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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. EmptySeg 18 Dez 2017, 15:53

BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. EmptySeg 18 Dez 2017, 21:26

Micqueot, a ilha do vinho. Neste lugar tão característico por sua típica economia, o último sobrevivente do clã dos Freys era deixado para manter o legado de seu povo. Siegfried Uller Frey, um bárbaro ainda com muita coisa a aprender, sabia que se agora estava sozinho precisava se virar e, mais do que isso, se preparar para começar a tocar o Caos, fosse ali ou em qualquer outro lugar.

- Porra. - Ele dizia consigo mesmo, com sua típica expressão neutra. Pensava por alguns instantes até que soube o que fazer. Na verdade ele nunca soube tanto o que fazer como sabia naquele instante. - Preciso beber! - Disse ele, fechando os punhos e abrindo um leve sorriso de canto de rosto.

E então sairia com o passo um pouco apertado, mas não necessariamente correndo, em direção à cidade, onde procuraria entre as pessoas a mulher mais bonita que pudesse encontrar por ali e perguntaria. - Ei vadia! Onde eu posso arrumar um rum do bom e bater nuns idiotas por aqui? - Diria Siegfried, esperando uma resposta. Se a moça mais bonita não soubesse, perguntaria para outras, chamando-as todas por um adjetivo como "vadia", "sua puta" e "ordinária", e faria isso até conseguir a informação.

Obtendo o que queria, tomaria então seu martelo em mãos, apertando seu cabo com um entusiasmo que... Espera... Tio Loki não havia deixado um martelo com ele. Que tremendo filho da puta. Pelo menos seria este tipo de coisa que Siegfried pensaria ao se dar conta de que não possuía então sua arma. Voltaria-se então rapidamente para a mulher da última pergunta, segurando um dos ombros dela com uma de suas grandes mãos. - E onde eu consigo um martelão pra dar na cabeça dos idiotas por lá? - Se obtivesse a informação, seguiria para o local, se não, perguntaria para outras pessoas, agora tanto fazendo se fossem homem ou mulheres.

Encontrando um local de venda de armas, logo adentraria o mesmo e iria direto em um vendedor, apontando para este com uma das mãos. - Um martelo gigante estraçalhador de ossos e quebrador de crânios! - Logo após falar isso colocaria uma das mãos no bolso e sentiria a quantidade de berries que possui. - Pode ser do mais barato. O que importa mesmo é quem empunha, porra. - E então, quando recebesse o martelo, entregaria o valor em dinheiro correspondente, pegando a arma. Não agradeceria nem nada, apenas passando sua mão pelo cabo do martelo por um instante para depois apoiá-lo sobre os ombros para sair da loja.

Saindo então do estabelecimento, procuraria pelo tal lugar onde esperava conseguir bebida e alguma diversão, preferindo por lugares que tivesse uma aparência mais agressiva, bárbara, onde imaginaria que poderia conseguir bater num idiota sem que alguém se importasse tanto. É claro que seguiria também a sugestão das mulheres com quem poderia ter conversado anteriormente, seguindo caso elas estivessem falando aparentemente de um lugar bom mesmo.

E ao encontrar tal local, com o martelo sobre os ombros, colocaria em sua face o semblante mais intimidador que seu sangue Frey e capacidades de intimidação permitissem, chutando a porta do lugar para entrar como um verdadeiro viking. - O HOMEM MAIS CRUEL QUE VOCÊS CONHECERÃO ACABA DE CHEGAR! - Gritaria, assumindo então a pose lórdica demonstrando todo seu tamanho. Pararia por um ou dois segundos observando as reações, e independente delas caminharia para o balcão, onde buscaria alguns berries em seu bolso para colocar em cima e voltar a falar. - Manda uma garrafa caprichada de rum! - E então esperaria que viesse, para abri-la e, com seu jeito hostil, virar sobre a boca dando uma bela de uma golada, que viria seguida de um tão previsível ARROTO!
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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. EmptyQui 21 Dez 2017, 02:01


Siegfried Uller Frey


O clima estava frio como já era esperado, estava fazendo em torno de quatorze graus enquanto as nuvens cinzas tampavam boa parte da visão do sol deixando aquele famoso tom cinza em climas mais frios. O grande viking andava pela cidade em passos largos lembrando daquilo que sentia uma boa necessidade e que era necessário para qualquer viking ou antepassado seu, o famoso RUM! Não havia nada mais satisfatório que uma grande caneca da bebida forte para o corpo de um grandalhão de centro e trinta quilos.

Olhando ao seu redor encontrava uma linda donzela que usava um vestido bem apimentado e ao seu lado haviam duas outras mulheres vestidas mais causalmente. Com a mais famosa grosseria bárbara chegava próximo e com um dos chingamentos piores para aquelas mulheres vestidas de forma bela. - Seu OGRO! Fica para aquela direção, Saia daqui logo! -Siegfried estava pronto para começar a querer beber seu rum, mas o que lhe faltava era uma coisa que precisava para bater em idiotas ou pessoas que aparecessem em seus caminhos a famosa arma viking, o martelo!

As mulheres já não possuíam mais a atenção do Viking que agora tocava em seu ombro e era recebido por nada menos que um empurrão das outras garotas. - Você não vê que tem uma logo ali? Cérebro pequeno, agora vaza! - E era recebido mais um empurrão que o fazia mover um passo para a esquerda e as garotas de tamanho pequeno saiam correndo de longe daquele homem.

