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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptyQua 03 Jan 2018, 19:05

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Wild Tide

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Raksha e Ken Rock. A qual não possui narrador definido.


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Ken Rock
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptySex 16 Fev 2018, 12:05

#10

O filho de uma merda do ruivo conseguiu se livrar das minhas mais belas presas que o Deus dos mares, Ken Rock, conseguiu ao nascer nesse belo mundo que se tornou belo ao ser agraciado pela majestosa presença do ser tritão e magnificamente azul Ken Rock!

A situação não saiu como eu desejava, me restava poucas possibilidades de acabar com aquele ser infeliz e estaria me fodendo para as dores, elas eram o combustível para me manter mais animado com o combate com o monte de merda!

- Muhauhsuhauhsuha quem me diria, nunca me passou pela cabeça que um bosta como vc ousaria morder a minha bela e maravilhosa pele, acho que por ter entrado em contato com o meu sangue poderá obter meus maravilhosos super poderes!

Foda-se não queria o meu sangue azul perdesse a animação daquela luta e com um lindo sorriso e nos olhos e um belo brilho nos dentes eu começaria a minha movimentação... "Vamos para a porra do esforço máximo"... sem as minhas belas armas só me restava uma opção, arrancar o coração daquele filho de uma puta pelo cu!

Começaria a minha movimentação novamente minha estupenda aceleração mesclada com o zig-zague. Dessa vez usaria o zig zague como isca, ele havia me laçado na última vez com o seu anzol e estaria de olho em sua vara (na vara de pescar) e em seu anzol.  Moveria meus pés em direção a minhas pistolas, precisaria delas afinal de contas do que adianta um máster pistoleiro sem suas pistolas.  

Caso o grotesco ruivo, usasse seu ataque para me manter longe de minhas armas ou até mesmo me impedir de prosseguir, sorriria e abandonaria o Zig-zague e partiria em uma movimentação linear em direção ao meu oponente, sacaria mais duas pistolas simples que estavam comigo (uma estragada e a outra não) atiraria a pistola quebrada na direção da cabeça do oponente, fintaria um disparo com a outra (puxaria o cão e apontaria em sua direção) ao invés de atirar, gritaria com a minha bela voz... – Receba o meu BRILHO divino!!!

Mais uma vez estaria utilizando uma finta, dessa vez uma finta verbal, ele já havia ficado cego uma vez e com toda a certeza, mesmo que incidentemente buscaria proteger os seus olhos de alguma forma e em caso de meu oponente ruivo fechasse os olhos, protegesse os olhos de alguma maneira, olhasse para outra direção ou fizesse qualquer coisa bizarra para proteger a sua visão, eu magnificamente como um anjo azul que rasgas as nuvens feitas de algodão, pularia utilizando minha perna esquerda para dar o impulso e gritaria comigo mesmo mentalmente... “Vai filho de uma puta, morde esse desgraçado, você é um tritão e tritão não sente a porra da dor ele causa o caralho da dor!”... e assim buscaria aplicar mais uma vez uma mordida nos ombros de meu adversário. Dessa vez, assim que fechasse a boca em minha presa, começaria a disparar minha pistola em suas pernas e caso tentasse algum soco ou algo do tipo, enfiaria meus dedos em seu orifício anal e forçaria violentamente uma entrada e puxaria para os lados com a intenção de machuca-lo internamente enquanto com a minha boca, busca rasgar ou triturar os seus ossos, nervos ou carne. Mas, se mesmo assim o filho de uma puta continuasse a se debater procederia da seguinte forma...

Se a arma ainda estivesse sobre minha posse e carregada continuaria a disparar contra as suas pernas e após realizar o último disparo, entrelaçaria minhas pernas com as dele e forçaria o meu corpo para jogá-lo ao chão. No chão começaria a mordê-lo nos braços para inutiliza-los. Na hipótese da arma estar ainda em minhas mãos e sem munição, usaria a mesma para aplicar diversas coronhadas em sua cabeça até que o mesmo desistisse ou apaga-se. E se eventualmente já estivesse desarmado, tentaria levar minha mão em seu rosto e assim enfiar o polegar em seu olho com a intenção de cegá-lo e assim leva-lo a desistência, porém se o seu rosto não estivesse ao alcance de minha bela mão, usaria essa para ajudar a outra e enfiaria mais dedos em seu ânus e literalmente rasgaria o mesmo com a perversidade de machuca-lo e fazê-lo desistir do embate! E se minhas mãos não estivessem em seu buraco negro, usaria para aparar ou segurar seus punhos enquanto aplicaria uma mordida não tão profunda e não tão mortal em seu pescoço e manteria pressionando até que ele percebesse que arrancaria o seu pescoço se não desistisse.

O ruivo poderia vir a desistir a qualquer momento na magnífica hipótese de ter sido bem sucedido e assim que isso acontecesse me levantaria e cuspiria para cima gritando.... – Aew Caralho, ninguém pesca a porra da pica de Ken Rock o líder do Sindicato Pirata porra!

Afastaria um pouco do local e buscaria uma pedra ou algo do tipo para me sentar, colocaria a mão em meus ferimentos e sorriria feliz pela possível vitória, respiraria fundo e sem meias palavras me levantaria  e diria ao ruivo... – Diga-me tudo o que sabe e mais um pouco sobre a porra do tesouro seu verme perdedor !

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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptySab 17 Fev 2018, 19:14

A Lenda do urso polar no farol


A ruiva aceitava a proposta da outra, mas antes de tudo precisava de uma coisa, ela queria algo pra se esquentar, ate por que era algo meio complicado estar com pouca roupa no meio do frio, a outra moça a olhava respondendo. - Eu tenho algo, mas não sei se seria de seu agrado.- ela tirava ali das costas uma pele de urso branco, era ainda não muito modelada, mas era possível vestir como se fosse um “macacão” o couro tinha sido apenas limpo, tratado e possuía alguns ajustes, mas fora isso ainda lembrava muito um urso, e nem só isso a cabeça dele era a touca, pra sorte não tinha mais o cheiro, ela vestia e ficava um tanto largo demais, e bem solto do corpo se olhasse de longe ela pareceria mesmo com um urso.

Visto isso a ruiva confirmava, que estava tudo certo e podiam seguir pra buscar a caixa, mas claro a tagarela tinha perguntas, e não se continha muito em perguntar mas outra moça era boa de boca também, e começa a explicar sua origem, e um pouco do que aconteceu com ela. -Eu venho da terra, do gelo e da neve, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] diferente no calm belt, nós imigramos de lá em busca de novas terras, viajamos por tempos, mas um dia em uma tempestade nosso barco foi destruído no caminho, e eu e meu pai paramos por uma ilha desconhecida, cheia de feras, estávamos pacíficos mas eles nos atacaram, e passei muitos anos lá ate que conseguir finalmente sair.- ela terminava de explicar isso, sem dar muitos detalhes e se preparava pois a caixa já estava próxima depois dessa caminhada.

A ruiva então ainda estava curiosa e fazia mais uma pergunta essa era mais uma dúvida pessoal da ruiva que algo relevante pra missão, mas fazia parte do que estavam conversando, família e essas coisas, de toda maneira a outra respondia. - Somo exploradores, então simplesmente segui os sonhos do meu pai e fui para os mares desbravar tudo, sempre com os deuses me guiando pra onde era o lugar correto de se estar, então eu precisava visitar esse lugar, a grand line, que me disseram ser o lugar mais incrível do mundo.- Estou aqui pra ver ela inteira pelos meus olhos.-ela dizia isso apertando forte o cabo do machado enquanto olhava em frente, era um lugar que ainda tinha muito pra se provar e claro com tantas coisas ela não deixaria apenas na imaginação como tudo seria.

