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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Stranger Family - Wild Tide

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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide EmptyQua Jan 03, 2018 6:05 pm

Stranger Family - Wild Tide

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Raksha e Ken Rock. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide EmptyQui Jan 04, 2018 9:30 am




Royce

Fury Furry



Sentado em um canto com as costas apoiadas na parede o jovem aventureiro aguardava as inspeções que o grupo de carpintaria realizava, os trabalhos haviam avançado em bom ritmo e agora estava quase na hora de partir rumo a novas aventuras. Sentado ali o jovem escrevia no diário de bordo que havia conseguido, registrando os últimos acontecimentos e seu pesar.

Citação :
...

Fora um saque razoavelmente bem sucedido, no inicio parecia uma ideia melhor, mas no fim das contas aquele saque veio a cobrar seu valor. Tanto Ryu, quanto Aghata se feriram durante a investida e agora nenhum dos dois nos acompanha, ambos estão livres se assim posso dizer.

Quando chegamos em Illusia precisávamos urgentemente de um médico, mas minha distração e curiosidade acabou custando a vida de meu amigo. Mais uma vez acabamos perdendo muito tempo em busca de não morrermos por ferimentos em vez de explorar e se divertir.... Penso que talvez seja hora de arcar com algumas responsabilidades, talvez seja um bom caminho, um caminho que me ajude a manter meus amigos vivos, pois tudo que pude fazer por Ryu foi-lhe abreviar o sofrimento e lhe fornecer um funeral.

Encontrei com alguém que pude dividir o meu pesar, não sei se por forças maiores ou pura coincidência a bela sirena também é um polvo, tal qual Ryu era. Ela também tinha perdas recentes, assim como eu e talvez por isso me senti a vontade ao seu lado.

Foi no impulso que a convidei na mesma noite para seguir viagem com nós e mais uma vez, talvez por forças maiores ou pura sorte ela se revelou cozinheira... Tal qual Aghata, que pedi que deixasse o navio para que pudesse viver e aproveitar sua liberdade.... Talvez tenha sido o destino que traçou aquele encontro para nós e se foi o destino é meio engraçado e tem um humor um tanto peculiar....

No dia seguinte ela cozinhou para nós e bem, eu acabei passando mal com a comida. Ela ficou toda desesperada, mas tratou de mim. Estranhamente só eu passei mal, todos os outros comeram e ficaram bem. Pelo constrangimento que ela demonstrou penso que foi algo sem querer, mas ainda me parece problemático, no entanto não adianta me preucupar, já a convidei pro bando, só não sei ainda se ela virá.

Os últimos dias passaram sem muitos acontecimentos, apenas descansamos, comemos e passamos nosso tempo da melhor maneira possível enquanto esperávamos os concertos no navio ficarem prontos. Ah, sim, esqueci de mencionar. Agora tem uma gang de tritões nos acompanhando, bom.. gang é a melhor forma de definir aquele grupo, a jovem ruiva e o musculoso careca também mostraram interesse em partir para a GL, embora ainda não conheça suas motivações... Como penso que todos deviam ser livres não lhes neguei, ter mais algumas pessoas dentro do navio não pode ser assim tão ruim.




Royce levantar-se-ia espreguiçando-se em seguida, guardaria o diário na mochila e de lá pegaria o novelo de lã. Havia-o achado jogado em um dos cantos do ancoradouro e embora estivesse em meio a terra ela havia se mantido limpo. Agora brincava com ele, conseguia se distrair facilmente e relaxar enquanto o fazia e o jovem apreciava essa sensação.


Se em algum momento voltasse a encontrar Cassandra seguiria até a bela sirena com um sorriso sincero.

- O navio logo deve ficar pronto, você-gara vem? - sorria aguardando a resposta da moça. - Ótimo nyannyanyanyanyan. - responderia no caso de ser afirmativo a sua resposta. E entregando algum dinheiro para ela pediria. - Se importa em pegar uns mantimentos?

Se despediria dela naquele momento saindo em direção ao navio para assistir os últimos preparos e ali caso abordado pelo tigre responderia.

- Estou ótimo, é um risco que todos corremos enquanto não tivermos um médico a bordo... Mas vou dar um jeito nisso.

- Em uma doca afastada, onde a marinha não iria nos procurar.

(PS: A fala com a Cassandra pode ser depois de falar com o Rag pra ficar mais facil na sequencia dos posts.)

>>>><<<<

Quando o navio ficasse finalmente pronto.

-  Obrigado metre Clovis pelo rápido trabalho e pela compreensão da nossa-gara situação - sorriria e piscaria para o senhor. - Adeus. - diria apertando a mão do construtor e indo a bordo do seu navio.

Contava agora pelo que sabia com 1 piloto e dois navegadores, uma cozinheira, um historiador, dois ferreiros, uma mink enorme... Determinado acenou afirmativamente para si mesmo, ele seria o médico.

- É ISSO AI-GARA, VAMOS PARTIR PARA A GRAND LINE.

Ajudaria a partir dali no que fosse do seu alcance, soltando o navio, esticando as velas, ou simplesmente saindo do caminho para não atrapalhas. E certamente escondendo-se no interior do navio se começasse a chover. Certamente.



”objetivos”:
 

Histórico:
 

”Dados da Ficha”:
 

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Última edição por GM.Furry Men em Qui Jan 04, 2018 2:49 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide EmptyQui Jan 04, 2018 12:38 pm

Finalmente tínhamos saído daquela ilha. Realmente coisas ruins aconteceram por lá e acabamos perdendo alguns membros do nosso bando. Por mais que eu não gostasse do polvo, devido a uma ideia maluca, fiquei triste por não conseguirmos fazer nada com relação ao estado em que ele se encontrava. E parando para pensar... “deve ser um saco morrer na cama sem nem ao menos poder fazer nada, acha que ele preferira morrer lutando ou fazendo algo que gostasse!”

