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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptySeg 18 Dez 2017, 15:53

Relembrando a primeira mensagem :

BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptySex 19 Jan 2018, 17:18


Eramos transportados até outro quarto, novamente em nossas cadeiras de rodas, e os poucos instantes que eu via daquela batalha marítima me animavam por um lado, trazendo um sentimento nostálgico dos momentos que vivi em minha infância junto de meu clã, mas também me deixavam um tanto quanto triste, não pela memória do clã que se perdeu, isso também, mas principalmente por estar naquele estado, com os ferimentos, e não poder participar, de alguma forma, da batalha.

Sentia até o coração disparar com aquilo, mas eram poucos instantes de visão que tinha, até que eramos colocados novamente em um quarto, com duas belas mulheres no chão, aparentemente com medo. Eu de verdade não entendia o medo que elas sentiam afinal, mesmo com os danos no navio, o capitão dizia ser alguém experiente e, de toda forma, ficar pensando nisso talvez só fosse causar sofrimento desnecessário.

Até pensei em cortejar as mulheres, mas naquela situação que eu estava, e que todos nós estávamos no geral, dificilmente conseguiria alguma coisa. Então, ouvia o médico pedir para que eu contasse uma de minhas histórias.

- Uma de minhas histórias, não, homem! Uma história do clã Frey! - Diria, já com o sentimento de empolgação me tomando, quase levantando para ficar de pé, se não fosse minha condição. - O Clã Frey foi o mais temido de todos os grupos que já navegaram pelo North Blue. Saqueavam, roubavam, estupravam, matavam, tudo! Era lindo... - Começaria a falar, e sentiria como se uma música enfeitasse minha história.

- UMA NOITE OS FREYS ESTAVAM NO MAR, EM SUA GRANDE EMBARCAÇÃO, TENDO SAÍDO DA ILHA DE FERNAND ICE ISLAND, ONDE ATEARAM FOGO E... "AQUECERAM" OS CORAÇÕES DAS PESSOAS DALI AHAHAHAHAHA ELES COMEMORAVAM COM MUITO RUM E DELICIOSOS APERITIVOS PREPARADOS POR LOKI FREY, O COZINHEIRO DO CLÃ! TODOS ESTAVAM FELIZES, DANÇANDO E CANTANDO, ENQUANTO OUTROS CONTAVAM AS MOEDAS E JOIAS, MESMO QUE POUCAS, ROUBADAS DO POVO DA ILHA GELADA! - A empolgação em minha voz denunciaria o quanto eu gostava daquela história. - FOI QUANDO MALDITOS INIMIGOS DE UM CLÃ ADVERSÁRIO RESOLVERAM ATACAR A EMBARCAÇÃO COM CANHÕES. POW! PUM! CHAPAW! MAS OS FREYS ERAM MUUUUUITO MAIS FORTES, E ENTÃO DIRECIONARAM TODOS OS SEU MUITOS CANHÕES NA DIREÇÃO DA EMBARCAÇÃO DO OUTRO CLÃ, E ATIRARAM TODOS AO MESMO TEMPO COM BALAS DE CANHÃO FLAMEJANTES, QUE DESTRUIRAM TODO O CASCO DO NAVIO INIMIGO E ELE COMEÇOU A AFUNDAR! AYEEE! CABOOOM, POW, POW! OS FREYS, ENQUANTO O BARCO AFUNDAVA, INVADIRAM-NO E TOMARAM TODAS AS MULHERES DO CLÃ INIMIGO PARA SI, PARA QUE SE TORNASSEM SUAS ESCRAVAS SEXUAIS! O BARCO AFUNDOU E OS HOMENS FREYS SEM COMPANHEIRAS FIZERAM UMA GRANDE ORGIA COM SUAS NOVAS BONECAS E TRANSARAM COM ELAS A NOITE TODA ATÉ QUE NÃO SOBRASSE NADINHA! ELAS CHORAVAM E GEMIAM, CHORAVAM, E GEMIAM! AHAHAHAHAHAHA AO FINAL, QUANDO JÁ NÃO SOBRAVA QUASE MAIS NADA DELAS, PRENDERAM-NAS NA PARTE MAIS INFERIOR DO NAVIO! E NO DIA SEGUINTE FIZERAM OUTRA ORGIA HAHA E ELAS QUASE JÁ NÃO CHORAVAM E NEM GEMIAM, VADIAS, APENAS SOFRIAM SILENCIOSAMENTE ENQUANTO ERAM TOTALMENTE VIOLADAS COM GLÓRIA! E DEPOIS DE TODOS TEREM SE SATISFEITO, E AS MULHERES JÁ NEM SEREM MAIS MULHERES, MAS PARECEREM BICHOS DE TÃO MAL QUE FICARAM, ELAS FORAM JOGADAS NO MAR E COMIDAS PELOS TUBARÕES! AYAHAAA! PONTO PARA OS FREYS! AHOOOOOOOOOOOOOOO! - Gritaria, totalmente animado com aquela história. Pararia por um instante, com aquele sorriso satisfeito no rosto por contar uma história de seu clã, logo voltando a falar. - Como será que está a batalha lá fora...?

