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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Stranger Family - Wild Tide

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyQua Jan 03, 2018 7:05 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Wild Tide

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Raksha e Ken Rock. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Ken Rock
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyQua Abr 11, 2018 11:52 am

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#018
Praticamente quebrado, cheio de dor por todo o meu corpo, fodido, tentando me manter de pé e tentando caminhar até a inimiga sou obrigado a escutar aquela montanha de músculos todo orgulho me perguntando em quem que iriamos atirar, nesse meio tempo recarregaria a minha pistola com a ajuda dos lábios, tentaria colocar o máximo de balas. Só faria essa ação se a minha segunda pistola tb estivesse com o tambor descarregado, caso não estivesse ...” Em quem que vou atirar seu filho de uma puta lerdo... eu vou enviar esse canhão no teu cu e atirar pra te mostrar o que é velocidade porra!”

Ergueria a minha arma contra a inimiga e dispararia contra o corpo da inimiga! – Toma sua puta, eu te disse que Ken Rock iria te foder no final! Usaria o meu braço bom para aplicar o tiro e prenderia a respiração para aumentar a precisão do acerto, mas sentiria uma vontade de espirrar e isso afetaria a minha mira. Nesse momento olharia para onde estaria apontando a arma e notaria que a mesma estaria direcionada ao tigrinho!.... Depois do tiro voltaria as minhas atenções para o Big G.

Olharia com aquele olhar do tipo, está me zoando né?, andaria até a mulher daria uma ordem ao G .... – Muito bem, já que você tá cheio de espírito carregue o caralho do canhão!! ... me ajoelharia ao lado dela. Revistaria todo o seu corpo em busca de equipamentos, armas, medicamentos, dinheiro ou qualquer informação. Pegaria tudo, daria umas apalpadas no corpo dela e em seus seios, sempre com um sorriso malicioso e uma risadinha esdruxula. Após recolher tudo, iria até o G.

Recarregaria a minha pistola, utilizaria os meus lábios já que meu braço estaria fodido. Guardaria as armas no coldre. Caso a minha calça estivesse por perto a vestiria de alguma forma, evitaria qualquer movimento desnecessário para não elevar os danos dos machucados. Se a calça estivesse longe olharia para o G e pediria... – Muito bem, você receberá duas malditas punições por ter chego tão adiantado na porra do combate! A primeira é pegar a minha calça e me vestir com a delicadeza de uma virgem e coloque esse canhão no ombro! A segunda falo daqui a pouco!

Possivelmente vestido, mandaria Big G me colocar em cima do seu ombro e miraria o canhão no corpo da inimiga... – Grandão, você foi pegar a porra do canhão então vamos ter o caralho de um tiro de canhão nessa porra! Prepare-se!

Certificaria pela segunda vez e mesmo cheio de dores, fraturas, sangue no corpo, deixaria uma certa alegria de criança espalhar pelo meu corpo! Abriria um sorriso largo e com o brilho no olhar gritaria a técnica – Big Rock! The Late Death Cannon!!!
Ascenderia o pavio com algum fósforo ou usaria a  minha pistola aplicaria um tiro no pavio para efetuar o disparo.

Após o disparo gargalharia até cair lágrimas dos olhos! Abraçaria as minhas costelas devido as possíveis dores e reclamaria... - Caralho, essa filha da puta maldita fodeu as minhas costelas! Sua puta!

Sentaria um pouco na neve escorado em algo, ou não, e ficaria olhando o local do disparo do canhão enquanto relaxava um pouco o meu corpo. Até que lembraria o atraso do Big G, das dores e de tudo que aconteceu na luta e irado me levantaria e falaria ao Big G... – Muito bem velocista, essa será a porra da segunda punição, leve de volta o caralho do canhão ao navio e me leve junto com você!  Nós iremos tomar aquele caralho!
Nesse momento olharia para todos os meus companheiros e sorriria para eles dizendo... – Foi do caralho, da próxima vez vamos fazer uma orgia! Nunca ninguém sai machucado do caralho de uma orgia, exceto aquela vez que que a menina pediu para eu morder a bunda deça Muuahushuahsuhuahsuhauhsuha!

Se estivesse no ombro de G, pediria para ele pegar a ruiva bárbara musculosa – Pegue essa buceta desacordada! ... Afinal de contas eu ainda tinha planos em enfiar o meu membro azul pulsante em sua abertura magistral. Durante o percurso ao navio, falaria para Akuma, Cassandra e Toretto, na eventual oportunidade de estarem próximos ... – Vamos seus putos! Menos você mestre Akuma, você não é o caralho de um puto! Vamos limpar o resto de aborto que estão pisando em nosso novo Navio!
Se não estivesse no ombro de G, mancaria até o navio, passando as informações aos demais!

Ser ainda tivessem inimigos em meu caminho aplicaria alguns tiros em suas cabeças ou corpos e analisaria o navio pensando... “ Humm acho que esse navio tem que ter um nome impactante, um nome que dê medo aos inimigos... Já sei acho que Pony Tour seria uma soaria de forma grandiosa!”

Caso conseguíssemos chegar ao navio e eliminar os vermes abortivos restantes, pediria para o G me colocar no chão e alocar novamente o canhão no lugar de onde ele havia tirado. Na sequência olharia mais um pouco em minha volta e falaria ao G -  Monster Big G, tenho uma ordem de extrema importância e a sua vida pode depender disso! Preciso que você vasculhe esse navio e procure alguma poltrona e trono! Assim que encontrar coloque a mesma ali (apontaria o local que desse maior visibilidade ao mar e que ao mesmo tempo não fosse tão afastado de tudo)... Vamos que é pra hoje isso!

Ao mesmo tempo eu adentraria ao navio, armado e atiraria em qualquer inimigo que aparecesse em minha frente! Revistaria cômodo a cômodo em busca de dinheiro, informações sobre rotas, papéis importante, mapas de tesouro, joias, armas, coldres e a algum livro que pudesse conter informações referentes à agilidade ou forja que pudesse ler com mais calma. Iria também para a sala do capitão a procura de mais armamentos, riquezas, vestes e informações.

Voltaria vasculhando mais um pouco o navio a fim de eliminar possíveis ratos (inimigos) feito a vistoria, voltaria ao navio e sentaria no trono/poltrona para descansar. Caso não houvesse nada sentaria no chão e esperaria o G se voltasse de mãos vazias, balançaria a cabeça e diria, caso tivesse encontrado a cadeira do capitão ou alguma coisa similar nos cômodos que adentrei e passaria as informações... – G se você descer nesse sentindo, irá encontrar um local e lá você finalmente encontrará o que eu pedi! Agora mostre empenho e traga para mim como se não houvesse o maldito, escroto, sujo, fétido e asqueroso amanhã!

Com a esperança dele trazer o pedido, apontaria o local que o mesmo deveria ser alocado e descansaria pensando.... “ Droga, precisamos achar um médico!”
Histórico:
 

Dados Player:
 


Objetivos:
 

Off :
 


Última edição por Rock - Furry Legend em Qua Abr 11, 2018 2:12 pm, editado 3 vez(es) (Razão : Número de Post no cabeçalho! E pra deixar o Rag muito mais Feliz e DESCONTRAÍDO!!)
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Furry
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyQua Abr 11, 2018 5:07 pm





Royce

Fury Furry



O pico de poder da mulher foi realmente impressionante, Royce ainda se sentia trêmulo quando tudo finalmente pareceu ter seu fim. A garganta seca e o coração disparado eram as duas principais características do jovem nesse momento. Por um momento tudo ficou em silêncio e o jovem pode desfrutar da calma daquele final, mas isso durou pouco.

Uma vibração crescente surgia de seu interior, em um tremor gradual que fervia o seu ser.

- ISSOOO, ISSOOOO, ISSOOOO. Shizuka ululava em pleno êxtase pela queda da humana, seu grito e seu júbilo eram tamanhos que esses sentimentos, mesmo não sendo de Royce, manifestavam-se em seu corpo. As orelhas se agitaram no topo da cabeça e da boca do jovem surgiu um pleno sorriso de satisfação ao ver a queda da moça, a necessidade de vangloriar-se e de fazer pouco desta também começaram e preencher suas emoções subjugando o seu ‘ser’ natural.

O sorriso se alargou até estar mostrando os dentes e por fim disse.

- Não, você-gara foi insuficiente. - esticou a mão para retirar dos seios dela o que ela queria alcançar. - Isso. - disse erguendo a pilula. - A tornou meramente divertida. - Dito isso levantar-se-ia e se afastaria da mulher voltando sua atenção para o combate que havia ocorrido a suas costas.

- Não era um bom bando. - comentou. O poder concedido dela era fraco. - Royce estranhou a palavra, mas começou a andar.

- Poder concedido? - perguntou.. No entanto, como só ele ouvia a voz de Shizuka era provável que parecesse estar falando sozinho.

Caminhando entre os homens caídos o jovem procurava por algum que ainda parecesse estar vivo, pois tinha perguntas a fazer.

Sim, concedido. - respondeu Shizuka, agora com a voz mais branda. Royce ergueu então o olhar dos corpos e pode ver na sua frente a figura da coelha de sua infância. Uma ruga formou-se em sua testa. - Você-gara é real? - questionou, duvidando agora seriamente de sua sanidade, pois até então só imaginava estar ouvindo vozes, ou vendo-a em seus delírios, mas agora… Ele tinha certeza que estava no mundo real e não em um sonho louco do passado.

Shizuka mudou de assunto.

- Vai descobrir porque vieram?

Dando os ombros pela mudança no tópico o gatuno concordou. - É o que pretendo, nyan.

Baixar-se-ia e para dar alguns tapas no rosto do indivíduo a fim de acordá-lo.

- Bom diaaaaa, ta na hora de acordar…. - continuaria e em outro momento agarraria também pela roupa para sacudir o indivíduo parando só quando este por fim acordasse.

- Nyann, bom dia, nyan…. Oh oh oh oh.. Paradinho, não tente me fazer de bobo-gara… Então? Que tal me dizer que raios fez vocês vierem até aqui para apanhar? Ah sim e antes que você pensar em mandar eu-gara me foder ou o que quer que seja, pense no seguinte... Você vai morrer, pode ser rápido, ou... - deixaria o sorriso crescer para o homem entender que a segunda opção agradava bastante o larapio. - Você aprendeu rápido. - falou Shizuka que estava em pé na frente do gatuno. - Quem disse que eu não sabia isso, nyan? - retrucou o jovem erguendo a cabeça para responder a coelha e inclinando-a um pouco para o lado. Shizuka apenas retribuiu o movimento, mas nada disse.

