One Piece RPG
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [M.E.P] Joe Blow
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Joe Blow Hoje à(s) 09:56

» [Mini-Aventura] Joe Blow
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Joe Blow Hoje à(s) 09:55

» Livro Um - Atitudes que dão poder
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor gmasterX Hoje à(s) 09:54

» [M.E.P] Veruir
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Veruir Hoje à(s) 08:16

» [Mini-Aventura] Veruir
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Veruir Hoje à(s) 08:14

» Mise en place
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor arthurbrag Hoje à(s) 07:24

» I - A Whole New World
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Makei Hoje à(s) 07:01

» ブルーベリーパイ ~ Blueberry Pie
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Skÿller Hoje à(s) 04:45

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Licia Hoje à(s) 03:45

» [E.M] - Gostosuras e Travessuras
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 03:15

» Sidney Thompson
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Zed Hoje à(s) 01:19

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Fukai Hoje à(s) 00:49

» Seasons: Road to New World
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Ravenborn Hoje à(s) 00:26

» Hello darkness my old friend...
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Zed Hoje à(s) 00:09

» Phantom Blood
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Licia Ontem à(s) 23:50

» [M.E.P]Kujo
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Kujo Ontem à(s) 23:42

» [Mini-Aventura] A volta para casa
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Ryoma Ontem à(s) 23:30

» Enuma Elish
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Thomas Kenway Ontem à(s) 23:07

» Xeque - Mate - Parte 1
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Ceji Ontem à(s) 22:22

» Ain't No Rest For The Wicked
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Emptypor Hoyu Ontem à(s) 22:00



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, ... 11, 12, 13  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
Warn : O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptySex 15 Dez 2017, 14:41

Relembrando a primeira mensagem :

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gallore Strange. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Boreal
Pirata
Pirata


Data de inscrição : 31/03/2013

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptySab 23 Dez 2017, 17:35

Homero escreveu:
KARATE ISLAND


Spoiler:
 

Era manhã, de um dia de semana, na pacata ilha de Karate Island. A algumas horas o sol já havia nascido e ainda faltava um tempo para a hora do almoço, com isso, poucas pessoas eram vistas nas ruas. Num geral, estavam trabalhando, ou mesmo treinando. Não era mesmo uma hora que você encontraria alguém facilmente.

Aquele seria um dia comum, se não fosse por algo em especial que chamava a atenção de todos os habitantes da ilha: Do dia para a noite, surgiram vários cartazes colados por todas as partes na cidade. Árvore, muros, portas e até algumas janelas eram cobertas por uma série de dois cartazes iguais que chamavam a atenção de todos: o primeiro, um cartaz branco, com a foto de uma garota de cabelos negros e aparência jovial, com os dizeres “DESAPARECIDA -Austin Cliff. Filha do tenente Cliff da Marinha de Baterilla foi raptada pelo bando do pirata Jack, ‘o Caolho’, e pistas apontam para esconderijo e cativeiro na ilha de Karate Island. Quem trouxer a menina sã e salva para o tenente Cliff, receberá uma recompensa, e, se trouxer também o pirata, receberá juntamente a recompensa pela cabeça do mesmo”, finalizando com um carimbo oficial da Marinha, que comprovava ser algo verídico e oficial. Logo ao lado, o cartaz do procurado Jack Buster, “o Caolho”, listando alguns feitos como roubos, assassinatos, destruição de patrimônio, sequestro, e sua respectiva recompensa. Era impossível andar nas ruas e não perceber aquilo, mesmo que fosse muito distraído.
Austin Cliff:
 
Jack, “o Caolho”:
 

Explicação:
 

Kisame e Nie


A dupla de irmãos acabava de chegar em Karate Island e já era recebida com olhares tortos por conta da população que trabalhava na região próxima ao porto, onde eles estavam. Não ligando muito para isso, Kisame e Nie procuravam por uma loja onde pudessem adquirir armamentos para poderem se proteger e, caminhando pela cidade, ainda sobre olhares tortos, conseguiam visualizar uma loja com os dizeres "Tem-De-Tudo do Sr. Lemos". Ah, e por acaso eles reparavam durante sua caminhada os muitos cartazes espalhados por toda ilha, mas para eles talvez não fosse algo tão incomum assim, afinal, nunca estiveram ali antes, e aquilo poderia ser só uma particularidade da localização.

De toda forma, ao se aproximarem do local, viam uma estranha movimentação de algumas pessoas diferentes(vulgo outros participantes da aventura) observando os cartazes colados em uma árvore. Sem ligar pra isso, adentravam o estabelecimento, sendo logo recebidos por um homem baixinho, barrigudo, com um belo bigode negro e chapéu da mesma cor. - Ola! Eu sou o Sr. Lemos! Em que posso ajudá-los? - Diferente das outras pessoas da cidade, o vendedor parecia não olhar diferente para os tritões. Talvez não conhecesse a má fama deles, ou talvez só não ligasse mesmo.

- Que tal você me dar sua melhor espada em troca disso? - Kisame falava ao vendedor, mostrando a quantia de 30.000 berries.

- Aproveite e coloque o seu melhor machado no pedido de meu irmão também!! - Complementava Nie, mostrando também uma quantia igual a de seu irmão.

- Hohoho, eu acho que nossas melhores armas não sairão por este preço, rapazes, mas eu tenho isso! - O vendedor tirava magicamente as mãos das costas, trazendo na direita uma katana embainhada, e na esquerda um machado de batalha. Eles não imaginavam como ele havia pego aquilo tão rápido, mas não questionavam, simplesmente mantinham um olhar intimidador para o Sr. Lemos que parecia sequer ligar para aquilo. Eles entregavam as quantias em berries, e pegavam as armas. - Muito obrigado, tritões camaradas! - Dizia ele, sorridente, enquanto os irmãos logo saiam da loja já armados.

Tampouco deixavam o local, já iam em direção ao porto, tendo Kisame utilizado seus sentidos aquáticos para determinar qual direção seguiria, e Nie o seguindo. Apesar das poucas pessoas nas ruas, as que eles viam, todas, quase que sem exceções, olhavam de maneira estranha pra eles, incomodados, e eles sabiam muito bem o motivo daquilo.

- Ora, ora, ora... - Eles já estavam mais próximos do seu destino, quando ouviam uma voz jovial se aproximando deles e, ao olharem, notaram um jovem tritão carpa azul, que saia de uma viela e se direcionava a eles. - Se não são o Príncipe, - Apontava para Kisame, com um sorriso malandro, e depois para Kisame. - e o Assassino dos Mares, em pleno South Blue, Karate Island. Eu juro que não faço ideia do que tritões perigosos como vocês fazem por aqui, mas é uma honra estar diante de suas presenças. - Fazia uma breve pausa, olhando para os dois, com certo brilho no olhar e entusiamo, que tentava disfarçar. - Gostaria de convidar-lhes para beber algo enquanto eu lhes apresento uma proposta que com certeza adorarão. O que acham? - Fazia o convite.

Se os irmãos aceitassem a proposta, o outro tritão então abriria um sorriso maior ainda, dizendo. - Então sigam-me! - E então caminhariam em direção ao porto, indo por um pier até sua ponta. - Vamos ter que nadar um pouco, mas creio que tritões como vocês não tenham problema com isso não é? - Ele estava para pular no mar, quando pareceu se lembrar de algo. - A proposito, eu sou Mike, imediato da tripulação do Caolho.
Mike:
 

Neste post:
 

Remenuf, Chinatsu e Black


- Eu não sei não, me parece suspeito - Dizia Gallore, interrompendo o momento em que Chinatsu passava a mão no cartaz, com certa empatia pela lembrança de já ter passado algo parecido. - Se essa garota é filha de um poderoso tenente da Marinha, e ele sabe onde ela está sendo mantida, por que o mesmo não vem buscá-la ao invés de depender de terceiros? - Todos voltavam suas atenções para o boxeador, que "pensava alto". - Mesmo tendo o selo oficial da Marinha pode ser falso, uma emboscada talvez? Piratas ladrões só a espera de heróis a caminho.

- Ah, é claro, sequestrar criancinhas agora é o pior crime que alguém pode cometer, não existe NADA pior. Além do mais, sabemos que a marinha é a melhor organização que existe. - Respondia Chinatsu, ironicamente, levantando o polegar para Gallore, que passava a se distanciar do local no mesmo instante.

- Mas ele deve ter razão, Lan! Pode ser uma emboscada! - Dizia o garoto de cabelos azuis, um pouco assustado.

- Para de bobagem, irmão! - O ruivo dava um leve tapa no braço de seu irmão. - Isso é história. Ele está falando isso para nos desencorajar na caçada. E emboscada ou não, nós somos caçadores de recompensas, não temos que ter medo de nada! - Dizia ele, puxando Dan para que saíssem dali. - Além do mais, eles não passam de civis idiotas. Eles sim tem que ter medo de uma possível emboscada... - Continuava a dizer, mas Chinatsu era capaz de ouvir com sua audição aguçada, apesar de Ban não escutar nada depois do "além do mais", pela distancia que eles adquiriam.

Não tardou para que a garota saísse dali também. Ban somente aproveitou o instante de paz para encostar na árvore e terminar de curtir seu cigarro que queimava de forma perfeita e prazerosa.
Neste post(por enquanto):
 

Importante:
 

Continuação - Remenuf


Saindo dali, Gallore se punha em corrida pela cidade em direção à floresta. Em sua cabeça, aquele seria o esconderijo perfeito para os piratas, mas talvez também fosse o lugar mais óbvio. De toda forma, depois de alguma corrida por entre as árvores, ele não encontrando nenhum sinal de Jack e seu bando, parou por um instante para descansar.

Neste momento, ele avistou uma garota de cabelos brancos, jovem e bonita, mexendo em algumas flores que encontrava pelo chão da floresta. Mas, se você pensou que ela contemplava e cheirava as flores como uma simples garotinha, se enganou. Na verdade, ela parecia ter um olhar técnico, observando partes da estrutura das plantas, como se fosse uma verdadeira conhecedora, conferindo em um livro de capa marrom que tinha em sua mão esquerda.

Ela notou a presença de Gallore, e sorriu para ele. - Oh, bom dia! - Disse, e sua voz era extremamente doce. - Flores são coisas incríveis, não acha? Eu perco o dia observando seus estigmas, pétalas e grãos de polem se deixar hihi
Garota:
 

OFF:
 

Chinatsu


A juvenil gatuna deixava aquele lugar, andando alguns passos até um outro par de cartazes. Quando ninguém estava olhando, o que não era difícil por conta da pouca movimentação na cidade naquele momento, ela arrancava ambos do muro, e guardava consigo.

Andava mais alguns metros, com seus olhos gatunos procurando por alguém que pudesse lhe dar uma informação, até que via, quase que ocultado pela sombra do beco onde estava, um rapaz de cerca de 21 anos, com uma toca na cabeça e pouca barba abaixo do queixo, encostado na parede, fumando um cigarro. Algo lhe dizia que aquele era o informante que ela precisava.

Chinatsu se aproximava sorrateiramente, entrando também no beco, e logo mostrando o dinheiro e os cartazes. - 10.000 berries. Tudo que você pode me dizer sobre Jack O Caolho e Austin Cliff. - O rapaz jogava seu cigarro no chão e pisava em cima, pegava o dinheiro e os cartazes, e dava uma boa olhada.