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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptySab 20 Jan 2018, 04:12


Siegfried Uller Frey


A batalha marítima continuava a soar e em meio a história todos se perdiam, as palavras que Frey falava tomavam aquilo interessante e ninguém parecia acreditar que aquilo realmente pode ter acontecido. As garotas já estavam mais calmas e um grito de felicidade era ouvido do lado de fora, os marujos a bordo conseguiam afundar o barco da marinha e terem vitória diante deles, mas o sossego perto de Wars seria por muito tempo, quando se corta a cabeça de uma Hydra, aparecem mais duas em seu lugar e assim era o que todos pensavam no momento.

O tempo se passava e o fim da história era tido como um ponto de chegada, o homem no caralho gritava do alto e que era escutado por todos da embarcação, a palavra "Terra a Vista!" era o que fazia todos gritarem de alegria e apresentarem um sorriso no rosto, Elisias parecia ser o único que não gostava, mas dormia em seguida em sua cadeira enquanto Sieg ainda havia de aguentar a dor que sentia em suas costelas e por estar naquela posição a muito tempo a sua bunda estava quadrada e não sentia era direito, mas a perfuração que havia tido nela deixava a sua dor cada vez mais agonizante querendo a todo jeito pular daquela cadeira para o chão.

Eles aportavam um pouco longe do porto natural da ilha, o céu era bem escuro com a poluição que aquela ilha emanava e todos começavam a desembarcar. Quando estavam descendo do barco conseguiam ver os estragos que as balas de canhões haviam feito sobre o mesmo, ele estava deplorável e parecia que não aguentaria uma única viagem, os tripulantes da mesma começavam a trazer madeira para fora e com martelos e pregos começavam os seus consertos. O clima estava esfriando e por algum motivo flocos de neves caíam lentamente sobre a ilha.

O tempo se passava enquanto andavam até a praia e encontravam uma casa, era bem grande e parecia que iria acomodar todos os seus pacientes ali. Todos se sentavam a mesa onde uma comida era preparada na cozinha dando para sentir seu cheiro. O bárbaro já não aguentava ficar mais sentado naquela cadeira de madeira querendo se jogar a toda maneira e o médico colocava o grandalhão mais uma vez na cama com a ajuda dos enfermeiros. - Ficaremos aqui até que estejam curados, a marinha estará nos procurando e o seu rosto já é bem conhecido depois de tudo que fez em Micqueot. Agora descanse que logo traremos algo para comer e beber, seus pertences estão logo ali. - Ele apontava para o canto da parede onde todos estavam localizados, nenhum havia se perdido em meio aquela batalha e isso fortalecia o coração do viking.

Não havia muito o que fazer a não ser deitar, sonhar e esperar pela comida estar pronta, parecia que haveria um quarto para si só sem a companhia do múmia. O cheiro daquela cidade era completamente horroroso, podendo sentir de longe o cheiro de mijo, fumaça e a toxicidade do mesmo não era nada bom para os pulmões do grandalhão, a cama era confortável em algumas posições que eram mais gostosas de se estar, embora não houvesse muita escolha a não ser ficar deitado de barriga para cima sentindo o cheiro da comida e o sono vindo a pesar em seus olhos.



