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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptySex 15 Dez 2017, 14:41

Relembrando a primeira mensagem :

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gallore Strange. A qual não possui narrador definido.


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Boreal
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptySex 29 Dez 2017, 01:40

- Jack, O Caolho, você e sua tripulação são minhas presas, após essa caça, vocês serão minha recompensa! - Eram as palavras de Kisame, tendo já combinado silenciosamente com seu irmão que pegaria os inimigos do lado esquerdo.

- AHAHAAHAHAHAHAHBAHAHAHAHA, Humano tolo, acha realmente que eu e meu irmão realmente fugiríamos de você, nos ajoelharíamos diante você ou até mesmo seriamos mortos por você? Garoto, tu estás sonhando de mais, aceite um concelho, jamais de um passo maior que a sua pequena perna! - Já Nie tinha uma resposta mais forte, talvez até mais intimidadora, mas apesar de ambas as palavras, Jack só olhava para os dois com seu único olho, com um semblante de total desprezo. Neste momento, Kisame iniciava sua corrida em direção ao espadachim de cabelos azuis.

- Pois bem. Vocês escolheram a morte. - Ele dizia, em tom totalmente neutro, como se fosse qualquer outra coisa.

- Então 'caolho', Mike havia dito para não falar sobre, mas... o que aconteceu com seu olho? Estou curioso sobre isso desde quando eu ouvi como te chamam. - Ouvindo isso, as sobrancelhas de Jack baixaram, demonstrando certo descontentamento com aquilo que o tritão Nie havia dito, com um semblante provocativo.

- Quer saber mesmo? - Ele dizia, mantendo a expressão irritada. - Eu vou te mandar diretamente para o inferno, e lá você pergunta pro desgraçado do meu pai, seu porra. - Ele dava um passo a frente, apoiando-se na perna direita, como se preparasse para sair em uma arrancada.

- Espero que você aguente o peso de suas palavras garoto! - Nie respondia, sacando seu machado.

O ruivo e o tritão se encaravam, Nie mostrando seus dentes pontiagudos e com um olhar selvagem de uma besta, enquanto nos olhos do Caolho não havia nenhuma vida, apenas destruição. Eram olhares tão diferentes, mas ao mesmo tão parecidos em ferocidade. Tanto Nie quanto Jack disparava na direção um do outro, ao mesmo tempo, e, em instantes, eles já estavam próximos um do outro. O primeiro a tentar um golpe era Nie, que esticava seu braço tentando uma machadada horizontal contra o dorso do inimigo, que, de forma incrível, saltava, girando seu corpo em um movimento acrobático no ar, para o lado, de maneira que suas pernas por um instante ficavam no alto, e o machado passava pouco a baixo de sua cabeça, até que parava de pé. Nie não parava e já erguia seu machado, tentando direcioná-lo contra a cabeça de Jack, que com um movimento preciso para o lado se esquivava, movendo seu tronco para a direita e saindo da reta do golpe, dando então um soco na parte plana sem lâmina do machado de Nie, que era empurrado um pouco para o lado. Contudo, o Caolho não se aproveitava daquela pequena brecha, simplesmente parando logo ao lado do golpe.
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Um grito era ouvido, da voz de Gallore, mas Jack sequer se virava para ver de onde vinha o barulho, apenas soltando uma curta risada abafa, como se debochasse dele. De toda forma, Nie logo tentava aplicar um outro golpe contra o pirata, em um outro ataque horizontal, desta vez contra seu pescoço, e Jack não se esquivava. Ele simplesmente colocava sua mão a frente do golpe, esticando seu braço, e quando a lâmina ia tocá-lo, fazia um rápido movimento para baixo com o punho, segurando o cabo do machado quase em sua lâmina. Nie simplesmente não esperava aquilo, mas se preparava para bloquear caso um golpe viesse do Caolho.

Contudo, algo inesperado acontecia, e uma garota, Chinatsu, tentava também um golpe horizontal contra o pescoço do Caolho, que virava para ela no instante exato, se abaixando. - Surprise! - Ela tentava dizer durante o golpe, enquanto ele simplesmente se abaixava, puxando também o machado de Nie para baixo.

- Quando a gente perde um olho, tem que aprender a usar outros sentidos. - Jack quase sussurrava, rapidamente, encarando a garota com seu único olho, com tanta profundidade que por um instante Chinatsu podia sentir a sua alma. De alguma forma, mesmo com as habilidades furtivas dela, ele havia conseguido percebê-la se aproximando. Em um movimento muito astuto, ele, aproveitando de estar abaixado, na posição que estava, segurava com sua mão livre o tornozelo de Chinatsu e a puxava, girando com seu corpo enquanto soltava o machado de Nie e lançava a garota, que voava em direção ao tritão.

Nie até tentava absorver o impacto com sua calda, mas não conseguia totalmente, caindo no chão com seu machado ainda em mãos, e com Chinatsu por cima dele. - Vocês me subestimaram de mais. Serio? Crianças? AHAHAHAHA - Ele ria, colocando as mãos na barriga. - Eu poderia vencer vocês de olhos fechados. - Com certeza ao dizer isso, ele não percebia o quão irônico soava. Ou talvez até percebia, mas não transparecia. - Seguinte: Como eu sou um cara muito foda, eu vou dar mais UMA chance para vocês. Se ajoelhem agora, e beijem os meus pés, ou eu vou ter que começar a lutar de verdade. - Mesmo caída, enquanto ouvia isso, Chinatsu percebia que Katsuo adentrava a caverna. O que faria ela?

Seguindo com as batalhas, como eu já havia dito, antes mesmo de ouvir seu irmão terminar de falar, Kisame avançava em direção a Ukyo, que mantinha sua espada embainhada esperando a aproximação dele, fitando-o. O tritão, com sua espada em mãos, logo que se aproximava, mirava sua arma contra o peito do jovem, em uma poderosa estocada que poderia sim perfurar o peito dele, se não fosse um movimento muito rápido do espadachim que sacava sua espada com a mão direita e já usava ela para empurrar o golpe de Kisame para cima, levantando sua própria espada para o alto também. E o jovem de madeixas azuis não parava por ai e já descia sua espada em um movimento diagonal descendente, tão rápido quanto subia, que poderia partir Kisame no meio, se ele não se afastasse logo depois de aplicar o golpe, como se afastou.

Porém Ukyo de novo não parava, e se impulsionava na direção do tritão, tentando erguer sua espada no exato movimento contrário ao anterior, em um golpe que novamente poderia partir o tritão. Mas não partiu porque Kisame bloqueava a espada do espadachim com a sua própria, deixando-a na horizontal. Ambas as lâminas se chocavam e um tilintar alto era ouvido. Kisame forçava sua arma para baixo, e Ukyo a sua para cima, e era possível notar uma certa vantagem de força de Kisame, que se decidisse morder seu oponente naquele momento seria extremamente efetivo. Mas ele não decidiu, e o novo imediato decidiu tentar aplicar um chute frontal no tritão neste momento, enquanto as lâminas ainda estavam pressionadas uma contra a outra.

E ele até conseguia acertar Kisame, mas não com muita força, talvez pela falta de experiência com chutes, fazendo com que ele recuasse um pouco e também aproveitasse da oportunidade para girar sua espada e acertar um leve corte na coxa, próximo ao joelho, do adversário. - Maldito! - Dizia Ukyo, que com salto para trás se distanciava, olhando para o ferimento por um instante. Tinha sido um corte bem leve, talvez nem escorresse sangue, mas de toda forma era algum ferimento. Kisame podia notar nos olhos do adversário um certo desprezo por conta deste ferimento.

Enquanto isso, Gallore e Katsuo, já tendo subido na formação rochosa, e Gallore gritado em tentativa de distrair o Caolho, saltavam para baixo onde estavam os outros piratas do bando, sendo espadachins e lutadores sem armas. Gallore caia entre dois sem armas e um espadachim, enquanto Katsuo, dando uma cambalhota antes de chegar ao chão de pé, ficava com dois espadachins e um lutador comum.

Gallore então se preparava para os ataques dos piratas que vinham rapidamente. Primeiro, um soco era direcionado contra sua face, e ele se abaixava dando um outro na costela do pirata, que se distanciava um pouco. Logo vinha uma tentativa de corte com a espada e ele se abaixava mais ainda, quase caindo, mas o espadachim era ágil e rapidamente decepava fora o braço de Gallore com um poderoso golpe. Mentira! Gallore se abaixava e conseguia se esquivar bem do golpe, subindo com um forte soco ascendente contra o queixo do espadachim, que caia já nocauteado. Os outros dois tentavam atacar Gallore simultaneamente, um socando de novo sua face e outro tentando socar seu abdome, e o médico tentava se abaixar mas ao ver que ainda seria atingido, se jogava para o lado(pois ele não tem acrobacia então não pode fazer rolamentos), visualizando um acertando a face do outro, e este outro acertando o estomago do primeiro. O que recebia o golpe na face já caia para trás também, nocauteado, mas o outro apenas colocava a mão no estomago e olhava para Gallore no chão, pronto então para avançar contra ele.