Em outro lugar o gatuno estava curioso pronto para assaltar a construção que era possivelmente do Karthus, ele girava a maçaneta, mas nesse momento ele ouvia um barulho, ela estava aberta, mas aparentemente tinha alguém lá dentro, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], bem estranhamente não era o velho, alguém devia ter ficado ali, uma apostadora? Bem poderia ser, como ele havia dito, existem pessoas que sobem a red line por todo o tempo, então bem poderia ser apenas mais um ou teria alguma relação com ele, bem apenas perguntando pra descobrir. - Procurando o Karthus? Ele volta logo você deve ser o outro da aposta.- lá dentro a casa era simples, nesse primeiro cômodo tudo que tinha era pratos, talheres a mesa ao centro e suas cadeiras, entretanto haviam portas de ferro lá dentro e essas não tinham fechadura, lembravam as portas de um cofre, com uma combinação pra poder se abrir, eram bem diferentes, provavelmente fruto da doideira do velho.

Não muito longe dali, Raksha tinha lily caída uma péssima situação, ele, no entanto, agia rápido, enrolando ela nos panos que ele tinha, que na verdade um deles havia sido comprado pra o Royce e não pra ela, mas ia servir ao propósito, ele então depois de enrolar ela sabia que era melhor terem um médico.-Karthus é um medico experiente ele pode ajudar, a casa que ele fica não é longe daqui.- falava ezequiel O Piloto careca coincidentemente adentrava na cozinha no momento exato em que a coisa acontecia. -A coisa tá complicada por aqui em?- falava ele vendo a moça desmaiada. Cassandra e os outros ouviam toda a ideia de Raksha e colocavam seus pontos de acordo com a proposta, a Sirena iniciava falando.-Acho que o melhor é que nenhum dos dois minks esteja no navio, vocês levam Lily pra o médico enquanto eu e o humano cuidamos do navio, como você disse nos afastaremos da costa, assim qualquer coisa que tentar se aproximar sendo não identificada fica na mira do meu arco.- explanava ela colocando as ideias na mesa depois do que raksha propunha, maior parte do plano era dele ela só dava uma ideia base das funções e sim ela estava de certo modo, correta, minks longe e o mais longe possível daquele navio ate uma ruiva embebedar a outra e vice-versa.

Raksha saia com Lily no colo e Ezequiel o acompanhava, o motivo dos dois estarem juntos era simplesmente pela eventualidade de um ataque, pois um homem sozinho carregando uma mulher doente se fosse atacado o que faria? Mesmo uma fuga seria difícil, pois além de ter o peso, a neve dificultaria, e em último caso, por ela no chão e lutar, poderia dar tempo para o estado se agravar e, por fim, atrasar uma procura, mesmo que não fosse tão longe. Enquanto isso no chalé a receptiva moça levantava fechando a porta atrás de Royce. -Quer um pouco de chá quente? Karthus tinha me dado umas plantas e me deixou fazer um chá, é bom pra esquentar.- Falava ela pegando a chaleira que estava sobre a mesa e colocando um pouco pra si na xícara.

O gatuno agora via algumas coisas de valor, depois de seu tempo de observação por ali, algo que valeria a pena roubar, eram algumas anestesias, que estavam em uma mala aberta perto do que era o armário com pratos talheres e copos, haviam seringas também e mais faixas, fora isso duas pomadas, uma pra queimadura e outra pra inchaço. Ele estava quase na base pronta pra começar e… um barulho ensurdecedor tomava conta do ambiente, um chute de um tigre de 3 metros rompia a porta, quebrando a fechadura, bem, ela estava aberta mas claro ele não precisava saber disso ainda, agora tínhamos um leão, um tigre, um lince e uma humana na mesma sala, qual era mesmo a piada?

Já em outro lugar distante dali a ruiva encontrava a caixa, a outra moça tinha as cordas, e as duas amarravam estas no enorme caixote e caminhavam o puxando pela neve, tudo estava dando aparentemente certo, e elas chegavam na beirada depois de muito tempo de caminhada o barco estava longe da costa e então Layla acenava e pulava chamando pelo barco que logo era trago para onde ela estava por Toretto, as duas adentravam no local e com uma oferta generosa era hora de começarem a beber. - Claro, seria ótimo comemorar a nossa chegada, e logo poderemos partir não é, mas vamos beber do meu.- ela puxava da caixa que havia trago algumas garrafas de hidromel, enquanto que Layla trazia as taças pra beber, a pequena começava a encher elas e as duas iam bebendo aos poucos, quando já um tanto avançadas na bebedeira, um assunto delicado vinha a tona, a morte do pai da moça.

-Meu pai foi morto muito cedo, quando chegamos na ilha das feras, nos escondemos e lutamos por tempos, mas infelizmente ele já era doente, e acabou por perecer na mão de um deles, e me deixou apenas uma pequena lembrança antes de partir, de fato nada de valor alto a não ser o valor emocional pra mim.- ela contava isso o que fazia a outra tomar isso de partida para comentar de sua vida também era uma maneira de se aproximar, e ate mesmo de encontrarem semelhanças entre si e motivos para seguir juntas bebendo. - Uma história similar, mas de que ele acabou morrendo? Em um combate difícil?- ela perguntava agora para a ruiva, estava mais interessada nela, por que parecia ser uma pessoa realmente cheia de histórias. - você me perguntou antes mas agora te retorno a pergunta, o que te trouxe a Grand Line?- ela não parecia uma guerreira, era bonita mas não mostrava-se imponente como eram a maioria, assim como não portava armas, e se ela quisesse vir para a Garnd Line de outras formas tecnicamente poderia o que fez ela vir assim? É boa pergunta, mas deveria existir algo nisso.

O peixe azul mais puto dos 5 mares prosseguia com seu feroz embate contra Rony. O ruivo estava gostando da força e perseverança do tritão na verdade ate já cogitava lhe dar o mapa, mas queria se divertir mais um pouco, ele só terminaria a brincadeira pra falar sobre o mapa, o tritão estava de olho na vara de Rony, e avançava para pegar suas armas, mas vendo que o gaulês já movia a vara pra puxar o tapete do tritão, entretanto era forçado a abortar o golpe, visto que o mesmo ainda estava armado, aproveitando disso ele atirava a arma em direção a cabeça do indivíduo o que funcionava, fazendo ele girar a vara pra defender, enquanto que ken fintava o disparo, mas logo, vinha a ideia do brilho, ele corria com um dos braços pra tampar a visão mas, logo notava que não havia brilho e o tritão estava no ar avançando pra cima dele.

