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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Le voleur de coeurs - Un conte

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MensagemAssunto: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte EmptyQui 07 Dez 2017, 21:50

Le voleur de coeurs - Un conte

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Oskar von LaMartine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte EmptyQua 13 Dez 2017, 00:09

Letargia, desnorteio e... calor. Um breve resumo de minha estada nesta ilha sem nome nem sobrenome, fatia de terra maldita que me nomeara novo membro da infeliz categoria de órfão, da noite para o dia. Desde minha chegada, enfiei à força aos confins de minha consciência que ambos meus pais morreram, para que não houvesse nenhuma fresta de esperança trêmula e ilusória, afinal dificilmente minha progenitora estaria viva e certamente tal dúvida serviria apenas para afligir-me em minha nova vida. Não há de se enganar: definitivamente não faço o tipo de sujeito que lamenta pelos cantos, mas jamais me descera pela garganta o assassinato de meu pai, essencialmente pelo modo em que se dera. Entretanto, para o bem ou para o mal, tamanha crueldade e frieza que me fora mostrada neste dia me infligira influência maior que qualquer linhagem genética que minha família fornecera, infeccionou-me como uma lepra vertiginosa, fato que se faz provar nos anos que se passaram como vultos em minha frente: o impacto foi tamanho que minha noção de tempo e espaço somente fora recobrada há pouco. Por fim, no apogeu da intensidade desta dor, notei: me tornei tão amargurado quanto uma viúva rabugenta, indiferente e irritadiço. Entre tantos devaneios desde aquele dia fatídico, um deles se condensou em realidade tão factual quanto pedra: seguramente, como um terço a ser rezado todos os dias, prontifico-me a prover toda sorte de travessura e insegurança para os moradores locais, para que pudesse sentir mais uma vez a mesma sensação de quando era criança, com meu pai. Parecíamos dois irmãos, e não pai e filho, levando até mesmo às pessoas ao redor a se perguntarem se “aquilo ali”, como o povo costumava dizer, realmente se tratava de um adulto, pois mais se assemelhava a uma criança em um corpo de homem. Insoluvelmente, meu sarcasmo ácido não se continha, e de tempos em tempos, indagava a mim mesmo: “Como um ser infantil como aquele poderia transar com a minha mãe, que parecia ser a única adulta daquela casa?”. Mesmo com este defeito, que posteriormente custou sua vida, posso bradar sem sombra de dúvidas que o amei. Fora uma honra conhecê-lo e ainda mais tê-lo como progenitor. Hoje, onde quer que esteja, deve carregar consigo o espectro do que eu fui um dia.

A sede por traquinagens crescia e se satisfazia tal qual ao andarilho que bebe da água salgada: sacia ao pincelar os lábios, mas arde como aguardente ao descer pela goela, deixando-o com mais sede do que tinha antes de bebê-la. Assim se explicava minha vontade. Porém, após muitos anos reproduzindo os mesmos atos, não é lá de muita ambição continuar com estes pequenos delitos para sobreviver. Não quero continuar sendo esta formiga sem rumo, letárgica a ponto de soar moribunda. É hora de ganhar o mundo, sonhar com as estrelas e divertir-me com os mais ricos tesouros desta terra, afinal, eu mereço! Pois me devem suas almas, com juros e correção monetária, por me tirarem dos braços o homem que me fez. Agora, que o medo não me trava as pernas nem a dor me escorre as lágrimas, haverão de pagar!

Nova determinação me garantia energia para levantar do chão que há muito eu chamo de cama, e seguir para mais um dia. Como poderia começar este caminho para o poder? Certamente, não na instituição animalesca que minha mãe pertencia. De fato, ela era diferente, mas apenas uma exceção. Depois daquela ocasião, o trauma me levou a concluir no íntimo que a marinha é um lar de bestas desumanas: relevam os crimes dos homens de elevado status social e cobram com vigor para os pobres e indefesos. Meu direcionamento será outro: eu serei o mais novo pirata do East Blue, livre, sem regras criadas por alguém que nem ao menos me conhece e sem a hipocrisia da justiça humana, que mal pode julgar a si mesma, cercando-me.

Ao meu subconsciente, já estava tudo decidido: caminharia pelas ruas e vielas, observando ao redor, à procura de alguém que vestisse algo relativo à marinha ou desse a entender de alguma forma que pertencia a tal órgão. Caso encontrasse, seguiria o(a) sujeito(a) e esperaria chegar a algum local sem a presença de muitos olhares curiosos e chamaria em bom tom:

- Ei! Aqui, idiota!

Disporia meu corpo em posição de de combate, esperando alguma reação. Caso tencionasse alguma investida, tentaria desviar com saltos em sentido traseiro, jogando meu corpo para trás usando de minhas pernas, e assim sucessivamente para novos ataques.

Se me levasse a lugares mais povoados, indiferentemente admitiria que este está com sorte e repetiria o procedimento, visando outro alvo em potencial.
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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte EmptyQua 13 Dez 2017, 05:49

O mundo não é um mar de rosas; é um lugar sujo, um lugar cruel, que não quer saber o quanto você é durão. Vai botar você de joelhos e você vai ficar de joelhos para sempre, se deixar. Isso foi o que Oskar pôde aprender durante sua estadia em Shells Town na nova situação de órfão, que até os dias atuais lhe causam indignação pela morte de seu pai e pelo sumiço de sua mãe, ainda que prefira acreditar na morte desta para enterrar qualquer traço de uma esperança que tinha grandes chances de ser infrutífera. O episódio que ficara marcado em sua alma a fogo, lhe fora tão impactante, que vivera uma vida apagada em sua nova localidade, quando constatara que sua humanidade estava se perdendo decidiu que em memória de seu pai deveria voltar a viver como um humano. Após recuperar sua vontade de viver, percebera que não poderia continuar agindo como fazia durante a época em que seu progenitor era vivo, por isso decidiu pensar alto, em compensação por terem levado a pessoa por quem tinha mais apreço nesta vida, deveria ser recompensado com o melhor que havia espalhado pelos oceanos.

