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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: O Inicio no East Blue   O Inicio no East Blue EmptyDom 07 Jan 2018, 18:48

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Unohana Anngel. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Inicio no East Blue   O Inicio no East Blue EmptySeg 08 Jan 2018, 09:59

Cigarro: 0/5

    O que eu poderia esperar de Dawn Island? Eu não fazia ideia, logo que coloquei os pés na ilha e o navio que me trouxe partiu, eu percebi a verdadeira natureza da "missão" que eu recebi. Aquilo não seria mais um treinamento, tudo teria que ser colocado em prática sem supervisão alguma, e um erro muito grande poderia significar a morte. Pensar no treinamento e nas minha habilidades fazia minhas memórias voltarem a alguns anos atrás, quando comecei a aprender a manusear uma Katana, trocando golpes com minha mãe enquanto meu pai observava, pronto para trocar de "turno" com minha mãe e me fazer trocar a Katana de mão, para que eu sou esse manusear igualmente caso uma dos meu braços fossem imobilizados ou inutilizados. Fecho os olhos e cruzo os braços, me concentrando para me livrar desses pensamentos, não era hora disso e não fazia parte da minha missão.

    Eu olharia em volta do local onde desembarquei, meu primeiro impulso é pensar no cigarro, eu não poderia começar algo sem antes ter um maço comigo,só pensar em sentir os sintomas da abstinência já me deixa receosa, incrível como em um ano foi possível adquirir um vício desses. Ao olhar em volta, busco ver se estou perto da cidade, se eu estiver perto dela eu irei em direção a mesma, buscando uma loja qualquer onde eu possa comprar um maço de cigarros. Se eu encontrasse a loja sem dificuldades eu entraria no local e sem muita demora me dirigiria a algum vendedor que estivesse por lá.Olá, Quanto custa o maço de cigarros?Usando do melhor da minha atuação eu procuraria parecer o mais simpática possível, olharia brevemente em volta para ver se eles vendiam armamento também, e se existisse alguma para vender ali eu logo perguntaria o preço ao vendedor e compraria uma katana se tivesse dinheiro o suficiente.

    Se o local onde eu desembarquei não fosse próximo da cidade e eu não conseguisse vê-la, eu iria procurar algum rastro de presença humana ali, alguma casa simples, uma pequena vila, ou até mesmo apenas pessoas caminhando pelo local. Se eu encontrasse alguém eu iria abordar a pessoa usando a expressão mais simpática que eu poderia fazer.Olá. Acho que eu me perdi um pouco, estou procurando a cidade  de Dawn Island, você poderia me informar por onde devo seguir? Se não acontecesse nada de anormal e a pessoa abordada me dissesse por onde eu deveria ir eu apenas agradeceria e seguiria para o local indicado, Porém, se eu não encontrasse ninguém por onde eu estava andando eu apenas continuaria fazendo um caminho que em minha imaginação seria reto, para tentar chegar em algum lugar.

    Caso eu conseguisse encontrar a cidade e comprasse um maço de cigarros e uma katana, eu iria andar pela cidade, buscando observar bem o que acontecia a minha volta e procurando os lugares mais movimentados da cidade, lugares de onde eu me aproximaria oara tentar ouvir alguma conversa sobre a ilha e o que acontecia nela, para que eu pudesse conhecer mais sobre onde eu estava.
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O Inicio no East Blue   O Inicio no East Blue EmptySeg 08 Jan 2018, 20:32


        A vivacidade das folhas em seus belos tons de verde caracterizava a predominância da primavera em Dawn Island. As flores desabrochavam e dançavam com a brisa suave que lhes tocava as pétalas. E o mar, este se agitava com a aproximação do navio que trazia a jovem Anngel para o solo depois de algum tempo. Uma pena que a beleza natural que seus olhos vislumbravam em seu desembarque era enevoada pelas memórias que remetiam à sua família e, quase intrinsecamente, a conflitos. Porém, mesmo as recordações que tanto queria afastar ainda lhe davam um norte a ser seguido: por elas, lembrava-se de lições de espada; consequentemente, sua mente buscava por uma katana para empunhar.

        Seu relance pelos arredores esclareceu apenas uma coisa: a cidade deveria estar longe. Nada de muros, casas ou qualquer tipo de construção que a fizesse imaginar ser a extremidade de uma cidade — e com certeza não desembarcara no interior de uma. Mas apenas alguns passos foram o bastante para que surgisse uma presença que pudesse ajudá-la. O som de algo caindo sobre a água a fez olhar para trás, de volta para a costa de onde há pouco estava. Não muito longe do navio, um senhor sentava-se relaxado em uma cadeira de madeira, sacudindo uma vara de pescar e lançando sua isca ao mar. Reparando na figura, percebia também um som estranho vindo dele. Aproximou-se.

        Conforme seus passos a levavam para mais próxima do velho pescador, ela percebia do que se tratava o som: eram seus resmungos, estranhos por sua voz rouca e sofrida pela idade. Enquanto sacudia a vara de pesca e tentava acertar a posição que queria, bradava (na medida em que seus já gastos pulmões lhe permitiam) reclamações contra o navio.

