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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Uma Nova Vida

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MensagemAssunto: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptySab 16 Dez 2017, 02:34

Relembrando a primeira mensagem :

Uma Nova Vida

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Lucius. A qual não possui narrador definido.


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DarkLucius
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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptyTer 26 Dez 2017, 01:55


Uma Nova Vida
Surpreendido.
Ao momento que o barman trazia a garrafa de saquê, liberava um sorriso sincero como uma criança ao ganhar um presente. Percorrer todo aquele caminho até essa cidade para tomar bebida era realmente incrível, mas eu o fiz. Virava-me para procurar um lugar para desfrutar a bebida, de preferência com uma linda donzela. Todo esse plano era interrompido pelo barman. - Espere Lucius. Aqui está a garrafa, são 15.000 berries. Voltava meus olhos para o mesmo com a garrafa em mãos ainda com o mesmo sorriso que lhe mostrara pouco tempo atrás. - Hahaha, calmo amigo. Apenas estava olhando ao redor a procura de um bom lugar, hahaha. Tome aqui seu dinheiro. Assim retirava de dentro da minha vestimenta o dinheiro que guardava e entregava-lhe os exatos 15.000 berries. - Muito obrigado, agora vou desfrutá-la, hahaha. Dito isso voltava para minha procura outrora interrompida. Tudo isso era muito difícil pela quantidade de pessoas que estavam ali dentro, realmente lotado. Mas com muito esforço viajava meus olhos a procura de algum lugar disponível, preferivelmente com uma mulher ao lado. Como um bom cavalheiro, iria lhe oferecer uma companhia ilustre, um homem dotado com seus 36 anos de idade que não tinha qualquer perspectiva futura, praticamente um caso perdido na vida. Realmente gostava de me ironizar, era uma das formas que conseguia tirar um sorriso de mim mesmo, era incrivelmente idiota. Felizmente após alguns minutos de procura meio a trancos e barrancos avistava uma mulher sozinha. Como deixaria passar essa oportunidade, se tivesse sorte poderia ter uma noite de prazeres para alegrar um pouco minha vida. Nisso tinha a mais clara certeza que partiria para o ataque, objetivando a donzela sozinha.

Percorria o caminho até o canto do bar onde encontrava-se a mesa da moça. Conseguia alguns esbarrões pela quantidade de pessoas ali mas ignorava tudo aquilo pelo desejo de chegar a donzela sozinha. Logo que conseguia chegar a sua frente perguntava educadamente a mesma. - Olá senhorita, posso acompanhá-la? Recebia dela uma resposta não muito esforçada, mas nada que já não esperasse. - Sinta-se à vontade. Com sua permissão logo acolchoava-me em uma cadeira a sua frente. Levava a garrafa de saquê em minha mão direita a mesa após um rápido gole. Meus olhos batiam na mulher, avistavam toda sua situação que ali estava. Em uma das mãos segurava um jornal, a outra deveria servir-lhe para comer um copo de café e um pão que ali estavam. - Chamo-me Lucius. Será que poderíamos conversar um pouco.. Sabe... Acabei de chegar à cidade apenas para vir aqui. Essa minha vida é realmente desastrosa. Mas torço para um dia tudo mudar... Hahaha Acho que estou sendo precipitado, talvez seja o saquê fazendo-me falar demais... Como chamas? Independente dos objetivos anteriormente traçados com a mulher, realmente aquelas palavras não eram apenas para começar uma conversa, simplesmente jogadas ao ar. Naquele estado de fato soltava as palavras um pouco demais que queria, talvez assustasse a mulher com tudo aquilo jogado a mesa, mas era o que tinha feito e só esperava agora o resultado. No fim das contas apenas queria conversar um pouco, uma mulher então seria uma companhia muito melhor que um bando de homens fedorentos e bêbados que estavam infestados por todo espaço. Apenas uma conversa simples era de fato o fundo de verdade que passava nos pensamentos em minha cabeça.

Após algum tempo apreciado dentro do estabelecimento, chegava a hora de tomar meu rumo. Naquela hora caminhava calmamente a frente do bar que anteriormente estava. No estado que estava, pouco me importava com o tumulto que parecia se tomar pelos arredores. Os meus pensamentos estavam apenas nas futilidades que tinha aproveitado minutos atrás. Nisso tomava um susto na situação que estaria prestes a envolver-se. - Parado aí, seu meliante. Está preso! Sim, alguns guardas me paravam me acusando de meliante para me prender. Não era apenas um guarda e sim vários. O que tinha dado a voz de prisão colocava uma lança em direção ao meu peito. Alguns apontavam armas em minha direção e outros estavam com suas espadas em minhas costas e no meu pescoço, estava em uma situação péssima. Não conseguia imaginar o porque daquilo ali, minha cabeça trabalhava em tentar raciocinar o porque daquilo mas nada vinha como resposta. Começava a pensar que poderia ser um engano talvez. - Não entendo. Estou sendo preso? Eu não cometi absolutamente nada de errado... Vocês devem estar se confundindo não? Acabei de sair desse bar ao lado, pode arranjar diversas testemunhas... Vim aqui apenas para beber e já ia voltar para casa. O que um homem no meu estado poderia fazer? Aliado a minha frieza ali, tentava buscar a solução daquela situação abusando da minha situação no final das palavras. Realmente estava perdido naquilo tudo apesar de não demonstrar isso fisicamente, apenas um rosto de mal entendido misturado com feições de bêbado. Não buscaria complicar as coisas para mim de qualquer jeito, caso minhas palavras nada surtisse apenas deixaria-me ser levado enquanto falava. - Vocês estão cometendo um erro. Sou um morador do vilarejo de Frushin, passo meus dias praticamente em casa, podem verificar. Não fiz nada de errado, como podem prender alguém dessa forma? Como vocês chegaram a mim, um inocente? As únicas coisas que fiz aqui foi beber saquê e acompanhar uma mulher... Podem verificar os fatos, não fiz nada de errado. Carregava em minha voz tons de injustiça que moldava ali apesar de estar falando a verdade. Meu rosto levava uma completa forma de indignação e descrença com aquilo que era apresentado, mas apesar de tudo não tomava qualquer reação física.

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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptyQua 27 Dez 2017, 01:02



Lucius

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Lucius estava surpreendido pelo que estava acontecendo consigo, “Preso? Mas pelo que?”, era o que passava pela mente do homem, que no momento tentava se recordar do que havia acontecido para que estivesse nessa situação.

Flashback


Assim que se sentara na mesa da mulher que comia o pão e bebia o café, Lucius começou a beber seu sakê, algo que a mulher achou estranho por ainda ser manhã, mas como esta não estava a par da rotina do artista, preferia não comentar nada, apenas continuou concentrada em comer, e ler aleatoriamente alguma notícia do jornal que havia em suas mãos. - Chamo-me Lucius. Será que poderíamos conversar um pouco.. Sabe... Acabei de chegar à cidade apenas para vir aqui. Essa minha vida é realmente desastrosa. Mas torço para um dia tudo mudar... Hahaha Acho que estou sendo precipitado, talvez seja o saquê fazendo-me falar demais... Como chamas? -  Disse o homem, sentindo já a felicidade que a bebida lhe proporcionava, deixando a moça sem graça, mas esta ainda sim respondeu-lhe. - Olá, me chamo Mikaela, eu vivo nessa cidade sem graça desde sempre, e daqui a pouco tenho que sair daqui para trabalhar, mas outro dia podemos nos encontrar para conversar novamente. – Disse a moça, se levantando ao final de sua fala. - E espero que sua vida melhore, mas agora preciso ir. – Terminou de dizer Mikaela sorrindo para Lucius.