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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptySab 20 Jan 2018, 16:06

Depois da conturbada viagem, com batalhas entre o navio onde estávamos e um navio da Marinha, saímos vitoriosos e conseguímos aportar em Wars Island. Por minhas narinas o putrefaço odor que aquela ilha tinha em um misto de mijo e poluição era captado. Fechava um dos olhos, com asco, mas talvez não fosse um dos piores cheiros que eu já havia sentido. Poucas vezes em minha vida tinha vindo para aquela ilha, por algum motivo os Freys não tinham intenções de saqueá-la, até mesmo Malkiham Island fora mais visitada, mesmo com a chegada dos Ant-Bullets.

Como era de se esperar, não atracamos no porto comum da ilha, mas mais afastados, e após alguns minutos de caminhada alcançaríamos a grande casa onde iria ficar até que me recuperasse. Estranhamente, via flocos de neve caindo do céu, lentamente, e franzia meu cenho direcionando meu olhar para o alto por um instante. - Neve...? - Estranhava, demonstrando tal coisa com palavras, mesmo que baixas. - Pra mim Wars era uma das ilhas mais quentes do Norte mas... Tá nevando... - Por poucos instantes aquilo me intrigava, mas dava de ombros e seguíamos até a casa.

Eu era novamente colocado numa cama, pra o meu grande prazer, afinal já não aguentava aquela porra de sensação horrível de ficar sentado, como se minha bunda estivesse quadrada, e o ferimento que possuía ali também não ajudava nada, doendo mais ainda. Mas agora estava na cama, confortável, e melhor, recebendo a notícia que meu rosto já estava conhecido pelos acontecimentos em Micqueot. Aquilo enchia meu coração de alegria. De fato, estaria honrado o nome de meu clã.

Minhas coisas ali ao lado, inclusive a mandíbula do tritão, me alegravam mais em saber que não havia perdido nada durante a batalha naval. Aos poucos, o cheiro da comida ia dando lugar ao sono, e minhas pálpebras iriam se fechando até quase pegar no sono.

- ESPERA AÍ! - Isso mesmo, eu disse quase. Em um abrir rápido dos olhos, tentaria alguém que pudesse vir a me ajudar. Estava faltando uma única coisa. - EU PRECISO DE ÁLCOOL! EU JÁ ESTOU MELHOR QUE ANTES! E SÓ VOU FICAR MELHOR AINDA SE EU BEBER UNS BONS GOLES! - O desejo por álcool escorrendo por minha garganta era insaciável. Desejava aquilo a todo custo, não bebia desde a batalha contra Carmillo e isso já é tempo para caralho. Ainda mais, vendo meus pertences e me lembrando de ter jogado a garrafa fora, sentia certo arrependimento. - BEBIDAAAAA! RUM! SAQUÊ! BEBIDAAAAAAA! - Gritaria, até que alguém me atendesse. Caso viessem a falar que eu não poderia beber, ou que não tinha bebida ali, continuaria gritando. - BEBIDA, CARALHO! UMA GARRAFA CUSTA UNS 10.000 BERRIES. EU DOU 30.000 PRA QUEM ME TROUXER PELO MENOS UMA CANECA QUE SEJA. BEBIDA! - Diria, balançando a cabeça. Por um lado estaria fazendo escândalo atoa, não era como se precisasse TANTO assim, mas precisava logo, e pensava que deste jeito iria conseguir melhor. - PINGA, VODKA, RUM, SAQUÊ! PODE SER ATÉ AQUELA PORRA DE VINHOZINHO DE VIADO. PRECISO!!! - E se tentasse me desacordar com aquelas luzes de antes, fecharia meus olhos ou viraria a cabeça para que não observasse. Não descansaria até que tivesse minha bebida. Se de alguma forma tentasse injetar remédio no meu soro ou direto em mim para me desacordar ou me acalmar, diria. - TIRA ESSA PORRA DE PERTO DE MIM. EU QUERO BEBEEEEEEEEEEEEEEEEER! SÓ UM POUCO. MERDA. - Caso dissessem para me acalmar para receber bebida, inspiraria encarando profundamente quem havia dito aquilo, com os olhos cerrados e um ar até mesmo intimidador, apesar da minha condição. - Me prometa que vai me trazer logo alguma coisa alcoólica pra beber. - E, se de alguma forma me trouxessem alguma bebida, tentaria beber, mesmo com ajuda, dando um grande gole e abrindo um grande sorriso de orelha a orelha. Poderia então, desde que tivesse minha necessidade atendida, descansar.
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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptyDom 21 Jan 2018, 01:03


