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 Blue Rondo à la Turk

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MensagemAssunto: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptyQui 14 Dez 2017, 18:36

Relembrando a primeira mensagem :

Blue Rondo à la Turk

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Axell Belmont. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptySeg 02 Jul 2018, 22:33


O grito horrendo adentrava minhas orelhas e viajava até minha espinha. Por mais que não tivesse um pingo de medo de alguém como Samir, nem mesmo nessa forma, esse grito me causava uma sensação horrível, de que algo errado tinha sido feito. Não era difícil saber o que era, eu estava lutando contra ele agora mesmo. ~ Você deveria ter morrido no acampamento junto com Noel e os outros. Pra que sofrer duas vezes seu idiota? ~

Me encostava contra as pedras das ruínas, o coração acelerado, fazendo seu trabalho em manter todo meu ímpeto circular pelo meu corpo. Como uma explosão o embate tinha acontecido todo de uma vez, e em um piscar de olhos eu havia levado uma ferroada. ~ Merda. Isso era óbvio, óbvio demais. ~ Me doía mais emocionalmente do que fisicamente. Em contra partida me animava lembrar que eu tinha conseguido cortar mais uma de suas mãos, ou pinças, ou o que quer que fossem aquelas garrinhas. ~ Faltam 3. ~

Foi quando me virei e vi o que não esperava. – Mas qu... – Mordia minha própria boca para não deixar nenhum som escapar e entregar minha posição. Me abaixava sobre o corpo e mesmo não sendo um médico eu poderia reconhecer aquela ferida, já tinha recebido um golpe semelhante uma vez. A diferença é que eu ainda estava vivo. ~ Isso não foi obra de Samir, a não ser que ele e Jasmine tenham mais mercenários espalhados pelas ruínas. ~ Ainda agachado uma ficha caía. ~ Chacal. ~ Ele era um lanceiro. Havia jogado uma agora pouco. Será que tinha sido mesmo ele quem tinha jogado? As coisas estavam confusas e perigosas e um inimigo maior estava rondando.

Os pontos começavam a se ligar, e de novo eu tinha de tomar o controle do campo de batalha. Se isso seria um jogo de xadrez eu moveria uma peça de cada vez e faria as jogadas certas.

Primeiro eu escutaria. Ocultaria minha presença e tentaria descobrir onde Samir estava. Se estivesse perto eu não me moveria, entraria dentro de alguma sombra e tal qual os lagartos do deserto, repousaria ali. Quando ele se distanciasse o suficiente para não perceber pequenos movimentos eu começaria a agir. Ergueria o espadachim pelos ombros e o colocaria em uma sombra, uma que parecesse boa o suficiente para eu mesmo me esconder. Deixaria apenas uma pequena fração de sua bota para fora. Agarraria um punhado de pedras do tamanho de uma maçã ou menor e sairia dali.

Precisaria encontrar um lugar que fosse mais alto que o anterior e ainda mais discreto, dessa vez, escondido o suficiente para Samir não me enxergar no ângulo que viesse conferir o ainda não descoberto cadáver. Ou seja, a medida que ele viesse andando, eu poderia, se necessário, ir corrigindo minha posição com pequenas passadas. A escalada para um lugar mais alto seria feita com naturalidade e leveza nos movimentos, escalar coisas sempre fora de enorme facilidade pra mim e nem mesmo a adrenalina me tiraria esse mérito.

Quando Samir estivesse olhando para uma direção contrária à do corpo e estivesse uma distância considerável eu começaria a agir. Respiraria fundo, agarraria as pedras e começaria. Primeiro jogaria uma a média distância, e depois bem próximo em direção ao corpo, uma após a outra e rapidamente. Sem estardalhaço. Movimentos sutis que simulariam uma corrida furtiva falha. E então ficaria em silêncio e esperaria ele atacar. ~ Você ta puto demais pra ser delicado, e confuso demais pra raciocinar direito. Como é pensar com um cérebro de um inseto? ~

Eu esperava um golpe firme, com uma de suas pinças ou com seu ferrão bem na direção do corpo. Independente de qual fosse, assim que ele disparasse eu saltaria de cima para baixo, minha espada mais alta do que nunca e firme em minhas duas mãos. Tentaria cortar o mal pela raiz, de novo. Arrancar outra pinça, ou quem sabe desarma-lo de seu ferrão o amputando de vez.

No chão, frente a frente eu trocaria golpes. Usaria minha técnica para uma defesa e um contra golpe praticamente instantâneo em direção ao seu dorso humano. Era hora de mostrar que seu corpo humano ainda podia vazar algumas gostas de melado vermelho. Dessa vez não saltaria, tinha aprendido que ficar no chão me dava mais opções de mobilidade.

Ele me pressionaria depois disso, o que mais ele poderia fazer? Eu estaria encurralado próximo a tantas paredes e bem a sua frente. Propositalmente eu me moveria em direção a uma quina, um local em que paredes se encontrassem e daria as costas a elas. Manteria uma distância de pelo menos 1 metro. Quando a pancada do escorpião viesse, em um mesmo movimento eu faria minha espada pesar duas toneladas e a jogaria para cima, num ângulo totalmente reto. Com as mãos descendo puxaria o bastão de minhas costas, o traria para frente e saltaria para trás. Colocaria cada extremidade do bastão em uma parede, me isolando, e o fazendo de escudo. Esperaria que aquilo fosse suficiente para defender o golpe de Samir. Se não fosse, eu tentaria me esquivar, contando que o principal já tinha sido absorvido.  

Com ele perto o suficiente faria algo que queria a muito tempo. – ooooOOOOOAARRGH – Um soco, não na garganta, nem no peito, mas bem no meio de sua cara. Debaixo para cima e com toda minha força. E então me defenderia. Choices. Eu estava vulnerável, sem armas e sem possibilidade de esquiva. Meu soco o deixaria puto e nem o machucaria tanto. Mas o manteria naquela posição. E minha meitou pesando duas toneladas estava caindo igual um meteoro pontiagudo.