         — Esses idiotas! Chegando com esse trambolho gigante, agitando tudo, mandando os peixe’ tudo embora! Que que eu vou pescar?

        Ele ainda não havia notado a presença de Anngel. Ela, em um momento de hesitação, pôs em julgamento a utilidade em falar com o velho. Após uma breve pausa, avançou e, vestindo-se de sua simpatia, o abordou. Sua mão tocou suavemente o ombro descoberto do senhor, que se assustou. Porém, ao virar-se e ver a garota, logo relaxou. Acomodou-se em seu assento e ela tratou de falar.

        — Olá, acho que me perdi um pouco, estou procurando a cidade de Dawn Island, você poderia me informar para onde devo seguir?

        A sobrancelha do senhor arquearia com dificuldade sob as infindáveis fileiras de rugas que lhe subiam a testa. Sua expressão de espanto seria logo explicada.

         — Cidade de Dawn Island? Moça, você não é daqui, n’é? Acho que a moça tá falando de Porto Branco, que é a cidade dessa ilha. — Sua mão treme enquanto a leva à nuca para coçá-la, parecendo enfrentar a idade para resgatar as informações da memória. — Ah... Ih, minha filha, Porto Branco fica do outro lado da ilha. Mas olha... Praquele lado fica Frushin, um vilarejo que pode te ajudar, viu.

        Seu indicador retorcido pelo tempo apontava para o que representaria o Sul da ilha. Agradecendo, ela seguiria o rumo indicado até Frushin.

        Sua caminhada finalmente faria se erguer no horizonte as humildes chaminés das casas do vilarejo e as fumaças acinzentadas que exalavam. Ainda faltariam alguns minutos de caminhada até chegar o lugar, então, não tinha muita ciência do que encontrar lá. O único contato que teria com alguém antes de chegar lá era com duas mulheres que, carregando caixas de madeira cheias de munições, falariam em um tom audível a Anngel:

         — Finalmente está na hora das trocas. Não aguento mais aqueles marginais descendo do monte...

        Talvez seguisse seu rumo e continuasse a procurar por lojas de armas ou mercearias, mas deveria cogitar a inexistência desse tipo de comércio em um singelo vilarejo. Mas, pelo cheiro que sentia conforme se aproximava, sabia que havia comida — e boa.

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MensagemAssunto: Re: O Inicio no East Blue   O Inicio no East Blue EmptyTer 09 Jan 2018, 10:22

Cigarro: 1/5

    Este ambiente verdejante não fazia partes do meu dia a dia, e em nenhum momento eu presenciei tamanha manifestação da natureza. Desde criança dentro da cidade controlada por minha família, e no tempo em que estive viajando poucas vezes dei alguma atenção a qualquer paisagem que passasse, nunca precisei dar atenção a essas coisas, com certeza não seria na viajem que esse desejo se despertaria em mim.

    Enquanto eu buscava por algo que me indicasse que a cidade estava próxima ouço o som de algo se encontrando com a água, sem conseguir distinguir o que é sigo em direção ao som e encontro um senhor de idade pescando. Não perco tempo em ir questioná-lo sobre a presença da cidade da ilha. Ele me responde de forma simpática e com um jeito característico de falar, mas que não me chama muito a atenção. Quando estou seguindo em direção ao local por ele apontado, onde de acordo com o senhor eu poderia encontrar um vilarejo, me recordo que esqueci de agradecer pela informação, para mim isso é um erro, mas eu não poderia voltar para reparar, seria perda de tempo, ainda mais levando em conta que fui informada estar do lado contrário da ilha em relação a cidade de Porto Branco.

    Durante o caminho encontro duas mulheres que carregam caixas de munição consigo, posso ouvir o que elas falam sem problemas. — Finalmente está na hora das trocas. Não aguento mais aqueles marginais descendo do monte... — Essa fala me atrai, e tento da melhor forma possível gravar em minha memória a direção para onde as mulheres foram, para que eu possa investigar isso mais tarde caso possa vir a ser do meu interesse. "Se isto falhar também posso perguntar. Além da lâmina também posso ter a fala como arma." Ao me aproximar da primeira parada desse início de jornada sinto logo o aroma de comida, e comida muito bem feita a julgar pelo cheiro. Eu procuraria continuar seguindo em direção ao vilarejo, me guiando pelo cheiro de comida. "Com sorte eu posso achar um local para comer. É uma boa antes de começar. Até porque, pode ser que eu não encontre uma katana nesse lugar, ainda que eu tenha visto aquelas mulheres com uma caixa de munições."

    Enquanto caminhava pelo vilarejo seguindo o cheiro da comida eu procuraria me manter atenta a qualquer pessoa que estivesse por ali, observando com quem estavam conversando, tentando ouvir sobre o que estavam falando. Se em algum momento algum morador ou alguém me abordasse por ver que estou observando a tudo e todos, eu iria utilizar uma expressão um pouco envergonhada para responder a abordagem. — Me perdoe. Sou nova aqui, não conheço bem o lugar então... estou tentando encontrar alguém ou algum lugar onde eu possa me informar um pouco mais. — Caso a pessoa que me abordasse se simpatizasse com minha situação eu iria continuar: — Estou sentindo um cheiro maravilhoso de comida, tem algum restaurante ou algo assim por aqui? Uma comida com esse aroma tão delicioso com certeza deveria ganhar apreciadores.