- Foda-se vou aproveitar apreciar um pouco do meu tempo e relaxar !

Estaria em meu magnífico trono, mesmo com a construção da embarcação não deixava de sentar lá por alguns instantes, vendo o tempo passar e os infelizes trabalharem arduamente através de meus belos, magníficos, charmosos, exuberantes e penetrantes olhos. Em um determinado tempo me levantaria e caminharia pelo navio ou pela doca, a pouco tempo havia escutado algumas vozes estranhas e por causa do evento perturbado não teria a noção de quem eram essas pessoas.

Minha primeira parada seria com um tal do carpinteiro (Clóvis) que estaria realizando as modificações da embarcação... – E aew cupim, tranquilo? Qual a porra do teu nome? ... esperaria que o mesmo dissesse algo, caso não, tocaria o foda-se e continuaria falando!
- Meu magnífico nome é Ken Rock, lembre-se de talhar isso na porra de alguma madeira histórica! Enfim, tu fez alguma sala voltada para um grandioso e habilidoso, mestre ferreiro como eu? Caso não, faça, ou se não form capaz de fazer algum simples deixe o material para a construção que depois volto para discutir o valor da merda feita, porra!

Após uma boa conversa, sairia do local a caminho da cozinha, se por ventura trombasse com outro estranho(a) perguntaria o seu nome. Na hipótese de ser  o humano navegador (Toretto), franziria a testa e falaria...

- E ai chupa rola, consegue falar ou seus músculos fecharam a sua boca tb? ... Foda-se, não te perguntei isso mas me diga, tu consegue limpar a tua bunda sozinho ou precisa da ajuda da mamãe  uahushauhsuhsuhsa, .... brincadeira cara, eu quis dizer exatamente isso, agora é sério o que um verme como você faz da vida além de levantar pesos?! ... Pode me chamar de o exuberante mestre Ken Rock! Qual o teu nome verme desprovido de cabelo?

De braços cruzados, cuspiria no chão e sorridente voltaria com a conversa...

- Beleza, acho que te conhecer não vai acrescentar nada na minha vida, porém a sua vida irá mudar seu careca de bosta! Depois de ter conhecido o senhor do membro azul, seu capitão, Ken Rock!! O cupim ali que se diz carpinteiro e está cuidando do barco parece que vai fazer um ambiente para que eu utilize os meus dotes de ferreiro, mas se o infeliz não for capaz faça você!! É uma ordem do seu capitão, Muauhauhsuahushuahuhsa e um conselho... evita sair quando estiver sol beleza? Com a porra dessa careca brilhante vai acabar cegando alguém gravemente Muahushuahushauhushauha, acho que essa pode até ser uma habilidade que você desconhecia uahushauhsuhuahsuha, até mais pinto pequeno.

Sairia do local coçando a minha bunda por dentro da calça e falaria comigo mesmo em voz alta... – Ai ai, cada pedaço de merda inútil que me aparece nesse bando muuahushuahuhsa, preciso achar o tigrinho indeciso!! Onde que aquela bola de pelos gigante foi parar?

Se em algum momento visse o gatinho brincando com o seu novelo de lã, me aproximaria como quem não quer nada e na primeira oportunidade que desse, chutaria o novelo de lã para longe e gritaria.... - pega gatinho pega!

E Sairia correndo do local, caso não tivesse essa oportunidade apenas seguiria em direção ao tigrão se o encontrasse perambulando não falaria nada, apenas o encararia e faria um gesto de negação com a cabeça e continua o meu caminho. Mas, na hipótese do mesmo estiver em algum canto concentrado meditando, me aproximaria do seu ouvido e com uma voz grave em seu ouvido.... – ÓH, caralho! Eu sou um monstro por dentro, vou chorar!!!

Ignoraria qualquer coisa que ele pudesse me dizer, viraria de costas e mostraria meu dedo do meio. Nessa altura estaria cansado de andar pelo navio e assim procuraria o Akuma e assim que o encontrasse conversaria com o mesmo... – Mestre Akuma, preciso que me ajude a aprender a forja! Como um excelente e talentoso aluno que sou, não tenho tempo e muito menos a porra da paciência pra aprender! Não teria outra coisa que pudéssemos resolver de forma rápida como da outra vez?
Caso fosse me dada à solução como da última vez, retiraria o dinheiro do saco e o pagaria.

Voltaria ao meu trono e lá veria o que me foi dado para aprender a forja! Dormiria mais um pouco e depois daria uma volta pela ilha e pularia no mar, ficaria ali por alguns instantes apreciando uma possível brisa, o céu e o toque sedoso do mar que limparia a minha alma e me tranquilizaria. Não teria a noção de quanto tempo teria ficado ali boiando, estava com a alma completamente limpa! Parecia que um novo Ken Acabará de surgir.
Após essa doce sensação, mergulharia, tiraria a minha roupa e olharia para a minha rola e pensaria... “ Nossa, toda a vez que eu te vejo parece que é a primeira vez!” .. bateria uma bem forte e gozaria no oceano, “ Acho que não irei engravidar nenhuma baleira hoje”... Daria aquele ele espremida, recolheria o brincalhão, vestira a minhas roupas e voltaria ao navio.

Se precisassem de minha ajuda para navegar a banheira de madeira, continuaria sentado distraído e apreciaria os esforços de todos.
Histórico:
 

Dados Player:
 


Objetivos:
 

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Legendas:
 


Última edição por Rock - Furry Legend em Qui Jan 04, 2018 2:50 pm, editado 1 vez(es)
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide EmptyQui Jan 04, 2018 2:10 pm

“Finalmente acabou.”

Essa era a primeira vez que uma sessão de meditação o deixava exausto. Não fisicamente é claro, mas sim mentalmente. E o motivo eram os ataques implacáveis de Scar. “Mas finalmente eu venci. Ele não conseguiu me sobrepor.”

