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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Blue Rondo à la Turk

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MensagemAssunto: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptyQui 14 Dez 2017, 18:36

Relembrando a primeira mensagem :

Blue Rondo à la Turk

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Axell Belmont. A qual não possui narrador definido.


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Axell
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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptyTer 19 Jun 2018, 02:04



Jasmine? – Minha mente parecia ficar mais lenta, as informações não eram processadas na mesma velocidade. A garota, claro que era a garota que tinha sido levada. A mulher de azul dava um passo à frente ao mesmo tempo que as outras se encolhiam, isso sim me chamava a atenção. – Eu vo... – Meu corpo finalmente começava a entregar os pontos e eu desabava no chão. Uma onda de raiva me banhava, odiava passar por essas situações, me irritava admitir que eu tinha um limite, simplesmente me tirava do sério. Respirei fundo e tentei mais uma vez. – Eu vou trazer ela de volta.

Ainda no chão eu ouvia a voz destoante de um dos libertos, meus olhos o encontraram e se estreitaram ao analisar sua figura. Já tinha visto minks antes, mas esse tinha algo de especial, não só fisicamente, ele parecia ter o espirito forte também. Suas palavras mexiam comigo, cada vez mais eu entendia a responsabilidade crescente com todos eles. – Você o matou, as chaves são suas. – Eu não queria parecer líder de nenhum deles, não queria dar permissão alguma, a simples ideia disso me dava nojo, e mesmo sabendo que o mink talvez não tivesse essa intenção eu preferiria deixar seu destino em suas próprias mãos. ~ O ato de se livrar das correntes... se eu fosse ele eu gostaria disso. ~  Mas eu não era, nunca tive minha liberdade negada.

Deixando todo esse sentimentalismo de lado eu voltava a trabalhar. E só com um pouco de pressão o soldado ao meu lado falava tudo que eu esperava ouvir, inclusive um bom motivo para eu não o matar quando tudo isso acabasse. Era estranho, mas de algum modo eu acreditava no que ele estava dizendo, porém, ainda sentia que ele omitia algo. Ao menos ele me dava algum caminho a ser percorrido, e isso parecia me bastar no momento. Não sei, minha mente estava enevoada, era muitos nomes, personagens, lugares e situações novas. Durante toda sua fala eu mantinha em silêncio, observando sua feição e tentando distinguir se o que ele estava falando era realmente verdade. Também estava tentando entender toda aquela situação, mas isso ele não precisava saber. – Certo. – Diria por fim.

A mulher de azul voltava e com ela uma figura igualmente marcante, dessa vez vestida de vermelho. Passava pela minha cabeça o porquê delas estarem vestidas assim, que tipo de jogo elas estavam sendo submetidas? Apesar da resposta ser óbvia e fazer minha veia pulsar de raiva eu não conseguia deixar de imaginar.

De volta a tenda eu me sentava e esperava meu tratamento. Só agora eu percebia o quão fodido eu realmente estava, cortes por todo lado, arranhões e pancadas, muito mais além do ferimento no pescoço. Entretanto nada disso importava, ficar ferido era parte do meu cotidiano, desde pequeno passava por essa mesma situação e era sempre Tidus que me remendava. – Arghh. – Uma espécie de grunhido escapava ao sentir o pescoço sendo remendado. Ao mesmo tempo ouvia sua voz e tentava de algum modo ver seu rosto. Seu pedido me surpreendia e por um instante eu fiquei sem reação. – Eu vou ver o que eu consigo fazer. Obrigado pela ajuda. – Eu queria dizer algo a mais, deixar o meu lado mais falante se soltar, mas alguma coisa me prendia e eu não queria machucar mais aquelas mulheres. Quando elas pediram para eu dar licença eu fiz um breve aceno de cabeça, peguei minhas coisas, fechei as cortinas e sai. – Claro.

Os primeiros passos do lado de fora me transportavam para um outro mundo brevemente. A neve parando de cair e o ar gelado preenchendo meu corpo finalmente clareavam minha mente. Ao redor as coisas também pareciam progredir. Os escravos estavam pilhando tudo e parecia que muito dali poderia ser aproveitado. Era verdade que me interessava algumas armas e alguns itens mais específicos, mas deixaria esse momento para eles. ~ Essa quantidade de ouro sendo transportada pelo meio do deserto? Com a quantidade de guardas que ele tinha. ~ Caminharia em direção ao acampamento. ~ Noel estava em um movimento de tudo ou nada. ~

Primeiro um susto, confusão, só depois eu entendia da onde vinha o som – cacete – o baby den den mushin estava a tanto tempo comigo que eu nem lembrava de sua existência. Pegaria ele e refletira por um segundo sobre tudo que eu estava sentindo, sobre o que estava acontecendo e... sobre o que esperavam de mim. – Mark!! Espero que traga boas notícias, porque eu tenho várias. A primeira é que eu acabei de matar uns 30 contrabandistas de escravos e libertar todo um povo, você tinha que ver, foi demais ZIHEHAEHEAH -  Recuperaria brevemente o folego sem deixar que ele começasse a falar. - As más é que eles precisam de um lugar para ficar, eu preciso de ajuda pra resgatar um deles que foi sequestrado e algumas crianças vão ficar sem presente esse ano. Não sei se o nome Noel lhe é familiar, mas eu parti ele ao meio. – O tom debochado escondia o quão afetado emocionalmente eu realmente estava. Uma armadura a muito tempo usada.

Falando com Mark eu notava uma movimentação ao fundo. O mink parecia ter se voluntariado para nossa pequena saga junto de mais alguns homens. E mais ao fundo as duas mulheres já vestidas pareciam organizar alguma coisa. Assim que eu acabasse a conversa com Mark me dirigia para lá e tentaria entender o que estava acontecendo, se tinham algum plano ou algo a dizer. Iria ouvir antes de falar, e principalmente, perguntaria os malditos nomes das principais figuras.






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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptyTer 19 Jun 2018, 22:54




Atendendo o den den mushi, Axell disparava contando a notícias boas que tinha. Ele não cobria sua empolgação, mas tentava cobrir as outras emoções que sentia com uma leve dose de deboche. No entanto o que ele ouvia do outro lado do telefone – Boas e más, boas e más meu rapaz. A boa é que a missão da Red Legion foi completa na ilha, e não apenas isso, mas estabelecemos uma linha de contato direto com a rainha através de uma comandante revolucionária local chamada Victória. Além disso a rainha começou a dar entrada com o processo de abolição da escravidão mesmo sem ter sido coroada ainda. Pelo que soube bloqueios já estão ativos nos rios para parar os navios e verificar qualquer embarcação com escravos, apreendendo elas e levando os cativos para um local seguro. Além disso pelas ruas das cidades os soldados começaram a agir de forma similar contra os mercadores. Um edital imperial foi feito proibindo a compra e venda, e imagino que o próximo passo, após a coroação, seja abolir de vez fazendo com que os cidadãos em posse libertem seus escravos.

Dando uma pausa para permitir que Axell assimilasse as informações, o homem prosseguia. – Então essa sua situação com os libertados pode ser resolvido os encaminhando para a cidade mais próxima. Por garantia vou contatar Vitória e pedir para que envie alguém ao encontro deles, de forma que nenhum imprevisto negativo ocorra. Mas para isso preciso saber sua posição, e qual cidade pretende envia-los. – Com isso ele dava outra pausa, dessa vez para ouvir do major a resposta, ou muito ao menos permitir que descobrisse isso. Na verdade, durante esse meio tempo ele já usava outro den den mushi para contatar a comandante revolucionária e repassar a tarefa para ela.

