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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Primeira Crônica: Prólogo

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo EmptySeg 27 Nov - 23:08

Primeira Crônica: Prólogo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aegon BlackFish. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo EmptySex 1 Dez - 19:01

Prólogo



Cartas Para Madellein:
 


Me encontraria pouco desnorteado, antes de estar naquele local meu corpo estava cansado devido a jornada que fiz de Elbaf para o West Blue, meus caminhos me trouxeram aqui por nenhum motivo aparente, nunca houvi boatos de pirataria relacionado ao meu filho nesta ilha, porém, antes de vir ouvi boatos que aqui havia um Quartel General da marinha.

Não sou conhecedor dos dialetos e costumes dos estrangeiros, não conheço ninguém nestas ilhas por isso me sinto mais sozinho do que antes.

Me levantaria de onde estivesse, olharia ao redor para fazer um pequeno reconhecimento do local, sempre tomaria cuidado com meu movimentar pois meu tamanho as vezes era prejudicial para meu espaço. Sentiria meu estômago roncar e logo precisaria procurar a cidade, vilarejo ou afins mais próximo, logo após procuraria o Q.G para ingressar na marinha.

Minha face mantivera a mesma expressão, fria, robusta, rancorosa e guardada pela minha máscara de um demônio oriental com um grande nariz, deixava exposto meu bigode e cavanhaque enorme, meus olhos ainda eram os mesmos, azuis piscina frios e quase mortos. Não sou fã de conversas nem empatia, mas sei conviver entre as pessoas.

Andaria calmo e posturado procurando o caminho pra a movimentação de pessoas mais próximas, me locomoveria a mercê da minha audição, não teria noção de onde estaria e também era orgulhoso demais para pedir informações, então tentaria chegar até a cidade principal ou redondezas.

 Caso fosse surpreendido no caminho, tomaria postura ofensiva e atacaria com socos em forma de arco mirando o chão com maior força possível, não media esforços para me defender, porém nunca tomaria a rédea dando o primeiro golpe, tentaria defendê-lo de peito aberto para testar a potência do inimigo.

Caso chegasse ao vilarejo procuraria a taverna mais próxima.


Objetivos :
 

OBS:
 

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo EmptySab 2 Dez - 7:31


Levemente desconfortável graças à viagem de sua terra natal até West Blue, o gigante Black Fish começara uma busca por informações sobre o grupo pirata que seu filho participava, e nada melhor do que entrar na marinha para obter informações sobre piratas!

Sem nenhum conhecimento sobre o local, Aegon caminhava calmamente procurando pelo centro da cidade, talvez até uma taverna, mas foi surpreendido por uma jovem extremamente simpática que o abordou e começou a falar:

- Bom dia senhor, tudo bem ? Meu nome é Clarice e eu nunca vi o senhor antes nessa ilha, e como faço muito trabalho de campo conheço bem as pessoas daqui. Não sei se o senhor sabe, mas nossa ilha possui muitas plantas, e tais plantas podem ser muito benéficas como também podem ser extremamente prejudiciais à saúde. A maioria delas são protegidas por lei, leis que eu mesmo criei para protegê-las, caso danifique terá que pagar multas, e se não pagar terá que passar algumas noites na cadeia - e se aproximando do gigante, diminuindo levemente o volume da sua voz, ela disse- e confie em mim, não vai querer arrumar briga com o capitão Vick! Hahahahha!

Após o gracejo, prosseguiu:

- Vou te dar o panfleto que tenho com a lista das plantas benéficas, prejudiciais e as protegidas por lei, para que você não tenha problema com nenhuma delas, e se quiser, posso te levar para um tour para mostrá-las pessoalmente, o que acha ?

O orgulhoso gigante via-se frente à um dos maiores desafios para ele: pessoas simpáticas. Aegon sabia que fazer boas relações em lugares desconhecidos é sempre importante, mas para ele talvez não seria tão importante quanto manter sua personalidade.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo EmptyDom 3 Dez - 14:54

Impasse


Me surpreendi por aquela pequena criatura que estava a minha frente, tão indefesa e tão simpática, não era do meu feitio ser empático logo de vista, porém, algo naquela pequena criança me lembrava minha querida Madelleine.