- Jack Buster, capitão do bando do Caolho. - Enrolava os cartazes e devolvia para Chinatsu, voltando a falar. - Pelo que sei já cometeu alguns crimes aqui no South Blue, mas nos últimos tempos resolveu sequestrar a filha desse tenente aí para ver se conseguia alguma recompensa. Eu ouvi dizer que ele pode estar se escondendo ao sul da ilha, abaixo do lago, mas não é certeza. - Puxava um maço de cigarro do bolso, retirando um e acendendo com um isqueiro preto, dando uma boa tragada antes de voltar a falar. - O bando dele tem uns 13 ou 14 caras, não acho que uma menininha sozinha consiga dar conta, por mais entendida das ruas que seja... Quer uma conselho? Arruma- Antes que ele pudesse continuar a falar, Chinatsu sentia um impacto em suas costas, como se tivesse sido empurrada, e ia ao chão. O rapaz saia correndo neste momento, sumindo e, quando ela olhava para ver quem a havia empurrado, via os dois irmãos de cabelos azul e vermelho em pé a sua frente, o ruivo com um sorriso sádico e o outro com uma expressão indecifrável que podia estar ligada tanto a receio quanto a medo.

- Então o Jack está no sul da ilha, além do lago? Ahahahaha... - Dizia o ruivo, mantendo sua expressão sádica. - Eu deveria agradecer pela informação, mas parece que você está nessa corrida pela recompensa também, e eu não gosto muito de concorrentes, sabe? - Ele sacava duas adagas de sua cintura, segurando-as firmemente.

- É verdade, o Lan não gosta mesmo hehehe - Dizia o garoto de cabelos azuis,

- Fica quieto, seu imbecil. - Ele se virava para o irmão, irritado. Voltava-se então para Chinatsu, apontando uma das adagas em sua direção. - Vai ter que ser do jeito mais fácil, ou do mais difícil, garotinha?
Situação:
 

Neste post:
 

Chinatsu:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptySab 23 Dez 2017, 21:57


猫と尻の間の差し迫った戦い
The Fight
A cada segundo que se passava, mais ódio eu adquiria daquela maldita dupla de irmãos, ficando com mais repulsa em relação ao ruivo, que aparentemente se chamava Lan. Quem aqueles merdinhas achavam que eram? "Hur dur, somos caçadores de piratas, esses aí são civis, sou foda." Quanta bobagem.. " Civis idiotas? Quando eu tiver a oportunidade eu mando esse bosta pro colo do capeta.. "pensaria, após ouvir as palavras de um dos irmãos. Não tardei, deixando o local logo em seguida, já tendo em mente aquilo que eu iria fazer. Após pegar tanto o cartaz de desaparecida quanto o de procurado, busquei por algum informante na cidade, na espera de adquirir conhecimento de qualquer coisa relacionada à Jack "O Caolho". Me moveria a passos apressados, como uma pessoa atrasada para o expediente. Não custou até que eu finalmente encontrasse a luz no fim do túnel. Ou melhor: um "drogado"(pelo cigarro lul), bem no meio de um beco, parecendo estar à espreita. Eu voltaria a caminhar em uma velocidade normal, com o intuito de não assustar o homem. Afinal, ou aquele cara era um informante ou um fora da lei. Uma junção dos dois também não seria algo "surpreendente", por assim dizer. Mas é aquele ditado: quem não arrisca não captura pirata mono olho que sequestra filhas de tenentes da marinha.


- Yo. Tenho algo pra você. - falaria, na maior naturalidade possível, como se ficar frente a frente com um homem suspeito em uma viela mais suspeita ainda fosse algo do cotidiano de muita gente. A maioria das pessoas provavelmente iria se cagar de entrar em um desses becos sem querer e se deparar com uma figura dessas, mas não eu. Aquela era minha realidade, afinal. Após entregar o dinheiro e pedir as informações desejadas, ficaria fitando o homem a minha frente, mantendo-me atenta a tudo que ele falasse. - Hm..Entendo. Abaixo do lago, no sul da ilha, então? - murmuraria, como se estivesse falando comigo mesma. Levaria a mão ao queixo, pensativa, no intuito de bolar uma estratégia. Afinal, como o informante havia dito, eram mais de 10 capangas, e uma simples gatuna não seria capaz de lidar com esse elevado número de inimigos. Ainda fitando o homem, escutaria o conselho que ele tinha para me dar.  - Arruma... - foi tudo que o homem falou, até que eu senti algo batendo em minhas costas. Algo mais como um impacto, sem me causar muita dor aparentemente. Caindo no chão, apoiaria minhas mãos, para meu belo rosto não ir de encontro ao solo.


Se você um dia precisar escolher uma pessoa para confiar sua vida, nunca transfira essa responsabilidade para um informante. Por quê? Bem.. Após eu ter sido "atacada", o rapaz das informações praticamente sumiu, levando todo meu dinheiro, e sequer me ajudara a me levantar. Realmente, todas as pessoas estão sozinhas no mundo, e resta a nós sobrevivermos por nós mesmos.. Bem, é assim que as coisas funcionam, né? Ainda no chão, viraria um pouco a cabeça, tentando olhar por cima dos ombros. - Mas quem foi o filho da pu..Ah, claro,OS filhos da puta. - falaria, percebendo que meus agressores eram a "dupla dinâmica" de irmãos, Tico e Teco.Dan e Lan. Me levantaria, dando alguns tapinhas em minha veste em seguida, como que para tirar a sujeira da roupa. "Hm..Não acho que eu tenha me machucado.."pensaria, enquanto fixaria meu olhar nos dois rapazes a minha frente. O garoto ruivo estava com uma expressão de sadismo, enquanto o de cabelo azulado parecia estar com medo. " Ownt, que fofo.. O caçador de piratas é um gatinho medroso.. "pensaria, não levando em conta a seriedade da situação em que eu me encontrava.


O ruivo começou a falar, mostrando que estava ciente de todas as informações que eu, com meu dinheiro, havia adquirido. O rapaz sacou duas adagas, provavelmente achando que eu me amedrontaria perante tal situação. - Sabe qual foi o erro de vocês? Hahaha..Não me mataram quando tiveram a chance. Eu vou fazer vocês conhecerem as profundezas do inferno,malditos. - falaria, sacando a ninjaken da bainha com minha mão direita. Algo em mim dizia que o psicológico do garoto de cabelos azuis seria facilmente abalado. Com a parte afiada da minha ninjaken, eu faria um corte na minha mão esquerda. Não tão profundo, mas capaz de fazer sair uma quantidade razoável de sangue. "Aguente a dor, maldita"pensaria, tentando manter uma expressão morta, fria, por mais que minha mão estivesse sangrando. Olharia para Dan(o de cabelo azul), tentando engoli-lo com meus olhos vermelhos como o sangue. Passaria minha mão ensanguentada a partir do queixo, levando o palmo até a extremidade do pescoço. - É assim que você vai ficar quando eu te degolar,
HAHAHA. Aproveite os últimos minutos de vida, já que uma "civil idiota" vai acabar com ela por você. Vou usar a pele do seu pescoço como bainha para minha espada. -
diria, apontando para o garoto de cabelos azuis. Minha intenção seria fazer o garoto entrar em um estado de choque. Se não funcionasse, pelo menos agora meu sangue já estava "fervoroso" por uma batalha.


Ao meu ver, a distância entre mim e os garotos era extremamente vantajosa para mim: como o espaço que nos separava aparentava ser menor que dois metros, eu poderia aproveitar minha elevada velocidade para tentar surpreendê-los. Posicionaria a ninjaken à frente do corpo, segurando-a com a mão direita, enquanto fixaria o olhar no rapaz que estava um pouco mais próximo de mim, o ruivo.- É inevitável..Eu nunca gostei de você, mesmo. Não vai doer muito..Infelizmente -falaria, tentando intimidar o rapaz, enquanto limparia nas minhas vestes o provável excesso de sangue ourindo da mão esquerda. Sem aviso prévio, eu avançaria em direção à Lan com a minha maior velocidade, com o intuito de reduzir drasticamente nossa distância. Caso Lan tentasse impedir meu avanço, fosse com as adagas ou com algum chute, eu moveria minha ninjaken com ambas as mãos(sim, a machucada também -q) a um ângulo de mais ou menos 45º, tentando ricochetear seu golpe. Se, porventura a pessoa que tentasse impedir meu avanço fosse Dan(azulzinho), eu procuraria surpreendê-lo: utilizaria da minha boa velocidade para me esquivar de seu golpe, rodopiando com os pés e girando meu corpo para a direita dele(se eu fosse pra esquerda eu me aproximaria de Lan, eu ia estar me suicidando), agachando-me um pouco caso fosse necessário. Se meu desvio fosse efetivo, eu procuraria dar um corte seco com a ninjaken, atacando em horizontal, com a intenção de criar um corte profundo no abdômen de Dan.


Considerando que meu avanço não fosse impedido por nenhum dos garotos, quando eu ficasse próximo a Lan eu daria um golpe em diagonal, num sentido cima-baixo, com a intenção de atingir o tórax do rapaz. Caso ele bloqueasse meu golpe com as adagas, eu buscaria pressionar minha ninjaken contra as armas dele, para impedir ele de reagir e, com a perna direita, chutaria ambas as canelas de Lan, para que o mesmo perdesse o equilíbrio e caísse de costas no chão. Se meu plano desse certo, eu fincaria minha ninjaken no pescoço do garoto caído, como forma de "finalizá-lo". Entretanto, se antes de eu aplicar meu golpe Lan tentasse me atacar, eu reagiria da seguinte forma: ataques com as adagas, ambas direcionadas à minha direita ou esquerda, eu bloquearia com a ninjaken, movendo a espada em forma de "arcos" se necessário. Se Lan tentasse aplicar um golpe atacando simultaneamente com as adagas pela direita e pela direita, eu saltaria para trás, colocando grande parte da força do movimento na parte posterior de meu pé, a fim de desviar do golpe. No meio do movimento eu faria um ataque em vertical com a ninjaken, no sentido baixo-cima, tentando cortar a barriga de Lan. Afinal, ninjakens são maiores que adagas.


Caso Lan ainda fosse capaz de lutar, eu tentaria finalizá-lo dando golpes em sequência com minha ninjaken, mantendo um padrão: golpes horizontais alternados tanto pela direita quanto pela esquerda seguidos de um ataque reto com a ponta da ninjaken, com o intuito de perfurar o coração ou qualquer órgão próximo àquela região. Os ataques direcionados a mim eu desviaria, movendo meu corpo em direção contrária às adagas, além de retroceder alguns metros caso eu percebesse a intenção de Dan(o de cabelo azul) de se intrometer na luta. Se finalmente Lan não fosse capaz de continuar a luta, por estar bastante ferido ou quem sabe morto, meu foco passaria a ser Dan, o irmãozinho medroso.


- Mamãozão já foi, agora é sua vez. - falaria, apontando minha espada ninja em direção à Dan. Como o rapaz não aparentava portar alguma arma, aquele combate, ao meu ver, estava ao meu favor. Eu, a princípio, fingiria um ataque frontal, esperando que Dan não percebesse minhas reais intenções. Caso ele tentasse me atacar(era isso que eu realmente esperava), eu faria um rolamento em diagonal por cima do ombro(não aqueles rolamento foda, eu não tenho perícia acrobacia e talvez por isso o movimento fique "limitado"), quase que como um pequeno salto, para tentar desviar de seu ataque. Minha intenção seria sair ao lado de Dan e, após me portar de pé, eu fincaria minha espada na lateral da barriga do rapaz, forçando-a até sair do outro lado de seu corpo, como se estivesse fazendo um churrasco no espeto. Outrora situação seria Dan não cair no plano, e optar por não me atacar. Caso isso acontecesse, eu daria um salto tanto para o alto quanto para frente e, segurando a ninjaken pelo cabo com ambas as mãos, eu tentaria cravá-la na cabeça do rapaz, tudo isso em alta velocidade já que minha intenção seria impedir o contra ataque do mesmo. Afinal, ataque é a melhor defesa. Caso isso não acarretasse na morte do rapaz, eu me afastaria um pouco, dando pequenos pulinhos para trás.


