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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Dos Becos para o Mundo: Micqueot!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptyQua 27 Dez 2017, 15:53

Relembrando a primeira mensagem :

Dos Becos para o Mundo: Micqueot!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Satto Yagami. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Atsushi
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptySab 27 Jan 2018, 14:58


A garota dona da barraca de espetinhos era realmente bonita, seus cabelos de coloração castanha e corpo pequeno chamaram minha atenção no momento da compra, e tratando-se de mim era algo raro de acontecer. Após saber os preços acabei por comprar somente dois deles -Quero cobertura de gelatina, e morangos como a fruta base.- Falei e esperei que ela preparar a iguaria, após receber os espetos me despediria com um aceno com a cabeça e voltaria meus passos na direção do homem que possivelmente me alistaria na marinha. O tal Hummnur me pareceu um marinheiro tipico, com palavras fortes e modo de agir duro, realmente me lembrou meu pai "Que merda de homem.." Realmente lembrar dele não me fazia bem, então após descobrir minha missão e responder o oficial tentei me virar na esperança de ir na direção de alguma barraca, afim de comprar o tal buque. Foi quando senti algo segurando meu braço e me virei novamente, voltando a posição inicial e recebendo um sermão do marinheiro, minha cara se amarrou em algo entre mau-humor e pressa, tentei virar meu corpo na direção do tal jardim -Na próxima seja mais especifico.- Falaria em um tom baixo o suficiente para que ele não escuta-se (?).

Tentaria caminhar na direção do tal jardim que Hummnur havia mencionado, não tinha pressa em meus passos, mesmo normalmente não gostando de nada a não ser doces eu tentaria olhar em volta, não buscava nada em especifico, só queria analisar o máximo de informações possíveis. Tentaria também me manter atento, afinal em grandes tumultos como aquele eu eu estava brigas não eram raras, fato esse que me deixava alerta a quaisquer movimentos próximos demais de mim. assim que alcança-se o tal jardim iria primeiro procurar por algumas rosas salmão, flores baicas e belas ao mesmo tempo. O espeto de morangos com gelatina continuava em minha mão esquerda, era tentador devora-lo ali e agora, o outro estava tão deliciosos que fez meus pelos se arrepiarem e meu êxtase subir a níveis maravilhosos -Talvez eu compre mais alguns quando terminar essa droga.- Dizem que falar sozinho em algumas culturas pode ser considerado um sinal de extrema inteligencia, em outras no entanto é um simples sinal de burrice cronica, não sei dizer em qual deles eu me enquadrava melhor. No caso de achar a roa salmão tentaria colher 5 delas, colocando uma no centro e as outras quatro em volta dela e então assaria a procurar minha segunda flor, a flor que terminaria o buque.

Havia no entanto a infeliz, mas possivel possibilidade de não encontrar a rosa salmão e nesse caso meu dia ficaria pior, apesar da felicidade momentânea por comer um doce maravilhoso. Nesse caso eu procuraria por qualquer tipo de flor de coloração vermelha, elas eram ótimas chamadores de atenção e sempre enfeitavam um buque de forma bela, o único problema era que tal cor de flor chamava muito a atenção e isso podia ser ruim, mas eu havia pensando em um contra balanceador para elas nesse caso. Voltando a possibilidade de eu encontrar as 5 rosas salmão e juntá-las, eu procuraria por rosas brancas ou qualquer tipo de flor da mesma coloração, fossem orquídeas ou até lírios pois sabia que a cor branca combinaria perfeitamente com o salmão das flores base e assim formariam um belo buque. Caso encontra-se tais flores tentaria colher ao menos 20 delas e ajeita-las ao redor das minhas cinco inicias, de um modo que elas complementa-sem a beleza dessas primeiras, assim como minha falecida mãe havia ensinado.

No caso de encontrar apenas as flores vermelhas para começar o buque eu tentaria pegar também cinco(5) delas e coloca-las do mesmo modo, uma central e as outras quatro em volta. Mas nesse caso eu não procuraria flores brancas, mas sim amarelas pois estas complementariam melhor o forte vermelho do centro não o deixando destacado e nem apagado de mais. Caso consegui-se formar um dos dois buques eu tataria pegar outra flor qualquer e guarda-la em meu bolso, o objetivo? Guardaria para mim, não me importava muito a flor desde que esta fosse bela, também não me importava de esmaga-la, seria uma consequência. Caminharia então novamente na direção do marinheiro com o buque em mãos, tentaria tomar o maior cuidado possivel com as flores para não danifica-las, e ao mesmo tempo não queria sujar meu doce de gelatina e por isso cuidaria o máximo possivel deste. Assim que chega-se ao homem responsável pelo alistamento estenderia minha mão direita na tentativa de lhe entregar o buque feito a mão -Espero que ela goste deste.- Falaria ao mesmo tempo que forçava um sorriso no rosto, não queria parecer tão anti-social como eu era de verdade, e ter comido doces a pouco tempo me ajudava a manter as aparências. Aguardaria um resposta do mesmo. Esperando ter feito tudo certo, pois como primeira missão queria ir bem.

Objetivos e off:
 

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Abel
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptySab 27 Jan 2018, 17:15


O esforço cometido se recompensava com aplausos e a aprovação para a última fase, ouvira antes de começar a segunda etapa que a finalização seria feita em um combate mas não prestara muita atenção e nem concluía que seria o mesmo para mim, contudo Thomas deixava claro ao dizer que deveria aguardar o “colega braçudo”. Durante alguns minutos permanecia quieto enquanto via os outros com seus respectivos testes e acabava por não prestar muita atenção nos detalhes, por mais que seja um trocadilho infame quando voltava do “congelamento” algumas fagulhas de neve começavam a cair e só agora ao terminar o teste percebia a mudança, os sentimentos estavam à flor da pele demais para ter o luxo de perceber uma alteração climática, as possíveis consequências poderiam me afetar, tinha deixado meu casaco na sala dos uniformes no Quartel General, só uma blusa social não seria o suficiente contra o frio causado.

”Um break.. linguagem interessante para um homem de tal idade, espero que não tente forçar sua falha juventude com termos modernos e atos do gênero..” pensava enquanto cuidava para não forçar uma feição que indicasse o pensamento para Thomas, ainda pretendia manter uma relação saudável com o superior e, pelo que percebia, não era tão velho mas certamente não tinha minha idade. Os outros preferiram passear pelo festival a assistirem o show dado por Satto Yagami em seu alistamento.. estranho pensar na terceira pessoa... não tinha objetivos a cumprir e não pretendia socializar com os outros membros, já que aguardava pela chegada do boxeador a árvore que sofrera com meus punhos e pelo gatilho de Mizzu parecia um bom lugar para se ficar. Assim que me aproximasse o suficiente de seu caule procuraria limpar superficialmente com a sola dos pés as folhas que antes derrubara com o soco, talvez a neve já formasse uma caminha no chão o que não seria desconfortável, pelo menos não por hora, passei a vida toda em Micqueot e o começo de uma nevezinha não arrepiaria meu braço, alguma resiliência ia ser demonstrada.

Quando, possivelmente, me sentasse não teria muito divertimento a se fazer, o hábito de meditar nunca fora experimentado e não tinha ideia de como o fazer, mas o interesse também não era imediato, a meditação servia mais como uma alavanca ao tédio, algo que pretendia aprender mas sempre que pensava em o fazer um desânimo me puxava, não combina com minha personalidade essa procrastinação, devia ser só um escudo contra meditação que a mente impunha. Com as pernas cruzadas enquanto estava sentado formava a clássica posição da meditação mas não era este o objetivo, apesar de conhecer o frio manter os membros encolhidos era uma prática comum contra temperaturas baixas, não entendia o por quê mas sempre funcionou, seguindo a postura das pernas repetia o movimento com os braços, sendo este último não necessariamente contra o frio e sim uma pose que fazia quando ia fazer alguns pensamentos mais profundos. As mangas antes arregaçadas no exercício agora me forçavam a esticá-las pelos braços novamente. ”Não esperava por essa neve, no bar os homens não comentavam sobre isso e nos jornais não via um alerta..” refletia, quando ameaçava nevar os meteorologistas relatavam aos civis como forma de prevenção, muitos poderiam ter suas vinícolas afetadas pelo gelo resultante, infelizmente não tinha muito conhecimento sobre as consequências da neve ou das uvas, deixo estas para seus respectivos especialistas, meu assunto é boxe e marinha.