Siegfried Uller Frey


Siegfried estava quase dormindo quando o seu vício começava a lembrá-lo mais uma vez, a necessidade de ter álcool em seu corpo era quase imediato mesmo não estando completamente tão forte, era terrível estar sem beber o divino suco dos deuses como poderia ser chamado por um Viking.  Ele começava um escândalo completamente desnecessário em seu quarto e todos pareciam ignorar por um momento, mas os gritos continuavam e aquilo poderia acabar chamando uma atenção desnecessária. O médico vinha lhe acalmar tentando fazer de tudo sem ceder o vinho, mas parecia que cada palavra dita de sua boca era completamente inútil. O bárbaro procurava subornar quem viesse a trazer uma bebida com o triplo de seu custo e era quando o médico finalmente intervinha.

- Trarei algo quando a comida estiver pronta, se você não quiser morrer para marinheiros sem poder mexer um músculo, fique quieto, nós temos que ficar na surdina ou você não entende isso com esse seu vício besta? - O médico estava com um semblante irritado, parecia que crescia quando a sua vida começava a temer e o medo que ele apresentava no barco antes tinha mudado para raiva, o homem não estava se contendo e batia a porta do quarto com força quando saía.

Frey havia finalmente se acalmado e o tempo passava, não demorava muito até que ele trazia a comida com uma bandeja, era uma sopa bem feita com alguns legumes e carne, a bebida que trazia não era nada menos que menos que metade de um copo de vinho. - Isso é a única coisa,quanto mais ingerir álcool em seu corpo, pior você ficará. - Ele com uma colher pequena ia dando na boca do ruivo que sentia o gosto maravilhoso da sopa quente em sua boca, felizmente a comida da cozinheira era muito boa. O vinho vinha em pequenas quantidades em sua boca, mas aquela quantidade não era o suficiente para saciar o seu vício completamente, dando apenas uma diminuída em sua vontade (-3).

Quando finalmente havia terminado de ser servido, o médico se levantava limpando a boca e a barba do grandalhão com um pano de prato. - Agora você descansa e dorme, qualquer coisa estarei no quarto do lado, grite, mas não tão alto se precisar de mais alguma coisa. - Ele parava na porta olhando uma última vez para o bárbaro vendo se ele teria algum último pedido antes de ir dormir.




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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptyDom 21 Jan 2018, 22:19


Após todo o meu escândalo, eu enfim conseguia fazer o médico ceder e me dar uma certa quantidade, mesmo que pouca, do líquido dos deuses conhecido como álcool. Meio copo de vinho, para ser mais exato, e admito que isso não me saciava totalmente de minha vontade, apesar de reduzir um pouco e eu imaginar que assim que deixasse aquele lugar, estando pelo menos com um dos braços bons, iria para algum bar poder beber de verdade, afinal agora possuía mais dinheiro e poderia beber o quanto quisesse.

Alias, a sopa também estava bastante gostosa. Eu não sou de comparar alimentações com os grandes banquetes feitos pelo meu falecido tio Loki Frey, mas talvez aquela refeição chegasse a uns... 20% das delícias que meu parente preparava. De toda forma, era boa, alegrava meu paladar e enchia meu estômago.

- BUUUURP - Soltava um belo de um arroto logo depois do estranho médico limpar minha boca e barba, sorrindo para ele logo após isso. Ele dizia para eu dormir, e se caso precisasse de alguma coisa, gritar. Admito que dava vontade de gritar só para deixar ele puto da cara mesmo, por um instante. - Só uma coisa... - Falaria, antes do médico deixar o local realmente. - Eu terei que pagar alguma coisa por esse tratamento? - Independente da resposta somente balançaria a cabeça positivamente de leve, esperando o homem deixar o local.

Sem ter muito mais o que fazer, fecharia meus olhos e tentaria relaxar, enquanto divagaria sobre as possibilidades de coisas a se fazer naquela ilha, até que me perdesse nos pensamentos, caindo no sono.
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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptySeg 22 Jan 2018, 02:48


Siegfried Uller Frey


O médico se virava e olhava para Siegfried, ele estranhava aquela perguntava por pensar que o tritão já tivesse dito, mas respondia. - Ele já está pago. - E fechava a prota. Frey sentia uma tontura imediata, era o efeito da bebida coagindo com o remédio e parecia que queria vomitar tudo para fora, mas segurava dentro de seu estômago. Aquela sensação era terrível e começava a o impedir de dormir, tudo parecia estar ficando de mal a pior e o vinho lhe tratando mal.