Com os braços levantados em guarda alta eu esperaria o resultado e aguardaria a pancada. Um sorriso ardido e machucado aparecia em meu rosto.





Taca tudo fora vaza que ele agora é louco:
 

U-turn:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptyTer 03 Jul 2018, 14:14



O caçador no alvorecer. O predador. A caça. A presa.

Naquelas ruínas, um dos dois iria perecer. Escondido em meio às sombras, Axell tentava se manter escondido, sem fazer ruídos. Apesar da descoberta do corpo ter levantado duvidas em si, ele precisava lidar com uma coisa de cada vez, e com um monstro gigante gritando enfurecido procurando por ele, fica difícil fazer de qualquer outra coisa prioridade.

Na realidade, encontrar aquele corpo havia dado uma ideia ao revolucionário de como agir. Esperando Samir, que estava perigosamente perto, se afastar, ele ouvia a voz grotesca que ecoava balbuciante pelo local, voltando a falar de forma insana, dolorida, cheia de sofrimento. – EeEUUu TE ChAMEiiI, OFeREcI AJuUUDaAA! E VOcêÊÊ aRRAaNCoU MiNHaaS MÂÃOS!!! AHHHHRRRRGH!! MaS, MASSss AGoRa EU TENhooOO NovAS!  MELHorESSss!! SIM, MeLhOReeEESSS! GUAHAHAHAHAHAHAhAhAHahahahaha!!!!

Uma gargalhada emanando loucura surgia e começava a diminuir a medida que Samir se afastava do local onde Axell havia se escondido, ele se punha em ação, começando a preparar o terreno e pôr em prática o que tinha em mente.

- MATAR VOCÊ! DESTROÇAR VOCÊ! PEDAÇOSSS DE VOCêÊÊ! GUAAAAAHHH!!! – Ao longe a fúria e ódio haviam tomado conta novamente do monstro que gritava aos sete ventos

Não era fácil encontrar o lugar ideal para a emboscada que estava planejando, e isso tomou uns belos cinco minutos, onde os gritos enfurecidos da besta ressoavam pelo local, hora se afastando, hora chegando perto novamente e o forçando a se esconder correndo.

- APAREEEEEEEEEEEEEEEEEÇÇÇÇÇAAAAAaaAAAAAAAAAAaaAAAAaaAAAAA!!!!!! AAAAAPPPPPPPPAAAAAAAAAAAAAREEEEEEEEEEEEEÇÇÇÇÇÇÇÇAAAaaAAAAaaAA!!!! – Urrava ela, derrubando muros com pancadas fortes quando achava que tinha sentido a presença do inimigo atrás deles.

Cinco minutos que certamente pareceriam uma eternidade para muitos que se encontrassem na posição do Cavalo Louco. Mas no fim deles, lá estava. O local perfeito para colocar seu plano em pratica. Com o corpo escondido, apenas bota a mostra, paredes próximas formando uma quina, e um local alto o suficiente por perto que lhe dava visão, mas também o ocultava, Axell jogava as pedras que havia recolhido, e assim como esperado, Samir vinha enfurecido para o local.

No entanto ele não ficava exatamente de costas para o revolucionário. De fato ele nem mesmo via as botas. Assim como estivera fazendo antes, ao ouvir aqueles sons ele já partia para o local e dava um encontrão contra a parede que o corpo estava encostado, fazendo-o ser lançado para frente em meio aos escombros. Vendo aquela sombra, um flash de satisfação passava nos olhos do monstro que avançava com tudo, usando a pinça inferior que restara para agarrar um pedregulho e ergue-lo para o lado, e as duas de cima para, se curvando, ir agarrar o corpo pelos braços.

Mas havia algo de errado. Podia sentir. E então aquele sentimento de crise, perigo, o mesmo que sentira com a lança de mais cedo. E vinha de cima! Olhando para o alto, lá estava o motivo. O desgraçado de cabelos azuis, vindo pelo ar com a espada erguida. Não havia tempo de se erguer e bloquear. Não havia tempo de desviar. O que havia era instinto. E por instinto, sua cauda com o ferrão na ponta se moveu como um raio.

Mirando o peito do inimigo, aquela era a única forma de pará-lo, atravessando-o em pleno ar. E dessa vez acertaria em cheio, garantindo a morte do homem e a sua própria sobrevivência. Era o que seus instintos de defesa gritavam, e era assim que agia. Apenas para mais uma vez ver um membro de seu corpo sendo separado pela espada do inimigo. O ferrão cheio de veneno, não mais fazia parte de si.

E assim como cinco minutos atrás, a reação a dor vinha rápida. Assim que Axell pousava no chão, o pedregulho que samir segurava na pinça inferior esquerda voava em sua direção, e mesmo tentando desvia-la com a espada, devido à proximidade e força do objeto, era atingido com tudo sendo lançado para trás e cuspindo sangue involuntariamente.

- GUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH!!!!!! POOOOOOOORRR QQQQQUUUUUUUEEEEEE NÃAAAAAOOOOOOO MOOOOOOOOOOORRRRRREEEEEEEEEEEE??????? – Gritava o ser enquanto avançava com tudo, usando as três pinças para tentar acertar o homem, que bloqueava com dificuldade enquanto recuava contra a quina de duas paredes. Não havia espaço entre os golpes para um contra ataque.

- POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE? POR QUE?

Os braços, ou melhor, pinças de Samir já haviam virado borrões tamanha a velocidade com que atacava, e ele continuava a gritar já cego de raiva o por que daquele homem não morrer. O por que estar perseguindo-o. O por que de conseguir bloquear todos esses ataques. E sim, movimentando sua espada freneticamente, o revolucionário bloqueava cada um dos golpes. Sua espada que já pesava duas toneladas, não afetava a velocidade de seu bloqueio, mas parecia uma barreira intransponível para a criatura.

