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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Blue Rondo à la Turk

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MensagemAssunto: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptyQui 14 Dez 2017, 18:36

Relembrando a primeira mensagem :

Blue Rondo à la Turk

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Axell Belmont. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptyTer 10 Jul 2018, 18:31


DANCE FUCKER DANCE

Pro inferno todos vocês.

PRO IFERNO O GOVERNO E PRO INFERNO VOCÊ, MINK.

Eu juro que eu vou acabar com sua vida aqui. E eu estando vivo ou não, meus amigos acabarão com mais dos seus depois. E o ciclo de nós os vencendo só vai parar quando estivermos no topo.

NO TOPO

DA PORRA.

DO MUNDO.


Agora era hora de deixar a mágica fluir pela segunda vez no dia. Descompressão total e sem pudor nenhum até o grand finale. A raiva me consumia como um fio de pólvora aceso, como uma puta cheirando algo e ficando orgulhosa de si mesma por todo o estrago que iria fazer naquela noite. E como eu ficaria orgulhoso de mim daqui a alguns minutos, vivo ou morto, no céu ou no inferno, eu seria o homem mais feliz de toda a Grand Line.

A técnica estava quase completa e seus efeitos já eram sentidos. O campo de batalha, de novo, se abria a minha frente. O deserto mais amarelo que branco era predominantemente abundante. Agora tínhamos o canal, ele era o diferencial sobre todas as outras vezes. Gatos não gostam de água. Gatos não gostam de serem cortados ao meio. Havia o pato, havia Isis e havia Jasmine. Havia a porra dum barco e meu dever acima de tudo.

Os pontos começavam a se conectar do modo único que só minha mente mirando a psicopatia conseguia fazer. Como 1 e 2. ~ Chegar em Chachal. Evitar sua lança. O tirar do barco. ~ Simples assim. O plano já estava formulado em questão de segundos, só precisava ser executado com a mestria que se desenrolava em minha própria mente.

Here we go.

A meitou, que antes tinha meio palmo de lãmina a mostra era sacada de vez com um único puxão. Seu brilho rústico e sangue seco a mostra sobre o sol de Alabasta. Meu rosto fechado, os dentes brancos e pontiagudos a mostra como o animal prestes a atacar que de fato eu era. Começaria a correr. De olho no minkl e sua lança letal, se ele jogasse eu poderia morrer, mas se ele não me matasse estaria desarmado e por consequência, morto. Meus pés queimariam a areia alcançando minha velocidade máxima em direção ao canal, a Chacal.

Se ele jogasse sua lança eu traria a imagem mental das outras vezes a qual tinha visto ele fazer isso, primeiro contra Samir e depois contra o homem no barco. Tendia a concentrar uma energia negra antes de disparar seu golpe. Além disso eu tinha sua postura e seus trejeitos em mente. Meus olhos dourados leriam cada parte de seu corpo. Acompanharia toda sua movimentação e se a lança fosse jogada eu faria a espada pesar 2 malditas toneladas, viraria sua lateral a usando como escudo e deixando um dos lados um pouco mais inclinado, fazendo assim com que a lança escorregasse para o solo e não fosse em direção a meu corpo. Se fossem mais de uma eu repetiria o processo.

A corrida continuaria independente do resultado. Quando estivesse próximo ao canal flexionaria minhas pernas levemente preparando um grande salto em sua direção. Mas ao invés de saltar eu apenas me abaixaria e deixar minha técnica explodir contra a água com minha meitou pesando 3 toneladas. Com que velocidade um golpe rápido de um espadachim consegue chegar do ponto A ao ponto B? E qual o tamanho da TSUNAMI que 3 toneladas aplicadas no ângulo certo sobre a água lançariam sobre Chacal e seu navio? Não era problema meu.

Ai sim eu iria em sua direção, mas antes daria um salto para o lado, suficiente para mudar minha posição prévia e só então saltaria em direção a Chacal. Chegaria a poucos instantes da água o encobri-lo. E dessa vez, gritando somente com meu espirito eu o golpearia diagonalmente, minha espada com o máximo de seu peso? O quanto era nem eu mesmo sabia. Um golpe descendente de cima para baixo visando cortar entre seu pescoço e seu ombro e o partir em dois. Se eu acertasse ou não, assim que um de meus pés tocasse o chão eu giraria novamente aproveitando todo o embalo do movimento e adicionando ainda mais força e velocidade, para um segundo ataque. Dessa vez um corte horizontal na altura da cintura, mas de novo, para parti-lo ao meio.

Se no meio desses ataques eu percebesse que ele estava me golpeando com sua lança ou qualquer arma que fosse eu alteraria o ângulo do meu ataque, para assim atingir a arma de Chacal antes de chegar em seu corpo. Era provável que ele fizesse isso, tinha a vantagem da amplitude. Entretanto, eu tinha a da força, a da maldição em minhas mãos.  Acreditando na minha força mais do que em qualquer outra coisa na terra eu iria em frente.

Por fim, depois dos dois cortes eu só precisava de uma pequena brecha. Quando o espaço fosse encontrado eu pularia e chutaria com os dois pés bem em seu peito, com toda minha força, não pra machucar, mas joga-lo para fora do navio.




Taca tudo fora vaza que ele agora é louco:
 


SO WHAT?:
 


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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptyQua 11 Jul 2018, 00:27



Ao desembainhar completamente sua espada, Axell informava aos presentes qual era a sua posição. Ele não recuaria.