- E então, vai falar? - continuou o jovem, agora já sacando sua espada e apoiando-a sobre o ombro do homem.

Royce faria o necessário para extrair a informação do sujeito, sendo essa a primeira pergunta e a seguinte seria sobre a pílula que a mulher tomava.

- Bom, Bom garoto, agora porque não me diz o que é isso? - perguntaria mostrando a pílula.

Se obtivesse essas duas respostas daria um fim rápido ao homem, mas enquanto o mesmo não respondesse iria ir ferindo-o lenta e dolorosamente. Caso ainda assim ele não respondesse procuraria por mais algum vivo e repetiria o processo, mas antes dizendo.

- Então? Você-gara prefere falar, ou prefere passar pelo o que seu amigo ali passou?

Eventualmente os olhos de Royce subiam para olhar nos de Shizuka e continuamente o jovem a via sacudindo a cabeça em concordância e satisfação para com suas ações, pode inclusive sentir o prazer que emanava dela dada as suas atitudes de ‘interrogatório’, e essa satisfação que ela sentia atenuava até mesmo os sentidos de Royce para com a crueldade executada.

Quando por fim tivesse as resposta seguiria o caminho para o navio, afinal o seu havia sido destruído e desejava ver como o deles era. Nesse momento talvez Cassandra já estivesse por perto e a visão da mesma faria o jovem enrubescer, pois agora que as coisas estavam mais calmas ele lembrava-se de como havia ficado preocupa com a mesma quando seu navio explodiu.

A vadia voltou. - falou Shizuka de repente e com tanto ácido na voz que Royce ficou surpreso. Havia entendido um pouco de Shizuka, mas até onde a conhecia não havia percebido indícios de ódio pelos tritões, na verdade até achou que a mesma acreditava que estes eram tão dignos de grandezas quanto os Minks. - Achei que você só odiasse humanos.. - falou o jovem, confuso com a reação de sua alucinação. Humanos e ela. - bufou irritada começando a se afastar, atitude que fez com que Royce se virasse para olhar para onde ia, mas ao fazê-lo perdeu-a de vista.

Ainda confuso o jovem se viraria para Cassandra, agora não tão envergonhado devido a confusão que sentia.

- Que bom que você está bem. - sorriu, e esse sorriso era de fato verdadeiro e não mais manipulado pelas fortes emoções que Shizuka emanava. - Aquela primeira flecha me salvou, foi PAAA, bem na cabeça. - com a presença esmaecida o jovem voltava a sua animação infantil fazendo gestos enquanto descrevia a flechada que Cassandra havia acertado. - Aiaiaiaiaia. - gemeu ao se mover muito depressa na encenação e lembrar dos machucados e por consequência da sua técnica que ainda estava ativada.

Respirando fundo e se abaixando o jovem permitiria que suas pernas relaxassem e assim a pressão em sua musculatura fosse por fim aliviada. - Estava tão focado que me esqueci disso. Vamos ver como é nosso novo navio? - com calma voltaria a caminhada na direção da embarcação.

Se tivesse obtido as respostas e Cassandra não as tivesse ouvido o jovem começaria a repassar para ela o que havia ouvido.

No navio seguiria para o interior, a fim de chegar a sala que era provavelmente da mulher e ver se havia algo mais a descobrir. Lá abriria gavetas, ignoraria as roupas íntimas, mas mesmo assim avaliaria as gavetas dessas para ver se não havia algo mais escondido.

- Ela-gara deve ter mais dessas por aqui, nyan. - refer-se-ia as pilulas. - Pode ver se o navio tem comida? - perguntaria para Cassandra se a mesma ainda estivesse junto dele.

Se estivesse sozinho falaria para o vento.

- O que você-gara quis dizer com poder concedido, nyan? - perguntou, esperando que Shizuka se manifestasse, mas ela manteve-se em silêncio deixando o jovem gatuno novamente sozinho.

Levando a mão ao peito ele ergueria o colar com orelha de coelho, encarando-o frente aos olhos estreitos e repetiria o nome da coelha. - Shizuka? Ta dormindo? - novamente ela não falou, mas Royce sentiu como se um punhal fosse enfiado entre suas costelas, tal sentimento arrepiou todo o seu corpo. - Ta, ta, deixa pra lá. - ia acrescentar maluca ao final da frase, mas reconsiderou a adição. Recolheria o que achou de interessante aos seus gostos peculiares e também o dinheiro, pois para esse tinha um plano diferente, afinal começava a formar uma vaga ideia para as funções extras que o dinheiro poderia ter.

Após essa olhada na sala da capitã o jovem procuraria A ‘cadeira’, e nela se sentaria, elevaria os pés e os apoiaria sobre a mesa. (Obviamente se tivesse ali essas coisas, se não ele deitaria na cama.)

- É por isso que o tritão gostava do trono. - acenaria em satisfação. É bom não é? - Shizuka apareceu novamente, encostada na parede oposta. - O que? Ser o líder, sentar aí, ver os outros correndo para cumprir o que você diz, concordando com você, respeitando você e principalmente saindo do seu caminho com apenas um olhar. - esticando o braço bom para apoiar por trás da cabeça e com um gemido de satisfação por estar relaxando o jovem se veria concordando com Shizuka.


>><<

Se em algum momento o tritão aparecesse vasculhando a sala o jovem apenas ignoraria, pois acreditava já ter pego o que lhe interessava, ou seja, a maioria das coisas e estas estaria agora no chão ao lado da cadeira.

Você não devia dar tanta liberdade para esse ‘ogro’, se não ele nunca vai obedecê-lo. Confrontá-lo diretamente também não deve funcionar, mas ele parece ter algumas ‘tolerâncias’ seriam bom testá-las.

Se o tritão se movesse para pegar algo das suas posses o jovem não exitaria em sacar a espada e apontar.

- Nem considere isso, pode ficar com o que tiver na outras salas, mas isto? Isto é meu. - Sorria para o tritão, estava na hora de começar a tomar algumas atitudes e ver até onde poderia contornar aquele tritão, tal como Shizuka lhe instruiu.

No entanto se fosse um dos outros tritões vindo buscar um ‘trono’ para o galo azul o jovem apenas se inclinaria para frente no assento e tiraria o novelo de lã colocando-o à frente na mesa.

Não ceda, ou quando você perceber serás tu o subordinado e ele o líder do navio. Faça-o vir até você.

- Diga que o ‘trono’ já está ocupado, mas ele-gara pode vir falar comigo, nyan!

- Bom, agora é só manipulá-lo e você poderá começar a alcançar aquilo que merece.

Distraindo-se o jovem permaneceria brincando com o novelo e relaxando em sua cadeira de ‘chefe’.



”objetivos”:
 


Histórico:
 


”Dados da Ficha”:
 


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyQui Abr 12, 2018 5:53 pm

  Enquanto os Furry tomavam uma surra eu me divertia com o trio bafo de onça, afinal achar que com suas limitações poderiam me vencer significava apenas que estavam fora de si, mas tinha que admitir, eram esforçados, entretanto relevaram uma fraqueza da minha parte, a capacidade de dar realmente ferir o adversário não parecia ser suficientemente boa, por isso tive que dar mais golpes do seria necessários e eu tivesse uma arma feita por mim mesma. A qualidade da arma e sua capacidade de dano seria bem maior do que usar esse martelo de segunda mão, por isso sabia que precisava encontrar uma forja e começar a trabalhar.

  Mas tinha que confessar, o trio tinha lá seu charme e não eram tão ignorantes quando se tratava de uma bom combate, um a um foram reconhecendo a superioridade que exercia sobre eles e todos caíram como homens que reconheciam meu valor, não pareciam nem ser tão malvados como se apresentaram no início, mas tudo isso poderia também ser uma maneira de suplicar pela vida que agora estava na minha mão. A consequência da luta era essa no caso da derrota, perder a vida ou seus pertences, mas a perda maior era a dignidade.

  Então fui aonde eu queria ir desde que cheguei aqui, ver minha companheira de fuga Layla, ela tinha saído antes de eu chegar ao porto de Conomi. Sabia que ela tinha ido atras de Kuro e depois disso não tive mais notícia dela, queria muito saber se ela realmente sabia o que havia acontecido la na ilha e se descobriu quem eram os mascarados. Mas o que eu realmente queria era abraçar e felicitar pela sua fuga e por ter encontrado um grupo razoável para ela navegar. Então logo me dirigi tranquilamente na direção a ruiva.



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  - Layla! - Chamaria minha antiga companheira alegremente como se nem tivéssemos acabado de lutar, até porque na verdade a luta tinha acabado na minha mente e o assunto já era outro. - Estou tão feliz de te ver. Mas por que você estava perdendo tempo lutando com esses fracotes? - Perguntaria a ela com um sorriso sincero e olhar nostálgico. - Me diz uma coisa, conseguiu encontrar o Kuro? - Caso a Layla perguntasse do pessoal eu diria para ela a verdade. -  A Metza esta bem, se tornou a capitã de um poderoso grupo de piratas, o Reino, kkkk, e você não vai acreditar, fui arrastada junto para esse negócio. O Levi esta bem também, reencontramos ele em Louguetown, sabe que ele era bonito, mas perdeu meia orelha agora... Até parece homem de verdade.

  Depois de acabar com a Layla olharia a minha volta, meu companheiros estavam sofrendo com o frio e me julgava no direito de algumas recompensas pela ajuda que dei e comecei a procurar casacos quentes e inteiros e logo os pegava, qualquer sinal de reação teria uma rápida reação, uma bela de uma martelada na cabeça. Claro que se achasse alguma coisa de valor eu levaria comigo também.

  Depois dos casacos eu buscaria alguns itens que poderiam ser valiosos ou mesmo algum kit de primeiros socorros ou coisa do tipo, mas entre as armas daria atenção a martelos, facas, e botas de luta, armas que meus amigos também usam. Se por acaso eu visse algum objeto valioso também o tomaria, assim como dinheiro. Em uma luta os fracos tinham que assumir suas perdas.