E aí então veio a oportunidade. A enxurrada de golpes reduzia um pouco de velocidade, e finalmente parava por um instante. Não por ter acabado, mas pela criatura ter recuado as três pinças em conjunto, reunindo uma energia espeça em seu corpo. E nesse momento Axell jogava a espada para cima, sacando rapidamente o bastão das costas e se jogando contra a quina atrás de si. Posicionando o bastão nas paredes, ele esperava que fosse o suficiente para segurar o ataque, e se fosse um comum, talvez fosse.

Mas aquele era um ataque utilizando-se de toda energia acumulada. Uma técnica. Três pinças abertas, uma vindo pela frente, ocupando a parte inferior, duas vindo de cima, ocupando a parte superior. E um revolucionário encurralado contra a parede. O resultado não seria bonito.

- BOOOOOOOMMMMM!!! – Era o barulho que o local fazia com as paredes que desmoronavam, arma que ia parar debaixo dos destroços e um Cavalo Louco que estava no meio daquilo tudo, com o tronco retalhado com três cortes extensos (um x com um traço vertical no meio), sangrando mais que tudo. Sem sua espada em mãos, estava pronto para o abate.

Mas o golpe final não vinha. Em meio àquela poeira que se erguia, o monstro, que um dia foi Samir, não parecia se mover. E então, lentamente, caía. Afinal de contas, havia um motivo para que a meitou de Axell não estivesse em suas mãos. Ela havia sido lançada para o alto, pesando mais de duas toneladas. E havia caído exatamente em cima do escorpião rei quando esse se moveu para frente durante seu ataque final. Perfurando-o de cima para baixo, por mais que ele tivesse sentido o perigo em seus ultimos momentos, não havia conseguido se defender a tempo.

Sua “intuição” o salvara duas vezes nessa luta. Mas como dizem, um é pouco, dois é bom, três já é demais. E agora estava morto. Parecia que o caçador havia ganho no fim das contas, mostrando que não era presa alguma.
Axell:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptyTer 03 Jul 2018, 19:30


BOOOOOOOOOOOOOOOOMMM

O braço erguido em guarda alta de nada servia, o bastão posicionado de nada servia, o ataque tinha sido muito mais poderoso do que eu previa. As pinças contra meu corpo rasgavam pele e músculos e me pressionavam para trás. O impacto era tão forte e concentrado que meu corpo, rompia as pedras das ruínas. Debaixo dos escombros eu tentava me concentrar, ainda estava vivo e a luta não tinha acabado. Poeira pairava o ar e impedia tanto minha visão quanto minha respiração. O sangue por toda parte me deixava desajeitado. O veneno se espalhava pelas minhas veias a cada segundo que passava.

Mas no fundo eu sabia que eu não iria morrer por um único motivo. A cartada final tinha funcionado.

Samir se mantinha estático, tão parado quanto uma construção abandonada como tantas naquele perímetro. A poeira passava por sua silhueta dando tons ainda mais dramáticos e eu tentava me apoiar sobre meus cotovelos para enxergar melhor. Até que então o monstro finalmente começava a cair. – Arrhrhrgh... funcionou. – Arfando. O peito pesado, cheio de fluídos que não deveriam estar ali. Mas profundamente feliz. Se alguém estivesse no lugar de alguma daquelas nuvens veria um Axell caído no meio de escombros com os braços abertos, no meio do deserto e com feridas abertas por toda parte, entretanto, profundamente satisfeito consigo mesmo.  

- zygahaha... arrff... – Ainda no chão olharia para um lado e para o outro. Conseguia sentir minha técnica se desativando involuntariamente agora que o grande inimigo tinha sido derrotado. E com essa simples válvula moral sendo reapertada as coisas começavam a se organizar de modo diferente.

Começaria a me erguer. Tiraria os escombros de cima de mim e me apoiaria nos que estivessem mais firmes. Tentaria fazer isso o mais rápido que pudesse, pois com tanto sangue vazando não poderia me dar o luxo de enrolar. Quando me pusesse de pé agarraria meu próprio peito encharcado de sangue. Queria dar uma olhada em como estava a ferida, tirar todos aqueles trapos e ver. ~ Melhor não. ~ É, melhor não. Mais uma cicatriz estava pra se formar em meu corpo, mas só se eu não morresse aqui, então era melhor se apressar.

Caminharia até o corpo de Samir, e sem cuidado nenhum arrancaria minha espada de seu corpo, golpearia o vento com um tranquinho no final para tirar o excesso de sangue e sairia dali. Não olharia duas vezes para trás. Esse desgraçado já tinha me dado trabalho demais até agora e não perderia mais um segundo com ele.

- Isis. Chacal. Abin. – Diria para mim mesmo. Precisava fixar esses nomes enquanto a mente ainda estava clara.

Caminharia em direção ao lado contrário das ruínas. Apesar de não fazer ideia se esse era o caminho certo, e provavelmente não era, preferia seguir em frente do que recuar ao ponto de partida. Sempre avançar, não? Me manteria atento a minha volta, ainda havia o mistério das lanças. Eu poderia ir me escondendo, mas a essa altura do campeonato não conseguiria esconder meus rastros nem se fosse um ilusionista. Então simplesmente caminharia com minha meitou em punho, em campo aberto, e preparado para defender algum golpe de lança ou qualquer outro com tudo que eu ainda tinha. Se uma lança rompesse o céu em minha direção eu não a desviaria. Seguraria minha espada, e com sua lateral a usaria com um escudo, aumentando seu peso em uma tonelada.



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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptyTer 03 Jul 2018, 20:32



A luta contra o monstro havia acabado. Mas não sem cobrar seu preço. Sangrando, envenenado, dolorido, o espadachim se erguia em meio aos escombros e caminhava até a carcaça do “escorpião rei” pegando sua espada e retirando o excesso de sangue no maior estilo.