- Vamos.. Não lute contra seu destino. A morte é acolhedora! - falaria, tentando intimidar Dan mais uma vez. Se não tivesse funcionado de primeira, provavelmente em uma situação como aquela iria funcionar. Sem esperar por uma "resposta" do rapaz, eu partiria em direção ao mesmo, usufruindo da minha velocidade. Como o rapaz não tinha armas para bloquear a ninjaken eu procuraria fazer "ataques suicidas", já que seria uma questão de tudo ou nada. Eu moveria o cabo da ninjaken em diagonal, tentando acertar a lâmina da arma no pescoço do rapaz, para decapitá-lo. Caso Dan ameaçasse a reagir meus golpes me dando socos, eu daria saltos para a direita ou para esquerda, dependendo da mão que ele "armar" o soco: se for me golpear com a direita eu pulo para a esquerda e se for me golpear com a esquerda eu pulo para direita. Eu adotaria essa táctica até que finalmente fosse capaz de derrotar o garoto de cabelos azuis.


Ah, eu vou matar esses putos


Objetivos:
 

Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 19
Warn : O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptyDom 24 Dez 2017, 02:57

Aprendizado: Botânica

Nunca coloque Lobos na boca


Gallore Strange






Esse era o cenário atual, uma árvore, dois cartazes, e 5 indivíduos encarando-os, após concluir meu raciocínio fui respondido pela menina de antes. - Ah, é claro, sequestrar criancinhas agora é o pior crime que alguém pode cometer, não existe Nada pior. Além do mais, sabemos que a marinha é a melhor organização que existe. - Ela me mostrava um “joinha” enquanto falava em um tom irônico, mas pude notar algo a mais em sua voz, algum tipo de ressentimento, seja com a Marinha ou o tipo de situação que a jovem sequestrada se encontrava, algo provavelmente ocorrera em seu passado, seus olhos não eram de uma menininha fofinha como deveria ser, mas sim de alguém que já está perdida imersa a escuridão, os olhos de um morador do submundo, e a espada em sua cintura afirmava esse fato. - Não subestimar lolis fofinhas, anotado! - Pensei comigo mesmo ( dessa vez em silêncio ) enquanto me afastava, mas antes de ir embora de uma vez me me virei e me dirigi a ela. - Não se trata da gravidade do crime ou da eficiência da Marinha, um homem de verdade deve proteger a própria filha. - Não sei se ela chegou a me ouvir, e sinceramente nem me importava, coloquei nos bolsos minhas soqueiras antes equipadas e segui meu caminho enquanto observava o semblante de mais duas figuras adentrando a loja do senhor Lemos.

Uma vez que tomei distância suficiente segui com meu plano, correr inutilmente por aí procurar Jack pelas florestas, depois de correr pelo local não tive êxito de encontrar nenhum esconderijo, e enquanto parava para descansar um pouco pensava. - Acho que não é por aqui, devo ter pensado demais dessa vez, talvez seja melhor só sair procurando por alguém que o viu. - Enquanto me perdia em meus pensamentos ( algo muito usual por assim dizer ), me assustei levemente ao perceber que não estava sozinho ali, próximo a mim estava uma jovem de longos cabelos brancos, sua beleza digna das flores que observava com tanta seriedade.

Ao notar minha presença abriu um breve sorriso e disse com uma meiga voz - Oh, bom dia! Flores são coisas incríveis, não acha? Eu perco o dia observando seus estigmas, pétalas e grãos de pólen se deixar hihi. - Esse poderia ter sido um simples encontro casual, eu a comprimentaria e depois cada um seguiria seu caminho, mas havia alguma coisa, sua voz, o brilho em seus olhos azuis, talvez a forma como se expressava, eu não sei dizer mas aquilo despertou minha curiosidade, a forma como ela transmitia com facilidade a empolgação que sentia com o que mais lhe interessava, plantas a vida.

- Oooh, eu costumo passar aqui quase todos os dias e nunca parei para observar, mas confesso que tenho uma certo interesse sobre algumas plantas, principalmente as medicinais. - Disse em um tom indiferente, mas isso não fazia diferença para ela, pois ao ouvir minhas palavras seu sorriso se abriu ainda mais a medida que seus olhos brilhavam enquanto removia algo da cesta de piquenique que trazia consigo.

- Então você vai adorar estas aqui! - Disse ela enquanto me mostrava algumas ervas presas por um elástico. - São Arnicas, boas para curar machucados, já essas aqui … - Continuava enquanto tirava folha atrás de folha. - Menta Piperita, perfeita para fadiga, são tantas plantas maravilhosas que eu poderia ficar aqui dia e noite.

Com um sorriso e de uma forma amigável a interrompi.

- Certo, mas vamos nos calma, muita informação de uma vez também não é bom hahahah. - E enquanto pegava algumas frutinhas perguntava: - E essas aqui? Conhece? - Enquanto jogava uma mão cheia delas na boca.

- Claro, são extremamente venenosas. - Me fazendo cuspir tudo com o veneno surpresa enquanto ela ria de mim sem o mínimo de pudor. - Você é engraçado, algum motivo especial no seu interesse pelas plantas medicinais? -

- Bom, eu não me considero um médico, mas o assunto me interessa um pouco. E você? qual seria o motivo além de assustar pessoas com frutinhas venenosas?. -

- Hihi (risada que botaram nela, não me culpem), eu trabalho em uma floricultura bem ao sul da cidade, praticamente no lago, e sim, ver pessoas engasgando com Uivantes não tem preço. -

- Uivante? Nome estranho estranho pra uma planta, meu nome é Gallore a propósito, se não se importar, poderia me mostrar mais um pouco? - Quase que instantaneamente ela respondeu.

- SIM! Oh, que falta de educação a minha. - E após ajeitar suas roupas ela estendeu a mão e com um belo sorriso disse: - Eu sou Nylle, muito prazer!





INÍCIO





Feita as apresentações Nylle estava pronta para me ensinar tudo que podia naquele momento, e eu estava pronto para obter todo aquele conhecimento, apesar de estar em uma corrida contra o tempo, ou melhor, contra os outros caçadores ambiciosos, isso não me incomodava, se eu não tive tanta sorte de achar o “covil do mal”, quem garante que eles teriam? Naquele momento eu só precisava me focar em uma coisa, plantas.

E então ela começou a me explicar: - Certo, basicamente as plantas são compostas por cinco partes: Raiz; Caule; Folhas; Flores e frutos. E costumam ser divididas em quatro grupos, sendo somente dois deles possuidores de flores e frutos. - Após parar um pouco para respirar e checar se eu estava atento ela continuou. - São eles Briófitas, normalmente musgos que vivem em ambientes úmidos; Pteridófitas, plantas que não possuem sementes, geralmente se reproduzem através de esporos; Gimnospermas, que possuem semente completamente expostas, pinheiros por exemplo; E as angiospermas, que possuem flores e frutos, podendo ser desde charmosas flores até grandes árvores.

- Entendo… - Indaguei - E sendo uma florista você deve se focar no grupo dois e quatro. -

- Exatamente! - Ela continuou - São neles dois que encontramos as ervas medicinais e flores. -

- Mesmo colocando desse jeito ainda são muitas plantas, como você faz pra identificar cada uma delas? -

- É bem simples na verdade, é só estudar bastante, os livros são seu melhor amigo nessa situação. - Disse ela enquanto me mostrava uma enciclopédia sobre plantas. - Eu memorizei cada tipo de planta que contém aqui, meu sonho é que um dia possa cultivar todas aqui na ilha. -

E enquanto pegava o livro para folhear dizia:
- Pra isso acho que você teria que sair daqui primeiro, existem muitas espécies mar a fora, quer dizer olha só a grossura desse livro, não sei como você consegue identificar cada uma delas. -

- Basta ficar de olho nas características de cada uma, plantas medicinais por exemplo, costumam ter folhas Lanceoladas.

- Claro! Lanceoladas, quer dizer que são verdes e prontas pra comer, certo?

E com a mão na testa ao mesmo tempo que abria um leve sorriso devido a minha ignorância ela me explicou. - Não, hihihi, eu me refiro ao formato das folhas, veja que algumas são arredondadas e outras são mais pontudas e ramificadas (Lanceoladas). -

- Então essas são as boas? - Continuei.

- Não exatamente, algumas também podem ser venenosas, e pra isso você precisa ser muito atencioso.

- Como por exemplo?

- Tente evitar cogumelos, apesar de alguns serem comestíveis muitos são venenosos, plantas com espinhos ou seiva leitosa também não são muito confiáveis, sempre desconfie das que tiverem folhas lustrosas ou flores em formato de guarda-chuva, e nunca coma as que tiverem frutinhas brancas ou amarelas.

- Colocando assim até que fica mais fácil mesmo.

- Mas é sempre bom ter um catálogo por perto, e vale lembrar que mesmo sendo venenosas, algumas plantas quando cozidas se tornam boas...

Lições atrás de lições, tipos e características novas a cada segundo, Nylle e eu ficamos ali conversando por muito tempo enquanto andávamos pela floresta. Além de me ensinar a como identificar as plantas, ela também me mostrou como cultiva-las, e até me deixou praticar essa parte, aprendi coisas interessantes com isso também, com por exemplo o fato das ervas ficarem muito melhores se coletadas um pouco antes da maturidade, ou ao plantar, que deve se manter uma certa distâncias de vegetais grandes que costumam matar as plantas que invadem seu espaço (exatamente igual humanos). O tempo pareceu passar tão depressa que nem ao menos percebi até me deparar com um os últimos ensinamentos de Nylle.

- Certo! Agora um teste final, eu vou mostrar uma planta e você vai identificar ela pra mim. - Dizia ela empolgada mexendo em sua cesta repleta de coisas que havíamos coletado pelo caminho.

- Okay! - Lhe respondi animado. - Pode mandar. -

E assim ela foi me mostrando diversas folhas e flores uma por uma para ver se eu realmente tinha aprendido algo.

- Hmmm, folhas em dois extremos e com pontas, ao esfregar o caule ou seiva não causa irritação, e pelo formato das folhas… - Pensava enquanto coçava a cabeça. - É um Cipó-de-gato!

- Aumenta a imunidade, Correto! - Brandava Nylle enquanto pegava outra planta. - Próxima!

- Flores rosas, caule que se estende pelo corpo todo e folhas paralelas, tenho dúvida entre Rosa-mosqueta e Malva. - Falei em um tom de incerteza.

- Na verdade é Valeriana. - Me corrigia ela enquanto parecia se divertir com o quizz. - Mas seu erro foi bastante comum, basta olhar o formato da pétalas aqui. -

- É verdade, deixei isso passar. - Falava enquanto fazia uma expressão de descontração, inclinando levemente a cabeça colocando uma mão por trás da mesma e piscando o olho. - Próxima!

- Certo, essa é a última, preste muita atenção. - E então ela me mostrou uma plantinha muito familiar.

- Folhas brilhantes, flores em formato guarda-chuva, frutinhas brancas… - Falei enquanto a aproximava da boca. - É, totalmente comest…

- Venenosa! - Interrompeu-me Nylle me batendo na cabeça com o livro. - Essa são uivantes, de novo hihihi. -

- Eu sei eu sei, extremamente venenosas, um miligrama pode te paralisar por completo. - Completava enquanto colocava algumas dessas frutinhas no bolso. - Eu só tava brincando com você um pouquinho. -

- Até parece. - disse ela com expressão emburrada mas ao mesmo tempo fofinha. - Aqui! pra te ajudar a lembrar tudo isso. - Ela me entregava o livro de botânica.

