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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Uma Nova Vida

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MensagemAssunto: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptySab 16 Dez 2017, 02:34

Relembrando a primeira mensagem :

Uma Nova Vida

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Lucius. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptyQui 04 Jan 2018, 02:33


Uma Nova Vida
Do Céu ao Inferno.
As coisas que estavam por vir incendiavam minha cabeça com muita expectativa. Enquanto ficava deitado em minha cama imaginava como poderia redimir de toda aquela realidade que tinha renegado outrora. Imaginava que talvez tudo aquilo pudesse ter sido traçado pelo destino a priori. Toda a situação de abandonar meus objetivos e fugir fizeram que chegasse nesse dia, preso com um homem do exército revolucionário. Não apenas um homem, mas um major do mesmo. Um velho que aparentava ser um grande homem, através dele via a realidade de poder tentar mudar o mundo. Nessa linha de pensamentos caia no sono, que era interrompido abruptamente. - Acordem seus vagabundos! Dizia um guarda ao bater o cabo da sua espada na cela realizando um barulho chato. Não pestanejava em ficar ali, assim tomava minha posição e descia da minha cama que ficava acima da de Marco. Naquela hora iríamos para o refeitório. Assim seguia para o lugar para realizar a refeição tranquilamente. No refeitório tudo seguia nas normalidades, nada estava preparado para aquele ocasião. Tomava minha refeição calmamente e após isso voltávamos para nossas celas. A ocasião inesperada estava iminente. Enquanto ficava na cela começava a pensar no que poderia ocorrer para sairmos rapidamente, várias possibilidades pairavam pela minha cabeça naquele momento. O guarda de anteriormente viera nos buscar de novo, assim apenas seguia o protocolo e saia calmamente. - Está na hora, faça o que combinamos. Era surpreendido com essas palavras de Marco. As palavras que ele tinha falado eram para o guarda?! Ele tinha falo em alto som e o guarda certamente tinha ouvido... Ficava um pouco surpreso com as conexões que Marco tinha, mas não era de se espantar vide suas movimentações anteriormente. Nisso pouco ligava, estava apenas focado no que viria. Logo que chegávamos ao pátio ficava como sempre colado em Marco. Ficava ali esperando qualquer coisa acontecer, nisso deixava-me sentir um pouco ansioso. Eis que gritos ouvidos por todos ali marcavam o início de tudo.

Uma explosão fazia com que a porta de aço que dava acesso ao pátio fosse destruída. Nisso dezenas de homens encapados entravam no pátio. Eram os revolucionários... Meu sangue esquentava e mais que antes ficava ao lado de Marco para confirmar tudo o que estava pensando. A invasão resultava numa zona. Havia batalhas entre vários grupos. Os encapuzados batiam nos guardas, esses revidavam, os presos não ficavam para trás e aproveitavam a situação para poderem se rebelar. No meio disso era visto um homem grande e gordo de características peculiares. Ele vinha com tudo, carregava um machado e com isso logo chegava a frente de mim e Marco. - Marco, como é bom te ver, velho amigo! O homem grande se expressava de forma um pouco alterada. Nisso abraçava o velho que estava ao meu lado. - Ah, e tome aqui sua katana. Quero meu pagamento depois, hein. O homem dava para mim uma katana, assim a recebia e ficava olhado para ela. Aparentemente aquele seria a pessoa com que Marco estava se comunicando pelo Den Den Mushi. Não falhasse a memoria, seu nome era Niels. - Então, qual é o plano, Marco? Perguntava ao suposto superior de todos ali. - É o seguin... Me surpreendia, ficava um pouco em choque. Isso porque logo que Marco começava a dar suas ordens uma bala o acertava no meio da testa. Não tinha qualquer chance de o mesmo estar vivo. Ficava triste por aquela situação, me perdia um pouco e só podia ouvir as indignações do grandalhão. - MARCOOOOO!!! ... - Malditos guardas. Eu vou trucidá-los!!! Vamos todos!! A situação era desesperadora. Todos os meus planos tinham sido jogados por água abaixo. Através de Marco via a mudança da minha realidade. Tinha tomado certo sentimento por aquele velho, apesar de só passar algumas dezenas de horas com o mesmo. Certamente não sofrera tanto quanto aqueles homens que marchavam com espírito de vingança encima dos guardas. Nisso via que todo o planejado poderia dar errado.

A morte de Marco fazia com que tudo perdesse o controle. Por mais que também fosse atingido, não poderia ficar ali lamentando o que já estava concretizado. Na verdade podia ver que aquilo tudo poderia dar extremamente errado. Era a hora para partirmos dali e quem sabe dar um funeral para o velho. Todos ali estavam com a cabeça quente, no lugar deles até poderia estar assim. Entretanto, não poderia me deixar ao luxo de pensar assim, tinha agora a oportunidade que tanto estava esperando, sabia que não poderia deixar ela se esvair. Nisso tomava minha katana com a mão direita em guarda e partia em direção ao homem grande. Caso alguém que não fosse do exército revolucionário entrasse em meu raio, buscaria o atacar com minha katana com sequências de golpes de katana buscando acertar seus tórax e rostos alternadamente. Assim caso fosse atacado fisicamente buscaria recuar se possível, senão bloquear com minha arma ou um dos membros. No cenário de um atirador focasse em mim, buscaria ficar em zig zag e procurar aproximação para tentar finalizá-lo. Caso não conseguisse, buscaria proteção em algo próximo, até mesmo um corpo. Caso chegasse perto de Niels gritaria. - Niels!! Vamos partir!! Não se deixe perder pela vingança. Se ficarmos aqui todo morreremos e Marco sequer irá ter um velório. Você quer que ele seja exposto por esses malditos? Eles irão pendurar o corpo dele pelas ruas!! Vamos voltar, pegar seu corpo e enterra-lo diante dos seus companheiros. Já estou a partir com seu corpo. Situações extremas pediam ações extremas. Naquelas palavras buscaria tentar a mudança de atos do grandalhão. Sabia que ficar ali só levaria a morte de todos. Assim caso não conseguisse mudar a ação dele, buscaria voltar e apanhar o corpo de Marco o deixando acima do ombro esquerdo, enquanto o braço direita ficava com a katana. - Estou partindo com o corpo de Marco, morram em vão! Nisso tentaria fugir dali. Caso alguém tentasse me impedir as minhas ações antes dessa, realizaria os mesmos movimentos de quando buscaria chegar a Niels. Caso conseguisse pegar a Marco e alguém me atacasse, tentaria me defender com a katana. Se ficasse muito restringido pelo peso, largaria o corpo ao chão e usaria minhas táticas de anteriormente.
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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptySab 06 Jan 2018, 03:09



