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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!

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MensagemAssunto: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptyQui 30 Nov 2017, 19:24

Relembrando a primeira mensagem :

Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Bartolomeo Khan. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptyTer 30 Jan 2018, 01:15

Ajuda a caminho


Não demorou muito para que o coala confiasse em mim, afinal eles precisavam do máximo de ajuda possível. Não era de meu interesse, mas ouvi atentamente a história. Aparamente eles estavam envolvidos em uma guerra civil, se assim posso chama-la. Apesar de ter ouvido apenas a sua versão, fiquei emocionado ao escutar ele contar. Podia sentir a dor em suas palavras, o desespero de seu povo. Parece que a não são só os humanos que são desunidos. Sempre uns vão querer ter alguma vantagem sobre os outros, e assim começa os abusos, intolerância e até mesmo a guerra.

Não queria me envolver, aquela luta não era minha. Mas alguns ainda precisavam de minha ajuda. A situação ali estava controlável, dizia o coala. O problema agora era no campo de batalha. Nunca fui fã de combates, mas não podia ir desarmado. Afinal, não poderia salvar nenhuma vida se tivesse morto – Eu vou ajudar, me mostre a direção que devo seguir. E se possível, gostaria de algo que pudesse enfaixar feridas, algo para limpar machucado. Enfim, itens que me ajudem a fazer alguns curativos.

Aguardaria as instruções do mink – Já ia me esquecendo – antes que pudesse partir, faria um último pedido - Sei que pode ser demais, mas não queira ir desarmado. Está acontecendo uma guerra, e mesmo que eu não vá lutar, ainda posso ser atacado - Pegaria o que ele poderia me dar. Caso não tivesse nada a oferecer, seguira o caminho mesmo assim. Falando em caminho, seguiria o rastro de sangue que estava pelo chão. Algo sobre algum prisioneiro ter escapado.

Dessa vez manteria minha atenção redobrada. Eles poderiam ter feito alguma armadilha, ou eu poderia ser atacado. Caso tivesse com algo para me defender, esconderia. Não seria sábio oferecer ajudar com uma faca na mão, por exemplo. Caso encontrasse algum movimento, pararia e observaria de longe. Antes de aparecer tinha que ter certeza que não seria atacado. Procuraria por minks caídos, feridos e afins. Não me importava o lado, eu arriscaria minha vida para salvar qualquer ser.
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Yamazaki Raizo
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MensagemAssunto: Re: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptyQua 31 Jan 2018, 06:18

 
Bartolomeu



Bartolomeu havia conseguido o feito que pra muitos era impossível, para outros apenas com uma intervenção divina seria possível realizar tal feito e para outros era uma profecia antiga sendo cumprida. Shizuka e seus seguidores estavam derrotados, e ao ordenar que prendessem os líderes, Bartolomeu evitava que eles fugissem ou tentassem uma nova investida.

Alguns soldados com ferimentos leves trataram de amarrar muito bem os três líderes do exército de Shizuka, enquanto desarmavam os soldados que não se aliaram à resistência no começo da batalha. Moku observava Bartolomeu passando por ele, liderando um grupo de soldados moribundos e o leão sucumbindo à dor e sangramento não era capaz de acompanhá-los, e encostando suas costas na parede da caverna, o leão deslizava por ela até sentar-se no chão e permanecer assim, se esforçando ao máximo para não desmaiar.

Bartolomeu seguia na frente do grupo de soldados feridos, atrás dele os soldados se ajudavam, os que tinham olhos feridos eram ajudados por algum outro que tinha ferimento em outro lugar, os que não podiam andar eram arrastados numa espécie de maca improvisada, e assim eles evitavam mais mortes. E não andaram por muito tempo até conseguir a tão esperada ajuda, na verdade andaram apenas alguns metros devido à baixa velocidade em que se moviam. E supreendentemente um outro humano apareceu frente à eles, deixando todos extremamente confusos com o que acontecia.



Sete


O garoto perguntava ao Coala se havia equipamentos que ele pudesse usar para tratar ferimentos, e o Coala rapidamente oferecia ao garoto uma mochila com vários kits de primeiros socorros, tesouras, agulhas e bisturis. Ao ser questionado por algum item para se defender o Coala indignado respondeu:

- Não sei que tipo de médico você é, mas eu prefiro que me machuquem ou me matem, do que ferir alguém, meu juramento foi salvar vidas, tirá-las é o mesmo que contradizer quem eu sou. Então não, não há armas para você aqui, começo a me questionar sobre você ser realmente capaz de ajudá-los!

O temperamento do Coala era um tanto difícil de compreender, talvez os estresse de cuidar de feridos da guerra o fizesse ser tão emotivo, porém ignorando isso o garoto de cabelos prateados seguia pela trilha de sangue deixada por Shizaki nos corredores da caverna.

Após alguns minutos andando, o garoto pôde ouvir gritos, urros, grunhidos e o tinir de espadas, tudo acontecia mais à frente, e sorrateiramente o garoto tentava observar o que acontecia, e posicionando-se atrás de uma grande pedra ele pôde ver muitos minks, alguns rendidos e outros com armas levantadas, urrando com felicidade em suas expressões, indicando que possivelmente uma batalha havia sido terminada e eles foram os vencedores.

O garoto também percebeu que havia um humano do lado deles, e tal humano comandava o lado vencedor daqueles minks, e após algumas ordens que Sete teve dificuldades para ouvir, tal homem que liderava os minks, agora estava à frente do soldados que estavam claramente mais feridos, e ele também era um dos que precisavam de cuidados médicos urgentes. Sete percebeu que a batalha havia acabado, e se aqueles seres não fossem socorridos naquele exato momento eles poderiam morrer, então sem demorar o garoto revelou-se, e sem dizer uma palavra o garoto foi em direção dos minks mais necessitados primeiro, e o homem que liderava-os vendo que Sete era um médico, dizia ao garoto enquanto o via tratando os mais feridos:

- Eu vou precisar de uma ajudinha nos meus braços, na minha perna, já que tem uma ADAGA presa nela e preciso de outra ajudinha com o meu nariz, tá bem difícil de respirar. Vai tudo voltar ao normal, não vai?

Porém o garoto estava tão preocupado em salvar a vida dos que estavam numa situação mais crítica que acabou não ouvindo o que o rapaz falava, e Sete se empenhava ao máximo estancando os sangramentos, limpando as feridas, retirando projéteis dos ferimentos e costurando cortes, o garoto fazia isso como se sua própria vida dependesse de salvar a vida dos outros.
Off:
 

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~A vida é apenas um fenômeno superestimado...~


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- Fala -
* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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MensagemAssunto: Re: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptyQua 31 Jan 2018, 14:31


Olhos Dourados ascende!
A engenhosa sociedade Mink!

Era bonito ver os seres vivos se ajudando. O esforço de um povo inteiro para cuidar de seus integrantes, colaborando e fazendo o seu melhor para o bem geral. Vi Moku se arrastar para a parede e fazer um grande esforço para não desmaiar, e apenas o deixei lá, ele estava usando todas suas forças para se manter vivo. Precisaríamos de um médico lá urgente, e eu buscaria um para o encarregado de inspirar as tropas. Liderei os moribundos pelos corredores gelados e úmidos da gruta até encontrarmos algo que me deixou animado.

Era um ser humano! Eu não era o único ali! E ninguém havia me dito isso antes! Fiquei boquiaberto, esperando ser notado de volta. Ele era um pouco menor que eu, com os cabelos brancos platinados e olhos tão exóticos quanto os meus, porém vermelhos como um rubi. Ele vestia roupas similares à minha, básicas e negras, mas seu corpo parecia estar escondido no monte de panos. Não quis parecer desesperado, afinal, ele que deveria estar feliz em ter a honra de ver Bartolomeo Khan, não é mesmo? Apenas informei quais seriam os cuidados necessários, mas ele pareceu não me dar ouvidos.

Eu preciso que um médico esteja livre pra cuidar de Moku. — pensei comigo mesmo, procurando com os olhos e com o dedo indicador alguém que já estivesse tratado pelo médico humano — Vá procurar um médico para Moku, por favor, ele está sangrando muito, seu braço inteiro foi arrancado!

Eu me importava de verdade com o homem leão, mas também estava com dor e esperava minha hora de ser atendido pelo médico misterioso. Aguardaria quieto, não estaria com pressa para receber a devida atenção, mas não atrapalharia seu trabalho, deixando que ele fizesse o melhor possível. Na verdade eu apenas ficaria bastante perto, com um sorriso imenso no rosto, não conseguindo segurar a felicidade de encontrar alguém da minha espécie após um período naquela selva com humanoides.