Em um rápido movimento com as duas mãos no bastão, ele acertava a cara do majestoso azulado ainda no ar com a lateral da vara o derrubando no chão, e rapidamente jogava o anzol, prendendo na cueca de ken a puxando pra cima (E não tinha nenhuma ação de falha então parei aqui)enquanto completava. - Bem você tem ótimos dentes rapaz, peixe com os dentes mais afiador que mordeu nessa vida de pescador.- e soltava o anzol da cueca de ken rock- Você lutou bem, então tá aqui.- jogava o mapa pra ken que se levantava e passava a explicar para ele o que aconteceu ele contava toda a história que tá escrita no tesouro que é coisa pra porra, e depois disso falava mais sobre o mapa em si. - Bem ai está a localização final, mas já aviso que é perigoso, tome cuidado tritão.- e então ele se preparava pra voltar a sua pescaria. -Goratiks parava o batuque guardando o tambor. - Muito bem, está completo, agora voltar pra o barco e falar aos outros.- e akuma concordava ao seu modo “humm” e assim tudo estava terminado ali

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptySab 17 Fev 2018, 20:04




Royce

Fury Furry


A decepção era evidente na face do jovem gatuno, tal qual ela fosse uma palavra na capa de um livro. Suas orelhas imediatamente abaixaram e sua excitação foi embora  devido a tão comum recepção.

- Ah, sim. Sou o Royce… Na verdade, tinha vindo roubar a casa. - daria um sorriso brincalhão e uma piscadela para a jovem. Voltando a se animar enquanto brincava entre a verdade e a mentira. - Estou brincando, nyanyanyanyanyanyanya. - riu para descontrair aproveitando o momento que a jovem ia buscar algo para olhar ao redor.

Seu corpo inteiro formigava enquanto observava as grandes portas de metal ao fundo, mas conteve-se. Afinal, não poderia roubar nada naquele momento, ou melhor, nada tao grande….

- Na verdade já apostei com ele-gara…. - comentou enquanto andava até a mesa. - Estou aqui me escondendo enquanto convidam alguém que odeia Minks pro meu-gara navio. Royce coçava atrás de sua orelha naquele momento, mas no seguinte atirava-se para baixo da mesa olhando assustado para porta enquanto um tigre gigante adentrava o local furiosamente.

- A PORTA TAVA ABERTA-NYAN. - gritou alarmado. Caso a humana estivesse a ponto de fazer algo, que pudesse ser ‘perigoso’, fosse sair correndo, fosse atacar, fosse apontar alguma arma o jovem interviria saindo agora de debaixo da mesa.

- Esse é o Raksha. - e faria algum sinal com as mãos de que estava tudo bem, ou quase tudo.  Seus olhos corriam para o trio de minks q adentrava o lugar. - Bom, ao menos estão todos fora do navio. - falou para si mesmo, pois isso era o que mais lhe importava no momento, pois caso perdesse a aposta perderia o navio e a mink… Bem ele não há conhecia. - Eles-gara podem esperar o Karthus aqui? - perguntaria para a jovem.

No meio do tumulto que provavelmente se seguiria a seguir, como a jovem estar indo ajudá-los a acomodar Lily em algum lugar o jovem se afastaria, dando assim espaço para que eles ‘trabalhassem’ enquanto ele próprio também poria suas mãos para trabalhar.

Se sua barra estivesse limpa se aproximaria com cuidado e descrição da estante com badulaque, olhando a seguir para a mala e para os outros na sala. Puxaria então se possível a pomada e um dos anestésicos para dentro do bolso. Depois sem cerimonia se abaixaria na mala e mexeria nas coisas ali dentro sem se preocupar em fazer barulho e falando.

- Esqueci de comprar antes do Karthus seringas, ele-gara se importaria se eu pegasse algumas aqui?  - estaria provavelmente sendo inconveniente, pois os demais estariam provavelmente envolvidos em socorrer a Mink, mas ele precisava disfarçar.

‘A males que vem pra bem.’ - pensou e olhou para o que quer que os outros estivessem fazendo. - Vocês tiraram as roupas úmidas dela? - perguntou a esmo como quem só estava fazendo um comentário aleatório e obvio.

Levantar-se-ia da mala com 3 seringas na mão colocando-as sobre a mesa e sentando-se em uma posição que pudesse ficar observando a porta de metal e ali, naquela posição deixaria seu chá esfriar enquanto sonhava acordado com maneiras de destrancar aquela porta.


Se por fim as coisas viessem a se acalmar e a jovem voltasse novamente para a mesa o jovem perguntaria por fim quem ela era.

- E você-gara quem é? - perguntaria despreocupado. Afinal ele próprio não havia sido molestado.


”objetivos”:
 

Histórico:
 

”Dados da Ficha”:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptySeg 19 Fev 2018, 14:20

#11
O pescador infelizmente havia me vencido, isso me deixava extremamente irritado, pois estava mais interessado em derrota-lo do que conquistar o prêmio em si! Acho que acabei me levando pela sensação da luta que me esqueci completamente o meu verdadeiro motivo! Com um certo cuidado, retiraria a minha cueca do cu enquanto olhava o mapa e prestava atenção nas informações passadas pelo ruivo!

- Muito seu pescador de bosta, vou conquistar esse tesouro e a próxima vez que nos encontrarmos irei faze-lo comer a sua vara de pescar pelo seu cu!

Sem motivos para uma raiva ou até mesmo antipatia contra o pescador, esticaria a minha mão para cumprimentá-lo! Mesmo tendo perdido e saído com o meu objetivo de conquistar o mapa eu também aprendo uma bo lição de luta conta inimigos como ele!

- Você ta certo Big G, vamos voltar e mostrar para aqueles filhos de uma puta a porra desse mapa! E por falar nisso, de qual buraco escuro e profundo vc tirou a porra desse tambor?

E assim caminharia calmamente até o navio, procuraria não forçar muito os ferimentos causados em minha perna e por um breve momento um pensamento clareou em meus pensamentos... “ Porra, será que eu sempre vou foder as minhas pernas? Acho que irei comprar umas caneleiras ou roubar algumas auhushuahushuahsha!”

E assim manteria o meu caminho e se em algum momento, passássemos pela vila dos pescadores e eles nos perguntássemos se havíamos conseguido algo ou se tivermos encontrado o infeliz do ruivo apenas responderia educadamente...  – Vão se foder seus merda! .... e mostraria o dedo do meu. Manteria focado o meu caminho

Procuraria evitar caminhos desgastantes ou repletos por neve, caso iss fosse praticamente impossível de se conseguir, me viraria para o Big G e explicaria o meu “plano”... - Muito bem G, como vc é grande pra caralho, vai conseguir abrir a porra do caminho na neve pra nós! Por isso, tome a dianteira e rasgue o caralho dessa neve como se não houvesse a boceta do amanhã!

Assim que tomasse a dianteira, seguiria o mesmo pelo caminho aberto na neve, caso ele se recusasse, mostraria o dedo do meio para ele e diria enquanto continuaria o meu caminho!... – mais cedo ou mais tarde irá precisar da ajuda desse ser angelical e azul! E você verá que não serão asas de anjo que cobrem as minhas costas seu preguiçoso de merda!
Assim que chegássemos ao navio, procuraria algum dos membros do nosso colorido bando! Poderia ser o tigrão, gatinho ou a humana! Se avistasse a humana, chegaria nela como um ser totalmente educado!

- E ai minha humana gostosa! Vejo que trouxe outra fêmea deliciosa para a nossa safadeza sexual! Qual o seu nome gostosa?

E assim como tudo na vida, minha curiosidade em conhecer aquela nova humana superou a  minha vontade de responder com seriedade a pergunta de Layla;;;; - Fica pra depois, isso aqui é o que interessa no momento... gesticularia com uma das mãos enquanto com a outra limparia os meus dentes tirando alguma coisa deles, possivelmente a carne daquele maldito pescador.