  Se por algum motivo alguém do bando viesse me procurar e agradecer pela ajuda em algum momento ou mesmo falar comigo eu seria educada, apesar de tudo eram companheiros da Layla.

  - Não precisa me agradecer. - Diria tranquilamente com a face bem alegre. - Se é um amigo da Layla irei ajudar quando precisar. - Mas como nasci com problemas continuaria de maneira safada caso a pessoa fosse um homem. - Mas tenho que admitir que ela é sortuda de ter tantos homens por perto. Mas tenho que ir, acho que os meus companheiros devem estar preocupados e eu ainda quero pegar algum espólios da batalha. HAHAHAHA

  Logo me colocaria para sair, já tendo pilhado tudo, vendo que a situação estava pacífica e tal eu não tinha mais motivos para ficar. Pelo que me lembrava Layla era uma navegadora e ela logo teria que partir, e eu voltar ao meus amigos.

Se por algum motivo alguém perguntasse sobre Karthus eu responderia sem medo.

  - Karthus esta no meu navio. - Disse para o amigo da Layla, se ela confiava nele eu também poderia me arriscar e pela amor de Deus, ele precisou de mais três para vencer uma menina e ainda saiu quebrado. - Se quiser eu levo você até aquele velho sem vergonha. Ele também quis apostar o navio de vocês? O cara é louco?  - Então me lembro do mais básico da etiqueta. - - Me chamo Buki Bijin!

  Esta certo que eu não tinha muita moral para chamar alguém de louco, mas eu não saia por ai apostando navio com os outros. Mas agora queria rever meus amigos e levar uma roupa quente e os espólios. Então acompanhada pelo tigrão ou não voltaria ao barco.

Histórico:
 


Objetivos:
 

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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Última edição por Bijin em Seg Abr 16, 2018 2:09 pm, editado 3 vez(es)
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Layla Morningstar
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptySex Abr 13, 2018 1:10 pm

Before my body is dry



Post 17




“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



A luta continuava se estendendo em meio a nevasca, a mulher não só parecia usar tudo de si, ela dava um pouco a mais, seu corpo estourava exageradamente forte, sua musculatura dilatava, era uma coisa assustadora de se ver, mas a ruiva não recuava por isso, nem tão pouco qualquer um dos seus novos aliados, a luta continuava todos se digladiando, o gato era o primeiro atacado e corria fazendo sua retirada estratégica, depois o tritão e por último a coisa recaia sobre a jovem e o tigre, os golpes ferozes dela faziam ate mesmo o grandão ser afastado, mas Layla interferia conseguindo quebrar ali uma parte do osso da mulher, não que fosse a maior vitória do dia, mas aquilo se mostrava útil, por pior das hipóteses bem mesmo depois de tudo isso a ruiva tomava vários golpes após conseguir a façanha.

A luta seguia e não demorava muito ate que finalmente a mulher caísse, naquele momento o que a garota sentia após ouvir as últimas palavras dela, era um misto de felicidade por saber que tudo tinha terminado, e tristeza por aquele tipo de coisa dito pra Layla aquilo era como um grito de socorro no final, ela não sabia ao certo mas conseguia pensar que talvez, a própria mulher não soubesse o que estava fazendo, sim ela deveria não ter uma noção, ou ao menos não estar nas suas plenas faculdades mentais, no fim, o que fosse acontecer com ela não era das mãos da ruiva, ou ao menos ela não pretendia tomar qualquer atitude que visasse matar ou coisa similar ao que se tratava disso. Nesse momento já com toda a adrenalina descendo seus níveis e reduzindo gradativamente, as dores no corpo se intensificariam ali, as costelas, o maxilar, o cotovelo, ombro, tudo aquilo parecia dar um retorno triste agora.

Agarraria o cotovelo com a mão tentando não fazer uma cara de muita dor, e tocaria também no ombro posteriormente para verificar como aquilo estava, era de certeza que bem terrível, por uns instantes pensava em realocar ele, mas depois desistia pensando que um profissional dissesse o que se trata afinal, podia não ser uma simples distensão, e medicina não era bem a sua praia o que de fato podia resultar em uma triste história caso tentasse algo ali, naquele momento o que a interessava eram as botas azuis que a mulher usava, eram bem uteis ao que se mostraram, além de agradarem visualmente a ela. Nesse momento por mais insensível que parecesse apenas diria. -As botas dela parecem boas ainda, acho que devo guardar no meu arsenal, afinal eu ainda to com as mesmas faz uns seculos haha.- dizia olhando para eles, que deveriam já ter finalizado a mulher ate essas horas, se ninguém discordasse removeria as botas da tal as colocando nas costas segurando com o braço sem danos, claro, ainda não sabia como usar elas e pareciam ser um pouco a mais do que ela podia nesse ponto da vida, mas estudaria as azulzinhas.

Se a loira chegasse ate ela naquele momento, assim que a visse se aproximando o choque de Layla ia ser notável, ela ainda não deveria ter notado de quem exatamente se tratava, os olhos aumentariam de tamanho naquela hora, e um sorriso surgiria no rosto, assim que ela se aproximasse abraçaria ela apenas com o braço bom com um puxão dizendo. - Nossa é bom ver que você ainda tá por ai maluquinha.- e depois soltaria dando um leve sorriso de canto na boca, e logo estenderia o dialogo para responder a suas perguntas, sim isso era de fato algo que tranquilizava ela, já que mesmo que elas tivessem terminado tudo bem em Conomi, a ilha era perigosa e tiveram milhares de problemas antes que pudessem realmente fazer algo. -Eu estava sobrevivendo na verdade, a mulher ali, não era algo a se brincar, na verdade creio que ela estava acima de qualquer um daqueles.- Falava apontando para os amontoados de corpos que estavam no fronte que a Bijin lutava e complementava ainda na verdade. - Pra ser realista, os aliados dela pareciam bem fracos, não vi nenhum fazendo nada como ela. Há aqueles são os meus aliados, acabamos nos cruzando em Illusia , sim eu acabei parando no West Blue.- e daria uma risadinha apontando para os minks e os tritões que no caso eram os aliados de qual ela falava, estavam ate a bastante tempo juntos na verdade, ou talvez nem tanto quantitativamente, mas a subida da reversse dava essa sensação de procimidade entre todos lá.

Se o assunto abordado pela loira depois fosse o ocorrido de conomi, então a explicaria, nessa hora seria possível ver que o assunto deixava ela mais animada, seu rosto feliz, os olhos vivos, o corpo em si mais relaxado, talvez o fato de lembrar de Kuro passasse essa sensação pra ela de felicidade, o que era plausível com tudo que aconteceu. -Sim!! eu o encontrei, ele havia não só se soltado, como destruído o barco inimigo!! ele derrotou todos lá mas não tinha como voltar a ilha, acho que se eu tivesse demorado mais ele tinha ido nadando hahahahaha, depois disso ele me levou a Loguetown e me recomendou uma viagem, me dando a passagem do Zeppelim, acabei por ir parar em Illusia e encontrei com Clovis um homem bem gentil.- Era possível ver que durante cada frase a animação dela em contar a história apenas aumentava, aquela empolgação a cada palavra, meio a um rosto feliz e sorridente, parecia que todo o combate que ela tinha tido ali era quase esquecido por ela naquelas horas, ate mesmo as dores momentaneamente esquecidas.

Mas assim que terminasse uma coisa passava na cabeça e era simples, o que teria acontecido com todos que estavam lá naqueles dias e mais na verdade, como eles pararam no farol, e coincidentemente no mesmo dia, se bem que quando pensasse, imaginava que deviam ter saído quase em conjunto. -Mas o que foi que aconteceu com vocês? Eu me lembro de onde nos despedimos, na verdade a Metza estava lá, e o Levi saiu correndo, estávamos sem saber o que ia acontecer lá.- falava esperando uma resposta mais concreta, ela lembrava bem do que havia acontecido ainda mais que a outra loira tinha tido um bom momento com ela no barco antes da partida, e não é o tipo de coisa que se esquece do dia pra noite. Quando a loira passasse a explicar o que ocorreu não poderia deixar de rir, principalmente por ouvir o que ocorria com o Levi, ele nunca teve muita sorte mesmo, e no fim esperava por algo desse tipo na história. - Fico feliz que tenham ficado bem, Conomi marcou muita coisa na minha vida, coisas boas e ruins, mas que hoje eu olho pra trás com felicidade, eu me diverti ali no fim das contas.- e completando isso voltaria olhando para a roupa de urso. -Acho que eu devo tirar essa roupa de urso polar que molhou quando cai na água hahahahaha. - sim ela ainda parecia um urso polar depois de pular na água com esse macacão de urso.

A partir dali procuraria no momento alguma coisa que pudesse vestir entre os mortos, qualquer roupa de frio útil para si, qualquer uma usável que protegesse do frio, era um problema que resolveria depois, podia comprar algumas roupas que variassem para suas ocasiões e isso era util de verdade, afinal não sabia que tipos de climas encontraria na grand line, nesse ponto depois de achar alguma coisa que pudesse se esquentar vinha o que ela mais queria fazer, o barco, a ruiva com toda certeza estava alvoroçada pois aquela era a nova máquina que ia retirar eles daquele lugar, já tinham o log pose em mãos, inclusive estava com ela, e no fim das contas essa era a felicidade. Correria então para o barco assim que tivesse tudo e observar as estruturas uma a uma, da popa a proa, as velas, o timão, e claro o interior dele e tudo mais que tivesse por ali, além de claro ver o que tinha realmente com eles, armas simples, os canhões, e comidas, ou coisas uteis de navegação como uma luneta, um mapa de onde vieram, qualquer coisa que pudesse ajudar nas viagens, papéis para desenhar mapas, eram as coisas de interesse dela em primeiro plano, em segundo plano queria procurar bebidas, ainda tinha ali uns últimos goles do seu vinho, mas nem mesmo tinha noção de ate quando ia durar, e na verdade, nem mesmo quando ia poder ter outra. A área que mais vasculharia era o interior do barco, onde queria ver se acharia algo pra comer, e talvez util em suas jornadas dali pra frente, mochilas de alguém, e claro roupas da mulher que ela pudesse usar para quaisquer fins seriam uteis, para ter uma muda.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyDom Abr 15, 2018 4:17 am



Raksha, o Libertador



Sua estratégia não havia funcionado, de pouco servira rugir e tentar atrair a mulher com palavras. Talvez isso servisse para frisar que essa não era realmente a sua praia, ou talvez só o momento escolhido para fazer tal ato não tivesse sido o ideal, já que ela aparentava ter entrado em algum tipo de estado Beserk após todas aquelas pílulas que havia tomado.

