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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptySex 15 Dez 2017, 14:41

Relembrando a primeira mensagem :

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gallore Strange. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Boreal
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptySab 06 Jan 2018, 23:37

A situação não estava boa para os irmãos tritões que, além de estarem com um de seus membros, Kisame, com alguns ferimentos relativamente graves e tendo perdido uma certa quantidade de sangue, ainda viam outros caçadores de recompensas com suas devidas frases de efeito desafiando o Caolho.

Aquele mesmo Kisame puxava sua katana vendo aquilo e se apoiava sobre ela para ficar de pé, sentindo a dor ainda de seus ferimentos, e com o sangue de acima de seu olho já escorrendo por seu rosto e pingando no chão de madeira do convés. Eis que ele tinha uma ideia: Deixava de se apoiar na espada e simplesmente se soltava para trás, em direção ao mar. - Rapido Nie, vamos para o outro barco! - Dizia ele, enquanto seu corpo era largado no ar em direção ao mar, a espada na bainha, e ele caia na água, sendo seguido por seu irmão que guardava o machado e pulava também no azul.

Eles no mesmo instante subiam no outro barco menor, Nie dando um leve empurrão em Kisame para que ele subisse com maior facilidade. O espadachim orientava seu irmão para afastar o barco do outro, e Nie olhando para o lado via as duas cordas que estavam prendendo um barco ao outro. Ele sabia o que fazer. Sacava seu machado e com dois golpes rompia as cordas, guardando-o novamente. Nie dava uma espécie de chute que fazia seu barco se mover muito levemente para o lado contrário.

Kisame, ainda em dores, perguntava se Nie conseguiria alguma coisa para seus ferimentos e logo o tritão bárbaro sairia pela embarcação para procurar algum tecido ou pedaço de roupa.

Enquanto isso, não longe dali, Gallore percebia com seus olhos toda a movimentação que ocorria dentro do barco, inclusive dos tritões que iam para o outro barco, estando um com alguns ferimentos. Ele nem pensava duas vezes, se virava na direção que havia deixado Chinatsu e Katsuo, gritando alto para eles. - Oe! Chinatsu! Jack está no navio e prestes a zarpar, temos que ser rápidos! - E os ouvidos quase biônicos da ninja captavam aquilo, mas com certeza qualquer outra pessoa não ouviria, tanto que Katsuo aparentemente nem ouviu.

- Jack está quase indo embora. Precisamos ir o mais rápido possível. - Chinatsu, a alguns metros, dizia a Katsuo, que ainda estava apoiado na pedra. - Você deseja vir?

- Eu... - Katsuo levantava o olhar, demonstrando mais vitalidade, mesmo que talvez não tivesse tanta naquele momento. - Eu vou. Eu vou ser um caçador de recompensas também, Chinatsu. E caçadores de recompensas de verdade não desistem por causa de ferimentos. - Ele dizia, deixando escapar um sorriso esperançoso em meio a seu semblante de dor.

A garota então se virava de costas para ele e se agachava, e ele parecia não entender a princípio. Chinatsu percebia isso e sentia seu rosto ficar mais quente, corando. - Não pense bobagem, hmpf. Eu vou te carregar até lá. Precisamos ser rápidos. - Ela não via, mas tinha a impressão do garoto soltar um sorriso sem jeito antes de subir nas suas costas.

Chinatsu talvez não fosse muito forte, mas ela conseguia carregar Katsuo nas costas e correr até onde Gallore estava. O médico se desculpava e dizia para ela ir na frente, enquanto ele já alcançaria ela. Ela, em resposta, deixava Katsuo no chão de areia da praia, orientando para que não fosse junto a ela se não fosse requisitado.

Gallore então seguia até o barco menor, onde tinha visto os tritões entrarem, no momento em que Nie entraria na parte interior do navio a procura de panos para os ferimentos de seu irmão. - Ora mas já vão desistir da luta? - O boxeador estava soando totalmente inofensivo, contudo Nie ainda ficava um pouco desconfiado. - Eu não sou seu inimigo, e francamente quero acabar com Jack tanto quanto vocês. - E Nie desconfiado. Gallore começava a caminhar na direção de Kisame, que estava encostado no parapeito do navio ali ao lado. - Mas nas suas condições atuais isso seria impossível certo? Eu posso ajudar você, e então nós voltamos e pegamos aquela recompensa.

- Quem é você? e como tu pretende nos ajudar? Sabe como cuidar das feriadas de meu irmão? E tu Kisame, vai confiar nesse cara pra te cura? - Nie enchia tanto Gallore quanto Kisame de perguntas, que não eram respondidas.

A única resposta que Gallore dava era prática, analisando então os ferimentos do tritão espadachim, que não se via numa situação de negar aquela ajuda. Para os cortes do abdome e ombro ele conseguia resolver com uma sutura simples de alguns pontos, apesar de no abdome serem necessitados alguns pontos a mais. A questão mais complicada eram os ferimentos de seu rosto, sendo que a parte inferior do ferimento, que ia até o nariz do tritão, estava bem aberta e sangrando, e por pouco não atravessava a bochecha do homem peixe. Para esse ferimento, Gallore novamente pegava uma tocha, que estava ao lado da porta para a parte interna do navio, quase se apagando, e com ela aquecia sua katana recém-roubada, encostando então na face de Kisame.

Kisame gritava ao sentir o metal quente tocando sua pele escamosa, e neste momento Nie até segurava o cabo do machado em sua cintura pronto para atacar Gallore, mas ao ver que era para o bem do irmão, se continha. O ferimento era suturado até a cima do olho do tritão, e limpo com a própria camisa surrada do médico, contudo o olho de Kisame ainda estava com a visão um pouco afetada e irritada e precisaria ser limpo melhor, talvez até pingado alguma coisa, antes de que ele pudesse ver totalmente com este novamente, mas já era alguma coisa. Gallore perdia sua camisa novamente neste tratamento.

Kisame, agora com os ferimentos tratados e parte da dor aliviada, mas não totalmente, se direcionava até o timão daquele navio enquanto pedia para o irmão abrir as velas, e ele obedecia. O espadachim se via novamente diante de um timão redondo, com todos os detalhes típicos daquela direção, e era neste momento que ele sentia um forte vento em seu corpo, com o de antes, mas era diferente. Ao olhar para a direção do mar, via uma carga de enormes nuvens bem acinzentadas se aproximando e, com seus conhecimentos de meteorologia, poderia prever a grande possibilidade de uma tempestade estar próxima.

No barco maior, Chinatsu via os adversários lutando contra os irmãos Dan e Lan, e estes estavam indo aparentemente bem, e estavam tão distraídos com a batalha que nem notavam a chegada dela. Dan e Lan já haviam conseguido derrubar um dos lanceiros, que estava no chão, inconsciente, e ela até presenciava um momento em que Lan puxava o espadachim para próximo de si e enviava uma adaga em seu abdome, e depois a outra, puxando as armas e deixando ele cair no chão sangrando.

Ela se aproximava sorrateiramente e com um golpe potente, cortava a garganta daquele boxeador que já estava abalado pela mordida em sua mão, e neste momento Lan a notava. - Você ainda está viva, garota? - Ele dizia, com certo desprezo e provocação em sua voz.

- Ela está, Lan. - Dizia Dan, com seu jeito de sempre.

- EU SEI SEU IDIOTA! - Ele respondia, com um semblante de decepção.

- Ops. Parece que eu fui descoberta.. Que azar. - Chinatsu dizia, de forma irônica, e lan olhava cerrando os olhos para ela, com certa raiva.

- Quando acabarmos isso eu dou um jeito em você. - Ele dizia, se voltando novamente ao combate com os piratas. Chinatsu então se distanciava para trás, enquanto os piratas pareciam ignorá-la por um instante, se focando em Dan e Lan.

Neste meio tempo, Gallore já havia subido no barco e aproveitado das distrações para tomar Austin e leva-la a proa, rasgar as cordas que amarravam suas mãos e limpar seus ferimentos, que eram simples, mas eram vários por todo o corpo. Ela olhava para ele com certa esperança, esboçando um certo sorriso, mas sem dizer nada, e Chinatsu se aproximava deles com seus saltos rápidos.

- O QUE VOCÊ PENSAM QUE ESTÃO FAZENDO? - Dizia Jack, saltando da parte superior, do timão, e dando uma cambalhota antes de se agarrar no mastro da frente, abrir as velas e descer por ele. - Eu já estou cansado de vocês, seus lixinhos.

- Jack Buster! Só eu você, punho com punho, vamos ver do que você é capaz! - Dizia Gallore, tentando avançar contra Jack.

