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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

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MensagemAssunto: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptySex 15 Dez 2017, 14:41

Relembrando a primeira mensagem :

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gallore Strange. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptySex 02 Fev 2018, 13:11


- Mas que merda! - Cochicharia, lamentando por não ter acertado Gallore em cheio, muito pelo contrário, mal pude acompanhá-lo. Acontecimentos que apenas aumentavam minha raiva, estaria enfurecido e meus próximos ataques já não seriam limitados, não importaria mais se o médico do grupo não iria conseguir utilizar seus preciosos membros para curar-nos. Por pouco tempo agiria irracionalmente, visto que a batalha não estaria ao meu favor não permitiria quer um sentimento tosco arruinasse meu futuro brilhante como rei. Uma compostura diferente seria adotada e a clássica conduta de espadachim seria tomada. Já que os ataques não estavam surtindo efeito, aproveitaria-me das vantagens que meu estilo de combate possibilitaria e com contra-ataques tentaria inverter a situação atual.

Imediatamente voltaria a fitar o médico independente de onde estivéssemos posicionados, novamente me colocaria ereto e com os pés firmes ao solo enquanto sustentariam meu peso. Minhas mãos, ambas segurando a espada que me pertencera de modo que a mesma ficasse sempre a frente de meu corpo como se esperasse pelo pior. - Vamos Strange! Deixe-me acabar com está frescura. - O diálogo transmitira uma outra emoção ao me manifestar, já não mais tomado pelo ódio, mas pensativo e cauteloso, o perspicaz tritão voltara depois de muito tempo. Durante isto, uma das mãos rapidamente passaria pelo meu olho ferido, limpando-o se necessário e tentando de alguma forma amenizar o que estivesse sentido - com um deslizar suave -.

Desta vez não iria ataca-lo diretamente e se meu adversário interrompesse minhas ações, logo deixaria de realiza-las para focar em minha defesa. Na postura aguardaria os ataques de Gallore. Na hipótese do boxeador atacar diretamente permaneceria parado até o instante final de seu ataque - aproximadamente a extensão da minha espada - moveria-me e antes de tudo não permitiria que o mesmo saísse de meu campo de visão. Analisaria cada passo para que não pudesse ser pego de surpresa nos instantes finais e já que minha visão estaria debilitada, um pouco de concentração a mais poderia me ajudar e se um segundo ataque viesse contra mim, com rapidez executaria o mesmo movimento, entretanto voltado para o outro ataque e sua respectiva direção.

Independente do sentido ou direção que seu ataque, responderia da mesma forma, atacando. Esquerda, direita, rasteiro ou por cima, tudo seria respondido à mesma maneira, apenas por sentidos opostos. Se o seu ataque viesse pela direita - sendo soco ou chute - lançada contra minha pessoa -, minhas mãos logo levariam a arma em conflito à investida, porém partindo da esquerda para direita, esperando que a força fosse suficiente para ferir meu adversário, visando sempre acertar seus membros atacantes e desta forma reagiria para diferentes direções - com um corte certeiro que rumaria horizontalmente caso o ataque viesse na vertical e assim também para o inverso. Nada de defesas, visto que meu oponente conseguira me acertar de qualquer forma, talvez fosse sua agilidade ou simplesmente a fragilidade em minha visão. Em todo instante procuraria explorar o máximo de meus atributos para que não perdesse tempo ao contra-atacar.

No caso de ataques direcionados contra mim em linha reta, da mesma maneira ficaria posicionado entretanto no momento de atacá-lo, assim que ele estivesse se aproximando para desferi-lo, tentaria corta-lo com um movimento vertical de minha espada. Levantaria a mesma até a distância máxima que meus braços alcançassem e desceria a mesma em alta velocidade. Procuraria atingir uma área de ataque um pouco maior desta vez, uma grande meia lua para evitar que o médico saltasse sobre meus ombros novamente.

Se porventura meus afrontes fossem bem aplicados, ou defendidos por Gallore, mesmo que ricocheteados ou então se entrássemos em uma disputa de força, minha próxima ação seria a mesma para ambas. Velozmente minha mão esquerda soltaria a espada e iria na direção do meu oponente tentando segura-lo - priorizaria o membro que estivesse atacando -, onde quer que fosse e traze-lo para perto de mim com um puxão, ao mesmo tempo q tentaria faze-lo perder o equilíbrio. Posteriormente a mão que estaria empunhando a lâmina  traria-a na direção do alvo e com movimento retilíneo, cravar na perna do médico. Utilizaria toda minha força à cada instante do combate, principalmente na ultima investida onde procuraria atravessar a perna do meu companheiro e fazer com que a ponta da arma cravasse no solo, de tal maneira prenderia-o, facilitando o meu trabalho para o resto do embate.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptySex 02 Fev 2018, 22:44

Let's Wrestle - ParteII

Gallore Strange




A batalha começou, e até aquí tudo vem de acordo com meus planos, com maestria, e junto de minhas mais nova habilidades acrobáticas (Valeu Katsuo) eu consegui sair deste primeiro assalto ileso, ao mesmo tempo em que dava saltos e rolamentos para desviar meus acertos só iam cada vez mais ao encontro de Kisame, durante a luta podia se ouvir a comoção que isso estava causando, desde Chinatsu nos mandando acabar logo com isso até a vibração da platéia com a cena que ali ocorria, confesso que quando escutei um “Oléééé” um leve sorriso até se abriu no canto de minha boca, mas eu agora estava focado demais na batalha, precisava me concentrar, ainda mais com uma voz extra em minha cabeça me mandando fazer exatamente o contrário do que eu executei. “Deslize pelo chão, sufoque ele pelo pescoço, agora pule por cima de sua cabeça” ~ Era o que eu dizia, mas o idiota parece não me escutar, sorte sua ainda estar vivo. ~

