One Piece RPG
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [Kit - Garou]
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor Ainz Hoje à(s) 12:06

» V - Into The Void
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor GM.Alipheese Hoje à(s) 11:03

» Mini - DanJo
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor DanJo Hoje à(s) 02:51

» Crisbella Rhode
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor ADM.Ventus Hoje à(s) 02:48

» A Aparição de Mais Um Meio a Tantos
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor Wave Hoje à(s) 00:53

» O vagabundo e o aleijado
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor Ghastz Hoje à(s) 00:40

» Mini Aventura - Agyo Shitenno
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 23:16

» O Legado Bitencourt Act I
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor Faktor Ontem à(s) 22:16

» Apenas UMA Aventura
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor Van Ontem à(s) 17:49

» Bellamy Navarro
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor Greny Ontem à(s) 12:43

» Unbreakable
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor Ainz Ontem à(s) 11:55

» (Mini) Gyatho
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 01:02

» (MEP) Gyatho
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:55

» [MINI-Tenzin]Here we go again
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:53

» [M.E.P]Tenzin
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:43

» [Extra] — Elicia's Diary
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor GM.Noskire Ontem à(s) 00:27

» M.E.P DanJo
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:27

» Mini Aventura - No Mercy
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:20

» [Mini-Rosinante-san] O homem que quer ser livre
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:15

» Retornando para a aventura
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:13



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG

Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


Compartilhe
 

 Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3  Seguinte
AutorMensagem
Convidado
Convidado



Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptyQui 04 Jan 2018, 02:11

Gagleu Post: 05 Ganhos: Katana Perdas: -X-
Alistamento: III.



Uma visão embaçada, dor de cabeça, e algumas dores no corpo. Eu tinha os olhos pouco abertos, com pouco esforço, porém, conseguia confirmar que estava em uma espécie de enfermaria através das macas dispostas no local. – Argh! Argh! – Colocava a mão direita na testa por um breve momento. "Como vim parar aqui?" – Martelava essa pergunta em meu pensamento. Alguns momentos depois de me acostumar com os lençóis brancos que irritavam um pouco a minha visão, abria os olhos completamente, deixando minha visão um pouco mais nítida. Conseguia identificar agora uma espada fincada em um pedaço de papel. Um bilhete.

"Uau! Eu vou poder usar essa espada só para mim, será?!" – Estava deslumbrado, atônito diante do objeto fincado à minha frente. Lembrava-me da época em que ganhei minha primeira cimitarra e passava horas manuseando a arma branca ao léu, foi um excelente período da minha infância. Agora, teria outra companheira e queria utilizar com as melhores das intenções e da melhor maneira possível. Tomaria a espada para mim e colocaria atrás das costas, em uma bainha improvisada que utilizava minha espada antiga.

Armado, seria a hora de me encontrar com Atlas no pátio. Procuraria pela porta de saída da enfermaria, querendo me retirar. Todavia, dirigiria-me para um eventual médico/enfermeiro ou qualquer outro responsável pelo espaço e agradeceria pelo tratamento recebido. – Obrigado por terem cuidado de mim, agradeço de coração, continuarei minha caminhada para me tornar um marinheiro, até mais, né! – Diria confiante, com uma completa mesura em sinal de respeito. Tomaria o cuidado necessário para sair sem ter qualquer agravante – como uma tontura forte ou algo similar. – Mais uma coisa, sabe-me dizer como chego até o pátio? – Aproveitaria para confirmar minhas expectativas, e então sairia em busca do meu destino. Para o caso de não ter ninguém responsável pela enfermaria, depois de me retirar eu abordaria alguém próximo a mim a fim de encontrar a localização do pátio. – Com licença, pode confirmar onde fica o pátio. – Perguntaria, tentando chamar a atenção.

Quando enfim encontrasse o pátio, procuraria por Atlas. – Olá, sabe me informar onde está o Sargento Atlas?. – Perguntaria para o primeiro companheiro de marinha que encontrasse em minha frente. – Sargento Atlas? Muito prazer, meu nome é Gagleu e estou no processo do alistamento da marinha... E então, podemos começar a segunda parte do alistamento, né? – Indagaria. Fitaria o homem da cabeça aos pés, buscando definir suas características, visualmente, se era um homem alto ou baixo, gordo ou magro, "fraco" ou "forte", e por aí iria, se usava alguma arma ou tinha suas mãos nuas. Faria uma completa mesura em sinal de respeito e esperava maiores instruções. 



Considerações:
 

Para o avaliador:
 

Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hidan
Civil
Civil
Hidan

Créditos : 10
Warn : Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 09/01/2013
Idade : 20
Localização : Inferno.

Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptySab 06 Jan 2018, 00:38

Com arma em punho, agradeceu a primeira enfermeira que encontrou. Uma moça magérrima por de trás dos seus óculos de grau, com suas madeixas cor de ouro presas em um coque milimetricamente calculado para não deixar com que nenhum fio escapasse. Ele a encontrou sentada em uma salinha, na primeira porta que viu entreaberta e pelo uniforme descolorido como neve conseguiu identificar que era ela quem ele deveria gratificar. Gagleu não sabia bem quanto ela parecia ter de altura, um metro e meio parecia bastante com dois metros e trinta, quando se estava a vinte e cinco centímetros do chão, embora ela parecesse bem esguia e talvez mais alta que o próprio Godric.

