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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Primeira Crônica: Prólogo

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MensagemAssunto: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 3 EmptySeg 27 Nov 2017, 23:08

Relembrando a primeira mensagem :

Primeira Crônica: Prólogo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aegon BlackFish. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 3 EmptySab 23 Dez 2017, 21:17

A Luta 


Era excêntrico o meio que eu arrumava possíveis amizades naquele local, eu especularia que minha visão era boa, independente de minha péssima aparência e jeito pior ainda. Tive a impressão que aqueles homens do mar estavam acostumados a coisas estranhas e grotescas.

Ficaria realmente surpreso ao ver que pequenos pesos eram demais para mim, nunca havia me deparado com coisas desse modo, ficaria frustado e surpreso, não demonstraria, porém por baixo da máscara estaria cerrando os dentes e flexionando a testa causando rugas, sopraria ar quente pelo espaço da boca que tinha em minha máscara, era inconveniente não conseguir fazer algo que eu queria, e não estaria acostumado a isso.

Shiryu me passaria uma boa impressão, era um sujeito sútil, de fala mansa e que adorava balbuciar sobre várias coisas, nesse pouco período de tempo que tivemos esse leve assunto o rapaz falou mais do que eu próprio em toda minha vida, ignorei metade das coisas que o mesmo disse, porém, me trazia calma a presença desse homem, ele haveria ganhado minha atenção. Não responderia absolutamente nada.

Enquanto o sargento pugilista falava um pouco das identidades famosas daquela ilha me sentiria um pouco curioso, eu me sentiria um nilista nato, não me sentiria feliz com nada, nem grandiosidade com nada, tudo para mim era momentâneo e nada grande, me sentiria ao contrário de um megalomaníaco, e sim, um melancólico. Nada que aqueles homens haviam conquistado, ou que almejam significariam para mim, eu já havia perdido tudo. Mas, a força deles me impressionava e me deixariam entusiasmado.

Satori era um rapaz estranho para mim, aparência sem dar sinal e vinha em momentos que eu não precisava do mesmo, saberia me cuidar sozinho, não resistiria a ajuda do mesmo, porém, sempre respondia com olhares de incômodo. Não estaria acostumado com homens, aparentemente, estranhos tocando em meus ferimentos, mas eu reconheço um coração bom quando o vejo, e por vista, aquele sujeito tinha um bom coração, estranho! Porém, um bom coração.

Hadoka havia voltado quando Satori tinha sumido, eu não suportava aquele homem, mas, era obrigado a respeitá-lo. Havia dito algo que gostei de ouvir, sobre armas, faz tempo que não vejo um bom martelo ou machado, estava doido para escolher um, e como o mesmo já sabe, eu conheço o lugar.

Caminharia cansado para o centro de armas, ficaria gratificado em poder me armar novamente, mas como sempre, eu era uma pedra móvel, não demonstrava nada e nem mudava de expressão, o quê respondia em mim era o jeito de respirar, mais forte quando estaria eufórico e mais calmo, quando consequentemente, estaria mais calmo.

Procuraria um martelo grande e pesado, logo, procuraria outro machado afiado e pesado também, um para cada mão de meus braços, movimentaria-os circularmente averiguando o peso das armas, verificaria se meu braço machucado aguentaria o peso da batalha, mas de qualquer jeito voltaria ao ringue para brigar.

Voltaria com vida em meus olhares, armas em minhas mãos era como vida a um bebê recém-nascido, eu estaria esbanjando malevolência, meu jeito de andar era como de um soldado marchando rumo a batalha, meus ombros largos estariam rígidos pronto para batalha. Minha respiração estaria diferente de todas as vezes, imperceptíveis, não daria para perceber, meus olhares focados em meu alvo.

Afastaria meus pés, encheria meu peito de ar, e centralizaria minha visão, minhas duas mãos estariam apertando os cabos das armas, controlaria os meus batimentos cardíacos e sorriria por baixo da máscara, finalmente, estaria em casa.