O fato é que por enquanto eu estou na vantagem, sinceramente não sei como proceder se ele me acertar em cheio, ~ E por mais que você o ataque não consegue infligir muito dano… Hmpf, fracote. ~ Eu posso até não poder quebrar seu corpo com minha força atual, mas posso despedaçar seu espírito, acabar com esse orgulho que ele tanto ostenta, e pode-se dizer que tenho uma certa ajudinha da platéia, mas para manter essa vantagem preciso me certificar de que ele não me aplique um golpe fatal.

Meu último golpe foi rápido e preciso, o bastante para empurrar Kisame um pouco e nos dar algum espaço para respirar, e por mais que tivesse saído na desvantagem e com seu orgulho ferido, o tritão ainda assim tornava a falar. - E então jovem médico? Não é o suficiente para você ainda? - Ele me perguntava, e escondendo minhas mão por trás das costas eu responderia com uma certa risada sarcástica. - Vamos não seja assim… - E enquanto falasse prepararia uma surpresinha que garantisse minha vitória, inverteria a soqueira da mão direita de modo que o apoio da palma ficasse voltado para fora. - Logo agora que estamos começando a nos entender. - Uma das muitas coisas que meu mestre me ensinou é que quando dois homens divergem entre si a melhor forma de conversar é através dos punhos, uma luta está em constante mudança, assim como seus combatentes, umas vez que eles trocam golpes entre si um laço é formado, e ao final disso tudo serão iguais um perante ao outro, eu acredito fortemente nisso, e é com essa convicção que me mantenho firme com relação a esta luta.

Ilustração de como quero usar a soqueira:
 

Uma vez terminado este curto diálogo avançaria para o segundo assalto, desta vez serei um pouco mais reativo, e esperarei pelo primeiro movimento de Kisame, se ele vier novamente com uma estocada desta vez eu desviarei de leve para a esquerda, e quando sua lâmina fosse passar direto por mim eu utilizaria o encaixe de minha soqueira invertida prendendo sua espada, em seguida golpearia as costas de sua mão direita, lá se encontra um nervo que quando atingido ocorre uma leve perda de força, e no primeiro vacilo do Tritão eu puxaria sua arma e a lançaria para longe (de preferência onde não tivessem civis). Se seu ataque for qualquer outro que não a estocada eu apenas aguardarei, calculando a velocidade de seu golpe com minha noção exata do tempo, e com minha aceleração desviarei no momento certo me colocando na posição para encaixar minha soqueira em sua lâmina, seguindo o mesmo procedimento para desarmá-lo, se não for possível utilizar de minha arma para tal ação eu utilizarei a bandana de Jack que se encontra presa em meu pulso.

Uma vez com meu oponente desarmado me manterei atento para outras formas de ataque vindo dele, se ele decidir me morder desta vez aceitarei a ação de bom grado, colocando meu punho direito em sua boca e forçando seus dentes para cima, e logo em seguida aplicaria um upper cruzado de esquerda bem na extremidade de seu maxilar, local mais suscetível a dor e mais provável de causar um deslocamento. Se sua estratégia for me agarrar para me esmagar ou simplesmente suprimir, eu pressionaria meus polegares em seus olhos até que o mesmo me soltasse, e isto se aplica durante toda a luta. Mas se eu não for interrompido em minhas ações logo após desarmá-lo, continuaria minha investida com avanço de meu pé esquerdo como impulso para uma cotovelada direita bem no meio de seu peito (osso esterno) no intuito de tirar-lhe o ar, e por fim finalizaria com um golpe de cima para baixo com a lateral de minha mão bem em sua sutura coronária, quando acertada, além da concussão causada outro efeito pode ser atordoamento e uma cegueira temporária.

Entretanto se eu perceber que não será possível desarmar Kisame, mudarei um pouco minha abordagem, ainda esperando por seu ataque, mas dessa vez desviarei no último segundo (ainda usando minha noção temporal) com um rolamento para sua esquerda, e uma vez que ele fosse rotacionar e afastar as pernas para me atacar eu passaria por debaixo dele com outra rolagem e já levantaria envolvendo meu braço direito em seu pescoço (com a dobra de meu cotovelo pressionando sua traquéia) e agarrando meu outro braço, que fecharia uma chave se apoiando na parte de trás de sua cabeça (o famoso Mata-Tubarão Mata-Leão), por fim, só para ter certeza do firmamento de minha posição eu me apoiaria nele envolvendo minhas duas pernas na região entre seu abdômen e coxas (aquela mochila básica), aumentando a imobilização e dificultando minha saída de lá, tentaria me manter firme até que meu oponente perca o ar junto de suas forças. Vale citar que por mais que seja atingido tentarei me manter firme e continuar com os planos.

"Mochila":
 

Independente do final desta situação, seja dando um último golpe em sua cabeça ou me mantendo firme em suas costas, eu repetiria suas palavras. - E então jovem “capitão”? Acha que já é o suficiente para você? - Entretanto só direi isso se ainda estiver mantendo a vantagem, pois assim ferirei ainda mais seu orgulho, cumprindo meu objetivo primário de acabar com a arrogância de Kisame.


