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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts

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MensagemAssunto: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptySex 01 Dez 2017, 14:10

Relembrando a primeira mensagem :

1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts

Aqui ocorrerá a aventura dos revolucionários Elsa Volkerbäll, Raymond King Walker, Tidus Belmont e Frisk Dreemurr. A qual não possui narrador definido.


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Raizen
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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptySab 16 Dez 2017, 01:03


Depois de expor sua opinião sobre o principal assunto discutindo na reunião, Raymond se manteve em silêncio com um semblante pensativo enquanto encarava cada pessoa que tomava a palavra para si. Ísis parecia bastante empolgada com a "causa", e essa empolgação a cegou em certos pontos, mas a reunião acabou sendo bastante produtiva e esclarecedora e todos ali tinham em mente mais ou menos o que aconteceria. Quando a reunião aparentemente havia terminado e algumas pessoas começavam a trocar palavras, Raymond se levantava e dizia uma última coisa antes de se retirar. - Ficaremos por perto caso haja algum problema. - e em seguida assentia com a cabeça levemente e ia se retirando, porém, ao chegar na porta, sentia alguém se aproximar de forma sutil, e ao olhar para o lado, notava que era Elsa. Ela não parecia preocupada nem nada do gênero, mas falou de uma forma um tanto discreta que deixou Ray um tanto curioso, ele que arqueou uma das sobrancelhas levemente enquanto a encarava por alguns segundos, mas logo respondia a sua pergunta.

- Sim, quando eu terminar o meu treino, irei até você. - respondia de maneira rápida e também discreta a mulher, logo em seguida assentiu com a cabeça levemente como forma de despedida e se retirou do local.

O Rei Vermelho se encontrava no pátio onde havia lutado contra Anutops, olhando em volta podia notar que o local estava totalmente acabado, mas por algum motivo ele se sentia confortável naquele local. Ray sempre foi um homem da guerra, passou boa parte de sua vida lutanto, então lugares destruídos ou acabados era um tanto familiar para ele, era como se estivesse em casa. Ele ficou ali por alguns minutos tomando longos goles de sua bebida, o seu elixir que sempre o ajudava a pensar, de uma forma ou de outra. Não demorou muito até ele notar que mais pessoas se aproximavam e ao olhar para o lado, podia notar que Tidus estava junto com Rá, os dois pareciam conversar sobre alguma coisa e Ray não podia ouvir, e por isso aquilo chamou sua atenção, desviando o olhar totalmente para aquela cena. Não demorou muito até o comandante da guarda real sair e deixar o Duque Azul sozinho, este que ao notar a presença de Ray, o olhava e fazia uma expressão engraçada de que não sabia o que estava acontecendo. Ray por sua vez sabia de menos ainda, ele arqueou a sobrancelha e encarou o Belmont, ele também estava confuso. Depois de alguns minutos Rá retornava e se aproximava junto com Tidus, quando o comandante revelou que era um mestre no haki e que iria os ensinar, Ray ficou bastante sério e pensativo por algum momento.

" Se me lembro bem, Tidus teve uma luta equilibrada contra ele, estranho... " - refletia o encarando enquanto o mesmo falava que Nathan pediu para os ensinar. - " Ou Tidus está estupidamente forte, ou ele não é um mestre, e sim tem um nível avançado a ponto de ensinar. " - o Rei Vermelho criava suas teorias enquanto ouvia o que era dito pelo homem. Depois do Belmont falar sobre o seu primeiro contato com Haki e o que sentiu quando despertou, deu a brecha para Ray falar também, e foi exatamente o que ele fez.

- O meu primeiro contato com o Haki, acredito eu, foi na luta contra o Ornen também. Não tenho muito a acrescentar do que o Tidus falou, é exatamente como foi dito por ele, aquele brutamontes era realmente um monstro, e dominava bem os dois Hakis, só tivemos uma chance de derrota-lo quando eu despertei o Haki do Rei... - citar aquele Haki fez algumas lembranças terríveis da batalha contra Ornen vir a tona, e aquilo deixou o ruivo meio perturbado, o fazendo desviar o olhar levemente e não falando mais nada sobre aquilo. - Já quando eu despertei, Anutops tinha mais força e resistência do que eu, e para machuca-lo eu precisava ser preciso nos ataques, porque mesmo usando minha akuma no mi, estava sendo facilmente anulada pelo Haki do Armamento. - dava uma pequena pausa e ficava um pouco pensativo, estava relembrando do momento exato em que sentiu o Haki. - E nos últimos momentos da luta, mesmo após eu utilizar uma de minhas técnicas mais poderosas, Anutops ainda estava pronto para continuar e foi nesse momento que eu senti o Haki, eu fiquei mais sensitivo, foi como se eu sentisse toda a vida da ilha dentro de mim, suas dores, alegrias, tristesas, ansiedades... E nesse momento eu senti... Não vi exatamente o que Anutops ia fazer, mas eu senti, e meu corpo se moveu sozinho naquele momento, foi algo inato. Foi como um sexto sentido aflorando em mim. - Raymond dizia com seriedado nas palavras ao mesmo tempo que encarava Rá de maneira séria e pensativa, ele finalizava e se mantinha em silêncio aguardando a resposta do comandante da guarda real perante a toda aquela informação.






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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptyDom 17 Dez 2017, 22:23




Treinamento árduo!


  • Raymond e Tidus


Rá Zor ouvia atentamente o relato dos dois revolucionários, tentando assimilar o que sabiam e o que não sabiam a respeito do poder. Aquilo provavelmente era algo muito complexo, e o comandante da guarda real mantivera-se extremamente concentrado até ouvir de Raymond sobre o haki do rei. - Espera, você possui o haki do rei? - Disse, arqueando as sobrancelhas. Ele parecia estar legitimamente surpreso com o que ouvira. - Isso é algo muito raro, muito raro mesmo. O que também pode ser um problema, pois achar um mestre para te ensinar a usá-lo pode ser o um desafio. - Sua expressão pensativa voltou ao rosto, e o homem começou a andar de um lado para o outro. - A primeira coisa que precisam saber é que, diferentemente do haki do rei, o haki da observação e o do armamento são habilidades que todas as pessoas possuem. Desde o mais forte dos piratas até o mais frágil dos recém-nascidos. Tudo é uma questão de despertá-lo. - O guarda parava de andar de repente e olhava para os dois. - O haki da observação funciona omo uma especie de empatia; um elo espiritual poderoso compartilhado por todos os seres vivos. Para motivos de explicação, eu gosto de separar o haki da observação em duas partes: o vivo e o clarividente. O haki vivo seria a energia empática que nos liga a outros seres vivos, seja sentindo sua presença, compartilhando seus sentimentos ou sentindo sua intenção. - Rá olhou para os dois, se focando, e por algum motivo era possível sentir que ele os estava analisando de alguma forma. Talvez estivesse usando o haki neles para exemplificar o que dizia.

- Vocês estão receosos quanto a eu ser o professor, não é? Entendo que possam duvidar de mim depois da luta. - Nesse momento ele olhou direto para Tidus, como se suas palavras se dirigissem somente a ele. - Mas existe um motivo de você ter lutado de igual para igual comigo. Em nenhum momento e lutei com toda a minha força. Depois do que me disse antes da luta, sobre o rei, meu receio não me deixou lutar com toda a minha força, com medo de que você realmente estivesse certo. - Seu olhar desviou do rosto de Tidus, olhando agora para os dois de forma igual. - Outra coisa que precisam saber sobre o haki, e que se mostrou um exemplo claro na minha luta contra Tidus, é que o haki não é uma garantia de esquiva. Tenham isso sempre em mente. Ele pode ser uma grande vantagem, mas de nada adianta saber de onde o golpe vai vir se você não tem capacidades de esquivar. Tidus possui um método interessante de atacar, usando sua akuma no mi, e mesmo que eu soubesse exatamente onde cada golpe dele iria tentar me acertar, desviar de múltiplas lâminas atacando ao mesmo tempo não é uma tarefa fácil. O haki é forte, mas todo poder tem suas fraquezas.

- Agora quero ver se conseguiram compreender do que se trata o haki vivo. Quero que os dois sentem no chão, de pernas cruzadas e fechem os olhos. - Assim que os dois sentassem, Rá sentaria no chão com eles. - Quero que foquem sua concentração no ambiente a vota de vocês. Ignorem qualquer outra interferência externa que não a minha voz. Tentem sentir o que as pessoas no castelo sentem. Esperança? Insegurança? Medo? Uma dica é que tetem esvazia a mete meditem se necessário. Como não conseguem usar arbitrariamente ainda, isso pode acontecer de repente ou demorar, mas não tenham pressa. Temos tempo.