Levantando-se do local por onde estivera por muitos anos, um pequeno beco entre duas das diversas casas que haviam no litoral de Shells, Oskar constatara que seu odor corpóreo não lhe afetava, apesar de o fazer a outras pessoas, visto que passara muitos anos vivendo como um moribundo qualquer, suas roupas estavam bastante esfarrapadas e seu corpo parecia estar a ponto de definhar, pela falta de alimentos que o mesmo havia de conviver por conta de sua situação.

Mas ignorando tais questões, o mesmo ainda ponderava sobre quais deveriam ser seus próximos passos, já que a simples imaginação de si ingressando sob o comando da Marinha, lhe causava um desgosto sem tamanho quando finalmente constatara que os seres que serviam tal localidade eram bastante corruptos por deixarem a balança pender sempre para o lado mais fraco, que no caso eram os pobres e indefesos, que pagavam pela falta de caráter dos homens fardados. Após tomar ciência de tais fatos, decidira que deveria seguir o caminho oposto, o caminho da pirataria, e Oskar van LaMartine viria a se tornar o mais novo pirata do East Blue.

E logo após alguma pessoa esbarrou em Oskar, e foi quando este percebeu que estava parado no meio da rua, não havia percebido quando havia entrado em transe durante o momento em que estava pensando seus próximos movimentos. E assim começou a andar pela rua na qual se encontrava, vez ou outra olhando os becos, e travessas que haviam próximas ao litoral da ilha procurando alguma pessoa que ostentasse qualquer pertence que lhe indicasse ter alguma ligação com a odiada Marinha.

Não muito tempo depois, o rapaz avistou uma pessoa que usava um boné que se assemelhava ao boné que os soldados do odioso órgão carregavam consigo, então rapidamente se pôs em movimento para que pudesse alcançar o dito cujo. A pessoa percebeu a movimentação de Oskar, que não tinha treinamento algum para o fazer discretamente, e talvez no fundo queria que fosse notado, e então o dono do objeto que lhe trazia aversão virou em um beco. Com pressa, o rapaz correu sem tomar qualquer medida preventiva o que quase resultou em problema, assim que terminou de virar o beco, a pessoa, que se mostrou ser um senhor de idade, o agarrou pela camisa, encostou-lhe na parede com uma adaga na garganta.

- Quem é você? Por que estava me seguindo e o que quer comigo? – Questionou rapidamente o senhor sem dar brecha para que Oskar pudesse fazer qualquer tipo de movimento. Durante a abordagem fora o melhor momento para o rapaz observar a fisionomia do homem que lhe ameaçava. Seus cabelos eram brancos, penteados para trás sob um boné branco, com um desenho de uma gaivota, este que fez com que o jovem rapaz o confundisse com um oficial da Marinha, além disso, havia um óculos escuro sobre os olhos do mesmo, um pano em seu pescoço que poderia ser algo que se assemelhava a uma gravata estranha ou a um babador além sobretudo preto com a parte interna em vermelho e as bordas em dourado.

Legenda:
Ameaçador

Oskar von LaMartine

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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte EmptyQui 14 Dez 2017, 02:26

Um esbarrão casual ironicamente serviu para reconectar-me ao contínuo mundo real, como se sutilmente deixasse um recado de rodapé ao relento: o impacto do agora requer mais atenção do que as fagulhas isoladas do passado. Tendo em vista tal observação, é notável que até mesmo em meu andar algo havia mudado. Havia direção, firmeza, empoderamento: o que estava morto se avivou uma vez mais. O futuro se traduzia em uma rua, que quase metaforicamente se materializava bem à minha frente, representando meu destino.

Olhava entre uma travessa e outra, beco aqui e acolá, como um gavião rasante à procura de sua presa. Entre a aleatoriedade do cenário que nos cerca, apenas noto faces desinteressantes, e se as "capas de suas revistas" eram assim, que dirá de suas personalidades deduzivelmente toscas. Indubitavelmente, pessoas medíocres: sonham com o céu e as estrelas enquanto que, em contrapartida, se dirigem para seus trabalhos e afazeres insignificantes, não condizentes com seus almejos grandiosos. Atitudes dignas de covardes. Que seja, não é de minha importância, apenas servirão de exemplo do que absolutamente não fazer, para mim. Simultaneamente, enquanto revisto sujeitos pelas alamedas com meus olhos vorazes, noto que, raciocinando um pouco mais profundamente, qualquer um que não seja pertencente àquela instituição maldita será suficientemente trivial ao meu olhar. Seguia desinteressadamente entre uma esquina e outra, quase entediado, quando uma gaivota estampada em um boné saltava-me aos olhos: era o que eu queria! Nem mesmo notei o que completava aquele corpo. A mim, o adereço que simbolizava a marinha era ator principal, secundário e figurante ao mesmo tempo. Era tudo o que importava. Persigo-o como um faminto faria por um pedaço de carne, quase salivando. Seria o pontapé inicial para um grande início. Oskar von LaMartine: novato promissor assassina marinheiro imbecil em Shells Town. Quase conseguia avistar mentalmente a capa de jornal estampando meu rosto, quando repentina e inesperadamente, viro a esquina de um traiçoeiro beco, continuando a perseguição, onde apresenta-se meu erro: fui desprecavido. Um vulto agarrava-se à minha jaqueta negra, que hoje estranhamente estava fechada pelo zíper, enquanto uma ameaçadora adaga se anunciava sob minha garganta. Havia sido tão estúpido e ingênuo que quase emitira um suspiro de decepção.

- Quem é você? Por que estava me seguindo e o que quer comigo?