Após grandes arrotos devidos aos gases que faziam em sua barriga, sentia uma vontade enorme e tremenda de ir ao banheiro, mas não conseguiria ir sozinho, a única coisa que fazia era estar deitado na cama gemendo da dor de barriga combinada ao esfincter. Após uma longa metade de noite dolorosa, finalmente conseguia dormir.

Começava a ter pesadelos dos mais piores, pensava em cair no mar ou morrer naquela cama não lutando como um bárbaro deveria, não sujando suas mãos de sangue e caindo como um fraco, o seu tio Loki apenas com um olhar de desgosto e mexendo a cabeça de um lado para outro. Quando acordava estava rolando uma confusão, haviam quebrado alguma porta do lado de fora de seu quarto e não entendia bem o que estava acontecendo, era uma invasão de marinheiros ou apenas algumas pessoas não conseguindo resolver os seus assuntos?

Os ferimentos de Sieg já estavam melhores, ele conseguia mexer os seus dedos embora não conseguisse mexer completamente o seu braço apenas os movimentos mais simples como levá-lo até o ombro, mas aquilo iria doer bastante e teria que esperar um pouco mais de tempo até que ficasse melhor. Ele deveria ir dormir ou ficar acordado para ver o que acontecia?



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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptySeg 22 Jan 2018, 21:53


Foi difícil dormir e, quando consegui pegar no sono, não sabia se estava sonhando ou não, pois inúmeras cenas tão reais de situações horríveis vinham a mim com tamanha velocidade. Afogamento. Sendo morto sem sequer ter a chance de lutar. Não herdando Valhalla. E pior do que tudo isso combinado, desonrando a memória de meu tio e meu clã. Não! Não!

Tentava me mexer mas parecia que não conseguia. Estava passivo diante de todas aquelas situações, e meu tio só prosseguia balançando a cabeça com desgosto. Até tinha a impressão que não passava de um sonho, mas era tão horrível que mesmo que fosse, não conseguia acordar. A respiração vinha acelerada, desespero.

Até que acordava e, se não fosse minha situação atual, com certeza seria em um salto. Algo havia acontecido: do lado de fora do quarto uma porta quebrada? Confusão ainda. Não sabia se havia acordado mesmo ou se era mais um dos truques de minha mente me confundido.

Inspirava. Tentaria ao máximo forçar os olhos para ver, inclinando a cabeça numa posição favorável, para tentar observar para fora. E ficaria quieto em todo o instante, sem conseguir mais dormir por hora. Ficaria esperto e atento a entrada ou passagem de alguém, e se alguém me notasse, tentaria rapidamente fechar os olhos por um instante, em uma tentativa de fingir estar dormindo.

Ficaria atento então com os ouvidos, para perceber vozes e outros barulhos de quem estivesse ali, e talvez até arriscasse abrir um olho bem de leve para tentar perceber mais ou menos quem era, mas bem rápido. Sendo marinheiros ou pessoas ligadas ao governo, não tinha o que fazer, apenas fingir que estava dormindo mesmo e aceitar para tentar uma fuga quando estivesse melhor. Mas se fosse alguém aparentemente amigo, simularia um acordar e olharia para a pessoa. - [b]Olá! - Diria, tentando ver a reação da pessoa para ver se era amigável ou não. - Amigo ou inimigo?

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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptySeg 22 Jan 2018, 23:29


Siegfried Uller Frey


Com uma grande curiosidade sobre quem estava o lado de fora da porta, dava uma leve inclinação para tentar ver, mas aquilo só fazia ele quase cair. A porta lentamente começava a se abrir e o bárbaro fechava os seus olhos para tentar fingir que dormia. Ele podia sentir a escuridão tampando a luz sem nem mesmo abrir os olhos, ouvia os passos pesados sobre o chão de madeira ficando cada vez mais próximo dele.