  • Frisk


Frisk também estava trabalhando duro para aprender seu haki, em outro ponto do castelo. Seu professor o olhava com expressão impassível, como se tivesse comido algo e não gostado, o que poderia causar certo receio por parte do celestial. - Bom, bom. Situações de vida ou morte ou quando se precisa proteger alguém são propicias a despertar o haki. Sabe como é, todo mundo tem haki, só precisa despertar e blá blá blá. - Anutops parecia se entediar com aquela parte, preferindo pular ela. - Vamos para o que interessa e importa de verdade. O haki do armamento, do modo mais simples de se dizer, é a materialização da vontade s usuário. Força de vontade, determinação ou qualquer outra coisa do tipo, se preferir. O importante é que essa "armadura negra" depende de o quanto você está determinado. - Frisk tentava dar socos para frente com os pesos, mas seus movimentos estavam pelo menos 1/3 limitados, devido à dificuldade de erguer aquelas coisas. - Quando despertou, você lutava para sobrevier e para proteger alguém. Estava duas vezes mais determinado. Se quiser usar esse poder de novo, precisa focar toda sua mente, imaginar o por que de estar lutando, seguindo sua jornada. Você vai precisar imaginar sua determinação que de move como uma coisa física, uma energia tangível que pode de ajudar. Te tornar mais forte.

Anutops pegou sua arma e instantaneamente uma energia negra a envolveu, deixando-a completamente negra, assim como sua pelagem. - É esse determinação que você vai precisar usar. - Em seguida, com um único movimento com a arma, uma onda de vento incrivelmente poderosa emanou de sua lâmina, fazendo um corte profundo na parede do local ao lado de Frisk. - Controle sua vontade, domine ela. Então você dominara o haki. - A energia negra sumiu da lâmina do comandante da guarda real, que logo em seguida pegou um grande saco de areia e colocou na frente de Frisk. - quero que pense em tudo que falei, no que move sua vontade, e o que molda sua determinação. Quero que faça isso e de os socos mais fortes que conseguir nesses sacos de areia. E não se preocupe em rasgar eles, tenho vários deles para treinos, então pode destruir vontade. - Deixando Frisk ali com sua tarefa, o mink se afastou ligeiramente e foi até a porta, onde pareceu falar com alguém, para em seguida voltar para o lado de Frisk. - Vamos lá, o que está esperando? Quero ver o quão forte é a sua determinação.

  • Elsa


Ísis parecia surpresa em saber que Elsa já queria ir novamente à mansão de Darwishi, e deu um sorriso. - Quanta coincidência, não é? Bom, sinta-se livre para pegar o que quiser lá, encare isso como um presente por terem ajudado tanto o reino, e ainda estarem ajudando. Só não exagere, pretendo usar as riquezas dele para ajudar os escravos recém-libertos quando chegar a hora. - Agradecendo novamente, Elsa ia se despedindo, enquanto avisava que, precisando, era só chamar, entretanto um comentário em especifico arrancou um riso da princesa. - Nós não usamos camelos aqui na ilha. Vai ver que a montaria que usamos é bem mais... Pratica. Adeus, Elsa. Despediu-se, e voltou a se afastar junto de Victoria. Aquelas palavras eram estranhas, o qu poderia ser mais prático do que um camelo em um deserto? Não seria surpresa se aquelas perguntas ficassem na cabeça da revolucionária. Logo a mesma chegou nos estábulos do castelo, onde um homem sem um olho e com expressão animada a recebeu.

- Ah, que surpresa! - Disse, levantando-se rapidamente e indo até ela. - Pedido da princesa, né? Claro, claro. - O homem tomava conclusões precipitadas, sem nem ouvir o que a mulher tinha a dizer. Bom, pelo menos ele estava certo. - Para viajar no deserto, não tem nada mais prático. - O homem abria uma das portinholas e la dentro Elsa pode ver um grande pássaro amarelo. Sua estatura erguia-se alcançando quase 1 metro e 70 centímetros de altura, sua pelagem amarela era uma coisa belíssima, ainda mais em sua cauda. Em seus pés, três longas garras se prolongavam, e assim que a portinhola foi aberta, ele veio andando calmamente em direção a Elsa. - Não precisa se preocupar, eles são todos treinados e vão obedecer seus comandos. - Assim, Elsa montou no pássaro amarelo e seguiu deserto adentro.

E certos momento, era difícil se manter equilibrada nas costas do pássaro, pois ele corria em uma velocidade surpreendentemente rápida, levantando nuvens de poeira atrás de si. constantemente Elsa sentia que estava prestes a cair, mas o animal parecia bem inteligente e muito bem treinado, pois girava seu corpo para que a revolucionária pudesse se posicionar novamente. Não era Elsa que estava guiando o pássaro, era o pássaro que estava guiando Elsa, e na velocidade que se encontravam, chegaram no cassino rapidamente. O local estava salpicado de guardas, em sua maioria sob ordens da rainha, mas um ou outro eram guardas do próprio Darwishi que haviam concordado em cooperar. os mesmos guardas que haviam matado Lincoln a sangue frio. - Você é Elsa Volkerball, certo? A princesa nos avisou de sua chegada. - Disse um dos guardas reais, que abriu caminho para que ela pudesse passar. Lá dentro, tudo parecia tão destruído quanto haviam deixado, e lembranças desagradáveis do que haviam passado ali ressurgiam na memoria da Rainha dos Espinhos, mas havia uma tarefa a ser cumprida.

A mulher revistou salas, cômodos e quartos, sem grande sucesso, até que chegou novamente em um lugar que lembrava muito bem: o quarto de Darwishi. Sua porta jazia aberta como havia deixado, e tudo lá dentro fora preservado, sem alterações. Se o que procurava estava em algum lugar, esse lugar era ali. Não havia muitas coisas lá dentro, e dentro de um criado-mudo de duas gavetas ao lado da cama, na primeira gaveta, Elsa conseguiu encontrar os documentos que precisava. Normalmente aquilo não seria fácil de se conseguir, por estar no quarto superprotegido de Darwishi, mas na situação que se encontrava, não representou perigo algum. Entretanto, não foi só aquilo que ela encontrou. A segunda gaveta do criado-mudo parecia estar vazia, entretanto, ao olhar bem, era possível ver um botão vermelho no fundo da mesma. Um botão que levava a uma das várias passagens secretas do quarto, e escondida do jeito que estava, provavelmente era um lugar importante.


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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptyTer 19 Dez 2017, 17:59


Focus

Logo após o relato sobre o meu primeiro contato com o Haki, Ray também fez o mesmo. Rá por sua vez surpreendeu-se ao ouvir o vermelho dizer sobre o Haki do Rei e aproveitou para explicar um pouco melhor sobre essas habilidades. - “Uma habilidade que todos possuem? Acho que isso explica a frequência com que trombamos com pessoas com essa habilidade.” - Cruzei os braços e permaneci em silêncio ouvindo atentamente sua explicação. Na sequência o comandante explicou um pouco da teoria por trás do Haki. - “Um elo espiritual?” - Arqueei levemente as sobrancelhas, um pouco intrigado com a informação. - “Huum… Talvez isso explique o que senti quando Ray estava prestes a queimar o rosto de Darwishi, aquilo eram seus sentimentos?” - Olhei discretamente na direção de Ray e em seguida desviei o olhar para Rá novamente.

Em determinado momento da explicação o comandante sentiu nossa insegurança quanto a suas capacidades, o que para ser sincero me deixou um pouco sem graça e me fez dar um leve sorriso. - Hehe, você nos pegou. - Cocei a cabeça com a mão direita um pouco sem jeito. As palavras seguintes do comandante da guarda real esclareciam nossas dúvidas, o que não foi nenhuma surpresa no fim das contas. - “Ahn... Então ele realmente não usou todas as suas forças.” - Por mais que já esperasse por isso era de certo modo um pouco decepcionante, já que eu por outro lado dei tudo o que tinha e um pouco mais. - “Esse cara deve ser incrível usando toda sua força.” - Respirei fundo tentando disfarçar o leve incomodo e continuei a ouvir suas palavras.