Isis percebendo com quem estava falando, parecia se tocar do descontrole que tinha tido, das palavras cruéis, da mascara que caía. E ver aquele homem ensanguentado desembainhando sua espada, fazia com que imediatamente se arrependesse. Dando pequenos passos para trás, seus olhos se arregalavam e suas pernas bambeavam tanto que quase perdia o equilíbrio. Com a adaga apontada para frente, como se pudesse defende-la de alguma forma, ela olhava assustada para ele. – O que... o que você vai f-faz... kyaaaa!!! – Mas nem mesmo completava sua frase, já que ele saía em uma corrida e ela dava um gritinho se desequilibrando de vez e caindo sentada.

Na verdade ela nem mesmo estava na visão dele. A única coisa em seus olhos era Chacal, que no momento em que viu suas ações pegou a lança, e fez exatamente o que o revolucionário previra. Acumulou alguma energia e arremessou a lança, que cortava o ar como se fosse um raio negro.

Rapidamente a espada de Axell se colocava em seu caminho, e a lateral de sua espada, agora com duas toneladas, entrava em contato com o projetil. E algo inesperado finalmente acontecia. Primeiro era a força por detrás daquele lançamento. Assim que a as armas se encontravam, o revolucionário sentia seu(s) braço(s) ficarem dormentes devido ao impacto, e era até mesmo forçado a dar um passo para trás. E segundo era o que ocorria com a lança devido esse mesmo impacto.

Ela não resistia. Se desfazendo em vários pedaços, era como se ela explodisse, e pequeninos projeteis seguissem para frente, batendo em seu corpo e fazendo vários arranhões. Mas isso não o parava. Ele voltava a avançar até a margem.

– Tsc. Essas armas inúteis. Mas você não vai escapar da próxima. – Falava ele enquanto fazia uma pose e aquela aura cinza começava a emanar furiosamente, e uma transformação começava a acontecer. Seus pelos caíam, sua estatura aumentava, vestimentas especiais apareciam feitas de um tecido azul com ouro surgiam, braceletes e até mesmo um tipo de cajado de ouro aparecia retirado do c#.

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Era uma transformação total, magica, e que apenas um usuário de akuma no mi conseguiria passar em um instante. Mas nesse instante Axell já havia chegado na margem, e sua espada de três toneladas estava batendo na água com toda força de sua técnica. – QWAAAAAAACKK!! – O primeiro a sentir o impacto era o pato selvagem que estava dentro da agua. Com um berro ele via a onda que se formava e tentava bater as asas e voar, correr, o que quer que fosse possível para escapar.

Chacal arregalava os olhos não esperando o movimento e logo saltava para trás. Enquanto não havia problema em ser tocado pela agua, ele não podia ser coberto por ela, e a onda que vinha veloz tinha mais de dez metros. Ao saltar para trás ele visava pegar Jasmine e recuar com ela para a outra margem, mas do meio da agua, ainda mais veloz que a onda aparecia Axell, espada em riste prestes a atacar de cima para baixo.

Usando o bastão em sua mão, ele procurava atingir Axell com uma estocada primeiro, mas o mesmo desviava a direção de sua espada barra atingir o bastão, o que acabava por força-la bruscamente para baixo. Sabendo que não poderia se deixar envolver em um combate enquanto aquela onda poderia atingi-lo e colocar tudo a perder, ele recuava se abaixando para tentar pegar Jasmine uma última vez, mas o revolucionário não dava trela. Assim que tocava o chão fazia um giro e mais um golpe.

Sabendo que se tentasse insistir, ou bloquear o golpe não conseguia escapar, Chacal fazia aquilo que independentemente do que sempre faria. Priorizar sua vida. Saltando, ele parecia dar um chute no próprio ar e saltava de novo, e de novo, e de novo. Geppou, a técnica secreta do governo entrava em ação o tirando daquela zona, até que recuasse para a outra margem do canal.

Em seguida a onda chegava, virando navio, derrubando Jasmine na água, Axell que ainda queria continuar a luta também, e praticamente destruindo a pequena canhoneira. Sua espada pesando três toneladas não o afetava, mas com tudso rodopiando e dentro da agua, ele ia cada vez mais para baixo, até tocar no fundo do local (20 metros).

Cada um em uma margem, Isis e Chacal olhavam para cena, a primeira assustada, o segundo enfurecido e olhando freneticamente, tentando achar de todas formas o corpo de Jasmine dentre os destroços, para poder tentar busca-lo e verificar se ainda estava viva.
Axell:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptySex 13 Jul 2018, 14:38


Tudo se desenrolava em um piscar de olhos, pelo menos para mim. Sua transformação completa, confirmando que não era apenas um mink. Suas habilidades com rokushiki, como esperado de um agente do governo. E por fim, a onda. Talvez eu tenha exagerado. Talvez não. Eu só tinha uma única chance para virar aquele jogo e eu apostei nela, tinha dado meu melhor naquele ataque, naquela situação. Era nisso que eu pensava enquanto a canhoneira e a onda caíam sobre mim e me faziam rolar 20 metros abaixo.

Sentia meu coração bater mais forte, ele era parte do meu pensamento agora. Também podia sentir o sangue saindo de meu corpo e o veneno tomando seu lugar.