Após aquela pequena garota terminar seu diálogo abaixaria meu torso até ficar quase que com minha cabeça na altura da criança, olharia-a de pés a cabeça e voltaria a minha postura empoderadora, não falaria nada e deixaria apenas minha respiração pesada falar por mim.

Eu me sentia em um impasse, não tinha tempo para perder com a garota e suas ervas medicinais, eu sou um gigante! Eu nasci pra batalhar e não pra colher plantas rupestres, porém, não vou ter outra oportunidade de conhecer a ilha mais a fundo e saber a direção para o quartel general da marinha, então vou apenas acompanhar essa garota até o seu destino e logo espero que ela me corresponda.

Haveria de manter minha expressão seria e fria, meus olhos com expressões cansadas por baixo da máscara, acharia estranho aquela criança não se assustar com meu tamanho e minha máscara demoníaca, porém, apenas a seguiria sem expressar um "a". Assentiria com a cabeça fazendo sinal que a seguiria, logo após,  ficaria apreensivo ao redor para que nada tocasse na criança.

Caso precisasse lutar ficaria frente da criança em posição de ataque com minha guarda levantada, esperaria o primeiro golpe do inimigo e priorizaria a proteção da criança, faria uma analise antes da batalha.

Caso tivesse a oportunidade de expor meu objetivo olharia para criança.

Marinha... — Diria com minha voz alta como um trovão, cansada e grossa.  

Ficaria a mercê da boa vontade da criança, não a abandonaria pois eu sou um pai e todo pai sabe a perda de um filho, tentaria de uma maneira imperceptível levar essa criança de volta a seus pais já que também acharia estranho ela sozinha na floresta, uma leve desconfiança com aquela situação, porém, meu âmago não me deixaria dispensar essa pequena criatura.

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo EmptyQua 6 Dez - 3:34

O grande BlackFish havia se impressionado com a simpatia com que tinha sido tratado por Clarice. Mesmo a moça não sendo uma criança, por ser muito maior fisicamente, e muito mais experiente que ela, a impressão que o gigante tinha dela se resumia à apenas uma palavra: indefesa.

Arqueando seu corpo para frente para vê-la melhor, o gigante ficou ainda mais impressionado, pois Clarice não recuou nem um centímetro para trás, nem mesmo piscou, mesmo com um gigante de quatro metros de altura, à poucos centímetro de distância com uma máscara assustadora no rosto.

O normal para o gigante era que todos se assustavam com sua máscara, e quando tirava a máscara as pessoas se assustavam mais ainda com seu rosto deformado, mas Clarice se mostrava ser uma verdadeira exceção. Voltando para sua posição empoderadora, o gigante nada disse, apenas acenou com a cabeça indicando que concordava com a proposta de Clarice.

- Que bom que aceitou, eu garanto que vai ser útil para o senhor! Vamos lá, por sorte estamos muito perto da cidade. Eu percebi que o senhor não é daqui pois não é todo dia que se vê alguém mais alto que o telhado das casas, e ainda mais com uma máscara tão impressionante quanto a sua.

Os dois caminharam cerca de cinco minutos e já estavam na parte civilizada da ilha, e Clarice não havia parado nem por um segundo de falar sobre as plantas, as pessoas e outras coisas relacionadas à ilha. Interrompendo o falatório da moça, o grande BlackFish disse com uma voz grossa e cansada:

-Marinha...

Parando por um segundo, e virando-se lentamente com um sorriso no rosto, Clarice respondeu:

- Entendo... O senhor não está interessado nas plantas da ilha, pude ver na sua expressão. Se tem negócios à tratar com a marinha posso levá-lo até o quartel general, fica à alguns minutos daqui, com sorte o Cpt. Vick estará lá para recebê-lo. Siga-me, eu te levo até lá!

