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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptySex 15 Dez 2017, 14:41

Relembrando a primeira mensagem :

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gallore Strange. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptySex 19 Jan 2018, 19:45


- Acho que já é o suficiente. - Iria me despedindo do velhote que me mostrara o caminho para tornar-me um navegador completo, poderia dizer que dominava a arte, tanto acima quanto sob as águas. Por Baterilla, nada que me agradasse pro enquanto, minha ida até a base da marinha trouxe resultados, alguns cartazes de procurados que eu aproveitaria em algum momento. Tais nomes e valores ficariam junto à mim, mesmo que entusiasmado, daria um tempo para espairecer a mente. - Pra onde eu vou agora?. - Perguntaria-me sem rumo e os pés no chão, enquanto a cidade ia sendo explorada.

Não demorou muito para que meu destino e o dos três indivíduos, que me acompanharam, se cruzasse. Entre as vielas, os três à minha frente, outros três em minhas mãos e eu. Rapidamente tentaria esconder os cartazes em minhas costas, de modo que estes não conseguissem ver e sorrateiramente iria me distanciando, dando pequenos passos para trás. - Merda! Será que eles viram? - Colocando o rosto de lado, indagaria para eu mesmo. - Ér...Eai. - Tentaria disfarçar puxando algum assunto, enquanto minhas mãos tentariam esconder os papéis dentro de meus bolsos - ou da própria calça -.

- Está cidade não tem nada para oferecer!. - Afastaria o assunto. - Vamos partir daqui a pouco, se querem acompanhar-nos, não enrolem. - Após meus dizeres sairia das proximidades à procura de alguma taverna ou estabelecimento semelhante, onde eu esperava encontrar algumas respostas para dúvidas recém implantadas pelos rostos em minha posse. - Fui! - Um ultimo manifesto antes de sair correndo em alta velocidade pela cidade.

- E agora, onde vou achar uma porcaria destas? - Questionaria-me, já que não tinha conhecimento algum das localizações da cidade. Após alguns instantes reduziria a velocidade e aos poucos voltaria à caminhar. Enquanto estivesse perambulando, tentaria avistar locais para socializar e gastar dinheiro, não importando o tipo de negócio ou moradia, adentraria se possível e lá começaria uma investigação. Os cartazes seriam postos em cima de objeto - mesa ou balcão - de modo que pudesse observa-los bem. Memorizaria nomes e valores, eles poderiam não estar mais comigo daqui a algum tempo então era melhor não dar sorte para o azar.

- Você conhece algum destes homens? Ouvi dizer que estão causando por Baterilla, então faça-me o favor de me contar, o que?- Para qualquer popular que estivesse presente no local, perguntaria, ou melhor, exigiria uma resposta concreta que me desse uma direção para seguir. - Qual foi a última vez que apareceram? Estão relacionados? Que tipo de armas eles usam? Quais são seus objetivos? - Uma questionário seria feito se alguém se dispusesse à responder, novamente não descriminaria, aceitaria qualquer uma de bom grado. Meu humor havia melhorado, aproveitaria-o para interagir com tal.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptyDom 21 Jan 2018, 03:33

"Strange"

Gallore Strange




Aquela de fato é uma boa taberna, no decorrer da refeição a conversa até que rolou bem, e mesmo Chinatsu que se mostrava reservada no inicio se abriu um pouco mais conosco, mas a garota tinha algo peculiar em mente, é muito raro alguém que prefere ir a outro Blue ao invés da Grand Line, mas só um pensamento vinha a minha mente no momento em que ouvia aquilo, uma hora ou outra íamos nos separar, o que é uma pena, eu até que estou começando a me acostumar com esses dois.

Algumas taças de vinho depois nossa refeição havia acabado com louvor, e por mais uns instantes permaneceremos juntos, eu não era o único a precisar de roupas novas, digamos que Chinatsu também sentia falta de algo. - Eu preciso comprar outra jaqueta, ainda assim estou melhor que você, Gallore, o sem dente. - Nesse momento soltei um leve riso sarcástico. - Hmpf, que nada, faz parte do charme, cicatrizes de batalha são populares entre as garotas, você vai saber disso… um dia. - Diria enquanto terminava de pagar minha conta, sinceramente essas crianças não sabem aproveitar a boa vontade dos outros, mas tanto faz, é mais dinheiro pra gastar depois.

Os acontecimentos seguintes foram no mínimo estranhos, pouco tempo caminhando após a saída da taberna encontramos com o que eu mais desejava naquele momento, “Tem-De-Tudo do Sr. Lemos”!, era o que a placa dizia, parece que a deusa da sorte não me odeia afinal. - Uma loja do Sr. Lemos! - Dizia o garoto, e pelo menos agora eu tinha certeza de que eu não estava alucinando. - Isso só pode ser brincadeira. - Falava contente enquanto me preparava para entrar na loja, mas as coisas só ficavam mais… estranhas, em frente a loja lá estava o nosso peixe “favorito”, Kisame, ele agia estranho e parecia esconder algo, nada que fosse de meu interesse. - Ér... Eai. - Eu olharia para ele com um olhar desconfiado e responderia levantando a palma da mão direita como um cumprimento. - Yo. - Por um segundo até que achei que ia rolar uma conversa, mas o homem-peixe foi rapido e evasivo. - Está cidade não tem nada para oferecer! Vamos partir daqui a pouco, se querem acompanhar-nos, não enrolem. - E então ele saía correndo apressado.

- Isso foi… estranho - Desta vez foi diferente de qualquer outra em que conversamos, ele parecia um pouco menos… arrogante, não nos deu ordens ou tentou impor seu título, apenas uma sugestão, quem sabe por estar sem seu irmão ele aja diferente ou algo assim, naquele momento minha mente até que clareou um pouco, talvez não seja tão ruim embarcar com aqueles dois, em algum momento eu me separaria de Chinatsu que não tem interesse na Grand Line, e seria prudente atravessar a Reverse Mountain acompanhado, e por que não alguém que eu não só confio como também já lutei lado a lado, ou melhor, baixo-cima.

Bom, encontros a parte o que importava agora era me focar no que eu já estava fazendo, compras. Quanto mais nos aproximávamos da loja mais eu podia observar a empolgação de Chinatsu, pelo visto ela não é tão inumana assim, só deve ter passado por coisas difíceis. Mas o nome da loja ainda me incomodava, o mesmo cara não poderia estar em dois lugares assim tão derrepente, se ao entrarmos na loja fosse um atendente comum, sem problemas, mas não sei se iria me manter são se avistasse alguém com a mesma aparência do Sr. Lemos, a primeira coisa que faria seria garantir que não enlouqueceria, mais do que é. - Érr… Co… Com licença mas o senhor por acaso tem algum irmão gêmeo lá em Karatê Island? - Era a única explicação certo? E se fosse o mesmo? Sinceramente não sei qual seria minha reação, quem sabe o Sr. Lemos não é algum tipo de divindade, ou talvez o próprio Diabo, ele pode ter vindo lhe buscar de volta.

Aargh, essa voz se recusa a cessar, mas isso vai acabar depois de uma boa noite de sono, voltando ao mais importante, acho que a melhor saída pra situações assim é simplesmente aceitar, independente de quem estivesse por trás do balcão eu me aproximaria um pouco mais e diria. - Boa noite, gostaria de comprar algumas coisas, começando por uma regata eu acho, meio que estou precisando de alguma roupa. - Veremos se essa loja tem de tudo mesmo. - Ah, e se não se importa pode me emprestar papel e caneta? minha lista de coisas é um pouco grande. - Se conseguisse o material escreveria o que quero, caso contrário apenas diria item por item até reunir todos ali.