Objetivo Secundário:
 
Objetivos:
 
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptyTer 06 Fev 2018, 01:07


A luta começava, a marinha acompanhava para que nenhum civil se machucasse com a batalha, o que para Nie era bom, seria mais gente para impedir que alguém interferisse na batalha. Observando Kisame e Gallore Nie via seu irmão "apanhando" visto que Gallore com poucos movimentos havia tanto conseguido desviar da investida de Kisame quanto acerta-lo algumas vezes. A luta acabara de se iniciar e Nie já estaria impaciente, "Vamos Kisame, acaba logo com essa merda!" Seria dito por Nie já impaciente por ter que esperar por uma luta dos dois, sem fazer nada de emocionante.

Gallore havia acertado alguns golpes em Kisame, mas pareciam ser relativamente fracos, esses golpes pareciam mais ter machucado o orgulho de Kisame do que realmente o seu corpo. Por alguns instantes Nie veria a raiva nos olhos de seu irmão, mas logo ele perceberia seu irmão voltar a um estado concentrado e se preparando novamente para atacar ou se defender. "Espero que isso acabe nos próximos movimentos" Pensaria Nie antes que os dois voltassem a trocar golpes. Cansado de esperar Nie sentaria-se, colocaria seu escudo em suas costas e cruzaria suas pernas e braços enquanto admiraria a luta entre os dois.

Agora com a marinha na volta deles Nie não precisava mais ficar completamente alerta, focava apenas na batalha de seu irmão e em possíveis tentativas de atrapalha-los e ignoraria a menina que poderia lançar alguma piada sem graça como de costume e seu namoradinho sem graça, que tem sorte de ter uma mãe forte, se não Nie o consideraria um completo inútil para seu irmão.

"Parem de se encarar e lutem logo!" Gritaria Nie para os dois no caso de haver alguma demora para algum dos lados começar a atacar novamente. "Ja estou cansado de ver os dois se encarando!" Completaria ele, e assim Nie voltaria a se calar e esperar por algo interessante vir dessa luta, ou de fora dela.

Objetivos:
 


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptyTer 06 Fev 2018, 14:07

Os oponentes eram ferozes, e trocavam entre si provocações logo após este primeiro round, se encarando. Durante as palavras, Gallore aproveitava para virar sua soqueira para o lado contrário, deixando a parte que geralmente fica junto a palma da mão quando fechada para frente, imaginando a possibilidade de uso e surpresa daquilo de alguma forma.

A população, os marinheiros e a fina neve que caia sobre a ilha antes tropical criavam um clima digno de uma batalha de rua. Gallore era quem saia no avance, e Kisame decidia esperá-lo segurando firmemente sua espada. Estavam cada vez mais próximos até que a distância era totalmente encurtada e permitia a trocação de golpes.

Mas permitir não significa acontecer. Ambos os oponentes haviam criado boas estratégias em suas mentes acerca do que fariam em seguida, contudo ambos também dependiam do primeiro movimento do adversário, e apesar de Gallore ter avançado contra Kisame, ele não havia pensado uma forma de atacá-lo se o tritão não fizesse a primeira ofensiva.

O resultado era que assim que se aproximava em corrida, Gallore acabava por continuar correndo e passando por Kisame, uns 2 metros, por não conseguir imaginar a impossibilidade do homem-peixe de atacá-lo. Kisame também estava confuso afinal, para ele, era uma ótima estrategia, e ele deixaria para fazer seu ataque no último instante que pudesse, contudo não houve nem o primeiro instante.

As pessoas olhavam confusas e os marinheiros riam entre si da situação, mesmo que baixo, como se entendessem o que havia acontecido. Do lado dos marinheiros, Nie gritava. - Parem de se encarar e lutem logo! - Isso soava impaciente, porém fazia as pessoas que estavam vendo a batalha darem leves risadas. - Ja estou cansado de ver os dois se encarando!

- Ué. - Katsuo parecia realmente não entender o que havia acontecido, sequer rindo das palavras de Gallore. Ele olharia para Chinatsu esperando algo como uma explicação dela, mas neste momento ela havia sumido. Na verdade ela havia tido uma dor de barriga e acabado por entrar no banheiro de uma loja ali ao lado, sem avisar ninguém.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptyTer 06 Fev 2018, 19:57


- O que diabos foi isso? - Indagaria, sem saber ao certo o que tinha presenciado. Nada de confronto, assim como todos haviam esperados, porém toda encenação fazia parte de uma estratégia maior, pelos menos queria acreditar em uma bobagem dessas.  Diferentemente das minhas ações, uma compostura diferente seria adotada e a clássica conduta de espadachim seria tomada. Já que os ataques não estavam surtindo efeito, aproveitaria-me das vantagens que meu estilo de combate possibilitaria e com contra-ataques tentaria inverter a situação atual.

Começaria a correr na direção do lutador como se o mesmo fosse a ultima presa no mar e como um bom tubarão a oportunidade não poderia ser ignorada. Na tentativa de uma maior aproximação, quando este estivesse um pouco mais de um (1) metro de mim, a espada tomaria um rumo horizontal na direção do alvo. Meus corpo começaria uma rotação para que o golpe tomasse força e meus joelhos se inclinariam para uma redução na altura da investida. Se está fosse bem sucedida, aproveitaria a posição dos meus membros inferiores para me impulsionar para trás, me afastando do pobre coitado. Do contrário, se o mesmo esquivasse, ao invés de me retirar, me impulsionaria na direção à qual ele partiu e com a arma retilínea ao chão, tentaria perfura-lo novamente. Posteriormente afastaria-me alguns metros junto de minha arma de modo rápido e eficaz, não permitiria que o Gallore me pegasse de surpresa nos intervalos dos meus movimentos.