Observava o ambiente, se da árvore fosse possível procurava pelos companheiros antes encontrados, tinha curiosidade sobre o que faziam mas nada que me fizesse esticar o pescoço demais, um torcicolo era desnecessário e o interesse não era tanto, servia mais como distração ao momento que me encontrava a uma entrada para futuras conversas, não só o que eles faziam mas civis ou comerciantes que chamassem atenção serviam como circo, se notasse que qualquer uma das opções percebesse que estava sendo assistido por mim viraria o rosto em lado oposto e voltaria com os pensamentos. Ainda na posição dos membros, inferiores e superiores, cruzados mantinha uma respiração estável, devia aproveitar dos pelos nasais para aquecer o ar gelado que entrava, seguia num ritmo de respiros profundos, inspiração lenta através das cavidades nasais e expirava pela boca, o percurso, do inspirar até expirar, chegava a seus cinco segundos, o suficiente para manter a calma, não tinha ciência de como funcionava mas era algo surpreendente como o dito popular sobre respirar quando se está nervoso é verídico, sempre que passava por más situações algumas respirações profundas eram o suficiente para voltar a calma – e o mau humor – originais, se era algo psicológico ou de fato ar fresco influenciava as emoções era um conhecimento que estava longe de aprender.

Durante os pensamentos não podia deixar de notar os arranhões em meu punho, ainda teria o esquerdo caso complicações viessem mas já se tornava necessário o uso de proteção, nem sempre teria a calada para fazer curativos rápidos, e o punho era uma região que qualquer machucado podia alterar permanentemente sua funcionalidade, apesar de ser o principal meio de ataque humano é uma área que descuidos são cruéis e fatais, a barraca dezoito não vendia armamentos deste gênero e não tinha interesse em tirar do meu bolso, todos conseguiram gratuitamente e assim seria comigo, talvez os conseguisse no Quartel General, era duvidoso pensar que todos os soldados já vistos por mim bancaram suas próprias lâminas e escopetas, um setor próprio, possivelmente, se responsabilizava pelo armamento dos soldados e, obviamente, para esse luxo precisaria completar a admissão, o clima gelado me fazia refletir no que estaria fazendo caso não estivesse ali ”Talvez ainda em casa ao lado de meu pai.. ou quem sabe já que tenho dezoito anos fosse arrumar um emprego entediante em algum comércio.. talvez estivesse trabalhando aqui neste festival e seria a vítima que teria que conversar com esses recrutas..” era uma propriedade de climas agradáveis me fazerem pensar, se fosse um calor excessivo estaria arrumando métodos que equilibrassem a temperatura do corpo e não refletindo questões filosóficas.

Se em meio a devaneios e pensamentos sem nenhum rendimento para meu crescimento visse o tal recruta que lutaria comigo bastava fazer uma forcinha com as pernas para levantar, tinha que tomar cuidado para não levantar rápido demais, tinha o costume de ficar tonto quando fazia na situação citada, não pretendia começar atacando, possivelmente o Oficial estabeleceria algumas regras ou padrões que serviriam para o módulo do combate, - Que o melhor, vença! tentava intimar apesar de não ter o dom para tal. O outro também era um recruta e como antes fora citado precisavam de muitos homens na segurança do local, acredito que não pretendiam desclassificar o perdedor, independente da colocação todos seriam aprovados, mas alguma variável estaria sendo avaliada, talvez a estratégia ou a força de vontade em meio a uma luta, não desistir também era crucial, como alguém confiaria numa pessoa que desiste num combate simples? Mesmo não idolatrando relações sociais sabia da importância da confiança entre soldados, podia não me relacionar abertamente, mas apenas um humano não conquista objetivos, precisaria de pessoas para usar como escudo humano.. apesar de trágico dava um sorriso devido ao pensamento, provavelmente pensariam que a demonstração facial era em relação ao duelo, estavam enganados..

Talvez ainda fosse esperar mais alguns minutos, espero que não muito, até meu adversário se apresentar, dada a situação a árvore continuaria servindo de cadeira e a superfície gelada de assento ”Zzzz” Chegava ao limite onde até meus pensamentos estavam entediados, não era o ambiente mais confortável mas encostando a cabeça para trás até apoiar no caule cochilaria até que alguém me acordasse, acredito que não duraria muito a restauração de energia. Sabia como os sonhos funcionavam, ou pelo menos assim achava, e breves minutos em repouso não eram suficientes para me fazer imaginar coisas, uma infeliz situação, gostava dos sonhos que já sofrera, inclusive pesadelos, interpretá-los sempre fora um prazer, não tinha um dom como pessoas que se diziam especialistas em tal mas gostava de o fazer.. De fato o tédio me levava aos mais diversos pensamentos.





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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptySab 27 Jan 2018, 20:31

Saciar uma vontade é um dos grandes prazeres da vida, seja ele alcançar um grande objetivo ou tomar xícara de chá. Não importa o tamanho ou qualidade, desde que o desejo seja satisfeito e a pessoa aproveite o momento ao seu bel prazer. A espadachim de franja curta - agora úmida pelos flocos de neve oriundos do céu que derretiam ao tocar seus fios de cabelo - curtia aquele momento como um ser humano comum. A qualidade da bebida deixava a desejar no quesito qualidade, porém, o efeito causado na química cerebral responsável pelo vício era o mesmo de sempre, causando assim o relaxamento padrão ao ser saciado corretamente. O clima também ajudava a relaxar com aquela neve aleatória. O cenário era tão gostoso que Selene simplesmente não sentia vontade de pensar sobre o que estava acontecendo com o clima da ilha. Pouco importava, para falar a verdade.

Após a alimentação, ela aproveitou o tempo livre para meditar e se preparar para o futuro combate. A neve deixava o solo inadequado para repouso, então precisou procurar por um lugar coberto e utilizou uma árvore simples para isso. Sentou-se junto às raízes e cruzou as pernas ao tocar as nádegas no chão. Repousou as mãos sobre os joelhos, esticou a coluna e elevou o queixo alguns graus para facilitar o fluxo respiratório. A posição ereta e firme era necessária para o exercício correto da meditação, algo que aprendera durante suas aulas de kendo. “Um samurai possui o corpo tão forte quanto sua própria mente” era a frase utilizada pelo professor, o qual buscava sempre que possível ensinar a importância de uma mente limpa e serena para poder exercer golpes fortes e avassaladores. Devidamente posicionada, Elena começava o processo ao inspirar lentamente após fechar os olhos e tentar olhar para o seu eu interior. Conforme o ar adentrava seu corpo pelas vias oral e nasal, ela mergulhava em sua própria mente acompanhando o fluxo de oxigênio e tentava imergir em seu subconsciente. Uma vez preenchido, o pulmão começa o processo natural de libertação do excesso de ar, forçando o corpo a liberar o gás carbônico correspondente ao oxigênio absorvido, entretanto, ela utilizou um truque de meditação, o qual consiste em prender o ar por alguns segundos antes de expirar - ato este que causa uma absorção além do normal no corpo e diminui a circulação sanguínea - facilitando a concentração devido ao menor número de movimentos corporais. Elena não era inteligente ou possuía o conhecimento suficiente para entender esse fenômeno, mas o conhecia na prática devido aos anos de treinamento, logo, era fácil dominar essa arte. Tal exercício a levou à vantagem física conhecida como “Temperamento Calmo”. Ao atingir o estado de clareza mental, ela podia controlar sua mente como desejasse e apesar de tentar buscar ajuda para a tarefa que estava por vir, ela tinha outros desejos subconscientes…

