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 Blue Rondo à la Turk

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MensagemAssunto: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 7 EmptyQui 14 Dez 2017, 18:36

Relembrando a primeira mensagem :

Blue Rondo à la Turk

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Axell Belmont. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 7 EmptyTer 31 Jul 2018, 15:21


O amadurecimento de emoções e postura talvez fosse o meu maior desafio a partir de agora, e com certeza só conseguiria alcançar objetivos maiores quando ele fosse completo. Hoje negar uma batalha tinha sido de grande importância e dificuldade, mas mesmo contrariado e frustrado eu tinha certeza que era a decisão correta, afinal, as pessoas ainda estavam bem e não estava tudo em chamas, não é?

Meus pensamentos eram levados com uma imagem um tanto peculiar... uma única cama de casal no quarto. Estático e fingindo uma falsa naturalidade eu colocava minhas coisas ao lado da cama. O excesso de roupas não era necessário já que sabiam quem nós éramos e onde estávamos, talvez colocasse de novo quando chegasse em Pindorama, mas provavelmente se vestiam diferente lá, enfim. Talvez fosse melhor relaxar um pouco, fazia quanto tempo que não tinha uma noite de sono decente.  

- São 4 dias de viagem, vamos ter uma pausa em todo esse caos. – Diria dobrando as peças. Também poderia dizer que provavelmente quando chegássemos ao nosso destino seria o inferno na terra ou o nosso fim. Apenas sorriria, ela deveria saber também.

Aos poucos minha atenção era capturada pela conversa na cabine a frente, e do modo nada discreto que falavam não teria como ser diferente. Provavelmente deixaria por isso mesmo, os ignorando pelos 4 dias até chegar em Pindorama, e com certeza ficar a sós com Jasmine não seria uma má ideia.

Porém, quando Jasmine caiu sobre a visão do velho eu tinha que fazer algo. Me posicionaria no batente da porta de nossa cabine, encostado no mesmo, tampando a visão para dentro de nosso quarto e consequentemente para a mulher. – Eu acho que qualquer um pode causar medo.

- Vou entender o que esses idiotas estão falando, estou bem aqui na frente, qualquer coisa me chama. – Falaria baixo para ela, de costas para os homens. Ao sair daria uma leve piscadela e encostaria a porta.

- Ok, senhores, tenho tempo livre e o assunto me interessa, então vamos lá...

E começaria a falar dali mesmo do corredor, durante todo o tempo deixaria a conversa em volta do assunto intimidação, era algo a qual sempre me envolvia, principalmente por estar sempre em combate ou à beira de um. Os homens aqui apesar de excêntricos pareciam saber algo sobre a vida e não faria mal algum escutar o que eles tinham a dizer e absorver um pouco disso. De vez em quando questionaria o que tornava uma pessoa assustadora, sua presença? Sua aparência? Seus atos conhecidos? Também revelaria um pouco de minha perspectiva, me passando como um soldado mercenário, para assim justificar tal interesse no assunto.

Se a conversa se prolongasse muito e já estivesse perto da hora da próxima refeição eu daria um tempo e convidaria Jasmine para comer algo, também me prepararia para tomar um banho e arrumar as coisas para dormir se fosse o caso. Era estranho fazer esse tipo de coisa com tanto conforto, estava habituado a rotina de um navio e um monte de pessoas desleixadas por toda parte, tipo, minha última cama tinha sido uma rede, entende?






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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 7 EmptyQua 01 Ago 2018, 03:54


Ao ouvir as palavras de Axell, Jasmine parecia ter sido desperta de um transe. Ela estivera olhando para a cama com olhos arregalados e apenas naquele momento olhava para ele. – Quatro dias... Uhum. – Um rubor subia por seu rosto e uma ansiedade a assolava. Quatro dias ali, sozinha com ele? Isso não era tempo demais??

No entanto para alívio da moça Axell se dirigia até a cabine da frente e fechava a porta atrás de si. Sentando na cama, ela ainda parecia meia perdida. – O que eu vou fazer? – Se jogando para trás e deitando, ela olhava o teto e aos poucos se relembrava de sua vida e dos últimos acontecimentos. – Eu nunca estive com ninguém antes. – Sussurrava. – E se ele quiser algo? Eu não vou saber o que fazer...