Lista de Compras:
 

Claro, equipamentos de medicina são normais para um aspirante como eu, mas porque corda e algemas você me pergunta, bom, não posso negar que foi por acidente, mas agora que sou um caçador deve ser bom ter algumas coisas que possam vir a calhar no ofício. - Acho que isso é só. - Diria pagando o preço requisitado, dinheiro não importava agora, mas se rolasse um desconto por comprar tantas coisas seria ótimo. - Ah e antes que eu esqueça, também preciso de um casaco novo. - Afinal, o meu último tinha sido gasto com um tritão, pagaria qualquer preço se o tivesse e então amarraria o casaco na cintura, estamos em uma ilha de verão no final das contas.

Terminando minhas compras guardarei tudo em minha nova mochila e esperarei por meus companheiros, Chinatsu quer roupas novas, e Katsu disse que ía comprar algo interessante, com 2 Milhões de Berries no bolso nem imagino o que seja. - Melhor agora não acha? - Diria apontando para mim mesmo, dessa vez vestido apropriadamente. - Agora só falta um dente. Haha. - Uma vez que todos tivessem terminado suas comprar eu perguntaria. - E agora? Imagino que vocês tenham a quem visitar por aqui. - Esta pergunta seria mais específica para o garoto, confesso que já me apeguei a esses dois, e não tenho certeza se quero deixá-los ainda, mas se assim for decidido acho só andarei mais um pouco pela cidade, caso contrário acompanharei os dois sem problemas, digamos que eu não sinto muito calor, então não me importo de segurar vela.
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Última edição por Remenuf em Dom 21 Jan 2018, 23:13, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptyDom 21 Jan 2018, 17:20


O..Outra loja do Sr. Lemos?

A comida estava boa. Melhor que o esperado, para ser sincera. O tempo passou e, finalmente, poderíamos ser capazes de conhecer Baterilla um pouco melhor. " 105.000?! "Se não fosse pelo meu orgulho, eu certamente iria deixar Gallore pagar a minha conta. Contudo, eu paguei mesmo assim, com um olhar de certa desilusão, vendo todo aquele dinheiro ir embora. Irônico eu pensar dessa forma quando estou disposta a pagar 500 mil para ser ensinada a realizar acrobacias. A questão é: ganhar dinheiro é sempre bom. Perder, porém, é uma merda.

Hmpf, que nada, faz parte do charme, cicatrizes de batalha são populares entre as garotas, você vai saber disso… um dia. - Tudo bem, cicatrizes podem ter seu charme, eu até concordo um pouco com isso. Outra coisa é estar com um dente faltando na boca. Se Gallore estava feliz sem o dente dele, quem seria eu para dizer que aquele dente(ou a falta dele) não tinha seu charme? - Se você diz.. - murmuraria, pagando o dinheiro da refeição. Se houver uma próxima vez, eu vou deixar Gallore fazer as honras de pagar, por mais que seja uma merda ser chamada de criança quando o ruivo desdentado não parecia ser nem cinco anos mais velho que eu. 

Sem mais delongas, saímos da taberna. Eu caminhava com desdém, para não perder o costume. - Uma loja do Sr. Lemos! - Se não fosse pelas palavras de Katsuo, eu provavelmente deixaria aquilo passar de forma despercebida. Viraria minha cabeça na direção à qual Katsuo estava olhando. - Isso só pode ser brincadeira.. - Repetiria as palavras de Gallore, enquanto eu lia a placa “Tem-De-Tudo do Sr. Lemos!”. Só de lembrar daquele homem rechonchudo, que era capaz de tirar armas e chocolates das costas como se não fossem nada, eu ficava um pouco estremecida: Sr. Lemos certamente era um mágico ou um deus.  

Somente uma coisa me incomodou: o que o homem peixe estava fazendo ali? -Ér...Eai. - É..Ele deve estar fazendo merda. Que outro motivo ele teria para dizer "Eai" se não fosse este? Minha curta "companhia" ao tritão me dizia que ele não era amigável o suficiente para falar coisas assim do nada. " O que esse sushi está pensando?" Minha expressão demonstraria falta de confiança, enquanto eu estivesse fitando o tritão. Acredito que Gallore e Katsuo estavam com o mesmo pensamento na cabeça, por mais que o primeiro apenas tivesse cumprimentando o humanoide. - Está cidade não tem nada para oferecer! Vamos partir daqui a pouco, se querem acompanhar-nos, não enrolem. -O "daqui a pouco" de Kisame deve ser daqui a pouco mesmo, visto que ele estava com uma pressa que eu nunca havia visto antes. - Isso foi estranho -Aí estava, eu estava certa de ter desconfiado de Kisame. A partir do momento em que ele não foi totalmente arrogante, além de não ter falado sobre ser o "Príncipe dos Mares" mais de cinquenta vezes, algo estava errado. - Tritões são estranhos. - falaria, em um tom seco. Apesar disso, não podíamos deixar nosso encontro com o tritão estragar nossas compras.  

- Vamos às compras! Quer dizer..vamos. - diria, erguendo os braços para os céus, retrocedendo-os à posição inicial quase que instantaneamente. Acho que eu estava um pouco empolgada, principalmente por agora ter dinheiro para gastar em várias coisas. Ao entrar na loja, a primeira coisa que eu iria fazer era olhar em direção ao responsável pelo estabelecimento. Se fosse uma pessoa desconhecida, eu não daria importância, me atendo às minhas compras. Contudo, se o responsável pelo estabelecimento fosse alguma pessoa parecida com o Sr. Lemos ou o próprio em carne e osso, eu iria até ele, fazendo uma expressão de surpresa. - Érr… Co… Com licença mas o senhor por acaso tem algum irmão gêmeo lá em Karatê Island? - seriam as palavras de Gallore, que parecia estar tão estupefato quanto eu. - O senhor é uma divindade, né? - falaria, olhando para o Sr. Lemos ou seu "gêmeo".

Independente do encarregado da loja, eu estava lá para comprar, não é mesmo? "Tem-De-Tudo do Sr. Lemos...Vamos ver se é verdade.."Colocaria a mão no lábio, pensativa, enquanto tornaria a olhar por toda a loja. Eu só vou comprar o essencial, juro. - Boa noite, gostaria de comprar algumas coisas..- Bem, Gallore aparentemente tinha iniciado suas compras. Tentando ser mais educada que o de costume, eu esperaria até que ele tivesse finalizado suas compras para que eu enfim fosse falar com o responsável pelo estabelecimento. Afinal, seria uma loucura procurar sozinha em uma loja que "tem de tudo".

