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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Stranger Family - Wild Tide

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptyQua 03 Jan 2018, 19:05

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Wild Tide

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Raksha e Ken Rock. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Furry
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptyQui 19 Abr 2018, 12:24





Royce

Fury Furry



De certa forma a questão havia se resolvido sozinha e o tritão tinha sido mais cooperativo do que o esperado… Ao menos Royce achava que aquilo era o modo cooperativo daquele homem e então, após algum descanso e uma merecida refeição o jovem se encontrava minimamente pronto para uma nova empreitada.

Um ronronar baixo era produzido pela garganta do gatuno, as orelhas no topo da cabeça balançavam pela expectativa da caça ao tesouro, pois finalmente estava fazendo o que desejava, finalmente estava indo em buscas das aventuras que o fizeram deixar sua terra. Essa era afinal a primeira vez que o jovem tinha sossego desde que saíra de Kanyon Island.

Olhou ao redor desconfiado nesse momento, procurando novas confusões, inimigos a vista, malucos homicidas, gnomos amarelos…

- Chega ser estranho poder sair do navio e nada estar querendo nos matar, nyan. - comentou com o tritão. - Vamos, antes que alguém lembre que quer lutar com a gente. <

Obviamente o sensato para aquela jornada teria sido pedir indicações para a ruiva, ou mesmo para o careca, ou para qualquer um com algum conhecimento de mapas, mas todavia o mapa também não devia ter sido desenhado por um profissional e a diversão da caçada estaria justamente em algumas das curvas erradas.

Manteria um passo constante e tranquilo, aproveitando aquele momento de calmaria para finalmente curtir a sua aventura, se deixaria tranquilizar dos momentos tensos que vinha vivendo até então e nesse momento, descontraído voltaria a falar com o tritão.

- Sindicato? - perguntou, relembrando o que havia sido dito momentos atrás. - E você-gara pretende que esse sindicato faça o que? Roube? Seja uma mafia? Contrabando armas? Drogas? Um pouco de cada? Falando em drogas, aquela-gara mulher usava algo de super alguma coisa, não entendi muito que aquele-gara mascarado falou, nyan. Mas parecia ser o que deixava ela-gara maluca. - comentou, imaginando se algo assim deveria vender bem… Um pensamento desses não teria passado anteriormente pela cabeça do rapaz.

Quando começassem a se aproximar da parede pegaria o mapa para consultar, dividiria a interpretação do mesmo com o tritão e se ambos concordassem na direção que deviam seguir seguiria por lá, mantendo assim uma boa chance de sucesso em avançar no caminho.

Evitaria é claro consultar o mapa se percebesse que outras pessoas estivessem por perto, seguindo assim adianta até um ponto onde não mais pudessem ser vistos para fazê-lo, afinal, não queria ninguém bisbilhotando a sua caçada.


A corda seria utilizada se em algum momento se visse necessário uma travessia por algum lugar perigoso, amarrando uma ponta em quem atravessava, enquanto a outra ponta seria mantida segura por quem ficaria para trás, e providencialmente amarrada em alguma coisa, claro, quando possível. E assim que atravessasse essas saliências perigosas o processo se inverteria, sendo quem atravessou primeiro o responsável por ancorar a corda, para que o que ficou para trás pudesse ter mais segurança para atravessar.

Se em algum momento fosse escuro demais até mesmo para os seus olhos acostumados pediria uma ajudinha ao tritão.

- Um pouco de luz, que tal?

Assim com a luminosidade provinda seguiria o caminho, consultando o mapa sempre que estivessem frente a alguma curva e sempre que tivesse dúvida se já deveriam ter chegado a alguma curva ou lugar especificamente apontado no mapa.

- Você pegou o mapa com quem afinal? - esperaria a resposta e então. - e ele não disse nada a mais sobre o que poderia ter no final? - Não conseguia esconder a ansiedade na voz em saber o que viria a encontrar depois daquela ‘escalada’ pelos túneis da grande montanha vermelha.


Se em algum momento estivesse passando no alto e do lado de fora das caverna o jovem se sentaria na beira da escarpada olhando o mar mais além, pois embora ansioso ele era alguém que se preocupava mais com a jornada do que com o prêmio no fim. Imaginava também que o tritão pudesse precisar parar devido a perna e que também apreciava a vista do mar.


- Trouxe alguma bebida? - esticaria a mão para pegar a garrafa se ele tivesse, ou lamentaria na falta da mesma. - Bom… Azar. - tiraria o relógio do bolso para consultar que horas eram naquele momento e para marcar uns 10 minutos antes de continuarem. - Seguimos. - diria se levando e começando a caminhar para onde o mapa indicasse.




”objetivos”:
 


Histórico:
 


”Dados da Ficha”:
 

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Ken Rock
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptyQui 19 Abr 2018, 17:39

#020
Andaria pelo deck do navio com um andar meio manco. Daria algumas goladas no vinho e depois colocaria a garrafa em algum canto de minha roupa... “ Mais tarde eu volto pra terminar de beber essa merda!”.. iria em direção ao gato olhando para o céu tentando contemplar o seu esplendor e entender se já havia entardecido ou não.

Uma vez estando ao lado do gatinho, pensaria antes de sair... “Eu não vou levar um suposto baú pesado pelo caralho da montanha e esse garoto não consegue levantar nada mais pesado do que a porra do corpo dele... puta que pariu a vadia da cozinha vai cozinhar, a ruivinha gostosa vai proteger o nosso novo navio do amor, o careca humano não vai sair do lado dela, o tigrão faço a menor do caralho da ideia de onde aquele puto se escondeu... só sobrou um”

Olharia pelo deck a procura da pequena presença do big G e gritaria... – Muito bem G, vamos dar um passeio e vc vai junto! Não aceito um não como resposta e mestre Akuma, cuido do navio e das bocetas enquanto estamos fora!.... diria caso o mesmo estivesse próximo.

Desceria do navio com o gatinho e começaria a recarregar minhas pistolas, caso elas ainda não estivessem carregadas, andaria de forma calma procuraria não forçar ainda mais a minha perna machucada. Escutaria as indagações do gatinho e começaria a gargalhar dizendo... – Se quiser, conheço um local que tem uns pescadores, podemos ir lá e aterrorizá-los um pouco antes de seguir viagem.

Sacaria o mapa do tesouro de dentro da minha calça e começaria a observar os pontos chaves que indicariam a entrada do local... “Lembraria de trechos da história do pescador, onde o tesouro estaria escondido numa espécie de labirinto do caralho da montanha e uma porta que vai dar no topo do bolo! Super fácil, seria mais fácil ter jogado no mar!”

E assim continuaria a seguir as indicações do mapa até a montanha, possivelmente desenhada, no mesmo. Nesse meio tempo o mink começava a conversar sobre o sindicato .... – Na verdade um pouco de tudo muahushuhusha, o que der mais dinheiro, mas nada que vá me irritar ou fazer cortar a cabeça de alguém. .... Ficaria um pouco em silêncio sobre o questionamento do gatinho antes de continuar a falar.

- Gatinho, essa foi boa! Podemos reproduzir essa droga! Não tão forte como ela é agora... uma coisa mais leve que dê uma certa força as pessoas e ao mesmo tempo deixaremos elas viciadas na porra do produto! O que dá mais dinheiro nesse caralho de mundo do que poder e drogas? O que me diz, só precisaríamos de um local, alguém  para sintetizá-las e de trouxas derrotados que buscam poder a qualquer preço Muhaushuahushuahsuhaushuahsuhauhsuahuahauhauha..... o que diz garoto Nyan?

Olharia sorridente com um brilho extremamente empreendedor nos olhos. Assim que chegássemos na entrada da montanha olharia um pouco mais o mapa e passaria ao mink comentando.. – Segundo a história que me foi contada o tal pirata encontrou um caminho nesse caralho de montanha que leva até uma porta que vai dar no céu! Agora só precisamos encontrar o caminho e foder o buraco certo dessa montanha!

Enquanto falava, olhava ao meu redor a procura de alguma pessoa estranha ou suspeita. Falaria em um de voz baixo para o Big e Roy, caso notasse tal situação,... - Não sei se é paranoia minha mas acho que alguém está nos seguindo! Vamos continuar o caminho e caso esse verme continue a nos seguir dentro da montanha, daremos um jeito de separar a cabeça do corpo dele!!

E assim que decidimos, depois de interpretar da melhor forma possível o mapa, seguiríamos ao local indicado. Sempre com cuidado para não pisar em nada suspeito e é claro sem desviar os olhos de possíveis sanguessugas aproveitadores de merda. Usaria tudo o que estivesse em nossa disposição para poder superar as adversidades do caminho de bosta que o filho de uma puta daquele pirata havia escolhido. Se em algum determinado momento, fosse necessária uma luz para clarear o local pediria primeiramente ao G... – Big G, por uma dúvida remota e porém surpreendentemente querida, você teria uma tocha ou qualquer coisa para clarear o nosso caminho? .. Na infelicidade de não haver, brilharia o mínimo possível a minha crista, para não cegar meus companheiros, não alertar possíveis seres que pudessem habitar a caverna e até mesmo suspeitos que estivessem nos seguindo.

Continuaria a seguir as indicações do mapa e volte e meia parava para escolher bem o caminho junto ao mink felpudo que em um determinado momento perguntou como eu o grandioso Ken Rock conseguir o caralho do mapa. E como um bom adulto, não poderia deixar uma criança curiosa como ele desenformado e assim falaria enquanto seguíamos o caminho... – Consegui lutando com um caralho de um pescador... Venci ele colocando em prática a minha linda mordida naquele verme, ruivo, desgraçado e sem dedos......... Porra rapaz, ele contou uma história do caralho, vou te falar que se ele me tivesse contado a história antes da luta já teria desistido. E como não temos muito o que fazer aqui vou contar a história pra ver se o tempo passa mais rápido... Nesse momento estufaria o peito e cuspiria na parede ou no chão antes de começar

- Lá vai garoto, depois não diga que eu não avisei que era longa! Era uma vez, um zé ruela chamado Lionel Abethany já foi um destemido pirata um dia, com uma recompensa de B$ 100.000.000,00 e um passado de atos de merda. Não era conhecido como um homem corajoso e um combatente extremamente hábil. . Reuniu uns bostas e começaram sua jornada, superando desafios e ganhando reconhecimento por onde passaram com seu bando, Sun and Sea, cujo seu amante era seu imediato, Terrence Odall. Era um fanchona apaixonado por homens bronzeados pelo sol e por corpos masculinos molhados com a água do mar, o que acabou por dar um nome ao grupo.