- Eu não tenho como lhe recompensar. - Dizia tentando recusar o livro de quem eu já explorara o suficiente.

- Não se preocupe com isso, só por ter alguém pra ouvir essa minha obsessão já valeu a pena. - E então eu peguei o livro que só então consegui ver seu título, “Botânica para idiotas, tudo que você precisa saber”, eu não sabia se levava aquilo como um presente ou um insulto, mas tudo que fiz na hora foi rir bastante.





FIM da aprendizagem





Terminado meu treinamento com plantas eu precisava voltar ao meu objetivo original, já tinha gastado bastante tempo e precisava alcançar a concorrência. Ao me despedir de Nylle uma idéia me veio a cabeça, quem sabe ela não saiba algo sobre Jack, então eu faria uma última pergunta. - Ei Nylle, uma última pergunta, nada a ver com botânica espero que não se importe. Você viu os cartazes de procurado pela cidade certo? Sabe alguma coisa sobre esse tal de Jack o caolho? - Se soubesse maravilha! Eram duas plantinhas numa cajadada só, seguiria as pistas que ela me informaria. Mas caso não soubesse sem problema continuaria com o mesmo plano de antes me despediria a gentil jovem que me acolhera. - Adeus Nylle! Espero que realize seu sonho de plantar tudo que há aqui, ficaria maravilhoso! - E partiria em direção ao lago a procura dos piratas.





Objetivos:
 

Histórico:
 

Off:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptyDom 24 Dez 2017, 16:22


Finalmente armados e pronto para ação, possuir tal espada mudou drasticamente meu comportamento, agora poderíamos fazer o que bem entendêssemos. Infelizmente a compra do equipamento me fez notar o quão miseráveis estávamos a ponto de jogar mais da metade do nosso dinheiro fora, já estaria repensando o ato de comprar as armas. Um problema a ser resolvido de cada vez e agora deveríamos fazer fortunas, sem demora as oportunidades novamente batiam nas portas dos mares. Apesar de pequena, Karate Island apresentava alguns problemas, além de mim e meu irmão, um incidente parecia chocar todos por ali. O sumiço da filha de um oficial da marinha e a suspeita de um pirata me traziam inúmeras idéias, talvez ainda precoces, porém com um pouco de tempo poderiam fazer algum sentido.

Durante nossa busca pelo porto, uma abordagem. Um semelhante, que grande surpresa, além de tudo, um fã. Havia outro tritão nas mediações da cidade, este um tanto inconveniente que continuou puxando assunto. - Até isto agora? Indagaria para mim em baixo tom. Mesmo que despreocupado, pararia e ouviria o que o tritão teria à dizer. Uma proposta surgia, a carpa dizia que era irrecusável e julgado o seu conhecimento pelos nossos feitos, decidi acreditar no mesmo, minha curiosidade teria sido despertada e um novo caminho seria seguido. - Eu espero que isso envolva muitos Berries garoto, meu tempo é precioso! Expressaria minhas vontades para o tagarela, enquanto andaria em sua direção. - Vamos, não tenho todo tempo do mundo.

Imediatamente começaria a seguir o tritão, seus passos se tornariam os meus, independente dos obstáculos, procuraria ser o mais rápido possível, tanto em terra quanto em mar. Ainda no inicio do percurso, uma revelação. Mike, como se denominava o tritão, era imediato de um bando pirata, mais precisamente a tripulação do Caolho, informação que faria refletir o quão pequena seria Karate Island e que talvez ele estivesse me guiando para o que eu, no fundo, pretendia alcançar, como se fosse uma bússola mágica. - Tripulação do caolho, vocês estão bastante famosos por aqui, não? Perguntaria para nosso guia e logo fitaria meu irmão nós olhos, enquanto que um sorriso sanguinário expressaria minha intenções. Caolho era o procurada estampado nos diversos cartazes da ilha, não poderia deixar de notar e muito menos evitar relacionar as menções do garoto

- Anda, me conte mais sobre seu capitão. Pediria este favor ao garoto no caso ainda não estivéssemos próximos de nosso destino. Quanto mais informações fossem coletadas, um melhor plano poderia ser elaborado, esquema que por ora não seria revelado para ninguém. A partir disto, apenas aguardaria chegar onde o jovem estaria me levando. Contudo, se chegássemos em breve, manteria-me sempre ao lado de meu irmão, sem saber o que poderia acontecer dali pra frente, não daria sorte para o azar. Ficaria sempre a frente daqueles que buscaríamos, sem deixar um cerco tomar forma em torno de nós, neste caso nos afastaríamos para trás pelo caminho que viemos e qualquer investida agressiva resultaria numa fuga pelo mar, acreditava ser impossível a perseguição de dois tritões pela água. Do contrário. permaneceria de pé sem dizer uma palavra, apenas aguardando as apresentações da outra parte e sua maravilhosa proposta.

Escutaria tudo que tivessem para me dizer sobre sua oferta, julgaria, questionaria, tudo para mascarar o verdadeiro motivo de estar ali, entretanto minha resposta seria a mesma em qualquer ocasião ou tarefa que teríamos de realizar. - Aceito os termos. Momentaneamente me colocaria "as ordens" da tripulação, faria deles meu no grupo e compartilharia de seus ideais. Ficaria sempre próximo do imediato, aquele que tornou isto possível e demonstrou ser um apreciador da raça, tripulante que provavelmente se tornaria o elo mais fraco, aquele à quebrar e prejudicar os demais.

Manteria uma postura bem diferente do que a minha imagem representava, deixaria o capitão da tripulação guiar, isto caso ele estivesse por perto, por ora manteria distância de sua autoridade e ficaria apenas com a minha parte de ação na proposta do tritão amigo. Independente do que ocorresse agora, se eu tivesse de ir em algum lugar, executar alguém, nada importaria, faria de bom grado, o esconderijo já teria sido revelado para mim era questão de tempo até que as coisas começassem a se entrelaçar e meus planos à sair de minha mente.


Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sahashi Minato
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Sahashi Minato

Créditos : Zero
Warn : O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 4010
Masculino Data de inscrição : 02/05/2013
Idade : 25

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptySeg 25 Dez 2017, 14:12


Finalmete os dois irmãos haviam comprado suas armas, Nie conseguiu um bom machado, não tão bom quanto ele queria, mas este ja iria ajuda-lo por enquanto. Por alguns momentos Nie ficou muito feliz ao adquirir seu machado, mas logo sua momentanea felicidade se extinguiu, Nie lembrou o quanto havia gasto, e que suas pequenas economias agora já estava no fim, não só as economias dele, mas também as economias de seu irmão, juntos os dois gastaram 60.000$, com o dinheiro finalizando só uma coisa poderia ajuda-los agora, achar uma forma de ganhar dinheiro fácil. Neste momento, enquanto estavam saindo do estabelecimento, do qual acabaram de comprar suas armas, Nie voltava a olhar para os cartazes que estavam espalhados pela cidade, mas agora olhava com outros olhos, antes ao ver os cartazes pouco havia dado importância, mas agora, percebendo do que se tratava, um tom de felicidade surgiu em seu rosto, os cartazes dos quais ele viu tratava de recompensas, uma de um homem, e o outro de um menina.

No momento em que Nie ia falar sobre eles com seu irmão, que provavelmente estava pensando o mesmo que ele, um rapaz apareceu ao reconhecer os irmão, neste momento Nie franziu o senho para o rapaz que, para Nie, era extremamente irritante, aparentemente um fã dos irmãos, o rapaz era um tritão carpa, o rapaz tinha uma boa aparência, e ao encontrar os dois estava extremamente satisfeito, logo ele chamava os dois para irem em algum lugar beber, Nie, um pouco relutante e sem vontade de ficar muito tempo com esse garoto, estava preste a recusar a oferta, quando seu irmão concordou em ir com o rapaz, Nie com uma revirada os olhos para seu irmão, mas no fim concordou em ir com o rapaz.

Chegando próximo ao pier o rapaz avisou-os que teriam de ir nadando para o local onde ele queria leva-los, e logo depois se apresentou, revelando ser imediato da tripulação do caolho, neste momento Nie começou a entender o porque seu irmão havia aceitado seguir o rapaz, com um sorriso no rosto, e lembrando da recompensa sobre este "caolho", Nie seguiu-os na mesma velocidade em que os outros dois, sempre desviando de obstáculos o mais habilmente possível, durante a viagem Kisame indagava ao rapaz para que falasse mais sobre seu capitão. "Realmente a reputação de seu capitão o precede!" Falava Nie logo após a fala de seu irmão. A viagem não demoraria muito, afinal três tritões em baixo da água teem uma velocidade extremamente alta, sempre ao lado de seu irmão Nie nao falaria mais nada, a não ser que seu irmão falasse com ele, Nie faria tudo que seu irmão aceitasse fazer, sendo isso trabalho para o bando do caolho ou não, mas é claro, estaria sempre com sua guarda alta, afinal não sabia quais eram as intenções desse imediato da tripulação do caolho.
Objetivos:
 

Historico:
 

____________________________________________________

   
[Você precisa estar
registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Boreal
Pirata
Pirata
Boreal

Créditos : 4
Warn : O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 10010
Feminino Data de inscrição : 31/03/2013
Idade : 19

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptySeg 25 Dez 2017, 19:25

Chinatsu

- Sabe qual foi o erro de vocês? Hahaha..Não me mataram quando tiveram a chance. Eu vou fazer vocês conhecerem as profundezas do inferno, malditos. - Disse Chinatsu em resposta aos garotos, já se levantando, com toda sua intimidação. Lan simplesmente sorria de maneira sádica, enquanto Dan parecia um tanto quanto confuso. A adolescente sacava sua ninjaken e fazia um simples corte, não muito profundo, na palma de sua mão esquerda, o suficiente para que um fino fluxo de sangue começasse a escorrer pela mão. Ela direcionava seus olhos ao garoto de cabelos azuis, e então dizia, passando a mão ensanguentada pelo pescoço. - É assim que você vai ficar quando eu te degolar, HAHAHA. Aproveite os últimos minutos de vida, já que uma "civil idiota" vai acabar com ela por você. Vou usar a pele do seu pescoço como bainha para minha espada. - Apontava para ele, quando então via a aproximação de Lan, de forma muito rápida, logo no instante que ela terminava de falar.

Lan fazia um movimento em arco com ambos os braços a altura de seus ombros, tentando atacar simultaneamente com as duas adagas, e Chinatsu saltava para trás então, saindo da reta do golpe. - Não ouse ameaçar o meu irmão. Só eu posso fazer isso! - Logo em seguida, ela avançava contra ele, que fazia o mesmo. Lan tentava aplica uma estocada rápida com a adaga em sua mão direita, que era bloqueada por Chinatsu com a lâmina de sua ninjaken, e logo uma outra com a adaga da mão esquerda, a qual Chinatsu mais uma vez se distanciava com um salto para trás. Eles continuavam trocando golpes que produziam tilintares das lâminas se chocando, por conta dos bloqueios, sem falar das esquivas rápidas. Chinatsu era aparentemente mais rápida que ele, por conta de sua aceleração, e isso compensava o fato dele estar lutando com duas armas e ela apenas com uma.

E o combate entre os dois seguia até que, totalmente do nada, Dan surgia esticando seu braço ao lado de Lan em direção ao rosto de Chinatsu com uma velocidade muito maior do que seu irmão, e ela, distraída por um instante com a batalha que travava, não via a aproximação do garoto de cabelos azuis. Contudo, num movimento rápido, ela tentava se esquivar, girando. Não foi em vão, ela não recebeu o soco com total potência, mas sentiu ele batendo, bem mais fraco, ao lado de sua cabeça, raspando até em sua orelha. Ainda sim ouve certa dor, mesmo que pequena. Contudo, ela não parou e logo que girou para o lado de Dan, tentou aplicar um corte seco em seu abdome.