Imediatamente voltaria a fitar o médico independente de onde estivéssemos posicionados, novamente me colocaria ereto e com os pés firmes ao solo enquanto sustentariam meu peso. Minhas mãos, ambas segurando a espada que me pertencera de modo que a mesma ficasse sempre a frente de meu corpo como se esperasse pelo pior. - Vamos Strange! Deixe-me acabar com está frescura. - O diálogo transmitira uma outra emoção ao me manifestar, já não mais tomado pelo ódio, mas pensativo e cauteloso, o perspicaz tritão voltara depois de muito tempo. Durante isto, uma das mãos rapidamente passaria pelo meu olho ferido, limpando-o se necessário e tentando de alguma forma amenizar o que estivesse sentido - com um deslizar suave -.

Desta vez não iria ataca-lo diretamente e se meu adversário interrompesse minhas ações, logo deixaria de realiza-las para focar em minha defesa. Na postura aguardaria os ataques de Gallore. Na hipótese do boxeador atacar diretamente permaneceria parado até o instante final de seu ataque - aproximadamente a extensão da minha espada - moveria-me e antes de tudo não permitiria que o mesmo saísse de meu campo de visão. Analisaria cada passo para que não pudesse ser pego de surpresa nos instantes finais e já que minha visão estaria debilitada, um pouco de concentração a mais poderia me ajudar e se um segundo ataque viesse contra mim, com rapidez executaria o mesmo movimento, entretanto voltado para o outro ataque e sua respectiva direção.

Independente do sentido ou direção que seu ataque, responderia da mesma forma, atacando. Esquerda, direita, rasteiro ou por cima, tudo seria respondido à mesma maneira, apenas por sentidos opostos. Se o seu ataque viesse pela direita - sendo soco ou chute - lançada contra minha pessoa -, minhas mãos logo levariam a arma em conflito à investida, porém partindo da esquerda para direita, esperando que a força fosse suficiente para ferir meu adversário, visando sempre acertar seus membros atacantes e desta forma reagiria para diferentes direções - com um corte certeiro que rumaria horizontalmente caso o ataque viesse na vertical e assim também para o inverso. Nada de defesas, visto que meu oponente conseguira me acertar de qualquer forma, talvez fosse sua agilidade ou simplesmente a fragilidade em minha visão. Em todo instante procuraria explorar o máximo de meus atributos para que não perdesse tempo ao contra-atacar.

No caso de ataques direcionados contra mim em linha reta, da mesma maneira ficaria posicionado entretanto no momento de atacá-lo, assim que ele estivesse se aproximando para desferi-lo, tentaria corta-lo com um movimento vertical de minha espada. Levantaria a mesma até a distância máxima que meus braços alcançassem e desceria a mesma em alta velocidade. Procuraria atingir uma área de ataque um pouco maior desta vez, uma grande meia lua para evitar que o médico saltasse sobre meus ombros novamente.

Se porventura meus afrontes fossem bem aplicados, ou defendidos por Gallore, mesmo que ricocheteados ou então se entrássemos em uma disputa de força, minha próxima ação seria a mesma para ambas. Velozmente minha mão esquerda soltaria a espada e iria na direção do meu oponente tentando segura-lo - priorizaria o membro que estivesse atacando -, onde quer que fosse e traze-lo para perto de mim com um puxão, ao mesmo tempo q tentaria faze-lo perder o equilíbrio. Posteriormente a mão que estaria empunhando a lâmina  traria-a na direção do alvo e com movimento retilíneo, cravar na perna do médico. Utilizaria toda minha força à cada instante do combate, principalmente na ultima investida onde procuraria atravessar a perna do meu companheiro e fazer com que a ponta da arma cravasse no solo, de tal maneira prenderia-o, facilitando o meu trabalho para o resto do embate.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptyTer 06 Fev 2018, 23:36

Let's Wrestle - ParteIII

Gallore Strange




Eu sabia que tudo ía bem demais, as coisas estavam certas e eu tinha conseguido infligir dano sem ao menos levar um corte, meu próximo plano parecia perfeito, só teve um problema, ele era puramente de reação, e quando me aproximei esperando pelos ataques de Kisame ele não fez absolutamente nada, no final, tudo que fiz foi me esquivar para outra direção até pegar distância novamente. Nada havia acontecido, e nós ficávamos nos encarando enquanto a multidão reclamava e dava risadas ao fundo, até mesmo Nie apressava nosso embate.

~ Ahahahaha! Simplesmente patético. Se seu plano era envergonhar esse tritão de merda está dando certo, pena que você tá afundando junto huahahah. ~ Não só no tempo em que nos entreolhávamos, mas aquela voz irritante me incomodava durante toda a luta.

- Se você se acha tão bom por que não dá alguma ideia que preste pra essa luta? - Eu pensava como se fosse um diálogo.

~ Eu venho dito o tempo todo, mas você não me escuta seu parvo. ~ E surpreendentemente ele me respondia.