Em uma olhada rápida, o boxeador notava que Katsuo conseguia derrubar o último dos lutadores ali em pé, um espadachim, mas estava com um corte em seu abdome que sangrava. Como Chinatsu não havia visto aquilo, ela não tinha voltado para intervir, e o garoto de madeixas brancas, apesar do golpe, parecia conseguir se dar bem mesmo com uma certa quantidade de sangue escorrendo de seu abdome e sujando sua camiseta e um pouco do começo da calça. - Gallore, cuide desse último, eu vou procurar a filha do tenente! - Ele dizia, segurando o abdome, e entrando na caverna.
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptySex 29 Dez 2017, 14:26

O bando de Jack ParteII


O néscio de cabelos prateados


Gallore Strange





Parece que acertamos na loteria, aquele realmente era Jack, confirmei isso após ouvir as imitações de Chinatsu sobre a conversa que estavam tendo. - Vejam só quem tem senso de humor. - Pensava enquanto ela fazia divertidas interpretações com mudança nos tons de vozes e sotaques. Os dois tritões ali presentes não eram aliados de ninguém, e pouco se importaram com a execução de seu compatriota, muito pelo contrário, eles riram do pobre peixe agora sem cabeça. Na minha mente eu já organizava minhas idéias em um plano para lutarmos apenas nós três contra todo o bando do Caolho, até que, segundo a interpretação de Chinatsu, os homens peixe se recusaram a se curvar perante Jack atacando-o na mesma hora.
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O momento era esse, antes de iniciar o ataque perguntei se estavam certos disso na mesma hora que não via uma hesitação sequer em seus olhos, Chinatsu até zombou de mim por isso. - Desistir? Eu não fiz isso aqui para desistir. - Continuava ela enquanto me mostrava sua mão cortada. - Está preocupado? Ou isso é medo? - - Sim! - Afirmei enquanto colocava minhas soqueiras e abria um sorriso sanguinário. - Preocupado com o que vamos fazer com a tripulação de Jack. - Então expliquei meu plano enquanto todos pareciam concordar.

Partindo para a execução eu e Katsuo fomos até a formação rochosa enquanto Chinatsu se esgueirava para tentar pegar Jack de surpresa, gritei para tentar distraí-lo mas isso não surtiu efeito algum, só o que pude ver foi a falha tentativa de assassinar o Caolho de Chinatsu. Como tanto o capitão quanto o imediato já estavam em suas respectivas lutas, me pareceu uma boa idéia me livrar de sua tripulação. - Vamos lá! Katsuo! - e assim pulamos da formação rochosa para enfrentar os piratas, haviam três para cada, e eu estava levemente preocupado se o garoto daria conta, mas não tive muito tempo pra isso, pois os capangas já estavam avançando contra mim.

O primeiro veio logo com um soco mirando meu rosto. - Ganancioso. - Que eu facilmente esquivei enquanto acertava suas costelas afastando-o, logo em seguida um espadachim veio até mim com um corte horizontal, que eu com maestria evitava a espada me agachando e rapidamente subia com um soco nocauteante em seu queixo. - Menos um. - Os dois remanescentes não perderam tempo e imediatamente me atacaram com um golpe em pinça, um mirando meu rosto e o outro meu tronco, esperando até o último segundo eu me joguei saindo do caminho de ambos que sem conseguir parar seus golpes acertaram um ao outro.

O que levou um soco no rosto foi ao chão na mesma hora enquanto que o outro continuava firme e forte, utilizei desse momento para analisar o campo ao meu redor e pude ver que Katsuo derrubava seu último oponente, ainda que com um corte ensanguentado na barriga, ele parecia aguentar bem, mas para meus olhos aquilo parecia um corte profundo, e talvez fosse melhor que ele não lutasse mais por hoje. - Gallore, cuide desse último, eu vou procurar a filha do tenente! - Dizia ele enquanto corria para a caverna segurando seu abdome ensaguentado. - Não! Espere! Podem ter mais piratas lá dentro! - Gritei em sua direção, mas aparentemente minha voz não chegou a seus ouvidos.

- Merda! Não tenho tempo pra lidar com você. - Diria ao capanga ainda de pé e avançaria em sua direção. Usando de minha aceleração eu iria diretamente para ele com o punho esquerdo levantado, nada mais que uma finta, ao invés de atacar eu pararia em sua frente me agachando um pouco para desviar de quaisquer possíveis socos e então acertaria seu plexo-solar com meu punho direito no intuito de desorienta-lo com a dor, então continuaria com um cruzado de esquerda em seu maxilar seguido de um giro horário de 180º para dar uma cotovelada direita na lateral de seu rosto, bem na extremidade dos olhos. Caso meu soco em seu tronco não seja o suficiente para abrir sua guarda e ele contra-ataque com um golpe de cima para baixo eu usaria meu braço esquerdo para redirecionar seu ataque para fora e então acertaria no final se sua mandibula com o outro punho no intuito de nocauteá-lo e até mesmo deslocar o osso da região. Entretanto, se ele decidir me chutar durante minha investida inicial, eu deslizaria pelo chão por baixo de seu corpo (como uma espécie de carrinho) enquanto aplicaria um Lariat em sua perna de apoio para derrubá-lo, e em seguida me levantaria e acertaria um soco em sua coluna cervical para desmaiá-lo, mas caso ele não chegue a cair, eu usaria sua perna ainda firme no chão como um apoio para parar meu impulso e levantar mais rápido, após isso acertaria a região da carótida (lateral do pescoço) com a parte lateral da palma da mão, quando essa área é acertada o corpo interpreta como um aumento na pressão do sangue e o coração imediatamente diminui o bombeamento para diminuí-la, fazendo o indivíduo desmaiar, mas só pra ter certeza eu o finalizaria agarrando seu tronco por trás e abrindo uma ponte, executando um suplex.

Finalizado meu oponente eu correria atrás de Katsuo caverna adentro, se por acaso o encontrasse cercado de oponentes, não pensaria duas vezes, adentraria o cerco ficando um de costas para o outro a fim de evitar ataques surpresas. Além de ser irmão de uma “amiga” minha o garoto havia ajudado bastante a ponto de ferir seriamente, não seria certo deixá-lo morrer ali. Se não o encontrasse com nenhum inimigo mas sim sozinho ou com a menina raptada, imediatamente analisaria seus ferimentos para ver se alguma providência deveria ser tomada.
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptySex 29 Dez 2017, 16:54


カツオが洞窟に入る! 裕福な女の子の絶望
In debt
Felizmente, aqueles seres humanoides estranhos não eram aliados de Jack, chegando até mesmo a caçoar da morte do imediato..Quer dizer, ex-imediato Mike. Indaguei se Gallore estava preocupado, devido às perguntas anteriores que o homem havia feito.- Preocupado com o que vamos fazer com a tripulação de Jack. -respondeu o homem, com um sorriso que até então eu nunca tinha visto.- Era isso que eu queria ouvir! -respondi, confiante sobre a situação em que estávamos. Esperei Katsuo e Gallore se afastarem até que eu finalmente começasse a agir, movendo-me à espreita da batalha dos tritões com o bando do Caolho. Após todos os "preparativos" e Gallore ter falado uma frase como distração, eu parti em direção ao homem de tapa-olho, que travava uma batalha com um dos tritões. - Surprise!-proferi, numa tentativa de surpreender tanto Jack quanto o próprio tritão. Fiz um corte em horizontal com a ninjaken, na tentativa de decapitar o pirata. Tinha tudo para dar certo, mas o maldito conseguiu desviar, se agachando justamente na hora em que eu iria fazer a cabeça dele sair rolando! - - Quando a gente perde um olho, tem que aprender a usar outros sentidos. - sussurrou o pirata, me encarando. Merda..Eu fui ingênua..Será que aquele homem tinha uma audição tão boa quanto a minha? Eu realmente não contava com a possibilidade de algo assim acontecer. Eu o subestimei.

Sinceramente, para uma pessoa com um único olho, aquele pirata tinha uma aura um bocado amedrontadora. Não tive muito tempo para "sentir medo" ou algo parecido, visto que o pirata segurou meu tornozelo e me tacou em direção ao tritão. Tanto eu quanto o homem-tubarão caímos, ficando eu caída por cima dele. "Cacete.. Eu não cheguei ao topo da cadeia alimentar pra ficar caída no mesmo chão que um peixinho de aquário."pensaria, demonstrando que apesar da situação eu não pararia de tratar tudo com ironia.-Você? Ganhar de olhoS fechados? No plural? Entendi..Falando nisso, como você ficou caolho?Perdeu o olho de vista? -perguntaria, ainda caída, levando a mão esquerda ao queixo, na intenção de fazer com que o pirata ficasse mais puto ainda. Se por acaso ele atirasse em mim ou viesse correndo em minha direção, eu faria um giro para a esquerda, como se fosse um barril rolando, para desviar de qualquer tentativa de ataque. Após Jack falar mais algumas baboseiras sobre ele ser um cara foda e tals, não pude deixar de notar que Katsuo adentrou a caverna. Minha audição aguçada me permitiu ouvir que o rapaz de cabelos esbranquiçados tinha a intenção de procurar a filha do tenente dentro da formação rochosa. Puts, eu tinha que proteger Katsuo, independente de qualquer coisa. Porém, convenhamos: um pirata enfurecido na minha frente. Quais eram as chances dele deixar eu passar de bom grado?