Conseguiram chegar na Grand Line e já eram conhecidos como indivíduos poderosos, capazes de bater de frente com Marinheiros e detentores de uma vasta quantidade de tesouros. Perderam companheiros em sua jornada mas ganharam novos também, fazendo novas alianças por onde passaram e apesar de não serem chamados de heróis por ninguém, nunca foram chamados de vilões. Lionel já começava a refletir sobre o significado de sua vida, como uma crise de viadagem, e percebeu que não importava o quanto eles provavam para si mesmo que eram capazes de superar seus desafios não estavam fazendo nada significativo para o mundo, para o sentimento de coletividade. Foi quando chegaram no Reino Sakura que todas suas novas ideias e ideologias culminariam em um resultado desastroso.

Quando chegaram nesta nova ilha já se uns velhos de merda na Grand Line. Desembarcaram confiantes, de cabeça em pé e barulhentos. Descobriu sobre a reputação do seu Rei, um ser amigável e elitista cuja manutenção do ego era sempre seu principal objetivo não importasse o custo para a população. Falavam de taxas exorbitantes de impostos e importações e do pouco, se não nenhum, auxílio que recebiam em épocas difíceis deixando uma parcela da população em condição de miséria. Aquilo despertou uma chama há algum tempo apagada dentro do jovem comandante e ele já tinha sua meta traçada, iria destronar o tirano que oprimia as massas. Contatou sua tripulação e muitos ficaram relutantes mas as palavras de apoio do imediato, Terrence, persuadiu aos demais que se juntassem a causa com seu capitão e começaram um plano de invasão ao castelo, seguido do assassinato real.

Penetraram na calada da noite por algumas passagens descuidados e alguns subornos para guardas insatisfeitos o que levou esses putos para um caminho de boa. Quando entraram na quarto do rei depararam-se com um orgia real, onde o rei estava com mais de 20 homens, todos com os seus instrumentos na mão.

Após uma batalha sangrenta sobrou apenas um homem vivo do lado dos piratas, Lionel. Um por um viu seus companheiros morrerem e ele mesmo já estava todo fodido. Seus sonhos de revolução e heroísmo estilhaçados na visão do corpo de seus companheiros e toda a esperança já havia deixado seu corpo mas não conseguia conciliar-se com a ideia de morrer. Acreditava que seu destino era maior e com um cusão de merda, arregou com medinho de se foder e ter que perder o seu amante. Disse pro rei que seria seu cachorrinho até o fim da merda da vida inútil dele.
Durantes anos viveu como um bosta covarde de merda, pra ser sincero comecei a torcer pra ele se foder mais, Covarde! Saqueava navios de piratas, caçadores de Recompensa e civis acumulando dinheiro pro rei e só recebia uma merda de dinheiro pra pagar o seu rum de bosta e olhe lá. E como um verme inútil, ficou juntando dinheiro em seu navio enquanto chorava todas as noites por ser um covarde de merda e ter se vendido para um reizinho qualquer. Um dia uma grande frota de navios piratas, piratas de verdade e não uns covardes como ele, chegaram no caralho da ilha e um conflito sangrento começou entre o exército e os marinheiros causando um grande número de mortes até que o corno do rei fugiu. Quando viu os homens de verdade lutando, sentiu o seu foguinho no rabo retornando e assim tomou a decisão: vou lutar como uma louca contra aqueles homens piratas de verdade.. No furor da confusão fez o que mais desejava e fugiu da ilha, levando o dinheiro dos mortos e acabou vindo pro caralho dessa montanha inútil. Ficou deprimidinho, cheio de mágoas e dorzinhas no coração, como um homem emotivo não queria mais viver.

Por cada ilha que passou, deixou um desafio e uma recompensa em forma do próximo passo da jornada, fazendo com que o explorador retraçasse seu caminho. Quando finalmente chegou a Reverse Mountain fez o começo da trilha: com a capa de Terrence, o seu amante querido que já tinha falado lá no começo da história, juntou seu Eternal Pose que marcava a 6ª Rota da Grand Line, pedaços de um diário da paixão relatando sua passagem por ali e o próximo objetivo e uma pequena fortuna de Berries. Após finalmente terminar seu último plano não restava muito mais pelo que viver. Durante meses viveu como um gigolô na ilha tendo conhecido um indivíduo, que se apaixonou, que deixou como guardião do mapa de seu tesouro após ouvir uma história igualmente sofrida e grandiosa de uma vida no mar do mesmo. Parecia que ele daria seu último suspiro em uma vida de plena merda. Esquecido do mundo e da história sendo um mero GIGOLÔ BARATO, quando sumiu misteriosamente.
Então ele lembrou que quando chegou no farol e que sofreu por não ser uma pessoa tão maravilhosa e habilidosa como eu, Ken Rock. Começou a fornicar pelos buracos da montanha até fazer o caminho principal de merda pra esconder o seu tesouro de bosta. O caminho levava até o local e onde a luz de merda brilhava e parece que tem uma porta que levava ao caralho do céu aberto no alto da bosta dessa montanha. Deixou suas merdas ali e fechou com uma rocha pra proteger. Para que umas aves fizeram um ninho lá em cima. E pra chegar no tesouro vamos ter que destruir parte do ninho e se tivermos fome podemos matar as aves e leva-la para a Cassandra fazer um banquete.



Depois de contar toda a história, limparia os meus olhos, respiraria fundo e voltaria a falar com o gatinho felpudo... – Era só isso que ele me contou depois de me entregar esse mapa, como estava irritado não perguntei mais nada e sai de lá!.... Voltaria a caminhar e a observar as possíveis curvas pelo caminho que o mapa poderia vir ter e a comparar com o local até a criança ao meu lado me pedir água!

“Caralho, sou o pai dessa porra agora pra ficar dando aguinha pra criança!”
... - É claro que eu trouxe meu filhote nyan surrado! ... retiraria a garrafa de vinho que traria comigo em algum canto de minha roupa e diria ao rapaz com uma voz preocupada... – É um suco de uva que a peguei na cozinha com Cassandra, não desperdice ele e dê uma bela golada para matar a sua sede!

Continuaria a dar a risada enquanto seguíamos... Caso o Royce cuspisse o vinho por ser muito forte, apoiaria a minha mão em Big G e gargalharia e se o fedelho não passasse mal, retiraria a garrafa da mão dele e a guardaria dizendo enquanto seguiríamos... – Estraga prazeres da porra!
Histórico:
 

Dados Player:
 


Objetivos:
 

Para Mephistão :
 

____________________________________________________

Legendas:
 


Última edição por Rock - Furry Legend em Seg 23 Abr 2018, 09:00, editado 1 vez(es) (Razão : Alteração na interpretação da história do tesouro, adequando a mesma para o modo Ken Rock)
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Layla Morningstar
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptySex 20 Abr 2018, 17:17

Before my body is dry



Post 19




“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



Goratiks havia sido receptivo ao que questionou a ruiva sobre a caixa mas eram coisas bobas no fim das contas, claro que ser bobo ou não, não mudava a empolgação da ruiva com isso, logo depois a caminhada para o que seria a cozinha, lá a conversa com Cassandra era também tranquila, o que fazia ela sentir de certo modo bem, já que poderiam beber com mais calma e conversar um pouco, coisa de gente normal por um dia, nesse momento o gato dava as instruções para o que ela deveria fazer dali por diante, nada muito diferente do normal, apenas uma precaução de rotina, mas aquilo deixava uma ansiedade no ara pra ela, na verdade ver como aquele barco funcionava.

Assim que Royce e Ken saíssem do barco rapidamente ajustaria os preparativos para se afastarem da costa, colocando o barco em movimento para um pouco mais distante. Layla naquele momento imaginava uma coisa que tentava definir pelo seu contato com o leme, o barulho, e ate mesmo o movimento que ele fazia na água, claro que não perfeitamente, mas as ondulações possíveis, não que fosse uma questão precisa ou mesmo especifica, mas queria ver a extensão do tamanho do barco, baseado no tour que fez também é claro, era um comparativo em como ele podia ser maior que o outro. Parecia bobo mas pra ela conhecer todo o navio era de extrema importância, mesmo que fosse apenas por seus conceitos pessoais.

Assim que chegasse em certo ponto ainda dando pra ver a costa claro, apenas travaria o leme por lá, ancorando por ali, sentaria na lateral do barco nesse momento observando o que estava acontecendo ali, pela primeira vez no dia aproveitaria a neve, mesmo que por pouco segundos tentaria segurar os flocos que caiam e acumular eles na mão, ate que tivesse uma quantidade razoável, e desenharia nela, nada demais, era uma tentativa de desenhar um barquinho nela, algo que talvez não fizesse com primazia, já que nunca treinou coisas desse tipo, nem mesmo tinha pensado ate o momento, claro que agora não pensava em aprender coisas do gênero, já que estava focada nas suas habilidades combativas e de navegação por enquanto.

Passaria esses primeiros momentos recapitulando as coisas que viu a mulher fez no combate, imaginava como poderia usar suas habilidades acrobáticas quando fosse verdadeiramente lutar com elas, isso a fazia pensar muito nas coisas que estavam acontecendo ao seu redor, cada salto e golpe que ela dava na luta, ate mesmo, seus ferimentos contavam histórias, aprendizados novos para seu dia a dia, as próximas coisas que aprenderia ela não tinha realmente decidido apenas pensava sobre, na verdade analisava. Pegando as botas que havia conseguido da mulher, a jovem observava de cima a baixo, cada mínimo detalhe que era contido nela, conseguia ver que não saberia usar aquilo muito bem ainda, era algo que precisava treinar, um processo gradual do dia a dia. Depois que o tempo de fato passasse caminharia pelo convés, se conseguisse ver a caixa ou o que tinha sido colocado nela, abriria, a curiosidade tomaria conta da ruiva, a forma como a maluca do machado tomava conta daquilo, e tinha um apreço, deveriam ter talvez coisas importantes, não sabia se sim ou se não, mas não queria ficar na dúvida ao fim de tudo.

