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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts

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Yami
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MensagemAssunto: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptySex 1 Dez 2017 - 14:10

Relembrando a primeira mensagem :

1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts

Aqui ocorrerá a aventura dos revolucionários Elsa Volkerbäll, Raymond King Walker, Tidus Belmont e Frisk Dreemurr. A qual não possui narrador definido.


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Raizen
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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptyQua 17 Jan 2018 - 18:15




The emperor of flames
The Red King - Ray K. Walker



Depois de concordar com o pedido de Tidus, Raymond vendou os seus olhos e assim ambos iniciaram o último confronto para treinar o Haki. Após dar o soco inicial, Ray sentiu a mesma dificuldade das últimas tentativas, o maior problema de acessar o haki era no calor do momento, porque além de tentar conseguir a concentração certa, tinha que aprender a lidar com a dor dos golpes e a ansiedade na hora do combate, e controlar a si mesmo nessas circunstâncias era a parte mais difícil do treinamento. Ray e Tidus ficaram muito tempo se acertando, e sempre que sentia que estava se aproximando de acessar o haki, os socos do Duque Azul o fazia voltar do zero, e para piorar ainda mais situação, a cada soco que levava, Ray ficava cada vez mais angustiado com a sensação se estar regredindo. Naquele momento ele só tinha dois caminhos para seguir, desistir e começar a agir por instinto ou insistir e ignorar aqueles sentimentos. - " O que eu estou pensando?! Eu cheguei até aqui, não é hora de fraquejar! Vamos lá, consetre-se! " - ele refletia enquanto recebia cada golpe e pouco a pouco os socos foram incomodando cada vez menos, e na medida que isso ia acontecendo, as coisas iam ficando cada vez mais claras.

" É isso! Finalmente estou vendo! " - pensou enquanto esboçava um sorriso confiante no decorrer dos socos que dava e recebia, foi nesse momento quando sentia que Tidus iria atacar, ele socava o mesmo local para anular os socos de Tidus, enquanto o mesmo acontecia com ele, pois assim como Ray estava usando o Haki da Observação para atacar e defender, o Duque Azul fazia a mesma coisa. - " Uma luta entro usuários de Haki é realmente intensa. " - refletiu pouco antes de Rá finalizar o treinamento. Ao tirar a venda, a primeira coisa que Ray notava era a presenta de Elsa, que estava um pouco mais afastada observando, e logo depois Tidus fazia um comentário sobre a troca de socos.

- É, as vezes tenho que mostrar quem é que manda! - respondeu ao Duque, entrando naquele clima de brincadeira, coisa rara de se acontecer. Em seguida desviou o olhar para Rá enquanto o mesmo dizia as últimas palavras em relação ao treinamento e após isso, Tidus agradeceu devidamente, e com Ray não foi diferente. - Rá, obrigado por ter tido a boa vontade e paciência de ter nos ensinado, não é qualquer pessoa que consegue fazer o que você fez. - foram poucas palavras, mas certamente foram sinceras.

Depois que Rá se retirou, Elsa e Frisk se aproximaram e logo iniciaram um leve diálogo. Enquanto eles conversavam, Ray foi até as suas manoplas que estavam encostadas. Enquanto colocava suas manoplas novamente, ele se perdia em seus pensamentos. - " Sinto que estou mais forte, mas a verdade é que eu não sei qual é o meu verdadeiro poder. " - ele refletia enquanto acabava de se esquipar, de fato ele tinha razão, pois desde que comeu a Mera Mera no Mi, Ray nunca pôde lutar usando todo o potencial que poderia dos seus poderes, pois sempre que lutou, haviam pessoas inocentes próximas ou ele tinha que segurar para não destruir tudo. - " Até onde vai o meu poder? " - esses pensamentos começaram a martelar na cabeça do Rei Vermelho, que não prestava atenção no que os demais membros falavam ao seu redor, a única coisa que ele ouvia era Tidus em cima de um dos tapetes chamando os demais membros, foi ai que Ray olhou para o mesmo, ainda um pouco pensativo.

- Vocês podem ir sem mim, eu preciso fazer uma coisa... Encontro vocês na base. - e logo em seguida se virou, indo para os fundos do palácio para não ser visto pelos civis. Chegando nos fundos, ele sairia por alguma porta, se tivesse alguma, caso contrário usaria saltaria usando sua mera mera para se impulsionar e pular o muro e na descida, antes de tocar o chão, usaria novamente a akuma para amortecer a queda. Uma vez que tivesse fora do palácio, Raymond iria caminhando até o deserto, procurando se afastar o máximo possível de todas as pessoas e estruturas, assim que ficasse distante o suficiente, daria uma olhada em voltada usando sua visão aguçada para ver com mais clareza, e se tivesse distante, ele ficaria parado por alguns segundos com os olhos fechados. - " Certo, vamos lá! " - e assim começava a relaxar mais o corpo e liberar o poder de sua akuma no mi, a principio ele fazia as chamas se espalhar por todo de maneira suave, e depois de mais alguns segundos, abria os olhos dando um grupo, liberando todo o poder.

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- AAAAAHHHH!!! - e com a mesma intensidade do seu grito, as chamas do seu corpo se espalhavam e parecia uma grande fogueira, saindo metros de chamas do seu corpo. Aquela sensação era única, ele nunca havia liberado tanta energia daquele jeito sem preocupação alguma, ficava olhando para as suas mãos, vendo as chamas claramente saindo de maneira intensa, naquele momento ele sorria, era um sorriso de satisfação, finalmente estava conseguindo ver do que era capaz. Raymond era o tipo de pessoa que sempre buscava conhecer a si mesmo antes de conhecer o seu oponente. Depois de liberar sua aura ao máximo, o Rei Vermelho olhava fixamente para frente com a expressão bem séria dessa vez e assim esticou as duas mãos para frente, gritando novamente e soltou uma enorme rajada de fogo em linha reta, mas dessa vez não vou um ataque qualquer, foi um realmente mais poderoso sem segurar sua energia, foi como um grande grito em forma de ataque, fazendo ir em linha reta, um ataque que provavelmente iria destruir tudo em tivesse em seu caminho, e por isso Ray havia escolhido aquele local.

Depois de ver até onde podia ir, Raymond se sentiu levemente cansado, para pode ver o poder máximo que podia, ele precisou beirar o seu limite, e por isso ficou meio tonto na hora, chegando inclusive a dar um passo para trás e as chamas que cobriam o seu corpo se apagavam completamente. - " Eu realmente precisava disso. " - refletiu enquanto respirava fundo, fechando os olhos e recuperando o fôlego. Quando sentisse que estava bem para usar seus poderes de novo, Raymond iria voltar para a base, usando seus poderes para "voar", fazendo suas pernas virarem chamas e como um foguete, se impulcionou para frente, "voando" em alta velocidade em direção a base.

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Chegando na base dos revolucionários, Raymond tentaria pousar de forma suave antes do estabelecimento e independente de conseguir ou não, limparia a poeira que tivesse no corpo e adentraria no local, primeiramente olhando em voltar para ver quem estava lá e o que estavam fazendo. Raymond estava numa fase de querer explorar o máximo toda a sua força e isso o fazia pensar em formas de aumentar ainda mais o seu poder, e ele havia se lembrado que o Comandante Mark tinha comentado sobre os poderes dos marinheiros, os rokushikis, e Tidus tinha aprendido o Soru enquanto estavam em Little Garden, e naquela ocasião ele não teve a oportunidade de treinar, com isso em mente, quando estivesse todos os revolucionários próximo, ele chamaria a atenção de todos com seu sembrante habitual sério e centrado. - Algum de vocês por acaso conhecem alguma técnica de Rokushiki? O Comandante Mark uma vez comentou sobre essas técnicas do governo, e por sinal o Tidus possui uma delas, se não me engano o nome é Soru. Eu particularmente me interessei bastante por essa habilidade, mas não faço a mínima ideia de como treina-lo. - dizia olhando todos ali presentes na esperança de que alguém ali soubesse a resposta para sua pergunta.






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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptyQui 18 Jan 2018 - 21:41




De volta à base!


  • Todos


Logo que o treino acabou, todos acabaram se reunindo. Elsa conseguiu encontrar Frisk e Missu no calabouço do castelo e levou ambos até o pátio, onde Tidus e Raymond esperavam. Finalmente a Red Legion estava reunida novamente, depois do exaustivo treino pelo qual que eles passaram. Os tapetes com que vieram para os castelo foram trazidos por alguns guardas a mando de Rá e logo estavam prontos para partir. O Duque Azul se despediu do comandante da guarda real com um aperto de mão, o qual ele retribuiu com um sorriso no rosto. - Se depender de Ísis, vamos precisar mesmo. É bom saber que vocês estão dispostos a ajudar. - Raymond parecia ter outros planos em mente, e com isso os revolucionários, com exceção do Rei Vermelho, seguiram novamente para o QG.

  • Raymond


Separando-se dos outros, Raymond seguiu para o deserto, a procura de um local vazio para testar até onde seus poderes iam. Havia somente deserto para todos os lados, e aquele era o local perfeito para testar o poder de sua akuma no mi. Com um grito, as chamas voaram e dançaram, saindo do seu corpo em ondas rubras que lambiam e rodeavam as areias do deserto. O calor na área aumentou profundamente, enquanto as chamas vividas se espalhavam por uma área de aparentemente 20 metros para todos os lados.

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As chamas dançavam livres pelo deserto, finalmente sem as amarras importas pelo próprio Raymond. Entretanto, o enorme calor gerado pelo ataque pareceu chamar atenção, e de baixo das areias do deserto, escondido, surgiu um enorme réptil extremamente irritado. Apesar de tudo, o que mais chamava atenção nele era que quase 1/3 de seu corpo estava congelado, preso em uma densa camada de gelo totalmente sobrenatural, e que derretia lentamente no calor do deserto. Era impossível que algo daquele jeito fosse natural, e estar preso parecia incomodar o animal o suficiente para atacar tudo que visse. Colocando as mãos para frente, Raymond desferiu uma gigantesca rajada de fogo descontrolada, que fez o réptil se encolher de medo enquanto as chamas o lambiam. Por um instante, nada aconteceu, até que as chamas desapareceram, e foi possível novamente ver o animal. Seu corpo era acostumado com o calor fortíssimo do deserto, e apesar de estar com várias queimaduras pelo corpo, ele ainda estava vivo. O gelo que o prendia derretera completamente, uma das coisas que permitiu que ele saísse vivo.