Quando estava próximo o bastante, o homem balançava rapidamente o bárbaro. - Vamos, levante, sente-se na cadeira de rodas mais uma vez. - O viking simulava que havia acabado de acordar e perguntava se ele era amigo ou inimigo, mas ele podia ver que era um dos enfermeiros que o acordava. - Amigo. - Com um esforço para mais uma vez ir para a cadeira de rodas, ele era encaminhado até onde o centro da confusão estava.

Claramente podia ver o rosto das pessoas irritadas naquela situação, pois até agora não acreditavam que estavam com um homem foragido da justiça com eles. - Eu fui pago para cuidar dele. Tanto como fui quanto aos outros, se vocês se sentem incomodado, arrumem outro médico! - O médico falava aquilo em voz alta e mesmo assim o bárbaro estava ali, uma das pessoas que estava ali presente se pronunciava. - Nosso barco foi atacado porque deveriam saber que ele estava conosco, a vida dele está colocando todos nós em perigo, deveríamos apenas entregá-lo e ganhar uma grana se estiver valendo uma recompensa! - O enfermeiro agora intervinha. - Vocês já não tem dinheiro o bastante? Confiaram a sua vida para nós e agora não confiam mais?! Estamos todos aqui, não?! - Ele também estava bem irritado e parecia que tinha trazido Frey naquela conversa para ele ter um ponto a dizer, ele havia de convencer ou intimidar as pessoas que estavam ali da forma bárbara, mas antes que pudesse fazer isso, o médico mais uma vez intervinha. - Nosso barco foi atacado porque era clandestino e já estava sendo procurado pela marinha, se você não quer ficar mais com nós, procure um outro médico! - Os homens começavam discussões paralelas e Sieg não conseguia concentrar em alguma.

Era quando finalmente um homem de verdade intervinha, ou melhor, tritão entrando pela porta que por algum motivo estava aberta e balançando o seu machado. - Vamos, me deem algum motivo para eu acabar com as suas vidas miseráveis como qualquer ser humano bosta que vocês tem! - O grandalhão dava mais do que uma risada escandalosa e parecia estar em plena forma física diferente do ruivo que estava completamente acabado. - Hey Siegfried desgraçado louco, tem alguém que quer falar com você. Diferente desses todos merdas, ele é um humano em que vale a pena matar por. - Ele esperava uma confirmação do jovem bárbaro antes de começar a agarrar a sua cadeira de rodas.

Eles começavam a ir até uma construção abandonada, ao chegar lá ele vinha alguns homens de terno e um deles era Ricardo. - Vejo que não está recuperado completamente dos seus machucados, infelizmente. Mas bom... Te chamei aqui porque queria te oferecer uma vaga de segurança... Depois desse último trabalho seu, fiquei mais interessado sobre você. Bom, não acho que tenha uma outra escolha também... - Todo o lugar a sua volta era fechado e havia uma grande luz bem no centro, haviam madeiras prevenindo que alguém olhasse pelas janelas e a porta atrás dele era de metal, haviam outros dois capangas ao seu lado, nenhum além do tritão parecia estar armado, mas as suas vestes as esconderiam bem se estivesse.



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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptySeg 22 Jan 2018, 23:55

Toda a discussão era por conta de mim. Por um lado me sentia de certa forma incomodado, mas por outro MUITO MAIOR, me sentia ORGULHOSO. Porra, discutindo porque não querem minha presença ali. Eu estou sendo foda pra caralho mesmo, meu tio realmente estaria orgulhoso de fato.

De toda forma eu até tentaria intervir na conversa, mas as discussões paralelas faziam com que eu me perdesse um pouco e ficasse sem conseguir dizer alguma coisa, porém tenham certeza que se dissesse seria para enfiarem as reclamações no meio do cu e que se estavam incomodados que fossem embora, como o próprio médico disse, com um sorriso provocativo no rosto.

Mas a intervenção boa vinha daquele tritão que batalhou ao meu lado antes, que diz ter salvo minha vida, e que também roubou metade do pagamento pelos meus serviços. De toda forma, ele cortava todos com uma ameaça típica de um bárbaro. Apesar de ter me roubado, admito que aquele peixe tinha parte do meu respeito.