Ainda assim, felizmente tudo havia dado certo. Mesmo com uma dor enorme na perna esquerda e um certo desconforto no peito e na bochecha, por fim ela havia sido derrotada, e ele apesar de sentir que estava prestes a perder o controle, não havia. E mais, a oportunidade de saciar aquela sede de sangue crescente estava bem na sua frente.

Em seus olhos frios nenhuma emoção poderia ser vista. Nenhuma hesitação. No passado ele poderia ter optado por não enfiar a lança na cabeça da mulher. No passado poderia se sentir atormentado se optasse por fazê-lo. Mas não hoje. Já fazia tempo que ele passara a considerar os combates como apenas mais um degrau, as mortes como um sacrifício necessário para manter Scar saciado. E qualquer inimigo que cruzasse seu caminho se tornaria tal sacrifício.

Não havia alegria ou prazer naquela estocada que mirava a cabeça da mulher, e caso conseguisse mata-la fazendo com que aquela sede de sangue fosse embora, nesse momento não haveria felicidade também. Mas também não haveriam dor ou pesar. As palavras finais da mulher não tocaram seu coração a ponto de fazer isso. Se as coisas tivessem se desenrolado de forma diferente, certamente seria ele o morto agora.

Se fosse interrompido tentaria mais uma vez, e se ainda assim não conseguisse, iria mancando e usando a lança de suporte para aliviar o peso na perna machucada até algum seguidor dela que ainda estivesse vivo caído ao chão, e da mesma forma tentaria mata-lo.

No fim tudo que sentiria era alívio por ter vencido ambas batalhas, externa e interna, assim como uma boa dose de cansaço.

Olhando a sua volta, observava as ações dos companheiros, ouvia suas palavras e por dentro balançava a cabeça de forma negativa. Eram realmente muito diferentes de si. Ironicamente Scar, como ele próprio disse uma vez, se enquadrava melhor entre eles.

Olhando para a bandeira pirata no mastro gravaria o símbolo na cabeça, e se visse Royce questionando um dos oponentes derrotados, ficaria atento quanto a resposta.

Vendo a Loira que os ajudara, iria até ela tentando poupar a perna ferida e a agradeceria pela ajuda dando uma leve acenada com a cabeça. – Muito obrigado pelo auxilio prestado. Guardarei no coração tal ato.

A seguir, vendo que o grupo pretendia ir checar o navio e tomar posse dele, o Tigre seguiria na direção oposta, avisando antes. - Vou ao chalé do Krathus chamar ele para cuidar de nossos ferimentos e checar Lily, não devo demorar muito.

- Ah, mesmo? - Perguntaria ele de forma retórica enquanto olhava para a direção de onde a mulher tinha surgido anteriormente se ouvisse a loira dizendo que o regente estava no navio dela. - Você pode me levar até lá?

- Sim, ele tem um senso de diversão bem peculiar. - Continuava o Mink com a conversa sem querer falar mal do homem que estava cuidando de Lily, por mais que não aprovasse suas ações. - Me chamo Raksha. Raksha Ragnarson.

No entanto mesmo que ela não pudesse ele ainda tiraria o mapa do bolso e perguntaria - Consegue reconhecer o local em que atracaram? Me diga como é o navio que vou até ele.

Assim, independentemente de ser para o chalé ou para o navio, acompanhado ou sozinho, Raksha olharia seu relojo enquanto andava com dificuldade. Tudo acontecera tão rápido, quanto tempo será que aquela batalha tão intensa havia durado? Por dentro ele tentava calcular e mensurar. “ Dois minutos? Três talvez?”

A medida que se aproximasse do local seus pensamentos mudariam. “Não gostei de Krathus logo de cara devido a forma que age forçando pessoas a entrar em suas apostas e jogos. No entanto ele quem socorreu Lily, e agora novamente preciso da ajuda dele. Acho que a lição aqui é a mesma que tenho com o Tritão azul. Seja tolerante sempre que possível, nunca se sabe o dia de amanhã.”

Uma vez que chegasse ao lá, observaria a situação antes de prosseguir. - Krathus está? Sofremos um ataque e apesar de termos saído do lado vencedor ainda tivemos alguns feridos. - Diria explicando sua presença e a situação no geral.

Se durante a caminhada estivesse junto da loira, faria algum esforço para abrir uma conversa. Com sua voz profunda e séria, procuraria saber mais sobre o bando da moça de forma a estar preparado para encontra-los. - Você lutou muito bem lá trás. Ouvi quando disse para Layla que se uniu a mais duas outras pessoas e formaram um bando chamado O Reino...




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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyTer Abr 17, 2018 12:41 pm

O Lago Cócite






A luta finalmente estava terminada, e uma paz ainda não completa, atingia a todos ali, em ambos os frontes de combate, e claro a voz na cabeça do gato vibrava, sim aquele era um dos primeiros momentos de mutação do que era o inocente gatuno em algo que ele aos poucos passava a se tornar, mas claro os velhos hábitos nunca morrem e levando a mão para o sutiã dela pegava o frasco cheio de comprimidos para si. A ruiva que ainda sentia seu corpo se quebrar parte a parte, movimentava-se ainda meio desajeitada pois aos poucos a adrenalina abandonava ela, sua primeira ação era simples na verdade, ela visava a arma da mulher, sim era o que ela queria agora, a imagem da mulher caida ao chão daquele modo poderia talvez dar um embrulho no estômago de outros, mas para ambos parecia ser simples, pra não dizer comum. O tritão ainda levantando aos poucos todo quebrado se aproximava do que seria o centro de tudo aquilo, ele estava tão mal quanto a ruiva se não estivesse pior, já que essa era a segunda luta dele no dia de hoje, ele apontava a arma para a inimiga, nesse momento o tigre se aproximava dela, sim ele estava aos poucos caminhando para o que seria o fim da mulher, ele mancava um pouco e as dores normalmente começariam a aparecer. O azulão então antes dele agir atirava, mas nada que realmente acertasse, apenas a bala acabava por bates no braço do tigre, mas não o causava danos apenas riscava na pele, como um incomodo que os mosquitos causam ao morder.

Sem hesitação no final Raksha fazia aquilo que achava dever, enfiava a lança na cabeça da mulher, sem dor, sem medo, ele entendia de certo modo ali naquele dia, que naquele jogo que os piratas faziam era matar ou morrer, poderia ser ele ou poderia ser qualquer um dos amigos dele, a honra? Ela não existia tão forte assim em todos os lugares, nunca foi uma questão de Honra. Layla que já dava as costas nesse momento, encontrava-se com sua velha amiga loira e maluca, as duas trocavam algumas ideias sobre o passado, detalhes sobre momentos de sua vida, como a ruiva adorava contar histórias estendia um pouco isso. Royce, no entanto, tinha coisa mais importantes a tratar, interrogar seus inimigos, aos poucos ele ia selecionando um a um, a maioria falava línguas estranhas que ele nem mesmo entendia e esses eram friamente eliminados, o primeiro era algo completamente impossível ate achar alguém diferente, um mascarado do trio sedução que começava a acordar, o homem agora dizia algo que ele podia entender por mais que confuso. -Hola peludo, Pareces medio hostil.- Mas responderia a pergunta começando de forma estranhas…. - nosotros venimos aquí, en el nombre y la bandera de Smile Kelig, nuestro jefe, nunca fui uno de los que lo admira, pero se adhirió aquella joven allí, la conozco desde sus 10 años de edad, pero sabía que moríamos aquí hoy, era premeditado, y, el único motivo era realmente ese, traer el terror de nuestro jefe aqui- e vendo como seu inimigo estava o interrogatório prosseguia. No outro canto da história a ruiva e a loira caminhavam caçando o que seriam roupas de frio, a loira achava 5 casacos de frio, eram um pouco sujos já e surrados, todos eles azuis, provavelmente algum tipo de marca doentia do bando ali.

Por mais simples que fossem serviriam pra ajudar, Layla encontrava uma pele também para se cobrir, um casaco também azul, bem maior do que o habitual para seu corpo, não que isso viesse a ser um problema pra ela, mas ficava aparente que era de alguém muito maior antes. Ao longe os agentes que estavam no barco com os olhos mais atentos possíveis, começavam a partir com tudo pronto, eles tinham um relatório em mãos com muitas coisas, era complicado pois parecia mais uma guerra, sim era uma zona, o conforto? Ele não existia para ninguém do faro, e por isso era difícil datar quem ali era pirata, ou apenas homem no farol, mas de fato tudo seguia conforme a música, a dança não podia parar, nem mesmo para o tigre que agora aproveitava esse tempo para conversar com a mulher maluca, que prestara ajuda a eles por tudo que o fizeram, muito do que deu certo vinha da liderança dele em certos pontos, ou do seu aprendizado como líder, cada ação e detalhe valia ser citado naquele ponto, o tritão puto tinha sua conversa maluca com Goratiks que de certo modo ajudaria mas não pelas ordens. - Vejo que realmente precisa de ajuda, tem que se quebrar menos nas lutas.- falava ajudando Ken, não pelas ordens as quais ele cagava para elas, o motivo da ajuda era apenas questão de altruísmo, nesse ponto ele tinha leve crença de que o crista vermelha era mentalmente perturbado, assim de leve. Ken revistava todo o corpo da mulher, infelizmente não tinha nada além de uma série de pilulas no sutiã dela, só as que caíram fora do frasco já que ele em si estava com o Royce.

Decididos então preparavam o canhão novamente para que pudessem exterminar o corpo por completo, escorando no ombro mas sendo segurado por Goratiks o canhão era disparado por um outro tiro de revólver, estourando o corpo por completo, seria assustador de certo modo mas para ele era motivo de piada, bolava no chão gargalhando e sentindo as pontadas nas costelas. Enquanto isso de volta ao estranho mascarado que dialogava com Royce, a pergunta era simples, sobre as pilulas, que eram explicadas sem muito problema, não parecia ser um segredo ao que se falava. -Este? son pilas, de super soldado.- ele olhava para os corpos no chão, ele parecia não ter arrependimentos no olhar, mas algo dentro dele fazia com que sentisse o que chamaria de pena talvez, ele não era muito envolvido com todos ali entretanto tinham cada um seu valor. -pero en el caso de ella, éstas son diferentes, ellas tienen un efecto anestésico- falava apontando para a veia no braço, provavelmente alguma forma dele de comunicar melhor o recado, ele as vezes usava alguns gestos, de maneira que provavelmente se tratava de efeito interpretativo. - no necesitaba fuerza, eso tenía suficiente, pero las tecnicas que desarrolló, no dura mucho- algo cortava o coração dele nesse momento e era disso que ele ia falar.