Assustado, ele correu para longe novamente, se escondendo nas areias do deserto. O poder daquela fruta era alastrador, e depois de liberar todas as chamas, o homem se posicionou e usou-as para voar, seguindo novamente para a base revolucionária, onde encontraria Victoria e os outros.

  • Todos


A viagem de tapete fora bastante calma, diferente das outras vezes que iam e voltavam daquele lugar. Dessa vez não havia missão de salvar o reino, não havia um chamado de socorro urgente e nem pessoas envenenadas. Dessa vez, eles voltavam com calma, e sem perigo iminente para enfrentar. Quando chegaram, todos lá, incluindo Victoria e Nathan, estavam relaxando e aproveitando o momento de paz. - E ai, como foi? - Perguntou Mindy, indo até Elsa. - Ainda vai fazer "aquilo"? Parece uma boa hora. - Ela comentou, apreensiva e olhando os companheiros de canto de olho.

Logo Raymond voltou, sozinho, e com ele uma pergunta que rapidamente lhe escapou dos lábios. Nathan, com uma garrafa de whisky na mão, riu. - Alguns de nós sabe uma coisinha ou outra. Eu conheço o soru, esse que você falou, e Victoria conhece o Rankyaku, uma técnica de ataque que consiste em lançar uma lamina de vento com um chute. Mas sabe como é, por ser técnica do governo não é muito fácil a gente conhecer muitas. - Nathan parecia feliz em poder mostrar seus conhecimentos, e logo que terminou de falar, deu um longo gole da bebida. - Se quiser eu te ajudo.

Enquanto Nathan falava, Victoria foi até Tidus, com um pedaço de papel na mão. - Tidus, pode me ajudar com uma coisa? Você é o que consegue ir e vir da base mais facilmente, então queria saber se tem como você ir à Nanohana para mim. Alguns dos suprimentos estão acabado, pois não estamos acostumados com tantas pessoas, então precisava repor. - A comandante deu o papel para Tidus, e nele continham alguns itens básicos, como frutas, carnes, grãos e galões de agua. - Vai ser de muita ajuda. - Em seguida, deu a ele um bolo de notas. - Isso deve ser o suficiente.



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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptySex 19 Jan 2018 - 6:15




The emperor of flames
The Red King - Ray K. Walker



Depois de finalmente ter terminado o treinamento de Haki, os revolucionários se despediam de Rá muito agradecidos pelo enorme favor, aquilo havia significado muito para fortalecer ainda mais os laços entre Alabasta e o exército revolucionário. Enquanto estavam reunidos, Ray estava um tanto distante, pois quando terminou seu treinamento, ele se sentiu renovado, estava se sentindo claramente mais forte. E todo aquele poder lhe fez pensar sobre o quão forte ele estava, e com isso em mente, se separou dos demais revolucionários e se isolou no deserto determinado a ver o limite de seu poder, chegando no local desejado o Rei Vermelho liberava toda a sua energia, fazendo chamas voarem por toda a parte de forma desordenada, apenas liberando toda a energia que tinha sem pensar nas consequência, por isso ele estava exatamente naquele local, para não pensar em mais nada que não fosse em liberar sua energia. Após liberar toda a energia que conseguia, ele notava a extrensão de seu poder e imaginava o que poderia fazer se estivesse em um local cheio de estruturas ou pessoas, depois de liberar as chamas em forma de aura, Ray esticava os braços e estava pronto para soltar a maior e mais poderosa rajada de fogo que poderia, então que literalmente do nada apareceu um largato gigantesco, naquele momento o revolucionário arregalou os olhos levemente devido ao susto.

- Mas o que é isso?! - disse em voz alta como reação a aparição do réptil. Mas o que mais lhe chamou a atenção não foi a criatura em si, mas como o estado em que ela estava. O largato tinha quase metade do corpo congelado e aquilo era simplesmente surreal, Ray não conseguia imaginar um motivo plausível para aquela enorme criatura estar com uma parte do corpo congelada em pleno deserto.

Naquele momento Raymond não teve muita opção, ele estava no ápce de seu poder e aquela criatura parecia furiosa e extremamente hostil, parecia que ia atacar a qualquer momento, então como suas mãos já estavam esticadas, com um grande urro o Rei Vermelho soltou uma enorme rajada de fogo sem mirar no répil, mas como era uma área grande e o mesmo estava em sua frente, foi innevitável. Ray cobriu a criatura com chamas num enorme ataque sem se segurar, e quando a "poeira" baixou, dava para notar que a criatura ainda estava viva, apesar de um pouco machucada. Dava para notar claramente o pavor em seus olhos, Ray a encarou por alguns segundos e o largato imediatamente fugiu. - " Isso foi divertido. Você é bem resistente. " - refletiu com um leve sorriso de satisfação no rosto por ter conseguido usar toda a sua força. O Rei Vermelho não foi atrás da criatura, até porque ele não tinha a menor intenção de manta-la. Depois de testar a sua força, o Major imediatamente usando a propulsão de sua akuma, voltou para a base.

Chegando na base revolucionária, ele podia notar que estavam todos reunidos, alguns conversando e o Nathan pra viriar estava bebendo. Depois de questionar se os revolucionários tinham conhecimento dos Rokushikis, Nathan se pronunciou, afirmando que conhecia o Soru e que Victoria também conhecia um chamado Rankyaku. - Rankyaku? Nunca ouvi falar, mas se é um Rokushiki, tenho certeza que deve ser poderoso. Eu particularmente prefiro treinar o Soru, já vi o Tidus usando de forma explêndida em batalha e fiquei bastante interessado, então se puder me ajudar, eu ficaria grato. - ele dizia de maneira firma mantendo seu semblante sério, mas ao mesmo tempo que dizia, ao final de suas palavra ele se curvou levemente enquanto fazia o pedido, como um sinal de gratidão. - Eu estou pronto para começar quando você quiser! Qualquer dia, qualquer hora, qualquer lugar! - finalizava com o tom mais confiante e um pequeno sorriso com o canto da boca. Apesar de parecer durão e mal humorado, Ray era bastante humilde do seu jeito, não sentindo vergonha de pedir esse tipo de coisa, pois certamente ele faria o mesmo se fosse o contrário.

Se notasse que Tidus tinha uma missão especial, assim que tivesse oportunidade, Ray se aproximaria do Duque para lhe pedir um favor. - Tidus, já que você vai sair, poderia comprar uma garrafa de vinho para mim? Sabe como é... Meu passa tempo. - diria de forma leve e descontraída com um sorriso no canto da boca. - Ah, e tente se controlar! Você não é mais aquele riquinho esnobe que podia comprar qualquer coisa! - finalizaria com uma leve brincadeira, pois já o conhecia a muitos anos. Depois que Tidus fosse embora, enquanto Nathan não o chamasse para iniciar o treinamento, Raymond iria para um local mais isolado próximo a alguma janela e se sentaria onde desse, mesmo que fosse no chão, uma vez sentado, ele retiraria a sua garrafa de sake de suas vestes e a abriria, e assim ficaria tomando longos goles apenas para relaxar um pouco antes do treinamento. Enquanto estivesse quieto e bebendo, ele ficaria observando o restante dos revolucionários de longe, mas sem prestar muita atenção, apenas passando o olhar vez ou outra.






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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptySex 19 Jan 2018 - 19:02


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A viagem de volta até o esconderijo ocorreu de forma tranquila, era a primeira vez em muito tempo que não estava percorrendo aquele percurso sem um grande peso em meus ombros, um raro e genuíno momento de paz. - “Sem peso nos ombros, ein?” - Olhei em direção aos céus, aquilo não era bem verdade, no fundo o peso que eu carregava só aumentava dia após dia, o que chegava a ser irônico para a pessoa que era capaz de carregar o peso que fosse sem sequer precisar se esforçar. - “O que vocês estão fazendo agora?” - Um flash com as memórias de todas as pessoas que conheci e deixei para trás ao longa da minha jornada passava diante aos meus olhos, se eu os fechasse era capaz de reviver cada um daqueles momentos. - “Acho que no fim eu terminei igual a ele.” - Esbocei um leve sorriso sem jeito, sem qualquer significado para quem olhasse.

Após algum tempo de viagem o QG finalmente ficou visivel no horizonte. - Senhores passageiros, estamos chegando ao nosso destino. - Voltei a falar com um tom sarcástico. - Peço que permaneçam sentados durante o pouso e agradecemos a preferencia. - Com um simples movimento vertical com um dos braços fiz com que os tapetes descessem até o chão. - Acho que estou pegando o jeito disso, não perdemos nenhum passageiro dessa vez. - Deixei escapar um sorriso amigável no rosto enquanto todos desembarcavam.

Não muito tempo depois Ray também retornou e começou a falar com Nathan a respeito do Rokushiki. - “Rokushiki...” - Essa palavra me trazia muitas lembranças, desde algumas relacionadas ao meu pai quanto a outras sobre Raven, o garoto que me ensinou o que sabia na ilha dos dinossauros. Durante toda a falação do beberrão a comandante responsável por aquele assentamento veio ao meu encontro. - Suprimentos? Claro, eu adoraria ajudar. - Respondi ao seu pedido mantendo uma expressão amigável. - Eu realmente estava louco para conhecer essa cidade da qual falam tão bem, hehe. - Demonstrei minha empolgação em saber que poderia finalmente conhecer a cidade, já fazia um tempo desde que havia ido para algum lugar sem compromisso. - Certo, irei buscar tudo que está na lista. - Apanhei o papel junto ao saco de dinheiro e guardei tudo em um dos bolsos internos do meu casaco. - Até breve. - Meneei a cabeça de forma positiva e em seguida me virei de costas, preparando-me para partir.

