e ajuda-la enquanto falava em tom gentil e sorriso galante:


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—Não se importe “Broto”, estamos felizes que possa ter feito isso para nós, mas agora não e hora de nós servir desculpe-me.  


Meu olhar gentil não deixava que eu não demonstra-se o meu lado galante, Li me desculpe, eu era um romântico incorrigível. E foi falando isso que tentei tocar em sua mão antes de me virar dar uma piscadela para meu irmão e seguir para o banheiro e me banhar enquanto  falava em alto tom e forma a todos me ouvirem, mas atentos a tudo que se passava, se aranhas estavam por todo lugar eu devia me preocupar com o inconveniente e medidas seriam tomadas caso muitas delas me incomodassem, as socando ate explodirem :

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–  Acho que temos que pegar informação sobre os “ Borra Botas Locais”, bem, querendo ou não agora somos “ Gangesters” em certo aspecto,  GF precisa de aliados e nós também, mas se eles não querem se submeter a segui os dizeres do “Loirinho” ai , bem, acho que vão descobrir por que somos uma família da pesada.  

Após as respostas e uma boa higienização eu me vestia lentamente, a como era bom colocar um delicioso terno com adereços legais, percebi que entre minhas coisas encontravam-se belas pulseiras e me questionei como poderia esquece-las , as pulseiras da sorte de Obeha, me deu quando partir e logo tratei de coloca-las, arrumado e pronto para a conversa continuar complementei, independente da resposta de meus companheiros :



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– E no fim dessa “confusão do balacubaco”, vamos mostrar quem somos e com quem eles estão lidando. “Anaki-Boy”, você da o caminho e nós vamos segui-lo.  


O tom sério em meio a minha expressão nada “simpatica” mostrava que eu estava falando muito sério quanto a tomarmos a postura de homens duros contra esses homens perigosos, pois agora era um briga de peixe grande e se fossemos fracos ou tolos seriamos rechaçados.



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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptySeg 19 Fev 2018, 06:08




RISE OF THE DRAGON


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Como esperado do menino Bee, ele já tinha obtido algumas informações a respeito da ilha, e ainda que não fossem tão significativas ou detalhadas, ao menos nos davam alguma. O resto, no entanto, vinha a ser mera especulação.

Akuma no Mi, usuários...

Eu já tinha ouvido falar sobre eles através do meu velho e mesmo com um conhecimento limitado sobre o assunto, eu sabia o mínimo a respeito dessas frutas capazes de conferirem ao usuário poderes estranhos.

Só de pensar nesses oponentes poderosos... Ahhhh, droga, meu sangue ferve. Eu entendo que é perigoso, mas o meu instinto fala mais alto! Com um sorriso empolgante no canto dos lábios vislumbrei os olhos do meu aniki, e ele os meus. Não era preciso dizer nada para sabermos o que cada um estava pensando naquele momento.

A excitação que estávamos sentindo... Provavelmente ninguém ali seria capaz de entender, e ainda que menino Bee fosse um excelente lutador, ele não era um guerreiro de alma como eu e meu aniki. O campo de batalha é o nosso palco improvisado, onde o roteiro é algo inteiramente imprevisível. Uma vez solto, hehe, o que resta é me render a minha animalidade.


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- Menino Bee, Umika-chan, vocês vão indo na frente. – Me controlando ao máximo para não deixar escapar minha excitação, incentivei o casal a ir na frente. Menino Bee tinha sua própria independência, além do mais se eles escutassem a minha conversa com o aniki, certamente tentariam mudar os nossos planos.

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- Eu não posso culpá-los por quererem segurança, qualquer pessoa normal pensaria como eles, só que aniki... Para pessoas como eu e você, que vivemos longe da normalidade, não há lugar mais acolhedor que o campo de batalha hehe. – Para falar a verdade eu não conheço muito bem à história do meu brother, mas pelo o que vivemos até agora eu posso dizer que ele é como eu: um guerreiro de alma. Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, uma senhorita agradável chegava ao quarto trazendo a comida.

Levantei-me da cama rapidamente, enquanto meu aniki tomava a iniciativa de recepcioná-la. Francamente, nem mesmo com Li Wan-chan do lado ele se esquece de flertar com outras mulheres. Não falei nada a princípio, somente balancei a cabeça em desaprovação serrando e abrindo os olhos rapidamente. Diferente do meu aniki que estava mais preocupado em tomar banho, eu estava esfomeado devido ao treino anterior.