- Hm.. Minha blusa de baixo está boa..Será que você tem..sei lá, um manto ou algo parecido? Não precisa ser daquelas roupas boazonas, não. Só não quero que seja vagabunda. -falaria, fitando o indivíduo. Voltaria a falar, agora um pouco mais baixo. - Ah, e eu também quero um par de brincos. Nunca é ruim cuidar da aparência, né? Além disso eu também quero uma... - Eu começaria a falar de forma incessável, demonstrando a minha animação por comprar. A minha "lista" feita oralmente não foi tão extensa, apesar de eu acreditar ser o suficiente.
Compras:
 
- Ok, é "só" isso, mesmo! - Diria, enquanto pagaria por tudo. Guardando a maior parte dos itens na mochila. Retiraria minha jaqueta preta toda rasgada, ficando apenas de regata. - Não é isso. - diria, caso pensassem que eu estava retirando minhas roupas. Eu colocaria o manto, puxando as mangas do mesmo caso estivesse fazendo um calor infernal. O que eu posso fazer se já me acostumei a usar esse tipo de roupa? As algemas para caso eu precise prender um pirata, ou até mesmo Nie e Kisame(e Katsuo, dependendo de seus fetiches). O livro de história era para eu ler no barco, como forma de distração, principalmente. O kit de gazua porque uma ladra nunca esquece seus hábitos, não é mesmo? E o chocolate..Nem preciso dizer o porquê, né?  

Eu daria um suspiro, antes de enfim colocar o par de brincos, enquanto me aproximaria de Katsuo e Gallore. - Melhor agora não acha? -Tenho que admitir que Gallore não aparentava mais ser um mendigo. Já estava "aceitável" para andar na rua sem receber olhares de nojo. - Si..Sim. E eu, como estou? - Desviaria o olhar, fazendo uma expressão de desinteresse, esperando pela resposta. -E agora? Imagino que vocês tenham a quem visitar por aqui. - Não respondi nada, apenas fiquei olhando para Katsuo. Tudo que eu sabia era: onde Gallore e Katsuo fossem, eu iria junto. - Temos tempo para "brincar" mais um pouco antes de partirmos.. - Comentaria, complementando as falas de Gallore.
Thanks Akacchi


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptyDom 21 Jan 2018, 22:59


Nie estava próximo ao Novo Mundo em sua terra natal a ilha dos tritões, abaixo da água vendo os soldados treinarem, Nie via aqueles movimentos e ficava fascinado, qualquer um em sua idade ficaria, afinal uma criança com oito anos se fascina com qualquer coisa que seja diferente aos seus olhos, alguns  instantes depois de admira-los, Nie voltava para a sua casa. "Um dia lutarei igual a eles. serei tão forte quanto eles, e assim vou poder proteger meu irmãozinho de qualquer coisa!" Murmurava Nie enquanto voltava para sua casa.

"Mãe, estou de volta" Falava Nie para que sua mãe precebesse que ele havia voltado para casa, sua mãe escutava e logo ia cumprimenta-lo. "Oi Nie, você..." e antes que ela conseguisse concluir a frase, com um susto, Nie acordaria e uma lagrima poderia ser vista escorrendo de seus olhos. "Mãe..." Seria murmurado por Nie ao ver que ver a sua mãe não havia passado de um sonho. Caso Nie tivesse acordado, ele iria sair da embarcação atras de mantimentos, não apenas comida, mas também roupas boas para que ele pudesse usar roupas limpas e mais confortável do que com as roupas sujas que ele estaria. Sairia da embarcação e pegaria o mesmo rumo que da ultima vez, só que agora iria em um local onde pudesse encontrar comidas boas e roupas decentes também, então Nie iria procuraria por uma região mais "nobre" na cidade, evitaria locais extremamente caros, e procuraria por locais onde ele pudesse encontrar produtos bons e que não fosse extremamente caros.

Caso, apos algum tempo adentrando e saindo de ruelas pela cidade, Nie encontrasse algum local que o agradasse ele entraria nesse local e buscaria por alguém para atende-lo, compraria suprimentos para poder sobreviver por algum tempo no mar, algumas roupas boas para ele, e materiais para poder cozinhar os alimentos. Nie evitaria ficar de papo furado com o(a) possível vendedor(a) pediria apenas o que precisava, se tivesse dinheiro o suficiente pagaria e então voltaria para a embarcação e guardaria-os, se comprasse roupas ao chegar na escuna ele iria troca-las, e por fim tendo arrumado tudo ele ficaria esperando por seu irmão para que eles pudesse seguir seus rumos.

Se a quantidade de suprimentos fosse demasiado para que Nie conseguisse levar sozinho, ele iria atrás de seu irmão antes de finalizar as compras, e achando-o iria pedir para que ele o ajudasse a levar as coisas para a escuna.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptySeg 22 Jan 2018, 00:25

O encontro entre o trio e Kisame não podia ser mais rápido. Ele enfiava os cartazes nas roupas e tentava contornar a situação, meio sem jeito, e os três pareciam não dar muita bola mesmo, o que auxiliava o tritão em sua "fuga" em alta velocidade rumando em direção ao porto.

No caminho, ele passava por uma quitanda e aproveitava para pedir informações acerca dos procurados. O homem respondia algumas coisas e Kisame seguia, encontrando também um homem que regava seu jardim, também questionando e ouvindo respostas. E mais um gari que varria as coisas, que parecia saber algo também sobre aqueles nos cartazes.

Finalmente, Kisame descobria que aqueles três dos cartazes era um bando de piratas que contava apenas com eles mesmos, sendo o capitão e navegador um atirador, o imediato e médico um tritão baleia de quase 3 metros que lutava o karatê tritão, e o outro membro, irmão do capitão, carpinteiro e ferreiro, um bárbaro com um grande martelo. Aparentemente estavam causando algumas confusões em Baterilla, nada tão grande, e a Marinha local havia resolvido estabelecer recompensas, mesmo que baixas, por suas cabeças.

Enquanto isso, Nie acordava no navio, com uma lágrima descendo de seus olhos por conta de um curto, porém significativo, sonho que havia tido com sua infância que fazia ele lembrar de sua mãe. Limpando o rosto, ele saia do navio, entrando numa loja de coisas para barcos logo ao lado, comprando o abastecimento para a próxima viagem da escuna por 20.000$. Saindo dali com uma caixa em mãos cheia de alimentos, ele ia a uma loja de roupas bem simples logo ao lado, adquirindo também uma camiseta regata preta e uma bermuda da mesma cor, pagando mais 15.000 berries por ambas, vestindo-as e deixando suas roupas anteriores ali.

Não longe dali também, Chinatsu, Gallore e Katsuo, impressionados com a existência de uma outra loja do Sr. Lemos, resolviam adentrar na mesma e eram recebido por um homem com aparência EXATAMENTE igual ao Sr. Lemos de Karate Island. - OLAAAA! Eu sou o Sr. Lemos! - Gallore o questionava sobre ter um irmão gêmeo e Chinatsu perguntava se o mesmo era uma divindade. O vendedor colocava a mão no queixo, pensativo. - Hm... - Ele pensava por alguns instantes, antes de responder. - Não, eu acho que não. Vocês devem ter visitado minha filiam em Karatê, não é? Espero que tenham sido bem atendidos lá, garotos! - Enquanto isso Katsuo não conseguia dizer nada, parecia pasmo com aquilo.