Se recusando a recuar devido suas feridas, ele seguia ruínas adentro buscando atravessa-las, fixando os nomes na mente que julgava serem importantes. Atento a qualquer emboscada, o que ele encontrava no entanto era um segundo corpo, o do outro espadachim. Esse aparentava ter sido ferido pelas costas, e pela lamina de uma espada, ou adaga talvez.

Após andar mais um pouco, ele finalmente saía daquela região e alcançava a outra extremidade, dando de cara com mais areia, mais neve, mais deserto. No entanto ao longe era possível ver duas silhuetas paradas. Se aproximando, elas se revelavam como Isis em cima do camelo e Chacal em pé ao seu lado, segurando sua lança. Sentindo a aproximação do Major, eles se viravam.

- Axell! Você está vivo!! – Dizia a moça saltando do camelo e correndo até ele, mas parando antes de fazer o que queria, abraça-lo. O estado do homem parecia grave, e sua espada ainda estava em suas mãos. Na verdade, sua aparência era ainda pior do que da primeira vez que o vira, parecia um demônio saído dos confins da terra.

- Fico feliz em ver que conseguiu superar a criatura. – Falava Chacal, se aproximando e guiando o camelo nas mãos. – Sinto muito por só ter ajudado com aquela lança, mas quando fui recupera-la após vocês dois entrarem nas ruínas encontrei com Isis tentando segui-los. Ouvindo os berros da criatura e ainda mais mediante a situação, achei mais prudente não interferir e tentar seguir Abin, mas parece que chegamos tarde demais, sigh.

- É terrível Axell! Assim que entraram nas ruínas eles começaram a se separar, Abin e Chacal para um lado, Khalil e Hadjit (espadachins) pro outro, mas como se tivessem planejado isso juntos Khalil matou Hadjit pelas costas, e Abin saiu em disparada ruínas adentro!! – Relatava a moça aquilo que havia escutado de Chacal, levantando as mãos para mostrar a surpresa e indignação que recheavam sua voz.

- Eu fui correndo atrás do que parecia mais perigoso e consegui abate-lo, mas isso deu tempo para Abin se afastar, e tendo que voltar rapidamente para te dar suporte... sinto muito. – Continuava o mink com tais palavras e uma expressão de incomodo no rosto.

– Eu não entendo porque Hadjit faria isso, para Abin fugir na primeira oportunidade é compreensível... mas Hadjit? – Se questionava Isis, e apesar de só seus olhos poderem ser vistos, a confusão neles era inegável, ainda mais quando balançava a cabeça daquela forma como se tentasse afastar a confusão.

- Eu consegui identificar o cheiro de outras pessoas nas ruínas, mas pareciam estar todas escondidas. O odor de Jasmine veio direto para cá, assim como o de Abin. Não sei se se juntaram ou não, mas o objetivo parece ser o mesmo... – completava o Mink apontando para um região no horizonte e finalizando – o canal que o rei estava abrindo para ligar o rio à cidade (ruínas).

Com isso, mais uma vez Jasmine parecia escapar do encontro com Axell, se mantendo em movimento e fugindo só Deus sabe do que. Abin parecia ter ido na mesma direção, fugindo, correndo. Por outro lado, Chacal havia explicado de forma perfeita os corpos dos espadachins. Mas nas condições do Major, seria adequado seguir em frente? Nem mesmo Isis pediria isso dele. Nos olhos da moça um pingo de tristeza misturado com outro de frustração aparecia. Aparentemente já tinha desistido da perseguição.
Axell:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptyQua 04 Jul 2018, 16:10


A caminhada pelas ruínas tinha duas peculiaridades. Além da areia e da neve, que por si só já tornavam aquilo único, a ideia de se estar em meio a um lugar que já foi cheio de vida e talvez até próspero e que agora, bem, pra alguém com tantos ferimentos não era o lugar mais encorajador.

De novo o mesmo cenário, outro corpo encontrado com mais um corte de arma branca. Eu não fazia ideia do que estava acontecendo e sinceramente nem fazia muito sentido me esforçar para entender. Em minha atual posição tudo que eu podia fazer era continuar seguindo em frente e torcendo pra que as coisas se desenrolassem rápido.

As ruínas ficaram para trás e a desolação do deserto se apresentou novamente. Uma respirada funda para preencher meus pulmões e recarregar minhas baterias para encarar dunas e mais dunas. Porém, lá na frente, silhuetas conhecidas se apresentavam. Isis e Chacal caminhavam em minha direção e eu não media esforços em mostrar o quão aliviado estava em vê-los. – Estão vivos. – Diria de modo sincero.

Eles jogavam informações e mais informações sobre mim, preenchendo as lacunas que eu não havia entendido até agora, pelo menos algumas. Guardaria minha espada na bainha e só tiraria a mão quando sentisse que a tinha preenchido por completo. E então tentaria raciocinar um pouco. As coisas não estavam fáceis para mim, além da dor contínua e latejante havia um risco de eu morrer sem nem mesmo encontrar nossos oponentes. E se os encontrasse talvez não aguentasse outra batalha.

~ Mas já chegamos até aqui. ~ Isis parecia aflita, estava com pena de mim? Odiava que sentissem pena de mim, sempre odiei. ~ Eu consigo ir mais longe.  ~ Olharia de novo para a garota, não era pena, parecia preocupação. Era difícil discernir esse sentimento, poucas pessoas o demonstraram a mim.

Caminharia em direção ao camelo lentamente e diria. – Se recuarmos agora toda a batalha contra Samir terá sido inútil. – Tentaria subir no animal. – Além disso, daremos brecha para que Jasmine crie outro monstro bizarro quanto esse, e não sei vocês, mas tô de saco cheio de tanto gritaria. – Faria um sinal de cabeça para Chacal. – Pode nos guiar?