– Não há de quê – disse, ocupada com suas anotações infindáveis em sua prancheta. A cuidadora parecia ter achado que ele tinha partido, outrora logo fora alvejada por mais uma saraivada de palavras que a retirava do seu austero trabalho. – O pátio? Bom é só você olhar para as grandes vidraças que se prostram a sua frente e perceber que está literalmente de frente para ele. Bem, pegue aquela porta ali – apontou para uma porta a frente de ambos, uma porta sépia, possivelmente de madeira, com o emblema da marinha marcado por uma tinta já desgastada pelo tempo e uma maçaneta moldada em forma de âncora. –, desça as escadas que o levaram para a esquerda e você chegará no pátio se não teimar em adentrar nenhuma das portas ou dos andares que separam você do lugar onde você quer chegar. – Ela deitou seu olho no pequeno e perguntou gentilmente após perceber que era possível que ele não alcançasse a maçaneta: – você precisa que eu abra a porta para você?

O espadachim, Gagleu, nada respondeu. A enfermeira levou como uma prerrogativa para que não fosse necessário que ela saísse do seu conforto para ajudá-lo, embora ela tenha se divertido com a inusitada acrobacia que o aspirante a marinheiro deferiu para alcançar a maçaneta e mover suas engrenagens; parecia tão normal e sútil que ela pegou-se derramando um sorriso mesmo que ainda estivesse frustrada com seu trabalho maçante. Insensível à contemplação que a enfermeira, o anão seguiu em busca do seu objetivo.

Após uma longa descida ele atingiu o pátio de terra batida que havia passado para adentrar na recepção. Do local onde ele estava, ele podia até mesmo ver que o portão à esquerda da porta que ele havia saído, era o local onde ele tinha passado junto ao ferreiro. O pátio fazia-se abarrotado de marinheiros, entretanto poucos se dignavam a treinar, em sua grade maioria, conversavam e trocavam troças. O acrobata interceptou o primeiro marinheiro que ele não estava imerso em um grupo de amigos e perguntou do paradeiro do sargento Atlas:

– Sargento Atlas? Não conheço nenhum – olhou-o como se o baixinho estivesse pregando algum tipo de peça nele.

– Sargento Atlas? – Indagou, um intrometido. – Ele é o Fredinho, idiota. Como você não sabe o nome de guerra de um dos seus superiores, Sandor? – Estapeou seu colega. – Vem comigo que eu te levo até ele, baixinho.

Ele mostrou o caminho para uma espécie de tatame onde o Sargento pairava no centro com a arma em punho:

– Segunda parte? É só um teste físico, ande logo, pare de enrolar e me ataque; se eu me dignar a iniciar o embate acabarei matando você.
Sargento Atlas:
 
Off:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptySab 06 Jan 2018, 18:05

Gagleu ? Post: 06 ? Ganhos: Katana ? Perdas: -X-
Alistamento: IV.



"Fredinho? Será que o meu oponente é um anão também? Um anão como um sargento? Vou procurar saber mais dele." – Pensava comigo durante meu percurso até o sgnt Atlas. Pelo tratamento dos outros companheiros, no diminutivo, não conseguia pensar em outra possibilidade. No entanto, diante do meu anfitrião de corte de cabelo curto, porém, muito bem comportado, ficava paralisado por um momento, meu pensamento tinha sido desarmado, um gigante ao meu ver. "Esse é o Fredinho? E está me mandando atacar ele?!" – Imaginava comigo mesmo. "Bem, melhor prevenir do que remediar, antes eu do que ele, né!" – Encerrava.

– Certo, lá vou eu. – Bradaria em um tom audível e determinado.

Poria meu mais novo ganho, a Katana, diagonalmente em frente ao busto temendo um ataque repentino do oponente. Porém, seria eu mesmo quem tomaria a iniciativa. Não possuía em mente nenhuma intenção para avançar, sem ser o de autopreservação. No final, acabava sendo o suficiente. Verticalizando-a, iniciaria a corrida até chegar perto o bastante do sargento, numa rasteira dedicada que tinha como alvo apenas o pé esquerdo do marinheiro. Tal golpe visava desequilibrá-lo sobre seu próprio peso, o que daria à mim milissegundos de folga para redirecionar um novo corte na horizontal com a Katana à sua outra perna. Esperava que fosse profundo o suficiente para inutilizá-la.

Para eventuais ataques direcionados contra mim durante minha ação esperaria até o último momento de esquiva para então realizar um impulso retrógrado único, já redirecionando minha lâmina em outro movimento. Uma vez tendo evadido com êxito, voltaria a investir, cravando a Katana no membro do homem mais próximo do meu corpo como apoio para me impulsionar na altura do peito do marinheiro e realizar uma sequência tripla de chutes. O primeiro almejaria o peito do sargento, sendo o golpe mais alto; o outro visaria à mão que carregava seu possivel item, numa clara tentativa de desarme e, por fim, o último seria um pisão quando enfim estivesse no chão. Utilizaria de toda minha acrobacia e flexibilidade em saltos e pulos ou manobras mais arriscada como um mortal, na direção contrária aos eventuais golpes lançados contra mim, para a esquiva.

Estava imerso no combate, embora não acreditasse que conseguiria algo dali. Optando por não subestimar a força do sargento, não persistiria caso Atlas desse o combate por encerrado ou encontrasse alguma resistência. – E então, passei?– Indagaria se fosse o caso.
 



Considerações:
 

Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
lFrenezy
Membro
Membro
lFrenezy

Créditos : Zero
Warn : Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 10010
Data de inscrição : 13/11/2017

Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptyQui 11 Jan 2018, 13:42

Finalmente a minha ressaca estava a passar, a confusão que eu havia criado a pouco tempo me fez repensar um pouco sobre algumas atitudes e acabei me dando conta que mergulhar bebidas alcoólicas não era algo muito produtivo, principalmente quando sua intenção é seguir a cartilha do “Homem de honra”.