Eu prestaria atenção em seu trabalho, tentando entender o que ele estava fazendo e a razão por trás disso. Meus olhos iam e voltavam, mirando nos olhos vermelhos e no paciente que estava sendo tratado. Eu queria muito falar com aquele rapaz, queria bater um papo humano, não Mink. Será que aqueles humanoides sabiam da existência daquele cara e não me falaram nada? Pra mim, eu era o único humano vivo naquela ilha. Enquanto ele estivesse cuidando de um paciente, iria me virar para o humanoide e tirar minha dúvida.

Vocês já conheciam esse cara e não me falaram nada? Qual é, vocês não pensaram por um instante que isso poderia ser legal para mim? — perguntaria como quem se sentia traído, era só mais um drama.

Independente da resposta, sairia de perto, deixando o rapaz trabalhar sem empecilhos, esperando a minha vez, com os braços molengas e ainda doloridos, mancando por conta da adaga de Shizuka. Faria questão de parecer intimidador apenas com o peso psicológico dos meu olhar flavescente, que não descolavam do garoto de cabelos brancos. Eu já havia dito o que eu precisava, mas caso ele perguntasse qual era a ocorrência, não faria cerimônias para falar.

Meus dois antebraços estão doendo muito! Acho que consigo ver meus ossos. E tem uma adaga na minha perna. Acho que vou ficar com ela, tem um valor sentimental agora. Foi a primeira guerra que eu venci. — comentaria esperando ser tratado.

Eu tentaria segurar minha dor caso sentisse durante o procedimento do rapaz. Talvez não sentisse nada, mas, caso sentisse, faria de tudo para não demonstrar, até mesmo enrijecendo o maxilar, mordendo a língua, retraindo os lábios. Esperava não ter que imobilizar meus braços, eles estavam sendo muito judiados. Não fazia muito tempo que eles haviam sido dilacerados com os espinhos de Shizaki, e agora estavam quebrados por conta de Jeff. Eles precisavam de um bom repouso, ou talvez de um revestimento.

A adaga era outra coisa que poderia machucar bastante, e respiraria fundo antes que o médico tirasse ela de minha perna. Para o caso dele perguntar se eu estava pronto antes de cada ação dele, respiraria fundo e olharia para o teto enquanto soltava um "aham" desconfortável. O máximo que faria para demonstrar minha dor era mostrar os dentes em agonia, mas pouparia os soldados de me verem sentir dor por uma coisa boba. Poderia ser um tanto quanto engraçado, mas eu tinha uma reputação de grande líder para zelar.

Assim que eu estivesse consertado, poderia puxar algum assunto com o rapaz.

Você tem nome? — perguntaria — Certo... Eu sou Bartolomeo Khan, talvez tenha ouvido falar do meu clã, ou até mesmo de mim caso você seja um caçador de recompensas. É uma longa história, mas entre eles eu sou conhecido como Olhos Dourados. Acho um apelido bem fraco para falar a verdade, mas não somos nós que escolhemos, não é mesmo? Enfim, o que faz aqui?

Eu queria realmente puxar assunto com o rapaz, ele era o único que entendia como era ser um ser humano, um adolescente, um jovem atrás de um sonho e preso numa ilha misteriosa. Para falar a verdade, ele me parecia uma boa pessoa. Não sabia ainda a sua personalidade, mas a julgar pelo empenho com os pacientes e pela sua aparência, ele parecia alguém legal para manter um contato. Tentaria me aproximar dele, e, quem sabe, convidando-o para viajar comigo até outra ilha. Eu precisava voltar para a Grand Line, e viajar sozinho é muito chato.

Eu também estaria atento à qualquer pergunta do rapaz, e não seria um folgado em respondê-lo. Eu sabia que eu era um pouco narcisista, mas isso era da minha personalidade e ele deveria se acostumar com isso.

Eu vim parar aqui por acaso. Meu estou de castigo com o meu clã, mas pouco importa, eu vou mostrar para eles que o jeito certo de liderar não é o que eles pensam. Eu pretendo chegar ao topo do mundo, e vou fazer o que for necessário para isso. Não aguento mais ver pessoas sofrendo por governos falhos como a Marinha e o Governo Mundial, espero que entenda o que eu quero dizer. Dizem que há um tesouro no fim do mundo, e todos estão caindo no mar atrás dele... Se eu conseguisse obter esse prêmio, eu conseguiria ser o rei do mundo inteiro e faria a justiça como ela deveria realmente ser. Sem corrupção. Por isso eu preciso ser o mais forte do mundo!

Era uma breve explicação sobre o que eu estava fazendo ali e sobre o que eu queria fazer quando saísse de lá. O que, provavelmente, se dependesse de mim, não demoraria muito, afinal, não aguentava mais ficar longe de prédios e seres humanos. Sem racismo, mas eu gostava da minha espécie. Caso ele não tivesse mais pacientes para cuidar, o convidaria para ver o campo de batalha, explicando a situação daquela ilha e como eu fui parar no comando daquele exército. Tentaria caminhar de forma a não sentir tanta dor na perna, se necessário, mancaria.

Aparentemente há uma ditadora fascista. Ela odeia as outras raças e gosta de adoração. Eu pessoalmente não vejo problema em gostar de ser adorado, mas matar os outros pela raça é algo sem cabimento. E, como se não bastasse, ela estava contra outros humanoides, que se autodenominavam "resistência". Eles acreditavam que um herói de olhos dourados viria para salvá-los e... — olharia para o rapaz e arregalaria os olhos, mostrando sua cor vívida e amarelada — Bem, sou eu. E... Isso é o que aconteceu.

Apresentaria a ele o campo de batalha. Apontaria os líderes que havia derrotado, mostrando que a batalha havia sido vencida pela resistência. Eu não sabia o que eles fariam dali para frente, e também não iria me intrometer. Talvez pediria uma estátua de ouro para combinar comigo, mas não iria fazer parte da diplomacia Mink. Eu agora seguiria o médico onde quer que ele fosse, e, caso eventualmente encontrasse Moku, conversaria com ele e, caso estivesse sendo atendido, me direcionaria ao médico também.

Você precisa ficar bem logo, Moku. A ilha depende de você. — caso houvesse um médico cuidando dele, sorriria, entretanto, caso ainda estivesse na sarjeta esperando atendimento, recorreria ao menino dos olhos escarlate — Você é médico, né? Cuide dele, por favor! Ele precisa de atendimento rápido, está perdendo muito sangue. Será que tem como grudar o braço dele de novo? Por favor, diz que sim!




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MensagemAssunto: Re: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptyQui 01 Fev 2018, 00:50

Um novo aliado?


Antes de partir fui questionado pelo coala sobre o pedido de algo para me defender. Ignorando aquilo, peguei a mochila e segui o caminho da gruta. Após um tempo, escutei alguns sinais de luta. Parece que tinha chegado ao meu destino. Alguns minutos escondidos foram o suficiente para ver que a guerra já havia acabado. O mais curioso era um humano de cabelos loiros ali, ainda mais por parecer liderar os minks. Não me importava o lado vencedor, nem que estava de pé, estava buscando pelos caídos. Sem hesitar fui na direção do primeiro, e comecei a analisar seus ferimentos antes de iniciar os procedimentos básicos.

Primeiramente coloquei o ferido numa posição segura. Procurei não mover nada que não fosse necessário, mas tinha que deixar o pescoço dele reto. Isso facilitaria a respiração pois desobstruiria as vias respiratórias. Continuando, verifiquei o estado de consciência para caso necessário, fazer a massagem cardíaca – Está na hora de cuidar das feridas – após analisar os locais de sangramento, peguei uma gaze dentro na mochila e coloquei sobre o local pressionando.

Durante o processo percebi que o rapaz falava comigo. Infelizmente minha preocupação fez com que eu ignorasse o que era um pedido de ajuda. Enquanto pressionava, virei para ele analisando sua situação – Me desculpe por não prestar atenção no que estava dizendo. Vou tentar ajudar seu amigo. Agora por favor, sente e pare de se mover. Isso só vai piorar sua situação – Não queria parecer rude, mas diria a verdade. Mesmo falando com o garoto, colocaria maior atenção na ferida que estava estancando. Caso percebesse que já havia pressionado tempo suficiente, colocaria curativo e partiria para outra – Você parece ser o líder deles, que incomum. Me chamo Sete, cai de paraquedas aqui. Só espero que não me mate depois de ajudar vocês.

Terminando os curativos da vítima que estava tratando, iria na direção do leão. Rapidamente testaria a consciência da vítima – Ei amigão! Vou te ajudar, aguenta firme – Diria enquanto tiraria a sutura e agulha da mochila – Tenta se concentrar na minha voz, me chamo Sete, qual o seu? – Poderia não ser o momento certo para um diálogo, mas estaria tentando manter o leão consciente. Ao mesmo tempo, tentaria dar pontos nas artérias principais, tentando diminuir o sangramento. Caso os pelos me atrapalhasse, cortaria com a tesoura. Em seguida tentaria limpar o ferimento para evitar qualquer infecção. O certo seria leva-lo ao médico, lá ele poderia ter mais equipamentos para o socorro – POR FAVOR! PRECISO DE AJUDAR PARA LEVA-LO DE VOLTA AO COALA - Gritaria para os menos feridos. Era pedir demais, mas a vida daquele mink estava em perigo. Enquanto esperava pela vinda de alguns, pressionaria com algumas gazes a área sem o membro. Tentaria colocar seu ferimento para cima, para que a pressão ajudasse a diminuir o fluxo de sangue. Assim que diminuísse, liberaria para que pudessem leva-lo até o coala.