O grandalhão não demorava para se aproximar da loja de armas tendo problemas ao passar pela porta e mesmo assim chegava gritando como se fosse o maioral. Um jovem forte e de músculos grandes olhava para ele, coçava a sua barba e olhava para um dos martelos em seu mostruário,ele era formidável completo por algumas bordas de dourado e um peso considerável, mas Frey já colocava a mão em seus bolsos vendo que não havia tanta grana para pagar por uma delas e então se dirigia para uma arma menor e que era menos empolgante, mas ainda assim era um martelo e serviria para o seu propósito. Com o dinheiro pago e o martelo em suas mãos, não via outro objetivo a não ser ir para um bar pagar pelo o seu rum com os bolsos com seu dinheiro mais que a metade(-30.000).

Ele procurava por um grande bar que fosse digno de sua presença e encontrava um grande de duas portas feitas de madeira folheada e com enfeites em ferro, aquilo era mais do que uma alegria para os seus olhos e o chute naquela porta era feito abrindo-a bruscamente e chamando a atenção de todos os presentes, mais um grito do mal-educado era efetuado e as pessoas não davam tanta importância, para as pessoas Siegfried era mais um dos gordos bêbados que estavam sempre passando por ali. O bartender que tinha um corpo mais do que parecido estava no balcão atendendo os seus clientes, ele possuía uma barba grossa ruiva e cabelos cortados também ruivos,vestia um avental de bartender por cima de uma camiseta branca com manchas amarelas e vermelhas de bebidas, a parte debaixo de seu corpo não podia ser vista. - Lhe trago uma garrafa para já, companheiro! Mas poderia parar de gritar que está a irritar alguns dos meus clientes? - O balcão rangia um pouco quando o dinheiro era colocado na mesa(-10.000),o bartender não demorava para retirar a garrafa de rum debaixo do balcão e entregar na mão do bárbaro que a abria e bebia um grande gole da mesma(8/10) seguida de um dos famosos arrotos.

O bar era rústico, mais do que a metade dos móveis eram feitos de madeira tendo a outra como a geladeira atrás do homem ruivo feita de metal, as mesas redondas estavam arrumadas de certa forma que deixava um corredor da porta até o balcão que era repleto por cadeiras redondas com apoio aos pés, haviam sempre quatro cadeiras ao redor das mesas e deveriam ter por volta de dez pessoas sentadas bebendo e se divertindo com falas altas. Desses grupos haviam dois marinheiros com o seu uniforme, um era mais forte que o outro, o mais magro havia uma pistola em sua mesa e o outro estava com o seu par de manoplas, ambos bebiam do requintado vinho da ilha. O viking estava no centro do balcão e o bartender mais a sua direita atendendo um cliente sentado mais a direita do grandalhão.

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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. EmptyQui 21 Dez 2017, 03:01

O poderoso Siegfried, já dentro daquele belo estabelecimento, olhava em volta e dava então uma bela golada digna dos deuses nórdicos. Colocava a garrafa novamente em cima do balcão antes de soltar um estrondoso arroto, que vinha seguido de uma boa gargalhada. - AHAHAHAHA UNS PREFEREM O VINHO DAQUI, MAS UM HOMEM DE VERDADE SABE QUE EM QUALQUER LUGAR E EM QUALQUER OCASIÃO, NÃO HÁ NADA MELHOR QUE UM BOM RUM! - E bateria em cima do balcão, com a palma da mão.

Não é como se Siegfried não tivesse ouvido o homem ruivo atrás do balcão pedir que parasse de gritar mas, se você ficou em dúvida quanto a isso, com certeza não conhece o espírito bárbaro que rege a vida do jovem Frey. O princípio é bem simples: Se sua presença está incomodando alguém, então você está fazendo um ótimo trabalho! - Ahahaha, um ótimo trabalho. - Soltaria, desta vez mais baixo, para si, como se "pensasse alto".

E o grandalhão estaria lá sorrindo, se divertindo consigo mesmo, e observando as pessoas, e os marines- repare que eu diferenciei pessoas de marinheiros afinal, estes segundos não passam de cães do governo que só sabem acabar com a diversão das pessoas, pelo menos na cabeça de Sieg -, que estavam naquele bar. Isto é, se divertindo é relativo, não é mesmo? Não havia nenhuma briga, nenhuma confusão, nenhuma diversão de verdade! Com certeza, se naquele bar estava faltando diversão, era culpa daqueles marinheiros intrometidos que sequer estavam cumprindo seu papel direito, e sim bebendo, e ainda uma bebida tão nada a ver como vinho. Tanto faz se aqui é Micqueot e o vinho aqui é o melhor do mundo! Homens de verdade tomam rum, cerveja! Não vinhozinho de merda.

- BARMAN, VEM AQUI, CARALHO! - Gritaria Siegfried, talvez um pouco bravo pela falta de entretenimento e diversão por ali - Esse bar aqui tá uma bosta! Cadê as putas, porradaria, gritaria? - Perguntaria, claramente esperando uma resposta de verdade. Para ele, aquilo não era um bar, no máximo era um lugarzinho onde as pessoas vão para beber bebidinha frufru. Aquele não era um lugar para ele. - E ONDE QUE EU ARRUMO UM LUGAR DECENTE NESSA BOSTA DE CIDADE? ESTE LUGAR NÃO DEVERIA TER A HONRA DE RECEBER UM FREY! - E então esperaria uma recomendação de um lugar para "seu tipo de gente" mas, caso o barman não dissesse, ou mesmo não soubesse, sairia mesmo assim, tomando seu martelo e seu rum em mãos.