~Flashback ~

-- RÁÁ!
- Ahh… Droga… Elena-sama é insuperável! - Reclamava um jovem nobre aprendiz de espadachim. Ele tinha a mesma idade que a atual princesa da família Selene, mas praticava a arte da espada há mais anos e ainda assim não era capaz de derrotá-la. Entretanto, ele não era o único, todos eram derrotados pela capacidade adaptativa da jovem, cujo cargo até pouco tempo era de Rainha. A herdeira foi colocada de lado pelos dogmas familiares e passaria a ser apenas princesa, pois no momento em que o futuro Rei tivesse uma família, ela seria imediatamente deixada de lado na sucessão. Muitas pessoas pensavam mal da jovem primogênita por conta disso, mesmo sem ela jamais ter deixado transparecer tal intenção, principalmente pelo fato de nunca ter se sentido assim. Por conseguinte, um misto de repulsa e inveja tomava a cabeça dos demais alunos e todos faziam o possível para lhe diminuir. - Eu vou te derroTAAAAR! - E mais um ataque, este furtivo, era desferido contra a detentora de uma audição fenomenal, cujo  sentido a ajudava prevenir ataques sorrateiros como o recém-efetuado pelo colega e com um simples giro de 180º, ela não só desviou do ataque como deixou o pé na frente para que ele tropeçasse e caísse de cara no chão.

Os risos causados pelo contra-ataque só serviam para aumentar ainda mais o ódio do derrotado e a inveja dos espectadores. Essa era a vida de Selene que jamais tivera um amigo, exceto por sua grande paixão: Bebidas quentes. O líquido quente percorria sua garganta e repousava em seu estômago várias vezes ao dia, servindo para lhe aquecer e nutrir. Tal hábito inconscientemente substituiu o frio convívio familiar e ela tinha naquela refeição, o mais perto de calor humano possível dentro da ilha Royale.

- Aqui está, Elena-sama…

E mais uma xícara era servida. Anos e anos ouvindo a mesma frase e mesmo assim ela não conseguia se lembrar da figura que lhe servia. Seria um mordomo, garçom, parente? Todas as memórias circulantes em sua mente como um rolo de filme possuíam a mesma imagem, um par de mãos com luvas brancas servindo uma xícara preenchida com algum líquido quente e doce. Mas de quem será aquela voz tão carinhosa e preocupada? Por que Elena nunca fitou seu rosto? As dúvidas rodeavam a espadachim e a sufocavam, fazendo com que precisasse respirar mais profundamente. Perdendo o controle, ela começava a cair cada vez mais rápido enquanto suas memórias se distanciavam e num último frame, ela foi capaz de ver um homem de cabelos brancos e barba da mesma cor despedindo-se com a mão direita coberta por uma luva branca. Esforçou-se para buscar maiores detalhes de sua fisionomia, porém, não teve tempo suficiente.

~Fim do Flashback ~

Ao abrir os olhos, poderia ver o clima de inverno tomar conta da ilha e a sensação térmica diminuir cada vez mais. O frio não lhe incomodava, pois mesmo no calor usava roupas longas para cobrir seu corpo e ter uma aparência distinta. Portanto, o frio apenas lhe deixava mais confortável. Todavia, no interior das vestes, o suor predominava devido a meditação intensa em que estivera. Manter a postura e controlar a própria mente era desgastante e a aceleração dos batimentos cardíacos acabou por exalar suor como medida de resfriamento, logo, ela estava úmida por dentro (suor) e por fora (flocos de neve). Não tinha noção de tempo passado, então preferiu juntar-se aos demais companheiros e torcer para não ter sido esquecida. Sabia que não tinha passado tanto tempo assim porque ainda não tinha escurecido, porém, ela era mulher e era normal passar por situações constrangedoras devido ao gênero...

Se encontrasse os demais recrutas, fitaria um de cada vez para tentar entender suas atitudes e características, assim como também emitir um olhar levemente amistoso que poderia servir como porta de entrada para possíveis laços futuros. Não significava que iria conversar igual um adolescente de 13 anos, porém, eles estavam no mesmo barco… Digo, eles estarão em breve no mesmo barco, então ter uma relação cordial era fundamental para um bom convívio. Dias e dias em alto mar com nada além da companhia alheia e perigos. Como é possível pensar em viver assim sem harmonia? Apesar da próxima tarefa ser um combate, a recruta enfrentaria uma verdadeira guerra diariamente chamada “Convívio social”. Como lidar com pessoas que sequer sabem o significado de nobreza? Sua natureza superior precisaria ser impecável para trabalhar todas as diferenças e atingir os objetivos em comum. Mesmo que não consigam se entender, era preciso conhecer todas as suas características para futuramente mostrar o caminho sob sua liderança e assim engrandecer ainda mais esta grande corporação chamada Marinha!


”Considerações”:
 
”Objetivos”:
 
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Desvantagens: Compulsão Beber algo quente 01/10, Fantasia (pais fantasmas)
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Preço: 30.000
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Mãos: 1
Ocupação: 2w
Perdas: 1k (tarefa); 5k (alimentação);
NPCs/Players: Mizzu - Jovem alegre e falante com boas habilidades corporais e personalidade interessante. Elena não gosta do tipo dele, porém acha necessário alguém assim por perto.
Satto - Um homem sério e calmo. É bem parecido com Elena e tem tudo para se darem bem, porque provavelmente terão bom convívio devido às personalidades discretas e introspectivas.
Localização: Micqueot

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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptyDom 28 Jan 2018, 14:24

T
he shot is
coming !
The word of a man has to be like a shot.
Neve, eu nunca tinha presenciado aquele acontecimento climático na minha vida, boatos que eu sempre ouvia era que a neve era doce e macia, mas isso era na minha época de infância, e hoje já tinha noção que aquilo era tudo conversa furada ou história de criança. Tudo parecia normal até então, nem percebia muito que estava nevando, o que era um pouco esquisito devido a minha facilidade natural em observar coisas bem melhor que os outros, só sentia um frio de repente arrepiar até seus cabelos do Ranofly. A neva não estava muito densa em si, caso eu não tivesse de chapéu, perceberia facilmente que aquele clima gostoso estava pairando sobre ali, gostoso mais também incomodo, é eu estava usando apenas uma camisa de botões e mangas curtas, que por desleixo meu estava aberta, junto com uma bermuda jeans simples preta e um par de tênis também pretos, e isso facilitaria muito para que o frio fosse um belo de um companheiro de aventuras ali. Desapercebido, parecia que eu era o único que não tinha conhecimento da neve, sem camisa interna, e sem calças, poderia mostrar para quem me visse ali que era um cara resistente ao frio, mas sim era o contrário. "Cara, Ta nevando... Nunca nem vi uma neve, será que é doce mesmo? bahhh, isso era história de criança isso sim, mas eu nem lembro quem foi que me disso isso... Pera aí, eu já senti esse prazer climático em algum lugar... Mas como? Não me lembro de ter ido a alguma ilha com o Connell e a mesma estivesse nevando. É deve ser coisas da minha cabeça mesmo, mas o mais importante agora vai ser tentar conseguir alguma roupa quente com o Sargento, se continuar assim vou acabar adoecendo e isso não é bom inicialmente." Pensava em um pequeno momento sobre o que estava acontecendo ali, eu mesmo não sabia, mas quando garoto visitei muitas ilhas e talvez alguma dessas poderia estar nevando, então esse sentimento de nostalgia me inundava ali. Ainda parado, sem se importar onde estava, eu realmente já havia percebido que estava nevando, e se ao tocar no meu chapéu para retira-lo e coçar a cabeça, sentia um pouco de neve que estava nele, devido ao mesmo servir como abrigo contra a neve, isso me fazia ter um pingo de amor próprio com o mesmo, e o limpava para não dar a graça de alguém me ver daquele jeito e me achar um pouco bagunçado. Já limpo eu o voltava para minha cabeça, e novamente seguia para a loja de armas onde estava indo inicialmente.