É um prazer... — Diria a maior frase já mais dita, um tom claro e pela primeira vez, animada.

Como ataque, avançaria em linha retilínea empunhando o martelo, a arma mais pesada, desferiria um ataque em arco deixando cair todo o peso do martelo somado a meu peso desferido no punho. Como segunda via do ataque soltaria o martelo no chão fincado no chão e rodopiaria meu corpo avançando para frente esticando o machado, sendo a arma mais leve, em ataque giratório ainda em linha reta. Tentaria primeiro amassar o alvo com o peso do meu martelo, e caso não conseguiria, cortaria o mesmo.

Como contra-ataque, se visse o homem avançar primeiro deixaria-o chegar em espaço o suficiente para jogar o martelo para cima e tentar cortar o homem em formato de "x", ganhando tempo o suficiente para o martelo cair em minha direção, pulando para trás em ação brusca.
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Yamazaki Raizo
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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 3 EmptyDom 24 Dez 2017, 08:44

O gigante movia-se lentamente como de costume até a sala de armas, porém, dessa vez ele estava entusiasmado mas sem demonstrar seu entusiasmo, é claro. Ao chegar à sala de armas, após analisar o peso, tamanho e qualidade das armas, BlackFish escolheu o maior martelo e o maior machado que havia disponível, e ambos encaixaram-se perfeitamente em suas mãos enormes, como se tivessem sido feitos sob encomenda para ele.

Com as armas em mãos, BlackFish retornou até a sala de treinamento onde o tenente Hakoda o esperava numa espécie de arena, e ao passar pelo sgt. Shiryu, o sargento parecia estar mais empolgado que os dois, e não resistiu em falar à BlackFish com um tom de voz muito baixo, evitando ser ouvido pelo tenente:


- Ele gosta de atacar na vertical de cima para baixo, arrebenta com ele! Boa sorte!



E assim que terminou de falar o tenente Hakoda esbravejou:


- Eu ouvi isso desgraçado! Os banheiros do quartel inteiro estão por sua conta por um mês!



E fechando os olhos, com uma expressão nítida de tristeza o sgt. Shiryu apenas se posicionou afim de observar melhor a luta, enquanto BlackFish entrava na arena e encarava o tenente Hakoda.

Hakoda, desembainhou sua katana e assumiu posição ortodoxa de batalha de um samurai, enquanto que BlackFish apenas segurou seu martelo e machado com mais força. Shiryu arregalava os olhos mostrando concentração, eufórico pelo inicio da batalha, que após alguns segundos foi iniciada por BlackFish, investindo em linha reta contra o oponente.

Ao se aproximar BlackFish levantou seu martelo e somando sua força, mais o peso da arma e do seu braço, tentou esmagar o tenente com um golpe vertical de cima para baixo, e o tenente Hakoda mostrou uma personalidade com infinita calma em combate, o que era extremamente o contrário quando não estava batalhando.

Ao ver o gigantesco martelo em sua direção, o tenente apenas acompanhou o movimento com os olhos sem mudar sua postura, muito menos recuar nem mesmo um centímetro para trás, pouco antes de ser acertado pelo martelo, Hakoda deu um passo para a direita de BlackFish e posicionou a katana de forma que o martelo deslizou pela sua arma, e o empurrou levemente um pouco mais para a direita, o ajudando a esquivar do golpe.

Hakoda demonstrou experiência elevada em combate ao realizar esse movimento, pois não conseguiria bloquear completamente o golpe, então usou a força do mesmo para esquivar apenas o suficiente para não ser esmagado e ainda assim permanecer o mais perto possível de seu oponente.

BlackFish não deu espaço para que Hakoda contra-atacasse e continuou a sequencia com outro ataque, dessa vez horizontal, utilizando o machado em sua outra mão, e rodopiando seu corpo gigantesco o ataque ganhou força cinética o suficiente para ser um problema para qualquer espadachim, mas Hakoda não era qualquer espadachim.

