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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Primeira Crônica: Prólogo

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptySeg 27 Nov 2017, 23:08

Relembrando a primeira mensagem :

Primeira Crônica: Prólogo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aegon BlackFish. A qual não possui narrador definido.


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Blackfish
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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptyDom 10 Dez 2017, 14:17

Pais não podem ser culpados pelos crimes de seus filhos  


Me sentiria empolgado ao ver de cima que o jovem capitão estava de peito aberto segurando minha força, e eu não media forças em questão de treino, utilizava do que estava ao meu dispor e nem se quer podia saber o quanto de força eu estaria desferindo naquele sujeito, porém, ao ver que o mesmo não saiu do flanco e bloqueou de primeira me senti entusiasmado com a disposição do marinheiro.

Ao sentir meu ombro e braço esquerdo pouco machucados, rapidamente colocaria a palma da minha mão em meu ombro pressionando-o e faria um gesto circular do mesmo, girando a junta do ombro para tentar dispersar o efeito daquele choque.

Hm.... — Murmuraria apreensivo observando aquele sujeito bloquear e contra-atacar meus movimentos.

Fungaria pouco ofegante por baixo da máscara, deixando os fios de meus bigodes grisalhos balançarem em sentido da minha respiração, estaria surpreso com as habilidades com bastão daquele rapaz, sua patente faz jus a sua habilidade, tão pouco usei de todo meu potencial e aquele pequeno homem conseguiu me deixar ofegante, mas, não era prudente cantar vitória antes do fim da batalha, também não saberia se o mesmo estava usando de toda sua força, eu estava em desvantagem mas nunca aceitaria que estava perdendo.

Ficaria com os ombros alinhados e respirando lento ao ver o outro soldado, estava em alerta para saber se não era um apoio ou se era outro teste, porém, abaixaria meus braços ao ver que meu oponente também não estava batalhando. Fiquei mais calmo ao ouvir o monólogo de Vick.

Minha unica despedida era um sinal significando respeito, um abaixar da minha cabeça, lento, rude e franco.

Me sentiria sozinho após os soldados saírem de minha presença, observei ao redor e fechei os olhos, puxando bastante ar para meus pulmões, logo depois soltando pela boca fazendo ênfase em meu bigode sendo assoprado e criando pequenas ondas dos fios nas pontas, faria um barulho de espantar pássaros ao respirar tão rude.

Depois de acalmar meu espírito, observei um pouco ao meu redor, pude ver uma construção que sugeri que seria o Quartel de Vick; Um tumulto a distante; A cidade calma e possivelmente próspera e um lago próximo a mim.

Não pensei duas vezes e caminharia pesado e cansado para perto do lago, não me importaria caso houvessem pessoas ao meu redor no caminho, me certificaria de não importunar ninguém e ficaria quase ajoelhado a beira do lago, uma perna dobrada e outra estirada no chão. Se não houvesse ninguém perto retiraria minha máscara com cuidado para não ferir meu rosto queimado e colocaria perto de mim, logo após levaria minhas mãos ao rio lavando meu rosto e depois bebendo um pouco de água, faria uma expressão de nojo e medo ao ver meu reflexo na água, era minha cicatriz para vida.

Caso houvesse pessoas perto, apenas levantaria um pouco minha máscara para beber um pouco de água.

Logo após me ajeitaria, incluindo minha máscara, começaria a caminhar pouco confuso, meu intuito a principio era me alistar a marinha, porém, algo no meu interior dizia para verificar aquele tumulto todo, era quase que como se meu sub-consciente se sentisse culpado por todas as atrocidades de meu filho, e fosse obrigação minha ajudar todos os necessitados para tentar repor todo esse mal feito, mesmo que pais não podem ser culpados pelos crimes de seus filhos.

Não me aguentaria e deixaria o alistamento para segundo plano, caminharia cansado e firme para próximo ao tumulto, não me importaria do espanto que eu traria e apenas iria verificar se minha ajuda ali pudesse ser necessária.
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Yamazaki Raizo
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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptySeg 11 Dez 2017, 02:37

Ao lavar o rosto nas águas do lago de Toroa Island, BlackFish sentia repugno de sua própria imagem refletida na água, olhar o próprio reflexo e sentir nojo é um fardo que apenas quem o carrega tem noção do quão pesado ele pode ser. Após beber um pouco d'água e hidratar-se novamente, BlackFish mergulhava numa dúvida gigantesca entre cumprir seu objetivo que era alistar-se na marinha, ou averiguar a causa da confusão que necessitava da presença do Capitão Vick para resolvê-la.

O gigante nem sabia se a causa eram piratas, poderia ser qualquer coisa, mas seu instinto falou mais alto, e sentindo um enorme dever de pelo menos averiguar se sua ajuda era necessária, o gigante iniciava uma lenta caminhada em direção ao tumulto.

Ao se aproximar da multidão, pôde ver algumas mães correndo para longe da confusão, com suas crianças no colo enquanto diziam:

- Vamos sair daqui logo, é perigoso demais!

BlackFish também percebeu que a maioria das pessoas que assistiam o que acontecia no meio da confusão eram homens, e alguns deles falavam, com expressão de raiva no olhar:

- Droga, eu quero ajudar, mas se eu tentar vou acabar morto!