Ao abrir a caixa faria aquela enorme revistada em tudo, bebidas armas, o que mais estivesse lá, não estava lá pra roubar tal caixote, apenas matar a curiosidade mesmo, e no fundo tava matando ela. Se não tivesse nada de interessante voltaria pra Cassandra mais uma vez, ela não tinha nada em mente em seu caminho pra cozinha, entretanto, mas passando pela porta uma memória de sua conversa com a barbara vinha. Caso tivesse comida pronta e fosse oferecida, antes de tudo pegaria pra comer, era bom fazer isso depois de um perrengue na batalha. -Obrigada, parece bom.- E aproximaria do rosto degustando primeiro o cheiro, mas antes da primeira colherada soltaria a pergunta. - Uma coisa que ficou presa na minha cabeça, o que te trouxe a Grand Line?- falava com um sorriso um tanto eufórico olhando pra a mulher. E claro ela depois da primeira pergunta sempre tem sua curiosidade mais alimentada que tudo.


Citação :
Deu uma atrasadinha de leves

I Am a Driver:
 

Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptyDom 22 Abr 2018, 06:57

O peixe, o gato e o desagradável.






Em primeiro momento Ken rock procurava por Goratiks que havia sumido dali por algum motivo, provável que estivesse no mar e desse modo, a viagem é apenas dos dois em questão, com tudo preparado os dois homens partiam para o local, sim eles tinham sua agenda, resumia-se a ir e voltar vivos do buraco na red line, uma caverna ao que se diz respeito, claro que sem muitas informações no fim das contas, eles sabiam sobre o homem que havia deixado possivelmente seu ouro lá, a neve não tinha parado de cair nem mesmo por um segundo quando eles caminhavam pra lá, aquela boa e velha tempestade que persistira desde que chegaram no farol. Mas eles não estavam sozinhos naquele lugar, a noite já começava a cair por ali, claro que estava escuro desde o começo, as dores no corpo de ambos eram notáveis, tanto pelo deslocamento um pouco reduzido que tinham pela caminhada.

Chegando ao pé da red line o tritão tinha acabado de contar toda a história que ouviu uma, ela era bem longa na verdade, que durou quase que 90% do caminho, elem das outras conversas que tinham tido ate ali, o gatuno sempre tomava cuidado para ver se não estava sendo seguido, na verdade, ele não conseguiu durante todo o caminho, ver nem ouvir alguém mas uma coisa, aquele pressentimento que tende a arrepiar os pelos dos mais corajosos, dizia que coisa boa não era, podia ser de fato coisas horríveis a seguir, isso! Podia ser apenas a tensão de viajar por um lugar novo, a excitação somada a uma cautela além do comum. Chegando a base da montanha a entrada já era visível para eles naquele ponto, era uma subida curta ate a entrada, eles subiam sem muitos problemas adentrando no começo da sua jornada, o escuro tomava conta do local, visto que a noite já tinha caído e tomado conta da região, lá dentro o túnel era pouco espaçoso ainda cabia os dois, lado a lado, mas um tanto quanto apertados, eles seguiam por tais então, o chão era rochoso, e bastante duro, as pedras da parede igualmente, a área que se seguia começava a ser um pouco menos pedregosa a medida que andavam, era ingrime afinal, por mais que fosse um túnel, ele levava ao topo da montanha. Cada vez que passavam por um dos tuneis as vezes outras entradas ficavam pra trás, sem um mapa as chances de se perder ali dentro eram altas, e algumas vezes por não serem plenos conhecedores das estruturas que o mapa mostrava, e muitas vezes alguns detalhes não estarem claros, quase adentravam em tuneis errados apenas se corrigindo após a aproximação. Isso tornava a jornada longa e cansativa de certo modo, tanto fisicamente como mentalmente.

A caminhada era dura, cada passo na subida era doloroso por peixão, aquela perna dele nunca mais foi a mesma (Por que de alguma forma, alguém machuca ela toda vez né? Narradores tsc, não pera…) desde aquela pedra esmagando ela, tiros anteriormente, e depois um ruivo boxeador, depois uma taekwondoca maluca que tomava bomba, casos separados mas com um único amor, machucar a perna do rapaz, alguns minutos se passavam nisso, o terreno mudava um pouco já quando adentravam num segundo túnel, agora era um chão que mais lembrava terra, bem mais na verdade, aqui os pés afundavam um pouco mais, deixando leves pegadas por onde pisavam, ate, por fim, chegarem perto do que parecia a saída, eles ate subiam ali, mas ainda não era onde precisavam ficar apenas um outro buraco com vista para o oceano, parando lá o gato faria um descanso, eram duas pequenas rotas curtas uma dava nesse lugar, e a uns 12 metros ia pra onde o mapa indicava que estava o tesouro. O laranjinha sentava ali na beirada esperando ken que pela perna atrasava bem pouco, chegando segundos depois e sentando ao lado dele.

Vendo a chegada do peixão ele logo o questionava sobre a sua garrafa de vinho, o que o tritão sentando ali do lado já o entregava, o crina vermelha, esperava algo que fosse o fazer vomitar, ou cuspir fora talvez, mas o gato apenas bebia aquilo normalmente, o que fazia ele de certo modo ficar “despontado” esperava rir bastante depois daquilo, mas de fato um momento de descontração era útil. Tomando a garrafa do recém-beberão ele também ia nas suas doses. Tirando o relógio de bolso o garoto podia ver que eram as 19:30 naquele momento inicial, e esperava mais um pouquinho, seguindo as 19:40 para que ambos estivessem 100%, adentrando na área aberta a primeira coisa vista por eles eram 3 aves em sono profundo, seus ninhos ficavam espalhados mais a frente no topo daquela area da reverse mountain, eram realmente gigantes, e era plena certeza que se acordassem seria um problema, principalmente pôr a área de locomoção ali em cima ser muito curta, uma media de 20m² um lugar difícil de se lutar. Entretanto uma notícia podia de certo modo incomodar Royce, a area que o mapa apontava para seguir ali em cima, onde o tesouro devia estar, era coberta por uma parte dos ninhos dos bichos, e para pegar algo, teria bem… que destruir um pedaço de tal, e como fazer pra não acordar elas? na verdade mesmo com problemas as coisas pareciam ter começado a dar certo ate que na entrada daquela região a qual eles deixaram para trás uma silhueta surge. Um mink [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] que segurava uma clava de tamanho desproporcional em uma mão e um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] (Essa imagem é só pra explicar o que é um escudo de corpo).

Adentrando mais no local o homem já revelava suas intenções. -Parece que a minha mestra tinha razão, quando os vimos saindo, tinha quase certeza que vinham atrás de algo de valor.-falava com um sorriso que a escuridão quase encobria, apesar de que estranhamente o garoto que podia ver no escuro já tinha notado, ele era cego, pois mesmo na zona aberta que ficava ao topo da montanha era escuro, tanto pôr o céu estar completamente coberto por nuvens, quanto o sol já ter se posto a tempos, a distância que o homem estava também ajudava para que alguns não percebessem, sim, um homem sem visão, bem como ele chegou ali não era segredo não é mesmo? Usando seus outros 4 sentidos muito provavelmente, qual deles era o melhor? Bem só descobririam testando. - Acho que não temos muito o que fazer aqui certo? Bem eu tenho uma proposta, se quiserem dividir metade disso com a gente, podemos negociar que acham? E eu ajudo vocês na pega do tesouro, dividiríamos com minha mestra também é claro.- sim ele parecia ter a decência de tentar evitar qualquer que fosse o confronto, mas dali quem tomava as rédeas eram os rapazes, todos quebrados.

Enquanto isso em outro ponto a ex urso polar ruiva que removia o barco da costa parecia tentar de certa forma jogar algo com ele, chutar a diferença de tamanho, bem ela tinha certeza de uma coisa, esse barco era bem maior que o anterior, mas não apenas isso, ela podia sentir também toda a movimentação diferente, era mais lento e pesado, mas parecia mais resistente que o anterior, aos poucos ela se instabilizava, e começava a fazer o que seria sua brincadeira pessoal (ou seja lá que foi isso, só tem gente maluca no barco) juntando neve na palma da mão ela brincava um pouco, perdida nos pensamentos que vinham como flechas, ate que depois de barco travado, ancorado, e apenas na espera, partia para a cozinha. O enorme caixote, no entanto, estava de volta no barco o que rapidamente a puxava ate ele, a tampa estava fechada, e tinham algumas coisas a prendendo em 4 pontos, tipos de ferrolho, o que provavelmente servia para pôr os cadeados, mas com algum esforço a jovem conseguia o que estava procurando, abrir tal coisa.

O que tinha dentro da caixa não era nada de impressionante como se esperava, eram coisas normais, mas um pouco de tudo, na lateral direita da caixa próxima a parte “de cima” eram peles, todas similares com a que a jovem vestiu mais cedo, mudando apenas o design de cero modo, algumas eram como a que a barbara usa nas costas, e pareciam ser de animais diferentes, ou coisas diferentes, algumas era difícil dizer que eram animais, ainda na lateral direita, mas próxima da parte “de baixo” eram roupas mas essas diferentes, eram como roupas de gala, tipo o vestido vermelho que ela mostrou mais cedo, e na verdade ate umas que pareciam um terno feminino? Sim era esquisito imaginar que ela usasse tal coisa, bem no fim era só perguntar pra saber, e claro no meio dessas duas coisas, as peles e roupas chiques, o que eram apenas as roupas de baixo (que não vou descrever por que o warn vem como?) todas bem organizadas, e de todos os tipos, do lado esquerdo dele eram vários e vários fardos de bebidas, hidromel, vinho, cerveja, cachaça propriamente dita, e vários outros tipos, muito provável que tal barbara apreciasse muito.