Lucius

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Depois da morte do velho Major, as coisas começaram a desandar, pois a grande massa de revolucionários partiu para cima dos guardas, e estes intimidados pela quantidade concentrada que vinha pra cima, pegaram suas armas e começaram a atirar, mas poucos de fato acertaram algum dos homens do exército, e os que acertaram não foram fatais, a maioria dos disparos acertaram os presos  que nada tinham com isso, já outros se perderam no caminho, sem trajeto definido, mas dois foram em direção a um dos homens que ali estavam, Lucius, uma das balas fora desviada por sua katana, mas outra que veio logo em seguida, fora rápida demais para a reação do espadachim, que fora acertado no ombro esquerdo.

Quando finalmente ouve o encontro entre o exército e os guardas, uma grande confusão se tornou, membros e cabeças voando, tanto de um lado quanto do outro, mas sem dúvidas, a arma que mais ceifou vidas naquele momento fora Niels, o grande braço direito de Marco era a fúria em pessoa, e não ligava para o que estava em sua frente, somente balançava seu machado, não importando se era aliado ou inimigo, homem ou mulher, velho ou criança, pessoas ou animais, só lhe importava o balanço de seu machado cortando o que tivesse pela frente, até que sua vida se esvaísse ou sua fúria acabasse.

Vendo que não tinha escolha, a única opção de Lucius era escapar da prisão, pois dificilmente o grande Niels deixaria o combate naquele momento, portanto pegou o corpo de Marco com seu braço esquerdo, pois como esse estava ferido, não o usaria para manusear sua katana, e começou a se mover para a saída, por sorte poucos guardas guardavam a saída, por conta da confusão que estava armada ali, mas em contra partida, os que ali estavam eram os mais fortes guardas que haviam naquela prisão. E então Lucius começou a carregar o corpo do Major consigo, enquanto procurava o caminho de saída, algo que não sabia, pois ao entrar não estava consciente.

Vendo que havia alguns prisioneiros tentando escapar, o artista começou a segui-los, mas cerca de 50 metros após ter começado a caminhas, ouviu tiros sendo disparados e corpos caindo, antes de sentir uma ardência em sua bochecha direita, uma indicação que uma bala havia passado de raspão no local. Deixando o corpo do velho Marco no chão, o mesmo viu dois guardas se aproximarem de onde estava parado, o primeiro prendera a arma em suas costas, e de sua cintura puxou um machado de uma mão, o segundo da mesma forma que o primeiro, guardou sua arma nas costas, mas da cintura puxou uma espada ocidental, com um cabo diferente do que era acostumado as pessoas verem, e além disso os dois se vestiam de forma diferente dos outros guardas, mas não se sabia o motivo. Logo de cara, o de armadura falou. - Parado aí, seu vagabundo, não vamos lhe deixar escapar dessa prisão. – Falou para Lucius, lhe mostrando a mão aberta e o braço estendido à frente, como se tivesse a intenção de mostrar que o aspirante a revolucionário não passaria dali.

Legenda:
Guarda Especial 1


Guarda Especial 1:
 

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptyTer 09 Jan 2018, 13:20


Uma Nova Vida
Dificultação.
A situação pós morte de Marco era aterrorizante. Todos os revolucionários ao comando de Niels partiam para cima de todos que estavam ali sem piedade. A principio os guardas realizavam tiros na direção dos invasores, mas nada demais aconteciam com os mesmos. Conseguia ver que também era alvo dos disparos, com minha katana consegui desviar uma das balas, entretanto outro tiro me acertava no ombro esquerdo. A última coisa que queria era estar limitado naquele campo de batalha, qualquer hora poderia precisar de minhas habilidades de batalha por completo, estando limitado além do tempo que não lutava, seria um convite para a morte. Logo os revolucionários colidiam com os guardas e a o caos se reforçava ainda mais. Vários membros e cabeças voavam enquanto sangue era jorrado como se não fosse nada. Mas o que se destacava dali com certeza era Niels, o mesmo com o seu machado ceifava qualquer um que estivesse a sua frente sem qualquer piedade. Parecia que o mesmo estava possuído por algo, que não deixava de ser verídico, estava possuído pela fúria. Olhando para aquilo sabia que Niels não iria me ouvir, pensava que com a chegada de guardas, ao meu ver uma possibilidade plausível, todos ali poderiam chegar a morrer ou ficar presos, não poderia deixar essa oportunidade se esvair. Catava o corpo de Marco que estava ao chão, sangue era visto ao seu redor pelo tiro que tinha tomado. Pouco me importava, colocava o seu corpo acima do meu ombro esquerdo, apesar de me incomodar um pouco, tinha certos objetivos com isso. Na verdade, se conseguisse sair tranquilamente com aquele corpo, seria um grande ás de entrada para qualquer pessoa em um possível encontro com outros revolucionários. Não sendo insensível, eu gostara daquele velho com toda a certeza. Mas sabia que era melhor levar o corpo dele para os revolucionários do que deixá-lo largado em um campo de batalha. O primeiro objetivo daquilo era alertar os revolucionários e faze-los recuar, mas parecia que nada do que pensara iria acontecer. Mas se pudesse levar o corpo do velho em tranquilidade, não ligaria muito com o peso e incomodo. Com isso começava a caçar a saída daquele local, não lembraria de como tinha entrado ali pois estava consciente. Aproveitava que via prisioneiros fugindo e os seguia pelo caminho que os mesmos tomavam. Tudo estava sendo como pensava até ouvir barulho de disparos. Vários corpos caiam no chão e em mim sentia uma ardência na minha bochecha direita, havia sido acertado de raspão. Deixava o corpo do velho cair ao chão, precisava estar mais móvel que com o peso, nisso via a chegada de dois elementos. Suas vestimentas diferiam entre si e entre qualquer um que estivesse na prisão. Eles guardavam duas armas e sacavam respectivamente um machado e uma espada ocidental. - Parado aí, seu vagabundo, não vamos lhe deixar escapar dessa prisão. Comunicava-se um dos homens comigo com a mão estendida e aberta para mim, confirmando provavelmente serem guardas da prisão.