- Me chamo Ken Rock, to senhor Tripé Azul! O que uma delícia está fazendo aqui! Pelo seu olhar vejo que gosta de diversão das mais safadas, assim como a ruivinha aqui... Apesar da cara da pra sentir no cheiro que ela gosta de se divertir! E o do que vamos brincar hoje? Se quiserem posso chamar os mais membros do meu Sindicato para aumentarmos o grau da putaria uahsikiajaamauahusha


Notaria que as duas estavam bebendo e maliciosamente sorriria para a Layla - Cada vez mais estou gostando de você sapequinha, diferente do monge e do afeminado! ... Piscaria para a Layla (ela pode achar que estou fingindo mas na verdade a piscadela seria com cunho sexual) e sorriria para a outra humana... - Vou beber com vocês e não aceito a buceta do não como resposta. Opa a buceta sim, o não é não muauhasuhsuahuhsau ... Gargalharia enquanto batia palmas. Se me fosse servida a bebida, viraria com tudo e bateria o copo na mesa pedindo mais e perguntaria de quem seria a próxima. Se notasse que a Layla colocasse menos bebida em ser copo e mais no copo da outra ruiva, sorriria maliciosamente para ela e lambeira os meus belos e perfeitos lábios enquanto a segunda máquina mais perfeita de meu corpo produzia meus puros pensamentos... "Essa ruivinha é safada, tá querendo deixar o gostosona bêbada pra trepar com ela depois!! E eu que pensei que essa modalidade de sexo com pessoas bêbadas e incapazes de se defender estava fora de moda! Acho que encontrei a minha buceta encantada!" ... Sorridente gritaria e abraçaria a outra humana...[color=#0073FF] - Olha só delícia, que tal começarmos a beber com algumas brincadeiras em um local mais reservado para nós três!!/color] Colocaria o meu dedo azul e tão vil quanto o meu membro veranil, próximo de seus seios e desceria calmamente deslizando até a parte mais baixa de sua barriga e manteria meus olhos gentis, sinceros, lindos, honestos, vibrantes e educados em seu belo par de seios! Lançaria um suspiro igual ao um anjo, não que eu fosse um e falaria... - Pode beber delícia que agora é a sua vez de engolir tudo e não deixar uma gota cair!

Se por motivos desconhecidos a visitante resolvesse sair e a Layla a atacasse de alguma forma não pensaria duas vezes, sacaria minhas pistolas e atiraria na barriga e pernas da desconhecida. Se a mesma desviasse, falaria para a layla apontando para o chão.. - cuidado, não pise ... e assim que notasse que a mesma olhou para o chão, brilharia e me aproximaria em Zigue Zhaue da desconhecida aplicando coronhadas na cabeça da desconhecida até desacordá-la. Caso me atacasse, recuaria e procuraria circulá ou bloquear de alguma maneira suas investidas.
- Caralho sua puta, não sei o motivo mas se uma das mais estimadas tetas do Sindicato Pirata ataque eu ataco tb! Né gostosa! Não é mesmo Big G, to ligado que tu curte a ruiva, já te peguei olhando pra bunda dela seu puto gigante
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptySeg 19 Fev 2018, 19:31



Raksha, o Libertador



– Desculpe pela porta, posso pagar por uma nova. – Assim que entrou no cômodo e percebeu que haviam pessoas ali, o Tigre se deu conta do seu erro em não ter batido ou chamado alguém. Rapidamente pensando em como mitigar a situação e se explicar antes que algo desse errado, ele prosseguiu. - Mas minha companheira precisa de ajuda, desmaiou e achamos que é por conta do frio.

- A PORTA TAVA ABERTA-NYAN. -

- Royce?! – Raksha avistara a mulher primeiro e foi para ela que se explicou, porém ao ouvir a voz do Lince sua atenção se voltou para ele. Era engraçado como estavam sempre se encontrando ao acaso, mas talvez, a culpa dessa vez fosse do tamanho do farol.

Apesar de estar curioso para smaber o que o larapio estava fazendo ali, seu foco era em conseguir auxílio para Lily. – Essa aqui é a casa do Krathus?  Ouvi dizer que ele era um bom medico... – Voltaria para a moça perguntando.

- Tem algum lugar que eu possa colocar ela? Quando ele volta?

Rapidamente ele seguiria as indicações da moça de forma a deixar Lily confortável. Olhando pela porta aberta e o vento frio que deveria estar entrando por ela franziu o cenho. “Onde eu estava com a cabeça?” Com isso foi até a mesma a fechando e colocando alguma cadeira ou móvel que a segurasse no lugar para impedir o vento e o frio de entrarem.

Se percebesse o que Royce estava fazendo, não se intrometeria, gastando seu tempo para observar os detalhes do local e da mulher que ali estava. – Obrigado pela ajuda, e novamente desculpas pela minha entrada brusca.

- Vocês tiraram as roupas úmidas dela? - - Ao ouvir a frase do Lince o Tigre olhou para ele de forma meio esquisita. – Ela se mudou quando chegou no navio... acredito que teria tirado as roupas molhadas se esse fosse o caso. – No entanto a dúvida ficou na sua mente. E se a Mink pelo motivo que fosse não o tivesse feito?

Sem pensar muito nas suas ações, ele se dirigiria até Lily e começaria a tentar verificar se suas roupas estavam úmidas. Se esse fosse o caso começaria a tirar a parte exterior que ele próprio colocara antes de a carregar, mas chegando nesse ponto, um flash em sua memória o faria parar. A lembrança era de quando estava preso dentro da sua cabeça e Scar tinha o controle do corpo. E como ele e Lily se “contorceram” naquela ocasião.

Se sentindo levemente desconcertado, ele olhava para a mulher por um instante. Seu corpo voluptuoso realçado pelas roupas úmidas, os cabelos longos e verdes molhados.  “Realmente... sigh”

- Pode troca-la? Acho que ela se sentiria mais confortável se esse fosse o caso. – Diria para a humana ali presente. Na verdade, ele sabia que provavelmente Lily não se importaria se ele o fizesse, afinal de contas ela havia comandado um Bordel antes de se juntar a ele. No entanto ele estava confuso e se sentindo estranho. Pedir que a moça assumisse seu lugar seria a decisão mais sensata perante isso.

“O que eu estou pensando? Ela é uma companheira que aceitou se juntar a minha luta. Adotou meu sonho. Isso é tudo.”

Mesmo se repreendendo mentalmente, as palavras do Leão voltavam a sua cabeça, assim como aquela cena entre Lily e Scar. “Você está se tornando obcecado, e isso não é bom...” “... agora vai fazer algo que goste.”

“Será que isso que eu estou sentindo é... inveja? Inveja dele? E desejo?”  Olhando de lado para Lily mais uma vez enquanto se afastava para dá-la alguma privacidade, ele se sentaria na posição da flor de lótus. Fazendo uma autoanalise ele chegava logo em uma resposta para si mesmo. “Sim.  Mas não tem problema. O que eu devo visar não é cortar meus desejos, mas sim me manter imperturbável perante eles. Um coração tranquilo. Preciso meditar.”

Com isso, ele puxava o relógio e marcava a hora. Enquanto esperasse por Krhatus, tentaria meditar.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptyQua 21 Fev 2018, 02:25

Before my body is dry



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“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



As respostas que ela dava a Layla eram familiares, claro que não nos detalhes mas dava pra se ter um paralelo em cada coisa, então dessa maneira, tudo tinha dado certo, a caixa estava no barco, a ruiva estava no barco e a conversa tinha rendido boas coisas, e agora sentia que era possível dobra a moça, ao menos a ruiva tinha em mente como tentar beber com ela, mesmo que fosse agora mais uma tentativa de impedir a outra de realmente reconhecer minks. Ela fazia perguntas que a própria Layla não sabia bem as respostas, ela tinha ideias é claro afinal é sua própria maneira de agir.