A explicação prosseguia com um comentário pertinente sobre a nossa luta, saber de onde o ataque vai vir não significa que seu corpo ira responder a tempo, de certo modo isso também era uma dica de como combater usuários desse poder. - “Entendo, golpes múltiplos e ataques em área parecem ser efetivos contra esses usuários. Além de claro, ser superior fisicamente pode ajudar a diminuir a diferença.” - Aquele comentário serviu como um fio de esperança, aparentemente estava trilhando o caminho correto com o novo estilo de batalha que havia começado a lapidar. Ao final da explicação estava na hora de nos aprofundar um pouco mais no assunto Haki Vivo.

Assim como fui instruído me sentei no chão e cruzei as pernas. - Certo. - Assenti com a cabeça pouco antes de fechar os olhos. Levei as duas mãos até a frente do meu abdômen, entrelaçando os dedos das mãos, não era minha primeira experiência com meditação, na verdade aquilo me lembrava muito o que aconteceu em Little Garden onde me conectei com meu demônio interior através da meditação. - “Espero não ver aquela coisa novamente.” - Referia-me a uma espécie de monstro que encontrei em minha última visita ao mundo do subconsciente. De todo modo o passado tinha de ficar no passado, de olhos fechados tentei esvaziar a mente de pensamentos supérfluos, a primeira etapa era me tornar um comigo mesmo e controlar a respiração de forma adequada, nem muito rápida e nem tão lenta, no ritmo certo.

Aos poucos tentava me desligar dos pensamentos e sentimentos mundanos, a meditação era uma arte praticamente por grandes espadachins e naturalmente me foi ensinado quando jovem por meu pai, não que eu dominasse tal treinamento na época, mas Dom sempre dizia que a mente de um espadachim deve ser tão afiada quanto sua lâmina. Assim que me sentisse em sintonia com meu eu interior tentaria fazer aquilo que Rá disse, conectar-me com as pessoas ao meu redor e expandir isso até onde pudesse, mas a ideia era não pensar em fazer isso mas sim sentir, como se a energia espiritual que reside em meu corpo estivesse se expandindo e conectando-se com os seres vivos a minha volta, ou melhor, como se estivesse conectando minha energia vital com as que estavam na minha volta como fios.

Em determinado momento do treinamento meu corpo se ergueria alguns centímetros do chão sem sair da posição inicial, de pernas cruzados e dedos entrelaçados a minha frente, a ideia era fazer as três grandes energias trabalhar em sintonia: o meu espirito, o espirito do demônio e a energia vital que me cercava, conectando todos em um único ponto, tornando-me um com todas elas. No ápice da meditação tentaria apenas sentir o vento tocando minha pele e vestes, sem qualquer outra obstrução que pudesse me atrapalhar, fosse o chão ou paredes, não haviam mais limites, meu corpo estava suspenso no vazio conectado com a natureza e seus habitantes e esse provavelmente seria o momento mais porpicio para sentir suas emoções e intensões.

De todo modo manteria o foco total no treinando, tentando ir cada vez mais fundo no meu subconsciente, meu objetivo ali era me conectar e entender aquele poder e não forçar uma ativação forçada. Se conseguisse alguma coisa não me afobaria, tentaria manter e expandir o máximo possível para só então voltar a abrir os olhos e relatar o que havia sentido para o homem que estava nos instruindo.
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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptyTer 19 Dez 2017, 21:46

Nada poderia ser mais gratificante dentro das circunstâncias do que a aprovação da futura rainha ao meu pedido, por mais hipócrita que pudesse parecer a necessidade de buscar por algo que pudesse encher meu olhar de brilho era simplesmente irresistível. Obviamente, compreendia também a necessidade de não exagerar em meus caprichos, uma vez que a maior parte da riqueza de Darwishi seria usada para ajudar os escravos libertos, bastava apenas uma peça da qual faria questão de escolher da melhor maneira. – Um colar talvez? – caminhava, afundada em pensamentos fúteis que me faziam esquecer momentaneamente dos problemas, era mais forte do que eu simplesmente ignorar aquilo, tendo a permissão para tal? Ainda mais! – Um par de brincos também seria ótimo! Será que encontrarei algum com diamantes? – coçava a cabeça ao chegar ao estábulo, com um olhar levemente perdido por não apenas procurar alguém que me ajudasse, mas também por ter-me perdido da linha de raciocínio.

E o clima do estábulo certamente era muito mais leve do que o restante do castelo, que mesmo entre os sorrisos e palavras confiantes da princesa e de seus guardas, o luto pelo rei ainda podia ser sentido. O homem que aparentemente era o responsável pelo local parecia compreender minhas necessidades sem que eu falasse uma única palavra, se bem que Ísis parecia ter comentado algo em relação a montaria. Fora preciso ver para crer e um pouco mais de tempo para entender o grande pássaro amarelo que vinha em minha direção. Não apenas pela sua peculiar natureza, mas sua beleza única e sua rigorosa postura, sinal de que não apenas eram bem tratados como extremamente treinados. – Olá Lira! – faria um carinho no animal antes de montá-lo, ainda que lhe atribuísse um nome que talvez não fosse o dele, fazia-me simpática na esperança de que Lira retribuísse da mesma forma, garantindo-me uma viagem tranquila.

Felizmente a viagem era exatamente como eu esperava. Montada em Lira, o pássaro cobria a distância entre o palácio e o Cassino num piscar de olhos e como se já não bastasse cruzar o deserto em tamanha velocidade ele ainda conseguia manter-me sobre a cela durante todo o percurso. – Belo trabalho! – acariciava-a após o término da viagem, desmontando da cela assim que via a presença dos guardas, a partir dali apenas mantinha o trabalho de guiar Lira até um local onde pudesse repousar e se manter abrigada do sol. Durante a breve caminhada do lado de fora, notava não apenas os guardas reais, como também os guardas que antes trabalhavam para Darwishi e não conseguia disfarçar o leve incômodo em voltar ao local. – A história já deve ter se espalhado entre os guardas. – pensava, não apenas de eu ter removido a mobilidade do nobre da cintura para baixo, mas também do fato dele ter envenenado seus próprios homens para que conseguisse uma fuga infeliz. No fim, tinha a noção de que os homens de Darwishi, ao menos a grande maioria não fazia seu trabalho por prazer, faziam pelo medo da retaliação.

Perfeito. –
agradecia, mantendo a compostura e a educação. – A manterei por aqui. – comentava, indicando o local onde deixaria Lira. Segui a partir do lado externo, sozinha até o interior do Cassino, passando pelos locais onde memórias não muito boas ainda ardiam de forma vívida. Era impossível não sentir o leve frio no estômago e certo sentimento de impaciência e agitação, mas tudo parecia se acalmar ao entrar na mansão, onde boa parte dos perrengues pareciam se perder por entre os inúmeros corredores. – Primeiro o trabalho... – pensava ao visitar a primeira sala, procurando os documentos, mas não obtinha êxito algum, assim como em todas as outras que visitei depois. Só encontrava o que procurava ao entrar no quarto de Darwishi, já livre do veneno e das armadilhas. – É, ‘trabalhava’ até a hora de dormir pelo visto. – o comentário irônico seguia uma leve batida nas pastas, enquanto eu cuidadosamente as guardava embaixo do meu braço. – Ok, documentos a rodo. Zero joias! Isso é de partir o coração. – comentava indignada enquanto vasculhava o criado-mudo, antes de notar a presença de um botão escondido.

Olha só o que achamos! Cheio de surpresas! – removia as pastas, posicionando-as sobre minhas pernas enquanto me mantinha agachada, próxima a cama. – Uma armadilha? Ou uma passagem? – a dúvida pairava em minha cabeça num primeiro momento. – Não, uma armadilha não ficaria numa posição tão ingrata de ser ativada. – pensei rapidamente, enquanto apertava o botão. – Vamos ver o que mais este lugar esconde. – comentava baixinho, observando o quarto após acionar o dispositivo e entraria casa uma nova passagem surgisse.