Depois da saída da moça, o espadachim ainda se manteve no bar por cerca de uns 20 minutos, bebendo solitariamente, enquanto observava de longe o que acontecia no bar, as conversas, os risos e de vez em quando um desentendimento, este que rapidamente era resolvido, já que ali ninguém brigava por causa de um desentendimento de bêbados. E assim, quando ainda restava um pouco mais da metade do conteúdo da bebida, Lucius resolveu sair do bar, até ser surpreendido pelos guardas e acabar na situação que se encontrava no momento.


Fim do Flashback


Então finalmente tendo a certeza do que fez, Lucius decidiu argumentar com os homens que tentavam lhe prender. - Não entendo. Estou sendo preso? Eu não cometi absolutamente nada de errado... Vocês devem estar se confundindo não? Acabei de sair desse bar ao lado, pode arranjar diversas testemunhas... Vim aqui apenas para beber e já ia voltar para casa. O que um homem no meu estado poderia fazer? – Disse o espadachim, apelando para sua situação momentânea para que os guardas pudessem perceber que era inocente, mas não pereceu surtir efeito, pois a carranca destes não se alterara em nada. - Não me interessa o que você tenha para me dizer, não vou cair nessa sua conversa mole, fingindo ser um bêbado qualquer. – Respondeu o guarda que dera a voz de prisão ao homem, que sentindo-se injustiçado tentou mostrar isso através de novas palavras, pois sabia que se fizesse algum movimento, sairia na pior, pois havia uma grande quantidade de guardas apontando-lhe armas, e este não carregava nenhuma consigo. - Vocês estão cometendo um erro. Sou um morador do vilarejo de Frushin, passo meus dias praticamente em casa, podem verificar. Não fiz nada de errado, como podem prender alguém dessa forma? Como vocês chegaram a mim, um inocente? As únicas coisas que fiz aqui foi beber saquê e acompanhar uma mulher... Podem verificar os fatos, não fiz nada de errado. – Tentou argumentar com os guardas, tentando atrair alguma atenção para si e conseguir ser solto através de uma pressão popular, mas nada disso aconteceu, as pessoas passavam por si como se nada estivesse acontecendo, e então o mesmo guarda voltou a falar. - Eu já estou de saco cheio dessa sua falação. Levem-no! – Ordenou este, e imediatamente o homem que se localizava atrás de Lucius puxou uma algema, e prendeu seus punhos cruzando-os, dificultando ainda mais a mobilidade destes, e causando-lhe um enorme desconforto, e assim, o espadachim foi levado para a prisão, mas antes que este pudesse ter qualquer tipo de pensamento, ação ou tentasse falar, um dos guardas, este que Lucius não pôde identificar, deu-lhe uma coronhada na cabeça, e assim o homem sentiu sua visão escurecer enquanto perdia sua consciência.


--------------------------------------------------


Algumas horas depois, Lucius finalmente acordou na prisão, sua cabeça doía como um inferno, latejando fortemente na parte de trás do seu crânio, trazendo-lhe uma dor de cabeça nada agradável. Assim que parou para observar o local em que se encontrava, este pôde observar que estava sentado com os joelhos encostados no peito e suas costas encostadas na parede, sentado em uma cama de pedra, mas perto do teto, pois era um beliche de pedra, e em baixo parecia haver outra pessoa, já que esta acabou se pronunciando. - Oh, finalmente acordou, como se chama? Eu sou Marco Van Basten, estou nessa cadeia tem algum tempo já, é uma surpresa que esteja nessa sela junto comigo. – Riu o homem, que tinha a aparência de um idos, mas Lucius tinha a sensação de que ele era muito mais do que um simples aposentado, ou não estaria naquele local.

Legenda:
Lucius
Mikaela
Guarda
Pensamento Lucius
Marco


Histórico:
 

HP: 44 | 44 SP: 62 | 62 POSTS: 05 POST NARRADOR: 05


Prisão:
 

Marco Van Basten:
 

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptyQua 27 Dez 2017, 02:43


Uma Nova Vida
Injustiça.
Absurdo era a única palavra que vinha a mente para descrever toda essa situação que estava passando. Estava cercado por diversos guardas com suas armas apontadas e encostadas em minha pessoa, o motivo, não sabia. Pareciam que estavam prendendo um grande bandido que assolava toda a cidade ou algo do tipo. Mas esse definitivamente não era o caso, estava ali na cidade apenas para curtir um pouco. Parando pra pensar, minha sorte diária tinha sido uma draga, desde que tinha saído do vilarejo as coisas não vinham sendo maravilhosas. Mas ali estava sendo vítima de um engano terrível, falava com os guardas que me arrodeavam, questionava toda aquela situação. - Não me interessa o que você tenha para me dizer, não vou cair nessa sua conversa mole, fingindo ser um bêbado qualquer. Dizia um dos guardas. Como assim estava fingindo ser um bêbado qualquer? Eu era um, não tinha me movido além do bar que estava agora a pouco, mesmo lá dentro não tinha cometido qualquer irregularidade. Aliás, em minha vida toda buscava não cometer nenhum ilicitude, sempre defendi a justiça que acreditava. Mas olhando para os aplicadores da justiça, só vinha dentro de mim decepção. Não sabia mais o que pensar sobre toda essa realidade deturpada, a situação que me encontrara era apenas algo completamente normal no sistema vigente. Cometer erros é extremamente normal, mas a persistência e o orgulho que se carrega com suas ações era desolador para mim. Não conseguia enxergar nada de justiça naquelas pessoas que me cercavam. Tentava mais uma vez falar com os mesmos, mas nada disso dava em algo. Recebia apenas ignorância do mesmo guarda. - Eu já estou de saco cheio dessa sua falação. Levem-no! Sem terem me explicado qualquer coisa ou dito o porque de tudo me algemavam para me levarem, não conseguia expressar minha indignação com tudo, infelizmente nem conseguiria. Meio aquilo, era surpreendido com uma coronhada a qual não via de onde tinha vindo. Sem poder me defender era atingido e apagava totalmente.