Ele dizia sobre ter alguém para falar comigo, e quando ele engrandecia essa pessoa, eu tinha quase certeza que era Ricardo, apesar de não estar totalmente certo. Ele esperava uma confirmação minha para irmos e eu simplesmente acenava positivamente com a cabeça, com um semblante determinado.

Enquanto estávamos deixando o local eu só me virava para a pessoa que estava falando contra mim, encarando-a da maneira mais intimidadora que conseguísse, apesar de minhas condições, até que dava um sorriso e, com certo esforço e um pouco de dor ainda, levantava o braço esquerdo, mostrando o dedo do meio para ela até deixar o local.

O tritão me levava até uma construção abandonada, e no caminho eu apenas me limitava a perguntar uma coisa que me tocava que não havia o perguntando antes. - A proposito... Seu nome é...?

Independente de resposta ou não, alcançávamos o local todo fechado, e lá estavam os homens de terno como antes, e entre eles, exatamente quem eu esperava: Ricardo. Comentava sobre minha condição e falava sobre uma vaga de segurança para mim, dizendo ficar interessado em mim e... Sobre eu não ter escolha, algo assim.

Encararia por um instante o homem, puxando o ar para meus pulmões por minhas narinas, e então começaria a falar, em tom calmo. - Ricardo... Fico feliz de saber que reconhece qualidades em mim mas... - E então, ainda falando, tentaria, com cuidado, me levantar, caminhando com toda calma do mundo em sua direção, dando apenas dois passos antes de parar, tentando não ficar tão próximo dele. - ...Eu sou Siegfried Uller Frey. Um homem do mar. A minha vida é beber, transar e matar, não necessariamente nessa ordem. Eu não posso ser seu segurança. Se você quisesse, talvez até faria um outro trabalho desse tipo para você mas veja... Nem faz sentido isso. Ainda na casa com o médico e as pessoas, houve uma confusão porque acham que nosso navio quase foi afundado por um outro da Marinha que estaria a minha procura. Eu sou um homem com recompensa pela minha cabeça. E você mesmo disse que não queria ter relações diretas com a morte do Carmillo, se não me falha a memoria, o que me faz deduzir que não queira atenções da Marinha voltada para si... Por que teria um segurança atraia estas atenções? - Eu talvez não fosse o melhor em argumentação, mas eu tinha um intelecto bom e, mesmo que de vez em quando, tinha algumas oportunidades de mostrar isso, e esta era uma delas. De toda forma, minhas palavras visariam convencer o homem, mesmo sem o uso de intimidação naquele momento.

Porém, caso algum dos homens de Ricardo apontassem armas para nós, ou melhor,
para mim, manteria o olhar no chefe deles, e então voltaria a falar, ainda com calma em minha voz, sem alterações por conta da situação. - Eu não sou seu inimigo, não vejo o porque disso. Eu não sou de conversar assim, sou mais de quebrar as coisas então, mas neste momento estamos só conversando... Por que não simplesmente conversa comigo sem a necessidade disso?


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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptyTer 23 Jan 2018, 03:47


Siegfried Uller Frey


- Meu nome é Rurik. - Lembrava o bárbaro quando o tritão havia respondido isso em meio ao caminho e antes a pessoa havia apenas ignorado o bárbaro ficando feliz que ele estava sendo carregado para fora. Em meio aos argumentos, Ricardo dava um pequeno sorriso vendo da inteligência que o viking estava apresentando. Ele com muita dificuldade e com a cadeira tentando ir para trás, mas o tritão a segurando se levantava, bem próximo ao homem de "negócios". - Ora... Ora... Você está certo, não quero ligação com ele e eles procuram por você. Eu tenho um trabalho a fazer por essas bandas e contanto que eu use uma máscara e luvas, ninguém irá me reconhecer, não é mesmo? - Ele abria um sorriso ainda maior. - Como eu disse, você pode ser livre para fazer o que você quiser, mas você ainda me deve um favor... Você lembra quando nós te tratamos antes de te mandar ir matar Carmilo? Ah, você lembra... Aquilo foi um favor. Você é um homem de palavra não é? Te mandei matar e você foi... - O seu tom era sempre de superioridade e aquilo não mudava diante do bárbaro.