-É, acho que você vai ter que lutar sério, não tire O OLHO da gente. -diria, levantando-me, dando tapinhas na roupa logo em seguida para tirar qualquer sujeira. Esticaria o braço em direção ao tritão caído(vulgo Nie), esperando que ele se levantasse com a minha ajuda;- Não somos conhecidos, tampouco amigos, mas temos que dar um jeito nesse desgraçado.-diria, após pegar a ninjaken do chão, independente de Nie ter aceitado minha ajuda ou não. Obviamente eu estaria lutando para criar uma rota de passagem e assim adentrar na caverna, já que meu objetivo principal seria garantir a segurança de Katsuo. - Vamos!"Por favor, peixinho."- eu falaria/pensaria, enquanto me moveria em direção à Jack O Caolho. Caso ele puxasse sua arma para atirar em mim, eu daria saltos em diagonal para frente, girando meu corpo em aproximadamente 55º fosse para a esquerda ou para a direita, com o intuito tanto de desviar quanto continuar seguindo em frente. Após ter me aproximado, eu optaria por tentar desviar de qualquer golpe direcionado à minha pessoa: fossem socos ou chutes ou até mesmo armas brancas. Eu já tinha noção da força de Jack, e não iria subestimá-lo novamente. Desviaria de uma forma padronizada, movendo meu corpo para todas as direções possíveis, contanto que eu me afastasse do alcance de Jack. No caso, eu usufruiria da minha elevada velocidade para assim buscar desviar dos golpes do pirata, pulando de um lado a outro. Claro, sempre manteria minha ninjaken elevada, caso eu não conseguisse desviar e precisasse bloquear algum golpe. Sendo assim, eu bloquearia com uma estocada, segurando a ninjaken com ambas as mãos, e retornaria à minha estratégia de ficar desviando com pulinhos.

Somente caso Jack ficasse com a defesa EXTREMAMENTE exposta eu atacaria: faria um ataque seco e reto com a ninjaken, buscando perfurar o pirata com a ponta da espada. Não teria intenções assassinas, já que meu ataque seria para atordoá-lo por algum tempo. Se, durante meu ataque, ele tentasse contra-atacar, eu faria uma espécie de rodopio com os pés, movendo-me tanto para a direita quanto para trás(não me aproximaria da batalha de Ukyo e de Kisame manemfodenu), e retornaria à minha posição inicial. Após isso, eu voltaria à uma táctica de defesa semelhante à especificada no parágrafo anterior, contudo agora eu pularia com a intenção de ficar "circulando" Jack, para que eu ficasse de costas para a caverna e, assim, fosse capaz de entrar na mesma. Caso eu não conseguisse ficar de costas para a caverna, eu continuaria dando suporte à Nie no combate, esperando por uma oportunidade para adentrar na formação rochosa.

Assim que fosse capaz, eu correria feito uma louca até a caverna, me preocupando unicamente com as balas. Com minha boa audição, caso eu ouvisse qualquer barulho de projétil, eu buscaria reconhecer de onde vinha o mesmo e, assim sendo, desviaria pulando para a direita ou para a esquerda caso o tiro viesse de minha frente ou costas e pularia para frente ou para trás caso o tiro viesse da direita ou da esquerda.

- EI! ALGUÉM AI? -falaria, caso finalmente fosse capaz de adentrar na caverna. Se tivesse inimigos próximo a mim, Katsuo e Gallore provavelmente já teriam tomado conta deles, visto que eu estava um pouco "atrasada". Eu guardaria a ninjaken e sairia correndo caverna adentro, confiando na minha audição para escutar seus passos. Se, porventura, a caverna não tivesse nenhuma iluminação e eu ouvisse algum indício de inimigo(pela voz, somente) próximo a mim, eu andaria furtivamente por um tempo e sacaria minha ninjaken, tentando atacar o local de onde eu imaginava que o barulho vinha, fazendo cortes rápidos de cima a baixo em horizontal. Me moveria assim até finalmente ter certeza de que estava próxima de Gallore e Katsuo.

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptySex 29 Dez 2017, 21:46


O grande confronto acabara se tornando um duelo de espadachins. Uma misteriosa intervenção reduziu o o Bando do Caolho, à corpos atirados no chão e isto não me trazia nada além de de alegria sabendo que meu trabalho estaria se tornando cada vez mais fácil. Alguns lutadores pareciam estar atrás da recompensa dos criminosos ali presentes, já era de se esperar pelo fato do seu capitão estar estampada em todas as paredes da cidade - por ora não iria me incomodar com eles, de certa forma estaria agradecido, entretanto seria um empasse para lidar mais tarde -.

- É só eu e você agora espadachim. Diria para aquele homem diante de mim. O corte em sua perna, por mais que superficial me despertava um incrível e insaciável desejo de matar, talvez fossem meus instintos de tubarão falando mais alto. Novamente iniciaria uma sequência de ataques brutais com a intenção de acabar com aquilo de maneira rápida e cruel.

Avançaria contra o imediato com um impulso - auxiliado pela máxima força e velocidade que poderia ser exercida pelas minhas pernas -, o ultimado havia sido dado. Minha arma estaria empunhada pela minha mão direita enquanto o percurso estivesse sendo realizado ela acompanharia pelo mesmo lado do corpo e sua lâmina estaria voltada pelo lado de fora. Ao atingir uma distância suficiente para iniciar o ataque, meu equipamento teria como destino a garganta do meu adversário - um corte lateral efetuado com destreza e potência - e desta forma finalizaria Ukyo.

Minhas verdadeiras intenções eram desarmar meu inimigo mesmo que por um instante - não sendo necessário ele soltar a arma, apenas baixar a guarda seria o suficiente para minhas próximas ações -. Neste caso, aproximaria meu corpo do tórax do indivíduo, não daria espaço para que ele pudesse reaver sua arma na posição inicial, desta forma a vulnerabilidade dele seria o ponto de partida para que com minhas presas - caso elas já estivessem crescido - atacassem o mesmo. Uma mordida traiçoeira novamente dirigida para sua garganta enquanto que com este movimento - simultaneamente - minha espada seguisse para trás de minha presa de modo a ficar com sua lâmina voltada para mim, isto serviria para um outro afronte onde traria a arma em direção ao meu corpo - posicionaria-a na parte de trás do pescoço de Ukyo - tentando acabar com o combate de uma vez por todas. Era loucura da minha parte realizar um movimento tão arriscado, ele não teria defesas, entretanto para executar o movimento, também teria de baixar o ataque, em outras palavras quem dominasse melhor sua espada levaria a melhor.

Após está deslocação, novamente tentaria retornar ao meu local de partida, onde me sentiria mais seguro independente do estado do meu oponente. Na hipótese do espadachim tentar bloquear ou desviar da lâmina, rapidamente giraria meu corpo, mudando a rota da arma para a contrária da defesa deste e então continuaria com a investida da mesma forma. - SANGRE,
VERME!
Não poderia deixar de expressas minha excitação neste combate.

Todavia, o confronto poderia continuar se as habilidades de Ukyo fossem o suficiente para evitar meus golpes, assim me posicionaria de modo defensivo. Rapidamente colocaria a lâmina do meu sabre à frente de sua arma ou membro, tentaria um rápido bloqueio utilizando toda minha força para que seu armamento não entrasse em contato comigo e posteriormente retornaria a atacar. Nesse bloqueio, tentaria sempre impor minha força física acima do oponente, com o intuito de ricochetear seus ataques, o que poderia desestabilizar seu equilíbrio, uma ótima oportunidade para minha sequência de agressões que só seria finalizada quando ele não pudesse mais se mexer. Incluso nesta ofensiva, estaria uma sequência de cortes vindos de todos os lados ao mesmo tempo que ocorreriam tais resistências às investidas e outras mordidas nas brechas dadas pelo rival.

- Onde está a menina? Gritaria em alto e bom tom para que todos na região pudessem ouvir, isto se por algum momento a luta se acalmasse ou encerrasse. Neste caso iria em direção à caverna calmamente enquanto retomaria meu fôlego e tentaria eliminar o cansaço, despreocupado com tudo e todos que estariam me rodeando. Do contrário permaneceria frente a frente com o criminoso, fitaria-o e reagiria conforme seus atos.


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Sahashi Minato
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptySab 30 Dez 2017, 20:34


"É, você até que tem culhões pedacinho de merda! Não vou precisar me segurar a partir de agora."