Meus olhos se abriam lentamente. Não reconhecia o local que estava, mas nessa hora não levava muito em consideração. Sentia forte uma dor de cabeça, fazia-me fazer uma careta aleatória de dor na posição que estava. Naquele instante estava encostado na parede em uma beliche de pedra dentro de uma cela de prisão. Era isso que podia notar, tinha sido trazido para uma prisão aparentemente. As últimas memórias que tinha era do repentino golpe que levava, depois disso deveria estar apagado pois não tinha nenhuma lembrança a partir dali. - Oh, finalmente acordou, como se chama? Eu sou Marco Van Basten, estou nessa cadeia tem algum tempo já, é uma surpresa que esteja nessa sela junto comigo. Olhava para baixo e via um homem com idade avançada com seus cabelos grisalhos. Por um momento ficava sem reação para sua fala. - Me chamo Lucius. Por um momento era apenas isso que dirigia ao velho, aliado a minha condição física, também analisava um pouco o homem que acabara de conhecer, de alguma forma sentia que aquele velho não era um simples velhote. Não sabia se era implicância ou não, mas com certeza qualquer pessoa em uma prisão não seria apenas um cidadão comum. Por ora não tinha muito o que fazer a não ser dialogar. Por dentro ainda ardia a repulsa por tudo, mas não havia nada que pudesse fazer ali. - Marco, né... O que fez para parar aqui? Ali só começaria um diálogo saudável com o idoso. Caso o mesmo perguntasse de minha situação responderia. - Fui pego injustamente. Estava voltando para casa e me prenderam sem nem dizer o porque. Não posso ficar nesse lugar, ainda mais não tendo feito absolutamente nada. Estou cansado disso tudo. Eu me distancio dessa realidade mas do nada ela se choca comigo. Tenho pena das pessoas que se sentem protegidas com essas pessoas, mal sabem elas como tudo é na verdade. É frustante ver tudo isso e não fazer nada, mas parece que a realidade me deu um tapa na cara, não posso ficar mais quieto... Inexplicavelmente daria um discurso, talvez o objetivo nem era falar  com o velho, mas sim com a minha própria pessoa, precisava me convencer que deveria mudar.

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptyQua 27 Dez 2017, 22:50



Lucius

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Acordando depois de um bom tempo desacordado, a primeira coisa que Lucius pudera perceber fora a dor de cabeça que sentia, lembrava-se vagamente do momento em que algo atingira a parte traseira de seu crânio com força, e isso resultou na dor incômoda que o mesmo sentia naquele momento, e somado com a indignação que tomava conta de seu ser por ter de estar na prisão quando era inocente, e estas coisas transformaram sua expressão em algo bem apático, dessa forma dificultando o processamento da informação que recebera das palavras de Marco, que viera falar consigo ao lhe ver desperto, mas as palavras que foram ditas pelo homem demoraram a serem compreendidas, e assim que estas foram, Lucius somente lhe respondera com seu próprio nome, ainda bastante desanimado para que pudesse começar uma conversa.

Marco entendia aquele sentimento, pois passara pela mesma coisa que este por alguns dias após sua prisão, mas, pelo menos, o “mais jovem” tinha alguém que o entendia, diferente do idoso, que estivera sozinho em sua cela por algum tempo, até que Lucius chegara mais cedo desmaiado. Mas o que o mais velho não chegou a perceber fora que o artista estava olhando-o pelo canto dos olhos de forma avaliativa, enquanto alguns pensamentos preconceituosos sobre a índole das pessoas que estiveram na prisão passavam por sua mente. E sabendo que Lucius dificilmente voltaria a falar consigo até o dia seguinte, o velho Marco estava indo deitar em sua cama desconfortável para tentar descansar um pouco, quando surpreendentemente, o outro prisioneiro resolveu falar. - Marco, né... O que fez para parar aqui? – Perguntou Lucius, que parecia estar curioso sobre seu companheiro de cela. - Essa é uma pergunta bem interessante meu rapaz. Hahahhahaha – Riu Marco de forma estranha, fazendo com que Lucius na cama acima, ficasse com uma gota de suor atrás de sua cabeça. - Eu mandei uns 10 bandidos 7 palmos abaixo da terra, quando descobri que eles queriam saquear um dos pequenos vilarejos da ilha, sendo neste onde eu morava, até parece que eu ficaria parado vendo um bando de marginais atacando a vila e estuprando mulheres, crianças, adolescentes, idosas, esses doentes não têm limites. E você, o que fez para que acabasse nesse lugar? – Contaria Van Basten, olhando de maneira divertida para Lucius, que acabou falando seu motivo de estar naquela prisão, com os olhos desfocados, como se estivesse em transe.

- Fui pego injustamente. Estava voltando para casa e me prenderam sem nem dizer o porque. Não posso ficar nesse lugar, ainda mais não tendo feito absolutamente nada. Estou cansado disso tudo. Eu me distancio dessa realidade mas do nada ela se choca comigo. Tenho pena das pessoas que se sentem protegidas com essas pessoas, mal sabem elas como tudo é na verdade. É frustante ver tudo isso e não fazer nada, mas parece que a realidade me deu um tapa na cara, não posso ficar mais quieto... – Disse Lucius mais para si do que para o idoso com quem conversava. - Então quer dizer que temos mais um inocente por aqui, hein? Hhahhahhahaa. – Ironizou Marco, tentando tirar sarro do artista, mas esse ainda estava aéreo, mas pôde escutar o que veio a seguir. - Mas me interessei pelo que você disse, já pensou em servir a revolução? – Perguntou Marco para o espadachim, que não teve tempo de responder, apenas pensar, pois um guarda chegou na porta da cela e logo anunciou: - Ei seus bandidos de meia-tigela, andem logo, hora do pátio. – Ordenou o guarda, abrindo a porta da cela e obrigando os dois prisioneiros a sair desta, e depois os levou ao pátio, que era a céu aberto.

O pátio era um espaço bem grande, mas não havia nada que pudesse ser feito além de caminhar, pegar sol e conversar com outros detentos, no momento Lucius só conhecia Marco, mas não sabia se este conhecia algum outro detento, mas o que fazer a seguir antes do tempo de pátio se encerrar caberia a ele decidir o que fazer.

Legenda:
Lucius
Guarda
Marco


Histórico:
 

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Pátio:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptyQui 28 Dez 2017, 01:53


Uma Nova Vida
Prisioneiro.
Após ter alguns pensamentos começava a interagir com o homem velho. O mesmo respondia logo a minha pergunta. - Essa é uma pergunta bem interessante meu rapaz. Hahahhahaha Assim que o mesmo falava travava meus olhos no mesmo para ouvir sua história. - Eu mandei uns 10 bandidos 7 palmos abaixo da terra, quando descobri que eles queriam saquear um dos pequenos vilarejos da ilha, sendo neste onde eu morava, até parece que eu ficaria parado vendo um bando de marginais atacando a vila e estuprando mulheres, crianças, adolescentes, idosas, esses doentes não têm limites. E você, o que fez para que acabasse nesse lugar? Ficava por alguns instantes surpreso pela suas palavras. Simplesmente matar 10 bandidos, por isso o velhote esta ali. Como poderia ser algo simples?! Aquele homem abaixo de mim simplesmente não era um homem velho indefeso, mesmo que isso tenha acontecido a anos, não se perde seus instintos até a morte. Claro, considerando que suas palavras eram verídicas, mas seu jeito de falar e sua espontaneidade me deixavam lhe dar um voto de confiança por ora. Todos meus pensamentos se esvaziavam na hora que perguntava-me sobre o porque de estar ali. Perdia-me do meu estado, vagava meus olhos ao desconhecido enquanto deixava soltar toda a minha frustração para fora. 