Com um ferimento no ombro e contra dois guardas que pareciam ser diferentes dos outros, estava em clara desvantagem. Numa rápida análise via que estava em muito inferioridade. A princípio os guardas pareciam ser fortes e estavam em maior quantidade que a mim. Pelo menos se fosse apenas um seria mais tranquilo, mas não era o caso. Nada parecia vir da minha cabeça a não ser a conclusão daquilo ser a minha morte. Mas não poderia me desesperar com aquilo, pensava que podia fazer alguma coisa. - Oh caros amigos. Que sorte a minha encontrá-los, por que não deixar um peixe pequeno como eu ir embora e cuidar de todo o problema em si... Dizia com um rosto um pouco sorridente, levantava minha katana em guarda, meu pé direito a frente do esquerdo. Sabia que aquilo não daria em nada, em pensamentos concluía que tinha que sair daquela batalha rapidamente. Ir para frente seria bom caso chegasse a floresta, mas com os mesmos a frente poderia ser complicado. Voltar a prisão poderia ser bom, pensava que se conseguisse ajuda dos revolucionários, nem que fosse para atrasá-los, seria uma grande vantagem. Nisso concluía que iria voltar. Na minha cabeça tomava o plano em quase sua totalidade. Aos poucos procuraria dar passos para trás. Em momento algum tomaria o ataque, apenas a defesa e contra ataque. Tentaria procurar aberturas nos ataque para realizar meus golpes em rapidez. Em hipótese deles sacarem as armas de fogo novamente, buscaria rapidamente seus pescoços com minha katana. Caso os dois tentassem me cercar, buscaria andar para trás e para o lado sempre tentando retornar o possível cerco, sabia que se fosse atacado em conjunto seria muito complicado. Caso isso se realizasse, daria um pulo para trás, um mortal para ser mais exato tentando ir para trás e logo se levantar em guarda. Em caso de ataques duplos tomaria isso como estratégia enquanto buscaria recuar a prisão. Em ataques únicos poderia contra atacar. Em ataques acima do peito, buscaria me agachar e atacar com a katana na parte do peito com um rápido ataque. Ataques abaixo com o machado, não poderia tentar defender. A única coisa que tentaria era rolamentos para sair do raio de ataque e/ou sair do ataque. Com o outro poderia tentar defender com minha katana e/ou desviar, caso desviasse tentaria acertar um pouco livre em seu corpo com minha katana. Nisso meu objetivo era chegar perto da batalha, assim caso aparecesse uma oportunidade e conseguisse me misturar, iria combater os outros guardas. Enquanto fosse recuar, caso ocorresse isso, ficaria atento as minhas costas enquanto não deixaria totalmente minhas costas para trás, minha katana buscaria ficar para trás para uma defesa de eventuais disparos. Além disso não procuraria uma linearidade na minha corrida para não ser um fácil alvo.

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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptyQua 10 Jan 2018, 18:15



Lucius

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A situação não era nada favorável a Lucius, o ferimento que a pouco conseguira podia lhe atrapalhar na luta que viria pela frente, além do fato de estar em desvantagem, contra dois guardas, que se distinguiam do resto da guarda penitenciária, sua primeira tentativa fora através da fala, não custava nada tentar. - Oh caros amigos. Que sorte a minha encontrá-los, por que não deixar um peixe pequeno como eu ir embora e cuidar de todo o problema em si... – Assim que o espadachim terminou sua fala, o homem que se mantinha atrás, encostado na parede do lado direito, deu-lhe um sorriso zombeteiro. - Isso é tão ridículo, que nem acredito que você foi capaz de pensar em algo como isso. – Debochou o homem, e o que se mantinha a frente, com a armadura, não mudou em nada sua expressão, mas voltou a se pronunciar. - Ninguém escapará desse lugar, suas palavras diabólicas não terão efeito sobre esse servo de Deus. – Disse demonstrando gratuitamente sua religião, e seu parceiro voltou a falar. - Não me venha com essa merda de religião seu idiota, só segure esse merda, que está tudo bem. – E virando-se, o homem da armadura retirou seu machado da “bainha” deste e avançou para o artista falando durante a corrida. - Eu, Emanuel, não lhe deixarei passar deste ponto, sinta o frio da morte apossando seu corpo. – Gritou o homem correndo com bastante velocidade.