Pouco antes da fala de Nie, a sequência de golpes que antes ele havia tentado executar falharam, não só falharam como Jack conseguiu tacar uma menina nele e fazendo com que os dois caíssem no chão, a menina levantaria de cima de Nie e esticaria seu braço em direção a ele para o oferecer ajuda para se levantar, ao mesmo tempo em que esticava o  braço também diria, "Não somos conhecidos, tampouco amigos, mas temos que dar um jeito nesse desgraçado!", algo gentil da parte da pequena menina, se fosse qualquer outra pessoa aceitaria sua ajuda de bom grado, mas Nie não era como qualquer outro, Nie é arrogante querendo apenas lutar com pessoas fortes e proteger seu irmão, sendo assim, ele apenas ignorava a ajuda e a fala da menina, levantaria e focaria sua atenção em Jack novamente, então suas palavras eram ditas.

Nie voltaria a ficar com uma expressão séria e então ele, que estava empunhando seu machado, esticando seu braço esquerdo para a direção de Jack Nie abriria sua mão mostrando a sua palma aberta, então sairia correndo em direção de Jack com sua mão esquerda que estava aberta mirando a cabeça de Jack, conseguindo se aproximar e utilizando sua mão como distração com seu machado Nie tentaria executar um ataque no lado direito do corpo de Jack que seria seu "ponto cego" afinal não possuindo um olho sua visão estaria pela metade, e por mais que seus outros sentidos fossem muito bons, seria difícil escutar um machado indo em sua direção, ao menos era isso que Nie pensava, o braço direito de Nie estaria envolvido em seu corpo fazendo com que o machado ficasse no lado esquerdo do seu corpo o que facilitaria seu ataque, e para tentar dificultar ainda mais as possibilidades de defesa/esquiva de Jack, instantes atrás quando Nie estaria se levantando com sua calda Nie iria pegar um pingado de areia, e assim que estivesse próximo a Jack jogaria-a mirando o olho que ainda restava em Jack. Então conseguindo ou não acertar a areia nos olhos de Jack ou atrapalha-lo com a sua mão que estava estendida na direção de Jack, um ataque com seu machado seria executado, aquele ataque focando o lado direito dele viria pela horizontal um movimento simples, mês que estava não só usando a força de seus braços, mas também a força de sua cintura que giraria junto durante o ataque, não era um giro completo, mas sim um pequeno movimento que faria toda a diferença na força do ataque, com êxito ou não, Nie se afastaria de seu oponente e tentaria ficar próximo ao seu irmão, para tentar ajuda-lo, se fosse necessário.

Se algum ataque fosse dirigido a Nie antes, durante ou após seu ataque Nie iria bloquea-lo com seu machado, após se afastar de Jack ou mesmo após de desferir seu ataque Nie abaixaria seu braço esquerdo e usaria-o para ajudar a bloquear possíveis ataques, ou até mesmo ajudar a segurar seu machado de algum ataque que e nessesitasse de mais força. No caso de Kisame precisar de ajuda, Nie iria usar seu machado para atacar o oponente, ou para bloquear algum ataque que seu oponente.

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Última edição por Sahashi Minato em Sab 06 Jan 2018, 13:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptyDom 31 Dez 2017, 00:04

Gallore via o juvenil Katsuo entrar na caverna ainda tendo que dar conta de seu adversário para conseguir segui-lo, enquanto Chinatsu ao longe tentava arrumar alguma brecha para se livrar dele também. De toda forma, o boxeador proferia contra o último dos piratas do Caolho com quem estava lutando algumas palavras - Merda! Não tenho tempo pra lidar com você. - e então avançava contra ele mirando um soco em seu rosto.

O pirata boxeador vendo isso, se preparava para uma esquiva para o lado seguida de uma tentativa de soco também contra a face de Gallore porém, todo o movimento do médico não passava de uma finta e, mudando sua trajetória, se abaixava de forma a esquivar do golpe e começar uma sequência de três golpes esmagadores contra o inimigo: primeiro, um soco bem em seu abdome, que o fazia se inclinar rapidamente para frente, dando abertura para um cruzado que acertava bem em seu queixo, e logo depois um giro aplicando uma cotovelada na lateral do rosto. O adversário não tinha sequer tempo para reagir e, tomando estes três golpes, acabava dando um breve passo para trás antes de tombar para o chão, já knockouteado como os outros. Gallore entrava então, intacto, na caverna.

Enquanto isso, Chinatsu e Nie travavam uma batalha diretamente contra Jack, estando a primeira preocupada em seguir Katsuo e protegê-lo por sua dívida de gratidão. A menina tentou uma provocação contra Jack e logo em seguida, esticava a mão para o tritão, dizendo que não se conheciam, nem eram amigos, mas para se juntarem para bater no Caolho contudo Nie, arrogante como era, negava a ajuda dela e a ignorava, se levantando sozinho. Ambos tomavam suas armas em mãos e partiam na direção de Jack, que ficava com as mãos para trás do corpo.

Apesar da velocidade superior de Chinatsu, ela acabava por correr na mesma velocidade que Nie por não estar necessariamente preparada para atacar direto o adversário, pensando que ele a atacaria primeiro. Então, quando estavam próximos, era Nie que fazia o primeiro movimento. Durante sua corrida ele havia levantando sua mão esquerda e estava indo em direção a Jack, segurando o machado em sua destra e com a outra esticada na direção dele, como se mirasse. Estando próximo o suficiente, Nie, astuto, mostrava uma artimanha que havia preparado logo que se levantara: Ele lançava areia no rosto do Caolho, tentando distraí-lo, mirando seu único olho exposto.

Contudo, as coisas não aconteciam como queria e, tendo visto essa tentativa de ofensiva, Jack levantava uma das mãos e colocava a frente do rosto, enquanto saltava para trás, quase que instintivamente. O resultado era que ele até conseguia distrair o pirata por um instante, mas com esse salto, Jack conseguia se esquivar por MUITÍSSIMO pouco de um golpe que poderia facilmente cortar sua cabeça fora. Talvez ele até ouvisse o barulho do ar sendo movido pelo movimento poderoso do machado de Nie. Contudo, ele não parava nessa esquiva e, limpando o rosto da areia, avançava em direção ao tritão, tentando se aproveitar do possível momento de desequilíbrio dele para saltar e, no ar, dar uma cambalhota, tentando descer um dos pés contra a cabeça de Nie, em um poderoso ataque vertical, talvez até tão poderoso quanto o golpe anterior do bárbaro. Contudo, Nie, como eu já disse antes, era astuto, e logo levantava sem machado para impedir de ser atacado. Jack, vendo isso, usava o pé que antes usaria num chute para se impulsionar no próprio machado de Nie e saltar por cima dele, dando mais algumas cambalhotas antes de cair atrás do tritão, a alguns metros dele, ficando agora de costas para o mar. - Foi muito sujo essa jogada da areia... Admito que gostei. - O Caolho dizia, com um sorriso indecifrável no rosto. Aparentemente, ele havia gostado mesmo.

Nesse meio tempo, Nie reparava que a jovem Chinatsu havia aproveitado das brechas para ultrapassar Jack e entrar na caverna. E lá, na caverna, Chinatsu, Gallore, e Katsuo, após andarem alguns poucos metros, se viam então cercados por cerca de 10 piratas, metade deles com espadas e metade com manoplas, além de outros três piratas, dois deles com lanças e um outro com duas espadas, que estavam a frente da garota a vigiando. Estes três que guardavam a menina, amarrada, com a boca amordaçada, e desmaiada aparentemente, com vários ferimentos ao longo de seu corpo, estavam a cerca de 12 metros dos civis e dos piratas que os cercavam. Chinatsu reparava o ferimento no abdome de Katsuo, e o quanto sua camiseta já estava manchada de sangue. O taekwondo, o boxeador e a ninja cobriam as costas uns dos outros e olhavam os piratas que estavam prontos para atacá-los.

E, no mesmo que momento que estas coisas aconteciam, Kisame batalhava contra o espadachim, ja tendo conseguido atacá-lo, mesmo que superficialmente. - É só eu e você agora espadachim. - O tritão dizia, fitando Ukyo.

Ambos flexionavam por um instante a perna de trás e se impulsionavam um contra o outro, empunhando suas espada nas mãos direitas. Ukyo se mostrava mais rápido que Kisame neste avance, mas também era sabido que Kisame se destacava na força. Aos estarem próximos o suficiente, os dois tentavam golpes, e as espadas se chocavam na altura do pescoço, contudo, como eu já disse, Kisame se destacava na força e tentava se aproveitar disso para empurrar a espada do outro espadachim assim que elas se chocavam.