Voltando minha atenção para o garoto de cabelos loiros, começaria seus curativos – Só me diga que vocês estão do lado do coala, por que senão ele vai matar seu amigo – Um descuido meu, mas acreditava que o mink médico não negaria ajuda, mesmo que para um inimigo. A adaga não deixava a hemorragia se descontrolar – Muito bem, vamos começar pela adaga. Assim que tiver preparado posso tira-la. Só não vai ficar com saudade rsrs – Dando uma leve risada para descontrair, esperaria o “ok” do garoto. Deixaria a gaze ao lado, seguraria na perna e puxaria a adaga rapidamente. Assim que ela saísse, pressionaria o ferimento com a gaze – Me desculpe a falta de atenção, mas qual seu nome mesmo?! – Poderia ser um bom momento para conhecer o rapaz – Eu não esperava um humano aqui, fiquei muito surpreso. Se não se importar em dizer, o que faz aqui? – Ouviria Bartolomeu enquanto continuava pressionando. Sua historia poderia ser interessante. Além disso seu sentimento pela reorganização social, me acalmaria. Havia alguns pontos em que não concordaria, mas ele poderia ser uma pessoa do “bem”. Ainda mais por ajudar os minks numa causa que não era a dele.– Acredito em suas palavras, acho melhor você não mexer essa perna por algum tempo, isso aqui vai precisar de alguns pontos – Pegaria a agulha e sutura e começaria das os pontos. Assim que finalizasse colocaria outra gaze na área e pressionaria por alguns minutos. Seguindo para os ferimentos dos braços, analisaria a situação. Caso precisasse de um procedimento cirúrgico igual ao leão, então não poderia ajuda-lo – Me desculpe, mas só consigo ir ate aqui. Recomendo que vá ate o coala, posso te ajudar a movimentar para não prejudicar ainda mais o ferimento da perna. De forma alguma você deve movimentar esses braços, isso só pode piorar a situação.

Depois de toda essa situação seria difícil segurar algumas lagrimas. O caos trazido pela guerra era horrível. E ainda pior era não ter o conhecimento necessário para salvar os mais graves. Poderia me sentir impotente e inseguro no que fazia. Mas tinha que continuar – POR FAVOR! OS QUE ESTÃO CONSEGUINDO ANDAR, ME AJUDEM A LEVAR OS MAIS GRAVES PARA O COALA. QUEM PRECISAR DE CURATIVOS POR FAVOR LEVANTE O BRAÇO – Não queria tomar frente, mas era necessário. Seguindo minhas próprias palavras procuraria por quem precisasse de primeiros socorros. Caso não houvesse ninguém mais, ajudaria a levar o mink grave mais próximo, ou até mesmo ajudaria Bartolomeo a andar. Antes de partir pegaria a mochila e diria – Lembre-se de não movimentar mais que o necessário, vocês podem piorar o ferimento.

Caso voltasse com o garoto loiro, responderia todas as suas perguntas. E também ouviria o que ele tinha a dizer – Eu estou em busca de uma aventura. Minha historia é longa, talvez depois possa te contar com mais detalhes. Eu apenas busco ajudar os outros por onde eu passo. Com sorte encontrei vocês. Espero estar sendo útil – Seria bom saber quem eu estava ajudando – Me conte também sobre o que esta acontecendo aqui. Para que toda essa guerra? Toda essa matança? Não era melhor um acordo ou diálogo? – Ouviria atentamente, enquanto voltássemos para as ruínas da vila. Assim que chegasse lá, iria procurar pelo coala e atualiza-lo sobre a situação dos feridos – Trouxe os mais graves por não ter conhecimento para ajuda-los. Me perdoe, mas posso ajuda-lo mais aqui. Me diga o que fazer - A ideia não era sobrecarregar o coala, e muito menos tirar esse peso de mim. Queria que ele me orientasse, pois ainda havia muita coisa que não conhecia.



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Legenda:
"Lembranças"
Fala




Última edição por Yue em Dom 04 Fev 2018, 18:03, editado 3 vez(es)
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Yamazaki Raizo
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MensagemAssunto: Re: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptySab 03 Fev 2018, 02:43


         
Bartolomeo e Sete


Sete sem hesitar ia em direção ao seu primeiro paciente, e enquanto o ajudava Bartolomeu tagarelava em seu ouvido, quase distraindo o garoto. Graças ao seu comprometimento Sete era capaz de fazer um bom trabalho, logo depois indo em direção à Moku que claramente estava precisando muito de socorro médico, e tentando o manter consciente Sete iniciava um monólogo, pois o leão não era capaz de falar, apenas respirava de modo extremamente cansado, revirando os olhos e quase sucumbindo à dor e cansaço.

Após ajudá-lo, Sete pedia ajuda à outros minks para que o levassem até Guido, e antes que os minks o levassem numa maca improvisada, Moku usava toda sua força restante para levantar seu único braço para agarrar o colarinho de Bartolomeo e trazê-lo para perto do seu rosto, ao fazer isso o mink com suas últimas forças soltava as palavras como se fossem um sussurro:

- Bardo... Xin Seng... Cuide...


Após dizer isso o mink não resistia e desmaiava na maca, os minks preocupados faziam o caminho de volta rapidamente para que ele tivesse o tratamento o mais rápido possível. Sete segurando seu desespero pelo cenário da guerra ordenava que os minks o ajudassem à levar os feridos de volta para onde Guido e os outros estavam. Todos estavam sendo levados em macas improvisadas com as próprias roupas dos guerreiros, algumas macas davam suporte apenas à parte superior do corpo do paciente deixando as pernas do mesmo serem arrastadas no chão, mas não havia outro meio, o efeito pós-guerra levava à todos ali à condições precárias. Assim como os feridos dos dois lados do exército, Shizuka, Jeff e Boodar também eram levados, inconscientes, para a gruta, onde provavelmente seriam julgados e punidos.

E então, apoiando Bartolomeu em seu ombro, Sete também ajudava o Olhos Dourados à retornar para junto dos outros enquanto conversavam e trocavam informações, ajudando um ao outro à superar a pressão de estar numa ilha onde não há humanos. Ao chegarem na gruta, Guido estava de costas para eles, mas ao ouvir o barulho dos passos lentos de uma multidão, virou-se lentamente com os olhos já cheios de lágrimas, e olhando para Sete ele disse:

- Você provou que eu estava errado garoto, estou orgulhoso de você!

E mudando completamente sua postura, Guido começou dar ordens para os outros quatro minks que cuidavam dos feridos junto com ele:

- Vocês quatro: cada um de vocês escolham uma área da gruta rápido, e levem uma porção de pacientes pra lá e atendam primeiro os que correm risco de vida. Vocês guerreiros que estão feridos mas podem esperar: vocês serão os enfermeiros, obedeçam tudo o que meus médicos disserem, apenas desse modo poderemos salvar o máximo de vidas possível.

E virando-se para Sete, um pouco mais baixo mas com a mesma autoridade na voz, Guido prosseguia, apontando para um leito no chão:

- Deite esse rapaz pálido aqui e deixe-o descansar, você vai me ajudar com Moku.

Moku estava no leito ao lado de onde Guido havia ordenado que Bartolomeu se deitasse, e parecia já consciente novamente, seus olhos estavam pouquíssimo abertos porém acompanhavam lentamente o que acontecia ao redor. Guido preparava Sete para sua primeira cirurgia, colocando os equipamentos necessários para cirurgia em suas mãos, e encorajando o garoto dizia:

- Os melhores médicos são forjados no calor de uma cirurgia, se ele morrer a responsabilidade é completamente sua, vamos começar!

Bartolomeo estava com todos os ferimentos tratados, porém a dor era extrema, praticamente insuportável, muitas vezes o deixando com extrema dificuldade de respirar, esse era o peso da vitória, enquanto Sete estava à instantes de iniciar um procedimento que provavelmente era o mais importante da sua vida até o momento, a cirurgia no braço de Moku, e assim o destino cruzava o caminho de dois humanos de modo mais inusitado possível.

Explicações:
 

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MensagemAssunto: Re: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptySab 03 Fev 2018, 19:09


OLHOS DOURADOS ASCENDE!