Mais de perto, vislumbrava agora o dono daquele vistoso boné: um homem, com cabelos grisalhos semelhantes aos meus, sobretudo negro com detalhes em vermelho e dourado além de um babador ridículo que logo aguçava meu sarcasmo. Mesmo diante de uma situação tão impactante, não poderia deixar tal vestimenta grotesca passar em branco de minha chacota. Caçoava em minha mente: "Certamente, um velho babão, talvez até broxa, ainda por cima se escondendo por debaixo de óculos escuros. Deve estar pensando que está fantasiado para o carnaval. Como me deixei ser pego pelo morador de asilo aí?", pensava enquanto segurava um riso arrojado. Lembro-me das palavras que ele havia disparado contra mim, mas diante de tal visual, quase não consegui levá-lo a sério, mesmo que houvesse me ameaçado de morte. Entretanto, forço-me para destituir certa prepotência: ele poderia sim acabar com minha vida, pois terminado o ar de brincadeira, mostrava-se a enrascada em que havia me metido. Precisava arranjar uma solução logo, caso contrário ele poderia simplesmente separar minha goela do resto do corpo em um instante, brutalmente, como se estivesse a matar uma galinha. Com aquela lâmina maliciosamente posicionada, dificilmente conseguiria reagir. Poderia ter mais força ou agilidade que o candidato à doente de Parkinson à minha frente, mas não serviria de muito, visto que em um movimento tudo estaria acabado. Certamente, um fato as ruas haviam me ensinado bem: se não conseguir ganhar no tapa, use a lábia. Não era tão "bom de língua" assim para enganá-lo, e certamente longe de ser o melhor mentiroso, mas necessitava mais do que nunca. Enquanto tentava me afastar o máximo que podia daquele punhal cruel, como se estivesse a tentar achar espaço entre o concreto das paredes, os segundos passavam como pêndulos odiosos, contando meus últimos momentos, enquanto uma adrenalina percorria meu corpo, fazendo com que ouvisse meu coração bombear sangue pelo corpo inteiro fortemente, como se fosse uma transmissão ao vivo. Certo, já que não dominava a arte da lorota, que pelo menos uma parte da prosa seja verdade. Eis a tal milagrosa saída pela tangente:

- Eu estava apenas procurando um marinheiro para que me ajudasse num negocinho pessoal, sabe? Os assaltos nessa cidade têm se tornado uma situação cada vez mais crítica, aí vi o seu boné e achei que fosse um daqueles honrosos agentes da justiça... - Tentaria falar ao menos sem gaguejar, expressando o máximo de veracidade possível. De certa forma, era a verdade, não? Estava a procurar um marinheiro, só que para matar.

Tal fala serviria apenas para enganá-lo por um momento, mesmo que inflando seu ego e causando náuseas ao ter aquelas palavras retiradas de dentro de mim, como um beliscão na úvula. Na menor deixa que me desse, se o sujeito afrouxasse a navalha sob meu pescoço, empurraria-o com toda força que dispunha para trás, pressionando seu peitoral com minhas mãos. Caso funcionasse e ele se desequilibrasse com o empurrão, avançaria em sua direção e executaria uma investida com meu punho direito fechado na tentativa de acertar seu olho destro, formando um golpe direto. Minha intenção seria a de quebrar seus óculos escuros, possivelmente ferindo-o na zona sensível que é o globo ocular. Se obtivesse sucesso, finalizaria com um chute frontal em sua barriga, tentando fazer com que caia, e por fim colocaria-me em posição de combate. Caso sequer conseguisse ludibriá-lo e ele não baixasse sua guarda, continuando a prensar-me com sua lâmina, aproveitaria-me do fato de ele aparentemente ter se esquecido de meus braços, que estavam livres para movimentar-se, e arriscaria um soco contra sua têmpora que fosse do mesmo lado do que o braço que estava usando para carregar a lâmina, utilizando minha mão do respectivo lado para completar o golpe. Isso dificultaria uma reação para impedi-lo de parar meu ataque, pois seus dedos estariam muito ocupados incomodando minha goela. Assim, fazendo uso deste simples raciocínio, visaria facilitar o êxito do murro. Em caso de conseguir desferi-lo, tentaria me afastar a dois metros de distância dele, de modo que esperasse sua próxima ação em posição de luta. Se tencionasse nova investida, tentaria desviar-me do que quer que fosse com saltos curtos sempre na direção contrária ao golpe, utilizando de minhas pernas para impulsionar-me. Se de alguma forma o homem desviasse de quaisquer uma de minhas agressões de todas as situações possíveis, não me fornecendo brecha para continuar a série de golpes ou ações póstumas, me afastaria rapidamente com um pulo breve em sentido oposto ao que o ridículo ancião estivesse.

Observações:
 

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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte EmptyQui 14 Dez 2017, 20:32

Travesso como sempre fora desde a infância, Oskar não conseguiu segurar o sorriso zombeteiro, que se fez presente em seu rosto após observar a excêntrica aparência do homem que o surpreendera e agora ameaçava sua vida, e nem os pensamentos, estes que se dividiam em ridicularizar seu agressor e refletir em como acabara em tal situação, e este ainda preso pelo pescoço, continuava a devanear sobre como deveria sair de tal situação, pois deveria ser cauteloso, já que sua vida estava por um fio, não podia agir impulsivamente, quando foi tirado de seus pensamentos pelo homem que o capturara.

- Responda agora!! – Exclamou o homem empurrando mais a adaga em direção ao pescoço do rapaz, que não teve alternativa a não ser atender ao que o mais velho requisitava. - E-eu estava a-apenas procurando um marinheiro para que me ajudasse num negocinho pessoal, sabe? O-os ass-altos nessa cidade t-têm se tornado uma si-situação cada vez mais crí-crítica, aí vi o seu boné e achei que fo-fosse um daqueles ho-ho-honrosos agentes da justiça. – Falou Oskar, gaguejando ao falar por conta do aperto que a adaga fazia em seu pescoço. Tal situação lhe causava um mal estar, por duas causas diferentes, era uma péssima situação ter de falar com uma adaga espremendo sua traqueia, e sentia nojo ter de usar palavras tão bonitas para descrever tais bestas, que era o que Oskar considerava Marinheiros e Agentes do Governo.