~ Preciso terminar a missão. ~

Precisando me agarrar em algo para sair dessa situação, me apegaria a meu próprio compromisso com a causa revolucionária e a não dar mais nenhuma vitória para o maldito do Chacal. Ele queria Jasmine, o governo queria suas habilidades. Eu precisava tê-la, então.

Como um último esforço e priorizando acima até mesmo de minha própria integridade física eu iria procurar pela mulher. Me acalmaria, tentaria controlar o ar dentro de meus pulmões e subiria alguns metros. O golpe e minha espada haviam me levado para o fundo, talvez não tivesse acontecido o mesmo com a moça. Não importava, só precisava acha-la o mais rápido possível.

Se eu a encontrasse nadaria em sua direção, mas não como as pessoas comuns. Havia tido uma ideia maluca e torcia para que funcionasse, minha vida realmente dependia disso. A meitou, por mais pesada que fosse não causava efeitos sobre meu corpo, me deixando facilmente levantar 3 toneladas. Entretanto, tudo a meu redor sentia isso, meus inimigos, outros materiais, ar...  ~ Água. ~ Faria a espada ficar com o máximo de seu peso e então simularia os mesmos movimentos de natação, a espada aberta, usando sua lateral robusta moveria um volume gigantesco de água com seu peso em carga total. Para facilitar minha vida, faria ela pesar menos de 100 gramas quando precisasse a reposicionar a frente de meu corpo para reiniciar o movimento. E então me moveria.

Se conseguisse a encontrar a agarraria pela cintura, me viraria de costas para o sentido que o canal estivesse indo e então deixaria minha técnica explodir pelo meu braço uma última vez. O efeito natural me jogaria alguns metros para trás, mas não era isso que importava, e sim o movimento que eu faria, aproveitando a explosão de energia, jogaria minha mão para frente com a espada pesando o seu máximo, me levando assim, o mais adiante possível. E então recomeçaria a nadar usando a espada. Nadaria o mais longe que eu pudesse até encontrar pedras, raízes, qualquer coisa que pudesse encobrir minha posição e garantir um pouco mais de ar para mim e Jasmine. Se não encontrasse, tentaria ir mais longe que nossos corpos aguentassem. Sempre fundo, evitando que fossemos vistos.

Porém, se não encontrasse Jasmine teria que seguir o fluxo sem ela, e infelizmente faria tudo sozinho.





Heartbreaker:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptyDom 15 Jul 2018, 17:37



No fundo daquele canal, tudo que passava pela mente de Axell era terminar a missão, que desde o ponto em que se propusera fazer, havia tomado várias formas. Resgatar Jasmine, capturar Jasmine, resgatar Jasmine, e agora simplesmente impedir que Chacal e o governo conseguissem colocar suas mãos nela.

Olhando em volta, ele procurava pela moça sem muito sucesso, começando as características peculiares de sua espada para tentar se mover mais rápido. E se por um lado tinha alguma razão, realmente três toneladas lhe davam um impulso enorme para se mover a uma velocidade incrível debaixo d’água, por outro lado essas mesmas três toneladas apesar de não o afetarem, acabavam reduzindo essa velocidade devido a água que o cercava. Resuldado, ele se movia numa velocidade normal, deixando atrás de si águas turvas como em um turbilhão.

E ao sair um pouco do fundo, finalmente ele via a mulher desmaiada. Ela estava aos poucos subindo, não pelo seu esforço já que estava desmaiada, mas devido a própria movimentação da água. E não apenas isso, estava próxima a borda em que Chacal estava. Uma vez que chegasse a superfície, este a veria e seria capaz de pega-la.

Nadando até ela, o revolucionário tentava alcança-la a tempo mas só conseguia puxar a moça para si após ela já ter alcançado a superfície.

- Achei! – Exclamava chacal ao ver o corpo da mulher. Se abaixando e preparando para saltar sobre um pedaço de madeira de onde poderia pega-la. Mas então, o corpo sumia como se tivesse sido puxado para baixo. – Mas o que?? – Perguntava ele assustado, arregalando os olhos e freando o salto que estava prestes a fazer. Mas vendo um tumulto na água, logo percebia a verdade. – Foi ele!! – Exclamava, pela primeira vez deixando um pouco de raiva transparecer em sua voz.

Olhando atentamente para as aguas, tentando notar onde Axell estava, ele apenas conseguia perceber as ondinhas agitadas que eram remanescentes da que o inimigo provocara mais cedo. “Existe apenas um caminho lógico que pode ir, e é em direção ao rio. Sempre em frente não é?” Pensava ele, saindo correndo em direção onde o rio e canal se encontravam, sem perceber que sua velocidade era maior do que a que Axell conseguiria nadar, e que de fato, o revolucionário tinha ido ara outra direção, seguindo o fluxo do canal e rapidamente chegando ao seu fim (bem próximo de onde estavam).

Se não tivesse tirado conclusões precipitadas, os teria visto ressurgindo após alguns instantes. As vezes ainda tentava usar seu faro para sentir sua presença, mas as águas o atrapalhavam a detectar os odores dos dois. Nem mesmo Isis que permanecia ali ajoelhada via os dois ressurgindo um pouco mais para trás. Ela fitava o horizonte com um olhar vazio, como se estivesse em choque.

De volta a superfície, ele tinha Jasmine inconsciente em um braço, e sua espada na outra. A mulher aparentava não estar respirando. Estaria ela morta?