Contudo, Jack era muito mais rápido e em um único dash se impulsionava de forma extremamente veloz, estando entre Gallore e Chinatsu. O boxeador tentava um soco na face do pirata, que se esquivava somente movendo a cabeça para o lado, esticando seus dois braços para o lado e segurando tanto o pescoço da gatuna quanto do médico. Chinatsu até tentava impedir, mas Jack conseguia ser até mais rápido que o movimento da Ninjaken dela. - Já que esses imprestáveis não conseguiram, eu vou acabar com vocês todos eu mesmo. - Eles ficavam um pouco sufocados ao sentirem os dedos do Caolho apertando suas gargantas e impedindo o ar de passar. - Adeus. - E então jogava Gallore na direção do mastro, fazendo com que o garoto batesse as costas com extrema força, sentindo uma forte dor e uma breve tontura, mas não o suficiente para derrotá-lo. Quanto a Chinatsu, ele aproveitava a distância do parapeito do navio e lançava ela para frente, para fora da embarcação, se forma que ela cairia no mar logo em seguida. Gallore reparava enquanto o caolho pegava também Austin pelo pescoço e olhava para ela com ódio, dizendo. - Veja os problemas que me causou, sua vadia.

Não sei se vocês repararam, mas o verbo que eu usei para falar sobre a queda de Chinatsu no mar está no futuro do pretérito. "Cairia". Isso porque ela não caiu. Sim, ela foi jogada para fora da escuna, mas algo aconteceu. Katsuo estava subindo as escadas e no momento que via a garota passando, segurava-a pela mão, impedindo que seguísse com rumo as águas. - Chinatsu! - Apesar da tontura do momento, Chinatsu conseguia ver Katsuo com um semblante e sorriso demonstrando um misto de esforço e determinação, e no momento que os olhares deles se cruzavam, ela sentia uma certa confiança que poucas vezes havia sentido na vida.

Aos poucos, a grande embarcação de Jack começava a se movimentar na direção contraria a costa, e logo ela estaria navegando, provavelmente.
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptyDom 07 Jan 2018, 19:05


Nie como um mal tritão permitia que um desconhecido se aproximasse, este já era mais familiar. O rapaz que se aproximara era um daqueles que invadiu o confronto anteriormente e que agora oferecia cuidados para mim. - Ei garoto, você sabe o que está fazendo?- Indagaria para o mesmo, estas seriam minhas ultimas palavras antes de uma horrível dor tomar conta de meu corpo. Como anteriormente o jovem duelista mais me ajudava do que prejudicava, confiei em seus talentos para cura e pelo visto este voto, não teria sido em vão.

Era notável uma melhora significativa, a ardência em meus ferimentos só mostrara que a cauterização tinha funcionado, apesar da dor, angustia e fraqueza, estava de volta, porém tinha de fazer algumas coisas antes de realizar um retorno triunfal, me alimentar. Já fazia um bom tempo que não comia algo e devido as circunstâncias já tinha passado da hora. Novamente me ergueria, se precisasse utilizaria minha espada como apoio para equilibrar-me no balanço do barco. - Eu já volto, se querem que eu acabe com aquele maldito caolho, lancem sua tripulação no mar! - Diria em alto e bom tom. Posteriormente saltaria da embarcação na direção o imenso azul, o mar, meu lar. Nie saberia se cuidar, - tão pouco ligava para os outros presentes ali -, porém suas habilidosas mãos para culinária não serviam para pilotar nem mesmo um pequeno bote e pelo o que os céus me diziam, o mar se agitaria e não seria surpresa se ele naufragasse aquelas lindas moças talhadas de madeira.

- IRMÃOS, AJUDEM-ME! Preciso de carne, tragam o que acharem, vou me recompor e compensá-los por isso. - Clamaria para as barbatanas que estivessem próximas do local. O desespero talvez atingisse a empatia entre espécie e se não fosse o suficiente, uma barganha para uma recompensa seria dada. Não contentado com o que me apresentassem, ou não, agiria por instinto próprio, nadaria velozmente pelas redondezas sem me afastar dos grandes cascos de madeira, à procura de qualquer criaturo que servisse de alimente e no caso de encontrar alguma, avançaria com minhas enormes presas para o abate. Sem dá nem piedade, destroçaria carne, entranhas e ossos, não importando com números, tudo que se movesse e fosse vermelho em seu interior, sentiria minha fome.

Uma vez que meus irmãos de espécia atendessem meu chamado, ou então os indivíduos acima de mim, imediatamente partiria em direção à minha presa, se seu porte fosse semelhante ou maior que o meu, seria o suficiente então pelos seus próprios membros arrastaria-os durante meu nado - acompanhando os barco no caso de estarem navegando pelo mar - e aproveitaria minhas vantagens marítimas para neutralizar-los, impondo minha força sobre as presas disponibilizadas. Pouco a pouco iria devorando membros superiores e inferiores e ao alcançar o torax, procuraria morder o pescoço da vítima - se esta fosse um humano -, separaria-o do restante do corpo e carregaria-a comigo.

Estando insatisfeito, minha caça permaneceria até que uma certa quantia de carne e sangue fosse ingerida, do contrário minha única prioridade seria aguardar. Esperar por uma resposta de meu organismo, que teria perdido muito sangue em batalha, por uma amenizada nas dores, resultado dos ferimentos recém tratados de forma primitiva. Continuaria nadando entorno dos barcos, apenas acompanhando o seu deslizar profundo e turbulento abaixo do mar e quando - e apenas quando - me sentisse novamente o Príncipe dos Mares, a velocidade em que me deslocaria seria aumentada drasticamente. Tentaria me posicionar à frente da poupa de menor comprimento, local onde Nie e o curandeiro estavam posicionados anteriormente. Ficaria submerso, em uma profundidade relativamente alta, pelo menos o suficiente para que o percurso realizado na minha velocidade e força atual permitisse que um salto bem executado me lançasse novamente no convés, revitalizado e pronto para outra disputa.

- O Príncipe dos Mares está de volta! - Minha expressão já não seria a mesma de momentos antes, talvez aquela excitação fosse revitalizada com o sangue derramado para me recompor, digno de um filme de terror, o ritual macabro seguido de um inevitável massacre e eu era o antagonista desta série. - Jack! Eu logo mais este será o seu destino! - Com um sorriso no rosto bravejaria para o pirata. Arremessaria em sua direção a cabeça em minhas mãos - se estivesse em minha posse - do contrário as palavras seriam a único objeto lançado contra ele, metaforicamente.

- Nie está é a nossa hora! Cadê aquele pirralho de merda? - Enquanto vociferaria descontente, correria em direção ao timão do barco, que seria guiado por mim. Direcionaria-o para o convés do navio principal, não o lançaria contra o mesmo, apenas acompanharia-o se estivesse locomovendo-se, tinha alguns planos para navegar no futuro e destruí-los agora não seria ideal. - Avante tempestade! Vamos ver se apenas um olho é o suficiente para lhe enfrenta-la. - Se porventura fossemos atingidos pelo fenômeno, firmemente seguraria no leme não permitindo que rodasse sem rumo, utilizaria toda minha força para mante-lo na mesma rota - a que Jack estivesse seguindo - visto que estaríamos prontos para encarar. Todavia se os ventos corressem contra a nossa direção, uma ultima ordem seria dada para quem estivesse sob minha navegação - Recuem as velas, barcos não devem voar e sim manter-se no mar! - Um grito eufórico seria dado para atingir os ouvidos de todos, Se eu estivesse sozinho, bem, teria de me virar com as ações involuntárias e imprevistas de nosso velejo.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptyDom 07 Jan 2018, 21:45

O bando de Jack ParteVI

O Duelo


Gallore Strange



Quando me separei de Chinatsu e subi a bordo da menor embarcação minhas suspeitas foram confirmadas, um dos tritões ali presentes estava ferido, a princípio os dois estavam com a guarda alta e prestes me matar a qualquer momento, podia sentir sua intenção assassino mesmo a alguns metro de distância, entretanto suas atitudes foram amaciadas a minha abordagem, o que estava bem e de pé continuava a não confiar em mim, mas pude perceber que o outro já havia baixado sua defesa, ainda que com algumas dúvidas, simples palavras não parecem funcionar com aqueles dois, então decidi prosseguir apenas com ações, após algumas suturas e cauterizações o tratamento foi feito, sanando assim as dúvidas voltadas para mim, nossa aliança estava formada, e eu teria que me preocupar com dois a menos… por enquanto.