A ENGENHOSA SOCIEDADE MINK



     O garoto de cabelos brancos era um médico exemplar. Eu me esforçava para mancar para perto dele e prestar atenção no cuidado com que ele cuidava dos pacientes animalescos. Uma dúvida surgia em minha mente, e eu me perguntava coisas bobas, como, por exemplo: para cuidar de minks, é necessário um médico ou um veterinário? Eles são mais humanos ou mais animais? Era estranho pensar assim, e era pior ainda quando eu pensava que eles nos olhavam como minks macacos sem pelos. Eu não parecia com um macaco, aquilo não fazia sentido algum. Esses questionamentos supérfluos me distraíam da intensa dor que eu sentia nos braços, mas não as tiravam de mim, que sentia a ardência e a agonia do ferimento.

Você parece ser o líder deles, que incomum. Me chamo Sete, cai de paraquedas aqui. Só espero que não me mate depois de ajudar vocês. — respondeu o médico.

Sete? É um nome curioso. Mas se escreve igual o número? Tipo: s-e-t-e? Caraca, diferente. Só Sete? Você não tem um sobrenome? — perguntava retoricamente, afinal, ele estava muito ocupado.

Acompanhei, com dificuldade, Sete até Moku. Ele estava totalmente fora de si, revirando os olhos, respirando com dificuldade, aparentemente sem forças para mais nada. O garoto misterioso com o nome mais esquisito ainda tentava recuperar a consciência do leão com pequenas conversinhas, mas ele não conseguia resposta alguma além da expiração forçada. Eu assistia de canto, torcendo pelo felino, mandando boas vibrações para todos naquele lugar, afinal, não queria que mais ninguém morresse.

Aparentemente Moku estava vivo, mas precisava de uma intervenção cirúrgica, e os guerreiros improvisados como enfermeiros levavam-no em uma maca. Eles passaram bem perto de mim, e pararam quando perceberam que as garras alvas e afiadas de Moku estavam no colarinho da minha camiseta, me puxando para perto. Tomei um pequeno susto no primeiro momento, Moku sempre fora um tanto quanto severo em suas palavras, e eu retribuía com mais seriedade ainda, entretanto, naquele momento, eu queria ouvi-lo. Sua voz grossa e fraca, mostrando bastante o esforço que fazia para falar, proferiam em meus ouvidos.

Bardo... Xin Seng... Cuide...

Meus olhos arregalaram, eu não sabia se eles estavam vivos mais, e eu me sentia negligente ao perceber que eu não havia pensado neles. Uma ansiedade cresceu dentro de mim, e o meu âmago ficava inquieto, mas não havia mais o que fazer. Sete me ajudou a caminhar, passando meu braço por cima de seus ombros, enquanto torcia o meu pescoço procurando rastros de Bardo ou Xin Seng. Desisti, olhando para baixo, deixando as mechas caírem sobre meus olhos. Eu deveria crescer muito como pessoa para poder ser um bom líder.

Acompanhei Sete até o local onde todos estavam sendo cuidados. Shizuka, Jeff e Boodar estavam sendo levados para serem julgados. Eu gostaria bastante de fazer isso, mas eu precisava ser cuidado antes. Um coala conversava com o médico humano, e me mandava deitar perto de Moku para descansar. Meus ferimentos estavam tratados, mas eu ainda tinha muita dor na perna, e uma dor insuportável nos braços. Deitar parecia um alívio, mas eu não conseguia encontrar uma posição que cessasse a dor que eu sentia onde antes as fraturas estavam expostas.

Moku, aguente firme. Sete, você consegue! Faça um bom trabalho, e eu vou ficar tranquilo em ter um médico na minha equipe hahaCOFCOFhaha. — procuraria alguém que estivesse responsável por cuidar dos líderes da ditadura — Eu quero julgar Shizuka, Jeff e Boodar. Mas, antes, quero conhecer a cidade e ver qual é o monstrengo que Jeff tanto falou. Só deixa a minha perna melhorar que eu vou. Sete vai comigo, não é?

Eu, honestamente, faria isso com ou sem Sete. Eu queria saber quem era aquele monstrengo que tanto falaram. Queria julgar Shizuka e libertar a família de Nyu, que provavelmente já estava num lugar melhor numa hora dessas. Eu queria anistia para todos da resistência, e lutaria para que eles tivessem mais poder de opinião, afinal, seria um reboliço muito grande na ilha, e eu não queria aquilo caindo sobre minhas costas. Quando eu me tornasse o rei do mundo e acabasse com a injustiça do Governo, talvez eu pudesse voltar e resolver as situações pendentes

Tentaria me levantar e deixar Sete fazer o seu trabalho em paz, eu já havia tagarelado muito em cima dele. Mancando e tentando suportar a dor no braço, tentaria andar para fora da gruta e checar se ainda estava nevando da mesma forma que eu via anteriormente. Era intrigante a forma que o tempo naquela ilha mudou, e eu já tinha cumprido minha missão, restavam apenas detalhes para que eu pudesse partir para o próximo destino, que me deixaria mais perto ainda da Grand Line. Mas eu tinha um objetivo, e pretendia cumpri-lo, afinal, chegar como um mero civil em Cactus Island faria minha família criar uma resistência e me dificultar a partida.

Faria o esforço necessário para me levantar sem o uso dos braços e tendo a devida piedade com a minha perna que fora ferida. Caso não conseguisse me levantar, me frustraria, e ficaria deitado até a dor passar e eu conseguisse andar normalmente. Olharia para o teto da gruta procurando novamente as pedras luminosas em seu topo, me distraindo enquanto pensava em coisas aleatórias. Era um tempo perdido, sabe? Ficar lá, deitado sem fazer nada. Eu queria ver a ilha, desbravar a cidade de Shizuka e descobrir o que era o monstrengo que todos temiam. Uma vez fora da gruta, perguntaria para a primeira pessoa livre:

Pode me levar até o monstrengo que Jeff havia falado? Eu quero saber o que é aquilo. É só um passeio, eu já tenho que voltar aqui pra fazer o julgamento.




Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptySeg 05 Fev 2018, 03:23

Primeira cirurgia

Mesmo tendo acabado a guerra, as batalhas ainda não tinham sido encerradas. Muitos ainda lutavam para viver. Muita gente continuava ferida, alguns mais graves que os outros. Eu tentei ajudar como pude, mas tinha minhas limitações. Por fim, conseguimos nos organizar e ajudar a maioria. Deu tudo certo na medida do possível. O problema agora era ajudar os mais graves que estavam sendo transportados até o médico Coala.

Em meio aquela confusão, consegui conhecer melhor quem liderava aqueles minks. Depois de lhe fazer alguns curativos, o ajudei a voltar para o começo da gruta. Curiosamente era um humano chamado Bartolomeo Khan. Fisicamente era bem comum, exceto pelos seus olhos e cabelos dourados. Suas ideias eram semelhantes as minhas, o que me deixava bastante animado. Ainda era cedo, mas poderia surgir uma grande amizade. Gostaria de conhece-lo melhor, quem sabe depois de tudo se acalmar.

Após chegarmos em nosso destino tive uma agradável surpresa. O médico agradeceu por toda a ajuda que eu ofereci. Era gratificante, pois me via útil ali. Infelizmente, ainda tinha muito trabalho a ser feito. Segurando minha felicidade aguardei as ordens do Coala. Não demorou muito, e logo fui designado a cuidado de Moku junto com ele. Confesso que fiquei um pouco preocupado, pois nunca havia feito um procedimento tão grande como esses. Ainda mais por toda a pressão que o Coala colocou. Mas fui acalmado um pouco por Bartolomeo, que estava me apoiando perto dali.
-x-

Aprendizado cirurgia

Esquecendo de todo o restante, me concentrava em Moku. Ele aparentemente estava mais consciente. Mesmo com as ferramentas na mão ainda não sabia o que fazer. Ele estava sem um braço e com a ferida aberta. A hemorragia tinha diminuído, mas ainda era perigosa. Além disso a ferida podia infeccionar ou necrosar. Não poderia demorar para começar com o procedimento cirúrgico – Tem uma serra na minha mão?!– Fiquei assustado com aquilo, mas foi quando me dei conta do que deveria fazer. Coloquei todas as ferramentas próxima ao corpo, para facilitar o uso.

Vamos ter de arrumar essa amputação. Era uma pena, ele era um bom guerreiro. Eu tenho que cuidar desse outro aqui. Vai fazendo o que eu digo que vai dar tudo certo. E não se apavore – Dizia Guido, enquanto limpava os ferimentos de um mink ao lado. Acenei com a cabeça, e voltando meu olhar a Moku, indiquei que estava pronto para começar - Tome, coloque essa planta na boca dele. Isso vai derrubar ele por algumas horas, tempo suficiente para você terminar. A dor vai ser muito grande, ele pode querer se mexer e te atrapalhar. Depois limpe a área com essa solução, se ver que os pelos vão atrapalhar de um jeito.