    Porém, se eu não fosse abordada em nenhum momento, seguiria vilarejo a dentro seguindo o cheiro de comida e tentando encontrar a origem do mesmo. Se eu encontrasse o lugar de onde o cheiro emanava, sendo um estabelecimento comercial eu iria entrar no local e observar a volta, sentaria em à mesa se houvessem algumas delas dispostas e aguardaria alguém notar minha presença. Mas se o local fosse uma simples casa eu iria procurar bater na porta da residência e aguardaria ser atendida. Se alguém viesse atender a porta eu juntaria minhas mãos na frente da cintura, uma mão segurando a outra e mostraria uma feição sorridente, preparada para atuar da forma mais simpática possível. — Com licença. Eu estava passando por aqui e fui atraída por esse cheiro maravilhoso. Eu gostaria de saber se eu tive sorte e você trabalha em algum restaurante aqui no vilarejo, onde eu possa comprar um prato dessa comida que parece maravilhosa. — Se me perguntassem o que eu imaginava que faria quando chegasse aos blues eu nunca diria; “Pedir comida em algum lugar”, mas no momento eu não via outra forma de começar uma conversa com as pessoas desse vilarejo.

    Caso a hipótese do local ser um restaurante estivesse correta e eu entrasse e me sentasse a frente de uma mesa, eu aguardaria cerca de cinco minutos para ser notada e caso não fosse eu procuraria algum balcão onde eu pudesse olhar e tentar enxergar alguém do outro lado, enxergar alguma porta que levasse a cozinha ou algo do tipo. Nos dois casos se eu visse alguém eu iria tentar chamar a atenção da pessoa. — Com licença. — E se a pessoa me notasse eu iria sorri da forma mais simpática que eu conseguisse. — Acabei de chegar ao vilarejo. Entrei aqui guiada pelo cheiro maravilhoso de comida, você que é responsável pelo local?

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MensagemAssunto: Re: O Inicio no East Blue   O Inicio no East Blue EmptyQua 10 Jan 2018, 17:00


        O caminho a levara ao vilarejo e o cheiro de comida apontava o norte a ser seguido, afinal, talvez fosse um local onde se reunisse um grupo de pessoas, e não há ambiente melhor para arranjar informações do que esses.

        Seus olhos atentos apontariam em todas as direções, sua atenção voltada a tudo e a todos não poderia deixar de chamar a atenção dos transeuntes. Um deles estava saindo de sua casa, muitíssimo parecida com todas as outras — toda feita em madeira, muito bem acabada e cuidada, com uma chaminé fumegante. Ele repararia no quase inquietante mexer de olhos da garota, logo perguntando, de maneira cortês ao jeito dos humildes, sobre sua situação.

         — Com licença, moça! A senhorita precisa de ajuda?

         — Me perdoe. Sou nova aqui, não conheço bem o lugar então... estou tentando encontrar alguém ou algum lugar onde eu possa me informar um pouco mais.

        Ele se aproximaria e apontaria em direção a uma esquina. Havia muito movimento naquela altura da vila e talvez onde ela estava fosse apenas uma ruela transversal do “grande” centro.

         — Ali, virando à esquerda, você vai achar um bar. É fácil de ver, tem muita gente indo e voltando. Lá com toda a certeza a moça encontra o que tá procurando.

        Questionado sobre a comida, ele a alertaria: não é um bar no estilo taberna, mas um ótimo restaurante que, pela simplicidade, conforto e pelos beberrões que vira e mexe vão para lá e fazem a festa, acabou virando um bar. Mas a comida nunca esteve menos saborosa.

        Caminhando até lá, veria que as pessoas, em absoluto, tinham a tendência à humildade. Porém, apesar da simplicidade, não eram sujas ou fracas. Parecia ser tão somente uma característica deles, e não uma condição de miséria.

        Chegando à esquina indicada, Anngel entrou no fluxo de pessoas que escorria por entre casas e lojas, e uma em especial chamou sua atenção: havia uma ferraria, com bigorna e fornalha, além de todo o aparato para a fabricação de materiais de metal. Contudo, não pararia para visitá-la: a porta da casa ao lado da ferraria (que parecia apenas um anexo da morada de alguém) estava fechada e não havia nenhum sinal de que alguém trabalhasse ali há algum tempo.

        Finalmente chegara ao restaurante-bar. Uma placa de boas vindas sacudia com o vento, tilintando as correntes que a suspendiam sobre a portinhola dupla. Entrando, veria que, de fato, o local era muito movimentado. O grande salão era repleto de mesas, muitas delas cheias. Já em frente ao balcão, várias pessoas de pé, erguendo canecas que respingam pelo chão. Parecia, realmente, que uma porção do restaurante era um bar.