O homem surpreendentemente saltou na direção de Lucius, que surpreso, não teve reação, mas antes que fosse acertado, um homem, que não sabia de onde surgira, parou o movimento de Emanuel, saltando na direção deste e dando-lhe um chute em sua barriga. - Vá lutar com o outro, deixe que eu cuido deste. – Disse o recém-chegado, enquanto o guarda de armadura caía de costas no chão, sua reação não fora rápida o suficiente para evitar que o chute do homem lhe acertasse. Sem prestar atenção em mais nada, Lucius se voltou para o outro homem, que irritado com a intromissão, logo se moveu da parede onde estava encostado, e com o semblante fechado, começou a andar na direção deste, e aos poucos foi acelerando seu movimento, até começar a correr.

Poucos segundos após começar sua corrida, este aumentou novamente sua velocidade, e com um “dash”, alcançou o espadachim e fez um corte diagonal da direita para a esquerda, mais rápido do que deveria, pois pela aparência a espada ocidental deveria ser muito pesada. Lucius tentou bloquear o movimento de seu adversário, mas somando a velocidade do golpe mais o peso da espada, falhou miseravelmente, pois, quando sua katana entrou em contato com a arma do outro homem, a lâmina do artista em menos de um segundo foi parar no chão junto da espada do guarda, abrindo sua guarda. Não desperdiçando a oportunidade, o homem fez um golpe no sentido contrário do que havia feito anteriormente, e sem nada para bloquear, o rapaz teve seu tronco cortado do lado direito da cintura até seu músculo peitoral do lado esquerdo, pois o salto para trás que deveria dar, saiu atrasado, mas o fez, para sua sorte, já que com isso, o corte foi feito superficialmente, quem sabe o que teria acontecido se não tivesse feito o movimento?

Sem dar brecha alguma para Lucius, o outro guarda voltou a atacar, com um corte vertical de cima para baixo, sabendo o quão pesado o golpe anterior fora para si, dessa vez o espadachim rolou para o lado direito, rapidamente levantando em seguida, fazendo com que a pesada espada ocidental batesse em seu lado esquerdo sem causar-lhe ferimento algum. Vendo que seu adversário estava desprotegido, Lucius tentou-lhe acertar uma estocada em seu peito, mas o golpe saiu mais lento do que deveria, dando tempo do homem se esquivar parcialmente, girando o corpo para o lado direito, e sua katana o acertou superficialmente no abdome, em contrapartida, o guarda aproveitou sua guarda aberta, e com o punho da espada acertou sua costela esquerda, causando um profundo estalo no local, tanto que foi possível ao guarda escutá-lo, indicando uma possível fratura no local, e ao final do golpe o guarda olhou-o com superioridade. - É só isso que tem? – Perguntou para Lucius, sorrindo arrogantemente para este.

Mediante a atual situação, Lucius não tinha outra opção a não ser lutar com o homem, pois a sua frente o guarda não identificado lhe bloqueava o caminha, e logo mais atrás havia Emanuel, que lutava com o homem desconhecido, mas como sua luta estava sendo bastante difícil, não tivera tempo algum para que pudesse ter conhecimento do que acontecia nesta.

Legenda:
Lucius
Guarda
Emanuel
Homem Desconhecido


Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptyQua 17 Jan 2018, 00:29


Uma Nova Vida
Apostando.
De fato o encontro com aqueles dois guardas não era algo que passava pela minha cabeça. Estava um pouco extasiado demais com o conjunto de fatos que acabara por ocorrer, desde o surgimento e invasão dos revolucionários, até a morte de Marco. Não sentia muita firmeza em poder derrotá-los, logo as palavras eram a arma que davam a dianteira naquela relação. Infelizmente nada de bom vinha daquilo, o homem que estava encostado na parede me devolvia num sorriso de zombaria. - Isso é tão ridículo, que nem acredito que você foi capaz de pensar em algo como isso. Com isso o homem a frente de armadura também tomava sua posição enquanto Lucius apenas os vislumbrava. - Ninguém escapará desse lugar, suas palavras diabólicas não terão efeito sobre esse servo de Deus. Dessas palavras surgia uma discussão aleatória com os dois, mas nada que durasse algum tempo razoável. Nisso não me importava, sabia que tinha que pensar em como sair dali o mais rápido possível, nada vinha em mente. Surpreendentemente o homem a frente tomava seu machado e partia em minha direção. Tal ação me pegava um pouco de surpreso em pensamentos e nisso via que poderia ser acertado e levado a morte. Só que antes que isso pudesse ser concretizado, uma pessoa interceptava o ataque com um chute na barriga do guarda interrompendo seu avanço.  - Vá lutar com o outro, deixe que eu cuido deste. Eram as palavras do recém chegado. O mesmo trajava um quimono recortado em alguns pontos, possuía cabelos loiros e aparentava ser um lutador, não seria necessário nenhum gênio para poder chutar isso. Observava com surpresa o poder de seu golpe, o guarda com a pesada armadura caia no chão sem qualquer chance de revide. Mas como o loiro tinha dito, era hora de lutar contro o outro guarda. Quem era ele pouco importava, inimigo não deveria ser, agora era hora de poder sair daquela situação. Diferente de antes, uma luta um contra um era viável, apesar de estar enferrujado a muito tempo, tinha possibilidade de vencer ao meu entendimento.