Já em cima do animal e em direção ao horizonte eu começaria a fazer uma vistoria em mim mesmo, ou seja, só agora ousaria ver o quão ruim estavam os ferimentos. – Alguém tem algum antídoto contra veneno de escorpião? – Diria com um sorriso amarelo no rosto. Cacete, eu iria muito morrer. Daria de ombros, pegaria as rédeas do camelo e olharia a paisagem. Não era o pior jeito de morrer, se assim fosse.





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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptyQui 05 Jul 2018, 20:06



Como se estivesse perseguindo o próprio diabo, Axell apesar de suas feridas optava por continuar. Com seu cão farejador a ajuda de Chacal e a companhia de Isis, ele seguia a frente, rumo ao canal. Após acenar com a cabeça o mink havia novamente tomado a dianteira.

Já sobre o antidoto? Foi com pesar que Isis disse que não, e o silencio do guia era a resposta que tinha. – Talvez se voltarmos para as ruínas... um dos moradores que estão escondidos deve ser um medico... não adianta seguirmos se estiver assim... – Dizia a moça com uma voz preocupada, enquanto encostava as costas da mão na testa dele, como se para medir sua temperatura, mas perante a determinação do revolucionário, não pressionava mais.

Após dez minutos Chacal parava e parecia farejar o ar procurando por algo. – É estranho, mas perdi o cheiro de Abin. Já vinha reduzindo aos poucos mas agora desapareceu por completo. – Dizia ele olhando a sua volta e farejando mais algumas vezes. Sem ter o que fazer, ele voltava a se focar no único cheiro que ainda tinha rastros, e assim a perseguição seguia.

Não levou meia hora para que chegassem no topo de uma duna e avistassem o canal a cerca de cem metros de distância. Não apenas isso, mas o pato selvagem estava lá na margem, aparentando mesmo a distância estar sem vida (cansado ao extremo, à beira da morte se não descansar). Jasmine estava montada em cima dele e olhava impacientemente para uma pequenina canhoneira que se aproximava, com um único tripulante a bordo. No entanto não havia sinal algum de Abin.

Axell:
 

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Última edição por GM.Wild Ragnar em Dom 08 Jul 2018, 21:51, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptyQui 05 Jul 2018, 23:39


- Eu entendo sua preocupação. – Agarrava sua mão do modo mais suave ao qual um dia já aprendi, o que não era lá grande coisa, e a afastava. – Estou bem, já tive melhor, mas também já tive pior. – Abria um sorriso sincero tentando passar o máximo de confiança em minhas palavras e voltava a me concentrar em nossa incursão, em tentar achar algo a frente e em simplesmente me equilibrar no camelo.

Depois de alguns minutos de nada além de puro sol sobre nossas cabeças, parávamos. Chacal nos alertava do rastro sendo perdido e minha cabeça tentava associar como alguém poderia tirar tantas informações só pelo cheiro, ou pela falta dele. Eu mal conseguia sentir o cheiro de comida em bom ou mau estado, quanto mais localizar alguém. Saindo de meu devaneio voltava a focar o horizonte, simulando que estava pensando em algo o tempo todo. – Argh... Algo aconteceu. Da outra vez havia um cheiro a mais, e nós sabemos o que Samir se tornou. Com um cheiro a menos o que pode ter acontecido? – Coçava a parte superior e já quente de minha cabeça. – De qualquer forma ainda temos o rastro de quem importa, vamos em frente, sempre em frente. E mais rápido.

Com um estalar de rédeas o animal voltava a caminhar e de novo enfrentávamos o deserto. Muitos minutos se passavam dessa vez, era difícil saber quantos, e eu nem se quer ousava olhar em meu colar sobre meus ombros. ~ É melhor não ter um relógio marcante quanto tempo de vida eu ainda tenho. ~ E sem dizer uma palavra todos seguiam em silêncio.

Era refrescante ver o canal, não literalmente, mas sensorialmente era bom ver algo além de areia esses amontoados. Meus olhos acompanhavam toda aquela bela paisagem até aonde podia e se esforçava para guardar o máximo daquilo. Se lembrar dos grandes cenários era como uma quest secundária que eu tinha nessa minha jornada, algo além de surras e sangue. ~ Talvez eu devesse comprar um caderno pra imortalizar essas coisas. ~

Foi quando vi o pato. Ou o resto dele. – É isso, finalmente a encontramos. – Apontaria e tentaria ver discretamente qual a reação de Isis ao finalmente encontrar sua irmã odiada.

- Vamos fazer diferente dessa vez. Chacal, preciso que você faça a primeira abordagem contra Jasmine e mate o pato com uma de suas lanças se ela tentar algo. Eu poderia ir, mas não vou conseguir ser muito furtivo vazando desse jeito. – Morderia os lábios enquanto meus olhos viajavam de um ponto ao outro do canal. – Eu vou me posicionar mais frente, próximo ao canal, junto de Isis. Assim, se ela conseguir fugir nós a interceptamos, e se ela tentar algo contra você nós seremos o elemento surpresa. Concorda? – Esperaria algum posicionamento dos dois, porém, pelo meu tom de voz mostraria que esse plano parecia ser o melhor sobre a minha visão e condição.

E assim executaria, pegaria na mão de Isis e recuaria do topo da duna, recomendaria o mesmo a Chacal com seu pelo preto. Precisaríamos pegar o negativo dos morros de areia para acharmos uma angulação que nossa movimentação não fosse percebida. Tentaria ficar próximo ao canal para interceptar o navio se necessário e também ficar próximo a Jasmine caso Chacal precisasse de ajuda, a pelo menos uns 50 metros. Me manteria atento caso precisasse sacar minha espada para defender rapidamente tanto eu quanto Isis, principalmente Isis.






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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptyDom 08 Jul 2018, 23:28



Parecia que aquela saga na qual Axell havia se metido finalmente estava chegando ao seu fim. Apontando para o alvo e olhando de relance para Isis, por um instante ele podia ver um brilho afiado como uma espada passando por ali antes de sumir, quase como se nunca tivesse existido, e ser substituído por um de esperança. Olhando para ele, os olhos da moça começavam a marejar, como se estivesse prestes a ceder ao choro, mas se segurando.