Na minha condição pouco importava-me do sarro que o velho tirava. Então quer dizer que temos mais um inocente por aqui, hein? Hhahhahhahaa. Ele estava certo, imaginava quantas pessoas diziam essas palavras quando chegava na prisão, mas nessa circunstância era a verdade que tinha dito. Permanecia aéreo com o amargor dentro de mim, não conseguia expressar o quanto estava. - Mas me interessei pelo que você disse, já pensou em servir a revolução? Em meio a isso essas palavras me fisgavam. Revolucionários... De fato se fosse me juntar a alguma causa seriam eles. Caso eles fossem o que vendiam por aí obviamente. Defensores da verdadeira justiça, contra qualquer entidade que pratique malefícios, como seu antagonista, o governo mundial. A tempos me passou a cabeça procurá-los, mas acabara por desistir e permanecer na minha pacata realidade. Poderia ser algo a buscar a partir dali... Não sabia bem o que falar ali, mas nem precisava pois um guarda chegava bem na hora. - Ei seus bandidos de meia-tigela, andem logo, hora do pátio. Estava na hora de sairmos para o pátio. Com isso seguia o guarda e Marco para chegar no local já que seria minha primeira vez ali.

Assim que chegava lá observava um pouco todo o espaço. Passava os olhos nos outros detentos, analisava em sua totalidade a minha nova existência. - Acho que vou caminhar um pouco para conhecer as coisas. Dizia para o velhote, independente de sua ação partia em caminhada por ali. Tinha algumas coisas em mente para fazer ali, de início queria apenas sondar com quem estava preso ali. Conhecimento sempre é necessário. Procurava pelo lugar uma pessoa que estivesse sozinho ali, caso visse iria em sua direção. - Hey, me chamo Lucius, sou novo aqui. Podemos conversar um pouco? Caso a resposta fosse negativa sairia dali e procuraria outra pessoa sozinha. Não tendo nenhuma pessoa sozinha buscaria duplas e assim por diante. Em qualquer momento se recebesse hostilidades ou algo do tipo sairia do lugar rapidamente e continuaria minha pesquisa. Sucedido a permissão de conversa indagaria. - Então, vocês sabem alguma coisa do velho, Marco? Estou na cela dele, quero saber com quem diabos estou na mesma cela. Usava ali também uma forçação nas palavras e ações, iria querer realmente se passar por uma pessoa que estava apenas buscando informações do velho por motivos de segurança ou algo do tipo. Ouviria o que tinha para me dar, dali continuar a conversa com o que fosse seguido até poder sair dali. - Então, vou indo.. Grato pelas palavras, nos vemos por aí. Com isso saia do meio com outros presos. Em hipótese da minha pesquisa sobre Marco der em informações iguais ou parecidas com o que ele falou iria procurá-lo e se acha-lo ir em sua direção. Apenas se o mesmo estivesse sozinho iria ao seu encontro, se estivesse acompanhado apenas me encostaria em algum lugar e ficaria sozinho. - Marco, verdade seja dita estava falando de ti a pouco.. Quero saber com quem diabos estou preso... Mas me fale, pela sua história você matu bandidos, por que diabos de prenderam? Indagava ao chegar ao deu lado, assim esperaria pelo velho dar a sua resposta. Caso não perguntasse nada demais a mim, após isso falaria. - Sabe, quando sair daqui acho que vou atrás dos revolucionários... Falava com cuidado para não ser ouvido por outros, naquele momento só queria saber o que o velho tinha para me dizer.

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptySex 29 Dez 2017, 01:09



Lucius

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Lucius fazia seu caminho como o guarda mandara, mas enquanto isso, sua mente divagava sobre a proposta que o velho Marco lhe fizera de entrar para o Exército Revolucionário, instituição que este já pensara em procurar, mas desistira por ainda preferir sua vida pacata, mas agora que sua paz havia sido perdida, talvez fosse a hora de ir em busca da Revolução, como lhe fora dito. O espadachim saiu dos devaneios que sua mente ficara presa assim que chegaram ao pátio, pois a forte luz, que não chegava na cela onde estava até o momento, viera com bastante força em seus olhos e os cegaram momentaneamente trazendo-o assim de volta para a realidade. Com sua mente de volta ao lugar, Lucius observou o local que o cercava por alguns momentos, e decidido a saber o que o idoso que dividia a cela consigo, achou melhor conversar com outros prisioneiros. - Acho que vou caminhar um pouco para conhecer as coisas. – Disse o artista para o velho, que pareceu não escutar, ou ignorou completamente o que lhe fora dito, porque sequer olhou para o mais jovem e continuou andando em frente.

Lucius deu de ombros para a ação de Marco, e seguiu seu caminho, procurando outros prisioneiros, sua prioridade era encontrar alguém sozinho primeiro, mas infelizmente não havia ninguém nessa situação, os prisioneiros juntos que tinham uma baixa quantidade de integrantes era um trio que ficava em um canto bem distante de onde a maioria dos presos estavam. O espadachim se encaminhou até o trio, e quando estava perto deles já começou a falar, para não ter nenhum engano pensando que havia alguma rixa com um dos três integrantes do trio, provocando alguma briga ou confusão. - Hey, me chamo Lucius, sou novo aqui. Podemos conversar um pouco? – Perguntou para o pequeno grupo, sendo que o que estava no meio sorriu, mas os outros dois sequer mudaram suas expressões, demonstrando que o do meio era algo como o líder do grupo. - Olá novato, como se chama? E sobre o que quer falar? – Perguntou o homem, ainda mantendo o sorriso em seus lábios. - Então, vocês sabem alguma coisa do velho, Marco? Estou na cela dele, quero saber com quem diabos estou na mesma cela. – Perguntou Lucius para estes, e as reações foram distintas, o homem que falara anteriormente perdera o sorriso, ficando sério, e os outros dois homens pareciam estar em fúria. - Aquele maldito? É um inútil se metendo a ser “Revolucionário”, como ele mesmo diz, uma grande inutilidade digo eu, foi por causa dele que fui preso, ele matou meus companheiros, e eu quase destruí a vila que ele morava em vingança, mas fui preso no meio do caminho. Eu espero que ele fique bem longe de mim, e você também, agora que descobri que está na mesma cela que ele, vaza daqui antes que sobre pra você. – Rosnou o homem com bastante raiva, esta que no final se voltou para Lucius, que voltou para o centro do pátio antes que se pusesse em confusão.

O artista ainda confuso sobre o motivo que levou Marco a ser preso resolveu ir falar com o mesmo. - Marco, verdade seja dita estava falando de ti a pouco.. Quero saber com quem diabos estou preso... Mas me fale, pela sua história você matu bandidos, por que diabos de prenderam? – Perguntou Lucius, muito curioso para saber qual o motivo que levou o idoso a tal lugar. - Então você é um bisbilhoteiro hã? – Disse o ancião olhando fixamente para o mais jovem, que estava ficando tenso, quando o outro desfez a expressão em um sorriso. - Bom foi o seguinte, eu lhe contei que matei 10 bandidos certo? – Perguntou Marco para Lucius, que assentiu com a informação. - Mas depois, os companheiros dos homens morto em vingança vieram pilhar o vilarejo no lugar deles, e isso foi uma confusão geral, a polícia ficou irritada e me prendeu, pois supostamente eu causei isso tudo. – Continuou falando sua história. - Um sentido deturpado que causou minha prisão, mas a vez deles chegará, e nada será perdoado. – Anunciou Marco para o espadachim, que arregalou levemente os olhos por conta de tal ação.

