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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1,5 - I want you for NAVY!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptyQua 06 Dez 2017, 01:19

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1,5 - I want you for NAVY!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Giorgino Escanor. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Jin
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptySex 01 Jun 2018, 12:30

NARRAÇÃO

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TODOS


Naitlyn percebia a multidão a sua frente, logo deduzindo o que seriam. Inquietos, intimidadores e desordenados; não parecia ser coisa boa. Em resposta, fez questão de impossibilitar a locomoção de seu próprio navio: de início, arremessava a âncora do navio ao mar, cedendo-lhe uma maior porção de tempo para... alterações.

Em uma cena de embrulhar o estômago, Daisy esfacelava completamente o leme até que este se tornasse inutilizável. O problema era que, de forma bizarra, sua arma ainda estava encoberta por uma espessa camada de sangue fresco de seu inimigo, e seu alvo de madeira também ficara da mesma forma, absurdamente espalhando o líquido escarlate. Seguia, picotando as velas, novamente manchando tudo em tons rubros. Era nojento.

Dada por satisfeita com a lambança, atirava-se ao bote, indo em direção aos delinquentes. O caos estava garantido.

Ao chegar, percebiam mais claramente as vestes da grisalha e, por consequência, davam início a uma voraz perseguição sob a ordem emitida por um grito; era injusto, de fato, mas que pirata se importaria? O descontrole reinava, absoluto.


- GRRAAAAAAH!!! - gritavam em coro, irados.

Antes que o primeiro impacto ocorresse, uma adaga lançada ao vento cortava o pescoço da que parecia ser a chefe; morria rapidamente. Eram os reforços. Sob os pitacos – indiferentes aos seus companheiros, diga-se de passagem - de Escanor, vinham em marcha; aproveitavam a oportunidade que Naitlyn havia involuntariamente criado ao chegar para que enfim pudessem salvar seus dois recrutas, deixando seu capitão, ainda catatônico, aos cuidados de um subordinado que ficara incumbido de leva-lo ao hospital.

Daisy fazia jorrar sangue aos quatro ventos: acertava-lhes principalmente pela barriga, em cortes horizontais. Entre um golpe e outro, esta percebia que, infelizmente, pela adrenalina e a rapidez que havia de executar tais movimentos, eventualmente acabava por errar, ceifando áreas próximas até mesmo ao coração. Ainda que fosse chocante o fato de poder ter matado mais gente, aquele não era o momento ideal para lamentar-se: eles pareciam hordas infinitas, como se brotassem do chão. A marinheira já colecionava alguns danos pelo corpo; sequer pôde notar quem os havia motivado, tamanha a baderna. Dois cortes no braço direito, um na perna esquerda e uma inflamação na bochecha direita, causada por um soco; este último provocava dor moderada. Nos inimigos, já deveria ter neutralizado uns quatro.

Enquanto isso, Jinne começava a agir: em uma rápida disparada, se aproximava do epicentro de toda a confusão, investindo contra os joelhos alheios e causando ainda mais desespero. Seria cômico se não fosse trágico. Joelho aqui, joelho acolá, se deparava com um par de pernas voluptuosas... Por sua altura, apenas notava as movimentações destes membros inferiores, não identificando a quem estes pertenciam; ledo engano. Acertava-o em cheio, trazendo Daisy ao chão.

Entreolhavam-se por alguns segundos, como se reconhecessem uma a outra. Poderiam perceber que uma nova roda de adversários as cercavam, impedindo brutalmente a passagem da dupla. Eram no mínimo sete.

O porto estava uma completa algazarra, mais se assemelhava a uma guerra. Não poderia se notar ao certo quantos morreram, muito menos o que estava acontecendo ao certo. Marinheiros digladiavam piratas e vice-versa; sem dúvidas, se isto era confuso para quem quer que avistasse ao longe, imagine para quem estava dentro daquela alcateia ensandecida.

Escanor avançava, atingindo em cheio um trio de bandidos, nocauteando-os ferozmente. Em finalização, destruía um último coitado, açoitando-lhe pelo crânio. Direitos humanos? Aparentemente, nunca se ouvira falar por aquelas terras.

A dupla de marinheiras ao centro poderia avistar o gigante a alguns metros de distância; restavam mais alguns gatos pingados, além da horda que as cercava. Pela morte de sua superior, os piratas não possuíam uma liderança; estavam completamente desordenados e sequer executaram os reféns em retaliação. O garoto que estava ao lado da Belmont continuava adormecido, agora ao chão, ignorado por todos. Lastimável.

Pouco a pouco fechavam o cerco em direção às mulheres; não parecia que conseguiriam se livrar sozinhas. A maioria carregava espadas, com exceção de um mais truculento, que portava uma lança. Parecia o fim...


Citação :
Daisy

Leves cortes no braço direito – 0/2 para curar após tratado.
Pequeno corte na perna esquerda – 0/2 para curar após tratado.
Inchaço na bochecha direita – 0/3 para curar após tratado.
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Gina
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptySex 01 Jun 2018, 14:21

- Desejam, de fato, prosseguir? Já perdeu o sentido. Vossa derrota foi assegurada assim que me fiz voluntário para a presente incumbência. - Diria aos piratas. Mesmo naquele ambiente de guerra e carnificina, o semblante de Escanor permanecia neutro e quase inexpressivo, demonstrando, no máximo, "tédio". A arrogância de alguém que acredita que nunca irá perder ou se ferir o deixava num estado de constante calma. Utilizaria essa vantagem para analisar, o mais rápido possível, o campo de batalha, tentando identificar o local onde mais precisassem do seu acalentador auxílio.

Se visse a mulher de cabelos brancos, praticamente cercada pelos piratas, não precisaria pensar duas vezes antes de reconhece-la como alguém que necessitava de seus serviços no momento. Talvez não tivesse tempo pra notar também que ela estava acompanhada por uma minúscula versão de ser humano.

Tendo visto Daisy, tentaria, empunhando firmemente seu Machado e o martelo, nas mãos direita e esquerda, respectivamente, avançar pelo cenário até alcançar aqueles vilões que se aproximaram da "cabelos brancos", como a classificou e apelidou mentalmente no momento em que a viu. No caminho até lá faria de tudo para não se deixar ser parado, ignorando outros piratas ou combates, desviando de marinheiros é apenas atacando, ainda sem parar de correr, criminosos que viessem a seu encontro, ou seja, quando estritamente necessário, tentando guardas seus golpes para os inimigos da marinheira em apuros.

Se conseguisse se aproximar o suficiente para ter os ditos meliantes em sua zona de alcance, tiraria proveito da posição de agrupamento que fizessem, executando ataques amplos, tentando atingir o maior número deles de uma vez com cada golpe. Alternaria entre Machado e martelo, intercalando e criando uma sucessão de ataques constantes, visando "varrer" o campo de batalha. Priorizando os golpes horizontais, que teriam maior efeito em grandes grupos.

A força empregada nos ataques seria a mesma de antes, querendo eliminar a todos os vilões instantâneamente.
Durante a movimentação, dita no começo, até a mulher de cabelos alvos, usaria todo seu poder de aceleração e passos largos de gigante para vencer a distância o mais depressa possível.
Se em algum momento fosse alvo de ataques, não se preocuparia em esquivar ou bloquear, confiando na sua resistência gigante. Tendo apenas o bom senso de tentar se posicionar de um modo que o golpe não atingisse um ponto já ferido do corpo.

- Se apreciam tão vastamente pelejar coletivamente contra um único adversário, que seja eu vosso adversário. - Desafiaria os piratas após executar os ataques. Esperando que essa provocação fizessem eles ficarem nele ao invés de na donzela.



Citação :
Nº de Posts: 27
Ganhos: Pericia: Culinária; Pericia: Botânica; Machadinho; Escudo Retangular;
Perdas: 50.000 Berries;
Ferimentos: Perfuração superficial de adaga na panturrilha; Duas perfurações superficiais de tiros no peito; Flecha cravada nas costas; Quatro perfurações superficiais de tiros nas laterais do corpo; Corte de foice no antebraço direito; Facada dupla no dorso; Furo de lança na panturrilha direita; Corte de adaga no calcanhar esquerdo; (3/5 posts para Cicatrizar)
Corte diagonal profundo de espada nas costas, do lado direito da cintura até o ombro esquerdo; (3/10 posts para Cicatrizar)
HP: 29/44  
Objetivos:
Spoiler:
 

~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

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Pericias p/ Aprender:
Spoiler:
 


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Última edição por Gina em Sex 01 Jun 2018, 17:23, editado 1 vez(es)
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ADM.Tonikbelo
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ADM.Tonikbelo

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptySex 01 Jun 2018, 17:20


Não muito tempo atrás, quando deixei a ilha em direção ao navio dos piratas a situação era completamente diferente e a cidade encontrava-se cercada, estava tomada pelo caos e até mesmo nosso capitão tinha sido sequestrado, e agora, assim que retornava ao litoral de Micqueot me deparava com todos os piratas aparentemente me aguardando no porto, ou aguardando um possível aliado que trazia o navio deles. ''Não entendo como chegou a esse ponto..''

Eu estava realmente confusa em como as coisas tinham se desenvolvido para chegar a aquela situação, mas, por sorte, aquilo poderia não ser algo ruim já que todos os nossos alvos estavam em um único lugar e sendo assim capturá-los era só uma questão de tempo. Aos poucos nossos esforços iam fazendo mais e mais vítimas para o lado dos malfeitores e vê-los perecendo daquela forma aumentava a minha esperança de trazer alguma justiça para os cidadãos daquela cidade que tanto sofreram nas mãos daqueles desgraçados. Infelizmente, apesar de a situação estar virando a nosso favor, era ao custo de ferir uma de minhas leis morais e acabava por me obrigar novamente a colocar a vida dos piratas em risco, possivelmente até tendo ceifado a vida de algum deles, algo que por dentro certamente me consumiria por um bom tempo após a adrenalina daquele combate acabar.

-Vocês estão vendo os seus companheiros caírem um após o outro... até mesmo a capitã de vocês está morta. Se valorizam a vida de vocês é melhor desistirem e se entregarem, não nos obriguem a fazer com vocês o mesmo que fizemos com eles. Gritava aos piratas que ainda me cercavam, dando uma leve pausa para que eles olhassem de fato a situação ao redor e tentassem compreender o que estava em jogo ainda e que eles certamente não tinham muito mais o que fazer e estariam apenas desperdiçando suas vidas. -O lado vencedor disso tudo já está definido, não desperdicem as suas vidas. A prisão é um lugar melhor que um caixão! Deixem suas armas no chão e ninguém mais vai se ferir!

Estava farta de tudo aquilo e acreditava de verdade que o melhor para ambas as partes era cessar os combates desnecessários já que os vencedores estavam praticamente definidos e me prepararia para que caso se rendessem garantir que os demais marinheiros apenas os prendessem e que também aos que ainda estavam vivos fossem levados até um local onde fossem atendidos para serem posteriormente encaminhados a prisão e para isso, se necessário, falaria aos demais oficiais ali presentes para agirem desta forma. Por outro lado, se eles realmente ainda insistissem em lutar, tentaria me manter na defensiva e próxima a outra que estava comigo. Nossa situação não favoreceria uma ofensiva descoordenada já que estávamos envoltas por inimigos e portanto tentaria apenas ir me esquivando com rápidos movimentos para os lados e tentativas velozes de contra ataques realizando cortes nos membros que eles utilizassem para atacar, visando apenas ir desarmando-os enquanto aguardava que os reforços que viriam de fora do circulo nos ajudassem.


Citação :
Nº de Posts: 21
Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Ferimentos:
-Ferimento de adaga na região do abdome. Tratada - 8/8 Cicatrizado
-Leves cortes no braço direito – 0/2 para curar após tratado.
-Pequeno corte na perna esquerda – 0/2 para curar após tratado.
-Inchaço na bochecha direita – 0/3 para curar após tratado.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptySeg 04 Jun 2018, 14:14

The Devil has come to carry me home #6






De alguma maneira minha estratégia parecia funcionar medianamente bem, caminhar entre as pernas e socar joelhos enquanto me movia de forma furtiva talvez tivesse sido o melhor negócio até o momento, o que me colocava em uma situação melhor, eu tinha a chance de sair dali inteira quando tudo terminasse e por si só era o suficiente para que eu novamente lutasse até o fim, mas nem tudo é um mar de rosas, no meio de tudo aquilo eu acabava, é… machucando o joelho errado… sim em uma das investidas automaticamente esbarrava numa marinheira bonita. - DESCULPA!! eu não queria machucar, que dizer... queria mas não você.- Falaria com os olhinhos arregalados, e lacrimejando quando via que tinha machucado uma companheira, a mulher me lembrava na mesma hora as minhas parceiras de Shells Town, tanto sua forma imponente que lembrava da Bisão do norte, somada aos cabelos, quanto a maneira que ela parecia não temer seu destino, ver ela ali de alguma maneira me confortava, mais por a lembrança do antigo esquadrão do que por a pessoa propriamente dita, se no meio disso ainda tivesse tempo, alisaria o local que eu bati e daria um beijinho em cima. - Vai sarar… doeu mas passou.- Diria com o sorriso um pouco timido.

Infelizmente as desculpas mais sinceras teriam de ficar pra outra hora, por que hoje não é o dia da paz, essas pessoas nervosas, já começavam a nos cercar novamente, não minto, aquilo estava começando a me deixar animada, o sangue antes frio pela paralisia e o sofrimento começava a esquentar, o sorriso antes morto no meu rosto voltaria a ativa e lentamente tomaria conta da feição que portava. Agora não era mais como se fosse impossível, ou se a marinha tivesse traído minha confiança, ela sempre esteve ali. A garota parecia confiante mesmo quando começamos a ser cercadas, e sua voz tomava conta do cenário, eram palavras de fato inspiradoras, uma declaração de vitória antes mesmo de sequer começarmos a vencer mesmo, aquilo me empolgava. - É ISSO MESMO QUE ELA DISSE.- eu não tinha nada melhor pra falar naquela hora, meus discursos não estavam afiados, então eu ia apoiar, ao menos uma voz ajuda. Se eu ouvisse o humano grandão a primeira pergunta que me faria era “Apenas um inimigo?” mas eu não estava logo ali? será que ele não conseguiu contar? matemática não é meu forte também, então por que julgar? Chacoalharia a cabeça de um lado pro outro naquela hora, eu precisava retomar meu foco.

Olhando para nossa situação eu sabia que sozinha eu não poderia lidar com todos mas talvez se a moça dos cabelos prateados me ajudasse as coisas dessem certo e ela se mostrava disposta aparentemente, mas era melhor confirmar por que eu ia precisar do corpo dela, para saltar como macaquinha de um lado para o outro. - Moça, eu vou te usar um pouco tudo bem? - falaria com um sorrisinho inocente, e uma voz tranquila. E depois de perguntar não esperaria a resposta já que era mera formalidade, eu teria de fazer algo assim de todo modo, em primeiro lugar observaria a minha distância para meu inimigo mais próximo. Ou o que estivesse a uma distância razoável, precisava de um espaço mínimo de um metro e meio mas se isso fosse possível, rapidamente daria uma arrancada em direção ao indigente, saltando o mais alto que podia assim que notasse a proximidade do indivíduo, ainda no ar girando a coluna e aplicando a técnica que eu havia desenvolvido. “Rocket Punch” não era algo surreal mas que podia ajudar naquela hora.

Rocket Punch:
 

Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 023

Assim que o golpe acertasse se é que ele acertaria, giraria no ar 180 graus, usando minhas pernas para me impulsionar de volta à marinheira, sim eu flexionaria os dois joelhos e aplicaria um coice duplo no homem que tinha acabado de socar, e talvez estivesse em queda, me impulsionando para o ombro da marinheira, e tentava agarrar nele quando chegasse, mas utilizando da habilidade em acrobacia, pra ainda no ar, fazer pequenos giros, para diminuir a velocidade total, assim também pra quando pousasse não a atrapalhasse na luta. Meu pouco peso seria um trunfo para esse tipo de feito afinal, se fosse mais pesada as coisas poderiam acabar se tornando um pouco complicadas, de diversos ângulos observáveis, principalmente pela chance de atrapalhar muito com o pouso em alguns casos, então aquilo seria um experimento, já que lutei assim acompanhada da bisão do norte, e isso havia dado certo, entretanto claro aqui minha aliada era outra, apesar de eu sentir o leve conforto da similaridade em suas aparências e modos.

No momento que pousasse, eu novamente já me posicionando ainda segurando com os dois braços saltaria no próximo inimigo mas dessa vez sem usar minha técnica, indo para qualquer um que tivesse atrás da minha parceira, de preferência que se atrevesse a tentar golpear, tentaria voar para cima do indivíduo, com os punhos fechados e os braços levantados ambos na frente do corpo, em um salto horizontal, com o corpo reto e braços na frente onde visaria a barriga do mesmo, afinal agora eu precisava proteger a retaguarda, e se não o fizesse bem poderia me complicar deveras, mas nem era o que mais me preocupava, eu até não me importava de me machucar, desde que eu fosse a única a acabar me quebrando. Shells town me mostrou isso o terror de ver seus aliados caindo um após o outro e não poder fazer muito a respeito, mas as coisas estavam indo diferentes dessa vez, o clima apesar de pesado, não me trazia a mesma sensação de desespero contínuo, ou ao menos não ainda.

Assim que desferisse o golpe voltaria para o chão dessa vez, para mudar um pouco a estratégia, era hora de desestabilizar e ocultar, primeiro de tudo, observaria a altura da neve no chão e como ela estava no geral, se caia forte se fraca, pois isso poderia me vir a ser útil em outra hora para que a usasse para tentar me ocultar, entretanto na situação ali, todos talvez tivessem me percebido, então não o faria de cara, mas precisava dessa informação com uma observação mais focada naquele momento. Ao final do primeiro gope assim que tocasse o chão desferiria mais um soco na altura do joelho do indivíduo, aproveitando do momento para girar por baixo das pernas dele e desferir o terceiro no outro joelho mas por trás, me atentaria sempre a cada movimento, caso tentassem por ventura me atacar com golpes diretos iria para os lados direito ou esquerdo dependendo do golpe, e aproveitaria para girar em direção ao oponente e continuar com os ataques já descritos, com golpes na horizontal, variaria de arma pra arma, se fosse uma lança, por exemplo, aproveitaria para saltar e começar a correr pelo cabo longo circulando ele, como aquelas formiguinhas malditas que sobem girando no seu braço, e nesse momento aproveitaria para saltar no peito do indivíduo, girando meus quadris e desferindo um soco no mesmo, pra espadas me afastaria alguns passos pra trás e avançaria posteriormente e aproveitaria que provavelmente o inimigo deveria ter se curvado pra atacar e saltaria no estômago de tal, para punhos saltaria e golpearia por cima no próprio punho do indivíduo, para outras armas faria a esquiva básica girando para trás, levantando posteriormente e tentando encaixar o ataque.

Se tivesse mais de um inimigo que tentasse me cercar, tentaria sempre girar entre as pernas de um indo pras costas dele tentando não ser flanqueada, se necessário ou possível em algum momento de combate, saltaria no joelho de um com um chute, aquela velha luta de rua e me impulsionaria pra acertar o peito do outro com um soco, usando do golpe no joelho um com o impulso, aproveitando pra cair no chão sempre usando da acrobacia pra reduzir o impacto da queda com o giro de parkur, e assim que caísse giraria direcionado a ir por debaixo dele indo pras costas, sempre tentando me manter não flanqueada. Manteria o máximo possível a atenção para sempre que possível ver se qualquer um daqueles pretendia machucar a parceira de campo, e se visse como necessário tentaria partir para o indigente.


Citação :

Histórico


Nome do Player: Jinne Belmont
Nº de Posts: 6
Nº dos posts de desvantagens: N/A



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras: :
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Others



Objetivos:
 

Off:
 






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Jin
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptyQua 06 Jun 2018, 17:58

NARRAÇÃO

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TODOS

A poça de sangue se tornava maior e maior, assim como as perdas. Já não se podia ver o velho piso desgastado que ornava o porto; apenas se via o sangue fresco, este que exalava odor acre. Era uma cena essencialmente deplorável.

Naitlyn se recompunha, iniciando um discurso um tanto perigoso para se dizer a piratas; com sua bochecha inchada, resultava numa cena engraçada. Não sabia ao certo qual seria a reação. Enquanto isso, Jinne, aprontando-se para o combate, subia aos ombros da grisalha, esta última que apresentava certo incômodo, mas permitia.


- Hahaha... – ouviam em coro. – A vitória é nossa, imbecil. Cale a boca e veja sua situação! Está cercada! HAHAHAHA! – berrava um mais exaltado.

A Belmont, ao ouvir tal afirmação, se preparava para emboscar um coitado que estava próximo da dupla, porém, antes que as mesmas pudessem tomar qualquer que fosse a atitude, Escanor procedia como um touro, atropelando inimigos pelo caminho, porém em uma estranha expressão de tédio, o que naturalmente não condizia com as circunstâncias presentes. Bizarro.

O gigante logo chegava às mulheres, vigorosamente acertando boa parte de seus agressores; seu martelo afastava três de uma só vez pelo cabo, restando apenas quatro. O problema era que, ao empurrá-los, os corpos do trio acertaram a dupla de marinheiras, recebendo o impacto. Assim que acometiam o chão, sentiam um conjunto de sacos estourarem sobre suas costas, esvoaçando em uma névoa branca, provavelmente cal. Quem quer que fosse o comerciante que estivesse esperando pelo próximo navio para enviar seu produto, haveria de ficar fulo da vida com o que acontecera; azar às duas partes. Em fila, estavam os piratas golpeados pelo grandalhão, desacordados, um por cima do outro. Alguns metros a frente, penosamente, jazia a dupla jogada ao solo, tossindo pela poeira e ainda sem entender muito bem o ocorrido. Não se conseguia ver mais do que dois palmos a frente de cada indivíduo.

Escanor e os últimos quatro restantes do bando travavam um conflitante embate, começando pelo psicológico; a provocadora troca de olhares. Parecia que havia sobrado justamente os melhores combatentes do bando.


– Pagará por isso, bastardo. – dizia o que parecia tomar a frente em lugar da falecida capitã.

O homem com a lança mudava sua postura, lançando-a em direção ao peito do gigante, enquanto os restantes avançavam em sua direção. Será que o grandalhão conseguiria desviar?



Citação :
Daisy

- Leves cortes no braço direito  – 0/2 para curar após tratado.
- Pequeno corte na perna esquerda – 0/2 para curar após tratado.
- Inchaço na bochecha direita – 0/3 para curar após tratado.
- Irritação nos olhos (dificuldade para enxergar) – desaparece naturalmente após 0/2 posts.
- Tosse – desaparece naturalmente após 0/1 post.

Jinne

- Irritação nos olhos (dificuldade para enxergar) – desaparece naturalmente após 0/2 posts.
- Tosse – desaparece naturalmente após 0/1 post.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptyQui 07 Jun 2018, 12:06


Não dispostos a ser entregar tão facilmente, os piratas obviamente recusavam a minha proposta de rendição e aquilo significava que infelizmente eu ainda teria de continuar lutando por mais um pouco, mesmo que já estivesse farta de fazer vitimas e insistir em embates desnecessários já que havia apenas um desfecho possível dada toda aquela situação. O estranho é que não somente sem entender como toda aquela confusão da cidade foi parar em um único ponto, ainda haviam algumas pessoas bem estranhas, como aquela vez que estive em uma missão com a Gina, mas dessa vez eles eram meus aliados aparentemente. Primeiro uma moça muito, mas muito pequena que se chocara contra minhas pernas inesperadamente e era muito engraçado a forma como aquela coisinha se comunicava e pedia desculpas por sua distração.

Meu pensamento imediado é de que não era possível que alguém tão pequena estivesse envolvida em combate, ainda mais contra aqueles desgraçados arruaceiros que certamente não teriam o menor remorso em esmagá-la com facilidade dado o seu tamanho, porém, observando um pouco mais a valentia demonstrada pela menininha eu ficava a me perguntar se de alguma forma ela podia ser forte e estar falando sério. Enquanto ainda pensava, me assustava ao ser lançada pra trás com o impacto do corpo de um dos piratas lançados sobre mim, me chocando contra um saco de cal e levantando uma enorme poeira que cobria a mim e a pequena moça completamente. O responsável por aquilo? Aquele homem grande que parecia estar servindo a marinha também. Eu já havia visto um gigante anteriormente, mas um daquela forma com costelas totalmente desproporcionais era a primeira vez. ''Será que ele tem algum tipo de má formação? Estranho...'' Pensava.

Imediatamente tentaria me levantar e bater com cuidado a minha mão sobe a roupa para retirar o excesso do call, assim como tentaria em seguida bater ambas as mãos para limpá-las e poder finalmente usá-las para remover o excesso do rosto também. ''Oh meu deus... será que a mulherzinha morreu?'' Era o que vinha a minha cabeça de imediato. De alguma forma eu ainda assimilava a imagem dela a alguém muito frágil e me preocupava de verdade que ela pudesse ter se ferido gravemente já que era muito pequena e parecia bem delicadinha.

-Você está bem? Cof...Cof... Tentava me comunicar mas sendo interrompida pela tosse. -Desculpa... COF...COF... maldito pó branco... nem sei o que é isso. Meus olhos ardem.

Era um pouco difícil se manter firme dada aquela situação, mas, novamente tentaria me dirigir aos piratas para repetir um discurso semelhante ao de antes, já que agora é que eles não teriam qualquer chance mesmo de vencer um combate já que seus números tinham diminuído e eles não eram mais quem cercavam a gente.

-A situação agora é ainda pior... eu insisto. Se valorizam a vida de vocês é melhor desistirem e se entregarem, não desperdicem as suas vidas. A prisão é um lugar melhor que um caixão! Deixem suas armas no chão e ninguém mais vai se ferir!

Minha ideia não era mais continuar lutando pois assim como antes estava farta de tudo aquilo e acreditava de verdade que o melhor para ambas as partes era encerrar de vez tudo aquilo. Se eles se rendessem, tentaria garantir que os demais marinheiros apenas os prendessem e que também aos que ainda estavam vivos fossem levados até um local onde fossem atendidos para serem posteriormente encaminhados a prisão e para isso, se necessário, falaria aos demais oficiais ali presentes para agirem desta forma. Por outro lado, se eles realmente ainda insistissem em lutar, tentaria me manter na defensiva já que estava vendo o que o gigante estava fazendo e acreditava que não precisava fazer mais do que apenas me defender, sem contar que enxergando embaçado e com ardência nos olhos ainda não seria bom ir pra cima deles dessa forma, e portanto tentaria apenas ir me esquivando com rápidos movimentos para os lados e tentativas velozes de contra ataques realizando cortes nos membros que eles utilizassem para atacar, visando apenas ir desarmando-os enquanto aguardava que a situação fosse controlada pelos demais que me ajudavam.


Citação :
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Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Ferimentos:
-Ferimento de adaga na região do abdome. Tratada - 8/8 Cicatrizado
-Leves cortes no braço direito – 0/2 para curar após tratado.
-Pequeno corte na perna esquerda – 0/2 para curar após tratado.
-Inchaço na bochecha direita – 0/3 para curar após tratado.
- Irritação nos olhos (dificuldade para enxergar) – desaparece naturalmente após 1/2 posts.
- Tosse – desaparece naturalmente após 1/1 post.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptyQui 14 Jun 2018, 20:50


Narração
 
- Ninguém mais vai se machucar. Nós nos rendemos - Não era como se Daisy tivesse parte da rendição, afinal sua manipulação não justificaria tal ato. Os piratas no entanto, chegavam a tremer com a situação em que se encontravam, o gigante era assustador, sua força sem manipulação não chegava a ser favorável a rendição, mas aquela combinação, fez com que os criminosos cedessem aos pedidos da jovem. Rapidamente, após colocarem as armas no chão, alguns marinheiros que ainda restavam tomavam iniciativa por um homem que chegava ao horizonte, não parecia ser normal, era ainda maior que escanor, tinha por volta de 6 metros e carregava uma enorme cimitarra. Sua voz era intimidante e avassaladora, podia ser ouvida inclusive a muitos metros de distância. Seu senso de liderança era notável, e após ordenar com que seus subordinados jogassem a face dos bandidos contra o chão, aproximava-se de Deisy, proferindo a sua oratória:
 
- Ótimo trabalho você fez aqui, quero que entregue um relatório complexo sobre a sua missão, e isto é outra missão. Precisamos saber qual a força desse sangue novo, mas no final, todos eles não passam de lixo. Por falar nisso, há um navio atracado no porto, se correr, ainda consegue pegar ele. Estamos em um caos tremendo, peça para quem receber seu relatório mandar reforços, tivemos baixas ... Temos que estar preparados para outro ataque. - Após isso, cruzava os braços, enquanto via seus subordinados trabalhando. - Quanto aos seus companheiros, eles provavelmente irão depois, ou irei mandar-los para outro lugar. -
 
Citação :
Daisy

- Leves cortes no braço direito  – 0/2 para curar após tratado.
- Pequeno corte na perna esquerda – 0/2 para curar após tratado.
- Inchaço na bochecha direita – 0/3 para curar após tratado.
- Irritação nos olhos (dificuldade para enxergar) – desaparece naturalmente após 1/2 posts.
 
Jinne

- Irritação nos olhos (dificuldade para enxergar) – desaparece naturalmente após 1/2 posts.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptyQui 14 Jun 2018, 22:12


Desde que cheguei a Micqueot e me alistei a marinha, as coisas ruins pareciam estar me cercando e os problemas só pareciam crescer de forma desenfreada, me obrigando a passar por situações que eu jamais esperaria, mas que aos poucos iam me fazendo alguém mais forte, não apenas fisicamente, mas com uma maturidade maior e entendendo ainda melhor como funcionavam as coisas naquele mundo fora de minha pequena e afastada ilha. Piratas eram seres ruins e nestes últimos dias havia conhecido espécimes terríveis dessa classe desgraçada que se divertia as custas da desgraça de cidadãos de bem e da quebra de tranquilidade de ilhas tranquilas como era Micqueot até poucos dias atrás.

Naquele momento, eu já estava farta de ter que continuar lutando, mas, com tudo que aqueles desgraçados tinham mostrado até ali, eu realmente duvidava que eles pudessem considerar a rendição que havia lhes oferecido e por isso infelizmente já me preparava para novas ofensivas que visavam acabar de vez com aquilo, só que as vezes até mesmo aquelas pessoas tem alguma consideração por suas vidas e finalmente anunciavam a desistência do que quer que fosse o que eles buscavam com aquela invasão. ''Que alivio....'' Não havia palavra que descrevesse melhor a forma como me sentia naquele momento, era um sentimento que se tornou raro desde o momento em que botei os pés pela primeira vez naquela ilha, mas era muito bom senti-lo outra vez.

Ver cada um daqueles desgraçados ser algemado e preso trazia um sentimento de dever cumprido, apesar de estar triste pelos que não conseguiram sair com vida daquela confusão, principalmente pelos que chegaram a este estado por minhas mãos, mas era algo que sabia que faria parte da minha vida agora e aos poucos teria de me acostumar com isso já que nem sempre as coisas sairiam como planejado. Ao menos depois de tudo aquilo, algumas coisas boas tinham acontecido e apesar das circunstâncias que causaram o nosso encontro, eu havia conhecido a chicoteadora, o gigante e aquela estranha anãzinha, que finalmente teria a oportunidade de conversar com um pouco mais de tranquilidade.

Quando me preparava para ir de encontro aos marinheiros que gostaria de interagir, alguém aparentemente importante chegava ao local, ele era grande e esbanjava uma postura e expressão séria, vindo logo em minha direção e me deixando um pouco apreensiva. Por um momento não entendia muito bem, estava nervosa e acreditava que tomaria uma bronca, mas, tudo não passava de um agradecimento e elogios pelo que havia acabado de acontecer, além de me fazer um pedido que se assemelhava ao que seria uma nova missão. Achava aquilo interessante e estava muito surpresa de ter ouvido aquilo. Por dentro estava muito feliz, era a primeira vez desde que ingressei a marinha que era reconhecida por algo que fiz e aquilo era muito gratificante, sem falar que saber que estava sendo mandada a uma outra ilha me deixava ainda mais animada pelo que estava por vir e mal podia esperar para conhecer um lugar novo, mas, antes de ir ao navio que ele me orientava, tentava ir correndo em direção aos dois marinheiros de antes para cumprimentá-los pelo serviço de antes.

-Ah... você não me respondeu antes... cof... mas você está bem? Voltaria a perguntar para a pequena mocinha. -Que bom que tudo acabou, né? Sorriria em seguida para ela, mostrando um pouco mais do meu lado amistoso, algo diferente do que infelizmente acabei parecendo ao interagir com ela no meio de uma luta séria. -Ah propósito, o meu nome é Daisy. Completaria, estendendo a minha mão a ela e esperando uma retribuição do gesto. -Só um minuto... Indagaria em seguida para não ser mal educada e deixá-la sem mais nem menos.

Dirigia-me então em direção ao gigante de outrora, que até então sequer havia interagido com ele, mas que de certa forma o devia, já que ele fora o responsável por eu não ter me complicado no momento em que fui cercada pelos piratas. Estenderia para ele também a minha mão e me anunciaria.

-Olá... obrigado por mais cedo, fez um bom trabalho. Se não fosse você eu estaria muito complicada... hahaha... apesar de que algumas dores e essa tosse são pelo cara que você jogou contra a gente hahahaha. Diria em tom brincalhão, para que ele entendesse que apesar de jogar aquilo na cara, não passava de uma brincadeira para tentar ser simpática e puxar alguma interação. -Ah, meu nome é Daisy... você é o...?

De toda forma, após os cumprimentos aos dois me despediria e iria em direção ao barco orientado pelo marinheiro de antes e tentaria me apresentar a quem fosse o responsável pela embarcação e falar sobre o que estava fazendo ali, esperando que já soubessem e estivessem preparados pra isso. No mais iria tentar me acomodar e aguardar o inicio daquela viagem.


Citação :
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Ganhos:
1º Missão - Ajudar na da invasão pirata a cidade, protegendo Micqueot.
Perdas: N/A
Ferimentos:
-Ferimento de adaga na região do abdome. Tratada - 8/8 Cicatrizado
-Leves cortes no braço direito – 0/2 para curar após tratado.
-Pequeno corte na perna esquerda – 0/2 para curar após tratado.
-Inchaço na bochecha direita – 0/3 para curar após tratado.
- Irritação nos olhos (dificuldade para enxergar) – Curada 2/2 posts.
- Tosse – Curada 1/1 post.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptySex 15 Jun 2018, 00:31

The Devil has come to carry me home #7






Depois de ser jogada contra o cal que cegava meus olhos a luta finalmente tinha seu fim… ainda existiam pessoas sensatas no mundo, afinal muito sangue ainda iria rolar se não fosse por a desistência deles, os piratas se entregarem acabou sendo o melhor pra ambos os lados, talvez a moça de madeixas brancas estivesse certo, normalmente meu pai dizia que ir pro campo de batalha derrubar pessoas, era o foco principal. Poucas vezes a chance de ninguém se ferir era dada a qualquer um de nós, então aquilo era glorioso, uma coisa que me lembraria bem, pois de fato era de se admirar enxergar uma cena de rendição. Levantaria de onde estivesse e caminharia para onde os superiores estivessem, a tosse ainda seria forte a cada passo dado. - Cof Cof… Coff…- E continuaria enquanto caminharia para próximo dos superiores. A visão conturbada, me deixava sempre com a estranha sensação de estar perdida, bem, estar cega numa ilha desconhecida, com pessoas desconhecidas, isso sim era estar perdida de verdade, então era meu estado real. Mas no momento que o superior citasse a próxima ilha e uma nova missão. - Senhor! cof cof.. eu gostaria de ir também COF COF..- tossindo e meio perdida começaria puxando a barra da calça dele pra ele me ver no chão.

Eu estava toda suja e cansada, foram dois dias muito insanos, e ainda tenho coragem pra falar alguma coisa, é, as vezes realmente as melhores batalhas, são aquelas nas quais nós não lutamos, me lembro de ter dado poucos socos em alguns joelho, mas apenas isso, levaria a mão aos olhos os coçando vez ou outra, pela irritação, e se o homem aceitasse aquilo que perguntava apenas o saudaria. - Obrigado senhor!! não vou decepcionar!!- Diria com convicção assim que ele me aceitasse. Se ele me recusasse no entanto faria uma expressão triste que mostraria um pouco da frustração por não ser o suficiente, até mesmo arfava, puxando o ar com uma carinha de choro. - Sim Senhor, vou melhorar!! Snif… Cof.. Sniff.. cof..- E baixaria a cabeça de modo um pouco desanimada, e perdida ali no meio de todos, até pela vergonha de talvez ser recusada, e talvez por não ter se provado assim tão boa durante o combate seja como fosse.

Quando a moça de cabelos brancos se dirigisse a mim, em qualquer um dos dois caso, eu esqueceria um pouco das coisas externas pois estava com vontade de me desculpar de forma mais sincera, afinal no meio de um combate não era a hora, levantaria meu rosto limpando os olhos que deveriam estar vermelhos e tentando sorrir mesmo que a tosse me atrapalhasse falaria. - Eu estou bem cof… cof… mas aqueles sacos tinham alguma coi… ATCHIM… coisa, que me fez mal, meu olho ta estranho, e tem duas de você, mas fora isso estou bem Cof.. Coff…- E por fim olharia tentando sorrir de novo, e claro quando ela se apresentasse, ouvir o nome me faria pensar Daisy? bem era um nome bonito, e combinava com ela de certo modo, eu sentia já ter ouvido antes, mas bem, não perderia tanto tempo no meio das minhas divagações pessoais, e estendendo minha mão para pegar na dela responderia. - Jinne Belmont, é meu nome.- E esbajaria o sorrisão agora, eu sempre me sentia feliz de me lembrar dele, por causa que meu pai ficava bem nítido na mente, mas depois do aperto de mãos algo automaticamente chegaria na minha cabeça, a pancada no joelho. - Ei é, eu quase esqueci, como está sua perna?- Falaria colocando a cabeça meio de lado e mexendo o pezinho um pouco sem jeito por ter machucado ela naquela hora e a derrubado também. - Me desculpa por aquilo, foi sem querer.- E daria um abraço na perna dela novamente, era minha forma de pensar que com um pouco de amor, ia sarar mais rápido, eu ainda não acreditava que tinha ferido um companheiro.

Assim que a moça me pedisse licença apenas a responderia. -Tem toda.- só que coincidentemente acabaria indo atrás do mesmo que ela, o humano grandão, eu queria muito falar com ele, porque alguma coisa de especial aconteceu com ele, tenho certeza disso, ele era muito maior que qualquer um que já vi. E acabaria indo com ela mesmo sem um convite, e esperaria que ela falasse primeiro, e depois disso me aproximando tocaria na canela dele, precisava ver se ele era de carne de verdade, afinal poderia ser uma máquina de combate preparada pra trucidar inimigos. -Ei o que você come moço?- Falaria com uma empolgação fora do normal, talvez saber a dieta dele me fizesse crescer, agora tinha um objetivo na mente estudar a rotina do grandalhão, depois disso me apresentaria. - Há desculpe a falta de educação, me chamo Jinne Belmont. Você é incrível, e eu queria saber como faço pra ficar assim. Como dizer, quero ficar grande. - Meus olhos iam brilhar ao olhar pra cima e me imaginar daquele tamanho, e claro a baba escorreria automaticamente no canto da minha boca, que estaria aberta olhando pra ele, só de sequer imaginar a possibilidade de ser tão maior, me fazia sentir incrível. Se eu tivesse sido aceita na embarcação no final das contas seguiria Daisy, para adentrar ao barco assim como ela.

Seria uma coisa legal ir pra Lvneel, por que essa ilha não foi com minha cara, e lugares são como pessoas, quando a gente não consegue se dar, é melhor simplesmente correr pra longe, e dar um cabo nas más sintonias, eu queria ver tudo dando certo de verdade quando as coisas terminassem. Mas não nessa ilha!! Mal cheguei em Micqueot, mas já fui derrotada 6 vezes, assim não dá!! Não era minha moeda da sorte tenho certeza...


Citação :

Histórico


Nome do Player: Jinne Belmont
Nº de Posts: 7
Nº dos posts de desvantagens: N/A



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras: :
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Others



Objetivos:
 

Off:
 






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Gina
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptySex 15 Jun 2018, 20:32

Os piratas haviam finalmente entendido que aquela teimosia deles em continuar lutando, se tornara fútil e sem sentido no momento em que Escanor se juntou aos marinheiros na batalha. Ou ao menos era isso que o gigante pensava ao observar, calmamente, os criminosos sendo levados em custódia.

Foi só quando ela começou a falar que Giorgino notou a, para ele, pequena mulher de cabelos brancos que estava diante de si. - É evidente... - Diria ao ouvir os agradecimentos e elogios de Daisy. - Peço que me perdoe, mi lady. Tenho ocasional dificuldade em conter minha própria força física. Ocorre de ser demasiado para até mesmo meus aliados lidarem. - Concluiria ao saber que "mais uma vez" seu poder supremo havia causado problemas pra quem estava perto.

Escanor acredita ser tão forte que se sente vivendo num mundo feito de papelão, onde ele tem que tomar constante cuidado, e medir forças para não acabar destruindo tudo ao redor por acidente. Ou até matando alguém sem querer.

- Satisfação em conhecê-la, Lady Daisy. Eu sou aquele que está no topo do mundo, o mais forte dos homens, Lorde Escanor. - E então, guardando as armas, estenderia a mão mulher, comprimentando-a com cuidado para não lhe quebrar a mão ao apertar.

Vendo a marinheira ir até o navio, para partir para uma missão em uma nova ilha, decidiu, mesmo sem ordens de qualquer superior, fazer o mesmo. Afinal o mais poderoso de todos não precisava pedir permissão ou esperar comandos. Tentou ir até o barco, mas parou ao nota algo encostar em sua perna. Olhando para baixo viu a menor criatura humanoide de todas. A visão lhe foi um tanto surpreendente, chegando a fazer o seu semblante, sempre entediado e calmo, ser acometido por olhos arregalados por um segundo.
Agacharia, aproximando o rosto da pequenina criatura, querendo lhe ver de perto e, ignorando a pergunta feita, comentaria: - Vocês, humanos, estão ficando cada vez menores.

Ouvia a minúscula Jinne falar e se apresentar, ainda distraído e admirado com o reduzido tamanho que tinha. Apenas realmente escutou quando a palavra "incrível" foi usada para de referir a ele. - De fato, sou. - Falaria se levantando novamente, fingindo ter "superado" o choque inicial de se deparar com uma anã pela primeira vez. - Almeja ser como eu? Bem, se pretende inspirar-se em um indivíduo, que seja o melhor de todos, imagino... Então ouça com atenção, Lady Jinne Belmont. Irei compartilhar com vós os segredos alimentares que tornaram Giorgino Escanor o maior dos homens...!

Lembrando-se de tudo o que sua mãe lhe mostrou na infância sobre boa alimentação para crescer forte e saudável, tentaria transmitir parte desses ensinamentos para a anã, discursando pelo tempo que desse.

Teria em mente ainda a ideia de embarcar no navio de Daisy, então se fosse necessário, andaria enquanto fala, esperando que a pequena o seguisse para contínuar ouvindo.




Citação :
Nº de Posts: 28
Ganhos: Pericia: Culinária; Pericia: Botânica; Machadinho; Escudo Retangular;
Perdas: 50.000 Berries;
Ferimentos: Perfuração superficial de adaga na panturrilha; Duas perfurações superficiais de tiros no peito; Flecha cravada nas costas; Quatro perfurações superficiais de tiros nas laterais do corpo; Corte de foice no antebraço direito; Facada dupla no dorso; Furo de lança na panturrilha direita; Corte de adaga no calcanhar esquerdo; (4/5 posts para Cicatrizar)
Corte diagonal profundo de espada nas costas, do lado direito da cintura até o ombro esquerdo; (4/10 posts para Cicatrizar)
HP: 29/44  
Objetivos:
Spoiler:
 

~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

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Pericias p/ Aprender:
Spoiler:
 


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Lyniel
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Lyniel

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1,5 - I want you for NAVY!   Cap. 1,5 - I want you for NAVY! - Página 9 EmptySex 15 Jun 2018, 23:09


Narração
 
- Recrutamos anões agora também? Pode ir, Jinne. E você baixinho, também pode ir - Diria a Escanor, era claramente maior e mais forte fisicamente que Escanor, dois metros maior, além de parecer mais pesado - Vocês tem em média meia hora pra chegar no porto, é um navio feito de madeira, é o maior que podem ver. - O oficial passava a supervisionar a prisão dos piratas, podia conter quaisquer rebeliões que os presos pudessem fazer, com o balançar de sua enorme lança.
 
Daisy, assim como Giorgino e Jinne partiam para a sua carona até Lyniel, e chegavam em cima da hora, o barco estava desatracando quando chegaram, e quando viram o trio, pararam e todos subiram. Um anão de em média 20 CM, abordava-os falando: - Eu sou Gnomeu, bem vindo a minha humilde embarcação, vocês podem se acomodar no armazém, para gigantes como você meu caro, só temos o quarto de All Might, o oficial que provavelmente os mandou pra cá, ele costuma fazer tudo em cima da hora, maldito gigante. Ele não vai gostar de que seu quarto seja tocado, da ultima vez que brigamos, tivemos que reconstruir metade da cidade, vamos evitar a fadiga. - Sua risada sarcástica demonstrava que era tão forte quanto, podia até mesmo ser um rival do gigante, em um universo como aquele, tamanho não era documento. O anão apontava para uma enorme porta de ferro, que estava aberta, e dava para uma escada que levava a um andar inferior, aonde alguns canhões e balas estavam apoiados, tal como redes e coisas do tipo.
 
Citação :
Daisy

- Leves cortes no braço direito  – 0/2 para curar após tratado.
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