Tentando ignorar aquilo, os três se propunham a comprar uma série de coisas. Gallore era o primeiro atendido e enquanto o Sr. Lemos via sua lista feita na hora, começava a pegar as coisas. - Bem... Uma mochila grande... - Ele tirava das costas com a mão direita a mochila cinzenta, já aberta. - Uma corda, algemas, kit de 20 bandagens, bisturi, cautério, tesoura, pinças, dilatador, cinzel, frasco de álcool, 3 morfinas, 3 sedativos e 3 antibióticos, um frasco com bacitracina e um tubo de ensaio! - Enquanto ele falava o nome de casa objeto, com a mão esquerda ia tirando os mesmos das costas e colocando dentro da mochila, na exata ordem que dizia. - Ah, a camisa regata e um casaco. - Tirava os dois numa vez só, entregando nas mãos de Gallore. Ele fechava a mochila e entregava também pro garoto, cobrando a quantia de 1.085.000 B$ (100.000 + 30.000 + 40.000 + 200.000 + 240.000 + 25.000 + 50.000 + 400.000) do boxeador.

Então Chinatsu fazia seu pedido, e ele recomeçava aquilo. - Outra mochila grande... - Segurava de novo com uma mão, deixando a outra livre, atrás das costas, de onde começaria a tirar os itens. - Livro A História de Baterilla, algemas, kit de Gazua e uma barra de chocolate. - E colocava os itens dentro da bolsa. - Além é claro, do manto e dos brincos! - E entregava os itens para Chinatsu, cobrando 410.000 (25.000 + 40.000 + 30.000 + 15.000 + 100.000 + 200.000) da ninja.

Já Katsuo era mais simples e pedia uma única coisa, uma espada das mais bonitas que tivesse, e o vendedor parecia pensar um pouco antes de puxar das costas uma espada com um guarda-mão dourado com pedras azuis, em uma bainha negra. Era cobrado exatos 2 milhões de berries pela arma, e não se entendia a principio porque o taekwondo comprara aquilo até ele dizer. - É pra minha mãe...

Vestidos, com as mochilas em seus ombros e carregando a nova e bela espada, eles se entreolhavam e discutiam sobre onde iriam, e as insinuações pendiam para Katsuo responder. - Eu queria falar com a minha mãe... Achei que encontraria ela no porto, mas...

- VAMOS, SEUS PANACAS! - Um grito alto era ouvido, e dois Minks leões, com roupas todas pretas e portando armas de fogo, além de puxando dois homens como refens, passavam correndo pelas ruas em direção ao porto. Katsuo simplesmente saia atrás deles, e os outros dois iam atrás.

Após alguns metros, estavam próximos ao porto mesmo, e lá, de um lado Nie saia de uma loja com roupas novas, de outro vinha Kisame após conseguir informações, e de outro Chinatsu, Gallore e Katsuo surgiam tendo seguido os bandidos. A população começava a se aglomerar para ver aquela cena em que os leões estavam com dois homens rendidos, apontando as armas para suas cabeças. Alias, pelas roupas dos homens, chiques e finas, aparentavam serem pessoas minimamente ricas.

- PESSOAS DE BATERILLA, ESCUTEM. SOMOS DO EXÉRCITO REVOLUCIONÁRIO, E NÃO SOMOS SEUS INIMIGOS! MAS ESTES HOMENS SÃO. COM SEUS PODERES AQUISITIVOS ELES OS OPRIMEM SEM QUE VEJAM. MAS ISSO HOJE... - Antes que o Mink pudesse continuar seu discurso, uma jovial figura feminina de cabelos esbranquiçados, trajando as cores da marinha e um belo sobretudo com ombreiras douradas surgia, num piscar de olhos, atrás dele.

- Rankyaku. - E num movimento tão rápido quanto ela surgia, o Mink era atravessado por uma espécie de lâmina azul que surgia no ar com um movimento vertical das pernas da mulher, e que se dissipava logo que dividia seu corpo felino em dois.

O outro leão, vendo aquela cena, com um olhar assustado, largava seu refém e apontava a arma para a mulher, puxando o gatilho e atirando três vezes contra ela. As balas iam em sua direção mas ela simplesmente movia sua cabeça para os lados e se esquivava dos projéteis, mesmo disparados tão próximos, numa velocidade incrível. - Soru. - A mulher por um instante desaparecia novamente, e então aparecia atrás do homem, com uma katana em mãos, atravessando o abdome do revolucionário com uma estocada precisa, que o fazia cair no chão, morrendo no mesmo instante.

A população aos poucos começava a aplaudir e os homens antes reféns se levantavam, tentando manter certa compostura, batendo em suas roupas para tirar a poeira. A marinheira de cabelos claros embainhava de novo sua katana, com um sorriso singelo no rosto. - Não se preocupe, cidadãos. Está tudo sobre controle. - Ela dizia, em um tom de voz ao mesmo tempo que imponente, acalmante.

- MÃÃÃÃE! - Katsuo gritava, saindo correndo na direção dela e a abraçando.

- KATSUO O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO AQUI? - Ela parecia irritada com o garoto, mas sua voz tinha certa preocupação.

- EU ME TORNEI UM CAÇADOR DE RECOMPENSAS, MÃE! - Ele dizia, com animação em sua voz, saltando. Quando todos reparavam, percebiam que de fato eles tinham certas semelhanças, além é claro dos cabelos brancos. - Aqueles são meus amigos. O Gallore e a... Chinatsu. - Ele apontava para os dois, um pouco distanciados, e dizendo um pouco sem jeito o nome da ninja.

- Ah Katsuo... Eu sempre soube que não poderia te segurar para sempre mas... Você só tem 15 anos. Eu não esperava que seria tão cedo... - Ela dizia, com um misto de preocupação mas também orgulho. Ela olhava para Gallore e Chinatsu e começava a se aproximar deles, com um sorriso no rosto.

Aos poucos, alguns flocos de neve começavam a cair lentamente sobre a ilha e a população parecia estranhar bastante aquilo. Não haviam tantas nuvens no céu, aparentemente, mas com a chegada da noite o clima havia começado a diminuir um pouco. Apesar disso, não era comum neve em uma localização tropical como Baterilla.

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptySeg 22 Jan 2018, 02:38


Na presença da futura sogra.

Poxa vida, e não é que era mesmo o Sr. Lemos "verdadeiro"? "Esse homem..é incrível.."Não podia deixar de ficar surpresa ao ver o homem em Baterilla, ilha consideravelmente distante de Karate Island. Como diabos ele tinha ido parar lá e, além disso, antes de nós? Simplesmente não tinha resposta, e eu provavelmente ficaria louca tentando encontrar uma explicação científica para aquilo. Mudando de assunto, eu não sabia que um médico prcisava de tantas coisas para viajar em alto mar, mas Gallore parecia estar ciente disso. A divindade cujo nome era Sr. Lemos tirou todos os itens de suas costas, atendendo o ruivo rapidamente. Eu não prestei atenção em quanto exatamente Gallore gastou, mas deve ter sido uma grana preta. A próxima a ser atendida fui eu. Eu não tinha certeza sobre ter dinheiro suficiente para comprar tudo que eu queria. No fim, deu tudo certo, visto que não tive problemas em adquirir tudo que eu queria. Guardei todos os itens na mochila, tacando-os de forma bagunçada dentro da bolsa.

Seguidamente, vesti o manto que me havia sido entregue pelo Sr. Lemos. Era confortável, além de parecer ser uma peça de roupa cuja qualidade eu não podia reclamar."Hm..Esses brincos são bonitinhos..Será que é uma boa ideia?"Sem tardar mais, os coloquei nas orelhas, pegando a mochila cheia de itens logo em seguida. Eu tinha certo interesse sobre o que Katsuo compraria. Afinal, ele disse que compraria algo útil com aquele dinheiro. - Nã..Não creio.. - Ficaria pasma ao ver Katsuo gastar praticamente todo o seu dinheiro em uma espada. Apesar da beleza exuberante do punhal, de que forma uma espada iria servir para um combatente corpo a corpo? -  É pra minha mãe... -disse Katsuo. Ao meu ver, pelo menos, isso não era exatamente uma forma de gastar o dinheiro de forma "útil". Bem, disse a garota que comprou mais um chocolate, tendo um quase inteiro em suas mãos.