Mais vinte minutos se passaram antes que pudessem subir de volta para suas celas, e assim que estavam em sua cela, Marco e Lucius se deitaram em suas respectivas camas, não se sabia o que se passava na cabeça um do outro, mas o mais velho tomou fala antes. - Ei garoto, acredito que tenha se interessado pela minha proposta de antes, de se juntar à revolução, se sim eu gostaria que me confirmasse. – Falou o velho, meio sonolento, mas logo teve sua resposta por parte do rapaz, que ainda se mantinha acordado; - Sabe, quando sair daqui acho que vou atrás dos revolucionários... – Disse o artista, ficando sonolento da mesma forma que o seu vizinho de cama. - Isso é ótimo de se saber, eu sou um revolucionário, como Peter deve ter lhe contado, então aproveite para saber, amanhã ou no outro dia, os revolucionários irão invadir essa prisão. Iremos acabar com esse esquema de governo desse lugar. – Anunciou o velho, de forma determinada, mas logo depois caiu no sono, pois Lucius pôde escutar seus roncos formando uma bizarra sinfonia de sono, pois o mesmo dormiu logo depois, pois o dia não havia sido nada bom para o mesmo.

Legendas:
Lucius
Marco
Peter


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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptySex 29 Dez 2017, 17:24


Uma Nova Vida
Mudando.
Divagava com pensamentos sobre o exército revolucionário enquanto fazia o caminho para o pátio. Lembrara quando mais jovem, cogitava sair por aí e procurar uma célula revolucionária para adentrar. Infelizmente não me permitir viver isso. Os motivos estava cansado de saber, minha fraqueza. Logo meu semblante pensante era interrompido pela forte luz vinda do pátio, chegávamos. Como já havia pensado, partiria em uma jornada de conhecimento sobre Marco para saber como iria lidar com ele a partir dali. Dizia algumas palavras para o velho sobre andar um pouco, mas o mesmo pouco se importava e apenas continuava sua caminhada ignorando qualquer palavra. Também da minha parte pouco ligava para sua reação, tinha coisas mais importantes a pensar do que a reação de alguém com palavras minhas. A minha ideia inicial era achar alguém sozinho, se não tivesse uma dupla e assim por diante. Quanto menos pessoas tivesse melhor, tudo isso por segurança própria. Também para não sair espalhando por aí informações demais. Meus olhos não achavam uma pessoa sozinha, sequer uma dupla. Assim tinha que ir em algum trio, avistava um afastado em relação aos outros presos, e ali partia para executar meu plano. Caminhava em direção aos mesmos, assim que chegava perto dos mesmos já me expressava para não parecer que fosse alguma hostilidade ou algo do gênero. - Olá novato, como se chama? E sobre o que quer falar? Falava a pessoa do meio com um sorriso, os outros dois não demonstravam qualquer reação. Não queria também ficar muito ali então não rodeava e perguntava sobre Marco para o homem ao meio. A reação que os três faziam ao ouvir as minhas palavras era intrigante. O homem do meio perdia seu rosto sorridente e ficava sério, os seus acompanhantes pareciam estar em estado de fúria. - Aquele maldito? É um inútil se metendo a ser “Revolucionário”, como ele mesmo diz, uma grande inutilidade digo eu, foi por causa dele que fui preso, ele matou meus companheiros, e eu quase destruí a vila que ele morava em vingança, mas fui preso no meio do caminho. Eu espero que ele fique bem longe de mim, e você também, agora que descobri que está na mesma cela que ele, vaza daqui antes que sobre pra você. Ouvia suas palavras, mas no final nem sequer tinha tempo de pensar direito sobre as palavras, afastava-me dali para evitar qualquer confusão com o trio.

Saia dali e me movia para o centro do pátio. Ali parava para pensar nas palavras que tinha acabado de ouvir. Marco era conhecido e se auto intitulava revolucionário. Intrigante, seria por isso que o mesmo logo tocava nesse assunto? Poderia ser, agora sabia que sua história era mais ou menos real. Aparentemente não estava preso com qualquer louco que havia matado dezenas de pessoas apenas por diversão. Analisando o que tinha acabado de ouvir conseguia dar um voto de confiança para Marco. Pensando nele, iria até o mesmo para revelar minhas verdadeiras intenções. Pensava que para inciar uma relação confiável, deveríamos ser honestos em sua totalidade com o outro. Assim logo que encontrava Marco e chegava até o mesmo revelava o motivo de ter saído por ali para conversar um pouco. - Então você é um bisbilhoteiro hã? O mesmo respondia com um rosto sério, ficava com a mesma expressão para o mesmo. Felizmente logo o mesmo alternava a um sorriso. - Bom foi o seguinte, eu lhe contei que matei 10 bandidos certo? Assentia com a cabeça para ele. - Mas depois, os companheiros dos homens morto em vingança vieram pilhar o vilarejo no lugar deles, e isso foi uma confusão geral, a polícia ficou irritada e me prendeu, pois supostamente eu causei isso tudo... Um sentido deturpado que causou minha prisão, mas a vez deles chegará, e nada será perdoado. Ficava sem reação por um tempo com suas palavras, logo começara a pensar que dadas as situações eramos vítimas de injustiças. Onde defender sua vila de bandidos era crime? Realmente era revoltante algo do tipo. - Sabe, acho que ambos tempos aversões ao sistema... Vítimas dessa sociedade fantasiosa. A partir de agora não quero ficar mais parado... Quando sair daqui não vou ficar parado. Dizia para Marco que conversava até voltarmos para nossa cela. Assim que chegávamos a cela cada um deitava em sua cama enquanto permanecia o silêncio ali. - Ei garoto, acredito que tenha se interessado pela minha proposta de antes, de se juntar à revolução, se sim eu gostaria que me confirmasse. Essas palavras me atingiam. Entrar na revolução... Existiam motivos e motivos para aceitar aquilo, apesar de pensar por um breve momento já sabia minha resposta, assim logo dizia para o velho que logo que saísse dali iria para o exército revolucionário. - Isso é ótimo de se saber, eu sou um revolucionário, como Peter deve ter lhe contado, então aproveite para saber, amanhã ou no outro dia, os revolucionários irão invadir essa prisão. Iremos acabar com esse esquema de governo desse lugar. Revolucionários invadindo a prisão? Marco era realmente um revolucionário?! Essas palavras que o mesmo falava faziam minha mente borbulhar. Seria incrível se tudo isso for verdade. Tinha várias coisas para perguntar ao velho, parecia uma criança, lembrava do tempo que estava no orfanato por algum motivo. Apesar das minhas várias dúvidas, a única resposta que recebi era o ronco de Marco, o mesmo caia no sono. Formava um sorriso fraco em resposta a isso, tempo tinha de sobra ali, assim deitado viajava com meus pensamentos até cair do sono.

- Levante-se, como você quer ajudar os outros se nem consegue se defender. O jovem que estava largado ao chão levantava enquanto tomava em sua mão a katana de madeira que estava ao seu lado. O mesmo tomava posição de combate e continuava a combater o homem a sua frente, uma pessoa que aparentava estar com pouco mais de quarenta anos de idade, o dono daquele dojo que estavam. Golpes indo e vindo ocasionaram mais uma vez na queda do jovem. A katana de madeira do mestre acertava-lhe as pernas e o derrubava sem qualquer reação. - Está bom por hoje. Logo o homem saia dali e deixava o menino sozinho. O mesmo levantava dali e pegava sua katana e se retirava também. Após sofrer da frustração de mais cedo, o garoto pegava sua katana e no alto da noite voltava para o local onde treinara mais cedo, ali praticava seus golpes contra um boneco de madeira. Vez por vez calculava seus golpes e dirigia especificamente no boneco.