Graças à sua altura, BlackFish tinha uma visão privilegiada em relação aos humanos comuns, e pôde ver do que se tratava a confusão, mesmo estando atrás da multidão de observadores: a primeira coisa que BlackFish viu, foi o capitão Vick lutando bravamente contra dois indivíduos mal vestidos porém aparentavam estar em ótima forma física, os dois protegiam um terceiro homem, que carregava uma caixa em suas mãos, na caixa tinha o símbolo de elemento químico radioativo, e esse homem que carregava a caixa passava a impressão de estar doente, pois era franzino e sua pele era extremamente pálida, havia também mais três ou quatro homens que lutavam contra um número equivalente de soldados marinheiros, todos eles inclusive os dois que lutavam contra o cpt. Vick, estavam armados com armas brancas variadas, exceto o homem franzino, provavelmente estavam todos juntos e nítidamente estavam praticando um ato ilegal.

Os criminosos pareciam estar tentando fugir, talvez chegar até a praia onde iriam escapar num navio, porém não queriam abandonar a caixa, e toda vez que o homem franzino tentava fugir era encurralado pelo cpt. Vick e logo em seguida protegido pelos dois outros criminosos, a situação parecia um impasse. BlackFish também notou que eles todos lutavam à frente de uma construção que parecia ser um laboratório, e na porta desse laboratório um soldado da marinha segurava um senhor trajando um jaleco branco, que gritava e se debatia vigorosamente, hora ou outra quase escapando das mãos do soldado:

- NÃO DEIXEM ELE LEVAR ISSO! SE ELE DEIXAR CAIR A ILHA INTEIRA VAI EXPLODIR!

E o soldado na esperança de acalmá-lo dizia:

- Se eu não precisasse segurá-lo eu poderia ajudar os outros senhor, acalme-se!

Porém as palavras do soldado pareciam nem chegar aos ouvidos do homem, e os poucos segundos que BlackFish observava a situação permanecia a mesma, o gigante talvez teria feito o certo em se deslocar até a confusão, talvez sua ajuda seria realmente necessária, ou não!

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptySeg 11 Dez 2017, 13:48

A bomba química  


Caminharia em passos pesados e cansados, quase que corpulento em direção a multidão, observaria as pessoas correndo em direção oposta ao meu lado, não estaria surpreso pois achava que elas estavam correndo por terror de minha presença.

Mantive meu foco e continuei caminhando. Daria longos passos pesados em direção ao foco do tumulto, nem se quer movimentaria minha cabeça na reta das pessoas que estavam desesperadas e outras questionando sua utilidade, só moveria minha pupila em direção a eles e julgaria-os com meu olhar penetrante e sério.

 Ficaria imóvel observando a situação, quase que uma pedra, nesse tempo analisaria todas minhas opções e não se importaria com o peso da minha presença. Cogitei todas as possibilidades: A morte de Vick, o conteúdo do frasco ser realmente um produto perigoso, aqueles bandidos fossem mais preocupativos do que aparentam, o homem de jaleco branco intervir. Me senti realmente confuso com o quê poderia fazer naquele momento.

Hmpf.... — Soltaria um murmúrio de derrota com irritação como sinal que estava dentro da cena.

Eu sou um gigante, e como um gigante, não a nada mais respeitoso que encarar todas as situações de peito aberto, olho-no-olho. Logo eu partiria caminhando calmo e fazendo minhas pegadas fazerem barulho enquanto eu me aproximava, a medida que ia em direção ao homem com a maleta, estalaria os dedos mostrando que não estaria medindo as consequências para desferir um murro em direção a ele, independente se aquele frasco pudesse destruir tudo sim, ou não.

Caso os homens que estavam com ele estivessem com armas de fogo, socaria o chão afim de levantar uma nuvem de poeira para dispersar o ângulo da mira, logo após, partiria em uma investida enrijecendo meu ombro direito em direção aos comparsas para deixar o principal para Vick. Daria braçadas mirando o estômago e o peitoral dos homens para jogá-los para longe.

Em defesa, protegeria apenas minha face cruzando meus ante-braços na frente da mesma, minha intenção naquele momento era separar os comparsas do líder para dar a deixa para o marinheiro agir.

Abriria caminho para o capitão, faria as medidas possíveis para não destruir a maleta e não ferir consideravelmente o portador dela, porém, não diria o mesmo para os comparsas, equilibraria minha força para não levar danos excessivos no local.  

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptyTer 12 Dez 2017, 21:00

BlackFish atacava abertamente, de frente, como um verdadeiro gigante faria. Ao se aproximar estalando os dedos, o homem que carregava a caixa, andava vagarosamente para trás, recuando e protegendo-se do gigante. BlackFish mudou seu alvo, e mirou nos homens que impediam o cpt. Vick de agir, atacando-os de mãos vazias. Os dois homens estavam armados com armas brancas, um com uma katana e outro com uma foice, ao acertá-los com uma braçada mirando seus estômagos, mesmo bloqueando o golpe do gigante, os homens foram jogados para longe, numa distância de cinco à dez metros aproximadamente.

Porém ao bloquearem o golpe, o gigante teve seu braço cortado em dois lugares, seu ante-braço e seu bíceps direito estavam cortados, não eram cortes profundos porém também não eram simples arranhões. Os cortes sangravam e ao movimentar seu braço direito sentia uma dor incômoda o suficiente para dificultar sua movimentação.