Devidamente vestidos e carregando tudo que achávamos necessário, para onde iríamos agora? Tanto Gallore quanto eu não tínhamos "nada" em Baterilla, por assim dizer. A ilha era um mero local de transição, que nós provavelmente esqueceríamos em breve. Para Katsuo, porém, as coisas pareciam ser um pouco diferente. Eu não sei explicar, é apenas o que eu acho. - Eu queria falar com a minha mãe... Achei que encontraria ela no porto, mas...-Katsuo começou a falar, mas acabou sendo interrompido por um grito alto. Se foi alto para uma pessoa que escuta normalmente, imagine para quem possui uma audição aguçada..- VAMOS, SEUS PANACAS! - berrou um homem. Eu cobriria meus ouvidos, na tentativa de amenizar o som. Mas que merda..Tínhamos acabado de lutar contra piratas e outra baderna já estava acontecendo? - Eiei, espera, Katsuo! - falaria, no momento em que o garoto de madeixas brancas começou a seguir aquelas "coisas", que aparentemente eram minks. - Acho que temos que ir também, Gallore.. - Sem esperar respostas, eu retiraria minhas mãos dos ouvidos e começaria a seguir Katsuo, movendo-me um pouco atrás deste.   

Não tardou muito para que chegássemos no porto. Surpreendentemente, tanto Nie quanto Kisame estavam próximos. Não me importava com o que eles estavam fazendo, só achei surpreendente o fato de estarmos todos juntos quando algo de ruim acontece. Várias pessoas se juntaram para ver o que estava acontecendo. Aqueles leões renderam dois homens, apontando armas de fogo para a cabeça dos homens submetidos. - PESSOAS DE BATERILLA, ESCUTEM. SOMOS DO EXÉRCITO REVOLUCIONÁRIO, E NÃO SOMOS SEUS INIMIGOS! MAS ESTES HOMENS SÃO. COM SEUS PODERES AQUISITIVOS ELES OS OPRIMEM SEM QUE VEJAM. MAS ISSO HOJE...- Antes que o Mink terminasse seu discurso de merda, uma bela mulher apareceu. Sei lá, mas os cabelos brancos dela me lembravam um pouco Katsuo. Afinal, não se via aquela coloração em todo lugar. A mulher trajava vestes da marinha, e não parecia estar amedrontada perante a situação. Somente uma pessoa com bastante experiência seria capaz de se portar assim. - Se alguma coisa der errado, eu vou interferir. Conto com vocês. - Olharia de relance para Gallore e Katsuo, acreditando que eles pensavam a mesma coisa que eu.

- Hã? O que aconteceu? - Tudo que aconteceu foi estupidamente rápido, e os minks em poucos segundos foram derrotados, caindo mortos no chão. Aquela mulher era um pouco assustadora. - Não se preocupem, cidadãos. Está tudo sobre controle. - A voz da mulher demonstrava calma, além de confiança. Se eu não fosse desiludida em relação à Marinha, eu estaria venerando aquela mulher. Me limitei a apenas bater palmas, como se fosse apenas mais uma "civil de merda"(saudades, Lan). -MÃÃÃÃE! -Pe..Pera aí.. A mãe de Katsuo era uma marinheira super forte? Essa família é inacreditável.. - KATSUO O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO AQUI?-A mulher perguntou, abraçando o filho. Nesse momento, eu desviaria o olhar, além de fazer uma expressão de quem estava quase lacrimejando. Ver uma cena assim me trazia memórias de minha família, ou seus restos mortais. - Aqueles são meus amigos. O Gallore e a... Chinatsu. -Voltaria à realidade assim que ouvisse meu nome. Olharia em direção à mulher, dando um sorriso amigável. Ainda sorrindo, eu levantaria um pouco meu braço mais próximo a Gallore, e puxaria sua cabeça para baixo, de forma inesperada e nem um pouco sutil. - Você já me provou que gosta de lutar contra oponentes fortes. Só não faça nenhuma idiotice! - murmuraria, colocando ênfase no "idiotice".

- Ah Katsuo... Eu sempre soube que não poderia te segurar para sempre mas... Você só tem 15 anos. Eu não esperava que seria tão cedo... A mãe de Katsuo começou a se aproximar. Por mais que eu não confiasse inteiramente na Marinha, a "pessoa" por trás daquelas roupas parecia ser boa. Eu faria algo que provavelmente surpreenderia Gallore: seria educada. Eu me curvaria para frente, respeitosamente, olhando para os chãos. - Não se preocupe. Prometemos cuidar do Katsuo. Né? - direcionaria meu olhar à Gallore. Minha expressão pedia para que o médico lembrasse o que eu acabei de falar. Conhecendo-o, eu sabia que aquele maldito gostava de uma boa luta.

Repentinamente, começou a nevar. Como assim? Neve em Baterilla, uma ilha tropical? Que estranho. Eu levantaria meu corpo, retrocedendo à posição inicial antes de me curvar. Acho que eu tive sorte de ter comprado um manto e não uma regata. - Er..moça mãe do Katsuo..Qual seu nome? Além disso, sabe por que está nevando aqui? -perguntaria,
tentando imitar as expressões faciais que Katsuo constantemente fazia: um garoto curioso e que agia de forma divertida. Nã..Não que eu tenha reparado nisso, é claro! Após a resposta, eu me aproximaria de Katsuo. - Acho que agora é uma boa hora de entregar para a sua mãe aquele "presentinho". - murmuraria em seu ouvido. Aquela seria uma ótima hora para entregar a espada e dizer que iria partir em uma aventura onde correria risco de vida constantemente. Trocar uma coisa agradável por um fato péssimo, a fim de igualar essa "balança imaginária". Dito isso, eu me posicionaria ao lado de Gallore. Eu estava particularmente curiosa sobre como a mulher iria reagir ao ganhar um presente como aquele.

Thanks Akacchi


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptySeg 22 Jan 2018, 22:16


Um novo objetivo parecia estar traçado em Baterilla, três (3) novos cartazes era adquiridos por mim, todos de criminosos localizados na própria cidade onde procuraria divulgar meu nome. Os populares pareciam dispostos a cooperar e sem muitas dificuldades me mostraram - mesmo eu sendo um tritão - uma direção, na qual seguiria. - Eles estão perdidos. - Diria enquanto fitaria os cartazes e suas belas recompensa. O muito que andei me fez sentir o clima da cidade, uma certa brisa no momento - o que seria normal para minha pessoa que não conhecia a ilha -, mas que já me causara calafrios, estes me incomodavam e por isso decidi ir atrás de roupas que pudessem me aquecer.

Continuava andarilhando pelas ruas, até que em um certo ponto uma confusão parecia se formar e como de costume eu estaria ali participando ou pelo menos presenciando como iria decorrer a história. - Mas que merda é essa? - Perguntaria referindo-me às palavras ditas por um bando de aberrações no meio da cidade. A população toda observando suas ações até que em um instante tudo se desmoronava para aqueles animais. Era difícil de acompanhar, mas quando tudo se aquietou, uma mulher. Certamente está mulher teria acabado com eles com uma combinação de golpes nunca antes vista por mim, sua velocidade era incalculável assim como meu interessa em saber que ela era.