A neve até engrossava, mas eu não me importava muito, já estava junto aquele vendedor de armas, que além de gordo o mesmo parecia estar contente, nós já tínhamos comprado bastante coisa a ele, e isso parecia que seria uma forma de mostrar que aquela loja era de confiança da marinha ou algo parecido, então não sei se já havia, mas uma parceria ali poderia ser iniciada. Postura era ereta como sempre diante de um civil, mesmo não estando de uniforme, tentava passar uma postura de um militar, mostra que era um marinheiro agindo com firmeza, com as mãos para trás eu novamente vinha pedir por armas e alguns outros equipamentos ali, mas agora já era notório perceber que minha atitude não era igual a de antes. O vendedor não dava mole, ele mostrava os preços de tudo que eu havia pedido ali, e de forma camarada ele tentava me ludibriar com aquele velho papo de que estava dando algum tipo de desconto, eu mesmo não sabia qual era o preço de tais itens na verdade, então não poderia diferenciar se o mesmo estava mentindo ou não, o problema era que ao total daria sessenta mil em berries, mas no momento eu estava apenas com cinquenta mil, e me restava apenas dez mil. Lábia, eu nunca fui muito bom em conversas, falava apenas o necessário com estranhos, e as vezes com pessoas que eu não conhecesse eu nem falava, não sabia o que poderia dizer ou como tentaria barganhar com aquele vendedor para dar algum desconto, se não eu teria que deixar de comprar alguma daquelas mercadorias que havia solicitado. – Hm... olha, me desculpe! Mas em mãos agora só tenho cinquenta mil berries, sei que sou novo aqui, mas vou tentar ser direto, teria como o senhor me vender todas essa mercadorias e em um outro momento eu vim e pagar os dez mil que falta? Dou minha palavra que voltarei, estou entrando na marinha agora, qualquer coisa pode ir confirmar ou me cobrar caso esqueça, Meu nome é Mizzu S. Hayha! Se não, me desculpe. – Parado eu perdi a postura de firmeza que estava ali antes, enquanto retirando o chapéu coçava a cabeça e após alguns momentos pensando tentava ser direto com aquele vendedor, falando a verdade mesmo sendo tímido e gaguejava em algumas partes, perdendo toda aquela postura e firmeza de antes.

Caso eu conseguisse alcançar a bondade do coração daquele vendedor e o mesmo ouvisse meu clamor me vendesse aquelas mercadorias, eu de maneira bem agradável o reembolsaria com todo meu dinheiro, e posteriormente o agradeceria por tal ato. Ajustaria o cinto do coldre na minha cinturar, posicionando o mesmo a cima do meu quadril, ficando o coldre nas costas um pouco acima da bunda. Me informaria se a pistola estava em boas condições e também eu mesmo checaria por completo a mesma, e por último, mas não menos importante, olharia toda a bolsa de munições e guardaria a mesma, em seguida colocaria as duas pistolas no coldre e sairia da loja.

Caso não conseguisse barganhar com aquele gordo vendedor, optaria por não comprar mais o coldre, iria ficar um pouco frustrado, minha fisionomia mudaria também, mas não seria tanto para, pegaria a pistola depois de verifica-la e colocaria a mesma junto com a outra em minha cintura apoiada da bermuda e seguiria para fora dali.

Toda a atenção era redobrada, eu tentaria seguir novamente para onde estava tendo os testes par admissão na marinha, mas agora abotoava minha camisa, colocava a mãos nos bolsos e seguia, tentava de todas as maneiras aumentar a temperatura corporal para não sentir muito frio ali. Sempre olhando ao redor de forma detalhada, tentando perceber qualquer coisa em incomum, esperaria qualquer tipo de luta ou distúrbio ali, sempre pronto para engajar as minhas duas pistolas e usa-las de forma rápida, para conter qualquer alteração ali. Caso chegasse perto do sargento, sem acontecer alguma coisa atípica ali, pediria para o mesmo conseguir algumas roupas, ou uniformes da marinha que seria melhor naquele caso, para poder me agasalhar e me esconder do frio.
Objetivos:
Conseguir uma arma.
Conseguir um Coldre.
Entrar para o GM/Marinha.
Completar missões.
Encontrar os parças.
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptyDom 28 Jan 2018, 17:53

Meu sonho de vida é se tornar um marinheiro, pois eu sempre fui bastante curioso em saber como funciona as coisas na marinha e também porque eu algum dia quero me tornar um almirante de frota para que assim eu faça a marinha se tornar grandiosa e adorada, mas para eu cumprir a meu sonho eu tive que esperar ter 18 anos, para que assim possa me alistar na marinha, mas antes deste dia chegar eu sempre treinava caçando alguns animais na mata, mas agora que este dia chegou eu finalmente posso me juntar ao os marinheiros e ajudar a todos,caso eu estivesse cheio de ansiedade eu conteria isso e tentaria ficar sério.

A primeira coisa que eu faria era vestir um capuz,pois eu teria medo de ninguém querer me ajudar por causa da minha aparência inumana,caso alguém percebesse a minha aparência inumana eu sairia correndo para longe daquele lugar,logo depois eu iria sair pela rua focado e pensando  -Essa é hora que eu preciso tomar coragem e sair pela rua pedindo informações,ter medo não está nos meus planos. então eu sairia por aí perguntando pessoa por pessoa até eu ter a resposta que eu queria. -Com licença senhor(a), você poderia por favor me dizer onde tem um QG da marinha ?

Quando eu conseguisse a resposta que eu queria eu seguiria o local onde a pessoa havia me contado até eu chegar no QG, caso tivesse alguns guardas por lá e mandasse eu tirar o meu capuz,eu seguiria a ordem dele e tiraria o capuz,mas antes de eu tirar eu falaria para ele(s)  -Por favor não se assuste(m). e tiraria o capuz, caso ele(s) perguntasse(m) o que eu iria fazer ali eu responderia com bastante orgulho e colocaria a mão no meu peito  -Eu vim me alistar na marinha senhor(es). , caso eles não deixassem eu entrar eu imploraria ficando de joelhos e falaria -Por favor deixe me entrar. e repetiria essa fala até ele me deixar entrar, caso eles chamassem um superior para me tirar dali eu falaria para o superior dele  -Senhor, por favor deixe-me alistar na marinha. , caso eles tivessem me deixado entrar logo no começo eu entraria e procuraria alguém que poderia me alistar na marinha, caso eu achasse eu falaria para esta pessoa  -Com licença, eu gostaria de me alistar na marinha. e esperaria a resposta.

Mas caso eu achasse alguns guardas pela rua eu peguntaria eles -Com licença senhor, você poderia por favor me levar até o QG da marinha ? , se ele me perguntasse o que eu iria fazer lá eu responderia para ele -Senhor, eu pretendo ir até lá para me juntar a marinha e lutar contra o mal. ,caso ele optasse por não me levar eu iria continuar a minha procura, mas se ele me levasse eu falaria para ele -Muito obrigado senhor. então seguiria o meu caminho até chegar lá.
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptyTer 30 Jan 2018, 00:38





NARRAÇÃO VAN, COMENSAL, ATSUSHI & MIZZU



MICQUEOT / A CAIXA DA MARINHA






Ao contrário do que havia demonstrado com a vendedora de espetinhos doces, Atsushi tinha aversão ao sargento Hummnur. Ele voltava a ser mau humorado e obedecia as ordens do seu superior simplesmente por protocolo. Thomas era um sargento até mais educado do que a grande maioria, mas ele lembrava o pai do rapaz de braços compridos e não tinha jeito… eles não se bicavam mesmo.