Porém o plano do gigante havia dado certo, em partes, ao ver o grande BlackFish empurrar os homens da frente do cpt. Vick, o franzino que segurava a caixa viu que seria pego pelo capitão, e ele não era um ignorante, muito provavelmente ele também tinha a mesma noção que o homem de jaleco branco sobre o que aconteceria com todos da ilha caso a caixa caísse. Ao ver o capitão com seu caminho livre, o franzino homem colocou a caixa no chão com cuidado e correu para perto de onde os dois homens foram arremessados pelo gigante. A prioridade do capitão era a caixa, por isso não os seguiu de imediato, dando o tempo necessário para que todos eles fugissem, batendo em retirada pela parte não civilizada da ilha.

Ao ver que a situação se acalmava, o soldado que segurava o homem de jaleco branco o soltou, e ele correu desesperadamente até chegar à caixa, que estava sendo carregada pelo cpt. Vick, ao se aproximar o homem colocou suas mãos trêmulas ao redor da caixa, sem encostar nela, enquanto suspirava aliviado. O cpt. Vick não perdeu a oportunidade de exercer seu papel e acalmar a população, mostrando a firmeza da marinha contra os criminosos:

- Não se assustem cidadãos, esses criminosos eram habilidosos o suficientes para invadir o laboratório do doutor Charles, e para tentar roubar sua invenção. Mas nós, marinheiros, estávamos prontos à dar nossas vidas para salvar a de vocês, cidadãos de bem!

E o homem de jaleco branco que provavelmente era o doutor Charles, afastava-se do capitão, com um olhar vazio enquanto murmurava sozinho:

- Ainda bem que o capitão salvou os núcleos atômicos das plantas... logo que consegui estabilizá-los eles chegaram... se a fissura acontecesse a energia liberada iria destruir a ilha com certeza... como, como, como eles souberam ? Eu não contei pra ninguém, eu não contém nem à mim mesmo! Ou eu contei ? Vou ter que transformar esses isótopos de volta senão...

E enquanto o doutor Charles mergulhava em seus devaneios, o cpt Vick aproximava-se do grande BlackFish e com um olhar sério, tentava repreendê-lo, mas o orgulho que o marinheiro sentia do gigante graças às suas ações corajosas estava estampado no rosto do capitão:

- Isso foi muito arriscado e descuidado, é assim que pretende se alistar na marinha ? Quantos cidadãos pretende proteger depois de estar morto ? Se adicionar cautela em suas ações será um grande marinheiro, mas enquanto não faz isso é apenas um insensato!

E rasgando dois pedaços grandes de pano da sua própria roupa, o capitão Vick estendia a mão, oferecendo os trapos que serviam perfeitamente para BlackFish estancar o seu sangramento temporariamente.

- Tome, amarre isso nos cortes e dirija-se ao quartel, tem uma enfermaria lá, não poderei acompanhá-lo pois vou vasculhar cada canto da ilha atrás dos criminosos. E não venha atrás de nós dessa vez! Seu dever cívico está mais do que cumprido, mesmo sem ser solicitado.

Mesmo com palavras ásperas, o capitão Vick parecia estar extremamente feliz de saber que BlackFish tinha a coragem necessária para por sua vida em risco para proteger a vida de outras pessoas, e depois dos discursos, se retirava na direção que os criminosos foram. O gigante estava agora apenas com a dor dos cortes no braço direito, e com as estampas de pano nas mãos, o cenário que outrora estava tão agitado, agora parecia estar sendo abandonado até mesmo pelos curiosos que se dispersavam lentamente por não ter mais o que assistir.

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptyQui 14 Dez 2017, 09:30

A bomba química  


Não estaria esperando aqueles cortes que me pegaram de supetão, sentiria as dores no meus bíceps e ante-braços, porém, apenas cerraria os dentes no momento do corte por baixo da máscara.

Ao ver que a situação havia sido controlada estaria em pé com o meu braço machucado esticado e sentindo escorrer gotas de sangue pelo meu braço, era uma das primeira vez que me sentia no caminho certo, ajudando alguém, não era como eu fazia em Elbaf, cortando lenha para idosos, ou livrando as crianças dos animais selvagem, nada daquilo se comparava a evitar um crime em uma cidade dos Blues, eu me sentiria gratificado, era como se aliviasse um pouco o peso em minhas costas pela decepção do meu legado.

Antes que Vick e o homem de jaleco pudessem terminar os diálogos eu me afastaria um pouco do centro das atenções e sentaria em um lugar não tão longe e nem tão próximo, ficaria descansando mas em alerta pelo sumiço dos bandidos. Flexionaria e relaxaria meu bíceps procurando entender a gravidade da situação, mas, cicatrizes de batalha são marcos históricos para os gigantes, servem como um álbum no seu corpo para lembrá-los das suas vitórias, por quê as derrotas eram marcadas com a morte.

Argh.... — Murmuraria a Vick ao vê-lo começar a reclamar sobre a minha atitude.

Realmente não sou um homem de aceitar esporro ou qualquer coisa do tipo, porém, sou um homem e isso me faz ser maduro o suficiente para não respondê-lo a altura, até porquê eu estava solicitando um serviço do capitão, eu gostaria de me ingressar na marinha, e isso o dá direito de palpitar sobre minhas ações e postura, mas isso não me faz feliz por levar bronca nem se quer elogios, não gosto de tais coisas.

