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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!

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lFrenezy
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MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 3 EmptyTer 23 Jan 2018, 11:18

Após muito procurar, finalmente alguém para me ajudar, um homem de alta patente acompanhado de um anão. “Que criatura mais esquisita.” Pensava enquanto eu o observava, aquele pequeno homenzinho parecia não estar muito bem, podia jurar que em alguma hora ele fora feito de saco de pancada por alguém.

Atravessamos o pátio até darmos de cara com um enorme portão, algumas perguntas brotavam em minha mente mas eu ficava um pouco receoso de fazer qualquer questionamento, passamos pelo portão até darmos de encontro com uma sala decorada e enorme balcão que logo foi ocupado pelo pequeno homenzinho, o outro homem foi em direção a uma sineta a apertando inúmeras vezes, fazendo o pequeno homem tampar os ouvidos imediatamente.

Minha empolgação era tanta que o barulho pouco me incomodava, eu apenas observava o anão e então perguntava para o mesmo, “-Se eu não ficar pior que você, pra mim ta tudo bem .Mas e ai, ta tudo certo ai carinha?” ele parecia mal e sei lá, vai que o maldito exploda. Após apertar a sineta inúmeras vezes, o homem bradou um nome seguido de alguns xingamentos. “Credo, o povo dessa cidade gosta mesmo de perder a cabeça, oloco.” Pensava ao ver tal reação do homem, o mesmo deu uma breve explicação, dizendo que aquele por quem chamava tinha alguns probleminhas e por isso o motivo de tanto barulho.  “-Haha... Eu entendo...” Responderia com um sorriso meio falso enquanto coçava a cabeça com a mão direita.

“QUANDO ABERRAÇÃO” Pensava alto enquanto segura o riso, um gigante fumante descendo uma escada e um anão, que dupla perfeita... Imagens engraçadas surgiam o tempo todo em minha mente, fazendo com que eu acabasse sem prestar muita atenção no diálogo dos dois, só voltei a si no final quando o homem dizia para o anão que o mesmo estava aprovado e seria um marinheiro, aumentando assim mais ainda a minha vontade de rir. “UM ANÃO MARINHEIRO PFFFF” Os pensamentos ali só aumentavam e cada vez mais engraçados.

O tal superior se retirava dali dizendo que o fumante gigante nos levaria para o vestiário logo após me instruir... “-Que belo time heim... Um anão, um gigante fumando e um Homem normal...” Comentava tentando quebrar um pouco o clima de seriedade. Uma ficha era entregue para mim por uma recepcionista que rapidamente era preenchida e logo depois conferida para ver se estava tudo certo, por incrível que pareça, eu finalmente fiz algo 100% certo nessa cidade, finalmente.

Depois de ficha preenchida e aprovada, só restava seguirmos para a próxima etapa, a recepcionista convidava o anão para seguir até a busca de seu uniforme, perdido como eu estava, os acompanharia caso não fosse interrompido por alguém, era exatamente a única coisa que eu podia fazer... Seguir e esperar, seguir e esperar... O anão até que era amigável, se apresentou como Gagleu, perguntou quem eu era e se podia tocar em meu chapéu. “-Eu me chamo Shunsui, prazer” estenderia 2 dedos até ele para cumprimentá-lo, “-Que, meu chapéu? È um presente de família feito de palha e sinto muito, não deixo ninguém tocar nele.”

Ainda completamente perdido e em meio a um vestiário cheio de roupas, lembro algo dito sobre me testar e ver se eu tinha vocação para ser um marujo, se lavar roupas sujas vai ajudar a me tornar um membro da marinha, não veria problema em fazer. Pegaria as roupas que aparentavam estar sujas e se ninguém aparecesse para me repreender ou me questionar sobre, procuraria alguma maquina de lavar para jogar todas as roupas juntas, se não houvesse uma maquina para facilitar, infelizmente eu teria de fazer na mão mesmo, tiraria minha manta rosada das costas e a penduraria em um lugar distante das demais roupas, evitando que ela se misture e logo depois começaria a lavá-las com as próprias mãos. Se o novo anão marinheiro ainda estivesse comigo, sem sombras de dúvidas eu pediria a ajuda do mesmo. “-HAHA, sem querer pedir muito.... Mas você pode me ajudar?Eu deixo você ver o chapéu de perto, mas sem tocar.”