Antes que pudesse partir Ray se aproximou e também fez um pedido. - Acho que eu vou ter de fazer as compras do mês então. - Respondia ao seu comentário. - Vejamos, mais alguém vai querer alguma coisa da cidade? - Olhei na direção dos demais aguardando uma resposta. - Ah! E como o vermelho acabou de dizer eu não sou mais um riquinho, então se quiserem algo eu também vou precisar que me entreguem o dinheiro para comprar. - Concluía mantendo a mesma postura descontraida e daria um tempo para que todos pudessem se manifestar. - Certo, hora de ir. - Tendo recebido todos os pedidos guardaria tudo em meus bolsos e caminharia até o lado de fora do esconderijo com um dos tapetes. - “Acho que isso vai ser útil para trazer as compras.” - Olharia na direção do tapete tentando imaginar se ele seria grande o suficiente para trazer o que precisava comprar.

Com tudo pronto subiria no tapete e faria com que erguesse voo. - “E lá vamos nós.” - Subiria com o tapete até uma altura que julgasse segura, como agora estava indo para a cidade seria melhor não chamar a atenção, tendo isso em mente precisaria me manter a uma altura que não permitisse quem estava la em baixo de identificar do que se tratava. Sentaria no tapete e cruzaria as pernas, aproveitando a viagem para relaxar um pouco e sentir o vento batendo no rosto, fecharia os olhos por um instante e inspiraria fundo, deixando o ar sair aos poucos enquantos meus olhos se abriam.


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Assim que avistasse a cidade procuraria um local mais afastado para pousar, com intuito de não chamar tantos olhares curiosos, já no chão dobraria o tapete e o carregaria sobre o ombro direito. - “Certo, certo, vamos procurar um local onde possa comprar tudo isso.” - Apanharia o bilhete no meu bolso para conferir a lista de coisas que precisava comprar e sairia em busca de uma loja que pudesse atender as minhas necessidades. Durante minha caminhada tentaria não chamar muita atenção, evitando locais muito movimentados e principalmente oficiais, se notasse algum membro da marinha ou governo me viraria de forma a deixar o tapete na frente do meu rosto em relação ao lado em que eles estivessem, apertaria o passo para tentar sair dali o quanto antes. Se notasse alguém me olhando de forma suspeita tentaria usar o meu Haki com intuito de desvendar aquilo que ele estava sentindo, desta forma talvez pudesse descobrir o motivo daquela pessoa estar me observando.

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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptySab 20 Jan 2018 - 18:28






Frozen Fists and Burning Hearts

Depois de encerrado o treinamento do Haki, nós finalmente nos encontramos com o restante do pessoal, e em pouco tempo já estávamos a caminho da base no deserto, os afazeres no palácio enfim terminados. A viagem, felizmente, foi bem tranquila, ao contrário do que tinha acontecido na maioria das outras vezes em que tínhamos atravessado o deserto - os últimos dias tinham sido tão frenéticos que eu ainda não tinha tido tempo pra baixar a guarda. - Fuwaa... - eu bocejei, meio cansado. Quanto tempo fazia que nós não dormíamos de verdade?

A chegada foi tranquila, com Tidus-san realizando o pouso de maneira perfeita, o que provava que ele estava ficando cada vez melhor com os poderes de sua Akuma no Mi. - Acho que preciso começar a praticar também... - por mais que eu já tivesse uma noção de como usar a Doa Doa e soubesse quão grande era o potencial da dimensão paralela, eu ainda não podia dizer que tinha domínio sobre ela. A utilidade dela era grande, mas em combate, eu ainda não estava acostumado a usar toda aquela versatilidade. "Se aprender a ficar saltando de um lado pra o outro, os inimigos nunca vão saber de onde o próximo ataque vai vir." Chara explicou. Eu assenti, seria importante me lembrar daquilo.

Enfim na base, Ray-san se dirigiu a Nathan e começou a falar sobre algo bem interessante. "Rokushiki, é? Será que podemos aprender também?" Chara parecia animado com a ideia de conseguir uma nova técnica, principalmente depois de vermos a diferença que o Haki podia fazer. "Se nos ajudar a ficar mais fortes, eu tô dentro." A conversa seguiu, com Nathan explicando que ele e Victória conheciam cada um uma das técnicas. Foi aí que me lembrei do movimento que Tidus-san tinha usado em Little Garden, que o permitia mover-se bem rápido, e que agora eu descobri se chamar Soru. Aquelas técnicas eram animadoras.

- Esse Rankyaku... - eu diria, depois que terminassem de falar - ...uma lâmina de vento com um chute? Pode me mostrar, Comandante? - era só um palpite, mas aprender uma técnica como aquela podia ajudar bastante meu desempenho na hora de uma luta - com o Karatê, eu geralmente só usava as mãos pra lutar, então ter um jeito efetivo de usar as pernas faria com que surgisse uma série de outras possibilidades. "Vai ser um bom jeito de começar a melhorar. Mas antes, vamos ver como é que isso funciona." Eu estava determinado a ficar cada vez mais forte, acho que o treinamento do Haki tinha me ajudado a perceber o quão importante essa confiança era. Agora, eu precisava apenas começar a pôr ela em prática.

Antes da demonstração do Rankyaku - se Victória fosse fazê-la, claro - eu me dirigiria a Tidus-san, que aparentemente ia até a cidade fazer compras. Me aproximaria o suficiente para que só ele ouvisse o que eu tinha a dizer, falando baixinho: - Tidus-san, pode pegar uma coisa pra mim também? Uns chocolates ou algo assim, você sabe...pra Missu? - corado e com um meio sorriso envergonhado, eu encostaria os indicadores e olharia para o Duque Azul, esperando a resposta. Com sorte, ele me daria uma mãozinha. Enfim, iria até onde Victória estivesse, e esperaria ela mostrar do que aquela tal técnica era capaz.

- Uau...! - eu deixaria escapar, impressionado. - Sim, isso! Isso vai servir! - olhando para a Comandante, eu me curvaria de leve, um sinal de respeito de um aprendiz para um mestre. - Se puder me ensinar a usar...eu preciso ficar mais forte, por favor! - em seguida, então, a olharia nos olhos, torcendo para que aceitasse o pedido. Eu sabia que era egoísta, considerando o quão cansados todos nós estávamos depois de tudo o que tinha acontecido - eu mesmo tinha acabado de sair de um outro treinamento pesado - mas nós não tínhamos tempo a perder. Quanto mais eu avançasse pela Grand Line, mais inimigos poderosos apareceriam, e eu ficaria pra trás se não me esforçasse cada vez mais!

- Eu estou pronto quando você estiver. Se preferir, podemos treinar na dimensão da Doa Doa, assim não tem que se preocupar com danificar nada. - eu sorriria, por fim, pronto pra começar o próximo treinamento. Essa era a minha determinação, e era hora de colocá-la à prova!



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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptySab 20 Jan 2018 - 21:17

Sapatos do cristal não!? – fazia um sinal negativo às palavras de Tidus. – Sapatilhas de pano! – abria um sorriso, indicando ao revolucionário que igualmente brincava com as palavras e de que não havia tomado o comentário de maneira pejorativa antes de subirmos no tapete. Com exceção de Raymond, que optava por seguir sozinho pelo deserto, voltava com os demais até o QG, aproveitando da paisagem e da brisa proporcionado pelo passeio para relaxar um pouco. – Esforço Mínimo. – pensava com um sorriso no rosto ao observar o céu azul.  – Qualidade! – brincava em resposta ao revolucionário no fim do trajeto. Adentrava ao local sem pressa e acompanhada dos demais, onde podíamos encontrar Victoria e todo o resto do grupo no interior da casa, descansando.

Voltamos! – anunciava, assim que pisava no interior da casa, sendo prontamente recebida por Mindy. – Hmmm – suspirava, avaliando uma possível resposta, seu tom de voz era apreensivo e por mais que desejasse contar-lhe tudo nos mínimos detalhes, recuei e mantive uma resposta simples, disfarçando com um sorriso. – Ocorreu tudo bem. Creio que Alabasta estará segura com Ísis no trono. – ajeitava o cabelo que escapava em direção ao meu rosto, enquanto a revolucionária me questionava sobre a conversa que gostaria de ter com os demais. – Sim, eu ainda vou. – comentava de forma discreta, buscando o toque ao segurar nas mãos de Mindy. – Leve todos eles para a fonte termal, irei logo em seguida. – respondia, liberando a jovem para que levasse Marco, Vicent e Durong junto dela até o local estipulado.

Entre o tempo de chegada e a derradeira ida ao encontro dos demais, acabava por ouvir a conversa entre Raymond e Nathan a respeito do Rokushiki. – Soru?! – comentava num primeiro momento. – Oberyn já havia mencionado isso comigo a anos atrás, um conjunto de habilidades ensinadas aos membros do Governo Mundial. – refletia sobre a questão, embora pouco soubesse além da existência de pouco mais de seis técnicas específicas, das quais Nathan e Victoria possuíam conhecimento de apenas duas em especial. – Então foi isso que você usou para atravessar a tempestade? – lembrava-me da situação, embora verdade ou não, somente o fato dele se mostrar capaz de transmitir tal conhecimento já despertava meu interesse. – Espero que tenha vaga para mais uma pessoa. – brincava com um leve sorriso no rosto. – Só preciso resolver uma situação, antes de estar inteiramente a disposição. – fazia uma leve reverência, dispensando-me da conversa para que fosse até Tidus e Victoria.

Eu vou querer algumas coisas também se não for incomodar. – sorriria, enquanto retirava do bolso uma quantidade relevante de Berries, entregando ao revolucionário. – Preciso de um kit de primeiros socorros, se conseguir achar em um bom preço pode trazer dois. Fora isso, preciso de alguns livros relacionados a Botânica e Farmácia. O que sobrar, pode gastar com o que bem entender menos cigarros. – ria, dando alguns tapinha no ombro do homem.  Após fazer o meu pedido de compras pediria para que Victoria viesse comigo por alguns minutos, visto que todos os demais além do Belmont iriam treinar não faria mal aguardarem mais alguns minutos. – Preciso conversar com meus companheiros, mas quero que você também esteja na conversa. – diria em um tom mais sério e até um pouco reservado antes de seguir até a fonte termal.