        Após relancear e perceber que não haveria onde acomodar-se nas mesas, rumou o balcão. Devido a sua boa aparência, não faltaram bêbados a provocá-la mas, antes de qualquer reação por parte de Anngel, o tiro de uma espingarda estouraria. Para, talvez, sua surpresa, ninguém se importava com aquilo. Os borrachos abriam espaço e, detrás do balcão, uma pequena mulher colocava a espingarda em cima da mesa, dirigindo aos berros seus alertas aos clientes:

         — Não vou falar de novo! Mais uma... UMA piadinha com alguém nessa casa que eu furo vocês tudo e depois boto pra fora. Entenderam? Se não fosse o dinheiro de vocês eu já tinha matado é tudo...

        Com os ânimos calmos e os festejos do balcão esfriados, Anngel finalmente pôde pôr-se diante do balcão, no único banco livre. À esquerda, um grupo bebia de costas para ela, talvez nem percebendo sua presença. À direita, um homem alto, robusto e rubro pelo álcool virava sua caneca cheia e espumante, com algumas gotas escorrendo-lhe o queixo. Sua caneca batia na mesa e, então, pediria por mais, com sua voz rouca.

        Talvez fosse apenas mais um dos alcoólatras, mas com seu olhar analítico, notaria algo que pudesse interessar: pendurava-se em seu pescoço um avental, escuro, sujo e com alguns rasgos, com suas fitas laterais soltas. A aparência grosseira e o avental, talvez, iluminassem sua mente sobre a provável profissão do rapaz. Poderia ser de alguma ajuda seus serviços à missão de Anngel.

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MensagemAssunto: Re: O Inicio no East Blue   O Inicio no East Blue EmptyQui 11 Jan 2018, 11:20

Cigarro: 2/5

        As pessoas que residiam no vilarejo, pelo mesmo as que tiveram contato comigo pareciam possuir sempre uma forma humilde e gentil de abordar estranhos. Claro que eu pareço simplesmente uma mulher comum passando por ali, ainda assim, era algo com que eu não estava acostumada, criada dentro de uma família com crises até mesmo políticas dentro de seus núcleos eu raramente podia presenciar alguma cena que mostrasse cortesia ou humildade. Mas aparentemente a sorte me acompanhou para esse vilarejo e estou sendo bem recebida, o que pode me ajudar, afinal cultivar boas relações é algo importante tendo em vista meus planos futuros. O senhor que me abordou indica o local de onde o delicioso cheiro de comida estava vindo. Enquanto sigo para o local indicado, percebo novamente que me esqueci dos agradecimentos pela informação. “É. Minha família dificultou bastante minha tarefa, já que meu ambiente de vivência não cultivava esse tipo de relação harmoniosa.”

    Ao começar a acompanhar um fluxo de pessoas quando cheguei a uma esquina, noto uma casa que possui detalhes que me fazem imaginar que, se alguém ainda morar ali, será um ferreiro. “Perfeito. Posso tentar conseguir uma boa katana aqui mesmo. Quem diria que uma cidade pequena assim me serviria talvez melhor do que a cidade de porto branco.” Ao entrar no restaurante-bar percebi que o local realmente deveria ser famoso por ali, por estar aberto a anos ou simplesmente por ter boa comida. “Ou qualquer outro motivo que traga tanta gente. Sendo um vilarejo, a maioria das casas deve estar fechada justamente porque os moradores estão aqui.”

     Dirigindo-me ao ao balcão, devido ao local estar cheio e não possuir mesas vagas noto provocações vindas de pessoas que já estavam com álcool em seus organismos, provavelmente devido a minha aparência. Isso não me incomodava, em meus pensamentos ajudaria muito se bem analisado, se as pessoas gostarem de mim será mais fácil tê-las ao meu lado do que inspirando o medo, até porque, no momento, sou fraca. Um tiro se espingarda ressoa e ninguém parece se alertar, talvez fosse uma situação recorrente . — Não vou falar de novo! Mais uma... UMA piadinha com alguém nessa casa que eu furo vocês tudo e depois boto pra fora. Entenderam? Se não fosse o dinheiro de vocês eu já tinha matado é tudo...

    Era a primeira pessoa aparentemente mais grosseira que notei desde de que coloquei os pés na ilha, e isso já me faz ter certa simpatia da mulher quer atirou. Logo que o ambiente de escarcéu estava mais controlado eu me sento ao balcão e noto as pessoas próximas de mim. O que mais me chamou atenção, a segunda pessoa com aparência mais grosseira da ilha, e essa pessoa usava uma avental sujo e rasgado, sua pele estava rubra pela bebida. “Pela sujeira e rasgos imagino que não seja o cozinheiro. Ou espero que não.” Pensaria ironicamente. Eu olharia atentamente e em seguida me viraria para a mulher no balcão. Eu já sentia que em algum tempo eu também precisaria da substância que existia no cigarro para saciar minhas vontades, também era algo que eu  teria que arranjar ali. Eu dirigiria minha fala a senhora do balcão. — Eu fiquei realmente interessada pelo cheiro de comida que emana daqui, Mas antes... — Minha expressão mostraria que eu realmente precisava do que eu pediria. — Eu preciso de cigarros e fósforos, você por acaso tem alguns? Eu posso pagar por eles. Ou você pode me indicar um lugar onde eu posso conseguir alguns? Não é muito legal ter abstinência, me faz perder até mesmo o apetite.