- Oh me desculpe, pelas suas roupas e ações, eu achei que estava querendo me roubar. – Anunciou o ancião, afrouxando o aperto da adaga e trazendo-a de volta a seu corpo. Mas neste momento Oskar procurou empurrá-lo, mas o homem segurou suas mãos e o jogou de costas na parede oposta, se afastando um pouco, com a adaga em riste, preparado para o próximo movimento do jovem, que já se levantava.

Sem sequer falar, Oskar partiu para cima do homem, que se atrapalhou quando uma luz ofuscou sua visão por pouco tempo, mas o suficiente para o platinado se aproximar e deferir-lhe um soco em seu rosto, mais especificamente em seus óculos quebrando-os, por sorte nenhum dos cacos de vidro atingiram suas córneas, por isso foi possível ao mesmo bloquear um chute de Oskar que visava acertar-lhe a barriga virando seu corpo de lado e usando sua própria perna esquerda para fazer frente ao chute do mais novo.

Por não ter costume algum em lutar usando as pernas, o ancião levou a pior, mas usou sua experiência para não ficar exposto, sentindo a dor em sua canela, que entrou em contato com a sola do pé de Oskar, o mesmo girou o corpo para a esquerda, e ao final do giro de corpo, estava às costas do jovem, que ainda se recuperava da queda. Aproveitando a oportunidade o homem saltou na direção deste e puxou uma outra adaga de seu cinto durante o salto, e assim fez dois cortes diagonais se cruzando, fazendo um formato de X que acertou as costas de Oskar com sucesso, este que soltou um grito ao sentir as lâminas rasgando sua pele.

Antes que o velho pudesse realizar outro golpe, o aspirante a pirata se pôs de pé e deus dois saltos longos para trás ganhando distância para analisar o que deveria fazer a seguir. - Não deveria me desprezar só porque sou velho rapaz. Eu sou Pietro Negri, já fui um Marinheiro no passado, mas já me aposentei. Mas mesmo aposentado eu ainda consigo sentir o cheiro de vagabundos quando os vejo. – Disse o ancião olhando com seriedade para o LaMartine.

Legenda:
Pietro
Oskar

Oskar von LaMartine

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Eu não vou desistir: Missão dada, parceiro, é missão cumprida!


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POSTS NARRADOR:02

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Considerações:
 

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Objetivos Futuros:
 


Última edição por Raiden Fuji em Sex 15 Dez 2017, 03:28, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte EmptyQui 14 Dez 2017, 23:27

A situação se sucedia, de certa forma, como desejava:

- Oh, me desculpe, pelas suas roupas e ações, eu achei que estava querendo me roubar. – Vociferava o velho, que já aparentava sentir certa comoção. Desenterrava o fio da navalha de minha garganta, permitindo-me sentir tranquilidade uma vez mais nesta vida.

Tolo, nunca saberá o que é viver sem se importar nem mesmo com o solo que lhe serve de piso. Sem dúvidas, a indiferença é uma dádiva que poucos possuem a sorte de receber. Pouco importa, pois agora é meu turno: sem nenhum aviso prévio, posiciono minhas palmas em seu peito, começando a premer, como uma cobra traiçoeira pacientemente esperando para dar o bote. Porém, inusitadamente, como uma objeção instintiva, o homem leva suas mãos às minhas e, sem hesitar, lançou meu corpo a parede, que no momento já deveria ser minha colega, de tanto tempo que fora socado contra a mesma. Ergui-me novamente, já apresentando sinais de irritação, e quando olhei de novo, o ancião já estava a maior distância, com o maldito punhal em punho. Aliás, deveria passar a nomear tal arma de bastão, pois o covarde não faria mais do que pressionar-me com aquilo: faltava-lhe coragem. Típico de marinheiro.

Irredutível, avanço em sua direção, enquanto percebo que, por algum motivo, o longevo varão permanecia sem reação. Aproveitando-me disso, esmurro seus óculos enquanto sua prepotência e todas suas vaidades lhes são arrancadas com o golpe. O visor quebra em pedacinhos miúdos, enquanto visava desferir um chute na região do abdômen, que misteriosamente era interceptado ao meio do percurso, atingindo em cheio a canela do alvo, que era usada de escudo. Como lhe possibilitara reagir à minha arremetida mesmo tendo uma zona tão sensível atingida? Sadicamente, esperava que ao menos um caco adentrasse suas vistas. Ao invés disso, o senhor, que outrora fora deduzido como incapacitado pela minha arrogância, ia muito além: executava uma pirueta digna de um artista circense, surpreendendo-me deveras. Pairava bem ao meu dorso, impositivamente privando-me de obter tempo hábil para uma reação, e já sentia as feridas abertas, causadas pela minha detença:

- ARRRGH. Grr! – Urrava de dor, posteriormente transformando o grito de incômodo em ameaça traduzida por rosno, cerrando os dentes e as sobrancelhas, formando uma carranca.

Conseguia imaginar que havia me cortado com aquela maldita lâmina que anteriormente havia desdenhado em meu íntimo. Fora profundo o suficiente para atravessar minha jaqueta e ainda assim ferir-me consideravelmente. Firmei-me mais uma vez, reerguendo a guarda e saltitando para trás, adquirindo certo espaço.

- Não deveria me desprezar só porque sou velho, rapaz. Eu sou Pietro Negri, já fui um marinheiro no passado, mas já me aposentei. Mas mesmo aposentado eu ainda considero sentir o cheiro de vagabundos quando os vejo.