Não olharia para o homem e ficaria em uma pose de falta de atenção, enquanto o mesmo dialogava, meu orgulho não me deixava ouvi-lo. Aceitaria os trapos para estancar o sangue e me despediria do capitão com um assentimento, padrão meu.

Caminharia cansado e apertando minhas feridas, começaria a sentir o cansaço dos meus atos e isso me causava uma enorme sonolência, bocejaria enquanto caminharia deixando escapar um enorme grunhido, não saberia se isso chamaria atenção das pessoas por volta, ou não. Chegaria ao quartel general empoderado, segurando o trampo em meu braço e com o nariz empinado, não tinha noção do quê eu poderia dizer e nem quem eu poderia procurar, então, ficaria em pé sentindo o sangue escorrer e pingar no chão até alguém ir me atender, não era fã de incômodos e nem incomodar ninguém.

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptySex 15 Dez 2017, 05:59

Ao ver que o capitão iniciava outro monólogo, BlackFish não fazia questão de prestar atenção, seu orgulho jamais permitiria que alguém lhe desse um sermão, o que poderia ser um problema ao ingressar na marinha. Depois de se despedir do cpt. Vick apenas com um aceno com a cabeça, o gigante partia em direção ao quartel general da marinha, sentindo suas forças se esgotando no caminho.


Ao chegar no quartel general, BlackFish se surpreendeu na recepção: um marinheiro com aparência singular já estava à sua espera.


- Você deve ser o BlackFish! Não temos outro gigante na ilha, muito menos usando uma máscara como essa. Venha, a enfermaria é por aqui.


E andando devagar na frente do gigante o marinheiro continuava falando:


- Eu sou sargento e enfermeiro Satori, o cpt. Vick entrou em contato conosco pelo den den mushi nos informando sobre seu potencial, ele também disse para não pegar leve com você, hishihishihishi!

Ao passar pelo pátio no interior do QG, chegaram à uma instalação bem limpa e com equipamentos médicos, que ficava claro ser a enfermaria.


- Por favor, fique à vontade para sentar na maca ou permanecer em pé mesmo enquanto eu examinar seu braço.

E puxando facilmente o braço gigantesco do grande BlackFish, o gigante pôde notar que ele não era um simples enfermeiro.


- Não será necessário dar pontos graças à sua pele extremamente resistente, porém vou estancar o sangramento com gaze e aplicar um coagulante nos ferimentos, e lhe receitar um coagulante para tomar também, será necessário tomar apenas um e é muito importante que seu braço fique imobilizado após isso. Após eu terminar, o Tenente Hakoda irá designar suas missões para avaliarmos se está apto à ingressar na marinha.


Após Satori terminar sua fala, um outro marinheiro apareceu na porta da enfermaria e enquanto o sargento Satori limpava e tratava os ferimentos do grande BlackFish, o tenente Hakoda iniciava um discurso:


- Sou o tenente Hakoda, muito prazer em conhecê-lo. Já posso adiantar que estou irritado com você, o cpt. Vick o recomendou, mas como você vai lavar os uniformes com um braço imobilizado ? Como fará as entregas que precisamos na rua aparentando estar todo ferrado igual você está ? Se eu permito que um soldado saia com curativos na rua o que vão pensar da marinha ? Vão pensar que somos fracos! Não posso permitir isso! Após terminar de ser tratado, pegue o esfregão e o balde que estão aqui fora, e esfregue todo o pátio com uma só mão! Não posso esperar você se recuperar pra recrutá-lo, mas mesmo assim não vou aceitar um trabalho mal-feito, que esse chão esteja brilhando quando eu voltar!


E sem se despedir o tenente virou as costas e saiu deixando um clima pesado no ambiente. Por sorte, o sargento Satori já havia terminado os procedimentos médicos dos quais BlackFish necessitava:


- Pronto! Suas feridas estão limpas e medicadas, tome esse comprimido e mantenha o braço na tipoia sem mexê-lo durante duas horas, é o tempo necessário para o coagulante fazer efeito e o sangramento no seu braço parar por completo, volte aqui para trocar os curativos e para ser examinado novamente daqui duas horas.


BlackFish estava com as feridas tratadas, porém ainda sentia uma pontada incômoda hora ou outra, talvez fosse alguma reação causada pela coagulação do sangue. Mesmo usando só um braço, BlackFish tinha a sorte de ser ambidestro, pois conseguiria ter total controle sobre o esfregão mesmo usando um só braço, cabia apenas à ele escolher entre esperar para poder usar os dois braços ou adiantar uma de suas tarefas.

Sargento Satori:
 
Tenente Hakoda:
 
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptyDom 17 Dez 2017, 13:36

A marinha 


Estaria um pouco incomodado dentro do quartel, me sentiria enclausurado e com leves dores no meu braço. Mesmo com aquela demonstração de heroísmo e integridade, os marinheiros, tirando Vick, ainda não eram dignos de minha confiança.

 Ao caminhar para enfermaria, olharia aquele sujeito de pés a cabeça, por me conhecer e fazer uma abordagem dócil e plena ele era digno de minha atenção, algo naquele rapaz com aparência esquisita me chamaria atenção.