Utilizando a mesma técnica anterior, Hakoda posicionou sua katana verticalmente, empunhando-a com a mão direita e apoiando a costa da lâmina com a esquerda, protegendo desde seu estômago até sua testa, e ao ser atingido pelo machado, inclinou o tórax para trás, fazendo o machado deslizar pela katana novamente, redirecionando a força do ataque. Hakoda aproveitou a força com que fôra atingido para dar um salto mortal para trás, apoiando-se primeiro com a mão esquerda no chão, depois com os dois pés.

Os movimentos de Hakoda entravam em contraste com sua personalidade fora de combate, pois eram movimentos graciosos, leves e silenciosos. E Shiryu observava a luta de fora da arena, com tanto entusiasmo que seus olhos chegavam a lacrimejar.

Após aterrisar levemente os pés no chão, Hakoda fechou os olhos e, empunhando a katana com sua mão direita, a esticou e posicionou a arma à extrema esquerda de BlackFish, e com um semblante extremamente calmo, passou pelo gigante quase que instantaneamente, posicionando-se atrás do mesmo. Demorou uma fração de segundos após o tenente Hakoda passar por BlackFish, e uma dor lancinante tomou conta da testa do gigante, sem contar que sua máscara se despedaçou lentamente após o ataque.


- Se eu tivesse usado a parte cortante da katana o sgt Shiryu iria ter que ppegar seus miolos do chão agora! Admito que queria fazer isso desde a hora que te vi, odeio máscaras, quem as usa sempre o faz por um motivo covarde, vamos ver sua verdadeira face!


E virando-se BlackFish olhou Hakoda nos olhos, e percebeu que tanto Hakoda como Shiryu arregalaram os olhos espantados ao ver a sua face deformada:


- Me lembre de conseguir outra máscara pra você quando acabarmos de lutar novato!


Ainda um pouco espantado, Hakoda assumia posição de batalha mais uma vez, o que sugeria à BlackFish que a luta ainda não havia terminado. A dor em sua testa era apenas superficial, pois não havia escorrido sangue, e o próprio Hakoda disse que não havia usado a parte cortante da espada, mas BlackFish ainda assim precisaria se manter atento.

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 3 EmptySeg 25 Dez 2017, 17:21

Cicatriz de um pesadelo 


Ficaria um pouco irritado por toda aquela movimentação do sargento. Ele pulava, rodopiava, ia para um lado e para outro, eu podia ver isso como habilidade, movimentação de uma lebre e uma graciosidade de um cisne, um tanto feminino,
porém aquilo faria um belo desastre.

Lebre... — Rastejaria as palavras, um pouco cansado daquele vai-e-vem.

 Mal poderia acompanhar os movimentos daquele homem petulante, meus olhos os seguiriam com a percepção de uma águia, porém, meus músculos são tão pesados que não poderiam executar os comandos que minha mente solicitava, me sentia pesado demais.

 Hakoda realizo uma ação na qual eu não poderia esperar, quando conseguiria firmar minha mão no cabo das armas pude perceber que caia algo sobre minha face, o vento bateria sobre a minha carne viva de meu queixo.

Por alguns mile segundos me sentiria paralisado, meu corpo não se mexeria e senti uma enorme tristeza, largaria minhas armas e pegaria os restos de minha máscara. Olharia para todos naquele local e sentiria vergonha por estar mostrando minha verdadeira face, era vermelha, era um estágio de regeneração e ao mesmo tempo formação das cicatrizes, enrugado e com sangue vivo, crescia meu bigode, cavanhaque e sobrancelha por meio daquela nojeira, era explícito em minha face o nojo que tinha por isso.

Largaria as armas fincadas no chão, peguei o resto que sobraria de minha máscara e iria para outro cômodo, teria noção que aquilo infligiria na minha aceitação na marinha, porém, não podia lutar naquele estado, só em casos urgentes que ignoraria minha situação, porém, aquilo não era urgente.