Sairia me esgueirando entre os populares presentes no local em direção à moça, utilizaria minha força para empurrar àqueles em minha frente de modo que meu deslocar fosse mais rápido, não sabia o que estava sentindo mas deveria me aproximar dela e descobrir o seu nome pelo menos. Continuaria até me aproximar dela. - Quem é você? - Perguntaria da maneira mais educada que conseguisse.  - Como foi que você fez isso? - Indagaria. Cada palavra seria dita com um brilho no olha, a admiração estaria implícita por mais que tentasse esconder diante de todos presentes no local.

Por algum tempo fitaria-a após meus dizeres, posteriormente iria me recompor, retomaria minha postura mais séria e dos meus pertences arrancaria os três (3) cartazes que foram apanhados anteriormente. Se o os meus tripulantes estivessem nas proximidades, entregaria-os as recompensas - em papel é claro - neste instante tomaria o ar necessário e recuperaria meu fôlego para novamente entrar em meu "estado" normal, mais calmo e sereno. Evitaria dialogar com os mesmos pois sabia que poderia acabar me estressando e por consequência estragando uma entrada triunfal.

Formidável era a maneira que a mulher se mostrara ao público, sem vergonha e muito menos ligando para aquilo tudo e mais ainda a maneira que acabou com aquela raça medíocre, sem dó e nem piedade, estes eram os pré-requisitos para chamar a atenção da minha cabeça de peixe, sem falar do sangue - é claro -.  - Já que é uma cortesia muito comum dizer o próprio nome antes de perguntar à alguém, bem, eu me chamo Kisame, Príncipe dos Mares e Caçador de Recompensas. - Apesar de impressionado com suas habilidades, ao me apresentar lembrava-me que minhas conquistas também era de grande valor, assim minhas atitudes a partir dai seriam mais apresentaáveis e coerentes comigo mesmo.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptySeg 22 Jan 2018, 22:52

Reunião

Gallore Strange




- OLAAAA! Eu sou o Sr. Lemos! - Era o que o homem baixinho e bigodudo dizia, eu quase não podia acreditar em meus olhos, aquele realmente era o mesmo homem de Karatê Island, e por mais que nós questionássemos sobre o que ele podia ser ou como chegara ali tão rápido antes da gente o senhor apenas fazia negar e negar - Não, eu acho que não. Vocês devem ter visitado minha filial em Karetê, não é ? Espero que tenham sido bem atendidos lá, garotos!- Ele nos respondia não vendo nenhum tipo de estranheza em nossa situação. E aquilo era estranho, e como, e aliás, quantas filiais será que ele tem? Juro que se ver um Sr. Lemos em outra ilha eu virarei seu seguidor e proliferarei as palavras da grande divindade que ele é.

Brincadeiras e mistérios a parte estávamos lá por uma coisa, compras, eu fui o primeiro na fila, e enquanto o senhor lia minha lista ele começava a tirar as coisas do… de trás das costas, eu até tentava me esticar para detrás do balcão e ver como ele fazia aquilo, mas não deu muito certo, talvez seja melhor só aceitar o Sr. Lemos como o Deus que ele é. Minha mais nova mochila foi se enchendo item por item, e quando todos já estavam bem acomodados lá dentro o homem me entregou a camisa e o casaco que eu outrora pedira, a situação ia muito bem, mas confesso que ao ouvir o preço meu bolso doeu um pouco, 1.085.000 B$, aquilo sim era uma facada, mas paguei sem relutar muito.

Agora era a vez de Chinatsu, e enquanto ela comprava eu checava mais uma vez minhas compras além de vestir a camisa e amarrar o casaco na cintura, a lista de compras dela era bem menor se comparada a minha, e até tinha espaço pra alguns supérfluos como brincos e chocolate, ela deve gostar mesmo de doce. - E eu, como estou? - Ela perguntava em resposta ao seu novo acessório. - Muito bem. - Eu respondia enquanto levantava o polegar e fazia um barulho de sopro, não a ponto de ser um assovio, só algo pra acentuar a autoestima da menina, mas bem… Algo me diz que não é de mim que ela espera um elogio.

Pra alguém que estava se aproveitando de cada brecha Katsuo não usou essa deixa, ele estava concentrado demais falando com o homenzinho de bigode, o que ele pedia era simples, mas de extremo valor, assim… só uma espada de 2 milhões, ele não usa armas em combate, mas ter uma pendurada em sua cintura dá um certo estilo, até mesmo eu estava com uma katana no momento. E aquela era uma senhora espada, com uma bainha preta e detalhes dourados com pedras preciosas, aquilo sim tinha valor.. - É pra minha mãe… - Dizia o garoto, e então as coisas voltavam a fazer sentido. - É muito bonita, tenho certeza que ela vai gostar. -

Bom era isso, eu já não tenho mais muito para fazer em Baterilla a não ser reclamar um certo barco que eu acabei deixando ser dominado, mas isso é coisa pra outro momento, e por hora eu estava bem só por acompanhar aqueles dois, e Chinatsu provavelmente estava na mesma, então tudo se voltava para o garoto de cabelos brancos. - Eu queria falar com minha mãe… Achei que encontraria ela no porto, mas… - E antes que pudéssemos terminar o diálogo um alvoroço de estendia pelo lado de fora da loja.

- VAMOS, SEUS PANACAS! - Era exclamado por um de dois Minks Leões que arrastavam reféns consigo em direção ao porto, eu nem tive nem tempo de processar a informação e mais uma vez o néscio de cabelos brancos ia atrás da morte. - Por que ele sempre faz isso? - Eu reclamava enquanto Chinatsu chamava pelo garoto. - Acho que temos que ir também, Gallore… - E então ela simplesmente seguia correndo. - E lá vamos nós de novo. - Eu agora falava com os dedos indicador e dedão em minhas têmporas, e então partia atrás daqueles dois. - Obrigado por tudo! - Exclamaria ao Sr. Lemos antes de ir em disparada em direção ao porto.

Aparentemente a velha banda estava reunida novamente, Kisame e Nie estavam no lá observando a confusão, mas também, com o mutirão de gente que cercava aquela situação estranho seria se eles não estivessem. Os dois leões tinham armas apontadas para a cabeça de homens muito bem vestidos, aparentemente ricos, e eles gritavam para aqueles ao redor dizendo para não se preocupar, eles eram revolucionários aliados ao povo, estavam lá para combater o verdadeiro mal na sociedade, alguma besteira do tipo, mas revolucionários agora só significavam uma coisa, dinheiro, principalmente agora que eu havia gasto tudo. - Se alguma coisa der errado, eu vou interferir. Conto com vocês. - Disse Chinatsu, estranho, o perfil dela não faz muito a de uma heroína, ainda mais pra salvar porcos corporativos, mas se assim acontecer, por que não? - Claro. - Responderia inutilmente, nossa rápida conversação foram meras palavras, visto que a situação se resolveu em questão de segundos antes mesmo do Mink terminar suas falas.