Sentia meu corpo revigorado e repleto de energia, a cabeça que antes doía, agora não me atrapalhava mais, nela restava apenas meus objetivos traçados após a morte de meu pai e hoje eu daria o primeiro passo para me aproximar desse objetivo, ingressar na poderosa marinha.  Sairia de onde eu estava e seguiria caminhando pelas ruas Shells town, observando a paisagem, o tempo e os estabelecimentos, me atentaria principalmente aos que eu já havia freqüentado e daria um jeito de me ocultar, escondendo o rosto com o meu chapéu ou até mesmo atrás de algum transeunte para não ser reconhecido pelos respectivos donos.

Aproveitaria esse meio tempo para encontrar algum civil  que pudesse me fornecer alguma informação sobre a localização do quartel e abordaria a pessoa da seguinte forma. “-Com licença, saberia me informa para onde fica o quartel da marinha?” perguntaria com uma voz calma e serena, retiraria também meu chapéu em um sinal de “respeito”. Caso obtivesse fracasso, seguiria minha caminhando e buscaria especialmente alguém com uma vestimenta branca e azul, cores respectivas de um membro da marinha, se por acaso eu encontrasse com algum, eu  faria uma abordaria mais dramática com a visando obter a informação desejada “-Desculpe incomodar, mas eu pedi meu pai a pouco tempo e jurei para ele que ingressaria na marinha para fazer com que seus assassinos pagasse por todos os seus crimes e eu preciso muito chegar até o quartel, o senhor poderia me ajudar?”.

Caso finalmente eu obtivesse a “preciosa” informação, seguiria imediatamente até o quartel a passos largos, já havia perdido muito tempo com minha infância e agora era a hora de recuperar todo o tempo perdido. Depois que eu avistasse e se avistasse, me aproximaria e me apresentaria para a primeira pessoa que encontrasse, poderia haver a chance de eu ser barrado logo na entrada, então era melhor adiantar tudo e me identificar. “-Bom dia!! Com sua licença. Tudo bom? Eu me chamo Shunsui Kyoraku e estou aqui para me alistar na marinha.” Com meu chapéu debaixo do braços direito eu manteria firme e ereto aguardando alguma reposta ou então um pé na bunda.
Considerações:
 
Inf.:
 



____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hidan
Civil
Civil
Hidan

Créditos : 10
Warn : Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 09/01/2013
Idade : 20
Localização : Inferno.

Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptyDom 14 Jan 2018, 12:37

Parte I: pormenores
O pequenino espadachim, Gagleu, correu de encontro ao seu avaliador. O tecido do tatame estalou suave perante os passos do acrobata e justa de verificação da aptidão física do anão iniciou. O sargento desembainhou sua espada sem gume e apontou em direção ao novato, despejando uma insolência por entre seus olhos semicerrados. Um fino sorriso germinou no canto de sua boca, cheio de arrogância, quando viu o novato incidindo contra ele, embora seguro como um baluarte erguido na perícia com a arma que empunhava, não cedeu um passo ao avanço do recruta.

Diferindo de todo e qualquer padrão de uma peleja comum, o anão trocou a segurança do gume por uma rasteira. Atlas pode ler os movimentos do anão como um livro aberto, já que após uma corrida o anão teria de refrear seu corpo, se desejasse deferir uma rasteira rente ao chão e absolutamente nada justificava tal coisa quando se tratava de um oponente que brandia uma katana. O marinheiro fincou sua espada no chão, fazendo pressão contra a trava do pomo com a palma de sua canhota e apreciou cheio de desdém o anão acertar em cheio seu golpe contra a chapa de metal que agora separava os dois. Um baque seco ecoou e um pequeno pé ardeu como uma ferida embebida em sakê.

– Não seja não insolente, novato. Eu nunca seria pego em uma rasteira, ainda menos uma rasteira vinda de um anão – ladrou, mordaz, desgostoso com o desrespeito que o golpe representava à sua honra como esgrimista – Vamos. Ataque de verdade ou desista do uniforme azul-e-branco. Há outros tantos que fariam melhor.

Revidando a saraivada de insipidez do seu avaliador, Gagleu de Malkiham, investiu. Focando suas atenções contra o pé esquerdo, tendo em vista que ele era o membro mais próximo por estar à grossura da arma de Fred de distância e era, sem dúvidas, o membro acessível a um golpe. Talvez a ideia não fosse de tudo ruim, se ele tivesse planejado qualquer eu fosse o golpe que iria deferir ali. Como não o fez, dependeu do acaso e ele o fizera das a pior estocada do mundo contra o sapato de couro que resvalou e fincou no chão. Deixando a marca de um filete que facilmente poderia ser contornado com uma boa engraxada no sapato. Mesmo assim o militar não gostou: – Só pode ser brincadeira.

Ralhou, um pouco mais alto do que normalmente falava, pouco antes de ele bater com a chapa da espada contra o anão. Movendo seus dedos rapidamente para voltá-los a empunhadura, torcer seu punho – até então perpendicular ao solo – para trás, fazendo com que sua espada fosse para frente a acertasse em cheio o anão com sua parte chata. Que, por sua vez, tentou evadir regredindo com um pulo, embora a esquiva exata para aquele movimento fosse buscar a evasão lateral.