Seus olhos eram firmes, o gato sabia com toda a certeza que as palavras eram reais, não era só a sinceridade no olhar era a forma que os lábios mexiam, e mesmo com a mascara, dava pra notar sua expressão pelo enrugar da pele sob ela. -su cuerpo era muy joven, estaba con sus 18 años. no parece correcto? si ella aparentaba ser mayor, por el efecto que eso fue teniendo, siempre supo que eso iba a matarla.- era aparentemente tudo que ele tinha sobre o remedio, se houvesse qualquer outra coisa não era com ele a encontrar, mas o importante era saber desses detalhes. Vendo que tinha tudo que queria, simplesmente o finalizava, o homem era no fim das contas o mesmo de sempre ate o fim, sem chorar nem pestanejar, nem mesmo hesitação diante da morte apenas partia com um sorriso no rosto. Todos no fim das contas seguiam para o navio, Ken rock carregado por Goratiks que trazia ele e os canhões, Layla apenas seguia normalmente de maneira igual a Bijin e Raksha, tudo tinha sido tranquilo depois da morte da mulher. Royce acabava por partir para o barco naquele momento também e encontrava Cassandra que voltava do mar junto com Akuma,o tritão não se aproximava muito ele apenas se colocava perto do barco observando o que acontecia, vendo o gato cassandra o abraçava antes de tudo.

Por mais que um sentimento ainda recente pra ela era bom ver que no fim das contas ele tinha sobrevivido, sim, não apenas estava vivo mas estava vitorioso, e claro responderia ao que ele falava, com aquela voz tranquila de sempre. -Sim, as vezes a morte já tinha vindo buscar ele, eu só ajudei a deitar.- falava soltando uma piscadinha, e logo completando com o resto do que ficava sob a mente dela. - Há mas claro, eu quero ver a nova cozinha, depois disso todo mundo deve estar cheio de fome.- falava de certo modo sorrindo um pouco de lado, sempre com aquele charme misterioso, com suas feições um pouco mórbidas, ela seguia com o gatuno ate o navio mas partia para a cozinha enquanto o laranja ia para a sala principal, ele se aproximava do local adentrando, aparentemente um local bem comum o trono ficava bem no centro e claro haviam gavetas, na verdade poucas coisas dentro delas, apenas um segundo frasco daquela coisa, algumas roupas mas a maioria parecia não estar ali, entretanto o que chamava atenção do gato era outra coisa, em cima do que seria esse gavetario, algo que logo vinha nos olhos era, um par de Hook Swods, estavam cruzadas logo em cima dele, algo diferenciado aos olhos de qualquer um, essas espadas não eram coisa de se jogar fora, apesar de serem armas simples, estavam bem cuidadas e pareciam afiadas.

Sim elas vinham aos olhos do ladino que já as tomava para si, entretanto antes de tentar qualquer coisa com elas, o trono estava a sua espera e ele sentava sobre ele sentindo a boa sensação que passava, sim ele agora compreendia, por que os capitães gostavam daquilo e claro, por que o tritão azul putasso gostava. Layla adentrava também no navio ela vasculhava a parte interna dele, algumas coisas poderiam chamar atenção dela por ali, na verdade a estrutura bem desenhada dele, e como navegadora, poderia gostar, mas já roupas por ali apenas masculinas, as roupas da mulher estavam na sala dela, local do qual ela não adentrou. Já ali dentro Ken Rock pedia para que Goratiks fizesse algo pra ele, achar um trono, coisa que era simples entretanto ele já coltava para dar a noticia ao crista vermelha. - Bom ate tem um trono garoto, mas ele está ocupado, não há inimigos aqui, eu limpei tudo, apenas seu amigo gato está nele, acho que deveria ir falar com ele caso queira mesmo isso.- Já Bijin e Raksha depois de sua conversa decidiam partir para o navio dela achar o homem que regia o farol, e por consequência o médico que havia ali e poderia ajudar.

Sua partida era tranquila, sim eles demoravam alguns minutos na sua extensa caminhada meio a neve ate que avistavam o navio que estava o Reino que a loira tanto falava, e já no local eles podiam ver Karthus, onde o tigre já chamava a atenção do homem, no meio do que eles estavam fazendo ali, apostas é claro. Voltando ao barco onde ken rock se movia ele estava fronte a cadeira do capitão com Royce sentado nela, sim era o lugar onde o gatuno estava, normalmente como ele fazia com as outras salas ele pensava em vasculhar essa, mas era repreendido pôr o felino, o que teremos agora gato vs peixe puto? Apenas descobriremos no próximo episódio. Torreto apesar de não ter socializado com todos estava trabalhando no barco naquele momento, ajustando os reparos já que imaginavam que partiriam, a ruiva titânica acordava derrubada perto do mastro, mas assim que levantava a cabeça dava de cara com tal desmaiando de novo.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyTer Abr 17, 2018 7:03 pm

Before my body is dry



Post 18




“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



A conversa com a loira por mais que divertida durava quase nada, afinal ambos tinham deveres diferentes naquele horário, a jovem ruiva tinha um alívio de um peso que ficou a muito no seu coração que era o destino que todos aqueles amigos tiveram, como eles estariam, e saber que saíram dali o melhor possível, simplesmente tinha sido suficiente para aquele dia ter valido a pena, ainda mancando e sentindo todo o par de dores caminhava para o barco, ela já tinha passado por coisa pior nesse quesito, sim muito pior de verdade, mas o que a frustrava um pouco era o fato de ver como as coisas se desenrolaram durante a luta, ela esperava talvez ter feito mais, não era isso que regia seu coração, mas no fundo tinha a curta sensação de que podia aprender mais, apesar de outras coisas perseguirem ela naquele dia.

Layla sairia do fundo de onde estava para a parte superior do navio, uma coisa a fazia realmente levantar, era a caixa da barbara, sim ela havia nos avisado quando a lançou para o fundo do mar que tal ficaria bem mas precisaria ser resgatada, e claro tínhamos os tritões pra isso, se aproximaria do mais calmo deles, ou ao menos aquele que foi mais sensato durante todo o tempo, o gigante Goratiks, chegaria onde tal estivesse naquele momento se pudesse ver ele, na verdade ela pensava que não fosse uma tarefa muito difícil, observando de quem se tratava, se aproximaria dele com naturalidade par ao lembrar do que havia ocorrido antes do barco explodir. -Grandão!! Eu não sei se vai relembrar, mas, lembra antes do barco explodir? Uma caixa que a ruiva protegia com tudo e jogou dentro do mar?- olharia pra ele pensativa, com um olhar um pouco distante já que ainda tinha a mente um pouco longe, mas ainda prestava atenção nele apenas deixava aquele olhar perdido tomar conta dela. Se a resposta fosse positiva diria. - Bem eu queria que você recuperasse essa caixa, parecia importante pra mulher, e tinha bebida na caixa então tem coisas boas pra mim, pra todos na verdade, você podia trazer ela pro barco?- falava agora com aquele olhar mais pidão, era automático, não era como se ela quisesse fazer essa carinha dessa vez, mas ela surgia no rosto.

Se ele fosse positivo abraçaria o peixão rapidamente, com toda aquela euforia característica dela, um sorriso sincero no rosto, e aquele olhar aceso que parecia uma chama de vela, sempre com os pulmões cheios de ar e toda aquela vontade de ser feliz que queimava por dentro saindo de si, sabe em cada reflexão ela sabia um pouco mais, que o que precisava para ser feliz era apenas vontade, ninguém precisa carregar o mundo nas costas, isso mesmo a ruiva agora entendia que ela também não precisava, as pessoas ao redor podem dividir o peso com ela, por mais que sejam estranhos, na hora da peleja ninguém foi deixado para trás. Depois do abraço dado em big g, partiria pra cozinha onde falaria com Cassandra. - Obrigada por tudo moça, vocês me tiraram do barco naquela hora, e também por toda a comida. -Assim como fez com o grandalhão abraçaria a mulher mórbida, e daria um beijo na bochecha dela, já a convidando para o que seria seu momento de descanso depois de tudo aquilo.-O que acha de beber um pouco comigo, quando tiver algum tempo? Vai ser divertido.-falava dando um leve sorrisinho a olhando na verdade estava animada pra conhecer mais ela, a curiosidade começava a bater à porta como sempre, ela sempre acaba com um monte de leves conceitos na mente.

Se a sirena aceitasse seu convite, rapidamente a abraçaria de novo dando vários beijos na sua bochecha e agradecendo. - Obrigada, obrigada, eu estava pensando que ia beber sozinha de novo hoje, eu costumava ter minha irmã a algum tempo então, as vezes fico um pouco... solitária.- falaria coçando a parte de trás da cabeça, um pouco sem jeito de dizer aquilo na verdade, mas queria a companhia de outra moça pra conversar, ela nunca admitia isso mas ela tem esse tipo de coisa em mente, conversar coisas de mulher, não exatamente isso, mas com uma pra ser exata, e isso era quase que por necessidade, e ate agora não tinha tempos de paz a cercando mal tinha respirado ainda, tudo vinha e quebrava as coisas de uma hora pra outra. Depois disso daria uma piscadinha para ela saindo de volta pra a parte principal do barco, checaria tudo, velas, timão, e cada parte dele queria ver como era a qualidade de cada parte, isso era importante, tanto por possíveis problemas com quebrar partes dele, e a viajem que fariam, aliás ela preocupava a ruiva um pouquinho.


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Parece que o chicote tá comigo dessa vez Xablau!

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyQua Abr 18, 2018 11:44 am





Royce

Fury Furry



Muitas e confusas informações haviam sido passadas para o jovem gatuno durante os seus questionamentos, porém aquele não era o momento de ficar filosofando e considerando sobre o que havia sido dito ou feito e por isso seguiu adiante, viver o presente, sim essa é uma das características que define bem o jovem.