Kuro tinha dado nova visão pra ela e novos objetivos, na verdade a moça tinha se moldado pra vir pra o farol por um motivo principal o All Blue, tinha uma vontade grande de encontrar agora, além disso muitas outras coisas, sua paixão pelo desconhecido, também era uma delas, e claro todas as memórias de seu pai, no fundo ela ainda não havia mudado da forma que precisava e não tinha uma certeza disso, já que mesmo sabendo de muitas coisas ainda ignorava suas próprias respostas, claro que como sempre a melhor forma de achar qualquer resposta que precise, é olhar pra dentro de si mesmo, e ela as vezes tinha medo do que podia encontrar lá dentro.

Entretanto como a jovem tinha respondido quando ela perguntou, falaria por cima também, desde sobre o seu pai ate sobre por que veio a GL. - Bem, eu nunca soube ao exato a morte dele, mas antigamente minha família eram “mercenários” trabalhavam no mercado negro e faziam trabalhos simples de assassinato, o problema é que ela crescer e um homem não gostou, e acabou ocorrendo uma luta enorme entre os Morningstars e os contratados desse cara.- Era a história que ela tinha lido no diário na biblioteca naquele dia apenas por isso comentava não ter certeza, e antes que terminasse de falar continuaria sempre enchendo o copo da outra se visse que eles estava vazio sempre o completaria. -Tudo indica que na verdade eles começaram vencendo, e essa luta estava durando demais, então o inimigo envenenou todas as armas e levou várias coisas, com um gás tóxico pra o campo de batalha, eles tinham ate como evitar o gás, mas o mínimo contato com pele esse veneno começava a matar aos poucos, ou seja, mesmo vivendo a vida da pessoa era muito reduzida, se ele fosse usado com maior intensidade matava quase de instantâneo.- ela viraria então uma dose colocando um pouco menos no próprio copo, mas enchendo o máximo o da outra ruiva.

-O Maior problema é que ele podia causar esterilidade, por algum motivo eles queriam eliminar toda a linhagem, a maioria morreu, e o clã se dissipou, pra lugares variados, e estão espalhados por ai, mas as vezes tenho medo que eu e minha irmã sejamos as últimas, bem meu pai deveria ter participado da guerra e sobreviveu, mas logo depois de nos ter, passou o tempo que pode cuidando, mas o veneno deu seu fim.- era o máximo que ela teria pra detalhar, afinal o livro não conta mais muito sobre isso, apenas estacionava, mas de fato, tinham muitas coisas sobre a família que ela ainda não sabia, e na verdade talvez não fosse ter um resultado tão cedo, entretanto as coisas acabam nem sempre funcionando da maneira que ela amaria ou gostaria de fazer. Ela então completaria com algo talvez importante pra implementar ainda mais os motivos de terem trago a moça pra lá. - Eu quando fui te procurar achei que seria uma Morningstar também, pela descrição, pele branca e cabelos ruivos, olhos esmeralda, são algumas das principais, claro que a maioria apenas, ruivos e loiros, olhos Roxos ou verdes, era no que eu pensava, mas não somos exclusivos desse modo, então acaba vago.- mas ela ainda tinha a pergunta dificil, que mesmo com tudo isso seria explicada claro, ela havia perguntado o mesmo mais cedo então não tinha por que não responder, na verdade não era como se ela não quisesse responder, mas sim não ter certeza da resposta. - Eu vim aqui pra encontrar o All Blue.- E viraria uma dose, dando um sorriso bem grande quando falasse, era rapida e simples na resposta, e então caso ela me perguntasse o que era aquilo explicaria, talvez ela já conhecesse já que é uma lenda. - É um mar lendario que dizem que nele existe a junção da agua de todos os oceanos, e nele, pode se encontrar todos os tipode de seres vivos aquáticos, eu conheci um homem que me contou sobre ele, e quando eu voltar quero contar pra ele como foi chegar nesse mar.- ela pensava isso de verdade, afinal, a jornada era o mais lindo de se pensar, esbanjaria uma certa euforia e insegurança quando tratava dessas coisas.

Caso o tritão chegasse naquele local, a primeira coisa que a ruiva pensava era a capacidade dele de acabar com tudo, na verdade, pelo fato de simplesmente ele não saber nada sobre a moça nem a aposta, e costumar chamar eles de gatinho, ou similares “Hum… O galo de briga pode jogar água na aposta… tinha esquecido dele...” é simplesmente agora não tinha muito o que fazer depois disso e avisar ele levantaria suspeitas, era rezar pra que ele não levantasse esse tópico qualquer hora. Responderia a pergunta dele, mesmo ele sendo bem desagradável, não era o primeiro na vida dela, bem teria que aprender a conviver com aquilo, apesar de que ainda ia demorar um pouco. -É estamos bebendo por aqui, mas você conseguiu informação do que foi buscar?- tentaria mudar o tópico da conversa nesse momento, pra também não irritar a ruiva, e caso essa demonstrasse algum sinal de hostilidade tentaria reverter um pouco da situação. - Calma ele é assim, mesmo, ele não faz por mal, só não aprendeu a falar direito ainda.- e ela sabia que aquilo não tinha remédio “E provavelmente ele nunca vai” respirava fundo enquanto esperaria pela reação dela antes de dizer qualquer outra coisa.

Layla não a conhecia bem ainda então qualquer meio que tivesse pra impedir que tudo desse errado era importante, mesmo que pra isso tivesse que acabar por derrubar ela de outra maneira, claro que o melhor agora era apenas tentar acalmar os ânimos como fosse possível, principalmente porque tudo indicava que as coisas ainda não estavam perto de acabar, e a ruiva visualizava os cenários bons mas também aqueles de péssimo final.


Citação :
Daqui a pouco a gente termina

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptyQui 22 Fev 2018, 13:22

Finalmente o log está ai


O tritão apertava a mão do ruivo se despedindo dele da sua maneira de ser, apenas ainda um tanto desanimado por sua derrota, entretanto com o a e informação em mãos ele partia para voltar ao barco e resolver as coisas que deveria com todos, caminhando em meio a neve ele dava a ideia de Goratiks ir abrindo caminho o que era claramente recusada, apesar de que na verdade ele acabava sempre mais pra trás, e parecia não ter pressa de chegar, Akuma sempre de sua maneira reservada continuava seguindo também. Já em outro canto estavam as ruivas Layla que contava toda a história de sua vida enquanto Natalya, a ouvia de forma atenta, sempre bebendo muito, de fato muito mesmo.

Ela havia gostado das coisas que Layla contava, nem tudo mas algumas eram muito interessantes, principalmente o tanto que tinha conhecimento sobre fatos variados de sua vida, e conseguia lembrar deles com perfeição, memória não era um dos fortes da titã, entretanto meio as conversas o velho Karthus chamava o barco e rapidamente adentrava nela, ele havia voltado mais cedo, por que? Bem não se sabe na verdade ou ao menos não ainda. - Eu voltei por aqui ia esperar a aposta no barco, mas vejo que a moça está com vocês, mas me diga Natalya, vai mesmo viajar nesse barco?- ele perguntava estranhando um tanto a postura da moça que anteriormente esbanjava tanto ódio, ela se mostrava calma e parecia com um ar mais descontraído.