Ele havia bloqueado seus pensamentos de forma que Scar não mais pudesse ouvi-los. A partir de agora estaria fazendo isso frequentemente, e lhe trazia uma sensação estranha. Desde que conseguia se lembrar os havia partilhado com aquele que se mostrava agora um algoz, tirando alguns momentos específicos.

Do fundo de sua mente veio uma voz cansada e enfraquecida. “Aproveite enquanto pode irmãozinho. I’ll be back.”

- E eu estarei preparado. – Sussurraria enquanto se questionava se essa mudança na dinâmica entre eles traria alguma mudança nas regrinhas que existiam sobre quem se mantem no controle do corpo.

Abrindo os olhos observaria ao seu redor para descobrir se ainda estava no mesmo lugar no navio, e mais importante, onde a embarcação estava. Inspiraria profundamente tentando sentir os cheiros ao seu redor, o cheiro do mundo, e seu coração se encheria de alegria por estar vivo e ser capaz de fazer um ato tão simples como esse.

“Ele disse que sou a parte fraca dele baseado simplesmente no fato que consegue se lembrar  de nosso passado. Mesmo que isso seja verdade, sobre se lembrar, isso não significa nada. Talvez ele seja a minha parte que se lembra e se tornou distorcida devido o trauma. Uma parte de mim que a minha mente separou para impedir que eu me corrompesse e me enchesse de ódio pelo mundo.”

Qual dos dois estariam certos? Talvez só um psiquiatra para dizer. Ou um ocultista. Como nenhum deles eram algo tipo, apenas a vontade de acreditar na explicação que mais lhes convinha determinava suas verdades.

Procuraria ver se era dia ou noite e observar através da sua fome e da rigidez de seus membros quanto tempo havia se passado desde que tinha entrado naquele estado. “Que horas são? Novamente estou perdido no tempo... sigh.”

Se levantando e esticando os membros, os alongando levemente para deixá-los ótimos para uso, observaria se haviam alterações no barco, elas também poderiam lhe dar uma estimativa de quanto tempo havia se passado baseado na última vez que havia visto a embarcação.

Por fim, se nada disso funcionasse, seria obrigado a perguntar a alguém e se sentir levemente tolo por isso. – Eeer, sabe me dizer quanto tempo se passou desde que eu me sentei? – Perguntaria caso tivesse alguém a sua volta. Mesmo que fosse um desconhecido o Tigre não estranharia, afinal de contas o barco iria passar por reformas e haveriam trabalhadores no local, não? E considerando que ainda estava bem, obviamente não lhe queriam causar algum mal. – E que horas são?

“Tudo isso? Não é a toa que estou faminto dessa forma!” Pensaria se lhe dissessem que mais de um dia havia passado. “Preciso comer algo e dormir para descansar. Mas antes ainda tenho que finalizar meus assuntos pendentes. E um relógio, definitivamente preciso arranjar um relógio.”

- Sabe me informar onde se encontram o Lince Royce e a dama Lily? – questionaria em busca de direções. – E o Mink Ezequiel? – continuaria se não soubessem. – Huuum, o carpinteiro Clóvis então?

- Ah sim, muito obrigado. – E se recebesse indicações agradeceria, caminhando em busca dos conhecidos, mas não sem antes passar pela cozinha do navio. Mesmo se não recebesse, apenas os procuraria dentro do navio, passando primeiro na cozinha e buscando por algo para comer, olhando em panelas, potes, fogão, prateleiras por algo que matasse sua fome.

Caso encontrasse alguém na cozinha que não conhecesse acenaria com a cabeça. – Vim procurar algo para comer, estou faminto! É um(a) dos(as) trabalhadores(as) que estão ajeitando o navio?

Iniciaria a conversa enquanto fazia a busca, e caso lhe fosse oferecido algo, ou pedido para aguardar um pouco, o faria para em seguida comer com gosto, ali mesmo, apreciando cada mordida, cada golada, mastigando devagar para apreciar ao máximo. “Sim. O que é melhor do que comer quando se está com fome, beber quando se tem sede, mijar quando se está apertado e cagar quando não mais se pode aguentar?”

A satisfação em comer seria algo palpável no Mink para qualquer um que estivesse próximo e até mesmo um leve sorriso estaria estampado em seu rosto feral.

- Então ele te convidou para vir a bordo? Seja bem-vinda! Vejo que é uma cozinheira, sabe o que aconteceu com a anterior? Ahh sim, deve ter ficado para trás para cuidar do ruivo. No estado dele creio que não será capaz de seguir viagem. Aliás, temos outro sireno polvo aqui e...

- Mesmo? Como isso aconteceu? – Perguntaria espantado se aprendesse sobre a morte de Ryu. Não o havia conhecido já que quem tivera contato com ele fora Scar, mas o havia observado através do mesmo. Toda a alegria que sentia seria sobreposta por uma dose de preocupação com o Lince, afinal, aparentava ser muito ligado ao polvo, e mesmo que Raksha estivesse com um pé atrás para com o gatuno, ainda o considerava um companheiro. – Sabe onde Royce está?

E assim, caso soubesse onde está o Lince iria até seu encontro e uma vez que o visse perguntaria – Está bem? Soube o que aconteceu.

– Onde estamos? Não me recordo deste lugar.