Axell:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptySeg 16 Jul 2018, 15:21


O corpo foi visto e buscado como uma bolsa de ar. Com firmeza trazia a mulher para perto de meu corpo e tentava de modo quase desesperado fazer algo para salvar nossas vidas. Todos os meus pensamentos me levavam a pensar que eu estava fodido, nada conspirava a meu favor, total desvantagem. Entretanto, algo lá no fundo de minha alma ainda estava aceso e me impedia de entregar os pontos. ~ Nunca recuar. ~ Pensava, me motivando. Esse era o mantra seguido durante toda minha vida e pretendia segui-lo até o final.

Mas as vezes é necessário dar um passo para trás pra no futuro dar dois adiante. Assim que subia e sentia o ar, ou melhor, o engolia a todo custo, enxergava Chacal e Isis mais a frente. Ofegante e meio trêmulo limparia a água de meu rosto e nadaria para a borda, o mais importante agora era ficar perto do canal para confundir seu faro e pegar algum ponto negativo em relação a seu ponto de vista, nós só precisávamos sumir. Sendo assim procuraria alguma duna mais íngreme, alguma formação rochosa ou vegetação. Qualquer coisa que nos permitisse se distanciar sem ser visto daquele ângulo específico.

Algo estava errado, além de todo esse emaranhado de poder e mentiras tinha errado, Jasmine não respirava.  Imediatamente a pousaria na areia e encostaria minha orelha em seu peito. – Merda... – Deixaria escapar e começaria. Apoiaria uma mão sobre a outra em cima de seu peito e começaria a ressuscitação. Uma, duas, três, quatro, cinco, cinco era um número bom? Eu não fazia ideia. Pegaria seu rosto em minhas mãos, puxaria seu queixo e tamparia seu nariz, sem rodeios transportaria o ar de meu pulmão para o seu. Faria com força o suficiente para sentir seu peito se inflando. E então recomeçaria, mais forte que antes, era melhor ter uma costela ou duas quebradas e a vida garantida do que morrer intacta. Um, dois, três, quatro, cinto. Mais um assoprão. E tudo de novo. E de novo.

Se Jasmine estivesse viva eu a carregaria em meus braços, e seguindo o lado contrário de Chacal e tentando encobrir minha visão eu buscaria a cidade mais próxima. Indo naquela direção deveria dar nas ruínas ou em alguma cidade, não era tão bom com caminhos e naquelas condições visualizar um mapa mental já não era tão fácil. Se ela estivesse morta eu a esconderia em alguma vegetação ou no meio de algumas rochas, não havia muito mais a ser feito. De resto apenas continuaria caminhando, o mais rápido que eu pudesse, um passo após o outro até chegar em algum lugar.




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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptyTer 17 Jul 2018, 21:57



Após sair do rio buscando abrigo atrás de uma duna para se encobrir das vistas de Isis, e quem sabe até mesmo Chacal, Axell começava a tentar fazer uma ressuscitação em Jasmine, mas não aparentava ter muito sucesso. Vez após outra ele tentava, até mesmo causando um certo dano ao corpo da mulher, mas não parecia adiantar. Já havia desistido, prestes a esconde-la e deixa-la ser encoberta por aquelas areias, assim como muitos outros foram, quando de repente ela começava a tossir e colocar agua para fora, arfando por ar.

Ainda debilitada e sem forças, ela aparentava estar meio tonta antes de voltar a desmaiar. Sem muitas opções, Axell a pegava no colo, e mesmo tão ferido tentava carrega-la rumo ao que ele esperava serem as ruínas, ou uma cidade. Quanto mais sangue ele perdia, mais o veneno parecia agir de forma ferrenha. O sol no alto começava a incomodar. Poucos eram os resquícios da tempestade de neve que ele vira acontecendo mais cedo. Como se tivesse sido uma miragem, uma ilusão.

Talvez tudo não tivesse passado disso. Uma ilusão. Talvez desde o início o sol tivesse fritado seus miolos e sempre esteve caído na areia, sua mente a única coisa que podia tira-lo daquela situação deplorável. Sim, estava caído. Estava morrendo. Estava perdendo a consciência. E ainda assim as miragens insistiam em assola-lo. Aquela mulher tão linda desmaiada ali perto, onde a deixara cair quando foi ao chão. Pernas e vozes ao longe. Mas finalmente as miragens o libertavam, ou seria a realidade? O que quer que fosse, soltava o aperto que tinham sobre o revolucionário, deixando que ele se encaminhasse em direção à Morfeu, o deus dos sonhos.

---

Horas depois...

- Acorde!! Você precisa acordar!! Por favor!! Acorde!! ACORDE! ACORDE SEU MISERAVEL!! ACORDEE!!! – Primeiro de leve, com leves cutucões, depois com mais força, por fim com raiva e de forma violenta, batendo em seu peito. A raiva vinha do desespero que sentia, parecia que tudo estava se repetindo. Os sons de batalha, gritos de morte, e dessa vez haviam até mesmo explosões e tremores.

Sentada ali naquele cubículo abafado que estava soterrado pela areia, Jasmine tentava fazer de tudo para acordar o homem que, apesar de não ter visto, sabia tê-la salvo mais cedo. Eles haviam sido encontrados pelos moradores de Erumalu que pretendiam seguir para o canal visando continuar sua construção, e carregados de volta para as ruínas. Foram tratados, e ela logo acordou, mas aquele homem não. Seu estado era muito grave, não sabiam como ainda estava vivo.