Após receber os materiais, preparava para fazer o ordenado. Olhando para moku, seus olhos estavam entreabertos, como se pedisse por ajuda – Não se preocupe grandão, você vai sobreviver – Abrindo a boca dele com cuidado, colocava a planta embaixo de sua língua. Pelo descrito pelo coala, aquilo era um anestésico. Aos poucos vi seus olhos se fecharem, no mesmo momento verifiquei seus batimentos cardíacos. Estavam aos poucos diminuindo, mas nada preocupante.

Passei um pouco da solução antissepsia na minha mão já que não tinha luva. Ao olhar o ferimento, verifiquei que alguns pelos ainda se misturavam com os músculos. Guido não tinha sido muito especifico no que fazer. Logo peguei a tesoura de ponta curvada e comecei a cortar. Após alguns minutos, o ferimento já estava preparado para receber a solução. Apliquei nos lugares que estava maus “sujos”. Tinha que tirar a sujeira para evitar infecção. Em seguida coloquei algumas gazes para secar um pouco da ferida.

Muito bem!! Agora vem a parte difícil – Dizia o Coala ao ver que já tinha terminado – Essa parte é mais delicada, você precisa costurar as veias e artérias. Assim vai parar com a hemorragia. Não se preocupe que é praticamente a mesma coisa que em vocês humanos – Ao dizer isso, ele ia na direção de outro paciente, esse parecia estar em estado mais grave. Ainda tinha minhas duvidas sobre o que fazer. Mas ele estava ocupado demais, agora era por minha conta. Tinha um pouco de conhecimento teórico sobre pontos, mas aquilo ali era demais. Estava fazendo uma amputação na pratica, sendo guiado de longe por um médico. Tinha que mostrar meu talento e me provar salvando aquele mink.

Anteriormente eu tinha dado alguns pontos para segurar a hemorragia. Então a primeira coisa que devia fazer era desfaze-los. Não poderia desfazer todos de uma vez, pois aumentaria a hemorragia. Começando com o procedimento, peguei a tesoura novamente, e cortei o primeiro ponto. Era uma artéria, logicamente aumentou o fluxo de sangue. Mas não tinha tempo para entrar em desespero. Rapidamente peguei a agulha, que já estava com a sutura nela e comecei uma costura mais eficiente. Era algo que precisava de muita delicadeza e precisão. Não tinha ficado das melhores, mas foi o suficiente para parar a hemorragia naquela área. Seguindo, limpei a área novamente com a solução antissepsia para retirar o excesso de sangue. Agora tinha que fazer o mesmo com a veia. Ela era menos espessa que a artéria, mas não foi difícil encontrá-la. Meus conhecimentos de anatomia estava se provando. Fiz o mesmo procedimento: Após retirar o ponto, comecei a costura. Sentia que estava ficando melhor que a primeira. Quando percebi já estava finalizado. Os outros pontos eram o suficiente para fechar os capilares que eram bem mais finos.

Parei um pouco e levantei a cabeça. Passei o braço na testa para limpar um pouco o suor. Por alguns segundos tentei respirar um pouco mais calmo – Falta pouco, estou quase conseguindo – Sem demorar muito, continuei a cirurgia. Após limpar a área novamente com a solução, verifiquei os batimentos cardíacos de Moku. Estavam estáveis, considerando tudo – Está quase no fim garoto. Agora você vai precisar serrar o osso para poder rearranjar a pele. Fique de olho nos batimentos dele. Caso fique muito alto me avise imediatamente. Essa parte vai provocar uma dor extrema – O Coala, mesmo afastado conseguia prestar atenção no que fazia. Curiosamente ele estava com uma serra em mãos também. Suas habilidades medicas me inspiravam.

Peguei a serra ainda sem coragem de fazer o procedimento. A ideia de trazer dor a alguém não me alegrava. Observei o ferimento procurando onde que realizaria o corte. Pelas instruções do Coala, o corte deveria ser feito num lugar mais interno. Dessa forma conseguiria costurar a pele em volta do osso, para não ficar exposto – Me desculpe por isso grandão – Comecei segurando no peito do leão, perto de seu ferimento. Em seguida coloque a serra no lugar que acreditei estar certo. Rapidamente aplique bastante força no braço com a serra e comecei a serrar. Mesmo estando apagado, podia sentir alguns espasmos no corpo do mink. Acredito que por causa da dor. Mesmo sendo uma tarefa bastante bruta e manual, procurei faze-la com cuidado. Não queria estragar a costura que já tinha feito, ou causar outro ferimento. Não esperava que o osso seria tão duro, era como cortar uma barra de ferro – Se bem que nunca tinha cortado uma – Estava quase terminando quando fui verificar seus batimentos. Assustei ao notar que estava bem mais rápido do que a pouco. Não pensei duas vezes – GUIDO – Gritei por assistência ao médico.

Continue serrando garoto - Disse enquanto corria na minha direção. Continuei seguindo suas ordens e serrando, enquanto ele verificava os batimentos – Não se preocupe, isso ainda está no previsto – Após alguns segundos terminava o procedimento de serra. Retirei a parte extra do osso e limpei novamente com a solução – Os batimentos já estão voltando ao normal. Caso aumentasse mais, ele estaria tendo um choque devido a dor. Nessas horas que é bom o paciente estar sedado, pois ele poderia tentar se mexer ou te agredir como modo de defesa – Acredito que ele tentou me acalmar. Não tinha dado muito certo, pois ainda estava aflito. Aquela situação toda foi muito para minha cabeça – Já fez o grosso menino, parabéns!! Agora só falta costurar a pele em vota de osso, e tirar o excesso. Após isso pode descansar. Não é todo mundo que tem êxito em sua primeira cirurgia – Ele ia na direção de outro paciente – Isso é! Se você conseguir terminar – Dizia ele, observando meu estado de choque.

Não demorou muito para me recompor, tinha que terminar a cirurgia. O pior já tinha passado. Acredito que Moku já estava fora de perigo. Pegando a agulha com a sutura novamente comecei a costurar a pele. Tentei deixar o osso, artérias e veias escondidas. Nessa etapa não precisava de muita delicadeza. Costurei as partes “saudáveis” da pele. Assim que terminei, tinha que limpar. Peguei a tesoura e comecei a cortar as partes necrosadas e partes que sobraram de pele e músculos. Assim que terminei, peguei a solução e limpei o ferimento. Coloquei algumas gazes e em seguida enrolei o tronco com atadura. Essa parte foi meio difícil pois moku era pesado. Tinha que passar a atadura em volta do peito, e dos dois lados do pescoço. Isso tudo levantando ele com cuidado para que as feridas não abrissem.

Assim que finalizei, limpei os equipamentos com a solução asséptica e coloquei ao lado – Acho que terminei Guido – Disse para o Coala, enquanto verificava os batimentos do leão. Por sorte, estava tudo estável. Alguns minutos depois ele veio na minha direção verificar o trabalho – Ate que ficou bom para um novato. Você me ajudou demais, pode deixar que assumo daqui. Qualquer coisa te chamo novamente – Estava um pouco cansado, tanto fisicamente quanto mentalmente. Mas estava disposto a ajudar ele um pouco mais. Só precisava de uns 5 minutos de descanso.
Fim do aprendizado

-x-

Assim que terminasse a cirurgia procuraria descansar por alguns minutos. Encontraria algum lugar, não longe dali, onde pudesse sentar e apoiar minhas costas. Olharia minhas mãos por alguns instantes, absorvendo tudo que tinha realizado. Era um começo e tanto para uma aventura – Nem parece que a poucas horas estava perdido no meio da mata – Tudo aconteceu muito rápido, ainda não tinha parado para pensar – Bartolomeu!? – Ainda tinha muito o que contar para ele. A minha historia e tal. E também ele me apoiou no começo, eu tinha que agradecer.

Em seguida procuraria por Bartolomeu. Acredito que ele estava incontido com um monstro!? Não estava prestando muito atenção na hora que ele falou, estava concentrado na cirurgia. Perguntaria para alguém caso não o encontrasse ali na gruta – Ei! Por acaso você viu o garoto de cabelos loiros? – Continuaria procurando ate que o encontrasse. Também seguiria algum caminho que alguém poderia me informar.

Hey!! Deu tudo certo. Seu amigo esta a salvo, eu acho. Aliás, obrigado pelo apoio agorinha - Daria as boas noticias primeiros. Ficaria feliz caso o encontrasse, e tentaria demonstrar gratidão – Acho que estou liberado, o que está planejando fazer? – Esperaria por sua resposta, e o seguiria caso quisesse ir atrás do tal monstro.

Histórico::
 

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MensagemAssunto: Re: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptyTer 06 Fev 2018, 06:20


Bartolomeu e Sete




Bartolomeo não parava um minuto de falar, o que era muito impressionante, pois uma pessoa normal naquela situação não conseguiria dizer uma palavra, pois seus braços à pouco tempo estavam com os ossos à mostra e sua perna tinha um ''adereço'' em forma de adaga cravado em sua perna. Mesmo assim ele disparava ordens como: quero andar pela ilha, ou quero fazer o julgamento, mesmo precisando descansar, ora ele havia acabado de vencer uma guerra, não foi apenas uma briga em uma taverna qualquer.