O buquê que ele montava era maravilhoso! Um primor que somente quem entendia muito de botânica e flores conseguir uma combinação tão bela e perfumada de rosas.
- Adorei garoto! A Pollyana vai amar! Parabéns…
A postura e o elogio que o sargento dava contrastavam com aquela postura que ele tivera outrora… seria um cara realmente legal?
Por fim, ele conversa com um cara bizarro que parecia trajar uma fantasia de leão. Não deveria ser estranho para um festival de vila pessoas fantasiadas, mas o fato é que Atsushi não consegue ouvir muito bem o que eles conversavam e ele entrega o buquê para o rapaz.
- Bem… agora como o Satto aqui, que é o garoto de cabelo bicolor, eu quero que você faça uma demonstração de força. Seja criativo! Irei avaliar desde a ideia até a execução do seu teste… VALENDO!


Elena e Satto, por outro lado, repousavam ou meditavam em um canto enquanto aguardavam o rapaz de braços longos terminar sua segunda etapa do alistamento. Apesar do descanso e relaxamento ser bom para o corpo e mente, ambos estavam com pressa de terminar logo o alistamento, pegarem suas fardas e partirem logo para a missão que o governo mundial lhes reservava. Um grito do sargento era alto o suficiente para fazer os dois despertarem de seus transes:
- VALENDO!!!


Thomas não tinha noção mesmo… mas após gritar ele dá uma risadinha um tanto quanto marota e irônica:
- Vejo que consegui acordar vocês… mas não foi a toa não! Essa caixa que o garoto trouxe tem muita sucata mas com certeza vocês poderão encontrar uma soqueira para proteger suas mãos e até mesmo uma espada que não katana… só não garanto que esteja limpa!


Hummnur engole em seco para continuar falando, com a maior naturalidade do mundo e uma pequena dose de orgulho:
- Fiquem à vontade… tudo nessa caixa é propriedade da Marinha de Micqueot!


Já Mizzu havia percebido que a neve estranhamente despencava dos céus de Micqueot. Ele retira boa parte do gelo que estava armazenado em seu chapéu e havia protegido sua cabeça, mas para ele ainda não era o suficiente. Por trajar roupas de veraneio, ele acreditava que seria melhor pedir para Hummnur algum agasalho ou roupão da Marinha para se aquecer da neve. O mais bizarro é que não fazia tanto frio no clima como a neve que caia sugeria...


Ele volta então para a barraca dezoito, famosa pelo vendedor de armas carrancudo, mas ele acaba sendo irredutível torcendo o nariz e a boca para a pedida de desconto de Mizzu:
- Foi mal garoto! Esse é o máximo que eu posso fazer por você... Não vendo fiado aliás!
Sua voz se intensifica mais quando ele menciona fiado, voltando um pouco da postura agressiva de outrora.


O garoto de chapéu de cowboy opta então por deixar seu tão desejado coldre para comprar outro momento. Ele havia entregue seu último berrie para o dono de armas, mas, enfim tinha duas pistolas que tanto desejava. Elas eram idênticas, verdadeiras armas gêmeas, e além de parecerem ser eficientes ainda eram visualmente belas.


Por fim ele solicita agasalho para o sargento que nega com a cabeça e sorri um tanto quanto ironicamente:
- Você tá falando sério garoto? Nem está tão frio! E uniformes da marinha são só para quando terminar o alistamento... você ainda não o terminou!







NARRAÇÃO FIREPARE



MICQUEOT / UM BUQUÊ? PARA MIM?






Lucy estava com sorte naquela noite. Bizarramente nevava na cidade de Micqueot, o que facilitava para ele cobrir seu rosto com um capuz, já que as pessoas pensariam simplesmente que ele estava protegendo seu cocuruto da neve. Estava um pouco frio por causa do clima e ele conseguia ver algumas crianças brincando próximas à praça central.


Havia um movimento considerável de cidadãos e alguns trombavam levemente com o mink simplesmente pelo grande volume de pessoas amontoadas. Alguns deles pediam desculpas mas aparentemente nenhum reparou na aparência peculiar do leão.


Um evento de festival talvez? Havia aproximadamente 20 barracas enfileiradas e vendendo diversos quitutes, artesanatos, equipamentos e até mesmo uma barraca onde um gordão vendia armas brancas e de fogo. Lucy avista próximo à uma árvore algumas pessoas próximas de um marinheiro de uma patente um tanto quanto elevada, provavelmente um sargento, era seu dia de sorte!


O mink retira seu capuz e, ao contrário do que imaginava, o tal sargento apenas arregala as sobrancelhas por detrás de seus óculos escuros. Ele não estava assustado com a aparência de Lucy, apenas surpreso:
- Ora vejam só! Um mink! Quer se alistar certo? Está com sorte pois é a última vaga do dia! Está vendo aquele rapaz com o buquê nas mãos? Eu quero que você deixe ele na barraca número três com este cartão. Esta será sua primeira missão de alistamento!
O sargento aponta para um humano estranho de braços longos que carregava um buquê e entrega para o leão um envelope contendo provavelmente o cartão que acompanharia as flores.




Considerações:
 

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Última edição por Bread em Ter 30 Jan 2018, 23:21, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptyTer 30 Jan 2018, 11:46

Quando o sargento tivesse terminado de falar, eu primeiramente colocaria o meu capuz novamente e depois eu me aproximaria do humano de braços-longos e eu teria cuidado para não passar as minhas garras em ninguém, caso tivesse várias pessoas na minha frente eu passaria por elas enquanto eu falaria para elas educadamente -Com licença por favor. , mas se caso não tivesse muita eu simplesmente passaria andando reto e desviando das pessoas para não esbarrar nelas, mas caso eu esbarrasse em alguma pessoa eu simplesmente falaria para ela -Me desculpe por esbarrar em você.

Caso eu conseguisse chegar nele eu falaria -Olá senhor, o tenente me mandou pegar o seu buquê de flores. e depois de eu falar eu ficaria com uma cara séria, mas caso ele falasse que não eu sairia e ficaria em um local que estivesse mutuado de gente, então quando eu achasse o local perfeito eu ficaria nele e tentaria chamar a atenção dele, mas antes eu falaria -Já sei, eu posso pedir que alguma pessoa faça uma cena que chame a atenção de todos. então eu faria o que eu havia dito, mas caso a pessoa não queira fazer eu procuraria alguma pessoa que poderia fazer, quando eu chegasse na pessoa eu sempre falaria -Com licença senhor(a), você poderia por favor me ajudar fazendo uma cena que possa chamar a atenção de todos ? , caso eu conseguisse a resposta que eu queria e ele fizesse a cena eu esperaria o homem de braços-longos chegar, quando o homem chegasse eu me agacharia e iria furtivamente tentar pegar o buquê dele, caso eu não conseguisse eu me afastaria dele colocaria o meu capuz tentando tampar todo o rosto com a sombra do capuz e então correria rapidamente em direção á o home de braços-longos para tentar pegar o buquê, caso isso também não dar certo eu chegaria no homem e falaria para ele -Olá novamente senhor,você poderia por favor me dar o buquê ? eu preciso dele porque estou em uma missão de alistamento. então esperaria pela resposta.

Caso eu conseguisse pegar o buquê em uma destas tentativas, eu pegaria o buquê e colocaria nele o cartão e então levaria ele diretamente para a barraca numero três, e eu então voltaria para o sargento e falaria -Ola sargento, eu terminei a minha missão. , logo depois e veria as duas pessoas deitadas ali e perguntaria para o sargento enquanto apontava o dedo para elas -Sargento, quem são aqueles dois ? ,depois da resposta eu falaria para o sargento -Sargento, muito obrigado por esta missão. Então, qual é a próxima ? e esperaria pela resposta.
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptyTer 30 Jan 2018, 22:53

- VALENDO!!!