Mas um antídoto foi preparado e aplicado. Suas feridas foram limpas. E teriam sido costuradas não fosse a interrupção de Jasmine. Ela disse que cuidaria disso. O que não disse é que faria a sua forma. Com suas habilidades, juntou a carne e pele que haviam se separado no torso e no pescoço do homem. O resultado não era tão bonito quanto poderia se esperar. A cicatriz em cruz parecia duas minhocas, e no pescoço também. Ela não estava acostumada a usar suas habilidades em pessoas vivas.

Os sons do lado de fora ficavam cada vez mais intenções, era como se uma guerra estivesse sendo travada lá fora. Em um gesto natural, a mulher colocava a mão no rosto de Axell se abaixando perto dele, olhando aquelas feições duras. – Por favor... preciso que acorde... – Repetia baixinho, em um sussurro.

Ela era ainda mais bela que sua irmã. Talvez fosse a mais bela das mulheres já vistas. Certamente seria número 1 na lista de muitos. Mesmo com o aspecto cansado, sua beleza não desvanecia.

No teto, um barulho era feito e uma parte dele era puxado. Na verdade era uma porta, e dela um homem com a cabeça escorrendo um filete de sangue aparecia. – E ele, como está? –

Se a Red Legion estivesse assistindo essa cena, reconheceria de imediato quem era aquele. Nathan. Seu peito ainda enfaixado mostrava o lugar onde havia sido alvejado dois dias antes. Surpreendentemente já estava de pé, e pelo visto acabara de participar de uma batalha. Sem nem mesmo deixar que a moça respondesse, ele já continuava. – Não vamos conseguir segurar por muito mais tempo. Precisamos te tirar daqui agora, dessa ilha. Outros se encarregarão dele. Venha.

- Mas... – Dizia a moça olhando relutantemente para o acamado. Não o conhecia. Não tinha visto sua luta. Mas estava naquele estado por causa dela. Sabia disso. Como poderia deixa-lo agora?
No céu a lua era alta, e o frio da noite do deserto assolava os ossos daqueles que não estavam presenciando o calor da batalha no meio daquelas ruínas

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptyQua 18 Jul 2018, 21:55


Os olhos cansados, douradores e vermelhos, esbugalhados. O maxilar travado, a mordida tão forte que baba escorria e uma veia pulsava na lateral de meu crânio. O cabelo mal cortado, falhado, revelando tons de azul hora mais claros, hora mais escuros. E sangue, sangue e veneno por todo lado. Nada disso importava naquele momento, só conseguia agir por impulso, fazer tudo o que podia para salvar aquela mulher, mas nada parecia funcionar. Desesperado, ansioso, aplicava mais força, só sabia resolver as coisas assim desde que tinha nascido. Não dava certo. E então repetia, colocando meu próprio tempo na aposta. E nada.

- Não...

De joelhos sob o sol forte de Alabasta eu entregava meus pontos, essa ilha já tinha exigido demais de mim, não havia problema em perder de vez em quando. As lágrimas começam a aparecer, apertadas pelas pálpebras que lutavam pra não deixar nenhuma escapar. Outra batalha vencida. Sentias gotas delicadas contra a pele castigada e em seguida a respiração de Jasmine. Um sorriso ardido se abria, um misto de choro e felicidade. Nem sabia por que raios estava chorando, apenas parecia a coisa certa.

Era por isso que fazia o que fazia, por simplesmente ser o certo. Foi por isso que saiu do conforto de uma vida planejada em Karate Island e entrou nessa. E era por isso que carregaria a mulher até as ruínas. O corpo dela parecia pesar bem mais do que parecia. Não. Era o meu que estava enfraquecido. – Argh.. vamos Axell. – A equilibrava em cima de minhas costas e começava a caminhar.

O suor escorria e encontrava as inúmeras férias, ardia. A roupa pesada que me deram grudava na minha pele e parecia se enroscar em minhas pernas, que por si só tinham dificuldade em se equilibrar na areia fofa. Minha visão turva tentava discernir o que era real do que era imaginário, e como um lugar coberto de neve a pouco tempo podia estar assim agora? Não fazia sentido. A Grand Line não fazia sentido. Por que alguém se sujeita a algo assim?

Minha mente me enganava durante o processo de torcer cada gota de energia de meu corpo. Sem nem se quer tentar entender o que de fato estava acontecendo, eu apenas sentia um delicioso alívio.


~



Estava em Logue Town. Era a noite e o ar tinha um cheiro estranho. Cheirava ao mar, a areia, a fogueiras e a carne assada. Com as mãos em seus respectivos bolsos eu assistia os corpos queimar em pilhas gigantes de madeira. O cheiro não era tão ruim, a visão era. Nesse momento eu estava sozinho, havia sido o único que não tinha se ferido absurdamente na guerra, e, portanto, tinha me oferecido para ajudar a coletar os corpos abatidos. Quantos tritões eu tinha matado naquele dia? Sete ou oito? Talvez mais. Não parecia certo agora.

Meus olhos se fechavam e se abriam em outro lugar. Cactus Island, no exato momento em que Elizabelo morria. Os olhos de Frisk claramente perdendo sua inocência para nunca mais voltar. Tidus deixando de lado sua serenidade e mostrando sua vontade de matar. E eu parado na frente dos outros agentes com a minha espada erguida, impedindo a passagem dos dois e deixando que meus amigos vingassem um companheiro recém abatido. Essa merda também não parecia correta.

