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 Cace seus sonhos

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MensagemAssunto: Cace seus sonhos   Cace seus sonhos EmptySab 25 Nov 2017, 15:34

Cace seus sonhos

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cace seus sonhos   Cace seus sonhos EmptySab 25 Nov 2017, 17:41


Porto branco era uma bela cidade, pelo menos para quem quisesse apenas passar alguns dias e de preferência, tivesse bastante dinheiro. Era um lugar simples; ricos mandam e pobres odeiam. E onde fica o meio termo ? Provavelmente em alguma vala ou beco sujo, se embriagando para conseguir se arrastar por mais um dia de vida patética.

Eu passei minha infância na "Alta Cidade", então como qualquer filhote nobre, não notava as condições que os demais viviam. Felizmente, eles me fizeram o favor de me mostrar quando roubaram toda minha fortuna e, mais tarde, a fortuna de meu benfeitor. Nossa, eles eram realmente muito bons em roubar dinheiro.

Talvez pareça pessimista, ceticista ou seja lá como quiser chamar. Mas não é como se todos vivessem como porcos na sujeira e miséria; embora de fato houvessem alguns assim. Era apenas mais uma cidade que matava os sonhos alheios, mas vez ou outra, algumas pessoas resistiam e lutavam por seu sonho: liberdade, ouro, glória e todas essas coisas. Essas eram as pessoas que eu mais gostava naquele instante por que, sabe, quando uma pessoa foge do padrão, os ricos a esmagam, e se ela resistir muito, recebem uma recompensa pela sua cabeça. E são essas cabeças que eu procurava.

Como eu disse, estava falido, nasci em berço de ouro e perdi tudo. Encontrei um benfeitor e o fiz torrar sua fortuna. E aqui estava eu mais uma vez, tentando conseguir uma fortuna pela terceira vez, mas é como dizem, "a terceira é a da sorte".

Meus motivos são altruístas e importantes, mas, o sonho de quem não é ? Todos sempre estão corretos e os sacrifícios que fazem são todos por um propósito maior. A maior e única lição que aprendi com os bastardos da Alta Cidade. Infelizmente, talvez meus métodos pudessem ser questionados, como eu disse: meu sonho era ter uma fortuna e ao meu ver, a melhor forma de conseguir ela de forma rápida, seria com as cabeças de outros sonhadores.

Então eu seguiria meu caminho. Alistair foi um homem muito bom, mas não podia mais depender dele, por isso eu saí de casa. Mas sabe, na verdade eu nunca fui um bom lutador; aprendi algumas coisas enquanto morava nas ruas, e uma delas era que eu era uma merda dando um soco. Então talvez fosse uma boa ideia gastar aqueles últimos trocados em meus bolsos e comprar algo que me ajudasse a conseguir dinheiro, e como não dava pra comprar MAIS dinheiro, acho que uma arma iria servir, você sabe, para compensar minha inabilidade como pugilista.

Eu caminharia pela cidade a procura de uma loja de armas. Não devia ser difícil, afinal, eu sempre morei nessa cidade e tive de andar bastante pela Baixa Cidade; claro que eu normalmente não costumava ficar anotando os lugares: "olha, então a velha mercearia fica a 2km depois dessa pedra". Mas ainda confiava nas minhas habilidades para encontrar o local.

Felizmente eu não confiava o bastante nelas e nem tinha o problema que muitos homens tem quanto a pedir informações. Então, se eu demorasse demais para encontrar uma loja de armas qualquer, pararia qualquer estranho que visse na rua e diria - Com licença, pode me dizer onde fica a loja de armas mais próxima ? -

Caso as pessoas não parassem, provavelmente por se sentirem intimidadas com a minha beleza estonteante. Ou apenas não soubessem me indicar o local exato, afinal, acho que era normal as pessoas também não saberem localizar uma loja de armas; quem presta atenção nessas coisas ? Eu abordaria então outras pessoas, até que conseguisse a localização do local. Não agradeceria, não tinha tempo, apenas seguiria para o local indicado caso conseguisse a informação.

Mas, existia uma possibilidade, improvável, absurda, inimaginável. A possibilidade de NÃO haver uma loja de armas ou que NINGUÉM que eu encontrei fosse capaz de me dizer onde ela ficava. Primeiramente eu expressaria minha surpresa e frustração enquanto puxava meus cabelos e gritava para os céus - TÁ DE SACANAGEM ?! -

Nesse caso, após expressar meu descontentamento, faria algo mais simples. Procuraria uma loja qualquer. Não acredito que fosse possível não haver uma pessoa capaz de me indicar o que eu procuraria: cigarro. Havia ouvido falar que era bom para se acalmar, eu nunca fumei antes, mas sempre odiei aqueles idiotas da escola que cheiravam a cinzas de cigarro e fumavam do meu lado. Eu me dedicando aos estudos de culturas passadas em uma escola de elite, e aqueles mauricinhos matando seus pulmões.