- Obrigado senhorita, diferente do meu aniki eu estou morrendo de fome. – Retribui a gentileza da moça com um sorriso honesto, e à medida que puxava uma cadeira passei a vista nos pratos observando o seu conteúdo. Sem delongas comecei a comer enquanto meu irmão tomava um banho. De fato nós tínhamos que conseguir mais informações a respeito da ilha, saber ao menos quem poderiam ser os nossos futuros oponentes.

Só que ao contrário do meu aniki eu não tinha lá muito interesse em gangsters. Nossa “família” mafiosa, se é que posso colocar dessa maneira, foi criada devido às circunstâncias do momento, e também porque o ero-cook queria formar uma espécie de organização. Para falar a verdade eu não tenho o menor saco de administrar esse tipo de coisa, mas já que estou nesse barco, então ao menos tenho que mostrar quem está no comando. Segundo meu velhote, somente assim é que se ganha respeito dos outros.

- De todo jeito aniki, primeiro nós temos que comprar alguns casacos. Por mais que você goste de elegância, somente com esse terno você vai congelar lá fora, e o mesmo vale pra mim. – Dito isto limpei a boca com parte da gola da camisa já me colocando de pé. Nosso objetivo claramente é conquistar a ilha, mas do jeito que as coisas vão... Nós seríamos derrotado pelo clima antes mesmo de achar um.

Cerrei meus punhos. Mais do que ninguém eu estava ansioso para o combate. Com o pouco que aprendi de anatomia humana, eu sinto que meus golpes se tornaram mais precisos e afiados, e obviamente mais letais. Desde que comecei meu “shadow training” ainda não tive oportunidade de testar minha força atual.


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- Aniki... Nós não vamos apenas surrar nossos oponentes, nós vamos conquistar essa ilha! – Com um sorriso no rosto soquei o ar deixando-me levar pela empolgação do momento, parando a destra bem na frente do rosto do meu aniki. Como um guerreiro experiente, talvez ele pudesse perceber ou até mesmo sentir a pressão que o meu soco causava no ar. Ao menos para mim era uma sensação diferente, como se fosse mais compacto.

- Li Wan-chan, está tudo bem para você, ir com esses dois loucos aqui? – Eu estava tão focado no meu bro que quase me esqueci da minha amiga. Assim como menino Bee, e Umika-chan, Li Wan-chan é diferente de mim e do meu aniki. Eu não quero que ela corra riscos desnecessários, mas será que está tudo bem continuar na Grand Line com essa mentalidade? Muito provavelmente a cada ilha que avancemos nossa aventura ficará cada vez mais perigosa, e tanto eu quanto aniki não poderemos protegê-la o tempo todo.

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- Vamos indo pessoal, uma grande aventura nos aguarda! – Sem mais delongas colocaria as mãos nos bolsos da calça indo até o térreo. Chegando lá procuraria uma loja que vendesse roupa para frio. Procuraria nas vitrines por casacos e também calças apropriadas para o inverno, além de botas. Entrando no lugar, iria até o atendente mais perto exibindo um sorriso confiante e o peito estufado, exibindo todo o meu charme (não que eu tivesse muito).

- Senhor/senhorita, eu gostaria de três roupas completas para frio e três pares de botas dos nossos tamanhos respectivamente. – Revelando um sorriso amistoso, seria direto deixando de lado qualquer etiqueta. Não, eu não sou mal educado, apenas queria sair logo dali e explorar a floresta local. Essa também era uma ótima oportunidade para colher informações. Dando as costas para o atendente, passearia pela loja passando a mão nas roupas enquanto fazia algumas perguntas.

- Você sabe me dizer o porquê do clima está desse jeito? E também quem são os criminosos mais conhecidos do lugar? Eu e meu aniki somos recém-chegados.

Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





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MensagemAssunto: Re: Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.   Quarto Ato: Caught in the Spider's Web. - Página 2 EmptySeg 19 Fev 2018, 21:28

Preparações

Buzz


A reunião não me fornecia praticamente nenhuma informação, porém também não a considerava perda de tempo. Assim como a informação era importante para mim, poderia ser para eles. Do lado de fora, a neve caía em um ritmo mais brando, o que permitiria com que saíssemos dali de dentro. Agora que eu os tinha informado sobre um possível indivíduo que poderia ser perigoso para todos, possivelmente eles teriam mais cuidado com as pessoas que acharem pela ilha, evitando assim confrontos desnecessários. Entretanto, as informações que eu forneci tiveram um impacto direto na mentalidade da jovem. Dar a ideia de que a ilha estava repleta com seres dos quais ela tinha medo não deve ter sido a melhor coisa que ela ouviu em anos. Contudo, caso minhas suspeitas fossem comprovadas, se ela fosse pega de surpresa pelo fato em uma situação mais crítica, teria sido muito pior. Aqui, ao meu lado e em um ambiente mais calmo, ela tem tempo para processar o que ouviu e pensar em como quer lidar com a situação. Ao fim de nossa conversa com o resto do grupo, nós dois deixamos o quarto e seguimos para o térreo, em direção as tais lojinhas.

Era um ambiente agradável e estranhamente calmo. Talvez fosse a época do ano ou o clima maluco pelo qual a ilha estava passando, mas haviam poucas pessoas ali. Isso poderia vir em meu benefício, dependendo do que decidisse fazer a seguir. Procuraria por alguma loja que vendesse roupas e adentraria o local, procurando peças que pudessem servir de agasalho. Procuraria camisas com as mangas mais compridas que tivessem e calças, com tecidos que aquecessem para suportar o frio lá fora. Como já era um pouco acostumado à baixas temperaturas e possuía roupas compridas e um casaco, apenas teria que me preocupar em conseguir roupas para os demais. - Se vamos sair, vocês precisam de roupas para proteger do frio. Pode me ajudar a procurar algumas? - Enquanto olharia as roupas, procuraria visualizar quem quer que estivesse dentro do local e observaria suas movimentações, tentando notar se estava sendo observado por alguém. Entre uma pessoa observada e outra, começaria uma conversação com a jovem, para deixar tudo mais natural e não chamar tanta atenção. Acreditem, dois adolescentes calados dentro de uma loja chamam atenção pra caramba. - Então... Sobre o que disse mais cedo, como se sente? - Ouviria tudo que tivesse a dizer com atenção, pausando a escolha das roupas para não acabar me distraindo.

Deixaria que Umika escolhesse as roupas tanto dela quanto da panda, já que eu não me julgava conhecedor de moda o suficiente para agradar seus gostos. Me ateria a achar algo para os outros dois, de preferência nada que chamasse atenção e com cores entre preto e branco. * Não acho que eles ligariam para a cor, mas todo mundo gosta de preto e branco mesmo. * Se eu notasse que não estava sendo observado e nem houvesse nenhum equipamento estranho na loja, retiraria uma das alças da minha bolsa de um dos meus ombros e abriria seu zíper com cuidado para que não fizesse barulho. Com um movimento rápido, poria as peças dentro da mochila e a fecharia, colocando a alça de volta e pegaria uma camisa masculina qualquer em mãos, indo em direção a jovem logo em seguida. No caso de que eu não conseguisse uma chance de fazer isso, ficaria com as roupas em mãos e me afastaria do local onde as peças estivessem sendo expostas. Afinal, poderiam notar que eu já havia escolhido as peças, e talvez se perguntassem o que eu estaria fazendo ali ainda.