    Se a mulher me desse alguns cigarros “picados” (Quer dizer sem ser o maço completo, apenas um ou dois), eu pagaria por eles a quantidade que ela (se) cobrasse, se não fosse muito extravagante).  Eu então perguntaria se ela se importava de eu fumar ali mesmo quando estivesse com vontade, e se ela me dissesse que não se importava eu iria guardar comigo os cigarros e fósforos e agradeceria. Eu diria o mesmo se ela dissesse que preferia que eu fumasse do lado de fora, agradecendo também pelos cigarros. Caso a mulher não tivesse os cigarros e fósforos e apenas me indicasse onde eu poderia conseguir eu iria agradecer pela informação apenas. “Não posso me esquecer de agradecer as pessoas.”

    Ao final disso eu me viraria para o homem robusto com o avental sujo. Eu colocaria meu cotovelo sobre o balcão e utilizaria a palma da minha mão para escorar minha cabeça enquanto eu olharia para o homem. Minha intenção não era seduzi-lo, mas sim mostrar que eu queria conversar. — Pelo avental, imagino que você trabalhe na ferraria que eu vi  lá fora. Você tem muita experiência nisso? — Eu esperaria que ele não estivesse bêbado demais para responder de forma clara. Se a resposta do homem fosse de certa forma “simpática”, ou mostrasse que ele continuaria a conversa e responderia as minhas perguntas eu continuaria; — E você tem uma boa experiência com Katanas? Eu estou interessada em uma, me diga os preços, quem sabe não cabe em meu bolso. — Se em algum momento o homem questionasse o porque de uma mulher como eu querer uma katana eu o olharia de forma um pouco desafiadora mas mostrando que eu estava apenas sendo um pouco irônica na fala. — Acha que só pela minha aparência sou uma mulher fraca? Bom, digamos que eu aprendi bem a me defender.

Mas caso na abordagem inicial o homem não se mostrasse tão aberto a conversa e aparentasse não gostar de papo fiado eu iria direto ao assunto, mostrando uma expressão mais séria. — Bom, as pessoas mais sérias costumam também ser muito focadas em seu trabalho então vou direto ao assunto. Eu quero comprar uma katana, e seria ótimo que eu pudesse ter seus serviços para isso. — Eu aguardaria a resposta do homem e em qualquer dos dois casos, se ele aceitasse fazer a katana e me dissesse que eu deveria acompanha-lo até a forja, eu iria com ele. Mas se ele dissesse que a forja estava fechada e ele não pretendia abrir no momento eu diria; — Tudo bem, não se deve apressar um ferreiro. Eu posso esperar. — E então eu me dirigiria novamente para a mulher do balcão. — Quais pratos você tem disponíveis? E os preços é claro, não sou uma mulher rica, tenho que controlar meus gastos.
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MensagemAssunto: Re: O Inicio no East Blue   O Inicio no East Blue EmptySex 12 Jan 2018, 22:04


         — Ah, sim minha querida... nós vendemos cigarros avulso aqui, sim... são apenas mil berries cada, e eu acendo para você...

        Após ouvir aqueles elogios, a senhora que tomava conta do restaurante parecia derreter-se em regozijo. Estava acostumada, é claro, pois sua comida era falada por toda a cidade. Mas mesmo assim não conseguia conter sua alegria ao ouvir elogios — principalmente os vindos de uma jovem e bela forasteira.

        Após resolver sua questão com a dona do local, logo engataria uma conversação com o brutamonte que se sentava ao seu lado. Realizada a pergunta sobre a relação entre ele e a ferraria fechada, a resposta teria seu início com o baque da caneca com a superfície de madeira onde se apoiava (Anngel poderia até mesmo acreditar ter ouvido o suave trincar do recipiente). Uma veia lhe saltaria a testa e, a essa altura, não teria mais como ela saber se seu rubor nascia da raiva ou simplesmente do álcool que ingeria.

         — É! — sua voz soaria uma reclamação.

         — Bom, as pessoas mais sérias costumam também ser muito focadas em seu trabalho então vou direto ao assunto. Eu quero comprar uma katana, e seria ótimo que eu pudesse ter seus serviços para isso — sua solicitação seria realizada com o semblante sério, indiferente ao mau humor de seu interlocutor.

         — Bom, eu sinto muito, mas estamos fechados!

        Após alguns instantes de desconforto, a voz rouca da dona do restaurante se faria ouvir. Pareceria uma cena até mesmo cômica ver um homem alto, forte e barbado, com uma voz grossa como o trovão, sendo repreendido pelas palavras arranhadas de uma senhorinha não muito maior que o próprio balcão.

         — Pare de se fazer de besta, homem! Se a garota quer comprar alguma coisa então vê se faz! Dá um jeito, não fica choramingando por aí!

        Ele relutaria, mas a cabeça baixa e os olhos fixos em sua bebida atestariam sua derrota. Seu rosto viraria em direção de Anngel, que finalmente poderia ver sua face: de sua barba surgia um corte que lhe subia até perder-se nos sebosos cabelos que lhe caíam sobre a testa, atravessando seu olho e partindo sua sobrancelha. Esse mesmo olho era cego, sua pupila quase se confundindo com sua esclera. Seus olhos o transformariam da ira para a melancolia.