O aspirante a marinheiro voou um metro ou dois e parou poucos centímetros antes de sair do tatame e perder sua oportunidade de ser um marinheiro. Os poucos marinheiros que se prestaram a ver aquele embate desistiram ao notar a veemência que o novato tinha em querer perder aquele teste. “Talvez aquela parada dele ter quebrado do teto seja só balela daquele bêbado do Godric”, ouviu alguém cochichar e arrancar risinhos escondidos de outros dois que segredavam concordar com a afirmação. “Perto dele, o Fredinho fica até alto”, ouviu de outro grupo que também de distanciava.

Parte II: o rufião
A desidratação do cérebro causou muita náusea, ainda mais quando não se tinha um histórico de ser um beberrão – a.k.a não tem nada na ficha. Era manhã, já mais de sua metade, pelos raios de sol mais dourados, mas era manhã; os feixes alaranjados beijavam as pedras caiadas da viela que o esgrimista havia se enfiado na noite passada. Intermitentes e incômodas aos olhos que ainda repudiavam a luz devido ao abuso do álcool. Transpôs o beco, incidindo em uma avenida movimentada. Cheia de carroças e transeuntes ocupados demais com suas vidas, andando a passos largos em busca sabe-se lá do quê.

Buscando pelo quartel da marinha na ilha, o espadachim incidiu em uma barraquinha de doces, julgando ser lá o melhor lugar para indagar a alguém onde ficava o enorme quartel no meio ilha. Quem sabe aquela construção enorme com os dizerem “marinha” e uma gaivota fosse só fachada, não é? Shunsui perguntou e a vendedora de doces fitou-o. Prevendo uma clara deixa para que ele puxasse assunto com ela, desacreditando a inocência da pergunta de um homem que fedia à bebedeira, ela retrucou, peremptória:

– Lá, moço – apontou para o final da rua, dando a luz necessária para que o navegador supusesse que talvez o enorme prédio azul que se proclamava como a marinha fosse realmente um dos seus quartéis. –, e eu não ‘tô interessada no número do seu den den mushi, nem nada do gênero. Se não for comprar nada, por favor, saia.

A bem da verdade, ela era bem bonita. Uma moça jovem, esguia, de madeixas cor-de-chocolate, olhos azuis puxados ao violeta e um rosto muito decidido e estreito, como de um felino. Era bem possível que aquele tipo de situação acontecesse com maior frequência do que qualquer um pudesse imaginar e ela já estava insensível à coragem que os homens encontravam no fundo de uma garrafa de um destilado de arroz. No final das contas, o outro aspirante a marinheiro partiu. Agora tendo uma mulher a menos a quem requerer como amante e a localização do lugar que o levaria de encontro com sua promessa. Parecia uma troca justa.

Chegou ao quartel alguns minutos depois, subir aquele morro não era tão fácil quando parecia. Quis adentra aos portões, mas foi barrado pelas sentinelas e foi obrigado a declarar suas intenções ali.

Um deles pegou um dos caramujos-comunicadores, discou algo e reclamou:

– Câmbio. Agora tem um rufião, deixa entrar? – parou, mas lembrou-se de algo antes de soltar o gatilho que pressionou antes de começar a falar no microfone: – ...desligo.

– Câmbio. Não sei mano, o Fred nem ‘tá aqui, mano...

– Câmbio. Se ele pegar você não falando desligo você vai está ferrado. Desligo. – o homem parou, olhou para o outro e pensou por uns instantes: – entra aí, cara, é melhor um maluco do nosso lado do que no deles – referiu-se aos piratas. – É só você passar pelo pátio e ir à recepção, certo? – disse, puxando uma alavanca que abria os portões principais.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptySeg 15 Jan 2018, 00:24










Gagleu, o Anão
Ainda não!
"Incrivel!" – Como o esperado, deparava-me com muitas dificuldades no duelo contra o Sargento Atlas. Fazia-se uma diferença gritante de habilidades, conseguindo meu superior, até o momento, combater todas as minhas ações. "Ainda não, ainda não é a hora de me dar por vencido." – Eu precisava conseguir passar no teste e ingressar na marinha de qualquer maneira. – Uma última chance, por favor. – Bradaria em alto e bom tom.

Voltaria aos limites do tatame com a espada empunhada em minha mão direita e com os comentários de meus anfitriões frescos na memória – tomados como incentivo – e com o pensamento fomentado de não poder fracassar, para então retomar o combate teste contra meu avaliador. – Não acabou.

Utilizaria de toda minha aceleração em uma investida em zigue-zague contra o adversário procurando tornar mais difícil entrar em sua mira. Se enquanto corresse o sargento tentasse uma aproximação, esperaria pelo instante que ele se aproximasse ao ponto de fazer uma manobra para tentar desviar e contra atacar, se fosse um ataque na diagonal pularia para a direção contraria do ataque enquanto apararia lateralmente o ataque apenas raspando a espada por precaução ou ataque reto desviaria para o lado direito (aproveitando o giro), então tentaria acertar a abertura criada com uma estocada rápida com minha arma.

Se não tivesse uma aproximação, a uma distância de 3 metros, aproximadamente, saltaria o mais alto possível, provido de todo meu aprendizado acrobata com um mortal em três giros na altura do peito do sargento – com a espada sempre a frente do corpo, de modo a interceptar um eventual contato com a lâmina inimiga – e quando entrasse em meu alcance, atacaria em forma de X com a katana visando golpear o peito ou tórax de Atlas.