Ao virar-se para frente novamente, os dois puderam ver ninguém menos que o Cpt. Vick em pessoa. Surpresa, Clarice começou falar:

- Nossa! Nunca mais você morre Capitão, estávamos falando de você agora mesmo, esse é o... Nossa, só agora percebi que não perguntei o nome dele hahaha! Mas ele tem assuntos à tratar com você capitão, vou deixar vocês conversarem e vou retornar ao meu trabalho.

E direcionando-se à BlackFish a moça disse:

- Foi um prazer te conhecer, espero que após resolver seus assuntos me acompanhe num tour pela ilha para saber mais sobre plantas, até mais!

E ao ficar à sós com o gigante, o capitão Vick dispôs-se à falar:

- Bom dia cidadão, nunca o vi por aqui, eu sou o capitão Vick e tomo conta da segurança dessa ilha. Antes de me dizer o assunto que tem à tratar, por favor comece dizendo seu nome e por que veio para Toroa Island!

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo EmptyQui 7 Dez - 8:54

Alardes de Capitães


Me senti um pouco aliviado já que a pequena havia entendido minha indireta para ser mais preciso em meus objetivos, meu âmago havia sido um pouco afetado por ter que deixá-la sozinha naquele lugar, porém, por experiências que já tive nessa vida não poderia julgar alguém por sua aparência, mesmo o quanto há de parecer frágil e dócil.

Enquanto a moça que não havia me dito seu nome estava dialogando com o capitão da marinha eu estaria o avaliando dos pés a cabeça, era a primeira vez que eu estava frente-a-frente com um oficial condecorado da marinha, não estava surpreso e tão pouco estava intimidado, ao contrário, não mudei minha pose e nem ao menos mostraria respeito. Continuaria bruto, robusto e empoderador, ombros largos e peitoral para frente, não piscaria ao encarar o capitão, queria ver se o oficial fazia jus ao seu cargo em não se intimidaria com a minha presença.

Tirei minha atenção do marinheiro apenas para despedida da pequena moça, não saí da minha pose também nem para despedidas, eu as odiava, minha expressão para um adeus seria um simples abaixar de cabeça assentindo.

No final do monólogo do capitão fiquei um tempo sem o responder, analisei suas palavras e suas intenções, não sou muito fã de palavras pois acreditava fielmente que elas eram a chave da alma, todas palavras tinham peso e consequência, eu não saberia se eu realmente deveria passar informações minhas para aquele sujeito até então desconhecido, que eu só conhecia seu primeiro nome e sua patente.

Blackfish... — Diria com minha voz cansada. — Ingressar na marinha...

Terminaria meu diálogo com apenas meu nome, o quê era essencial para aquele momento, para ser mais preciso não tinha algo certo para fazer naquela ilha, além de informações sobre meu filho e ingressar na marinha, então não tinha muito o quê falar para aquele capitão. Pensava muito, muito para um gigante bruto, tinha em mente vários diálogos prontos e muitas coisas para falar, porém, eu não era fã de conversa, não era pose de um gigante falar mais que o necessário, e isso me trazia um sentimento de duvida se aquele sujeito pensava que eu era burro de fato.

Me manteria em pé, firme e robusto mostrando minha pose para aquele sujeito. Esperaria por sua resposta, não demonstrava medo, aflito, esperança de ser aprovado nem nada aparente. Me considerava um homem cansado e objetivo, e confiante o suficiente para não sentir medo.


Narrador:
 

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo EmptySex 8 Dez - 4:59

O grande BlackFish estava à um passo de cumprir seu primeiro objetivo em Toroa Island, talvez as informações sobre o paradeiro de Aegis estivessem mais próximas do que ele pensava, dependia apenas de como o Capitão Vick iria reagir às poucas palavras que o gigante BlackFish havia dito, que por sinal soaram extremamente ásperas.

- Blackfish... Ingressar na marinha...

Depois de fazer uma expressão que indicava ter achado muito estranho o comportamento de BlackFish, o capitão Vick mais uma vez iniciava um monólogo:

- Entendo... Um homem de poucas palavras. Mas foi bem objetivo, seu nome é BlackFish e quer ingressar na marinha, geralmente eu deixo o recrutamento com meus tenentes, mas hoje é seu dia de sorte!