- Vá em frente então, vou lhe seguir só dessa vez. -

~ Ótimo! ~

Gallore faria uma postura ereta e confiante, tiraria a faixa de Jack de seu pulso e enquanto a colocasse em sua cabeça diria em uma tentativa de recuperar sua “moral” diria: - O que houve alteza? Ficou paralisado? - Por fim abaixando um pouco a faixa para cobrir seu olho direito e então avançando contra o peixe de merda.

- Tapar um dos olhos? Qual a necessidade disso? -

~ Cale a boca! Estou mais acostumado assim ~

Se aproximando de Kisame a próxima ação de Gallore dependerá das ações de seu oponente, se o inútil ficar parado esperando mais uma vez ele deverá dar um pequeno salto para a direita de seu inimigo ao mesmo tempo em que experimentaria um jab de direita em seu rosto, por ficar no lado contrário da lâmina seria mais fácil de se esquivar, mas desta vez ao invés de pular para desviar o ruivo esperaria o contra-ataque lateral de seu oponente, aproveitando do espaçamento em suas pernas para um rolamento entre as mesmas, uma vez na retaguarda inimiga ele golpearia o joelho que ainda não foi acertado, e aproveitando-se da fraqueza e possível desequilíbrio do inimigo ele agarraria com os dois braços e pescoço do tritão e então lançaria ambos ao chão, derrubando Kisame de costas na tentativa do bater sua cabeça enquanto que Gallore no momento da queda se amorteceria com uma de suas mãos.

Isso tudo é claro se o tubarão for ousado o suficiente para não tomar a iniciativa novamente. No caso de seu oponente atacar a estratégia antes usada pelo idiota de cabelos avermelhados talvez não seja tão ruim, mas talvez boazinha demais. No caso de ataques com a lâmina, sejam eles de qualquer direção mas mais especificamente em forma de estocada, Gallore assim como antes desviaria no último instante (com sua aceleração e noção do tempo) prendendo a espada em sua soqueira, mas ao invés de simplesmente tentar soltá-la com um golpe o ruivo pularia por cima de Kisame usando o mesmo de apoio, e por fim golpearia sua nuca com uma cotovelada esquerda ao mesmo tempo em que puxaria a própria lâmina de seu inimigo contra ele mesmo. - Um pouco radical demais, não? - Irrelevante. Em seguida esperaria por alguma ação, se ele tentar se virar para contra-atacar Gallore deve se abaixar e ao mesmo tempo que utilizaria de sua arma presa para alterar o curso ele também esperaria pelo ângulo certo para soltá-la de lá, em seguida aproveitaria a brecha para para um cotovelada no estômago do oponente e então finalizando colocando seu pé esquerdo por trás do inimigo e aproveitando do impulso do passo para desferir um gancho de esquerda em seu maxilar, esperando o desequilíbrio e queda do mesmo.

Mas se essa estratégia não for possível logo de início então Gallore quando estivesse no raio de alcance da espada do oponente pararia bruscamente fintando um agachamento como esquiva, se o golpe vier vertical ou diagonal ele apenas esperará o momento certo para se esquivar dando um giro para o lado esquerdo. Mas se o golpe vier na diagonal ele se manteria agachado até que a trajetória da lâmina viesse para baixo, e então usando o próprio braço atacante do oponente como apoio ele saltaria (em uma posição “deitada”) por cima da lâmina inimigo desviando para a esquerda. Uma vez salvo do corte inicial ele daria um cruzado de esquerda nas costelas expostas de seu inimigo, apenas para desestabilizá-lo, e por fim rápidamente agacharia para aplicar um lariet direito na canela de Kisame no intuito de tirar sua perna do chão, sendo bem sucedido o próximo passo seria levantar com um giro anti-horário, e ao mesmo tempo que ainda puxasse a perna de seu oponente Gallore desferiria uma cotovelada esquerda no rosto do homem-peixe, esperando assim que seu oponente seja derrubado devido a falta de apoio e ao golpe.

Entretanto em meio a tudo isso algumas precauções devem ser tomadas, se o homem-tubarão tentar mordê-lo, Gallore encaixaria sua soqueira direita entre os dentes afiados do predador os puxando para cima, e por fim aplicaria um gancho esquerdo em seu queixo na tentativa de fazê-lo morder o metal e quebrar seus dentes. No entanto se o mais “preocupante” acontecer e não for possível desviar, basta aceitar o presente de bom grado, segurando o lâmina com uma das mão e impossibilitando os ataques do inimigo, bastaria apenas atacar em pontos vitais com a outra, começando com uma cotovelada no esterno para dificultar a respiração seguida de de um soco com o dedo médio e anelar elevados para acertar sua traquéia e completar o combo, e por fim mas não menos importante o boxeador largaria a lâmina, e passando por baixo de seu oponente ao mesmo tempo que agarraria as duas pernas do mesmo ele levantaria com todo seu último desejo, na tentativa de não só derrubar Kisame de cara no chão mas também de humilhá-lo.