Isto já era abuso. Como vós, velho quase moribundo, podeis direcionar palavra a mim desta forma? Pensava em ecos: “Certamente, deve sentir o cheiro de vadios, assim como sente o cheiro de mulheres e não consegue fazer nada além, pois indubitavelmente deve ser broxa”, mesclando irritação e sarcasmo, elementos intrínsecos e gêmeos a mim. Todavia, ao caráter da seriedade, meu resvalo custaria caro. O sangue escorria, efervescente, como liquor do produto de nosso dueto de ódio, servindo como aviso constante para que reduzisse meu ritmo, ardendo tanto quanto um amor não correspondido. Não valeria a pena arriscar-me desta forma por um aposentado. Este não me traria tanta visibilidade como executar um ativo ou algo do tipo. Soaria como o libelo de um pombo enxadrista: fingiria ter feito muito, sem ter feito metade. Seria, de fato, ridículo. Entretanto, não mais me restavam outras opções. Havia me enfiado por completo neste combate, e dificultosamente fugiria com êxito e, mesmo que em um caso remoto conseguisse, ele se encarregaria de contar para seus aliados marinheiros, pois como todo bom emérito, deveria salivar para se sentir útil uma vez mais. Sendo assim, deveria enfrenta-lo.

Se brevemente analisei-o durante o embate, uma coisa havia de estar certa: seu estilo dependia muito daquela adaga. Grudava sua mão ao cabo do punhal como se fosse a própria mãe, usando-a para todos seus ataques, indicando sua dependência. Aí está: deveria força-lo a usar outros instrumentos para o ataque, visto que não conseguiria acompanhar minha adaptabilidade, como um excelente arruaceiro. Dê-me um cabo de vassoura e o farei a máquina mais mortífera já vista. Colocando este direcionamento em prática, correria em sua direção de forma que restasse cerca de meio metro entre nós dois, e como uma cereja ao topo do bolo, mostraria rapidamente meu dedo médio da mão esquerda por alguns instantes, enquanto soltaria um riso agudo e zombeteiro. Maldosamente, aquilo serviria para provoca-lo a atacar, para que taticamente me colocasse na vantagem do contra-ataque. Caso tentasse golpear-me, desviaria quantas vezes fossem precisas com saltos curtos para trás até que conseguisse avistar uma brecha nele, como o intervalo entre um ataque e outro ou um desequilíbrio por mais leve que fosse daquele ancião, e me aproveitaria de tal fato intentando socar seu nariz o mais intenso que conseguisse, possivelmente sequenciando com um cruzado de esquerda em sua têmpora de mesmo lado e finalizaria com um chute no antebraço que carregasse sua adaga, depositando ali esperança e força brutal, estrategicamente tentando desarma-lo.

Se a provocação não surtisse efeito, ainda assim o atacaria, ligeiramente aproximando-me do velho e agachando. Em seguida, tentaria aplicar-lhe uma rasteira horizontal na altura de seu calcanhar, usando de minha perna destra, sempre na tentativa de lhe deixar o menor tempo possível para reações. Se o mesmo caísse ao chão, me apressaria e agarraria a mão que segurava sua arma, tencionando pressionar seu pulso o máximo que conseguisse, para que deixasse aquele empecilho que empunhava sair de seu domínio. Após, esmurraria seu queixo com a maior potência que alcançasse, chutaria a arma para o mais distante que conseguisse e me distanciaria do varão, afinal, não gostaria nem um pouco de correr o risco de ter aquela faca próxima ao meu corpo novamente, mesmo que em minhas mãos. Claramente, aquele era seu estilo de combate e não desejava correr o risco de vê-la novamente nas garras de pele já ressecada daquele infeliz. Se por ventura o homem não fosse ao solo com minha rasteira ou mesmo desviasse, levantaria o mais rápido que conseguisse e buscaria sua barriga com minha mão direita com o maior impacto que conseguisse. Necessitava apostar golpes em regiões sensíveis ou que nos trouxessem para posicionamentos que nos deixasse em pé de igualdade, pois aquela navalha assanhada esforçava-se para prover desbalanceamento. Ao final de todas os acontecimentos possíveis ou caso de alguma forma a série de investidas de quaisquer casos fossem frustradas em algum momento de sua trajetória, afastaria-me rapidamente da vítima e me posicionaria de modo combativo, em prontidão para tentar desviar de próximos golpes com meus comuns pulos traseiros.

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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte EmptySex 15 Dez 2017, 03:59

Oskar ainda estava ajoelhado após saltar para longe de Pietro enquanto a fúria consumia seu ser, e tal sentimento provinha de duas causas o modo como o ancião o tratara, com descaso, como se estivesse olhando para um rato particularmente grande ou falando com um pirralho recém-saído das fraldas, e também por saber que havia subestimado tal homem e havia pagado por isso, jamais pensaria que um velho largado como aquele poderia ter tamanho status. Paralelo a isso, o rapaz sentia o sangue escorrendo por suas costas, trazendo a sua mente um pouco de cautela, se o homem teve força suficiente para feri-lo a tal ponto, não poderia ser levado tão levianamente. Após esse pequeno tempo, o aspirante a pirata começava a se pôr de pé, enquanto mais uma enxurrada de pensamentos lhe vinha à mente, o que lembrava a uma cachoeira tentando apagar as chamas da fúria que Pietro acendera no íntimo de Oskar. Foi durante essa enxurrada de pensamentos, que veio-lhe a mente, que seria perda de tempo dar tudo de si em um combate contra tal homem visto, que a visibilidade que teria ao derrotá-lo seria ridiculamente baixa, enquanto se ele o capturasse ganharia mais uma fagulha de popularidade ao prender um futuro pirata, bastante promissor diga-se de passagem. Mas naquele momento, não lhe restava opção alguma, visto que acabara de entrar em um combate intenso junto ao ancião a pouco, de forma que agora estando de pé deveria encerrar de vez tal peleja.