Não estaria surpreso que não precisaria de muitos curativos em meu braço, não era comum eu me ferir tão facilmente, ou, não era demorado a regeneração de meu corpo. Aliás, não sofria ferimentos por combate, apenas ferimentos por excesso de trabalho na madeireira, o quê era muito mais desgastante para mim do que a situação atual. Estaria sentado com o braço imóvel e observando friamente as ações de Satori, não se passava nenhuma expressão pela minha face tampada, era curioso o fato do homem não questionar sobre minha máscara, mas levava aquilo como normal.

A presença do outro oficial já havia tomado minha atenção, foi pertinente e intuitiva que algo iria vir atrapalhar meu descanso, Vick havia comentado que eu precisaria fazer algo para ingressar na marinha, porém, as coisas que aquele homem que se auto-intitulava Tenente dizia, eram ridículas para alguém do meu porte e da minha idade.

Nã.... — Diria com a voz perdendo força e logo me calando.

Pensei em refutar aquelas ordens, porém, não era algo sábio a se fazer. Eu tinha a vantagem corporal, destroçar aqueles pequenos homens para impor meu poderio de combate seria fácil, mas pelo exemplo do capitão eles eram pequenos no tamanho, mas nas habilidades e coragem eram grandes, e essas coisas chamadas "patentes", algo que os denominam antes do nome é um índice de poder. Seria sábio em não refutar e apenas encará-lo quieto, não demonstraria respeito, porém ficaria quieto. Ouviria apenas o essencial logo depois voltaria atenção para meu braço em curativos.


Antes que Satori saísse da sala movimentaria meu ombro circularmente em sinal que estaria avançando o processo de curativo, então, agradeceria-o de minha forma padrão.

 Não estaria satisfeito em ter que fazer trabalhos de sub-alternos, mas, eu tinha noção que eu não havia construído meu nome naquele lugar onde eu mesmo decidi ingressar, era um fardo que eu escolhi, era um sufoco que eu era obrigado a passar, não tinha outra escolha a fazer o quê aquele povo queria que eu fizesse.

Inferno... — Reclamaria com a voz tensa ao levantar da maca.

Procuraria os utensílios necessários para fazer o trabalho, não era algo que eu era acostumado a fazer, então, faria do jeito que eu acharia certo. Não mediria forças ao pegar os utensílios, então tinha noção da probabilidade de quebrar as coisas em minhas mãos, jogaria a água inteira do balde no chão de uma vez.

Esfregaria aquilo com a velocidade que conseguiria com aquele braço machucado, não estaria satisfeito caso estivesse demorando muito, como estaria considerando que minha camisa estava muito suja e suada, logo a tiraria com cuidado para não ferir mais meu braço, e pelo tamanho proporcional ao meu corpo a jogaria no chão, sugando muito mais água e secando e limpando muito mais rápido, não faria falta para mim, limparia o chão mais rápido com a minha veste.

A medida que iria esfregando o chão com meus pés, já que o cabo do esfregão não iria ir até o chão, seria prudente o suficiente em fazer um reconhecimento por todo local, olhar cada corredor, cada sala, cada pessoa que passaria por mim ou estivesse ali perto. Nunca abaixaria a cabeça para ninguém, e não reverenciaria qualquer um, mesmo fazer um trabalho de doméstica, meu orgulho era do meu tamanho.

Quando terminasse o trabalho procuraria um local próximo para beber água, descansaria um pouco e verificaria como estava meu curativo, assim, procuraria o tenente para a próxima lição.

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptySeg 18 Dez 2017, 06:32

Após terminar o tratamento e as instruções, o sgt. Satori cumprimentou BlackFish da mesma forma que o gigante havia o cumprimentado, apenas acenando com a cabeça, e pegando uns papéis e uma prancheta deixou a enfermaria e o pátio, retornando para a recepção do QG.

BlackFish, mesmo contra sua vontade, não demorou muito para iniciar a tarefa que lhe fora designada, pois percebeu que era um requisito para cumprir seu objetivo, e assim estaria um passo mais próximo de seu filho, ou pelo menos de uma informação do mesmo.

Iniciou a tarefa jogando toda a água do balde no pátio, e em seguida usou sua camisa enorme como esfregão e fez o trabalho de esfregar com os pés, já que decidiu não se dar o trabalho de curvar-se para esfregar o chão com o esfregão. E isso foi uma péssima idéia, pois sua camisa estava levemente suada devido ao esforço que fez um pouco mais cedo, e seus pés estavam extremamente cheios de poeira e terra, proveniente das partes não civilizadas da ilha, e ao entrar em contato com a água transformou-se em lama.

BlackFish não parou de esfregar mesmo percebendo que estava sujando mais do que limpando, e aproveitou para fazer um reconhecimento do local, e percebeu que a entrada e recepção do QG estavam localizadas na frente do mesmo, preenchendo toda sua fachada, o pátio preenchia o centro da construção e dava acesso à enfermaria, que ficava à direita, o pátio dava também acesso ao refeitório que ficava a esquerda e ao fundo da construção havia a sala de uniformes, sala de armas e ainda mais ao fundo o espaço de treinamento ao ar livre.

Após terminar de tentar limpar o chão do pátio, percebeu que ele estava mais sujo que antes e sem se importar, procurou um lugar para beber água e achou um enorme barril. Ao pressionar a torneira do barril um pequeno fluxo de água saiu do mesmo o que foi o suficiente para o gigante matar sua sede. Após beber a água, BlackFish checou seus curativos, e estavam levemente umedecidos com seu sangue, o que era normal e enquanto checava ouviu a voz familiar do tenente Hakoda atrás de si, e não parecia estar contente:


- Você deve estar brincando comigo! Eu disse que não aceitaria um trabalho mal-feito e você sujou o pátio ainda mais ao envés de limpá-lo ? Eu deveria expulsá-lo agora mesmo daqui, mais por ordens do cpt. Vick vou te dar mais uma chance.