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Hidan
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Hidan

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MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 3 EmptySex 26 Jan 2018, 21:00

Parte I: o estrangeiro
O barco avistou a ilha já no final da manhã. Não tardou em alcançá-la. Eles demorariam mais se à suas costas não corresse uma tempestade e empurrasse as velas do barco rumo à Shells Town. O Sol havia raiado há horas atrás e, em seu encalço, uma monstruosa massa negra correu o céu até abocanhar o último feixe de luz, tornando o interim entre a manhã e a tarde um cinza doentio. O vento soprou forte, trazendo consigo um frio arrebatador, ao encalço que a tripulação prendia-se aos seus afazeres com uma animação não usual, gratificando a deusa do mar pelos ventos favoráveis. No cais, o timoneiro exerceu sua perícia ao conseguir atracar o navio em um local onde os outros tripulantes resmungavam, em tom de brincadeira, que seu olho único não seria preciso o suficiente.

O estrangeiro debruçado na amurada, deleitava da contemplação dos movimentos das longas ondas raiadas de espuma que subiam e desciam contra o porto abarrotado de navios pesqueiros. À suas costas, os outros tripulantes estavam ocupados demais em descarregar os produtos que vinham três horas atrasados da feira ao raiar do dia. Alguns culpavam o viajante pelo seu atraso, mas outros falavam sobre a dificuldade de pescar antes de uma tempestade. “Os peixes sente os ventos ruins e escapolem para o fundo do oceano”, disse um marinheiro ao outro, enquanto atravessavam a prancha que fora posta para o desembarque, abraçados em barris lacrados e cestas abertas de peixes. “É, e ele pagou dinheiro o suficiente para que comprássemos vinho das ilhas do norte...”, pontuou outro que batia com as contas da mão no barril que depôs no chão para confirmar que ele que tinha algo lá dentro, “... ficaremos ricos vendendo isso”.

O capitão do navio não estava. Ele fora ter com os outros comerciantes para que pudesse oferecer o valioso vinho da Adega One de Micqueot aos mais endinheirados, e o herdeiro do legado de sua família de marinheiros não poderia perder mais tempo; agradeceu ao timoneiro e fora respondido com um grunhido gutural e uma escarrada. Embora ele não fizesse por mal, há muito sua língua fora cortada por ser maior que a boca, fazendo-o fanho e desagradando alguém importante o bastante para fazer aquilo e sair impune. No fim, pouco importava, o mutilado ficou e o garoto partiu. Aquele navio não comportava o tamanho das ambições de um Kurayami.

O movimento próximo ao horário de almoço colocou os transeuntes a perambularem pelas ruas com passos apreçados. Hiroshi encontrou o quartel pois só era necessário olhar para cima e apreciar a enorme construção que coroava a cidade em seu cume, todavia o percurso até ela era descrito em um ziguezague cansativo pela avenida principal e uma dolorosa subida em linha reta no último quarto do percurso. Parou no portão principal, seguindo a ordem de uma das sentinelas que guardava os flancos do portão:

– Alto lá, civil – bradou um deles, com seu rifle pousado em seu ombro e com a mão espalmada na coxa. – Aqui é uma área militar. Não ultrapasse.

Ao empasse que ao ser advertido, o rapaz explanou o motivo para o qual ele vadeou em busca do quartel: alistar-se.

– Hoje ‘tá movimentado, hein? – disse o outro marinheiro.

– Avise a entrada para os outros marinheiros logo – findou o assunto, imóvel como todo bom sentinela deveria ser.

– Câmbio. Outro cara – disse ao seu caramujo, que respondia com uma voz metálica entre as pausas, mas fora devidamente ignorado pelo rapaz que só queria adentrar ao quartel logo. – Estou deixando entrar logo, porque depois do rufião qualquer um vira marinheiro. Desligo.

O mesmo que disse, executou os procedimentos para a abertura do portão e o rapaz adentrou. Enquanto a porta abria-se ele instruiu que ele deveria entrar no enorme portão e conversar com o soldado Godric na recepção. “O resto ele te explica”, disse mostrando o caminho e esperando que o rapaz adentrasse logo ao quartel para que ele pudesse selar o portão.

Parte II: máquina de lavar
O trio rumou ao vestiário, transitando no fluxo contrário de militares que seguiam para o refeitório do quartel, o “rancho”. Já se aproximava do horário do almoço e todos queriam ter preferência na fila e assim garantissem seu sustento sem maiores problemas. Godric parou abruptamente frente a uma porta, torceu a maçaneta, informou que era ali o local onde se pega uniformes novos e se lava os usados, e voltou para o seu posto na recepção. A porta entreaberta convidou a dupla a adentrar e ela não tardou em fazê-lo. Para recepciona-los um atarracado senhor apressou seu coxear até a porta e requisitou o interesse de cada um antes mesmo de desejar um bom-dia aos rapazes.