Novamente, se eu demorasse para encontrar uma loja que vendesse cigarros, começaria a abordar as pessoas na rua dizendo - Sabe onde posso comprar um cigarro ? - e então, se conseguisse a informação, me dirigiria até o local, e uma vez que chegasse lá, iria até o atendente; ou o mais próximo de um balcão de recepção que houvesse no local, caso este estivesse vazio. E então diria - Quanto custa um maço de cigarros e um isqueiro ? -

Após recebida a resposta, caso ela fosse positiva, eu pegaria ambos masso de cigarro e esqueiro, pagando logo em seguida. Mas se a pessoa que me atendeu fosse alguma espécie de retardado e apenas respondesse a pergunta, sem me dar um masso de cigarros e um isqueiro; eu então suspiraria para me acalmar e diria - Poderia me dar um masso de cigarros e um isqueiro ? Para que eu lhe pague logo em seguida. -

Exagerado ? Claro que não. Se quem me atendeu era incapaz de compreender a situação, talvez ela possuísse algum retardo mental de verdade. Eu tinha de ser específico ou ela poderia acabar achando que eu estava pedindo que ela me desse de graça ou estava assaltando ela. E eu não estava com ânimo para confusão naquele instante.

Mas existe outro caso, seria difícil acreditar que ambos custassem mais do que eu tinha em meus bolsos; mas existem outras razões para não venderem um masso de cigarros para um menor de idade. Mesmo que este menor esteja a apenas 8 meses de se tornar um "maior de idade". Se por ventura eu fosse incapaz de comprar um masso de cigarros e um isqueiro, eu não diria nada, apenas me retiraria do local.

Sabe, minha sorte nunca foi grande coisa, quero dizer, fui a falência duas vezes, isso é um feito notável. Então se eu não conseguisse encontrar uma loja que vendesse cigarros, por qualquer razão que fosse; ou encontrasse uma, mas não pudesse comprar um masso de cigarros por (novamente) qualquer motivo. Eu fecharia os olhos, respiraria fundo e então começaria a olhar em volta a procura de um lugar alto, e caso o encontrasse, subiria e gritaria o mais alto possível.

- ALGUÉM PODE ME DIZER ONDE TEM UMA LOJA DE ARMAS NESSA MALDITA CIDADE ? -

E esperaria a resposta. Que caso fosse positiva e alguém me dissesse, eu apenas me dirigiria para o local indicado sem questionar. Caso a resposta fosse negativa, eu me sentaria onde estava e começaria a pensar o motivo do universo me odiar; era apenas uma maldita loja de armas, não o QG dos revolucionários, como podia ser tão difícil de achar ?! Caramba, eu moro naquela cidade.

Depois de todo esse drama, se eu conseguisse chegar a loja de armas; independente da forma ou de quanto stress eu tivesse para alcançar o local. Eu apenas procuraria por um(a) recepcionista e me dirigiria em direção a ele/ela; ou apenas em direção ao balcão caso o local estivesse vazio; ou em direção a qualquer pessoa que estivesse no local. E diria - Eu queria comprar um jutte - e então esperaria a resposta.

Eu não tinha muito dinheiro, então se ele(a) me desse algo que custasse mais do que eu tinha, eu diria - Na verdade eu não tenho muito dinheiro, teria algo mais barato ? - e esperaria a resposta. Eu não era idiota de dizer QUANTO eu tinha para gastar, sei bem como são os vendedores, eles sempre vão achar um item horrível que custe precisamente cada centavo que você tem.

Se não houvesse um jutte dentro da minha faixa de preço, eu perguntaria para quem estivesse me atendendo - Sabe onde posso encontrar outra loja de armas ? - e caso a resposta fosse positiva, iria para o local indicado. Mas caso fosse negativa, repetiria o mesmo processo que usei para encontrar a primeira loja.