Pessoas normais devem apenas ter visto um vulto branco derrubando os revolucionários, mas eu observei cada segundo, e não é todo dia que se pode apreciar um show assim. - Rankyaku. - Era o que era dito enquanto uma oficial da marinha aparecia dividindo em dois um dos leões com uma rápida… Lâmina? de suas pernas, aquilo foi incrível, mas não parou por aí, o sobrevivente se desesperava e começava a atirar em sua direção, mas como se soubesse a trajetória ela apenas movia a cabeça desviando dos três projéteis e em seguida se movia em alta velocidade com algum outro tipo de técnica, dessa vez nem mesmo eu pude acompanhar seus movimentos, e quando me dei conta o segundo Mink estava ao chão com uma precisa estocada em seu corpo.

- Forte. - Era tudo que eu conseguia pensar enquanto meus punhos fechados tremiam de empolgação para com as habilidades da marinheira. - Não se preocupe, cidadãos. - era dito por ela enquanto embainhava sua espada e os reféns se levantavam aos poucos. - Está tudo sobre controle. - Assim a multidão ia se dispersando, com exceção de um indivíduo que corria em direção da mulher, era Katsuo. - MÃÃÃÃE! - Ele gritava enquanto a era envolto em um forte abraço. - Mãe?! - Como assim o Katsuo é filho de uma oficial da Marinha assim tão forte? Isso até que explica de onde vem toda a fibra do garoto.

- KATSUO O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO AQUI? - A mulher estava claramente irritada, mas ao mesmo tempo se via um certo tom de preocupação, a cena fraternal até emocionava alguns em volta, como Chinatsu por exemplo, que desviava seu olhar a fim de esconder suas lágrimas. Eu apenas ficava curioso, observando aquela cena me perguntando como deve ser ter uma mãe de verdade, bom… não que faça falta, mas as vezes me pego pensando em como minha vida seria diferente se eu tivesse uma. - EU ME TORNEI UM CAÇADOR DE RECOMPENSAS, MÃE! Aqueles são meus amigos. O Gallore e a… Chinatsu. - Dizia o garoto com certa empolgação, enquanto ele nos apresentava de longe eu levantava minha palma direita como um cumprimento. Neste momento antes que eu pensasse em me aproximar Chibitsu me puxava pela gola e me advertia. - Você já me provou que gosta de lutar contra oponentes fortes. Só não faça nenhuma idiotice! - E então como o péssimo mentiroso que sou tentei disfarçar. - O que? Quem teria uma idéia maluca dessas? Você não viu como ela matou aqueles revolucionários em um piscar de olhos? - Minha voz nesse momento seria em uma entonação um pouco diferente, claramente uma mentira, fazer o que eu não sou muito bom com essas coisas.

- Ah Katsuo… Eu sempre soube que não poderia te segurar para sempre mas… Você só tem 15 anos. Eu não esperava que seria tão cedo… - Ela dizia com preocupação logo antes de se aproximar de nós com um sorriso no rosto sendo imediatamente abordada por Chinatsu com uma... reverência? Queria poder ter tirado uma foto daquele momento histórico. - Não se preocupe. Prometemos cuidar do Katsuo. Né? - Ela olhava falava enquanto direcionava seu olhar para, parecia mais como um aviso, imagino do que. - Sim, Ele é meio escorregadio, mas a gente dá um jeito. - eu estenderia minha mão para cumprimentá-la. - Eu sou Gallore Strange a propósito, prazer em conhecê-lá… Ernh… - E então esperaria que ela dissesse seu nome, se acabar por levar um vácuo apenas disfarçarei coçando meu ferimento de bala no braço esquerdo.

- Agora eu vejo de onde o Katsuo tira tanta força, o que foram aquelas técnicas que você usou? - Perguntaria a ela com um certo brilho nos olhos. Nossa conversa seria interrompida pelos flocos de neve que caía dos céus. - Cadê a ilha tropical que me prometeram? - E então eu deixaria Chinatsu tomar a frente na conversa, onde ela encheu a mulher com mais algumas perguntas e por fim deu a deixa para Katsuo finalmente entregar seu presente, era o momento perfeito, claro, se nosso “malvado favorito” não chegasse pra estragar todo clima.

- Quem é você? Como foi que você fez isso? - Ele não parecia tão arrogante dessa vez, claro, para o seus padrões, mas continuava interrompendo um momento “importante” e isso me deixaria puto. - Já que é uma cortesia muito comum dizer o próprio nome antes de perguntar à alguém, bem, eu me chamo Kisame, Príncipe Dos Mares e Caçador de Recompensas. - E lá estava ele de volta com sua falsa superioridade enquanto me jogava alguns cartazes, eu daria alguns passos até o seu lado enquanto diria. - Sim… Sim… - E então acertaria um soco de baixo pra cima por trás de sua cabeça, não com força para machucar, apenas forçando-o em uma reverência. - Por que não demonstra mais respeito? Principe das Lagoas. - Confesso que aquilo me trazia um pouco de satisfação. - Você estragou um momento importante aqui. - E então quando ele se levantasse para interromper o momento mãe e filho que estava pra acontecer ali eu amassaria os cartazes em minhas mãos e os colocaria em sua boca. - Foi mal o incômodo. - Então olharia para Katsuo. - Pode continuar. - Bom, não sei o que minhas ações iam acarretar, mas eu lidava com isso depois, e no final das contas eu até cumpriria minha promessa de não cair na mão com a mãe de Katsuo, até que as coisas estavam indo bem.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptySab 27 Jan 2018, 12:00


Após conseguir os suprimentos para o navio e suas novas roupas, Nie se deparava com seu irmão ao sair da loja onde havia comprado as suas roupas e antes mesmo dia Nie conseguir ter qualquer interação com seu irmão uma voz alta era escutada "PESSOAS DE BATERILLA, ESCUTEM. SOMOS DO EXÉRCITO REVOLUCIONÁRIO, E NÃO SOMOS SEUS INIMIGOS! MAS ESTES HOMENS SÃO. COM SEUS PODERES AQUISITIVOS ELES OS OPRIMEM SEM QUE VEJAM. MAS ISSO HOJE..." Felizmente, antes daqueles boçais concluírem suas falas uma figura feminina aparecia aniquilando eles rapidamente e sem muito esforço, vendo essa cena apenas uma palavra passava na mente de Nie, "FORÇA" aquela mulher era extremamente forte, lidar com aqueles homens daquela forma deixou Nie realmente boquiaberto.

Para completar a surpresa de Nie, um dos seus conhecidos que estava próximo a ele, e possível companheiro, gritou. "MÃÃÃÃE!" Nie voltavaria a sua atenção para ele e com um olhar pasmo olharia para o rapaz. "Impossivel! Essa coisinha é filho desta mulher?" Pensava Nie, e logo vinha a confirmação. "KATSUO O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO AQUI?" Ela confirmou rapidamente a duvida de Nie, a mulher era realmente mãe do rapaz, Nie procuraria voltar para o seu estado mental de costume, e ficaria novamente próximo ao seu irmão, enquanto uma seria de baboseiras de pessoas tentando ser educadas pela força dessa mulher aconteceria diante ele, um destes era seu irmão, que aparentemente teria deixado de ser arrogante e mandão, e virado um menino educado diante ela.

Kisame tentaria uma interação com a mulher e apos entregaria cartazes que havia conseguido na ilha, um destes seria entregue a Gallore que após recebe-lo, ele aproximaria-se de Kisame e tentava desferir um "soco" na cabeça de Kisame, por um momento Nie pensaria em impedir, mas vendo o atual comportamento de seu irmão, ele não iria se intrometer, iria apenas rir da cara do "não mais mandão" Kisame caso realmente leva-se o soco e tivesse a sua boca tampada pelo cartaz que Gallore teria amassado e colocado em sua boca.