- Hmpf, você pensou mesmo em tudo. -

~ É claro que sim seu inútil, se você quer desonrar alguém deve levá-lo ao chão a quaquer custo, nada como colocar a escória em seu devido lugar. Quem sabe se você me obedecer daqui pra frente pare de apanhar tanto. ~

- Até parece, você é só uma alucinação minha que vai desaparecer quando eu for dormir, no fim você não passa de eu mesmo me dando ordens. - Se eu estou definitivamente louco? ainda não sei, mas o que importa agora é derrotar Kisame e mostrar a ele que somo iguais aqui, estou disposto até mesmo a alguns ferimentos por isso, cortes não serão nada se meu objetivo for concluído.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptyQua 07 Fev 2018, 14:31


Dois idiotas lutando, era isso que Nie via, os dois iniciaram seus movimentos, e no final, ninguém fez nada para ninguém, apenas passaram um pelo outro e voltaram a ficar se olhando. "Idiotas! Imaginava que isso seria uma boa luta para se assistir, mas vejo que estava enganado. Estou decepcionado com você Kisame, parece que voltou a ser um menino que não sabe lutar!" Olharia com raiva e ao mesmo tempo com decepção para seu irmão enquanto falava. Nie levantaria e sairia em busca de algo interessante para se fazer. "Cansei disso, estou indo para o barco, já não me interesso mais para o resultado da criancice de vocês!" Diria as palavras enquanto sairia do local. Nie agora buscaria por algum lugar afastado da cidade, perto do mar e que tivesse uma arvore, com uma boa sombra, para se escorar.

Nie tendo um tipo de lugar em sua mente, ele já sabia como procurar por este local, ao sair de onde seu irmão e Gallore estavam "lutando" Nie iriai para a cidade antes de ir para tal lugar, ele procuraria por uma loja de roupas, onde ele pudesse encontrar um sobretudo para ele utilizar, afinal estava nevando e com as suas atuais roupas, ele provavelmente ficaria com frio uma hora ou outra. Caminhando pela cidade, ele iria para o local onde ele havia comprado suas roupas anteriormente. Chegaria no local, procuraria por alguém que pudesse atende-lo, achando essa pessoa ele pediria o sobretudo, pagaria e sairia de la.

Voltaria para seu objetivo inicial, voltaria para o porto, e de la seguiria a beira mar ate chegar em um local que fosse bom para ele. Conseguindo achar este local, Nie se sentaria e se escoraria na arvore e ficaria avistando o mar no horizonte. Nie procuraria não se afastar muito do porto, procuraria um local onde ele pudesse ficar olhando para a sua embarcação, para saber quando seu irmão voltasse para ela.


Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptyQua 07 Fev 2018, 22:37

- Vamos Strange! Deixe-me acabar com está frescura. - A voz do combatente tritão saia de uma maneira diferente, de forma que cortava qualquer barulho que vinha da multidão, calando-os. Apesar disso, Gallore nem escutava, estava em um momento de conversa consigo mesmo, ou melhor, com aquela voz tão parecida com a de Jack Buster que agora estava o atormentando em sua mente desde o afogamento. Seriam sequelas?

Kisame até tentava limpar o olho em uma tentativa de melhorar sua visão, mas era em vão. Provavelmente ele necessitaria de um remédio mesmo, e talvez até o que Gallore tinha comprado a pouco tempo pudesse de alguma forma ajudar.

De qualquer maneira, a pose do boxeador mudava. Era como se ele se tornasse outra pessoa, como até se uma outra personalidade tomasse conta de seu corpo. A bandana do caolho, que ainda estava enrolada em seu pulso, ia para a cabeça e cobria um dos olhos, como se fosse o próprio pirata. A multidão e os marinheiros pareciam atentos as próximas coisas que aconteceriam, enquanto Nie só gritava, sem receber a atenção de ninguém, deixando o local em busca de uma roupa mais quente.

Os dois oponentes ainda se olhavam, até que Gallore, se é que podíamos chamar ele ainda por este nome, saia em disparada na direção de Kisame, que mantinha seus olhos fixos no mesmo com a espada firme na destra. Gallore mirava um soco bem dado na face de Kisame, que recebia o golpe sem pensar em esquivas, utilizando do momento para fazer um corte preciso que começava pouco a baixo do ombro do médico e descia uns 15 centímetros para baixo, já começando a sangrar.

Contudo, Gallore era astuto e não parava, aproveitando da brecha que o tubarão abria para rolar por de baixo de suas pernas e acertar um golpe atrás do outro joelho de Kisame, que por um instante vacilava e era pego pelo boxeador que o lançava no chão. O tritão até era levado a bater sua cabeça no chão causando um pouco mais de dano, mas Gallore não era alguém tão forte assim e, pela falta de força acabava por cair no chão, não recebendo muito dano com isso, mas pelo menos alguma coisa.

Ambos estavam caídos, lado a lado, e o povo gritava de animação. Os marinheiros analisavam aquilo prontos para intervir caso necessário. O braço de Gallore sangrava de leve, e Kisame sentia uma certa tontura por ter batido a cabeça. O que aconteceria agora?

Eu conto pra vocês! Nie comprava um belo sobretudo("Roupa Boa") pelo preço de 500.000 berries, vestindo-o e se sentindo até mais quente diante da neve e vento gelado que assolava Baterilla. O peixe contornava a batalha pelos cantos e andava pelo pier, até próximo do barco, se sentando na madeira do próprio pier e deixando seus pés próximos das águas. A fina neve ainda caía e ali era com certeza um local mais tranquilo para ficar, apesar de ainda ouvir um pouco dos gritos a alguns metros ali do povo assistindo a batalha.
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptyQui 08 Fev 2018, 13:41

Boa guerra, faz boa paz

Gallore Strange




Nossa luta chegava a a breve conclusão, meu avanço terminou em um limpo soco bem em sua face, Kisame nem ao menos tentou desviar, ele esperou pacientemente para acertar na extremidade de meu peitoral em um corte que descia até a região de minhas costelas, “Tis but a scratch”, mas eu ainda consegui passar por debaixo de suas pernas, tanto evitando mais danos quanto acertando suas pernas e provocando um certo desequilíbrio, foi o momento perfeito, todo o resto se passou em uma pequena fração de tempo onde agarrando o tritão pelo pescoço eu lancei nós dois ao chão.