Esperaria a jovem escolher as roupas femininas e aguardaria também caso ela quisesse provar as que ela usaria. Assim que ambos houvéssemos terminado de escolher, seguiríamos para o caixa e colocaria todas as peças sobre a bancada. Esperaria quem quer que estivesse tomando de conta da loja fazer o cálculo do preço total, e assim que ouvisse o valor, aproveitaria a oportunidade para tentar conseguir algo concreto sobre o local. Eu não conhecia a pessoa com quem falaria, e nesse tipo de situação eu costumava gaguejar muito. Porém, momentos em que eu podia usar minha hipnose eram especiais. Poderia ser a sensação de controle sobre os outros, quem sabe. O que se sabia era que eu quase nunca vacilava durante uma sessão. - UR - Politeness Edition: Favor. - Pegaria meu colar/relógio de bolso e mostraria para o/a atendente, dizendo com uma voz amigável. - Veja bem, eu e minha adorável acompanhante acabamos de chegar e temos que pagar pelas despesas da estalagem. Entretanto, estou disposto a vender alguns de meus itens para conseguir dinheiro. Quanto você acha que eu conseguiria com isso? Este relógio possui algo de muito especial nele. - A partir deste momento, diminuiria um pouco o tom da minha voz e a tornaria suave e calma. - Se você prestar bastante atenção, notará que o som dos ponteiros do relógio está perfeitamente sincronizado com as batidas do seu coração. - Quando notasse que a vítima está completamente concentrada no relógio, terminaria os preparativos de minha técnica. Moveria o relógio lentamente para perto do meu rosto e diria. - Olhe nos meus olhos. Não acima deles, nem ao redor deles, mas sim profundamente em seus centros. - Vendo que havia tido sucesso, prosseguiria. - Eu preciso de uma ajuda sua, nada demais. Por ter chegado a pouco tempo, gostaria de saber mais sobre o local. Em específico, quero que me diga tudo que sabe sobre a cidadela e sobre a ilha em geral. Em detalhes, por favor. Também, adoraria se você pudesse me responder onde posso comprar armas e se a ilha está mesmo infestada de aranhas, escorpiões e outros aracnídeos. - Lembrava-me que Nemura havia dito algo sobre uma cidadela, mas omitiu todos os detalhes sobre o local. Também queria confirmar se o que ele havia dito e o que eu havia especulado eram verdade. - Quando eu estalar meus dedos, você irá despertar do transe e fazer o que lhe pedi. Três, dois, um... - Estalaria meus dedos em frente ao seu rosto e esperaria obter meus resultados.

Ouviria as informações enquanto buscava em meus bolsos a quantia pedida pela pessoa antes que eu a tivesse hipnotizado. Eu claramente podia simplesmente roubar tudo na cara dura e sair dali, caso estivesse sozinho, claro. Não sabia o quão rápida Umika era, então fazer algo assim sem o devido planejamento seria idiotice. * Antes de sairmos da ilha, eu posso dar uma passadinha aqui e roubar umas coisinhas legais. * Assim que tivesse pagado tudo, olharia nas outras lojas à procura de coisas que pudessem ser úteis ou fossem interessantes. Daria prioridade à observação de itens médicos, de preferência um kit de primeiros socorros ou uma mochila maior do que a que possuía. Sério, a situação da "ala médica" do barco era triste, e eu precisava de mais espaço para as minhas coisas. Por hora, apenas guardaria tudo que vi em minha mente e seguiria de volta para a parte onde os quartos ficavam. Entregaria as roupas de Umika e falaria. - Eu vou entregar as roupas do pessoal, e depois provavelmente vou dar uma olhada lá fora. Você quer vir comigo? - Perguntaria. Caso ela aceitasse o convite, diria. - Apronte-se enquanto isso, e eu passarei aqui para irmos juntos, ok? Se ela recusasse, avisaria. - Eu não sei quanto tempo vou ficar fora, mas provavelmente não devo demorar. Tenha cuidado por aqui. Após dar minha resposta, seguiria para o quarto de Jacob e Li Wan, onde os outros três estavam da última vez que havia checado.

Bateria na porta e esperaria alguma resposta, e só adentraria caso alguém me permitisse ou não escutasse nenhum barulho vindo de dentro do quarto. Se alguém abrisse a porta para mim ou a porta já estivesse aberta quando eu a checasse, adentraria o local e deixaria as roupas em cima da cama, avisando quem estivesse no local. - Eu estou indo dar uma explorada rápida na ilha, apenas para reconhecimento de terreno ou algo assim. Se alguém quiser vir, vista-se e vamos. - Já se a porta estivesse trancada, significaria que eles não estavam mais lá ou que quem estava lá dentro não queria ser perturbado. Ficaria um pouco mais tranquilo caso fosse a última opção, confesso. A primeira daria margem para algo que tinha receio de pensar, então preferia acreditar no que era mais seguro. Estando a porta trancada, deixaria para entregar as roupas em uma outra oportunidade e seguiria para o meu quarto, se Umika tivesse respondido positivamente ao meu convite. Esperaria do lado de fora enquanto ela se trocava e apenas daria uma leve batida na porta seguida da pronúncia do meu para que ela soubesse que eu já a esperava. Assim que ela saísse do quarto ou no caso dela ter declinado o convite, seguiria para o lado de fora da estalagem.