- Certo, um homem chamado Nathan irá encontra-los na localização que me disse. Infelizmente não terá tempo de espera-lo. O que venho é lhe passar uma nova missão. Estive tentando contata-lo desde mais cedo, e até achei que tinha deixado o baby den den mushi morrer rapaz!! ou você que tava morto Apesar do quadro positivo em Alabasta, também tivemos derrotas. Raymond se feriu e entrou em coma devido um empate contra agentes do governo. Um médico especializado já está a caminho daí, mas não sabemos se um dia vai se recuperar. Já Frisk e Tidus com adição da major Elsa Volkerball e outras duas revolucionárias vão partir em três horas via expresso oceânico para Pindorama, uma ilha na quinta rota ond-e vo-cê dev... – Aos poucos a voz do coronel começava a falhar e diminuir, até desaparecer completamente. O motivo? Simples. Após tanto tempo sem alimenta-lo, o baby den den mushi gastou suas últimas energias para repassar aquelas palavras, dando seu último suspiro. Estava morto.

Pela localização em que eles estavam, era impossível alcançar a estação do expresso oceânico em três horas. O que significava que se Axell quisesse alcançar a Red Legion, teria que dar outro jeito. Isso sem contar com a situação do “sequestro” de Jamine que tinha em mãos. Deixaria Samir escapar impune carregando a moça consigo?

Vendo que o homem não mais estava conversando, o Mink com os outros dois homens se aproximava, assim como as duas mulheres cobertas com roupas.

- Nós três iremos com você. Eu conheço esse deserto como ninguém e desde que consiga pegar o faro dele, certamente o alcançaremos. Por mais que o pato selvagem seja rápido, será difícil correr noite a dentro nesse clima. Sem contar perigoso. – Enquanto falava, ele lançava um olhar de esguelha para o guarda atrás de Axell, mas era difícil definir a emoção por trás do olhar. Não. Na verdade, não havia emoção alguma. Era frio como a noite e a neve que os cercavam. E ainda assim, o soldado parecia se encolher.

- Na verdade quatro. Eu estarei indo também. Não posso deixar de ir, e prometo não ser um fardo. Além disso tenho informações uteis sobre Jasmine e Samir. – Se pela aparência era difícil diferencias as duas mulheres, pela voz era claro que quem estava falando ali era a que previamente estava vestida de azul.

Por fim, a outra mulher, a medica, também se pronunciava, com uma pergunta. Seus olhos passavam a ansiedade que sentia em se ver em segurança, longe daquilo tudo que estava vivenciando. – Conversei com os outros esc... homens, e ninguém se opôs em ir para um esconderijo revolucionário. A questão é, como faremos isso?

---

Subindo a duna, um homem trazia consigo um bastão que mal conseguia carregar. A grande pedra em sua ponta havia chamado sua atenção, e tendo bons olhos, sabia que seria muito valiosa, apenas não sabia o quanto. Como havia pouco “saque” para todos, resolveu que aquele seria o seu, mas ao ver o grupo que se reunira em volta de Axell, tinha a impressão que o mink estava olhando diretamente para si. Mesmo após tentar disfarçar, essa sensação não passava, e aos poucos era como se estivesse se sentindo sufocado. “Aaaah, puta que pariu!!” pensava ele de forma chorosa e revoltada, suspirando e levando até o grupo o bastão, chegando na hora em que ouvia a pergunta de uma das mulheres.

Mesmo debaixo daquelas vestes, ele ainda podia se lembrar dos vislumbres que tinha conseguido ter delas mais cedo, e só o pensamento o fazia ficar rubro. Esperando pela resposta, ele abaixava a cabeça esperando o momento certo para falar. – Senhor, esse é o bastão que o Noel usava. Tenho certeza que é de grande valor, como o derrotou, agora é seu.

---

Um pouco distante dali, um pato selvagem carregando duas pessoas começava a frear e até mesmo recuar. Samir começava a bater no bicho querendo que continuasse, mas então parava ao ver  uma movimentação estranha na areia a sua frente. Permitindo que o pato recuasse, por pouco eles escapavam de um tipo de lança que saía debaixo da areia.

Na verdade, não era lança alguma, e sim uma pinça. Se revelando completamente, um escorpião com cerca de um metro e meio de altura, e mais de quatro de comprimento se revelava, fazendo com que Jasmine soltasse um leve gritinho. – KYAAAAAAAAAAA!!

Olhando de forma incrédula para o monstro, Samir pensava em suas alternativas, mas sabia que por mais rápido que o pato fosse, não conseguiria fugir por muito tempo. Por um instante pensou em jogar a mulher no chão, para destrair o monstro e lhe comprar algum tempo, mas após olhar para suas mãos, suspirou. “Maldita.”

Estranhamente as duas mãos que Axell cortou estavam de volta em seus lugares, mas havia algo de errado com elas...
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Axell
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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptySex 22 Jun 2018, 19:56



Mark jorrava informações sem parar, provavelmente ele estava a muito tempo tentando falar comigo. A missão da Red Legion realmente tinha sido concretizada e seus efeitos já eram sentidos por toda a ilha. Era impressionante o que a mudança de um único poder absoluto podia fazer na vida de tantos outros. Ele talvez não soubesse, mas eu já havia conhecido tanto Vitoria quanto Nathan, brevemente, mas certamente eles também se lembrariam de mim, o que já facilitava o desenrolar da situação. – Só um minuto, Mark. – Cutucaria um dos escravos próximos e questionaria qual era a cidade mais próxima daqui. O que ele dissesse seria o que eu responderia para o comandante.

Mais uma missão vinha a caminho e eu preparava minha mente para absorver todas as informações, mas algo me pegava de surpresa. Às vezes eu me esquecia que até mesmo os meus amigos poderiam ser derrotados as vezes, até mesmo o Vermelho.  Meu punho se fechava com tanta força que eu sentia minha pele ranger. Meus dentes se apertavam de raiva e vontade de revidar, primeiro a quem fez isso, segundo a mim mesmo, por não estar lá. Ray era como um irmão, não se perde alguém próximo assim. – Eu devo... ? Mark? -  Afastaria o caracol – HEEEEEY!? MARK – Chacoalharia de um lado para o outro e só então o olharia direito, era estranho, mas só agora minha ficha de que aquilo era um ser vivo e não um aparelho tinha caído. – Merda.

As engrenagens na minha cabeça começavam a trabalhar. ~ Tidus e Frisk nunca abandonariam a ilha sem dar o troco em quem fez isso, ou então, estão indo atrás agora. Eu preciso alcançar eles. ~ Já ia me virando quando dava de cara com todas aquelas pessoas, dezenas de homens e mulheres que enfim tinham sua liberdade, porém ainda precisavam garantir sua integridade. Lambia meus lábios e passava a mão pelo cabelo mal cortado, eu sabia do meu dever ali, não poderia fugir disso. A Red Legion não trabalha assim.

Com meus objetivos alinhados era hora de pôr tudo em prático, e nisso eu me garantia. O mink se aproximava e eu o encartava de volta, era estranho o poder de sua presença, quase invejável, não, admirável melhor dizendo. Entretanto não parecia natural. Tanto faz, sentia que logo descobriria. Esticaria minha mão para cumprimenta-lo. – Qual o seu nome?

As duas mulheres se aproximavam, era inegável a atração que eu sentia pelas duas em escala igual. E por mais estranho que pudesse parecer, ver elas vestidas como guerreiras nativas daqui me atraía ainda mais. Eu simplesmente queria saber mais sobre elas. – Toda a ajuda é bem-vinda, e vocês tem muito a acrescentar. – Criaria contato visual com uma após a outra.