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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Última edição por Volker em Qui 01 Mar 2018, 14:05, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptyQua 20 Dez 2017, 23:21


Após Rá perguntar sobre sua experiência com Haki, Raymond acabou revelando que possuía o Haki do Rei, algo que era extremamente raro, o comandante da guarda real falou uma coisa que fez o ruivo parar para refletir, que era sobre um professor para lhe ensinar o Haki do Rei. - Agora que você comentou... Achar alguém para me ajudar nisso pode ser um grande problema. - dizia com o tom de voz baixo e um tanto pensativo, pois se era um Haki raro, seria infinitamente mais difícil aprender com alguém. A continuação do diálogo prosseguiu e ele falou sobre os dois tipos que dividiam o Haki da Observação, o vivo e o clarividente, aquilo chamou bastante a atenção de Ray, o fazendo prestar ainda mais atenção, porém, ao seres questionados sobre a desconfança dele como professor, Ray desviou o olhar levemente, ficando um pouco constragido. Mesmo Rá demonstrando grande sabedoria sobre o Haki, o fato dele não ter derrotado Tidus ainda martelava a cabeça do Rei Vermelho.

Depois que Rá explicou um pouco sobre o motivo de não ter derrotado o Duque Azul, aquilo realmente fazia sentido e deixou o ruivo mais relaxado e isso consequentemente o ajudou a se permitir absorver melhor o que era dito. Rá pedia para que ambos se sentassem com as pernas cruzadas e foi exatamente o que Ray fez, cruzando as pernas enquanto se sentou deixando suas mãos apoiadas nos joelhos. Ele fechou os olhos levemente e tentou fazer o que lhe foi orientado: esvaziar a mente. Nos primeiros momentos Ray sentiu um pouco de dificuldade, pois mesmo estando acostumado com esse tipo de exercício mental, naquele momento a sua cabeça estava cheia, e principalmente de problemas. O Rei Vermelho pensava no que aconteceu com Thutmés e o que poderia acontecer a Ísis, ao mesmo tempo ele pensava em como agir naquela situação, pois ele precisava ajudar de alguma forma, mas teria que ser escondido para que o Governo não descobrisse a ligação da realeza de Alabasta com os revolucionários.

" Vamos lá... Esvazie a mente... Esvazie a mente. Ponha todas as dúvidas, medos e receios em um pote e isole-os... O mesmo para a alegria e felicidade, pense em um branco. " ele repetia isso em sua mente de forma pausada enquanto mantinha os olhos fechados.

O tempo ia passando e assim como se estivesse tentando dormir, Ray ia tentando esvaziar sua mente e esquecer tudo a sua volta. Em sua cabeça as coisas iam ficando mais limpas e seu corpo totalmente relaxado, como se estivesse entrando em um transe. Em certo momento, por estar relaxando aos poucos, Ray foi "liberando" seus poderes de forma involuntária, seus braços ficavam em chamas levemente e logo ia se espalhando pelo seu corpo, como ele era feito de fogo, o seu corpo começava a dar indicios de se disperçar, seus braços, pernas e cabeça estavam uma mistura de pele e chamas, mas não o tipo de chamas agressivas era algo mais suave, era apenas o corpo dele tomando sua "verdadeira" forma aos poucos. Se em algum momento ele "sentisse" que estava "chegando a algum lugar", tentaria não perder o foco e se manteria no mesmo estado de espirito e mental, a única que realmente seria relevante para ele naquele momento era a voz de Rá.






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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptyQui 21 Dez 2017, 19:47






Frozen Fists and Burning Hearts

Anutops realmente parecia ser do tipo que gostava de pegar leve com aquele tipo de coisa. "Se isso nos ajudar a ficar fortes mais rápido, eu não ligo...desde que ele não arranque as nossas cabeças com essa coisa." O impacto que a arma do Mink tinha feito não era de se subestimar, especialmente quando era fácil imaginar que ele não estava nem usando muito de sua força. "Parece que ainda temos um longo caminho pela frente, em?" Eu sorri, talvez um pouco intimidado com aquela diferença de poder, mas eu tinha de começar de algum lugar, não tinha?

A próxima tarefa era bem mais direta, o que facilitava as coisas - especialmente quando se tratava de algo tão simples quanto socar um saco de areia com toda a minha força. "E se não tem problema destruir eles à vontade, é só ir com tudo!" Chara parecia animado, já que aquilo envolvia socar alguma coisa sem se segurar. Eu dei de ombros, sorrindo. - É só ir com tudo, então? - eu olhei para o Guarda Real, sem saber ao certo como exatamente aquilo o ajudaria a ver a minha "determinação". Não era como se socar um saco de areia fosse fazer eu me sentir do mesmo jeito que estava me sentindo quando tive de lutar protegendo Missu.

Respirando fundo, eu me preparei pra começar. Pelo menos, já tinha uma noção do quanto aqueles pesos me atrapalhavam, então não seria tão complicado medir a força dos ataques. Eu começaria com um soco potente, direto, mas sem força o suficiente para que destruísse de uma vez o saco de areia já no primeiro ataque. Continuaria com outros golpes nesse mesmo padrão, fazendo mais um treinamento físico do que um teste de determinação de fato. "Não...está errado." Eu pararia por um momento pra recuperar o fôlego, depois que já tivesse dado uma boa quantidade de golpes. Aquilo não estava funcionando, e eu sabia por que.

- Simplesmente esmurrar isso não é a mesma coisa...eu tenho que lembrar do que aconteceu antes. Sentir... - respirando fundo, eu fechei os olhos, deixando as lembranças fluírem. A luta contra Amon, as dores e dificuldades, a árdua tarefa de proteger Missu enquanto lutava pela minha própria vida. Eu precisava de uma determinação equiparável à que fora necessária naquele momento. Em cada soco a partir daí, eu começaria a colocar toda aquela carga de sentimentos, os mesmos que eu tinha sentido durante toda aquela luta, tentando despertar a mesma sensação que eu tinha tido daquela vez. A mesma determinação.

- Ha! - no último golpe, com a palma aberta, eu teria certeza de rasgar com tudo o saco de areia. Mentalizaria a minha determinação como uma coisa física, envolvendo o meu braço durante o ataque para dar a ele ainda mais força que o normal. Faria isso de novo e de novo, até que Anutops se visse satisfeito ou não houvesse mais sacos de areia pra explodir. Levaria em conta, claro, o cansaço: aqueles pesos não eram pouco coisa, então eu provavelmente não conseguiria continuar daquele jeito por tanto tempo assim. Mas até lá...daria o meu máximo!


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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptyTer 26 Dez 2017, 22:36

   



Em busca de mais força!


  • Raymond e Tidus


Os dois revolucionários pareciam ter certo receio sobre o quanto Rá era apto a ensina-los, entretanto logo a dúvida desapareceu quando lhes foi dada a explicação. Se mais qualquer outro empecilho para que se focassem de corpo e alma no treinamento, ambos se sentaram no chão com as pernas cruzadas, enquanto o próprio Rá também se sentava, em posição de lótus. - Não tentem forçar nada. O poder precisa vir naturalmente. - Assim, os dois fecharam os olhos e começaram a esvaziar as mentes. De início era complicado, devido a tudo que havia acontecido e a ameaça iminente que pairava sobre a ilha, entretanto depois de um tempo, os pensamentos começaram a se perder, embaralhando-se e dissolvendo-se em uma imensidão branca e o vazio. Corpo e alma se tornaram um, e foi nesse momento de plenitude que seus poderes começaram a ser liberados inconscientemente. Tidus respirava de forma ordenada, e parecia estar tudo normal, até que seu corpo começou a flutuar centímetros acima do chão, flutuando. Do mesmo modo, o corpo de Raymond começou a se dissolver em chama, enquanto arcos de fogo apareciam e desapareciam na superfície de sua pele. Os dois revolucionários não conseguiam ver isso, mas conseguiam sentir que haviam se sincronizado perfeitamente não só com o ambiente à sua volta, mas com o poder dentro de si.

E foi nesse momento que uma voz baixa, como um sussurro, ecoou. "...que a princesa está bem?" A frase estava incompleta, mas logo que a primeira voz apareceu, algumas outras vieram junto, como se estivessem apenas esperando que a primeira tomasse coragem. "Quem matou o rei?" "A coroação vai ser amanhã?" "O que esses revolucionários ainda estão fazendo no castelo?" Vários e vários pensamentos vieram à tona na mente dos dois... Pensamentos não, não pareciam coisas que alguém estava pensando. Era mais como um estado de espirito refletido de todos a sua volta. Medo, angustia, mas principalmente, dúvida. Duvida do que seria do reino dali em diante. Entretanto, em meio àquele caos havia confiança, determinação e esperança. O desejo que tudo ficasse bem. Tudo isso vinham em turbilhões em suas mentes. Até que, de uma vez só, uma intensa sensação de loucura e terror varreu todas as outras sensações. Ela girava, circulava e engolia os dois, até que uma voz rouca e irada rugiu. "SEUS HIPOCRITAAAAAAAAAAAAAAAAAS! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! E, como um soco, o grito despertou os dois da meditação.