E pegando o seu bastão de ouro, o Capitão prosseguia falando:

- Já ouviu algo sobre o "escutar do espírito" ? Meu treinador me dizia que quando dois guerreiros habilidosos se enfrentam, eles conseguem se conhecer muito mais em cinco minutos lutando, do que se passassem o resto da vida conversando.

Colocando-se em posição ortodoxa de batalha, com o bastão apontado para o gigante e com uma expressão tão séria quanto a de BlackFish, o Cpt. Vick concluiu:

- Seu primeiro teste para ingressar na marinha será agora mesmo, e eu serei o avaliador. Estou pronto para "escutar seu espírito", me convença que está apto à ingressar na marinha, o primeiro movimento é seu!

O capitão tinha provado seu valor para BlackFish, pois ele foi a segunda pessoa em Toroa Island que não se intimidou com a presença do grande BlackFish, e agora o destino do gigante se resumia àquela luta, era hora do gigante provar seu valor!

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo EmptySex 8 Dez - 8:55

Escutar do espírito


Não haveria entendido a do capitão, eu não conhecia bem os costumes dos nortenses, os além da Grand Line, para ingressar na marinha eu precisava provar meu valor em batalha? Isso caia como uma pluma para meu jeito de ogro.

Não me sentiria privilegiado por estar sendo recrutado direto pelo capitão, eu não sabia nem se quer qual era a diferença de patentes entre tenente e os outros oficiais, meu estudo sobre marinha era muito raso, precisaria aprender muito mais já que conscientizaria meu objetivo e ingressar nessa profissão.

Quando Vick falou sobre "eles conseguem se conhecer muito mais em cinco minutos lutando, do que se passassem o resto da vida conversando" teria uma leve impressão que aquele sujeito saberia o quê eu estava procurando, depositaria um pouco de fé naquele rapaz pelas palavras que haviam entrado em minha mente, ficaria pouco feliz por estar começando a nos entendermos.

Ainda sim não mudaria minha pose ao vê-lo levantando a guarda, fungaria o nariz por baixo daquela máscara deixando movimentá-la um pouco, sentiria o frescor do ambiente. Não gostava de me vangloriar, porém, eu sempre estava de guarda alta, pois nunca relaxava.

Hm... — Murmuraria ao vê-lo posicionado.

Eu até estaria pouco confuso com aquela situação, um capitão armado com uma arma de ouro e eu de mãos abanando, mesmo que sejam mãos enormes e ásperas, aquilo era para deixar o teste mais difícil? Confesso que senti uma leve empolgação.

Em primeira via atacaria retilíneo, avançaria cada passo com olhos atentos na movimentação dos pés do rapaz, atacaria ao lado contrário do qual fosse mexer, assim, confundi-lo. Levantaria meus braços em forma de arco enrijecendo meu ante-braço e punho cerrados, e assim desvencilharia um choque de peso com os dois braços vindo de cima visando amassar o capitão.

Em vias de defesa apenas enrijeceria meus antebraços e deixaria cruzados rentes ao meu peitoral e começo do estômago protegendo meu torso. Caso fosse ataques vindo de lado abaixaria meus ombros afins de proteger as laterais do meu corpo com os mesmos.

Como contra-ataque, caso precisasse, esperaria o avanço do capitão e deixaria os músculos do meu corpo robusto, tomaria o primeiro dano direto, tentando surpreender e testar o máximo de golpe, logo após encurtaria a distância entre os mesmos aproveitando o intervalo de ataque e usaria todo o impulso do corpo para dar um soco em forma de arco visando acertar com toda a força de um gigante a lateral de Vick.

Logo após de cada ação não recuaria passos, ficaria parado respirando ofegante e deixando a respiração fazer eco na minha mascara, sempre usando de todas artimanhas para intimidar o oponente.

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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo EmptyDom 10 Dez - 6:38

O gigante aproximava-se do Capitão, atento para sua movimentação, e a cada passo se surpreendia cada vez mais, pois o capitão continuava parado não importava o quanto BlackFish avançava. Ao chegar numa distância de um metro, o gigante levantou os dois braços indicando um golpe vindo de cima, e a reação do cpt. Vick foi apenas segurar seu bastão com mais força, e então o gigantesco homem desferiu um golpe com as duas mãos visando esmagar o marinheiro.