Chegando a outra embarcação consegui passar despercebido e resgatar Austin, até porque os piratas estavam ocupados demais com a dupla dinâmica de caçadores, ao levar a garota à proa e libertá-la das cordas um sinal de esperança aparecia com seu fraco sorriso enquanto Chinatsu se aproximava de nós, claro, tudo uma mera ilusão, pois o momento foi interrompido por aquele maldito caolho. - O QUE VOCÊS PENSAM QUE ESTÃO FAZENDO? - Dizia ele saltando acrobaticamente para o convés. - Eu já estou cansado de vocês, seus lixinhos. - Tentei desafiá-lo para um duelo, mas não contava com sua velocidade que me surpreendeu de uma forma que eu nem podia imaginar antes, ficando entre mim e Chibitsu ele desviou facilmente de nossos ataques logo antes de nos agarrar pelo pescoço. - Já que esses imprestáveis não conseguiram, eu vou acabar com vocês todos eu mesmo. - A diferença entre nossas forças era claramente visível, e eu nunca havia sido humilhado de tamanha forma. - Adeus. - Finalizava Jack arremessando nós dois em direções opostas.

Em meio a tudo isso tudo que pude fazer foi não desmaiar ao me chocar diretamente com o mastro em uma força absurda, aos poucos a dor ia se espalhando pelo meu corpo junto a um arrepio que me deixava desnorteado enquanto observava a cena que se seguia. - Veja os problemas que me causou, sua vadia. - Raivosamente dizia Jack ao segurar Austin pelo pescoço da mesma forma que fez comigo. Aquela visão não parava me de lembrar meu passado, como eu passava por situações parecidas pelo mesmo tipo de pessoa, tudo que conseguia ver era eu mesmo ali no lugar da garota, com todos os seus ferimentos e sinais de tortura. - JACK SEU DESGRAÇADO! - Gritaria a ele enquanto avançaria em sua direção com o sangue fervente de raiva e más lembranças. - VOCÊ CAUSOU ISSO A SÍ MESMO! - Acertaria um soco em seu Baço para fazê-lo soltar a garota, essa área quando acertada pode acarretar em muita dor e até mesmo hemorragia, se ele se contorcesse de dor naquele momento eu aproveitaria para dar mais um ou dois socos em seu plexo-solar, região extremamente sensível e suscetível a dor, após isso recuaria um pouco mais mantendo a garota atrás de mim, agora que já havia presenciado a velocidade de Jack ela não mais me surpreenderia, e já estaria atento para seus golpes.

Uma vez afastado do caolho e com Austin sobre minha proteção concluiria minha fala. - Então recomponha-se e encare isso como o homem que você Não é. - Nessa ocasião meu oponente era claramente mais forte que eu, e mesmo tendo uma grande desvantagem como a perda de um olho ele a supria com seus outros sentidos, talvez tendo uma audição tão aguçada quanto a de Chinatsu, o fato é que eu não iria conseguir vencê-lo sem usar de artifícios, e me fere muito o orgulho admitir isso. Aproveitando o Sol que ainda restava antes da iminente tempestade eu sacaria minha katana e a lançaria ao ar logo antes de avançar contra o pirata com um grito contínuo(na tentativa de atrapalhar sua audição),a primeira vista meu movimento “desnecessário” com a espada seria apenas uma fútil distração, mas eu já tinha tudo calculado em minha mente, com minha exatidão sobre o tempo e um pouco de sorte, o momento em que eu atacaria seria o exato instante em que o giro da espada se inclinaria para uma milagrosa reflexão no olho de Jack, me dando a abertura que eu preciso para passar por sua guarda e desferir minha sequência. Primeiro desferirei um golpe de palma semi-aberta com o osso externo de meu pulso bem em sua sutura coronária (mais ou menos na testa), além da concussão causada, quando essa área é atingida pode causar atordoamento e cegueira temporária, mas eu não pararia por aí, continuaria com um soco duplo em arco em seus dois Mastóides (osso localizado atrás da orelha), que quando atingidos prejudicam a audição por um certo tempo, e então terminaria com um cotovelada esquerda em sua clavícula direita, que quando quebrada pode tanto paralisar o indivíduo pela dor como também perfurar os pulmões.

Se porventura meus golpes não surtirem efeito a ponto de derrotá-lo estou certo de que pelo menos vai retardar seus golpes devido a dor, permitindo uma luta um pouco mais “de igual para igual” , se ele decidir contra-atacar estarei mais preparado dessa vez, em casos de jabs ou socos diretos eu desviaria seu golpe com o braço oposto (se ele me der um soco de direita usarei o braço esquerdo e vice versa) e com o punho remanescente, em um soco na posição de garra do tigre (com o punho semi-aberto enquanto as extremidades dos dedos ficam dobradas) acertaria no meio de suas duas clavículas, na traquéia para ser mais exato, visando dificultar sua respiração, se seus socos vierem em arco me agacharei para desviar e aproveitando já estar lá embaixo acertaria um forte cotovelada direita em seu Fêmur no intúito de incapacitá-lo ainda mais e então recuaria um pouco, se em meio a tudo ele conseguir me agarrar de novo pelo pescoço eu aproveitaria para segurar seu antebraço com uma mão enquanto desferiria socos de baixo para cima em seu cotovelo tentando quebrá-lo.

Finalizado mais um “round” me afastaria um pouco para reintegrar minhas energias, e se perceber que Jack esteja relativamente bem ou apenas forte de mais para mim enfrentá-lo, investirei em meu último ataque. Correrei em sua direção suportando seus golpes e seguindo em frente, afinal, é minha última investida. - JAAAAAACK! - Gritaria com ódio durante o percurso e por fim agarrando seu tronco apoiando minha cabeça em sua barriga como uma maior impulsão, e aproveitando nossa proximidade com a extremidade do navio, lançaria nós dois direto ao mar. Não seria um momento muito bem pensado, apenas um amontoamento de raiva, impulsão e desespero, na esperança que algum fator externo como a tempestade por exemplo me ajudasse nessa empreitada, e de que a pobre Austin fique longe das garras do pirata.

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptySeg 08 Jan 2018, 01:13


Parece que a dívida continua.

O corte certeiro que eu havia executado foi capaz de dar um fim à vida de um dos boxeadores que trabalhava para Jack. Foi nesse momento que a amável dupla de irmãos caçadores de recompensas, Dan e Lan, tomaram ciência da minha presença no barco. Não sei explicar, mas eles não pareciam estar muitos felizes com a minha presença, ainda mais ao verem que eu estava tão renovada quanto na luta no beco. Lan, com sua arrogância costumeira e Dan, bem..Burro como sempre. - Hahaha.. Eu estava com saudade de vocês. Eu não perderia a oportunidade de mandar vocês pro inferno por nada.. - falei, com ironia na voz, após ver a pequena discussão fraterna que teve início. Devido ao fato dos lacaios do Jack não direcionarem a atenção deles para mim(mesmo que eu tivesse matado um de seus companheiros com um único golpe), eu me distanciei um pouco, aproximando-me cada vez mais de Gallore, saltando. - O QUE VOCÊS PENSAM QUE ESTÃO FAZENDO? -berrou o pirata caolho, fazendo uma pomposa acrobacia, caindo de pé próximo ao mastro frontal.

A proposta de duelo por parte de Gallore pareceu encher mais ainda de raiva o pirata zarolho, que se moveu a uma velocidade incredível, que tanto o médico quanto eu sequer tivemos alguma oportunidade de reação.- Já que esses imprestáveis não conseguiram, eu vou acabar com vocês todos eu mesmo -disse Jack, começando a nos estrangular. Infelizmente, o movimento que eu havia feito com a minha ninjaken não foi o suficiente, e acabei sendo presa pelo pirata, que apertava meu pescoço fortemente."Merda.. Será que é o fim?" Essa era a única frase que passava pela minha cabeça, por mais que eu tentasse inibir esse tipo de pensamento. Gallore foi atirado em direção ao mastro, o que deve ter causado uma dor infernal. Contudo, o pirata não foi tão "amigável" assim comigo, optando por me tacar para fora do Escuna. Boatos de que a água, a partir de certa altura, é tão dura quanto cimento. Cair no mar poderia significar o fim da minha vida.