Enquanto a cabeça dela estava cheia de abobrinhas românticas, Axell se encontrava em uma discussão com Kan e Tiny, o velhote e o tonaka. No fim descobriu que Kan era na verdade muito bom em intimidar, a ponto que foi capaz de fazer isso consigo em alguns momentos, mesmo quando sabia que era apenas pelo bem da discussão, o homem era realmente bom. E outra coisa era perceptível, aquela aura que emanava quando queria, não tinha como fingir aquilo. Ele era forte. Muito forte.

Aprendendo com ele, o trem dava partida e avançava. Tarde virava noite, e noite madrugada antes que a conversa se encerrasse. Nesse meio tempo Axell fazia uma pausa para comer, mas ao entrar via que o faria sem Jasmine, ela havia dormido em uma posição engraçada, com só metade do corpo na cama e pernas penduradas.

No fim, quando quase quatro da manhã ele se despedia dos dois novos conhecidos, Kan o convidava para retornar no dia seguinte. – Pode voltar amanhã rapaz, conheço muitas coisas e você é bom de conversa. Ah, e traga aquela sua companheira sim? Coitadinha, não tem porque deixa-la sozinha... pode até escolher o tema se quiser hahaha.

Já de volta à sua cabine mais uma vez, ele via que Jasmine já havia se ajeitado, estando no lado esquerdo da cama. E quando ele entrava ela se movia. – Está de volta? Que horas são isso? Foi interessante? – Com um tom de voz sonolento ela se virava para ele o fitando, e apesar de ainda haver alguma ansiedade em seu olhar tambem havia uma certa determinação ali, mas se fosse definir o que ela sentia naquele momento, a palavra mais correta seria antecipação.

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 7 EmptyQui 02 Ago 2018, 16:12


Aquela dupla não eram o que aparentavam ser, e como se surpreender? Isso acontecia quase sempre ultimamente, aparência e conteúdo não estavam ligadas por aqui. E de fato intimidação era uma das especialidades do velhote, ele mostrava saber muito do assunto ensinando tanto a mim quanto a Tiny. Além disso era inegável a força que ele tinha, do tipo que extrapola seu próprio corpo e exige concentração para não ser demonstrada, algo que nem eu mesmo ainda tinha posse.

A conversa se estendeu por horas a fio e quando notei já tinha passado a muito da hora do jantar e do meu plano subconsciente de levar Jasmine para sair. – Droga. – Deixava escapar enquanto me levantava para sair da cabine.

- Segura a onda, velho. – Pararia e o encararia de cima para baixo com a iluminação do corredor me deixando contra luz, com alguns bons segundos morrendo antes de enfim dar um sorriso. Daria as costas e sairia. – Amanhã continuamos então.

Ao chegar no quarto era surpreendido como em uma emboscada. Meu coração parava por completo por um segundo e isso era transparecido em meu corpo que também congelava. Jasmine falava e eu, fingindo naturalidade continuava a me mover. – Aqueles dois eram mais inteligentes do aparentavam, se quiser pode ir conhece-los comigo amanhã. – Me viraria de costas e tiraria a camiseta, não sabia bem o que aquilo representaria para a garota, porém simplesmente seria natural para mim, era assim que encararia tudo a partir de agora, com naturalidade.

A pele descoberta revelaria uma sequência de cicatrizes e marcas que vinham desde a infância. As costas se misturavam em músculos, arranhões e marcas de bala. Tiraria as botas e as luvas, as deixando a beira da cama, jogadas, mas em seu devido lugar. E então deitaria junto a garota. ~ ... ~ Esse tipo de situação não me era incomoda, na realidade já foi algo muito comum principalmente antes de entrar na revolução. Só uma coisa me segurava de seguir em frente, o cuidado que eu tinha com alguém que havia sofrido tanto quanto Jasmin. Tratar pessoas que sofreram em suas vidas com gentileza era uma espécie de código interno meu, mas nem sempre fazer isso era fácil.

Respiraria fundo.

- Eu estou feliz de estar aqui, Jasmine. Estar aqui com você. – Diria já virando em sua direção. – Eu sei que a gente passou por coisas horríveis e que eu vivi só uma pequena fração comparado a você... só quero que saiba que eu vou dar o meu melhor daqui pra frente para que fique em segurança. – Sorriria lentamente, revelando os dentes branco e as presas afiadas. – Quem sabe até um pouco de paz.