Abria os meus olhos enquanto ficava pensando. Pensava na lembrança que tinha acabado de ter, do tempo que treinara no dojo em sua adolescência. Bons tempos, lembrava que não costumava desistir e tinha boas intenções pra minha vida. Parando pra pensar nem lembrava direito como acabara naquela vida insignificante. Pouco importava agora remoer a mente, minhas mãos sentiam falta de uma katana. Levantava da cama e saltava ao chão. Caso Marco estivesse já acordado diria. - Bom dia. Apenas isso, assim me postaria no pequeno espaço daquela cela e começaria a executar os movimentos como se tivesse uma katana na mão, lembrando dos tempos que praticava. Caso o velho não estivesse acordado faria o mesmo. Com isso faria o meu treino, relembrando os tempos antigos, faria todos os movimentos que fizera outros tempos. Após isso tudo, caso ainda o velho não tivesse acordado, esperaria o tal. - O que falou dos revolucionários ontem. É tudo verdade? Assim esperaria sua resposta. - Estou me sentido quando jovem, estou ansioso para poder adentrar nessa nova realidade... Com isso ficaria lá conversando com o velho, alternava fazendo exercícios básicos como abdominais e flexões. Caso chegasse a hora para sair dali da cela, seguiria o guarda e ficaria agora com Marco.

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptySab 30 Dez 2017, 12:54



Lucius

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Depois de uma noite iluminada por velhas e boas lembranças de sua juventude, Lucius acordava de forma bem animada, mas, no fundo, ainda se questionava, quando deixara de ser aquele jovem animado que nunca desistia de nada para se tornar um adulto de meia-idade que nada de bom havia construído em sua vida, apenas havia se tornado um homem medíocre que somente queria se embebedar enquanto aproveitava das memórias, que tinha de sua juventude. Mas jogando esses pensamentos bem no fundo de sua mente, o espadachim saltou de sua cama para o chão da cela, o impacto reverberou nas camas de pedra, que tinham uma ligação com o chão, e isso acabou acordando o velho Marco, mas o mais jovem não havia percebido isso, então começou a realizar alguns dos movimentos com uma katana que aprendera na época que se passava seu sonho, mas no momento a katana que estava em suas mãos era apenas imaginária, pois não pensou que algum dia voltaria a ter a necessidade de ter uma katana consigo, e por isso não a teve quando esteve em porto branco para comprar seu saquê.

- Bom dia garoto, parece estar animado. Hohohoh. – Riu baixo o ancião assustando Lucius, que não havia o percebido, mas este logo se acalmou e perguntou o que queria ao velho. - O que falou dos revolucionários ontem. É tudo verdade? – Perguntou o artista, de forma eufórica. - Claro que sim, não tenho motivos para inventar mentiras, quanto mais uma tão bem planejada assim, hahahhaha. – Disse de maneira descontraída Marco, que não gostava de que duvidassem de suas palavras. - Estou me sentido da mesma forma do que quando jovem, estou ansioso para poder adentrar nessa nova realidade... – Disse Lucius encarando o mais velho animado. - Muito bom saber dessas coisas. – Disse Marco aereamente, enquanto ainda se mantinha sentado na cama e as costas encostadas na parede. O espadachim ainda se mantinha animado e ficou mais algum tempo com os exercícios, depois fez alguns abdominais e flexões. Assim que os exercícios tiveram fim, um alarme tocou, e os guardas estavam cada um em uma cela, prontos para levarem os prisioneiros.

Quando chegaram no pátio, dessa vez o artista se manteve junto de Marco, já que agora entendera a situação que o precedia. Assim que se viu livre, o mais velho começou a andar até um dos cantos, onde tinha uma dificuldade maior para os guardas lhe observar, já que a maioria dos presos se encontravam no meio, dificilmente algum guarda se desprenderia para olhar apenas dois presos, que aparentemente nada faziam, Ao chegar lá, a expressão do idoso se alterou de uma neutralidade para algo mais sério, e este logo falou. - Fique na minha frente garoto, eu preciso fazer uma coisa aqui, e se algum guarda ver vai dar merda. – Disse Marco para Lucius, este que prontamente fez o que o outro lhe pedira. Com a proteção do artista, o mais velho puxou um Baby Den Den Mushi, que aparentemente estava preso em seu tronco, pois era o melhor lugar para esconder, já que a camisa deste era bastante larga. - Estejam prontos hoje a tarde, vou dar o aviso quando estiver na hora certa. E só para lembrar, consegui alguém para se juntar a nós, traga uma Katana para ele. – Disse o idoso pelo aparelho. - Isso é ótimo, Major Marco, mas avise a ele que não será de graça. – Avisou o homem que falava através do Den Den Mushi. - Pode deixar, Niels, ele será avisado. – Disse o idoso em um tom debochado.

O tempo se passou rapidamente após o fim da ligação feita por Marco, e o tempo de uma hora que tinham no pátio se encerrou. De volta a cela, os dois homens novamente se encontravam em suas camas. - Ei garoto, daqui a algum tempo nós vamos para o refeitório comer, voltar e depois desceremos para o pátio de novo. Vai ser na hora do pátio que vai ocorrer o ataque, vamos escapar, e de quebra matar alguns guardas. Hahahaha. – Disse o idoso para Lucius que estava em sua cama.

Legenda:
Lucius
Marco
Niels


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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptySab 30 Dez 2017, 14:45


Uma Nova Vida
Iminência.
Fantasiava minha katana como nos velhos tempos. Minha postura era perfeitamente igual ao que aprendera com meu mestre dezenas de anos atrás. Naqueles dias trabalhava para melhorar meu manuseio diariamente, não me deixava ser vencido de forma alguma. Com o espírito que estava ali sentia o vigor para trabalhar mais uma vez com a arma que tinha deixado anos atrás. Acontecendo o que o velho Marco havia falado, as coisas uma hora ou outra iriam ficar animadas, não poderia ser um estorvo e ser protegido por um homem com o dobro da minha idade. Ansiava em poder pegar mais uma vez uma katana e torná-la a extensão dos meus braços como havia aprendido, poder lutar com o máximo que poderia. Os pensamentos que lembrava de antigamente agora tinham outra função. Antes lembrava-os apenas para ter alguma coisa para alegrar-me nos estados pífios que me encontrara. Agora quando olhava para trás, via aquele garoto treinando como se não houvesse amanhã, ardia dentro de mim mais uma vez a chama da determinação. Nisso nem me tocava que tinha acordado Marco a tempos. - Bom dia garoto, parece estar animado. Hohohoh. Aquilo me assustava um pouco, pensava não estar sendo notado por ele, mas logo ficava normal. Perguntava-lhe sobre suas palavras do dia interior. O mesmo retrucava. - Claro que sim, não tenho motivos para inventar mentiras, quanto mais uma tão bem planejada assim, hahahhaha. Realmente fazia sentido as coisas agora, não era possível que ele tinha inventado tudo aquilo, pelo menos para mim não fazia sentido. Já expressava a ele minha ideia, realmente não via a hora de viver essa nova realidade o quanto antes. - Muito bom saber dessas coisas. Dizia Marco enquanto eu realizava meus treinos, tempos depois após terminar meus exercícios um alarme tocava marcando a hora para sair das celas.