- Chinatsu! - proferiu uma voz masculina, que por alguma razão eu não soube identificar de quem era, devido a um pouco de tontura que eu estava sentindo. À medida que meus sentidos foram voltando, eu notei que não havia caído no mar, tampouco estava morta. Graças à Katsuo, que estava subindo a escada e segurou minha mão antes que meu corpo fosse de encontro à imensidão do mar. Mesmo em um momento como aquele, o garoto sorria, parecendo ignorar todos os ferimentos em seu corpo. - Ma..Maldito.. Eu falei pra você vir somente quando alguém precisasse de ajuda! - eu falaria, escondendo com a mão livre algumas lágrimas que saíam de meus olhos. Merda.. Por que Katsuo se importava tanto comigo, a ponto de ter sido capaz de me salvar duas vezes no mesmo dia?- Obrigada, Katsuo.. Estou em dívida com você de novo, haha. -falei, com um sorriso amigável no rosto, com as bochechas novamente um pouco avermelhadas. Foi uma das poucas vezes que eu não fui arrogante, babaca ou irônica com uma pessoa.

- Agora a gente precisa chutar a bunda desses babacas! - falaria, esbanjando confiança. O que quer que tenha acontecido nos instantes anteriores, tinha mexido positivamente com o meu psicológico. Eu entraria no barco, novamente, a passos apressados, crente de que Katsuo estava logo atrás de mim(aquela carinha). A primeira coisa que eu tinha que fazer era recuperar minha ninjaken, que eu havia soltado no momento em que fui agarrada por Jack. Esperando que meu escravoceta aliado me desse cobertura, eu iria correndo em direção à minha ninjaken, quer ela onde estivesse. Caso alguém tentasse me ferir, fosse com golpes físicos ou com lanças atiradas contra minha pessoa, eu faria uma finta corpórea, trabalhando rapidamente com os pés, fingindo que ia para um lado(o com mais oponentes) e indo para o outro(o mais vazio, preferencialmente). Me agacharia ou daria um salto, caso fosse necessário desviar de ataques altos ou rasteiros.

"Estava com saudades."pensaria, olhando para a ninjaken, quando finalmente a tivesse em mãos. Mesmo que não aparentasse muito, eu respeitava a escolha de Gallore por lutar sem a ajuda de terceiros. Como ele já estava "cuidando" do Jack, eu não me intrometeria, apenas caso ele precisasse de ajuda. Manteria minha audição aguçada e, caso meus instintos me dissessem que Gallore estava a ponto de ser morto, eu pararia de fazer o que estivesse fazendo, independente do que fosse, e iria em sua ajuda. - Fique gritando, Katsuo! - falaria para o garoto, já que o médico aparentava ter utilizado essa mesma táctica. Feito isso, eu buscaria me mover pelo seu "ponto-cego"(sem ironia):seu lado direito.
Correria em alta velocidade e, caso o pirata não esbanjasse reação, eu faria um corte em horizontal com a ninjaken, no sentido direita-esquerda, buscando decapitá-lo. Se o pirata percebesse minhas intenções, eu cessaria minha corrida, tentando me manter atenta tanto ao pirata quanto aos inimigos restantes. Se me atacassem, eu ficaria na defensiva, apenas movendo-me de uma posição a outra a fim de desviar de ataques direcionados a mim. Me moveria como se estivesse dançando valsa, porém em uma velocidade relativamente aumentada. Assim que Gallore fosse capaz de continuar lutando, eu me afastaria, com saltos para trás(ou para o lado, caso eu estivesse de costas para o mar), a fim de voltar a "lutar a minha luta".

Contudo, se Gallore não estivesse perdendo a luta, eu pararia para observar os inimigos restantes: Dan e Lan, além de um boxeador e um lanceiro. - Psiu, Katsuo. Primeiro a gente mata os piratas do Jack e depois a gente vai para o "prato principal": dois irmãos escrotos. - sussurraria para Katsuo, enquanto começaria a me esgueirar por trás(considerando que eles estivessem lutando, o que pra mim faz bastante sentido e.e) do oponente de Lan. Caso a atenção do oponente do garoto de cabelos vermelhos estivesse totalmente voltada para ele, eu avançaria e fincaria a ninjaken em suas costas, enquanto o seguraria pelo ombro, esperando que Katsuo estivesse lidando com o oponente de Dan. Se não desse certo, eu continuaria dando investidas com a ninjaken, movendo-a como se estivesse desenhando uma estrela de Davi, até que o lanceiro/boxeador estivesse finalmente caído no chão. - Não confundam, nós não estamos ajudando vocês. Só queríamos ter certeza que seríamos nós que encheríamos a duplinha de irmãos de porrada. Como vai o ferimento, Lan? Se for fugir dessa vez, é melhor ir logo antes que eu fique puta. Sabe como é, né. Tem uma recompensa que a "civil de merda" aqui gostaria de adquirir -falaria, ainda com ressentimentos adquiridos a quatro páginas atrás na luta travada no beco. Eu não atacaria de primeira, ficaria esperando pela ofensiva de Lan. Independente do ataque aplicado por ele, eu "fingiria" bloquear com a ninjaken, mantendo-a na vertical. Contudo, em uma distância curta porém segura, eu me agacharia na posição em que as adagas deles não estivessem, e faria um corte rápido, partindo de baixo para cima, segurando a ninjaken com ambas as mãos. Se não for possível atacá-lo, eu ficaria apenas na defensiva: seguraria a ninjaken pelo cabo e a moveria até posições em que fosse possível impedir o ataque de ambas as adagas dele ao mesmo tempo. Paralelamente a isso, eu me moveria para trás, como se tentasse afastar Lan de seu irmão.


Contudo, tinha-se a chance de uma enorme tempestade tomar conta do local. Devido à minha distração, eu só perceberia caso algum aliado me informasse ou se realmente fosse óbvio que tal fenômeno estava se aproximando. Assim sendo, eu tentaria aproveitar de uma oportunidade(em uma das ações que eu já narrei) para me afastar um pouco do local em que eu me encontrava.Eu iria até uma região mais próxima do centro do navio e, com ambas as mãos, eu procuraria cravar a ninjaken no solo do barco, forçando inúmeras vezes até que o piso finalmente cedesse. Se desse certo, eu ficaria me segurando na ninjaken até ser seguro soltá-la ou até ser atacada.

Thanks Akacchi



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Sahashi Minato
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptySeg 08 Jan 2018, 13:52


A escolha de Nie, de não atacar o ruivo que havia aparecido diante dele e de seu irmão, foi a melhor que ele poderia ter tido, graças a isso os ferimentos de seu irmão foram tratados, e agora ele poderia se preocupar menos com seu irmão, e se preocupando menos com seu irmão perimetria que ele voltasse para acertar as contas com Jack. "Eu já volto, se querem que eu acabe com aquele maldito caolho, lancem sua tripulação no mar!" Um sorriso no rosto de Nie poderia ser visto enquanto ele veria seu irmão recuperando suas forças e sua vontade de lutar. "Assim que eu te criei seu bostinha, não esperaria menos de ti! HAHAHA" Com um tom de deboche Nie falava ao seu irmão enquanto se preparava para relizar seus movimentos também.

"Agora que você foi tratado, eu vou pegar algumas cabeças maninho!"
Diria Nie ao seu irmão enquanto se preparava par ir para o mar mais uma vez, já que seu irmão não estava mais sangrando tanto, ele podia deixar seu irmão cuidar de si mesmo, assim que suas palavras foram ditas o tritão se lançava ao azul, local onde  ele se sentia extremamente a vontade, la ele podia usar toda a sua velocidade e força e assim se afastaria das duas embarcações, Nie se posicionaria distantemente, da embarcação em que Jack estava, o suficiente para atingir uma grande velocidade para efetuar seu ataque. Assim que tivesse atingido a distancia suficiente, Nie dispararia nadando submerso, para que ninguém o notasse, indo em direção a embarcação de Jack, quando estivesse perto o suficiente da embarcação e saltaria para dentro dela, como um grande tubarão branco quando esta caçando suas presas, focando qualquer homem da tripulação de Jack, e evitando qualquer possível aliado, Nie saltaria com suas mandíbulas abertas e com o seu machado empunhado na sua mão direita e iria-os para atacar quem estivesse mais distraído dentro da escuna. Nie tentaria dar um salto em que atravessasse a escuna e ao mesmo tempo ele pudesse levar algum inimigo para o mar do outro lado da escuna com ele, no mar, onde estaria seu irmão, Nie daria o golpe final no seu oponente apenas se seu irmão não o fise-se, se seu irmão não de-se o golpe final, Nie iria morder a nuca de seu oponente e quebraria sua cervical, para que seu oponente morresse aos poucos afogado no grande azul, e repetiria o movimento ate deixar apenas Jack e os outros caçadores na embarcação.


Tendo exito ou não com seus movimentos Nie voltaria do azul para a embarcação de jack, mas desta vez ele ficaria la, posicionado defensivamente com seu machado ainda empunhado na sua mão direita e bloquearia qualquer ataque com seu machado, ficando atento a todos que estariam ali e esperando seu irmão ficar pronto para o combate.