Oskar sabendo o que lhe esperava se voltasse a atacar sem ter uma estratégia mínima, analisou calmamente seu adversário, e de imediato percebeu duas coisas, Pietro não conseguia lutar sem suas adagas, visto que segurava-as tão firmemente que os nós dos dedos de ambas as mãos já encontravam-se brancos, além de que recordando-se de como se sucedera quando ambos disputaram em um chute, seu adversário era incapaz de lhe acompanhar em sua adaptabilidade, uma ótima qualidade para o caminho que buscava seguir. E assim decidiu provocar seu adversário, tentando fazê-lo abrir a guarda e assim pegá-lo desprevenido, correu na direção deste, que ajeitou sua postura, dando um passo com a perna direita para trás, mas sem locomover seu corpo de fato, de forma com que sua base de apoio fosse mais sólida, mantendo seu tronco reto e os braços levantados em um ângulo de 90 graus, os cotovelos levemente flexionados e as lâminas das adagas viradas para o lado de fora de seu corpo.

Mas para a surpresa do ancião, quando o LaMartine estava bem próximo de si, parou sua corrida e lhe mostrou o dedo médio da mão esquerda e pondo um sorriso zombeteiro no rosto e por último ao pôr sua língua para fora, uma veia de irritação surgiu na testa de Pietro que sibilou com raiva. - Olha a audácia desse filho da puta. – Mantendo o olhar fixo no do aspira Pietro correu na direção deste e ao chegar bem próximo, cerca de 5 metros, desferiu um corte com a adaga que estava sendo segurada por sua mão direita, seguida pela da mão esquerda, com simples giradas do tronco, Oskar desviou de ambos os golpes, mas seu adversário insistiu na manobra e continuou com seus golpes bilaterais.

5 golpes foram realizados com falha por Pietro, pois o aspira conseguia desviar de todos, fosse inclinando seu corpo ou dando pequenos saltos para trás, mas quando foi realizar o sexto golpe, acabou o fazendo com uma amplitude exagerada, sou braço foi mais longe do que previra, e assim abriu sua guarda por poucos instantes, mas que foram suficientes para o jovem lhe desferir potente soco em seu nariz com a mão direita, e em seguida um cruzado com a mão esquerda, acertando a têmpora do ancião e finalizando com um chute em seu braço esquerdo, que afrouxou o suficiente para que a adaga que era segurada por tal se encontrasse livre. Ao final da sequência de golpes vinda por parte de Oskar, seu adversário caiu rolando para longe mas ainda parando dentro do beco onde ainda se encontravam, quando o rapaz sentiu uma pontada na lateral esquerda de seu corpo enquanto olhava para Pietro, que se punha de pé naquele momento.

- Vamos parar por aqui rapaz, eu não vou durar muito tempo mais nessa luta e você também já está bastante ferido. Você é forte garoto, bem diferente dos marginais que costumo ver por essas bandas, tenha a certeza de fazer a escolha certa quando chegar o momento. – Disse Pietro para Oskar ofegando bastante e foi quando o mais novo percebeu que a pontada que sentira anteriormente fora quando a adaga entrara entre suas costelas. O ancião, vendo que o rapaz ainda estava olhando para seu novo ferimento tornou a se pronunciar. - Então, o que me diz garoto? – Perguntou o velho olhando firmemente nos olhos do LaMartine.

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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte EmptySab 16 Dez 2017, 21:01

Lançou algumas palavras ao ar como reação à minha provocação, inocentemente deixando-se enganar pelo caráter emocional. O velho correu em minha direção, como se estivesse a fazer uma cobrança pela minha traquinagem. Tolo. A situação toda se tornara ainda mais cômica por estar com seus óculos aos pedaços enquanto avançava, desesperado pelo resto de seu estilo setentão tudo-em-cima que possuía ter sido retirado à força e por consequência voltando a ser mais um idoso com artrose qualquer, digno de piedade. Enquanto mergulhava em meu sarcasmo, desviava de golpes de faca que o adversário - se é que posso chama-lo assim - inutilmente tentava aplicar-me, que eram respondidos com trocas rápidas de posição do meu tronco. Após uma sequência tediosa, percebi com sucesso uma abertura em seu campo de alcance, o que permitira-me desferir um murro muito bem dado - diga-se de passagem - em seu nariz, com minha mão dominante. Como os malandros arruaceiros diriam, procedi com um soco em sua têmpora esquerda com a minha canhota "só pra ele ficar esperto". Por fim, uma bica em seu braço esquerdo e pronto, voilà: desprovido de uma arma, rolou como um inseto pelas profundezas do beco. "Chamem o lar de idosos e tragam uma maca, tem um paciente novo aqui", pensava.

Antes que pudesse sequer dar o primeiro passo em direção ao homem, senti um pinicão em meu corpo, mais precisamente na parte esquerda. Momentaneamente, foi como se houvesse recebido uma chifrada de um rinoceronte. Paralisei-me por um momento, saltando os lhos e contemplando tal dor. “Estranho”, pensava.  Tentava vasculhar minha memória à procura de algum corte que tenha recebido naquela região, mas não me recordava de absolutamente nada, o que fazia crescer um semblante de dúvida em minha face. Olhei para o tal do Pietro desconfortavelmente, que já estava de pé. Não deveria ter cantado vitória tão precocemente, afinal, surpresas são inevitáveis, principalmente as desagradáveis. Mesmo obtendo a leve impressão de que estávamos pau-a-pau, ou no máximo com um pouco de vantagem pendendo para o meu lado, ele dispara, para minha surpresa:

-Vamos parar por aqui, rapaz. Eu não vou durar muito tempo mais nessa luta e você também já está bastante ferido. Você é forte, garoto, bem diferente dos marginais que costumo ver por essas bandas. Tenha a certeza de fazer a escolha certa quando chegar o momento. – Já que ele considerava estar em desvantagem, quem seria eu para contrariá-lo?

Ignorando totalmente sua liçãozinha de moral, conseguira entender o motivo daquela inclinação de opinião do velho; estava tão ofegante quanto alguém que havia corrido uma maratona, mesmo não tendo feito metade. Deveria ter medo de morrer. Não é de se espantar. Para um aposentado mal resolvido, até que lutou bem. Pouco importa: minha indiferença significativamente colossal, tão fria quanto o ar que habita minha terra natal, esbalda-se pela maioria das situações. Entre os olhares que cercavam aquele fim de duelo, subitamente, ainda sentindo os restos da apimentada dor em minhas costelas, lembro: o marinheiro emérito havia me golpeado em tal lugar, e por consequência, estava a sentir os sintomas.