Guido, o coala médico, ao perceber que Bartolomeo seria problemático, não mediu palavras e disparou críticas contra o rapaz:

- Se não for fazer silêncio saia daqui ou morra num canto. Nada me irrita mais do que pacientes que não fazem sua parte para se recuperar, nesses casos eu faço questão de enterrá-los quando morrem, por que mesmo sendo claro que morreram por que não descansaram a culpa sempre cai nas costas do médico!

Mas Bartolomeo era enérgico demais até para se importar com as palavras do médico, e ignorando a dor insuportável em seus braços, se levantou apoiando-se mais em sua perna esquerda, e manquitolando, foi até o lado de fora da gruta, totalmente em vão, pois todas as moradias estavam destruídas e a nevasca assolava o lado de fora da gruta, todos os minks restantes estavam se protegendo dentro da gruta naquele instante, porém um mink que estava dentro da gruta ouviu o rapaz gritando no lado de fora da gruta se alguém poderia levá-lo até o monstro de Jeff. Era um soldado de Shizuka, que ja estava sem armadura e com sua cabeça enfaixada, e olhando para Bartolomeo manquitolando, disse:

- A fera fica em uma jaula, próxima à grande árvore, basicamente do outro lado da ilha, eu fui um dos que trouxe o Moku até aqui, e mesmo andando muito rápido para salvar a vida dele nós demoramos vários minutos para chegar aqui, na sua situação diria que você iria demorar algumas horas para chegar lá e mais algumas para voltar, isso se seus ferimentos não abrirem de novo, o que quero dizer é que não será apenas um passeio, mesmo assim se quiser ir estarei aqui.


Sete havia finalizado a cirurgia em Moku, e o avaliador coala ainda iria avaliar se ele havia feito um bom trabalho, mas de ante-mão já disse ao rapaz:

- Ate que ficou bom para um novato. Você me ajudou demais, pode deixar que assumo daqui. Qualquer coisa te chamo novamente.

E sentando-se no chão da gruta o garoto descansava as costas enquanto mergulhava em seus devaneios, e de repente ouviu Bartolomeo perguntando algo sobre um monstro do lado de fora da gruta, e resolveu se juntar à eles, ao se aproximar disse à Bartolomeo:

- Hey!! Deu tudo certo. Seu amigo esta a salvo, eu acho. Aliás, obrigado pelo apoio agorinha. Acho que estou liberado, o que está planejando fazer?

Nesse momento um mink da resistência chegava rapidamente e ofegante, e então interrompendo a conversa e ajoelhando-se em apenas um joelho dizia enquanto olhava para o chão:

- Olhos Dourados, me desculpe a intromissão, mas acredito que queira saber o relatório!

E sem esperar uma resposta ele já disparava, dessa vez olhando com uma expressão preocupada no olhar:

- Segundo uma fonte do exército de Shizuka, toda a família de Nyu já estava morta à muito tempo, ele não sabia disso e Shizuka mentiu para ele, se aproveitando da situação, agora provavelmente eles estão juntos, já que Nyu não resistiu aos ferimentos.

As últimas palavras de sua frase saíram engasgadas, como se segurasse o choro, porém se recompondo continuou:

- Tivemos muitas baixas, dentre elas Xin Seng que morreu num leito aqui na gruta, não resistiu a operação de remoção da flecha em seu peito, e Shizaki que morreu na hora em que Jeff posicionou seu pescoço na frente de uma das flechas de Xin Seng, ele era nosso inimigo mas no último momento estava do nosso lado, então contabilizei como baixa, me desculpe se errei nisso!

E ainda preocupado, o mink falava sobre os generais ainda vivos:

- Moku estava sendo cuidado por esse humano então vocês devem estar à par do assunto, mas Bardo ainda esta em estado grave porém vivo, ele já perdeu muito mais sangue do que imaginávamos que ele tinha, porém seu coração é uma maquina e não para de bater, os ferimentos que o inimigo causou vão desde seu abdomen até o alto de sua cabeça!

E com raiva dos inimigos no olhar o mink prosseguia:

- Shizuka, Jeff e Boodar despertaram, porém fiz questão de amordaça-los, mesmo eles não tendo força para falar. Se quiser posso levá-lo até onde cada um deles estão, será uma honra servi-lo.

Bartolomeo havia ajudado aquele povo, e com ajuda inesperada pela profecia, Sete havia feito um papel importantíssimo e talvez se não fosse por ele Bartolomeo não teria saído vivo. Porém a tarefa na ilha estava quase concluída e as aventuras nos mares esperam pelos garotos.

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MensagemAssunto: Re: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptyTer 06 Fev 2018, 15:41

Eu não era o tipo de pessoa que conseguia ficar quieto com tanta coisa acontecendo. A guerra havia se encerrado de modo positivo para a resistência, mas ainda haviam coisas pendentes a serem resolvidas, e elas serviam como combustível para o meu corpo, que ansiava por movimento e por alguma tarefa a se realizar. Infelizmente, o fato de ter muita coisa acontecendo ao mesmo tempo servia como combustível, e não como morfina, o que seria bastante bem vindo agora por conta da dor aguda que eu sentia nos braços. Eu os deixava rentes ao chão, evitando movê-los, mas deixava a cabeça levantada, prestando atenção em tudo que acontecia ali. Era uma cena engraçada, parecia um louco, preso em uma maca, enquanto tenta perceber as coisas que acontecem ao arredor. Sete parecia bastante paciente, não falando nada, mas o homem coala ao seu lado parecia não ter a mesma paciência.

Ele me criticava, falava rudemente comigo, o herói de sua nação. Entortei a boca e cerrei parcialmente os olhos, olhando para os lados fingindo que eu não ouvia nada. Apesar de ter uma ótima lábia, eu deveria concordar que eu era hiperativo e, as vezes, infantil – Você não consegue ver que eu estou tentando ajudar? Seu velho! Grrr – fiz uma força imensurável para me levantar. Realmente cogitei obedecer Guido e ficar deitado, esperando a dor passar, mas meu orgulho me impediu de fazer isso, e com bastante esforço consegui me colocar sobre os dois pés – ou um pé e meio, afinal, estava mancando com a perna direita. Nos passos capengas, rumei a saída da gruta. Cruzei diversos Minks se abrigando do frio intenso que fazia lá fora. Eu precisaria de uma roupa especial para sobreviver a isso também, era mais um motivo para fazer uma parada antes de rumar a Grand Line.

De frente para a neve cadente, que enfeitava toda a ilha, antes verde, agora com tonalidades brancas, eu gritava pedindo ajuda para ir até o monstro que o homem cabra falava. Uma voz chegou aos meus ouvidos, vindo de dentro da gruta. Me virei usando a perna esquerda como eixo, me recusando a ter a perna direita forçada ou algo do tipo. A dor nos braços já era o bastante para aqueles momentos de agonia. Me deparei com um soldado de Shizuka, devidamente tratado conforme eu mandei anteriormente. Eu não me arrependia de tê-lo ajudado, mesmo que indiretamente, mas, ainda assim, ele não tinha nenhuma mordomia. Eu confesso que estava julgando-o pelo seu passado, mas ele me avisava que aquilo demoraria muito, e eu poderia abrir minhas feridas – Bem, obrigado. – faria uma pausa – Acho melhor eu descansar mesmo, a neve pode me atrapalhar.

Assim que terminei de falar, ouvi a voz de Sete. Eu havia acabado de conhecer o médico, mas já consegui diferenciar a voz dele e identificá-la. Maquiei a minha dor no braço para dar um sorriso tão torto quanto minha posição naquele momento, onde só tinha um membro saudável – Moku está bem? Todos aqui vão agradecer por isso, você é o herói deles. – eu estava me acostumando a ser complacente com as pessoas – Imagina, é o papel de um líder inspirar seus companheiros. – falei com um semblante orgulhoso, soltando o ar logo em seguida numa tentativa vã de amenizar a dor nos braços – O que eu planejo fazer? Bem, eu queria ter uma última palavrinha com Shizuka, depois queria sair daqui. Só não tenho um navegador. – expliquei, sendo emendado por um Mink aliado.

Ele se aproximava numa corrida e se aguentava como podia, respirando ofegantemente e, de certa forma, cortando o assunto que eu tinha com Sete. Ele se ajoelhou, e, olhando para o chão, deu as notícias. Muitos Minks aliados sofreram baixas, e a maioria dos Minks aliados com quem eu me relacionei estavam agora num lugar melhor. Isso doía o coração, mas minha tarefa estava feita, eu havia vingado todos eles. Nyu era dado como morto, assim como o restante de sua família, que Shizuka dissera estar mantendo em cárcere até que Nyu completasse sua missão de agente duplo. Sorri ao lembrar de seus últimos momentos, esganando a coelha com todas as suas forças. – Os pais de Nyu estariam orgulhosos. – comentei, ainda escutando as demais atualizações. Xin Seng e Shizaki morreram na batalha, e eu estava sentido por eles. Shizaki era um pobre coitado, e nunca apanhou tanto em sua vida como apanhara nos seus últimos momentos.