O caminho até o navio se tornou mais leve e descontraído com a presença de Cassandra e a ausência de Shizuka, mesmo o humor mórbido da cozinheira não era páreo para a confusão que Shizuka causava no temperamento do gatuno.


Frente a frente com o tritão azul. Aquele era o momento de colocar alguns pingos nos I’s e definir alguma hierarquia para aquela confusão que viviam.

Ele é alguém direto, burro, mas teimoso e orgulhoso de mais, ele quer se sentir no poder e no comando embora não tenha a capacidade para isso, no entanto um tipo desses é bom para colocar homens teimosos nos eixos e fazer o trabalho sujo. Você só precisa conquistá-lo, não batendo de frente ou insultando o orgulho dele, contorno com propostas que ele sinta que está tendo benefícios, mas sem lhe revelar que o mais beneficiado é você. Ele será um dos seus primeiros poderes concedidos, então faça direito. - Shizuka estava em pé atrás do ‘trono’ tal qual uma conselheira sussurrando ideias aos ouvidos do gatuno, ou melhor dizendo, fazendo com Royce o mesmo que ela propunha que ele fizesse com o tritão, embora ainda assim, ensinando.

- Entendi-gara. - respondeu Royce em voz alta para ela, mas sem tirar os olhos do tritão. Moveria o novelo de lã para a gaveta da escrivaninha e sentar-se-ia reto na poltrona. - Você-gara quer o trono para si, nyan? - perguntaria, embora já soubesse a resposta. - Acredito que o seu esteja no fundo do mar, não? Junto com o meu-gara navio que acabou explodindo. - sorriria de um modo que mostrasse seus dentes. - Acho que todos perdemos alguma coisa hoje, eu-gara meu navio e você-gara o seu grande trono, nyan. - faria uma breve pausa para olhar o tritão e ergueria a mão com um dedo levantado para atrair a atenção. - Mas certamente ambos podemos ter o que queremos, afinal… Somos todos livres, mas ambos teremos que abrir algumas concessões é claro. - sorriria e então perguntaria. - Porque não começa me dizendo o que deseja, nyan?


Royce estaria até então mantendo o braço lesionado parado, bem como a coluna reta para não ficar sentindo as dores do combate recente. Sentia também a mão de Shizuka apoiada sobre seu ombro bom, enquanto ambos ouviam o que o tritão azul tinha a dizer.


Desviando o assunto o jovem prosseguiria após ouvir o que lhe foi dito.

- Nos conhecemos em circunstâncias estranhas, com você-gara tentando me morder e sendo derrubado, mas de lá pra cá já lutamos juntos mais que um par de vezes e percebi que embora difícil de lidar, você-gara é de certa forma ‘confiável’. - a palavra confiável soaria de certa forma estranha quando empregada para o tritão. - Sendo assim o que proponho é uma troca justa, eu deixo você sendo o ‘chefe’ dos tripulantes, gritando ordens por aí e xingando a vontade, desde que para o bom funcionamento do navio e não só para suas necessidades pessoais, e você-gara pode inclusive ficar com esta cadeira aqui-nyan, mas em troca você vai me ouvir, o barco vai para onde eu quiser, quando eu quiser e isso em todo o resto, você confiará em mim para vivermos livremente da forma que quisermos. Dinheiro, poder, liberdade, festas, bebida e todo o resto é o que eu desejo. Ser mais livre que qualquer um. Eu-gara sou o chefe, mas não gosto de sair por aí gritando o que os outros devem fazer, mas você-gara parece se divertir com isso. O que me diz?


Sentiu os dedos de Cassandra apertando o seu ombro e sorriu por isso, pois dessa vez conseguiu entender o motivo desta reação e não era por alegria a suas atitudes, era porque ele havia proposto a mesma relação que ela estava tentando impor. O proposto havia servido aos dois propósitos, tentar chegar em um acordo com o tritão e mostrar para a coelha que não era tão ingênuo e crédulo quanto ela estava considerando que ele fosse.


Se a conversa houvesse se concluído de forma ‘satisfatória’ o jovem prosseguiria.

- Cassandra foi fazer algo para comermos. Enquanto isso… Você achou algo sobre o tesouro? - perguntou o jovem, revelando o brilho de expectativa nos seus olhos. Esperaria então o tritão se gabar e pediria para ver o mapa. Tomando-o em mãos para estudar. - Fica numa das cavernas? - era uma pergunta retórica. - Bom, podemos descansar um pouco, comer algo, improvisar umas bandagens pros nossos braços e partir à caça… O que me diz?



Depois Royce seguiria em busca do que esperava ser a cozinha do navio, permitindo antes que o tritão levasse o trono, e trancando o quarto. Já na cozinha comeria e aproveitaria o tempo para usar as faixas e improvisar um apoio rústico para o braço de modo a diminuir o esforço do ombro lesionado, apenas um pedaço de faixa cortado e amarrado em círculo o qual passaria por cima da cabeça e encaixar o braço dentro. Faria outro igual para o tritão e mais um para a ruiva.

- Aquela mulher tinha uma tara por golpes nos braços, nyan.


Após a refeição, aproveitando que a maioria devia estar pela cozinha o jovem explicaria.


- Os tritões acharam um mapa do tesouro, o qual vamos ir verificar. Aqueles-gara que quiserem vir junto sintam-se à vontade, mas precisamos que alguns fiquem no navio, pra evitar que esse exploda também nyanyanyanyanyanyanyanya.



Royce passaria então a hora seguinte se preparando para a nova empreitada, revezando entre descansar um pouco e pegar o que achasse útil. Uma garrafa com água, se tivesse na cozinha, alguma corda se encontrasse no depósito, a espada que havia pego dos piratas, descartaria lanternas, pois enxergava no escuro e o tritão brilhava. O restante dos seus pertences deixaria em seu novo quarto, junto com as espadas estranhas que havia encontrado e com as pílulas da mulher que havia confiscado e assim, agasalhado para o frio iria até a rampa do navio.

-RUIVAAA, Afaste o navio um pouco da costa, quando voltarmos o tritão piscara a crista dele 3 vezes para chamar vocês. - replicou a ideia que o tigre havia outrora sugerido - Onde será que ele foi? - falou consigo mesmo enquanto descia a rampa para a costa. - Shizuka também sumiu. - a coelha havia desaparecido desde que havia ido para a cozinha.



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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyQua Abr 18, 2018 3:19 pm

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#019
Dentro navio, continuaria a procura de riquezas e até mesmo alguma informação importante sobre armas, perícias, mais dinheiro e quem sabe informações úteis que pudessem ser usadas de uma maneira coerente no futuro. Apesar de estar de pé e parcialmente equilibrado, sentiria o meu corpo inteiro gritar e se contorcer de dor em determinados momentos. Nada que eu já não tivesse sofrido ao longo dessa vida, por isso respiraria fundo e manteria o meu controle físico e mental da melhor forma possível… “ Merda, mil vezes merda! E eu que pensei que explodindo a porra do corpo daquela imunda iria saciar as minhas dores! Merda!".... Meu momento de reflexão com o Nirvana seria interrompido pelo Big G  que ao me informar a situação, me despertaria um leve sorriso no rosto e uma curiosidade dolorosamente mórbida de ir até o local… - Então o gatinho quer se tornar um gatão, interessante esse caralho!

Pediria para que o Big G continuasse a procurar alguma riqueza naquele navio e que mais tarde voltaria para buscar mais informações. Diria também para não deixar ninguém entrar naquela sala. Queria ter uma conversa com o gatinho sem a interrupção de ninguém, pelo menos naquele momento. Com o corpo coberto de lesões e extremamente dolorido, daria passos calmos e seguros até chegar próximo a sala.

Assim que entrasse no território da sala, manteria o meu corpo da melhor maneira possível. Não deixaria transparecer a dor que sentiria naquele momento. Teria algo muito mais importante a realizar naquele momento do que dar consideração aos meus malditos ferimentos.

Procuraria alguma poltrona ou cadeira para me sentar antes de começar a conversa com Royce. Assim que sentasse, colocaria minhas pernas esticadas sobre a mesa e escutaria o que o gatinho laranja teria a me dizer sobre o cruzamento em que havíamos chego. No caso de não haver nenhuma cadeira para me sentar, repousaria minha mão boa sobre o cabo de uma de minhas pistolas, não para sacá-las e sim para descansar e manter uma pose corriqueira. Escutaria as indagações e com um sorriso cheio de dentes e com olhares vibrados, focados diretamente aos olhos do mink felino, não conseguiria conter uma leve gargalhada sobre os questionamentos do jovem.

Lamberia os lábios, ainda sorridentes e começaria a responder ao diálogo - Antes de mais nada meu querido gatinho felpudo! Você entendeu errado o peso de um trono. Não busco esse tipo de trono que você quer, por mim você pode até se sentar nele com o caralho de uma maldita coroa e uma caneca de leite. Só que infelizmente eu não acho que nem mesmo você queira o caralho dessa posição! Pelo  que eu vi até agora você não irá deixar de lado o caralho de sua liberdade em pular por aí de galho em galho para sustentar o comando, a esperança, a dor e até mesmo o sonho de seus malditos subalternos! Nem mesmo eu faria tal coisa! …. Escutaria sua indagação referente a explosão do navio o de meu antigo e delicioso trono, mais uma vez com um sorriso nos lábios sorriria… “ Muuahushuahushauhsa será que devo contar que resolvi explodir o caralho daquele navio?”... caso o felino chegasse a um ponto de pensamento em comum, apoiaria uma de minha mãos a mesa e continuaria a conversa… - Quero ser a porra de um líder, quero dinheiro, quero comandar e mandar nas pessoas! Mas não quero ser um maldito líder e morrer explodindo numa praia por psicopatas como vocês (não levaria em consideração que quem explodiu alguém fora eu)...

Voltaria a minha posição inicial, aquele onde deixaria a minha mão apoiada sobre o cabo da arma. Escutaria as indagações do jovem respiraria fundo e continuaria… - Rapaz, não tenho a obsessão de ser um rei ou coisa do tipo, quero formar um sindicato de piratas, um local onde eu possa desfrutar do dinheiro, recolher dinheiro de quem faz parte dele e até mesmo usar membros inferiores para propósitos obscuros muahsuhuhsa…. Mas do jeito em que você se encontra meu jovem, seria engolido pelo primeiro filho de uma puta que te julgasse pela porra da sua aparência.