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptySeg 08 Jan 2018, 15:36

Os acontecimentos a seguir aconteceram em uma sequência extremamente rápida, e alguns até nos mesmos instantes. Tudo em pouquíssimos segundos e, apesar da descrição que faça parecer mais tempo, não se engane, foi tudo realmente rápido.

- JACK SEU DESGRAÇADO! - O boxeador Gallore gritava logo que suas costas batiam no mastro e, mesmo com dores, ele avançava com seu sangue borbulhando de ódio para cima do Caolho. - VOCÊ CAUSOU ISSO A SI MESMO!

- POR QUE VOCÊ NÃO MORRE SEU DESGRAÇADO? - O pirata girava seu corpo, lançando Austin por cima do médico, passando até mesmo o próprio mastro, os outros piratas, além de Dan e Lan, batendo de cabeça na porta que ligava a parte interna do barco, desmaiando logo em seguida.

Jack, embebecido com certa raiva também, avançava contra Gallore, em um único dash. Próximos então, eles começavam trocações de golpes e esquivas, de forma que socos passavam no ar e um ao outro podiam sentir o vento se movendo de tão próximos que os golpes passavam. É claro que Jack se destacava na velocidade, se esquivando com muito mais maestria, mas na prática nenhum dos dois acabava sendo acertado por golpes, e talvez os gritos do médico auxiliassem ele nesta batalha contra os outros sentidos aguçados do adversário. Alias, além dos gritos, uma fator abria certa vantagem inicial para que houvesse uma maior igualdade entre os golpes dos dois: a espada lançada para cima por Gallore que refletia um instante no rosto de Jack, causando certa distração. Talvez não o suficiente para poder atacá-lo, mas pelo menos para poder aproveitar as deixas e se equiparar melhor com o inimigo. Gallore se abaixava, Jack saltava, fazia seus movimentos acrobáticos, de forma que eles pareciam estar em uma cena coreografada de trocações que acabavam nunca atingindo um ao outro. O pirata então conseguia segurar o aspirante a caçador pelo pescoço em um movimento ágil, mas desta vez Gallore estava pronto e socava o cotovelo do adversário, não quebrando, mas sendo o suficiente para fazer ele larga-lo. Ambos se distanciavam rapidamente, ainda em suas posições de batalha.

Gallore já respirava mais rápido, e Jack tinha sua respiração um pouco acelerada também, mas não tanto quanto o outro. Se encaravam.

Enquanto isso, tendo Katsuo acabado de salvar novamente a vida de Chinatsu, ele olhava para ela transmitindo aquela confiança que ela nunca havia sentido antes. Com os olhos úmidos, a ninja tentava disfarçar enquanto dizia. - Ma..Maldito.. Eu falei pra você vir somente quando alguém precisasse de ajuda!

- Você senti que você precisaria de mim. - Ele dizia, apertando um pouco mais forte a mão da garota, de um jeito confortante.

- Obrigada, Katsuo.. Estou em dívida com você de novo, haha - Chinatsu dizia, com um sorriso e as bochechas um pouco coradas novamente.

- Esqueça isso de dívida. Eu fiz isso porque eu me importo com você. - E não houveram palavras depois disso, tendo Katsuo ajudado a garota a subir e ido atrás dela na escada. Eles subiam mais um pouco, e então a menina dizia.

- Agora a gente precisa chutar a bunda desses babacas! - Katsuo simplesmente sorria, concordando com a cabeça.

Eles se esgueiravam por ali e observavam a trocação de golpes que havia entre o Caolho e Gallore, de forma rápida, e notavam ele por algum motivo gritando continuamente enquanto lutavam. Aproveitando a distração eles passavam pelo lado da batalha e iam direto as lutas de Dan e Lan. - Psiu, Katsuo. Primeiro a gente mata os piratas do Jack e depois a gente vai para o "prato principal": dois irmãos escrotos. - Sussurava a ninja.

Dan lutava contra o boxeador remanescente, em um também trocação de golpes, mas com mais bloqueios que a anterior, e Katsuo então se aproximaria deles. Enquanto isso, Lan batalha contra o lanceiro, e era nessa batalha que Chinatsu interferiria. Ela estava prestes a dar uma golpe devastador com sua ninjaken nas costas do pirata quando algo surpreendente acontecia: um vulto saia em alta velocidade do mar e saltava cruzando o barco de um lado a outro, mordendo o lanceiro no pescoço e levando consigo para a água. Tanto os caçadores quanto o pirata boxeador, além de Katsuo e Chinatsu ficavam espantados com aquilo, e logo que correriam para o parapeito na direção que o pirata fora lançado, aquela coisa voava novamente, agarrando o boxeador e jogando-o para o mar também. Neste momento todos notavam o que era aquela coisa, tratava-se de... - É aquele tritão com o machado. - Dizia Katsuo, que com sua visão privilegiada conseguia notar o detalhe da arma de Nie, o homem peixe que abatera dois homens de Jack com suas habilidades subaquáticas.

Os caçadores iam para um lado do navio, o qual havia sido lançado o boxeador, e a ninja e o taekwondo para o outro, para onde havia sido lançado o lanceiro, e observavam então uma barbatana dorsal de tubarão se aproximando rapidamente do corpo do qual saia sangue pelo pescoço. Nie subia na embarcação, com os dentes avermelhados de sangue, apesar de grande parte ter saído na água. Ele estava no mesmo lado de Chinatsu e Katsuo, a alguns metros, observando a cena de seu irmão, mas atento com seu machado para possíveis ataques. Seus sentidos pareciam mais aguçados, e tinha um certo desejo de matar.
Deixem tocar:
 

A barbatana se aproximava cada vez mais do corpo e então submergia por um instante. E então a grande boca se abria ostentando os afiados dentes do tritão Kisame, que abocanhava o corpo como uma besta e começava a devorá-lo, comendo e estraçalhando cada um de seus membros em uma cena totalmente macabra e assustadora. Uma grande mancha de sangue surgia naquela parte do mar, e então as poucas partes que sobravam do corpo mutilado afundavam, e o tritão também.

A barbatana submergia novamente, agora se aproximando do boxeador, que ainda vivo, tentava nadar em direção ao barco, mas em vão, sendo abocanhado em sua cabeça pelos dentes do tritão tubarão, que o levava para o fundo, poupando os olhos das pessoas no navio de outra cena de mutilação como aquela, que viam somente o sangue manchando as águas azuis do mar.

A tempestade estava agora muito próxima deles, e os barcos já haviam se distanciado de Karate Island, de forma que ela já era vista por inteiro meio de longe. O barco menos estava a alguns metros do maior, e, sem controle, parecia ir em outra direção. Não que a escuna estivesse sendo controlada por alguém, não, mas as águas do mar que começavam a ficar mais revoltas e o forte vento de tempestade que se aproximava fazia com que o barco começasse a balançar, de forma que as pessoas teriam que se segurar caso não quisessem ser lançadas para fora mais a frente.

E falando em lançar para fora, era neste momento que do barco saltava Gallore, segurando Jack, "o Caolho", tendo recebido neste tempo que o empurrava uma joelhada em sua boca que fazia perder um dos dentes superiores da frente, que caia no chão da embarcação e sangrava um pouco, mas não desistindo por causa disso.

O médico acabava tendo que se lançar junto do pirata para que este fosse as águas, a certos metros da última mancha de sangue que havia surgido. O barco estava se distanciando deles e ondas maiores começavam a se formar, e nem Jack nem Gallore sabiam nadar.

Mas alguém sabia, e este alguém era Kisame, que já se sentia de certa forma quase saciado, mas o desejo por sangue advindo de seus instintos naturais dizia para ele devorar ambos os homens que haviam caído no mar. Ele conseguia discernir de certa forma que um deles era o Caolho e o outro era o "curandeiro" que o havia ajudado.

- SEU IDIOTA DESGRAÇADO. NÓS IREMOS MORRER AGORA! - E então ele puxava a arma e tentava atirar na direção de Gallore, acertando-o com duas balas em seu braço esquerdo, quase no ombro, de forma que as duas acabavam alojadas próximas uma da outra. Sem saber muito o que fazer, Jack jogava a arma longe e agarrava Gallore, tentando afogá-lo.

E a tempestade se intensificava cada vez mais, além do barco cada vez mais se distanciar deles também. As ondas jogavam os dois para cima e para baixo, e os ferimentos no braço de Gallore ardiam tanto por estarem abertos e em contato com a água do mar, como também pelos projéteis quentes que se mexiam dentro de sua carne causando uma imensa dor. Além disso, longe dali, era possível ver três barcos navegando juntos em meio a tempestade que se formava, se aproximando de onde nossos protagonistas estavam, mas era difícil discernir como eram. O que se sucederia?