Tidus caiu novamente no chão, e algumas fagulhas voaram do corpo de Raymond, enquanto ambos retornavam espiritualmente para o pátio de treinamento do castelo. Rá Zor estava com uma expressão preocupada, olhando para o castelo. - Eu senti isso também. Aparentemente estão trazendo Darwishi para ser preso aqui no castelo. - Ele murmurou, e se levantou. - Bom, vamos continuar com o treinamento. - Limpando um pouco da sujeira que havia ficado na roupa, ele recomeçou, tentando afastar a preocupação que sentia sobre o louco que havia sido trazido para o castelo. - Pelo que puderam, ver o Haki Vivo te permite sentir o que o outro sente. Uma empatia. Também permite, caso seja bom o suficiente, sondar uma área e saber quantas pessoas estão presentes. Os usos desse poder vão depender da criatividade de vocês. Infelizmente vocês provavelmente ainda não conseguem acessar deliberadamente esse aspecto do haki, a não ser com a meditação profunda. Antes de passarmos para o Haki Clarividente eu preferia que vocês já conseguissem usar pelo menos o básico desse. Tecnicamente o Clarividente é uma forma mais desenvolvida do Vivo, então se tiverem uma boa base agora, a próxima etapa será mais fácil.

- Para entender o outro, é preciso que se conheça a si mesmo antes. Assim como na meditação vocês conseguiram usar o poder inconscientemente por entrarem em um estado de paz interior, quanto mais vocês se conhecerem e se aceitarem, mais fácil vai ser usar o poder. Quero que um olhe para o outro. - O comandante da guarda real pediu, esperando que assim  fizessem. - Vocês se conhecem a muito tempo, e apesar de acharem que sabem tudo sobre si mesmos, as vezes só que te olha de fora consegue ver os pequenos detalhes. Manias, costumes, praticas que para vocês podem parecer muito comuns, mas que, quem está a sua volta percebe. Quero que ambos digam o que vocês são, o que te move, como pensa e como age. Depois um vai falar para o outro a mesma coisa, mas do seu próprio ponto de vista e de tudo que viu ao longo do tempo. Suas qualidades, defeitos, peculiaridades. Quero que, acima de tudo, vocês conheçam a si próprios mais do que antes. Quero que entendam a si mesmos.


  • Frisk


Frisk não parecia entender como socar um saco de areia poderia ajudar no treinamento, muito menos em se tratando de treinar sua determinação. Aquilo não parecia fazer muito sentido, mas pelo olhar de Anutops, ele parecia saber o que estava fazendo. Assim, quando o mink falou para ele começar de uma vez, o celestial iniciou uma serie de socos fracos, de modo a testar a si mesmo. Os pesos que usava realmente eram bem pesados, e o jovem conseguia sentir claramente que seus socos estavam saindo 1/3 mais fracos do que realmente sairiam, o que era algo significativo. Além, disso, por se segurar, os golpes não faziam tanto efeito contra seu inimigo inanimado. - O que pensa que está fazendo? Seus socos são fracos e sem força. - Disse, irritado. É assim que você pretende proteger seus amigos? - Frisk foi colocando mais força e determinação dos golpes, até que um soco fez o saco de areia estourar. Anutops não parecia querer que o celestial perdesse o ritmo, e substituía eles rapidamente de modo a não interromper a cadencia de golpes.  

- Isso é tudo que você tem?!?! - Dizia ele, provocando. Os golpes do celestial iam ficando mais fortes. - Sabe quantos monstros existem ai mundo a fora? Acha que eu sou forte? Alguma pessoa por ai me venceriam em um piscar de olhos sem que eu nem ao menos pudesse revidar! - O comandante da guarda real ia colocando emoção nos golpes para influenciar Frisk. - É ASSIM QUE VOCÊ QUER SALVAR A TODOS? - No último grito, Frisk colocou em fim tudo o que podia no golpe focando sua determinação até onde podia, naquelas condições, e por um instante, somente por um instante, a energia negra do haki envolveu o nó do dedo médio do garoto. Ele se lembrava de porque estava ali, de porque seguia, e de porque precisava ficar mais forte. Os medos eram limitadores, assim como aqueles pesos, e para ficar mais forte, ele precisaria se livrar deles. Era preciso ter uma determinação de ferro. E assim, com o golpe dado, o saco de areia, além de explodir, foi lançado com tudo para o outro lado da sala. - Muito bom. Foi só por um instante, mas conseguiu usar um pouco. É um bom sinal.

O mink colocou sua arma no chão, ficando de mãos vazias. - Existe uma técnica de foco da determinação chamada de respiração Ibuki. Você primeiro respira... - Anutops respirou fundo e em, seguida deu um soco no ar a sua frente. - RÁÁÁÁÁ - Com um grito, o soco puro, sem nem ao menos haki, carregou uma maça de ar pela sala, que se chocou e dispersou do outro lado. - Depois da respiração, você dá um grito junto do golpe. Normalmente, é virtualmente impossível flexionar todos os músculos envolvidos em um golpe no momento de sua execução, mas com o Ibuki, é possível focar todos os músculos do seu corpo no movimento. É como concentrar a energia vital. Agora quero que você de socos nas minhas mãos. Os sacos de areia nitidamente não vão aguentar mais nem um golpe, então eu vou segurar seus golpes e medir o quanto você está avançando. Quero que use o Ibuki para focar toda a sua determinação em cada golpe, na ponta de cada soco. Concentre tudo que tem, e grite o mais alto que puder. Quanto mais alto for o grito, mais força vai estar colocando. Mas lembre-se: o Ibuki não é um soco descontrolado, é uma técnica marcial. Vamos ver se você realmente tem determinação nos golpes. - Disse, colocando as mãos para frente, de modo que Frisk desse socos em suas mãos, e se preparando para o impacto dos golpes.


  • Elsa


Novamente, Elsa se via no cassino, o palácio pessoal de Darwishi em que Victoria e Lincoln tanto haviam sofrido, e onde Lincoln fora morto cruelmente. Entretanto, dessa vez havia trabalho a ser feito, e ela não poderia se dar ao luxo de pensamentos como esses atrapalhassem o que viera fazer. De início, a busca não parecia dar tantos frutos, até que finalmente chegou até o quarto do comerciante. Logo as pastas com os documentos foram encontradas, e junto com elas, um misterioso botão. A curiosidade tomou conta de Elsa, que decidiu deixar tudo nas mãos do destino e apertar o botão. Quase que se imediato, uma passagem secreta se abriu a um metro de distância dali, que a fez lembrar de que Lincoln havia dito que múltiplas passagens secretas tinham como origem aquele cômodo. E a Rainha dos Espinhos havia descoberto mais uma delas. Sem nenhum temos, a mulher seguiu pela passagem não muito bem iluminada, e feita de pedra. Pequenas tochas iluminavam levemente o corredor, que era um bocado longo, mas logo, ao longe, foi possível ver uma luz. Como uma luz no fim do túnel.

Assim que chegou na luz, uma visão maravilhosa tomou conta de Elsa: joias, joias por toda parte. Além de grandes montanhas de dinheiro, haviam joias de todos os tipos por toda parte, seja encrustadas com pedras preciosas ou de ouro. Ou ambas. Brincos, pulseiras, colares, braceletes e tudo mais de valor que se possa imaginar. Aquele era o tesouro pessoal de Darwishi, o qual ele guardava tão fervorosamente. As paredes eram de um branco profundo, de modo a não tirar o foco do ouro reluzente que enchia a sala, criando um lindo contraste. Entretanto, havia algo que chamava mais atenção do que todo ouro e joias que aquele lugar abrigava: no meio da sala, em cima de uma pilastra cuidadosamente modelada de mármore e mordas de ouro, estava uma fruta. Uma singela fruta azul com espirais por toda a polpa. Ela parecia uma carambola, mas sua cor era diferente, e as espirais que possuía eram quase que hipnotizantes. A fruta contrastava com todo o resto do tesouro, e além de estar em destaque, parecia emanar uma aura que atraia a todos. O verdadeiro tesouro de Darwishi: uma akuma no mi.