Se outras pessoas estivessem em volta no entanto o Tigre não faria a primeira pergunta, aguardando por um momento mais apropriado. Ao invés faria apenas a segunda.
Objetivos:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide EmptySex Jan 05, 2018 12:52 am

Avançando para a Grand Line



Post 1





"Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo."” - (Dante)




O tempo não tinha passado a toa ele estava mudando para a ruiva, o mar a chamava ela quase nunca parava de olhar para ele, era como se fosse um desejo mutuo, mas o que trazia ela aquelas docas não era nada além de um caraca, um lince, um tigre, um tritão e o destino, os dias tinham sido bem cruéis com ela ate ali mas ela nem mesmo pensava mais nisso, a única coisa na mente dela no momento era a última conversa que teve com Kuronin, era a ideia mesmo que pequena da possibilidade de ver o sonhado all blue, e por isso que a GL era o que o aguardava, ela não queria perder mais tempo ali, tudo que mais desejava naquele pequeno momento era saciar sua curiosidade.

Mesmo já tendo ouvindo histórias do que havia por lá nunca tinha realmente pisado no local, então apenas ideias vagas de como seria cada coisa que ocorreria por lá, uma única vez quando criança lembrava de um mapa de uma rota entretanto não faz ideia de seu conteúdo apenas o visualizou brevemente nas coisas de Bill (Foi o cara que ensinou ela a navegar) porém mesmo sem nenhuma informação lembrava um do fato.

Ela ficaria o tempo que fosse preciso entretanto uma ideia rondava sua cabeça, por que não ir no navio dos minks, eles precisavam de um navegador pelo que o Lince falou então dessa maneira era um beneficio mutuo, ela guiava eles e recebia a carona, todos saiam felizes nessa história, durante os dias de espera tranquila, beberia o que encontrasse por ali e quando tivesse com tempo se aproximaria do caraca. - E ai o que pretende fazer depois que estiver na Grand Line?- Caso o tritão nesse meio tempo aparecesse o xingando, ela inicialmente apenas riria, entretanto quando ele fosse se despedindo daria um leve tchau com a mão e falaria. - Ate mais galo azul.- era a melhor comparação que encontrava pra lembrar dele, e saia mesmo sem pensar em falar ela, fluía pra fora, afinal a coisa vermelha na cabeça dele lembrava a de uma crista-de-galo pra ela, os motivos eram desconhecidos, mas deveriam ser sensatos (Ou não)

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Quando o navio estivesse pronto, me espreguiçaria levantando de onde estivesse, pedindo para que Toretto assumisse o leme, eu vou preparando o resto do navio e você assume o leme, se nescessario falaria com Royce ou quem lhe perguntasse. - Bem vocês precisam de alguém pra pôr o barco pra andar certo? Façamos assim então eu quero adentrar na Grand Line e encontrar alguma coisa, entretanto eu não tenho um barco, eu piloto esse pra vocês em compensação eu posso seguir meus objetivos livremente, fechado?- Caso ninguém a questionasse era apenas um sinal que tudo tinha ficado certo, abriria as velas, sempre atenta a direção do vento para ver a melhor posição a se colocar, além disso checaria se faltava qualquer coisa para partirem e se sim o faria ou auxiliaria quem estivesse fazendo, seja carregar mantimentos ou qualquer coisa.

Quando tudo estivesse pronto apenas esperaria que todos adentrassem e se ajustassem dentro do mesmo, e assim que possível colocaria o barco pra partir da ilha logo que desse, seu rumo agora era a reverse mountain o seu maior desafio como navegadora ate o momento, as aventuras estavam pra começar, um sorriso se abria no rosto de Layla que parecia eufórica, talvez um pouco assustada ou insegura, mas, com certeza, ali naquela hora a alegria ganhava do resto daquele enorme turbilhão de sentimentos.


Citação :
The girl is back in town

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide EmptySab Jan 06, 2018 12:08 am

Dia Final de estadia


O dia raiva em Illusia, já fazia bastante tempo que todos estavam ali nas docas, e Clovis estava apenas fazendo os últimos retoques. Layla caminhava pelo lugar depois de sair do modo afk e parar de olhar par o mar fixadamente por tantos dias, e conversava com Toretto no momento, eles estavam afastados de Royce que nesse momento escrevia em seu diário de bordo, ela o perguntava sobre a Grand Line. - O que eu vou fazer por lá? Bem tem muita coisa que quero, mas descobrirei de verdade quando eu chegar lá, deixar o vento me levar.- era uma resposta de fato no mínimo interessante. Ken Rock caminhava pelo navio procurava talvez se distrair da maneira dele.

Ele primeiramente ia até Clovis atrapalhar o serviço dele. - Meu nome é Clovis como não foi solicitado anteriormente não coloquei nada relacionado e estamos ao fim do serviço, mas tem espaço pra isso dentro do Navio, podem pedir pra alguém colocar quando chegarem na Grand Line.- Ele simplesmente ouvia a coisa e ia embora agora ele encontrava o careca que já estava sozinho, a ruiva tinha partido dali a um tempo, ele começava a encher ele também, no momento ele talhava alguma coisa na madeira mas ken não conseguia ver o que era, logo quando o tritão terminava, ele erguia lentamente o que tinha talhado mostrando pra a criatura azul, era uma mão com o dedo do meio levantada. - Há é eu sou carpinteiro e falo sim, e você faz alguma coisa além de falar? Ou seu trabalho é jogar papo furado mesmo?- ele dava um leve sorriso de canto de boca quando terminava de falar, ele tinha gostado da audácia do azulado que continuava com suas ideias.- Há tranquilo peixe, só cuidado pra quando ver um bilau não confundir com a isca em? Vai pela sombra.- ele de fato tinha mais o que fazer por ali, e apenas voltava a brincar com a faca e talhar coisas em madeira.

Em outro canto dali Raksha acordava do transe e levantava procurando saber quanto tempo havia ficado naquela forma, entretanto os homens começavam a festejar enquanto outros de cara tristes pagavam dinheiro, um dos caras que trabalhava na obra se aproximava do tigre dizendo. - Caramba você acordou mesmo em? A gente tava fazendo aposta, acabei de ganhar oitenta mil beris com essa sua levantada, a maioria apostou que você ia ficar dormindo ai ate o fim da obra.- Claro que ele não estava dormindo era uma meditação entretanto eles de fato não tinham a necessidade de saber disso. Entretanto não era de se esperar, ele perguntava a quanto tempo estava naquela forma, a resposta era 3 dias de meditação, além de claro agora serem 9 da manhã do 4º dia.