Caminharia até a porta com passos fortes, encarando todos com um semblante fechado, inclusive os marinheiros. Estava com nojo daquele lugar tão... tão... Indecente. Assim que chegasse na porta, daria uma bela de uma escarrada, como só um verdadeiro bárbaro sabe, e cuspiria no chão com desgosto.

Sairia então chutando a porta, sem ligar pra nada, e iria até um local que fosse digno de sua presença bárbara. Isso é, se o barman tivesse indicado algum local. Caso contrário, sairia perguntando para as pessoas, qualquer que fosse, daquela cidade, sobre um local "digno". - Ei sua puta/seu bosta, me diz onde fica um bar com alguma diversão de verdade. - E tentaria se guiar pelas informações que receberia das pessoas nas ruas.

Mas, caso mesmo assim não encontrasse um local próprio, como esperava que um bar fosse, pararia bem no meio da rua e gritaria ao céus. - SERÁ QUE NÃO EXISTE UM LUGAR DESCENTE NESSA BOSTA DE MICQUEOT, CARALHO? - E então continuaria procurando, incansavelmente, por qualquer vestígio de algo que fosse a sua cara, fosse um bar, fosse qualquer lugar com pessoas com as quais ele minimamente se identificasse. Poderia ser até uma briga qualquer na rua.

Isso é claro, se nada "de legal" acontecesse no bar que estava anteriormente, caso nenhuma presença marcante de alguém com quem pudesse conseguir uma briga chegasse, nenhuma mulher gostosa querendo transar a troco de dinheiro, ou mesmo algum incidente peculiar que chamasse sua atenção viking, pois neste caso, permaneceria, e aproveitaria para tomar mais um gole de seu excepcional rum: a única coisa boa que aquele lugar de merda tinha para oferecer.
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. EmptyQui 21 Dez 2017, 23:32


Siegfried Uller Frey


Siegfried começava a irritar cada vez mais os clientes, irritando aqueles que bebiam o vinho delicioso da ilha enquanto era porco arrotando após tomar o seu rum e fazendo bastante barulho dentro do bar em que todos desejavam manter a calma e se divertir com os amigos. O viking falava sozinho enquanto estava feliz em estar incomodando os outros, para ele aquilo era um objetivo a ser cumprido.

O mesmo começava a se irritar quando se tratava de não ter nenhuma ação naquele bar, não haviam mulheres tão atraentes ou a pancadaria que sempre estava a acontecer em lugares desse tipo após ter se divertido consigo mesmo em seus pensamentos e observando os outros que não faziam nada demais. Com os marinheiros ali tudo parecia estar caminhando cada vez mais tranquilo para que nenhum fosse preso naquele momento. O que mais irritava o barmen era o jeito que o grandalhão estava a tratar as pessoas e achava aquilo um desrespeito ao mesmo, no momento que o homem lhe perguntava onde havia um bar ou algum tipo de que estava acontecendo aquilo, o mesmo respondia imediato. - Você quer um lugar onde possa arrumar bastante confusão? Por que não tenta o bar perto do porto? Está direto tumultuado e é ao lado de um dos bordeis mais famosos da cidade. - O ruivo estava vermelho, suas veias haviam crescido em seu rosto e seu semblante de raiva terminavam de concluir o pensamento mais óbvio.

Com o seu martelo e a sua garrafa de rum em mãos, o bárbaro saia com uma grande cuspida no chão do estabelecimento, aquela atitude fazia o barmen se irritar ainda mais pegando um dos esfregões para limpar aquela marca que fazia no seu piso, a porta era chutada pelo homem em seguida e saindo do bar. O ruivo saia pela mesma porta gritando para seu antigo cliente: - Você nunca mais entrará aqui! - Frey apenas ignorava e continuava a seguir o seu caminho em direção ao sul da ilha para onde ficava o porto da mesma.

No seu trajeto até aquele estabelecimento conseguia sentir um pouco do efeito rápido do rum chegando forte pelo seu corpo lhe provocando uma leve tontura que era rapidamente curada com um balanço na cabeça, em seguida podia se ver passando por uma companhia que havia um Zepelim de sua marca, lendo podia se ver escrito: "Apple".

Não demorava muito e estava começando a esfriar ainda mais do que já estava sentindo, parecia que uma grande chuva poderia começar a cair na ilha a qualquer momento com as nuvens ficando mais escuras, um leve vento passava pelos braços do bárbaro que sentia o arrepio passando pelo o seu corpo e o calafrio. O bar estava em sua frente e ele já podia escutar um grande tumulto vindo do mesmo, parando um pouco mais atrás da porta se surpreendia quando um homem saia voando de dentro passando pela porta caindo um pouco a frente do mesmo.

O homem era forte e não segurava nada além de uma garrafa em suas mãos, ela estava pela metade e tampada para o líquido não sair de dentro, ele abria um belo sorriso em seu rosto e já começava a se levantar, o seu agressor vinha em seguida tendo dificuldades para passar pela porta, o mesmo estava trajando poucas roupas e era totalmente azulado, com dentes bem afiados e olhos mais pequenos, sua boca era enorme e tinha por volta de três metros, seus músculos torneados com um grande ênfase em tamanho, estava portando o seu machado em mãos e ele estava com um sorriso sínico em seu rosto. - Você está pedindo para morrer, humano desprezível! - dizia o tritão com o seu sorriso ainda em rosto e começando a dar uma estrondosa gargalhada.