O outro guarda ao presenciar a intromissão, saia da sua zona de conforto. Esse agora estava focado na minha pessoa, saia do seu encosto e aos poucos acelerava até partir em corrida em minha direção. Focava ali na sua espada um pouco diferente, contando seus passos preparava-me para defender da sua investida. Em um rápido movimento e inesperado por mim, sua espada fazia um corte diagonal da direita para a esquerda que acabava por derrubar minha guarda com a minha katana de forma miserável, esperava de certa forma um ataque mais lento devido a sua arma e nessa acabava por ser surpreendido. Nisso ficava totalmente aberto a um vindouro ataque, e com certeza viria. O oponente aproveitava a situação que estava e usufruindo da posição de sua espada também, fazia o movimento de retorno com ela sem que nada tivesse para proteção. A finalidade era que meu tronco era cortado do lado direito da cintura até seu músculo peitoral do lado esquerdo. Entretanto quando percebia tal ataque um pouco antes dele chegar com toda força, pulava para trás para tentar sair do seu alcance. O movimento acabava por ser um pouco atrasado, mas apesar de ser atingido, era superficialmente e era salvo de uma provável morte. Nisso o guarda continuava a se mover em minha direção com seus ataques. Aproveitando minha situação o mesmo aplicava um golpe com sua espada de cima para baixo, felizmente conseguia completar um rolamento para o lado e sair do alcance desse ataque. Sabia o poder daquela espada, a força aplicada pela mesma era bastante forte. Assim, logo que saia do alcance com o rolamento, voltava a ficar de pé e via que poderia acertar o homem a sua frente. Com isso buscava dar uma estocada mas era novamente surpreendido. O golpe acabara por ser mais lento que pensava, nisso pegava apenas superficialmente no guarda que contra atacava acertando com o punho de sua espada as minha costelas no lado esquerdo... Um barulho era ouvido, era o som dos ossos sendo atingidos. Sentia realmente dor naquilo, era desconfortável ser golpeado com algo forte em uma costela. - É só isso que tem? Falava o guarda demonstrando superioridade enquanto ensaiava uma cara de dor. Minha parte esquerda estava sendo um total desgraça. Já não bastasse o tiro outrora no ombro, era atingido nas costelas. Além disso não podia esquecer do golpe com a espada que me cortava no tórax, não deixava de sentir isso também enquanto era visto sangue em minhas roupas. Precisava sair daquela situação, de alguma forma tinha que derrotar aquele guarda.

Não posso ficar abusando de movimentos acrobáticos com chance de piorar minha situação física. Tenho que usar ataques rápidos com minha katana e tentar derrotá-lo o quanto antes. Posso tentar pegá-lo de surpresa também... Pensava enquanto era debochado pelo guarda. Assim sabia o que tinha que fazer, ou pelo menos tentar. Minha mão direita que carregava minha katana reforçava a pegada com a arma. - Você vai morrer, seja por mim ou por outro, vocês ratos do governo mundial irão sucumbir perante a justiça verdadeira. Mesmo que eu morra aqui, morrerei convicto dos meus ideais. Nisso buscava o passo esquerdo de forma firme e assim que completasse minha primeira passada, fingiria uma dor mais forte que estava sentido de fato. Faria um rosto de dor enquanto minha mão esquerda pousava às minhas costelas. Isso buscaria fazer em pouquíssimos segundos, partiria em uma fingida marcha forçada em direção ao mesmo mostrando o rosto de dor e tendo a mão acima das costelas. Assim que chegasse em alcance, com minha katana posta em frente, ensaiaria um golpe transversal vindo de cima do lado direito. O braço direito faria um movimento como se fosse de lançamento, mas era apenas o movimento da katana que parecia por ser apenas um simples golpe defensável. Nisso que faria o que pensara. Enquanto o golpe era lançado, meio ao caminho, virava o punho em cento e oitenta graus, de trás para frente enquanto fazia o arco no ar. Nisso se conseguisse, a katana de vez de estar fazendo um movimento curvo ficaria perpendicular ao corpo do guarda. Nessa usaria minha força com os pés plantados e através da minha base buscaria uma rápida cravada em direção ao seu peito esquerdo ou o que quiser que fosse encontrado. O que tinha pensado desde o início era simples. Os golpes do guarda a frente aliado com os anteriores poderiam fazer uma pessoa ficar e situação precária. O fato era que estava sim sentido dor e meus movimentos eram limitados, entretanto abusava disso e fingia estar em situação pior para poder relaxar mais a guarda do oponente. Por isso realizava a cara de dor ao pisar com a perna esquerda, para reiterar isso. As palavras também poderiam se mostrar suicidas, não passavam qualquer coragem quanto a vencer aquela batalha. O golpe por final, parecia simples demais, facilmente bloqueável e nisso que queria surpreender com a transição inesperada e a tentativa de cravada.

Se por acaso o mesmo tentasse me atacar enquanto fizesse o movimento, saltaria levemente para o lado contrário ao golpe e tentaria a cravada deste lado usando minha velocidade máxima possível. Caso não conseguisse ser mais rápido, buscaria me agachar e tentar outra vez uma estocada na sua barriga, acertando isso, puxava a katana para passear em seu corpo. Caso tudo que tinha planejado desse certo e acertasse o peito, apenas empurraria a katana em sua totalidade para matá-lo caso nada atrapalhasse. Não acertando o peito mas acertando outro lugar, usaria o formato da katana e buscaria cortar em direção ao peito a partir do local perfurado, assim fazendo a correção do movimento no corpo do oponente magoando o local atingido. Na hipótese do golpe ser desviado, movimentaria em frente e buscaria um golpe horizontal na altura do pescoço a partir da esquerda, fazendo um movimento contrário ao normal ao balançar o braço como de costume. Nisso tentaria acertar com um chute de cima para baixo, com a sola do pé, nos joelhos do oponente quase que em paralelo. Caso acertasse partiria para uma estocada em alvo o meio dos seus peitos. Em sinal do mesmo usar seus membros inferiores para um golpe, tentaria bloqueá-los indo de encontro com um membro inferior do mesmo lado enquanto buscaria completar meus movimentos. Caso nada desse efeito, ficaria em base com minha katana esperando seus ataques. Em ataque com sua espada, movimentos longos usaria minha katana com ataques para retardar a vinda enquanto buscaria aproximar-se do mesmo, saindo do alvo e buscando fincar minha katana em seu tórax. Caso o mesmo tentasse estocadas, daria passos para trás caso fosse percebido com antecedência, caso não, usaria minha katana para tentar mudar o curso da mesma para o lado contrário que tentaria levemente saltar. Em relação a morte do guarda, apenas viraria o olhar para o outro combate para analisar.