Ukyo parecia vacilar, com sua espada sendo jogada para trás, e Kisame usaria dessa oportunidade para morder o adversário em seu pescoço, se não fosse um movimento sagas do espadachim de cabelos azuis. Ao invés de se deixar abrir a guarda por ter sua espada empurrada para o lado, ele aproveitava daquilo para girar e tentar então aplicar um corte no peito de Kisame. O resultado? A mordida de Kisame ficava diretamente a baixo do pescoço do inimigo, em suas costas, e talvez por muito pouco não pegasse em sua coluna, enquanto Ukyo conseguia realizar seu golpe e passava um corte diagonal que começava pouco a baixo do peitoral esquerdo do tritão e se estendia até a baixo da linha de seu umbigo. A estrategia de Kisame havia sido muito boa e, talvez se ele tentasse de primeira aquilo, teria tanto conseguido morder a jugular de seu adversário quanto também passar sua espada atrás do pescoço dele, mas Ukyo já havia percebido a característica de empurrar os golpes e como Kisame se sobressaia com aquilo, e havia bolado uma certa estrategia, que colocou em prática.

De toda forma, os dentes do tritão ficavam cravados nas costas de Ukyo, e o corte que o espadachim conseguia causar em Kisame já começava a sangrar um pouco. Não havia sido fundo o suficiente para acertar órgãos vitais, mas o suficiente para causar uma certa dor e talvez, se o ferimento não fosse tratado, causar danos maiores ainda.

Ambos se distanciavam rapidamente, e se fitavam com desprezo. Ukyo levava as mãos as costas e, expressando uma certa dor em suas feições, removia a arcada dentária, olhando para ela e jogando-a longe.
Situação:
 

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptyDom 31 Dez 2017, 16:53


O confronto já estava me irritando, Ukyo era habilidoso e persistente, mal poderia esperar para saber o preço de sua cabeça pela marinha, mas para isso era necessário derrota-lo antes. Desta forma minhas próximas investidas seriam para acabar com ele de uma vez por todas, isto mediante as minhas limitações, já que o infeliz tinha conseguido me ferir, talvez isto pudesse prejuicar um pouco meus movimentos, mas saber que eles poderia estar tão mal quanto eu me traria um certo agrado. - Esta é a ultima vez que você escapa de mim, bastardo! Entregue-se agora ou morra. Diria enquanto meu rosto expressaria desgosto e meu corpo uma posição de combate.

Se porventura ele atrapalhasse minhas falas ou se recusasse a se entregar e partisse para o afronte, rapidamente empunharia minha arma. Tentando me acertar com seus membros - sejam eles superiores ou inferiores -, velozmente cortaria-o, com um golpe direto da minha espada visaria incapacita-lo em meio ao seu próprio ataque, não mediria forças, atacaria para ferir gravemente. No caso de ataques com armas, utilizaria minha espada para bloqueá-los, colocaria a arma à minha frente para evitar que tivessem contato físico com o meu corpo, porém se houvesse mais de uma arma, tentaria bloquear o golpe e então utilizar toda minha força para empurrar o meu adversário, me precavendo contra ataques sequenciais e criando um espaço para ação. Uma vez que eu fosse atingido, sem demora tentaria me recompor, ao mesmo tempo que iria me afastando do oponente me esgueirando para trás - apenas se o ataque fosse forte o suficiente para me abalar -.

O criminoso poderia não seguir minhas ordens e no caso de ele esperar o tempo dado passar, iria partir para cima do mesmo, assim como seria posteriormente às minhas façanhas de defesa no caso de investidas. Com a espada em mãos, partiria para cima do homem com uma estocada veloz, a arma seria posicionada horizontalmente ao meu corpo, porém com sua ponta direcionada ao inimigo e com um avanço de posição, tentaria perfura-lo. O intuito era acerta-lo no obro, porém se ele desviasse e durante seu movimento fosse possível acertar algum outro membro, assim faria. Uma vez que desviasse, para qualquer dos lados que fosse, minha espada o seguiria-o, utilizaria toda minha força para aplicar um corte lateral em seu corpo. Evitaria longos espaços de tempo entre minhas ações, aproveitaria as brechas caso elas fossem dadas pelo meu inimigo.

Saindo ileso, não teria outra alternativa a não ser continuar atacando, agora observaria bem o ambiente que estaríamos, vendo se era possível cada ataque e defesa, sem que tivesse algum obstáculo para me prejudicar, evitaria cada móvel ou pessoa nas redondezas, não gostaria de machuca-las sem querem e nem que fossem envolvidas. Novamente tomaria a frente e tentaria atacar antes. Correria em sua direção com a espada próxima ao meu corpo, me aproximando alguns metros, ela tomaria a frente no ataque, um posição favorável que me possibilitaria um ataque ou defesa rápida. Quando a distância se encurtasse o suficiente para acerta-lo, deferiria um corte diagonalmente em seu peito, o mesmo movimento seria feito repetidas vezes apenas alternando os lados de onde se iniciaria. Dentre essa sequencia de golpes revezaria algumas vezes com estocadas.

Todavia se meu adversário tentasse atacar em conjunto comigo ou entre os intervalos dos meus ataques, rapidamente colocaria a lâmina do meu equipamento à frente de sua arma ou membro, tentaria um rápido bloqueio utilizando toda minha força para que não entrasse em contato comigo e posteriormente retornaria a atacar. Nesse bloqueio, sempre tentaria impor minha força física acima do oponente, com o intuito de ricochetear seus ataques, o que poderia mexer com seu equilíbrio - novamente a tática q me permitiu acerta-lo -, porém se não funcionasse, desta vez meus contra-ataques iriam se beneficiar da velocidade e não da força.

Após o impacto se nenhum os lados tivesse levado a vantagem, novamente retornaria para minha posição inicias - para me afastar um pouco -, em seguida correria rapidamente pelo lado oposto ao qual Ukyo estaria segurando sua lâmina, desta forma tentaria me posicionar atrás do mesmo. Na hipótese do indivíduo tentar me parar antes de que eu consiga passa-lo, ou seja, quando estivéssemos frete a frente um do outro, novamente bloquaria golpes dos seus braços, pernas ou então de sua arma. Saltaria no caso de ataques que fossem dirigidos aos meus membros inferiores e me abaixaria se a altura deles passasse a minha cintura. Novamente tentaria causar cortes superficiais em cada brecha ao final das investidas, porém agora em alguma de suas pernas - priorizaria tendões -, assim as lesões causadas poderiam interferir no resultado do combate. Evitaria ficar no ar - durante os saltos - ou agachado por muito tempo, eram posições vulneráveis demais e não tinha como calcular os danos que aquela arma poderia infligir em mim.

Uma vez que meu propósito fosse concluído e eu agora estivesse atras do meu oponente, com o fio de minha espada procuraria realizar um corte em seu pescoço, mais precisamente em sua jugular, um golpe simples, prático e fatal. Ao julgar pela minha posição, seria apenas necessário que eu puxasse minha arma com uma força tremenda, assim faria. Se não estivesse localizado apropriadamente, de outra maneira investiria, porém agora com um corte lateral mais preciso, giraria meu corpo - independente da posição - e aproveitaria a rotação para que o golpe tivesse mais força na hora do impacto, novamente mirando o pescoço ou costas do adversário.

- AAAAAAH Um grito com todo fôlego q me restava seria dado, estaria furioso com meu oponente, vivo ou morto e se o segundo caso respectivamente fosse o atual, utilizaria minha espada para decapita-lo, não importando quantos golpes teria que dar, este seria meu objetivo. - VAMOS LOGO NIE, ESTE LUGAR JÁ NÃO ME AGRADA MAIS TEMOS QUE LEVAR ESSE BANDO LOGO. Conhecendo meu irmão e suas vontades, esperaria que ele desse tudo de si para que minhas intenções se realizassem.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptySeg 01 Jan 2018, 03:44


最後に洞窟の中。 セーラーの娘と顔を合わせて
Cave
Maldito tritão..Eu estendi minha mão e esse merda simplesmente me ignorou? Tsc, quem diria. No final, ocorreu o esperado: o homem-peixe correu em direção ao pirata de um olho só, indo ao embate antes que eu. "Obrigado, peixe-boi sama."pensei, com um sorriso infantil no rosto, à medida que comecei a me mover em direção à Jack. Se por acaso o tritão arrogante tivesse esperando que eu o ajudasse. Bem..Uma pena, visto que eu havia aproveitado o momento para ultrapassar o combate e enfim adentrar na formação rochosa. Eu mencionei o fato de nunca se confiar em um informante, certo? Bem, a regra meio que se aplica a mim, também. -Obrigado! Você consegue, acredite no seu potencial! -falaria para o tritão, de costas para a luta que estava sendo travada, à medida que eu adentrava na caverna. Eu daria qualquer coisa para ver a expressão dele, mas eu tinha coisas mais importantes para fazer: proteger Katsuo. Corri feito uma lunática, o que teria sido uma ação dispensável, já que não aparentava que eles tinham se movido exageradamente pela caverna.-Você está bem? Diga que sim.. Puta merda..Esse ferimento..Não importa. Gallore, você é médico, não?-falaria, com certa dificuldade para articular minhas frases. Falando, colocaria minhas mãos no ombro do rapaz, demonstrando certa preocupação, algo que eu raramente sou capaz de demonstrar. - É só fazer um curativo e..-começaria a falar, até que finalmente percebesse a situação em que me encontrava.