De repente um dos homens chegava acarregando a arma de Noel. Só de vê-la o topo de minha cabeça começava a latejar. Era inegável o poder daquele bastão e principalmente a destreza do velho em manusear tudo aquilo. ~ Como seria enfrentar esse desgraçado quanto estava em boa forma? ~  A ideia me instigava tanto que por alguns segundos me sentia perdido em uma batalha imaginária contra o eu mais novo do gorducho. – Err... Não me chame de senhor, meu nome é Axell, e obrigado. Prometo fazer bom uso dela.  – O primeiro contato com uma arma nova sempre era algo meio mágico pra mim, quase emocional. Agarraria o cabo com as duas mãos e sentiria seu peso. Tentaria encontrar o ponto de equilíbrio da arma e por consequência entender como Noel fazer todos aqueles movimentos. Sua amplitude, sua área de impacto e até mesmo seu material... Seria esse bastão tão forte quanto minha meitou embainhada em minha cintura? Eu duvidava, mas não deixava de ser uma arma poderosa.

- Vamos partir o quantos antes. – Faria um breve sinal para todos eles. – Eu só realmente preciso de roupas novas, as minhas já eram. – Apontaria pro meu próprio peito desnudo e com os pelos arrepiados, logo acima o pescoço remendado e com marcas de sangue. – Depois disso podemos ir. Eu acabei de falar com meu comandante, ele disse que os impactos da troca da coroa estão sendo sentidos por toda a ilha. Basicamente o jogo virou e escravos estão sendo soltos por toda parte, isso com a ajuda do próprio exército. – Sorriria, a  ideia realmente me alegrava e me tornava esperançoso. – Só temos que ir para a cidade mais próxima e lá o nosso contato vai nos encontrar. Victoria ou Nathan, guardem esses nomes.

Esperaria o assunto morrer e então caminharia em direção a barraca a procura de algumas peças de roupa e talvez alguma arma ou item menor. – Pode me acompanhar? – Diria para a mulher de azul. Caminhando sobre a areia e neve tentaria entender mais sobre a situação. – Você disse que tinha algumas informações, certo... ? – Esperaria que dissesse seu nome. – Eu realmente preciso entender tudo  que tá rolando aqui. Antes que ela começasse a responder eu pararia abruptamente, me ajoelharia a sua frente, olharia em seus olhos e então começaria a cavar o chão, tipo cavar com as minhas próprias mãos. - Porque essas coisinhas tem que morrer? - Diria ainda cavando, e apesar do tom cômico, me sentia culpado pela morte do den den mushin. Quando acabasse o olharia por alguns instantes para gravar a imagem e não deixar aquilo se repetir, o cobriria de volta e voltaria a caminhar em direção as barracas como se nada tivesse acontecido.  




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Ferida no pescoço: 2\8 (cicatrizar completamente)
Feridas gerais: 2\4 (não deixarão cicatrizes)
Podem ser reabertas se atingidas antes de serem recuperadas por completo
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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptyTer 26 Jun 2018, 00:42



- Erumalu senhor. É o nome da cidade abandonada. – Como não tinha escravo por perto que soubesse responder, era o próprio soldado que o fazia, tentando mostrar serviço.

Com o fim abrupto da chamada, só restava seguir em frente e fazer o que estava ao seu alcance. Com a aproximação dos outros, ele logo perguntava o nome do mink. - Minha mãe me chamou de Ἄνουβις, mas já faz algum tempo que tenho sido conhecido como apenas O Chacal. Pode me chamar assim se desejar, Axell. – A voz profunda do ex-escravo, assim como a leve acenada que ele dava no fim de sua resposta, transmitiam mais do que aquelas palavras. Seu tom era um não de deferência, mas de respeito. Uma pequena diferença, mas muito importante. O revolucionário havia ganho o seu respeito.

Já para com as moças, o revolucionário aceitava a ajuda sem pensar duas vezes, enquanto disfarçava a atração que sentia por ambas. No entanto seus devaneios logo mudavam graças a chegada do homem com o bastão de Noel. Tomando a arma para si, ele avaliava a mesma, e descobria que enquanto o corpo era feito de um material que não conseguia identificar, a pedra no topo lhe trazia uma sensação familiar. Era feita do mesmo material de sua amada espada. Com dois metros de comprimento e uma coloração avermelhada, era uma arma esplêndida.

Dispensando o homem de forma educada, ele anunciava que a hora da partida estava próxima, assim como a necessidade de roupas adequadas. Prontamente a medica da dupla de mulheres entrava na tenda saindo com uma muda de roupas limpas e de bom tecido, eram pretas e feitas para um homem dos desertos, mas ficaram um pouco folgadas para ele. Enquanto isso ele explicava a situação do governo, e pegava todos ali de surpresa. Aparentemente não sabiam dessas notícias ainda.

- Voc – você quer dizer que a escravidão na ilha acabou? – Quem dizia gaguejando enquanto erguia a mão a boca era a mulher que queria ir junto dele atrás de Jasmine. E ela não era a única a reagir. Aos poucos um furor se instalava pelo acampamento, e até mesmo o Chacal parecia abrir um sorriso, por mais que a visão fosse peculiarmente aterrorizante.

- Ouviram isso? Acabou, realmente acabou!! – Vinha a voz alta de um homem em meio aquele furor, e todos em seguida soltavam vivas e saltavam de felicidade, uivando para a noite. – IAIAIAIAIAIAIAIA!!!!

Uma vez que a situação aos poucos se acalmava, Axell chamava a mulher que dizia ter informações para o lado, pedindo que compartilhasse consigo, no entanto mesmo antes de ouvir sua resposta, ele se ajoelhava perdendo a perda de seu den den mushi. A moça esperava pacientemente pelo momento acabar, mas quando ele se erguia e começava a voltar para as barracas, ela pedia para que ele esperasse, acelerando para se colocar ao seu lado, mas sem encostar nele.

- Calma aí! – Dizia enquanto olhava nos olhos do major e pensava até onde deveria contar. Vendo de relance todos os corpos dos soldados abatidos, o sangue na areia e neve que mesmo na escuridão pareciam ter um brilho especial, ela decidia abrir o jogo. Fitando agora a escuridão por uns segundos com olhos igualmente escuros, ela começava a falar novamente.

- A razão que quero ir atrás de Jasmine não é para resgata-la. É para mata-la. – A voz da mulher carregava uma tristeza imensa, mas era firme e clara. – Os outros escravos não sabem. Nem mesmo a maioria dos soldados. Apenas as meninas e eu... apenas as meninas e eu sabemos o que ela realmente é. – Um choro ameaçava brotar no meio da sua fala, quase fazendo com que perdesse a voz, mas ela conseguia segurar, terminando a frase e dando uma pausa antes de respirar fundo e continuar.

- Eu sou a única além dela que ainda restou daquela época. As outras foram chegando depois e só sabem um pouco da história. – Pegando um floco de neve que caía na sua mão, sua voz começava a ficar distante. Era como se estivesse contando um conto, não necessariamente de fadas. – Em uma vila que já pereceu perante o clima implacável dessa ilha, os homens acreditavam ser abençoados pelos deuses pois suas mulheres e filhas eram todas belas. Muitas vezes mercadores vivos vinham e ofereciam dotes incríveis pela mão das garotas.

Era nessa vila que um grupo de amigas cresceram, e com o passar do tempo muitas recebiam propostas que agradavam seus pais e iam se casar. Mas havia uma garota que escapou desse destino. O pai da mais velha delas não aceitava proposta alguma. E de fato, nunca aceitaria. Isso se dava porque sua filha tinha uma habilidade peculiar que havia ganhado ainda criança. Ela era capaz de juntar quaisquer duas coisas que estivesse tocando. O poder de transformar duas coisas, em uma só.