-Seus amigos foram pra o refeitório.- E logo ele seguia para o local a fome assolava ele naquele momento, ao chegar lá era rapidamente recebido pela sirena que terminava de fazer um bom prato de arroz com bacon, ela, a abordando sobre acontecimentos passados porém ela já estava nas docas antes de tudo então não sabia muito do que tinha acontecido, ela já pegava um dos pratos e entregava ao grandão que comia despreocupadamente. - Bem realmente não sei te dizer, mas deve ser esse o caso mesmo. Já o polvo não está mais entre nós, não sei como ele morreu mas seu amigo estava bem desanimado quando chegaram aqui nas docas, sabe essa carne no seu prato, bem tinha um polvo morto… a gente precisava de comida… mas é bacon.- ela tinha uma face gentil quando falava com ele, mas o humor relacionado a tragédia do polvo dominava ela por um instante, e contrastava com uma postura agradável. - O Royce está perto de onde arrumam o navio, pode procurar ele por lá.

O tigre se movia ate o Lince e trocava algumas palavras com ele, a importância de um médico estava ali datada naquela conversa, eram breves momentos apenas de trocas de palavras, e depois Raksha seguia seu rumo, poucos tempos depois a jovem Cassandra chegava por perto dele, o garoto lançava sua pergunta para a sirena uma confirmação de sua partida. - Sim eu vou, sempre imaginei ver a reverse mountain outra vez, da última o navio se espedaçou lá embaixo, por sorte eu não estava nele, mas o capitão foi empalado numa rocha pelo que eu lembro. - ela olhava em direção ao mar quando terminava de falar isso (imagine ela com essa cara: Fu feliz) e depois se retirava falando ir buscar tudo após a última fala de Royce sobre os mantimentos. - Há sim eu vou buscar tudo que precisar pro navio.




Depois de tudo pronto


O dia continuava se passando, os mantimentos estavam no navio, as velas içadas pela ruiva mas antes de partirem Clovis dava uma última palavrinha com todos subindo no último momento no navio. - Está tudo pronto meus amigos, espero que ele seja o suficiente pra começarem suas aventuras, mas antes uma coisinha.- Ele puxava da parte de trás, um pano todo preto e desenrolava no chão, era uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] . - acho que combina bem com vocês, eu e meus homens pensamos que poderiam gostar, bem vão em paz rapazes.

Royce então agradecia a Clovis que retribuía o gesto também apertando a mão do lince e depois se despediam partindo ao navio, já no navio bradava. - É ISSO AI-GARA, VAMOS PARTIR PARA A GRAND LINE.- A ruiva soltava as cordas as velas já abertas enquanto Torreto era o responsável no timão. O barco se colocava em movimento rumo para a GL, lá atrás todos os que ficaram acenavam para eles de partida, em outro canto do barco estava Lily que conversava com Ezequiel, ele, por fim, tinha aceito o convite do tigre para sair de Ilusia, por mais que o real motivo de sua partida na verdade tenha sido Clovis que o convenceu de que ficar na ilha não era mais seguro ao velho leão, não que a GL fosse, entretanto lá ele ainda poderia passar por despercebido e tocar os seus negócios.

Ezequiel conversava no canto com Lily sobre algo perturbador, se tratava das personalidades de Raksha, ele mostrava o que parecia um medalhão pra a jovem moça. O Tigre podia ver a distância entretanto não podia ouvir tudo apenas as palavras de que ele a entregaria isso já depois da grande montanha, mas nada que fosse de fato relevante, Cassandra saia de dentro da cozinha do navio e trazia algumas comidas de lá uma boa quantia de arroz e bacon que havia preparado. - Todos com fome podem se servir, pois será a última refeição antes do além vida, nossa passagem gratuita será no cemitério de piratas-Era impressionante como ela era capaz de dizer isso com um sorrisinho. (Pra quem não lembrar a primeira vez que falam sobre a GL essa é a forma como chamam ela) Os tritões observavam o mar a vista e pareciam procurar alguma coisa nele, talvez gaivotas, nunca se sabe que gostos peculiares as pessoas podem ter.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide EmptyDom Jan 07, 2018 1:24 pm




Royce

Fury Furry



Royce sorriu com a resposta de Cassandra. Havia gostado dela, pois a mesma havia aparecido em um momento que o jovem precisava de alguém para ouvi-lo e ao fazer isso a jovem sirena permitiu que o Gatuno se sentisse confortável perto de si.


A despedida do porto havia sido rápida, mas Royce observava como mais e mais pessoas entravam no barco, lhe parecia que cada um dos que estava em seu navio formava seu próprio grupo.

- Talvez precisemos-gara de mais de uma bandeira. - falou consigo mesmo olhando a insignia que Clovis havia lhe dado. - Parece que cada um está formando sua própria gang. - com sua pata coçava atrás da orelha.

A bordo levaria a bandeira até o mastro, onde esperava encontrar uma corda para astiala, mas só a amarraria e deixaria para mais tarde este feito. Sorrindo consigo mesmo e acenando positivamente para a imagem da bandeira ele se afastou contente.



Aproveitando o tempo calmo e a chance de uma refeição o jovem precipitar-se-ia na direção da comida pegando um dos pratos.

- Obrigado-gara. - diria e procuraria um local para sentar, algum caixote por ali talvez.

Começaria a comer, até que sua tranquilidade, paz e serenidade fosse interrompida pelo galo azul convencido.

- Talvez você-gara devesse dar milho pra ele Cassandra... Sabe quando galo começa a cacarejar é porque ta com fome. - diria usando o talher para apontar na direção do azulão. Depois virando o rosto para Cassandra usaria o mesmo garfo para fazer o sinal de lelé da cuca e piscaria para a cozinheira.