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptySeg 08 Jan 2018, 22:30


- Malditos tubarões, não me surpreende que consigam ser superados por humanos e suas estratégias patéticas. - Murmuraria ao perceber que pelas águas que nos rodeavam, eu era o único predador. Pois bem, parecia que o Príncipe dos Mares havia retornado e seus cruéis ataques aos navegantes novamente manchariam o horizonte de vermelho. A fome teria sido saciada porém a vontade de aniquilar as oferendas jogadas pelas águas ultrapassaria todas minhas vontades.

Águas agitadas, tão turbulentas que mal enxergava além delas, os barcos se distanciavam e antes que me deslocasse para acompanhá-los, uma adorável surpresa. Jaco, o Caolho, isolado e indefeso em um lugar onde seu poder e tão preciosa fama não valiam nada. Já poderia sentir o gosto do seu sangue em minha boca, sentia como se as ações a partir desse instante definiriam o decorrer de um futuro próximo. Estes foram os motivos que explicariam a ferocidade com que avançaria na direção do pirata.

Como nunca antes deslizaria pelas águas incorporaria o temido e incompreendido Rei dos Mares, minhas presas, guelras, espada se disfarçariam entre as águas revoltosas que me ajudariam em uma aproximação furtiva e por mais que dificultassem o percurso, buscaria forças que só surgiam nos meus momentos de maiores dificuldades. - NUNCA MAIS DESAFIE O PRÍNCIPE DOS MARES!. - Esgoelaria enquanto a distância entre mim e o alvo fosse reduzindo, mesmo que ninguém pudesse ouvir, o tom em minha voz demonstraria em primeira mão o poder do que estaria por vir.

Se por acaso meu avanço ocorresse de modo certeiro, ao me aproximar do criminoso abriria meus braços e minha boca para que quando alcançasse-o, imediatamente segurasse seus algum de seus membros. Não focaria em nenhum específico, se estivesse debatendo-se ao cair, agarraria-o para imobilização imediata. Apenas meus dentes de tubarão teriam um destino, seu atraente e jovial pescoço. Seria dada uma abocanhada certeira com o intuito de arrancar grande parte da carne do local. Se o agarrão ou mordida sucedesse bem, o fundo do mar seria seu destino e enquanto tentasse morde-lo seguidas vezes, um de meus membros superiores também auxiliariam no desmanche de sua pele, agarrando-o no ferimento e com toda força forçando para separa-lo do corpo - neste caso, sua cabeça -.

Independente se conseguiria ou não morde-lo, iria arrasta-lo para o fundo do mar comigo, visto que um humano não duraria tanto tempo em baixo da água, daria duas opções para Jack, morrer afogado ou destroçado por um tubarão, que generoso de minha parte. Se houvesse resistência, tentativas de fuga ou se minha presa tentasse se debater, utilizaria minha força para reprimi-lo. Seguraria as investidas direcionadas para mim - os golpes físicos -, tentaria com ambas as mãos e ainda morderia se conseguisse e alguma foma neutralizar os afrontes dirigidos para mim. Mesmo que machucado continuaria o aprisionamento, não me abalaria com dor - seria o que menos me incomodaria neste momento -, pois sabia que em questão um curto intervalo de tempo a batalha finalmente chegaria ao fim.

Todavia, abaixo da água também não seria o lugar ideal para se ficar durante uma tempestade, de toda forma tentaria arrancar a cabeça do criminoso e levaria ela comigo, antes de seguir viagem uma pausa, novamente com todo vigor que me restava a velocidade subaquática seria utilizada. Desta vez à procura do garoto que anteriormente tornou toda está empreitada possível. Voltaria ao local do inicio do combate, no caso do garoto sair do meu campo de visão, o que seria difícil devido aos seus ferimentos e minha percepção para isso. Avançaria até o mesmo e como um pedaço de pano velho seguraria-o em minhas mãos junto ao que sobrou de Jack, o Caolho.

Com ambos nadaria em direção do barco maior, arrastaria o corpo junto comigo pro todo o trajeto. - Imprestável. - Murmuraria enquanto mais ao fundo do mar espreitaria, pronto para um último movimento. Não iria me prolongar, pois seria o único a respirar por ali, então com toda minha velocidade partiria em direção à embarcação, nas suas proximidades sairia da água. Aproveitaria toda minhas vantagens para lançar à mim e tudo que estivesse carregando na direção do convés. - Finalmente. - Suspiraria.

Ainda tinha dúvidas sobre ter salvo o garoto, bem, ao meu ver ele poderia ser útil e obviamente começaria a trabalhar para mim a partir deste momento - era isso ou retornar para o mar -. Rapidamente tomaria posse dos meus pertencer - incluindo tudo que tivesse conquistado anteriormente -. - Eu declaro que este navio pertence a mim!. - Anunciaria meu retorno ao combate da maneira mais estilosa possível, e hipócrita. Parecia com aquelas crianças, aparecendo e reaparecendo com suas babaquices, talvez fosse o convívio ou simples curiosidade. Mas, assim como os antigos diziam, vamos por partes.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptyTer 09 Jan 2018, 00:23

O bando de Jack ParteVII

O Fatídico fim de Jack Buster


Gallore Strange



- POR QUE VOCÊ NÃO MORRE SEU DESGRAÇADO? - Gritava o Caolho ao mesmo tempo que se voltava para mim e arremessava Austin até o outro lado do navio seguido de uma forte arrancada furiosa em minha direção. Naquele momento tudo se passou em um instante, arremessei minha katana prevendo a vantagem que seu reflexo me daria, e então se iniciou a trocação de golpes em extrema velocidade, de alguma forma Jack ainda era mais rápido, talvez por seu corpo mais compacto ou simplesmente por sua inacreditável superioridade física, mas eu não me deixei ficar para trás, e mesmo que com um certo atraso consegui acompanhar seus movimentos.

A cena toda parecia coreografada, nenhum conseguia acertar o outro, apenas se via punhos no ar e esquivas, próximo ao meu rosto eu podia sentir a pressão do ar acompanhado com um certo ruído de atrito gerado pelos ataques de Jack, e tenho certeza de que ele podia sentir a mesma coisa, talvez isso atrapalhasse um pouco seus sentidos, ou quem sabe o simples fato de eu gritar espontaneamente, não só para atormentá-lo, mas também por minha empolgação, afinal, uma luta como essa não se tem todo dia, e é em momentos assim que eu ironicamente me sinto verdadeiramente vivo. O fato é que estávamos de certa forma equilibrados, seus socos vinham de encontro ao meu rosto, eu desviava e mirava em seu tórax, seguido por uma esquiva Jack contra atacava em cruzados que me faziam agachar e falhamente contra-atacar em seus joelhos, que eram salvos devido a suas rápidas acrobacias.

E assim nós seguimos durante alguns segundos, isso se tornara uma batalha de resistência, quem levará o primeiro golpe? Era a dúvida que nos ladeava, que não durou muito tempo, pois o primeiro a falhar na esquiva fui eu, de alguma forma em seus 160 cm de altura Jack conseguiu novamente agarrar-me pelo pescoço erguendo-me do chão, não que eu já não estivesse preparado para isso, muito pelo contrário, rapidamente me soltei com um forte soco em seu cotovelo e nos afastamos mais uma vez.

Essa era nossa luta, uma trocação de puro nada, ninguém acertava ninguém, e quando o fazia nenhum dano era infligido e tudo ficava na mesma, só o que mudava era nosso cansaço que ia aumentando a cada golpe. Tanto eu quanto Jack já estávamos ofegantes, e eu tinha que acabar com isso logo ou minha derrota seria iminente, em um momento de êxtase avancei em uma corrida implacável em direção ao caolho que tentava se livrar com uma joelhada meu queixo, mas nada me pararia agora, agarrei-o pelo tronco e lancei a nós dois barco a fora e tempestade a dentro.

- SEU IDIOTA DESGRAÇADO. NÓS IREMOS MORRER AGORA! - Gritava o pirata em fúria enquanto sacava sua arma. - NÃO ADIANTA JACK! - Eu gargalhava enquanto o caolho me dava dois tiros no braço esquerdo. - ESTAMOS FADADOS A ISSO, VAMOS ACABAR AQUI E CONTINUAR NOSSA LUTA NO INFERNO! - A situação não era das mais favoráveis, a tempestade era muito forte para nadar e não importa o que fizéssemos estávamos fadados de um jeito ou de outro, e não é que eu tenha perdido a lucidez, é só que se eu vou morrer mesmo, porque não morrer feliz pelo que realmente me faz vivo? E não era somente isso, eu sabia que um “aliado” meu ainda estava entre nós, o homem-tubarão estava pelos mares devorando quem quer que caísse na água, um raio de esperança ainda se estendia em meio aquele céu tempestuoso, eu só esperava que esse raio soubesse distinguir entre a comida (Jack) e eu.