Com a estratégia armada, tanto Isis quanto Chacal acenavam com a cabeça e os três começavam a agir. Se aproximando furtivamente, eles avançavam sem serem notados, chacal por um lado, Isis e Axell por outro. Quando estavam a cinquenta metros de distância e em uma posição em que conseguiam ver a mulher, notavam que a canhoneira já estava praticamente na margem, e ainda montada no pato, Isis começava a avançar para dentro da água em sua direção.

Chacal que ainda se movia para frente, finalmente achava a posição ideal no topo de uma duna próxima ao canal. Se concentrando por alguns segundos com a lança na mão e olhos fechados, uma energia cinza começava a cobrir seu corpo e a lança. Com uma abertura subita de olhos, uma intensidade parecia emanar deles, e dando um passo firme para frente, a mão direita recuava acima do ombro, para então ir para frente soltando aquilo que segurava. A lança.

Como um raio vindo do alto, em um instante ela estava em sua mão, no outro atravessava o corpo, não do pato, não de Jasmine, mas o do navegador que estava na proa da canhoneira. A lança seguia se cravando na tabua e o deixando lá, empalado no local, olhos cheios de descrença e sangue escorrendo pela boca, sem entender direito o que havia acontecido.

- KYYYYYYYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH!!!! – O grito aterrorizado da mulher de roxo era escutado até mesmo por Axell e Isis, e ela quase caía de cima do pato na água. Olhando para trás com olhos arregalados, ela podia ver a figura do Chacal Negro descendo a duna em disparada vindo em sua direção.

- Eu acho que devemos ir também. Não podemos deixar que fuja! – Dizia Isis já se levantando da posição deitada que se encontrava e dando um passo à frente, parecendo levemente aflita.

Com o chacal cada vez mais próximo, Jasmine tentava desesperadamente alcançar o barco e subir a bordo, mas assim que colocava a mão no mesmo, via que o seu perseguidor alcançava a margem e dava um salto enorme, atravessando aquele espaço, para após um mortal no ar, cair em cima da embarcação. Seu meio de fuga havia sido cortado.

Era possível ver que o mink começava a dizer alguma coisa, usando os braços para gesticular, mas a distância e o vento impediam que Axell e Isis ouvissem o que. A medida que se aproximassem, a voz de Jasmine poderia ser escutada cada vez mais claramente. E se tinha algo ali contido, era um único sentimento, desespero.

- ... estão... comigo? Porque... me... paz? ... ser livre! Eu só queria ser livre!! – Recuando levemente da posição do navio, ela não percebia que atrás de si Isis havia alcançado a margem também.

- Pare de fingir!! Eles sabem o que você é, o que você fez!!! Acabou Jasmine! Você nunca mais vai fazer mal a ninguém!! –
A voz de Isis soava cheia de raiva, enquanto retirava os panos que envolviam sua cabeça deixando o rosto e os cabelos a mostra.

Se virando para trás tomando outro susto Jasmine olhava perplexa para irmã, por um instante perdendo as palavras. – Você... mas... eu me perguntei todo esse tempo como eles souberam... – A voz antes alta agora parecia frágil, era como se uma revelação absurda tivesse sido feita e a compreensão estivesse caindo sobre a akumada. – Mas como... porque? Isis...? – E então uma boa dose de tristeza no olhar. Decepção.

- Eu já... diiisse para PARAR COM O FINGIMENTO!! PARE!! Por quantos anos eu tive que aguentar aquela humilhação... nossas irmãs... e você... – Perdendo a voz e caindo no choro, Isis sacava uma pequena adaga de dentro das vestes, mas não se movia além disso.

- Do que você ta falando...

Enquanto isso Axell observava aquela cena bizarra acontecendo. Duas mulheres lindas, chorando, acusando uma a outra, e um Chacal em cima do barco também observando a situação.

Axell:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptySeg 09 Jul 2018, 13:11


De longe eu e Isis observamos Chacal se aproximar. E dali consegui ver a extensão de sua força, a aura negra subiu e com um simples ataque uma vida tinha sido tirada. ~ Algo está errado. ~ Imediatamente a luz vermelha se acendeu em minha cabeça. Tinha forjado esse plano esperando uma linha de defesa vinda de Jasmine, algum inimigo, uma emboscada, qualquer coisa, mas se Chacal passou de modo tão fácil algo estava errado, batalhas finais nunca eram fáceis.

Isis dizia para nos aproximarmos enquanto Chacal gesticulava algo para Jasmine, o que por si só, levando a linguagem corporal do Mink em questão, era algo estranho. – Sim, vamos. – Isis também estava estranha, parecia ansiosa, mas não do jeito que eu esperava. De qualquer forma, nos aproximávamos. As coisas aceleravam.

E aceleravam. Ouvia fragmentos trazidos pelo vento, palavras soltas que aspiravam coisas diferente ao qual eu esperava ouvir. Meu rosto se fechava, meus sentidos apitavam e deixavam cada vez mais claro que estava sendo enganado por todas as partes. Alabasta e seus jogos de interesse.

Parado junto ao grupo eu ouvia atentamente as mulheres discutirem. Meus olhos dançando de ódio entre uma e outra, entretanto, atento a Chacal e toda sua força letal. A partir de agora eu consideraria todos como possíveis inimigos, e daria uma última chance a eles, meu dever como revolucionário exigia isso.

- CHEGA. – Diria assim que Jasmine terminasse sua última frase.