Royce não queria compra briga com ninguém, mas achou que devia falar para distrair qualquer atenção que pudesse ser dada a hostilidade, assim fazendo piada da situação esperava conseguir amenizar qualquer animo estranho que pudesse ter surgido.

- Ele fala bastante-gara, mas luta bem. - diria quando o tritão fosse embora. - É só ignorar a falta de educação, a pompa que ele logo vai embora.... Obvio, ele sempre volta. - daria os ombros e então esperaria todos saírem de perto de Cassandra e dele para continuar.



- Você falou antes… Mas porque você não estava a bordo? -a curiosidade de Royce era maior que sua delicadeza com esses assuntos, pois já havia percebido que este era algo delicado para a Sirena, mas mesmo assim quis saber o que havia acontecido.


Assim comeria enquanto ouvia a possível resposta antes de tecer um novo comentário.


- Vamos torcer para que a navegadora e o piloto sejam melhores dos que vocês-gara possuíam. - olharia para longe, mas logo voltaria seu olhar para a espada no convés e se tivesse percebido que ela se arrependia de não ter estado a bordo do navio que afundou o jovem diria. - Todos temos nossos arrependimentos. - sorria, mas com tristeza nos olhos.

Terminaria de comer e deixaria o prato na cozinha, seguindo depois na direção do piloto, levando consigo o mapa, bussola e luneta que carregava.  Deixaria esse material junto ao timão e falando com quem estivesse perto.

- Talvez ajude a não nos matar. - ficaria depois disso junto ao timão, já que era o ponto mais alto e também era coberto permitindo-lhe observar ao longe pelo vão entre as velas.

- Clovis trabalhou bem? - perguntaria ao careca, estimulando-o a dar uma opinião sobre o barco, pois o jovem mesmo não sabia dizer.


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Se a situação do tempo começasse a piorar Royce tentaria ajudar no que pudesse, talvez ajudando a firmar o timão se fosse necessária mais força para movê-lo. Ou arrastando as coisas que pudessem estar ali em cima para que não deslizassem e acertassem o piloto, ou ainda se nada fosse necessário desceria de modo seguro firmando-se com suas garras no corrimão para ajudar a ajustar as velas de acordo com as informações passadas pela ruiva.

Se enxergasse alguém parado gritaria.

- Ou começam a ajudar ou podem ficar no farol quando chegarmos-gara lá!  


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Última edição por GM.Furry Men em Seg Jan 08, 2018 5:04 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide EmptySeg Jan 08, 2018 10:55 am

Mesmo que tivesse acabado de comer e se saciar, Raksha não hesitou em pegar mais um prato. Afinal, aparentemente tinha ficado vários dias sem comer. A piada de mal gosto da sirena fez com que ele desse um leve sorriso de lado. “Se ao menos um senso de humor macabro fosse a única coisa de estranha com ela...” Pensava ele ao parar para refletir sobre as peculiaridades do lince, do tritão e claro, as suas.

Ver a bandeira foi uma surpresa para o Mink e naquele momento a realidade caiu sobre ele "Parece que no fim, me tornei um pirata..."

Se aproximando de Ezequiel e Lily não estranharia a conversa deles, afinal se conheciam a tempos e eram amigos de acordo com a moça. – Vejo que resolveram aceitar meu convite. Sigh, sinto muito por mete-los na confusão com os marinheiros...

- Como está a garota? –
Perguntaria se referindo a mink gata que havia sido ferida pelo lanceiro, e caso a resposta fosse positiva diria – Que bom, fico feliz. Ela foi realmente corajosa, não tive a chance de agradecer pela ajuda.

Porem se a resposta fosse negativa, diria – Sinto muito. Gostaria de poder mudar isso... sigh...

- Então quais são seus planos? – Perguntaria a ambos mudando de assunto.

- Ah sim, entendo. Então eu tenho comigo a planta do que parece ser uma maquina, mas não entendo de verdade, será que ela tem alguma utilidade prática para nós? – Perguntaria tirando do bolso a planta da maquina de flores da ilha Toroa. Seu tom de voz não seria baixo, não tinha o porque, e caso outra pessoa pedisse para ver, permitiria. Se fosse Ken que “pegasse” o papel, Raksha apesar de incomodado com a atitude do tritão não esboçaria descontentamento,  apenas interesse.

- Você consegue entender isso? – Perguntaria surpreso, se esse fosse o caso.

Após resolvido o assunto, olharia para o sol que nascia enquanto comia, apreciando sua beleza e o contraste com o mar. – Hmmm, realmente bonito. Espetacular! – Diria de forma tranquila e satisfeita. Inspirando fundo o cheiro do oceano, e o que mais tivesse a sua volta, se voltaria para Lily.

- Ir para o mar é sempre bom para nos lembrar o quão pequenos somos perante ele. E se nós somos pequenos, o que dizer de nossos problemas? – Diria sorrindo levemente.

– Mesmo que eu alcance meus objetivos e transforme o mundo em um lugar onde as pessoas não mais sejam escravizadas, onde todos tenham direitos iguais, a verdade é que eventualmente meu nome será apenas mais um nas páginas da história, ou quem sabe até mesmo seja apagado e tudo volte a ser como é agora. Será que isso significa que meu sonho é o sonho de um tolo? – Perguntaria a ela, não por precisar de uma resposta para firmar sua resolução. Seu caminho estava definido, sendo o caminho de um tolo ou não. O que ele realmente queria saber com tal pergunta era a opinião da mulher sobre o assunto.

Uma vez que tivessem acabado de conversar e comer, Raksha após deixar o prato no lugar apropriado para ser lavado, seguiria para a proa onde se sentaria com as pernas cruzadas e costas eretas, aproveitando os raios solares que batiam em sua pele e o calor que transmitiam.