O outro homem já em pé ficava em frente a ele encarando o mesmo colocando a sua garrafa mais para trás para que não fosse danificada, com seus punhos já fixos aquela briga estava começando a ficar cada vez mais agitada, a população dentro daquele bar começavam a gritar cada vez mais por aquela luta, alguns xingavam o tritão por ser uma raça incomoda naqueles lugares e por onde passasse, enquanto outros riam do homem bêbado. Algumas mulheres mais ao longe podia ser vista preocupada com a luta que acontecia, elas trajavam poucas roupas e tinham um corpo bem volumoso nas partes mais atraentes. Finalmente o Viking estava no lugar em que queria.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. EmptySex 22 Dez 2017, 06:50

- Você nunca mais entrará aqui! - Era a resposta que Siegfried ouvia do barman enquanto ele saia do local, com um semblante satisfeito e vitorioso. Afinal, havia conseguido incomodar mais ainda pessoas com sua presença, e agora também sabia de um local que provavelmente seria muito mais a sua cara, diferente daquela bostinha de bar, se é que podemos chamar aquele local assim.

Enquanto se distanciava, o Frey levantava a mão em que estava sua garrafa e liberava um dos dedos que estava fechado em torno do recipiente, o do meio, mostrando-o para o local, como se dissesse "caguei para esse lugar".

Rumando o sul da ilha, o bárbaro seguia com um quase sorriso no rosto e um certo sentimento de sucesso, carregando seu martelo na mão direita, apoiando-o em seus ombros. Por uns instantes até sentia o certo efeito do rum: uma leve tontura, que passava logo que balançava sua cabeça para os lados. - Nem vem com essa, corpo de merda. Eu já bebi muito mais antes e você sempre aguentou. Não é algumas goladas de rum que vão fazer você já sentir "o efeito". - Dizia consigo mesmo, franzindo levemente a sobrancelha, como que dando uma ordem para o corpo ficar bem.

Em seu caminho até via uma estação Apple, e se lembrava por um instante de seu tio falando sobre esse lugar: uma estação de maquinas que navegam, mas que ao invés de navegarem no mar, navegam no céu. Ele sonhava com a destruição que poderia causar com um "barco voador" daqueles. Todos o temeriam! Nem mesmo a porra da Marinha conseguiria pegá-lo! Mas isso são planos para outra aventura, talvez.

De toda forma, seguia caminhando, sentindo o frio se intensificar mais e se fazer ser sentido mais ainda com um vento que passava pelo corpo de Siegfried lhe dando um certo calafrio. De novo, se lembrava das histórias que seu tio lhe contava de ataques que os Freys haviam feito em Micqueot Island, e de como sempre tinham que dar um jeito de lidar com o frio que fazia naquela ilha: Ou ateavam fogo em alguma coisa, ou bebiam muito. Na verdade, muitas vezes eles faziam um, e depois faziam o outro.

Podemos dizer que hoje, especialmente, Siegfried estava nostálgico, afinal, fazia pouco tempo que seu tio havia se entregado e sido executado, e a voz dele ecoava ainda na mente do bárbaro, que por uns instantes até se distraia não notando ter chego em frente ao local que possivelmente seria o bar que lhe haviam informado. Na verdade, o tumulto que vinha de dentro do estabelecimento chamava muito sua atenção, a ponto de fazê-lo deixar por um instantes seus pensamentos e se focar no lugar. Seus olhos por um instante brilhava, e ele apertava seu martelo com a ansiedade de uma criança em frente a entrada de um parque de diversões.

Isso é, até que um indivíduo era lançado para fora do bar, o que fazia o Frey até recuar minimamente por um instante. O homem forte, com uma garrafa meio vazia ou meio cheia em mãos, começava a se levantar, quando outra figura surgia. E a primeira coisa que Siegfried notou neste foi machado em suas mãos, provavelmente se tratando de um bárbaro. - Você está pedindo para morrer, humano desprezível! - Dizia o ser, dando uma estrondosa gargalhada. Foi neste momento então que nosso herói(?) reparou naquele indivíduo: um grande tritão, com poucas roupas mas fortes músculos, azulado, de boca grande e dentes muito afiados. Uller ouvia os gritos para a luta, mas simplesmente estava tão focado naquela situação que só tinha em seus pensamentos aqueles dois, ou melhor, aquele tritão.

AQUELE SIM ERA UM LUGAR DIGNO! E UM OPONENTE DIGNO! Neste momento Siegfried só agradecia aos deuses em seus pensamentos por ter colocado ele em um lugar tão maravilhoso, em uma oportunidade tão maravilhosa. Só havia um único empecilho para que ele tivesse uma verdadeira batalha emocionante e divertida com o homem peixe: ele já estava em uma outra batalha.

Foda-se, na verdade. - MORRE, DISGRAÇA! - Siegfried a este ponto já teria guardado consigo a garrafa de rum, segurando seu martelo com ambas as mãos, uma no começo do cabo, e outra agarrando a cabeça da arma. E desceria o martelo com toda força que tinha sobre a cabeça do homem, aplicando mais força ao empurrar a cabeça do martelo com a mão direita, tentando aproveitar o momento de distração por estar concentrado na batalha com o tritão para pegá-lo desprevenido, de forma que ele não tivesse tempo de reação. O grito anunciando a técnica viria no exato momento que fosse acertar.