Nesse momento a moça olhava para Axell, como se buscasse algum traço de duvida em seu rosto. – Com tal habilidade, seu pai havia começado a ganhar uma boa quantia de dinheiro concertando armas, itens preciosos, raros. Sua fama começou a se espalhar, e sem perceber ele havia atraído a atenção de homens gananciosos. Homens poderosos. Um deles, Noel, conseguiu descobrir o segredo e comprando soldados na região para virarem o rosto, foi até a vida com mercenários contratados, matando e destruindo.

Quando chegou a vez da família de Jasmine, ela saiu porta a fora.

“Eu serei sua.” Dizia ela.

“Mas com uma condição. Meu corpo jamais deverá ser violado.”

“E quanto ao seu pai?”

“Ele já se aproveitou demais de minhas habilidades.”

“E quanto a suas irmãs?”

“Sua beleza é o seu mérito. Não pode me violar, mas leve-as comigo para que te sirvam da forma que eu não pretendo servir.”


Voltando a fitar o horizonte escuro, uma lagrima solitária escorria de um dos olhos da moça. – Haviam quatro de nós. Após matar nosso pai, ele nos levou com ele e nos forçou a ser suas... concubinas. Jasmine nunca teve que participar dessas coisas. Ela era sua joia rara, sua fonte de verdadeira riqueza. Noel manteve os negócios de escravidão apenas para acobertar o lucro que tinha obtido usando as habilidades dela. Com o tempo ela se tornou sua conselheira, confidente e eu nem mais sabia quem era dono de quem entre aqueles dois. Das três de nós que éramos concubinas, duas foram vendidas depois que perderam a graça. E ela nem mesmo se importou! Ela riu quando supliquei que as libertasse!! Riu quando eu disse que odiava ela. Riu quando a chamei de monstro!!!

Obviamente se alterando e deixando uma fúria avassaladora transparecer na voz, ela precisava de algum tempo antes de se acalmar. – Ela disse que tinha a vida perfeita. Tinha tudo do bom e do melhor, todo luxo possível, dormia com quem queria sem que o velho soubesse, comprava o que quisesse. Até nós, se quisesse poderia nos comprar e libertar. Mas qual seria a graça nisso? Ela disse que eu não sabia a que ponto seus poderes haviam progredido, e que em breve ela iria além. Ia gravar seu nome na história.

Sigh. Eu não sei o porquê Noel estava fugindo. Mas certamente não era por conta de medo de perder os escravos e não poder mais comercia-los. Até agora eu não entendi porque ele nos trouxe com ele. Apenas ela e dois homens de confiança dele, Samir e Joab devem saber. Eu não sei onde Joab está, mas eles dois devem estar indo para Erumalu também, já que era para onde Noel estava indo.


Aquele era o fim do relato dela, e suspirando fundo ela olhava o revolucionário mais uma vez. Em seus olhos a pergunta que não conseguia fazer. Ele a impediria de matar a própria irmã?

---

Enquanto isso o acampamento acabava de se organizar. Estavam prontos para partir quando fosse a hora.

____________________________________________________


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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptyTer 26 Jun 2018, 21:33



As roupas novas serviam bem, e pra dizer a verdade, não era a primeira que tinha usado vestes desse tipo. Em cactos Island havia usado algo parecido para suportar o sol escaldante e o vento cortante e ininterrupto da ilha. Ajeitava a roupa a fim de buscar o melhor caimento e em seguida prendia minhas armas de maneira fixa e que ficasse sempre a minha disposição pra um saque rápido. O bastão iria nas minhas costas.

De certo nem mesmo eu entendia o poder daquelas simples palavras. A escravidão não tinha acabado só para eles, mas para toda a ilha, isso implicava em toda uma história de vida, em amigos, em família, em raízes profundas. O furor se espalhava rapidamente e de modo desornado. Meus olhos seguiam cada pessoa que recebia a informação a fim de captar a imagem única da mais sincera felicidade, e transbordando de empatia por eles, eu mesmo abria um sorriso gigante, com todos os dentes a mostra juntamente dos lábios feridos. Uma lágrima até tinha ameaçado se formar, mas rapidamente foi contida. – tsk

Com o den den mushin enterrado, ou pelo menos perto disso, eu continuava a trabalhar, e aquela mulher era o que eu tinha de maior acesso a informações no momento. Eu também queria ficar perto dela. No entanto o que ela me dizia rompia qualquer clima de conhecimento mútuo, sua história era pesada, difícil de engolir, do tipo que me causava raiva e indignação. Eu não fazia ideia de como deve ter sido difícil viver uma vida como essa, traída por alguém tão próximo... A encarava. Tentava não demonstrar nenhuma reação que me entregasse demais, mas era difícil, esconder sentimentos nunca tinha sido meu forte, e a veia pulsando em minha testa deixava isso claro.

Quando ela acabou de falar eu respirei fundo. ~ Eu quero te ajudar. ~ Estalei o pescoço e disse. – Eu quero te ajudar, mas não vou por inúmeras vidas em risco por vingança. – Lamberia levemente o lábio inferior, era óbvio que eu estava contrariando minha própria vontade, mas alguém em minha posição tinha responsabilidades e eu não poderia virar as costas a elas. – Você entende que por ter me dito isso eu poderia simplesmente negar toda essa missão? Então eu vou ser claro com o que vai acontecer aqui. Eu vou explicar a situação para o Chacal e os outros, se eles quiserem vir, vai ser por escolha deles. Quando chegarmos lá você não vai matar ninguém, mas vai servir como testemunha quando prendermos Jasmine e a entregarmos a princesa. - Meus dedos coçavam, queria pôr a mão sobre seu ombro, mas não faria. – Eu sinto muito, mas esse é o máximo de vingança que eu posso te dar.

Seguiria em direção aos camelos, era hora de partir, sinceramente toda esse clima de empolgação e tristeza se revezando já estava me deixando ansioso. O campo de batalha sempre era simples, só precisava vencer, vencer para não morrer. Como 1 e 2. E lá eu podia agir por instinto, não precisava pensar em ninguém e nem em consequências. – Pelo amor de deus, como é o seu nome mesmo? – Diria para o soldado, se ele estivesse longe eu o chamaria antes. – Chame os outros e prepare água e essas merdas, vamos sair daqui o quanto antes.

Quantos todo o grupo tivesse reunido eu começaria a explicar a verdadeira motivação da inquisição. - Só agora eu fiquei sabendo que essa não é uma missão de resgaste... é uma captura. Estamos indo para capturar Jasmine e deixá-la a julgamento da princesa. Se ela soube o que fazer com essa ilha, ela vai saber o que fazer nesse caso. Quem ainda quiser ir comigo, é só me acompanhar, que não quiser, não precisa dizer nada. - E partir em direção ao deserto.







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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptyTer 26 Jun 2018, 22:57



A resposta dada por Axell certamente não era a que a mulher gostaria de ouvir. Seus olhos marejaram e ela olhou para baixo, enquanto quase que em um sussurro, concordava. – Eu entendo.

Com tudo pronto para partida, ele chamava pelo soldado e percebia que não sabia seu nome. – É Abin senhor! Filho de Abin e neto de Abin! – Obviamente o homem estava meio tenso e partilhava informações demais.

Logo, a medica se aproximava, seus olhos verdes fitando Axell com gratidão. – O acampamento vai esperar até estar próximo do amanhecer para partir para Erumalu, quando chegarmos lá creio que já terá seguido em frente, então creio que isso seja um adeus, ao menos por enquanto. Se cuide major Axell, e obrigada por tudo. – Com uma vênia ela começava a se afastar, mas parava no meio do caminho. – Nathan e Vitória certo? – questionava buscando confirmar os nomes de quem encontraria com eles. Só então ela seguia de fato em direção a um dos escravos libertos, conversando e organizando as coisas com ele. Parecia que os dois estariam no controle das coisas ali, uma vez que Axell e os outros partissem na frente.