E andando até estar de frente para o gigante e o mais próximo possível que conseguia do mesmo, o tenente Hakoda concluiu sua bronca com o olhar mais cheio de raiva que pôde:


- Você vai mover esse monte de gordura que você chama de corpo até o espaço de treinamento e vai organizar todos os pesos que nós usamos para treinar, esse já vai ser seu teste de treino físico e atividade para a marinha de uma vez só, e trate de se sair bem nessa, por que se eu receber uma bronca do cpt. Vick por despedir você eu juro que arranco essa sua máscara feia na porrada!


Com passos duros e cheios de raiva, o tenente Hakoda virou as costas e deixou o pátio antes que BlakFish pudesse dizer qualquer coisa.

Em suas breves olhadas nos cômodos do QG, BlackFish havia notado que o espaço de treinamento estava completamente desorganizado, com pesos enormes de ferro espalhados pelo chão, cordas e toras de madeiras que provavelmente eram usados para treinamento também estavam espalhados. Cada objeto tinha seu respectivo lugar para ser guardado. Os pesos tinham vários suportes onde já haviam alguns pesos guardados, as cordas tinham ganchos que facilitavam o acesso à elas e haviam algumas toras de madeiras empilhadas num espaço no chão, o que sugeria que era ali onde guardavam todas as outras que se encontravam espalhadas.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptySeg 18 Dez 2017, 23:29

Segunda chance 


Não havia percebido meu erro, eu estaria confessando a mim mesmo que seria até cômico o quê eu tinha acabado de fazer, não era minha intenção sujar aquele local para me vingar das palavras do pequeno homem, mas em meio a essas objeções e deveres descobriria algo inusitado em mim, sou incrivelmente desorganizado, talvez fosse meu mal-costume de ter tido minha esposa como braço direito para me ajudar a resolver as coisas e minha filha como tutora, meu tamanho imenso e o jeito grosseiro de me mover resultava naquelas ações que necessitavam delicadeza, o desastre descomunal.

Me sinto um homem grande, e como um homem grande, preciso fazer coisas grandes. Sem desrespeitar os homens que tinham esses deveres delicados, eu tenho respeito e consideração até pelas folhas de orvalho que caíam sobre o meu antigo telhado, porém, aquilo realmente não era pra mim, minhas mãos ásperas de cortar madeira por anos não serviam para deixar chãos limpos, eu só sei destruir.

Fingiria ouvir o sermão daquele pequeno tenente, suas palavras eram afiadas como espadas e elas estavam cravando meus ouvidos rígidos afetando meu bom-humor, por sorte, ele é resistente como minha carne e pele. O marinheiro estava certo, a patente dele era mais alta e eu não consegui efetuar meu objetivo com maestria como solicitado. Não sou ninguém ali para não respeitar as ordens do local, mas, confessaria que estaria segurando a risada deixando escapar pequenos grunhidos por ter visto o resultado, era cômico.

Uh... — Seguraria a risada, meus lábios estariam cerrados por baixo da máscara e não aparentaria nada por conta disso — Uh... Uh...

Visualizaria o sujeito ir embora tranquilo e calmo, era incrível, ele estufava seu peito e batia de frente contra mim como se aguentasse um soco, o próprio Vick teve um pouco de dificuldade em batalhar comigo, sendo eu desarmado, quem dirá esse sujeito pomposo. Os jovens dessa geração são muito prepotentes, não são status que definem a força do homem, sim sua habilidade me ser sábio.

Me sinto um eterno aprendiz nesse quesito.

Era hora de mostrar minha força, aquele trabalho braçal era o quê eu estaria acostumado a fazer. Iria para o espaço de treinamento ainda mexendo o ombro machucado, verificaria se ele ainda machucado o suficiente para deixar o curativo, caso não, retiraria-o e usaria-o como se nunca tivesse se machucado, aquela situação necessitava de meus dois braços em ótimo estado.

 Procuraria guardar primeiro as toras de madeira, puxaria com o braço com mais força e colocaria-as no lugar, tentaria ser o mais cauteloso o possível para não cometer os mesmos erros de antes, seria calmo e preciso em meus passos.

Não me focaria em demonstrar fossa, e sim, raciocínio, vários pesos juntos poderiam cair e danificar o chão pela concentração, seria muito mais cauteloso com pesos pequenos para não destruí-los ou colocá-los em lugares errados. Também não me preocuparia com o tempo, dessa vez não seria engenhoso ou apressado como a primeira vez, seria pleno e sútil.

Evitaria forçar muito o braço machucado, colocaria mais força no outro. Ao finalizar todo o ajeitamento do local, antes do tenente chegar, faria um check-up se haveria guardado tudo em seu devido local, me certificaria de que estava tudo certo, caso não estivessem ajeitaria-o conforme seu lugar.

Quando finalizasse e sobrasse um tempo, despojaria do mesmo, procuraria um recanto calmo para sentar e relaxar minhas costas, deixaria um olho fechado e o outro aberto. Descansaria apenas meu corpo, porém, deixaria minha mente ligada esperando o relance daquele sujeito marrento, era uma característica minha, ser eternamente cansado por nunca relaxar totalmente, era uma maldição.  