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptyQua 17 Jan 2018, 22:57



Lucius

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Analisando sua própria situação, Lucius viu que estava em desvantagem, já que seus ferimentos lhe atrapalhavam em fazer uma movimentação mais ousada, tinha de derrotar o homem que impedia sua fuga rapidamente, para não se prejudicar ainda mais. Tendo em mento o que deveria fazer, resolveu usar a fala para se beneficiar. - Você vai morrer, seja por mim ou por outro, vocês ratos do governo mundial irão sucumbir perante a justiça verdadeira. Mesmo que eu morra aqui, morrerei convicto dos meus ideais. – Diante de tal demonstração de seu espírito, o guarda se sentiu intimidado. - Quem é esse homem? E que espírito de liberdade é esse? – Pensou o homem surpreso com tamanha determinação vinda do espadachim à sua frente, mas jamais deixaria que um criminoso soubesse o que se passava em sua mente. - É mais fácil eu morrer por outro, seu estado não é nada bom, você vai morrer aqui e agora! – Exclamou o homem, enquanto via o moreno correr em sua direção, seu rosto estava contorcido de dor, o que deixou o guarda em um dilema, não era comum alguém sair desta forma depois de um discurso tão convincente, e isso o deixou tão atônito, que prejudicou sua concentração, algo fundamental em uma batalha de vida ou morte.

Com uma lenta marcha, Lucius chegou próximo ao guarda e fez seu ataque, que rapidamente foi bloqueado pela espada do guarda, antes que fizesse sua finta. Mas o espadachim logo saltou para a direita e tentou fincar sua katana no peito do guarda, na tentativa de ceifar sua vida, mas não teve resultado, já que o homem trouxe sua própria espada à frente do corpo horizontalmente, causando um choque entre as lâminas, nenhum dos dois cedia espaço ao outro, então o guarda deu curto salto para trás e fez um golpe vertical de cima para baixo, mas fora recepcionado com um golpe horizontal de Lucius, causando um novo choque entre as lâminas.

Aproveitando o momento, o aspirante a revolucionário tentou acertar um chute no joelho esquerdo de seu adversário, mas como não era seu estilo de combate natural, se desequilibrou, e assim a katana em suas mãos fraquejou, dando a oportunidade do guarda realizar uma estocada, o que este logo o fez, mas somente acertou o ombro esquerdo de Lucius, trespassando o ombro deste, que já estava ferido por um disparo. - Agora melhorou, mas ainda está longe de me vencer, e não prosseguirá enquanto não me vencer. – Disse o guarda, olhando seriamente para Lucius, esperando o próximo movimento deste, bastante ofegante, assim como o espadachim, já que o combate de vida ou morte estava bastante intenso entre ambos.

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptyDom 21 Jan 2018, 12:16


Uma Nova Vida
Lutando.
Aparentemente as palavras que dirigia ao guarda não surtiam o efeito que tinha desejado ao pronunciá-las, uma reação totalmente despojada por sua parte, que deixasse se levar pela minha situação. Entretanto nem tudo estava perdido, o mesmo acabaria de alguma forma relaxando, nem que fosse por uma mínima parte irrelevante em seu estilo de combate, deveria decair aos meus pensamentos. - É mais fácil eu morrer por outro, seu estado não é nada bom, você vai morrer aqui e agora! As palavras que ele dirigia a mim eram de onde tinha me baseado nos pensamentos pouco tempo atrás. Naquela hora para mim, nada mais importava. Era um jogo de vida ou morte, um movimento errôneo e poderia ter minha vida ceifada como se não fosse nada. Tão casual quanto uma formiga sendo esmagada por uma pessoa aleatoriamente. A morte poderia vir de formas que não se espera, mas ali ficava aparente a grande chance de ir a óbito. Obviamente isso não estava em meus planos, vinha a mente que quase todos querem viver o máximo que conseguisse. Ainda mais depois da chama que o velho Marco acendera em mim nesses dias. Ficava intrigado em quantas vezes acabava por cair em pensamentos pelo aquele velho. Tinha um certo afeto por ele, mas nada que me fizesse cair aos prantos e perdesse minha cabeça no momento se sua morte. Mas percebia que dali para frente, se vivesse, essa pessoa estaria marcada para sempre em minha vida. A pessoa que tinha acendido a fogueira na minha chama de vida, então por mim e ainda mais pelo aquele velho, não poderia aceitar a morte de forma alguma.