Mas logo a fascinação de Elsa fora quebrada, ao ouvir um sibilo em meio ao outro, de onde cobras douradas, que brilhavam quase tanto quanto as joias sugiram em meio as moedas empilhadas. As cobras pareciam guardar o local, e não seria surpresa se tivessem sido treinadas para atacar qualquer um que não o próprio Darwishi. A pior parte é que elas se camuflavam perfeitamente entre as moedas de ouro reluzentes, de modo que era difícil distinguir sem olhar bem. Mais sibilos se fizeram ouvir por todo o tesouro, que indicavam a grande quantidade de cobras que ali estavam. Avançar era extremamente perigoso, pois havia o risco de ser atacada sem nem percebem. E sem saber se eram venenosas, apesar de provavelmente serem, um passo em falso no avanço pelo tesouro, e aquele lugar poderia ser a tumba de Volkerball.  



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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptyQua 27 Dez 2017, 14:54

Se a moeda do destino já havia cansado de me por em péssimos lençóis, eu nunca saberei, mas que pelo menos naquele momento ela claramente não estava decidida a me prejudicar, disso eu tinha certeza, ou quase isso. Tal como Lincoln havia dito, diversas passagens que percorriam a mansão tinham o quarto de Darwishi como ponto de partida e eu, descobria uma nova e bem escondida por sinal. Ainda que a passagem se revelasse com certa rapidez era impossível não percorrer cada extensão do quarto com um olhar avaliativo, numa busca inútil, porém não insensata por armadilhas. Ergui-se com a papelada debaixo do braço, instintivamente as apertava num gesto que transparecia preocupação, mas também uma ponta de ansiedade.

A passagem estreita e escura era longa e sufocante, mal conseguia passar por ela sem roçar nas pedras vez ou outra, a pouca luz conseguia muito bem transmitir uma sensação claustrofóbica bem incômoda, o que me fazia grata por não sentir tal medo de forma abrupta, como algumas pessoas. Medo, aliás, era o de não encontrar o que queria ao final daquela passagem e notar que tudo havia sido em vão para meus interesses. – Não que seja exatamente heroica uma revolucionária que ama riqueza. – pensava com certo humor, quando notava a luz ao fim do caminho. Acelerei o passo até dar de encontro com aquela sala branca e dourada.

A imensidão da riqueza daquele homem estava ali, numa sala escondida da vista de todos. Ouro a se espalhar por cada canto, joias com pedras preciosas a enfeitar cores distintas naquele mar dourado, as paredes brancas traziam um contraste único ao cômodo, eu literalmente pisava em ouro e meus olhos azuis pareciam ser preenchidos por aquele brilho. – Agora sim, estamos falando de coisa boa. – respirava profundamente, como se pudesse sentir o cheiro daquelas coisas enquanto um sorriso bobo estampava minha face, era como se eu tivesse virado uma criança ao olhar tudo aquilo. Estava maravilhada, indecisa e sem sombra de dúvidas feliz. – O que pegar? O que pegar? – arriscava um passou ou dois em direção ao meio da sala, observando qual preciosidade deveria levar comigo. – Eu poderia pegar esse colar, ou deveria levar esse anel? Hmmm, talvez um par de brincos, aqueles com diamantes. – observava cada peça espalhada com cuidado, ainda que de longe, queria ir de encontro a peça que mais me interessasse, mas encontrava no centro dali algo inesperado, algo cujo valor excedia todo ouro ali.

Em posição de destaque estava algo que não era feito de ouro, muito menos trazia consigo pedras preciosas. Em sua forma distinta, enfeitada por espirais hipnotizantes estava uma fruta, mas não qualquer fruta, conhecia aqueles padrões, mas ver através de uma folha de papel e ouvir relatos era bem diferente do que de fato vivenciá-lo. – Uma Akuma no Mi. – me via fixa, incapaz de dar um passo a mais ou a menos enquanto vislumbrava o tesouro máximo de Darwishi. – Escondida de todos, faz bastante sentido agora. – ria de forma debochada enquanto sentia a aura que emanava do fruto, uma sensação estranha que percorria meu corpo, um interesse súbito uma tentação viciosa em ir ao seu encontro. – Gosto ruim, incapacidade de nadar, por um poder diferenciado. – pensava comigo mesma, valeria a pena o risco?

Respirava fundo enquanto lutava para tirar minha atenção para o ouro, mas era inútil. Quando dava conta de mim, já estava imaginando as possibilidades. – Se eu comer e der sorte eu poderia fazer tanta coisa...mas e se eu não der? E se for uma zoan? Eu viraria um bicho?! Mas dependendo do bicho pode ser bom, não que seja bom virar sei lá, uma égua. Mas seria legal voar também, tipo um pássaro. – coçava a cabeça, atolada pelas dúvidas. Comer ou não comer? Porém, a calmaria não demorou em dar espaço a tensão. O sibilo das serpentes era claramente notado e só assim pude tirar minha atenção da akuma no mi. A julgar pelo som, o número facilmente devia passar de dez, mas tudo era incerto naquela ocasião, ainda mais quando os animais se mesclavam facilmente ao ouro. – Morte por serpentes...que irônico. – ria da situação, não dispensando o comentário irônico.

Serpentes não são capazes de enxergar com clareza, elas se orientam por ondas de infravermelho através de suas narinas ou língua. No fim, não adianta sequer enganá-las, elas sabem minha posição através do calor do meu corpo. – pensava, enquanto observava meus arredores com extrema cautela. Sabia muito pouco sobre animais, mas pra quem conviveu com alguém que era frequentemente chamado de víbora, era impossível não ter pesquisado as razões de tal nome, como também das inúmeras aulas de caça e sobrevivência. Não havia uma forma eficaz de dissuadir aqueles animais, a percepção de calor deles era aguçada demais, porém dificilmente eles atacariam um alvo maior que eles a menos que estivessem extremamente ameaçados ou na pior e mais prováveis das hipóteses, eles tenham sido treinados para atacar.

Se eu for mordida por apenas uma, talvez eu consiga sair a tempo de fazer um antídoto, porém se muitas me morderem, talvez eu nem tenha esse tempo. – pensava com preocupação. Embora tivesse confiança em minha visão, a camuflagem perfeita iria retardar demais minhas ações, fora a distância, tudo poderia facilmente conspirar para meu insucesso, no entanto, havia um fato novo naquilo tudo, algo que mesmo sem olhar continuava a me atrair. Meu olhar voltou-se para a fruta do diabo, tal como a dúvida. – Comer ou não comer? – sorri, lembrando de algo que havia dito a todos meus amigos no passado. – Na dúvida, faça! – assim, caminharia com cuidado em direção a akuma no mi, papeis em uma mão, senbons na outra, buscaria alcançar meu objetivo da forma mais rápida e segura possível, disparando as agulhas somente nas serpentes que tentassem um bote onde seriam inviáveis minhas esquivas. Assim que alcançasse a fruta, soltaria as senbons para deixar minha mão livre para pegá-la e assim a comer. – Coloquemos tudo na conta do destino. – pensava.



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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Última edição por Volker em Qui 01 Mar 2018, 14:06, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptyQui 28 Dez 2017, 16:05


Who are you?

A meditação era sempre uma arma poderosa, aquilo poderia ser só parte do treinamento de algo maior, porém não podia negar de que veio em um momento bem conveniente, desligar-me do mundo por alguns instantes e por as ideias no lugar após tantos eventos perturbadores era importante para manter o espírito inteiro. Em determinado momento da meditação algumas vozes começaram a chamar minha atenção, quer dizer, eram realmente vozes? Não sentia como se eu estivesse ouvindo-as, mas sim sentindo-as, talvez isso fosse o famoso Nirvana? Seja lá o que fosse era uma experiência completamente nova e única, indescritível seria a melhor forma de definir.

Em meio a meditação algo interrompeu meu estado de concentração, um sentimento feroz e ameaçador. - “Uhn?!” - Arregalei os olhos assustado e senti meu corpo cair alguns centímetros. - Tsc, tsc, tsc… - Retorci levemente o rosto mais pelo susto do que pela dor causada pelo impacto. - Mas o que foi isso? - Olhei confuso na direção do comandante esperando que ele pudesse me esclarecer o que havia acabado de acontecer - não que ele tivesse a obrigação de saber. Por sorte Rá também sentiu o mesmo do que eu - e ao que tudo indicava Ray também, aqueles eram os sentimentos de Darwishi. - “Sentimentos… Essa é uma habilidade perigosa.” - Esbocei um leve sorriso torto enquanto me levantava, para quem olhasse aquele sorriso não teria significado algum, era apenas um sorriso de quem havia pensado o quão assustador esse artifício poderia ser.