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptyQua 20 Dez 2017, 11:14

BlackFish reconhecia a autoridade que Hakoda possuía, pois mesmo tendo uma personalidade muito forte o gigante era um homem sensato. E após ouvir a bronca segurando seu riso, BlackFish caminhou até a área de treinamento para organizá-la.

Ao chegar lá, BlackFish começou pelos pesos pequenos, e tomando cuidado para não quebrá-los pegou um deles do chão, porém se surpreendeu muito ao perceber que mesmo sendo um peso pequeno era extremamente pesado. O gigante não entendia, por que ele era muito maior do que todos naquele quartel, e o menor dos pesos de treinamento daqueles marinheiros estava fazendo o gigante se esforçar para carregá-lo.

Ao terminar de orgnizar os pesos menores, BlackFish partiu para os maiores, e se surpreendeu de vez ao perceber que não iria aguentar tirar um dos pesos grandes do chão, ao tentar levantar a anilha de ferro, conseguiu apenas levantar a lateral em que estava segurando, sem conseguir tirá-la do chão, nesse momento ouviu um riso vindo da porta que dava acesso à área de treinamento.


- Huahuahua! Não se esforce demais grandão! Esse daí não tem como você levantar huahuahua!


E virando-se para ver de quem era tal risada, BlackFish percebeu ser outro marinheiro, que estava usando luvas de pugilista e também aparentava estar em ótima forma física.



- Deixa que eu te ajudo, nem eu consigo levantar um desses sozinho também! Esses são os pesos do cpt. Vick, ele é o único que treina com esses pesos, e acredite ou não, ele treina com um em cada mão! Olhar ele treinando aqui faz a gente pensar no quão fraco somos ainda e no quão longe podemos chegar se nos esforçarmos como ele!



E aproximando-se, o marinheiro pegou o peso na lateral oposta do gigante e ajudou erguê-lo, tirando-o do chão, e então unindo forças os dois conseguiram organizar todas as anilhas grandes que estavam espalhadas. Após organizarem os pesos, estendendo sua mão envolta pela luva de boxe, o pugilista apresentou-se ao grande BlackFish:


- Ainda não disse meu nome, sou Shiryu, o primeiro e único pugilista do QG de Toroa, é um prazer te conhecer e gostei da máscara!


Após a apresentação, o gigante continuava organizando as cordas, toras de madeiras e o que mais estivesse desorganizado no local, enquanto Shiryu contava-lhe mais sobre o QG.



- Pela sua atividade eu imagino que esteja se alistando como soldado, fico feliz de ter um graaande reforço como você no exército huahuahua! Eu me alistei faz alguns anos já, recentemente fui promovido para sargento, e com a promoção percebi uma coisa: tenho muita coisa à aprender!



BlackFish havia terminado de organizar a área de treinamento, e aproveitava para sentar-se no chão e checar mais uma vez os curativos, e espiando o que o gigante fazia Shiryu especulava:


- Nossa! Pegaram você de jeito em grandão! Aposto que se fosse alguém menor, esses machucados iam render no mínimo alguns pontos!


E entrando na parte de treino do QG, o sgt. Satori parecia estar preocupado, procurando algo, e dirigindo-se à BlackFish disse, aliviado:


- Aaah! Aí está você, te procurei em toda parte! Eu disse que era pra voltar em duas horas pra tirar os curativos e você não apareceu então vim ver se estava tudo bem. Eu trouxe um kit de enfermagem pra não ser preciso você ir até a enfermaria novamente.


E examinando o braço do gigante, Satori tirou os curativos e limpou com álcool.


- Imagino que você não deixou seu braço imobilizado como ordenei, mas eles estão bons. Talvez fique alguma cicatriz, mas talvez você não se importe muito com estética não é ? Hishishsi! Se precisar de mais curativos já sabe onde me encontrar, até mais.


E levantando, Satori deixou novamente o gigante e o pugilista sozinhos na área de treinamento. Enquanto olhava o sargento ir embora, Shiryu contava ao gigante:


- O sargento Satori é muito admirado aqui dentro, o estilo de luta dele e as habilidades médicas o tornam único, recusou algumas vezes ser promovido para tenente, pois teria que ir para outra ilha, e ele diz que já se apegou muito à Toroa.


E virando-se para BlackFish, Shiryu prosseguia empolgado ao falar de seus companheiros:


- O Tenete Hakoda é o melhor espadachim da ilha, e treina todos os dias por que ele diz que quer ser o melhor espadachim de todos os marinheiros. Nem preciso dizer que o cpt. Vick é o mais forte, além da sua força, a liderança que ele possui o tornam digno de estar no comando da segurança da ilha, mesmo ele duvidando de si mesmo de vez em quando.


Surpreendendo os dois, uma voz conhecida ecoou pela área de treino:


- Já terminaram de namorar as duas donzelas ? Se sim, vá até a sala de armas e escolha sua arma BlackFish, por que eu vi que você estava bisbilhotando, você sabe onde ela fica. Depois volte aqui e eu estarei ali na área de luta te esperando, pois vou aplicar o último teste eu mesmo. O cpt. Vick disse que já o viu lutando mas você não deu tudo de si, se você não der tudo de si contra mim vou te cortar em dois antes que consiga piscar!