Marchava para o pátio junto de Marco, não tinha agora a intenção de ficar andando por aí, ainda mais com as pessoas que tinham de certa forma me ameaçado outrora. Evitar batalhas as vezes era o mais certo a se fazer. Assim, o velho logo caminhava para um dos cantos do pátio, onde não se encontrava qualquer pessoa. Não indagava ao velho qualquer coisa, apenas o seguia para ver o que o mesmo queria fazer ali naquele canto. - Fique na minha frente garoto, eu preciso fazer uma coisa aqui, e se algum guarda ver vai dar merda. Não sabia ao certo o que esperar de Marco ali. Mas não pensava muito. - Okay. Dizia e tomava as costas para que Marco pudesse fazer o que ele estava pensando. Inesperadamente o mesmo retirava do seu tronco um Baby Den Den Mushi, não desconfiava de jeito algum que ele tinha algo como isso ali dentro. Mesmo assim não me manisfestara para não atrapalhar o que o mesmo tinha em pensamento. - Estejam prontos hoje a tarde, vou dar o aviso quando estiver na hora certa. E só para lembrar, consegui alguém para se juntar a nós, traga uma Katana para ele. Ficava atônito com as palavras que Marco falava, ainda mais quando o mesmo falava para trazer uma katana para mim. - Isso é ótimo, Major Marco, mas avise a ele que não será de graça. Major Marco?! Não sabia que aquele velho que estava ali do meu lado sempre era uma pessoa que tinha uma alta patente. Não sabia bem como era as patentes no exército revolucionário, mas major denotava ser uma alta patente em qualquer força. - Pode deixar, Niels, ele será avisado. De certa forma deixava passar a parte que me tocava, não ligava para essas coisas, estava focado apenas no iminente plano que parecia estar sendo desenvolvido.

Logo passava um bom tempo desde aquela ações anteriores. Ficava sempre na cola de Marco conversando com o mesmo, não tinha porque mais me comunicar com outros presos. Assim passava-se o tempo que ficávamos no pátio e éramos levados de volta as nossas celas. Imediatamente que chegávamos lá tomávamos nossos lugares em nossas camas. - Ei garoto, daqui a algum tempo nós vamos para o refeitório comer, voltar e depois desceremos para o pátio de novo. Vai ser na hora do pátio que vai ocorrer o ataque, vamos escapar, e de quebra matar alguns guardas. Hahahaha. Essas palavras me inflamavam, estava preparado para o que estava para vir. Assim ficaria lá dentro do quarto descansando mais tarde e conversando com Marco. Logo que desse o horário do almoço partiria para o refeitório como indicado. Lá buscaria comer apenas uma refeição simples, nada exagerado, além de tentar não entrar em qualquer coisa desnecessária, ficando colado sempre de Marco. Assim se tudo seguisse normal voltaria para a cela e ali esperaria dar o tempo de voltar para o pátio. - Mal vejo a hora de devolver minha frustração... Inflamava-me ali em palavras baixas que poderia chegar ou não a Marco. Logo que desse o tempo sairia com Marco, seguiria suas ordens caso o mesmo indicasse alguma. Não buscaria demonstrar qualquer anormalidade, apenas fingiria ser mais uma dia que estava ali ao lado do velho. Assim caso começasse a invasão, ficaria colado com Marco, ouvindo o que ele tinha a falar. Buscaria logo que possível pegar uma katana e assim seguir os passos do velho.

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptyQua 03 Jan 2018, 00:54



Lucius

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A incredulidade tomava conta de Lucius quando este descobrira a patente alta que Marco sustentava no Exército Revolucionário, pois tal patente não era para qualquer um, e nem fácil de se conseguir, além de conseguir uma katana, mesmo que só fosse ter a posse desta posteriormente. O artista passou todo o tempo do pátio junto do idoso, pois não via necessidade de ter de interagir com os outros delinquentes aprisionados naquele local, pois conseguira o que queria, um passaporte para fora da prisão e de quebra uma vaga no Exército Revolucionário e uma katana. Depois do final do horário do pátio, os dois homens subiram para a cela, lá estava cada um em sua cama e tiveram uma pequena troca de palavras, após isso se calaram, e sem nada para fazer no momento, caíram num leve sono, com seus próprios pensamentos.

Pouco tempo parecia ter se passado na concepção dos dois, mas bastante tempo havia se passado quando foram acordados por um guarda, que batia com força o cabo de sua espada na cela. - Acordem seus vagabundos! – Chamou, olhando para Marco e piscando o olho, sinal que o idoso foi capaz de entender, mas não Lucius, pois este não fora capaz de ver por ainda estar se levantando de sua cama. Seguindo a grande massa, a dupla fora encaminhada ao refeitório, este que não havia nada demais, 6 grandes mesas, postas transversalmente à entrada, com bancos do mesmo cumprimento em cada lado de cada mesa. De frente para a entrada, havia uma cabine, onde a comida era servida, cada preso pegava sua comida e escolhia alguma mesa para se sentar. A comida do dia era desanimante, algo que lembrava uma massa, de cor amarelada, mas como não havia mais nada para se comer, todos comiam a comida que lhes era oferecia.

Durante o breve intervalo da refeição, não houve confusão alguma, já que ninguém estava afim de ficar alguns dias sem ter o direito a comer. Ao terminarem de comer, todos se encaminharam de volta a suas celas. Passadas cerca de duas horas após estarem na cela, sem nada para fazer, seria a hora de descerem para o pátio, então o mesmo guarda que sempre vinha buscar Marco e Lucius apareceu para buscá-los, mas dessa vez nada falou, e enquanto os dois saiam das celas, o idoso falou com o homem. - Está na hora, faça o que combinamos. – Sussurrou Marco, de modo que apenas Lucius e o guarda puderam escutá-lo. Ao chegarem no pátio, o mais velho estava alerta para o que viria a ocorrer, pois não sabia quanto tempo demoraria aos Revolucionários chegarem ao local que estavam.

Foram 10 longos minutos de espera, até que vários gritos foram escutados por todos os presos e guardas no local, e apenas Lucius e Marco sabiam o que estava acontecendo. E do nada, a porta de aço que dava acesso ao pátio estourou, e cera de 30 homens de capa adentraram o local, e nesse instante, uma verdadeira zona começara, os guardas partiram para cima dos recém-chegados, os presos gritavam, e alguns até aproveitavam para bater nos guardas, o que mais se destacava era um homem bastante grande para um humano e bastante gordo, seus cabelos eram ruivos em tranças, além de um grande bigode de mesma cor, usava uma calça que ia até quase seu peito, listrada verticalmente entre branco e azul, presa por um cinto verde, com alguns detalhes dourados e carregava um grande machado consigo. Este homem era Niels, que se encaminhava rapidamente até onde o idoso e o espadachim se encontravam, exatamente no meio do pátio.