Mas Dan também era astuto e, assim que viu a esquiva da garota de seu golpe, girou também o corpo na direção dela, tentando aplicar um soco cruzado contra sua face. O resultado? Chinatsu recebeu um poderoso soco soco no canto direito de sua face, que a fez perder por uns instantes a noção, mas conseguiu também aplicar um corte acima da altura do umbigo de Dan, que apesar de não ser profundo como ela queria, conseguiu causar certo dano. - Sua... Sua... - Dizia o garoto, assim que tomou o golpe.

Porém ele não parou e, se aproveitando do momento de desorientação causado pelo último golpe em Chinatsu, ia para cima dela com muita velocidade, a puxando pela camiseta e levantando-a num movimento de extrema fúria. O sangue da mão dela pingava no chão. - NUNCA... MAIS... MEXA COM A GENTE! - E aplicava um poderoso soco em sua face, do lado esquerdo, que fazia Chinatsu sentir um pouco do gosto de sangue em sua boca. Dan estava para dar outro soco, quando Lan se aproximou, parando o punho do irmão com seu pulso.

- Chega, Dan. Já perdemos tempo de mais com essa menina. - Ele apertava o cabo de sua adaga enquanto Dan ainda a segurava para cima, estando ela com uma leve tontura, e um pouco de dor onde havia tomado os socos. Lan puxava seu braço para trás, como se preparasse um golpe em direção ao abdome de Chinatsu e, quando ia avançar a lâmina contra ela, algo surpreendente acontecia: um pé acertava a face de Lan o empurrando para o lado e impedindo de realizar seu golpe - Mas o que...? - Quando olhavam, um garoto de cabelos brancos, autor do golpe, rolava no chão parando de pé a uma certa distância, em posição de batalha típica de taekwondocas.

- IRMÃO! - Dan soltava Chinatsu, que por um instante sentia a instabilidade, mas logo conseguia parar em pé normalmente. Um pouco de sangue ainda caia de sua mão, e sua face doía um pouco. O garoto de cabelos azuis olhava irritado para o menino que acabava de surgir e avançava em direção a ele, preparando para dar um soco de esquerda em seu abdome. Quanto tentava dar o golpe, o garoto se esquivava com um passo para o lado e levantava sua perna tentando aplicar um chute lateral nas costelas de Dan, que esticava seu braço para o lado, bloqueando.

- Como ousam bater em uma garotinha? Covardes! - Dizia o garoto de cabelos brancos, em meio a trocação de golpes que se seguia com Dan.

Neste momento, Lan, tendo retomado os sentidos depois do poderoso golpe em seu rosto, aproveitava do momento de luta entre os dois para avançar correndo em direção de Chinatsu que já não sentia mais nenhuma tontura. O que ela faria agora?
Garoto de Cabelos Brancos:
 

Situação:
 

Spoiler:
 

Remenuf


Gallore terminava seu aprendizado de botânica, e aproveitava então para perguntar a sua professora algo sobre o procurado que havia visto o cartaz anteriormente. - Ei Nylle, uma última pergunta, nada a ver com botânica espero que não se importe. Você viu os cartazes de procurado pela cidade certo? Sabe alguma coisa sobre esse tal de Jack o caolho? - Por uns instantes ela parava pra pensar, como se tentasse lembrar de algo, e logo voltava a falar.

- Eu não sei não, desculpe... - Ela dizia, mas parecia ainda ficar pensativa.

- Adeus Nylle! Espero que realize seu sonho de plantar tudo que há aqui, ficaria maravilhoso! - Ele estava para partir em direção ao lago, quando ela o interrompeu:

- Espera! - Nylle disse, levantando o braço para Gallore. - Eu sei alguém que pode saber... Meu irmão estava falando algumas coisas sobre isso mais cedo. Talvez você encontre ele na cidade, perto da mansão Yang, treinando. Ele luta taekwondo, tem cabelos brancos como os meus, impossível não reconhecer!

Agora sim Gallore saia, se despedindo da garota, rumando a cidade. Caminhava alguns passos e tropeçava numa pedra, derrubando o livro e perdendo as frutinhas em seu bolso, e por algum motivo ele sentia que não era pra pegar de novo, então seguia seu caminho(é, não pode ganhar item com post de pericia hueauheauhea). Ele estava indo para próximo da mansão Yang, quando viu um garoto de cabelos brancos correndo para dentro de um beco, acertando um chute na cara daquele outro jovem de cabelos ruivos que ele havia visto anteriormente. Também estavam lá o garoto de cabelos azuis e a menina que argumentara com ele sobre os cartazes antes, parecia uma espécie de batalha. Por um instante Gallore até tinha vontade de ajudar, mas eles pareciam em números iguais, e seu Código de Combate não permitiria. O que iria ele fazer?
OFF:
 

Neste post:
 

Kisame e Nie


- Eu espero que isso envolva muitos Berries garoto, meu tempo é precioso! - Dizia Kisame começando a caminhar, junto a seu irmão, atrás do outro tritão. - Vamos, não tenho todo tempo do mundo.

Eles seguiam alguns passos até o porto, e então Mike se apresentava como imediato da tripulação do Caolho. - Tripulação do caolho, vocês estão bastante famosos por aqui, não? - Dizia novamente Kisame.

- Pois é. O Jack é um pouco... Extravagante. Ele gosta de chamar atenção kihihihihi - Mike respondia, antes deles pularem então no mar.

Como é de conhecimento geral, tritões SÃO seres aquáticos, e apesar de algumas características humanas, se dão muito melhor nesse meio onde estavam. Sendo assim, o trio seguia nadando, com o pirata na frente, por debaixo d'água, contornando a ilha na direção sul da mesma. Viam alguns peixes, botes navegando, até algumas linhas de pescadores, mas ignoravam, até que era Kisame que cortava o "silêncio". - Anda, me conte mais sobre seu capitão.

- Realmente a reputação de seu capitão o precede! - Complementava Nie.

- Ah, como eu disse ele é um cara bem extravagante, gosta de chamar a atenção. Vocês vão reparar isso quando conhecerem ele, é bem perceptível... - Mike dizia, olhando para trás para observar os irmãos enquanto falava, mas sem parar de nadar. - Mas ele é um cara promissor. Desde que nos juntamos, ele fala sobre raptar a filha de algum oficial da Marinha, para tentar exigir alguns berries como resgate e podermos então subir a Reverse Mountain, rumando a Grand Line! - Parecia animado com a ideia. - Mas uma coisa importante que eu tenho a dizer pra vocês é para NUNCA, em HIPÓTESE NENHUMA, perguntarem sobre o olho dele. Nós da tripulação as vezes levantamos algumas teorias sobre o que pode ter acontecido, mas sempre que perguntam ele fica muito irritado e já até matou alguns dos nossos por causa disso. Alias, nosso último imediato ele matou por causa disso... - A animação cessava, e Mike parecia ficar um pouco triste de lembrar disso, mas logo voltava a falar animado da mesma forma de antes. - Mas é a vida de pirata! Tirando isso a gente se diverte bastante. - E ele continuava falando sobre as diversões que eles têm no barco, de que bebem bastante, de que gostam de jogos quando não estão fazendo nada.

De toda forma, depois de um tempo ouvindo Mike, eles chegavam ao local, tendo contornado uma boa parte da ilha. Porém, eles não paravam em terra, e sim em um barco que estava a uma certa distancia da ilha. Eles conseguiam a enxergar, não estava muito longe, talvez uns 500 metros, mas o barco estava ali ancorado.

Depois de subirem por uma pequena escadinha, notaram que não havia mais ninguém na escuna, e Mike ia até um baú ainda no convés, retirando algumas garrafas de bebida. - Vocês gostam de sake? - Dizia, sem nem esperar resposta, entregando as garrafas para eles. Ele caminhava até o parapeito lateral do navio e então voltava a falar. - Mas então... A proposta é bem simples... Nós queremos que vocês ajudem nossa tripulação. Vocês viram os cartazes e tal, e agora caçadores de recompensas têm procurado por nós para nos capturar. - Mike abria a garrafa que estava com ele, dando um gole rápido. - Podemos lhe pagar alguns berries ou, se quiserem, podem entrar para nossa tripulação depois. O que acham?

- Aceito os termos. - Respondia Kisame, se colocando as ordens.

- PERFEITO! MUITO OBRIGADO, PRÍNCIPE DOS MARES! VAI SER UMA HONRA TRABALHAR COM VOCÊS! - Ele dava pequenos saltinhos de alegria, não conseguindo disfarçar sua excitação, até que reparava nisso e tentava retomar a compostura. - Bem... Eu vou conversar com o Jack pelo Den Den Mushi... Fiquem a vontade, se quiserem conhecer o navio, beber mais. Já eu volto! - E então entrava no interior do navio, deixando os dois ali.

Um pouco ao longe dali, a alguns metros, um outro navio de aventureiros sonhadores, com apenas dois homens, estava também ancorado. Os únicos dois homens treinavam batalhas com escudos.

OFF:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptySeg 25 Dez 2017, 22:13


ホーマーのモラルでは、私はこれらの馬鹿達と性交するつもりだと誓う
Death?
Minha tentativa de intimidação não foi tão efetiva quanto eu imaginava, além de ter o efeito oposto ao esperado: ao invés de eu conseguir amedrontar Dan, eu fui capaz de enfurecer Lan, que partiu para cima de mim feito um cachorro louco."Amor de irmão..Que fofo.."pensaria, no mesmo momento em que meu confronto com o ruivo se iniciou. Foi uma longa batalha de punhais, com diversos bloqueios e ricochetes, além de desvios. A batalha, plasticamente, parecia estar sendo algo belo de ser assistido, por mais que no fim ambos os combatentes não pudessem se consagrar vencedores. Com minha velocidade, eu parecia ter um pouco de vantagem, só que eu não contava com um "fator surpresa": um soco em alta velocidade, proveniente do punho de Dan. "Puta merda.."pensaria, rodopiando com os pés, "desviando" assim do soco. Apesar de ter recebido o golpe de raspão na orelha, meu desvio me "salvou", por assim dizer. Uma pancada daquelas na cabeça poderia ser mortal, e só Deus sabe o que aconteceria se o golpe tivesse funcionado.

Enquanto efetuava a esquiva, não tardou para que eu levasse outro golpe, dessa vez um soco cruzado na minha cara. Perdi a noção de onde estava, por um tempo, além de ter a vaga ideia de que tudo ao meu redor estava girando, como se eu estivesse um pouco desnorteada. Apesar disso, fui capaz de ferir Dan na altura do umbigo, utilizando minha ninjaken.- Merda..Como eu pude errar? -murmuraria, ainda um pouco tonta. Sequer tive tempo para pensar em alguma outra estratégia, pois em questão de segundos Dan estava novamente em minha frente, me segurando pela camisa e erguendo-me no ar. O sangue da minha mão ainda escorria, indo de encontro ao solo. Mal sabia eu que aquela era a menor das minhas preocupações, já que Dan me aplicara outro soco no rosto. Um soco extremamente forte no lado esquerdo de meu rosto. Senti um gosto não usual em minha boca, demorando para perceber que era o gosto do meu próprio sangue. Eu até o cuspiria, mas de alguma forma eu sentia que não tinha forças para tal. - Vai..se fuder, pe..pedacinho de merda. -falaria, por mais difícil que fosse. Não impediria sangue de escorrer da minha boca caso o mesmo vazasse enquanto eu falava.