Ao chegar ao local, aguardaria a revolucionária entrar para fechar a porta. Na lembrança ainda estava o bom momento que havia passado com Mindy ali, mas naquele instante a umidade e o calor do local já não traziam os mesmos sentimentos. – Aqui estamos nós. De novo. – comentaria, abrindo os braços. – Antes de começarmos, alguém gostaria de falar alguma coisa? – olharia para cada um deles até fixar meu olhar em Durong, ele talvez fosse o que mais tivesse motivos para falar e se demonstrasse qualquer sinal de hesitação, o encorajaria a abrir o coração com os demais. – Você pode falar o que quiser Durong, não precisa guardar só pra você. – diria em tom amigável, mas minha mente já estava se preparando para qualquer reação, até mesmo as piores possíveis.

Após ouvir o que eles quisessem dizer, se quisessem obviamente, caminharia lentamente até o meio de todos, iniciando assim minha parte. – Jenny está morta. Mario está morto. Kim foi preso e enviado para Impel Down. – o olhar caminhava para cada um de meus companheiros, observando suas reações. – Se eu pudesse ver o futuro, talvez eu não tivesse cometido metade dos meus erros. Isso teria nos poupado de muito sofrimento e aliviado meu coração de muita culpa. – suspirava, levando a mão aos cabelos, tentando aliviar não apenas o nervosismo, mas as memórias ainda recentes. – Saber que Kim foi preso mexeu com todos, dá pra notar isso. Dá pra entender qualquer coisa...raiva, ódio, indignação, culpa. Eu consigo aceitar isso. Sei que a vontade da maioria é correr até aquela prisão e tirar ele de lá. Também é minha vontade.

Dava de ombros, levando a mão ao rosto enquanto os lábios tremiam pelo que seria obrigada a dizer. – Mas não podemos salvar ele, não agora. – negar ao trio o direito de ir a busca do amigo e muito, além disso, de negar a Durong tal busca soava como uma traição, um ato insensível dentro de uma visão turvada pela irritação. Mas era preciso como líder e amiga acima de tudo, fazer a escolha difícil. – Não adianta irmos até lá para morrer. Não adianta falhar, se isso acontecer Kim estará eternamente sem ajuda e ainda pior, estará sozinho nesse mundo. Não somos fortes o suficiente para tornar o impossível algo real. – caminharia lentamente em direção a fonte termal. – Por essa razão eu tomei uma decisão, da qual eu também gostaria de partilhar com Victoria. – viraria em direção a mulher, com olhar sério e tom de voz equivalente a importância do assunto. – Vicent, Marco e Durong ficarão em Alabasta, para lhe auxiliar nessa nova era que se aproxima com a coroação de Ísis!

Aguardava mediante tal decisão o questionamento válido por parte deles, mas com um sinal tentaria acalmar os ânimos e impedir uma saída exasperada da parte de qualquer um. – A conversa ainda não acabou! – diria para quem tentasse se esquivar de tudo aquilo. – Eu seguirei em frente, pois não sou forte o suficiente, preciso me fortalecer ainda mais para que ira acontecer! Vocês também farão o mesmo aqui em Alabasta... Iremos salvar Kim, mas não invadiremos Impel Down. – voltaria minha visão em direção a fonte, abaixando-me para por a mão nas águas quentes, meu poder se manifestava mediante meu mais simples descontrole emocional, se isso ocorresse, teria a água quente para disfarçar meus poderes. – Vic! O que você sabe sobre Harrison Ross? – perguntaria a mulher.

Ross foi quem matou nossos companheiros e ele é a chave para tirarmos Kim da prisão. – cerrava o punho imerso nas águas. – Para derrotar Ross, para vingar nossos companheiros, para livrar a quinta rota da influência do governo e para salvar Kim. Vamos derrubar um Shichibukai! – deixava as emoções fluírem, liberando a energia através do punho durante as palavras até virar-me novamente na direção de todos. – Mas eu não vou conseguir isso, sem a cooperação de todos vocês. – suspirava o ar frio, eu era péssima para disfarçar as coisas perante eles e todo o esforço de controle havia ido para o ralo enquanto o gelo lentamente espalhava-se pelo meu corpo como uma segunda pele enquanto eu caminhava na direção de Durong.

Volkerbäll. – disparava o meu sobrenome para o arqueiro, sabendo que Vicent havia me recomendando não sequer comentar sobre isso. – Meu sobrenome não me torna igual meu pai ou meus irmãos, abandonei uma família que ainda amo por uma causa que eu acredito e na qual Kim foi preso acreditando. Mas nessa causa eu encontrei muito mais que companheiros, encontrei outros irmãos, pessoas que morreram por um sonho, que se sacrificaram por mim e que me acolheram sem pedir nada em troca. – arfava de maneira mais pesada enquanto olharia de forma fixa para os olhos do homem. – O que te faz pensar que eu me esqueci de Kim? De que eu não chorei, de que eu não desejei ter sido presa no lugar dele, de ter morrido no lugar de Jenny? Enquanto eu viver, eu farei de tudo para salvar ele! – colocava-me de joelhos perante Kim, cabeça abaixada em sinal de súplica. – Se alguma vez eu falhei com vocês, então eu peço perdão. – permaneceria naquela posição até uma resposta do arqueiro, para só então erguer-me parcialmente para que pudesse encará-lo. – Eu juro! Que salvaremos Kim, juntos! – erguer-me-ia após as palavras, indo em direção a Victoria logo em seguida.

Vou pedir para que mantenha essa conversa em segredo, pelo menos no momento. – diria em tom sério até notar a mão congelada. – Isso também. – riria, antes de chamar Vicent para perto. – Outra coisa. Quero que chame uma revolucionária que está infiltrada no QG da Marinha do North Blue, em Lvneel. – olharia para Vicent em tom confidente, ele saberia de quem se tratava. – Ela deverá vir para a Grand Line mantendo seu disfarce, na dúvida, peça para que digam a ela que “Às” a chamou, quando ela vier a coloquem a par dos planos, ela será essencial no futuro. – suspiraria, recobrando o temperamento e fazendo o gelo sumir. Com os assuntos resolvidos pediria licença a todos os demais para que pudesse ir até Nathan, onde me apresentaria sem muitas palavras para o treino de Rokushiki, seguindo-o até o local de treinamento.



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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Última edição por Volker em Qui 1 Mar 2018 - 14:24, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptySeg 22 Jan 2018 - 22:45




Rokushiki (1)!


  • Todos


O assunto do rokushiki pareceu interessar bastante os revolucionários, que logo se mostraram dispostos a tentar aprender aquela técnica. - Ah, não. Aquilo na tempestade não tem nada a ver com soru. - Respondeu Nathan, quando questionado por Elsa. - Depois de tanto tempo vivendo em uma ilha com tempestades de areias constantes, eu aprendi a conseguir ler os fluxos de vento. Não é algo que se pode aprender de um dia para o outro. - Tão mais interessados ficaram quando Victoria pediu a Tidus que fosse na cidade fazer as compras, já que todos vieram até ele fazer pedidos. Vinho, chocolates, livros e outras coisas, era bom que Tidus não esquecesse e acabasse por deixar de comprar algo. O Duque logo saiu, usando um dos tapetes, deixando os outros para trás discutindo sobre os rokushikis. Elsa também se mostrou disposta a aprender o soru com Nathan, mas pediu um tempinho para resolver um assunto.

- Vou esperar um bocado, mas é melhor não demorar muito. Senão começo sem você. - Anunciou, bebendo mais um gole do whisky que trazia nas mãos. Vendo que o treino não começaria de imediato, o Rei Vermelho foi até uma das janelas e, sentando-se abaixo dela, começou a beber sake. - Frisk, já que se mostrou interessado, vamos... - A comandante começou a dizer, mas foi interrompida por um pedido da Rainha dos Espinhos. - Ahn, me espere um pouco. Já volto. - pedindo para que o Anjo Caído a esperasse, as duas seguiram para a pequena fonte termal da base.

  • Elsa


Lá, já as esperavam Marco, Vincent, Durong e Mindy, que havia levado os três para lá. Mindy estava parada, apoiada na parede e olhando em volta, enquanto Marco e Vincent conversavam sobe algo que Elsa não conseguia ouvir. Durong, por outro lado, estava mais afastado, de braços cruzados. Ele parecia estar bem melhor do que antes, e as feridas do encontro com a T.A.G.A.Y.A. estavam quase desaparecendo. No momento que as duas entraram, tudo ficou em silencio, e os quatro olharam para elas. Um clima de tensão se instalou no ar, e até Victoria parecia meio incomodada.

Mesmo com toda aquela tensão, a revolucionária decidi iniciar a conversa que estava planejando fazia um tempo. Em primeiro momento ela deu a palavra aos outros, mas todos se mantiveram calados, inclusive Durong, que parecia incomodado com algo. Com um pouco de insistência, ele finalmente abriu a boca. - Eu não sei o que a gente ainda está fazendo aqui. - O homem desencostou da parede, andando até o centro do grupo e visivelmente transtornado. - Viemos para cá por causa desse maldito shichibukai, beleza. Recuperamos a amostra do poço que nos roubaram, ótimo. Mas o que ainda estamos fazendo aqui? Não somos parte dessa Red Legion para ficar acompanhando eles, deveríamos é estar indo salvar Kim! Ele é nosso companheiro.

Em seguida, ele se virou e olhou profundamente nos olhos de Elsa. - E enquanto nós estamos aqui perdendo tempo, Kim está sofrendo naquele inferno que chamam de Impel Down! Sabe o que deveríamos estar fazendo nesse momento? Deveríamos pegar um navio e ir direto para lá soltar ele! - Ainda transtornado, Durong olhou para todos os presentes e voltou a se encostar na parede. Vendo que ninguém mais tinha nada a dizer, Elsa começou seu discurso, que apesar de eventuais nervosismos e memorias ruins que insistiam em voltar à tona, tudo parecia ir bem, até que ela disse que não poderiam ir salvar Kim.