Caminharia para enfermaria, ou algum local onde pudesse reformar meu utensílio, estaria envergonhado e rejeitaria qualquer chamado dos homens.

Não era fácil para mim, além de ser um gigante, velho e mal-estudado ainda tinha que aguentar aquela cicatriz, se ao menos fosse algo natural não me importaria tanto, porém, sem minha máscara sentiria todo o peso da história que tive com a traição do meu filho, era minha marca, sinto como se todo meu corpo fosse blindado, por mais que me atacassem não infligiria danos nenhum, mas minha face... Minha face causava danos a mim mesmo.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 3 EmptyQua 27 Dez 2017, 00:03

O grande BlackFish estava com seu orgulho ferido, ter sua face exposta daquela maneira foi como se toda sua vergonha e fracasso tivesse vindo à tona, e o gigante não pôde suportar. Então, pegando os cacos de sua máscara BlackFish deixou a área de treinamento sem dizer uma palavra.

O olhar espantado do sargento Shiryu acompanhava BlackFish e ao vê-lo saindo pela porta da área de treinamento voltou seus olhos aos tenente Hakoda, que com uma expressão extremamente séria guardava sua katana novamente, e ao terminar, disse com tom militar em sua voz:

- Shiryu!

E o sargento respondendo, disse enquanto fazia continência:

- Sim, senhor!

O tenente Hakoda, continuando sua fala, disse:

- Vá até minha sala, na estante de suvenires, pegue a máscara azul e leve pra ele, não peça desculpas pelo que aconteceu, apenas informe que ele foi aceito nos testes e o trabalho começa logo. Ordene que ele retorne aqui, pegue as armas que escolheu e após isso, me procurem vocês dois na recepção, que eu tenho trabalho pra vocês.

- Sim, senhor!

Disse o sargento Shiryu fazendo sinal de continência e virando-se saiu da sala para cumprir a ordem do seu superior.

Depois de pegar a máscara, ao chegar no pátio, Shiryu viu o tenente Hakoda passando pelo pátio em direção à recepção e ao olhar em volta se deparou com o gigante sentado no chão do pátio com uma expressão que demonstrava não só tristeza, mas também cansaço e fadiga pelas desventuras de sua vida.

Aproximando-se, Shiryu disse, tentando ser o mais profissional possível:

- Atenção recruta! Por ordens superiores informo que você foi aceito no contingente da marinha como soldado e a partir de hoje sua missão é proteger a ordem e a paz dentro dos padrões estabelecidos pela Marinha.

E tirando a máscara de trás de si, estendeu a mão, entregando o objeto ao gigante:

- Também por ordens superiores trouxe isso, para mostrar que entendemos sua necessidade especial, e para encorajá-lo a usar sua força e experiência para o bem!

E após dizer essas palavras com o tom mais profissional que pôde, olhou para BlackFish, com um olhar muito mais amigável e colocando a mão sobre o ombro do gigante, completou:

- Sem contar que temos uma marcenaria que trabalha exclusivamente para a marinha na cidade, se quiser usar as ferramentas para consertar sua máscara terei o prazer de levá-lo até lá!


E voltando à postura de marinheiro e novamente com o tom profissional na voz, Shiryu prosseguiu:

- As ordens agora são para você retornar à área de treino e pegar suas armas, depois disso siga até a recepção e aguarde novas ordens!

Após dizer isso, o sargento Shiryu saiu com passos firmes quase marchando em direção às recepção também.

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 3 EmptySab 30 Dez 2017, 10:47

Faces


Sentiria a presença do marinheiro vindo diante a mim, para ser mais exato ouviria passos largos e uma respiração pesada. Não viraria as costas e ainda sim continuaria sentado.

Não se aproxime! — Pela primeira vez diria a frase mais longa de minha história, falaria curto e grosso.