As frases posteriores de Dan indicavam que aquele era meu fim. Eu iria mesmo morrer ali, esquecida, em uma ilha qualquer em South Blue? A morte pode ser algo acolhedor, mas temê-la não é anormal. Certa de meu fim, eu cerraria meus olhos, como se esperasse finalmente pelo golpe mortal."Hm? Por que eu fui lembrar disso logo agora?"pensaria, curiosa da "visão" que veio em minha mente: eu estava em um porão..ao pé de uma escadaria, observando uma pessoa caída, morta, no pavimento superior. A memória que veio em minha cabeça foi do dia em que enfim tive minha "liberdade" restabelecida."Entendo..Não posso morrer aqui.Eu ainda tenho coisas a fazer."pensaria, abrindo os olhos. Antes que eu reagisse àquela situação, meu "salvador" chegou: uma criança de cabelos brancos.

Com um chute certeiro, o rapaz salvou a minha vida. O irmão malakoi(vulgo Dan), subitamente, me largou para ir socorrer Lan. Quando meus pés encostaram no chão, eu senti como se uma força me puxasse para baixo, tendo que me equilibrar um pouco para não cair. Alguns segundos depois e eu já estava "bem".-  Como ousam bater em uma garotinha? Covardes!-proferiu o garoto de cabelos brancos. "Garotinha"? Sério? Isso me deixa um pouco chateada, sendo sincera. Tentaria cuspir no chão a minha frente, para ver se o gosto de sangue em minha boca se dissipava um pouco. -Heh..Obrigada, moleque. Eu estou em dívida com você! -falaria, dando um sorriso confiante. Certo..Agora eu realmente tô puta!

Felizmente, eu já não estava tonta. É, eu sei aguentar umas boas porradas, eu sei. A questão é que meu oponente também já estava em condições de lutar: Lan, segurando ambas adagas. - Você não vai ter mais ajuda daquele FUDIDO do seu irmão.Eu vou te machucar tanto que você vai rezar pra ter nascido lá na casa do caralho, em North Blue! -falaria, confiante, enquanto o rapaz avançava em minha direção. Com a minha ninjaken em ambas as mãos(ignorando o sangramento na mão esquerda), eu procuraria ricochetear os ataques com as adagas que fossem direcionados por uma mesma direção(ataques só pela esquerda ou pela direita), girando meu corpo em direção aos golpes, a fim de conseguir fixar meu corpo no chão para não perder o equilíbrio e, consequente, força na ninjaken. Se enquanto isso ele tentasse me chutar ou me atacar de alguma forma, eu soltaria a mão da espada mais próxima do corpo dele(a mão direita se eu estivesse virada pra esquerda, por exemplo) para bloquear o golpe com o braço, além de aproveitar a oportunidade para tentar "tacar" as adagas dele para cima, movendo minha ninjaken para cima enquanto posicionada em horizontal para, em seguida, tentar aplicar um golpe cortante em horizontal após dar um giro de 360º. Não sendo possível atacar, eu iria me recompor, dando um pequeno salto para trás a fim de adquirir distância.

Em relação aos golpes de adagas que fossem simultâneos ou em direções distintas, eu desviaria dando saltos para trás, afastando-me sempre da última adaga utilizada por ele. Além disso, eu ficaria circulando ele com meus pulos, para fazer ele pensar que eu estava entrando em um padrão. Caso ele demonstrasse uma falha na defesa(pés mal posicionados ou adagas abaixadas) eu daria um forte impulso a fim de me aproximar dele e, após fazer uma finta com o corpo, fingindo que ia para a esquerda mas indo para a direita, eu levantaria minha mão esquerda e apertaria com força a região próxima ao meu machucado, para fazer sair um pouco mais de sangue. Com um movimento em horizontal com a mão esquerda aberta eu procuraria tacar o sangue nos olhos dele, para cegá-lo por um curto período de tempo. Recolheria meu braço rapidamente(não quero perder a mão) e, em seguida, faria um corte em diagonal com a ninjaken, tentando atingir desde o pescoço dele até seu abdômen. Caso ele desviasse e tentasse me atacar, eu pararia bruscamente de correr, elevando a ninjaken até a altura necessária e fazendo movimentos puramente defensivos, movendo-a de um lado a outro caso necessário. Além disso, eu procuraria andar contra a direção da provável luta entre Dan e o garoto de cabelos esbranquiçados, com o intuito de me afastar de ambos. Afinal, eu não queria ser surpreendida novamente, não?



É..Me fudi lul


Off:
 
Objetivos:
 
Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 19
Warn : O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptyTer 26 Dez 2017, 01:28

A procura de Jack

Embate no beco


Gallore Strange






De volta à caça ao tesouro pedi por um último favor a Nylle, qualquer informação que tivesse sobre o pirata Jack, de inicio ela não conseguiu se lembrar de nada, mas quando estava prestes a ir embora ela me recomendou que eu fosse a procura de seu irmão, ele já havia comentado algo do tipo e talvez soubesse alguma informação valiosa, Me despedindo e agradecendo uma última vez parti a procura de seu irmão.

Segundo Nylle não deveria ser difícil encontrar seu irmão, assim como ela, ele também possuía cabelos brancos, e além disso, treinava taekwondo próximo a mansão yang, não muito distante do dojo em que costumo treinar, chegar lá não seria um problema para mim, infelizmente durante o caminho acabei caindo, e sem perceber derrubei o livro que antes ganhara de minha “mestra” em botânica, só após muito tempo perceber que pensei comigo mesmo. - Burro, como consegui perder algo tão importante? - O título do livro realmente encaixava perfeitamente em mim naquele momento.

Não tardou muito para que eu o encontrasse em um beco próximo ao local indicado, e lá estava ele entrando em uma briga como todo bom amigo faria, na voadora. A  poucos metros de distância do beco podia ouvir o que se passava. - Como ousam bater em uma garotinha? Covardes! - Coincidentemente todos lá eram rostos conhecidos, a tal garotinha era a loli sombria de antes, e seus dois oponente eram a dupla irmãos caçadores, “Len” e “Den”? Algo do tipo.

Logo após a interrupção do irmão de Nylle, o irmão de cabelos ruivos avançou furiosamente em direção a loli kunoichi (devia ser uma ninja, pela espada que portava) que se restabelecia enquanto os dois restantes se encaravam para o embate. Era uma luta 2x2, que de certa forma estava dividida em combates individuais, meu desejo era de ajudar, afinal, o irmão de uma amiga estava em perigo, mas quando se luta com alguém, você põe toda sua vontade e dignidade nisso, e eu não planejava manchar isso com um ataque em vantagem numérica, não, meu orgulho como um homem jamais permitiria isso!

De forma alguma eu interromperia a luta, mas é diferente se ela já estiver decidida, sendo assim, só entrarei em ação se for para defender uma finalização contra o menino de cabelos brancos ou a loli ninja, e então tomarei o manto do combate para mim mesmo. Em meio a isso, enquanto minha ação não é necessária, equiparei logo minhas soqueiras e aproveitarei que ninguém percebeu minha presença para analisar (junto a minha noção exata do tempo) tanto meus possíveis oponentes como meus aliados, o estilo de combate, velocidade de ataque e reação, a forma que se movimenta, tentarei não deixar nada passar.

No caso de uma interrupção minha ser necessária, eu partiria em toda velocidade junto ao elemento surpresa para o resgate, se aquele que precisar de ajuda for o garoto de cabelos brancos eu bloquearia o golpe de seu oponente (“Den” o de cabelo azul) com a palma da minha mão segurando seu punho, e empurrando seu braço para fazê-lo recuar enquanto diria para o menino: -  Yo! Sou um amigo da sua irmã Nylle, ela me pediu para tomar conta de você um pouquinho… - E então olharia firme para meu oponente enquanto entraria em posição de combate ao mesmo tempo que abriria um empolgante sorriso no rosto. - Pode deixar que desse aqui cuido eu. -

Além de estar atualmente em um estado melhor que “Den”, minha análise que eu antes teria feito me daria uma certa vantagem sobre ele. Começaria com uma rápida investida em sua direção, como meu combate se baseia em pontos fracos, não poderia deixar de mirar com um jab de esquerda no corte feito em sua barriga seguido de um gancho de direita em seu queixo, se no meio de minha investida ele decidir atacar esquivarei rotacionando para o mesmo lado que ele usaria para atacar (Exemplo: Se der um soco esquerdo, eu esquivaria para sua esquerda) a fim de lhe pegar com a guarda aberta e desferir dois socos direito ou esquerdo (dependendo de minha posição) abaixo do braço que ele usou para atacar, bem nas costelas. Caso ele decida me dar um chute ao invés de socar, eu receberia o golpe, apenas para segurar sua perna com um braço e quebrar seu joelho com uma cotovelada do outro. E se porventura minhas esquivas falharem, tentarei bloquear os golpes ou resistir aos mesmos para contra-atacar com um soco de direita em seu nariz. Por fim, no intuito finalizá-lo, eu me afastaria (apenas no caso de estar próximo) e correriam em sua direção, porém dessa vez como uma finta, pois ao me aproximar o suficiente ao invés de atacar eu mudaria de direção para o lado direito, e chegando nas extremidades do beco usaria a parede para uma maior impulsão e desferindo um forte soco de direita no maxilar do irmão de cabelos azuis.

Demonstração:
 

Entretanto, se quem estiver prestes a perder for a garota ninja, eu interromperia o ataque de “Len” com um poderoso de esquerda bem em seu plexo solar no intuito de afastá-lo, espero que o elemento surpresa ajude nisso. - Descanse um pouco, pode deixar que eu mostro pra esse caçador com quantos socos de um civil idiota se faz um cadáver. - Diria para ela enquanto encararia meu oponente com um sorriso de orelha a orelha no rosto, afinal, eu amo lutar, é quando meu sangue ferve e eu realmente me sinto vivo.

Diferente de seu irmão, esse cara usava armas, duas adagas, para ser preciso, e pelo que pude notar em sua investida inicial assim que comecei a observar a luta, ele atacava vorazmente. Devido as lâminas lutar com o irmão ruivo seria um pouco mais complicado, se ele viesse com um movimento de arco pelas duas direções eu esquivaria me agachando e então acertaria seus pontos vitais, começando pela região dos rins, onde pode-se causar uma hemorragia interna. Em caso de ataques alternados sucessivos com as adagas eu me esquivaria recuando um pouco e se não conseguisse ricochetearia as lâminas com minhas soqueiras de ferro, abrindo então uma brecha em seu tronco, onde daria um forte soco em seu osso esterno (região do tórax bem no meio do peito) com o braço oposto ao que usei anteriormente, se for um sucesso é provável que acertar essa área lhe cause problemas para respirar, e então eu finalizaria com um soco em arco da esquerda pra direita bem em suas têmporas, região mais frágil do crânio, onde ao ser atingida pode causar uma concussão ou até mesmo a morte. Mas caso ele consiga cravar uma das adagas em mim, eu aproveitaria essa chance para dominar o braço que ele utilizou para o ataque (fazendo-o perder a adaga) e então atacaria com socos sucessivos na traqueia, no nariz e por fim, no queixo.

Vale lembrar que eu apenas entraria em ação se a pessoa que estou ajudando concordar em me deixar lutar por mim mesmo, caso ele tente me ajudar negarei o suporte e seguirei sozinho da mesma forma.