Ele dava alguns passos para trás puxando um charuto e acendendo-o, colocando a sua boca e soltando a fumaça um pouco tempo depois da pausa que ele dava. - Rurik irá te procurar daqui dois um três dias, caso se recuse, não será ele que te matará. - Aquilo poderia gerar uma certa revolta estar sendo chantageado daquele jeito, o bárbaro era um homem de palavra ou não? Os capangas não haviam nem ao menos sacado as suas armas diante da aproximação confiando que o seu chefe não seria atacado pelo bárbaro ou apenas não temessem aquilo. O ruivo mais uma vez era colocado sobre a cadeira diante do tritão que o colocava e os capangas seguravam a mesma para que suas rodas não girassem e ele caísse no chão.

Ele já estava conseguindo mexer bem melhor um dos seus braços e os dedos de suas mãos, mas ainda geraria um pouco de mais tempo até que estivessem devidamente curados. Ele lembrava das palavras do capitão de que esperaria que seus braços estivessem melhores para poder ensiná-lo a famosa perícia que era pilotar uma embarcação.

Eles saíam da construção com Sieg ainda de cadeira de rodas e o tritão começava a lhe aconselhar. - Da última vez você me abandonou e eu te salvei, espero que dessa vez se eu estiver em apuros você me salve, pois lhe dei um voto de confiança. Eu ainda tenho um pouco de respeito sobre você, odeio humanos, mas você me parece ser diferente, então prove que você não é mais uma escória assassina do mundo. - Ele terminava com aquele comentário que podia sentir a raiva em seu tom e agarrava uma garrafa de vinho qual bebia um gole. A bebida era uma tortura para o alcoólatra que o ruivo era. Começavam a volta até o lugar em que estavam, por sorte, não havia ninguém pelas ruas a ponto de reconhecerem ambos.


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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. - Página 6 EmptyTer 23 Jan 2018, 17:19

- Apenas... - Diante de toda aquela situação, depois de certos instantes calado, resolvia falar alguma coisa, ja sentado na cadeira novamente. Contudo, a mesma era travada pelos capangas de Ricardo e eu ia ao chão. Com ódio no olhar eu encarava eles antes de me levantar com certo esforço. Batendo a mão esquerda nas roupas eu voltava a me sentar e dizia as últimas palavras o lider dos mafiosos, encarando-o, ignorando a situação anterior. - [color=brown]Eu lhe devo UM favor, não minha vida inteira, porra. Eu até farei esse trabalho, mas depois disso nós não temos nenhuma ligação mais.[/colot] - E então finalizava, saindo junto do tritão Rurik do lugar, em minha cadeira de rodas.

No caminho das ruas pouco movimentadas, o homem peixe dizia sobre eu ter lhe deixado antes mas me dando um novo voto de confiança, antes de dar um gole naquele vinho que eu tanto desejava. Em resposta para isso, olharia para ele no fundo de seus olhos de peixe e então falaria. - Eu te deixei aquela vez porque sabia que iria conseguir se safar e se deixássemos o Carmillo por um instante que fosse ele iria fugir de vez. No final todos fizemos sacrifícios em favor da missão, olha pra mim. - Seria firme, mas ao mesmo tempo tentaria não parecer intimidador, mas passar confiança. - Admito que já conquistou meu respeito. Porra, me salvou e... Aquela hora que você comeu o cara... Foi foda demais... E acho que dariamos uma boa dupla. Tanto de bebedeira, quanto de destruição, de tocar o terror. - Continuaria, agora mais alegre. - Eu te dou minha palavra que não vou te deixar pra trás. E você não me deixe também. Aliados, podemos fazer o mundo tremer aos nossos pés. Topa? - Esticaria o braço esquerdo com o punho fechado em direção a ele, para que desse um soquinho se aceitasse. Alias, torcia para que aceitasse. Tendo uma resposta ou não, positiva ou negativo, voltaria a dizer. - Mas agora duas coisas: 1 - Me dá um gole dessa porra ai, eu to morrendo de vontade de algo alcoólico velho; E 2 - Vamos pegar meu dinheiro lá na casa para irmos até o capitão que me trouxe até aqui, tenho algumas coisas a acertar. - E se ele me desse um pouco, beberia com gosto, mas não muito, apenas o suficiente para saciar a vontade.

E então iriamos até a casa, indo até meu quarto pegar meu dinheiro. Porém, caso a casa parecesse ter sido atacada ou algo do tipo, pediria cautela para nos aproximarmos.


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