Tentaria parecer hostil, realmente tinha vergonha e ranço de minha face deformada. Ouviria atento as palavras do rapaz, era aparente que sua posição era amigável, Shiryu, de quem possivelmente era a voz, nunca foi rude comigo, ele tinha uma vantagem em se aproximar.

No fundo até seria gratificante saber que eu adentrei na marinha, olhei fixo ao chão, pelo vão de meus dedos já que uma de minhas mãos estava escondendo meu rosto, com a outra mão estenderia para pegar a máscara, estava perplexo em saber que mesmo com aquele pequeno fracasso, possivelmente emocional, a organização havia me aceitado, os costumes dos nortistas realmente são diferente dos meus.

Levantaria ainda de costas ajeitando a mascara em minha face, sentiria que cairia bem em meu rosto, viraria para o homem com um novo rosto, uma nova percepção e um novo semblante, estaria com um semblante de marinheiro, até as cores da máscara era da marinha, aquilo era o selo do pacto entre mim e a marinha.

Levaria lentamente minha mão até minha bochecha, estaria em pé com o peito largo e os ombros estufados, rapidamente bateria uma continência meio que errada, com a mão em minha bochecha e levando a ação para baixo, porém era minha unica demonstração de soldado, especialmente para Shiryu que havia se mostrado bastante amigável.

Me despediria do rapaz e caminharia para a área de treinamento, já até me sentiria um pouco mais confiante que meu destino era aquilo, sentiria que estaria fraquejando, já estava tentando pegar o costume daquele local, no meu âmago algo comigo estava errado, então manteria meus olhos abertos para todo lado, um gigante não pode fraquejar, não sou pertencente dos blues e nem da marinha, meu único objetivo é Aegis, e nada vai me impedir de alcançá-lo.

Após me armar, colocaria as duas armas em minhas costas e ajeitaria minha máscara, retiraria o pano que estava sobre meu peito e apenas ficaria de calça e sapatos, caso tivesse, logo partiria para o local sugerido por Shiryu. Estaria pronto para a primeira missão, agora, com um marinheiro.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 3 EmptySeg 01 Jan 2018, 05:48


BlackFish estava pouco a pouco tornando-se um marinheiro, sim ele já havia se tornado um na prática, porém o mais importante era o sentimento, ele ainda não se sentia um patriota, pois seu objetivo era encontrar seu filho e encarar seus pesadelos, porém pouco à pouco o sentimento de patriotismo ia tomando espaço no coração de pedra do gigante.

Pegando seu machado e martelo, BlackFish despiu-se de sua roupa superior, ficando apenas de calça e sapatos e rumou para a recepção, onde receberia novas ordens. Chegando lá, encontrou-se com Shiryu, Satori e Hakoda, os três pareciam estar tratando de um assunto sério, e ao entrar na sala o gigante chamou a atenção dos três, porém foi Hakoda que desferiu as primeiras palavras:

- Mas é muita petulância mesmo! Tá achando que aqui é a praia pra andar desse jeito ? Pode colocar pelo menos aquela capa nas costas, e assim que vocês voltarem vou providenciar uma roupa do seu tamanho!

O tenente ordenava ao gigante apontando para uma capa da marinha que estava pendurada num canto da sala e que iria cobrir apenas os ombros do gigante sem nem chegar ao menos à metade das costas. Os sargentos Shiryu e Satori se entreolharam abismados pois aquela era a capa do próprio tenente Hakoda de quando era um soldado, que cobria o homem desde seus ombros até quase esbarrar no chão, e ele nunca permitiu que ninguém a tocasse. O tenente Hakoda falava sozinho num tom baixo e dirigia-se à sua mesa para pegar alguns papeis enquanto balbuciava:

- Eu não aguento esse cara, ele acha que a marinha é bagunça! Vou ter que bater muito nele ainda... Ele é daqueles que só aprende na porrada, cabeçudo...