– Um uniforme ao baixinho e um trabalho ao grandinho – repediu, num tom melódico, seguindo um compasso que apenas ele escutava. – Venham, venham. Não temos tempo a perder – prosseguiu, dessa vez, falando normalmente, com sua voz rouca.

Seguiu com ambos em seu encalço, atravessando a sala e indo para um dos cantos onde existiam duas portas, uma protegida por um balcão e a outra entreaberta derramando dela um cheiro de lavanda casada ao inebriante suor dos uniformes ainda não lavados. O senhor deu um safanão na porta entre aberta e os outros dois perceberam a falta da maçaneta naquela porta. Sem quaisquer delongas, ele bradou apontando o caminho e virando para Shunsui:

– Lá dentro – disse, austero como se fosse necessário ensinar ao novato como entrar em uma sala. – É só pegar a cesta de roupas, jogar na máquina, jogar o sabão em pó e apertar o botão azul – pausou, pensando em quais dúvidas ele poderia ter e concluiu que não havia como ser mais simples. – Não tem nenhum botão diferente do botão azul, logo não tem como errar. Acha que pode fazê-lo? – brincou e deu as costas, seguindo rumo a uma salinha e deixando o anão sozinho e dando a oportunidade para que o novato demonstrasse ser capaz de apertar botões.

– Qual é mesmo o seu tamanho, anão? – perguntou, já se enveredando para dentro da sala que o balcão ladeava. Fora respondido e não disse nada.

Sem a necessidade de remover seu manto, o rapaz adentrou a sala das máquinas de lavar. Exerceu seu trabalho, demorando os mesmo cinco minutos que o outro homem necessitou para encontrar um uniforme para um rapaz de vinte e cinco centímetros. Com o novo marinheiro vestido, as máquinas batendo as roupas e um recruta precisando de um teste de luta o senhor informou:

– Agora vá ao pátio, lá o sargento Atlas tratará de avaliar se você sabe se defender – pausou, ponderando possíveis respostar para que não fosse necessário mais conversas. – Se você não tiver capacidade para lutar sem uma arma, peça ela ao próprio sargento que ele lhe entregará.

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MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 3 EmptySex 02 Fev 2018, 14:35









Shunsui Kyouraku
Alistamento
Maravilha, lavar roupas era meu grande teste pra virar um marinheiro, realmente era algo que encorajava a todos que tinha o mesmo sonho que eu, não havia sido nada difícil fazer o que foi ordenado, visto que eram roupas, sabão, um único botão e logo as roupas estavam sendo lavadas.

Não tardou e logo o homem retornava até mim com uma palavra de ordem, dizendo que eu deveria seguir até o pátio pois um sargento avaliaria minha capacidade de me defender. "-Tudo bem, é só seguir por ali né?" era uma pergunta meio que idiota, visto que já havíamos passado por lá, sem delongas eu iniciaria uma caminhada e continuaria observando o local, era a primeira vez em um quartel e eu não sabia se aquela seria a última. Caso não houvesse interrupções, eu transpassaria todo o local até chegar ao pátio, me apresentaria para quem estivesse lá e perguntaria sobre o tal sargento. "-Olá, boa tarde, me chamo Shunsui... me disseram que um sargento estaria a minha espera pra realizar um teste ou sei lá o que...".

Se obtivesse a resposta desejada e fosse direcionado a tal pessoa, antes mesmo de qualquer iniciação de teste, perguntaria como iria proceder, se fosse algo mano a mano, solicitaria uma Katana com a alegação de eu me considerar um espadachim. "-Senhor, se não for pedir demais, gostaria de empunhar uma espada para esse teste, creio que sou melhor com uma espada do que com as mãos nuas." Em seguida, com um sorriso no rosto e ainda com o chapéu debaixo do braço, retiraria o mesmo e o colocaria novamente sob minha cabeça enquanto aguardava...
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MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 3 EmptySeg 19 Mar 2018, 14:33










Gagleu, o Anão
Ainda sim!
Iria colocar as roupas sujas que houvessem na sala para lavar e se sobrasse algum tempo, iria acompanhar animado o teste de Shunsui. - "Espero que ele não sofra o tanto que eu sofri, né?" - Pensava comigo.    



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