- Eu não tenho tempo pra essa merda. Eu to morrendo aqui, morrendo por vocês. – Olharia para cada um e então continuaria. – Você, o que realmente quer? – Apontaria para Chacal e deixaria minha mão próxima a minha cintura, mais especificamente, próximo a minha meitou. Meus dedos coçando pra lidar com aquilo do jeito mais simples. Ouviria o que o mink tinha a dizer e não responderia nada. – Agora você, Jasmine. Tem 30 segundos para salvar sua vida. – Desembainharia um terço de minha espada puxando o cabo com o dedão, e apesar de estar me direcionando a mulher me manteria atento aos outros dois. – Fale a verdade, por favor. – Diria por fim a Isis, em outro tom. As coisas estavam se dirigindo para um caminho que eu não queria ter que lidar, não queria ter que machucá-la.

Eu poderia parecer ingênuo no meio daquilo tudo, porém, na realidade, eu tinha plena noção da merda que poderia estourar, de como eu poderia estar sendo manipulado desde que sai do acampamento. Sendo assim, quando tivesse me juntado a Chacal e Jasmine junto de Isis, eu já procuraria me posicionar em um ângulo em que o mink ficasse de frente para mim, e dando alguns passos para trás eu também teria visão das duas mulheres. Antes de qualquer um dali eu presava mais pela minha vida, e sairia inteiro dali.

Se qualquer movimento suspeito fosse feito contra mim eu não exitaria nem por um instante. Se fosse Chacal eu usaria minha técnica para uma defesa e um contragolpe rápido. Minha espada seria sacada para uma defesa rápida, desviando sua lança e em seguida golpearia de modo certeiro a mão que segurasse a arma e que estivesse mais próxima. Se eu tivesse margem pra ataque socaria seu rosto peludo e daria alguns passos para trás com a meitou em punho e apontada em sua direção.

Se fosse algumas das garotas eu golpearia uma única vez a arma apontada, com força o suficiente para desarmá-las. A encararia com fúria o suficiente para mostrar que não estava brincando. E se continuassem me prepararia pra segurar algum de seus membros superiores ao mesmo tempo em que daria uma rasteira, a jogando contra a areia.





U-turn:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptySeg 09 Jul 2018, 15:19



As coisas pareciam estar ficando cada vez mais complicadas. Ou não. Tudo aquilo fazia os instintos de Axell gritar, e como poderia ele ignorar? Em meio a toda aquela confusão, havia uma coisa que era simples, e sempre seria simples. Sua força.

Ordenando que Jasmine se calasse, a interrompendo no meio de sua frase, a mulher olhava para ele cheia de magoa, mas para surpresa dela, o homem ao lado de Isis fazia uma pergunta, e não para si, mas para o parceiro dele, o chacal.

Ouvindo aquela pergunta, o Chacal apenas balançava a cabeça negativamente e ignorava completamente Axell, olhando ao invés para o seu alvo. – Eu entendo sua posição. Mas te garanto que não vai estar restringida. Nós vamos treina-la, se tornará uma das nossas ajudando a manter a ordem das coisas. Estará tão próxima ao topo do mundo, dos dragões celestiais quanto se é possível. Quer honra maior que essa? Gloria maior? O que é a ilusão de liberdade frente a isso? Sua própria irmã te vendeu, você não tem mais nada, mais ninguém. Porque insiste em não aceitar nossa ajuda? – As palavras do Mink eram cheias de justeza e seguiam uma lógica que ele achava inabalável. Realmente não entendia o porquê daquela mulher resistir tanto.

Mordendo os lábios inferiores, lágrimas escorriam pelo seu rosto. Ele estava certo. Não importava o que fizesse, jamais seria livre. Não havia saída, havia?

– Agora você, Jasmine. Tem 30 segundos para salvar sua vida. –

As palavras vinham como um relâmpago em sua mente. Aquele homem sangrento... será que não era um deles também? Como se tivesse visto uma boia salva vidas no momento que estava se afogando, ela olhava para Axell com um traço de esperança. – Eu comi uma fruta quando peq... – A frase que saía com tanta empolgação era interrompida quando uma mão vinda de trás/alto a pegava de surpresa de repente pela nuca, a erguendo rapidamente como se fosse um saco de batatas e a jogando no piso da embarcação com força suficiente para que seus olhos revirassem e ela desmaiasse.

- Não, não. Sua habilidade é importante para nós. Seu destino está traçado. E quanto a você revolucionário, em respeito à sua força, bom coração, e informações fornecidas sobre o paradeiro de seus companheiros, não agirei contra você se não tentar mais nada. E só um aviso, talvez quando estava cem por cento, ou até mesmo após a luta contra Noel, ainda fosse capaz de ser um adversário à altura, mas nesse estado, é melhor que tente preservar sua vida e volte às ruínas para tentar achar um médico que possa cura-lo. – Suas palavras eram sinceras, e a mensagem simples. Salve-se enquanto estou te dando essa alternativa. - E não se engane, tentar me parar não salvará seus amigos. “Abin” Já está a caminho da base. – Completava ele fazendo uma aspas com as mãos e dando um risinho de lado.

- Vo-você!! Esse não foi o nosso acordo!! Vocês me prometeram que poderiam transferir os poderes dela para mim! V-você... – Isis finalmente se manifestava, gaguejando nervosa e apontando para Chacal com olhos esbugalhados.

- Para uma mentirosa tão boa, você certamente deveria perceber quando mentem para você. Se sobreviver, espero que aprenda essa lição. – Respondia rispidamente o agente do governo, enquanto começava a se dirigir para o timão, mas ainda mantendo um olho na situação da margem, e principalmente em Axell.

– Fale a verdade, por favor. –

Após ter levado um golpe tão duro, Isis parecia ter um olhar meio perdido até ouvir as palavras de Axell. E de repente toda raiva que sentia por estar sendo traída, surgia e encontrava uma válvula de escape. – O que mais precisa ouvir? Não está claro suficiente senhor major? Nós duas fomos feitas escravas quando ainda pequenas por causa das habilidades demoníacas dela, mas enquanto eu tive que sofrer o destino de ser concubina, aquela vadia escapou devido suas habilidades. Noel enriqueceu e prosperou cada vez mais por causa dessa puta, e ela se dizia sempre cansada daquela vida, amaldiçoando suas habilidades. Então eu a ajudei a sair dela, kyahahahaha!! E teria pego de bom grado suas habilidades também mas... AHHHHHHHHHHHHHHHH!!!