O tempo gasto meditando foi muito bem investido. Elena estava se sentindo muito calma e focada. A respiração fluía de forma sincronizada e limpa, mantendo os batimentos cardíacos estáveis e com excelente ritmo. A pele que há pouco tempo estava úmida, aos poucos se secava devido ao contato com as roupas, embora a parte externa das vestes estivesse coberta com flocos de neve, os quais em pouco tempo virariam gotas d’água. A nobre se ajeitou ao levantar-se, esticando as mangas da blusa, batendo a calça para tirar a poeira do chão e alisou os cabelos para tirar a possível neve sobre os fios. Uma vez devidamente arrumada, ela estava pronta para fazer o que fosse ordenada. Entretanto, ainda precisaria esperar algum tempo, pois precisaria esperar o teste do outro recruta. A ansiedade poderia incomodar, mas uma nova possibilidade de entretenimento lhe foi servida.

- Vejo que consegui acordar vocês… mas não foi a toa não! Essa caixa que o garoto trouxe tem muita sucata mas com certeza vocês poderão encontrar uma soqueira para proteger suas mãos e até mesmo uma espada que não katana… só não garanto que esteja limpa!

-Hm...

Pela primeira vez em um longo período de tempo, a jovem recruta expressava verbalmente sua surpresa e felicidade com a situação vivida. Para muitos tal ato era inexpressivo, porém, bastava conviver algumas horas com a futura marinheira para perceber a sua animação. A Selene não gostava de falar. Não, ela não sentia vontade de falar. Sua excelente audição antecipava informações e a deixava sempre à frente de tudo, permitindo assim que ela não necessite usar de mecanismo verbal para expressar alguma ideia, vontade ou pensamento. Bastava entender o contexto e suas microexpressões, sejam elas faciais ou corporais. Logo, um simples “Hm” servia de parâmetro para perceber mudanças notáveis no ambiente.

ELEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE-CHAAAAAAAAAAAAAAAAN… Que felicidade toda é essa? Achou um amor? Eu vou ser avô? ” Para entendedores de PNL ou observadores o bastante para ler microexpressões, uma grande mudança aconteceria subitamente. Ninguém era capaz de notar normalmente, mas se fosse apto, perceberia uma veia surgir na testa proeminente da espadachim, tão pulsante que mesmo a franja não era capaz de tampar. O motivo de tamanho sentimento era a aparição animada e exagerada de seu pai. Sim, ele voltou a aparecer depois de algum tempo sumido. Ele e suas suposições incomodavam e a deixavam desconfortável. Como sempre, ela escolhia ignorar, porém ele insistia nas palavras. “Esse garoto de cabelo colorido parece interessante, será que o meu neto vai ter o cabelo normal e a franja colorida? Vai ser tão estiloso.... *-* … Se bem que aquele pistoleiro também chama a atenção, ele tem uma aura confiante… Pera, olha aquele gigante ali… Imagina o meu neto ter 2 anos e ser da minha altura… Vai machucar minha coluna… T__T … Bem… Não sendo aquele peludo… Tudo bem se você tiver uma queda por “ursão” e talz, não vou julgar, filhota… Quero que seja feliz…  

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Uma segunda veia surgia na testa formando um “X”, contudo, a breve aparição do fantasma de sua mãe foi o bastante para reprimir a energia cartoonesca de seu pai e o que antes era um sol iluminado, agora virava uma nuvem negra cheia de relâmpagos. A Rainha Selene era capaz de desanimar até mesmo um vencedor da mega-sena com sua aura negativa. Todavia, aquela presença acabou por ajudar a espadachim, visto que afastou seu pai e suas palavras desconcertantes deixando-a solitária novamente, podendo focar no objeto de sua breve alegria inicial e assim ela desprezou a presença da família e seguiu até a caixa, procurando por algo que chamasse a atenção.

-Hm...

- Fiquem à vontade… tudo nessa caixa é propriedade da Marinha de Micqueot!

Como numa leitura de pensamentos, ela recebia a autorização necessária para obter a única arma capaz de prender seu olhar: Uma espada Royal. Tal arma era utilizada pela nobreza Selene desde o nascimento e tratada como objeto de uso dos seres superiores. Agora a tinha em mãos. Não queria desmerecer a katana, contudo, sentia-se completa com a nova arma. Sem hesitações, pegou e a tirou daquela caixa velha, trazendo para si. Analisou todas as partes da arma, desde o punho, cabo, protetor de mão, fio da lâmina até a ponta. Procuraria na caixa, ferramentas para limpar seu novo tesouro. Ajeitaria o cabo caso estivesse torto, limparia com um pano toda a poeira e sujeira que tivesse, afiaria se a lâmina não estivesse cortante o suficiente e trataria a bainha caso precisasse de algum reparo. Após cuidar da nova arma a guardaria do lado esquerdo e se pudesse permanecer com a katana, prenderia esta do lado direito, caso não possa, apenas ficaria com a Royal Sword.

A sorte parecia estar ao lado de Elena, pois enfrentaria sua terceira tarefa com a arma com a qual havia treinado a vida toda. A proficiência com a Royal Sword seria um trunfo a mais diante do combate iminente. Sentia a confiança exalar, o bastante para prestar atenção nos demais companheiros. Na hipótese de alguém tentar chamar sua atenção, responderia com um olhar simpático e tranquilo. Não importava a aparência, seja um gigante esquisito ou animal exótico, Elena não possuía preconceitos e trataria todos de maneira amistosa, pois um ser superior jamais menosprezaria ou discriminaria um ser por sua aparência. O importante era o seu caráter, sempre!


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Vantagens: Aceleração, Audição Aguçada, Temperamento Calmo e Ambidestria
Desvantagens: Compulsão Beber algo quente 02/10, Fantasia (pais fantasmas)
Perícias: Luta de Rua, Primeiros Socorros e Acrobacia
Inventário:
Carteira: B$ 44.000,00
Ganhos: [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Katana
Dano: 2
Preço: 30.000
Level: 1
Mãos: 1
Ocupação: 2w

Royal Sword
Dano: 2
Preço: 30.000
Level: 1
Mãos: 1
Ocupação: 2w
Perdas: 1k (tarefa); 5k (alimentação);
NPCs/Players: Mizzu - Jovem alegre e falante com boas habilidades corporais e personalidade interessante. Elena não gosta do tipo dele, porém acha necessário alguém assim por perto.
Satto - Um homem sério e calmo. É bem parecido com Elena e tem tudo para se darem bem, porque provavelmente terão bom convívio devido às personalidades discretas e introspectivas.
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptyQua 31 Jan 2018, 03:41


Repousava na árvore, ainda adormecido não tinha ciência do que passava em minha volta, o consciente forçava algumas memórias que vinham à tona, lembrava da pobreza que passava que consequentemente geravam os pequenos delitos cometidos por mim, espero que não tenham queixas ou relatos sobre isso na Marinha, ter chegado até aqui para ser descartado causaria mais danos que reparos, mas se até agora não fora reconhecido não seria num momento qualquer que me pegariam, sem falar que era de menor quando cometera tais delitos, deve ter alguma cláusula ou letras pequenas que desvalorizam crimes cometidos por menores infratores, não devia me preocupar tanto com problemas.. Tsc.. essa preocupação.. digo, essa prevenção toda me causava muitas dores de cabeça, mesmo quando em sonolência. As lembranças avançavam significantemente, o passado distante se tornava não tão distante, me via há alguns dias atrás quando me despedia de casa, em sua porta meu pai não biológico se encontrava com algumas gotas de suor, se assemelhava às gotas de ansiedade, nosso vínculo era forte o suficiente para o deixar tenso quanto a minha partida, alguns passos dados mas ainda ouvia sua voz ecoando - Valendo.. Não entendia o que queria dizer e continuava a andar - VALENDO!!! Desta vez a voz se comparava a de Hummnur, logo acordava levemente assustado e não conformado com o que tinha acontecido, passava o cabelo entre os dedos numa tentativa de arrumá-los, agora percebia que a frase dita por meu pai era uma validação do exercício que o homem de grandes braços estava prestes a exercer, de fato já não tinha mais comentários ao meu consciente após ser ludibriado desta forma.