Nie se apresentaria apenas se a mulher quisesse saber sobre ele, fora isso ele iria ficar quieto e irritado com toda a baboseira de apresentações e melações entre mãe e filho, Nie voltaria sua atenção a seu irmão por alguns instantes e indagaria. "Kisame, conseguiu concluir seus objetivos? Eu comprei suprimentos para a Escuna, e ela já esta abastecida e pronta para partirmos. Quanto tempo mais você pretende ficar nessa ilha?" Nie esperaria a resposta de seu irmão e não falaria mais nada, apenas acompanharia-o se eles fossem para algum outro local.

Com a neve começando a cair na ilha Nie procuraria não se importar muito com o frio, se suas vestes fossem o suficiente para ele aguentar a temperatura, assim ele o faria, caso contrario, ele procuraria comprar vestes para se cobrir do eventual e incomum frio que estaria tendo em Baterilla.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptyDom 28 Jan 2018, 15:35

A conversa com a marinheira ia de uma maneira agradável com Chinatsu e Gallore, além do próprio filho da mesma, Katsuo. Eles se apresentavam e perguntavam o nome da mesma, que respondia. - Sou a capitã Hana, atual capitã do mar do South Blue, mas provavelmente logo serei promovida para a Grand Line. Já estive lá antes, mas fui mandada de volta para cá por conta de necessidade. - Tudo se seguia, e Gallore até perguntava sobre aquelas técnicas poderosas que ela havia usado, e ela levantava as sobrancelhas antes de responder. - São técnicas do governo. Somente marinheiros e agentes podem conhecê-las. - Também havia o questionamento sobre a neve em Baterilla, e sobre isso a marinheira parecia estar um pouco preocupada. - A Marinha já está estudando o fenômeno. Ao que parece, está acontecendo por todos os Blues. Alguns dizem que é influencia do poder de um Supernova.

Tudo parecia ocorrer bem naquele diálogo, e a marinheira estava preparando para se despedir de seu filho, que havia entregue para ela a espada e ele ficado muito feliz com aquilo, até que Kisame chegava tentando se apresentar, e Nie vinha logo depois. A marinheira não parecia ter nenhum problema com aquilo, enquanto o homem peixe entregava os cartazes para Gallore. Contudo, o médico parecia não gostar da forma que ele se aproximava com total irreverência e deferia um soco vertical na parte de trás da cabeça de Kisame.

Convenhamos que Gallore não tinha tanta força o suficiente para ferir Kisame, mas tinha conhecimentos de anatomia humana e, apesar de ser um tritão, o espadachim possuía certas características humanas, e o golpe acabava por ter a intenção exata de fazer Kisame abaixar a cabeça enquanto falava, e no mesmo momento que ele parava de falar. Gallore enfiava os cartazes na boca dele logo em seguida, e a marinheira parecia não ligar muito para aquela situação, vendo que se tratavam de questões aparentemente internas. O boxeador se desculpava com ela pelo "incômodo" e dizia que poderia continuar. Enquanto isso, Nie somente gargalhava daquela situação, não ajudando seu irmão, que havia sido humilhado.

- Bem... Eu agora só posso desejar para vocês uma boa sorte na Grand Line e que por favor, cuidem do meu bebê. Eu sei que ele já está grande, sabe lutar e se virar, mas eu vejo que você dois parecem sem boas pessoas também, e se forem suficientemente fortes, irão sobreviver por lá. Algum dia talvez nos reencontremos então... - Ela dizia, com os olhos úmidos, aparentemente segurando o choro. Dava um grande abraço em Katsuo, que dizia que a amava, e ela respondia o mesmo, dando um beijo em seu rosto, antes pronunciar mais um - Soru. - E sumir dali em um piscar de olhos.

Kisame enfim conseguia cuspir os cartazes no chão, enquanto as pessoas ali já haviam se dispersado e, no momento que ele olhava para Gallore, quase que na sua frente, seu irmão Nie se voltava a ele, perguntando. - Kisame, conseguiu concluir seus objetivos? Eu comprei suprimentos para a Escuna, e ela já esta abastecida e pronta para partirmos. Quanto tempo mais você pretende ficar nessa ilha?
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 10 EmptyDom 28 Jan 2018, 18:57


Toda minha emoção se esvaia quando Gallore me atingira, num piscar de olhos a marinheira sumia e não me restava nada além de raiva, canalizada para uma só pessoa.  - O que você pensa que está fazendo? - Indagaria para Gallore de maneira agressiva. A oportunidade estava bem à minha frente, a chance de acabar com aquela insubordinação e trazer o curandeiro junto com seus pirralhos. - Kisame, conseguiu concluir seus objetivos? Eu comprei suprimentos para a Escuna, e ela já esta abastecida e pronta para partirmos. Quanto tempo mais você pretende ficar nessa ilha? - Dizia Nie. - Ainda não, logo mais iremos! - Fitaria o médico enquanto minha arma seria empunhada e os dizeres seriam pronunciados para o tritão.

- Não achei que estaríamos nesta situação tão cedo! Que tal fazemos uma aposta?- Retrucaria me adversário neste duelo. - Se eu vencer, você deixa de ser insubordinado e vai fazer parte do nosso grupo. - Expressaria-me com um sorriso no rosto, quase seria possível prever o futuro para quem visualizasse meu olhar. - Se eu perder, bem, você não tem obrigações comigo e eu deixarei-o ir junto com suas habilidades. - A partir daí pararia de anunciar a possível briga que estaria prestes a acontecer. - Nie, não deixe que ninguém se intrometa! - Um último pedido para meu fiel escudeiro.

- E então Gallore Strange, aceita a aposta? - Reforçaria a ideia enquanto minha espada em mãos, seria apontada para ele. - E vocês seus retardados saiam da volta e apreciem o espetáculo. - Ainda na mesmo posição - a arma -, giraria meu corpo enquanto me manifestaria para os populares presentes no local, assim minha espada acompanharia-os durante meu movimento. Posteriormente retornaria para minha posição inicial e aguardaria uma resposta do Caçador de Recompensas.

Mesmo que tenho perdido a oportunidade de conhecer a poderosa mulher que dizia ser mãe de Katsuo, sabia que manter aquele garoto por perto seria a chave para encontra-la novamente, talvez isto influenciasse um pouco a aposta, visto que eles eram leais à Gallore, pensar a longo prazo traria algum resultado, quem sabe. Entretanto estaria mais interessado no suporta que o mesmo poderia nos dar, um médico seria fundamental na empreitada que estaríamos começando, onde deixaríamos a zona segura e adentraríamos em mares mortais.

Contudo não daria moleza para o jovem, apesar de não ter a intenção de mutila-lo, seria impossível deixar de machuca-lo após suas atitudes, minha honra teria sido ferido e meu orgulho tomaria conta da situação. - Vamos Gallore, você fará parte da Família dos Tubarões, seu destino já está traçado! - Agora um pouco mais extravagante, gritaria para rapaz de maneira feroz, mas com um sorriso no rosto, ansioso para saber sobre os próximos eventos, não ligando para problemas que estaria ocorrendo em grandes proporções, apenas focando no agora.


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