Muitos inimigos nos rodeando. Merda..Estava "fácil" demais.- O tratamento vai ter que esperar.. - falaria para Katsuo, quase como se estivesse falando para mim mesma, enquanto me viraria e ficaria de frente para três capangas de Jack: dois com manoplas e um com espada. A mais ou menos dez metros, havia uma menina amarrada, com a boca amordaçada, além de vários ferimentos. Malditos..Não pouparam nem mesmo a PORRA de uma GAROTINHA. - Filhos da puta..A gente não vai impedir vocês. A GENTE VAI MATAR VOCÊS, ARRANCAR O PAU DE TODOS VOCÊS, COLOCAR OS VOSSOS PRÓPRIOS PINTOS NA BOCA DE C-A-D-A UM E DEPOIS COSTURAR O RABO DE UM NA BOCA DE OUTRO! Nhahahaha.Hahaha.. -falaria, emendando logo em seguida uma risada sádica. Cessaria o riso rapidamente, e faria um olhar de ódio, numa tentativa não só de intimidar, mas também demonstrar a fúria que eu sentia ao ver a garota em uma situação como aquela. - E eu não estou brincando.. -murmuraria, olhando diretamente para os dois guardas que tomavam conta do corpo da garota, fitando-os com olhos mortos, como se eu fosse uma pedra.

Não que eu estivesse esperando por aquilo, mas caso alguém tentasse me atacar enquanto eu fazia meu "discurso", eu puxaria rapidamente a ninjaken da minha bainha, segurando-a com a minha mão direita. Independente de meu oponente ser um espadachim ou um boxeador, eu faria um rodopio, agachando-me,indo em direção a qual ele estava(crendo que teria um "buraco" na rodinha de oponentes), movendo meus pés rapidamente, formando uma meia-lua. Buscaria dar uma estocada nas costas do adversário, fazendo um movimento reto com minha ninjaken. Caso este percebesse minhas intenções e tentasse contra-atacar, fosse com golpes físicos ou com uma espada, eu posicionaria a ninjaken em um ângulo próximo a 45º(tanto para a direita quanto para a esquerda) , enquanto fixaria meus pés no chão a fim de não ser empurrada para atrás. Bloquearia o ataque e empurraria a ninjaken para a frente. Se, porventura, buscassem me atacar desprevenida, eu tentaria, com a minha espada, desviar o ataque direcionado à mim mandando-o direto à pessoa que tentaria me surpreender: moveria a espada em horizontal, de baixo para cima, movendo meu corpo rapidamente com um saltinho para a posição que me levasse para mais perto de Gallore e Katsuo.

Independente de ter sido atacada ou não, eu finalmente daria início ao meu ataque. Pense, Chinatsu.. As pessoas que estavam vigiando a garota não iriam matá-la, já que ela tinha valor de troca. Isso é bom, o refém não corria risco de vida(eu espero, por favor né Homero). À minha frente, como eu havia dito anteriormente, estavam dois oponentes com manopla e um com espada(estando este no centro). Sem esperar por alguma investida deles, eu tentaria fazer o primeiro movimento, movendo-me a passos acelerados até estar a uma distância considerável dos oponentes.- Esses três aqui são meus! - falaria, enquanto começaria meus ataques. Não seria nada "suicida", pois eu não estava acostumada a lidar com vários oponentes(Dan e Lan foi um caso à parte). Eu focaria meus ataques em um dos oponentes de cada vez, com uma ordem pré-definida: tirar primeiro o espadachim da jogada e logo em seguida lidar com os lutadores com manoplas. Meus ataques com a ninjaken seriam em alta velocidade, de um lado a outro, de cima para baixo, tanto em horizontal quanto em vertical. Para facilitar, imagine um pentagrama: eu atacaria movendo minha espada exatamente dessa forma, como se estivesse desenhando um. Se, por acaso, algum dos oponentes que não era meu "foco" tentasse me atacar, eu daria um salto para trás, colocando toda a força do pulo nos dedos dos pés. Além disso, se meu "foco de ataque" tentasse me atacar ou contra-atacar, eu bloquearia com a ninjaken(caso ainda fosse o espadachim), segurando-a fortemente pelo cabo, a fim de ricochetear seu ataque, ou me agacharia, flexionando meus joelhos, no momento exato em que ele tentasse fazer um corte em uma região alta do meu corpo. Nessa hora(ainda agachada), eu faria um corte em horizontal, na altura da cintura do oponente(mas na intenção de acertar um golpe que fizesse um corte tremendo), segurando a ninjaken com ambas as mãos.

Além disso, caso eu tivesse dado conta do espadachim, minha defesa contra os boxeadores se alteraria: desviaria para a posição com menos oponentes, movendo meu corpo em horizontal, dando saltinhos de um lado a outro, além de manter a postura de ataque que eu já especifiquei no outro paragráfo. Tentativas de contra-ataque eu retrocederia, dando um salto para trás/horizontal, buscando uma posição tática que não me deixasse mais cercada quanto eu já estava.

Tanto faz

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptyTer 02 Jan 2018, 00:06

O bando de Jack ParteIII

O cerco


Gallore Strange





Em meio a essa batalha toda imagino se Jack estaria no mesmo nível de sua tripulação, porque se sim essa recompensa vai ser fácil fácil. Seguindo o inconsequente do Katsuo eu derrotei o último pirata que permanecia de pé em minha frente, nada que uma boa sequência de golpes não resolvessem, um soco no abdome seguido de um cruzado na mandíbula e uma cotovelada do rosto, ele nem teve tempo de esboçar uma reação além de cair duro no chão.

Uma vez na caverna e junto a Katsuo não tardou muito para que Chinatsu nos alcançasse. - Como foi com Jack? - Perguntei a menina que apenas queria saber de uma coisa: Sexo O estado do garoto de cabelos prateados. - Você está bem? - Ela se dirigia a ele me ignorando completamente até certo ponto. - Diga que sim… Puta merda. Esse ferimento… Não importa. Gallore, você é médico, não? - Ela falava com certa dificuldade enquanto gesticulava mostrando um real apreço pelo rapaz. - Ora ora, o que é isto que estou vendo? Chibitsu se apaixonou? Uma yandere talvez? - Pensava enquanto continuava ouvindo, minha preocupação já não era tão grande, agora que havia visto o ferimento pude perceber que ele aguentava mais um pouco, ainda mais Katsuo que se mostrou alguém de grande vigor e determinação. - É só fazer um curativo e…- Nesse momento nossa conversa foi interrompida por mais dez piratas que nos cercavam, o grupo era composto por boxeadores e espadachins, mais a frente já era possível ver sua refém, a filha do Tenente Cliff, Austin, além de ferida por prováveis técnicas de tortura a garota era guardada por mais três piratas armados com lanças e espadas.

- O tratamento vai ter que esperar… - Dizia Chinatsu que enraivecida ao ver a situação da garota sequestrada continuava em alto e bom tom. - Filhos da puta. A gente não vai impedir vocês. A GENTE VAI MATAR VOCÊS, ARRANCAR O PAU DE TODOS VOCÊS, COLOCAR VOSSOS PRÓPRIOS PINTOS NA BOCA DE C-A-D-A UM E DEPOIS COSTURAR O RABO DE UM NA BOCA DE OUTRO!. - Sinceramente eu imagino em que tipo de lugar essa menina conviveu para falar desse jeito com tanta naturalidade, mas na minha cabeça ela só estava falando coisas sem sentido para intimidar, então decidi entrar na brincadeira. - E eu trouxe a agulha e linha. - Falaria enquanto com um sorriso mostraria meu material recentemente comprado e nossa loli sombria finalizava sua risada maléfica. - E eu não estou brincando. - - Oi oi, isso é sério? - eu pensaria aliviado por não ter que lidar com ela como inimigo.


A ação começa, e por trás de mim pude ouvi-la falar. - Esses três aqui são meus! - Então me preparando para o clímax da batalha, ao mesmo tempo que removeria meu casaco diria. - Hmpf, eu nunca gostei de números ímpares mesmo, pode deixar que eu pego esses quatro. - A retirada de minha roupa não seria por pura estética, mas sim para obter uma leve vantagem, entre meus quatro oponentes dois deles usam espadas, mirando o espadachim a minha direita, aquele entre os outros dois boxeadores que enfrentaria, eu avançaria em sua direção com minha aceleração, e não importando se ele atacasse ou não, com o casaco envolvido nas duas mãos eu enrolaria sua espada e a forçaria para minha esquerda, e aproveitando empuxo de meu oponente para recuperar sua arma eu daria duas cotoveladas direitas em seus rosto para nocauteá-lo, em seguida, ainda com o espadachim nocauteado em minhas mãos eu o viraria na direção do outro espadachim e boxeador ficando de costas para um de meus oponentes restantes esperando que ele viesse me atacar, e assim que eles esboçassem qualquer sinal de reação eu chutaria meu “refém” na direção já apontada como distração e então pularia para trás (ainda de costas para o boxeador atrás de mim) e agarraria seu pescoço levando nós dois ao chão, eu cairia de costas usando o boxeador para amortecer enquanto que ele teria sua face de encontro ao chão devido ao meu agarrão (o famoso Jumping Cutter), se ele não for nocauteado nesse golpe acertarei mais uma vez em sua nuca por garantia.