Aos poucos marchava em direção ao meu oponente. Em minha cabeça o plano que tinha traçado estava em execução. Logo que chegava em distância de ataque, realizava o movimento com meu braço direito, levantava em forma diagonal minha katana para suceder com a cravada. Para azar o meu, antes que pudesse completar o arco para surpreender meu inimigo, esse com sua espada bloqueava meu oponente. As espadas se colidiam exaltando o som do aço, isso não me fazia parar de qualquer forma, saltava para a direita pra fugir de sua visão e buscava fincar minha katana no seu peito. Num exímio movimento, o guarda defendia meu ataque posicionando sua espada horizontalmente chocando-a com meu ataque. O guarda em sequência saltou para trás e realizou um golpe de cima para baixo com sua espada, logo posicionava minha katana horizontalmente e assim bloqueava seu ataque em minha direção. A batalha era bastante intensa, nenhum lado naquela hora coneguia surpreender o outro. Eu que tinha começado atrás me sentia motivado em poder batalhar de forma acirrada com aquele homem. Mas o caso era que numa batalha de resistência eu tinha tudo para perder. O meu corpo estava carregado de ferimentos daquele dia, sangue estava fluindo para fora de mim e essa não era uma situação muito otimista tendo em vista toda a complicação que estava. Em um pensamento de tentar surpresa, tentava acertar com um chute o joelho do guarda. Infelizmente não era perito em batalha sem que fosse com katanas, em uma série de erros acabava que realizava o movimento em desequilíbrio, isso me causava uma consequência desastrosa. Nesse momento em que estava desprotegido, o guarda realizava uma estocada que atravessa meu ombro esquerdo que já estava ferido. - Ahhh! Deixava soltar da minha boca a dor que sentia com aquilo. - Agora melhorou, mas ainda está longe de me vencer, e não prosseguirá enquanto não me vencer. O guarda novamente em um momento superior, proferia em minha direção tais verdades. Sabia perfeitamente que todas as suas palavras eram verídicas. - Você está certo… Mas não posso deixar essa oportunidade sem que dê totalmente de mim. Assim falava enquanto ofegava e sentia a dor completar o seu corpo. Meus olhos encaravam ao homem, ali já não tinha uma ideia genial ou coisa do tipo, apenas não queria morrer. - Eu não quero morrer, não posso morrer!! Assim marchava com as forças que tinha em frente.

Minha espada tomava frente novamente ao meu corpo, caminhava em direção ao inimigo. Logo que chegasse mais perto, postava meu pé direito a frente para o próximo movimento, parecia estar com a base trocada para o ataque, mas essa era a intenção. Realizava um ataque com a katana, de cima para baixo na diagonal buscando acertar de início seu ombro esquerdo, assim se conseguisse o acerto, levaria a katana até sua cintura passando por seu corpo a lâmina. Assim, caso o guarda bloqueasse, o mais provável, faria o que tinha em mente desde o começo. O fato de estar com a base trocada, o pé direito a frente na hora do ataque, era para que pudesse avançar com o esquerdo e assim infiltrar a base do oponente em condições de ataque. Nisso no momento que minha katana fosse bloqueada, daria um passo largo com meu pé de trás, o esquerdo, em direção ao oponente. Paralelamente voltaria minha katana para minha frente e buscaria dar um estocada no peito do guarda. A ideia era avançar para perto do oponente para que ele não tivesse sua espada para se defender, assim buscaria a estocada. Caso o oponente recuasse a tempo sua espada, agaixaria apenas um pouco e com o pé esquerdo buscaria calçar o seu pé mais próximo para que se concretizado, derrubasse o mesmo. Nisso se fosse certeito, tentaria várias estocadas no seu peito. Se ao me aproximar o mesmo tentasse um golpe com sua mão livre, minha katana iria de encontro a esse braço para buscar cortá-la, e em sequência a estocada. Caso tentasse usar suas pernas, no momento do golpe, atacaria sua perna base para que buscasse sua queda e assim atacaria o mesmo com minha katana com as estocadas. Mesmo assim tudo fosse defendido e ficasse de pé, avançaria ao inimigo, juntaria areia na ponta do pé direito e assim cuidaria para estar em posição de vento favorável ao lançamento. Com isso atiraria do pé areia no rosto do oponente. No momento que fizesse faria um ataque da esquerda para direita horizontalmente buscando acertar seu ombro. Posteriormente atacaria em minha máxima velocidade realizando estocadas em seus peitos para tentar matá-la. Caso a morte do mesmo fosse concretizado, apenas sentaria ali olhando para a outra batalha. Caso não, ficaria em base e cuidaria da defesa do mesmo jeito de como tinha feito nos movimentos minutos atrás.

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptySeg 22 Jan 2018, 17:41



Lucius

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Após receber um grave ferimento, Lucius ofegava enquanto escutava as palavras superiores do guarda, para logo depois dizer ao mesmo. – Você está certo... Mas não posso deixar essa oportunidade sem que dê tudo de mim. – O desespero do espadachim era claro, e seu desejo de não morrer era o que lhe dava forças no momento. – Eu não quero morrer, não posso morrer!! – Falou novamente o mesmo, e depois começou a correr novamente na direção do guarda, que o esperava parado. Lucius correu até chegar perto do guarda, e pôs o pé direito à frente, tentando dar a impressão de que faria um golpe de guarda trocada, mas na realidade fez um golpe diagonal, da esquerda para a direita, mas o guarda não era nada amador, e esperou a execução do golpe para levantar sua espeda e fazer um bloqueio eficiente, parando a movimentação da katana.

Tendo o golpe bloqueado, Lucius deu um passo a frente, trazendo sua katana consigo realizando uma estocada na direção do peito do homem à sua frente. Mas não teve sucesso, já que o homem girou seu corpo para a esquerda, e assim o golpe realizado pelo espadachim passou direto sem acertar seu adversário, que logo segurou sua katana com força, de forma que por mais que fizesse força, Lucius não conseguia mexer sua arma. Com a lâmina presa, o guarda teve o caminho livre para fazer um corte diagonal da direita para a esquerda, cortando o espadachim do ombro esquerdo até a cintura direita, o corte foi bem profundo, e após realiza-lo, o guarda o soltou deixando-o cair de costas no chão. Deitado, Lucius ainda não estava morto, mas aos poucos se esvaindo a escuridão se fechava sobre o aspirante a revolucionário, a última imagem que este pudera captar antes disso fora um homem bastante gordo atacando o guarda que o ferira a pouco.