Rapidamente, o Cpt. Vick posicionou seu bastão para cima, bloqueando completamente o ataque do gigante, e iniciando uma disputa de força bruta, onde BlackFish tentava esmagá-lo e o marinheiro tentava descobrir o quão forte aquele gigantesco homem era. Graças á sua gigantesca força, BlackFish conseguiu fazer o Cpt. Vick encostar um dos joelhos no chão, visto que seu bastão envergava levemente de tanta força que os dois homens faziam. Cerrando os dentes de tanto fazer força, o Cpt. Vick não pôde evitar de elogiar seu oponente:

- Pesado... Muito pesado... Como imaginei!

E então com um grito, indicando usar muita força, o Cpt. Vick empurrou o gigante para trás e ao mesmo tempo que retomava o fôlego, investiu contra o gigante chutando-o na altura do estômago, BlackFish conseguiu bloquear com sucesso o chute do marinheiro cruzando os braços na frente do corpo, mas mesmo sua pele sendo dura e seu braço calejado, ele sentiu a pressão do golpe do capitão, ficando com um leve desconforto no braço esquerdo quando o movimentava.

O capitão, por sua vez, investiu contra o gigante com seu bastão, atacando-o horizontalmente seu flanco esquerdo, e mais uma vez BlackFish conseguiu bloquear o seu golpe abaixando seu ombro esquerdo para proteger a lateral do seu corpo, porém ao usar o bastão o ataque do cpt. tinha um pouco mais de força, e agora além do seu antebraço esquerdo, o ombro do gigante também latejava graças às investidas do marinheiro.

Aproveitando-se do ataque do marinheiro, BlackFish investiu com um cruzado de direita, visando acertar o flanco direito do capitão atacando-o horizontalmente, e o marinheiro sem a opção de usar seu bastão para bloquear esquivou do soco, impulsionando-se para trás, e evadindo seu corpo no último segundo evitou ser acertado pelo gigante. E então, girando seu bastão de maneira elegante, o Capitão iniciou novamente o que provavelmente seria um monólogo:

- Como eu disse, em menos de cinco minutos lutando pude conhecer você mais do que se eu tivesse perguntado. Pelo seus socos eu percebi que você não luta de mãos vazias, provavelmente usa alguma arma para lutar ou não está me mostrando todo seu potencial.


E interrompendo o discurso do capitão, um soldado que parecia ser de patente alta, surgiu repentinamente e ainda ofegante e fazendo sinal de continência dirigiu-se ao capitão, reportando-se:

- Capitão Vick, desculpe por interrompê-lo, porém temos problemas no laboratório do doutor Charles. Sugiro irmos pra lá imediatamente!

Ao ouvir o relatório o capitão Vick fez uma expressão verdadeiramente séria, e dirigindo-se ao gigante, completou:

- Cidadão, infelizmente vamos continuar nossa luta outra hora, se ainda quiser ingressar na marinha, vá até o quartel general e meus soldados irão instruí-lo, você pode vê-lo daqui se olhar na direção das montanhas, ao chegar lá diga que o Cpt. Vick o julgou valoroso, eles irão entender. Até mais BlackFish.

E correndo junto com o outro marinheiro, rapidamente os dois saíram do campo de visão do gigante. Ao olhar atentamente aos arredores, BlackFish percebeu que estava próximo à um lago, onde provavelmente era o centro da cidade, à sua esquerda pôde ver a região montanhosa que o Cpt. Vick havia mencionado e um pouco distante, localizado nas montanhas o gigante viu uma construção que poderia ser o quartel general. BlackFish também percebeu, olhando na direção que os marinheiros havia corrido, que havia um tumulto à algumas centenas de metros, não era possível ver o que acontecia pela distância, mas era possível ver uma multidão de pessoas. Fora a multidão que estava um pouco distante do gigante, o restante da cidade estava bem calma e silenciosa, exceto pelo som dos pássaros e do vento acariciando o topo das árvores que chacoalhavam levemente. O sol alaranjado indicava o início do período vespertino na ilha.
Histórico:
 