- VOCÊ SÓ PODE ESTAR DE SACANAGEM! - O transtorno de antes dera lugar à irritação, enquanto ele andou com passos pesados até Elsa e apontou o dedo na cara dela. - Você fala isso por que não é você que está lá! É Kim que está lá sofrendo! - Irritado, Durong foi até a parede e socou com força, criando uma pequena rachadura e fazendo o sangue escorrer em filetes da ferida nos nós dos dedos. Mesmo assim, ele ficou quieto, esperando as palavras da mulher. Entretanto, quando ela disse sua decisão, não foi só Durong que pareceu não gostar. - Oi? - Disse, surpreso. - Você tá falando serio? Tudo bem que a gente deu uma vacilada com a T.A.G.A.Y.A., mas dar um pé na bunda da gente é exagero. - Vincent comentou, tentando fazer piada para acalmar o companheiro, o que pareceu não dar muito certo. - Isso tudo parece uma piada.

Durong começou a sair, mas Elsa o parou. -Você não é forte o suficiente? E quanto a nós? Sabe o que parece? Parece que você está nos largando aqui para tirar esse peso dos ombros. - Apesar das palavras ríspidas que Durong cuspia, a revolucionária perguntou à Victoria sobre Harisson Ross. - Bem, ele é bastante famoso. Ross é um homem poderoso que transformou a 5ª rota em seu playground particular. Tudo que acontece lá, ele sabe. Também ouvi boatos de que ele possui uma frota gigantesca a seu dispor. Entretanto, tudo que sei não passa de boatos, pois, como já disse, sempre vivi aqui em Alabasta e não temos muitas informações do mundo lá fora. - Elsa seguia seu discurso, mas quanto mais falava, mais Durong parecia indignado, mas foi quando ela se ajoelhou e pediu perdão que ele não aguentou mais.

Seus olhos, já cheios de lagrimas, não seguraram-lhe mais a língua. - Não é conosco que precisa se preocupar com as falhas. É com Kim. Em todo esse tempo sempre te apoiamos e te seguimos, mas mesmo assim você abandonou ele para ser preso! ERA PARA VOCÊ TER SIDO PRESA, E NÃO ELE! - E assim, sem mais nenhuma palavra, Durong foi embora a passos pesados. A acusação do homem parecia ser muito pesada, mas Marco se aproximou, colocando a mão em seu ombro. - É melhor deixar ele ir. Deixe ele pensar um pouco. Sabe, Durong e Kim sempre foram muito próximos, bem mais do que simples amigos. Desde que chegamos na ilha ele tem adiado essa conversa, porque sabia que estava de cabeça quente. Deixe ele pensar um pouco e ele vai perceber que o que falou é errado e injusto. Mas no presente momento, é melhor deixar ele sozinho.

Apesar da saída de Durong, de maneira repentina e avassaladora, a Rainha dos Espinhos pediu para Vincent que chamasse uma de suas companheiras no North Blue. Por incrível que pareça, mesmo depois de tudo, por algum motivo o gelo de Elsa acabou não escapando, sem revelar seu disfarce. Talvez aquilo significasse que seu corpo estava se acostumando com o demônio que agora vivia dentro de si. E mesmo depois de tudo que havia passado naquela conversa, a mulher ainda precisava sair para se encontrar com os outros e finalmente começar o treino.

  • Raymond e Elsa


Assim que Elsa retornou para onde os outros estavam, Nathan se apressou em levantar. - Pronto, vamos logo com isso. - E sem olhar para os outros, foi para o lado de fora, no deserto. Logo atrás dele, Elsa e Raymond seguiram, até pararem um pouco à frente do QG. - Aqui temos mais espaço para o treino. - Disse, retirando os sapatos e ficando descalço. - O que estão esperando? Fiquem descalços também. - Pediu ele, se sentando no chão com as pernas cruzadas. - O soru possui três momentos importantes que precisam ser dominados antes que conseguiam executar a técnica, a "entrada", a "corrida" e a "agarrada".

Mesmo sendo uma ordem de Nathan, pisar na areia quente descalço era meio desconfortável, principalmente para Elsa, com seu novo poder que não se dava muito bem com o frio. Já Raymond não se incomodava muito, pelo mesmo motivo da companheira. - Todo o movimento depende bastante de um único ponto do corpo: o arco do pé. - Enquanto dizia, ele levantou o próprio pé direito e apontou o arco do próprio pé. - É ele que vai concentrar toda a força da corrida em velocidade extrema. Também é ele que vai iniciar e encerrar o movimento. - Em seguida, ficou de pé novamente e, sem avisar, usou o soru descalço na areia do deserto. De um instante para o outro, o espião se deslocou a vários metros de distância, afastando-se deles, mas o mais incrível não era o que ele tinha feito, mas o que ele não tinha feito. Apesar de estar na areia, o movimento praticamente não levantou areia ou poeira, muito menos fez barulho. Era literalmente como se ele tivesse se teleportado, sem deixar rastros.

Em seguida, Nathan usou o soru novamente para voltar até eles. - Vocês vão saber que estão no caminho certo quando o movimento não fizer barulho nem levantar a areia. Bom, voltando. No primeiro movimento, a "entrada", é o movimento que você vai iniciar a corrida. Sem ele, a técnica toda desmorona. A "entrada" depende quase que exclusivamente da firmeza do passo na hora da execução, então quanto mais firme vocês estiverem, mais fácil será sua execução. - Quase se esquecendo da garrafa de bebida, Nathan repentinamente pegou ela e deu um gole. - E esse movimento que vai permitir o arranco repentino, então os dois tem que aprender a usar força e concentração para firmar o arco do pé no chão. Quero que os dois fiquem de frente um para o outro e tentem se empurrar mutuamente, como no sumo. Apear disso parecer um exercício de força, o movimento se baseia no mesmo princípio da "entrada", se firmar no chão para tanto não ser empurrado quanto ganhar força e empurrar o outro. E lembrem-se: tudo se baseia no arco do pé.

  • Frisk


Assim que Elsa saiu, Victoria saiu junto. - Vamos lá para fora. Digamos que usar o rankyaku aqui dentro não é... Seguro. - Então, como Nathan, Elsa e Raymond já estavam na frente da casa, Frisk e Victoria foram para os fundos. - Isso me fez perceber que até agora nenhum de vocês me viu lutar, o que é uma ótima oportunidade para mostrar minha força. Mas antes... - Victoria de repente deu um pulo altíssimo, apoiando-se na parede da casa para se impulsionar ainda mais para o alto. Quando já estava a uns 6 metros de altura, ela girou o corpo e desferiu um chute no ar abaixo dela. O chute não parecia ter feito nada, mas junto com esse uma massa de ar em forma de lamina foi lançada, se chocando com tudo contra a areia do deserto abaixo dele e cortando-a, produzindo um buraco de corte de mais de 3 metros de profundidade, que rapidamente se cobriu com a areia escorrendo.

Victoria logo caiu no chão novamente, pousando e dando um sorriso. - Sou uma taekwondoca usuária do estilo Calcio di Tempesta, especializada em mesclar o rankyaku em cada chute. - Victoria virou-se na direção contraria da casa e começou a dar uma rápida sequencia de chutes contra o ar, cada um deles poderosíssimo e que grou a lamina de ar que cortava o ar a frente.

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Frisk ficou animado com a técnica, o que deixou a comandante meio sem graça. - É, realmente é uma técnica bem impressionante. - Parecia fazer tempo que alguém se impressionava com suas habilidades, o que não era de se surpreender, já que no tempo que ficaram ali ela quase não lutou, cuidando mais da parte burocrática. - Sim, treinar na sua dimensão deve ser mais seguro. - Assim, Frisk abriu a porta e os dois entraram no mundo esverdeado. - Bom, o principio do rankyaku é um chute potente e em alta velocidade, o suficiente para carregar o consigo. A forma mais fácil para um iniciante é com um chute lateral, pois usando o peito do pé se tem uma maior superfície. É o mesmo princípio de um paraquedas, quanto maior a superfície que bate no vento, mais ele carrega.

- Objetivo não é cortar o ar, e sim carregar a maior massa de ar possível. Quando treinar, vai conseguir transformar esse ar em uma lamina cortante, mas de inicio vamos com o básico. - Victoria colocou os dois braços verticais dos lados do corpo, como se fosse bloquear algum golpe. - Vamos treinar seus chutes. Desfira chutes alternadamente com cada pé em mim. Quanto melhor for seu chute, melhor será o rankyaku.

  • Tidus


Tidus foi o único que efetivamente deixou a base, seguindo com o tapete para Nanohana, atrás dos suprimentos pedidos por Victoria. A viagem fora tranquila, e assim que chegou na cidade destino, percebeu que ela também era bela, como a capital do reino. O que era de se esperar, da cidade onde o comercio se concentrava. Prédios, casas e edifícios bem cuidados estavam por toda a cidade, e por algum motivo todos estavam bastante animados. Pousando em um beco de modo a ser discreto, o Duque Azul logo se deu de cara com uma feira ao ar livre, com barracas e feirantes gritando e anunciando seus produtos. E o que mais se vendiam eram perfumes. - Venham, venham! Comprem os perfumes especiais de Alabasta! - O vendedor parecia tentar atrair turistas para comprar o perfume que vendia, e logo que viu Tidus se virou para ele.

- Quer experimentar? Amostra grátis! - Dizendo isso, deu uma borrifada do perfume que tinha em mãos no rosto do Belmont, fazendo esse ficar cheirando como margaridas perfumadas. - Maravilhoso, não é? Esse perfume especial custa 1.000.000 berries. - O preço era uma obvia enganação, provavelmente uma armadilha de turistas. Mas Tidus tinha trabalho a fazer, e ignorando o vendedor, começou a procurar na feira as coisas que lhe foram pedidas. Carnes, frutas e grãos foram fáceis de encontrar, diferente de agua, que o revolucionário penou para encontrar, e quando encontrou estava cara. Afinal, aquele era um reino desértico, e não havia tanta agua em abundância.