E ajeitando alguns papeis em sua mão, o tenente virou-se e começava a dar as ordens sem esperar que BlackFish terminasse de se vestir:

- Enquanto a mocinha lá atrás se arruma pro baile, o cpt. Vick me contatou e disse que a perseguição foi um fracasso, os criminosos fugiram e muito provavelmente vão atacar de novo, há vários homens feridos então Satori precisa ir junto.

E entregando a lista para Shiryu, fitando o sargento nos olhos, continuou:

- Aqui está a lista dos possíveis criminosos que tem ligações com os que atacaram hoje, Shiryu, você está incumbido de entregar a lista ao capitão e proteger o laboratório junto de BlackFish e o resto dos homens do capitão que ainda puderem lutar.

E olhando para BlackFish, como se a última parte fosse especificamente para o gigante, concluiu:

- Eu ficarei aqui para proteger o QG até o capitão retornar, provavelmente mais tarde me unirei à vocês na missão de patrulhar o laboratório. Dispensados!

Os sargentos Satori e Shiryu sem esperar por BlackFish, não por desprezo, porém por disciplina e respeito ao superior Hakoda apenas fizeram continência ao terminarem de ouvir as ordens e saíram do QG não marchando, porém posturados e disciplinados, enquanto que BlackFish havia recebido sua primeira missão como soldado, seu esforço para cumpri-la faria seu nome dentro da marinha.

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 3 EmptyQui 04 Jan 2018, 22:55

Primeira Missão


Confesso que no fundo do meu âmago eu contive uma leve risada com aquele comentário de Hakoda, eu não me importava para o padrão daquela corporação, realmente não entendia por quê todos tinham que ser padronizados com roupas iguais, e semblantes significantes, achei que o confortável era o necessário, mas aquele comentário sobre a praia para mim foi demais para meu senso de pedra, pela primeira vez senti o frescor cômico daquele local.

Vestiria a capa do marinheiro, não entenderia o porque de Satori e Shiryu estavam me olhando daquele jeito, como se eu estivesse sendo privilegiado, ignorei como fazia com tudo ao meu redor, apenas vesti o uniforme do time, de pouco a pouco aquele lugar estava me ganhando, mas apenas nos costumes pois por dentro, ainda sou o mesmo.

 Ao ouvir o quê precisaria fazer para missão, confesso que não senti nada, talvez seja amadurecimento ou meu costume de trabalho, para um primeira missão proteger um laboratório que antes era o mesmo que eu havia homens ali pelas redondezas, no mínimo, deveria ser algo empolgante, mas eu não sentia absolutamente nada, ao menos senti levemente gratificado por estar com Shiryu, ele e Satori são pessoas agradáveis.

Observaria os dois soldados caminhando rumo em suas missões, não estavam dispostos a comentar sobre a mesma, e incrivelmente eu estaria esperando uma oratória prolongada e desnecessária de Shiryu, como sempre, porém ele caminhou confiante e concentrado, o quê me deixaria curioso enquanto a periculosidade daquele mandato. Caminharia pelos corredores do quartel rumo a minha primeira missão, sem ao menos me comunicar com o tenente e procurar saber o motivo das ações estranhas de meu parceiro.

Post de Perícia:
 

Após sair do Quartel, procuraria Shiryu, já que o mesmo estava com a lista de possíveis suspeitos, no fundo acreditava que o rapaz era suficiente para proteger aquele documento sozinho, logo eu só precisaria fazer contenção no laboratório, mas algo me fazia lembrar da intensidade que aqueles homens tinham em roubar aquela coisa que nem eu mesmo sabia o quê era.

Retardaria os passos e logo olharia para frente pensando alto, de como eu estava me acostumando com aquilo, ser um marinheiro, eu estava seguindo ordens... Conhecendo marinheiros, até estaria me vestindo como um, acho que as coisas estão avançando rápido demais, nem se quer sei o paradeiro de Aegis, era uma mudança necessária que no fundo me incomodava, na mesma frequência que me relaxava e amolecia, porém, nunca me transformava.