Primeiramente ela confirmava com a cabeça e apenas depois verbalizando. - Sim, eu estarei indo com eles, parece uma boa maneira de deixar a ilha.- e ficaria tranquila, Karthus imaginava que ela não soubesse da verdade sobre barco, que na verdade era cheio de minks, mas nunca foi um termo da aposta que ela precisasse saber disso, apenas que ela fosse no barco com eles. Retirando então o log do bolso ele entregava para Layla. - Muito bem então, o Log é de vocês boa sorte para a viajem.- falava ele se retirando do barco, o barco novamente se afastava da costa uma maneira de evitar invasores já descrita por Raksha.

Em outro lugar, Raksha que havia arrombado a porta trazia Lily para ser tratada entretanto o velho não estava lá e sim seu amigo Royce, a moça do chá tinha um susto tremendo ao ver aquilo, ela se preparava pra fazer alguma coisa mas logo o gato tranquilizava ele. -É, acho que ele tem que conferir mais se as portas estavam ou não abertas? Ele costuma fazer isso mesmo?- mas as respostas de Raksha eram mais preocupantes, ele trazia uma moça desmaiada, em péssimo estado, Ezequiel se mantinha em silêncio, isso principalmente por estar de extremo preocupado, o gatuno aproveitava pra pegar uma seringa no meio da confusão e claro ele não era bobo e simplesmente as pegava no meio disso. - Sim, foque aqui garoto.- Falava a moça franzindo a testa, e depois disso vinha a ideia de tirar as roupas dela, entretanto ela já havia sim se trocado no navio, colocando a Toga que o tigrão comprou igualmente Ezequiel fazia, e ele também, mas logo o velho entrava no lugar. - Mas que tá acontecendo aqui?- e vendo a moça no chão ele já imaginava o que fosse.

Ele então a partir dali tomava conta de situação, enquanto que a moça voltava para a mesa e iniciava o dialogo com o gato. - Há eu me chamo Sophia, sou uma pirata simples, de passagem aqui pelo farol.- ela dava um leve sorrisinho olhando pra ele enquanto bebia mais do chá, ela estava agora mais tranquila já que a jovem estava em boas mãos. O tigre se afastava passando a meditar, estava ainda um tanto quanto perturbado com tudo aquilo e tinha toda a razão pra isso. Já em outro canto Ken Rock chegava a beirada do farol, perto de onde estaria o barco, ele não o via ali entretanto ele estava um pouco afastado da costa.

Ele não chamava entretanto o grandão fazia isso, e o navio novamente vinha ali pra perto, e adentrando ele procurava pessoas, as duas ruivas estavam bebendo e questionando Layla que já lhe respondia, mas tentava cortar assunto sobre os mapas, mas falhava, ele continuava em seu progresso de tentar conquistar a ruiva. - Eu não me importo que beba por aqui, machão. Mas vamos com calma, me chamo Natalya, senta ai e relaxa.- sim ela achava ele um pouco metido, mas da terra de onde ela vem isso não é algo de fato incomum vindo dos homens, era difícil pro ao tritão fazer isso ainda mais vendo que a outra bebia menos no seu copo ele sentava do lado da Titã que ainda era maior que o próprio azulado não por muito mas media 1,90, ou seja, 10 centímetros maior que ele, ela continuava bebendo ate que o tritão prosseguia com as investidas dele, ela não ligava muito pra isso na verdade, estava achando ele bem engraçado. - Seu amigo é bem divertido, apesar de ser meio atrevido.- falava ela com um olhar tranquilo de quem não se importava muito com nada (nevermind) entretanto ela discordava dos jogos do tritão e tinha um mais interessante na mente dela, algo que um dia ela fez com um homem da sua terra, claro que ele poderia recusar.- Sua ideia é boa, façamos assim, uma queda de braço, acho um jogo mais legal, se eu vencer você usa esse vestido vermelho, e me chama de My Queen e realizar meus desejos pelo resto do dia de hoje.- falava ela levantando com uma leve risadinha e pegando um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] de dentro daquele caixote, que parecia ter muita coisa mesmo. - Se eu perder eu te chamo de meu rei o resto do dia, coloco esse vestido, e ainda te faço essa noite de prazer que parece tanto desejar.- falaria dando uma risada enquanto mostrava pra ele uma outra peça de roupa intima que estava ali, uma lingerie, e depois sentava novamente deixando aquele clima no ar e, por fim, dizia. -O Que acha está disposto a arriscar?- ela jamais deitaria com um homem mais fraco que ela era o que pensava em sua mente, não que a queda de braço fosse decisiva pra isso, força está além da brutalidade, mas esse era o primeiro passo pra ela, claro que poderia mudar de ideia depois de ver ele lutando futuramente, entretanto por enquanto aquilo seria a primeira impressão.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptyQui 22 Fev 2018, 16:57

#12
O que seria a força ou i real significado dela? Talvez ela possa ser usada para indicar violência, esforço, a capacidade muscular de algum animal ou indivíduo, ou a força de vontade mental de conseguir algo, um conceito na Física, a capacidade de realizar uma determinada tarefa imposta a um ser ou até mesmo um teste. Normalmente seriam esses bons exemplos para o começo de um raciocino lógico e sim esse não é o caso que iremos encontrar nesse momento! Pois em algum canto do oceano um tritão comeu uma tritã e que deu a luz ao bebezinho mais azul e lindo desse mundo e resolveram chamar ele de Ken Rock e com uma estupenda quantidade de sabedoria o maravilhoso ser gostosão voltaria a sua consciência ou algo similar a isso!

“Caralho, vou foder tanto essa puta gostosa que vou deixar o estupendo Ken Rock Junior sangrando e sem pele muuahsuhauhs , vou fazer ela minha e me recuso a perder para mais um de cabelo vermelho hoje! Iuajisjiajisjiajisja foda-se a minha derrota, agora eu vou ganhar dessa minha vadia!”

Caso o meu copo estivesse cheio, viraria ele de uma só vez, cuspiria no chão, levantaria retirando toda a minha roupa e ficaria apenas de cueca dizendo... – Mas é claro que eu aceito! Com certeza você não vai se arrepender depois de perder e ser deliciosamente fodida em meu magnífico e estupendo trono! Muhuahauhsuha.... Ruivinha, o que vc está esperando? Encha todo o copo dela para selarmos essa aposta!!..

Esperaria em pé, com a mão no membro azul, até que a mesma estivesse pronta para o desafio, me acomodaria sorridente e daria uma bela e viscosa cusparada na mão e aguardaria a pegada dela, assim que ela segurasse as minhas mãos olharia no fundo de seus olhos e diria... - Se eu disser que o meu coração se excitou assim que você encostou essa mão gostosa na minha, acreditaria... e encerraria a minha piscadela

Nesse momento com a expressão mais séria e com o pensamento focado na calcinha daquela puta, sentiria que a minha cueca não poderia mais conter o musculo de nervos azul que babava de raiva para sair dali e adentrar naquela gruta como um desbravador raivoso por ouro e glória. Esperaria que me fosse dado o sinal, assim que a competição começasse não pensaria duas vezes e começaria com todas as minhas forças!