Independente de conseguir derrubar o homem ou não, logo em seguida levantaria seu martelo novamente, desta vez segurando com ambas as mãos, descendo-o contra ele novamente. E de novo, ergueria seu martelo, descendo sobre o homem, de maneira brutal, tentando combar a técnica e os movimentos de surpresa. Mas se em algum momento houvesse alguma possibilidade de reação e Siegfried visse que poderia ser atacado, tentaria saltar para trás para fugir da trajetória do golpe e então prosseguir com seus golpes descendentes mirando a cabeça do adversário. Tendo atacado o homem, pisaria então nele, se ele estivesse no chão, de preferência em sua cabeça, tomando a garrafa em suas mãos para si, caso ela não estivesse quebrada, guardando-a consigo, para então encarar com toda profundidade que conseguisse o homem-peixe, deixando escapar em suas feições um leve sorriso de canto de rosto.

- EI TRITÃO PARRUDO! - Seguraria o martelo em frente a seu corpo, como que se preparando para uma batalha. - EU SOU SIEGFRIED ULLER FREY, E ESTOU TE LIVRANDO DESTA LUTA FÁCIL PARA LHE PROPOR UM DESAFIO MAIS INTERESSANTE! - E então o sorriso se intensificaria em seu rosto, formando um semblante determinado, com as sobrancelhas um pouco abaixadas. - UMA BATALHA DE BÁRBAROS DE VERDADE. VALENDO UMA GARRAFA DE BEBIDA DO PERDEDOR PARA O VENCEDOR. O PRIMEIRO QUE CAIR, PERDE. TOPA? HAHAHAHAHA - Gritaria e riria alto o suficiente para que as pessoas dentro do bar também ouvissem. Até que enfim, talvez, Siegfried talvez conseguisse a diversão que almejava.
Técnica:
 

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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. EmptyDom 24 Dez 2017, 00:58


Siegfried Uller Frey


Siegfried estava no lugar em que mais queria estar, ele já podia sentir a adrenalina entrando em seu sangue antes mesmo de dar uma segunda respirada ou um segundo pensamento e já estava querendo entrar com tudo naquela luta qual não tinha seu nome mencionado no meio. Com o sangue em seus olhos ele partiu para cima com o seu martelo em mãos e aplicando um golpe de forma meio diferente das que costumavam usar, apoiando a sua força na cabeça do martelo e com a outra mão no cabo. - MORRE, DISGRAÇA! - O martelo vinha caindo na cabeça do homem só que este era impedido pelo tritão que empurrava o bêbado com o seu corpo e salvando a vida do mesmo, para infortúnio do bárbaro, o peixe não parecia querer dividir. - Seu PEDAÇO de CACA! Essa PRESA é minha! - O tubarão dava grandes ênfases em algumas das palavras que saiam de sua boca e no mesmo instante passava o seu machado contra a barriga do viking abrindo um corte no mesmo lugar que a sua lâmina passava.

O bêbado aproveitava da chance para acertar um golpe em formato de marreta na cabeça do tritão, mas o golpe não tinha muita força com o tamanho dele sendo menor e o álcool que havia enfraquecido os seus reflexos e deixado seus movimentos mais lentos, o tritão no exato momento girava com seu machado afastando o Frey e acertando o homem um pouco abaixo da costela, o mesmo caia sobre o chão atrás e o homem-peixe já puxava seu machado para dar mais um golpe. - Humanos sempre estão deixando uma pegada onde não é chamado, é por isso que são um pedaço de CACA! - O tritão começava a dar uma risada quando via o sangue na lâmina de seu machado, a sua risada histérica tomava conta do silêncio do local e ele estava cada vez mais se divertindo.

O corte havia passado um pouco abaixo do umbigo e não havia sido profundo provocando apenas um sangramento superficial, o bárbaro ainda estava determinado naquela luta e começava a gritar berrando e chamando a atenção do tritão que o olhava com diversão e assim que era proposto o desafio para o mesmo ele girava o seu machado aplicando dois cortes ao vento na direção do viking. - Você quer me enfrentar? NÃO SOBRARÁ NEM UM MEMBRO SEU APÓS EU TERMINAR, MUITO MENOS UMA GARGANTA PARA SABOREAR O ÁLCOOL! - Ele dava um passo para trás acertando uma das mãos do homem caído e aplicando todo o seu peso sobre o mesmo, o bêbado não parecia que levantaria tão cedo.

As pessoas continuavam agitando aqui dando gritos e fazendo urros para que a batalha fosse cada vez mais poderosa, aquele lugar era realmente a zona de batalha que Siegfried estava a procura e não parecia que haveriam interrupções tão cedo por todos estarem tão entretidos naquilo e estarem causando apenas machucados a si mesmo. O tritão continuava com o seu machado segurando com as duas mãos o seu cabo esperando alguma ação do homem gordo para poderem começar o embate.


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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. EmptyDom 24 Dez 2017, 01:56


- Você quer me enfrentar? NÃO SOBRARÁ NEM UM MEMBRO SEU APÓS EU TERMINAR, MUITO MENOS UMA GARGANTA PARA SABOREAR O ÁLCOOL! - O tritão gritava, dando um passo que acertava a mão do antigo adversário bêbado caído no chão.

Os gritos prosseguiam e por um momento Siegfried se sentia nos mais altos coliseus da lendária terra de Asgard. A algum tempo não participava de uma batalha, e eu mesmo que estou escrevendo a algum tempo não participava de uma batalha também, então podemos dizer que tanto o Frey quanto eu estávamos totalmente animados para o que se seguiria então.