E foi assim que tudo terminou, nós dois deitados ao leito ofegantes enquanto a multidão gritava e a neve caía sobre nossos rostos. - Hehn, nada mal alteza - Eu diria ainda um pouco cansado e recuperando meu fôlego. - Mas ainda lhe falta velocidade. - Continuaria enquanto aplicaria uma cotovelada de leve em seu estômago, nada para causar danos, apenas uma leve provocação, para mim aquilo já era o bastante, após a troca de golpes sinto que finalmente posso começar a entendê-lo, e creio ter mostrado para Kisame que somos iguais, nada mais desonroso do que cair de costas contra um oponente, acredito que ele já não possua mais esse orgulho todo, e provavelmente está muito irritado consigo mesmo, ou se eu tiver azar, comigo.

Ainda deitado começaria a falar com ele. - Sabe Prince... - Forma como decidi chamá-lo. - Eu tenho um sonho… ou melhor, um objetivo. - Enquanto eu falasse olharia para cima observando os flocos de neve que caíam, na minha mente já não existia mais multidão alguma, seriamos só nós dois conversando de igual para igual. - Eu quero ser forte, de verdade, chegar ao topo e bater de frente contra os melhores, caçador, pirata, marinheiro, não importa quem eu enfrente ou em qual grupo eu esteja, tudo que eu quero é uma boa luta. E por mais que eu não conheça suas motivações, não me importaria de navegar com você, na verdade me ajudaria muito a alcançar o que almejo. - Daria uma pequena pausa, talvez até mesmo esperando por uma resposta, e depois continuaria. - No entanto se você ousar atrapalhar esse meu sonho… - Então levantaria rapidamente deixando Kisame ainda atordoado ao chão no mesmo tempo em que tiraria a bandana de Jack e mostraria à ele. - Não importa quem seja vai acabar que nem esse cara. - Essa seria minha determinação, diria com um rosto bem sério para que o tritão entendesse.

- Mas se estiver tudo bem assim… - Eu por fim abriria um sorriso estendo minha mão não só para ajudar Kisame a levantar, mas também para firmar nosso acordo. - Será um prazer. - Se ele decidir aceitar minha ajuda para levantar terminarei com um firme aperto de mão, e após ouvir algo que ele venha a dizer olhar para seu rosto me lembraria de meu serviço inacabado. - Isso me lembra… - Então me dirigiria até Katsuo para pegar minha mochila e só então notaria que Chinatsu havia sumido. - Seu olho ainda está ruim não é? Você deve ter sentido durante a batalha. - Indagaria para Kisame enquanto procuraria o frasco de Bacitracina, e quando encontrasse jogaria para que o tritão pegasse. - Aqui, coloque isso algumas vezes e deve melhorar. Você que sabe se vai confiar em mim ou não. -

Uma vez que Kisame estivesse prestes a se separar para resolver quaisquer assuntos inacabados ou indo em direção a escuna e caso ele tivesse me aceitado na tripulação eu me dirigiria a ele mais uma última vez. - Ei Prince! Tenho que resolver mais algumas coisas, te encontro no barco. Partimos ao amanhecer? -

Uma vez que o tritão fosse completamente deus sabe lá para onde um último problema me assolava, onde diabos está Chinatsu? Me viraria para Katsuo e então perguntaria a ele. - Ei onde está sua namorada Chinatsu? - Esperaria pela resposta do garoto, mas se ele não souber de nada e agora? Levaria minha mão a testa (já com as soqueiras nos bolsos) e então continuaria. - Vamos procurá-la então. - Antes de tudo tomaria um tempo para analisar meu corte, por não ser profundo nada extremo precisaria ser tomado, apenas jogaria um pouco de álcool para desinfetar e então enrolaria com bandagens para impedir o sangramento, por fim colocaria meu casaco visto o frio que se formava junto da neve.

Feito isso sairia com Katsuo pela cidade perguntando sobre Chinatsu dando uma rápida descrição da mesma, “uma garota de cabelos pretos, mais ou menos nessa altura (neste momento colocaria minha mão acima da cabeça de Katsuo), olhos sombrios e carrega uma espada”, perguntaria a quem fosse possível, principalmente a quem estava nos arredores da luta, andaríamos pela cidade procurando o paradeiro de nossa Loli Sombria, tenho até o amanhecer para encontrá-la.
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Última edição por Remenuf em Qui 08 Fev 2018, 16:47, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptyQui 08 Fev 2018, 16:22


- Vergonhoso! - Uma alta gargalhada seria dada após manifestar-me. Quem diria que a luta acabaria deste jeito, o Navegador e o Médico, ambos feridos e pateticamente exaustos após o breve confronto. - Nada mal Gallore! - Ainda com um sorriso no rosto, diria, entretanto a sede de batalha estaria saciada e as lembranças de ser tratado por um bom médico viriam à tona. Aproveitaria o momento para retomar o fôlego, apreciando os céus que estariam sobre nós e sua fria e natural neve que cobrira todos presentes em Baterilla.