Procuraria Shiryu para saber quais seriam as ações dele, não precisaria falar nada nem se quer me preocupar, ele era um marinheiro com mais experiência, acredito eu que um homem de verdade sabe se proteger sozinho, e isso aquele rapaz iria me provar agora. Caso precisasse da minha ajuda caminharia junto a o mesmo para onde estaria o capitão, sempre de olhos abertos ao redor, as mãos não muito longe do cabo das armas, sem balbuciar nada.

E caso meu parceiro soubesse se proteger sozinho, andaria calmo para o laboratório, era quase como um jogo de xadrez, ou, um jogo de detetive onde aqueles bandidos precisariam deter Vick para que pudessem escapar ilesos, isso antes de contar comigo presente. Na caminhada até o laboratório, caso me lembrasse do caminho, observaria os moradores ao redor, procuraria semelhança nas vestes e semblante deles com os marginais, e se houvesse algum bar por perto, faria uma pequena pausa já que ali era o covil de todo bom vagabundo.

Entraria pela porta do bar causando um choque de impacto, devido minha altura, observaria todos ao redor e nunca me esqueceria que estava em um ambiente sujo vestindo o uniforme da limpeza, era um antagonista com princípio de herói, na verdade, nem se quer sabia me definir, mas para alguns homens sei que era problema.

Cerveja... — Diria enquanto sentaria na cadeira.

Esperaria algumas fofocas de todo bom bar-man.

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Yamazaki Raizo
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Yamazaki Raizo

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 3 EmptySex 05 Jan 2018, 09:42


BlackFish estava em sua primeira missão, ao sair do QG, atrás dos sargentos Shiryu e Satori, percebeu que eles estavam extremamente concentrados, já que Satori precisava curar os feridos e Shiryu precisava entregar informações ao Cpt. Vick sobre criminosos que quase dizimaram todo o tipo de vida naquela ilha. Proteger o laboratório era de extrema importância, e aqueles dois marinheiros estavam levando muito à sério. Ao caminhar pelas ruas BlackFish percebia que os cidadãos olhavam para ele, alguns com espanto, alguns confusos, como se pelo olhar eles dissessem:

- Está com a roupa da marinha, mas com uma máscara assustadora assim ?

Até algumas crianças que brincavam na rua, ao perceber a aproximação do gigante, deixavam seus brinquedos onde quer que fosse, e corriam para suas mães assustadas. Mas isso não o abalava, pois além de estar acostumado, BlackFish tinha uma missão e novos colegas de trabalho para proteger.

BlackFish julgou Shiryu apto à se proteger sozinho, pois o boxeador tinha uma ótima forma física, porém, a missão não era sobre a aptidão física do sargento, nem sobre sua capacidade de se proteger, BlackFish havia recebido ordens para patrulhar o laboratório, pois se os inimigos atacassem de novo eles estariam lá para protegê-lo. Mesmo assim, BlackFish resolveu tomar uma cerveja numa taverna antes.

Sem se esforçar muito para procurar, o gigante visualizou uma taverna típica numa rua paralela à que estava, e ao se desviar do caminho para o laboratório, separou-se dos sargentos que seguiam no mesmo ritmo até sua missão. Por estarem muito concentrados e preocupados com o desenrolar dos acontecimentos, Shiryu e Satori não perceberam que BlackFish havia se separado deles, e seguiram em frente, deixando o gigante para trás. BlackFish se aproximava da taverna, e à medida que ia chegando perto, ia percebendo que ela tinha todos os sinais de ser uma taverna típica de submundo: fachada de madeira desgastada pelo tempo, um letreiro apenas com duas letras ainda penduradas, o que fazia ser impossível imaginar o nome da taverna, e uma porta do tamanho normal para humanos, porém para o nosso gigante era extremamente apertada.