Com a voz recheada de veneno, ódio, amargor, Isis revelava o que havia ocorrido, ao menos em parte e no fim soltava um grito de frustração para o alto antes de continuar. – Sinto muito se foi pego no meio disso tudo e está mrrendo, mas foi o senhor que apareceu de supetão no acampamento fazendo maior bagunça, matando Noel e libertando a todos. Se quiser culpar a alguém, culpe a si mesmo por se intrometer onde não foi chamado! - E para completar, sarcasmo e desdem.


Axell:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 4 EmptyTer 10 Jul 2018, 18:31


DANCE FUCKER DANCE

Pro inferno todos vocês.

PRO IFERNO O GOVERNO E PRO INFERNO VOCÊ, MINK.

Eu juro que eu vou acabar com sua vida aqui. E eu estando vivo ou não, meus amigos acabarão com mais dos seus depois. E o ciclo de nós os vencendo só vai parar quando estivermos no topo.

NO TOPO

DA PORRA.

DO MUNDO.


Agora era hora de deixar a mágica fluir pela segunda vez no dia. Descompressão total e sem pudor nenhum até o grand finale. A raiva me consumia como um fio de pólvora aceso, como uma puta cheirando algo e ficando orgulhosa de si mesma por todo o estrago que iria fazer naquela noite. E como eu ficaria orgulhoso de mim daqui a alguns minutos, vivo ou morto, no céu ou no inferno, eu seria o homem mais feliz de toda a Grand Line.

A técnica estava quase completa e seus efeitos já eram sentidos. O campo de batalha, de novo, se abria a minha frente. O deserto mais amarelo que branco era predominantemente abundante. Agora tínhamos o canal, ele era o diferencial sobre todas as outras vezes. Gatos não gostam de água. Gatos não gostam de serem cortados ao meio. Havia o pato, havia Isis e havia Jasmine. Havia a porra dum barco e meu dever acima de tudo.

Os pontos começavam a se conectar do modo único que só minha mente mirando a psicopatia conseguia fazer. Como 1 e 2. ~ Chegar em Chachal. Evitar sua lança. O tirar do barco. ~ Simples assim. O plano já estava formulado em questão de segundos, só precisava ser executado com a mestria que se desenrolava em minha própria mente.

Here we go.

A meitou, que antes tinha meio palmo de lãmina a mostra era sacada de vez com um único puxão. Seu brilho rústico e sangue seco a mostra sobre o sol de Alabasta. Meu rosto fechado, os dentes brancos e pontiagudos a mostra como o animal prestes a atacar que de fato eu era. Começaria a correr. De olho no minkl e sua lança letal, se ele jogasse eu poderia morrer, mas se ele não me matasse estaria desarmado e por consequência, morto. Meus pés queimariam a areia alcançando minha velocidade máxima em direção ao canal, a Chacal.

Se ele jogasse sua lança eu traria a imagem mental das outras vezes a qual tinha visto ele fazer isso, primeiro contra Samir e depois contra o homem no barco. Tendia a concentrar uma energia negra antes de disparar seu golpe. Além disso eu tinha sua postura e seus trejeitos em mente. Meus olhos dourados leriam cada parte de seu corpo. Acompanharia toda sua movimentação e se a lança fosse jogada eu faria a espada pesar 2 malditas toneladas, viraria sua lateral a usando como escudo e deixando um dos lados um pouco mais inclinado, fazendo assim com que a lança escorregasse para o solo e não fosse em direção a meu corpo. Se fossem mais de uma eu repetiria o processo.

A corrida continuaria independente do resultado. Quando estivesse próximo ao canal flexionaria minhas pernas levemente preparando um grande salto em sua direção. Mas ao invés de saltar eu apenas me abaixaria e deixar minha técnica explodir contra a água com minha meitou pesando 3 toneladas. Com que velocidade um golpe rápido de um espadachim consegue chegar do ponto A ao ponto B? E qual o tamanho da TSUNAMI que 3 toneladas aplicadas no ângulo certo sobre a água lançariam sobre Chacal e seu navio? Não era problema meu.

Ai sim eu iria em sua direção, mas antes daria um salto para o lado, suficiente para mudar minha posição prévia e só então saltaria em direção a Chacal. Chegaria a poucos instantes da água o encobri-lo. E dessa vez, gritando somente com meu espirito eu o golpearia diagonalmente, minha espada com o máximo de seu peso? O quanto era nem eu mesmo sabia. Um golpe descendente de cima para baixo visando cortar entre seu pescoço e seu ombro e o partir em dois. Se eu acertasse ou não, assim que um de meus pés tocasse o chão eu giraria novamente aproveitando todo o embalo do movimento e adicionando ainda mais força e velocidade, para um segundo ataque. Dessa vez um corte horizontal na altura da cintura, mas de novo, para parti-lo ao meio.

Se no meio desses ataques eu percebesse que ele estava me golpeando com sua lança ou qualquer arma que fosse eu alteraria o ângulo do meu ataque, para assim atingir a arma de Chacal antes de chegar em seu corpo. Era provável que ele fizesse isso, tinha a vantagem da amplitude. Entretanto, eu tinha a da força, a da maldição em minhas mãos.  Acreditando na minha força mais do que em qualquer outra coisa na terra eu iria em frente.

Por fim, depois dos dois cortes eu só precisava de uma pequena brecha. Quando o espaço fosse encontrado eu pularia e chutaria com os dois pés bem em seu peito, com toda minha força, não pra machucar, mas joga-lo para fora do navio.




Taca tudo fora vaza que ele agora é louco:
 


SO WHAT?:
 


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