Sem esperar, o tenente Hakoda virava as costas e ia para um espaço dentro da área de treino que era destinado à lutas, pois era amplo e não havia nada próximo, dando liberdade à quem lutava. E o sgt. Shiryu com um olhar empolgado, alertava o gigante com uma voz baixa, para evitar ser ouvido pelo tenente:


- Melhor você se apressar, o tentente está empolgado, o teste de luta ele sempre deixa pra mim ou pra outro soldado, ele nunca luta com novatos ele apenas dá as ordens e avalia. Você teve sorte! Ou não huahauhau!
Sargento Shiryu:
 

Off:
 

Histórico:
 

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Última edição por Yamazaki Raizo em Sex 05 Jan 2018, 10:07, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo - Página 2 EmptySab 23 Dez 2017, 21:17

A Luta 


Era excêntrico o meio que eu arrumava possíveis amizades naquele local, eu especularia que minha visão era boa, independente de minha péssima aparência e jeito pior ainda. Tive a impressão que aqueles homens do mar estavam acostumados a coisas estranhas e grotescas.

Ficaria realmente surpreso ao ver que pequenos pesos eram demais para mim, nunca havia me deparado com coisas desse modo, ficaria frustado e surpreso, não demonstraria, porém por baixo da máscara estaria cerrando os dentes e flexionando a testa causando rugas, sopraria ar quente pelo espaço da boca que tinha em minha máscara, era inconveniente não conseguir fazer algo que eu queria, e não estaria acostumado a isso.

Shiryu me passaria uma boa impressão, era um sujeito sútil, de fala mansa e que adorava balbuciar sobre várias coisas, nesse pouco período de tempo que tivemos esse leve assunto o rapaz falou mais do que eu próprio em toda minha vida, ignorei metade das coisas que o mesmo disse, porém, me trazia calma a presença desse homem, ele haveria ganhado minha atenção. Não responderia absolutamente nada.

Enquanto o sargento pugilista falava um pouco das identidades famosas daquela ilha me sentiria um pouco curioso, eu me sentiria um nilista nato, não me sentiria feliz com nada, nem grandiosidade com nada, tudo para mim era momentâneo e nada grande, me sentiria ao contrário de um megalomaníaco, e sim, um melancólico. Nada que aqueles homens haviam conquistado, ou que almejam significariam para mim, eu já havia perdido tudo. Mas, a força deles me impressionava e me deixariam entusiasmado.

Satori era um rapaz estranho para mim, aparência sem dar sinal e vinha em momentos que eu não precisava do mesmo, saberia me cuidar sozinho, não resistiria a ajuda do mesmo, porém, sempre respondia com olhares de incômodo. Não estaria acostumado com homens, aparentemente, estranhos tocando em meus ferimentos, mas eu reconheço um coração bom quando o vejo, e por vista, aquele sujeito tinha um bom coração, estranho! Porém, um bom coração.

Hadoka havia voltado quando Satori tinha sumido, eu não suportava aquele homem, mas, era obrigado a respeitá-lo. Havia dito algo que gostei de ouvir, sobre armas, faz tempo que não vejo um bom martelo ou machado, estava doido para escolher um, e como o mesmo já sabe, eu conheço o lugar.

Caminharia cansado para o centro de armas, ficaria gratificado em poder me armar novamente, mas como sempre, eu era uma pedra móvel, não demonstrava nada e nem mudava de expressão, o quê respondia em mim era o jeito de respirar, mais forte quando estaria eufórico e mais calmo, quando consequentemente, estaria mais calmo.

Procuraria um martelo grande e pesado, logo, procuraria outro machado afiado e pesado também, um para cada mão de meus braços, movimentaria-os circularmente averiguando o peso das armas, verificaria se meu braço machucado aguentaria o peso da batalha, mas de qualquer jeito voltaria ao ringue para brigar.

Voltaria com vida em meus olhares, armas em minhas mãos era como vida a um bebê recém-nascido, eu estaria esbanjando malevolência, meu jeito de andar era como de um soldado marchando rumo a batalha, meus ombros largos estariam rígidos pronto para batalha. Minha respiração estaria diferente de todas as vezes, imperceptíveis, não daria para perceber, meus olhares focados em meu alvo.

Afastaria meus pés, encheria meu peito de ar, e centralizaria minha visão, minhas duas mãos estariam apertando os cabos das armas, controlaria os meus batimentos cardíacos e sorriria por baixo da máscara, finalmente, estaria em casa.

É um prazer... — Diria a maior frase já mais dita, um tom claro e pela primeira vez, animada.

Como ataque, avançaria em linha retilínea empunhando o martelo, a arma mais pesada, desferiria um ataque em arco deixando cair todo o peso do martelo somado a meu peso desferido no punho. Como segunda via do ataque soltaria o martelo no chão fincado no chão e rodopiaria meu corpo avançando para frente esticando o machado, sendo a arma mais leve, em ataque giratório ainda em linha reta. Tentaria primeiro amassar o alvo com o peso do meu martelo, e caso não conseguiria, cortaria o mesmo.

Como contra-ataque, se visse o homem avançar primeiro deixaria-o chegar em espaço o suficiente para jogar o martelo para cima e tentar cortar o homem em formato de "x", ganhando tempo o suficiente para o martelo cair em minha direção, pulando para trás em ação brusca.

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