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MensagemAssunto: Re: Cace seus sonhos   Cace seus sonhos EmptySab 25 Nov 2017, 23:24

A história do jovem aspirante à Caçador de Recompensas era um tanto quanto comovente, mesmo que ele conseguisse se controlar à ponto de não extravasar essa emoções. No entanto, o destino parecia zangado com o jovem, mesmo que este carecesse de informações para seguir com seu destino.
Conforme caminhava pela Parte Baixa da ilha, mais se distanciava de seu principal objetivo, afinal, não era - e nunca foi - de seu feitio analisar e preencher sua cabeça com informações irrelevantes, como localizações de lojas armas. O rapaz nunca cogitara, na vida, a necessidade de comprar um equipamento.
Mas, não, ainda não era o bastante para descontentá-lo e fazê-lo desistir. Ele não era um brutamontes ou qualquer coisa do tipo, e sim uma pessoa sociável e capaz de persuadir um civil a fim de conseguir o que tanto deseja. Surpreendentemente, um homem vagava pelas ruas da Parte Baixa de Dawn Island, indo de encontro ao Stine: seu olhar era penetrante, e suas roupas o denunciavam ainda mais. Trajava uma regata branca e uma calça marrom, aparentemente, ambos do mesmo tecido.
O tom de Coldaz soava arrogante e convencido para o homem, algo que não lhe agravada muito, principalmente para um mero amador. Ajeitou a regata no corpo e se virou para o jovem, encarando-o fixamente e começando a revelar algumas informações que poderiam vir a ser úteis ao jovem Stine... ou não.

- Que merda, mais fedelhos pra eu lidar. Eu não gosto de pessoas como você, mas, dessa vez, vou deixar passar. - apontava o homem, não querendo confusão com quem quer fosse, somente seguir sua vida vadiando pelas ruas e levando uma rotina normal. Prosseguiu - Siga em frente e você vai achar uma loja de armamentos baratos. Não lhe garanto a qualidade daqueles produtos... São horríveis, mas, para você, deve servir. - Completava a frase, partindo em direção contrária de Coldraz, buscando evitá-lo, mesmo que não soubesse da terrível reputação que carregava portando o sobrenome "Stine".
Agora, resta ao jovem Coldraz decidir: acreditar nas palavras do brutamontes ou não? Isto caberia a ele escolher. As ruas da Parte Baixa da cidade eram traiçoeiras, mesmo que não aparentassem.



Nota:
 
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MensagemAssunto: Re: Cace seus sonhos   Cace seus sonhos EmptyDom 26 Nov 2017, 11:01


Após o encontro com o, vamos chamá-lo apenas: cara da regata. Eu só tinha uma coisa em minha mente.

- Que cara legal -

Vamos ser sinceros, estava demorando demais para eu achar uma loja de armas e estava começando a cogitar a ideia de comprar alguns cigarros para me acalmar. Pelo menos ele havia me dado a informação que eu buscava. Quanto a sua educação ? Temos que admitir que ele era bem educado para um "brutamontes". Mal-educados eram as pessoas que te olham na rua enquanto você pede informação, viram a cara e vão embora; ele respondeu minha pergunta. Enfim, isso não era algo que importava naquele instante, agora eu tinha finalmente o meu caminho.

Não deve ser uma surpresa, mas eu iria, obviamente, para o local indicado pelo mesmo. Afinal, este era meu objetivo, de que adiantaria pedir informações se eu simplesmente não seguisse as rotas que me fossem dadas ?

Eu poderia pensar em emboscadas, assaltos, assassinatos e essas coisas quando chegasse a hora, nesse momento, eu só queria achar uma loja de armas. Então começaria a seguir em frente, como ele me recomendou; enquanto passaria meu olhar pelas construções que houvessem em meu caminho, a procura da loja.

Na hipótese de que; A) o cara da regata houvesse mentindo; B) eu houvesse me perdido; ou C) qualquer outra coisa me impedisse de achar a loja. Eu apenas continuaria procurando e voltaria a minha velha rotina, parando as pessoas na rua enquanto dizia, agora com um pouco menos de paciência - Sabe onde tem uma loja de armas ? - e continuaria perguntando aos estranhos na rua até que alguém me desse a informação.

Nesse caso, eu não pensaria, seguiria a rota indicada por qualquer estranho; e então começaria a correr atrás dessa tal loja de armas. Mas se me indicassem o local, pela segunda vez, e eu não conseguisse encontrar, pela segunda vez. Eu voltaria a procurar uma loja que vendesse cigarros. Deve ser fácil de achar e uma vitória seria bem-vinda naquele instante. Por menor que fosse.

Independente de se com a informação do cara da regata ou qualquer outro estranho na rua; assim que eu encontrasse a loja, adentraria no local e começaria a procurar por um recepcionista; ou um balcão de atendimento caso o estabelecimento estivesse vazio; ou qualquer pessoa que estivesse no local. E então caminharia em sua direção e diria - Quanto custa um jutte ? - e esperaria a resposta.