Ficaria, agora, em uma posição mais relaxada e descontraída e terminaria o que deveria ser dito ao rapaz… - Muito bem, vamos formar uma aliança, um Sindicato e prosperar com o trabalho árduo de nossos companheiros. Mas não confunda que isso me faz o seu bichinho de estimação. Como vocês mesmo disse, somos livres e não perderei isso para ninguém rapaz!... Coçaria o meu queixo e continuaria… - Vivi mais que vc garoto e vi pessoas como você serem engolidas pelo caralho do prazer ou até mesmo por pensamentos fracos! Espero não ter o prazer de ver isso acontecer.… Viraria de costas e caminharia em direção a porta… - Vou mandar o Big G pegar o trono, então limpe esses seus pelos afeminados do local Muahushuhushauhsuha… sairia dando gargalhadas pelo navio.
“Espero que esse maldito gatinho não seja engolido pela porra do caralho da escuridão que ele está demonstrando liberar do fundo do caralho de seu coração. Cansei de ver ao longo desse caminho pessoas se foderem por não saber separar o cu da bunda! E como ele quer ser livre e tb não dou a mínima, irei esperar até onde ele irá aguentar pra se afundar na merda em que está brincando.”...

Ainda não muito distante do mink falaria em um tom de voz alta par que ele pudesse ouvir…- Vou colocar o terror, o caos, o desgosto, a calamidade por onde passamos. Você poderá assumir a glória que quiser desse caralho, desde que eu tenha muito dinheiro e não deixarei que nenhum incômodo estrague o meu ou o seu sonho! Mas não se perca pelo caminho que está entrando… Nesse momento viraria a minha cabeça e olharia de uma forma séria para os olhos do gatinho (isso se o mesmo estivesse me olhando)

Assim que encontrasse o Big G, perguntaria o que mais ele conseguiu descobrir ou encontrar, mandaria ele pegar o trono da sala da comandante, morta, e que o colocasse no deck para que eu pudesse contemplar o mar e o horizonte. Caso G informasse algo importante iria até o local para averiguar e tomar posse de possíveis riquezas e/ou armas.

Após tal possível ação, não pensaria em nada, apenas moveria o meu corpo até o local que eu havia pedido para que o trono fosse posto. Uma vezes que o mesmo estivesse no local solicitado, me sentaria e olharia para o horizonta, buscando relaxar as dores de meu corpo da melhor forma possível… - Caralho, preciso da porra de um médico para dar um jeito no caralho de meus ferimentos.

Após uns 30 minutos sentados no local, voltaria a andar pelo navio a buscaria por Royce. Assim que o encontrasse, chegaria perto dele e diria… - Gato confuso, sei que é um médico ou pelo menos sabe fazer alguma coisa. Preciso que me ajude com os meus ferimentos além de conversar algo importante com você!

Seguiria o gato se assim o mesmo pedisse e assim que o tratamento de meus ferimentos dessem o início, começaria a conversar com o jovem mink … - Caralho, você não consegue ser mais fofinho com a porra dessas suas patas? Me diga, está interessado em ir até o caralho do tesouro desse farol? Mais cedo consegui o mapa e informações necessárias e seria relativamente fácil conseguir essa porra….- Aerw caralho, devagar com essa bela pele azulada como um mar virgem. E então gato?... - Precisamos de dinheiro para arrumar essa espelunca de barco e também para financiar o Sindicato.

Após ser tratado pelo mink, andaria um pouco pelo navio e procuraria a cozinha do local. Não estaria com muita fome, mas buscaria um local para me sentar,  mesas, bancadas ou cadeiras que houvesse no local e observaria calado a possível movimentação das pessoas por um tempo. Iria até a sua direção - Olá meus tentáculos sensuais, como você está gostosa? Fiquei completamente excitado ao te ver em ação, me diga teria alguma coisa com álcool por aí?

Se houvesse, pegaria a garrafa e lançaria uma piscadela para a jovem. E na hipótese de não haver nenhuma garrafa com ela, procuraria pelo barco até encontrar uma. Voltaria a bisbilhotar pelo barco a procura da ruiva musculosa… - Onde será que enfiarão aquela gostosa? Preciso aliviar a minha dor em alguém Muhauhauhaha…. Continuaria até encontrar a ruiva musculosa. Caso ela ainda estivesse desacordada, sentaria ao lado dela e começaria a beber, colocaria uma de minhas mãos sobre um de seus seios e daria duas leves apertadas enquanto descansava…” Interessante aqui é fofinho, pensei que seria um pico de músculos ”

Ficaria ali bebendo com a mão repousada sobre a teta da jovem ruiva até que a mesma acordasse. Se acordasse, enfiaria a garrafa em sua boca ediria em meio a gargalhadas… - Engole com vontade esse néctar ruiva, você merece depois da luta Muuahsuhsuhsuhsuhaauha… e se a mesma continuasse dormindo, ficaria ali por um tempo e depois voltaria ao trono para me sentar e observar o horizonte enquanto continuaria a beber!
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyQui Abr 19, 2018 6:41 am

O Lago Cócite








Dentro do barco dos dois jovens a formação de sua sociedade começava aparentemente, Royce sentado no trono, jogava sua ideia para o tritão, ele tinha o que seria uma proposta para tal. - Você-gara quer o trono para si, nyan?- era o que perguntava Royce pra ele, algo que o tritão em toda sua pompa respondia. - Então o gatinho quer se tornar um gatão, interessante esse caralho!- como sempre com sua boca suja, e a maneira característica que o peixe mantinha desde o início de toda essa história, de pessoas que claramente precisam de tratamento psicológico um tanto quanto urgente, o gatuno já sabia de verdade que ele responderia ou melhor que ele queria o trono, e mesmo a resposta não sendo diretamente sim, ele prosseguia com suas propostas, ao maior estilo gangster da coisa ele barganhava, era sobre o barco, sim era verdade, o barco tinha se transformado em cinzas junto com uma seria de coisas que o gato tinha roubado, na verdade maior parte delas, poucas coisas sobraram dali, e isso para um cleptomaníaco, bem… perder o que roubou, será que isso que havia deixado ele cada vez mais maluco? Talvez ele sempre tenha sido louco. - Você-gara quer o trono para si, nyan? Acredito que o seu esteja no fundo do mar, não? Junto com o meu-gara navio que acabou explodindo. - Dizia ele com toda sua jogada de lábia no momento, um leve sorriso no rosto mostrando um pouco os dentes dele, pausando, sim era como um jogo mental de certo modo. - Mas certamente ambos podemos ter o que queremos, afinal… Somos todos livres, mas ambos teremos que abrir algumas concessões é claro. Porque não começa me dizendo o que deseja, nyan?

O Peixe puto o olhava também, com séries variadas de pensamentos na sua cabeça que delimitavam de certo modo o que desejava falar e fazer, o olhar dele era bem claro nesse quesito, e aos poucos ele delimitava as falas, Akuma que estava ali perto ouvia, mesmo que não dentro da sala, não que ele ligasse para isso, mas era uma informação a mais sobre seu discípulo, que nada entende de seus ensinamentos sábios, ouvindo tais palavras ele emitia uma colocação extremamente importante para todos uma coisa que poderia mudar todo o rumo daquela discussão. -Huummm- sim algo que definiria seu rumo com toda a certeza. O azulão fazia quase um discurso explicando tudo que sentia ali naquele momento. - Antes de mais nada meu querido gatinho felpudo! Você entendeu errado o peso de um trono. Não busco esse tipo de trono que você quer, por mim você pode até se sentar nele com o caralho de uma maldita coroa e uma caneca de leite. Só que infelizmente eu não acho que nem mesmo você queira o caralho dessa posição! Pelo  que eu vi até agora você não irá deixar de lado o caralho de sua liberdade em pular por aí de galho em galho para sustentar o comando, a esperança, a dor e até mesmo o sonho de seus malditos subalternos! Nem mesmo eu faria tal coisa!- e claro tinha também algo sobre a a explosão do barco, não que ele fosse revelar realmente que foi ele que o fez, era honesto demais para ser dito, aquele grupo não era um jogo de honestidade era apenas uma resposta simples sobre não ser explodido ou algo desse gênero.

Enquanto isso a ruiva caminhava pelo barco, ela lá no fundo não tinha nada do que queria logo caminhava novamente para a parte superior do barco, a primeira pessoa que ela via era Goratiks, ele estava comendo aquela coisa verde que ele costuma normalmente comer, tinha uma expressão feliz, ele deveria gostar mesmo daquilo, ou apenas era seu estado natural, de todo modo sem esperar muito por qualquer coisa que pudesse trazer alguma hesitação como o próprio tamanho do gigante, Layla se aproximava ela tinha algo em mente.-Grandão!! Eu não sei se vai relembrar, mas, lembra antes do barco explodir? Uma caixa que a ruiva protegia com tudo e jogou dentro do mar?- Ele olhava a moça que o perguntava, durante alguns segundos ele parava tanto pela surpresa pela forma que ela chegou, quanto pela pergunta em si, ele lembrava do caixote, mas, na verdade, se questionava por que da pergunta, entretanto imaginava que fosse algo importante. - Eu lembro sim, era enorme então é difícil esquecer.- e era bem essa a resposta que ela queria mesmo, com um rostinho pidão e todo aquele jeitinho de mulher querendo as coisas, que só elas sabem fazer, e eventualmente vão te convence ela dizia.- Bem eu queria que você recuperasse essa caixa, parecia importante pra mulher, e tinha bebida na caixa então tem coisas boas pra mim, pra todos na verdade, você podia trazer ela pro barco?- O grandalhão olhava inicialmente hesitante, ele tinha acabado de voltar do mar, e tava comendo sua paradinha, e não costuma gostar dela molhada, estranhamente na verdade, já que ele é um peixe fora da água literalmente.