Rá'Zor deu continuidade a explicação sobre o “Haki Vivo” e como isso poderia resultar na clarividência, como já havia teorizado no passado as previsões eram de fato feitas baseadas nessa empatia. - “Entender o sentimento e intenções de outras pessoas parece complicado, entender as pessoas é complicado.” - Cocei a cabeça com uma das mãos um pouco preocupado com aquele poder, talvez estivéssemos entrando em um território complicado de lidar, um poder com o qual se não soubéssemos lidar poderia trazer mais problemas do que benefícios. A explicação resultava em um pedido estranho: que olhássemos diretamente um para um outro, um pedido peculiar que despertou uma dúvida em meu interior. -  Han? - Arqueei uma das sobrancelhas um pouco receoso sobre isso, mas segui como o ordenado e me virei para o lado, na direção que Raymond estava e assim que o Rei Vermelho fizesse o mesmo daria de ombros, como se não estivesse entendo o motivo de tal.

A conclusão da explicação de Rá esclareceu o motivo do seu pedido inusitado, mas isso não deixava de ser um pouco, digamos, inesperado. - Você quer que façamos o que? - Voltei meu olhar na direção do comandante, visivelmente confuso e surpreso com o que ele estava propondo. No fim eu sabia que o questionamento era inútil e teríamos de fazer isso de um jeito ou de outro. - Eerr… Bem, parece que teremos uma sessão de terapia agora, he. -  Suspirei fundo e tomei uma postura mais séria. - Quem sou eu… - Murmurei comigo mesmo, pensativo, aquela era uma pergunta simples mas ao mesmo tempo complexa. Demorei um tempo para digerir aquela pergunta e pensando em algo antes de começar a falar. - Eu sou Tidus Belmont, filho do vice-almirante Dominic Belmont e herdeiro da família, ou ex-herdeiro agora hehe. Vivi boa parte da minha vida como um nobre, mas pra ser sincero eu nunca senti como se pertencesse a aquela atmosfera, tudo parecia tão… Como posso dizer, falso? As pessoas eram falsas, os sentimentos, tudo, acho que naquela época eu não sabia o que era estar vivo, afinal de contas eu era apenas “o filho mais velho do vice-almirante”, “aquele que vai herdar o destino do seu pai”, minha vida tinha sido decidida por outras pessoas mesmo antes de eu ter nascido, Tidus Belmont' não possuía uma identidade, simplesmente não existia, era apenas “o filho do Dom”. - Não sabia ao certo o motivo de estar dizendo esse tipo de coisa, mas por algum motivo foram os sentimentos e lembranças que vieram naquele momento. - Por muito tempo acho que odiei o meu pai, pela pessoa que ele era e o que representava, mas hoje eu vejo que eu só não era capaz de entendê-lo naquela época, só depois de sair de casa e ver o mundo com meus próprios olhos eu entendi. Isso não quer dizer que eu concorde com o lado que ele escolheu, talvez nem discorde, mas eu entendo e respeito, aprendi que não existe certo ou errado nesse mundo, apenas pontos de vistas diferentes, temos pontos de vistas diferentes e isso não me faz odiá-lo, não mais, na verdade talvez ele sempre tenha desejado que eu encontrasse o meu próprio caminho. - Talvez aquilo não tivesse significado para os outros dois que estavam ouvindo, talvez nem ajudasse em nada naquele momento, mas estas eram as palavras que eu carregava comigo a muito tempo e de certo modo era uma forma de eu mesmo me conhecer melhor.

- O que me move? Qual o meu propósito? Acho que eu faço muito essa pergunta a mim mesmo. De forma simples o meu objetivo principal é tornar o mundo um lugar melhor, mesmo que um pouco, acredito que esse seja o objetivo de muitos e as vezes enfrentamos pessoas com esses mesmos objetivos, então o que nos difere?  Talvez chegue o dia em que tenha de confrontar o meu próprio pai que também luta para tornar o mundo um lugar melhor, utilizando de outros meios mas esse não deixa de ser seu objetivo também, então quem está certo? Provavelmente os dois estejamos errados, talvez seja como foi a minha luta com Rá, ambos tínhamos o mesmo objetivo: proteger Alabasta, mas cada um de sua maneira e isso criou um conflito, quando paro para pensar nisso vejo que o verdadeiro problema seja a falta de comunicação e confiança, a vida nos ensinou a desconfiar de nossos semelhantes. - Esbocei um leve sorriso e balancei a cabeça de leve, chegava a se irônico. - Então acho que eu só tento fazer a minha parte, sabe, dar a minha contribuição para tornar o mundo um lugar melhor, mas no fundo ainda tento entender o que é certo e errado, a cada decisão é um novo questionamento: "qual seria a melhor decisão para todos?". No fim acho que busco uma resposta maior para tudo isso que fazemos. - Concluía a minha parte esboçando um sorriso sereno, podia ser coisa da minha cabeça mas podia jurar que estava me sentindo mais leve.

Daria um tempo para que Ray também aderisse ao “desabafo” antes de prosseguir com a segunda etapa. - Quem é Raymond King Walker... ? - Faria uma pausa logo após dizer isso, coçaria o queixo por alguns instantes e então começaria a falar. - Ray provavelmente foi meu primeiro amigo de verdade, quer dizer eu sempre tive Axell ao meu lado que além de irmão sempre foi um grande amigo, mas digo amigo sem vínculos de sangue. Acho que foi graças a ele que eu tive meu primeiro vislumbre de como o mundo é de verdade, de toda a desigualmente que assolava boa parte da população, foi ali que eu vi que o mundo era muito mais do que uma mansão luxuosa. Se não fosse por ele talvez hoje eu fosse um desses riquinhos sem alma vivendo na sombra do pai, sem um propósito ou luz própria, uma marionete. - Deixaria escapar uma risada um pouco sem jeito para não tornar o clima tão pesado. - É como dizem, os amigos são a família que nós escolhemos e eu fui muito feliz nessa escolha. - Voltei a assumir uma postura um pouco mais série e meneei positivamente a cabeça. - Bem, o Vermelho nunca foi uma pessoa muito carismática digamos assim, ele sempre foi bem fechado na dele e algumas pessoas podem achar isso um defeito, mas mesmo não sendo alguém tão comunicativo ele sempre conseguiu atrair as pessoas a sua volta, foi assim na infância com a gangue de garotos de rua e é agora como revolucionário, algo nele inspira as pessoas e isso é muito bom. Ele sabe ser um líder de verdade, tomando a iniciativa em situações complicadas e faz o seu melhor para ajudar o próximo. Talvez nem sempre ele tome as melhores decisões, mas quem pode culpa-lo? Ao menos ele tenta quanto muitos sequer ousariam. As vezes ele chega a ser radical como no caso com Darwishi, mas somos todos seres humanos e temos nossos próprios sentimentos, nem sempre é fácil engolir certas coisas, talvez todos naquela sala compartilhassem do mesmo sentimento.

Aquele era um momento estranho, conversar de forma tão aberta e sincera com alguém sem mais nem menos era no minimo um pouco desconfortável, mas por algum motivo as coisas fluíram melhor do que esperado. - Talvez tenhamos visões diferentes sobre certos assuntos, mas o importante é que concordamos no principal e eventualmente o ponto de um completamente o outro. - Daria por encerado a minha parte, era difícil descrever alguém mas havia feito o meu melhor com informações que talvez nem mesmo eu tenha parado para pensar afundo. Deixaria que o Rei Vermelho desse prosseguimento a sua parte e então aguardaria mais instruções de Rá.
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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptySex 29 Dez 2017, 01:23






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Depois de bastante provocação por parte de Anutops, o meu último soco finalmente fez um pouco mais de estrago no saco de areia, mesmo com os movimentos limitados daquele jeito pelos pesos. No momento do ataque, eu senti de novo a estranha sensação que tivera pela primeira vez na luta contra Amon - aquele poder ainda era estranho pra mim, mas ao menos dessa vez, eu tinha tido um pouco de controle sobre ele.