Uma vez no exterior do local, daria uma boa olhada no cenário que a neve proporcionava e deixaria escapar um leve sorriso. Frio, neve e uma paisagem branca. Não haviam dúvidas de que aquilo me remetia a ilha de onde tinha vindo. Evitava ficar saudosista naquele momento e começaria a caminhar em direção à floresta, dando passos fundos e cuidadosos para não acabar escorregando. Caso notasse que a jovem tinha dificuldade para andar sob aquelas circunstâncias, estenderia minha mão para que ela a segurasse. Provavelmente minha mão estaria tremendo um pouco, mais pelo ato que estaria fazendo que pelo frio em si. Precisando ajudá-la ou não, continuaria seguindo para adentrar na floresta, sempre dando algumas olhadas periódicas para trás, a fim de checar se minhas pegadas ainda poderiam ser vistas. Evitaria fazer desvios, tentando manter um rastro linear para que mesmo que a neve cobrisse as pegadas, eu tivesse uma vaga ideia de como voltar à estalagem. Depois de caminhar um pouco, observaria a flora do local e o que mais estivesse à minha frente, com os olhos curiosos que me eram costumeiros. Se a navegadora precisasse de algum descanso, procuraria algum local seguro onde a mesma pudesse se sentar e aguardaria até que ela se recuperasse. Durante todo o trajeto, ficaria atento à sons e movimentações que poderiam representar algum perigo. Caso algo ou alguém nos atacasse, meu primeiro instinto seria desviar de algum ataque que tivesse sido desferido contra mim ou ajudar a jovem a fazer isso, caso ela fosse o alvo. Assim que soubesse que estávamos sob ataque, entraria em posição de combate e alertaria. - Pegue sua arma e fique atenta. Vá para próximo de uma árvore aqui perto e mantenha suas costas viradas para a mesma. Se puder, pode me fornecer suporte com seu chicote? - Por hora eu me manteria na defensiva, apenas desviando dos golpes com movimentos pouco exagerados para que não gastasse energia à toa.

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Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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Hoyu
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Orfeu, o Punho Titânico!


  • Ryu e Jacob


Após a saída de Umika e Buzz, Jacob e Ryu continuavam a conversar sobre seus planos a parte do médico da tripulação. Li Wan permanecia sentada na cama e calada, até que a comida chegou e Jacob começou a cortejar a empregada. - Idiota... - Murmurou ela, a uma altura em que somente Ryu conseguiu ouvir, e virou o rosto. Jacob seguiu então para o banho, enquanto Ryu e a mink começaram a comer, o que não queria dizer que a conversa estava encerrada. De dentro do banheiro, Allan continuava a falar com Ryu, que estava do lado de fora. A comida entregue realmente estava bem gostosa, principalmente em um dia frio como aquele. Bem temperada, quente e especialmente apimentada. Li Wan comia como se não fosse nada demais, mas Ryu começava a sentir sua língua queimando, mesmo que não quisesse admitir.

Os próximos passos eram traçados, porem antes que saíssem do quarto, Ryu virou para a panda com uma pergunta repentina. - Eu não vim para a Grand Line atrás de calmaria. - Respondeu ela, com um sorriso, e os três seguiram para o andar de baixo, onde pretendiam ir para o pequeno mercadinho atrás de roupas de frio. Entretanto, o caminho deles fora interrompido logo no saguão. Logo quando passavam, a porta da frente foi violentamente escancarada e arrancada da parede, caindo no chão. Um homem seminu havia dado um poderoso chute na mesma, e entrava acompanhado de mais 10 homens. - Que lugar feio! - Exclamava zombando do local. O mais estranho é que ele, mesmo sem roupa, não parecia se importar com o frio, ao contrario dos homens que o acompanhavam, que estavam agasalhados.