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Última edição por Yamazaki Raizo em Sex 5 Jan - 10:00, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Primeira Crônica: Prólogo   Primeira Crônica: Prólogo EmptyDom 10 Dez - 14:17

Pais não podem ser culpados pelos crimes de seus filhos  


Me sentiria empolgado ao ver de cima que o jovem capitão estava de peito aberto segurando minha força, e eu não media forças em questão de treino, utilizava do que estava ao meu dispor e nem se quer podia saber o quanto de força eu estaria desferindo naquele sujeito, porém, ao ver que o mesmo não saiu do flanco e bloqueou de primeira me senti entusiasmado com a disposição do marinheiro.

Ao sentir meu ombro e braço esquerdo pouco machucados, rapidamente colocaria a palma da minha mão em meu ombro pressionando-o e faria um gesto circular do mesmo, girando a junta do ombro para tentar dispersar o efeito daquele choque.

Hm.... — Murmuraria apreensivo observando aquele sujeito bloquear e contra-atacar meus movimentos.

Fungaria pouco ofegante por baixo da máscara, deixando os fios de meus bigodes grisalhos balançarem em sentido da minha respiração, estaria surpreso com as habilidades com bastão daquele rapaz, sua patente faz jus a sua habilidade, tão pouco usei de todo meu potencial e aquele pequeno homem conseguiu me deixar ofegante, mas, não era prudente cantar vitória antes do fim da batalha, também não saberia se o mesmo estava usando de toda sua força, eu estava em desvantagem mas nunca aceitaria que estava perdendo.

Ficaria com os ombros alinhados e respirando lento ao ver o outro soldado, estava em alerta para saber se não era um apoio ou se era outro teste, porém, abaixaria meus braços ao ver que meu oponente também não estava batalhando. Fiquei mais calmo ao ouvir o monólogo de Vick.

Minha unica despedida era um sinal significando respeito, um abaixar da minha cabeça, lento, rude e franco.

Me sentiria sozinho após os soldados saírem de minha presença, observei ao redor e fechei os olhos, puxando bastante ar para meus pulmões, logo depois soltando pela boca fazendo ênfase em meu bigode sendo assoprado e criando pequenas ondas dos fios nas pontas, faria um barulho de espantar pássaros ao respirar tão rude.

Depois de acalmar meu espírito, observei um pouco ao meu redor, pude ver uma construção que sugeri que seria o Quartel de Vick; Um tumulto a distante; A cidade calma e possivelmente próspera e um lago próximo a mim.

Não pensei duas vezes e caminharia pesado e cansado para perto do lago, não me importaria caso houvessem pessoas ao meu redor no caminho, me certificaria de não importunar ninguém e ficaria quase ajoelhado a beira do lago, uma perna dobrada e outra estirada no chão. Se não houvesse ninguém perto retiraria minha máscara com cuidado para não ferir meu rosto queimado e colocaria perto de mim, logo após levaria minhas mãos ao rio lavando meu rosto e depois bebendo um pouco de água, faria uma expressão de nojo e medo ao ver meu reflexo na água, era minha cicatriz para vida.

Caso houvesse pessoas perto, apenas levantaria um pouco minha máscara para beber um pouco de água.

Logo após me ajeitaria, incluindo minha máscara, começaria a caminhar pouco confuso, meu intuito a principio era me alistar a marinha, porém, algo no meu interior dizia para verificar aquele tumulto todo, era quase que como se meu sub-consciente se sentisse culpado por todas as atrocidades de meu filho, e fosse obrigação minha ajudar todos os necessitados para tentar repor todo esse mal feito, mesmo que pais não podem ser culpados pelos crimes de seus filhos.

Não me aguentaria e deixaria o alistamento para segundo plano, caminharia cansado e firme para próximo ao tumulto, não me importaria do espanto que eu traria e apenas iria verificar se minha ajuda ali pudesse ser necessária.

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