Me levantando rapidamente e fitando meus dois oponentes restantes eu correria em direção ao boxeador que provavelmente ainda estaria mais a frente mas tomando cuidado para possíveis ataques de espada ao meu redor, quando chegasse perto o suficiente ao invés de atacar eu iria ao chão de joelhos no intuito de deslizar por sua esquerda e aplicar um Lariat em sua perna, caso ele não caia com esse golpe eu aplicaria uma cotovelada direita por trás de seu joelho e subiria com um soco esquerdo ascendente na lateral esquerda de seu maxilar esperando nocauteá-lo, uma vez que este fosse ao chão (pelo primeiro golpe ou pelo soco) eu me focaria agora no usuário de espada.

Indo em sua direção, caso ele viesse com um golpe vertical de sua espada eu esquivaria para os lados e então daria um pequeno salto de impulso para um forte soco bem em suas têmporas (vulgo Superman Punch), e por garantia aplicaria um jab da mão oposta bem em seu nariz, caso seus cortes sejam horizontais eu me agacharei ou pularei dependendo da altura do corte, no caso de um pulo eu contra-atacaria na mesma sequência citada anteriormente, mas se minha esquiva for para baixo um bom soco nas “Kintamas” seguido de um cruzado no rosto devem bastar, mas se porventura ele aplique cortes verticais eu os pararia com a soqueira de um punho, e com o outro daria um golpe em seu tórax e outro gancho em seu queixo. Sempre atento para possíveis esquivas de socos ou chutes vindo do espadachim.

Caso eu derrube o boxeador com o Lariat será muito difícil ele estar nocauteado, sendo assim o último remanescente, eu correria em sua direção e fingiria me agachar como uma finta, tentando fazê-lo pensar que aplicarei o mesmo golpe, quando na verdade utilizarei de minha inclinação para conseguir um impulso extra mirando seu tronco com meu punho direito e depois um uppercut de esquerda em seu rosto. Caso ele me ataque com socos em arco eu me agacharia levemente dando a volta me deslocando para trás do oponente, e então agarrando-o pelas costas eu abriria uma ponte jogando-o para trás, executando um Suplex bem carregado (ainda vai sair um desse na aventura). Caso recebesse algum golpe tentaria resistir e aplicar um contra-ataque em em seu rosto.

Uma vez que meus oponentes estivessem no chão eu checaria como ía as lutas de Katsuo e Chinatsu, e caso um dos dois ainda esteja lutando com mais de um oponente eu ajudaria seguindo os mesmos procedimentos já citados para boxeador e espadachim. Tendo derrotados todos os dez que nos cercam eu olharia para os três piratas remanescentes e diria: - Certo, vocês podem se render agora ou falhar miseravelmente como seus amigos, mas se quiserem tentar do jeito difícil... - E então apontaria para o pirata da esquerda segurando uma lança. - Você é meu! - Continuaria encarando no aguarde de alguma ação tanto dos sequestradores quando de meus aliados.
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptyTer 02 Jan 2018, 20:37


Novamente o caolho desviava dos ataques de Nie, mas no fim de seus movimentos, Jack ainda estava de pé, e mais uma vez, sem nenhum ferimento, felizmente isso valia para os dois, anto Nie quanto Jack anda estavam intactos, o que não podia ser dito de Kisame, logo atras de Nie estava seu irmão com um corte em seu torso, Nie ate então não havia percebido que seu irmão foi ferido, mas assim que seu irmão indagou ao inimigo "Esta é a ultima vez que você escapa de mim, bastardo! Entregue-se agora ou morra.". Nie olhou rapidamente para os dois, sem deixar de preparar a sua guarda para caso Jack tenta-se ataca-lo durante um possível momento de desatenção do tritão, perceberia que que seu irmão estaria demorando de mais e já que Jack não estava sendo um alvo tao fácil, Nie decidiu que precisava da ajuda de seu irmão, e para isso o oponente de Kisame tinha que cair rapidamente.

Rapidamente Nie dava as costas para Jack e correria para ajudar seu irmão em acabar com seu oponente, claro que iria faze-lo mantendo sua guarda alta para o caso de Jack tentasse impedi-lo, caso Jack tenta-se ir pra cima de Nie com ataques Nie usaria seu machado bloquear esses ataques e logo revidar com um corte na parte do corpo em que Jack estivesse usando para ataca-lo com o abjetivo de arrancar tal membro ou ate causar um ferimento grave ou iria bloquear e usaria a sua força para tentar afastar Jack durante o seu bloqueio. Caso ele consegui-se se juntar a Kisame, Nie aproveitaria para atacar Ukyo sempre em que seu irmão estivesse o atacando, enquanto Ukyo estivesse preocupado em desviar ou bloquear os ataques de Kisame, Nie aproveitaria esse momento para atacar Ukyo com o machado, calda ou ate mesmo com uma mordia com seus poderosos dentes em pontos em que a guarda de seu oponente estivesse mais baixa, sendo esses pontos os braços, o torso, as pernas, o pescoço e ate o rosto, Nie atacaria sem perdão usaria toda a sua força e velocidade para atacar, Nie também iria atacar Ukyo quando ele estivesse tentando atacar seu irmão.

Caso Ukyo tentasse ataca-lo, Nie usaria seu machado para defender-se de possíveis ataques que poderiam ser desferidos sobre ele e com sua calda iria tentar desequilibrar ou prender seu oponente, seja se agarrando aos pés ou mãos, mas sempre cuidando para que seu oponente não tentasse atacar sua calda nesses momentos, Nie conseguisse pegar seu oponente com sua calda ou ate mesmo desequilibra-lo, com seu machado ou dentes Nie atacaria Ukyo nesse momento, se Ukyo fosse pego pela calda de Nie e tentasse corta-la Nie usaria seu machado para defender seu membro e com sua boca desferiria uma mordida a ele mirando a parte do corpo em que estivesse mais fácil para um ataque no momento.

VAMOS LOGO NIE, ESTE LUGAR JÁ NÃO ME AGRADA MAIS TEMOS QUE LEVAR ESSE BANDO LOGO. Seria dito por Kisame e Nie escutando isso logo o respondia, "Sim Kisame, esses caras já estão me irritando com as suas persistências em continuarem vivos perante nós dois!" Nie procuraria ficar ao lado de seu irmão depois de seus movimentos, e com a sua guarda alta ficaria atento tanto em Ukyo, quanto em Jack.

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 4 EmptyTer 02 Jan 2018, 22:35

- Filhos da puta..A gente não vai impedir vocês. A GENTE VAI MATAR VOCÊS, ARRANCAR O PAU DE TODOS VOCÊS, COLOCAR OS VOSSOS PRÓPRIOS PINTOS NA BOCA DE C-A-D-A UM E DEPOIS COSTURAR O RABO DE UM NA BOCA DE OUTRO! Nhahahaha.Hahaha.. - Eram as palavras de Chinatsu, seguidas de uma grande risada sarcástica.

Os piratas se olhavam entre si, uns aparentemente assustados, outros estranhando como uma menina aparentemente inofensiva poderia estar dizendo tais coisas, os ameaçando de um jeito tão... Macabro.

- E eu trouxe a agulha e linha. - Complementava Gallore, com um sorriso, talvez até um pouco inocente, mostrando a agulha e linha que havia comprado naquele mesmo dia.

- E eu não estou brincando. - E nesse momento até o médico se assustava um pouco afinal, para ele, não passava de uma breve brincadeira. Ela encarava os dois lanceiros por um instante, mas eles não pareciam ligar muito. Gallore ficava aliviado de Chinatsu estar ao seu lado no combate. Katsuo apenas ficava quieto, segurando com um dos braços o ferimento, manchando também a manga de sua blusa com o sangue que escorria.

- Esses três aqui são meus! - Gritava Chinatsu partindo para cima dos adversários em alta velocidade.

Ela avançava diretamente contra o espadachim a sua frente, tentando aplicar um golpe no mesmo, que bloqueava. Mas ela não parava e, com sua aceleração, tentava outro golpe, e outro bloqueio. E agora era o espadachim que tentava um golpe contra a ninja, que conseguia se esquivar com movimento para baixo, fazendo um corte limpo e profundo na cintura do espadachim, que se distanciava rapidamente levando uma das mãos ao machucado. Durante esse movimento, um dos boxeadores próximos a Chinatsu aproveitava do momento e dava um poderoso chute na cabeça dela, que apesar de não impedir o movimento de ataque dela, fazia com que recebesse um forte impacto que sentia até balançar sua cabeça no pescoço, e quase cair para o lado. Contudo, o outro boxeador avançava neste mesmo momento contra ela e, num ato quase que de puro reflexo, ela colocava a ninjaken a frente do golpe, bloqueando um soco que viria de novo contra sua cabeça.