Com isso o Chacal e os dois espadachins se aproximavam também, assim como a irmã de Jasmine. Somado com o soldado, o grupo estava formado e pronto. Mas Axell ainda tinha algo a dizer. - Só agora eu fiquei sabendo que essa não é uma missão de resgaste... é uma captura. Estamos indo para capturar Jasmine e deixá-la a julgamento da princesa. Se ela soube o que fazer com essa ilha, ela vai saber o que fazer nesse caso. Quem ainda quiser ir comigo, é só me acompanhar, que não quiser, não precisa dizer nada. -

O soldado deu um passo para trás, mas com uma segunda olhada para o acampamento, suspirou e subiu em um camelo. Surpreendentemente dos três que poderiam desistir, nenhum escolheu faze-lo. – O coração dela é cheio de maldade. Seu peso é enorme. – Dizia o mink de forma enigmática. Os outros dois apenas davam de ombros e enquanto subiam nos camelos, um deles mencionava. – Para ser honesto só estamos indo matar o Samir. Aquele maldito vai pagar.

Assim, noite a fora, deserto a dentro, os seis avançavam em direção a Erumalu em um passo rápido, exigindo bastante dos camelos. – Posso sentir o cheiro deles. – Disse o Chacal após um certo tempo, ajeitando levemente a direção. Servindo de guia e rastreador, ele ia à frente em seu camelo, logo atrás vinha Axell e a mulher dividindo um, o soldado em outro com a maioria dos suprimentos, e os dois espadachins no último.

Após mais de duas horas avançando, havia uma mudança. Erguendo a mão em sinal de “pare”, o rastreador fazia o camelo reduzir o passo até ficar imóvel, para então dar uma inspirada mais profunda. - Um quarto cheiro surgiu, é forte, não sei definir ao certo. E existe sangue também. Não estamos longe agora, fiquem atentos.

No entanto a medida que continuavam a prosseguir com mais cautela, não haviam sons além do vento. – Foi aqui que aconteceu. – Descendo do camelo, ele rodava a área, usando não apenas de seu faro, mas também de sua visão, e até mesmo se abaixando e tocando o misto de areia e neve aqui e ali. – Algo saiu debaixo da areia, grande. Houve uma breve luta, assim como derramamento de sangue, mas não muito. O que é estranho... é que os quatro odores seguiram em frente. O que quer que tenha sido parece ter pego tanto Jasmine quanto Samir e o pato selvagem, os carregando para longe.

Ele ainda tentava apertar os olhos para identificar pegadas, mas era inútil. – Infelizmente o vento forte e a neve já cobriram suas pegadas. Mas a criatura parece estar seguindo na mesma direção que nós. – Retornando ao camelo, ele olhava para Axell. – O que quer fazer?

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptyQua 27 Jun 2018, 00:03


- Abin. Não vou me esquecer. – Miraria seus olhos. Por algum motivo algo naquele homem me intrigava. Me sentia bobo por acreditar nele, mas também não conseguia simplesmente entrega-lo aos escravos. Afinal, talvez eu estivesse ficando mole com o tempo.

A médica se aproximava e antes que dissesse algo eu já sabia que se tratava de uma despedida. Admirava seu par de olhos pela última vez. – Tomem cuidado no caminho. – Já havia voltado a caminhar, igual a ela, quando respondi sua pergunta. – Sim, Nathan e Victoria. Diga que eu mandei lembranças, e pra avisarem a Red Legion que eu estou chegando. – Acenaria já virado com as costas de minha mão.

Antes de partir era necessário deixar tudo em águas claras, a pior coisa que poderia acontecer era alguém perder a vida pela motivação errada. Primeiro Abin recuou e longo pensei. ~ Você não, filho de Abin. Você não tem para onde ir. Vai para o inferno comigo se eu quiser. ~ E depois os outros. Tanto Chacal quanto os espadachins se mostraram ser tão firmes quanto esperados. Em resposta eu apenas arqueei minhas sobrancelhas e dei de ombros. – Se é assim. Vamos pela vingança. – E subi no camelo.

Os camelos iniciavam sua caminhada, e nós a nossa pequena viagem. Essa sempre fora uma de minhas partes favoritas, simplesmente sentir a jornada, o movimento do camelo, a noite, a areia e o vento. Os desertos eram aconchegantes tamanha a sua desolação. Se eu mesmo fosse uma paisagem, com certeza seria um maldito deserto. Meus olhos que antes estavam fechados se abriam lentamente. Chacal estava a frente, eu confiava nele para nos guiar aqui. A mulher estava atrás de mim, e era bom ter ela tão perto. Mas o que me tirava realmente de meu devaneio era Abin. Daria uma única encarada, tão séria e firme que ele entenderia o recado. Pela minha expressão eu diria, "Não ferre comigo soldado, eu não quero arrancar sua cabeça. “ E então voltaria a mirar o que viesse pela frente.

Primeiro o mink fez sinal para que parássemos e depois paramos de vez. Ele analisava o terreno, farejava e realmente parecia entender o que tinha acontecido ali momentos antes. Com certeza aquela era uma habilidade que eu gostaria de ter no futuro. Desceria do camelo junto com ele e me agacharia no chão. Agarraria a areia e deixaria ela escorrer entre meus dedos como se aquilo realmente pudesse me dizer algo. – Que porra.

Coçava a cabeça e tentava imaginar um cenário de luta, algo que fizesse sentido. ~ Samir, sem as duas mãos. Jasmine com suas habilidades de juntas coisas. E um pato. ~ Passava minha mão pelo meu rosto. ~ Não faz sentido. ~ A resposta certa era “voltar”, é isso que vamos fazer. “Vamos voltar e seguir juntos com os outros para cidade, assim vocês ficam vivos e eu não me sinto um merda por deixar todo mundo morrer.” Ao me levantar mediria a mulher. Respiraria fundo. Eu entendia à vontade de fazer vingança, esse era um sentimento que fazia parte de mim constantemente. – Vamos seguir em frente. Precisamos confirmar se estão mortos ou planejando algo. Continue nos guiando Chacal.

Quando os camelos voltassem a andar eu deixaria que os outros ganhassem um pouco de distância para poder falar com a mulher atrás, a sós. – Qual seu nome? – Quando respondesse deixaria alguns segundos se passarem. – Você merece uma resposta, nós vamos conseguir uma. – Aceleraria o camelo ao encontro dos outros. – Fique atenta, as coisas vão ficar complicadas a partir de agora.  – E eu mesmo seguiria meu conselho, miraria o caminho, mas também o horizonte. As areis escondiam muita coisa e eu sabia que uma emboscada não era uma hipótese descartável. Procuraria padrões estranhos, elevações suspeitas na areia, qualquer coisa que não parecesse se encaixar, se achasse, não hesitaria em chamar a atenção de todos ao mesmo tempo em que tentasse evitar a situação.




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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptyQua 27 Jun 2018, 02:13



A decisão estava tomada. Seguiriam em frente.

- Isis. Me chamo Isis. Obragada por seguir em frente. – A voz baixinha, suave, no pé da orelha do homem para que ele pudesse ouvi-la. Os braços da moça envolviam a cintura de Axell para se fixar melhor no camelo, e ao ouvir o que ele dizia sobre ela merecer uma resposta, involuntariamente, ou não, seus braços apertavam mais, fazendo com que seus corpos ficassem quase que colados.

Ao mesmo tempo em que eles conversavam, os três ex-escravos pareciam estar conversando algo também, mas era difícil discernir mais que algumas palavras soltas ditas pelo chacal. – Não... cuidado... evitem... oportunidade... estraguem...