Mais uma piscada e um novo lugar, esse, provavelmente mais escuro que meu próprio interior. Estava em uma sala escura, tão escura que não podia se ver nada além de uma mesa e duas cadeiras. Eu estava sentado em uma delas, Dom em outra. Ele acendia seu cigarro e iluminava seu rosto. Ele parecia forte, parecia decidido. Eu admirava isso.

- Qual seu objetivo, filho? – Disse assoprando fumaça.

Minha mente rodava com aquela simplesmente pergunta. E como poucas vezes na minha vida eu não tinha uma resposta na ponta da língua. Apenas o encarava.

- Pra passar por todas essas merdas você deve ter algum objetivo.

Flashes de cada golpe que eu acertei, cada soco que eu levei, cada corte, tiro, queimadura e quase morte. Cada vida, cada defesa, cada plano e todas as pessoas que eu conheci. Tidus, Frisk, Ray, Hanna, Hizzy, Elizabelo, Mark. Todas as pessoas que eu amava e me importava, todas elas tinham seu momento bem à frente de meus olhos tomados pelas lágrimas, que dessa vez, não caíam de meus olhos.  

- Pelos meus companheiros.  

Ele negou com a cabeça.

- Para ser o maior guerreiro de todos os tempos.

Ele levantou uma de suas sobrancelhas, colocou o cigarro na boca e negou de novo.

- ...

- Por controle.

E em um único movimento ele sorriu, puxou um revólver de seu sobretudo da marinha, derrubou a mesa e atirou bem no meio de minha testa.


~


As pálpebras pesando uma tonelada se abririam. Devagar, sonolentas e cansadas. Novamente era difícil discernir o que era real do que produto de minha própria mente, e se estava abrindo os olhos, a conversa que tinha tido a instantes era tudo fruto de meu subconsciente.

Ao meu lado Jasmine brigava com alguém, ver aquilo me trazia uma enorme sensação de realização, fazia todas as merdas que tinha passado desde que deixei o acampamento valerem a pena. Sem dúvidas.

O som aos poucos deixava de ficar abafado e voltava a seu normal tal qual minha visão. Já era mais do que o suficiente para continuar seguindo em frente. – Cadê minha espada? – Olharia para a garota e sorriria o máximo que conseguisse, queria passar um sentimento positivo a ela, isso era o tipo de controle ao qual eu já tinha, só não havia me dado conta.

E como o soldado que era, não perderia tempo, agarraria minha meitou e sairia dali, pronto para proteger Jasmine mais uma vez se fosse necessário. Preparado para fazer qualquer coisa que o exército evolucionário exigisse de mim, e principalmente, ansioso para rever meus companheiros.

- Vamos dar o fora daqui.

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptyQui 19 Jul 2018, 23:27



- Você está acordado! – Dizia a mulher abrindo um sorriso que refletia aquele que Axell tinha no rosto, um sorriso que contrastava grandemente com seus olhos marejados e inchados. Ela se sentia genuinamente feliz. No peito o coração começava a disparar, e no estomago sentia borboletas se formarem. Não sabia o por quê se sentia assim, se deveria estar tão emocionada em vê-lo abrir os olhos e sorrir.

Nunca havia conversado com o homem. Nem mesmo o vira a resgatando. Sabia que era forte, feroz, sanguinário. Intimidador. Certamente não era bonito com seu nariz curvado e cabelo torto, e talvez nem mesmo fosse uma pessoa tão boa assim. Ao menos o que parecia até o momento é que havia agido sob ordens de impedir que ela caísse nas mãos do governo. Ao menos esse tanto ela já tinha compreendido. Era um revolucionário.

Mas ainda assim, vê-lo despertar trazia a Jasmine uma onda de alegria intensa, algo que não sentia desde... nem conseguia se lembrar. Vendo que ele tentava se levantar da cama, ela ia em sua direção para ajuda-lo, mas para sua surpresa ele não parecia precisar. Estava obviamente cansado, exausto, mas conseguia andar.

- Logo do lado da sua cama. Bom vê-lo acordado Major. – Quem respondia era Nathan, já voltando a subir as escadas, mas ao ouvir a frase de Axell parava por um momento e tirava um cantil da roupa para tomar um gole de algo que era tão forte que o cheiro do álcool se espalhava por todo cômodo imediatamente. – Sim, fique atento. Estamos considerando que ao libertar os escravos realizou uma missão, e que ao evitar que ela fosse pega pelo Governo outra, mas essa ainda não acabou. Os agentes estão atacando com força, conseguiram comando de um batalhão do exército e o cerco está se fechando. Então lembre-se, nossa prioridade é tira-la não apenas das ruínas, mas também da ilha. – Após o gole, ele falava tais palavras, para dar ainda um segundo gole antes de fechar o cantil e guarda-lo, só então voltando a subir a escada e completar. – Vamos lá! –

Assim a formação estava feita com Jasmine no meio e Axell atrás. E até se manteve por um curto tempo. Sons de espadas se chocando, pessoas gritando, tiros sendo disparados, construções ruindo. Se Axell parasse para pensar, perceberia que era estranho ter tantos revolucionários ali. Eles corriam pelas sombras e ele até mesmo reconhecia o rosto de algumas pessoas do Punho Árido. Se Elsa estivesse presente reconheceria seus companheiros que ficaram em Alabasta. Tidus e Frisk reconheceriam Vitória.