Se acontecesse de as lâminas de nossas katanas se cruzarem, repentinamente tomaria um impulso e pularia em direção ao sargento em sua parte mais próxima, com a espada reta a fim de estocar o membro, tentando pegá-lo de surpresa. Após o movimento, sendo efetivo ou não, daria voltas pelo próprio eixo executando cortes horizontais, verticais, e diagonais como resultante do movimento, ainda no ar e até chegar ao chão. Os golpes possuiriam o tórax e a barriga do meu superior como objetivo.

Após chegasse ao chão, me afastaria a fim de me resguardar.  – E então, aprovado? – Encerraria, olhando para meus colegas que tomavam o papel de público do combate e sorriria.

Trabalharia em meus movimentos visando executar cada golpe da melhor maneira possível, porém, por se tratar de um combate teste, não tinha a menor intenção de machucar o sargento, para isso, os golpes seriam balanceados, intercalando entre uma força mediana na maioria das vezes e algumas mais fortes quando a situação exigisse, procurando não passar dos limites. Para o caso dos meus golpes viessem a causar algum tipo de ferimento ao meu adversário, trataria de me desculpar prontamente com uma completa mesura em sinal de respeito. – Mil desculpas, sargento.   

Gagleu | Post: 07 | Ganhos: Katana | Perdas: X
孤独 - Template por MilkWho


Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
lFrenezy
Membro
Membro
lFrenezy

Créditos : Zero
Warn : Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 10010
Data de inscrição : 13/11/2017

Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptyTer 16 Jan 2018, 11:34

Que mulher linda, meu deus... aquele cabelo parecendo fios de chocolate, aqueles olhos azuis, ela poderia ser a mãe de meus filhos... Como pude perder essa oportunidade?” Pensava ao perceber a tamanha chance perdida, meu passos calmos me faziam continuar pensando naquela mulher e na possibilidade de retornar em alguma hora e colocar meu charme em prática. Por um lado até que foi bom eu não ter gasto muito tempo lá, eu tinha um objetivo a ser alcançado e era uma questão de honra cumpri-lo.

Após ser liberado pelos sentinelas, aguardei a abertura dos portões e em seguida adentrei no quartel, fiquei admirado com tamanha grandeza, era a primeira vez que via um quartel de perto e agora estava eu, dentro de um buscando me alistar. O sentinela havia dito sobre ir pelo pátio, então nada mais justo do que seguir o caminho dito, caminharia buscando me aprofundar no seu interior e buscando o tempo todo alguém para me indicar a recepção, minha aparência não era uma das melhores e eu iria precisar usar de minha boa lábia caso alguém me barrasse novamente. “-Olá, bom dia... Minha entrada foi permitida pelos sentinelas e estou meio perdido aqui, poderia me informar onde fica a recepção?” diria isso caso encontrasse com alguém, caso não encontrasse, seguiria caminhando e me atentaria a todos as lados buscando alguma entrada com cara de recepção e adentraria a mesma.

Se por acaso a porta fosse avistada, seguiria até ela e entraria, mas não sem antes retirar meu chapéu para mostrar o meu rosto, vai que eu fosse confundido com alguém por conta de um chapéu.“-Com licença... Aqui é a recepção?”. Se fosse, eu me aproximaria de quem estivesse atendendo e me apresentaria novamente. "-Bom dia, eu me chamo Shunsui e gostaria de me alistar na marina."


Considerações:
 
Inf.:
 



____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hidan
Civil
Civil
Hidan

Créditos : 10
Warn : Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 09/01/2013
Idade : 20
Localização : Inferno.

Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptySab 20 Jan 2018, 00:12

Parte I: reprove logo
– Não faça com que meu tempo seja desperdiçado aqui, recruta – ameaçou Atlas, em resposta ao pedido de uma segunda chance. – Ande, ande. Reprove logo para que eu possa arrumar algo melhor para fazer.

E Gagleu investiu. Rápido como só alguém de sua estatura poderia ser, ele avançou saltitando de um lado ao outro, descrevendo um trajeto como se um relâmpago incidisse contra Fred. Já possuindo em mente como deveria evadir cada golpe que o sargento deferiria contra ele, entretanto contando com a sorte dele não tê-lo feito para que não fosse visível a olhos vistos que a estratégia de defesa do avaliado possuía algumas brechas. O avaliador sorriu, com menos desdém do que corriqueiramente o faria se estivesse menos entretido com o avanço do anão, todavia cedeu o primeiro golpe ao rapaz que pretendia ser um marinheiro.

Ao empasse que, por volta do quinto metro percorrido, no instante que o cérebro do nortenho calculou que seria possível encurtar o espaço entre eles com um pulo, ele saltou. Seu corpo já se projetava no ar antes que detivesse a plena compreensão de quantos metros separavam-nos e, do ar, o acrobata deu seu show à glamorosa plateia composta por ninguém, girando com eximia perícia para agregar movimento ao seu salto e eliminar a provável ineficiência de suas curtas pernas. As duas espadas choraram-se na altura do peito do sargento Atlas. Os olhares dos dois cruzaram-se, por um milésimo de segundo: de um lado, um recruta pleno em sua inocência, do outro, um marinheiro incongruente à pureza derramada pelo anão, repleto de uma prepotência sublime.

O avaliador imprimiu mais força à sua defesa, cortando a troca de olhares e achando que poderia lançar o anão para longe com um simples tranco. Ao ver-se falhando, segurou o recruta, ainda no ar, com a mão livre e ladrou:

– Você está reprovado – lançou-o contra o tatame, fazendo-o escorrer para fora da arena de luta e dar-se por vencido com aquele golpe.