No caso do preço estar dentro da minha faixa de pagamento; ou seja, custar menos do que eu tinha. Eu então responderia - Eu vou querer - e após pegar a arma, pagaria e me retiraria do local sem dizer mais nada. Já havia conseguido o que queria, e é aí que a cordialidade acaba: quando você consegue o que queria da outra pessoa.

Engraçado pensar que já houve uma época; muitas na verdade. Em que perguntar o preço de algo era redundante. Bastava eu pedir que me trouxessem e jogar um amontoado de dinheiro. Claro, eu não fazia EXATAMENTE dessa forma, mas deu para entender o ponto: esse não era mais um desses dias.

E isso me irritava, mas me irritaria ainda mais se o jutte custasse mais do que eu tinha naquele momento. Não tinha como eu voltar em casa e pedir "Alistair, me dá B$100.000 ?" isso não pegaria bem, principalmente agora que ele estava falido e mal podia trabalhar para se manter. Mas se esse fosse o caso e a arma fosse muito cara, engoliria meu orgulho e então diria - Teria algo mais barato ? Estou meio sem dinheiro no momento - e esperaria a resposta.

No caso dele me ceder um armamento mais barato, eu apenas pegaria e iria embora após pagar pela arma. Mas, novamente, acho que seria bom levar em consideração a possibilidade dele ser o PIOR VENDEDOR do mundo ou quem sabe algum retardado que estivesse apenas ajudando; então no caso dele apenas me indicar o valor, independente do caso em que o fez; eu olharia alguns segundos para a cara do vendedor, na esperança de que este me desse a arma para que eu pudesse pagá-lo, e caso isso não acontecesse, eu então diria - Você poderia pegar ela para mim ? - e esperaria a resposta.

Caso ele me entregasse a arma, eu pagaria e iria embora; porém se ele me indicasse algum local onde EU deveria pegar, como em alguma prateleira por exemplo, eu iria até ela, pegaria a arma indicada e então pagaria o homem, em seguida me retirando do local. Mas existe mais um caso que é possível, de que de alguma forma ele fosse incapaz de me ceder o armamento, como o fato de não ter mais no estoque ou não vender para menores de idade. Se fosse esse o caso, eu apenas sairia do local, já havia me estressado demais.

Independente da forma que acontecesse, se eu acabasse incapaz de conseguir um jutte na minha faixa de preço; eu deixaria a loja e começaria minha busca por uma loja de cigarros. Esse maldito assassino de pulmões se tornava cada vez mais atraente.

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MensagemAssunto: Re: Cace seus sonhos   Cace seus sonhos EmptyDom 26 Nov 2017, 12:18

O jovem Stine seguia pelo caminho indicado pelo "cara da regata" - como este fora apelidado por Coldraz -. Com um pouco de paciência aliada a uma grande determinação, o jovem Stine conseguia chegar a maldita loja de armas que buscava com tanta garra.
A lojinha abrigava diversos armamentos, desde adagas de pequeno porte até a maior das espadas. Elas pareciam se encaixar na faixa de preço que o jovem estava disposto a pagar, e enfim, o destino começava a sorrir para ele.
O responsável por aquela loja era tão alto quanto o "cara da regata", portando uma pistola de baixo calibre na cintura - possivelmente para evitar roubos - e uma camisa de couro, além de vestir uma longa calça também de couro. Ele estava mais para um fanático por roupas que saqueava casa dos ricos do que para um vendedor de armamentos baratos. O jovem Coldraz, contudo, não hesitou em perguntar, indo direto ao assunto:

- Quanto custa um jutte? - mantinha o olhar sério de sempre, sendo objetivo demais até para ele mesmo. O vendedor se virou para ele e respondeu, sorridente:

- Uma jutte? Hum... Claro que eu tenho, se não eu não me chamaria de vendedor de armas! - apontava ele, abrindo um sorriso ainda mais largo. Prosseguiu - Olha... Tenho essa jutte! - Ele se dirigia a uma das prateleiras, pegando uma jutte aparentemente bem barata, seguindo para o balcão. A aparência denunciava seu preço; era bem leve, apesar de tudo. O homem se voltou para Coldraz e continuou ofertando - Esta aqui custa 30.000, e aí? O que acha? É pegar ou largar, fedelho. - completava a frase, tentando persuadir o jovem. O sorriso do velho lentamente se desfazia, conforme seus olhos encaravam fixamente o rapazinho.