Caso a ruiva começasse com tudo eu também iria com toda a minha magnífica força dos mares naquele  jogo e não pensaria duas vezes, inclinaria a minha cabeça na direção de seus olhos e brilharia como um reator super, mega, power, foda em seus olhos... – Sangra sua puta! .... Aproveitaria a cegueira da adversária, e colocaria as minhas duas mãos, de maneira que ela não sentisse, contra a mão dela e empurraria contra o local em que estivesse disputando;! Se ainda desse tempo, jogaria todo o peso do meu corpo ou morderia o pé da mesa, de alguma forma desesperada, com o intuito de desequilibrar o cu do maldito apoio dela e assim alcançar o meu objetivo molhado, isso se estivéssemos em uma mesa! E se infelizmente nada disso desse certo e ela estivesse de olhos fechados, mas com a boca aberta gritando ou simplesmente aberta (o mínimo possível) colocaria em prática todos os meus anos de atirador naquele momento, naquele tiro de vida ou morte!
Puxaria um belo, grosso, gosmento, verde catarro e como exemplar atirador atiraria o meu cuspe magnífico bem no meio da goela dela, - Speed CumShot (diria após a cusparada) com a intenção de fazê-la engasgar ou sufocar! Aproveitaria essa brecha e forçaria as costas de sua mão contra o maldito local que estivesse apoiado.

Na eminencia da minha vitória suada, árdua, magnífica e honesta vitória, levantaria aos berros abraçando a ruivinha, Layla, daria uns três beijos em seu rosto e gritaria – Muito obrigado minha ruivinha gostosa, por ter me dado essa boceta tão magnífica!! ...  Lágrimas de alegria escorreriam pelos meus olhos, faria um gesto de positivo para o mestre Akuma e o Big G, seria uma sensação maravilhosa depois da derrota contra o pescador!

E sem pensar duas vezes, mandaria ela colocar o vestido e a sua deliciosa lingerie ...- Agora dia em voz alta qual é o meu nome? ... escutaria as palavras da ruiva e sorriria, pegaria a garrafa de bebida e com passadas imponentes de um Rei Tritão, me sentaria em meu trono e daria a ordem... – Venha até mim e fique de joelhos... Aguardaria bebendo o posicionamento da mesma e assim que estivesse em posição, sacaria o enrijecido, o engessado, The Furious Ken Rock Jr – Natalya, como o seu Rei, irei estender o prazo e a partir desse momento eu a nomeio Gatinha Vadia Furry Rock,  suas funções serão me obedecer, me satisfazer e me proteger até o fim dessa viagem! Realizaria aquele esquema que os reis fazem ao nomear novos cavaleiros e no final mandaria ela beijar a ponta de The Furious!
Despejaria a bebida pelo meu belo corpo nu e ordenaria - Me limpe com a sua língua Furry! Isso se houvesse alguma bebida, caso não mandaria ela pegar  o mais rápido possível e ordenaria o que foi dito acima. Após a limpeza sentaria novamente em meu trono e diria – Sente-se e me satisfaça Vadia Rock!

Mas como tudo na vida não são longas gozadas na boca de belas moças, e viesse a perder, levantaria, tiraria toda a minha roupa e agradeceria pela porra da disputa, estaria puto pela segunda derrota seguida na merda daquele dia! Como um tritão orgulhoso e honesto, pegaria o vestido vermelho e vestira, no final olharia nos olhos da ruiva Natalya e diria – My Queen, meu nome é Ken Rock o magnífico e estou aqui para servir a ti!
“Sua puta desgraçada!”

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptySex 23 Fev 2018, 00:20




Royce

Fury Furry


- Nyan, nyan, e você perdeu o navio e esta aqui tentando convencer o velho a lhe dar outra chance, nyan? - respondeu o jovem a apresentação da moça.

Se ela responde-se que não e que já tinha o Log o jovem perguntaria.

- Então porque está aqui ainda-gara.  - continuou, afinal agora que o velho havia retornado não havia mais espaço para suas atividades e precisava de outra forma para se distrair e esperar….


NYANNNNNNNNNNNN!!!!! - exclamou levantando-se desajeitadamente e quase derrubando a cadeira quando sua ‘ficha’ caiu e deu-se conta que Karthus estava de volta.

Mas embora toda essa reação drástica o jovem aventureiro não foi capaz de perguntar imediatamente o que queria saber, afinal a perda do barco seria inconcebível para ele.

- E a aposta velho??? - perguntou por fim, embora de forma nada educada.

As orelhas no topo da cabeça de gato quase desapareciam de tão rápidas que se moviam diante da expectativa da resposta e assim no caso de uma resposta positiva, mesmo que acompanhada de uma bronca por estar fazendo muita bagunça o jovem começaria a dançar.

- EHHH, Ahannn, Ehhhhh, temos um Log, ahammm. - iria provavelmente ser arremessado para fora, mas continuaria alegre mesmo assim e se esse fosse o caso o jovem permaneceria deixado rindo consigo mesmo devido sua faceirice. - nyanyanyanyananyanyanannyanyanyanyanya, agora é só chegar na primeira ilha vivos….


Recomposto, talvez minutos mais tarde, voltaria a entrar, ou apenas a se sentar no quase impossível caso de não ter sido expulso.

- Me empolguei. - diria, embora não soasse nada parecido com um pedido de desculpa e só evidenciasse mais o largo sorriso em seu rosto e então se estivesse novamente junto da jovem à mesa prosseguiria.

- Estávamos falando do que mesmo? - pois ainda estava curioso sobre os motivos da jovem estar ali.


Se o tigre voltasse a ‘acordar’.

- Alguém ficou cuidando do navio, nyan?  - e quase sem pensar sobre o assunto completaria. - O galo azul já deve ter descoberto algo do tesouro a essa altura-nyan.. - disse agitando as orelhas. - Será que não está atrás dessas portas de ferro ali, nyan? - questionaria ainda curioso sobre as mesmas.

”objetivos”:
 

Histórico:
 

”Dados da Ficha”:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptySeg 26 Fev 2018, 01:32



Raksha, o Libertador



Vendo Khratus entrando no local, Raksha não podia evitar de se sentir aliviado. Com o velho tomando controle da situação, ele se sentava e começava a meditar para tentar clarear sua mente.

No entanto, ali, sentado na posição da flor de lótus, não era tão fácil para o Tigre entrar no estado meditativo e se distanciar do que ocorria ao seu redor. Seus pensamentos estavam a mil, e para piorar, aquela voz tão conhecida vinha distraí-lo.

“Que irônico. Se sentindo aliviado pela chegada de alguém pelo qual nutriu uma certa antipatia de cara irmãozinho... não adianta negar que nós dois sabemos que isso é verdade. Isso me faz pensar que o dia em que se sentirá aliviado por ter o digníssimo eu por perto não está tão longe assim. Kishishishishi.”

“O que eu prevejo é o dia em que se calará de uma vez por todas Scar. Você quer me devorar? Pode vir. Veja se eu não extermino a besta que jaz no meu interior.”

“Uuuuuuuhhhhhhh! Estou aterrorizado. Olhe pro braço do nosso corpo. Os pelos até arrepiaram com os calafrios que senti. Kishishsihsi!”

Sem querer se estender em uma discussão infrutífera, Raksha se sentiu grato a Vovô Geen por tê-lo ensinado uma forma de não exatamente calar, mas isolar a voz de Scar de forma que esse não o perturbasse. Entoar um mantra.