Bardo, felizmente, estava vivo, entretanto, estava num péssimo estado. Segundo o Mink, o urso estava lutando contra a morte para conseguir sobreviver, e, apesar da perda surreal de sangue, ele continuava com o coração funcionando – Há algo que Sete possa fazer para ajudar Bardo ou já estão cuidando dele? – perguntava, em prol de designar uma nova tarefa para o humano de olhos escarlate. Caso Baro estivesse sob cuidados, soltaria um suspiro de alívio, torcendo para sua boa recuperação. Entretanto, a menos que estivesse sendo cuidado, pediria um favor para Sete – Eu gostaria muito de ajudá-lo... Mas não posso. – eu não era nenhum médico, não tinha experiência nenhuma, mas não gostava de me rebaixar, então joguei a culpa nos braços imobilizados, exibindo-os – Faça isso por mim, ok? – daria as ordens, mantendo um olhar firme e uma postura de liderança.

Sete poderia ir ou não para ajudar Bardo, mas eu ainda tinha a minha vontade de ter um último contato com a coelha antes de partir da ilha para ficar um bom tempo sem voltar, afinal, eu não poderia ficar de férias com humanoides enquanto o Governo Mundial e a Marinha cometiam atrocidades mundo afora. Olharia para o Mink para pedir o meu favor a ele – Gostei da sua postura, ajoelhar e tal, muito legal mesmo. Eu vou querer ver Shizuka e Jeff. Boodar é descartável, mas os outros dois eu quero ver. – seguiria o Mink e, caso Sete não me acompanhasse, no caso de não precisar ter ido ajudar Bardo, o convocaria com um olhar convidativo, jogando o olho na direção do Mink que me guiava – Vamos lá, você vai poder me ver em ação. – esperaria Sete se aproximar e tentaria passar meu braço sobre seu ombro – Preciso de ajuda pra andar, e cuidado com o meu braço. Ele tá doendo horrores!

Mancando e tomando cuidado para não me machucar mais, seguiria o Mink. Durante o caminho, aproveitaria para fazer um convite para Sete – Ei, eu te contei dos meus planos contra o Governo e tudo mais... Acho que vou me juntar ao exército revolucionário. Mas eu preciso de pessoas confiáveis perto de mim, afinal, um grande líder sempre é alvo de pessoas importantes. Você topa viajar comigo para impedir mais atrocidades? – perguntaria, ainda olhando para frente, mas apontando com o polegar para minha cara, sinalizando que eu era o grande líder que citara em minha fala. Meu sorriso orgulhoso e aberto fingiam, por poucos instantes, que a dor era inexistente – queria eu que realmente fossem – Legal! – soltaria a interjeição caso a resposta fosse positiva, mas apenas estralaria a boca caso ele não topasse. Cada cabeça tem a sua sentença, eu não o obrigaria a nada.

Eu ainda tinha a minha mente em Shizuka, e pensava sobre o meu julgamento. Moku poderia estar muito debilitado para presenciar aquele momento, mas os Mink que estivesse por perto seriam testemunhas das minhas palavras. Eu não pretendia ser piedoso, mas também não seria um monstro como ela estava sendo todo esse tempo. Eu não poderia pedir que ele abandonasse a liderança da ilha, afinal, eram os próprios nativos que decidiriam isso, mas eu tentaria negociar uma desculpa mútua, entre a resistência e a ditadora. Eu não queria que houvesse mais esse conflito, e também queria pedir uma carona para a próxima ilha. Só um detalhe, mas era um detalhe importante para o desfecho da história. Assim que encontrasse a coelha, agradeceria Sete por ser minha muleta pessoal e daria meus próprios passos capengas até eles.

Você ainda tá sentindo o gosto da minha bota? – perguntaria ironicamente. Apontaria com o olhar para ela, comandando alguém para deixar a boca dela livre para falar – Vamos deixar a boca dela livre. – me aproximaria cautelosamente, numa distância segura, onde, com mais cautela ainda, tentaria me sentar com as pernas cruzadas, repousando meus braços sobre os joelhos, rentes ao chão – Não é porque eu tirei o pano da sua boca que significa que eu quero que você fale. Você não está em posição de escolher. Vou ser muito bondoso, aprecie isso. – respiraria fundo, analisando mais uma vez meus planos em minha cabeça, disfarçando esse tempo de reflexão com um comentário irônico – Eu pensei em tirar a mordaça de Jeff, mas capachos não tem voz. Isso é para líderes, espero que entenda. Mas confesso que você deu mais trabalho que essa coelhinha, tanto para mim quanto para o meu médico aqui atrás. Ele se chama Sete. – o fim dessa fala já era o começo de meu discurso.

Sete é um humano, assim como eu. Ele cuidou de mim, que sou da raça dele, mas também cuidou de centenas de Minks, que é a sua raça. Ele foi preconceituoso em algum momento? Sabe, Sete é alguém muito mais evoluído que você, Shizuka, e você também, Jeff. Boodar, então, nem se fala. Por que eu estou dizendo isso? – faria uma cara de interrogação, dando um intervalo retórico, assim como a pergunta – Porque ele sabe que ninguém tem culpa de nascer do jeito que é! Isso é o que você tem que aprender! Nunca mais mexa com um humano, ou com um gigante, ou com um tritão, ou com um anão, ou qualquer coisa do tipo! Eu, Bartolomeo Khan, Olhos Dourados, farei questão de voltar aqui caso chegue ao meu ouvido que Shizuka, a Coelha, está assassinando por raça. – aquilo era uma ameaça, e meu tom de voz subia um pouco, mas eu me controlava, voltando ao tom de voz baixo e com a voz encantadora e inspiradora.

Você vai ficar aqui até que todos os prisioneiros sejam libertos, e então deixará claro que todas as raças são amigas até que se prove o contrário. Você vai esquecer os seus adversários da guerra de hoje, e vai tratá-los como cidadãos comuns dessa sociedade Mink. Eu quero anistia total para aqueles que pertencem a resistência. E você, seu marido, e seu cachorrinho carregarão o peso na consciência de terem, perto de vocês, pessoas que te odeiam e que conhecem os seus pecados. Você está exposta, Shizuka! – esse era o meu decreto. Paralelamente, pediria a ajuda de alguém para me levantar – Alguém me dá uma mãozinha? Heheh. – e estava quase tudo resolvido. Estava dando as costas para a coelha, mas antes que me distanciasse, me voltaria a ela mais uma vez – Suponho que você tenha um barco, né? Eu quero um para mim. Isso mesmo. Você vai me dar um barco. E também vou precisar de um navegador para me levar para a Grand Line. Alguém se dispõe?

Eu estava armando meu terreno para que pudesse sair de lá, afinal, meus objetivos estavam me esperando.

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Pós Guerra


Descansei um pouco após a cirurgia, aquilo definitivamente foi exaustivo. Não digo que foi uma experiencia ruim, pelo contrario. Apesar de ainda ser leigo nessa área, espero que essa possa ser a primeira de muitas. E também tive sorte de ter a orientação de Guido, fiquei muito grato por tudo. Queria aprender mais, principalmente sobre a cultura dos minks. Mas talvez não fosse a hora. Acredito que a confusão ainda vai persistir por um longo período. Não vai ser fácil conviver com alguém que matou seu amigo ou família. Isso vale para os dois lados. Era um assunto delicado e que logo viria a tona. Poderia ate mesmo Resultar em outra guerra – Isso vai ser preocupante.

Após alguns minutos, escutei a voz de Bartolomeo. Para minha surpresa ele ainda não tinha procurado pela tal fera. Não perdi oportunidade e fui em sua direção. Logo que o encontrei, lhe contei as boas novas. Acredito que ele tenha ficado grato por eu ter salvado a vida de seu amigo. E digo mais, ele supervalorizava o que tinha feito – Não quero ser um herói, apenas salvei a vida de seu amigo – Expressaria com verdade o que achava sobre o assunto. Eu não queria gloria e nem nenhuma honraria. Ajudar os outros é uma obrigação, principalmente quando se vive em sociedade.

Aparentemente ele havia desistido de ir atrás do tal monstro. Sua atenção estava voltada a Shizuka, a causadora daquele conflito todo. Fiquei curioso para conhece-la, queria ouvir o que ela achava daquilo tudo. Não que eu duvidasse “desse” lado da guerra, mas acho que seria sábio escutar o outro. Principalmente queria conhecer seus ideais, seus pensamentos. Não conseguia entender como que uma pessoa procuraria tal barbaridade, principalmente com sua própria raça – Acredito que deve seguir a mesma ideia DAQUELES MONTROS – Uma remota lembrança sobre as pessoas que me causaram tanto sofrimento. Ainda não aceitava muito me lembrar deles. Era um sentimento que não conseguia decifrar. Era parecido com raiva e ao mesmo tempo angustia.