Chinatsu se levantava rapidamente com um salto e vislumbrava o espadachim caído no chão, apoiado somente em uma parte, segurando seu ferimento. Ela havia sentido que aquele golpe havia sido especialmente efetivo. Além disso, o golpe que a gatuna recebera em sua cabeça abria um leve corte em seu supercílio direito, fazendo com que um fino fluxo de sangue descesse até sua sobrancelha e fosse direcionado para o lado do olho. Não era algo que ela tivesse que se preocupar tanto, pelo menos por hora.

Enquanto isso, Gallore avançava contra os quatro piratas a sua frente, retirando seu casaco e ficando sem nenhuma peça na roupa superior(visto que ele havia tirado a camiseta quanto estancou o ferimento da Chinatsu, como ele descreveu em seu post). Ele envolvia suas mãos com o casaco e se aproximava de um dos espadachins, segurando a lâmina do mesmo, e puxando-a para o lado, de forma que ele abria uma brecha perfeita para o ataque de Gallore, que vinha como duas cotoveladas na cabeça do inimigo, que claramente perdia a consciência, ou ao mínimo ficava bastante tonto com isso.

Gallore girava, ficando de costas para um dos boxeadores, ainda segurando o adversário pela espada que, apesar de quase desacordado, insistia em não largá-la. O médico chutava este contra os outros dois piratas, boxeador e espadachim, a sua frente, e um deles conseguia se esquivar com um salto para o lado(o boxeador), mas o outro era recebido de cara e caia no chão com o outros espadachim em cima dele. Dois espadachins derrotados, faltavam dois boxeadores.

Gallore rapidamente dava passos para trás e agarrava o boxeador a suas costas, que aproveitava aquele instante para aplicar um forte soco cruzado nas costelas direitas de Gallore, que sentia uma forte dor naquele instante, mas não desistia e segurava o inimigo pelo pescoço em um movimento de luta livre, se jogando para trás com ele e empurrando sua cabeça contra o chão. Knock-out. Sobrava só mais um boxeador, que corria na direção de Gallore.

O médico avançava contra o boxeador, que também avançava contra ele e, quando estava próximo o suficiente, o pirata tentava aplicar um soco na face de Gallore, que se ajoelhava e tentava deslizar no chão. Contudo, o chão não era tão liso, sendo feito de pedras, mas o movimento não dava tão errado. Gallore dava um forte golpe na perna do boxeador, que com isso era jogado para o chão, ao preço de que Gallore esfolava um pouco seus dois joelhos nas pedras. (Porra de ideia de tentar deslizar numa caverna huaeuhea mas a intenção foi boa)

Gallore se levantava, mas recebia uma rasteira do boxeador que acabara de derrubar, e vinha ao chão. Contudo, o médico era esperto e aplicava um forte soco na face do inimigo. Gallore sentia o nariz do adversário quebrando, ou ao menos tendo certo dano, e o sangue começando a escorrer das narinas do mesmo, mas ele não parava e subia em cima de Gallore, aplicando um jab em sua face, e logo depois um direto. O médico parecia não ter reação, e já sentia o gosto de sangue em sua boca e talvez sua bochecha esquerda começando a inchar, além da dor, agora menor, do golpe que havia recebido anteriormente na costela.

Isso tudo, até que um grito cortava o ambiente - AAAAAAAAAAH! - Tanto Gallore quanto Chinatsu, instintivamente, olhavam por um instante para Katsuo, autor provável do grito, e viam que ele já havia derrubado um espadachim e um boxeador, mas que o espadachim que sobrara conseguia cravar sua espada bem na coxa esquerda do taekwondo. Contudo, o jovem de cabelos claros não parava, e com a outra perna aplicava um forte chute no espadachim, que era jogado a alguns metros, caído no chão. Katsuo olhava a espada ainda cravada em sua coxa e a retirava, vendo então uma quantidade de sangue jorrar para o chão. Ele então caia ajoelhado, com uma das mãos no ferimento no abdome e outra na coxa, tentando conter o sangramento. Por um instante seu olhar se cruzava com o Chinatsu, e era como se ele pedisse socorro com seus olhos.

Enquanto isso, do lado de fora, a batalha travada entre Ukyo e Kisame estava quente, com ambos já feridos, mas sem nenhum dos dois pensar em desistir. - Esta é a ultima vez que você escapa de mim, bastardo! Entregue-se agora ou morra. - Dizia o tritão, com desgosto estampando suas feições.

- Vá a merda, tritão. Você deve achar que é príncipe de alguma coisa mesmo pra falar comigo desse jeito. - Ele empunhava a espada com ambas as mãos, a frente do corpo. - Pra mim você só vai ser o prato PRÍNCIpepal do meu jantar hoje a noite. - Ele dizia, colocando a língua para fora no canto da boca por um instante. - Vamos acabar logo com isso. - Ele colocava a espada ao lado do corpo, pronto para avançar, até que Kisame fazia o mesmo.

Ambos novamente corriam na direção um do outro e o tritão tentaria uma estocada contra o ombro do inimigo, até que ouvia o grito do espadachim de cabelos azuis. - FINAL CUT! - E então Ukyo subia sua espada em um movimento extremamente rápido, visando acertar Kisame desde seu ombro até sua cabeça. O tritão não tinha tempo de reação para bloquear, ali estava uma escolha, continuar com o golpe e receber o ataque, ou simplesmente receber o ataque.

O resultado? Ukyo era perfeitamente acertado em seu ombro pela estocada, de forma que espada de Kisame simplesmente atravessava a carne e quase saia do outro lado, ataque este talvez intensificado pelo avance rápido do pirata. E Kisame também era acertado, recebendo um corte diagonal, a principio não muito profundo, que passava por seu ombro esquerdo, e subia até sua face, cortando desde a parte inferior esquerda de seu rosto, seguindo por pelo meio de seu nariz e cortando até a parte de cima de seu olho e ainda um pouco do canto superior direito do rosto. Aparentemente ele havia dado sorte, e não sentia como se o corte tivesse realmente pego seu olho em cheio, de forma que ele ficaria com certeza cego, mas pegava um pouco, e começava um sangramento que ardia e impossibilitava sua visão do olho direito por hora.

Ukyo olhava para a espada atravessando seu ombro e tentava movimentar seu braço para atacar Kisame, mas neste momento Nie aparecia, dando uma poderosa mordida no rosto do espadachim. O pirata largava a espada, caindo apoiando em uma perna, com o outro joelho no chão, olhando profundamente para Nie, e depois para Kisame. - Malditos Príncipe e Assassino.
Malditos...
- E então tombava para o canto, inconsciente.

O tritão espadachim, sentindo imensa dor por seus ferimentos no abdome, que já sangrava menos que antes, no ombro, que agora começava a sangrar, e na face, que até o obrigava a ver apenas com o olho esquerdo. Contudo, ainda tinha determinação para passar um corte limpo no pescoço do adversário caído, fazendo sua cabeça se desprender do corpo, matando-o de vez. - AAAAAAH! - Seus olho se abriam, como se encarassem novamente o Príncipe dos Mares antes de se entregarem para a morte.

- VAMOS LOGO NIE, ESTE LUGAR JÁ NÃO ME AGRADA MAIS TEMOS QUE LEVAR ESSE BANDO LOGO. - Dizia Kisame, a seu irmão logo a seu lado, mas ainda em tom alto.

- Sim Kisame, esses caras já estão me irritando com as suas persistências em continuarem vivos perante nós dois! - Dizia Nie

Eles olhavam por um instante para Jack, que de braços cruzados franzia seu cenho encarando os dois, já longe outros metros, mais próximo da praia. - VOCÊS DOIS SÃO DOIS FILHOS DA PUTA, SABIAM? - Gritava ele. - EU NÃO QUERIA, MAS ESTÃO ME OBRIGANDO A ISSO. - Ele torcia o pescoço para o lado, estalando-o, enquanto também apertava os punhos, pronto então para batal... - PIRATAS DO CAOLHO! BATER EM RETIRADA! - E sua voz soava tão mais alta, mas tão mais alta, que era difícil acreditar que um homem daquele tamanho poderia gritar tão alto.

O grito era escutado por todos, inclusive por quem estava dentro da caverna. Chinatsu e Gallore, além daquela situação complicada, também viam então os piratas que guardavam a refém pegarem-na. Os dois lanceiros pegavam ela, enquanto o espadachim ia a frente, segurando suas espadas pronto para "defende-los" de alguém que tentasse impedir sua passagem.
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