“Preciso ter paciência. Perguntarei na hora certa.” Pensava o mink. Ele havia percebido que a questão entre Ezequiel/Lily e os revolucionários era delicada e não queria pressionar o assunto, ainda teriam tempo para falar sobre isso. Ele havia perdido a chance de encontrar o contato do Leão em Ilusia mas sabia que teria outras chances de contatar os revolucionários e descobrir mais sobre a Casa do Amanhecer.

Afastando o assunto de sua mente, permaneceria aproveitando a paisagem e sentindo a brisa. Após alguns momentos fecharia os olhos, não para meditar, mas para dormir de fato dessa vez. Seus ultimos pensamentos nublados seriam “Imagina se aqueles carpinteiros me vissem agora, certamente se espantariam com a minha habilidade de dormir haha.”

Se alguém o despertasse de forma brusca, sua reação instintiva seria desferir um soco na pessoa.  Já se acordasse naturalmente, ou por algum outro motivo, tentaria primeiro verificar as horas, quer seja se era manhã, tarde ou noite pelo sol, e depois perguntando ao primeiro que encontrasse – Que horas são? Por quanto tempo fiquei ali?

Caso estivesse acontecendo uma tempestade ou uma ventania, buscaria ajudar como pudesse. Subindo as velas, segurando o leme com mais força, atando e desatando nós. E se ele visse a Reverse Mountain se aproximando mais e mais, ficaria olhando maravilhado por alguns momentos. Não se sentiria nervoso, apenas feliz em poder ver tal coisa.

- Realmente, quão pequenos somos. – Sussurraria olhando para a montanha. Para depois completar com algo que não tinha mencionado em sua conversa com Lily. – Mas cada ação importa. Até mesmo o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo.


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Última edição por Big Furry Ragnar em Seg Jan 08, 2018 6:54 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide EmptySeg Jan 08, 2018 11:46 am

Finalmente o navio estava pronto e em movimento. Uma alegria nunca antes sentida por mim veio à tona em meu corpo deixando ele completamente arrepiado, um sorriso cheio de dentes marcava o meu rosto junto com algumas lágrimas que inundavam os meus olhos naquele momento. Ficaria de pé e caminharia até a parte da frente do navio, estufaria o meu gracioso peito azul e respiraria de forma profunda.

Talvez o fato de finalmente deixar as blues e ir em direção ao GL teria despertado aquela emoção de conhecer o desconhecido ou coisa do tipo. Mas aquilo me deixaria completamente contente, com vontade de treta com o primeiro que eu visse. Infelizmente, se a primeira fosse um dos membros masculinos da embarcação! Rapidamente minha mente se voltou contra mim.

“Não, nem fodendo... vou escolher melhor e irei esquecer essa ideia da primeira pessoa que olhei!”

Nesse momento escutaria uma voz estranha chamando a todos para comer! Olhei para ela e moveria os meus pés em sua direção, pegaria o prato de comida, daria duas garfadas e após engolir aquele arroz com bacon diria a mesma... – Prazer, meu nome é Ken Rock! Onde uma mulher tão linda, gostosa como vc estava, qual a buceta do seu nome?... Posso ser o seu provador de comida para sempre? Se sim, juro que deixo você provar dessa minha deliciosa máquina de sexo!... Seguraria uma de suas mãos lançando um beijo sobre a mesma e continuaria sem nenhum pudor ou vergonha de quem pudesse estar ali naquele local ... – Sim, é uma arma nas minhas calças. Mas isso não quer dizer que não estou feliz em ver vc!! Vou tocar umazinha mais tarde, quer me ajudar, com esses seus tentáculos perversos?... Lançaria uma piscadela com um de meus belos, magníficos e penetrantes olhos.
Seja qual fosse à reação da Cassandra, olharia para a mesma com um sorriso travesso misturado com um pouco de perversão! Se por um acaso a Layla estivesse presente diria... - Humana, qual a porra o seu nome?... aguardaria a resposta e continuaria... - você pode ser o nosso acessório sexual essa noite!! O que me diz safada, irei te mostrar como os tritões são viris balanço das ondas Mhuuhauhauhauha!!

Continuaria a comer independente da atitude das duas, até terminar a refeição. Caso Cassandra ainda estivesse por ali, aplicaria um belo tapa combinado com um apertão em sua bunda e diria – te espero mais tarde safadenha !... Uma vez tendo comido me dirigiria para a parte externa e caminharia pelo local a procura do tigrão, fazia tempo que não perturbava aquele ser de tamanho descomunal.

“Onde está aquele falso idealista, não deve ser tão difícil de achar aquela montanha de pelos por jogada em algum canto!”

Caso encontrasse Rag e Ezequiel iria na direção dos dois pensativos... “ Olha isso, são duas bolas de pelos jogadas por aí, realmente não é difícil de se achar essas merdas! Agora que me lembrei, o gatão trouxe aquela bucetuda pra cá, será que se eu pagar para a dona do puteiro ela me deixaria socar forte dentro dela? Hummm... não costa nada perguntar quando encontrar aquela puta Muuahushuahusha!”

Chegaria próximo e tentaria escutar o que estavam conversando, não parecia ser algo difícil de entender e caso entendesse as palavras plantas, máquina, construir e foda (toroa) arrancaria as plantas das garras de Ezequiel ou Rag dizendo... – Tira essas patas sejas, cheias de unhas dessa planta caralho!... Examinarias elas por alguns segundos, escutaria a pergunta perplexa do tigre e responderia educadamente ao mesmo...
- Meu querido escravocrata (cutucada), eu consigo entender dessas merdas mais do que vc! Afinal eu sou a porra do magnífico Ken Rock! E se eu quiser construo essa merda inteira enquanto boto pra foder com aquela putinha chifruda, gostosa que você trouxe para eu me aliviar Muhuhauhauha ... Se a planta não fosse retirada de minhas mãos, colocaria ela dentro de minha cueca e diria enquanto andava para longe dali... – Essa planta está mais segura com as minhas bolas do que com as suas patas escorregadias que adoram apertar uma rola Muauhaushuhaa.