Haviam várias armas diferentes, algumas de fogo, botas, espadas, manoplas, luvas, e muitas coisas, também tinham joias de tipos variados, pérolas, diamante, ouro, prata, ruby, esmeralda, e por ai vai, além disso, carregava também coisas da família aparentemente, fotos, e coisas com as iniciais gravadas nelas, bem estranho pra tal moça, havia também perfumes, especiarias de todos os tipos, pentes, espelhos, ela devia ter trago muito de casa, e coletado boa parte das coisas também. Depois de ver a maior parte das coisas que havia no caixote a ruiva adentrava na cozinha novamente, Cassandra tomava um chá sentada enquanto parecia ler alguma coisa, havia comida pronta e assim que a ruiva adentrava pela porta sentando na mesa a sirena a oferecia tais coisas.-Quer um prato?-falava ela pegando um dos que deixara pronto levantando apenas o dorso e estendendo. A ruiva agradecia e aceitava mas antes de tudo tinha uma pergunta pra a mulher, por que ela tinha vindo pra ali? A pergunta de certo modo não era tão complexa, apesar de nunca se ter uma resposta concreta pra isso, aquele ar fúnebre que ainda rodeava um pouco a mulher, dava um certo tom trágico a história. -Na verdade um dos motivos de eu estar aqui, é por causa de alguns antigos companheiros, subir aquela montanha pra mim era um tabu, desde o que aconteceu com eles, isso me liberta de certo modo, de correntes que eu mesma tinha criado, o navio deles em partida se chocou na parede da red line, todos morreram, exceto eu que havia ficado em Illusia, bem daqui pra frente eu quero seguir fazendo o que eu gosto, cozinhando e deixando as pessoas melhores com minha comida.- completava dando uma piscadinha referente a essa última parte, enquanto a ruiva enchia a boca de arroz e carne. Mas Layla não ia escapar da pergunta. -Me diga, o que você pretende aqui? Ou melhor, por que subiu a montanha conosco?- falava a olhando de maneira atenta, calma e serena.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptySeg 23 Abr 2018, 16:53

Before my body is dry



Post 20




“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



O barco impressionava a ruiva, pra alguns poderia ser idiota o que ela tinha feito ali, ou mesmo sem qualquer noção, mas algumas poucas coisas haviam sido extraídas dali, cada momento desses servia pra aliviar mais a tensão que ate o momento ainda estava no ar, mesmo que ela já estivesse mais aliviada desde que a mulher foi derrubada, desse modo seguiu seu caminho, já tendo uma noção do que queria sobre o barco, mais lento mas mais resistente. Chegando na área a caixa estava gritando seu nome, ela podia ouvir aquela vozinha chamando “Me abra”, e assim ela fazia, a caixa tinha coisas que a ruiva nunca pensou, “roupas chiques?” a mente dela se colocava a pensar, e seus olhos naquele momento demonstrariam clara surpresa, nenhum outro ali ia ver provavelmente, mas pra ela a única coisa que fazia sentido pelo que a barbara demonstrava era carregar armas, o que de fato tinha ali, mas a maior parte eram de outras coisas, que para Layla não tinham uma conexão, a menos que fossem suvenir de inimigos derrotados, ou coisa similar.

Entretanto depois de saciar sua curiosidade sobre aquela caixa outras várias surgiam, mas como a barbara estava desmaiada, nesse caso só podia esperar, ela então partia para a cozinha, ficar no barco por aquele tempo ia ser divertido pra moça, conhecer novas pessoas, e novos objetivos, chegando lá a mulher recebia de cara um prato de comida, aquilo quase a fazia esquecer do que ia perguntar por poucos segundos, por causa do cheiro e da fome que agora despertaria completamente, então pegando o prato já babando pela comida questionava ela sobre as coisas, e rapidamente metia a colher pra cima, enfiando o máximo de comida na boca que conseguisse, naquele momento ela esquecia completamente todos os seus anos de treino de etiqueta com seu pai e irmã, a comida descia como se fosse a melhor coisa do mundo, apesar de dividir a atenção com o que ela falava naquela hora. A resposta de cassandra era interessante, não esperava na verdade uma história tão trágica, ela achava verdadeiramente ouvir algo mais feliz.

Dessa vez ela esqueceu que as pessoas tendem a retribuir as perguntas que ela faz, e acabaria sendo pega de surpresa pelo retorno da sirena em seus questionamentos, que era o motivo de ela ter vindo a GL, na verdade a própria Ruiva tinha suas dúvidas do motivo completo, mas falaria o principal, encheria os pulmões de ar, estufando o peito, como sempre, quando ia falar algo mais longo ou demorado. -Eu vim aqui em primeiro por que… sempre tive vontade de seguir minha vida navegando, sabe? Ver o mundo além do que eu conhecia, mas o ponto crucial, o motivo que me trouxe de verdade pra aqui, foi o All Blue, já ouviu falar? Um lugar onde todos os mares se encontram, e formam uma coisa nova, nele é possível se encontrar todas as criaturas aquáticas do mundo em um só lugar. Eu quero encontrar esse lugar, e um dia, voltar para contar toda minha história ao Kuro.- e sorriria a olhando depois de responder o que havia a perguntado, sempre que falava disso, lembrava instantaneamente de conomi e o que tinha acontecido lá, um lugar feliz no fim das contas.

Se Cassandra a perguntasse quem era kuro em seguida, ela explicaria detalhadamente, com uma notável empolgação desde seu olhar, ate o sorriso no rosto quando falasse deixariam claro que falar dele a empolgava de um modo ou de outro. -Ele? Bem era um grande cara, ele é o lider de uma das partes de conomi island, um homem gentil, honesto, e muito forte, sim eu estava boa parte dos meus dias lá, tentando salvar ele mês no fim ele tinha se salvado quando cheguei, um homem muito bom, e eu gostaria de ver ele de novo.- e nesse momento a mão instantaneamente iria para os lábios lembrando de mais coisas, ela se perdia pensando nas coisas que mais a marcaram naquele dia, e claro estaria bem mais com um olhar perdido olhando cassandra, mas nem mesmo via o que estava a sua frente, literalmente offline do mundo por alguns segundos. Disso chacoalharia a cabeça de um lado pra o outro recuperando a compostura. - Desculpe, são boas lembranças, mas algo me veio a mente, sabe eu comendo o que você fez é como se eu sentisse, que você colocou todo um amor nisso, quando eu coloco o barco pra andar e sinto ele se movendo, sob meus pés, por dentro é como se eu estivesse em chamas, aquilo me coloca em um sentimento de felicidade que eu não consigo descrever. Pra você aqui na cozinha é o mesmo né? Você sente que cozinhar, é parte fundamental de você não é?- falava com os olhos ativos como sempre a ruiva tentaria se achar nas pessoas que conhecia, ela não estava olhando dentro de si mesma, mas olhando dentro das pessoas, pra se encontrar nelas, e isso era justamente uma das coisas que sustentava sua curiosidade, a própria insegurança dela sobre si mesmo. Tanto suas mãos inquietas demonstravam isso, como sua expressão e claro os pés nervosos, onde os dedos se contraiam dentro das botas.


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Postei, fui a primeira de novo Xablau!

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptySex 27 Abr 2018, 08:45

#021

A imagem daquelas malditas aves gigantes dormindo daria um alívio e ao mesmo tempo uma excitação. Alívio por que nas condições em que me encontrava, seria difícil, cansativo e extremamente doloroso lutar contra elas e excitante pois a ideia de assar uma delas como um frango não saia da minha cabeça…. “ Caralho essas aves assadas seria uma coisa deliciosa, acho que iria cagar ave por uns 6 meses ou mais Muauhsuhauhsuhauhs”.

Tudo estaria indo muito bem, até que do nada surge um filho de uma puta de uma puta, covarde que havia nos seguido por todo o escroto do caminho. Realmente aquilo seria um tanto quanto frustrante ao perceber que estaríamos em uma situação de combate! E por algum motivo ele também não estaria muito disposto a lutar conosco ali, de alguma forma ele queria a nossa ajuda como burros de carga para ele e sua mestra!

“Um caralho, seu escroto…. está muito claro na minha mente brilhante que você irá nos foder no momento exato e eu vou te foder antes! Vou te foder tão forte que você vai gritar de tanto desespero que eu chegarei a ficar comovido, só que não!”

Filho de uma puta de merda, querendo nos humilhar numa situação de merda como essa!

Na hipótese do gato concordar de alguma forma com aquele mink, fecharia a minha expressão demonstrando toda a minha revolta com a escolha que ele estaria fazendo. Naquele momento aquilo iria de contra sobre tudo o que havíamos conversado naquela merda de barco. Meu sangue fervia! E se por algum momento ele fizesse algum sinal de que estaria mentindo ou enganando o touro eu bufaria e responderia… - Pelo que eu vejo você concorda em aceitar a ajuda desse sanguessuga de merda! Essa será a última vez em que trabalhamos juntos! … Caso eu já tivesse notado de que o mink touro fosse cego, retornaria o mesmo sinal ao Royce para que o mesmo notasse que eu entendi que tudo aquilo seria uma suposta encenação para não entrarmos em um confronto direto com aquele monte de bosta com chifres! Caso não percebesse, esperaria uma brecha para realizar o aceno ou quando notasse que o mesmo é cego!

Andaria próximo ao ninho em que estaria o objetos relatados na história. Se o acesso estivesse bloqueado pelo ninho, tentaria localizar uma outra e se essa não fosse encontrada, falaria ao mink  touro… - Muito bem chifrudo, se vamos ter que dividir essa merda com você, então venha aqui colocar as suas patas em ação! Cuidado com o ninho seu infeliz, não queremos acordar essas porras de aves! …..