- É DESSA DIVERSÃO QUE EU ESTOU FALANDO, PORRA! - Siegfried apertava o cabo de sua arma com força, entusiasmo, e um sorriso determinado de alguém que sentia o sangue correndo por seu corpo. Um corte? Foda-se. É do derramar do sangue que é feita uma batalha. - EU ADORARIA MESMO UM SUCHI ACOMPANHANDO O RUM QUE VOCÊ VAI ME PAGAR QUANDO EU ACABAR COM VOCÊ, SEU LIXO.

E Siegfried nem terminaria de falar, já saindo em direção ao homem-peixe, impulsionado por sua aceleração para sair com velocidade máxima em direção a ele, levantando seu martelo. - YAAAAAAAAAAAR! - Gritaria quando estivesse prestes a dar seu golpe. A questão é que Uller não desceria o martelo sobre a cabeça do adversário, como era de se esperar, e é aí que estaria a graça desse movimento: Quando estivesse para dar o último passo antes de supostamente aplicar um golpe descendente com a arma, ao invés dele levar seu pé para frente em um simples passo, ele levantaria a perna e a esticaria em direção ao tritão, se apoiando no outro pé para aplicar um chute impulsionado por seu avanço diretamente no homem peixe.

Tendo acertado, ou tendo o adversário se esquivado ou bloqueado, Siegfried tentaria sequer dar tempo para uma reação, pousando o pé novamente no chão rapidamente e girando em cima do mesmo com seu corpo em direção ao oponente, agora sim descendo o martelo sobre o adversário em um movimento diagonal esmagador contra este. E, se fosse propício, logo após este saltaria em direção ao adversário movimentando seu martelo para o lado, desta vez em um golpe horizontal em arco, esticando seus braços e aplicando sua força bárbara naquele golpe.

A ideia seria mandar golpes diretos impedindo que o oponente tivesse alguma reação, mas desta vez ele também estaria pronto para ser evasivo se fosse necessário. Ele sabia que o adversário tinha uma certa "vantagem cortante", afinal, sua arma bárbara era um machado, que diferente do martelo, poderia muito bem decepar sua cabeça se viesse com a força suficiente. Então, estaria pronto para, caso o oponente, mesmo durante sua sequência de golpes, tentasse atacá-lo, saltar para os lados ou para trás, ou mesmo simplesmente se abaixar se o golpe fosse a baixo da linha do peito, para então dar sequência em seus ataques citados anteriormente de onde houvesse parado, sempre dispondo de sua aceleração para fazer os movimentos da forma mais rápida que pudesse, apesar de seu tamanho. E também estaria pronto para, caso visse que era mais oportuno na situação, ou melhor, caso notasse que a esquiva não seria o suficiente para evitar o golpe, mudar suas movimentações de maneira a bloquear os ataques, movendo seu martelo batendo no próprio machado do tritão, empurrando-o para baixo - aproveitando da abertura dada para dar um passo rápido em direção ao lado do adversário, subindo rapidamente seu martelo em uma tentativa de acertar diretamente no queixo do homem-peixe, mesmo que fosse necessário pular para alcançar - ou para cima - se aproximando também com um passo, mas segurando o martelo na horizontal a cima da cabeça, para se proteger de um possível golpe descendente, de forma a bloqueá-lo com o cabo da arma, aplicando novamente um chute frontal ao levantar sua perna e estica-la em direção ao tritão. Mas, caso percebesse que nem a esquiva, nem a deflexão do golpe com seu martelo, poderiam evitar de ser acertado, usaria de seus braços para proteger seu tronco e pescoço, partes mais importantes e que se fossem atacadas poderiam ser fatais.

Se fosse derrubado, tentaria rapidamente rolar ou se levantar, para sair da trajetória de possíveis golpes, e então dar sequência nos ataques.

Caso, em algum momento, sobrassem movimentos no meio de seus ataques (vulgo Velocidade de Ataque), aproveitaria da deixa para movimentar seu martelo em um movimento diagonal - se o martelo estivesse para baixo, diagonal ascendente; se estivesse para cima, diagonal descente - de forma a acertar o adversário no ponto mais exposto que pudesse identificar com suas habilidades bárbaras e de briga de luta.

Não tendo mais oportunidades de ataque, tentaria rapidamente se distanciar com saltos e passos ligeiros para trás, para então encarar novamente o adversário, independente de ferimentos ou golpes que pudesse ter recebido, e dizer. - ISSO É TUDO QUE VOCÊ TEM, SUA SARDINHA ENLATADA? - Sorriria, de forma provocativa. - PORQUE EU SÓ ESTOU COMEÇANDO. - Diria, inclinando sua cabeça para um lado e depois para o outro, estalando o pescoço.

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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. EmptyTer 26 Dez 2017, 11:50


Siegfried Uller Frey


O lugar em que tanto desejava e o calor da batalha que estava desejando tanto quanto. O tritão olhava com fúria e felicidade por estar compartilhando dos mesmos sentimentos do bárbaro, o grandalhão começava a se correr em direção ao peixe que correspondia em uma velocidade bem menor da aceleração que o homem tinha. O golpe mais padrão era o mais óbvio possível e era isso que diferenciava Siegfried que quando chegava perto o bastante para acerta-lo girava o seu corpo e tentava fazer um chute na direção do tritão que bloqueava colocando as suas duas mãos a frente do seu corpo em formato de "X" segurando o machado com a direita.