Ao tentar passar pela porta, BlackFish teve que abaixar-se e virar-se de lado, e mesmo assim ainda arrancou parte do batente de madeira, já que estava velho e com cupins, ao quebrar uma parte do batente um som característico ecoou pelo lugar, e a taverna que até então estava barulhenta graças às conversas de quem à estava frequentando, ficou silenciosa de repente, e BlackFish percebeu que todos olhavam para ele, alguns descaradamente, talvez até com o objetivo de intimidá-lo, e outros disfarçadamente parecendo tentar tirar informações a partir da aparência do gigante. Assim como a taverna, os clientes que a frequentavam também eram típicos homens bêbados, alguns extremamente sujos, outros cheios de tatuagens e com cabelos exóticos, e até mulheres com roupas beirando o atentado ao pudor frequentavam aquela taverna.

BlackFish percebeu que após chamar atenção, o clima dentro daquela taverna ficou tão pesado quanto um gigante de trezentos quilos e quatro metros de altura. O gigante caminhando lentamente até o balcão, percebeu que o "barman" na verdade era uma mulher, dessas que se não prestar bem atenção você à chama de senhor, e ela limpava o balcão violentamente com um pano e usava seu próprio cuspe como desinfetante, que provavelmente sujava mais do que limpava. A barman observava a aproximação de BlackFish com o canto dos olhos, e ao se aproximar, percebendo que não havia cadeiras que sustentassem seu peso, com as costas curvadas para baixo, pois o pé direito da taverna era baixo, o gigante pediu uma cerveja com toda "simpatia" e "carisma" que tinha no coração:

- Cerveja...

E a barman com uma expressão de riso, misturada com deboche, curiosidade e mais uma variedade de sentimentos, olhou para o gigante, respondendo:

- Você não é daqui né tampinha ? Qualquer um pode beber cerveja na minha taverna se me der dinheiro, mais...

E desviando-se do gigante olhou para a área das mesas da taverna, indicando ao gigante para que olhasse também:

- Digamos que você não seja o tipo de cliente que estou acostumada à receber! E mais uma coisa, não pense que vai assustar alguém com essa máscara, poe que a gente vê coisa pior por aqui todos os dias!

Ao terminar de falar, limpou o interior de um copo com o mesmo pano que limpava o balcão e o entregou à BlackFish junto de uma garrafa de cerveja. Enquanto fazia isso, a barman olhava a aproximação de alguns homens e sorria, imaginando que eles fariam as "boas vindas" ao marinheiro. BlackFish repentinamente percebeu estar cercado por dois homens e uma mulher de tamanho normal, porém a aparência deles não parecia que eram envolvidos com o submundo, parecia que eles eram o submundo em pessoa! Um tinha apenas um olho, e no lugar do outro havia apenas um buraco, que pelo visto ele tinha prazer em exibir, a mulher tinha adereços que lembravam correntes em seu pescoço, que eram ligadas à piercings em suas orelhas, além de ter o cabelo completamente raspado e uma maquiagem que dava a impressão que ela tinha saído de um filme de terror, e o terceiro homem não era tão exótico assim, suas roupas eram levemente diferente das roupas de pessoas normais, só um pouco sujas, mas o olhar desse homem transmitia a sensação de que ele já havia cometido todos os pecados possíveis, era o olhar de um assassino, estuprador, torturador e todas outras abominações possíveis, e foi justo ele que puxou assunto com BlackFish:

- Seja bem vindo meu caro! Pelas suas roupas diria que você não sabe bem como a banda toca por aqui. Então vou perguntar bem devagar: qual é a sua ? Tá aqui por que quer se juntar à família ou acha que é bom o bastante pra invadir minha área ?

Mesmo estando relativamente longe do rosto do homem, BlackFish conseguia sentir um hálito horrível, de quem nunca escovou os dentes na vida e sua principal refeição é vodka e uísques baratos desde quando nasceu. Quando o homem terminou de falar, o caolho e a gótica colocavam uma das mãos para trás como se estivessem se preparando para sacar uma arma, enquanto que o homem apenas fitava BlackFish, encarando-o com uma expressão diabólica no olhar.

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~A vida é apenas um fenômeno superestimado...~


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