- Então, o que me diz, garoto? – insistia.

Sangue fervente me descendo pelas costas, jaqueta rasgada, costelas judiadas, injuriado! Não, não sairia com as mãos abanando, como ele queria. Bancaria o durão:

- Hmpf. Acha mesmo que o pouparei assim, sem mais nem menos? – Na verdade, era até melhor do jeito que o ancião desejava, mas sabia que poderia arrancar mais recursos do mesmo. - Escuta aqui: me arranja uma... – Pausava, lembrando neste momento de minha arma predileta, a que mais me completava, amor à primeira vista! - Foice! Isso mesmo, uma foice. E aí eu esqueço tudo o que aconteceu.

Ah, é verdade... A foice, tão bela e imponente. Uma arma antes usada no campo, que se tornara tão eficaz quanto aquelas que desde sempre foram projetadas para matar, pela simples necessidade de gente humilde se defender dos mais adversos perigos. Quase poético, se eu realmente me importasse com tal característica. “Para ficar realmente perfeito, só faltava uma mulher. É... Uma mulher, uma das únicas coisas que eu realmente ligo... Alguém para amar, cuidar, viver... EI! ESPERA AÍ! Pensei que já tinha resolvido essas merdas de pensamentos de apaixonado. Ser romântico é coisa de frutinha: eu sou macho, porra! Nada disso, chega! Só preciso de riquezas e poder, só!”, viajava em minha mente, me contrariando quase que instantaneamente em um impasse muito antigo, enquanto chacoalhava a cabeça, negando o que eu mesmo havia devaneado.

Voltava à realidade concreta: esperava o que o homem teria a me dizer, sem abaixar a guarda. A qualquer momento, caso ele tentasse se aproximar, antes mesmo que chegasse a um metro de distância de mim, saltaria. Assim sucessivamente, sempre tentando manter uma distância permanente entre nós. Caso a resposta fosse positiva, sorriria de canto, sarcasticamente, e o seguiria para onde quer que fosse, mas sem destituir-me da atenção: se intentasse quaisquer investidas, desviaria com clássicos saltos traseiros quantas vezes fossem precisas. Se fosse negativa, cuspiria ao chão, demonstrando minha reprovação a tal resposta e me afastaria aleatoriamente - em fuga - para outro canto da cidade correndo, pois sabia que estava apenas a tirar proveito do psicológico do ancião, que pensava estar em profunda desvantagem enquanto eu sofria quase do mesmo mal dele. Olharia para trás sempre para verificar se havia o despistado. Caso não, continuaria a correr até que não mais me encontrasse.

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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte EmptyDom 17 Dez 2017, 23:45



Oskar von LaMartine

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Após a oferta de Pietro, Oskar ainda se manteve em silêncio por um curto período de tempo, este que usou para pensar em quais seriam os motivos para seu adversário propor o fim do embate entre ambos, e ao entender que a idade cobrara o preço ao ancião, este pôde finalmente perceber o ferimento que obtivera ao final da troca de golpes, uma adaga fincada em sua costela, e assim acabou ajoelhando, perdendo as forças momentaneamente. Enquanto agachado sentia o sangue, o líquido divino que o fazia sentir-se vivo, escorrendo por toda a extensão de suas costas.

Depois de alguns segundos parado, sua força retornou e o jovem levantou-se, pensando que por estar pior do que seu adversário não sairia da batalha no prejuízo, por isso desprezou a proposta e disse que somente aceitaria se tivesse uma foice em suas mãos, arma que representava os mais pobres e necessitados, classe em que estava incluído. Pietro imediatamente levantou sua sobrancelha direita em descrença com o que acabou de escutar, mas rapidamente desfez a expressão, virou as costas para Oskar e começou a andar, quando estava no fim do beco onde estavam lutando, virou a cabeça para o rapaz e lhe disse.

- Vai vir ou não? – Chamou Pietro, com um sorriso debochado para o aspira, que rapidamente o seguiu, esperando que teria sua tão desejada arma em seus finos dedos. E assim o aposentado virou-se de volta para frente e continuou a caminhar em direção ao destino que tinha em mente.

Com uma certa direção do ancião, ia Oskar, divagando sobre alguns objetivos que pensava ter enterrado nos confins de sua mente, e ao final destes despertou novamente para sua vida, e subitamente reconheceu o caminho que o apontado o fazia seguir, estava seguindo em direção ao QG da Marinha. Não tinha certeza de que conseguiria ter a posse de sua desejada arma em tal estabelecimento, então preferiu se precaver, e assim esperou que Pietro virasse em outro beco, para virar-se para o sentido contrário do qual estava sendo levado e começar a caminhar com certa dificuldade, visto que a adaga que ainda estava alocada em suas costelas, e sangrava bastante pelas bordas da ferida durante a caminhada por mexer a adaga dentro da ferida, e por sorte não sua respiração não foi comprometida por conte das costelas atingidas não estarem na direção do pulmão, que fica mais acima.

Para evitar que Pietro rapidamente desse falta de si, o rapaz se jogou no primeiro beco que viu, e ficou um bom tempo respirando fundo e segurando sua ferida na costela, o rosto se contorcendo, indicando uma dor bastante intensa. 10 minutos foram suficientes para que Oskar pudesse recuperar o ar que sumiu de seus pulmões, como normalmente acontece quando uma pessoa é infligida por uma dor intensa. Após esse período o mesmo caminhou sem mesmo olhar o caminho que abria-se a sua frente, e quando enfim o fez, estava cercado de prédios, casas e diferentes estabelecimentos, agora seria de Oskar a decisão do que fazer a seguir.