Certamente algo havia ocorrido no período em que ele estava apagado. Toda essa gente não havia vindo apenas para recolher escravos libertos. E sim, muitos desses também lutavam contra os soldados que deveriam estar os ajudando de acordo com os rumores que tinham ouvido mais cedo sobre o processo de abolição.

Mas a batalha que ele via tinha proporções maiores do que poderia imaginar. E tudo isso por conta de uma única pessoa. Jasmine. De alguma forma o exército revolucionário soube dela, assim como dos feitos de Axell a resgatando, e aqueles que estavam na ilha vieram em peso, junto de seus aliados, tentar extrair a garota da ilha.

Naquele cenário os três seguiam pelas ruínas de forma sorrateira na medida do possível, buscando não se envolver nas lutas que viam, por mais que talvez essa fosse a sua vontade. Mas ordens eram ordens, e os dois precisavam tirar o “pacote” do local. Logo eles alcançavam dois patos selvagens que eram segurados por um terceiro homem, desconhecido para Axell.

- Aqui estão senhor. – Dizia o rapaz que não deveria ter mais que dezoito anos, passando as rédeas do animal para Nathan. Tem um mapa, bussola e dinheiro em ambos, conforme o instruído.

- Você fez bem Tim, agora vá se juntar aos outros e... – A resposta de Nathan não chegava ao fim. Como se tivesse olhos na nuca, ele se movia para o lado, e onde ele havia estado um borrão negro passava, para então atingir Tim em cheio e o fazer já sem vida, se chocar contra uma parede a demolindo.

A velocidade, a força, a energia que envolviam a lança certamente seriam familiares a Axell.

Chacal estava ali.

A cerca de cem metros deles, o akumado aparecia segurando seu cajado dourado. Ele não gritava, não falava nada. Mas seus olhos enfurecidos mirava os três fujões e os dois patos selvagens. E então ele desaparecia da vista de Axell, avançando numa velocidade superior a que o major podia ver. Aquele era o soru.

Quem também desaparecia de sua posição era Nathan, que reaparecia no meio do caminho encontrando o agente do governo, e começava a trocar golpes com ele em uma velocidade absurda, criando pequenas ondas de vento resultante dos impactos dos socos e chutes de Nathan vs as cajadadas de Chacal.

- Não fiquem aí parados! Vão! Vão agora!! Não se esqueça da missão Major!! –
Vinha a voz de Nathan mesmo no meio daquela trocação ferrenha.

Barulho de passos vinham na direção, mas era impossível saber se pertenciam a aliados ou inimigos. Mas uma coisa era certa. A janela de oportunidade para tirar Jasmine dali se fechava mais e mais a medida que os segundos passavam. Estavam ficando sem tempo.

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptySeg 23 Jul 2018, 04:14


Por mais que os sons da batalha me atraíssem mais do que tudo o sonho que tive a pouco me mantinha focado, as coisas não podiam ser mais como antes, não dava para agir mais por impulso. Aquela epifania tinha deixado muito claro algo que eu me recusava a admitir durante praticamente toda minha vida, de que simplesmente não da pra resolver tudo em combate, e que não só o combate que eu busco, e sim o que está por trás dele. Controle. Me mantinha concentrado, totalmente envolvido em meu único objetivo no momento, proteger Jasmine e tirar ela desse lugar.

Chegávamos em um ponto de extração, eles pareciam ter pensado em tudo. Não gostava da ideia de ter de montar os malditos patos, e também não gostava de ver um garoto tão novo numa merda tão grande. Não importava, o foco era só u...

Meu rosto se virava abruptamente na direção em que a lança havia vindo, eu sabia muito bem o que aquilo representava, minha mão agarrando o cabo de minha meitou também. Nathan ia ao seu encontro, ambos lutavam e demonstravam a totalidade de seu poder, tão grande que se estendia ao campo visual com ondas de choque a cada impacto. Meus dedos tremiam, não por medo, e sim por puro cansaço. Eu estava totalmente esgotado. ~ Controle, Axell. Use sua cabeça, não seu coração. ~ O pouco da lâmina a mostra foi devolvido a bainha e Jasmine foi pega pelo braço delicadamente, mas com firmeza.

- Vamos, Jasmine!

Primeiro aprontaria a garota, a colocaria em cima do pato e me certificaria que estava segura. Deixaria as rédeas em suas mãos e olharia em seus olhos. – Vai dar tudo certo. – Simples, calmo e direto. Não passaria meu nervosismo e dilemas internos para ela, tentaria até mesmo esconder meus olhos vermelhos de raiva, frustração e cansaço, mesmo que difícil.

Em seguida subiria no meu pato, deixaria todos os itens recém conseguidos em segurança, agarraria as rédeas com firmeza e faria o movimento de partida. Ouvia passos por toda parte, mais gente chegando. Manteria Jasmine próximo de mim, e se necessário sacaria minha meitou e golpearia de volta qualquer coisa que fosse enviada em nossa direção. Mas se fosse uma das lanças de Chacal eu usaria minha espada como escudo e a faria pesar 2 toneladas, era a única defesa a qual eu tinha certeza que funcionava até agora e abusaria dela. Qualquer outro tipo de golpe eu calcularia uma rota de encontro e tentaria interceptar com um contra-ataque.