A resposta dela é que determinaria tudo a partir de agora, sua reação é que mostraria qual caminho eu deveria seguir. Se ela se aproximasse, demonstrasse me querer próximo a ela eu iria sem pensar duas vezes, suave como sempre, mas sem esconder a vontade que eu tinha desde que passei a enxerga-la de um jeito diferente. Porém, se sua reação fosse de ternura ou de insegurança eu daria meu braço e mostraria que poderia a proteger. Não aceleraria as coisas naquela noite.

No outro dia faria questão de buscar algo para comermos antes dela acordar, trazer algum tipo de café da manhã ou coisa assim, não era muito bom com essa merda romântica, mas tentaria agradar a garota. Em seguida diria para nos vestirmos para irmos visitar os dois na cabine ao lado o quanto antes, faria questão de chegar com as mãos dadas, tanto para mostrar pro velhote que aquela garota não deveria ser cantada, como também porque era simplesmente o que eu queria.

- HEY. – Chutaria a porta de uma vez tentando surpreender os dois. – Trouxe uma convidada dessa vez. Acho que nós dois podemos aprender muito sobre um assunto peculiar, lábia, e claro que um velhote vivido como você deve saber algo sobre isso.







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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 7 EmptySex 03 Ago 2018, 23:36



- É mesmo? Ok então. – Dobrando o braço usando o cotovelo para apoiar no colchão e a mão para apoiar a própria cabeça, ela olhava Axell começando a despir a camisa enquanto seu próprio coração batia como se quisesse sair de dentro do próprio peito. Inconscientemente o nervosismo que sentia fazia com que ela cerrasse os dentes e seu maxilar ficasse rígido.

Já deitado na cama o revolucionário se virava para ela - Eu estou feliz de estar aqui, Jasmine. Estar aqui com você. – Mas por mais que quisesse responder seu nervosismo não permitia que nem mesmo abrisse a boca.

– Eu sei que a gente passou por coisas horríveis e que eu vivi só uma pequena fração comparado a você... só quero que saiba que eu vou dar o meu melhor daqui pra frente para que fique em segurança. – Dessa vez ela conseguia abrir a boca, mas ainda assim nada saía. – Quem sabe até um pouco de paz.

As palavras estavam entaladas em sua garganta. Ela queria dizer o que tinha pensado antes de pegar no sono, o que pensara ao acordar, mas estava tão nervosa que sabia que se tentasse falar, sua voz falharia no meio da frase e ela ficaria cheia de vergonha. Sem conseguir exprimir em palavras o que queria, ela resolveu se comunicar através de ações.

Literalmente pulando em cima do major, o beijo que pretendia dar virava um dolorido bater de dentes. – Ouch! Desculpas, me desculpe!! – Dizia ela levando a mão até a boca por conta da dor e afastando a cabeça um pouco. Parece que tinha finalmente encontrado sua voz. Percebendo a posição que estava, em cima de Axell, ela sentia um misto de vergonha e excitação. A respiração ficava pesada e sem pensar mais ela se abaixava mais uma vez, dessa vez conseguindo beija-lo de verdade.

Um beijo meio desajeitado de início, claro, mas Axell estava prestes a descobrir que aquela era uma mulher que aprendia bem rápido. Se entregando para ele, ela não se segurava na hora de expressar o que sentia, se esquecendo que estavam em um trem com cabines que não tinham paredes tão grossas assim.

Aquela foi uma madrugada onde muitas pessoas foram acordadas, incapazes de reclamar daquela voz tão maravilhosa que ecoava, e a verdade é que alguns casais até mesmo se empolgaram. Os solteiros nunca se sentiram tão sós, os casais nunca se empenharam tanto. Aquela foi uma noite inesquecível para os passageiros do vagão 7. E barulhenta também.

---

Dia seguinte, pouco depois da hora do almoço, Axell ao acordar e via que Jasmine ainda dormia. Indo até o restaurante, ele conseguia pegar uma bandeja e comida para evar de volta para o quarto, mas enquanto colocava a comida, podia ver os dois agentes de mais cedo, e pior, não estavam sozinhos. Outras quatro pessoas de terno estavam juntas deles, e quem sabe mais quantas poderiam ter embarcado quando passaram por Jaya durante a manhã?