Vinho foi igualmente fácil de encontrar, custando 10.000 cada garrafa. Como vinho não dependia de agua para sua fabricação, era a bebida alcoólica que mais se via vendendo pelo lugar. Chocolate também não se mostrou fácil de achar, e foi encontrar em uma loja mais chique, que possuía desde barras avulsas, de 1.000 berries até caixas de bombons em formato de corações por 20.000 berries. O kit de primeiros socorros também não se mostrou complicado, encontrando-os em barracas ao longo da feira especializadas em medicina, e o melhor preço que o homem encontrou foi por 250.000 berries cada. Por último, os livros foram encontrados em uma pequena livraria ao ar livre, onde os livros estavam empilhados por tema, a maioria deles literários, mas alguns científicos. - Esse aqui vende bastante. - Disse o vendedor, mostrando-lhe uma edição de um livro chamado "Sinbad, o marujo". - Hoje em dia todo mundo quer ir pro mar. Essa maldita era dos piratas. - Os livros pedidos por Elsa não foram dificais de encontrar, havendo até mais de um do mesmo assunto. Ambos de botânica e farmácia possuiam vários exemplares, variando de 500.000 até 5.000.000 berries dependendo de o quão bom e quantas informações possuíam.

Tudo parecia calmo e na mais perfeita paz. As compras seguiam em ordem, até que de canto de olho Tidus viu algo que chamou sua atenção: um homem de terno, típico de agentes do governo. Em sua cabeça ele portava um chapéu fedora, e todos ali pareciam ignorá-lo completamente, ou ao menos fingiam o fazer. Olhando para os dois lados ele foi para um beco e entrou por uma porta que parecia ser a porta dos fundos de um pequeno prédio sede de uma empresa chamada "agencia de viagens Joe Caramujo", que trazia na placa um den den mushi sorridente.



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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptyTer 23 Jan 2018 - 20:20

My name is Bond, Tidus Bond

A viagem até a cidade de Nanohana ocorreu de forma tranquila e sem contratempos, o que era bom para variar. - “Então esta é Nanohana.” - Pensei comigo mesmo enquanto observava a cidade com olhos curiosos. - “Para uma ilha que não possui nada além de areia as cidades são bem bonitas.” - De certa forma as cidades daquela ilha não deixavam de me surpreender, talvez aquela fosse a primeira ilha por onde passamos que a cidade era realmente bela e prospera. Não demorou muito para me deparar com uma espécie de feira ao ar livre, não era algo que se via com frequência. - “Ahn… Isso facilita um pouco as coisas.” - Esbocei um leve sorriso, animado por perceber que minha tarefa não seria tão complicada - ao menos foi isso que pensei no primeiro momento.

Logo na primeira barraca fui abordado por um vendedor no mínimo suspeito que após notar minha presença ofereceu um de seus produtos, já borrifando-o em minha direção. - “Ehn?!” - Dei um passo para trás por reflexo, com uma expressão de espanto no rosto. - Cof, cof… - Balance a cabeça um pouco desnorteado pela surpresa e em seguida ergui uma das mãos, balançando de forma negativa. - Obrigado. - Esbocei um leve sorriso e continuei meu caminho, comprar perfume não estava na minha lista de prioridade e muito menos um tão caro. - “1 milhão por um perfume de fragrância tão simplória? Acho que meus anos de nobreza ao menos me ensinaram algo sobre o que é realmente fino.” - Balancei a cabeça mantendo um sorriso singelo e continuei minha procura.

Os itens mais fáceis de serem adquiridos foram os alimentos, diferente de água que além de muito rara ali custava um absurdo de caro. - “De certa forma já era esperado que a água fosse o bem mais precioso em uma ilha como essa.” - Passei o antebraço esquerdo rente a testa, secando possíveis gotas de suor. Por outro lado vinho foi extremamente fácil de encontrar, o que foi de certa forma uma surpresa a primeiro momento, mas assim como frutas foram fáceis de serem encontradas, fazia sentido uma bebida feita a base de uma fruta que não precisava da adição de água ser facilmente encontrada, provavelmente bebidas que utilizam água fossem bem mais raras e consequentemente caras assim como a água. O próximo destino foi uma loja um pouco mais sofisticada onde encontrei algumas barras de chocolate. - “Se me lembro bem Frisk estava querendo chocolate.” - Passei os olhos pela variedade de chocolates até parar em uma caixa bem chamativa em formato de coração. - “Hum… Na verdade ele queria dar algo para aquela garota.” - Abri um leve sorriso pensando no que o garoto quis dizer com aquilo. - “O preço não é dos melhores, mas é por uma boa causa.” - Tendo decidido o que comprar peguei a caixa em formato de coração e paguei ao comerciante.

Já em outra barraca encontrei alguns kit médicos a venda, Elsa tinha dito que precisava de dois e pensando nisso não seria ruim caminhar com um, agora sem o navio equipado de Mark seria interessante ter algo a mãos. - Eu vou levar três. - Disse ao mercador sobre os kits médicos, entregando o dinheiro logo em seguida. Não muito longe dali encontrei uma livraria. - “Certo, algo sobre botânica e farmácia.” - Lembrava do que precisava comprar ali enquanto observava os livros, nisso o vendedor me indicou um de seus títulos. - Sinbad? - Arqueei uma das sobrancelhas, aquele nome me soava estranhamente familiar, mas não me lembrava de ter ouvido antes. - Eu concordo, maldita era dos piratas. - Respondi ao seu comentário a respeito dos piratas, mantendo um sorriso no rosto. Deixando o livro de histórias sobre piratas de lado, decidi levar apenas dois livros que a filha do comodoro pediu, farmácia e botânica, optando pelo mais barato já que aparentemente ela estava prezando mais pelo valor do que qualidade em si. - Eu vou levar esses dois. - Dizia apontando para os livres e logo em seguida entregando o dinheiro.

A essa altura já tinha adquirido boa parte dos itens desejados, a água permanecia sendo o maior problema até então, foi ai que por acaso uma figura se destacou na multidão, um sujeito vestido de forma bem diferente, chique demais para um lugar como aquele. - “Mas veja só...” - Permaneci olhando em sua direção de forma discreta. O sujeito parecia cauteloso, mas suas vestes o destacavam a quilômetros, se ele estava tentando se camuflar na multidão, bem, ele precisava treinar mais.- “A ovelha está perdida do seu rebanho?” - Lentamente o sujeito caminhou até um beco e adentrou um estabelecimento escondido entre as vielas. - “Agencia de viagens?” - Aquilo cheirava a confusão a quilômetros, mas não podia negar minhas origens, quando via algo suspeito a curiosidade me atiçava. - “Eu já tenho quase tudo que vim buscar, devia ignorar e ir embora...” - Cocei a cabeça com uma das mãos. - “Ao menos uma pessoa normal pensaria assim. Onde tem fumaça há fogo.” - Dei de ombros e comecei a caminhar na mesma direção do que o homem misterioso, era ariscado agir sozinho, mas ao mesmo tempo eu precisava ser pró-ativo e não depender de outras pessoas para fazer algo.

Assim que chegasse próximo a entrada do estabelecimento me posicionaria ao lado da entrada e colocaria minha mão direita contra parede, nesse momento ativaria o meu Haki da Observação para tentar sentir o que existia dentro daquela local, se conseguisse sentir a presença de uma ou mais pessoas já saberia mais ou menos o que me aguardava. Após o uso do Haki me posicionaria na frente da porta e tentaria girar a maçaneta para abri-la, se nesse momento percebesse que estava trancada seria hora de usar outro artifício, com os poderes da minha Akuma no Mi faria com que o trinco flutuasse para dentro, bem como suas engrenagens, como se uma chave imaginaria estivesse girando a fechadura. - “Abre-te, Sésamo!” - Simularia com a mão esquerda um movimento como se estivesse girando uma chave. Com a porta finalmente destrancada giraria a maçaenta com cuidado, manteria a concentração total para ativar o uso do Haki, com inutuito de evitar possíveis surpresas. Caso não encontrasse ninguém dentro do local ou se pelo menos ninguém me visse entrando, tentaria me esconder atrás de alguma coisa para investigar melhor, se não houvesse nada para servir de cobertura simplesmente flutuaria até encostar no teto e andaria literalmente de cabeça para baixo.

Antes de tomar alguma atitude primeiro precisava saber do que se tratava aquele estabelecimento, se fosse apenas uma loja qualquer sem nada de suspeito, apenas voltaria a feira em busca do que ainda faltava e retornaria a base, mas se fosse algo que requisitar minha atenção, primeiro tomaria nota da situação. Se em algum momento notassem minha presença no local realizaria rapidamente um movimento horizontal com meu braço esquerdo, fazendo com que as espadas na bainha composta em minhas costas flutuasse e se posicionasse a minha frente, criando uma barreira com intuito de bloquear possíveis ataques, nesse mesmo instante moveria meu outro braço para cima, fazendo o tapete se enrolar em tudo que havia comprado na feira e o deixaria “grudado no teto”, protegendo as compras. Com tudo pronto deceria até o chão - se estivesse no teto, fazendo as espadas que antes estavam me protegendo a minha frente agora me rodeassem com intuito de bloquear possiveis ataques que viessem em minha direção, puxaria minha Tentetsutou da bainha com o braço direito e me praparia para o combate. Se fosse preciso também tentaria me esquivar, dando alguns passos para os lados mais abertos ou simplesmente me inclinando, não confiaria totalmente no bloqueio que faria com as espadas flutuantes.


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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptyTer 23 Jan 2018 - 21:38

Absolutamente nada parecia confortar-me diante do resultado daquela conversa, ainda que compreendesse a imensidão da irritação de Durong e sua necessidade de espaço para ponderar tais acusações, como Marco havia comentado ainda sim tudo parecia afligir-me de maneira profunda. Via nas palavras e semblantes de meus companheiros as mesmas frustrações que haviam me corroído durante a viagem até Alabasta, embora minhas escaras sentimentais estivessem visivelmente curadas, era como se elas tivessem voltado a serem expostas e isso conseguia abalar todo meu corpo em uma tremulação sutil. Segundos após pedir para que Vicent e Victoria chamassem por Amara no North Blue, a lembrança parecia ter se esvaído da cabeça como se fosse algo perfeitamente trivial, mas a realidade era que lutava tanto para não me deixar desabar na frente deles que nem mesmo havia notado de imediato meu controle em manter o gelo oculto em meu interior.