Finalizada a batalha eu faria os cuidados médicos necessários no irmão mais novo e na loli, imobilizando fraturas (com talas improvisadas usando o tecido de minha camisa se necessário) e suturando cortes. Se eles aceitassem faria os cuidados necessários, e quando acabasse, com um rosto sério diria a eles. - É... acho que vou ter que amputar, hahaha brincadeira, está tudo certo agora. -

- Eliminando a concorrência? ou eles te atacaram? - Perguntaria a loli kunoichi - E aliás - Me dirigiria ao menino tendo-os tratado ou não. - Sou um amigo de sua irmã, meu nome é Gallore, ela me disse que talvez você saiba algo sobre o pirata Jack. E ai? Alguma coisa? - Diria a ele esperando alguma resposta.

Mas se porventura nada disso vier a acontecer e os dois conseguirem derrotar seus oponentes por sí só, eu guardaria as soqueiras de volta nos bolsos e me revelaria. - Ei! Vocês dois estão bem? - Ofereceria assistência médica (caso eles aceitem) dando prioridade a garota ninja, que aparentava ter um corte feio em sua mão. E então proseguiria com as mesmas interações já citadas (nos dois parágrafos anteriores).
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]



Objetivos:
 

Histórico:
 

Spoiler:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sahashi Minato
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Sahashi Minato

Créditos : Zero
Warn : O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 4010
Masculino Data de inscrição : 02/05/2013
Idade : 25

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptyQua 27 Dez 2017, 13:37


"Sozinhos com apenas esse garoto na escuna, quantas vezes a sorte seria tão gentil conosco?"

Esse era o pensamento de Nie ao adentrar no navio e perceber que só haviam os três tritões no local, uma pitada de sangue nos olhos de Nie podia ser percebida, mas só seria tomada a iniciativa caso seu irmão quisesse realmente fazer algo, mas nada tirava de sua cabeça que matar o garoto o roubar a escuna dos piratas junto com os possíveis tesouros que ali estavam seria uma boa ideia, afinal eles estavam precisando de dinheiro, e isso poderia ajuda-los, ou talvez ate armar uma emboscada para a tripulação e alem de roubar a escuna, pegar a recompensa de Jack não seria nada ruim.

Dentro da escuna Mike falava sobre seu capitão que a pouco Kisame havia perguntado sobre,
Mike explica um pouco sobre Jack, logo o garoto os advertia.

"Mas uma coisa importante que eu tenho a dizer pra vocês é para NUNCA, em HIPÓTESE NENHUMA, perguntarem sobre o olho dele. Nós da tripulação as vezes levantamos algumas teorias sobre o que pode ter acontecido, mas sempre que perguntam ele fica muito irritado e já até matou alguns dos nossos por causa disso. Alias, nosso último imediato ele matou por causa disso... Mas é a vida de pirata! Tirando isso a gente se diverte bastante."

"TSC! Garoto, se tu realmente nos conhece, não deveria ficar preocupado conosco, mas sim com seu capitão!"

Franzindo o senho, com a mão direita sobre seu machado, que estaria no cinto na sua cintura, e com um sorriso Nie falaria para Mike. Nie era um tritão extremamente desrespeitoso, mesmo sabendo de seus limites, enquanto estivesse ao lado de seu irmão, juntos seriam poucos os homens capazes de derrota-los, afinal muitos já tentaram e o resultado final foi o mesmo, Kisame e Nie em pé e com sua reputação mais forte, enquanto seus inimigos, na maioria das vezes estariam no chão quase sempre com os corpos já sem vida.

A conversa não se estenderia muito, logo Mike iria expôr suas intenções, e Kisame aceitaria-as, então o rapaz iria para o interior da escuna alegremente, provavelmente pronto para falar para seu capitão que teria recrutado dois para sua tripulação. Não muito longe de onde a escuna de Jack estava ancorada havia outro navio, também ancorado, com dois homens estes estavam treinando com seus escudos. Agora os dois irmãos estariam sozinhos no exterior da escuna, Nie olharia para Kisame com um olhar de "Quais são seus planos", claro que depois de passar uma vida inteira juntos os dois basicamente conseguiriam entender o que cada um pensava apenas com olhares.

"Bom, independentemente de quais são seus planos, eles podem ficar para depois, meu objetivo agora é outro!"

Olharia um pouco ao seu redor, e perceberia o outro barco, aquele onde dois homens estariam treinando com seus escudos, Nie falaria para Kisame, enquanto dava de ombros. Logo voltaria para o mar e nadaria em alta velocidade ate o outro barco, chegando perto do barco Nie saltaria do mar e pousaria no convés do mesmo, isso se fosse um pequeno barco, caso contrario subiria normalmente por alguma escada que ele avistasse. Caso conseguisse subir tranquilamente no barco e se tivesse pego os dois homens de surpresa afinal ele era um tritão, e poucos tinham empatia com a sua especie e também ele era um estranho que haveria chego ali do nada, seriam poucos os que não seriam pegos de surpresa com isso, Nie levantaria suas mão para cima, para mostrar que não tinha más intenções e forçando um rosto o mais amigável possível, o que era realmente difícil para ele, se não fosse o seu interesse em aprender a usar  e em ter um escudo, Nie jamais tentaria ser amigável.

"Ei vocês, e vi que estavam treinando com escudos. Sempre quis aprender a usar um, será que vocês poderiam me ajudar com isso? Eu aprendo rápido, tenho dinheiro e enquanto me ensinam vocês acabam treinando também, então podemos unir o útil ao agradável, o que me dizem?"

Nie simplesmente não tinha jeito com os outros, mas o que podeira ser feito? Ele não havia jeito para falar com os outros, embora que para seus ouvidos ele tenha sido extremamente gentil, a realidade não seria essa, sua voz, embora a arrogância não estivesse muito grande, ainda emanava um tom de arrogância. Mas isso não importaria, na melhor das hipóteses os dois o ensinariam de graça ou cobrando alguma quantia, e na pior delas, Nie acabaria matando-os por ter se irritado com algo que os dois teriam feito. Não demoraria muito até os dois responderem, no caso de terem aceito Nie iria dar o dinheiro caso eles estivessem pedido, ou não daria no caso de terem aceito apenas pelo treino. Indo para a parte do ensinamento, eles iriam dar a sua "aula teórica", caso houvesse uma, para Nie, mas antes que algo pudesse ser dito por eles.

"Vamos pular a teoria, eu aprendo melhor na pratica!"

Nie, como sempre impaciente, diria aos dois, mas é claro enquanto se treina em alguma arte marcial, por mais que não tenha uma teoria propriamente dita, durante a pratica a teoria vem junto, e Nie sempre aprendeu mais rápido praticando, do que escutando os outros, escutar os outros falando horas e horas definitivamente não fazia o feitio dele. Um escudo teria sido emprestado a Nie, para que pudesse ser iniciado o ensinamento, Nie colocaria o escudo em seu antebraço esquerdo, ao colocar o escudo no local apropriado, ele começaria a se acostumar com o peso do mesmo, movimentando o seu braço para poder se acostumar com o peso e começar a ter uma destreza maior com o escudo, assim Nie ficou por cerca de trinta minutos, seu braço começou a ficar cansado pelo peso, então ele parou de movimentar o braço por mais dez minutos, nesse tempo de descanso os mostravam-lhe como se defender usando o escudo, na verdade era algo realmente fácil, o que Nie teria de fazer, era basicamente colocar o escudo na frente dos ataques, para ele não havia mistério algum nisso. Depois de ter descansado seu braço, os três começariam a treinar, Nie com o escudo em seu braço agora começaria a defender dos ataques que os outros dois iriam por sobre ele, assim que o primeiro ataque de um dos homens veio, Nie levantou o escudo, mas por algum motivo que ele não entendeu, ele não conseguiu levantar ate onde ele gostaria, o escudo foi levantado e realmente parou o ataque da espada de madeira o homem, mas não por completo, Nie não conseguiu levantar rapidamente o suficiente o escudo, então apenas a ponta de cima defendeu da espada, mas alem de não ter tido velocidade o suficiente, Nie também não calculo corretamente a força que teria de usar para evitar o ataque. Assim que a espada de madeira tocou o escudo, ele dobrou e faria com que a espada passasse por ele e chegasse ate a pele de Nie, felizmente isso era apenas um treino, e no momento em que a espada iria acertar Nie e o machucaria, o homem diminuiu a força da espada, fazendo com que ela apenas acertasse o ombro de Nie e deixasse-o um pouco dolorido.

"HAHAHA! A arte do escudo não é tao simples como tu pensavas não é mesmo? Usar um escudo não é apenas levanta-lo de qualquer forma e deu, você tem q segura-lo com força, por que se o ataque de seu inimigo for mais forte que a força que tu esta utilizando para segura-lo, o ataque vai fazer com que você perca o controle do escudo e ele torça e deixe o ataque passar por completo. Outra coisa, use mais velocidade e força para usa-lo, um escudo não é igual a uma espada ou um machado, ele é pesado, então não vai ser tão fácil acompanhar um ataque veloz de seu oponente. Se prepare e vamos mais uma vez!"

O homem, que estava de fora observando Nie e o outro, advertiu Nie, fez isso apos ele perceber que usar um escudo realmente não era "só" bloquear um ataque, mas sim que havia uma serie de fatores que iriam influenciar na utilização dele.

"Hmmm, entendi onde errei. Sim! Vamos outra vez, desta vez seu ataque não vai passar"

Nie indagaria ao se preparar novamente, ao mesmo tempo o outro homem o atacaria novamente, desta vez de outro angulo, desta vez o atacaria da direita para esquerda, em um ataque lateral horizontal, Nie rapidamente levantaria o escudo, desta vez na altura quase que perfeita, e viraria seu corpo levemente para a direita, já que o escudo estava em seu braço esquerdo ele teria que girar um pouco seu corpo para poder se defender, deixando seu corpo na posição correta, Nie colocaria mais força em seu braço, o máximo que pode no momento, e assim que a espada de madeira acertaria o escudo, por não ter levantado o escudo na altura perfeita, o escudo daria uma leve torcida, mas a espada seria bloqueada. Uma pequena alegria surgiria em seu coração, mas logo se extinguiria visto que seus movimentos não haviam sido perfeitos.

"Não fui bem o suficiente, vamos de novo"

Falaria Nie, descontente com a sua falta de destreza com o escudo, ao homem com quem estava treinando. Assim que o outro homem observou sua reação, ele expressou aprovação em seus olhos ao ver a atitude do tritão a sua frente, e logo permitiu que os dois voltassem a treinar. Passariam algumas horas enquanto Nie ficara bloqueando golpes com o escudo que o emprestaram, golpes dos mais diversos e aleatórios possíveis, as vezes tendo que se defender dos dois o atacando ao mesmo tempo, por mais que nem sempre sua defesa tenha sido plena ela teria sido boa na maioria das vezes, poucos ataques o teriam atingido, mas agora sua destreza haveria subido muito, seus movimentos com o escudo já estariam mais leves e habilidosos, durante essas horas Nie apenas sofreria alguns hematomas, não seria nada grave, apenas algumas dores de aprendizado. Após finalizar seu aprendizado e ter devolvido o escudo que haviam emprestado a ele, Nie olhou para os dois e acenando com a cabeça como se dissesse "obrigado", Nie dava as costas e voltaria ao mar.

Por mais que Nie não gostasse de sua atitude educada com esses dois, ele não tinha certeza de poder vence-los em uma luta, um deles? Talvez, mas os dois seria quase impossível vencer, sendo assim Nie, irritado por sua atual fraqueza, voltaria a escuna de Jack, na esperança de eles ainda não terem voltado, e procuraria por seu irmão para ficar ao seu lado novamente. Caso o bando já estivesse no barco quando Nie voltasse, ele simplesmente os ignoraria, apresentações ficariam a cargo de Mike ou Kisame, isso se eles quisessem o fazer, se fosse atacado nesse meio tempo iria se defender bloqueando os ataques dirigidos a ele usando eu machado.