Coçando a parte de trás da cabeça e olhando pra aqueles olhinhos ele virava o rosto pro lado, e sabia que ia se arrepender daquilo mas no fim confirmava. - Tudo bem eu busco a caixa.- e inesperadamente a mulher ruiva saltava com tudo no pescoço do azulão, agarrando ele e dando uma série de beijos na bochecha e pescoço dele, ela se pendurava agarrando ele, que ficava sem ação na hora, um tanto quanto constrangido, por mais que de outra espécie a ruiva era bonita, e causava espanto o que ela fazia. -Calma, Calma moça, vamos devagar ai.- falava meio sem jeito, assim que ela soltava ele, Goratiks caminhava pra beiradas do navio sussurrando pra si mesmo.-Eu em… fêmeas humanas são maluquinhas.- dizia saltando para o fundo do local, ele ia procurar a caixa, não era difícil pra ele visto que lembrava onde o barco estava na hora, e rapidamente subia novamente com o enorme caixote, todas as coisas estavam dentro, sorte na verdade ele não ter se aberto mesmo depois de tudo aquilo que ocorrera. Entretanto na volta a ruiva não estava mais lá.

Enquanto isso no convés a conversa continuava era a vez do gato falar.- Nos conhecemos em circunstâncias estranhas, com você-gara tentando me morder e sendo derrubado, mas de lá pra cá já lutamos juntos mais que um par de vezes e percebi que embora difícil de lidar, você-gara é de certa forma ‘confiável’. -  a imagem da coelha de certo modo era o que colocava o gato nesse estado, apesar de que não era como das primeiras vezes, não eram ordens, parecia mais uma observação de apoio enquanto o tritão que já tinha feito seu mini discurso ouvia agora um desses também, aquela conversa rumava para algo diferenciado, será que realmente teriam, por fim, um consenso ou isso só aumentaria o atrito? Bem o gatuno ia apostar.- Sendo assim o que proponho é uma troca justa, eu deixo você sendo o ‘chefe’ dos tripulantes, gritando ordens por aí e xingando a vontade, desde que para o bom funcionamento do navio e não só para suas necessidades pessoais, e você-gara pode inclusive ficar com esta cadeira aqui-nyan, mas em troca você vai me ouvir, o barco vai para onde eu quiser, quando eu quiser e isso em todo o resto, você confiará em mim para vivermos livremente da forma que quisermos. Dinheiro, poder, liberdade, festas, bebida e todo o resto é o que eu desejo. Ser mais livre que qualquer um. Eu-gara sou o chefe, mas não gosto de sair por aí gritando o que os outros devem fazer, mas você-gara parece se divertir com isso. O que me diz?-  naquele momento a fantasia parecia crescer nele, as mãos da mulher bem nos ombros dele, ele começava a compreender parte a parte daquilo aos poucos.

O azulão olhava de volta com seus pensamentos em grandes coisas o que assolava a mente dele era uma pergunta, o que o gato ia se tornar? Sim ele era jovem, e tinha uma jornada curta, as coisas que poderiam moldar a mente de tal estavam para começar ainda, mesmo assim, parecia por fim que tudo seria resolvido ali mesmo. Rapaz, não tenho a obsessão de ser um rei ou coisa do tipo, quero formar um sindicato de piratas, um local onde eu possa desfrutar do dinheiro, recolher dinheiro de quem faz parte dele e até mesmo usar membros inferiores para propósitos obscuros muahsuhuhsa…. Mas do jeito em que você se encontra meu jovem, seria engolido pelo primeiro filho de uma puta que te julgasse pela porra da sua aparência. Muito bem, vamos formar uma aliança, um Sindicato e prosperar com o trabalho árduo de nossos companheiros. Mas não confunda que isso me faz o seu bichinho de estimação. Como vocês mesmo disse, somos livres e não perderei isso para ninguém rapaz! Vivi mais que vc garoto e vi pessoas como você serem engolidas pelo caralho do prazer ou até mesmo por pensamentos fracos! Espero não ter o prazer de ver isso acontecer.… Viraria de costas e caminharia em direção a porta...Vou mandar o Big G pegar o trono, então limpe esses seus pelos afeminados do local Muahushuhushauhsuha…- e nisso a questão parecia estar encerrada por fim, as coisas tinham se acertado, e não se tornado uma enorme guerra como poderiam visto a personalidade dos dois envolvidos nesse problema, era uma mini guerra já, entre liderar e ser liderado, coisa que nenhum dos dois de fato adimitiria no fim das contas, e isso não era ruim, interessante que eles tivessem suas maneiras próprias de guiar suas vidas.

Na cozinha entrava a ruiva, ela vinha se aproximando da mulher polvo, sim ela tinha um apreço por ela, Cassandra estava preparando a comida naquela hora, era apenas um pouco, não havia quase nada no baro, apenas o básico, por sorte, algumas coisas ficaram com a sirena antes de tudo, alguns temperos e mais, ela preparava o que parecia arroz e peixe, pra terminar. Assim como com o grandão ela pegava a mulher de surpresa jogando uma frase assim meio do nada, tão diferente quanto. - Não tem o que agradecer, e sim podemos beber pra espantar um pouco dos problemas da vida.- e novamente a mulher maluca saltava agarrando e beijando. - Só não se empolga demais.-Depois disso lá no convez tudo estava plenamente decidido, Royce havia visto o mapa, e já tinham decidido ir atrás, entretanto ainda precisavam comer algo claro, com o pouco tempo que restava a decisão era clara a cozinha, o tritão já chegava azarando a mulher que apenas virava colocando um prato na mão dele sem dizer nada, provavelmente uma forma de afastar. Aproveitando a ruiva ali, o gato passava as instruções do que fazer com o barco quando eles saissem, assim como explicava que quem quisesse vir poderia mas não poderiam ser todos, no fim das contas ela decidia por ficar, fazendo uma tala improvisada os primeiros socorros eram prestados a todos os feridos ali no barco ao menos. O tritão achava apenas uma garrafa quase vazia de vinho, e saia bebendo ela pelo barco, enquanto gato juntava todas as coisas que precisava, armas, e uns 10 metros de corda dentro do local, coisas básicas. Ele se movimentava ate a rampa já pronto pra deixar o navio junto com o tritão, mas o que fariam dali pra frente ainda não estava decidido.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 10 EmptyQui Abr 19, 2018 12:24 pm





Royce

Fury Furry



De certa forma a questão havia se resolvido sozinha e o tritão tinha sido mais cooperativo do que o esperado… Ao menos Royce achava que aquilo era o modo cooperativo daquele homem e então, após algum descanso e uma merecida refeição o jovem se encontrava minimamente pronto para uma nova empreitada.

Um ronronar baixo era produzido pela garganta do gatuno, as orelhas no topo da cabeça balançavam pela expectativa da caça ao tesouro, pois finalmente estava fazendo o que desejava, finalmente estava indo em buscas das aventuras que o fizeram deixar sua terra. Essa era afinal a primeira vez que o jovem tinha sossego desde que saíra de Kanyon Island.

Olhou ao redor desconfiado nesse momento, procurando novas confusões, inimigos a vista, malucos homicidas, gnomos amarelos…

- Chega ser estranho poder sair do navio e nada estar querendo nos matar, nyan. - comentou com o tritão. - Vamos, antes que alguém lembre que quer lutar com a gente. <

Obviamente o sensato para aquela jornada teria sido pedir indicações para a ruiva, ou mesmo para o careca, ou para qualquer um com algum conhecimento de mapas, mas todavia o mapa também não devia ter sido desenhado por um profissional e a diversão da caçada estaria justamente em algumas das curvas erradas.

Manteria um passo constante e tranquilo, aproveitando aquele momento de calmaria para finalmente curtir a sua aventura, se deixaria tranquilizar dos momentos tensos que vinha vivendo até então e nesse momento, descontraído voltaria a falar com o tritão.

- Sindicato? - perguntou, relembrando o que havia sido dito momentos atrás. - E você-gara pretende que esse sindicato faça o que? Roube? Seja uma mafia? Contrabando armas? Drogas? Um pouco de cada? Falando em drogas, aquela-gara mulher usava algo de super alguma coisa, não entendi muito que aquele-gara mascarado falou, nyan. Mas parecia ser o que deixava ela-gara maluca. - comentou, imaginando se algo assim deveria vender bem… Um pensamento desses não teria passado anteriormente pela cabeça do rapaz.

Quando começassem a se aproximar da parede pegaria o mapa para consultar, dividiria a interpretação do mesmo com o tritão e se ambos concordassem na direção que deviam seguir seguiria por lá, mantendo assim uma boa chance de sucesso em avançar no caminho.

Evitaria é claro consultar o mapa se percebesse que outras pessoas estivessem por perto, seguindo assim adianta até um ponto onde não mais pudessem ser vistos para fazê-lo, afinal, não queria ninguém bisbilhotando a sua caçada.


A corda seria utilizada se em algum momento se visse necessário uma travessia por algum lugar perigoso, amarrando uma ponta em quem atravessava, enquanto a outra ponta seria mantida segura por quem ficaria para trás, e providencialmente amarrada em alguma coisa, claro, quando possível. E assim que atravessasse essas saliências perigosas o processo se inverteria, sendo quem atravessou primeiro o responsável por ancorar a corda, para que o que ficou para trás pudesse ter mais segurança para atravessar.

Se em algum momento fosse escuro demais até mesmo para os seus olhos acostumados pediria uma ajudinha ao tritão.

- Um pouco de luz, que tal?

Assim com a luminosidade provinda seguiria o caminho, consultando o mapa sempre que estivessem frente a alguma curva e sempre que tivesse dúvida se já deveriam ter chegado a alguma curva ou lugar especificamente apontado no mapa.

- Você pegou o mapa com quem afinal? - esperaria a resposta e então. - e ele não disse nada a mais sobre o que poderia ter no final? - Não conseguia esconder a ansiedade na voz em saber o que viria a encontrar depois daquela ‘escalada’ pelos túneis da grande montanha vermelha.


Se em algum momento estivesse passando no alto e do lado de fora das caverna o jovem se sentaria na beira da escarpada olhando o mar mais além, pois embora ansioso ele era alguém que se preocupava mais com a jornada do que com o prêmio no fim. Imaginava também que o tritão pudesse precisar parar devido a perna e que também apreciava a vista do mar.


- Trouxe alguma bebida? - esticaria a mão para pegar a garrafa se ele tivesse, ou lamentaria na falta da mesma. - Bom… Azar. - tiraria o relógio do bolso para consultar que horas eram naquele momento e para marcar uns 10 minutos antes de continuarem. - Seguimos. - diria se levando e começando a caminhar para onde o mapa indicasse.




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