Nota:
 
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MensagemAssunto: Re: Cace seus sonhos   Cace seus sonhos EmptyDom 26 Nov 2017, 13:43


Vitória. Finalmente a loja de armas.

Talvez eu tivesse exagerado um pouco e me sentido meio apressado demais no começo, mas quando o vendedor me apresentou um jutte na minha faixa de preço, não havia uma forma melhor de dizer: eu me sentia mais leve.

- Oh sedutora Deusa do destino, amante do universo. Finalmente uma maldita loja de armas -

Brincadeiras a parte, era realmente um alívio encontrar o local. Meus pensamentos nem sequer focavam na estupidez do homem ao usar roupas de couro em um ambiente fechado como aquele. Ele deveria estar soando como um cão, e fedendo como um. Mas naquele instante, ele parecia apenas um benfeitor que me apresentava a chave para o baú do tesouro. Só poderia ficar mais feliz se ele me dissesse que era de graça.

Por um instante, até me passava na cabeça a ideia de barganhar, mas com a minha sorte ? Provavelmente ele dobraria o preço e me daria um tiro. Então eu apenas esboçava um leve sorriso e com o olhar de uma criança que se tornou um adulto ao pagar sua primeira conta; pagaria os B$30.000 enquanto dizia - Eu vou querer -

Nem a ligeira falta de educação do vendedor fedido me incomodava naquele instante. Eu mesmo não pretendia ser educado com ele. Seria hipocrisia da minha parte querer que ele fosse; naquele instante eu só queria pegar minha arma e sair daquele local, e assim o faria.

Depois de pagar o homem e pegar minha arma, me retiraria do local com um leve sorriso. Havia demorado, mas eu agora iria a caça.

Após deixar o estabelecimento, eu começaria a andar pelas ruas da cidade a procura de tavernas e bordéis, onde eu talvez pudesse encontrar algum cartaz de procurado. Mas não iria correndo ou com pressa dessa vez. Me manteria calmo e caminharia prestando atenção ao meu redor para o caso de haver algum cartaz de procurado pregado em algum lugar; e se caso houvesse, pegaria o mesmo e cancelaria minha busca a tavernas e bordéis.

Tentaria evitar delinquentes, brigas de rua e essas coisas. Nem todo bêbado perambulando pelas ruas e batendo nas pessoas tem uma recompensa pela sua cabeça, e eu não era um bom samaritano. Então ignoraria e seguiria meu caminho.

Caso nada tomasse minha atenção durante a busca e eu encontrasse uma taverna ou bordel, respiraria fundo e me prepararia para ser alvejado assim que adentrasse no local. Era preciso estar sempre atento, até uma criança saberia disso. Uma vez lá dentro, começaria a procurar por cartazes de procurado, e no caso de encontrar, analisaria a fotografia e começaria a olhar em volta para ver se alguém se parecia com a foto.

Porém, se não houvesse nenhum cartaz de procurado, eu então olharia ao meu redor e procuraria um lugar alto para subir, e subiria caso encontrasse; mas se não houvesse um lugar alto ou que eu pudesse subir, eu ficaria onde estava mesmo.

Em ambos os casos, após subir ou não em algum lugar, eu gritaria o mais alto possível para que todos me ouvissem - COM LICENÇA, TEM ALGUM PROCURADO AQUI ? - e esperaria a resposta. Uma pergunta estúpida ? Você acha que ninguém responderia "olha eu aqui" ? Provavelmente não dessa forma, mas eu tinha esperança de que alguém fosse estúpido o suficiente para se pronunciar como forma de se exibir ou apenas me confrontar.

Apenas esperava não tomar um tiro, o resto tava valendo.

Mas não era estúpido o suficiente para simplesmente "dar a cara a tapa" para um maluco qualquer; por isso se alguém tentasse me atacar. Independente do momento ou das circunstâncias; eu pegaria meu jutte e usaria ele para bloquear o ataque do meu agressor.

O movimento seria simples, nada espetacular, apenas balançaria ele usando minha mão esquerda e faria um movimento simples, na vertical, mirando no que o atacante estivesse usando para me atingir: pé, punho, espada, martelo, etc.

Mas existe algo que não pode ser bloqueado, o que seria isso ? Um tiro. Apenas um retardado tentaria bloquear um tiro, não, se alguém disparasse contra mim, eu me esquivaria. Não era nenhum idiota, apesar da minha cota de combates ser bem baixa.