Evitaria me esforçar e andaria calmamente e cuidadosamente pelo local para não esbarrar em nada que pudesse acordar as aves em um determinado momento, conversaria com o infeliz filho de uma puta… - Seu chifrudo sanguessuga quem é essa porra de mestra? Ela é gostosa, ela não conseguiu subir aqui junto com você para conhecermos ela? Já que você é o escravo dela já sabemos de quem foi o plano maldito de vir aqui nos assaltar…. Manteria uma certa distância e caso ele estivesse removendo as coisas do ninho para liberar o acesso voltaria a falar… - Como você consegue retirar essas merda tão cuidadosamente ?... forçaria mais um pouco a visão e caso não conseguisse olhar com nitidez no local falaria ao mink touro… - vê alguma coisa aí dentro ?? …. e depois falaria com o gatinho… [#0073FF]- Consegue entrar lá e pegar alguma coisa? Se precisar de ajuda me guie que entrarei junto com você![/color].... olharia mais uma vez ao touro…. - Não Faça nenhuma merda e mantenha o caminho aberto para sairmos…. seguiria as instruções do Royce e pegaria os objetos que ele direcionasse, colocaria o que desse em meus bolsos e se algo fosse pesado falaria com o mesmo… [color:b9cd=##0073FF]- Me ajude aqui Gatinho... Arrastaria o objeto da melhor forma para o mais distante do ninho, próximo a entrada de onde viemos!!

Se em algum momento, já tivéssemos conseguido retirar todos os objetos do local e levado todos eles para próximo da entrada em que viemos, olharia para o Roy e diria - Ai ai… Sacaria rapidamente a pistola e atiraria na ave mais próxima do touro e depois aplicaria tiros nele e na outras aves, pegaria os objetos e falaria para o gatinho…. - Vamos.. rápido!! Até aquele local que bebemos vinho!!

Iria até o local e caso conseguissemos chegar lá, olharia para baixo e se fosse possível pular e sairmos com o tesouro e com vida, empurraria o gatinho para o mar e pularia na sequência. Porém, se lembrasse que a altura fosse muito alta para sobrevivermos, não iria para o local e lharia para o gato com uma expressão de que teríamos que eliminá lo ali e tentaria falar o mais baixo possível…. - Vc enxerga no escuro, vou ser o mais barulhento possível procure se esconder e foder ele violentamente pelas costas, irei manter minha crista num brilho baixo e assim que ele vacilar bang!

Após dizer isso começaria a gritar… - Seu gato maldito, não me abandone aqui no escuro  eu juro que assim que eu sair daqui você irá se arrepender em ter me deixado aqui para morrer, Droga! Minha perna está doendo muito não consigo mais acelerar…. Manteria minha crista com o brilho aceitável para que pudesse ver a aproximação do possível inimigo e assim que ele chegasse diria…. - Filho de uma puta você não morre? Mas já que aquelas aves de merda não te mataram eu vou te violentar aqui seu chifrudo filho de uma puta!...

Caso Royce agisse e o mesmo conseguisse acertar o mink, buscaria a primeira brecha e aplicaria meus tiros contra o infeliz. Recuaria e procuraria um local para me esconder! … “ Com aquela arma grande de merda, só temos que nos preocupar com ataques lineares e com a buceta de seus chifres "
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Última edição por Rock - Furry Legend em Seg 07 Maio 2018, 12:22, editado 2 vez(es) (Razão : MARAVILHO GM EDITOU EM CIMA DO MEU POST ¬¬` Concerto da contagem de post)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptyDom 29 Abr 2018, 12:05





Royce

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Durante toda a caminhada o gatuno não ouviu sequer uma palavra da história que o tritão contou, ou quase nenhuma palavra, visto que após o primeiro minuto de monólogo o cérebro do mesmo ‘desligou’ e ele valeu-se daquela tática amplamente conhecida para conversar com mulheres na qual você espera o intervalo a cada dez mil palavras que elas param para tomar fôlego e larga um: Aham, ou, verdade? E permite que elas continuem o monólogo e foi assim com essa tática que Royce ‘ouviu’ a história sobre o tesouro.

- Aham… Nossa… Hunn. - colocados a cada pausa que o tritão tivesse feito.

Descansado e com a ‘sede’ saciada o jovem se levantou mais tarde para prosseguir com a caminhada. Estavam próximos de acordo com o mapa e dali devia ser fácil chegar, mas tudo que encontrou no fim da trilha foram bichos.

Ignorando completamente a presença do touro, inclusive o que quer que ele falasse o jovem se voltaria para o trio de aves.

- Nyannnnnnnnnnnnn!!! - exclamou a vista dos pássaros. - Que aves grandes-gara. Dariam uma bela refeição. - constatou entre lambidas em seus beiços. Nanana, concentresse Royce, o tesouro, o tesouro…

Dito isso olharia então para o outro Mink do recinto e novamente ignorando todo o conteúdo que o mesmo havia pronunciado perguntaria o mais importante.

- Como você-gara chegou aqui sem mapa, nyan? E sem enxergar, nyan?

Mas não esperaria ele responder e se viraria para o tritão mudando completamente o assunto.

- Será que o tesouro é aqui mesmo? Essas aves devem ter feito o ninho em cima. -olharia em volta tentando absorver com sua visão os detalhes do local em que estavam e então novamente voltaria a falar com o tritão. - Me de cobertura, vou procurar. - tudo estaria sendo falado em tons baixos para não acordar os enormes pássaros. - Se mesmo assim o tritão começasse a se mover para procurar o jovem o seguraria pelo braço impedindo-o de continuar. - Você-gara bom em tumulto mim-gara bom em roubar. - usaria uma linguagem mais simples para que talvez assim o primordial tritão fosse capaz de acompanhar o seu raciocínio.

Nesse momento talvez o mink touro cansasse de ser ignorado e se manifestasse novamente e aí a personalidade egoísta e direta de Royce falaria em seu nome. Tomado pelo sentimento de ganância pelo tesouro que casava e também por seus instintos cleptomaníacos o jovem refutaria a oferta e até mesmo qualquer tipo de engodo.

- Não! - diria com a voz firme para o Mink. - O tesouro é nosso e o máximo que irei considerar é lhe pagar para ajudar a achá-lo… Talvez 5% do total. Afinal vocês só tiveram o trabalho de nos seguir. - Royce estaria tentando com sua audição ouvir se havia mais alguém ali, afinal seria muito pouco provável que tivesse chegado ali sozinho. - A não ser que sua mestra…. - no momento que falasse a palavra mestra cutucaria o tritão e apontaria para os olhos em sinal para que se mantivesse atento a tal ‘mestra.’... queira aparecer e tratar comigo pessoalmente ao invés de deixar o lacaio dela.

O jovem esperava que essas palavras dessem a deixa para que a mestra dele aparecesse.

No entanto poderia ser que ele houvesse mesmo conseguido de algum modo chegar até ali sozinho, ou que continuassem tentando manter a ‘mestra’ oculta e no caso de estar sozinho ou continuar tentando parecer estar sozinho ele prosseguiria.

- Se ela-gara não está aqui então não está realmente interessada no tesouro e também não está interessada na sua vida. Você-gara aceitar os termos, nyan? Ou prefere pagar para ver? - Royce não poderia evitar o surgimento do sorriso zombeteiro, afinal sabia que ele não poderia ver mesmo se quisesse.

Se o touro refutasse os termos de Royce o jovem simplesmente concordaria com ele e em tom sério começaria.

- Então não temos escolha…. - faria uma pausa para deixar a tensão aumentar e então com um displicente dar de ombros completaria. - Vamos embora Ken, não temos o que fazer aqui, machucado como estamos... - diria isso olhando para o tritão e piscando um dos olhos para o mesmo.

Nesse momento o jovem começaria a caminhar de volta para o túnel e em direção ao touro. - Boa caçada! - comentari-a ao estar passando pelo touro para ir ‘embora’.

No entanto, a mestra poderia sair das sombras e se fosse de alguma forma conhecida por Royce ele continuaria.

Se o touro se mostrasse muito desconfiado sobre esse repentino ‘desinteresse’ pelo tesouro o gatuno argumentaria.

- Não é do meu-gara feitio dividir e por tanto teríamos que lutar, mas como você-gara deve ter ouvido…Deve saber que estamos-gara machucados, nyan. Saber os seus limites é importante, nyan.

Com isso continuaria com o plano de tentar passar pelo touro e seguir novamente para dentro do corredor da caverna.

Se obtivesse sucesso continuaria seguindo por alguns metros antes de novamente fazer sinal para Ken parar, se necessário segurando-o por um dos braços. Pararia também se tivesse conseguido ouvir o touro avançando para a plataforma.


>>><<<<

Se a mestra aparecesse:


- Então é você-gara… - comentária se já a conhecesse, ou: - Quem é você-gara? - no caso de não a conhecer.

Esperaria que ela se apresentasse ou que simplesmente concordasse em ser quem era para então continuar.

- Parece que temos um impasse não é, nyan? - sorriria enquanto suas orelhas se agitavam revelando sua própria agitação.

- Não sou-gara a favor de divisões, vocês podem se retirar ou então teremos problemas. - tentaria soar firme em suas palavras - Pois caso contrário seremos nós que teremos de nos retirar e isso é problema. - diria ainda com o mesmo tom firme, coisa que não fazia qualquer sentido.

Nesse momento Royce levaria uma das mãos para as costas e cruzou os dedos indicador e do meio um sobre o outro.

- E então? O que vai ser? Nós ou vocês? - Royce esperava obviamente que ela fala-se que eram eles quem deveriam se retirar da caça ao tesouro e com isso, ainda com os dedos cruzados em suas costas falaria com o tritão.

- Polo visto ficamos sem opções Ken, não estamos em condições de entrar nessa disputa. - e se virando sorrindo novamente para a chefe. - Você-gara foi esperta em esperar que estivesse-mos-gara feridos.

A partir daí agiria da mesma forma que a descrita anteriormente, tentando seguir seu caminho para dentro do túnel do qual haviam vindo.