         — Bem, se você puder me ajudar... — hesitante, olharia para a balconista que, com um olhar severo, o forçaria a continuar. — Minha loja foi assaltada há alguns dias, e eu acabei perdendo a grande parte dos meus materiais. Os oficiais que Porto Branco mandou são todos imprestáveis, e eu não tenho como ir sozinho, porque quando o fiz...

        Afastando um pouco sua barba, um rasgo horizontal era visto, quase alcançando seu pomo-de-adão.

        — Quase tive a cabeça arrancada. Mas se você puder me ajudar, posso fazer uma ótima katana e dar um desconto nela.

        O clique da espingarda seria ouvido, e com um largo sorriso no rosto, a balconista bradaria: “eu também vou!”. Porém, em um piscar de olhos, ela esfregaria as mãos e transferiria sua atenção unicamente para Anngel.

        — Mas primeiro a moça vai querer comer, não é? Nossos peixes são os melhores, e são pescados por meu marido, que vive resmungando à beira do mar! E não são caros! Com apenas três mil berries, faço uma delícia para a senhorita!

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MensagemAssunto: Re: O Inicio no East Blue   O Inicio no East Blue EmptySab 13 Jan 2018, 13:30

Cigarro: 3/5
   
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Eu ficava aliviada por poder comprar meus cigarros naquela vila, para mim isso era uma questão de sobrevivência, eu não conseguia me controlar em minha abstinência, seria horrível e igualmente avassalador contra meus planos se eu acabasse fazendo algo indevido em razão da falta das substâncias viciantes em meus organismo. — Você não sabe o quanto é bom ouvir isso, eu gostaria de cinco cigarros picados então por favor. — Eu pediria e logo separaria a quantia de cinco mil berries e entregaria para a senhora se ela me entregasse os cigarros. Eu guardaria quatro e pediria para ela acender um e tragaria este. Eu não estava realmente começando a ter muita vontade. Talvez esse fosse um sinal de que meu vício estava aumentando? Mas eu não me importava. Eu buscaria soltar a fumaça do cigarro em direção a alguma janela do local, longe das pessoas para não incomodar ninguém.

    O ferreiro fez jus a sua aparência ao bater sua caneca de bebida no balcão com uma força considerável. Até mesmo imaginei ter ouvido o trincar do objeto. Continuei a conversa mesmo assim, mas quem interviu para que o ferreiro colaborasse foi a senhora do balcão. Aquilo me ajudou, mas no fundo, mesmo que de forma inconsciente eu me cobrava; “Se não consegui o convencer com minhas falas quer dizer que eu realmente preciso aumentar minhas habilidades de persuasão e até mesmo atuação. Pelo menos eu conheço aqui meu primeiro limite, não consigo convencer pessoas que estão em um estado sentimental abalado logo de cara, preciso de auxílios, nesse caso, foi essa senhora.” Pensei enquanto ouvia o homem, que me contou o que lhe aconteceu depois de se virar, obedecendo a “ordem” da senhora. Me pego imaginando também que tipo de status ela possui no vilarejo para ter toda essa moral com ferreiro um ferreiro desse tamanho e com um rosto que esta ruborizado de uma forma que não se sabe se é álcool ou raiva.
   
    Ao ouvir o que ele disse, e que a senhora estava disposta a ajudar no objetivo eu de certa forma me comoveria, à minha maneira. Aquela situação me deixava com raiva e incomodada, já que em meus objetivos eu também encontraria pessoas e infortúnios assim, ser roubada, ter meus planos revirados por oportunistas, e esse tipo de derrota me dava ódio, já que fui criada para sobreviver, que é o mesmo que vencer. Aquela situação me fez pensar que um plano que tenho pensado desde que vim da Grand Line. Pensei muito nele principalmente enquanto estava na embarcação, naquela longa viajem. Aquele ferreiro reclamava não só do assalto, mas também da incompetência dos oficiais mandados pela cidade grande. E se eu pudesse de alguma forma oferecer a essas pessoas e a outras que necessitem, proteção, de maior qualidade do que a que a marinha ou o governo oferecem, uma proteção que com o tempo poderia até mesmo tomar conta da ilha inteira, tornado-a um local completamente blindado pela proteção que eu ofereceria. Só pensar nessas possibilidades já fariam meu cérebro entrar em êxtase, pois ali eu via se formar as primeiras oportunidades de começar as primeiras etapas da minha missão pessoas, isso era sobreviver, ser dona de algo assim, me traz dinheiro, boas relações. Era a vontade implantada em mim por meus pais crescendo e se tornando parte da realidade.
   