Se o tiro viesse de cima; provavelmente visando acertar meu tórax ou cabeça. Eu me abaixaria o mais rápido possível. Colocando meu joelho esquerdo no chão e minha mão direita também, para me equilibrar e não acabar deitando no chão. Abaixaria minha cabeça olhando para o chão. E no caso de conseguir me esquivar, usaria a mão direita para empurrar o chão, na esperança de me levantar com mais velocidade e poder visualizar meu atacante.

Porém se o tiro viesse na direção dos meus pés; provavelmente como um tiro de aviso. Eu saltaria. Que original, mas não apenas daria um pulo, tentaria saltar para um local mais alto que estivesse próximo a mim: uma cadeira, mesa, palco, balcão, etc. Talvez não fosse inteligente, mas se ele tentasse atirar em mim de novo, eu poderia muito bem descer e usar como escudo. Talvez funcionasse melhor se não fosse uma cadeira, então de preferência, tentaria subir em algo que não fosse uma.

Porém, se mesmo com o meu estado de alerta eu acabasse sendo atingido; fosse por um tiro, um soco, um chute, um "espadada" ou qualquer outra coisa. Eu apenas aceitaria o destino cruel e tentaria me levantar o mais rápido possível, caso houvesse caído, colocando meu jutte a frente do meu corpo como uma postura de combate e então analisaria quem e quantos eram meus oponentes, antes de fazer mais algum movimento.

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MensagemAssunto: Re: Cace seus sonhos   Cace seus sonhos EmptySeg 27 Nov 2017, 18:43

Coldraz, com objetivo traçado, seguiria a procura de um fora da lei. O jovem tinha noção de que os bandidos não dariam a cara à tapa para ele, no entanto, não media esforços em sua busca.
O resultado era: nada; bordéis, tavernas ou qualquer coisa do tipo. Irritado, Coldraz tratou de solucionar aquele problema de forma certamente inesperada. Buscou pelo lugar mais alto que pudesse encontrar, mas nada havia além de casas de pouco menos de um andar; tampouco estabelecimentos.
No entanto, ele não cederia ao que o destino lhe reservava: uma vida de fracassos. Independente de se encontrasse um lugar alto ou não, o jovem reunia ar em seus pulmões e soltaria um anúncio que alcançava os ouvidos de todos próximos dele:

- COM LICENÇA, TEM ALGUM PROCURADO AQUI?

De repente, pedras eram atiradas contra o jovem Stine. Ele não sabia o que era ao certo, mas tratou de armar uma defesa básica: pôs seu jutte a frente do seu corpo, buscando evitar maiores danos.
O que mais parecia um ataque de vândalos se revelava um grupo de crianças malcriadas e revoltadas. O motivo? Coldraz não sabia explicar. Elas mantinham seus olhares fixos nele, declarando, em alto e bom tom:

- Você é incomodante demais, tio! Você fica nos perturbando com suas fantasias idiotas, então, trate de se desculpar ou vamos te arrebentar! - O mais velho dos moleques era quem assumia a linha de frente, bem como a ameaça direcionada a Coldraz. Agora, cabia a ele decidir o que fazer: lutar contra elas ou resolver tudo de forma pacífica?



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MensagemAssunto: Re: Cace seus sonhos   Cace seus sonhos EmptyTer 28 Nov 2017, 17:08


Crianças arruaceiras. Levando em consideração que eu esperava tomar um tiro ou ser espancado em uma taverna fedida por frequentadores igualmente fedidos, acho que alguns moleques atirando pedras não eram exatamente um problema. Embora ficasse um pouco decepcionado. Esperava um brutamontes armado até os dentes e com um chapéu de lâminas; isso seria incrível, pra não falar doloroso.

Mas não iria agradecer por isso, aquelas crianças não me renderiam 1 centavo. E sinceramente mal me importava com o que elas diziam naquele instante. Provavelmente zangadas por eu estar gritando no meio da rua; não culpo elas, mas esperava que fosse um adulto a fazer isso. Enfim, isso não me dizia respeito naquele instante, tinha mais o que fazer, afinal, ainda não havia encontrado nenhum pirata.

Então eu apenas ignoraria as crianças, dificilmente alguma delas teria uma recompensa por sua cabeça. Olhando para elas, até considerava a possibilidade de perguntar se alguma delas tinha uma. Mas eram crianças, mesmo que dissessem que sim, não quer dizer que fosse verdade. Desde que a era dos piratas começou, eu sempre vi crianças rabiscando falsos cartazes de procurados e autodeclarando-se piratas. Logo, o que elas me dissessem teria pouca importância.

E se por algum milagre ou reviravolta do destino eu encontrasse um cartaz de verdade que evidenciasse que eles eram procurados; bastaria eu ir atrás deles novamente. Não deveria ser muito difícil encontrar algumas crianças barulhentas na cidade.

Então eu apenas suspiraria fundo e me retiraria do local, aparentemente ninguém atenderia meu chamado naquele lugar. Eu já devia imaginar. Próximo demais das autoridades, talvez tivesse sorte em uma área mais afastada.

Por esse motivo eu ignoraria qualquer coisa que as crianças tivessem a dizer, provavelmente mentiras e asneiras; e me dirigiria para o vilarejo de frushin. Se na cidade baixa não havia criminosos, tão pouco teria algum na cidade alta, e como ballon não passava de uma região selvagem dominada por selvagens, duvido que fizessem questão de colocar cartazes de procurados, provavelmente eles mesmos matavam os criminosos.

Caminharia calmamente até a saída da cidade, sempre prestando atenção a qualquer cartaz de procurado que houvesse pendurado pelos estabelecimentos; e no caso de encontrar alguma taverna ou bordel que não houvesse checado anteriormente, adentraria no local, a procura de cartazes de procurado.

No caso de entrar em algum estabelecimento, mas não encontrasse nenhum cartaz, eu apenas me retiraria do local e continuaria seguindo meu caminho até fushin, mantendo o mesmo padrão; olhando para ver se encontrava algum cartaz ou bordel/taverna que não houvesse checado.

Porém, se ao entrar em uma taverna/bordel eu encontrasse algum cartaz de procurado, eu imediatamente o pegaria e iria até um recepcionista, atendente ou alguém que fosse evidente que trabalhasse no local, e mostrando o cartaz para o mesmo, perguntaria - você viu alguém parecido com essa foto, recentemente ? - e esperaria a resposta.

Caso a resposta fosse positiva, eu escutaria o que o mesmo tivesse a dizer, talvez o último local em que o viu ou se estava no estabelecimento. Porém se ele fosse algum tipo de babaca e apenas me dissesse que viu, mas não falasse mais nada, eu acrescentaria - Pode me dizer onde viu ? - e aguardaria a resposta.

No caso dele me dizer, eu iria até o local indicado, fosse este dentro do estabelecimento ou em qualquer lugar da ilha. Porém se ele fosse o que eu já esperava que fosse: um filho da p@ta que estava tentando me enganar ou extorquir. Eu guardaria o cartaz e iria embora; se ele dissesse mais alguma coisa antes de eu me retirar, prestaria atenção, mas não diria nada e iria embora assim que ele terminasse; independente do que dissesse.

Porém, se ao perguntar sobre a localização do procurado, a resposta fosse negativa e ninguém o houvesse visto; eu apenas guardaria o cartaz e me retiraria do local sem dizer nada.

Agora que já falei bastante sobre o que eu pretendia fazer após deixar aquelas crianças chatas para trás, vamos falar sobre o que eu faria se elas não QUISESSEM ficar para trás; o que era bem provável, na verdade.

Elas eram crianças, então eu não podia bater nelas, ainda mais no meio da rua em plena luz do dia; os adultos não iriam gostar, os policias menos ainda e no fim das contas eu poderia acabar sendo detido, ou até mesmo preso, isso definitivamente não estava nos meus planos. Então seguiria meu caminho para fushin sem me importar com qualquer coisa que elas dissessem, mesmo que me seguissem por TODO o caminho até fushin. Já havia lidado com muitos idiotas, basta deixar que falem até se cansarem.

Mas paciência tem limite. No caso das crianças tentarem me atacar de alguma forma; eu apenas me esquivaria de seus ataques. No caso de ser algum tipo de chute, soco, madeirada e coisas do tipo, acredito que um simples passo para trás fosse funcionar, elas eram pequenas, seus braços mal deveriam me alcançar. Então seria o que eu faria, tentaria manter todos dentro da minha linha de visão, virando minhas costas para o sol, talvez isso atrapalhasse a visão delas na hora de me atacar, já que por serem menores, teriam de levantar suas cabeças para me enxergar.

Infelizmente, eles já haviam se mostrado armados com incríveis pedras voadoras, por esta razão, este poderia ser o método que adotassem para me atacar. Se fosse esse o caso, eu então usaria um método diferente; tentaria me manter em uma área aberta, para que pudesse deslizar meu corpo para a esquerda e direita com mais facilidade.