Em qualquer um desses dois primeiros casos ter tido sucesso o jovem esperaria que os rivais fossem em busca de encontrar o tesouro antes de guiar novamente Ken corredor acima de volta a entrada da plataforma e com um comando perverso diria.

- Dispare nas aves.


>>>><<<<

No entanto caso lhes fosse negado a passagem as coisas seriam diferentes. E o jovem permaneceria em pé frente ao touro ou frente a dupla de rivais vendo o que se sucederia.



”objetivos”:
 

Histórico:
 

”Dados da Ficha”:
 




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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptyQua 02 Maio 2018, 04:10

O peixe, o gato e o desagradável.






Layla estava um tanto quanto animada como sempre, e mais uma vez ela empolgada contava sua história para a Sirena, falando dos momentos que teve em conomi. -Eu vim aqui em primeiro por que… sempre tive vontade de seguir minha vida navegando, sabe? Ver o mundo além do que eu conhecia, mas o ponto crucial, o motivo que me trouxe de verdade pra aqui, foi o All Blue, já ouviu falar? Um lugar onde todos os mares se encontram, e formam uma coisa nova, nele é possível se encontrar todas as criaturas aquáticas do mundo em um só lugar. Eu quero encontrar esse lugar, e um dia, voltar para contar toda minha história ao Kuro.-momentos esse que podiam de fato ter mudado sua vida, talvez ela fosse diferente agora sem todas essas coias, o que eventualmente levava Cassandra a perguntar. - Kuro? Era algum amigo importante?- já que não tinha ouvido falar dele antes, apesar de o nome soar familiar, e ainda mais empolgada a garota respondia, falar dele parecia de fato fazer ela vibrar a cada palavra empolgada como já lhe era de praxe, e claro agora de barriga cheia já que ia comendo tudo por ali enquanto a amiga falava. -Ele? Bem era um grande cara, ele é o lider de uma das partes de conomi island, um homem gentil, honesto, e muito forte, sim eu estava boa parte dos meus dias lá, tentando salvar ele mês no fim ele tinha se salvado quando cheguei, um homem muito bom, e eu gostaria de ver ele de novo.-

Aquilo fazia a sirena ficar um pouco pensativa quando ela dizia, não parecia ser só aquilo, mas não forçaria para que contasse os detalhes, apenas comentaria. -Parecia um bom homem, devia gostar muito dele.- a jovem que antes divagava bastante balançava a cabeça acordando de seu curto transe momentâneo, o olhar da sirena estava bem atento a ela, Cassandra na verdade, parecia gostar de que a moça estivesse ali, talvez por lembrar de algum amigo, e talvez por simplesmente ter simpatizado com a forma como ela contava avidamente sua historia, com todo aquele gosto e gás. - Desculpe, são boas lembranças, mas algo me veio a mente, sabe eu comendo o que você fez é como se eu sentisse, que você colocou todo um amor nisso, quando eu coloco o barco pra andar e sinto ele se movendo, sob meus pés, por dentro é como se eu estivesse em chamas, aquilo me coloca em um sentimento de felicidade que eu não consigo descrever. Pra você aqui na cozinha é o mesmo né? Você sente que cozinhar, é parte fundamental de você não é?- aquela pergunta era repentina e fazia a sirena ate mesmo tomar um susto no momento que ouvia, isso por que ela não esperava que tal coisa fosse surgir no meio daquele papo, mas sim era uma pergunta que abria a chance dela falar um pouco de si também.

Ela olhava dando um sorriso de leve e começava. - Eu amo a cozinha, mas o que mais me faz feliz fazendo isso é fazer as pessoas se sentirem melhores, a comida sempre pode ajudar a tirar você do buraco, e claro ela dá um novo rosto pra as pessoas, mais energia, sempre achei cozinhar uma das artes mais nobres.- ela falava com um sorriso bem claro no rosto, o que de certo modo mostrava um pouco mais do que ela era, e também aproximava as duas, naquele momento, mas sem muita demora como as coisas na cozinha tinham terminado de certo modo ela convidava a moça pra começarem o que foi pré estipulado. - Bem o que acha de irmos beber como havia dito antes? Acho que tudo aqui está pronto pra eles comerem quando voltar, não devem demorar muito, mas não acho que vão se preocupar de estarmos nos divertindo.- falava em um tom calmo, e de certa maneira um tanto animada com a ideia, por mais que a face dela não revelasse tanto o que ela pensava. Uma mulher bem misteriosa de fato, difícil de se ler.

Enquanto isso, nos tuneis as coisas estavam esquentando pouco a pouco, o mink já havia feito sua proposta por mais que tanto Royce quanto Ken pensassem com o estômago naquela hora, quão deliciosas as aves seria se assassem pra comer, o que de fato não acrescentava a pergunta do homem, e nem mesmo a próxima questão levantada por ele que era claramente o que ele tinha feito pra chegar ate ali. O toruro se movia normalmente com a direção que precisava seguir, mas sem avançar muito. - Apenas segui vocês, a visão não é tudo garoto.- falava ele virando para o ninho e avançando mais em direção a tal, mas era ignorado pôr o gato igualmente pelo tritão também que se moviam para o ninho agora, se perguntando se o tal tesouro estaria ali, ele cuidadosamente mexia no que era um grande amontoado de galhos, folhas, e resíduos de tudo que se encontrava na floresta, Ken ate tentava de certo modo começar a ajudar, mas o gatuno o impedia de mexer de maneira brusca nas coisas, enquanto ele estava de certo modo impressionado pelo cuidado e calma de Royce fazer isso.

O Mink dava por satisfeito, já que eles começaram a procurar, ele não intervinha, apenas olhava eles escavacando os ninhos ali e removendo toda a merda que tinha ali no meio, o tempo continuava passando, mas assim que notava a demora o touro começava a escavacar também, ele era um pouco menos cuidadoso, mas não chegava a ser alarmante, para que Royce finalmente estivesse com o tesouro em mãos, depois de uma longa caçada ali no meio de todos os galhos misturados que formavam o ninho, no final, no entanto, ele não estava disposto a aceitar a proposta e antes de dizer algo como que tinha encontrado o tesouro, voltava para seu modo de negociação, logo quando o Touro o questionava. -Lembrem do acordo, dividiremos no fim.- e o Lince que tinha em sua linha de visão, perfeitamente o quão gordo era aquele tesouro levantava ainda cobrindo a passagem do que viu, de certo modo, para que a negociação tivesse mais força. - Não! O tesouro é nosso e o máximo que irei considerar é lhe pagar para ajudar a achá-lo… Talvez 5% do total. Afinal vocês só tiveram o trabalho de nos seguir. - a feição do cego, mostrava claramente que ele não gostou do tom de voz do seu parceiro comercial, entretanto ele esperava que concluísse.

O garoto peludo ainda firme em suas palavras prosseguia. -A não ser que sua mestra…queira aparecer e tratar comigo pessoalmente em vez de deixar o lacaio dela.- o mink nessa hora soltava um vento pelo nariz, de teor de fato irritado. -Eu não sou negociador, veja ela lá embaixo, e converse, por enquanto aceito o que falou ai, não entendo de matemática, 5 deve ser muito eu acho, mas seu negócio será com ela e não comigo.- falava ele dando a última baforada de vento e voltando a cavar pra onde ele estava de certo modo bastante distraído removendo cuidadosamente para que as aves não acordassem meio a toda aquela bagaceira. Entretanto o Lince já tinha o tesouro consigo, já era possível notar algumas das coisas, a primeira delas, era um Eternal Pose que estava ali, ele já podia olhar, e relacionar que parecia com o que ganharam do velho Karthus no farol, e depois disso, a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], provavelmente combinaria bem com seu chapéu de penachos, e além disso 10.000.000 de beris, alem disso claro as cartas, que deveriam contar a história. O Mink não tinha notado ainda que o homem tinha encontrado e estava de costas para o lugar, não que isso interferisse muito, já que ele era cego.

O touro que havia parado apenas pra questionar. - Acharam algo ai?- e o tritão por mais que não respondesse isso diretamente se aproximava dele. - Seu chifrudo sanguessuga quem é essa porra de mestra? Ela é gostosa, ela não conseguiu subir aqui junto com você para conhecermos ela? Já que você é o escravo dela já sabemos de quem foi o plano maldito de vir aqui nos assaltar…- ouvindo isso ele apenas dava um sorrisinho de canto de boca. - Genial né? Eu nunca pensaria nisso sozinho haha- e continuava escavacando e entrando mais e mais ali, pra onde percorria, nisso depois ele voltava ate Royce e o questionava, em um tom simples sem levantar muito Alarde. -Consegue entrar lá e pegar alguma coisa? Se precisar de ajuda me guie que entrarei junto com você!- Falava ele enquanto o gato estava em uma das regiões internas, claro que havia mais pra a frente se ele caminhasse, mas o tesouro já estava ali, e inclusive com o bau sem tranca, ao qual o lince tinha visto o que havia dentro.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptySeg 07 Maio 2018, 09:29

Before my body is dry



Post 21




“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



A conversa com cassandra de certo modo fez com Layla sentisse algo novo naquele momento, tanto pelo pouco de sua história que havia sido contada, tendo uma recepção boa por parte dela, como o que ela recebia da sirena, aquilo que ela dizia sobre como se sentia sobre cozinhar, era algo que a própria ruiva trazia consigo, sobre navegar, conhecer o mundo, o sentimento de liberdade, poder ir pra qualquer lugar, fazer qualquer coisa que quisesse, eram essas coisas que faziam ela sentir que saber navegar era um dos primeiros passos para a liberdade absoluta, uma sensação de independência, que invadia pouco a pouco ela toda vez que girava o timão, içava as velas, sim, tudo isso vinha rapidamente na mente da garota, ate que o pedido da cozinheira, era que fossem beber um pouco agora, para tirar o estresse.