Parte II: problemas etílicos
Após a esbórnia do dia anterior, o dia do espadachim apenas pareceria mais monótono se não estivesse perguntando a localização da recepção para um rapaz de baixa estatura que saia do seu tatame para catar um anão que, por qualquer motivo que fosse, acabou caindo dele.

– Onde fica a recepção? – repetiu a pergunta, deglutindo-a para que não causasse má impressão ao novato com alguma informação incorreta. – Bom-dia, mesmo já sendo quase "boa-tarde" – respondeu, logo após notar que ele não havia retribuído a gentileza. –, eu posso levar você lá, tenho que rasgar a ficha de alistamento desse garoto aqui, de qualquer forma.

– Senhor, permissão para levar o reprovado à recepção – bradou um entusiasta com o boné da marinha enterrado em sua cabeça, que estava treinando no pátio e ouviu. Falou em um tom firme, porém não tão agressivo quanto o brusco movimento para a continência – o senhor precisa descansar após uma luta, senhor.

– Não se preocupe, soldado. Esse aqui nem me deu trabalho – partiu, fazendo um sinal com os indicador e o dedo médio da mão que ele empunhava uma espada parecida com uma chapa de metal achatada nas pontas, indicando ao outro novato que ele o seguisse. – Aliás, eu gosto de lidar com os novatos – respondeu, mais para si mesmo que para o soldado solicito.

Shunsui, o superior do soldado e um anão qualquer, atravessaram o pátio e foram de encontro a um portão entreaberto com a altura de um gigante próximo à sua vida adulta. Transgrediram o portão, sem precisar empurrar a porta e adentraram a uma sala decorada por um balcão vinho e duas dúzias de cadeiras com as cores da marinha estampadas, um de frente para o outro. O marinheiro depositou o anão no balcão e foi de encontro com uma sineta. Apertando-a tantas e repetidas vezes que o som de seguinte tendia a engolir o som advindo de sua antecessora e compor uma sinfonia agoniante aos ouvidos. O primeiro a se incomodar foi o anão, tapando suas orelhas com as mãos, por instinto. Talvez sua cabeça doesse com algo correlacionado a o que levou a cair do tatame, embora o navegador não detivesse como comprovar sua suposição.

– Godric, seu desgraçado, onde está você? – ladrou, revoltoso com a falta do seu subordinado. – Maldito seja! – grunhiu, por entre os dentes, mordendo para que não tivesse de aliviar sua raiva quebrando o balcão. Respirou fundo e voltou a ter com a dupla: – Não se preocupe, outro-novato. O Godric tem problemas etílicos – pausou, refletindo sobre algo que não vinha ao caso – O anão aí conhece ele... enfim uma hora ele aparece por aquelas escadas...

Parte III: o reprovado e o rufião
Godric desceu as escadas, lento o suficiente para conseguir acender um cigarro enquanto descia, com uma tranquilidade semelhante a que ele havia demonstrado no momento que Gagleu foi trazido a aquela recepção. De certa, daquela vez ele não estava acompanhado de um rapaz com um manto feminino nas costas e não tinha o embargo de uma falha em suas costas para tornar tudo um pouco mais cinza. Quando o marinheiro-recepcionista notou o sargento, deixou com que o objeto de fumaça nauseante escorregasse para fora dos lábios que ficavam entreabertos com a inesperada vinda de um superior à recepção pela segunda vez no mesmo dia.

– Fumando no quartel, Gordric? – questionou, incrédulo.

– Se-... senhor...

– Sem desculpas, você ficará detido mais dois finais de semana – interveiu Atlas, antes que uma desculpa fajuta escapulisse da boca de Godric e ele pudesse ganhar mais um final de semana no quartel. – Trouxe um novato e vim rasgar o alistamento do anão.

– Rasgar?

– Ficou surdo? Foi o que eu acabei de dizer.

– Mas... Fredi... senhor... – puxou Atlas para um canto, sussurrando em um tom um pouco mais alto que alguém segredando algo deveria cochichar: – se reprovar ele, ele poderá processar a marinha com aquela parada do chão desabar enquanto ele matava a ratazana pra mim... ele com certeza vai ganhar uma bolada fazendo isso, Fred...

O sargento levou uma mão à testa, relutante em falar aquilo que teria de falar, mas o fez quando voltou seu dorso à direção que o Gagleu e o estranho-outro-novato estavam:

– Pois bem, vide as circunstâncias, você passou Gagleu. Parabéns, você é um marinheiro. Godric lhe mostrará o caminho do vestiário, após instruir o novato – bradou, cheio de rancor e partiu, deixando o trio ali.

O recepcionista entregou um papel e uma caneta ao estranho-novato, esperou até que ele preenchesse sua ficha, vistoriou se ele tinha feito algo de errado e, finalmente, convidou Gagleu a o seguir rumo ao uniforme de marinheiro. Shunsui – agora o anão sabia o nome do rapaz, pois pôde ler em sua ficha – também foi instruído a segui-los para que lavasse as roupas, como tarefa de obediência para ver se ele tinha a vocação para ser um marujo.