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptySeg 22 Jan 2018, 22:56


Uma Nova Vida
Derrotado.
Com as forças que tinha estava em disparada em direção ao oponente. Em meu movimento realizava o golpe com a base trocada, como havia pensado, esse golpe era facilmente defendido pelo adversário. Com sua espada o homem bloqueava o golpe em sua direção. Nisso dava um passo a frente para fugir do alcance de sua espada, puxava minha katana que ainda estava por cima e realizava o ato da estocada no oponente. Infelizmente para mim o golpe acertava o vazio, num movimento giratório, o guarda esquivava-se e em sequência segurava com sua mão minha katana. Com a força que colocava na mão, não conseguia de forma alguma mover minha arma. Não sabia se era excesso de força do oponente ou fraqueza minha, naquela hora poderia ser qualquer uma das coisas, mas isso não mudava o fato que estava de guarda exposta. Nisso o homem realizava um golpe diagonal que acertava do meu ombro esquerdo até a cintura do lado oposto. Aí foi que o barraco desabou, nessa que meu barco se perdeu. Estava totalmente derrotado ali, não conseguia raciocinar mais, não tinha forças para fazer qualquer coisa. Droga... Acabei perdendo.. Com esse pensamento desabava ao chão enquanto meus olhos ficavam olhando ao guarda. Caído ficava divagando pelos pensamentos. Acabou que não pude nem derrotar um guarda de uma prisão qualquer.. Que diabos faria contra o sistema... Acho que é melhor mesmo acabar por aqui. Não quero voltar para aquela vida fantasiosa que tinha, acho que é o meu fim. Os meus olhos fechavam-se aos poucos que via o guarda, meio a esse movimento apenas via uma pessoa gorda chegar e atacar o guarda que tinha me derrotado. Mesmo assim nada fazia, nenhuma reação, não conseguia fazer mais nada. Aquilo ficaria apenas na memória daquele momento, caso chegasse a ser salvo, ou mesmo lembra-se do que tinha acabado de acontecer se o primeiro acontecesse.

Meus olhos se abririam alguma hora. Não saberia de certeza onde estaria. Poderia ser pelo meu estado, mas possivelmente porque realmente nunca teria estado no suposto local. - Ahh.. Onde diabos estou? Assim que estivesse com olhos abertos faria a pergunta independente de onde estivesse. Ali só queria saber o que estava se passando. Passaria meus olhos para minhas feridas para ver minha situação, nisso olharia ao redor no ritmo devagar que estava e caso não reconhecesse alguém ali, indagaria. - Quem é(são) você(s)? O que aconteceu? Onde estamos? Em hipótese de reconhecer alguém, como Niels ou o lutador, falaria. - Niels?!(Você...) O que ocorreu no resto do dia? Os revolucionários?! Conseguiram fugir? Como ficou tudo? Nisso apenas queria saber de como tinha sido o desfecho do dia, não esperava que acabasse por ser salvo. Se fosse salvo estaria tudo bem, poderia refletir ali, caso fosse capturado por qualquer força, estaria condenado.


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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 3 EmptyQua 24 Jan 2018, 18:23



Lucius

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Depois de ser acertado por um forte corte do guarda da prisão, Lucius acordou em um lugar que lhe era desconhecido, estava deitado em um colchão de palha, um cobertor cobria seu corpo, que estava bem enfaixado por conta das inúmeras feridas do espadachim, e olhando ao redor podia ver que estava em uma casa tipicamente indígena, feita de palha presas em suportes de madeira. O mesmo se perguntava em voz alta onde estaria, e do lado de fora, um homem entrou, o mesmo era bem alto, um pouco mais alto até do que Lucius, este vestia um a calça e carregava uma lança em suas mãos, seu torso estava nu. – Oh, parece que você acordou. Eu me chamo Ubatã, venha comigo, o grandão pediu para ir até ele quando você acordasse. – Disse o enorme indígena que entrou na “oca”. Lucius imediatamente perguntou a Ubatã algumas dúvidas que tinha em mente. – Quem é você? O que aconteceu? Onde estamos? – O indígena fechou os olhos com calma antes de responder-lhe. – Calma, homem da cidade, vamos até o lugar certo, e depois você terá as respostas para sua pergunta. Mas vá com calma, seu ferimentos foram tratados, mas ainda estão ruins, se fizer mais esforço do que o necessário, os ferimentos se abrirão novamente, e vai demorar ainda mais para se recuperar. – Disse-lhe Ubatã, bastante calmo, um contraste gritante, já que um grande homem como ele, era de se esperar que fosse violento.

Levantando-se, Lucius viu que estava com seu tronco totalmente enfaixado, e seu braço esquerdo estava apoiado em uma tala, para não mexê-lo, depois de ver seu estado, o artista seguiu o indígena pelo caminho que o grandalhão lhe guiava, passaram por um grande gramado, com algumas flores à esquerda, e à frente algumas árvores, Ubatã seguiu em frente, através das árvores. Os dois passaram por tantas árvores, que era impossível de ser contar, até que a as árvores se abriram à frente, revelando uma clareira, onde haviam meia dúzia de galhos ao chão, servindo como assento, e mais a frente, haviam duas cadeiras, feitas de madeira, e nelas estavam sentados dois homens, um era outro indígena, assim como todos os homens sentados nos galhos ao chão, e o outro homem que sentava na cadeira era ninguém menos do que Niels, que se levantou ao ver Lucius saindo das árvores. – Desculpe interromper, mas ele acordou. – Disse Ubatã, deixando claro o que já era óbvio. – Não me diga, Ubatã face palm 2 – Disse o homem, que parecia ter uma posição importante no local, junto de Niels. – Ei como você está? Espero que melhor. – Disse o homeme, deixando claro que a situação de Lucius ao chegar no local não era nada boa. – Ei, cara, venha aqui, precisamos falar com você – Disse Niels, adotando uma postura mais séria no momento.

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