A sessão de ataques de Frey não parava por aí e aproveitando-se da pequena distância entre os dois tentava acertar um golpe na horizontal com o seu martelo e em um bom reflexo o homem-peixe colocava o cabo de seu machado contra o de Sieg provocando um duelo de forças. As duas armas tinham seus cabos resistentes e nenhum quebrava o que fazia o tritão empurrar o tritão para trás abrindo a guarda do mesmo por um instante até que ele recompunha com o seu martelo para frente. Tentando aproveitar dessa brecha o peixe pulava em um rodopio com o seu machado tentando acertar um golpe na horizontal ascendente rodado na direção do bárbaro que com velocidade conseguia se esquivar por milímetros deixando apenas fios de seu cabelo para ser cortado pelo homem.

Uller tinha o azar de se encontrar contra a parede assim que se esquivava tendo em suas costas o vidro de uma janela, por pouco não chegava a bater nele, mas o peixe não deixava de partir para cima do mesmo vendo que estava um pouco encurralado e quando tinha a chance tentava decepar a cabeça do homem em um arco na horizontal, o grandalhão se abaixava o máximo que podia para escapar e o golpe atingia o vidro em cheio, os pedaços de cacos caíam sobre a cabeça e costas, mas a grossa roupa protegia dos ferimentos por pouco deixando apenas cortes finos e superficiais em fios de cabelos e em cima de sua clavícula. O tritão se distanciava com pequenos pulos para trás tomando uma distância para poder respirar.

Com a distância já alta e não tendo uma oportunidade para atacar daquela distância até o momento se levantando mais uma, o viking voltava a gritar contra o homem-peixe provocando-o e chamando-o de sardinha enlatada. O mesmo não deixava apenas de rir de forma estranha e sorrir em seguida mostrando de seus dentes afiadíssimos. - HAHAHA! A presa só late,mas quem está sofrendo é você, pedaço de bosta! - Com os pescoços de ambos se movimentando para circular o sangue pelo seus músculos e causar um leve estalo além de jogar o resto dos cacos em seu pescoço ao chão, já estavam prontos para mais uma onda de ataques. A agitação começava a chamar a atenção de mais moradores da região podendo ver alguns que saiam correndo para o interior da cidade, enquanto outras retiravam seus filhos das ruas preocupadas.

Um homem pela janela atrás de Uller gritava com raiva pelo homem ter quebrado a sua janela. - Quem é que vai pagar por isso?! - Atrás dele haviam duas moças belas e o homem não tinha tanto músculos, mas portava um pequeno revólver em direção ao bárbaro.

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MensagemAssunto: Re: BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem.   BEBER, TRANSAR, MATAR, não necessariamente nessa ordem. EmptyTer 26 Dez 2017, 14:57


- HAHAHA! A presa só late, mas quem está sofrendo é você, pedaço de bosta! - O tritão respondia pela provocação de Siegfried dizendo que estava apenas começando. O Frey em resposta a isso só soltava uma curta risada abafada que saia por entre sua expressão marcada por um sorriso de canto de rosto. Ambos os adversários movimentavam seus pescoços para os lados, estalando-os e, com isso, o humano conseguia tirar o resto dos cacos de vidro em sua clavícula.

- Quem é que vai pagar por isso?! - Um homem, atrás da janela quebrada no calor da batalha, surgia acompanhado de duas belas garotas e um revólver apontado em direção ao grande bárbaro. Ele parecia nem um pouco calmo, e isso Siegfried notava na mesma hora que se virava, e em instantes de segundos já tinha uma resposta na ponta da língua.

- SE VOCÊ QUISER CONSIDERAR A POSSIBILIDADE DE ALGUÉM PAGAR, ESPERA A GENTE ACABAR ESSA PORRA! CASO CONTRÁRIO, NÃO VAI SER UMA ARMINHA QUE VAI IMPEDIR DOIS GRANDALHÕES DE ENTRAR NA SUA CASA, QUEBRAR TUDO, MOER CADA OSSO DO SEU CORPO E FODER COM ESSAS VADIAS ATÉ QUE NÃO SOBRE NADA DELAS. - Siegfried diria em resposta, olhando o homem com toda profundidade que ele conseguísse, usando sua intimidação aumentada pelo sangue correndo rápido em suas veias para criar a expressão mais demoníaca e assustadora que conseguísse. E apesar de dizer isso, ele não esperava pagar mesmo, só assustar o morador para depois resolver isso da forma mais bárbara possível, talvez até do jeito que havia dito antes. Aquela interrupção não passava de uma insolência para o bárbaro. - E VOCÊ, SEU RESTO DE ABORTO MARINHO! VOCÊ LUTA SEMPRE QUE NEM UMA LAMPREIA OU HOJE É UMA OCASIÃO ESPECIAL? VEM PRA CIMA, CARALHO. - No fundo Uller não fazia nem ideia do que era uma lampreia, mas essa lhe pareceu uma boa palavra para insultar um tritão.

Tampouco terminaria de dizer isso e logo voltaria a avançar contra o tritão em velocidade máxima, apertando o cabo do martelo como se aquilo fosse uma parte de seu próprio corpo, e não simplesmente uma arma. Tentaria se aproximar o mais rápido que pudesse levantando seu martelo para então descer em um movimento diagonal descendente contra o adversário. E logo depois deste, não parando sua corrida, avançar ainda contra o adversário o acertando com seu próprio corpo em uma espécie de empurrão que viria seguida de de outro golpe, em horizontal, com seu martelo, visando acertar uma das coxas do adversário. Como da outra vez, usaria de sua aceleração e da pouca distância para tentar fazer tudo isso de uma forma combada, o mais rápido possível, tentando evitar possíveis reações do inimigo.