– Sei que você ouviu, mas toda essa parada de processar é balela. Você viraria um pirata assim que o fizesse, mas o Fredinho, no fundo só queria uma desculpa para tê-lo conosco. – calou-se até em algum momento do percurso voltar ao assunto: – A marinha precisa de cada braço, mesmo os seus, pequenos, ainda ajudarão muito.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptySeg 22 Jan 2018, 15:04










Gagleu, o Anão
Ainda sim!
Então, meu chão simplesmente desabou com o teste mal sucedido. As palavras do meu anfitrião causavam grande desgosto sentido bem nas entranhas de mim. Voltar para Malkiham e encarar meu povo seria um martírio, explicar o que se passou seria uma tortura. Queria respirar e doía, queria olhar um espaço em branco, mas tudo se preenchia com a imagem da reprovação. Porém, honrava a instituição e reconhecia a posição do homem à minha frente, sua autoridade e importância para aqueles homens. – Irei me esforçar mais e tentar em uma próxima oportunidade, né. – Dizia com esforço, tentando esboçar um sorriso.

Direcionado para outro ambiente e ao que entrava à sala, com toda uma comportada decoração, já conseguia deslumbrar o fim de minha estadia nos limites do quartel e qual seria minha próxima ação. Em meus devaneios, a imagem dos irmãos trigêmeos de anteriormente que me abordaram com desleixo – seriam alguns dos vários grupos de pessoas que eu enfrentaria daqui para frente – por outro lado, lembrava saudosamente do ferreiro que me tratou de maneira oposta, com educação e respeito, uma forte possibilidade seria voltar ao seu estabelecimento e aprender um pouco do seu oficio.

– Espero que você tenha uma sorte maior do que a minha, companheiro, né. – Diria para o outro recruta, certo de que estava para ser dispensado, sendo interrompido pelo barulho ensurdecedor da campainha produzido pela sineta. – Sim, eu o conheço, Godric-senpai é muito gente boa, né. – Confirmaria o comentário de Fredinho, meu carrasco.

Nem o momento de tensão me impediria de rir diante da chamada de atenção que Godric tomou pelo fato de estar fumando. Porém, um semblante sério tomava conta de mim no minuto seguinte após ouvir o cochicho dos meus dois superiores. "Não há atalhos para aqueles que querem seguir seus sonhos, eu nunca iria decidir processá-los por um fracasso meu. É uma pena que pensem assim." – Novamente mudando de expressão, com a afirmação de que eu havia conseguido ingressar na marinha. – Muito obrigado senhor, vocês não irão se decepcionar, né. – Realizaria um brusco movimento para a continência, como o marinheiro havia feito anteriormente, em sinal de respeito. Guardado a sete chaves, a verdadeira vontade era a de chorar.

Seguiria o recepcionista para o local em que eu pegaria meu uniforme. – Com certeza, doarei o máximo de mim durante minhas obrigações como um marinheiro, né. – Responderia ante ao seu comentário. A expectativa para encontrar algo para o meu tamanho era evidente. – 25 centímetros, né. – Confirmaria meu tamanho, se fosse questionado. Tiraria as peças padrões e vestiria prontamente o uniforme logo que fosse me dado.

Se ocorresse tudo bem e eu estivesse uniformizado a essa altura do campeonato, iria voltar minhas atenções para o outro recruta, Shunsui. Não gostaria de entrar no ócio e iria ajudá-lo em sua tarefa com as roupas. – Meu nome é Gagleu, muito prazer. – Iria me apresentar para o meu colega. – Gostei do chapéu, é feito do que? Eu posso tocar? – Perguntaria.

Onde estivéssemos, procuraria por uma cesta com roupas, seja em cima de um eventual balcão ou no chão. A ideia era ajudar meu colega passando as roupas para que ele tomasse nota e se preciso ser colocadas para lavar. Se fosse o caso de termos sido separados, abordaria marinheiros e perguntaria sobre seu paradeiro, até encontrar uma resposta satisfatória. – Olá, sabe me informar para onde foi o novo recruta? – E seguiria para lá.   



Gagleu | Post: 08 | Ganhos: Katana | Perdas: X
孤独 - Template por MilkWho


Histórico:
 
Considerações:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
MilkWho
Membro
Membro
MilkWho

Créditos : 6
Warn : Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017

Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptySeg 22 Jan 2018, 17:54









Hiroshi Kurayami
Desabrochar de um Sonho
A angústia e animação eram facilmente vistas através dos olhos daquele jovem rapaz que ao longe, observava toda aquela extensão de terra. Desde que saíra de Conomi Island, Hiroshi Kurayami não parara quieto no pequeno navio que sua família tinha o fornecido, devido a sua favorável situação financeira. De quaisquer modos, teve uma viagem tranquila pelos mares do East Blue. Seus sonhos e ideais, no momento eram mais fortes que qualquer coisa.

Enfim, respirava fundo pretendendo retornar ao seu temperamento calmo e relaxado. Ajustando seus óculos e apoiado à proa do navio, o rapaz ia se dirigindo ao porto de Shells Town. Em um pequeno flashblack em sua mente, se lembrava de tudo e todos que o fizeram chegar até ali. Todos os livros, de sua família e por fim, porém não menos importante, Ash, por ter lhe apresentado um mundo totalmente diferente do seu, perpetuando incríveis aventuras e o permitindo entrar na academia de box, estilo de luta na qual o rapazote dominava superficialmente. "A Grande Lacuna será preenchida...", sussurraria ao olhar para o céu. Assim que descesse no cais, se despediria gentilmente do navegador que sua família havia contratado.  

Muito obrigado senhor! — Diria rapidamente em posição de reverência, demonstrando respeito e transparecendo sua educada e gentil personalidade. Independentemente da resposta do navegador, sairia andando pelas ruas da ilha.