Na saída, ao bater da porta entre a casa e a fonte termal caminhava apenas alguns passos dos poucos metros de corredor até desatar em choro, não de tristeza, mas de desapontamento para comigo mesma. Pela crível realidade de que possivelmente meus companheiros já haviam perdido a fé em mim, de que não acreditavam em minhas palavras e talvez muito pior, de que poderiam seguir em um caminho de morte onde eu talvez não pudesse ser capaz de ajudá-los. A imponência de uma rainha era reduzida a fragilidade de uma simples mulher, como se todas as minhas ações não correspondessem a figura que havia se humilhado e chorado por palavras das quais tinha total certeza de que eram proferidas da boca pra fora, sem verdade alguma, apenas uma raiva que precisava ser direcionada a algo ou alguém.

Naquele momento, não havia porque achar um ponto positivo e após alguns segundos de lágrimas intermitentes, erguia-me outra vez, retomando a postura. – Você tem um compromisso e precisa manter-se firme. -  pensava, voltando a caminhar enquanto limpava as lágrimas com as costas das mãos. Suspirava antes de dar o último passo em direção a sala onde Nathan e Raymond me aguardavam. – Pronto! Desculpem a demora. – dizia com o olhar voltado para o chão, para que não notassem os olhos ainda vermelhos e o semblante corado, minhas mãos habilmente moviam-se em direção ao cabelo, trançando-o uma nova vez após um bom tempo solto ao vento. Se havia um treino, era melhor não me ater a coisas que tirassem minha atenção e ao tocar a areia quente, já prendia a trança em um coque firme.

Chegávamos a frente do Quartel General, no meio do oásis, onde após uma justificativa plausivelmente dispensável, Nathan pedia para que tirássemos os sapatos. – Tudo bem. – respondia prontamente, voltando para perto da entrada da casa onde eu retiraria os calçados cuidadosamente, deixando-os alinhados para quando eu retornasse. À volta para o local de origem, ao lado de Raymond, no entanto parecia ser mais incômoda. Era uma mistura de muitas coisas que eu detestava, a começar pelo calor insuportável e sufocante da ilha, mesmo num local cercado por árvores, onde a arborização era bem melhor do que pelo resto do deserto, chegando a areia quente, que não parecia exatamente queimar meu pé, mas seu calor era profundamente incômodo na região e como se não bastasse a própria sensação da areia entre meus dedos.

Mas era o momento de ignorar aquele calor desnecessário para focar-me nas palavras do revolucionário. Ouvia com atenção a explicação, por mais que os meios externos corroborassem contra mim, e aproveitava da menção dada ao arco do pé para olhar os meus, uma boa sacada para não apenas alinhar a explicação teórica com uma leve introdução da prática em prol de manter os pés longe do calor. – Arco do pé?! – pensava comigo mesma, tentando montar aquelas informações de maneira intuitiva e de fácil entendimento de minha parte. Ao mencionar e reafirmar a importância de tal ponto do corpo ao descrever que ele não apenas inicia como finaliza o movimento, sutilmente começava a mover meus pés na areia, aproveitando do contato com a areia fofa para encontrar uma posição de estabilidade, onde pudesse sentir com clareza meu pé, afinal de contas eram as sensações nele que ditariam o ritmo do meu progresso.

Ao utilizar o Soru em uma demonstração livre, podíamos perceber não apenas a violenta velocidade de locomoção, mas a completa ausência de rastros da mesma era como se ele tivesse saltado tão rápido a ponto da física simplesmente não existir perante o solo.  – Então, se mantivermos uma base firme estaremos no caminho certo? – a pergunta não parecia ser direcionada a ninguém, apenas um pensamento solto que fugia aos lábios, diferente do que comentava em seguida. – Então não se trata de correr muito rápido, trata-se de atingir um movimento explosivo, basicamente ter uma grande aceleração num curtíssimo espaço de tempo?! – partilhava com Nathan sobre minhas conclusões iniciais, embora tivesse pegado bem a ideia. – Logo eu que pouco me interesso pela força puramente bruta. – arriscava um sorriso, mas ainda não era capaz de disfarçar bem a ponta de tristeza que pairava em meu semblante.

Ao mencionar o primeiro exercício, havia de fato uma surpresa. – Um treino cooperativo?! – sorria, olhando para Raymond de soslaio. O revolucionário não parecia exatamente uma pessoa que gostasse de dinâmicas, muito mais individualista do que propriamente um amante do trabalho em grupo, além disso, seu porto físico era claramente mais forte que o meu o que por si só me colocava em posição de desvantagem no treino, ou pelo menos era o que as aparências indicavam. – Por favor, seja gentil. – comentava com um sorriso simpático. – É minha primeira vez. – tentava descontrair o ambiente, embora mais parecesse que tentava descontrair a mim mesma. Aproveitava do momento para despir-me das joias que tinha em minha mão direita, levando-as até o local das sapatilhas, ali a uma relativa distância dos demais, poderia despir-me da parte superior do vestido, trançaria a parte superior junto a saia para que não ficasse solta demais durante o treino e manteria o top protegendo o busto antes de voltar. – Pronto? – comentaria, observando o revolucionário da cabeça aos pés.

Com cuidado, primeiro tentaria encontrar uma boa base de sustentação, arqueando as pernas, mantendo os joelhos levemente flexionados e uma ligeira diferença entre a perna esquerda e direita, mantendo uma sutilmente a frente da outra. – Se mantiver uma base igualada, ele me empurrara usando basicamente sua envergadura e força, se eu mantiver uma posição ampla e sutilmente diagonal, poderei ter mais sustentação e resistência a força dele. – pensava, abaixando-me um pouco, levando o glúteo para trás enquanto inclinava-me para frente buscando em definitivo o toque direto em Raymond para que começássemos o treino. – Está com febre!? – pensaria repentinamente ao tocá-lo e sentir o forte calor que vinha de seu corpo. – Esqueça isso Elsa, foque-se no treinamento. – pensaria, voltando-me ao foco, enquanto encarava o rapaz com meus olhos azuis.

Aguardaria por um sinal tanto de Raymond quanto de Nathan para iniciar o exercício. Num primeiro instante, cederia a força sem muita resistência. Um embate de força era burrice enquanto eu não tivesse a certeza de que minha base era forte para suportá-lo, assim conforme a força de Raymond tentasse me empurrar, não me permitiria inclinar meu corpo para trás e sim lentamente flexionar mais minha perna e especialmente os pés, onde tentaria a todo segundo sentir o trabalho do arco do pé. – Se eu conseguir fazer com que ele tente gradativamente me empurrar, lentamente seus músculos inferiores estimulando fibras lentas, responsáveis por atividades de longa duração e resistência. No primeiro momento que ele falhar, eu impulsiono em uma contração rápida, de fibras rápidas, perfeitas para movimentos repentinos de grande potência. – aguardaria pacientemente pela brecha, resistindo ao empurrão e mantendo minha base de sustentação firme para só então começar a empurrar, num esforço único e repentino, forçando o corpo do revolucionário para trás como se empurrasse um grande peso com uma mola.

Se conseguisse não apenas empurrar o revolucionário, como manter-me firme em uma disputa igual, já seria uma primeira boa vitória. Manter-me firme sob uma perspectiva de desvantagem por si só já era um grande passo. – De novo? – perguntaria para ambos, esboçando um leve ar ofegante, junto a um sorriso prazeroso, era como se durante aqueles segundos de foco absoluto, fosse capaz de esquecer os problemas e isso era demasiadamente reconfortante.  No entanto, caso fosse empurrada, tentaria inicialmente avaliar onde errei, ou esperar por um feedback por parte de Nathan. – Mandou bem. – diria a Raymond enquanto estenderia minha mão para que ele gentilmente me ajudasse a levantar. – Alguma dica relevante, ou estamos no caminho certo?  - seria rápida, concisa e determinada na pergunta. Aquilo havia chamado minha atenção e sentia-me inteiramente focada naquilo.



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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Última edição por Volker em Qui 1 Mar 2018 - 14:25, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptyTer 23 Jan 2018 - 22:35




The emperor of flames
The Red King - Ray K. Walker



Depois de chegar na base revolucionária, Raymond podia notar que todos os seus companheiros estavam se ocupando aos poucos, e com ele não foi diferente, depois de ter conversado brevemente com Nathan e combinado do mesmo o ensinar Soru, Raymond se afastou e se sentou próximo a uma a uma janela, onde sacou sua garrafa de sake e ficou tomando vários goles enquanto observava tudo em sua volta. Enquanto estava ali sentado e bebendo, Ray ficava refletindo um pouco e pensando em sua caminhada até aquele momento, ele havia passado por bastante coisa desde Conomi Island e fez grande progresso, comparado ao que ele era quando começou, havia evoluído bastante e estava infinitamente mais forte, mas assim como teve grandes vitórias, também teve grandes perdas e naquele momento se lembrou de pessoas importantes em sua vida, como Elizabelo, Axell e Hanna. Ele não os via a muito tempo, sem contar que Eliza estava morto. Ray abaixava levemente a cabeça, tendo algumas lembras, boas e ruins. Depois de algum tempo naquele estado um tanto triste, Nathan finalmente decidia começar o treinamento, e assim chamava o Rei Vermelho, que até então achava que treinaria sozinho, mas para a sua surpresa, Elsa também estava lá.

" O que ela faz aqui? Vai treinar também? " - pensou enquanto a encarava por alguns segundos. Desde que a conheceu, Ray nunca teve muito contato com Elsa, pois ele não era do tipo mais sociável, mas também não tinha nada contra, talvez fosse melhor do que treinar sozinho.

Ray aceitou o fato de Elsa estar junto e logo focou no seu treinamento, olhando fixamente para Nathan enquanto o mesmo explicava sobre o rokushiki. Na medida que o espião ia falando, Ray ia concordando levemente com a cabeça, demonstrando que estava totalmente focado naquilo, e em certo momento viu a demonstração. Quando Nathan afirmou que iria demonstrar, o Rei vermelho ficava um tanto mais sério e sua atenção redobrava sua atenção, mas no momento em que o Soru foi utilizado, ele ficou sem reação, pois mal conseguiu ver o movimento, foi como um teleporte. - Mas o que?! - disse com o tom de voz levemente alterado e um pouco surpreso, aquela técnica de fato seria bastante útil não só em combate, mas para diversas outras coisas. Depois de demonstrar como funcionava, Nathan foi para a parte mais teórica, explicando sobre a entrada, a corrida e a agarrada. Enquanto ele falava, Ray levou a mão direita até o queixo, bem pensativo.