Vejo que consegui acordar vocês… mas não foi a toa não! Essa caixa que o garoto trouxe tem muita sucata mas com certeza vocês poderão encontrar uma soqueira para proteger suas mãos e até mesmo uma espada que não katana… só não garanto que esteja limpa! Enquanto amaciava o cabelo percebia a verdadeira intenção por trás do volume emitido pela fala do sargento, não era uma atitude de má fé, avisava à mim e a calada sobre as armas contidas no caixote, podia estar confuso devido a sonolência que ainda beirava minhas pálpebras mas era o caixote trago por mim, como pude não perceber que tinham armas em seu interior? Se fosse levantado de forma errada poderia ter caído sobre mim durante a etapa em que usara o item, por sorte não fui atingido. Desferia alguns leves tapas com a sola da mão em ambas bochechas, uma espécie de ritual ao acordar para despertar, acredito que a dor tenha efeitos estimulantes de maneiras impressionantes, os alvos possivelmente se avermelhariam por breves segundos, consequências de ter a pele alva: hematomas me deixava como uma boneca de pano com maquiagem, nada a declarar.

Agora já mais desperto levantava, as sujeiras visíveis a olho nu eram o alvo dos meus tapas que iriam em suas direções com a força que julgava necessária para fazer a praga desgrudar da peça de roupa, quer fossem folhas ou até neve, se julgasse algum empecilho pararia com a tentativa. O caixote, mesmo com minhas dúvidas, parecia confiável já que há pouco fizera alguns agachamentos e levantamentos, se suportava o impacto desses exercícios quando eu vasculhasse procurando pelo equipamento acredito que não aconteceriam acidentes, num caso como este não esperaria para alguém afirmar que era seguro como a moça ir primeiro, aliás tinha que demonstrar a liderança, mesmo não me importando com a opinião alheia a sensação de poder é satisfatória, sendo assim partia em direção ao caixote, agachado procurava pela soqueira, tomava cuidado com sucatas afiadas que não me interessassem, se alguma lâmina estivesse no caminho para a soqueira a tiraria com cuidado como em um jogo de pega varetas, deixaria a lâmina no lado em que a moça se encontrasse, independente de estar perto de mim ou não, então voltaria a procurar pelas soqueiras, tinha preferência por socos inglês, os achava práticos e não debilitavam a movimentação com seu peso, mas manoplas e equipamentos do gênero também serviam para a tarefa atual, no Quartel General poderia trocar pelo desejado, só tinha que vencer a luta primeiro.

Se encontrasse a arma desejada vestiria um par das tais, assim que as empunhasse levantaria, com a posição das pernas da base do boxe feita, como não estava em um combate alguns erros poderiam ser vistos por quem entendesse da arte, o desleixamento não era uma prática comum mas em situações que não exigissem meu comprometimento me comportava como tal, as pernas paralelas sendo a esquerda na frente e a direita atrás mantinha os braços também em suas poses, o punho direito apoiado na linha tênue entre o queixo e a mandíbula, o esquerdo um pouco a frente do direito mas paralelo a este, então começava a desferir alguns socos no vento, esta prática era chamada de Boxe das Sombras, como treinar consigo, normalmente é usado espelhos, gostava de treinos assim porque evitava o contato físico mas, ao mesmo tempo que evitava pessoas, também não tinha material humano que é o melhor de todos os materiais para se treinar, dispensando apresentações mais alguns socos se desferiam ao vento, não pretendia mostrar todos estilos de soco que poderia usar nem a velocidade, meu adversário podia estar atento e deixá-lo prevenido não terminaria num dos bons cenários para o fim da luta.

Quando tivesse confiança o suficiente sobre a veracidade do equipamento, que seria dada após três socos sem que as peças quebrassem, viraria ao Oficial - Obrigado.. não tinha o por quê agradecer senão pelas cordialidades já que o material vinha de um caixote, mesmo que fosse provido pela Marinha eu que tinha o trago, se fizesse questão do orgulho faria uma forma de que me agradecessem, como não o fazia fingia um falso sorriso enquanto voltava para a árvore, desta vez permanecia em pé, com as costas apoiadas em seu tronco deixava a perna direita encostada no ângulo formado entre o solo e o tronco, enquanto isto a esquerda se mantinha flexionada e apoiada somente no tronco formando um triângulo entre perna, coxa e árvore, sendo a árvore a base e minha perna os catetos. Com aflição nos olhos checava os bolsos, enquanto dormia o maço podia ter escapado e não tinha dinheiro para comprar outro, se ainda estivesse ali pegaria um com um movimento de pinça entre o indicador e o polegar, com o vício em mãos o posicionaria entre meus lábios enquanto a mão oposta fazia o movimento de acender com o isqueiro, jogava fora a fumaça inicial e então aproveitava os tragos seguintes, nada como assistir um recruta fazer o teste que há pouco fazia e fumar um cigarro.

”Quais surpresas traz para mim, hein..” Pensava enquanto jogava mais fumaça ao ar, além de saciar o vício servia para aquecer o corpo com o clima que passava, ainda estranhava essa neve repentina mas não tinha nada a fazer quanto a isso e nem pretendia, nos próximos minutos minha atenção estava focada no recruta, esperava suas possíveis ações para analisar, não faria comentários nem poses ou feições que demonstrassem uma crítica sobre ele, assim como se mantiveram calados em minha vez assim repetiria na vez alheia, mesmo que falassem no meu turno não pretendia quebrar o silêncio agora, gostava da garota por isso, não falava muito, ou talvez apenas não prestei atenção em suas outras falas, enfim, era hora de assistir o show do homem de braços largos. Se terminasse rapidamente e logo se aprontasse para a luta jogaria o cigarro no chão, desta vez não me preocupando em o apagar, e iria em seu encontro enquanto aguardaria as restrições, se tivesse, do Hummnur. ”Se conseguiu passar da segunda etapa nada o impede de vencer de mim.. Precisarei me esforçar” refletia enquanto formava a base do estilo boxeador.

A pose e.e:
 




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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptyQua 31 Jan 2018, 19:42

T
he shot is
coming !
The word of a man has to be like a shot.
Seria azar ou destino? Aquela barraca de armas já havia sido agraciada com a minha presença uma vez, e para completar eu estava junto com outros marinheiros, que também compraram armas ali, mas parecia que na minha segunda passagem ali, aquele sorriso e a grande simpatia de antes já não existia mais, toda aquela alegria pela venda havia se esvaído e o vendedor mostrava assim para mim pela primeira vez quem ele era realmente, carrancudo o mesmo torcia o nariz junto com a boca enquanto me respondia, parecia que eu tinha feito algo de errado ou como se o mesmo tivesse um ódio tremendo contra mim, isso era o que eu pensava ali, mas tudo aquilo foi por conta da simples palava "Fiado", eu nem ao menos tinha dito ela, mas pela forma que me expressei o vendedor ali entendeu o que eu queria naquele momento, que vamos ser sincero, eu queria mesmo comprar e depois pagar, mas o mesmo parecia ter alguma politica ou coisa do tipo contra esse tipo de venda, mas fazer o que né, depois de um enorme lucro que nós, os recrutas, fizemos naquela loja, o mínimo era que ele me vendesse um simples coldre para portar as duas pistolas. "Que miserável, apenas dez mil, já gastei bastante com esse cara aqui, desgraçado! Mas não vou me estressar com isso não, melhor coisa é tentar manter a calma, eu já sabia mesmo que não iria conseguir levar ele na lábia, nunca fui bom nisso... " Era o que eu pensava, após ouvir o que o vendedor dizia. Resumindo, ele não iria vender o coldre de jeito nenhum, e eu muito menos iria insistir, então o máximo que eu poderia fazer no momento era conseguir outra pistola e mais munições. - Ahh... ok então, me vende só a pistola e a bolsa de munições, pode ser ? - Com um sorriso sarcástico de canto de boca, falava normalmente para o vendedor em um tom razoável, tentava transparecer que não estava frustado, mas quem estivesse perto por ali, só de ver a fisionomia de meu rosto perceberia que eu não estava bem. Aquela sensação de tristeza me fazia nem ao menos averiguar direito os itens que eu havia comprado, assim que o vendedor trouxe a arma e a bolsa de munições, deixei com o mesmo toda minha economia de dinheiro e parti da loja, sentido ao local onde o sargento Thommas estava.