Objetivos:
 



Histórico:
 

____________________________________________________

   
[Você precisa estar
registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptyQua 27 Dez 2017, 20:10


Algumas poucas informações eram coletadas, nada de grande valor por enquanto, apenas um melhor entendimento sobre com quem estaríamos lidando. Era eminente que os boatos quer percorriam a cidade eram verdadeiros, o Caolho estaria neste exato momento com a filha do Oficial da Marinha. Não demorou muito para nos alocarmos na embarcação dos piratas, que por sinal, era bem bonito, eficiente nas mãos do navegador certo. - Nie, vou fazer algumas coisas, vê se fica por perto! Diria ao meu irmão, logo após o entusiasmo do pequeno tritão desse espaço para meus pensamentos.

- Vou ver que merda está acontecendo por aqui. Expressaria-me. Sabendo que Mike iria fazer contado com o capitão da tripulação, imediatamente definiria um curso e seria a sua sombra a partir daí. Com toda liberdade que me foi concedida, andaria pelo barco, procuraria seguir a mesma direção em que o imediato teria ido. Com cautela caminharia pela extensão do barco, xeretando cada aposento bem devagar, evitaria emitir ruídos desnecessários que apontassem minha localização e sempre em frente até que encontrasse - ou ouvisse - Mike conversando com seu superior ou então algo mais interessante que despertasse minha curiosidade.

Na hipótese de conseguir flagrar alguma troca de idéias, prestaria muita atenção em cada palavra dita por qualquer uma das partes, ao mesmo tempo em que tentaria manter a calma e relaxar meu corpo, de modo a não respirar de forma ofegante, calmaria e serenidade tomariam conta das minhas ações. A intenção era ficar perto do meu alvo sem que pudesse ser percebido para talvez agregar informações valiosas em meu próprio plano. Neste caso, ficaria estagnado até que a conversa acabasse ou então algum outro indivíduo - provavelmente algum dos tripulantes - aparecesse. Desta forma procuraria rapidamente um esconderijo, sendo uma outra porta, armário, barril, qualquer coisa que cobrisse minha existência naquela localidade. Aguardaria a passagem do outro, para então retomar minha posição. No decorrer de todas minhas ações, evitaria ao máximo o choque com outros materiais, equipamentos dentro do barco, novamente com o intuito de manter-me furtivo.

Todavia, quando a conversa encerrasse, rapidamente me deslocaria para o convés, utilizando dos mesmos caminhos e passagens da ida. Apoiaria-me nas bordas da embarcação e então começaria a fitar o horizonte e a imensidão azul que mesclava céu e mar. - TEM ALGUÉM AÍ? Gritaria repentinamente para os seres marítimos dispostos a me ouvir. Nos caso de ser atendido por algum, um simples aviso. - Para aqueles que estiverem com fome, permaneçam nas mediações deste barco! Diria mesmo que ninguém estivesse ali e o risco de ser taxado como louco fosse grande.


Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Boreal
Pirata
Pirata
Boreal

Créditos : 4
Warn : O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 10010
Feminino Data de inscrição : 31/03/2013
Idade : 19

O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 EmptyQua 27 Dez 2017, 20:43

Chinatsu e Remenuf

- Você não vai ter mais ajuda daquele FUDIDO do seu irmão. Eu vou te machucar tanto que você vai rezar pra ter nascido lá na casa do caralho, em North Blue! - Dizia Chinatsu vendo a aproximação de Lan segurando ambas suas adagas. Ele, em resposta, só mantinha um semblante sério e continuava sua aproximação rápida.

Quando estava próximo o suficiente, o gatuno tentava aplica um golpe com uma de suas adagas, o qual era bloqueado por Chinatsu que empurrava a adaga dele para cima, ricocheteando o golpe. Com a outra adaga, logo em seguida, Lan atacava também, e Chinatsu também bloqueava. A sequência que se tinha era do caçador de cabelos ruivos tentando realizar golpes rápidos, e Chinatsu, com agilidade e aceleração, bloqueando e defletindo os golpes do adversário para os lados, enquanto saltava também para se esquivar de outros.

O barulho do tilintar do metal das armas se seguia até que um barulho era ouvido atrás deles, na luta do garoto de cabelos brancos e Dan e, quando se via, ambos eram jogados para trás ao mesmo tempo, provavelmente por ambos terem acertado golpes simultaneamente. Lan por um instante desvia seu olhar para trás para ver, instintivamente, e perdia então para a aceleração de Chinatsu que, vendo a brecha, aproximava sua mão sangrando, apertando com a outra e passando o sangue nos olhos do gatuno, que parecia tomar um breve "susto", não imaginando que aquilo poderia acontecer. A ninja aproveitava para tentar um golpe diagonal visando o pescoço do inimigo, que tinha a visão de um olho prejudicada pelo sangue. Ele até tentava se esquivar, mas era tarde de mais, e a lâmina da Ninjaken passava um pouco por seu rosto, cortando um pouco sua bochecha direita, e outro tanto no peito, começando pouco abaixo de sua clavícula direita e se estendendo até a parte posterior do seu peitoral esquerdo. Talvez não um corte tão profundo, suficiente para matar, mas pelo menos algo que causaria um bom sangramento e deixaria uma bela cicatriz.

Lan, tendo sido surpreendido e ferido, saltava para trás rapidamente, se aproximando de seu irmão, ajudando-o a se levantar. - Nós já perdemos tempo de mais aqui com esses lixos, Dan. Vamos dar o fora. - E então eles saiam rapidamente, antes que alguém pudesse atacá-los de novo, em fuga.

Gallore apenas observava tudo sem ter necessariamente que agir vendo as trocações de golpes em ambas as lutas, a forma "diferente" que Chinatsu usava para conseguir ter vantagem sobre Lan, e o golpe que fizera Dan e seu adversário serem lançados cada um para um lado: O menino de cabelos brancos saltava tentando aplicar um chute frontal contra o abdome do boxeador, e o outro aplicava um poderoso soco na face do menino.

Os irmãos passavam logo ao lado dele, neste momento, em fuga. Por um instante Lan até demonstrava estranhar a presença do boxeador ali, mas não tinha tempo para perguntas, apenas para fuga. Em pouco tempo eles sumiam.

- Ei! Vocês dois estão bem? - Gallore se aproximava de Chinatsu e o menino de cabelos claros fazia o mesmo, limpando a pequena quantidade de sangue que saia de seu nariz no momento.

- Tá tudo bem agora... - Perguntava ele, colocando a mão contraria a que usava para limpar o sangue no ombro da menina. O médico aproveitava do instante para analisar o ferimento na mão da ninja e constatava que não passava de um corte simples e que somente precisava estancar o sangue, o que ele fazia com sua camiseta, aplicando certa pressão até que parasse de sangrar.

- É... acho que vou ter que amputar - Por um instante um calafrio percorria o corpo de Chinatsu, e o outro menino parecia assustado, até que Gallore revelava: - hahaha brincadeira, está tudo certo agora. - E então todos estavam aliviado. - Eliminando a concorrência? ou eles te atacaram? - O boxeador perguntava para a garota. - E aliás - Voltava-se então ao adolescente de cabelos brancos. - Sou um amigo de sua irmã, meu nome é Gallore, ela me disse que talvez você saiba algo sobre o pirata Jack. E ai? Alguma coisa?

- Ahhh, você é amigo dela? - Ele sorria, alegre. - Então, eu estou reunindo algumas pistas sobre ele, mas não consegui chegar em nada ainda, Gallore-kun. - Parecia um pouco triste por ainda não saber nada. - Mas meu nome é Katsuo. Vocês são caçadores de recompensas?
OFF:
 

Sahashi e Hooligan

Tendo Nie visto a outra embarcação um pouco distante deles, saltou na água logo depois de dizer que seus objetivos no momento eram outros. Kisame até disse para ele ficar por perto mas ele pareceu não dar muito ouvidos e em poucos instantes já estava no outro barco, aprendendo a manusear um escudo em batalha.

Enquanto isso, o Príncipe dos Mares aproveitava do momento para seguir o mesmo caminho que Mike havia tomado, imaginando conseguir alguma informação assim. Ele adentrou a parte interna do navio e viu o imediato entrar em um quarto, fechando a porta.

Mesmo sem extremas habilidades furtivas, Kisame entrou no quarto ao lado silenciosamente, para poder ouvir a conversa. No quarto havia somente uma cama e uma mesinha, e em cima dessa mesinha vários papeis com rabiscos e rascunhos de cartas, além de uma caneta. Também havia uma pequena janela, fechada, ao lado da cama.

O tritão encostava então seu ouvido na parede de madeira que dividia os dois quartos e conseguia então ouvir o que antes lhe eram antes vozes abafadas, agora como uma conversa:

- ...E ELES ESTÃO MESMO AQUI. EU CHAMEI ELES PARA NOS AJUDAR, E ELES ACEITARAM! ACREDITA, JACK? - Era a voz de Mike, animada e eufórica como antes.

- Mas você sabe que a parte que vai ser dividida com eles vai ser a sua não é? - Dizia uma outra voz, mais baixa. Era uma voz comum masculina, provavelmente de alguém jovem e, possivelmente de Jack Buster.

- Isso não é problema! Vale a pena pra ter eles dois conosco. Você conhece as histórias deles, Jack, eu sempre te conto! Lembra aquela... - Ele ia dizer, quando era interrompido pela voz do pirata.

- Eu sei, eu sei! Não precisa me contar de novo. - Dizia ele, com um leve desprezo em sua voz. - E quanto as movimentações na cidade? Acha que teremos problemas com caçadores de recompensas por aqui?

- Eu não tenho certeza, Jack. Estão em um lugar muito bem escondido, e que poucas pessoas frequentam. Além do mais, como eu já disse, a gente tem o Príncipe e o Assassino dos Mares conosco. Você tem noção disso? Eles são fodas de mais, meu!

- Chega! Não quero ouvir você puxando o saco desses caras, independente de quem sejam. EU SOU O CENTRO DAS ATENÇÕES AQUI, É O MEU ROSTO QUE ESTÁ ESTAMPADO PELA CIDADE! - Ele fazia uma breve pausa, e Mike não dizia nada. - Venha com o barco pra cá. Preciso de você aqui. Desligando.

Kisame então ouvia o barulho do imediato se levantando e indo até a porta, e não tinha como disfarçar, ele estaria ali no quarto ao lado por qual motivo? - Ah, Kisame-kun. Esse é o quarto do Chester. Você deve ter reparado que ele gosta bastante de escrever kihihihihi - Mike sequer desconfiava o motivo da presença do tritão ali.

Eles dois saiam para o convés e neste momento Nie estava subindo novamente no barco, enquanto eles viam o barco dos escudeiros indo embora no horizonte.

- Tritões, em seus postos! Vamos levar o navio para terra. - Dizia Mike, correndo até uma das velas, içando-a. - Assassino, levante a âncora, por favor! Príncipe, siga minhas instruções no cuidado com as velas. Iremos utilizar só uma por estarmos mais próximos e o vento estar contribuindo. - De fato, estava ventando um pouco, e isso tornava propícia a navegação, mesmo que a curta distância. Mike corria para o leme subindo escadas na parte de trás do navio. Se Nike puxasse a âncora, mesmo que com um pouco de dificuldade que teria, eles se colocariam a navegar com o imediato guiando o barco em direção à terra.
OFF:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla   O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla - Página 2 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
O adeus de quem já vai tarde: Olá Baterilla
Voltar ao Topo 
Página 2 de 13Ir à página : Anterior  1, 2, 3, ... 11, 12, 13  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: South Blue :: Arquipélago Wushu-
Ir para: