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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Auf Der Suche Nach Dem Weg

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - Auf Der Suche Nach Dem Weg   I - Auf Der Suche Nach Dem Weg - Página 6 EmptyDom 26 Nov - 20:12

Relembrando a primeira mensagem :

I - Auf Der Suche Nach Dem Weg

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Kaiser Hilderbrand. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: I - Auf Der Suche Nach Dem Weg   I - Auf Der Suche Nach Dem Weg - Página 6 EmptyTer 16 Jan - 21:28

I - Auf Der Suche Nach Dem Weg



KAISER HILDERBRAND
Depois de ser novamente acertado pelo capitão dos revolucionários, a raiva tomou conta de mim. - Já não me bastava o cadáver acertar meu estômago de novo, e agora esse bosta vem na covardia, já estou de saco cheio dessa luta. – Diria, como se estivesse pensando alto, e me levantaria. Durante o movimento, olharia para o lado rapidamente, apenas para ver que Lauren e o moreno estavam passando apertado contra os outros guardas, já que eles eram lutadores de media e longa distância respectivamente, e seus adversários, de curta distância, obrigando-os a se manterem na defensiva. Assim que eu estivesse de pé, olharia com raiva para o moreno à minha frente, e sem delongas, partiria com velocidade para cima deste, já preparando um corte vertical de baixo para cima, segurando o cabo com as duas mãos, para ter a certeza de um golpe mais firme. Como ele me socara nas duas vezes que me acertara, eu acreditava que o homem era um boxeador, de forma que este deveria esquivar do meu golpe ao invés de bloqueá-lo, já que isso somente o prejudicaria, e se ele fizesse tal movimento, eu o atacaria novamente, sem dar descanso, se ele saltasse para a direita, faria um corte diagonal de baixo para cima e da esquerda para a direita, se ele saltasse para a esquerda, o golpe também seria diagonal de baixo para cima, mas o sentido seria o contrário, e se ele saltasse para trás, avençaria para poder alcançá-lo novamente e faria um golpe vertical de baixo para cima.

Se algum de meus golpes fosse realizado com sucesso, eu aproveitaria que nesse momento ele perderia um pouco de sua postura, e nesse momento eu aproveitaria para fazer dois golpes diagonais, um da direita para a esquerda, e outro da esquerda para a direita, se eu não acertasse nenhum golpe nele, saltaria para trás, procurando ganhar distância entre nós. - Você passou óleo de peixe por acaso? Fique parado, maldito. – Diria, irritado, querendo ter uma oportunidade de vencê-lo e ajudar meus companheiros com suas respectivas lutas se necessário, e terminar essa maldita missão, que parecia ter sido amaldiçoava, por algum motivo desconhecido a mim.

Se em algum momento ele tentasse um contra-ataque ou um contra-ataque após evitar meus golpes, eu tentaria bloquear, já que seus golpes me pareciam ser bastante rápidos, e não teria tempo suficiente para que eu me esquivasse com perfeição, eu deixaria a lâmina apontada na direção do revolucionário, para que se eu bloqueasse seu golpe, sua mão seria ferida, uma tática quase baixa, mas eu nunca pensaria em jogar limpo contra uma escória. Durante a necessidade de bloquear, eu moveria minha katana procurando deixá-la sempre de frente para o golpe que viria em minha direção, se precisasse, eu faria saltos curtos para trás, direita ou esquerda, girando meu corpo para me manter de frente para o revolucionário quando fosse necessário. - Você tem uns golpes bons aí, mas não funcionou, então aceite sua derrota, e me poupe o trabalho. – Diria se seus ataques fossem ineficientes. - Maldito seja, saia da minha frente, eu preciso terminar essa missão, não me atrapalhe sua escória. – Diria caso fosse acertado alguma vez.

Em qualquer brecha que surgisse, eu faria uma estocada com velocidade, e procuraria acertar um pouco acima do seu umbigo, procurando acertar seu estômago, coisa que dificultaria bastante nosso combate, e se acertasse, puxaria minha katana para cima, procurando deixar o golpe cada vez mais fatal. Mas se ele se esquivasse, saltando para o lado, eu pararia o avanço da minha arma, e desse ponto faria um golpe horizontal dali para o lado onde o homem saltara, na altura de sua cintura. Se novamente ele esquivasse, tentaria um vertical de cima para baixo dando alguns passos à frente, para entrar em uma zona onde pudesse acertá-lo. Se o moreno se mostrasse derrotado em algum momento, olharia de forma séria para este. - Agora acabou, só fez perder meu tempo, agora não entre mai em meu caminho. – Diria para o homem, e depois olharia para ver como meus companheiros iam em suas respectivas batalhas.

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MensagemAssunto: Re: I - Auf Der Suche Nach Dem Weg   I - Auf Der Suche Nach Dem Weg - Página 6 EmptyQua 17 Jan - 21:55


Kaiser Hilderbrand


O combate entre os dois estava prestes a começar e o boxeador já havia tido uma vantagem acertando Kaiser que estava ao chão. Enquanto se levantava, resmungava para si mesmo em voz alta e o líder o observava curiosamente exibindo um sorriso em seu rosto. Antes que tivesse outra reação, o loiro já começava a avançar para cima do moreno com velocidade, sua tentativa era de acertar um golpe vertical e emendar este mesmo para outras direções se não houvesse acertado. O corte na vertical passava dando um leve corte no antebraço do moreno e o corte na diagonal era completamente esquivado quando ele se abaixava, nesse movimento o agente liberar uma brecha da qual o revolucionário rapidamente achava e acertava bem no meio da costela do jovem.

A dor era intensa e havia acertado no mesmo lugar de seu ferimento anterior e isso fazia-o perder um pouco do fôlego de seus ataques e tentar bloquear de qualquer jeito uma sequência de mais dois socos em seu peito que o empurravam para trás. O moreno começava a gostar de estar lutando contra o agente. O líder mais uma vez começava um série de ataques tentando acertá-lo, mas o espadachim era rápido o bastante para conseguir colocar a sua espada e toda vez que colocava, o moreno recuava com o seu braço para não ter sua mão prejudicada.

Ele fazia uma finta e conseguia enganar o espadachim dando um golpe de palma aberta no meio de seu perto e que fazia-o cair batendo em um criado-mudo de tamanho médio, o vaso sobre ele se mexia como se fosse cair, mas por sorte ficava parado restabelecendo o seu equilíbrio. Kaiser resmungava mais uma vez. - Até agora só se mostrou um espadachim mediano!Pedaço de bosta.

Ao seu redor podia ver Lauren conseguindo uma vantagem contra o espadachim acertando a perna dele com a sua lança e o atirador acertava um tiro no espadachim também, aquilo atraia as atenções de quem estava embaixo e eles começavam a subir as escadas, o nobre que se levantara começava a empurrar uma estante em direção ao caminho, mas haviam outros vindo pelo corredor do outro lado e não daria tempo de estabelecerem as duas antes que chegassem. A costela de Hilderbrand sangrava saindo do seu ferimento recém aberto e seu estômago ainda doía junto com o seu peito.



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MensagemAssunto: Re: I - Auf Der Suche Nach Dem Weg   I - Auf Der Suche Nach Dem Weg - Página 6 EmptyQui 18 Jan - 16:29

I - Auf Der Suche Nach Dem Weg



KAISER HILDERBRAND
Minha irritação somente aumentava cada vez que eu tinha que me levantar do chão, era imperdoável para mim estar levando uma surra do moreno que havia em minha frente, ainda mais depois que ele teve a ousadia de dizer que eu era mediano, minha vontade era de levantar e surrá-lo até ele não poder mais levantar, mas não poderia o fazê-lo agora, precisava de estratégia para levá-lo ao chão, e ainda deitado via que havia um vaso numa estante, que estava acima de mim, talvez poderia usá-la. Primeiramente eu me levantaria e poria minha mão na costela, onde o maldito revolucionário havia me acertado, e veria que havia sangue saindo, me deixando ainda mais irritado, depois, observaria o quarto onde estava, e poderia ver que Lauren e o moreno levavam certa vantagem em suas lutas naquele instante, e que o nobre tentava bloquear a entrada, já que alguma coisa havia atraído a atenção dos outros homens que estavam de vigia ali perto, talvez o disparo feito por meu colega.

Como nossa prioridade era o nobre, eu ignoraria minhas dores, mesmo que tivesse que sofrer as consequências por isso depois, e primeiramente, estaria de frente para o capitão dos revolucionários, e de repente, começaria uma corrida na direção da ruiva, e do guarda que havia na frente desta, na intenção de atacá-lo, não poderíamos deixar o nobre desprotegido, e nem deixar que mais guardas adentrassem a sala, por isso queria matar os guardas que lutavam com meus companheiros e deixá-los livres para ajudar nosso contratante. - Você dois, ajudem o nobre, ele é a prioridade, eu dou um jeito nesses guardas. Ruiva, ajude-o a bloquear o caminho da entrada, e você, moreno, dê-me cobertura, não podemos deixar o capitão deles se aproximar. – Diria tanto para a ruiva quanto para o moreno, e me manteria em movimento, até que tivesse distância suficiente para realizar minha técnica Battoujutsu: Shōmen kōgeki.

Eu esperava que minha movimentação fosse inesperada, para que pegasse todos de surpresa, e me facilitasse acertar o guarda que lutava contra Lauren, que já estava ferido na perna, já que este tinha sua mobilidade limitada, mas se ele bloqueasse minha técnica, eu saltaria para a esquerda, e faria um golpe horizontal da esquerda para a direita, se ele tornasse a me bloquear, eu giraria meu corpo para a esquerda enquanto me moveria para a direita, e durante o giro, faria um outro golpe horizontal, mas dessa vez da direita para a esquerda, se houvesse uma nova falha minha, eu faria um golpe de distração, diagonal de baixo para cima e da esquerda para a direita. Não era minha intenção inicial acertá-lo, mas se o fizesse aproveitaria o impulso do movimento, e moveria meus braços para que a katana ficasse exatamente acima da cabeça do guarda, para assim descer com força na direção desta, afim de partir-lhe a cabeça ao meio. E se ele bloqueasse, o que era minha intenção inicial, giraria meu corpo para a esquerda, e faria um corte diagonal da direita para a esquerda.

Se ele tentasse me acertar, eu me esquivaria e tentaria um contra-ataque, se viesse verticalmente eu procuraria saltar para a esquerda e fazer um corte horizontal da esquerda para a direita, mas se não houvesse espaço para saltar para a esquerda, faria para o lado oposto, inclusive o golpe. Se viesse com um golpe horizontal ou diagonal, eu saltaria para trás, assim que meus pés chegassem ao chão, eu saltaria para frente, e faria um golpe vertical de cima para baixo, na direção da cabeça do guarda. Assim que o guarda estivesse morto, me moveria até o outro guarda, este que lutara com o moreno anteriormente, durante o tempo em que correria na direção do novo adversário, eu olharia na direção do capitão dos revolucionários, para ter a certeza de que o atirador tivera êxito em deixa-lo afastado de nós. Quando encontrasse o novo guarda, eu faria a mesma estratégia utilizada contra o primeiro guarda.

Quando os dois guardas estivessem mortos, eu me viraria para o homem que me derrotara anteriormente, mas antes de ir em sua direção, correria na direção do lugar onde tinha sido mandado anteriormente por um golpe do moreno, lembrar-me-ia subitamente de um vaso que havia num criado-mudo no local de minha queda. Quando chegasse ao local, pegaria o item e olharia o buraco que deveria haver no topo deste, se houvesse terra ou areia, em minha mente logo viria uma estratégia que poderia usar para derrota-lo, mas se não houvesse nada, havia de usar outra estratégia, embora essa nova fosse mais improvisada. Não importando o que houvesse no interior do vaso, eu me viraria para o moreno, meu colega de recrutamento, e diria. – Obrigado pela ajuda, agora ajude o nobre a fazer essa barricada. – Diria para o atirador, tentando deixar a impressão de que eu tinha um plano para derrotar o homem que transpunha nosso caminho.

Tendo a confirmação de que havia terra ou areia no interior do vaso, eu correria na direção do capitão dos revolucionários, quando estivesse no meio do caminho, eu diminuiria a velocidade até para, e jogaria o vaso à frente, para cortá-lo ao meio logo em seguida, de forma que isso espalhasse o conteúdo que havia no interior do vaso, me escondendo momentaneamente, e então faria minha técnica Battoujutsu: Shōmen kōgeki, com a distração, tentaria fazer com que eu pudesse alcança-lo antes deste esta pronto, e desta forma causar a ele um extenso ferimento.

Todavia, se não houvesse nada no interior do vaso, correria na direção do moreno, a mesma forma como faria caso houvesse algo no vaso, mas em vez de tentar me cobrir com a terra ou areia depois de cortá-lo, eu jogaria o próprio vaso na direção do homem que estava  minha frente, era uma atitude inesperada e desesperada de minha parte, já que minha mira era péssima, mas com sorte, isso causaria distração suficiente para que eu avançasse rapidamente e o acertasse com uma estocada mirando seu abdome.

Se o moreno esquivasse ou bloqueasse o primeiro golpe, fosse a técnica ou a investida, eu me manteria na ofensiva, deixa-lo na ofensiva até agora não me rendeu bons resultados. Eu esperava que ele esquivasse, já eu não lhe seria nada saudável bloquear com os punhos um golpe da minha lâmina, então, se ele saltasse para o lado direito, fazia um golpe horizontal de onde minha lâmina parou para a direita, e se ele saltasse para a esquerda, faria o mesmo, somente alterando a direção do corte que faria. Se o moreno saltasse para trás, eu avançaria, mas quando estivesse em seu alcance, eu me abaixaria, e logo depois me levantaria, trazendo a katana comigo, e fazendo um corte vertical de baixo para cima. Se meu primeiro ou o segundo golpe acertassem, não lhe daria descanso, e faria em sequência 4 golpes diagonais alternando entre direita e esquerda, e finalizaria com um vertical de cima para baixo, e ao terminar a sequência, eu saltaria para trás.

Se ele viesse em minha direção para me atacar, procuraria me afastar deste, saltando para trás, e poria minha katana diagonalmente, apontando sua ponta para a esquerda, caso ele conseguisse se aproximar de mim o suficiente para realizar algum golpe. Se minhas costas batessem na parede enquanto saltava para trás, daria um passo para frente com a perna esquerda e jogaria meu corpo para cima desta perna, e então faria um corte diagonal de baixo para cima e da esquerda para a direita, no intuito de fazê-lo se distanciar de mim, e assim que o fizesse, correria para a área onde houvesse mais espaço para lutarmos. E vendo que o homem me dava um combate difícil, resolvi provoca-lo um pouco. – Você disse que eu sou mediano, mas como não consegue me vencer, você é pior ainda. Essa luta só me causa tédio, e nada mais. – Diria mal-humorado, tentando deixa-lo com raiva e ignorar a prudência e partir para um combate onde eu pudesse levar alguma vantagem.

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MensagemAssunto: Re: I - Auf Der Suche Nach Dem Weg   I - Auf Der Suche Nach Dem Weg - Página 6 EmptySex 19 Jan - 3:03


Kaiser Hilderbrand


Irritado com o que estava acontecendo e sendo humilhado por ter sido derrubado mais do que duas vezes até agora, sua estratégia mudava e agora o seu foco era conter os outros guardas para ajudar os seus companheiros. Em pé, o moreno já o olhava meio desconfiado de suas atitudes, mas não havia certeza naquilo, estava se divertindo com aquela luta e ganhando em termos fáceis contra o loiro tendo ganho uma confiança sobre si. A sua dor na barriga havia sumido ficando apenas com a dor do peito e da costela. Ficando de frente para o líder, ele se preparava para partir para cima do agente quando via ele começando uma corrida em direção ao guarda que lutava com a ruiva.

Kaiser contava todo o seu plano abertamente para todos e isso acabava alertando também os guardas, mas Lauren empurrava-o com a sua lança e dava uma abertura para que o agente pudesse cortá-lo. O corte era profundo e passava entre a barriga provocando um grande sangramento sobre o mesmo que caia ao chão e seu intestino podia ser visto tentando escapulir por aquela brecha aberta dando fim ao primeiro inimigo.

O moreno lutava contra o atirador e embora dois disparos pudessem ser ouvido, o grito de dor do castanho era maior. Eles se mantinham ao plano de Hilderbrand, Lauren indo ajudar o nobre a empurrar os móveis para bloquear a passagem e os passos começavam a se escutar cada vez mais próximo.

Olhando para o homem em comando podia se ver que estava dando uma completa surra sobre o segundo agente e este acabava por não conseguir ser efetivo em dar uma boa cobertura. O segundo combate contra o guarda era mais tranquilo, trocavam alguns bloqueios com as suas espadas e faíscas que saíam de suas lâminas quando o aço era tocado, ambos eram bem habilidosos e em meio a esquiva de ambos acabavam se tocando, um corte na coxa de Kaiser enquanto o outro havia sua costela perfurada, aquilo era o bastante para o homem cair ao chão agonizando da dor sentida. O corte na perna do agente não foi muito profundo para sua felicidade de não ter problemas no futuro ao atingir uma artéria ou um órgão.

Com o seu plano pela metade concluído, passava-se a se mover até o criado-mudo que havia balançado o vaso, conferindo o seu conteúdo podia-se ver que encontrava uma área artificial e no momento em que estava planejando tentar joga-lo e quebrá-lo contra o moreno, se surpreendia tomando um soco em seu estômago e empurrado para o outro lado. O homem de cabelos longos havia feito-o tomar um susto e podia ver o atirador caído ao chão bem machucado e espancado pelo homem, o espaço pequeno daquele quarto era um perigo para qualquer pessoa que utilizasse uma arma de fogo.

Embora tendo tomado um soco, estava segurando o vaso e podia completar o seu plano, jogando-o na direção do homem e quebrando o vaso ao meio que jogava todo a areia para várias direções e abrindo um espaço para que o espadachim pudesse avançar contra a mesma e tentar golpear o líder. Mas havia um porém quando tentava utilizar a mesma técnica de espada que havia desenvolvido, o seu corpo cansado e o efeito passando rápido era incapaz de continuar com toda a velocidade e quanto percebia toda a areia já estava no chão e novamente estavam frente a frente.

O líder não perdoava aquela leve brecha e tentava atacar mais uma vez, o espadachim tentava não deixá-lo tomar a frente e bloquear da mesma maneira que vinha fazendo, o problema era que o boxeador havia aprendido como contornar aquele bloqueio e sacrificando um pouco do seu sangue para segurar a espada para baixo acertar um gancho no maxilar do loiro. Isso provocava um grande desequilíbrio no mesmo, com um pouco de raiva acumulada a sua frustação realizava um corte na diagonal por impulso e acertava o peito do mesmo abrindo um corte. Ambos novamente tinham tomado uma distância enquanto o líder avaliava a sua situação depois do corte, o garoto mandava-lhe provocações. - Me chamo Gabriel, maldito espadachim. - Seus olhos envolviam uma fúria e suas mãos com o sangue de seu corpo começava a ficar com os seus punhos cerrados, esse era mais um momento para eles partirem para cima e Kaiser poder vingar o seu amigo caído no chão, o seu maxilar doía e podia sentir o gosto de ferro em sua boca provido de sangue de um dente que havia sido quebrado.

- Kaiser, está bloqueado! Vou ajudar o moreno! - A ruiva havia conseguido ao lado do nobre bloquear todo o caminho, mas mesmo aquela barricada montada não seguraria os revolucionários por muito tempo, era vencer ou morrer, pois o tempo não estava bom para os agentes.


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MensagemAssunto: Re: I - Auf Der Suche Nach Dem Weg   I - Auf Der Suche Nach Dem Weg - Página 6 EmptySex 19 Jan - 16:51

I - Auf Der Suche Nach Dem Weg



KAISER HILDERBRAND
As palavras de Lauren, serviram para me acalmar um pouco, já que naquele momento eu podia ao menos contar com ela para dar um cuidado ao moreno caído, e assim eu podia me focar exclusivamente em derrotar o líder dos revolucionários do local, mas precisaria ser rápido, já que o tempo era curto, a barricada estava montada, mas ela não aguentaria a quantidade de homens que queriam transpô-la. Mas apesar disso me dar certa tranquilidade, essa luta não estava sendo nada fácil, comparado a meus ferimentos anteriores, os ferimentos conseguidos atualmente, eram bem mais brandos, mas continuavam me incomodando, não deveria estar passando tanto sufoco para vencer o homem que me impedia de dar continuidade à missão recebida anteriormente. – Maldito seja. – Começaria dizendo, mas interromperia minha fala para cuspir uma boa quantidade de sangue de minha boca, este que vertia do local onde meu dente quebrara, após receber um gancho do maldito revolucionário. – Mas que porre, por que diabos eu ainda não o sobrepujei? – Perguntaria a mim mesmo em voz alta, meu maxilar doía devido ao golpe inesperado, que espadachim pensaria que enfrentaria um inimigo tão louco a ponto de se ferir para apenas acertá-lo.

As dificuldades se tornavam cada fez maiores, prosseguir com tal luta seria cada vez mais difícil para mim, mas eu acabei de conseguir dar meu primeiro passo ao meu objetivo, não poderia deixar de enfrentar tal escória, apenas porque ele se mostrara mais forte do que eu até o momento atual. – Seu nome é Gabriel? Eu to pouco me fodendo pro seu maldito nome. – Diria, com meu ódio chegando ao limite, não conseguia mais aguentar a maldita personalidade daquele maldito homem, e dessa forma, apertando meus punhos, por causa de tamanha raiva, eu partiria para cima do homem, que acabara de se apresentar como Gabriel.

Dessa vez eu deixaria a racionalidade de lado, e deixaria me meus instintos me dominassem, partindo totalmente para a ofensiva, estava disposto a fazer qualquer coisa, desde que pudesse derrota-lo. E sendo assim, correria com velocidade, ignorando meu ferimento recém-adquirido, mesmo que isso me causasse sequelas tardiamente, e então seguraria o cabo de minha katana com as duas mãos, de forma que eu pudesse dar mais velocidade e firmeza aos golpes a serem realizados.

Assim que tivesse alcance suficiente, saltaria na direção de Gabriel, com minhas mãos sobre minha cabeça, e a lâmina da katana pendente atrás de mim, e logo descê-la-ia sobre a cabeça do revolucionário com força, tentando parti-la ao meio, se ele de esquivasse para trás, minha katana acertaria o chão, e então eu daria um ou dois à frente e puxaria minha arma do chão, de forma que pudesse realizar um golpe vertical de baixo para cima, mirando em seu peito. Mas se ele saltasse para o lado ao invés de ser para trás, eu primeiramente me agacharia, visto que ele até agora só me acertara do tronco para cima, e se ele erasse eu me levantaria, e neste momento faria um golpe diagonal de baixo para cima, mas a direção seria qual desse, direita ou esquerda, dependeria de qual lado o homem saltara anteriormente, se ele saltasse para a minha direita eu faria da direita para a esquerda, mas se ele saltasse para a minha esquerda, a direção seria a inversa. E quando eu me agachasse, ele redirecionasse seu golpe em minha direção eu me jogaria para o lado contrário do braço que ele utilizaria para me acertar, se fosse com o braço direito, saltaria para a esquerda, e vice-versa. Acertando ou não, eu saltaria para trás, para apenas ganhar pouca distância entre nós, para logo depois voltar a avançar com golpes diagonais, faria 6 destes, alternando entre direita e esquerda, caso eu acertasse algum, faria uma estocada sem dar espaço algum para o mesmo, e se novamente acertasse, seguiria com um outro golpe, mas dessa vez vertical, de cima para baixo.

Se em algum momento ele tentasse contra-atacar, eu tentaria me esquivar, já que como provado em meu maxilar, bloquear não estava sendo muito efetivo. Em jabs ou ganchos saltaria para a direita ou esquerda, onde houvesse mais espaço na sala, se fosse um cruzado, eu saltaria para trás. Se ele tentasse segurar minha lâmina para voltar a me acertar, eu esperaria o último momento e me jogaria para baixo, sem soltar minha katana claro, e depois disso, me levantaria rapidamente e tentaria acertar-lhe uma cabeçada na testa. Se a cabeçada o acertasse, eu provavelmente ficaria levemente tonto, e por isso, eu saltaria para trás, mas se ele largasse minha katana para se esquivar, minha real intenção, eu logo faria um golpe horizontal para o lado onde ele estivesse, direita ou esquerda, e giraria meu corpo em meu próprio eixo, tentando aumentar o alcance, acertá-lo caso ocorra uma tentativa de esquiva para o lado. De qualquer forma, eu saltaria para trás para ganhar bastante espaço, eu sentia minha energia diminuindo constantemente, ejá que meus ferimentos só contribuíam para que isso acontecesse, dessa forma, eu usaria uma de minhas técnicas, era uma escolha arriscada, já que se eu errasse, Gabriel teria grandes chances de me acertar de forma mais intensa, mas eu havia de arriscar, eu não era inocente a ponto de acreditar que conseguiria sair dali sem sacrifícios, por isso começaria a correr em zigue-zague, dando início a minha técnica Ittoryu Iai: Suihei katto, após terminar de embainhar minha katana, eu cambalearia para frente, e depois me viraria após caminhar para ter alguma distância, para enfim ver o resultado da minha técnica.

Se em algum momento do combate, Gabriel fosse derrotado, eu me viraria, cansado, para Lauren e diria: - Precisamos sair daqui, rápido! Se demorarmos demais, esses caras vão entrar aqui, e será a nossa ruína. Vá com o nobre, que eu o carregarei - Terminaria dizendo à ruiva sobre o moreno, que provavelmente não estaria em condições de se locomover facilmente, então eu o ajudaria, já que fora ele que me ajudara a fechar momentaneamente meus antigos ferimentos.

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MensagemAssunto: Re: I - Auf Der Suche Nach Dem Weg   I - Auf Der Suche Nach Dem Weg - Página 6 EmptySab 20 Jan - 3:48


Kaiser Hilderbrand


O combate ficava cada vez mais acirrado e estava perto de um fim, a raiva enchia o peito de Kaiser que agora partia para cima sem a menor racionalidade, o ódio que sentia era o que te motivava a seguir a luta e assim que era dado início. Um corte vertical era tentando com a maior força que pudesse ter e já sabia que isso seria esquivado com um salto para trás. O agente não parava por ai e mesmo com a sua espada cravada ao solo de madeira dava dois passos para frente e retirava a mesma com força para realizar um corte vertical para cima e isso era o que surpreendia o líder tendo um corte profundo em sua coxa apenas tendo pouco tempo para escapar da lâmina.

Com um salto para trás, obtinha a distância necessária para mais uma série de ataques não ficando no alcance, com a perna debilitada se tornava mais difícil de se esquivar, mas isso não impedia o ágil revolucionário de conseguir escapar dos cortes até o último cansando sua perna e ao quase cair sobre o chão era recebido por um corte em seu peito. Hilderbrand não queria parar por ali e tentava uma estocada qual pegava a parte da barriga do homem que ainda resistia em pé. Lauren e o nobre estavam começando a ter problemas para segurar a barricada que era tomada por empurrões dos outros subordinados.

O homem que não caia começava a avançar e aquilo surpreendia o loiro que não sabia bem o que fazer, a lâmina indo cada vez mais fundo já tendo passado para o outro lado de suas costas. Um soco no maxilar mais uma vez era dado e o agente caia no chão, ele caia junto não tendo mais tantas forças para ficar de pé, mas aquilo não o impedia de dar mais socos e a cada soco que o agente tentava defender era vindo outro em seu rosto até que os olhos dele perdiam a cor e o sangue tomava o ambiente acima. A visão estava mais prejudicada e sentia todo o seu rosto doendo, um corte abaixo do olho e um mais para a esquerda do olho esquerdo. Lauren rapidamente retirava o corpo do líder revolucionário e ajudava Kaiser a se levantar. Uma multidão de homens era escutada quebrando a barricada e outra quebrava a porta da frente da mansão, esta que era invadida por marinheiros de todos os tipos e o nobre abria o armário e dentro do armário havia uma escada que levava até o andar debaixo, o nobre conseguia acordar o moreno que mesmo todo desnorteado tentava descer as escadas junto com os seus companheiros.

Os quatro corriam pela escada abandonando a espada de lado, os olhos do agente não podiam estar mais prejudicados e quase caia pela escada ainda sendo segurado pela ruiva, quando chegavam no fim da escada abriam uma parede que levava para a rua e trancavam a mesma, os revolucionários que estavam a perseguir ficavam presos. Após isso, apenas a escuridão reinava e havia desmaiado.

Ao acordar estava em uma cama de uma enfermaria, uma linda enfermeira estava cuidando do ambiente e podia se ver Lauren esperando o agente se acordar sendo tratada ao seu lado, uma multidão de homens era escutada gritando e festejando dentro do quartel general e podia se ver a alegria que estavam fazendo. - Vejo que o senhor acordou... - A garota dizia sorrindo para ele que olhava para ela, mas sua visão estava ruim e embaçada. A garota estava um pouco vermelha como se estivesse tímida agora que tudo havia passado. - O capitão da marinha chegou e todo mundo começou as festas, pois Roger conseguiu derrotar Podrek e os marinheiros conseguiram recuperar a mansão, o ataque que havia acontecido por aqui finalmente acabou quando todos os marinheiros impediram os revolucionários de qualquer outra coisa. Você conseguiu matar um homem de dois milhões e meio! O chefe em comando está querendo falar com o senhor quando estiver melhor. - A garota explicava toda a situação para Kaiser que sentia dores por todo o seu corpo, estava com soro em suas veias. Os cortes doíam, sua visão turva, seu peito, estômago, rosto, tudo estava incomodando o garoto tendo um grande desconforto em estar deitado e a cada movimento que fazia apenas para se ajeitar na cama piorava a sua dor.

- Eu tenho o meu relatório a fazer, vamos sair um dia desses, você salvou minha vida, é o que te devo! - Ela saia com um sorriso no rosto e pelo que Kaiser conseguia ver estava bem tímida quando saia pela porta, a enfermeira linda dos cabelos loiros e olhos azuis se aproximava. - Como o senhor está?! - Perguntava com uma voz doce. Em uma cama ao lado, ele podia ver o moreno dormindo e estava sendo tratado pelo que parecia juntamente ao agente.


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MensagemAssunto: Re: I - Auf Der Suche Nach Dem Weg   I - Auf Der Suche Nach Dem Weg - Página 6 EmptySab 20 Jan - 15:26

I - Auf Der Suche Nach Dem Weg




KAISER HILDERBRAND

Aos poucos eu sentia que ia acordando, as pálpebras se abrindo lentamente, e minha mente estava relaxada, quando finalmente meu cérebro pareceu acordar, e uma enxurrada de fatos apareceu na minha mente, me fazendo levantar de supetão, para logo em seguida gemer de dor, mas fora naquele momento, que eu consegui ter certeza dos fatos, e que consegui matar o maldito revolucionário chamado Gabriel.  – Nunca estive tão ferido na minha vida, e também tão orgulhoso de mim. Meu primeiro passo para o sucesso foi dado. – Pensaria orgulhoso dos meus feitos, quando enfim olhei para o lado, e pude ver Lauren sendo tratada ao meu lado, com dificuldade, já que novamente minha visão ficava embaçada, foi então que eu percebi que estávamos em um tipo de enfermaria. – Será que estamos no QG? – Pensaria tenso, mas logo depois, sons de festas e comemorações foram captados por meus ouvidos, me fazendo relaxar um pouco, e assim a ruiva percebeu que eu havia acordado.

- Vejo que o senhor acordou... – Escutei Lauren dizendo, por ser mais uma contestação do que uma pergunta, não procuraria responde-la, uma coisa bem feita, já que a mesmo voltou a se pronunciar logo em seguida. – O capitão da marinha chegou e todo mundo começou as festas, pois Roger conseguiu derrotar Podker e os marinheiros conseguiram recuperar a mansão, o ataque que havia acontecido por aqui finalmente acabou quando todos os marinheiros impediram os revolucionários de qualquer outra coisa. Você conseguiu matar um homem de dois milhões e meio! O chefe em comando está querendo falar com o senhor quando estiver melhor. – Fiquei surpreso pelo que ela disse, dois milhões e meio são bastante coisa, e também por Roger, não acreditava que o mesmo seria capaz de passar por Podker, devido à difícil luta que o delinquente lhe dera, mas de qualquer forma, tudo parecia ter acabado bem, além de que eu finalmente descobrira estar no QG, pois, caso contrário, a ruiva não diria algo assim tão abertamente. Logo depois escutei algo que me surpreendera. – Eu tenho o meu relatório a fazer, vamos sair um dia desses, você salvou minha vida, é o que te devo! – Disse a mesma, tímida enquanto saía da enfermaria. – Eu adoraria! – Gritaria, só para ter a certeza de que a ruiva me escutaria, já que ela estava passando pela porta. Depois de ter a certeza de que a ruiva estava fora da enfermaria, sorriria abertamente. – Isso foi surpreendente. Ela é encantadora, não imaginei que ela fosse dizer isso. – Pensaria, de forma sonhadora.

Logo depois, a enfermeira loira, que estava de longe observando tudo, veio até a mim, questionando-me sobre como eu me sentia. Primeiramente eu suspiraria e encostaria minha cabeça no travesseiro que deveria haver na maca, e pelo canto dos olhos, poderia ver o moreno numa cama ao lado, o mesmo estava dormindo enquanto era atendido. – As dores ainda estão me incomodando, mas não me sinto tão mal, ainda acho que estou melhor do que deveria. – Diria a enfermeira. Então subitamente, me lembraria do que Lauren havia me falado, que o comandante queria falar comigo, e curioso como eu era, queria saber logo do que se tratava, então, eu me levantaria da maca, sentindo muitas dores nos meus ferimentos, mas minha curiosidade era maior que o medo de sentir dor. – Enfermeira! – Diria, para chamar a atenção desta. – Eu preciso falar com o comandante, tem como eu ir até ele de muletas? – Eu perguntaria, assim que ela viesse em minha direção. Se ela aceitasse, abriria um leve sorriso, um curvar de lábios, mas se ela não quisesse me liberar, eu diria a ela: - Mas por quê não? Eu preciso falar com ele, tomarei cuidado. – Mas se ela continuasse a me proibir, eu diria em último recurso. – Então eu deixo que você me leve a ele. – Se ela se recusasse novamente, eu ficaria irritado por isso. – Mas que caralho! Diria irritado, e então eu deitar-me-ia de volta na cama.

Se ela me liberasse para ir sozinho ou com ela, sorriria, já que eu queria ver o comandante, mesmo que ela fosse junto comigo não seria um problema. Se ela me levasse em uma cadeira de rodas, eu fecharia os olhos e aproveitaria o “passeio” e os ventos, se houvessem, mas se eu fosse de muletas, iria bem devagar, tomando cuidado para que não fosse acertado por ninguém, andaria pelos cantos e poria um pé de cada vez, sempre dando uma pausa a cada 4 passos, para não acabar abrindo minhas feridas por exagerar, se eu estivesse indo com a enfermeira, deixaria que ela me guiasse até a sala do comandante, mas se eu estivesse sozinho, procuraria o primeiro marinheiro ou agente que encontrasse, e diria. – Ei, sabe me dizer onde que fica a sala do comandante? – Como eu estava a pouco tempo no QG, não sabia onde ficava tal sala. Quando eu estivesse na sala do comandante, pediria licença para entrar, e quando escutasse a autorização para tal, entraria na sala e me dirigiria para perto de onde o mesmo estaria. – Bom dia/tarde/noite, senhor. Fiquei sabendo que o senhor queria falar comigo, gostaria de saber sobre o que se trata. – Diria para o comandante, de forma bastante formal, já que desde cedo, eu soube como tratar um superior.

Se em algum momento o moreno acordasse, sendo antes ou depois de ir à sala do comandante, eu virar-me-ia para ele, e perguntaria. – Ei, cara. Como está se sentindo? – Eu estava feliz por ele não ter morrido, eu era grato por ele ter me ajudado antes, e teria a certeza de deixar isso claro em palavras. – Ei, desculpe falar isso agora, mas eu não me lembro do seu nome. – Diria sem graça, e com minha mão esquerda, coçaria o topo da minha cabeça, um gesto para demonstrar ainda mais tal sentimento. – Mas apesar disso, eu sou muito grato a você por ter me ajudado antes, se você não tivesse me ajudado com aquelas suturas, eu tenho certeza de que eu não estaria tão bem assim. Obrigado, de verdade. – Diria, tentando deixar claro ao mesmo que eu era muito grato a ele.

Depois de voltar da sala do comandante, ou então nem ter ido, eu iria dormir, pois não havia muito o que se fazer em um hospital, e ainda mais ferido como eu estava. Depois de cair no sono, pouco me lembrava do que havia acontecido no sonho que eu tive, as poucas coisa que eu tenho certeza, era do campo onde eu passei minha infância brincando, ele ficava a um quilômetro ao lado da universidade, meus pais ao fundo e eu correndo atrás deles, mas nunca conseguindo alcança-los, e a distância entre nós só aumentava, até que o sonho abruptamente se encerrou, e eu acordaria subitamente, e assim novamente sentiria meus ferimentos latejarem em dor.

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MensagemAssunto: Re: I - Auf Der Suche Nach Dem Weg   I - Auf Der Suche Nach Dem Weg - Página 6 EmptyDom 21 Jan - 0:03


Kaiser Hilderbrand


Kaiser já conseguia sentir o orgulho de ter batalhado e sobrevivido, ao receber o convite estava feliz e quando a garota passava pela porta ela conseguia escutar e acelerar o seu passo ficando ainda mais tímida após o grito. Finalmente um pouco de sossego depois de uma primeira missão mais do que tempestuosa, mas não aguentava ficar esperando e começava a tentar se levantar da cama chamando a atenção da enfermeira que estava em sua frente e assustando a mesma com o grito que dava.

As dores eram mais do que agoniantes, sentia o seu corpo dando fraquejadas e suas pernas ficando bambas, todos os músculos do seu corpo e rosto estavam doendo e tudo ficava pior a cada movimento que fazia. - Espere! Você apenas vai acabar se machucando assim,te colocarei em uma cadeira já que é tão importante falar com o comandante. - Ela abria a cadeira de rodas que havia guardada e o moreno continuava a dormir, com um pouco de esforço e força que a mulher não havia, conseguia ser colocado na cadeira, uma outra enfermeira vinha dar o auxílio e esta era mais velha, parecia ter por volta de sessenta anos, mas seu perfume era gostoso de sentir, era ela que começava a empurrar a cadeira do agente.

As paredes com listras azuis mostravam o corredor enorme pelo que seguiam e chegavam a uma porta dupla de madeira branca com um grande símbolo do governo mundial azul cravado. Três partidas na porta eram dadas e a palavra era: "Entre" dita em voz baixa em um tom de curiosidade.

Ao entrar pela aquela sala podia se ver um grande escritório com uma mesa no centro e uma grande vista em direção ao mar, com algumas casas pelo caminho. Havia um lustre enorme iluminando aquela sala, as paredes eram todas em branco e lembrava bastante o quarto do nobre que estava, sentado ali podia se ver Lauren e o nobre que havia protegido, o mesmo sorria quando via o homem que salvara a sua vida. O homem sentado na cadeira principal e mexendo em seus papéis subia o olhar. - A enfermeira pode sair. Você é Kaiser Hilderbrand? - Hilderbrand respondia-o com formalidade, o homem falaria para ele se sentar, mas o loiro já estava sentado. - Me chamo Erik. Quero que me passe todo o relatório da missão, já tenho o de Lauren e o de Jacob, mas quero o seu ponto de vista também. Me conte todos os detalhes e tudo o que você encontrou, viu ou combateu enquanto estava seguindo até a mansão e na mansão. - Seu tom de voz era calmo, ele confiava que o agente lhe diria tudo sem ter que exibir qualquer pressão desnecessária.

A enfermeira nesse momento já havia saído da sala e fechado a porta, Lauren estava quieta esperando a resposta do loiro e o nobre estava com o primeiro olhar que o garoto havia o visto novamente, depois de tudo o que passou tinha que voltar para a sua atitude de intimidante, pois havia deixado tudo isso para trás com o medo pressionando.


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MensagemAssunto: Re: I - Auf Der Suche Nach Dem Weg   I - Auf Der Suche Nach Dem Weg - Página 6 EmptyDom 21 Jan - 1:30

I - Auf Der Suche Nach Dem Weg




KAISER HILDERBRAND

Assim que entrei na sala do comandante, vi que havia uma leve semelhança com o quarto do nobre que eu protegi em minha missão, e por falar nele, o mesmo estava na sala sentado ao lado de Lauren, este chegou a sorrir para mim, imaginei que fosse gratidão, afinal eu salvei sua vida, ao ver a ruiva, eu poderia sentir meu rosto esquentando levemente ao lembrar da conversa que tivemos mais cedo. O clima agradável que havia na sala, aos poucos foi sendo quebrado quando a voz do comandante apareceu, primeiramente, o mesmo pediu que a enfermeira saísse e queria confirmar se era comigo que falava, desviando o olhar de alguns papéis que haviam em suas mãos. Sem demora, eu confirmei ser Kaiser Hilderbrand, e então, o comandante se apresentou como Erik, e me pediu o relatório completo da missão, além de dizer que Lauren e Jacob já haviam entregado os seus, eu não tinha certeza de quem era o outro, mas imaginei ser o moreno atirador, ignorei tal questão no momento, afinal, deveria focar em responder-lhe com perfeição, pois eu não queria estragar o momento dando informações erradas ao comandante Erik.

Após Erik pedir-me o relatório, o clima na sala parecia se fechar, Lauren se manteve quieta, e o sorriso sumiu do rosto do nobre, que parecia tentar manter sua pose de intimidação, apesar de eu saber que era apenas fachada. Não era o momento para eu me importar se o clima estava agradável ou pesado, eu não era meteorologista afinal. – Sim Erik-sama. Primeiro eu me lembro de nos reunirmos no porto, encontramos Jacob-sama no próprio local, depois de desembarcar. Roger-sama fez nossa formação, acredito ser uma seta, uma lanceira à frente, dois espadachins um pouco atrás, e por último o atirador. Seguimos sem problema algum pela cidade, fora uma criança que acabou passando no meio de nós, mas não se demorou. E então chegamos à mansão, mas quando Jacob-sama foi subir a escada que daria para a entrada, eu escutei uma explosão, e depois desmaiei. – Daria uma pausa na minha fala, para organizar melhor minhas memórias e acabar não me enrolando no relatório.

- Não sei quanto tempo passei desacordado, mas quando o fiz, estava em uma salão, como um calabouço ou uma masmorra, não tenho certeza, eu estava preso por correntes nos braços e pernas, além de uma outra corrente que me prendia à parede, junto com, o atirador e a lanceira. Com um pouco de esforço consegui quebrar ambas as correntes, mas um homem que estava de guarda na porta percebeu o barulho e veio me interceptar. Tivemos uma luta difícil, eu consegui uma espada, mas essa se quebrou ao meio em pouco tempo, tive alguns ferimentos sérios, mas consegui mata-lo. Depois peguei a chave soltei dei a chave aos dois para se soltarem. Depois que todos estávamos soltos, o atirador, que entendia um pouco de costura e primeiros socorros, limpou meus ferimentos e os costurou. – Daria uma outra pausa para respirar um pouco, afinal estava falando direto. – E então logo estávamos  prontos para sair dali, fomos seguindo em frente, e dois homens iam na nossa direção, nos escondemos em um grande contentor, esperamos os dois passarem, e depois saímos, seguimos em frente pelo corredor, e encontramos uma sala com dois andares, repletos de guardas. Tive um plano de momento voltamos ao corredor, e surpreendemos os dois homens, tentamos fazê-los de refém mas só conseguimos fazer um, o usamos para correr até o centro da sala e escapar para um corredor que havia à direita. – Daria outra pausa, respirando um pouco mais pesado, pois acabei me empolgando.

- Seguimos pelo corredor, e entramos em uma porta, trancando logo atrás de nós, parecia ser uma dispensa ou cozinha, de qualquer forma, foi lá que encontramos Roger-sama, eu o soltei enquanto deixei os outros dois abrindo um alçapão, que era nossa única saída dali. No final conseguimos abrir o alçapão e soltei o Roger-sama, subimos pelo alçapão, e nos vimos em um duto, provavelmente de ventilação, os guardas nos seguiam, e assim fomos na pressa, até o duto despencar e cairmos numa sala. Nessa sala havia um baú vazio, alguns quadros e uns buracos na parede, que foi por onde identificamos que havia Jacob-sama e o Podker conversando. Roger-sama tomou as rédeas da situação e nos disse para invadirmos, logo matamos os dois guardas que estavam protegendo a porta que abrimos, e outros dois que estavam mais perto de Podker. Lá dentro encontramos Jacob-sama e Lauren presos, Roger-sama foi lutar com Podker, enquanto a lanceira o atirador desamarravam os dois, eu fiquei de vigia para caso alguém chegasse perto. Pouco depois Lauren e o Jacob-sama já estavam desamarrador, então Roger-sama nos mandou ir, logo saímos da sala para fugir, mas a lanceira voltou para ajudar Roger-sama, preferi continuar com a missão, e seguimos em frente. Conseguimos ir andando sem fazer barulho, e então encontramos um quarto que o acesso era por uma porta dupla, entramos e vimos três guardas e um homem moreno sentado na cama dentro do quarto. Eu fui para cima do moreno, mas ele logo me acertou, e mandou os três revolucionários atacarem, eu rapidamente dei conta de um que veio em minha direção, e logo fui do novo para cima do cara, que descobri se chamar Gabriel, e era um capitão dos Revolucionários, ele me acertou de novo, e eu vi que o atirador fez um disparo, e isso alertou outros homens dentro da mansão, eles vieram na direção do quarto, vi que Jacob-sama tentava fazer uma barricada, mas Lauren e o atirador estavam lutando, então propus uma troca, disse a Lauren para ajudar o nobre, e o atirador foi lutar com Gabriel, em troca eu matei os outros dois evolucionários, mas o atirador foi derrotado. A barricada ficou pronta, e eu fiz uma última investida, foi quando eu metei o capitão dos Revolucionários, mas sofri muitos socos, que me deixaram bem mobilizado. Com Gabriel morto, fomos escapar, quando marinheiros entraram por uma porta, e os outros homens derrubaram a barricada. Foi aí que eu desmaiei e não me lembro de mais nada. – Terminaria de dizer a Erik.

Esperaria que o mesmo dissesse mais alguma coisa, se fosse alguma ordem, procuraria fazer o que o mesmo viesse a me dizer, se ele me liberasse, pediria a Lauren que me levasse de volta para a enfermaria, mas se ela não pudesse, pediria ao nobre, e se ele também não pudesse, pediria que chamassem a enfermeira para me levar de volta. Se eu voltasse coma enfermeira nada diria, somente esperaria que chegasse à enfermaria para me deitar na cama e encostaria minha cabeça no travesseiro, respirando fundo. Se eu voltasse com o nobre, procuraria observar a feição deste, se estivesse sério, nada diria, da mesma forma que faria se fosse com a enfermeira, mas se sua expressão estivesse suave, viraria meu rosto para frente antes de falar. – Passamos por tempos difíceis agora, não é mesmo? – Perguntaria ao nobre, enquanto fecharia os olhos para aproveitar a possível brisa que passaria por mim. Se ele viesse me agradecer por salvar sua vida, lhe diria. – Não precisa me agradecer, eu entrei para o Governo Mundial para isso, eu quero me tornar um justiceiro, meu objetivo é proteger a população, mas por trás dos holofotes. Mas se fosse Lauren que me levasse de volta para a enfermaria, me animaria. – Então, quando podemos sair? – Diria para a ruiva, enquanto sentiria minhas maçãs do rosto se esquentarem. – Queria te conhecer melhor, saber mais sobre você. – Diria à mesma, esperando alguma resposta por parte dela.

Quando eu estivesse na enfermaria, independente de quem me trouxesse, eu primeiramente me deitaria na cama, e encostaria a cabeça no travesseiro, respirando fundo, ficaria alguns minutos nessa posição, para tentar amenizar as possíveis dores, que apareceriam durante esse período que eu estava fora da cama. Depois disso, eu viraria meu rosto, procurando saber se o moreno estava acordado, se estivesse, logo puxaria uma conversa com o mesmo. – Ei, cara. Como está se sentindo? – Eu estava feliz por ele não ter morrido, eu era grato por ele ter me ajudado antes, e teria a certeza de deixar isso claro em palavras. – Ei, desculpe falar isso agora, mas eu não me lembro do seu nome. – Diria sem graça, e com minha mão esquerda, coçaria o topo da minha cabeça, um gesto para demonstrar ainda mais tal sentimento. – Mas apesar disso, eu sou muito grato a você por ter me ajudado antes, se você não tivesse me ajudado com aquelas suturas, eu tenho certeza de que eu não estaria tão bem assim. Obrigado, de verdade. – Diria, tentando deixar claro ao mesmo que eu era muito grato a ele.

Depois de conversar ou não com o moreno, eu voltaria a encostar minha cabeça no travesseiro, e fecharia os olhos, enquanto sentiria minhas pálpebras pesarem e enfim cair no sono. Depois de cair no sono, pouco me lembrava do que havia acontecido no sonho que eu tive, as poucas coisa que eu tenho certeza, era do campo onde eu passei minha infância brincando, ele ficava a um quilômetro ao lado da universidade, meus pais ao fundo e eu correndo atrás deles, mas nunca conseguindo alcança-los, e a distância entre nós só aumentava, até que o sonho abruptamente se encerrou, e eu senti minhas pálpebras se abrirem rapidamente e eu me levantaria subitamente, e assim, eu sentiria minhas dores aumentarem momentaneamente, me fazendo gemer, enquanto poria minhas mãos sobre minha costela direita, onde era o pior ferimento.

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Kaiser Hilderbrand


O comandante ouvia claramente as palavras escutando e fazendo algumas anotações em uma das folhas, todas as palavras ditas e o relatório era conferido com cada palavra, após finalmente terminar de falar, Erik olhava com um semblante como se tivesse entendido tudo e não parecia ter nenhum problema, ele continuava sentado em sua cadeira e agora apoiava uma mão em seu queixo, os seus cabelos morenos e o seu terno estava todo bagunçado e ele finalmente dizia após um silêncio perturbador. - Tudo condiz com o que foi dito, o meu próximo encontro com você é daqui dois dias. Você entrará nessa sala ao meio dia em ponto, não quero atrasos. Agora se recupere e estarei esperando, todos estão dispensados, Lauren, leve o senhor Kaiser até a enfermaria, você também tem que estar no mesmo horário e Jacob... Você está livre para fazer o que queira fazer. - O seu tom de voz agora era mais desleixado e o nobre era o primeiro a se levantar, ele não dizia um obrigado ou um agradecimento e saia da sala não dizendo nada, mas Kaiser conseguia sentir que ele tivesse agradecido por ter protegido a sua vida. - Antes que eu me esqueça, você deve ir até o banco mundial pegar a sua recompensa por ter matado Gabriel, o cinza e o salário pela missão. Devem ser um total de um milhão e setecentos e cinquenta berries... - E finalmente havia terminado.

Lauren levantava em seguida e ia seguindo com o loiro em direção a enfermaria, em meio ao caminho, o agente machucado perguntava sobre quando eles iam sair, ela olhava para seus pés e o seu rosto estava todo vermelho, o homem continuava até que ela respondia. - Sairemos depois de amanhã, agora você deve descansar... - Ela meio que se enrolava nas palavras ao dizer, mas o caminho era tranquilo até a enfermaria, quando chegava conseguia com o apoio de ambos deitar sobre a sua cama, Lauren olhava uma última vez para Kaiser e saia pela porta, o moreno ainda continuava dormindo.

O sono vinha em seguida e o cansaço em seu corpo o fazia dormir em instantes, o garoto havia caído em um sono meio estranho que mais se assemelhava com um pesadelo e acordava um tempo depois, o sol já estava no alto mais uma vez, o clima ainda era de manhã com uma leve brisa gelada passando pela borda da janela com gotas de água, um enfermeiro desta vez estava ali cuidando dos pacientes, o moreno não estava ali tendo saído do quarto por algum motivo e já estava melhor de alguma das dores sentindo uma confiança de que poderia levantar em breve.



Considerações:
 

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Raiden Fuji
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I - Auf Der Suche Nach Dem Weg




KAISER HILDERBRAND

O silêncio que se seguiu após eu terminar o relatório foi angustiante, nada era dito enquanto Erik olhava como se estivesse pensativo, com uma mão no queixo. – O que será que aconteceu? Espero que não tenha nenhum problema. – Pensaria pouco antes do comandante começar a falar, o que trouxe-me alívio, já  que já começava a imaginar que havia dito algo que não condissesse com o que fora dito por Jacob ou Lauren. De qualquer forma, o observei até que nos dispensasse, dizendo que Lauren me levasse à enfermaria, dizendo-nos que deveríamos estar no mesmo local ao meio-dia dois dias depois. Eu balançaria a cabeça concordando com o que me fora dito, para depois ver Jacob levantando e sai sem nada dizer, e Erik voltar a se pronunciar, dessa vez direcionado a mim, lembrando-se de algo que deveria ter me dito antes. – Antes que eu me esqueça, você deve ir até o banco mundial pegar a sua recompensa e salário pela missão. Devem ser um total de um milhão e setecentos e oitenta mil berries.. – Fiquei feliz e assustado pela quantidade de dinheiro que receberia, mas não pelo dinheiro exatamente, pois para mim, seria como uma compensação pela missão e proteger Jacob. – Obrigado Erik-sama, assim que estiver melhor, o farei. – Falaria em agradecimento, enquanto isso Lauren se levantou e pegou a cadeira de rodas onde eu estava sentado e saímos pela porta, voltando para a enfermaria.

Durante o caminho perguntei a ela sobre sairmos, ela ficou com o rosto bem vermelho e olhava para os pés quando me disse que sairíamos depois, já que minha condição física atual não deixava que o fizéssemos. AHHH. Mas que droga! - Reclamaria, indicando que não fiquei feliz em não poder sair logo com a mesma, mas em pensamentos minha atitude seria outra. – Contanto que possamos sair, já está ótimo. – Depois de tal pensamento, me daria conte de uma estranha coisa. – Mas por quê eu sou assim? As vezes eu falo uma coisa e penso outra... Será que eu sou bipolar e não sabia? Como se já não me bastasse ser mal-humorado. – Pensaria, enquanto manteria os braços cruzados e semblante fechado, mal-humorado.

O resto da volta à enfermaria se passou sem que mais nada ocorresse, eu apenas viraria ocasionalmente minha cabeça, para olhar a paisagem em volta e outras vezes o rosto da ruiva. Já na enfermaria, ela me ajudou a me deitar na cama, o que foi feito com certa dificuldade, já que maus machucados não ajudavam nem um pouco a realizar tal ação. Assim que eu estava ajeitado no lugar, Lauren se virou para sair, ela já havia me ajuda antes, então resolvi não provoca-la e deixei que  ela saísse sem falar nada, não pensei em nada no momento, já que, na cama, minha mente começava a se nublar pelo sono, e quando eu menos esperava, o mesmo já se apoderava de mim.

Tive um sono estranho e acordava de manhã, felizmente não sentia muitas dores enquanto me levantava, mas poria minha mão direita na cabeça. – Mas que sonho estraaaah...nho – Diria, mesmo sendo interrompido por um bocejo no meio da fala. Logo depois, eu estaria totalmente desperto, e assim poderia ver que diferente do dia anterior, era um enfermeiro que estava atendendo os pacientes. Acabei olhando para o lado, e vi que o moreno que fizera a missão conosco, não estava mais em sua cama, não liguei muito para isso, pois estava me sentindo melhor, e já não queria estar mais confinado à enfermaria. – Enfermeiro! – O chamaria, esperando que o homem viesse até mim. – Eu estou me sentindo melhor no momento, eu quero saber se posso sair para dar uma volta, queria ver o túmulo do meu pai. – Diria ao mesmo assim  que estivesse próximo de mim, mentindo parcialmente, já que queria sim ir ao cemitério ver o meu pai, mas pretendia fazer outras coisas além disso. Esperaria que o mesmo me liberasse, já que a maior parte de minhas dores havia diminuído ou sumido, mas se o mesmo não me liberasse, eu ficaria irritado, mas tentaria manter a calma. – Eu realmente quero ir, se precisar, me dê uma muleta, ou peça para alguém me acompanhar, mas se eu ficar aqui sem fazer nada novamente eu vou enlouquecer. – Diria, procurando manter minha irritação sob controle. Mas se o enfermeiro não me liberasse, eu não conseguiria me conter. – Mas que merda, eu não sou uma maldita criança que fez merda para ficar confinado aqui nesse lugar, eu preciso ir lá fora. Será que é tão difícil fazer isso?! – Gritaria, perdendo totalmente o controle. Se ainda assim eu não pudesse sair, fecharia meu semblante e voltaria a me deitar, e deitado, fecharia os olhos, cerraria os dentes e punhos, e em minha mente era como se nuvens negras tomassem conta do meu pensamento, não conseguindo ver nada além disso, e eu então começaria a esmurrar o colchão onde eu estava deitado, não conseguindo mais me conter.

Se minha saída fosse liberada, eu nada diria, mas reagiria de formas diferentes para cada situação. Se eu pudesse sair do jeito que estava, abriria um sorriso e me levantaria, e começaria a caminhar para fora da enfermaria. Já do lado de fora, eu pararia a primeira pessoa que eu visse. – Ei, sabe me dizer o caminho para sair do QG? – Perguntaria a essa pessoa, se a mesma não soubesse me responder perguntaria a outra, e faria isso até obter o caminho que precisaria para chegar ao lado de fora do QG. Se eu tivesse de sair de muletas, faria a mesma coisa do que eu faria se estivesse sem as mesmas. Mas se tivesse que ir acompanhado, viraria meu rosto, indiferente, esperando que a pessoa viesse até a mim, se fosse alguém desconhecido, não falaria muito. – Vamos logo, preciso ver o túmulo do meu pai, e rápido. – Diria, com pressa, mas se essa pessoa não soubesse para onde deveríamos ir, eu levantaria a sobrancelha direita, e logo diria. – Mas tu é bem inútil, não sabe nem andar por aqui. Se fosse alguém que eu conhecia do passado, me manteria da mesma forma que se fosse um desconhecido, afinal, não queria envolvimento com ninguém que me fizesse lembrar do passado. Mas se fosse um dos meus companheiros, abriria um sorriso, e como sabia que eles sabiam andar por ali, nem me preocuparia. – Me leve logo para o cemitério, eu estou precisando ver meu pai. – Diria, sem perder o sorriso.

Assim que chegasse ao cemitério, iria até o túmulo onde meu pai estava, se estivesse sozinho, iria até o mesmo normalmente, mas se estivesse com outra pessoa, pediria para ela esperar, afinal era um assunto mais pessoal, mas se essa pessoa fosse Lauren, pediria para que viesse junto, afinal, me sentia bem com ela, o que não acontecia comigo desde a morte do meu pai. Quando estivesse de frente para a lápide deste, começaria a rezar. – Pai Santo, Deus Eterno e Todo-Poderoso, eu vos peço por aquele a quem chamastes deste mundo. Dai-lhe a felicidade, a luz e a paz. Que ele, tendo passado pela morte, participe do convívio de vossos santos na luz eterna, como prometestes a Abraão e à sua descendência. Que a sua alma nada sofra, e vos digneis ressuscitá-lo com os vossos santos no dia da ressurreição e da recompensa. Perdoai-lhe os pecados, para que alcance junto a Vós a vida imortal no Reino eterno. Por Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém. – Terminaria minha oração com algumas lágrimas descendo por meu rosto, eu ainda sentia a falta do meu pai, apesar de estar mais sociável no momento. – Obrigado por tudo que me ensinou antes pai, minha primeira missão foi um sucesso, eu vou cumprir meus objetivos Custe o que custar. – Eu diria, confiante para o futuro, enquanto limpava as últimas lágrimas que eu jurei derramar pelo luto. Dali para frente as lágrimas só deveriam ser derramadas nas mais raras ocasões.


HISTÓRICO

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Vantagens: Aceleração, Genialidade e Liderança
Desvantagens: Curioso, Mau Humor e Código de Conduta
Ferimentos:
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Extras: Localização: Dentro de algum subsolo?

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