Ainda nevava, mas era um pouco estranho, o lado bom daquele clima em peculiar era a neve, mas o lado ruim era a sua temperatura a baixo do normal, mas ai é que estava a parte estranha, estava nevando mas não estava fazendo tanto frio como é de se esperar, e mesmo assim eu tinha a vontade de conseguir algum tipo de uniforme que me abrigasse ali, poderia ser algum problema climático, mas caso ficasse frio de repente, eu iria me prejudicar. Andava normalmente em direção ao sargento, não me atentava muito ao que estava ao meu redor, ou aonde eu estava pisando, se estava com muita ou pouca neve, meus passos eram leves mas precisos, e depois que eu saia da loja de armamento, eu percebia que nem ao menos tinha verificado se o que eu tinha comprado estava em boas condições de uso, então era isso que me fazia não prestar atenção muito ao meu derredor, com as duas pistolas empunhada nas minha mãos, eu olhava as mesmas com bastante atenção procurando algum defeito ou algo que fosse muito discrepante nas mesmas, verificava parte por parte, mesmo que fosse apenas com o olhar e as vezes me perdia um pouco devido a beleza delas, eram idênticas, todo trabalhado e detalhamento que tinha em uma, que a transformava e uma bela pistola, tinha na outra, e isso me encantava, pensei até naquele momento dar um nome para cada, mas não era pra tanto né. "Cara, elas são bonitas, oito disparos cada, fácil de porta... é acho que por enquanto dá pro gasto, meu dedo já ta coçando esperando alguém querer ver como elas funcionam na hora H" Pensava enquanto as mesmas estavam na altura do meu peito, seguradas pela empunhadura e apontadas para o céu, quem olhasse de longe poderia achar que eu era um psicopata ou algum tipo de ladrão devido ao jeito que eu empunhava as mesmas, e também pelo meu olhar diferenciado para elas, um olha um tanto que ganancioso, enquanto andava em passos curtos e precisos, mas logo abaixava a mesma ao avistar o sargento, deixando elas miradas contra o chão continuando segurando na empunhadura, só que o dedo sempre estava fora do guarda-mato.

Para terminar ali, parecia que era azar mesmo, o sargento havia negado meu pedido de agasalho, mas para falar a a verdade, era um pouco de taradisse a minha ali, nem estava fazendo tanto frio, e com um movimento de cabeça Thommas mostrava sua negatividade para minha petição e logo em seguida falava de forma bem irônica para mim, me colocando onde eu era ainda, um simples recruta que não era marinheiro ainda, parecia que a ânsia de ser marinheiro era mais forte ali, e me fazia querer o mais rápido possível ser tratado e andar como um ou vestisse como um, mas logo percebia que ainda faltava um pouco mais para tal feito, então abaixava um pouco minha cabeça mostrando-me frustado novamente, logo após movimentar a cabeça em sinal de positivo, mostrando ao sargento ali que havia entendido o recado. Ficava ao lado do mesmo mas nem parecia que estava, não me importava novamente com meu derredor, sem prestar atenção no local, ficava de pé olhando para o chão, quanto tentava com a ponta do pé direito desenhar o simbolo da marinha ou apenas alguns X na neve ou até mesmo se só tivesse poeira ali, quem prestasse atenção em mim ali perceberia que eu estava um pouco para baixo, enquanto observasse eu soltar uns sorrisos de canto de boca mostrando minha frustração, aquilo não era para comover o sargento ou até mesmo quem estivesse ali, eu simplesmente não estava no momento bom para conversas. Ficava em um estado de outro mundo, só a espera de alguma ordem do sargento para poder efetua-la.
Objetivos:
Conseguir uma arma.
Entrar para o GM/Marinha.
Completar missões.
Encontrar os parças.
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MensagemAssunto: Re: Dos Becos para o Mundo: Micqueot!   Dos Becos para o Mundo: Micqueot! - Página 5 EmptyDom 04 Fev 2018, 23:48





NARRAÇÃO VAN, COMENSAL & MIZZU



MICQUEOT / FINALMENTE!






Mizzu estava meio frustrado com o vendedor de armas gordão. A marinha já tinha levado quase a barraca inteira  (e pago por isso), mas ele ainda se mantinha irredutível à ceder e dar o coldre de brinde. De qualquer forma o rapaz de cabelos negros não insiste e acaba cedendo e levando apenas o novo revólver e munições para ele. Ele estava literalmente zerado de dinheiro mas havia conquistado um de seus objetivos de ter uma arma gêmea.


Para Satto, que não tinha tanta sorte assim com a caixa de armas, não tinha muitas opções. Havia sim um soco inglês para seu deleite mas não tinha um par dele, e ele teria que se contentar por enquanto com um só. Ele agradece o sargento alistador que apenas meneia afirmativamente a cabeça pouco antes do garoto de cabelos bicolor voltar a dar mais uma tragada em seus cigarros.


Elena, por outro lado, tinha um pouco mais de sorte por achar uma bela espada Royal que estava no fundo da caixa. Ela estava completamente empoeirada e talvez até um pouco enferrujada. Porém a filha dos Selene sabia como tratar sua arma como um bebê e, com uma flanelinha e uma lixa que havia dentro da caixa pôde deixar sua nova espada quase que como nova. Que presente!


Hummnur olhava para o céu vendo a neve cair. Ele cruza os braços e olha novamente para os recrutas:
- Bom o tempo está passando e eu estou ficando entediado tanto quanto vocês… Elena, Mizzu e Satto, vocês podem iniciar a fase três do alistamento!
Ele abre um largo sorriso após observar atentamente a expressão na face do trio inicial de recrutas, pois sabia que eles não esperavam que ele fosse mudar subitamente de ideia:
- Em quatro dessas barracas os atendentes são ninjas bem treinados por nós da Marinha e, obviamente, disfarçados. O objetivo de vocês é identificar quem são e trazê-los com vida até mim… eu disse COM VIDA! VALENDO!
Dessa vez Thomas abaixava rapidamente sua mão com a palma aberta como se tivesse dando largada em uma prova de corrida.







NARRAÇÃO FIREPARE



MICQUEOT / CORREIO ELEGANTE






Lucy era um mink gentil que sabia ser educado e se desculpar mesmo que quando ele trombasse com algum cidadão ele não fosse o culpado. De qualquer forma era como ele agia…


Ele pega o buquê das mãos de Atsushi (que aparentava estar estranhamente imóvel) e se direciona com certa pressa à barraca número três. Ele faz isso com tanta pressa que simplesmente coloca o cartão dentro do buquê e o funcionário de correspondências que se virasse para descobrir de quem é. De qualquer forma estava escrito no cartão mesmo…


Educadamente ele volta para o sargento Thomas e agradece pela sua missão. O sargento arregala uma das sobrancelhas por detrás dos óculos escuros estranhando a simpatia expontânea do mink, mas balança a cabeça e arqueia os ombros quando prossegue:
- Ta vendo aquela caixa de armas ali? Deve ter uma espada que apesar de suja te vista bem! Hahahahaha. Pegue-a e me demonstre sua habilidade com a lâmina. Essa é a fase dois…




Off:
 

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