Após avisar a moça para ficar atenta, eles voltavam a prosseguir jornada calados. As horas passavam, mas o cenário permanecia o mesmo. Já deveria se aproximar da manhã, mas nenhum deles dormira. Bom, Abin havia tirado vários cochilos aqui e acolá, mas não havia atrapalhado de fato o ritmo do grupo.

- Os outros devem estar se preparando para vir agora. – Dizia um dos espadachins se espreguiçando um pouco para espantar o sono.

- E nós estamos chegando. O odor deles veio direto para cá. A qualquer momento as ruínas devem começar a aparecer.

- Tem algo de estranho Axell. Apesar de ser conhecida como a cidade abandonada, ainda tem moradores que se recusam sair. Será que a criatura fez da cidade seu covil? Por que viria para cá tamb... – As palavras da moça morriam em sua boca quando do meio da escuridão, algumas formas saídas do chão podiam ser vistas. Ao se aproximarem mais, era possível notar com dificuldade que pertenciam à ruinas, pedaços de construções que não haviam sido soterrados completamente. De alguma forma o local realmente parecia mais o covil de algum monstro do que o lar de seres humanos.

De forma quase palpável a tensão começava a aumentar no grupo, e quando estavam prestes a entrar de fato na área, Axell pôde ver um movimento. Ele não foi o único. – Temos companhia. Pelo cheiro, é a criatura. O corpo de Samir deve estar por perto também, mas não o rest...

- GUUUUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHH!!!! – Um grito gutural quebrava o silencio da madrugada, e uma sombra vinha pelo ar em alta velocidade para cima do Chacal e seu Camelo, forçando que ele saltasse para a lateral sem jeito e acabasse sacrificando o animal no processo, já que uma pedra enorme caía em cima dele o esmagando.

- ELa DIsSe Que VOcEs ViRiIiAaaAAAMMmmM! AaaaAAAAArrrRRRGGHHH!! NãÃÃoOO pOSsO dEiXaR PASsaRRR!!! NãÃÃoOO pOSsO DeIXaaAARrRRr!! – A voz monstruosa parecia cheia de dor, e com uma dificuldade enorme de falar aquelas palavras. Hora grossa, hora fina, os gritos de aviso vinham de um ser que a medida que os primeiros raios de sol começavam a pintar aquele cenário, finalmente aparecia na frente de todos.

Surge o CGI de bosta:
 

Levando a mão até a boca e arfando em susto, Isis começava a sussurrar descontroladamente. – Não pode ser, não pode ser, ela não deveria ser, só coisas inorgânicas, mas e se... oh meu Deus, não pode ser!!!

O Chacal por outro lado sacava a lança enquanto estreitava os olhos. – Ele era usuário de alguma fruta? – Perguntava por cima do ombro para Axell, mostrando ter conhecimento sobre akumas no mi. Já os dois espadachim rapidamente pulavam do camelo em que estavam, desembainhando as espadas.

- Heh, você disse que se fosse livre iria sair pelos mares vivendo altas aventuras, matando monstros, lutando com piratas e marinheiros, saqueando ilhas. Parece que sua primeira aventura chegou. – Dizia um deles com um sorriso nervoso no rosto.

- Porra não era... não era disso que eu tava falando. Agora cala a boca e não me faz ser morto. – Respondia o outro molhando a boca seca com saliva e tentando controlar a respiração ofegante.

O único que não descia do camelo era Abin que olhava assustado e depois apontava para criatura, falando o obvio. – He-ey. Aquele ali n-não é o-o Samir??

Claro que ele estava certo, na frente do grupo Samir, ou ao menos a parte superior dele estava batendo as pinças que tinha no lugar de mãos contra a cabeça de forma desesperada e confusa, como se estivesse lutando com algo. E sim, se antes ele tinha tido suas mãos cortadas e posteriormente reparadas por Jasmine, agora não havia mais traço delas. Em seu lugar haviam pinças gigantes, assim como na parte debaixo dele não haviam pernas humanas, mas sim o corpo do escorpião gigante que haviam encontrado no caminho.

- NããÃÃo VãÃO PAsSaR, NããÃÃo VãÃO PAsSaR, NããÃÃo VãÃO PAsSaR, NããÃÃo VãÃO PAsSaR, NããÃÃo VãÃO PAsSaR, NããÃÃo VãÃO PAsSaR, NããÃÃo VãÃO PAsSaR, NããÃÃo VãÃO PAsSaR! – Retindo vez e outra de forma furiosa, o monstro não saía do lugar, mas aos poucos parava de “se bater” e olhava para o grupo mais uma vez, que nesse ponto já começava a ser iluminado pela claridade também. E era nesse momento que ele parava repentinamente de falar, tendo os olhos arregalados. Um segundo, dois segundos.

- VOOOOOOOOOOOCCCCCÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!! – Um urro de pura fúria saía de sua boca, e agora não parecia ter dor alguma em sua voz, apenas raiva, rancor, ódio. Com os olhos vidrados em Axell, a criatura com quase quatro metros de altura, saía do meio das ruínas e avançava rapidamente pela areia em direção ao grupo, sua cauda erguida terminando em um agulhão fino. Mesmo que as coisas estivessem confusas para si, alguma claridade surgia em meio a tudo o que estava passando. Uma vontade imensa de matar aquele homem de cabelos azuis.

Dados:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptyQui 28 Jun 2018, 22:17

ANIMAL


Puxava o ar para responder Isis, mas antes de ter a chance de falar as ruínas começavam a mostrar seu semblante e fazer jus a seu nome. – Sinistro... – Digno de uma fortaleza de um super vilão a cidade se apresentava, e junto dela, um clima quase palpável de tensão, um puro sentimento de que iria dar merda a qualquer momento.

E deu.

Chacal tinha nos alertado à apenas alguns segundos quando a gigantesca massa esmagava o camelo e por pouco não o esmagando junto. Imediatamente e quase por instinto minha espada era sacada. Meus olhos iam em direção da onde pedra tinha surgido ao mesmo tempo em que eu tentava não imaginar como o pobre animal tinha ficado depois de ter virado geleia.

Um grito vinha de longe. Não, não era como um grito de um homem. Nem mesmo um urro de um animal. Era um misto dos dois, só que com certeza não tinha dado certo. As coisas começavam a se conectar, e por mais que estivesse quase estampado em nossa cara, todos precisavam deixar escapar sua reflexão. – Não, Chacal, quem tem poderes é Jasmine. Samir não tinha nem mãos. – Diria sem tirar os olhos do escorpião rei.

Como se fosse um outro núcleo os dois espadachins sentiam a situação em outro tom, e apesar de tudo, aquilo me trazia um bom sentimento aventuresco, me lembrava do começo de minha jornada e de minha ânsia por aventuras e novos inimigos. Aquilo me encorajava, aquilo, e o Chacal, Isis atrás de mim e até Abin. Era hora de chutar a bunda desse desgraçado mais uma vez.

A criatura gritava sem parar, duas vozes juntas, completamente perdida dentro de si mesma. Eu a encarava e o sol começava a nos iluminar. Meu par de olhos dourados encontraram os seus, enfurecidos, e eu sabia que ele queria vingança. – Hora do segundo round. – Diria descendo do camelo.

Assim que meus pés tocassem a areia eu daria as rédeas a Isis, puxaria acorda virando o camelo para uma direção contrária a do escorpião e daria um tapa forte na traseira do animal. – Procure o momento certo pra aparecer aqui. – Deixaria claro com minha feição que aquilo não era um pedido, nesse momento não haveria democracia. Porém também mostrava que eu não a estava desprezando, só não era seu momento.