E é claro que faria isso somente se houvesse a oportunidade de continuar em uma sequência rápida pois, se isso fosse quebrado pelo adversário com um bloqueio dos golpes com o martelo, Siegfried forçaria ao máximo sua arma contra o inimigo, aproveitando daquele instante para aplicar um chute baixo contra as pernas do adversário, em uma tentativa de o desestabilizar ou ao menos fazer com que perdesse o equilíbrio, para então aproveitar da brecha que provavelmente se abriria e descer sem martelo sem dó contra a cabeça do tritão, se martelo estivesse voltado para cima no momento, ou aplicar um poderoso golpe ascendente contra o queixo do tritão, dando até um curto salto para intensificar mais ainda a força deste ataque.

E caso fossem necessárias realizar esquivas, tentaria fazê-las sem perder a velocidade, para então prosseguir na sequência de golpes já citada anteriormente. Novamente, para golpes horizontais que fossem pra cima da altura de seu peito, tentaria se abaixar, e para golpes do mesmo tipo abaixo desta altura, tentaria sair para o lado o suficiente para que não estivesse na trajetória do ataque. Em caso de ataques verticais ou diagonais, Siegfried tentaria ou saltar saindo para o lado ou se abaixar também, de igual forma saindo para o lado. E se o adversário tentasse de alguma forma ataques retilíneos, a alternativa para Siegfried seria dar passos para o lado movendo seu tronco para sair da frente do golpe.

Também, se o tritão por algum motivo tentasse mordê-lo com seus dentes afiadíssimos, Siegfried tentaria sair para trás ou para o lado, o que estivesse mais propício, para então aproveitar da brecha aberta por este golpe e acertar uma martelada horizontal precisa na face do homem-peixe.

E como antes, caso viesse ao chão, tentaria rolar e se por de pé o quanto antes, fugindo de possíveis golpes que estivesse também aproveitando dessa situação. De novo também, se visse que as esquivas não seriam o suficiente para que não tomasse os golpes, o Frey tentaria bloquear os avances colocando o cabo ou mesmo a cabeça de seu martelo a frente do ataque, forçando seus músculos bárbaros para absorver ao máximo o impacto e não só, mas também empurrar o ataque na direção contrária da qual ele vinha, em tentativa de fazer o adversário abrir sua guarda. E se não conseguísse usar o martelo, em último caso, levaria seus braços e/ou levantaria suas pernas para também bloquear, visando sempre proteger seu tronco e pescoço, partes mais essenciais. Inclusive, se percebesse que seus golpes estariam abrindo uma oportunidade muito grande para que o adversário o atacasse em um aberta de sua guarda, alternaria eles para outros golpes mais fechados, diagonais, visando não deixar sua guarda aberta. E se mesmo assim sua guarda acabasse aberta, e nem as esquivas nem os bloqueios citados anteriormente fossem o suficiente para fugir da trajetória de ataques, Siegfried tentaria se jogar para o chão, caso fosse propício, e então atacar as pernas do adversário com um golpe horizontal visando fazê-lo perder seu equilíbrio, e sempre tomando cuidado para não receber ataques no chão, como já citado, e se preparando para levantar.

E é claro que tomaria cuidado também com o homem de antes que, apesar da tentativa de intimidação, poderia tentar atirar contra ele em qualquer momento e, neste caso, tendo Siegfried visto ou mesmo ouvido o barulho da arma atirando, usaria de sua reação rápida por conta da soma de seu intelecto superior(genialidade) e aceleração para saltar para os lados quantas vezes fosse necessário, e inclusive torcer para que os tiros pudessem acertar também seu adversário e lhe dar vantagem na batalha.

Também estaria pronto para caso visse que o adversário estava o combando, realizando ataques em sequência para abrir a guarda de Siegfried em outro ponto e possibilitar ataques mais propícios de serem acertados, cuspir na face do tritão. Isso mesmo, cuspir, tentando acertar seus olhos principalmente, para que este ficasse talvez confuso ou sem ter noção do que fazer, e então o Uller usar das oportunidades para seguir com seus golpes, caso ainda tivesse algum preparado.

E tomaria cuidado também para não ficar encurralado e, se visse que estaria próximo de ficar assim novamente, tentaria sair para o lado e contornar o máximo o adversário, sem parar suas outras ações, aproveitando-se de sua aceleração para fazer isso, e sair dessa situação complicada. Inclusive, se fosse possível, tentaria contornar o tritão o suficiente para reverter isso e colocar ele como o encurralado, aproveitando-se então para continuar sua sequência de golpes.

Havendo ainda possibilidade e velocidade para realizar outros ataques não antes preparados, Siegfried tentaria aplicar golpes horizontais esticando seus braços em movimentos em arco, da direita pra esquerda e da esquerda pra direita, avançando sempre contra o adversário o quanto fosse possível, a menos que o adversário abrisse uma brecha em outra parte, a qual seria o foco dos ataques horizontais.

Não tendo mais possibilidades de ataque, Siegfried tentaria se distanciar rapidamente, visando não ficar nem próximo de obstáculos como antes, nem tão próximo do adversário, e sequer próximo de algo que o oferecesse algum aparente risco. - E AI, SEU PORRA? AHAHAHAHA - Gritaria, com deboche.

Mas caso conseguísse derrotar o adversário, Siegfried pisaria então no abdome dele, encarando-o com um sorriso. - EU ACHO QUE O PEIXINHO ME DEVE UMA BEBIDA HAHAHAHA - E então poderia até ajudá-lo a se levantar, mas tomando cuidado ainda para caso ele resolvesse atacá-lo depois disso, estando sempre pronto.

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