Esquece isso – Diria a mim mesmo, tentado recobrar a atenção a Bartolomeo. A conversa tinha sido interrompida por um mink que desejava relatar a situação. No decorrer de suas palavras, sentia uma enorme compaixão. Ao ver ele dizendo as baixas, principalmente de minks conhecidos. Era como se eu tivesse perdido meus próprios amigos. Sentia ao mesmo tempo um peso em meus ombros. Algo que me colocava para baixo, um sentimento triste e inevitável – Eu sinto muito - diria ao mesmo tempo que tentava segurar algumas lagrimas que poderiam surgir. Era um momento muito doloroso, principalmente para aqueles minks. Não escondia minhas emoções, principalmente quando estava ligado ao sofrimento causado por outros – Talvez eu poderia ter ajudado mais.... Se eu tivesse chegado mais cedo talvez – Tentava pensar alguma forma de ter feito mais. Era muito ruim toda essa impotência. Queria poder abraçar o mundo com meus braços.

De acordo com o relatório, ainda havia um mink precisando de ajuda. Iria imediatamente me candidatar para ajuda-lo – Tem alguma coisa que posso fazer por ele? – Acredito que Guido chamaria caso precisasse, mas não custava oferecer. Não queria perder mais ninguém por negligencia de cuidados. Caso realmente fosse necessário a minha presença, correria na direção do ferido. Assim que chegasse, tentaria avaliar sua situação. Ainda poderia ser muito para mim. Então não demoraria para pedir conselho e orientação a Guido sobre o que fazer. Caso minha ajuda não fosse necessária, continuaria acompanhando Bartolomeo.

Deixe eu te ajudar – Diria enquanto o ajudava a andar. Seus ferimentos ainda não estava curados. Caso ele fizesse muito esforço as feridas poderia abrir, e ficaria tudo pior. Talvez ele também quisesse me impressionar, sentia um ar arrogante em suas palavras. Poderia ser seu jeito – Quem sou eu para julgar? – continuaria o ajudando por todo o caminho. Escutaria suas ideias, e ate mesmo uma possível proposta. Ele queria se juntar aos revolucionários e me chamou para viajar junto. Era algo a se pensar com calma, ainda tinha muito o que queria fazer antes de voltar. Mas fique feliz ao reafirmar que queiramos o mesmo caminho – Vamos com calma, ainda precisa organizar essa bagunça aqui, líder – Diria dando um leve sorriso, com certeza aquilo inflaria seu ego. Mas seria bom reafirmar sua posição – E isso não foi uma rejeição.

Quando chagássemos procuraria ficar mais afastado, observando a situação. Deixaria os adultos conversarem, por assim dizer. Acredito que eles teriam muita coisa para por em dia. Tentaria manter uma expressão séria. Ficaria em pé, com braços cruzados, olhando atentamente Shizuka. Queria poder desvendar seus pensamentos. Não interferiria caso não fosse necessário. Além disso, seria uma boa oportunidade para ver como Bartolomeo agia. Ele queria ser um líder, devia se portar como um. Tínhamos ideias semelhantes, mas um pouco distintas. Antes de dar minha resposta final, tinha que saber se e ele era a pessoa certa a seguir.



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MensagemAssunto: Re: Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink!   Olhos Dourados ascende! A engenhosa sociedade Mink! - Página 6 EmptySex 09 Fev 2018, 07:01


Bartolomeo e Sete



Os garotos trocavam algumas palavras sobre firmarem uma aliança e ingressarem no exército revolucionário, um assunto delicado como aquele não seria resolvido da noite para o dia, então a conclusão era adiada, e o que ajudava a adiar tal conversa era a chegada de um mink soldado rebelde, fazendo o relatório das baixas e do resultado da guerra. Bartolomeo e Sete reagiam deixando fluir suas emoções, hora sorrindo ao lembrar dos últimos momentos de seus aliados, hora segurando as lágrimas ao ouvirem as baixas, mas o que mais lhes chamava a atenção era ouvir a situação e localização dos inimigos.

Bartolomeo e Sete trataram de ir na mesma hora até o local onde o trio do terror estavam, Sete ao ajudar Bartolomeo a andar, transformava-se numa excelente muleta, pois impedia que Bartolomeo se esforçasse de qualquer forma. Ao chegarem onde Shizuka, Jeff e Boodar estavam Bartolomeo se soltava de Sete e dava seus próprios passos, demonstrando independência. Bartolomeo dirigia-se até a frente dos tiranos e começava seu discurso, que era muito convincente à todos que ouviam, menos à Shizuka, que era a mente por trás de toda aquela nação.

Enquanto Bartolomeo proferia suas palavras em voz alta, todos os minks que podiam ficar em pé se aproximavam para ver o que o futuro lhes reservava formando uma grande multidão em volta deles, como se fosse realmente um tribunal onde Shizuka Jeff e Boodar eram os réus e Bartolomeo era o juiz. Os minks preocupados ao ouvir que era Shizuka quem continuaria no poder nem piscavam os olhos atentos para ouvir o desenrolar da situação.

Ao ouvir as palavras de Bartolomeo, Shizuka dizia:

- Em primeiro lugar eu não tenho nenhum barco, pois vou conquistar o mundo todo sem sair dessa ilha, aqui será o meu trono e o mundo o meu reino. E em segundo lugar você teve muita sorte garoto, me venceu contando plenamente apenas com a sorte, mas eu vou sair daqui e clamar meu lugar de direito novamente, e se ousar pisar nessa ilha eu acabo com você.

Graças à excelente habilidade de Bartolomeo com as palavras, todos os minks já haviam se convencido que Shizuka iria aceitar o que Bartolomeo havia falado, porém a coelha era muito perspicaz e não tinha caído na lábia de Bartolomeo e mesmo amarrada ela mostrava ter um psicológico inabalável, mas o clima pesado que ela havia criado ao debater com Bartolomeo fora quebrado por uma agitação na parte de trás da multidão de minks.

Surpresos, a multidão de humanoides olharam para o centro da confusão e ali estava Moku, tentando andar sozinho mas sem sucesso, tendo que ser amparado por dois soldados por ser relativamente grande. Não havia passado nem uma hora desde o término de sua cirurgia, mas ao ouvir que Shizuka, Jeff e Boodar estavam sendo julgados, o leão tirou forças de onde não tinha para poder participar. E ordenando para que os minks o levassem até Bartolomeo, o leão albino ensaiava alguns passos mas acabava sendo carregado por seus subordinados. Ao se aproximar, com uma voz baixa e cansada Moku dizia à Bartolomeo e Sete:

- Me desculpe por ter duvidado de você olhos dourados, e muito obrigado por ter salvo minha vida humano. Mas a partir de agora vocês podem deixar conosco, meus guardas irão manter Shizuka e os outros sob custódia até eu estar completamente recuperado e então decidiremos o futuro da ilha!

E apoiando sua única mão no ombro de Bartolomeo, o leão prosseguia:

- Você cumpriu seu papel na profecia, liderou nosso povo até a liberdade, acredito que seus interesses sejam outros agora. Se quiser, posso providenciar uma carona para te agradecer por tudo o que fez por nós, meu amigo Katto pode te levar até a próxima ilha no nosso barco, há muito tempo nós da resistência nos apossamos e consertamos um dos barcos que chegaram danificados na praia, assim como o seu.

E olhando para seu amigo, um humanóide foca, Moku concluia sua proposta:

- Katto lhes levara para a ilha mais próxima que desejarem, e então retornará para Kyanon, pois sua presença é muito importante aqui, espero que essa carona seja útil à vocês. Também posso te oferecer mais um presente, pra você proteger seus punhos.


E olhando para um outro mink que estava atras dele, Moku dava um sinal com o olhar para que entregasse algo à Sete pois Bartolomeo estava com os braços imobilizados. Era um par de manoplas, e dirigindo se à Sete, Moku dizia:

- Para o médico ofereço um kit de primeiros socorros, sei que esse item será bem usado por você. Isso é tudo que posso lhes oferecer, a partir daqui é com o Katto...

E fazendo uma careta de dor, Moku se apoiava em seu ajudante como se lhe faltasse forças nas pernas. Os minks o levavam carregado de volta ao seu leito, e Katto dirigia-se à Bartolomeo e Sete:

- Se não tiverem nada mais a resolver aqui posso levá-los até o barco agora mesmo.

O mink dizia isso e já ia se dirigindo à saída da gruta, a neve ainda caía porém ja era possível ver que alguns raios de sol penetravam a caverna, já estava amanhecendo um novo dia, assim como uma nova aventura para os dois jovens.



Katto:
 

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* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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