Retornando ao quarto, Jasmine acordava com o barulho que Axell fazia e vendo a bandeja que ele trazia, um sorriso tímido aparecia em seus lábios. – Obrigada! – Apesar do agradecimento, ela passava maior parte do tempo em que comia sem olhar para ele, e quando o fazia era com o “rabo do olho”.

Até mesmo quando após acabar de comer ela começava a falar, ainda não olhava para o revolucionário mas sim para a própria bandeja. Estava aparentemente envergonhada. – Eu estive pensando. Obrigada por me ajudar e estar me protegendo. Eu vou fazer o possível para não ser completamente inútil quando a hora chegar, e se puder me ensinar algo que possa me ajudar enquanto ainda temos tempo, prometo me esforçar.

Após falar ela ficava um tempo ainda calada olhando para baixo, até finalmente se virar e olha-lo nos olhos. – Eu não sei se vou sair dessa viva, mas sei que não vou deixar eles me capturarem, não vou permitir ser usada novamente contra minha vontade só para continuar viva. – Erguendo a mão ela a colocava no rosto de Axell dando um sorriso agridoce. – Se eu morrer, quero que saiba que ontem foi maravilhoso, e que esse tempo aqui em que sou livre para escolher o que faço, dure ele quanto durar, eu não gostaria de passar com mais ninguém além de você. Realmente obrigada Axell. – Se aproximando ela lhe dava um beijo terno nos lábios antes de se afastar e falar com uma voz ainda mais terna.

- E se o pior vier a acontecer, peço que não se deixe cegar pela vingança, não se deixe abalar. No fim a morte é apenas uma porta para o desconhecido, e desde que eu seja livre após atravessa-la, estarei satisfeita.

As palavras da mulher podiam soar meio mórbidas, mas ela tinha noção do quão ferrados eles realmente estavam. Se os agentes resolvessem captura-la antes do trem chegar em Pindorama, não teria mais para onde ela pudesse fugir. Axell por mais forte que fosse estava em desvantagem e precisaria lutar tentando defende-la.

Se levantando, ela perguntava mudando completamente de assunto, com uma voz empolgada como se não tivesse a mínima noção do perigo que corria. – E então, vamos lá conhecer seus novos amigos?

De mãos dadas os dois seguiam para a cabine da frente, onde Axell entrava chutando e dava um baita susto em Tiny. Já o velhote apenas levava a mão até o peito em um obvio sinal de torça, como se estivesse prestes a ter um ataque cardíaco. – ÓÓÓÓ meu velho coração!! Como tem coragem de entrar assim aqui seu pirralho?? Ainda mais trazendo essa maravilha depois de todo aquele barulho que fizeram ontem a noite?? Acha que sou capaz de aguentar algo assim? Por que me torturas jovem?? Por que??

Com uma voz afetada, ele lançava a cabeça para trás e começava a soluçar como se estivesse prestes a chorar. Jasmine que havia se sentido envergonhada devido a menção que o velho fizera sobre a noite anterior, não aguentava e ria mesmo assim escondendo a risada com a mão.

– Trouxe uma convidada dessa vez. Acho que nós dois podemos aprender muito sobre um assunto peculiar, lábia, e claro que um velhote vivido como você deve saber algo sobre isso.

- Ora, mas se sei? Como sei kikikiki! Venham, sentem-se, preparem-se que isso é assunto pros próximos dois dias. Hmmm por onde começo? – Coçando a cabeça, ele tinha um olhar pensativo. – Certo, me mostrem o que sabem primeiro.

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 7 EmptySab 04 Ago 2018, 02:02


O que começou com palavras sinceras e inquietação evoluiu para a mais pura naturalidade antes que qualquer um dos dois pudesse realmente parar para refletir. Não era o momento disso, era hora de simplesmente se integrar e fazer o que se sentia vontade. Ambos demonstraram isso, a cada toque, respiração e gota de suor, e que se dane quem estava ouvindo, esse trem provavelmente iria em direção ao inferno e nós dois merecíamos aproveitar os momentos de calmaria.