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Pietro


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MensagemAssunto: Re: Le voleur de coeurs - Un conte   Le voleur de coeurs - Un conte EmptySeg 18 Dez 2017, 23:33

Meus joelhos foram ao chão tão naturalmente quanto o sereno que vos banha a cabeça na noite densa; beijaram o chão como amantes apaixonados, num soneto mortal. Sangue fresco espalhava-se e lambuzava-se pelas minhas costas, como leite recém-retirado de vaca. Me sentia exatamente assim, um animal. Talvez realmente possuía um caráter parecido, não importa muito, nem sequer sou capaz de me importar... me dá preguiça; prefiro pensar em dinheiro, armas, influências, poder, essas coisas de gangster, espírito independente ou qualquer outro adjetivo semelhante de preferência. Casaria-me também, se pudesse. Não por se romântico, isso eu não sou, não! Sou macho e não preciso de mulher nenhuma, mas o faria para ter uma acompanhante por perto, sabe? Às vezes, gostaria de ter alguém para sentir pelo menos um pouco de afeição, alguém para contar os poucos sentimentos que sinto, e pelo calor humano também e... EI! Isso está ficando muito afetado! Tenho de lembrar que sou homem com "H" maiúsculo e fêmea alguma me terá aos seus pés, jamais!

Reerguia-me, fazendo uma nova proposta ao velho, que podia perceber - mesmo com a visão quase turva por culpa da dor - que culminava em uma arqueada de sobrancelha, causando-me desconfiança. Algo em sua mente lhe levou a desfazer tal expressão e dar-me de costas, seguindo adiante, concordando com o trato, proporcionando mais dúvidas ainda, essencialmente pela faceta inicial que expressara, como se houvesse percebido que poderia - de alguma forma - tirar vantagem de mim. Ele insistia para que eu o seguisse, e só de lembrar que havia a possibilidade de obter uma foice, balançava ambas as mãos ao ar, chacoalhando a cabeça horizontalmente, como se estivesse a dispersar fumaça, afastando-me do que pensara antes e supondo que deveria ser apenas minha imaginação; DANE-SE! É UMA FOICE, CARA!

Pelo caminho, mais rostos desinteressantes. Aos meus olhos, a sociedade e... bem, quase tudo, em geral, me causava uma preguiça tão tediosa que causava bocejos; que coisa chata de se importar. "Prefiro um milhão de berries! Um navio bem grande, mares desconhecidos e cheios de bens ainda sem donos, uma mulher... EI! MULHER, NÃO! Não deveria me lig... Espera aí... Eu conheço este caminho!", pensava, percebendo a enrascada. O homem estava a me levar ao quartel-general da marinha, como uma presa no covil de leões. Duvido muito que me daria a arma que eu havia requerido quando poderia simplesmente denunciar-me aos seus malditos colegas marinheiros e me deitar na porrada até que não sobre nem um único dente em minha boca. Procurei acalmar-me e fingir que ainda não havia percebido. Mesmo no apogeu de minha indiferença, ainda conseguira arrancar alguns batimentos cardíacos mais potentes e acelerados de meu peito. Broxa ousado. Deixava escapar:

- Tsc - triscava minha língua no céu da boca levemente, no clássico som de rejeição irritada.

Aguardava o homem desavisado virar em mais um beco, dava meia-volta e seguia na direção contrária, mancando, quando percebi que a porcaria da adaga se encontrava presa em uma das minhas costelas; fui desatento. O líquido vermelho escorria como um pano de chão sendo espremido até que saia sua última gota. Procedi, cambaleando, parando ao avistar um beco em que fizera de cama para meu corpo. Ainda não havia decidido se tiraria a faca ali mesmo ou procuraria um especialista: um médico, pois estava longe de entender muito de medicina... Era malandro, mestre na esperteza, dono da rua e formado na bandidagem, não um cara de branco e bisturi. Ao parar para refletir neste ponto de vista, uma ideia brilha em minha mente como uma lâmpada recém-instalada. Contorcia meu rosto, como se estivesse às vésperas de um parto, enquanto acariciava a mancha vermelha que se formara entre a navalha e a pele. Mesmo assim, tudo o que conseguia pensar era que minha jaqueta já estava esfolada e feia; não se engane: não me importo com a aparência, e sim com a influência - particularmente, a falta dela - que causará tal visual, me limitando perante às possíveis situações. Quem daria ouvidos a um mendigo, como eu parecia ser àquela hora, caso tentasse mentir? Era impossibilitante sob a ótica de alguns ângulos. Vasculhava o ar pelos meus pulmões instintivamente, enquanto o tempo passava indefinidamente para mim. Assim que me senti minimamente confortável, segui, ainda com a dor impiedosa que me acometia. Andava pelas ruas aleatoriamente, sem sequer conseguir distingui-las, quando de um momento para outro, um horizonte de construções se abriu a minha frente, como o despertar de um pesadelo; olhava-os, quase catatônico. Colocaria meu objetivo anteriormente planejado no beco:

- MÉÉÉDICO! SOCORRO! MÉDICO, POR FAVOR! ACABARAM DE ME ASSALTAR ALI NA RUA TRÊS! - Gritaria aos ventos, citando uma viela aleatória que nem mesmo sabia se de fato existia, tentando imprimir mais intensidade do que realmente sentia - com meu tédio natural -, utilizando do resto de minha energia e fôlego.

Procuraria, preferencialmente, aglomerados de indivíduos. Caso alguém se oferecesse para tal e se denominasse médico, mostraria meu ferimento lateral e dorsal sem emitir nenhuma palavra. Caso não encontrasse tal pessoa, continuaria mancando aos arredores indefinidamente, gritando tais palavras com pausas para recuperar o fôlego, ofegante e sem retirar minha mão do sangramento. Se Pietro aparecesse ou alguém intentasse um ataque a mim, avançaria o mais rápido que pudesse - considerando os machucados - para o mais longe possível, coxo e irritadamente ciente das limitações agora vigentes.

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