- Entrem nas ruínas e se preparem. O primeiro embate é meu, mas vamos derrotá-lo juntos lá. Seu tamanho vai ser uma vantagem no meio dos escombros. Chacal, conto com você pra organizar o grupo.  




O convite estava feito, minha tarefa era fazer ele se arrepender. – EU MESMO, SAMIR. – Caminharia em sua direção e tomaria a frente de todo o grupo. Meus pés firmes na areia fofa de Alabasta. – VEJO QUE AGORA TEM MAIS MEMBROS PRA EU CORTAR. – E então começaria a correr. Correr o mais rápido que eu pudesse. Não era ele que estava vindo me pegar, eu que o estava caçando, o estava perseguindo desde o acampamento e finalmente o tinha encontrado.

Eu já sentia a transformação vindo, essa porra era séria e eu não estava pra brincadeira. Aos poucos minha própria mentalidade começava a mudar. Não sei, talvez fosse alguma coisa química, ou hormônios, quem se importa? Eu só tinha certeza que a cada passo que eu dava naquela direção, mais ferrado aquele hibrido fudido estava.

E então a válvula foi aberta.

tsssss

Descompressão total.

O campo de batalha aqui era simples. Como eu disse lá atrás, era 1 e 2, sem meio termo. Havia eu, o deserto, e Samir. Atrás dele tinha as ruínas. Atrás das ruínas havia mais deserto. ~ Tem mais, sempre tem mais. ~ Acima. Acima de tudo isso tinha o sol, o brilho do sol também era uma arma. Ele poderia ser o meu maior escudo. Era isso.

Engolindo a areia, ganhando terreno o mais rápido que eu podia, em conjunto eu já acumularia energia em meu braço. Me prepararia para entrar no que eu estimava que fosse sua envergadura máxima, incluindo seu ferrão. E então, sem recuar, empunharia minha espada e esperaria o seu golpe. Alguém furioso sempre ataca primeiro. Quando desse o primeiro golpe eu arrumaria minha base, e defenderia apenas de relance, um leve desvio para o lado para jogar seu membro em direção a areia. Ao mesmo eu saltaria em sua direção, por cima de seu dorso. Nesse momento eu seria um alvo fácil, era o que eu queria. Esperaria até o momento certo, no ar, como se o tempo tivesse parado. Eu precisava que ele me atacasse de cima para baixo. Quando sentisse que seu golpe fosse me atingir, quando eu notasse que era esse o momento da escapatória ou eu seria atingido deixaria minha técnica explodir.

O tiro não seria em sua direção, e sim no ar, me tirando da trajetória de seu ataque e talvez fazendo com que ele mesmo se atingisse. Entretanto o mais importante era simplesmente me jogar na direção em que o sol virasse meu aliado. Quando Samir se virasse eu teria meio segundo, talvez menos para agir. Mas era só o que eu precisava com uma espada tão afiada quanto uma meitou. Um corte firme, digno de um clássico samurai sairia de minha cintura e cortaria uma de suas garras ou duas de suas patas. O que estivesse mais fácil e assertivo ao meu posicionamento.

Se eu acertasse, guardaria um último ataque para sua represália. Ou seja, o movimento instintivo que seu corpo faz ao receber um grande dano ou dor. Ele bateria com o que pudesse e eu golpearia de volta com a minha espada. Meu dano seria minha defesa.

Assim que nossos corpos se encontrassem eu começaria a correr em direção as ruínas. – SE TIVEREM ALGO, ATIREM! – Gritaria para os homens ao quais eu já esperava que estivesse posicionados em áreas privilegiadas. Correria em direção as ruínas e procuraria os cantos pequenos, escuros e com possibilidades de movimentação. Lá dentro faria minha presença sumir usando minha furtividade pra produzir o menor barulho possível e esperar Samir.



OFF:
 

Taca tudo fora vaza que ele agora é louco:
 

Heartbreaker:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptyDom 01 Jul 2018, 18:12



Ao ouvir a resposta de Axell, Chacal pela primeira vez deixava um olhar de preocupação passar pela sua face. Uma fruta capaz de transformar os outros em Zoans? Lembrando-se dos cheiros distintos, e vendo a forma insana com que Samir estava agindo, ele percebia que não era exatamente assim. Antes haviam dois, agora havia um. Olhando para os próprios braços peludos e lembrando o que acontecera consigo há tanto tempo atrás, ele retornava ao presente apenas quando o Major Revolucionário dizia seu plano.

Acenando rapidamente, ele começava a se distanciar do homem de cabelos azuis, assim como os dois espadachins e até mesmo Abin, que parecendo reunir sua coragem, os seguia. Como se alguém tivesse apertado um botão de “acelerar”, tudo a partir daí ocorria em uma velocidade incrível.

Axell descendo do camelo e o mandando para longe. Isis gritando um abafado – Nãão! Espere! – Mas sem conseguir evitar.

Samir se aproximando e Axell iniciando uma corrida própria, gritando em resposta provocações que serviam para enfurecer ainda mais a monstruosidade a sua frente.

E então as duas figuras, uma grande e outra pequena, se encontrarando. Samir abria sua pinça inferior direita e atacava diagonalmente, mas Axell usava sua espada para desviar o golpe para a lateral, fazendo com que atingisse apenas areia e neve. Enquanto isso, aquele que ainda era humano, saltava visando passar por cima do “escorpião rei”, mas uma segunda pinça, essa sendo a superior esquerda vinha rapidamente em sua direção, visando pega-lo em pleno ar.

Felizmente Axell já estava preparado e liberava sua energia acumulada realizando uma técnica e movendo seu corpo para o lado em pleno ar. Mas seria isso suficiente? Porque claro, ele conseguia escapar da segunda pinça, no entanto e quanto ao ferrão que vinha mais veloz que qualquer outra coisa em sua direção? Esse o atingia e perfurava suas costelas, e como se fosse um chicote, o arremessava para seu lado esquerdo.

Porém mesmo com aquele dano tomado, o homem assim que se chocava com a areia logo levantava, e era exatamente a tempo de ver a criatura se virando velozmente contra ele e avançando pronto para atacar com a piça inferior esquerda. Se movendo de forma a ficar contra o sol, ele forçava o ser a se virar, e nesse pequeno segundo em que os raios luminosos atrapalhavam sua visão, um corte, e removida pela base, num local mais frágil, aquela pinça se separava do corpo de seu dono.

Por um instante, o tempo parecia ter parado. A espada movida de baixo para cima finalizava sua trajetória. A pinça solta no ar, como se estivesse flutuando. O olhar do monstro que tinha seu foco de volta, vendo algo tão familiar acontecendo. E então tudo voltava ao normal. A fúria, o ódio, a dor, a insanidade. E mais um ataque, exatamente como Axell previra. A pinça inferior direita vinha aberta contra o seu corpo, mas abaixando a espada em um movimento inverso, ele encontrava o golpe buscando ao invés de tomar, causar dano. Mas não era tão simples assim. A meitou era de fato super afiada, a ponto de ter cortado através da carapaça da base da outra pinça. Mas contra a parte principal, conseguia apenas penetrar alguns poucos milímetros deixando uma marca ali.

Com a meitou atingindo por cima, a pinça era mais uma vez forçada contra a areia. No entanto ainda haviam mais duas, e uma cauda. E assim que começava move-las pretendendo começar uma barragem de ataques, ainda mais que agora que o maldito revolucionário a sua frente havia virado as costas, pedindo para morrer, era forçado a parar.

E isso é porque conseguia sentir com todo seu corpo o perigo que corria se não se defendesse do objeto que vinha voando em sua direção. Uma lança revestida por uma energia cinzenta havia surgido do meio das ruínas antes mesmo que Axell pudesse abrir a boca pedindo auxílio. A arma atravessava o ar e se chocava contra uma pinça que a interceptava, lançando-a ao chão.