- Marco, como é bom te ver, velho amigo! – Falou/Gritou Niels ao chegar aonde o velho homem se encontrava, o abraçando fortemente ao terminar de falar. - Ah, e tome aqui sua katana. Quero meu pagamento depois, hein. – Disse o mesmo entregando a katana para Lucius. - Então, qual é o plano, Marco? – Perguntou o grandalhão. - É o seguin... – Dizia Marco, até ser acertado por um tiro no meio de sua testa, a bala perfurou completamente seu crânio, de forma que era nula a chance de sobrevivência deste. - MARCOOOOO!!! – Gritou Niels, em desespero pela morte do Major. - Malditos guardas. Eu vou trucidá-los!!! Vamos todos!! – Gritou Niels, de forma como se fosse o líder, caso Marco não estivesse presente, pois todos os Revolucionários presentes o seguiram, sem nem mesmo questionarem o que fora falado. Agora cabia a Lucius decidir se seguiria os Revolucionários, ou se procuraria alguma brecha para fujir da prisão.

Legenda:
Marco
Niels
Guarda


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Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Uma Nova Vida   Uma Nova Vida - Página 2 EmptyQui 04 Jan 2018, 02:33


Uma Nova Vida
Do Céu ao Inferno.
As coisas que estavam por vir incendiavam minha cabeça com muita expectativa. Enquanto ficava deitado em minha cama imaginava como poderia redimir de toda aquela realidade que tinha renegado outrora. Imaginava que talvez tudo aquilo pudesse ter sido traçado pelo destino a priori. Toda a situação de abandonar meus objetivos e fugir fizeram que chegasse nesse dia, preso com um homem do exército revolucionário. Não apenas um homem, mas um major do mesmo. Um velho que aparentava ser um grande homem, através dele via a realidade de poder tentar mudar o mundo. Nessa linha de pensamentos caia no sono, que era interrompido abruptamente. - Acordem seus vagabundos! Dizia um guarda ao bater o cabo da sua espada na cela realizando um barulho chato. Não pestanejava em ficar ali, assim tomava minha posição e descia da minha cama que ficava acima da de Marco. Naquela hora iríamos para o refeitório. Assim seguia para o lugar para realizar a refeição tranquilamente. No refeitório tudo seguia nas normalidades, nada estava preparado para aquele ocasião. Tomava minha refeição calmamente e após isso voltávamos para nossas celas. A ocasião inesperada estava iminente. Enquanto ficava na cela começava a pensar no que poderia ocorrer para sairmos rapidamente, várias possibilidades pairavam pela minha cabeça naquele momento. O guarda de anteriormente viera nos buscar de novo, assim apenas seguia o protocolo e saia calmamente. - Está na hora, faça o que combinamos. Era surpreendido com essas palavras de Marco. As palavras que ele tinha falado eram para o guarda?! Ele tinha falo em alto som e o guarda certamente tinha ouvido... Ficava um pouco surpreso com as conexões que Marco tinha, mas não era de se espantar vide suas movimentações anteriormente. Nisso pouco ligava, estava apenas focado no que viria. Logo que chegávamos ao pátio ficava como sempre colado em Marco. Ficava ali esperando qualquer coisa acontecer, nisso deixava-me sentir um pouco ansioso. Eis que gritos ouvidos por todos ali marcavam o início de tudo.

Uma explosão fazia com que a porta de aço que dava acesso ao pátio fosse destruída. Nisso dezenas de homens encapados entravam no pátio. Eram os revolucionários... Meu sangue esquentava e mais que antes ficava ao lado de Marco para confirmar tudo o que estava pensando. A invasão resultava numa zona. Havia batalhas entre vários grupos. Os encapuzados batiam nos guardas, esses revidavam, os presos não ficavam para trás e aproveitavam a situação para poderem se rebelar. No meio disso era visto um homem grande e gordo de características peculiares. Ele vinha com tudo, carregava um machado e com isso logo chegava a frente de mim e Marco. - Marco, como é bom te ver, velho amigo! O homem grande se expressava de forma um pouco alterada. Nisso abraçava o velho que estava ao meu lado. - Ah, e tome aqui sua katana. Quero meu pagamento depois, hein. O homem dava para mim uma katana, assim a recebia e ficava olhado para ela. Aparentemente aquele seria a pessoa com que Marco estava se comunicando pelo Den Den Mushi. Não falhasse a memoria, seu nome era Niels. - Então, qual é o plano, Marco? Perguntava ao suposto superior de todos ali. - É o seguin... Me surpreendia, ficava um pouco em choque. Isso porque logo que Marco começava a dar suas ordens uma bala o acertava no meio da testa. Não tinha qualquer chance de o mesmo estar vivo. Ficava triste por aquela situação, me perdia um pouco e só podia ouvir as indignações do grandalhão. - MARCOOOOO!!! ... - Malditos guardas. Eu vou trucidá-los!!! Vamos todos!! A situação era desesperadora. Todos os meus planos tinham sido jogados por água abaixo. Através de Marco via a mudança da minha realidade. Tinha tomado certo sentimento por aquele velho, apesar de só passar algumas dezenas de horas com o mesmo. Certamente não sofrera tanto quanto aqueles homens que marchavam com espírito de vingança encima dos guardas. Nisso via que todo o planejado poderia dar errado.

A morte de Marco fazia com que tudo perdesse o controle. Por mais que também fosse atingido, não poderia ficar ali lamentando o que já estava concretizado. Na verdade podia ver que aquilo tudo poderia dar extremamente errado. Era a hora para partirmos dali e quem sabe dar um funeral para o velho. Todos ali estavam com a cabeça quente, no lugar deles até poderia estar assim. Entretanto, não poderia me deixar ao luxo de pensar assim, tinha agora a oportunidade que tanto estava esperando, sabia que não poderia deixar ela se esvair. Nisso tomava minha katana com a mão direita em guarda e partia em direção ao homem grande. Caso alguém que não fosse do exército revolucionário entrasse em meu raio, buscaria o atacar com minha katana com sequências de golpes de katana buscando acertar seus tórax e rostos alternadamente. Assim caso fosse atacado fisicamente buscaria recuar se possível, senão bloquear com minha arma ou um dos membros. No cenário de um atirador focasse em mim, buscaria ficar em zig zag e procurar aproximação para tentar finalizá-lo. Caso não conseguisse, buscaria proteção em algo próximo, até mesmo um corpo. Caso chegasse perto de Niels gritaria. - Niels!! Vamos partir!! Não se deixe perder pela vingança. Se ficarmos aqui todo morreremos e Marco sequer irá ter um velório. Você quer que ele seja exposto por esses malditos? Eles irão pendurar o corpo dele pelas ruas!! Vamos voltar, pegar seu corpo e enterra-lo diante dos seus companheiros. Já estou a partir com seu corpo. Situações extremas pediam ações extremas. Naquelas palavras buscaria tentar a mudança de atos do grandalhão. Sabia que ficar ali só levaria a morte de todos. Assim caso não conseguisse mudar a ação dele, buscaria voltar e apanhar o corpo de Marco o deixando acima do ombro esquerdo, enquanto o braço direita ficava com a katana. - Estou partindo com o corpo de Marco, morram em vão! Nisso tentaria fugir dali. Caso alguém tentasse me impedir as minhas ações antes dessa, realizaria os mesmos movimentos de quando buscaria chegar a Niels. Caso conseguisse pegar a Marco e alguém me atacasse, tentaria me defender com a katana. Se ficasse muito restringido pelo peso, largaria o corpo ao chão e usaria minhas táticas de anteriormente.

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