- Sabe Prince...Eu tenho um sonho… ou melhor, um objetivo. - Quando menos esperava, Gallore começara a se pronunciar. Enquanto as palavras saíssem de sua boca, tentaria não ser estúpido desta vez, ouviria seus dizeres mas não tentaria me colocar em seu lugar, não importaria o que estaria retratando, nada comoveria o coração do Príncipe dos Mares. - Eu quero ser forte, de verdade, chegar ao topo e bater de frente contra os melhores, caçador, pirata, marinheiro, não importa quem eu enfrente ou em qual grupo eu esteja, tudo que eu quero é uma boa luta. E por mais que eu não conheça suas motivações, não me importaria de navegar com você, na verdade me ajudaria muito a alcançar o que almejo. - Um sonho e tanto para um simples lutador, porém plausível, quem não sonha não chega em lugar nenhum, assim pensaria. - Um dia pretendo traçar um objetivo assim. - Diria em resposta a sua frase, logo em seguida o silêncio retornaria me levantaria, mesmo que tonto, tentaria me equilibrar e ficar estagnado por uns instantes.

- Não se preocupe, não tenho intenção de atrapalhar você, porém se vai navegar comigo, preciso da sua lealdade. - Estes seriam alguns dos requisitos para estar conosco durante nossa ida para a Grande Linha. Neste instante aceitaria qualquer ajuda oferecida pelo médico, a luta  agravou ainda mais meus ferimentos e para que continuássemos em frente eu deveria estar completamente tratado, sem alar nos materiais que ainda precisara comprar, um mapa para nosso rumo e roupas quentes, já que a cidade teria se tornado uma enorme geladeira.

Depois de encerrar as complicações, novamente juntaria meus pertences e partiria na direção do centro mercantil da ilha, procuraria por uma loja de roupas e lá adentraria. - Alguém aqui me vê um casaco, antes que eu vire um picolé de peixe! - De maneira descarada sairia expressando minhas vontades e se alguém se dispusesse a me atender, daria a quantia necessária para obter o produto, do contrário pagaria-o e largaria o dinheiro próximo ao responsável, desta forma, começaria a andarilhar em direção a escuna, nossa embarcação.


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MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 12 EmptyQui 08 Fev 2018, 19:35


Gritos da multidão soavam a uma certa distancia de Nie, apos ter relaxado um pouco Nie voltaria para a escuna e adentraria ate a cozinha dela, la Nie lavaria suas mão, pegaria uma grande panela,
uma faca bem afiada, uma colher de pau grande e alguns ingredientes e estes eram: cem gramas de cebola picada, uma colher pequena de margarina com sal, uma colher pequena de salsa picada, três colheres medias de molho de tomate, meia cenoura ralada, dois litros de água, orégano, dois quilos de vazio picado em cubos, quatro batata picada em cubos, queijo, um tomate picado em cubos.

Estando com todos os ingredientes separados em cima da mesa da cozinha, Nie começaria a preparar a comida para ele e os outros. Ele acenderia a boca grande do fogão e colocaria a panela em cima dela, depois pegaria a margarina a a cebola e as colocaria dentro da panela, daria uma leve fritada na cebola com a margarina, depois da cebola dar uma dourada ele colocaria a carne, que ele haveria cortado em cubos quando separava os ingredientes, junto da carne ia a cenoura, as batatas, o molho de tomate, os tomates em cubos, o orégano, a salsa e um pouco de sal, e deixava fritar por alguns instantes. Depois de dar uma fritada e da carne já havia cozido Nie colocaria um pouco de água para desgrudar os ingredientes que grudaram no fundo da panela, colocando um pouco de água ele mexeria os ingredientes com a colher de pau. Depois de mexer por alguns instantes Nie colocaria um litro de água, tamparia a panela e deixaria cozinhar por alguns minutos.

Enquanto a sopa cozinhava na panela Nie procuraria uma panela pequena e alguns ovos, 4 ao total, colocaria-os dentro desta outra panela e colocaria água ate cobri-los e então levaria ate o fogão, onde acenderia outra boca e colocaria a panela com ovos sobre ela. Quinze minutos apos ter posto os ovos para cozinhar, Nie desligaria o fogo da panela de ovos, e iria ver como estava ficando a sopa, com a colher de pau ele mexeria um pouco nos ingredientes e provaria-a para ver se estava bom de sal e com um gosto bom, para caso falta-se sal Nie colocaria mais um pouco e provaria, repetiria o processo ate ficar bom, por fim colocaria o restante da água e  o queijo, e deixaria a panela no fogo mais alguns instantes. Depois de tampar a panela, Nie pega ria a panela com os ovos e levaria para a pia, onde abriria a torneira para esfriar os ovos, depois de esfria-los descascaria-os e colocaria todos em um prato e com um garfo Nie esmagaria todos os ovos o que faria com que todos ficasse bem picados.

Tendo picado os ovos e estando com a sopa no fogo e quase pronta, Nie arrumaria a mesa, colocaria pratos e talheres para todos, o prato com os ovos ficaria no centro da mesa ao lado do suporte onde ficaria a panela. Estando com tudo arrumado, Nie iria ate o fogão e desligava o fogo, mexia mais um pouco os ingredientes e provava novamente a sopa, e então a colocava sobre a mesa onde havia um suporte para ela e tampava-a. Com tudo arrumado só restava esperar todos chegarem. Nie então iria para o convés da escuna esperar seu irmão chegar.



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