O plano era simples, chegar na ala do café da manhã e preparar a bandeja mais fantástica que uma mulher tinha visto. Alguns frios, cereais, pão... – Será que ela toma café? Gente do deserto gosta de café? – E entre uma bolacha e a geleia foi que a ficha caiu ainda mais, estávamos completamente cercados por agentes, o inimigo literalmente morando ao lado. De início raiva tomava conta de meu corpo ao ver a dupla, o rubor subindo o pescoço, mas foi só olhar para a bandeja carregada de guloseimas que me recordava do porquê de estar fazendo tudo isso.

Pegaria uma maçã ou uma fruta qualquer e descontaria toda minha raiva numa mordida que a consumiria quase por inteiro. Olharia subitamente para os dois, jogaria a fruta para cima, piscaria com um único olho cheio de desdem e a pegaria de novo com firmeza, quase a golpeando. – Aproveitem a viagem senhores. – Equilibrando a bandeja em um braço, ergueria o outro em saudação enquanto caminhava em direção a minha cabine. – Dizem que o tempo vai fechar em Pindorama.

Menos discreto do que eu queria a garota acabava acordando com o som do meu péssimo trabalho como garçom. Pousaria suavemente a bandeja ao seu lado enquanto que eu sentaria do outro, pegaria algo e comeria junto. – Não foi nada. – Diria quase rindo. Jasmine realmente sentia vergonha, era engraçad... não, era amável.

E então ela começava a falar, primeiro me agradecendo por tudo que havíamos passado juntos e antes que eu pudesse a interromper ela continuava a emendar mais emoção, percebi que suas palavras vinham do coração e me reservei a ouvir. Suas mãos tocavam meu rosto e eu sentia algo ainda mais intenso do que na noite passada. – Jasmine... – Os lábios se encontraram e foi como se tivesse levado uma marretada no peito, meu coração encostado na caixa toráxica e voltado. Só tinha uma opção, retribuir a altura. Colocando a mão suavemente ao lado de seu queixo daria sequência a todo aquele carinho.

- E se o pior vier a acontecer, peço que não se deixe cegar pela vingança, não se deixe abalar. No fim a morte é apenas uma porta para o desconhecido, e desde que eu seja livre após atravessa-la, estarei satisfeita.  

Meus olhos se estreitavam e minha boca continuavam aberta tamanho o meu choque em ouvir aquilo. As palavras me cortavam feito navalha e depois de muitos anos uma lágrima finalmente voltava a brotar em meus olhos, essa que foi prontamente reprimida e negada a deixar seu posto. – Prometo te guardar, agora ou depois. – Os lábios se comprimiam, olhares se cruzavam e era isso, nada mais precisava ser dito entre aqueles que viviam vidas desse tipo.

- E então, vamos lá conhecer seus novos amigos?

- Vamos! – Sufocaria o olhar marejado de uma vez por todas com a manga de minha camisa e colocaria um sorriso no rosto. – Vai ver os idiotas que eles são.

Quando entravámos tudo acontecia exatamente como eu esperava, apesar de conhecer o velhote a pouco tempo parecia que nossa relação vinha de a muito, como um aluno e um mestre, ou um avo e um neto. – Pare de nos envergonhar velhote, você tem inveja porque somos jovens e saudáveis, você nem deve mais saber o que é isso heheh

Sentado ao lado de Jasmine e junto daquela dupla formaríamos um estranho e peculiar grupo de debate, aprendizado e por que não, amizade? Deixaria que o assunto corresse ao redor do tema da lábia e todos os desdobramentos que ele tinha na sociedade, se uma pessoa poderia ser tomada por um estilo de vida baseada na lábia até se perder por completo, se agir com esse tipo de atitude era realmente benéfico e afins, o importante agora seria conversar e aproveitar os últimos dias de viagem.

Quando deixássemos a companhia dos senhores em definitivo eu deixaria clara minha gratidão e respeito por tudo que tinham me ensinado e pela companhia nesse período, esperava com sinceridade que os caminhos voltassem a se encontrar. Entretanto, o último dia seria reservado para ficar junto de Jasmine, não importava bem o que fosse, apenas queria ficar com ela. Poderíamos comer juntos, explorar o trem ou simplesmente conversar, queria saber tudo sobre a garota. E quando o último dia estivesse chegando ao fim a abraçaria com sinceridade e me prepararia para a batalha que nos esperava em Pindorama.