- Então diferente do Haki, não basta querer, você precisa ter um corpo forte para poder executar os passos, uma pessoa comum não conseguiria alcançar essa velocidade mesmo que executasse todos os passos, não é mesmo? - disse um pouco pensativo, e logo concluiu. - Pelo que pude entender o movimento consiste em dez pisadas tão rápidas que parecem ter sido executadas instantaneamente, então na teoria é quase como um movimento dez vezes mais rápido que o comum, certo? Isso precisa de um corpo bem treinado. - Ray havia entendido mais ou menos como funcionava, mas "mais ou menos" não bastava, ele precisava dominar aquilo. Quando Nathan insinuava que iria começar a parte prática, Ray imediatamente retirava as suas  manoplas e deixava em um canto para evitar machucar alguém durante o treino junto com suas botas, e logo em seguida abrir a parte de cima de sua roupa, abaixando as mangas e ficando sem camisa, expondo seus músculos e algumas cicatrizes antigas, pois daquele jeito se sentia mais confortávem para treinar. Ao se aproximar novamente, ouvia atentamente as instruções de Nathan, e por mais estranho que parecesse, ele se virava para Elsa, ficando parado em sua frente. - " Nem lembro mais quando fiquei tão perto assim de uma mulher, depois de Hanna... " - refletia enquanto olhava a Rainha dos Espinhos nos olhos um pouco receoso. Aquela situação não o deixou muito confortável, e para piorar, Elsa fazia um leve comentário.

- Por favor, seja gentil. É minha primeira vez. - ao ouvir aquilo, as bochechas de Ray coravam rapidamente e algumas gotas de suor escorriam pela sua testa. Ela parecia bem simpática no tom de voz, mas Ray achou que talvez as palavras que ela usou não fossem apropriadas para a situação, ou então a sua cabeça não estava no lugar certo.


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Ouvindo aquele comentário, ele ficou alguns segundos em silêncio enquanto seu rosto estava bem corado, ele não sabia o que dizer naquele momento, mas precisava dizer alguma coisa. Tentou manter a pose, ficando com a coluna mais ereta antes de falar. - Eu... Bom, isso aqui não é uma competição de força, não acho que o foco seja realmente te empurrar, e sim manter a base sólida... - ele dizia tentando manter sua expressão séria, mas estava claramente constrangido. Porém, agora que estava tão perto dela, por sua visão ser muito boa ele notou que seus olhos estavam levemente inchados, como se tivesse chorado a pouco tempo, e aquilo meio que o trouxe para o chão. - " Aconteceu alguma coisa com ela... " - relfetiu enquanto a olhava nos olhos com a expressão mais séria, aquilo o preocupou um pouco, mas era assunto para outra hora. Ele se posicionou mais perto dela, flexionando levemente os joelhos enquanto a observava dos pés a cabeça, ela era muito bonita e parecia ser bem delicada. - " Não se deixe enganar, ela provavelmente é muito forte, para chegar onde chegou. Não vou subestimar! " - e assim que Elsa se posicionava, Ray levou cada mão para cada braço dela para a segurar, porém no momento em que sua pele tocou a dela, ele a soltou rapidamente por instinto e sua expressão ficava um pouco surpresa. - " Ela é tão gelada... Ou eu que sou muito quente? Não lembro qual foi a última vez que toquei em alguem com as mãos nuas desde que comi a Mera Mera. " - a pele de Elsa era muito fria e aquilo surpreendou um pouco Ray, mas ele não podia pensar naquilo agora, pois era hora de treinar, então novamente a segurou como antes e se preparou para começar.

Quando ouvisse a pergunta dela se ele estava pronto, o mesmo assentiria com a cabeça e assim começaria. Raymond não tentaria empurra-la usando toda a sua força, apenas usaria a força necessária para "se defender", caso ela tentasse empurrar a parte superior do seu corpo, ele usaria uma força igual para se manter firme, a sua real força seria distribuída em suas pernas, tentando concentrar toda a sua força na sola de seus pés e tentar ficar imóvel. Na teoria Ray sabia o que tinha que fazer, mas fazer na prática era algo extremamente difícil. Ele levaria o tempo que fosse para conseguir concentrar sua força na sola dos pés para se manter firme, e quando conseguisse fazer isso, concentraria a força no arco para poder da passos para frente sem perder a postura. - " Vamos lá! É como treinar Haki, consentre-se em seus pés! " - ele tentava mentalizar os seus pés com o peso do seu corpo e na medida que fosse conseguindo, ia dando um passo de cada vez para frente, tentando empurrar Elsa pouco a pouco sem perder a postura firme, equilibrando e distribuindo sua força entre as partes superiores e inferiores do seu corpo.

Se em algum momento ele tivesse conseguido ou Elsa tivesse caído no chão, ele estenderia a mão para ajuda-la a levantar com delicadeza, e comentaria sobre o treino. - Você está indo muito bem. É mais forte do que aparenta! - diria de forma mais simpática, mesmo que sua expressão fosse um tanto séria no momento. Ray repetiria o treinamento quantas vezes fossem necessárias até conseguir aprender o que Nathan queria ensinar naquele exercício.






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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 6 EmptyQua 24 Jan 2018 - 0:29






Frozen Fists and Burning Hearts

A habilidade de Victória com seus chutes era, sem a menor das dúvidas, impressionante. Ela não só tinha se mostrado uma usuária experiente do Rankyaku, como também o utilizava no seu próprio estilo de combate com maestria - eu não poderia querer professor melhor. - Vamos pra o outro lado então. - eu sorri, assentindo, e abri a passagem para a dimensão alternativa. A cor esverdeada, como sempre, era um pouco estranha, mas eu já estava bem acostumado a vê-la àquela altura.

Respirando fundo, eu daria um único soco na parede da casa, com força, apenas pra comprovar que dano nenhum seria causado mesmo se exagerássemos um pouco daquele lado. - Não sei se expliquei muito bem como essa dimensão funciona, mas basicamente, não podemos interagir com nada que está do outro lado. Algumas coisas simplesmente nos atravessam, e outras repelem nosso toque, como o chão. - pisaria algumas vezes na areia, que provavelmente nem sequer se moveria ao toque, e mesmo assim serviria de suporte para os meus pés.

- Viu? Pisar na areia geralmente faria seu pé afundar um pouco, mas desse lado ela nem se mexe. - tentei então pegar um punhado dos grãos, apenas para, obviamente, falhar. - Eu não sei o que faz esse "mundo" decidir o que conseguimos tocar ou não, mas isso ao menos garante que não vamos afundar infinitamente. - eu ri de leve, por fim me voltando a Victória mais uma vez. - Enfim, acho que com isso fica claro o bastante que nada que fizermos desse lado vai afetar o outro. Então não precisa se segurar! - eu a fitei nos olhos, com determinação.

Victória seguiu então com algumas explicações sobre o funcionamento da técnica que iríamos treinar, e logo em seguida, deu a sua primeira instrução: eu começaria por praticar chutes, que eram a base do uso do Rankyaku. Eu dei um leve suspiro, não de tédio ou desapontamento, mas de cansaço. Eu ainda não tinha recuperado completamente as forças desde o treinamento de Haki com Anutops, e eu tinha certeza de que esse aqui não seria tão mais leve que o anterior, ao menos fisicamente falando. Cortar o ar com um chute não era algo que qualquer um conseguia fazer, e eu com certeza precisaria levar meu corpo ao limite pra usar uma técnica sobrehumana dessas. - Vamos lá então. - eu falei, decidido.

Essa não era a primeira vez que eu treinava chutes, por mais que nenhum dos dois estilos de luta que conhecesse se focasse neles: eu não conhecia movimentos complicados, mas sabia bem que um bom chute na hora certa - e por vezes, no lugar certo - podiam me salvar no meio de uma luta. "Espero que o pouco que sei sirva pra alguma coisa..." Mentalmente preparado, eu me posicionei em frente à comandante, e respirei fundo mais uma vez, lembrando-me das palavras de Anutops. E então, com o olhar convicto, eu daria o primeiro chute começando com a perna direita, visando acertar a guarda de Victória com a região da canela.

Sem perder tempo, eu inverteria a base, pondo o pé direito de volta no chão aonde estava antes e movendo a perna esquerda para o ataque, chutando da mesma maneira. Usaria a minha aceleração pra que cada chute explodisse em velocidade máxima, mesmo sem tanto espaço pra acelerar. Em cada golpe, respiraria e exalaria num grito, tal como o Guarda Real tinha ensinado, utilizando a técnica do Ibuki. - HA! - o que quer que aquilo fizesse, tinha me ajudado bastante no treinamento anterior, então eu imagino que possa vir a ser útil aqui também. Depois de vários golpes, eu cessaria os ataques, afastando-me de leve pra pegar fôlego - o cansaço do outro treinamento ainda estava pesando, afinal.

- Haa...se importa se eu...pegar um pouco mais pesado? - eu perguntaria, em meio à respiração ofegante. Pra mostrar o que eu queria dizer, ergueria levemente uma das pernas e me concentraria pra cobrir a região que estava usando pra atacar com o a armadura negra do Haki. - Vai aumentar a força dos golpes...e também vai me ajudar a controlar isso melhor... - era uma ideia interessante, ao meu ver, mas eu deixaria que Victória ficasse com a decisão - afinal de contas, era ela quem estava recebendo os golpes, e ela não sairia simplesmente ilesa se eu começasse a bater com tudo o que eu tinha, Haki do Armamento incluído.

- Se for demais, não tem problema...podemos continuar assim. Acho que recuperei o fôlego. - assentiria, sinalizando que estava pronto para mais um round. Continuaria então com o treinamento, focando não só em alcançar um nível em que conseguisse chutar com uma força notável, como também me acostumar com eles, já que não era um tipo de golpe que eu costumava usar com frequência. Não bastava balançar a perna com toda a minha força, eu precisava aprender a chutar com "jeito" se quisesse usar aquela técnica - do contrário, eu nem sequer moveria massas de ar nos chutes, quanto mais lançar ventos cortantes.



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