O importante agora era só sair da linha de fogo e se distanciar o quanto antes de toda essa zona de guerra. Quando as coisas se acalmassem um pouco e eu sentisse que estava mais seguro abrir o mapa, procuraria nele informações e marcações que indicassem pra onde eu teria que levar Jasmine, eles tinham pensado em tudo até agora, esse era o ponto final. Quando conseguisse descobrir não perderia tempo e direcionaria os patos pra tal direção, e a medida que nos aproximássemos eu tentaria observar bem todos os elementos do local, pessoas próximas, geografia, pontos cegos. A ideia é que tudo corresse bem até o final.




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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptySeg 23 Jul 2018, 17:13

Tentando ignorar sua vontade de batalhar e se focar no objetivo a sua frente, Axell montava em um pato e junto de Jasmine os dois disparavam deserto a dentro, deixando para trás as ruínas e o barulho de combate, sumindo na noite.

A realidade é que Axell montava tão mal no pato que era triste de se ver, não ter caído ainda era um milagre, mas quando ele pegava o mapa e perdia a concentração, o inevitável acontecia e ele saía capotando e comendo areia.

Jasmine tomava rédea do pato agora solto, e o animal esperto e dócil não resistia, apenas olhando para Axell e movendo a cabeça negativamente com um olhar de desdém, de uma forma incrivelmente humanizada.

- Você está bem? – Perguntava a mulher desmontando e indo até Axell para ajudá-lo a levantar com uma expressão de preocupação no rosto.

Observando que o homem tinha um mapa em mãos, um olhar de compreensão passava pelo rosto da moça que entendia o que provavelmente tinha acontecido, e não fosse a situação desesperadora em que se encontravam, ela teria rido ao ver que ele não havia se machucado.

- Para sairmos da ilha a melhor forma é através de Nanohana, onde fica o grande porto, estação do expresso e é a principal entrada do reino, o único problema é que precisaremos atravessar o rio primeiro. Antes eu tinha tentado usar o canal para chegar nele e abordar um navio que Noel tinha deixado preparado lá, mas não creio que essa seja uma opção viável mais. Tem alguma ideia do que devemos fazer? – Após dar uma olhada no mapa, ela o passava novamente para Axell enquanto dizia tais palavras com uma voz delicada.

O mapa em si era bem feito, mas era obviamente antigo, de antes do período de destruição de Erumalu pelas tempestades de areia, quando a extensão da cidade chegava até a margem do rio e não havia sido soterrada ainda, com as únicas ruínas habitáveis distante do corpo d’água, causando uma necessidade de construção do canal para levar água até as pessoas que se recusavam a sair dali.

O vento frio soava, e agora só havia o silencio do deserto, as estrelas no céu, e aquele “casal” ,entre Eumalu e Yuba, com seus patos buscando uma forma de sair da ilha.

Mapa:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 5 EmptySeg 23 Jul 2018, 18:40


Aparentemente o plano mestre dos revolucionários tinha uma falha e ela era minha clara falta de habilidade em pilotar em patos. Com as rédeas firmes e um receio gigante de cair dali de cima a viagem continuava, ou melhor, a fuga continuava. Mas bastou um leve deslize e uma dose de desatenção para que todo o controle fosse perdido de vez. Como uma aeronave abatida eu ia ao chão, e dessa vez era grato por toda aquela quantidade de areia fofa me abraçando.

- Arghh.. – Coçava a cabeça empanada de areia enquanto realinhava as linhas que antes rodavam. – Acho que eu perdi as aulas de direção zihehaha – Riria baixo, praticamente pra mim mesmo.

Jasmine tirava o mapa de minhas mãos e o analisava, de fato ela poderia ser mais útil do que eu que estava a tão pouco tempo na ilha. Ouvia suas palavras atentamente enquanto abria o mapa a minha frente, e mesmo com a noite escura tentava enxergar seus detalhes. – Se o porto de Nanohana for a melhor opção para darmos o fora daqui... hmm. -  Me levantaria e apontaria com o dedo, traçando o caminho ao qual eu acreditava ser a melhor opção. – Não vamos por cima, passar perto de uma cidade grande sem saber quem é amigo e quem é inimigo pode ser uma roubada, as coisas estão confusas por aqui. Eu acho que nossa melhor jogada é ir para Yuba e conseguir alguém lara nos atravessar pro outro lado do canal. O punho árido pode nos ajudar.

Apesar de passar todo o plano nós dois sabíamos que aquilo era uma decisão unilateral, ela funcionaria mais como uma consultora a partir daqui. Aproveitando que estavamos em terra firme abriria o saco e veria qual a quantidade de dinheiro que haviam me dado. Em seguida, pegaria a bússola e tentaria marcar mais o menos em qual direção teria de seguir, tinha o mapa, as estrelas e o objeto, com os três e mesmo com pouco conhecimento, provavelmente acharia o lado certo. Em seguida colocaria a bússola no bolso da calça e o mapa na parte de trás, escondido pela camisa.

Pegaria a rédea de suas mãos. – Tem algum truque pra não despencar desse bicho? – Daria um leve sorriso labial e subiria no meu pato, passaria a mão gentilmente no topo de sua cabeça e diria com suavidade. – Não me derrube mais, maldito. Vamos!

Primeiramente precisávamos nos distanciar o máximo possível das ruínas e chegar o quanto antes na outra cidade. Durante todo esse processo me manteria atento se estávamos sendo seguidos ou se encontraríamos alguém numa rota futura, caso sim, tentaria evitar fazendo um sinal para Jasmine e assim ambos contornarmos com nossos patos. Agora a noite e sua escuridão eram nossos aliados. .




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