    Eu tragaria mais o cigarro novamente e soltaria a fumaça devagar, pelas narinas. Meu rosto que eu buscava deixar sempre simpático, agora eu o mostraria mais sério, principalmente depois de ver as sequelas do ferreiro devido a sua tentativa de lutar para reconquistar o que lhe foi tomado. — Ouvir isso me traz pesar também, imagino como deve ter sido tentar resolver esses problemas e não ter conseguido. Ainda mais depois de ter solicitado ajuda e ela ter sido ineficaz. — Eu diria ao ferreiro, me referindo aos oficiais que não tiveram sucesso ao ajuda-lo. Eu ia dar o máximo de minha atuação, não que eu não estivesse disposta a ajudar, eu estava disposta e determinada, mas eu queria usar a minha atuação combinada a minha voz para tentar determinar os dois a acreditarem ainda mais em mim e a ficarem dispostos também. —  Se eles fizeram isso a você, quer dizer que são bem fortes. Será um desafio, e eu adoro desafios. E se eles fizeram isso, o que os impede de fazer novamente em outros lugares como aqui no restaurante? Um lugar que a partir e de hoje será o meu preferido para as minhas refeições e passa tempos.— Se eles assaltaram a sua ferraria, então eles assaltaram o homem que me fará uma katana e com isso me atingiram também, então é claro que ajudarei, vamos pensar em um plano, pegar informações sobre esses desgraçados e vamos mostrar para eles que não foi uma boa ideia fazer isso. — Eu diria isso ao ferreiro mas também a senhora.
   
    — Mas primeiro a moça vai querer comer, não é? Nossos peixes são os melhores, e são pescados por meu marido, que vive resmungando à beira do mar! E não são caros! Com apenas três mil berries, faço uma delícia para a senhorita! — A senhora me disse logo depois de dizer que também ajudaria nessa “missão”.
   
    Eu separaria então três mil berries e entregaria para a senhora. — Aqui está, eu já estava começando a imaginar quando eu poderia ter o privilégio de provar algo delicioso. E, a senhora disse que seu marido pesca a beira mar não é? Acho que vi ele enquanto eu vinha em direção a vila, ele me indicou a direção para que eu chegasse até aqui, devo então agradecer a ele também por tudo isso. — Durante a minha fala eu novamente mudaria minha expressão, voltando a ser um pouco mais simpática, mas não uma mudança tão brusca ao ponto de parecer estranho, minha voz e rosto apenas pareceriam mais amáveis do que quando estava falando sobre o acontecido com o ferreiro.
   
    Eu tragaria o cigarro para finalizá-lo e procuraria algum cinzeiro onde eu pudesse coloca-lo, se não tivesse um eu pediria para a senhora, e ao mesmo tempo perguntaria o nome dela e diria que o meu era Anngel; — Tenho que saber já que pretendo vir aqui sempre.
   
    Em minha mente, eu tentaria buscar o que vi enquanto vinha para o vilarejo, a memória em que estavam as duas mulheres carregando caixas de madeira com munição. Se eu me lembrasse bem do que elas falaram e de todo o momento, onde vi as caixas eu me viraria para o ferreiro. — Bom, primeiramente, como devo chama-lo? — Eu aguardaria a resposta do homem e em seguida continuaria. — Quando eu estava vindo em direção ao vilarejo passei por duas mulheres, elas carregavam caixas de madeira com munição, e se não me engano ouvi elas dizendo: “Finalmente está na hora das trocas. Não aguento mais aqueles marginais descendo do monte...”. Isso pode ter algo a ver com o assalto? Poderia ser uma pista para começarmos por ai. Seria bom conhecermos bem o inimigo para podermos fazer algo. Você pode me falar o que você sabe de quem o assaltou?
   
    Eu esperaria as respostas e se o ferreiro não soubesse nada sobre as mulheres ou sobre os assaltante, eu iria dizer: — Tudo bem, essa é apenas uma formas que temos de lidar com isso. Vamos arranjar outra forma.
   
   Eu aguardaria meu prato e quando ele chegasse eu comeria devagar, saboreando cada pedaço. Era umas das melhores situações para mim, comer algo bom logo depois de fumar um cigarro. Como pedi peixe, eu iria comer também com cautela devido as espinhas do peixe, com as quais eu poderia me machucar ao mastigar sem cuidado,a a menos que a senhora dissesse que o peixe havia sido completamente limpo das espinhas, nesse caso, mesmo que eu encontrasse alguma espinha eu diria; — Não se preocupe, isso não muda o sabor, que está delicioso. — Ao terminar a refeição eu iria agradecer a senhora, chamando-a pelo nome (se ela me falasse quando perguntei). E eu também questionaria ela sobre uma coisa; — O que se sabe sobre as pessoas que assaltaram a ferraria? São pessoas conhecidas? Muito fortes? Por que precisamos nos preparar. Pelo que eu pude notar desde que cheguei aqui a senhora tem influência sobre as pessoas, sua personalidade é forte como eu desejo que a minha seja futuramente, será que alguém nos ajudaria caso precisássemos de ajuda enquanto resgatamos as coisas da ferraria? — Eu tentaria nessas questões estabelecer quem eram os assaltantes, seu poderio, etc.
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MensagemAssunto: Re: O Inicio no East Blue   O Inicio no East Blue EmptyQua 17 Jan 2018, 23:45


        Finalmente conseguira seus tão queridos (ou necessários) cigarros. Cinco mil berries muito bem gastos com sua nicotina. A cada tragada ela sentia seu corpo relaxar, sua mente desanuviar-se e sua boca formigar de prazer. Estava prestes a sentir os sintomas de seu vício, mas eles precisariam esperar mais para aparecerem.