- Uma ilha inteira e só uma construção? Que absurdo! Então não temos mundo a fazer aqui, vamos logo destruir esse lugar. - O homem comentava, como se não fosse nada. - Sim, senhor Orfeu! - Os seus subordinados respondiam, e sacavam as armas. Logo o tal Orfeu se virou para o trio. - Ta olhando o que, vadia? - Dizia ao olhar para Li Wan, que o encarava surpresa. Sua expressão ficava repentinamente irritada, e foi andando até eles. - Sabe porque me chamam de Punho Titânico? - De repente, ele pegou a mink pela gola e bateu sua cabeça com tudo no chão. - Isso é para aprender a não encarar os outros. - Uma ferida havia aberto na cabeça da mink, e sangue escorria pelo chão, enquanto aqueles homens se preparavam para atacar a estalagem.

  • Buzz


Ao se separarem dos outros três, Buzz e Umika seguira para a seção comercial do lugar, como uma galeria de lojas. Ao olhar as lojas de roupa, logo puderam notar que teriam problemas em encontrar roupas de frio, pois na maioria haviam somente roupas para calor, o que não era surpresa, se levassem em consideração que aquela era uma ilha de primavera. Foi somente em uma loja que conseguiam encontrar cerca de meia dúzia de casaco, o que deveria ser o suficiente para todos. Enquanto olhavam as roupas, o garoto perguntou paraa garota sobre a informação que ele havia dito mais cedo. - Sinto vontade de matar o tal de Kravian que enganou vocês para comprarem isso. Responde sua pergunta?

Não haviam muitas opções, então Buzz teve que pegar o que tinha a disposição. Pegando 4 casacos, o garoto abriu discretamente sua bolsa quando ninguém estava olhando e as escondeu. Buzz não tinha muitas habilidades em ser furtivo, mas conseguia dar seus pulos por saber bater carteiras, então sabia como agir para não produzir ruídos. Pegando uma camisa aleatória, os dois seguiram para o caixa. - 10.000 berries. - Disse o balconista, sem a menor animação. Aquele não deveria ser o melhor emprego do mundo. Aproveitando da situação e do tedio do homem, Buzz chamou sua atenção para seu relogio de bolso.

- A gente não compra, cara. Só vende. - Mesmo assim, foi olhar o relógio de perto. O passo a passo da técnica foi executado com facilidade, principalmente porque aquela pessoa não tinha muita força de vontade. Logo, as instruções foram passadas, o garoto estalou os dedos e o balconista acordou do transe. - Como eu ia dizendo, esse lugar não tem nada de interessante. A única construção na ilha toda é essa estalagem, e nem é lá grande coisa. Geralmente aqui é até bem quente, como qualquer ilha de primavera, por isso estou surpreso com essa neve toda. Mas cara, as aranhas são um problema. Tem essas coisinhas por todo lugar. Nem sei por que não dedetizam esse lugar. Felizmente nunca encontrei nenhum escorpião. Mas se não quiserem confusão, melhor evitar a cidadela. É como chamam a parte da floresta mais escura, tão densa que a luz do sol não chega lá.

O homem parecia meio receoso em falar da cidadela, mas continuou mesmo assim. - Dizem que o lugar tem muito mais aranhas do que a parte clara da floresta, que já tem muito mais aranhas do que aqui. É serio, não vão lá. A sorte é que a ilha é bem pacifica, então nem loja de armas tem por aqui. Mas se precisarem de qualquer coisa em relação ao hotel ou qualquer coisa, falem com algum dos três Hexstock eles que mandam por aqui. Mas, espera. Porque eu to falando isso para vocês mesmo? - A técnica parecia ir perdendo efeito quando as informações haviam sido repassadas, então era melhor ir de uma vez.

Entregando o dinheiro da camisa para o homem, Buz conseguiu sair com os 4 casacos escondidos, mas foi só depois de pagar que ele viu que blusa pegou e se arrependeu de ter pegado qualquer camisa sem olhar. Era uma blusa idiota com os dizeres "Vale um beijo na boca. Sorria e ganhe um beijo agora". Era melhor ignorar aquela coisa, haviam coisas mais importantes a serem discutidas.

Seguindo para o andar dos seus quartos, Buzz e Umika iam passando pelo sanguão, onde viram uma confusão já formada,e não era surpresa que envolvesse Ryu, Jacob e Li Wan. Na porta, haviam cerca de 10 homens armados e agasalhados, enquanto um homem seminu estava de frente para Ryu e Jacob com um olhar irritado, com sangue nas mãos, enquanto Li Wan estava caída e com sangue escorrendo da cabeça. Provavelmente estava desmaiada.


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