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Deixo aqui o meu obrigado público por essa aventura foda, me diverti e aprendi muito do começo ao fim. Obrigado pelo grande trabalho Ragnar Blue Rondo à la Turk - Página 7 3997999705

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 7 EmptySab 04 Ago 2018, 16:12

Em uma cabine...

- Não entendo porque não pegamos eles em Alabasta, ou ao menos porque não agimos aqui. Eles não teriam para onde fugir. – Olhando para a janela, apesar das palavras o olhar do homem loiro era desinteressado, como se não estivesse realmente chateado com isso. Se Axell estivesse ali, reconheceria ele. Era Abin, o guarda que ele poupara, que fugira, e repassara a informação que obtivera com ele sobre o paradeiro da RL para o governo.

- Ordens são ordens. Em Alabasta seria difícil fazê-los entrar na mansão sem mais nenhum civil sendo envolvido. Após a façanha de tomarmos controle de um esquadrão do exército para auxiliar a captura deles, e falhar, a Rainha ordenou que seus subordinados ficassem na nossa cola sem se importar quão hostil pudesse parecer. – Quem respondia era a mulher que Axell vira na estação. O que ele não sabia é que ela já tinha trocado golpes com a Red Legion anteriormente, e seu alvo não era apenas ele e Jasmine.

- Tsc, ela não sabe com o que está brincando. – Chacal em sua forma humana, vestido de terno, comentava com desdém fazendo uma cara de desprezo.

- Bom, ela ainda é uma Rainha no fim das contas, e não ousou cortar relações com o Governo Mundial. Além disso prejudicamos bem a aliança entre ela, os revolucionários e o Punho Árido, e uma nova equipe mais diplomática tomará nosso lugar. Essa atitude dela não vai durar.


- Ainda assim me parece uma grande perda de tempo. Porque não ataca-los aqui mesmo? – Abin insistia mais um pouco olhando para ela dessa vez.

- Você sabe bem que só somos permitidos agir caso eles causem alguma confusão antes, o Expresso Oceânico é diretamente protegido por um Deles.

- Com sua habilidade ninguém iria perceber.

- Sim, mas ordens são ordens especialmente após o fiasco que foi a emboscada contra o resto da equipe dele ontem. Não podemos deixar que isso se repita. Mas não se preocupe, assim que chegarmos a Pindorama agirei. Vocês só precisam garantir que eles não saiam da mansão até meu retorno.

- Certo, voltarei a treinar até o momento. Me avise quando a hora chegar. – Chacal comentava, e abrindo a porta da cabine, seguia em frente mas não aparecia no corredor, e adentrava em um salão onde outros agentes estavam presentes.

---

Após alguns dias de paz, o Expresso finalmente chegava em Pindorama. Estacionando na ilhota em meio ao rio onde a estação ficava, Axell e Jasmine estavam em sua cabine se abraçando. Ao mesmo tempo, do lado de fora, a agente chamada Kya passava por ali e encostava na porta a transformando silenciosamente.

Seguindo em frente, ela desaparecia em meio a multidão. Em cima do vagão em que Axell e Jasmine estavam, Chacal em sua forma completa estava sentado no teto com os olhos fechados. A armadilha estava pronta.

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Avaliação Axell


Perdas:
● Baby Den Den Mushin Ok

Ganhos:
● Bastão do Noel (lvl 4) Ok
● Cicatriz na parte frontal do pescoço Ok
● Cicatriz em formato de X com um corte vertical no meio no peito Ok
● Bússola Ok
● Mapa de Alabasta Ok
● 1,5kk berries (20 iniciais - 10 punho arido - 2 Calisto - 5 Expresso - 1,5 Expresso) Ok
● Lenço (pago por Jasmine) Ok
Spoiler:
 
● Óculos (pagos por Jasmine) Ok
Spoiler:
 
● Perícias intimidação e lábia Ok

Relação de personagens:
● O Player faz Ok

Exp: 12
EdC: ~x~

Localização: 5ª Rota - Pindorama Ok

Quantidade de posts do(s) Narrador(es): 32 Rag Ok


Feedback: A narração dos dois são sólidas, não tenho muito o que comentar, tem algumas pequenas coisas a ser resolvida como não avançar tanto algumas vezes e outras não aproveitar tanto, no mais, são boas narrações por parte dos dois.

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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