Vídeo primeiro estrofe:
 

Vande gurunam charanaravinde sandarshita svatma sukhava bodhe
Nih shreyase jangalikayamane samsara halahala mohasantyai
Abahu purusharakam sankhachakrasi dharinam
Sahasra shirsam svetam pranamami patanjalim

Svasti prajabyah paripalayantam nyayena margena mahim mahishah
Gobrahmanebyah shubamashtu nityam lokasamasta sukhinobavantu


Tradução:
 

Aos poucos, sua atenção se tornava focada e todos os pensamentos que o distraíam eram afastados. Após a terceira repetição, ele começava a entrar no estado meditativo, e na quarta já se aprofundava no Dhyana, estado no qual ele tornava-se o objeto da sua contemplação, sendo capaz de manter este estado por 144 inspirações e expirações.

Inspirando fundo, segurando por um segundo e expirando lentamente em seguida, agora ele havia parado de entoar o mantra. Enquanto buscava seu EU mais profundo (ãtman), seu corpo, sua respiração, sua mente e seus sentidos entravam naturalmente em sintonia, totalmente integrados e unificados. Nesse momento estava totalmente relaxado e em serenidade completa. Esse era o Dhyana.

Ao fim daquele período, Raksha abria os olhos que estavam firmes e serenos novamente. “Eu sou um lutador, um guerreiro, um libertador. Essa é a minha natureza.”  Enquanto se erguia, olhava na direção de Royce “Fora da lei.”  em seguida para Ezequiel “Aprendiz.”  e finalmente para Lily “Líder.” Checando o relógio para verificar quanto tempo tinha gastado durante a meditação, o jovem concluía seu raciocínio “Se eu tiver que me tornar tais coisas para estar em conformidade com a minha natureza, assim o será.”

- Alguém ficou cuidando do navio, nyan?  -

- Eu deixei Cassandra e o Careca tomando conta dele, eles vão ficar afastados da costa, só retornando para buscar a gente.

- O galo azul já deve ter descoberto algo do tesouro a essa altura-nyan.. -

- Se ele conseguiu, não custa nada irmos checar, quem sabe teremos uma boa surpresa? - Raksha acenava a cabeça após pensar brevemente. Ele não era uma pessoa gananciosa, no entanto sabia que para combater a escravidão seria necessário não apenas força, inteligencia e contatos. Ele também precisaria de dinheiro. E aquela poderia ser uma boa oportunidade.

- Será que não está atrás dessas portas de ferro ali, nyan? - Ao ouvir tal pergunta o Tigre levaria o olhar até a porta em questão para depois afasta-lo rapidamente e dar um leve sorriso, divertido com a eterna curiosidade do gatuno. Apesar de ainda ter um pé atrás com Royce após o que ocorrera em Ilusia, o fato é que haviam passado por bastante coisas juntos nos últimos dias, e para Raksha o Lince havia se tornado um companheiro.

- Eu espero que não meu amigo. Duvido que Khrathus nos deixasse pega-lo e ir embora facilmente. - Nesse momento ele já olhava para o velho governante local. - Como ela está? – Perguntava ao homem em questão.

Se aproximando caso obtivesse uma resposta, ele agradecia a Krathus pela ajuda deste. – Obrigado pela ajuda. Quando ela estará bem para seguir viagem?

- Entendo. Tem notícias dos ultimos eventos acontecidos na próxima ilha? - Aproveitando o momento e a oportunidade, ele ainda tentava "pescar" algo do homem, buscando informações sobre o próximo local que iriam. Sabia que haviam várias possibilidades, e como o log do homem é que apontaria, ele provavelmente saberia para qual. Mesmo que não houvesse algum evento, se conseguisse descobrir ao menos o nome da ilha, já saberia por qual rota seguiriam.



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Layla Morningstar
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 6 EmptyTer 27 Fev 2018, 14:44

Before my body is dry



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“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



O Sorriso estaria estampado no rosto da ruiva quando visse Karthus entregando o Log Pose, era uma vitória para a ruiva, dessa maneira as coisas avançavam mais rápido, visto que eles já poderiam partir agora a qualquer momento, simplesmente o sentimento de liberdade era delicioso e também de uma certa forma ver o rosto de derrota do homem, afinal ele era a única porta de saída dali, e claramente se aproveitava disso, para que apostas descabidas como aquelas ocorressem. Por fim o dia com Natalya avançava, as coisas pareciam estar indo muito bem, tanto ela ouvia a ruiva quanto o inverso, no fim das contas a moça havia se empolgado de verdade com as conversas, ate que a maior preocupação dela tomou conta da cena.

Entretanto por algum milagre divino não tinha rumado ao pior cenário possível, a outra mulher era receptiva, e parecia interagir normalmente com o tritão, agora sim a coisa parecia funcionar, ela começava a pensar em sair dali nesse momento, talvez deixar os dois lá e tomar conta da porta lá fora, e se houvesse de repente um momento que ela saísse, irritada pegar ela, mas apenas pensamentos rasos, nada que fosse interferir diretamente no rumo de tudo, o plano era o mesmo no fim, enganar ate onde der, e posteriormente se as coisas não funcionassem levar ela a força para a próxima ilha e soltar lá. Não era algo tão agradável, mas de um ponto de vista Layla também via aquilo como uma ajuda, melhor a próxima ilha com alguém que odeia, do que preso no farol.

A ruiva então propunha algo fora da cachola, uma queda de braço? É isso não ia acabar bem, mas agora Layla tinha motivos pra se manter na sala, a curiosidade se fazia mais forte, ela queria ver o vencedor daquilo aliás, como ficaria um tritão de vestido? Era uma pergunta que rondava a cabeça dela que a fazia sorrir em mesmo momento, claramente tinha motivos mais que lógicos para esperar por aquilo. - A ideia parece maravilhosa.- diria se sentando em algum lugar ao solo do barco esperando que a disputa começa-se, na verdade, ficaria bem atenta a todo movimento que fosse dos braços pra um lado ou outro, e dessa forma apenas relaxaria, depois de um dia difícil era bom um momento pra relaxar de verdade.

Se ocorresse de perceber a luz que o tritão usasse para trapacear, no momento em que a luz começasse a jovem tentaria mover o rosto pra outra direção o mais rápido que pudesse, para evitar aquilo, o queixo dela caia ao ver aquilo, ela sentia que independente do resultado agora as coisas iam dar muito errado, com a boca aberta e os olhos arregalado voltaria a visão pra lá. -Tsc, mas que foi isso?- o coração aceleraria nesse momento, e correria pra porta preparando para o possível combate que já sentia estar por vir, não assumiria uma postura pra não dar suspeitas do que estava acontecendo caso a ruiva ainda tivesse sua visão, mas tomaria cuidado, com possíveis movimentos que viessem a ocorrer. Se o tritão ganhasse e sua vitória fosse aceita mesmo com a trapaça por qualquer motivo, e ele viesse ate mim, em sua comemoração maluca daria de ombros e acabaria por rir da forma que ele fazia aquilo, de certeza ele era maluco.

Se ele perdesse e a ruiva não tomasse nenhuma atitude estranha como querer chicotear ele por aquilo, ou talvez algo do tipo, e as coisas seguissem, com ele colocando o vestido, riria descontroladamente. - Ficou lindo em você hahahaahhahaahahahaahaha- Embolaria no chão rindo da cena do tritão de vestido, era algo impagável, que a jovem não esperava ver na sua vida mais vezes. - Lady Ken Rock hahahaahahaaha- era impossível se conter diante disso uma cena gravada na memória dela eternamente, “Isso deveria ser desenhado e colocado num mural” continuando com as risadas exageradas, ela pensava nessas coisas.


Citação :
Desculpem a demora e o post meio chinfrinho, a facul anda corrida, se der tempo depois edito dando uma melhoradinha

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