Saindo dali iria até o Lince, fazia muito tempo que eu não falava nenhuma merda pra ele e também decidi deixar ele no seu canto depois do episódio da morte do polvo, apesar deu não ter gostado nenhum pouco daquele cara, esse gatinho parecia ter uma afeição por ele e após esfriar um pouco o meu sangue e rever algumas coisas, notei que o polvo pudesse ter me passado uma impressão errada de quem ele realmente era.

Assim que chegasse perto dele, falaria um salve ao Toretto ...  – E ae careca chupa rola, cuidado pra não quebrar o timão com esse excesso de músculos! Muhauhsuhaa... Colocaria minha mão sobre os ombros de Roy e apertaria lançando meu olhar acalentador, multifuncional sobre os seus e como um homem mais velho e experiente o aconselharia...

– Juvenil, não sei qual a merda do motivo mas, hoje, estou feliz pra caralho e por isso vou te dar uma porra de um conselho foda! Escuta apenas o seu coração ou a sua pica. Não deixe nenhum medo te foder, a não ser que você goste de ser fodido e eu sei o que vc fez com o polvo! E aquilo foi macho pra caralho, tenho certeza de que ele não iria querer de outra forma ... é claro que ele poderia ter morrido rico, fodendo, gozando, com um monte de mulher pelada mas enfim... foi foda! Por isso que se foda!...

Daria as costas e sairia andando do local, voltaria ao meu trono, deixaria a planta adquirida em algum lugar seguro e observaria o ambiente. Caso alguma ordem fosse passada por alguém, apenas gritaria ao Goratiks! ... – Vamo caralho, você tem esse tamanho todo pra quê! Mexe essa sua bunda suja, fedida a badalhoca e faz o que estão pedindo porra! Tá pensando que essa merda é um observatório pra ficar contemplando esse caralho de horizonte que nem é tão grande quanto à cabeça da minha casseta caralho!

E ficaria de pé adimirando o horizonte... "Caralho, essa porra é pequena pra caralho Muhuahuahuha"
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Tide   Stranger Family - Wild Tide EmptyTer Jan 09, 2018 10:17 am

Avançando para a Grand Line



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"Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo."” - (Dante)




A ruiva agora precisava de foco, ela desde o começo ficaria ali perto do timão com o careca, ela estava um pouco nervosa com a ideia de subir a reverse mountain algo comum para qualquer navegador, entretanto estava emocionada também, era seu primeiro desafio realmente grande por vir, ela havia pilotado barcos de pesca e mercantes de Shells pra Down e as vezes pra conomi mas nada como aquilo ali, era algo diferente.

Entretanto nem tudo são flores se um estranho ser azulado que parece um galo se aproximasse dela, criatura que já havia visto mas não tinha interação ainda, e bem, ele falava coisas e mais coisas, a ruiva de fato estranhava aquilo, não era como os homens que costumeiramente a cantavam ou que tentavam alguma coisa, tinha um tom irritante de fato, talvez pela escolha de palavras do galináceo,  entretanto ela faria assim como com Aleister em conomi, que vivia fazendo esse tipo de cenas em situações de tensão apenas ignoraria o fato e o responderia cordialmente. - Não obrigada, tentador mas tenho outros planos, espero que seja bom com as mãos em, elas podem lhe ser ótimas esposa no futuro.- depois apenas focaria no trabalho ela pensava bastante em aprender alguma coisa pra tratar loucos, ela atraia esse tipo de gente aparentemente.

Aproveitaria o primeiro tempo calmo para procurara um mapa ela então perguntaria por ali se alguém continha um ou qualquer coisa do tipo, seria útil para a viagem e de certa forma. - Alguém tem um mapa por ai? - Falaria em alto tom, entretanto se o felino chegasse a mim antes apenas abriria bem os olhos e pediria o mapa. - Posso ver? Eu estava atrás disso. - Terminaria pegando o mapa quando ele entregasse e o abriria, um sorriso se faria no rosto dela nesse momento, por algum motivo ela gostava de mapas, sempre que abria um ela se sentia relativamente animada pra observar o conteúdo, passaria a vista por cima, e logo pegando a bússola usaria ela para conferir a direção e estabeleceria a melhor rota pra lá. Então repassaria as instruções rapidamente a torreto, sempre que possível, estaria também prestando atenção no tempo, era importante para ela que eles não fossem pegos de surpresa.

Caso o tempo começasse a mudar conforme avançássemos e mostrasse tempestuoso, guardaria o mapa comigo para que não fosse danificada, a partir faqui com uso da luneta continuaria observando o horizonte sempre conferindo também a bússola para que dessa forma pudesse manter a direção, já que agora sem o sol não haveria uma rota fixa, sempre passando as informações necessárias para torreto de pra onde virar ou seguir., rapidamente pediria para que todos reduzissem a área das velas, para que fosse possível ainda termos algum controle sobre o barco. - Reduzam as velas!! Ou perderemos o controle do barco.- Falaria rápido, mas com o suficiente pra todos entenderem o que estava sendo dito, me aproximaria da sirena se pudesse a ver por ali. - Eu gostaria de ter sua ajuda por aqui, precisamos achar a correnteza certa, acho que se alguém com uma certa afinidade ao mar ajudar poderia facilitar bastante pra gente.-Falaria olhando pra ela esperando uma resposta da mesma. Se ela decidisse por ajudar iria junto com ela para tentarmos colocar o navio no curso, e dessa forma podermos adentrar na reversse.


Citação :
Finalmente postei.

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