O pirata aparentemente não compartilhava da minha filosofia e tentava me afogar ali em meio a tormenta do mar, a luta não acabaria até que um de nós morresse, e eu não havia desistido ainda, principalmente depois de ouvir o semblante da morte se aproximando de nós. - NUNCA MAIS DESAFIE O PRÍNCIPE DOS MARES! - Era meu mais novo “aliado”, eu não sabia se ele me atacaria também, mas sua presença ali já era uma nova motivação para me agarrar a vida. - NOSSO DUELO ACABOU JACK! A MORTE É A ÚNICA COISA QUE LHE AGUARDA, OU MELHOR, VEM ATÉ VOCÊ. - Eu proferiria minha últimas palavras ao Caolho com um sorriso banguela puxando-o pelos cabelos/faixa, não como um ataque, apenas tentando me manter acima da água, seria só uma questão de tempo até que o ceifador de dentes afiados chegasse até nós. - Te vejo lá embaixo, desgraçado. -

Aquele era o fim do infame pirata Jack Buster. levado às profundezas do oceano apenas para ser devorado, um alívio passaria por mim, mas ao mesmo tempo remorso, não por pena de sua vida, mas por não ter conseguido derrotá-lo sem artifícios, a guerra foi vencida, mas em minha batalha contra o caolho, eu saí em uma derrota que nunca conseguiria ter uma revanche. Neste momento eu já não teria mais força, não me restaria opção a não ser deixar a imensidão azul me levar enquanto perderia a consciência. - Ser o mais forte, patético, não consegui nem mesmo chegar na Grand Line. - Pensaria em angústia enquanto afundaria sendo levado pela correnteza. Estaria prestes a perder a consciência quando for salvo pelo tritão que aparentemente já estaria cheio demais para me devorar, e tentaria recobrar meus sentidos durante o percurso de volta ao navio, Jack estaria morto, mas isso ainda está longe de acabar.

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptyTer 09 Jan 2018, 01:36


Consequências de uma tempestade

Antes mesmo de ter dado um fim à vida do lanceiro que batalhava com Dan, um humanoide azulado imergiu da água, parecendo estar voando. Aquela "coisa" foi capaz de morder o lanceiro sem muitas dificuldades, além de atravessar o navio por inteiro. Não tardou e aquela criatura fez a mesma coisa, levando consigo o pirata boxeador. A essa altura, tanto eu quanto o garoto de cabelos esbranquiçados já estávamos no parapeito da embarcação, tentando entender o que diabos tinha acontecido. Eu não fazia ideia do que estava acontecendo, mesmo que estivesse um pouco espantada, e a mesma dúvida parecia cercar a cabeça de Katsuo.- - É aquele tritão com o machado. - falou o garoto. Essa "descoberta" me deixou um pouco mais aliviada, tanto que pude até sentir um peso sumindo das minhas costas. Como eu havia auxiliado o tritão(mesmo tendo fugido para entrar direto na caverna), talvez fosse um motivo para ele não me ver como uma inimiga. Não ainda, pelo menos. No mar, ao longe, pude ver uma barbatana dorsal de tubarão se aproximando do lanceiro que havia sido pego por Nie. Ao mesmo tempo que isso acontecia, o tritão pulador adentrou no navio, com os dentes pontiagudos manchados de sangue. Não era uma cena que era vista todo dia. Contudo, não deixava de ser impressionante. "Fico feliz de não ter mexido com essa coisa."pensei, demonstrando certo receio que eu sentia em relação àquela espécie.  

- Poxa.. Seu amiguinho estava com fome, hein. -falaria, movendo meu olhar em direção ao tritão que havia acabado de subir no navio. O que estava no mar, contudo, abocanhou o lanceiro com a ferocidade de uma besta. Uma mancha de sangue tingiu o mar, proveniente do corpo do lanceiro."Peixe maldito..Tá roubando todas as minhas kills..pensei, dando um sorrisinho de canto de lábio, como se não me importasse com a vida do lacaio de Jack. Puta merda! Eu não havia notado, mas nós já havíamos nos distanciado consideravelmente de Karate Island, e a tempestade estava ficando cada vez mais próxima. À medida que a embarcação começou a se balançar, eu me seguraria no parapeito do barco, para não ser tacada para fora..De novo. Contudo, eu não saberia dizer se Gallore era extremamente corajoso ou um completo idiota, a ponto de se tacar com Jack no meio do mar, em uma tempestade.- Acho que você não conseguiria impedir ele de cai-Ops, se tacar no mar, Katsuo. Se bem que a gente ainda possui alguns assuntos pendentes aqui..-falaria baixo, virando-me de costas para o mar. Fitaria Dan e Lan, independente de eles estarem de frente ou de costas para mim. Eu não estava brincando quando disse que queria novas "bainhas" para a ninjaken.

Se o lanceiro tivesse largado sua arma após ser abocanhado, e a mesma se encontrasse no chão, eu me agacharia lentamente e tentaria a pegar, com a mão direita, segurando-me com a esquerda no parapeito da embarcação. Tendo a lança em mãos, eu giraria um pouco a parte de cima do corpo, levando a mão direita até atrás de minha cabeça(sem largar a mão esquerda do parapeito). Em seguida, mesmo com o barco se mexendo de um lado a outro, eu procuraria acertar as costas(ou sua barriga, dependendo de como ele estava) Dan com a lança. Mesmo sem ser hábil com esse tipo de arma, eu confiaria na minha mira para, pelo menos, assustá-los com a lança, de alguma forma.- Ei, cuzões! Por que não vêm aqui pegar a gente? Estão com medinho do nosso tubarão de estimação? QUEM SÃO OS CIVIS DE MERDA AGORA, SEUS BOSTAS- berraria, fazendo um sinal de "dedo do meio" com a mão direita. Caso eles tacassem a lança em minha direção, eu desviaria para um de meus lados, deslizando os pés enquanto ainda me segurava no parapeito, de costas. Minha intenção seria irritar eles para que eles agissem de forma impulsiva, e decidissem vir em minha direção. - É agora, vamos! -eu falaria para Katsuo, caso Dan e/ou Lan caíssem durante o percurso, por causa do balançar do barco. Eu começaria a correr, mesmo que mantendo certo cuidado com meus passos, parando de correr e abrindo os braços e girando a cintura para manter meu equilíbrio, caso fosse necessário. Após me aproximar, e esperando que Katsuo estivesse cuidando do outro inimigo, eu pegaria a ninjaken, e me abaixaria em alta velocidade, além de pisar na mão do oponente(para impedir uma reação, segurando a espada pelo cabo e a apontando para baixo. Rapidamente, eu fintaria a minha espada no peito do inimigo caído, para dar um fim a sua vida. Se desse certo, eu iria auxiliar Katsuo em seu combate, tentando me mover pelas costas do inimigo e, moveria a ninjaken em diagonal, de cima a baixo, na tentativa de cortar em "Z" as costas do oponente. Mediante qualquer tentativa de contra ataque, porém, eu retrocederia, movendo-me para trás suavemente a fim de não escorregar também.

Havia outras duas possibilidades, porém:a primeira era que, se Dan e Lan não avançassem, eu permaneceria parada, xingando-os e mandando mais provocações. A segunda era: eles terem avançado mas, de forma milagrosa, não caíram no chão. Se chegasse a esse ponto, eu esperaria até que eles se aproximassem consideravelmente e, independente do golpe que fosse aplicado a mim, eu saltaria tanto para frente quanto para o lado contrário ao golpe, tentando desviar. No mesmo instante em que saltaria, giraria meu corpo enquanto moveria a ninjaken em horizontal, fazendo um corte com a espada até que meu corpo ficasse "de frente" para a borda da embarcação. Após fazer isso, eu procuraria me afastar de meus oponentes, dando pulinhos de um lado a outro da embarcação, rezando para Deus que eu não caísse. Das listas de coisas que eu não desejava fazer, lutar em um barco no meio de uma tempestade estava no começo da lista.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptyTer 09 Jan 2018, 13:48


A estrategia de Nie havia funcionado, e havia tirado toda a tripulação de Jack da embarcação, e por sorte Jack também havia caído no mar, não pelas mãos de Nie, e sim pelas mãos do ruivo que a pouco havia tratado os ferimentos de Kisame, Nie estava feliz sabendo que neste momento seu irmão estava no  mar se alimentando, e Jack estaria no seu cardápio agora, mas ao mesmo tempo que estava feliz, uma pitada de tristeza apareceu em seu coração, triste por não poder terminar sua batalha contra Jack que era o que ele desejava no momento. Mas ele não ficou abalado por muito tempo havia outra presa em sua mente agora, dois irmãos que apareceram querendo pegar a recompensa de Jack, haviam outros na embarcação também, e um era a menina que havia lutado contra Jack em terra, ou outro? Nie não fazia ideia de quem era, e também ele nem se importava, mas parecia estar com a menina. "Poxa.. Seu amiguinho estava com fome, hein." Nie escutava a menina falando para ele, e era verdade, seu irmão estava machucado e com fome, uma bela refeição iria ajudar na sua recuperação. "Não é só ele garotinha" Respondia Nie para e menina enquanto olhava para os irmãos.