Mas isso era tudo que Axell precisava para entrar nas ruínas em si, logo após gritar para os outros lançarem tudo que tinham também e desaparecer em suas sombras. Mas tudo que recebia em resposta era o urro de Samir, enfurecido por ver o inimigo escapando e entrando onde não devia ainda vivo.

- GUUUUUUAAAAAAAAAAAAHHHHHH!!! VOU TE MATAAAAAAARRRRRRR!!! – Gritava ele de forma horrenda, o eco passando por toda a ruína e causando calafrios em todos que ouviam.

---

Axell que usava das sombras ao seu favor, logo após dobrar uma esquina das ruínas encontrava com um corpo. Pertencia ao espadachim que sonhava em ser pirata, e havia sido ferido no peito, pelo que parecia ser uma lança. Além do corpo não havia sinal dos outros, mas o revolucionário podia ouvir que o monstro já havia adentrado aquelas ruínas, procurando por si.

Ruínas:
 

Axell:
 

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MensagemAssunto: Re: Blue Rondo à la Turk   Blue Rondo à la Turk - Página 3 EmptySeg 02 Jul 2018, 22:33


O grito horrendo adentrava minhas orelhas e viajava até minha espinha. Por mais que não tivesse um pingo de medo de alguém como Samir, nem mesmo nessa forma, esse grito me causava uma sensação horrível, de que algo errado tinha sido feito. Não era difícil saber o que era, eu estava lutando contra ele agora mesmo. ~ Você deveria ter morrido no acampamento junto com Noel e os outros. Pra que sofrer duas vezes seu idiota? ~

Me encostava contra as pedras das ruínas, o coração acelerado, fazendo seu trabalho em manter todo meu ímpeto circular pelo meu corpo. Como uma explosão o embate tinha acontecido todo de uma vez, e em um piscar de olhos eu havia levado uma ferroada. ~ Merda. Isso era óbvio, óbvio demais. ~ Me doía mais emocionalmente do que fisicamente. Em contra partida me animava lembrar que eu tinha conseguido cortar mais uma de suas mãos, ou pinças, ou o que quer que fossem aquelas garrinhas. ~ Faltam 3. ~

Foi quando me virei e vi o que não esperava. – Mas qu... – Mordia minha própria boca para não deixar nenhum som escapar e entregar minha posição. Me abaixava sobre o corpo e mesmo não sendo um médico eu poderia reconhecer aquela ferida, já tinha recebido um golpe semelhante uma vez. A diferença é que eu ainda estava vivo. ~ Isso não foi obra de Samir, a não ser que ele e Jasmine tenham mais mercenários espalhados pelas ruínas. ~ Ainda agachado uma ficha caía. ~ Chacal. ~ Ele era um lanceiro. Havia jogado uma agora pouco. Será que tinha sido mesmo ele quem tinha jogado? As coisas estavam confusas e perigosas e um inimigo maior estava rondando.

Os pontos começavam a se ligar, e de novo eu tinha de tomar o controle do campo de batalha. Se isso seria um jogo de xadrez eu moveria uma peça de cada vez e faria as jogadas certas.

Primeiro eu escutaria. Ocultaria minha presença e tentaria descobrir onde Samir estava. Se estivesse perto eu não me moveria, entraria dentro de alguma sombra e tal qual os lagartos do deserto, repousaria ali. Quando ele se distanciasse o suficiente para não perceber pequenos movimentos eu começaria a agir. Ergueria o espadachim pelos ombros e o colocaria em uma sombra, uma que parecesse boa o suficiente para eu mesmo me esconder. Deixaria apenas uma pequena fração de sua bota para fora. Agarraria um punhado de pedras do tamanho de uma maçã ou menor e sairia dali.

Precisaria encontrar um lugar que fosse mais alto que o anterior e ainda mais discreto, dessa vez, escondido o suficiente para Samir não me enxergar no ângulo que viesse conferir o ainda não descoberto cadáver. Ou seja, a medida que ele viesse andando, eu poderia, se necessário, ir corrigindo minha posição com pequenas passadas. A escalada para um lugar mais alto seria feita com naturalidade e leveza nos movimentos, escalar coisas sempre fora de enorme facilidade pra mim e nem mesmo a adrenalina me tiraria esse mérito.

Quando Samir estivesse olhando para uma direção contrária à do corpo e estivesse uma distância considerável eu começaria a agir. Respiraria fundo, agarraria as pedras e começaria. Primeiro jogaria uma a média distância, e depois bem próximo em direção ao corpo, uma após a outra e rapidamente. Sem estardalhaço. Movimentos sutis que simulariam uma corrida furtiva falha. E então ficaria em silêncio e esperaria ele atacar. ~ Você ta puto demais pra ser delicado, e confuso demais pra raciocinar direito. Como é pensar com um cérebro de um inseto? ~

Eu esperava um golpe firme, com uma de suas pinças ou com seu ferrão bem na direção do corpo. Independente de qual fosse, assim que ele disparasse eu saltaria de cima para baixo, minha espada mais alta do que nunca e firme em minhas duas mãos. Tentaria cortar o mal pela raiz, de novo. Arrancar outra pinça, ou quem sabe desarma-lo de seu ferrão o amputando de vez.

No chão, frente a frente eu trocaria golpes. Usaria minha técnica para uma defesa e um contra golpe praticamente instantâneo em direção ao seu dorso humano. Era hora de mostrar que seu corpo humano ainda podia vazar algumas gostas de melado vermelho. Dessa vez não saltaria, tinha aprendido que ficar no chão me dava mais opções de mobilidade.

Ele me pressionaria depois disso, o que mais ele poderia fazer? Eu estaria encurralado próximo a tantas paredes e bem a sua frente. Propositalmente eu me moveria em direção a uma quina, um local em que paredes se encontrassem e daria as costas a elas. Manteria uma distância de pelo menos 1 metro. Quando a pancada do escorpião viesse, em um mesmo movimento eu faria minha espada pesar duas toneladas e a jogaria para cima, num ângulo totalmente reto. Com as mãos descendo puxaria o bastão de minhas costas, o traria para frente e saltaria para trás. Colocaria cada extremidade do bastão em uma parede, me isolando, e o fazendo de escudo. Esperaria que aquilo fosse suficiente para defender o golpe de Samir. Se não fosse, eu tentaria me esquivar, contando que o principal já tinha sido absorvido.  

Com ele perto o suficiente faria algo que queria a muito tempo. – ooooOOOOOAARRGH – Um soco, não na garganta, nem no peito, mas bem no meio de sua cara. Debaixo para cima e com toda minha força. E então me defenderia. Choices. Eu estava vulnerável, sem armas e sem possibilidade de esquiva. Meu soco o deixaria puto e nem o machucaria tanto. Mas o manteria naquela posição. E minha meitou pesando duas toneladas estava caindo igual um meteoro pontiagudo.

Com os braços levantados em guarda alta eu esperaria o resultado e aguardaria a pancada. Um sorriso ardido e machucado aparecia em meu rosto.





Taca tudo fora vaza que ele agora é louco:
 

U-turn:
 

Citação :
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Ganhos: Bastão do Noel
Perdas: Cabelo maneiro
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Vantagens: Aceleração e adaptador
Desvantagens: Má fama
Perícias: Acrobacia, corrida, luta de rua, alpinismo e furtividade
Relações: N/A
Localização: Alabasta
Extra:
Ferida no pescoço: 6\8 (cicatrizar completamente)
Feridas gerais: 4\4 (não deixarão cicatrizes) - Curadíssimas
Podem ser reabertas se atingidas antes de serem recuperadas por completo
HP -> recupera a medida que os ferimentos recuperarem
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