Eu respirei fundo, só agora percebendo que tinha prendido a respiração por bastante tempo depois de usar o Haki pela segunda vez. Aquele treinamento estava sendo bem mais pesado do que eu esperava, tanto fisicamente quanto mentalmente. "Essa coisa toda de transformar a determinação em algo tangível é...desgastante." Eu respirei fundo outra vez, concordando com Chara - o esforço mental só pra fazer aquele uso simples era bem grande, não admirava que fosse um poder tão incrível. "É cansativo, mas...eu sinto que estamos chegando perto. Quando controlarmos esse poder, ele vai se tornar uma ferramenta preciosa." Eu assenti pra mim mesmo, determinado. Era desse foco que eu precisava.

Agora, porém, as regras tinham mudado um pouco. Após explicar sobre uma técnica de artes marciais chamada Ibuki, Anutops deu início ao segundo desafio. - Os sacos de areia nitidamente não vão aguentar mais nem um golpe, então eu vou segurar seus golpes e medir o quanto você está avançando. - ele disse, pronto pra me testar outra vez. O Mink era grande e tinha uma aparência intimidante, mas as suas ações nos últimos momentos tinham deixado mais do que claro que ele era um bom professor - se antes eu duvidava dos seus métodos, isso já não era mais verdade. Além disso, a técnica parecia um tanto quanto interessante, então eu não faria mal algum em experimentar um pouco.

- Haaa... - eu comecei, expulsando todo o ar dos pulmões, fechando os olhos e em seguida respirando profundamente, concentrando minha força no braço direito. Em seguida, explodi com tudo num golpe direto, fazendo exatamente como Anutops havia explicado. - HA! - gritaria, com potência, deixando os músculos fazerem o trabalho. Depois do primeiro golpe, recuperaria o fôlego e seguiria com um segundo, no mesmo padrão, sempre tentando trazer de volta aquela mesma sensação das outras duas vezes em que tinha usado o Haki do Armamento.

"Uma armadura invisível...feita da minha própria determinação...!" Por mais que o treinamento fosse relativamente simples, simplesmente socar, mesmo utilizando a técnica que o Mink havia ensinado, não resultaria em lá muita coisa. Eu precisava imaginar o poder do Haki envolvendo os meus punhos, fortalecendo-os, transformando toda a minha determinação em me tornar mais forte e proteger os outros na mais poderosa das armaduras. E assim seria cada golpe, até o fim do treinamento.


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MensagemAssunto: Re: 1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts   1º Epic - Frozen Fists and Burning Hearts - Página 3 EmptySab 30 Dez 2017, 02:53


O treinamento para dominar o Haki da Observação só estava começando e Raymond já tinha uma leve sensação de que não seria fácil. Seguindo as instruções de Rá, o Rei Vermelho se sentava no chão de forma que pudesse meditar de maneira mais confortável e assim começou sua primeira lição. No começo estava sendo um tanto difícil porque ele não conseguia atingir o nível exato de concentração para fazer o que lhe era pedido, e assim ficou pouco alguns minutos, porém, na medida em que o tempo ia passando, Ray ia conseguindo mergulhar cada vez mais fundo em seu interior, estava aos poucos atingindo o estado de nirvana. Depois de estar a uma certa profundidade de mediração, aos poucos ele conseguia ouvir algumas vozes, não sabia dizer de quem era, e não conseguia ouvir claramente no início, porém com o tempo aqueles sons embaralhados foram tomando forma de palavras das quais o ruivo conseguia entender, aquilo finalmente estava dando certo, ele sentia que estava em contato com todos do palácio de maneira indireta, porém os gritos insanos de Darwishi quebrou aquele momento de maneira forte, tão forte que Ray "despertou" arregalando os olhos e jogando o corpo para trás.

- Mas o que?! - foi tudo que conseguiu dizer naquele momento, estava levemente assustado. E logo em seguida Rá dava mais instruções e informações sobre o Haki, assim também como os sentimentos.

" Que lunático... " - refletia, se referindo a Darwishi. Logo em seguida o ruivo se sentou de maneira correta novamente e de forma centrada encarava Rá, ouvindo atentamente o que era dito.

Em certo momento durante a aula teórica, Rá pedia para uma coisa um tanto constrangedora fosse feita, naquele mesmo momento Ray arqueou uma das sobrancelhas, o encarando, e logo em seguida desviou o olhar para Tidus, que parecia tão surpreso quanto. Um pouco relutante o Rei Vermelho se virava para o Duque Azul e uma leve gota de suor escorria de sua testa, aquilo era realmente constrangedor. Tidus começou falando sobre ele e o que o movia, e enquanto o mesmo proferia as palavras, Ray se manteve o olhando diretamente de maneira séria, ouvindo cara palavra dita. Ao fim das palavras de Tidus, o mesmo deu espaço para que Ray pudesse falar, por alguns segundos ele se manteve em silência refletindo.

" Quem sou eu? O que me move? Hmm... " - desviava o olhar para o chão por alguns segundos, sua mente parecia distante, mas logo voltava a si e ele olhava para Tidus novamente, dessa vez seu olhar estava mais sério e determinado.

- Eu não sei dizer ao certo quem sou eu... o que eu sou. Eu sou muitas coisas, mais até do que gostaria de admitir, mas eu acho que posso dizer o que eu não sou. - dava uma pequena pausa e esboçava um leve sorriso com o canto da boca, sua expressão agora estava mais confiante. - Eu não sou o tipo de pessoa que fica calado e não faz nada enquanto muita coisa errada está acontecendo. Não sou alguém impiedoso, muito menos alguém que tenta tirar vantagem de pessoas mais fracas. Desde pequeno fui criado de forma humilde por meus pais adotivos, que me acharam em uma cesta com um bilhete que dizia apenas "não deixe que o pai o encontre". Nunca me interessei muito em saber quem é o meu pai e porque ele não podia me encontrar, não me importa. O meu verdadeiro pai, o que me criou, morreu a muitos anos e me ensinou a ter caráter e nunca abaixar minha cabeça. Eu certamente não sou alguém que desiste fácil e a última coisa no mundo que eu faria, é trair os meus amigos, estes que sempre depositam grande fé em mim. - novamente dava uma pequena pausa, dessa vez parecia um pouco mais pensativo, mas logo voltada a se pronunciar. - Acho que se tem uma coisa que eu realmente posso afirma que sou, é a seguinte frase: Eu sou um guerreiro da liberdade. - e após terminar de falar, voltava a ficar em silêncio, dando espaço novamente para que Tidus pudesse falar.

Quando o Duque Azul começava a falar, Ray não podia negar que estava um pouco nervoso. Apesar de serem amigos a muito tempo, ele nunca perguntou o que Tidus achava dele, e agora que estava nessa situação, não podia negar que estava um tanto curioso. Na medida que ia ouvindo o que era dito, um leve sorriso se moldava em seu rosto, era bom saber como era visto por seu companheiro, e aquilo de certa forma o motivou a ser alguém ainda melhor. Quando finalmente chegou sua vez, Ray respirou fundo e encarou o chão por alguns segundos, mas logo voltou a encarar Tidus. - Tidus Belmont... Quando o conheci ele era apenas um garoto levemente mimado que tinha um grande fardo em suas costas: o seu nome. A princípio não foi alguém que me chamou muito a atenção, pois para mim era apenas um garoto privilegiado que iria crescer e seguir o que foi traçado para a sua vida sem questionar, uma grande marionete. Mas tudo mudou depois de conhece-lo um pouco melhor, além de ser uma pessoa excepcionalmente forte e inteligente, ele tem uma das qualidades que eu mais prezo em alguém: Honra. - dava uma pequena pausa para repirar levemente, e logo voltava a falar. - Ele é a pessoa mais leal e confiável que eu conheço, e essas são qualidades difíceis de se encontrar por ai. Ele é o tipo de pessoa que eu não pensaria duas vezes eu fazer uma burrada, porque eu sei que ele vai estar lá para me salvar, é o tipo de pessoa que eu posso fechar meus olhos e seguir em frente, porque eu sei que independente das cicunstâncias, ele estará comigo. Ele é o meu melhor amigo e é alguém que eu sei que nunca vai me desapontar, todo líder precisa de um bom braço direito, e por sorte, eu tenho o melhor de todos, afinal... Quem melhor do que o meu melhor amigo?! - e assim finalizava suas palavra com um leve sorriso confiante, voltando a olhar para Rá.






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