"Kisame, tente não matar o ruivo! Ele te curou hoje, pode ser útil para você no futuro!" Não que Nie se importasse com a vida do ruivo, mas ele poderia ser útil ao seu irmão, afinal outras batalhas virão, e elas tendem apenas a ser mais difíceis. Nie estava se preparando para lutar contra os dois irmão quando escuta a garotinha dialogando com eles.  "Ei, cuzões! Por que não vêm aqui pegar a gente? Estão com medinho do nosso tubarão de estimação? QUEM SÃO OS CIVIS DE MERDA AGORA, SEUS BOSTAS" Tubarão de estimação? Péssimas palavras para se falar perto de Nie, quem a menina achava que era para se referir a ele e seu irmão dessa forma? "Garota! Espero que os tubarões de estimação que tu ta afalando não seja nem eu, e nem meu irmão! Primeiro eu vou cuidar desses dois, depois eu me entendo contigo!"

O azul estaria turbulento e o equilíbrio na embarcação dificultava a movimentação nele, Nie não se importava com isso, afinal cair na água seria ate melhor para ele. Antes de tomar qualquer decisao contra os dois irmão Nie ficaria próximo a borda do barco do lado onde Kisame, Jack e o medico estariam, e esperaria a morte, ou a captura de Jack para tomar qualquer ação, se seu irmão não tivesse exito contra Jack Nie iria saltar para o azul e ajudaria-o tanto com matar Jack ou captura-lo vivo, afinal vivo ele tinha mais valor, usando apenas sua mandíbula mãos, pés e calda para atacar Jack, seu machado só seria utilizado para defender de ataques com armas. Nie focaria seus ataques na nuca de Jack, e executaria os ataques pelo lado direito do corpo de Jack, onde seria seu ponto cego, atacaria para matar apenas se fosse necessário, incapacita-lo seria mais do que perfeito. tendo exito Nie voltaria para a embarcação com seu irmão mas antes ajudaria o medico a voltar para embarcação também.

Caso não tenha sido necessária a ajuda de Nie contra Jack e ele tenha ficado na embarcação, ou mesmo que tenha ajudado, no momento em que ele voltasse para a escuna, sua atenção seria voltada aos irmãos, ele se aproximaria o suficiente dos dois e usaria a sua força para saltar na direção dos deles, assim evitaria, ao menos enquanto estivesse no ar, o balançar da embarcação e não perderia o equilíbrio, seu machado estaria empunhado em sua mão direita e, ainda no ar, com um ataque vertical de cima para baixo focando no rosto do irmão que estivesse mais próximo a ele Nie usaria seu machado para atacar, pousando de seu salto, ele procuraria manter seu equilíbrio usando a sua calda como um terceiro pé, ou segurando em coisas na sua proximidade para que suas mão continuassem livres para atacar e se defender, ao voltar de seu salto Nie logo apos o primeiro ataque outro viria focando o mesmo irmão de antes mas desta vez um ataque horizontal na região da cintura.

Nie antes, durante e depois de deus ataques estaria sempre pronto para se defender, usando seu machado para se defender dos ataques, usaria seus outros membros apenas se necessário para isso, e sendo atacado, se fosse seguro, Nie tentaria atacar, com seu machado, seu oponente ou morde-lo nos pontos mais expostos. Nie focava seu ataques em apenas um dos irmão, mas estava preparado para se defender dos dois se fosse necessário.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 6 EmptyTer 09 Jan 2018, 15:21

O tubarão Kisame vislumbrava sua presa, Jack, ainda que um pouco longe. Ele fitava-o e podia sentir um certo desespero em seu olhar. Mas neste meio tempo, também olhava para Gallore, desejando ter o pescoço dele por um instante entre seus dentes. Instintos não poderiam ser reprimidos tão facilmente, se não fosse a vociferação de Nie gritando para que tentasse não matar ele, pois poderia ser útil.

Em um instante o tritão espadachim deslizou pelo mar, com apenas sua barbatana dorsal para fora, como um verdadeiro tritão, enquanto Jack ainda tentava afogar Gallore, que lutava por sua vida, enquanto removia da cabeça do ruivo a faixa que possuía e puxava seus cabelos para ficar acima das águas.

A barbatana chegava próxima de Jack, e ele olhava rapidamente para o lado no momento que Kisame submergia mostrando seus afiadíssimos dentes. - NUNCA MAIS DESAFIE O PRÍNCIPE DOS MARES! - Neste momento o pirata, num movimento por sua vida, girava agarrado ainda a Gallore e ia para baixo da água, desviando por MUITÍSSIMO pouco da poderosa mordida.

De fato, Jack era alguém com habilidades notáveis, mesmo na água. Contudo, Kisame estava em seu território, onde ele com certeza teria vantagem e, logo assim que via que sua mordida não pegava o Caolho, o agarrava. Nadando com ele para o fundo das águas, sendo encobertos por uma onda.

Buster ainda segurava Gallore que tinha tempo só de uma última respirada antes de ser levado para baixo das águas. Mesmo que Kisame não quisesse, ele estava levando Jack junto do médico, que não teria tanta respiração.

Alias, o boxeador tinha menos resistência que Jack, e ainda na descida ficava sem ar e, mesmo com o esforço para mantê-lo em seus pulmões, sua boca se abria e ele aspirava uma grande quantidade de água. No mesmo instante ele apagava.

Kisame dava várias batidas em Jack, que se debatia em tentativa de luta, mas totalmente em vão. Aos poucos o Caolho era devorado e seu sangue se espalhava pelas águas, enquanto ele largava Gallore que descia já sem consciência, com a faixa do pirata enrolada na mão. O corpo do pirata era totalmente mutilado, e com isso a fome de Kisame se esgotava totalmente, e seu desejo de sangue também era totalmente saciado. Rasgando a cabeça do inimigo de seus restos mortais, segurava-o pelo cabelo, se lembrando então do médico que o ajudara.

Ele olhava para baixo, e via ele, sem movimentos, afundando no azul e, com um nadar rápido, o buscava, segurando em seus braços, como se fosse um trapo qualquer.

O tritão ascendia das águas subindo no convés do navio, com Gallore em seu ombro e a cabeça de Jack, com um semblante ainda assustado, em uma de suas mãos. Ele deixava Gallore no chão e se apresentava, declarando a posse do navio. - Eu declaro que este navio pertence a mim!

A este ponto eles já estavam totalmente dentro da tempestade e o navio era chacoalhado de um lado para o outro, de forma que todos os tripulantes tinham que se segurar. Chinatsu, Lan e Nie, após algumas trocas de provocações, até tentavam lutar, mas de forma alguma conseguiriam pois a cada vez que soltavam o parapeito ou o lugar onde estavam apoiados eram empurrados em uma outra direção aleatória e chegavam a quase cair. Até Gallore, inconsciente, era jogado para próximo de Katsuo, que o agarrava com as pernas para que não fosse jogado ao mar novamente. Neste momento Chinatsu percebia a situação dele: sem um dente na frente, com buracos de tiro no braço, e um olhar cansado em sua falta de consciência.

Eis que não eram mais ventos e grandes ondas somente, mas também começava uma certa chuva a cair sobre todos ali, além de uma fina neblina que começava a se formar ao poucos. Os barcos no horizonte sumiriam se eles já não estivessem mais próximos, e eles podiam ver estes se aproximando, enquanto um tripulante, ainda irreconhecível, na proa do navio que vinha na frente, gritava a eles. - JOGUEM A ÂNCORA E BAIXEM AS VELAS! - Dan até tentava se movimentar até o mastro onde as velas estavam abertas, mas era jogado para o chão próximo a este antes que pudesse fazer isso.

Gallore:
 

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