As duas pareciam estar se conectando bem, o que de era bom, afinal a ruiva ainda estava começando a construir laços com qualquer um ali. Diante da proposta de Cassandra ela levantaria da cadeira, e já com um sorriso no rosto, e um olhar animado diria. - Vamos sim, tem alguma bebida na cozinha?- perguntaria a sirena a olhando afinal a única coisa que a jovem ruiva tinha era uma garrafa semi-vazia, que vinha bebendo a um tempo, e se tivesse na cozinha as coisas ficavam mais fáceis. Se a resposta fosse que sim, apenas comemoraria. -Ótimo, então é só alegria.- ajudaria então a moça dos tentáculos a pegar quantas fossem precisas e iria com ela para algum dos cômodos que tinha visto antes, provavelmente o quarto que dividiria com ela.

Se não tivesse algo assim na cozinha para pegarmos então pararia uns segundos colocando a mão no queixo e pensando, ate que a ideia viria na sua mente, era algo simples, o caixotão da outra ruiva, tinha muita bebida lá, o que dava um certo suporte para que pudessem se fartar, então diria. - Não tem problemas eu sei onde tem.- e daria um sorriso, já abrindo a porta da cozinha e convidando a moça para vir. - vem comigo, tá la em cima.- e assim que chegasse ate o caixote, faria um movimento colocando os braços para a direção do caixote como se o apresentasse. - Tharam, é esse daqui nosso amiguinho.- e já começaria abrindo a tampa e pegando algumas garrafas de bebidas, pegaria ao menos uma de cada tipo, ela entregaria metade a sirena e ficaria com a outra metade para carregarem, iria para o quarto que pensou antes, justamente por ser provável que fossem dividir ele dentro da embarcação na hora de dormir.

Chegando no local Layla faria seu ritual mais clássico que é sentar no chão, e não em camas, ou cadeiras, sentaria perto da porta com uma das pernas recolhida, com o pé ainda firmado no chão, com o joelho alto, onde firmaria o braço por cima o escorando, e a outra estirada normalmente enquanto abriria a primeira garrafa, aleatoriamente selecionada, logo dando o primeiro gole nesta.- Agora a noite começou a melhorar, eu precisava disso depois desses dias, sinceramente nem faço ideia de como as coisas aconteceram sabe? Foi tudo jogado assim na minha cara duma vez, mas quando olho pra trás parece divertido.- e um pequeno sorriso surgiria no rosto quando terminasse de dizer aquilo


Citação :
Postei, fui a primeira de novo Xablau!

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptySeg 07 Maio 2018, 10:50





Royce

Fury Furry



Os olhos do pequeno gatuno acenderam-se com sua descoberta na palha e no coco. Os velhos sempre dizem que pisar na bosta atrai dinheiro…. Quem poderia negar agora?

Com as novas posses em mãos e constatando que não eram assim tão pesadas o gatuno se afastou do ninho soltando o bauzito no chão e pegando o diário que o acompanhava e se postou a ler.

Quando questionado pelo touro se havia encontrado algo apenas negaria sem falar.

HunNum - e depois verbalizar outra coisa. - Só conferindo o mapa para ter certeza que viemos pro lugar certo. - e novamente se distrai lendo o diário que havia encontrado.

Passaria um ou dois minutos ali distraído e sonhando acordado enquanto visualizava quantas caçadas a mais aquele tesouro poderia os levar antes de perceber que poderia estar sonhando acordado em sua nova e confortável cabine.


- Brrrrrruuuu- se arrepiou ao lembrar que estava na neve e levantando-se começou a caminhar carregando ele próprio o bauzito. - Vamos-gara galo, já peguei.

Iria novamente para dentro da caverna, esperando que o tritão o seguisse e que deixasse um presente para o touro.

Assim que passasse a entrada o jovem largaria o baú um pouco mais a frente e se encostou na parede ao lado da passagem aguardando com a espada pronta em mãos. Imaginava que o touro teria de enfrentar os pássaros ou fugir. Se enfrentasse ficaria cansado de toda forma, se fugisse estaria com os ouvidos ‘entupidos’ de sons o que permitiria ao jovem um golpe furtivo, pois era provável que também estivesse tendo que bloquear os tiros de Ken.


Assim se o touro passasse correndo pela entrada para tentar ficar em segurança o jovem tentaria aplicar um golpe sem se mover muito e o que fosse necessário tentaria fazer de forma silenciosa para aplicar uma estocada na parte de trás das pernas do touro para fazê-lo cair.

- Nyan… Fique aí grandão… Falarei para sua mestra vir busca-lo. - e começaria a andar, esperava que o tritão concorda-se em deixá-lo vivo, mas se o caso fosse diferente não o repreenderia, apenas pegaria novamente o baú e começaria a caminhar.

Muito bem, use os outros e deixe que façam o trabalho sujo… - ouviu um eco da aprovação de Shizuka ressoando pela caverna a sua frente. Ignorando-a o jovem seguiu cantarolando contente com sua nova capa.


Era uma casa, muito engraçada..
Não tinha teto, não tinha nada…

hunnhunhunnn


O jovem estaria carregando a capa no braço esquerdo enquanto o bauzito seria transportado sobre o ombro bom.

- Parece ter bastante dinheiro, mas não contei, nyan. - sorriria


>><<<


Depois da caminhada, provavelmente frente a frente com a ‘mestra’ o jovem largaria então o baú na neve e sacaria sua espada.

- Bonita noite não? - soltaria também a capa da mão esquerda. - Do jeito facil? Ou do dificil? Pois não haverá acordo entre ladrões.


Se a mulher respondesse que seria do difícil o jovem falaria com o tritão.

- Cuide da retaguarda e não deixe ninguém-gara intervir, nem você-gara. - aquela era um tipo de luta ‘importante’ para Royce, pois estava como um ponto entre alguém e seus preciosos ganhos e ele não permitia que qualquer um pensasse novamente que poderia ficar com o que é seu por direito.

Começando a andar lentamente para a frente o jovem a questionaria. - Não te ensinaram o que acontece com ladrão que rouba ladrão? - se por ventura a resposta dela fosse algo como: ‘tem 100 anos de perdão?’ o jovem pararia confuso…


- Hunnn, então é isso que acontece? - torcendo o rosto em um semblante pensativo ele continuaria. - Sempre achei que tinha as mãos cortadas… Se-gara tem certeza, nyan? - se ela confirmasse que sim o jovem coçaria o queixo. - Não, isso não vai funcionar agora, mas vou me lembrar pra quando eu-gara for roubar outro ladrão…. Obrigado-nyan.

Partiria então para o novo e inevitável confronto contra mulheres. Royce o agressor de mulheres...Certamente seria um nome que imporia respeito nos mares da GL.


Observaria inicialmente se a sua oponente estaria armada ou não para julgar a melhor forma de combatê-la o que para os padrões de luta do gatuno era: Tanto faz

Com a espada em frente se abaixaria flexionando as pernas forçando sua musculatura a se contrair, aumentando-a gradativamente, retiraria o braço da tipoia, pois agora não era o momento de se poupar e usa-lo-ia para se firmar, isso é claro se sua oponente já estivesse no alcance de sua técnica e então gritando saltaria na direção da sua oponente.

- SOLT!!! - impulsionado pelo seu Dash o jovem viraria o gume da espada para trás visando atingir a mulher com a parte sem corte da arma.

No caso de ter conseguido acertar o golpe o jovem aterraria no lado oposto ao que havia começado o confronto girando-se novamente para a luta e se o touro não tivesse aparecido ainda o jovem começaria novamente a conversar.

- Talvez você devesse ir ajudar seu subordinado, nyan. Deixamos ele ferido lá em cima. - jogaria o mapa no chão, pois esse agora não lhe era mais necessário. - Então? O que vai ser? - deixaria a mulher com suas próprias escolhas, testando assim o caráter da mesma.

- Lealdade ou ganância? O que você mais deseja, nyan? - diria sorrindo para a mesma.

Se a mesma desistisse do confronto o jovem sorriria e diria.

- Boa escolha, nos vemos-gara qualquer dia, nyan. - dito isso o jovem novamente começaria o retorno para o seu navio, lembrando é claro de mais uma vez pegar o tesouro para levar consigo.


Mais uma vez, não se importaria se o tritão resolvesse matá-la.. Pois meio que aquele era o acordo tácito entre eles, onde cada um faria o que quisesse, Royce dando as escolhas e o tritão aplicando as sentenças.

Uma vez na costa pediria ao tritão.

- De o sinal luminoso para virem nos-gara buscar, nyan.


>>><<


No entanto a mulher poderia ser mais gananciosa do que leal e se assim fosse o sorriso do jovem se alargaria até que virasse uma risada.

- Naynyanaynayanaynayanyanyanynaynayanyanaynyya - girando a espada com o gume para frente. - Que bom que não o deixamos sofrente então, pois ele-gara já esta morto mesmo. - guardando assim os seus demônios o jovem voltaria a atacar, agora mais frenético e com mais sede de sangue. Os golpes seriam todos, sem exceção, mirados na cabeça de sua oponente. Enquanto as esquivas seriam em maior parte feitas sem utilizar suas pernas e sim um movimento de tronco para se inclinar para longe do golpe sem ceder espaço para a mulher avançar acima de si.

Era provável que Ken estivesse nas costas da mesma, ou ao menos lateralmente e sabia que embora tivesse falado para ele não se meter o mesmo estaria fazendo o que lhe conviesse e assim não renegaria as oportunidades que os disparos dele pudessem causar.

Se a luta ainda não tivesse acabado e a mulher tivesse se habituado aos ataques no pescoço o jovem fintaria mais um golpe, novamente um corte na direção da cabeça da mulher, mas que eventualmente mudaria de trajetória acompanhado de um passo mais longe para prover um alcance maior a este último que desceria em um corte diagonal na direção do tórax.


Se houvessem outros ‘companheiros’ dele, tê-los-ia deixado para o tritão cuidar.

A única coisa que mudaria na estratégia de Royce seria para o caso de sua oponente ser uma atiradora, mantendo-se bastante próximo a ela após sua investida inicial, não deixando-a se afastar e também os golpes não seriam somente na direção da cabeça dela, mas também virariam cortar os braços que a mesma estivesse usando para apontar as armas.