Se atentando a quaisquer detalhes nas construções a sua volta, Hiroshi procuraria pelo Quartel General na cidade. Nunca tinha saído de sua ilha natal anteriormente, logo, tudo aquilo era novo para ele, por viver em uma ilha pequena e pacata do East Blue. Caso sua procura fosse eficiente, se dirigiria a porta da recepção, afim de iniciar sua caminhada pelas veredas da justiça. Independentemente de quem fosse, abordaria algum dos guardas responsáveis pelo quartel, caso estivessem ali de fato.

— Com licença, podem me dizer onde posso me alistar? — Perguntaria gentilmente, com um suave e agradável tom de voz. "Eu realizarei meu sonho, custe o que custar", pensaria assim que desse seu primeiro passo dentro do Quartel General.

Hiroshi | East Blue - Shells Town | Post: 01 | Ganhos: X | Perdas: X
孤独 - Template por MilkWho


Dados do Personagem:
 
Considerações:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Nada do que é humano me surpreende


Última edição por MilkWho em Ter 23 Jan 2018, 11:20, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
lFrenezy
Membro
Membro
lFrenezy

Créditos : Zero
Warn : Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 10010
Data de inscrição : 13/11/2017

Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 EmptyTer 23 Jan 2018, 11:18

Após muito procurar, finalmente alguém para me ajudar, um homem de alta patente acompanhado de um anão. “Que criatura mais esquisita.” Pensava enquanto eu o observava, aquele pequeno homenzinho parecia não estar muito bem, podia jurar que em alguma hora ele fora feito de saco de pancada por alguém.

Atravessamos o pátio até darmos de cara com um enorme portão, algumas perguntas brotavam em minha mente mas eu ficava um pouco receoso de fazer qualquer questionamento, passamos pelo portão até darmos de encontro com uma sala decorada e enorme balcão que logo foi ocupado pelo pequeno homenzinho, o outro homem foi em direção a uma sineta a apertando inúmeras vezes, fazendo o pequeno homem tampar os ouvidos imediatamente.

Minha empolgação era tanta que o barulho pouco me incomodava, eu apenas observava o anão e então perguntava para o mesmo, “-Se eu não ficar pior que você, pra mim ta tudo bem .Mas e ai, ta tudo certo ai carinha?” ele parecia mal e sei lá, vai que o maldito exploda. Após apertar a sineta inúmeras vezes, o homem bradou um nome seguido de alguns xingamentos. “Credo, o povo dessa cidade gosta mesmo de perder a cabeça, oloco.” Pensava ao ver tal reação do homem, o mesmo deu uma breve explicação, dizendo que aquele por quem chamava tinha alguns probleminhas e por isso o motivo de tanto barulho.  “-Haha... Eu entendo...” Responderia com um sorriso meio falso enquanto coçava a cabeça com a mão direita.

“QUANDO ABERRAÇÃO” Pensava alto enquanto segura o riso, um gigante fumante descendo uma escada e um anão, que dupla perfeita... Imagens engraçadas surgiam o tempo todo em minha mente, fazendo com que eu acabasse sem prestar muita atenção no diálogo dos dois, só voltei a si no final quando o homem dizia para o anão que o mesmo estava aprovado e seria um marinheiro, aumentando assim mais ainda a minha vontade de rir. “UM ANÃO MARINHEIRO PFFFF” Os pensamentos ali só aumentavam e cada vez mais engraçados.

O tal superior se retirava dali dizendo que o fumante gigante nos levaria para o vestiário logo após me instruir... “-Que belo time heim... Um anão, um gigante fumando e um Homem normal...” Comentava tentando quebrar um pouco o clima de seriedade. Uma ficha era entregue para mim por uma recepcionista que rapidamente era preenchida e logo depois conferida para ver se estava tudo certo, por incrível que pareça, eu finalmente fiz algo 100% certo nessa cidade, finalmente.

Depois de ficha preenchida e aprovada, só restava seguirmos para a próxima etapa, a recepcionista convidava o anão para seguir até a busca de seu uniforme, perdido como eu estava, os acompanharia caso não fosse interrompido por alguém, era exatamente a única coisa que eu podia fazer... Seguir e esperar, seguir e esperar... O anão até que era amigável, se apresentou como Gagleu, perguntou quem eu era e se podia tocar em meu chapéu. “-Eu me chamo Shunsui, prazer” estenderia 2 dedos até ele para cumprimentá-lo, “-Que, meu chapéu? È um presente de família feito de palha e sinto muito, não deixo ninguém tocar nele.”

Ainda completamente perdido e em meio a um vestiário cheio de roupas, lembro algo dito sobre me testar e ver se eu tinha vocação para ser um marujo, se lavar roupas sujas vai ajudar a me tornar um membro da marinha, não veria problema em fazer. Pegaria as roupas que aparentavam estar sujas e se ninguém aparecesse para me repreender ou me questionar sobre, procuraria alguma maquina de lavar para jogar todas as roupas juntas, se não houvesse uma maquina para facilitar, infelizmente eu teria de fazer na mão mesmo, tiraria minha manta rosada das costas e a penduraria em um lugar distante das demais roupas, evitando que ela se misture e logo depois começaria a lavá-las com as próprias mãos. Se o novo anão marinheiro ainda estivesse comigo, sem sombras de dúvidas eu pediria a ajuda do mesmo. “-HAHA, sem querer pedir muito.... Mas você pode me ajudar?Eu deixo você ver o chapéu de perto, mas sem tocar.”


Considerações:
 
Inf.:
 



____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!    Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!  - Página 2 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Um anão em Shells Town, o que pode dar errado, né?!
Voltar ao Topo 
Página 2 de 3Ir à página : Anterior  1, 2, 3  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Shells Town-
Ir para: