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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Ameaça Vermelha

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MensagemAssunto: I - Ameaça Vermelha   I - Ameaça Vermelha EmptyDom 03 Dez 2017, 14:17

I - Ameaça Vermelha

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Agnes Glaskov. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Ameaça Vermelha   I - Ameaça Vermelha EmptyDom 03 Dez 2017, 17:25

AMEAÇA VERMELHA



Os gritos. Ela conseguia ouvir os gritos. Não eram gritos de socorro, muito pelo contrário. Eram homens e mulheres lutando para manter o propósito da vida deles de pé; a revolução vive!


As pálpebras trêmulas de Agnes iam se abrindo. Todo aquele desastre e aquela chuva de fogo eram vistos de maneira turva pela boxeadora, que se recuperava depois de ser atingida pelos destroços do Grande Bill. Ela tentou falar, mas de seus lábios nada saía. Olhou para os lados, e viu que estava sendo carregada por algo, ou alguém. Era Killer Jack, ela conseguia sentir sua pelagem castanha rígida e também seu odor inconfundível. Olhou para cima, para o mastro. Lá estava Ada pendurada com sua máscara de demônio. A navegadora usava seu revólver e atirava no que a fumaça causada pelo fogo impedia Agnes de descobrir. Depois daquilo, Ada saltava para o convés, e corria pela lateral do navio com o equilíbrio de um felino; ela se aproximava, e Agnes estendia a mão para tocá-la. Aquele toque nunca aconteceu. A garota de pele morena dos cabelos enrolados não entrelaçou seus dedos nos de Agnes como sempre fazia. Ao contrário disso, Ada retirou uma máscara das vestes, algo que Agnes conhecia bem, e a prendeu no rosto da amiga. “Não deixe que te vejam”, sussurrou. Seguidamente a isto, mais um apagão tornou Agnes inconsciente, e quando acordou, estava acorrentada, sozinha, em uma canoa no meio do massacre em alto mar.

A garota dos cabelos verdes acordava num salto, assim como sempre acontecia com os pesadelos recorrentes da batalha que mudou sua vida. No chão de seu quarto provavelmente estariam as dezenas de folhas com os rabiscos do homem que acabou com sua “família”. Eram desenhos difíceis para os outros compreender, mas para Agnes tudo estava muito claro. Ela os desenhava com a imagem nítida na memória da mesma segurando a cabeça do homem de barba vermelha. “Queimem tudo!”, ela gritava... “Queimem tudo!”. E os piratas de seu futuro bando atiravam inúmeras flechas flamejantes naquele que seria o navio do miserável que agora tinha a cabeça como troféu. Eram pensamentos sádicos que agora tomavam conta do âmago corrompido da antiga garotinha inocente que nada sabia do mundo.

Ela se levantava, trajando sua roupa casual e, por cima desta, uma longa capa escura com capuz, que se encontrava na cama. O que antes a fazia desaparecer na escuridão e que transpassava medo aos seus inimigos, hoje servia como cobertor para as noites frias. Já a sua máscara enigmática ficava guardada a chaves na cabeceira, ela temia usar aquilo naquela cidade, mas pressentia que o dia de voltar a ser o “Mistério” estava próximo. Isso a dava forças para continuar vivendo. Sem mais delongas, Agnes caminharia para fora daquele recinto; só um quarto, e nada mais. Era o que podia pagar. Depois de sair, trancaria a porta com sua chave que ficava presa em seu cordão, devolvendo-a ao seu pescoço depois de feito. Após isso, na provável noite, uma vez que seu corpo era programado para acordar de madrugada, iria em direção a saída do estabelecimento.  

Depois disso, com o rosto escondido pelo capuz, andejaria a ermo pelas ruas daquela capital governada pela maldita realeza. Agnes odiava tanto o rei quanto a rainha, e já havia prometido a si mesma que um dia acabaria com ambos, assim como todos os nobres. Ela queria ver o fim daquela monarquia, inclusive, esse era um dos anseios de seu antigo bando, acabar com toda a forma de controle sobre o povo. Era seu dever em vida continuar o legado de Cina, mas para isso ela precisava de mais forças ao seu lado; dar início a um novo bando era seu objetivo. Entretanto, naquele momento, Agnes tinha outras coisas para resolver. A jovem entraria no primeiro bar que visse e se encaminharia para o balcão do lugar. Depois, se sentaria e observaria cada um ali, procurando por seu alvo de barbas ruivas e qualquer fala que o citasse. Aquilo era parte da sua rotina.

Vou querer uma garrafa de saquê – Pediria.

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ameaça Vermelha   I - Ameaça Vermelha EmptyQua 06 Dez 2017, 14:12

~ Narrador Meia Boca ~

O clima de primavera torna a ilha de Dawn Island um lugar bem agradável, nessa manhã em especial as pessoas simples do Vilarejo de Frushin levantavam cedo, pois os campos não se cultivavam sozinhos e a vida é especialmente mais difícil para aqueles que caçam animais e plantas para criar artefatos e remédios. Em pontos estratégicos também poderia ser visto a escolta providenciada por Porto Branco, quer você acredite que eles de fato protegem o vilarejo, ou que na verdade eles estão ali apenas para garantir que os escravos – quero dizer – moradores da vila, continuem trabalhando até que haja o suficiente para ser levado pela coroa.

Agnes teve um pesadelo, ou como queiram, reviveu um momento doloroso, tendo acordado sobressaltada, levantou-se e saiu do quarto alugado pela senhora Edwiges guardando a chave pendurada em um cordão em volta do pescoço. Aparentemente a garota saia buscando as ruas da capital, mas tão logo ajuizasse, reconheceria que estava a quilômetros dali, sendo necessário um transporte, ou uma caminhada de mais de uma hora para chegar a cidade. Em sua ânsia andou a esmo procurando um bar, mas constatou depois de rodear todo o vilarejo que ali não existiam estabelecimentos comerciais. De modo que se quisesse beber alguma coisa deveria abordar uma das poucas pessoas que trabalhavam por ali. Uma delas a frente de sua casa simples porém repleta de esculturas e utensílios de madeira, possuía uma garrafa aberta pela metade e uma caneca de madeira feita a mão logo a seu lado sob uma mesa de varanda. O homem de meia idade encarava Agnes enquanto permanecia sentado na cadeira de trabalho e habilmente descascava filete por filete de madeira até formar uma silhueta em uma peça de dez por trinta centímetros.

– Garota desde que ocê chegô aqui naquele barquinho fazeno água que eu quero te pregunta, mas não tive oportunidade, quem é ocê?

Pode ser só a impressão de um homem experiente, ou julguem como quiser, mas o olhar daquele senhor era penetrante, e se Agnes se aproximasse ele continuaria dizendo. – Olha se ocê não tomá cuidado logo esses cara de guarda vão implicá com ocê, aqui quem não trabaia não tem sossego sabe… Mas bem, pouco antes de ocê chegá aqui o velho Bob, o bêbado hihi, disse tê visto um urso branco muito machucado correno em duas patas e seguindo pra floresta. E tem mais! Noutro dia, uma mulhé ficô no mesmo quarto que ocê e saiu pra cidade, e então ocê… O velho tinha um brilho nos olhos, ele queria mesmo descobrir, alguma coisa, ou só não tinha nada melhor com o que se animar enquanto fazia uma pausa em sua fala. – Ontem a noite ocê surgiu num barco parecido com o daquela morena forte… Bom, sou só curioso né, mas eu sei das coisas hihi…

Textão, mas leia por favor:
 

Mais uma Coisa:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ameaça Vermelha   I - Ameaça Vermelha EmptyQua 06 Dez 2017, 18:38

AMEAÇA VERMELHA



O bar que a jovem buscava simplesmente não existia. Naquele lugar, Agnes enxergava somente os poucos trabalhadores que ali estavam; e aquilo a incomodava. Tinha aprendido com a vida a repudiar aquela situação, queria mudar aquele cenário, mas não possuía a forças suficientes para isso. Foi aí, que durante sua procura sem achados, se deparou com um dos homens naquele âmbito que lhe chamara atenção. Aquele que era escultor a encarava incessantemente, e a jovem não conseguia descobrir as razões daquilo – a não ser que ele estivesse intrigado com a capa da mesma.

Garota desde que ocê chegô aqui naquele barquinho fazeno água que eu quero te pregunta, mas não tive oportunidade, quem é ocê?

Aquele assunto fazia um calafrio percorrer dos pés até a cabeça de Agnes. Ela não queria se lembrar daquele momento, era a missão impossível de tentar esquecer toda aquela tragédia e tentar seguir a vida como se nada tivesse acontecido. Ela apostava que dali a alguns dias veria Cina em algum lugar da cidade, e assim elas começariam tudo de novo. Entretanto, voltando-se a realidade e se desprendendo de seus devaneios, Agnes pensava no porquê de responder aquilo. Não o conhecia e provavelmente aquela resposta não acrescentaria em nada na sua vida. Assim, Agnes se aproximava, e pronta para soltar algumas palavras rudes, era interrompida pelo mesmo.

Olha se ocê não tomá cuidado logo esses cara de guarda vão implicá com ocê, aqui quem não trabaia não tem sossego sabe… – Mais uma vez, certo incômodo vinha à tona, e aquilo fazia seus punhos se cerrarem, e todo o seu ódio por aquele sistema se concentrava ali, em suas mãos. – Mas bem, pouco antes de ocê chegá aqui o velho Bob, o bêbado hihi, disse tê visto um urso branco muito machucado correno em duas patas e seguindo pra floresta. E tem mais! Noutro dia, uma mulhé ficô no mesmo quarto que ocê e saiu pra cidade, e então ocê… – A imagem de Killer Jack e o semblante corajoso de Ada tomavam conta de sua mente. Era com aquilo que o âmago amargurado da jovem florescia, e a esperança brotava. Ela não conseguiria não sorrir diante daquilo, mas ainda sim levaria a palma da mão para a boca, tampando-a e usando o polegar em conjunto com o indicador para enxugar as breves lágrimas que por seus olhos desceriam.

Me diga o que sabe! – Gritaria para o homem.

Ontem a noite ocê surgiu num barco parecido com o daquela morena forte… Bom, sou só curioso né, mas eu sei das coisas hihi…

Me diga o que sabe! – De forma impensável, Agnes repetiria aquelas palavras e agarraria a gola da blusa do homem, implorando por respostas. – Você quer o meu nome? É isso?! – Perscrutando rapidamente com seus olhos alaranjados pelo cenário, Agnes veria aqueles adereços feitos de madeira, e com isso, com um nome falso em mente criado através daqueles objetos, continuaria sua fala. – Me chamo Meira... – Deixaria escapar um suspiro como forma de expulsar a euforia. - Agora me fale tudo que sabe!

Ela o escutaria, com calma, para absorver todos os detalhes. Caso o homem cobrasse algo em troca da informação, como dinheiro e afins, Agnes pensaria em desferir um soco no homem, mas seria bloqueada por seu próprio pensamento, uma vez que este era um trabalhador e aquela classe era a que a garota havia prometido dar liberdade e livrar da exploração. Ela simplesmente entenderia se o homem pedisse algo de valor, mas não daria. Sendo assim, depois daquilo, ela caminharia rumo a cidade, ou pegaria um transporte se ali tivesse, uma vez que o homem havia dito que uma mulher que dormiu no mesmo quarto de Agnes havia se dirigido para lá. Todavia, caso o homem dissesse as informações em troca de nada, Agnes rumaria para o local apontado pelo trabalhador, mas antes falaria algo. “Um dia voltarei e acabarei com toda essa impunidade que acontece aqui.”, falaria e iria de encontro ao lugar dito. Ainda assim, caso o homem pedisse mais explicações do motivo dela ter parado ali, Agnes pararia por curtos segundos para pensar em uma mentira e depois a contaria.

- Eu estava no mar, em um barco com várias pessoas, até que... Um navio enorme apareceu. Eram piratas! Pelo menos é o que eu acho. Eles acabaram com tudo, e... Eu não me lembro muito bem, só sei que eu apaguei e quando acordei estava em uma canoa, sozinha. – Aquelas últimas palavras lhe trariam certa tristeza passageira. – Mas você falou que eu não estou sozinha e vai me mostrar onde meus amigos estão. Um dia te retribuirei por isso. – E assim, depois das informações, Agnes diria as palavras de que um dia voltaria para acabar com a impunidade ali e depois se dirigiria de transporte - se tivesse - ou a pé para o encontro que a faria ver o mundo colorido novamente.

OBS:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ameaça Vermelha   I - Ameaça Vermelha EmptyQui 07 Dez 2017, 10:07

~ Narrador Meia Boca ~

O entalhador soltava sua faca de trabalho e a peça de madeira deixando-as cair no chão após o grito inesperado de Agnes. – HIHI! Hihihihihihihi… Eu sabia, eu sabia! Hihihihi… Aquele homem riu gostoso como não fazia a muito tempo e bateu palmas para si mesmo enquanto o rosto se enrugava todo com o largo sorriso que se instalou ali. Chegou a lacrimejar um pouco, tal como Agnes momentos antes. Contudo em um instante a boxeadora já estava com as mãos no colarinho da camisa aberta do homem e repetiu em trovoada a pergunta de antes. Sem qualquer reação o escultor levantou as mãos em sinal de rendição. – Eitcha que mulé braba! Carma fia, eu só tava brincano! E depois de uma pausa para engolir em seco, o homem começou a falar. – Ée… Eu num sei mais nada não sô. Eu só queria sabe se ocê conhece aquela morena porque ela disse que ia vorta, nós tá precisano de ajuda, nós tá passano… ocê… ocê… Tão rápido quanto se pode imaginar, o botão da tristeza foi apertado e o homem que antes ria, agora baixava o semblante e se punha a chorar, nem conseguindo terminar de dizer quanta humilhação estava passando.

Agnes pretendia escutar com calma, e esperava por algo mais, então mais uma vez pôde presenciar a mudança de humor repentina daquele pobre coitado, que agora declarava. – Marditos exprorador, se, pelo menos, eu fossi mai novo! As mãos do velho agora batiam os braços da cadeira, e havia uma certa chama de ódio em seus olhos que lhe deu coragem para ainda questionar a ameaça a sua frente, foi o bastante para que “Meira” o soltasse. – Olha só Meira, eu não sei com certeza, má eu acho qui posso sabe onde seus amigo foro… Ouvindo isso, talvez algumas dúvidas sobre a genuína simplicidade daquele homem deixassem sua mente, ele não pediria um tostão sequer por qualquer palavra que disse, foi só então que Agnes esclareceu um pouco sobre como ela havia chegado até ali e pediu para que ele a acompanha-se atrás daquelas pessoas.

Houve tempo o bastante para o entalhador pegar a sua faca de trabalho e colocar na cinta, bem como pegou a garrafa de saquê, e então saiu da varanda a frente da boxeadora, dando de cara com um dos guardas do vilarejo. – Mas que história é essa Bob! Você não vai ajudar ninguém seu verme! No mesmo instante o homem de porte mediano cravou uma adaga no peito do pobre Bob, o mesmo caiu no chão derrubando seu saquê já segurando o ferimento. – E você garota, vai contar direitinho que barco é esse que atacou vocês? E quem são vocês afinal? E não me venha com essa história de piratas pra cima de mim! Porque desde que ele chegou não tem mais pirata nenhum nessa ilha! Bob tentou se arrastar um pouco e foi pisado, enquanto o guarda andava na direção de Agnes. - Foge Meira! Foge, eu vô ganhá tempo. Bob agarrou as pernas do guarda criando uma abertura, mas começou a levar alguns socos no meio da cara. No ar, a palavra "ele" não deixaria de ser notada por Agnes, que agora precisava fazer uma escolha.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ameaça Vermelha   I - Ameaça Vermelha EmptyQui 07 Dez 2017, 12:27

AMEAÇA VERMELHA



Ele? Quem é o homem que acabou com a pirataria na ilha? Uma pergunta surgia em sua mente, mas aquele momento de tragédia a impedia na hora de buscar uma resposta.

A esperança que Agnes havia criado, agora, estava sendo destruída junho com o homem que havia lhe dado auxílio. Ele era como Agnes esperava, humilde e simples. Alguém qualquer, que queria alterar o mundo, mas não tinha forças, assim como Agnes. Ela tinha escutado o homem dizer que a possível Ada voltaria para aquele vilarejo, e aquilo não surpreendia a jovem, pois era o mesmo que faria e talvez o mesmo que todos de seu antigo bando fariam. Agora, ela só precisava acabar com aquele guarda e chamar um médico o mais rápido possível. Mas por que ela faria aquilo, afinal? Começar a ser perseguida, talvez ganhar uma recompensa por sua cabeça, e acabar com tudo? Seria difícil conviver sozinha com a possibilidade de um dia ser encurralada por um clã de caçadores assim como seu antigo bando foi. Entretanto, caso fugisse, o homem continuaria a jorrar sangue de seu peito, e um tempo depois estaria jazendo morto ali, só. Sua solidão se assimilava com a de Agnes, assim a jovem percebia, e temia que ninguém ali ajudaria o rapaz, mas não ajudariam exatamente por medo, o receio de lutar contra alguém superior. Era isso que Agnes queria mudar, todos deveriam ser iguais! Todavia, aquela dualidade dentro de si era como o início de uma interminável explosão mental.

- Seu miserável! – Diria, levantando a voz na hora de pronunciar o adjetivo. Ela ignorava aquela fala de "Bob" que pedia para Agnes fugir, mas ainda assim, a fuga era uma opção. Não tinha noção da força daquele guarda, e precisaria medir suas ações para não deixar a fúria tomar conta de seu ser como acontecia toda vez que a jovem estava prestes a ser derrotada. Ela se lembrava de alguns treinos contra Drillbit, e claro, sempre perdia e sua fúria dominava, pois seu nível era baixo comparado com o menino prodígio do boxe. Mas não era das derrotas que Agnes buscaria remeter, mas sim os golpes. Aliado a isso, buscaria também alguns ensinamentos de Geordy. Graças a ele, o conhecimento de anatomia da garota era apurado com relação aos demais. “Maxilar e pescoço”, repetiria para si mesma, “Golpes certeiros”. Ela tinha que se preparar antes da chegada do opositor, por isso, cerraria ambos os punhos, passando sua energia para aquele par de armas presas em seu braço. Os dois estariam defronte ao seu queixo, e auxiliariam como defesa para algo inesperado. Além disso, sua perna direita estaria a frente da direita, para casos de chutes, mas arreceava usá-las, já que usar golpes com as pernas não era sua especialidade. Era isso, sua postura já estava pronta.

Agnes começaria com os desvios, esperando a melhor chance para atacar. O homem usava uma adaga como arma, mas Agnes não descartava a possibilidade dele também usar os punhos ou qualquer outra coisa. Por isso, esperaria seu primeiro ataque, caso este fosse reto em direção ao centro do corpo da jovem – como foi o que atingiu o velho –, Agnes desviaria para os lados. Após isso, Agnes elevaria a mão (se ela desviasse para o lado direito, usaria a mão esquerda, mas se fosse para o esquerdo, usaria a esquerda) e, com este braço articulado, desferiria um soco no maxilar do oponente. Caso o homem esperasse Agnes fazer o primeiro ataque, ela agiria como se fosse dar um soco direto com o punho direito, com o braço estendido, porém, antes de chegar na região alvo, retiraria o dedo indicador e o anelar da posição de punho e os estenderia, pressionando-os, com força e velocidade, entre as clavículas do inimigo, onde se encontrava a garganta, afim de interromper sua respiração. Depois de ambas as possibilidades, Agnes saltaria.  Ainda assim, no caso do indivíduo desferir golpes cruzados – como Agnes faria na intenção de acertar seu maxilar -, Agnes abaixaria sua cabeça caso este fosse elevado e, celeremente, andaria para a direita do rapaz, voltando a posição normal. Nesse instante, a jovem exerceria um soco direto em direção aquela região do pescoço, especificamente na artéria carótida externa, cujo objetivo seria bloquear o fluxo sanguíneo para o cérebro. Caso o ataque cruzado inimigo não fosse elevado, Agnes se locomoveria de forma rápida para um lugar que não pudesse ser atingida e contornaria na direção oposta ao ataque para a parte direita do oponente, exercendo o mesmo golpe na artéria.

Todas suas possibilidades de ataque visariam a chance de deixar o homem inconsciente. Caso isso ocorresse, a jovem guardaria a adaga do oponente nas vestes e começaria a clamar por ajuda. Recebendo-a ou não, seguraria o homem com os braços e o levaria para algum transporte, pedindo ao motorista para ir em direção a algum médico próximo.

Por fim, caso o homem aparentasse ser forte demais para Agnes, e isso seria comprovado pelas chances quase inexistentes de acertar um golpe ou de desviar, ela começaria a se recompor do golpe – caso tivesse sofrido -, e daria início a uma corrida para longe. Rumando em direção a cidade caso visse alguma placa apontando para ela ou para a floresta caso não tivesse indícios desta, usando como objetivo atual o encontro com o possível Killer Jack.


OBS:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ameaça Vermelha   I - Ameaça Vermelha EmptySex 08 Dez 2017, 11:44

~ Narrador Meia Boca ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se alheios fôssemos ao ser de nós mesmos, poder-se-ia suspeitar as razões que ensejam as ações de nossos companheiros. Nesse momento até mesmo Agnes poderia então perceber porque fora amarrada e deixada fora da batalha que pôs fim a seu bando. Experiência é algo que faz toda a diferença entre a vida e a morte, e talvez a boxeadora não estivesse mais entre nós caso o Barba Ruiva lutasse contra ela. Ainda era cedo demais para enfrentá-lo, agora sabemos disso, pois apesar de a raiva começar a inflamar seu coração, a atitude comedida faria com que a jovem perdesse a oportunidade de acertar um golpe em cheio através da abertura criada por Bob. A boxeadora estava com a guarda fechada e se aproximou pensando em realizar algumas esquivas antes de fazer seu movimento, foi o tempo necessário pra que o guarda se desvencilhasse pegando outra adaga da cinta para desferir alguns golpes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]– Então você vai lutar mesmo garota! Pois saiba que eu não ligo se tiver que te cortar!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O homem atacou primeiro, dois cortes, iniciando da direita para esquerda e na volta da esquerda para a direita na altura do peito, não era exatamente algo para que Agnes havia se preparado, mas conseguiu se abaixar rápido o bastante para não ser atingida e também ganhar o flanco direito de seu inimigo com uma rápida aproximação desferindo um soco no pescoço de sua vítima, procurava um ponto vital. O soco era efetivo o bastante para fazer o guarda engasgar e ficar levemente desorientado, criando assim mais uma oportunidade para a boxeadora. Com apenas um soco ele não ia cair, talvez dois, era o que poderia pensar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Porém, mais um guarda se juntava à luta, algo que Agnes não considerou que pudesse acontecer, e agora a coisa ia se complicar um pouco, pois o mesmo portava um chicote longo em suas mãos, e depois de um rodopio no ar estralou a ponta do chicote nas costas de Agnes, o que a faria balançar e perder um pouco seu tempo de reação, o bastante para ter de lidar com dois oponentes ao mesmo tempo a partir de agora.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O cenário dantesco se desenhava como gostam os amantes da aventura, em meio ao chão de pedras desgastadas e grama entre as frestas, estava o velho Bob com uma adaga cravada no peito, visivelmente cansado, respirava fundo e praguejava. – Má que droga, o mardito sanguessuga tá chegano, OH DEUS, hoje é um bão dia pra ocê me levá num é… Falas sem esperanças de fato deixavam o clima mais pesado, a tensão estava no ar enquanto Bob olhava para a entrada do vilarejo, não era do outro guarda a quem o entalhador estava se referindo, e apesar de ter outras preocupações Agnes poderia ouvir os rangidos, não saberia dizer do que se tratava, mas eram juntas de ferro prendendo tábuas de madeira unidas a rodas que foram atreladas a dois animais de carga.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A oportunidade para fugir havia passado, quando escolheu ajudar Bob o destino não deixaria Agnes voltar atrás, pois no fundo a mesma sabia que não teria chance de escapar de dois perseguidores. A dor e a pressão a garota podia aguentar, mas algo dentro de si pegava fogo furiosamente, e era a lembrança de estar numa situação difícil, mas também o incômodo de ver que ali de fato haviam pessoas oprimidas sob as ordens de um chicote, tal coisa era imperdoável. O momento da verdade estava chegando.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ameaça Vermelha   I - Ameaça Vermelha EmptySex 08 Dez 2017, 19:51

AMEAÇA VERMELHA



“Não é que eu não te chamei para a missão por ser mulher, olhe para Cina e Ada... Não te chamei por você não ser tão esperta como pensa”. Aquela lembrança de uma das falas de Drillbit à Agnes era fruto daquela chicotada. Agnes, de certo modo, precisava daquilo. Bancar a heroína as vezes não era a melhor opção para uma jovem que sempre se colocou acima dos demais e na verdade estava abaixo de todos. Naquele momento, o semblante de insuficiência na garota seria notório, mas todo aquele mistifório de emoções dentro de sua mente a faziam continuar de pé e lutando para salvar a vida de Bob e dar início a busca por seus amigos. Entretanto, ela agora tinha algo a mais para se preocupar: um outro guarda. Por sorte, o guarda que portava a adaga se encontrava entontecido, e aquilo era uma chance perfeita. Também, ela não havia ignorado aquele som recôndito ao qual Bob havia se referido, ela só tinha um assunto mais sério de vida ou morte para lidar.

Por isso, percebendo a instabilidade do opositor atacado, Agnes, de relance, olharia para o guarda chicoteador, e se este estivesse pronto para atacar, a jovem se locomoveria para o lado oposto ao qual o homem indicava investir, sendo que se este fosse reto, a menina se deslocaria para o lado esquerdo caso o homem fosse destro ou direito se este fosse canhoto. Se fosse inclinado, Agnes faria o movimento inverso (indo para o lado esquerdo se este fosse canhoto e direito se este fosse destro). Depois do ataque feito, Agnes, tentando ser célere, colocaria o pé sobre o chicote no qual ela havia desviado e o pressionaria contra o chão. Com a outra perna, ela contornaria a arma com a canela e faria um movimento afim de puxar o braço do inimigo, esperando que ele cambaleasse para frente. Caso o guarda desnorteado tentasse ataca-la durante isso, Agnes colocaria ambos os pés no chicote do outro indivíduo e mudaria de lugar para não ser atingida. Agora pressionando o chicote com o outro pé e enrolando-o e puxando-o também com a outra canela. Com isso, tendo o chicoteador se desequilibrado ou não, Agnes desferiria um soco com seu punho cerrado em direção ao maxilar do mesmo; se o guarda da adaga ainda estivesse tentando atacar, Agnes, enquanto o soco seguia seu rumo, ela seguiria também com passos rápidos para a retaguarda da sua vítima. Depois disso, ou caso percebesse que o chicoteador não fosse atacar na sua primeira percepção, Agnes prenderia sua atenção no inimigo estabilizado, e aplicaria dois golpes sucessivos em seu maxilar, sendo um soco cruzado com o punho direito seguido do mesmo ataque com o esquerdo. Caso o guarda fizesse um corte elevado com sua adaga, Agnes abaixaria. Se fosse inclinado como o anterior, a menina daria alguns passos para trás para escapar dos cortes e, depois que este fosse terminado, voltaria, esforçando-se com finalidade de ser ligeira, para sua posição inicial, exercendo, depois disso, seus dois golpes esquematizados. Após isso, Agnes se viraria para seu novo oponente e exerceria o seu planejamento de ataque de se desviar, pressionar o chicote com o pé e depois atacar.

Depois de feito, Agnes pegaria a adaga daquele guarda que provavelmente estaria inconsciente, guardando-a nas vestes, e, receosa do outro não estar do mesmo jeito, tentando ser rápida, Agnes se aproximaria de Bob e perscrutaria pelo cenário para encontrar sua casa. Se esta estivesse próxima e ele ainda vivo, a jovem tentaria levar o rapaz até ela, abrindo a porta – ou chutando-a até quebrar a maçaneta se estivesse trancada –, sem tirar a adaga de seu peito. Depois de entrado, ela deitaria o homem em algum lugar plano e arrastaria móveis em direção a porta para bloquear a entrada de outros. Caso estivesse longe, a menina o levaria até os fundos de um estabelecimento próximo e o deixaria deitado ali, buscando, logo após isso, rumar para um lugar longe daquilo tudo e que não pudesse ser vista pelos seus inimigos, como o alto de uma árvore, um terreno com grama alta ou até mesmo entre rochas, mas que mesmo assim disponibilizasse uma visão do que estava acontecendo; era o que gostaria, mas se não conseguisse por estar sendo perseguida ou qualquer outra coisa, continuaria a correr. O motivo daquilo? O som ignorado anteriormente. Ela precisava saber, e já começaria a relacionar aquilo com o “Ele” dito anteriormente por um dos guardas.

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MensagemAssunto: Re: I - Ameaça Vermelha   I - Ameaça Vermelha EmptyTer 12 Dez 2017, 09:13

~ Narrador Meia Boca ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chicotes despertam lembranças, e naquele instante a boxeadora se viu mais uma vez merecedora das palavras de seu amigo de infância. De toda sorte, esse não era um dia onde Agnes pediria ajuda, afinal, estava na hora da garota andar com as próprias pernas. Percebeu que seu primeiro ataque foi efetivo e pôde olhar para o chicoteador, era um homem baixo de barba mal cuidada e trajes folgados, talvez o defunto fosse maior, talvez o tamanho do homem seja um reflexo de sua alma pequena. Mais parecia um capanga, do que um guarda, isso ficaria claro como o dia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Outra vez a boxeadora preferiu aguardar um ataque procurando um bom momento para esquivar-se, desta vez conseguiu fazê-lo por um triz, foi difícil acompanhar a movimentação de um chicote, mesmo assim ainda conseguiu pisar no mesmo e com apanas uma passada, usou a canela para encurtar o tamanho do chicote fazendo seu adversário se deslocar mais para perto. A cena se desenvolvia em um instante, o guarda que portava uma adaga não foi feliz em um novo ataque devido a dor que sentia, já a boxeadora, por sua vez, enrolava mais ainda o chicote em suas pernas trazendo o pequeno guarda que insistia em não soltar sua arma mais para perto e finalmente entrando em seu alcance. Se bem filmado fosse, seria uma ótima cena em slowmotion, pois o pobre nem soube o que o atingiu após ir de encontro a um soco direto no maxilar, chegando a cuspir sangue e um dente ou dois, antes de cair desacordado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mas vamos lá, pois não acabou ainda, com sangue nos olhos por ter visto seu amigo cair, o guarda que portava uma adaga se equilibra e desfere outra estocada em meio a um grito de raiva. – Maldita! As palavras não serviriam para melhorar o ataque tampouco surpreender a garota, apenas davam mais dramaticidade à cena. Agnes não esperava que com apenas um único golpe derrubaria o chicoteador, mas ainda que o mesmo não tivesse caído, passar para trás dele usando seu corpo de escudo não daria certo, visto que ao tentar dar as passadas rápidas involuntariamente tropeçaria no chicote enrolado nas pernas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao tropeçar inevitavelmente a boxeadora caiu, mas ninguém iniciou a contagem, felizmente ou não o guarda que portava uma adaga surpreendeu-se com o movimento descendente – rumo ao chão – de Agnes e assim acabou por também tropeçar caindo por cima da garota, com a cara enfiada em seus… digamos, em seu peito. Bom, era constrangedor, pelo menos o guarda perdia totalmente o ímpeto do ataque ficando ruborizado, Bob por um instante se esqueceu da dor. – Há! Ordinário sortudo! HIHI! Mas o sorriso em seu rosto durava pouco depois que a enorme sombra cobria tudo do ponto de vista de quem estava no chão, e eram quatro pessoas caídas. Aquele singelo campo de batalha, parecia tão pequeno diante da figura imponente que surgiu vestindo uma túnica ornamentada com capuz, era algo provinciano, já conhecido pelo entalhador, que nem ousou dizer nada temendo pelo pior. Uma voz abafada por uma máscara foi ouvida.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]– Posso me juntar a festa? Vou gostar de machucar alguém hoje…

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A situação estava muito pior do que antes, quatro ao chão e o quinto elemento prestes a fazer alguma coisa, estaria Agnes pensando em Bob, no guarda sobre ela, ou apenas em si mesma?

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ameaça Vermelha   I - Ameaça Vermelha EmptyQui 14 Dez 2017, 22:55

AMEAÇA VERMELHA



A ideia de sacrificar alguém por um bem maior era uma opção. E se Cina estivesse morta? Agnes tinha noção da possibilidade de encontrar Killer Jack e Ada vivos, mas e Cina? A menina loira era a que mais importava, e também era a mais provável de estar morta. Agnes nunca se esqueceria do momento em que vira o flash da batalha entre o homem de barbas ruivas e sua amiga. Espera! Por que? Ela queria saber o motivo da sua mente lembra-la daquilo! Sempre foi e talvez sempre será assim? Era isso que ela tinha que entender? A mente da garota nunca ia obedece-la então. E sempre iria lhe fazer lembrar daquilo que queria esquecer. O certo a se fazer era aprender a conviver com as más lembranças, não é mesmo? Usá-las como os degraus que te levarão a ascensão. Sim, era aquilo! Agnes precisava daquilo. Com sua amiga morta, quem continuaria os passos à liberdade? Agnes! E não Ada e muito menos Killer Jack.  Era ela que comandaria o novo bando daqueles que mudarão o mundo para sempre, daqueles que acabarão com as desigualdades e injustiças, daqueles que mancharão o mar azul de vermelho: a cor da revolução! Com o único guarda consciente em seus peitos, e Bob ainda no chão, ela pensava em como dar um fim aquilo tudo. Ainda assim, não podia se esquecer do novo “empecilho” que aparecera. Mas não tinha com o que se preocupar, pois ela acabaria com ambos, e Bob seria o seu sacrifício. “Quanto mais pessoas você ama, mais fraco você é”, pensaria, relacionando o amor daquela frase à compaixão tida pelo homem que ainda era um desconhecido para a jovem. Agora, ela só tinha que se livrar, ou melhor, matar aquele guarda. Aliás, uma revolução não acontece sem sangue.

Aproveitando-se da distração que seus seios provocavam no guarda, Agnes tentaria desprender o chicote de uma de suas perna com a outra, fazendo movimentos com a sola do sapato desta perna livre em direção ao calcanhar daquela com a arma. Depois, balançaria o pé para se livrar daquilo. Sem demora, cerraria seu punho direito e, em seguida, usufruindo de sua força, atingiria a lateral da cabeça opositora a fim de desacorda-lo finalmente. Depois de deixa-lo provavelmente inconsciente ou mais desnorteado do que já estava, célere, aproximaria sua mão da adaga do inimigo e agarraria em seu cabo. Após isso, ainda tentando ser o mais rápida possível, colocaria as mãos nos dois ombros do guarda e o levantaria, empurrando-o para o lado e deixando-o de barriga para cima. Estaria pronto, era aquilo que ela queria. Com a fala do novo inimigo em sua mente, Agnes iria rapidamente até o abdome do guarda e ali sentaria. Caso ele ainda estivesse acordado, a mesma colocaria seus joelhos em ambos cotovelos do inimigo para mobilizá-lo. Por fim, sua mão esquerda pressionaria a cabeça do guarda contra o chão, enquanto a mão direita – armada com a adaga – se aproximaria do pescoço do mesmo.

Festa?! Acredito que esta já terminou. Me desculpe, mas chegou atrasado. – Diria, olhando para o novo Após aquilo, num só movimento, Agnes arrastaria a lamina da arma pelo pescoço do guarda, afundando-a enquanto o rasgava para sentir sua laringe. – Estou fraca. Uma luta agora seria covardia. Aliás, quer mais covardia que esta? Dois guardas contra uma simples e desarmada garota. Mas, não pense que irei sair dessa ilha sem você me provar... Agora, eu preciso voltar revigorada para o banquete, quer me experimentar fraca e cansada? Será como saborear uma comida sem temperos! – Agnes entenderia que uma próxima luta seria como um suicídio, por isso, tinha que usar uma das poucas habilidades que lhe eram garantidas para fugir dali: a lábia.

Esperando que o homem fosse envolvido pelo poder de sua fala, Agnes se levantaria, com a adaga de seu inimigo em mãos, e daria início a uma corrida em direção ao lado oposto de toda aquela confusão. Caso seu “novo oponente” a seguisse, Agnes começaria a andar em ziguezague a fim de desviar dos futuros ataques de seu oponente. Seu novo objetivo de viagem seria a floresta da região; o lugar que o possível Killer Jack tinha ido. Por isso, assim que visse indícios de floresta, para lá seguiria e dentro desta buscaria uma árvore com bastantes folhas para subir e se esconder, um buraco que não apresentasse perigo iminente para entrar ou arbustos grandes, também para entrar. Depois de achar algum desses esconderijos, faria os respectivos processos para adentrar neste e ali aguardaria até ter certeza que não estava sendo perseguida. Para obter sucesso na chegada até a floresta, Agnes entraria no primeiro beco que desse em um caminho até a floresta, e lá forçaria ainda mais suas pernas para ser mais veloz, e sempre andando em ziguezague.


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