>>><<<

Se as coisas tivesse dado certo estaria então na cozinha do navio, onde abrir o baú mostrando seu conteúdo a todos no navio e gritando em comemoração.

- É ISSO AI-GARA PEGAMOS O TESOURO NYAN, VAMOS FESTEJAR.



”objetivos”:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide - Página 11 EmptySeg 07 Maio 2018, 12:23

#022

O maldito touro cego continuaria a sua busca nos ninhos, pararia por alguns instantes e alongaria a minha coluna enquanto olharia a minha volta para saber a situação das aves e do Royce. Para o meu espanto, aquele infeliz parecia já ter encontrando o tesouro a um bom tempo e estaria ali relaxando como uma puta depois do programa…

“Mas que filho de uma puta, e eu aqui simplesmente sem fazer porra nenhuma olhando esse touro burro e cego procurando as coisas no escuro! Mas que caralho de merda”

Me afastaria um pouco do touro e fingiria que estaria procurando em outro canto o tesouro ficaria calado e escutaria um possível diálogo entre os minks e se o touro me perguntasse alguma coisa, responderia atenciosamente o mesmo… - Vai se foder seu chifrudo de merda, procura essa porra direito no teu ninho que já estou ficando de saco cheio de porra de procurar!! Maldito aproveitador de merda….

E assim continuaria a minha movimentação até me aproximar do garoto gato, estaria com uma expressão feliz e ao mesmo tempo perversa devido às inúmeras coisas que passavam em minha cabeça, principalmente em como liquidar com o mink touro aproveitador.

Se por um acaso o gato começasse a se movimentar em direção da saída levando os tesouro consigo, não perderia meu tempo e aproveitaria a oportunidade do touro estar ali procurando o tesouro e não preocupado em erguer o seu escudo para se defender.

- Achei!... Sacaria a minha pistola enquanto verbaliza e dispararia três vezes contra o touro. Se ele estivesse de costa faria os disparos na parte central das costas, onde fizesse mais danos e o risco de errar fosse menor. Na opção de estar de lado ao meu campo de ataque, atiraria em seu braço, barriga e perna. E por último na posição frontal, escolheria o braço em que ele possivelmente fosse levantar o escudo ou em suas pernas.

Após a realização dos disparos, aplicaria um tiro em cada ave, mesmo que elas já estivessem acordadas e pegaria meu outro revólver e continuaria a disparar contra o touro, com o intuito de mantê lo ocupado e até mesmo deixá-lo  como petisco para as aves que teriam despertado. Lembrando que os disparos nas aves não seria com cunho fatal e sim para acordá-las.

Continuaria a recuar até a entrada dos túneis e continuaria o caminho. Caso visse o Royce escondido sorriria e continuaria a correr da melhor maneira que as minhas pernas permitissem. Na hipótese do maldito touro aparecer para me atacar, continuaria a atirar em se corpo forçando que o mesmo mantivesse o escudo erguido. Recarregaria as minhas pistolas e continuaria a atacar enquanto gritava para chamar a atenção do touro… - Que tal esquecermos o que eu acabei de fazer e negociarmos? Eu dou 0,5% do tesouro e deixamos tudo no passado! Olha que meio é uma maldita metade e você e sua puta mestra ficariam felizes!! O que me diz seu escroto ?.... continuaria a atirar alegremente.

Se o infeliz me atacasse, tentaria me abaixar ou simplesmente mudaria a direção e se nada disso fosse possível me jogaria no chão contudo e forçaria o mesmo a tropeçar em meu belo, másculo, azul e estropiado corpo tritônico.

Antes disso ou até mesmo depois de toda essa confusão o gatinho tenha conseguido ferir o inimigo ou até mesmo ele tenha deixado o escudo cair ou aberto alguma brecha, descarregaria minhas armas em seu peito, barriga, saco e pescoço! Resumindo, atiraria no infeliz por inteiro.

Uma vez que tenhamos conseguido parar o touro e colocado em seu devido lugar, recarregaria as armas e conversaria com o gatinho… - Uma coisa que eu não gosto do caralho dessa vida são filhos de uma puta como ele que tentam roubar pessoas educadas e civilizadas como eu e você!! Por isso que esse tourinho burro e cego vai se foder aqui!

Apontaria minha pistola contra a cabeça do mesmo e descarregaria uma das pistolas, pegaria a segunda e a descarregaria contra o seu corpo na região do peito. Recarregaria e depois utilizaria todo o meu vasto conhecimento em luta de rua e chutaria, com a perna boa, duas vezes o corpo do Touro (em lugares que não possuíssem armaduras ou coisa do tipo)... - Falei pra você que iria te foder inteiro seu filho de uma puta aproveitador de merda!

Uma vez que milagrosamente ele ainda estivesse consciente pensaria… “Mas que caralho!” … apontaria minha pistola em sua testa e dispararia. guardaria a mesma após repor a bala e iria aos finalmente. Seguraria os chifres do touro e usaria os meus belos e afiados dentes e removeria os chifres da cabeça do touro. Faria isso da melhor maneira para não me machucar e não estragar os chifres. Cuspiria o provável sangue que estivesse em minha boca e olharia para o Royce e ofereceria um dos chifres.. - Quer um? Dizem que dá pra usá-los durante o sexo, basta apenas você pegar a fêmea colocá-la na posição e coçar as costas dela com a ponta do chifre!! Deve ser muito boa a sensação Muahushuahushauhusa.

Guardaria o chfire ou os chifres, caso o gatinho não quisesse, revistaria as roupas do infeliz a procura de alguma coisa útil e depois seguiria em frente conversando com o gatinho… - Só falta a vagabunda!

Desceria pelo caminho que havíamos feito e assim que chegássemos próximo da entrada pararia e olharia para a saída. Se não conseguisse avistar nada, perguntaria ao Royce… - E aew gatinho? Consegue ver a vagabunda ou alguma coisa suspeita lá fora?... Aguardaria a resposta do lince, conferiria minhas pistolas, recarregaria caso precisasse, e começaria a correr na direção da entrada em uma espécie de trote.

Assim que saísse da caverna, brilharia com toda a minha intensidade a fim de cegar quem estivesse do lado de fora e assim que avistasse alguém fosse homem, mulher, travesti, sem sexo definido ou ambos os sexos, atiraria contra as pernas de quem estivesse por lá e depois me afastaria, buscaria ficar em uma posição em que eu pudesse olhar a entrada da caverna e a(s) pessoa(s) que havia(m) mandado o touro.

O inimigo poderia ter desviado dos disparos e então ficaria em guarda e se o mink resolvesse atacar o inimigo, simplesmente ficaria quieto e observaria junto com os meus pensamentos… “ Caralho, eu ainda não caguei hoje! Assim que chegar no navio vou dar aquela cagada de respeito! e depois quem sabe furnircar um pouco com a musculosa, a ruivinha navegadora e deusa dos tentáculos! Isso sim seria uma orgia desgraçada Muhaushuahushuahushauha”

Prestaria atenção na resposta ou na luta do inimigo com o lince. Mesmo observando não abaixaria a minha guarda e se notasse que em algum momento o inimigo estivesse levando vantagem ou fosse ferir o mink, aplicaria dois tiros contra o corpo do perverso oponente. Olharia a minha volta a procura de mais algum oponente e se o mesmo ali estivesse, procuraria me esquivar de qualquer ataque e depois atiraria contra o seu peito e cabeça.

E assim manteria a postura até a luta épica do lince terminar. Se por ventura o inimigo desistisse da luta ou simplesmente não tivesse chegado a lutar com o mesmo e resolvesse acudir o touro, cego e burro daria uma risada um pouco inesperada e falaria com o inimigo… - Ele deixou isso daqui cair enquanto vínhamos para cá! Acho que era importante e certeza que o cegueta vai precisar… Nesse momento arremessaria o chifre para cima na direção do oponente e assim que ele olhasse o objeto que fosse arremessado dispararia quatro vezes contra o seu corpo, daria mais alguns passos em suma direção e atiraria mais duas vezes em sua cabeça. Sacaria a outra pistola e atiraria todas as balas contra o seu corpo. …. - Pronto, acho que agora vocês estão parecidos!

Recarregaria minhas pistolas, pegaria o chifre e revistaria o corpo do oponente em busca de algo de valor e se não houvesse nada reclamaria… - Mais que merda, não tinham porraa nenhuma e ainda querem nos roubar!! Filhos de uma puta vesga….

Mas, caso o oponente não me desse ouvidos e simplesmente virasse de costas e fossem em direção ao seu companheiro bufaria e então pegaria o chifre e dispararia mais mais nova técnica… - Chiifre Encantadamente Azuuul !!... Meu foco seria o meio das costas e assim que o mesmo fosse lançado, sacaria as pistolas e atiraria o máximo possível de balas contra o seu corpo. Recarregaria e voltaria a atirar. Uma vez que o inimigo tenha sido abatido, revistaria o seu corpo em busca de algo de valor ou armas.

Feito a vistoria, sorriria para o lince e perguntaria se o mesmo queria ajuda. dividiria a carga com o mesmo e voltaria para o navio. Me manteria em alerta para possíveis ladrões e caso surgissem, simplesmente brilharia para cegá-los e depois alvejaria seus corpos malditos.

- Até que foi divertida essa caça ao tesouro!! Poderíamos fazer mais coisas desse tipo e vou te falar que me deu até uma ideia legal para montar o Sindicato! Vamos ficar ricos e enquanto nos divertimos uhsmauauhsuahmsua!

………

Possivelmente dentro do navio, alongaria o meu corpo e iria direto ao encontro da ruiva musculosa ou da ruivinha! Assim que as encontrassem, mergulharia em seus corpos com um abraço e esfregaria meu angelical rosto em seus seios…. - Cheguei meus amores!...

Daria um beijo na boca das mulheres com um sorriso largo retiraria minha blusa e começaria a gritar junto com o lince!

- MUUAHUAHUAHUAHUHA FESTA, FESTA FESTA, FESTA, FESTA mUAHUHSUHuhauhUH …. TODO MUNDO SEM CAMISA !!
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