        Antes de ir preparar os peixes, a balconista traria um isqueiro e um fósforo, com o qual acenderia o cigarro de Anngel (e o seu). “Não se preocupe com esses bêbados, eles fumam mais que todos”, ela teria dito. Afinal, em seu redor estavam apenas alcoólatras bebendo — as mesas eram mais afastadas.

        — Ah, sim, perdão. Eu me chamo James. Sobre essas moças que a senhorita fala, nós e Porto Branco temos um acordo: nós os suprimos e eles nos protegem. Só que eles mandaram um bando de idiotas dessa vez, e os marginais do Mt. Ballon descem e fazem o que querem. E eu não sei quando vou conseguir outro suprimento de metais, couro e ferramentas...

        — Esse lugar ainda é longinho — diria a dona do estabelecimento — então eles devem estar em algum lugar aqui por perto.
Ela, então, se aproximava dos dois, chamando-os com as mãos para que se aproximassem. Seu sussurro relevaria que não gostaria que os outros ouvissem o que tem a dizer.

        — Eu fiquei sabendo do meu velho que um navio cheio de roupa e joia vai atracar aqui perto por uns dias antes de contornar a ilha e ir para Porto Branco. Talvez eles tentem atacar lá...

        Seria uma oportunidade de, se não pegassem os ladrões que assaltaram James, pelo menos adquirir informações a respeito deles. Contudo, o que garantiria que eles iriam atacar o navio? Aquele era um tiro dado às cegas, e poderia estar errado e afastá-los dos ladrões.

        Os três deveriam planejas o que fazer. A balconista já tinha sua arma em punho, e James, ferreiro, talvez tivesse algo para utilizar. Mas, e quando a Anngel? Como combateria ladrões de mãos nuas?

        — Escute... — James miraria os olhos de Anngel e ela poderia ver a mistura de convicção, raiva e desespero que se embrenhavam confusas em suas expressões. — Eu sei que você deve ser uma lutadora habilidosa, mas tem um cara lá que tá fora do comum. Me acompanhe até a ferraria para que eu te mostre algumas coisas que ele fez. Quem sabe você o leia melhor que eu.


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MensagemAssunto: Re: O Inicio no East Blue   O Inicio no East Blue EmptySab 20 Jan 2018, 14:42

Cigarro: 0/5 (Saciada)
   
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    Com toda a situação pude reunir em minha mente todas as informações que eu tinha e colocá-las de uma forma que fizessem algum sentido para mim; Eu queria, mas não podia tornar aquele vilarejo independente da proteção de Porto Branco naquele momento, eu precisava primeiro de poder e de algumas pessoas mais, os ladrões que aparentemente vivem no Mt. Ballon também serão um grande obstáculo em meu caminho. "Será que eu consigo fazer com que a Marinha faça algo em relação a isso? Não estou otimista com essa opção mas terei ela em mente caso eu veja alguma abertura." E agora, eu precisaria de um plano se eu quisesse explorar a questão do Navio cheio de jóias. "Eu posso facilmente perder o rastro e 'espantar' os ladrões se atacarmos agora, e se isso acontecer a única alternativa seria buscar as coisas de James diretamente no Mt. Ballon, o que com certeza aumentaria o nível de perigo várias vezes."

    — Acho que é uma boa oportunidade ficar de olho nesse navio. Mas atacar sem sabermos nada será perigoso. Eu sou a única desconhecida aqui, acho que eu posso me aproximar do navio e explorar os arredores sem causar nenhum estranhamento, nem mesmo dos ladrões. — Eu diria a James e a balconista, também em tom baixo, para que somente os dois ouvissem. — Deixem que eu cuido disso e logo depois venho até vocês para contar o que pude descobrir sobre o navio e sobre um possível ataque dos ladrões. E ai, quando tivermos informações traçaremos um plano.

    — Escute...Eu sei que você deve ser uma lutadora habilidosa, mas tem um cara lá que tá fora do comum. Me acompanhe até a ferraria para que eu te mostre algumas coisas que ele fez. Quem sabe você o leia melhor que eu.

    — Bom, se el é fora do comum pode ser um desafio realmente. E eu preciso refinar a arte da lâmina de qualquer forma. Mas sim, eu vou com você, podemos descobrir algo de útil. — Eu iria esperar que James fosse em direção a saída para acompanhá-lo até a sua ferraria. Mas antes de sair eu acenaria para a balconista sorrindo e diria; — Eu volto assim que possível. — Mas caso a balconista mostrasse que acompanharia a mim e James até a ferraria eu não diria isso, apenas deixaria que os dois fossem na frente e os acompanharia.

    Eu os seguiria até a ferraria e se não tivesse ninguém por perto além dos dois (se a balconista viesse) para ouvir eu me dirigiria a baconista; — Talvez fosse prudente pedir ao seu marido para deixar a costa perto do navio enquanto ele estiver atracado, para o caso dos ladrões realmente atacarem.

    Se James me levasse para dentro da Ferraria e não tivessem interrupções no nosso caminho eu iria observar a minha volta, tentando pegar os mínimos detalhes e observaria o que ele tinha para me mostrar.

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