Porque ? No caso de estar se perguntando isso, acho que a resposta é óbvia, por que seria o método que eu usaria para me esquivar. De preferência para a esquerda, mas no caso de haver pessoas ou alguma coisa impedindo minha locomoção, tentaria para a direita.

Porém, existe a possibilidade de que ao me esquivar, houvessem muitas coisas bloqueando meu espaço; se fosse esse o caso, eu veria a altura das pedras, se viessem mais de cima, eu então tentaria me abaixar, sempre colocando o joelho esquerdo no chão e a mão direita para me equilibrar, enquanto abaixava a cabeça. E se conseguisse escapar, me levantaria depressa, usando a mão que tocava o solo para impulsionar meu corpo para cima.

Mas no caso deles arremessarem um pouco mais para baixo. Talvez por não terem muita força. Eu apenas saltaria, tentando subir em algum lugar mais alto; uma caixa, carroça ou sabe-se lá o que poderia ter ali no meio da rua, talvez até mesmo uma mesa abandonada ou algo do tipo, enfim, algo em que eu pudesse subir.

Porém, se eu não conseguisse utilizar nenhuma das esquivas mencionadas anteriormente e houvessem pessoas na rua, eu tentaria me esconder atrás delas. Não como os típicos teatros infantis, eu não agarraria ninguém e ficaria parado atrás do mesmo. Não, eu apenas me afastaria das crianças, enquanto mantinha contato visual e me movia de forma que as pessoas na rua ficassem entre mim e elas, como um escudo.

Mas se elas se provassem verdadeiros ninjas e conseguissem me acertar em algum momento, eu tentaria me recompor e faria como descrevo a seguir (leia no trecho abaixo);

Independente do que elas fizessem, se me atacassem, eu abandonaria minha busca por bordéis e tavernas, e começaria a correr em direção a fushin. Ignorando qualquer possível esbarrão que eu desse durante minha fuga. Eu não podia atacar as crianças, por mais irritantes que fossem.

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MensagemAssunto: Re: Cace seus sonhos   Cace seus sonhos EmptyQui 07 Dez 2017, 20:45


Apesar da primeira tentativa falha, Coldraz não desistira tão facilmente, vendo as crianças como meros empecilhos que nem sequer deveriam estar ali. Ignorando os pirralhos, seguia para a saída da cidade, provavelmente a decisão mais sábia a se tomar, até porque os infantes desistiram rapidamente após arremessar mais uma ou duas pedras, errando as mesmas.

Quase deixando Porto Branco, pôde sentir alguém seguindo-o, e esta pessoa não fazia questão alguma de esconder suas intenções, foi quando sentiu um toque em seu ombro, ao virar, poderia contemplar uma garota vestida com roupas simples, tendo partes de peles de animal adornando-a, tinha também como companhia dois cães ao seu lado, em uma de suas mãos, a caçadora trazia um pedaço de papel.

Não pude deixar de escutar o que procuravas. Apenas não me aproximei pois parecia um idiota gritando. — a garota pausou, rindo de forma singela — Estou atrás de alguém específico. Acho que, talvez, possamos nos ajudar. — após ter terminado sua fala, a loira entregou o que levava consigo ao rapaz, era definitivamente um cartaz de procurado.

Apesar de não ter ao menos se dado ao trabalho de se apresentar, ela parecia ansiosa por uma resposta, do ponto de vista dela era algo justo, visto que ambos sairiam com o que queriam. De primeira instância ela não parecia estar tão interessada na recompensa, como se fosse mais algo pessoal com o criminoso.

No cartaz, estava escrito “Ruff, o Predador”, o nome era associado à uma imagem do fora da lei, juntamente com sua recompensa de 6kk. O sujeito parecia ser, bem como a figura que falava com Coldraz, um caçador, porém mais selvagem do que civilizado.
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MensagemAssunto: Re: Cace seus sonhos   Cace seus sonhos EmptySex 08 Dez 2017, 19:43


- Heheheh!

Não podia me segurar, meu plano havia sido um sucesso absoluto; comprovado quando a garota me mostrou um cartaz de procurado. Não me importava com a falta de educação da jovem indigente. Seu nome não era importante, mas me chamar de maluco na minha presença, lhe renderia o apelido de "tetuda dos cães".

Infantil ? Bastante. Mas não é como se eu fosse chamar ela assim em voz alta. Ainda. Então pegava o cartaz e contemplava meu alvo. Primeiras impressões ? Eu tava f#dido, quero dizer, é sério, só pela fotografia já dava para notar que aquela coisa teria o dobro do meu tamanho e 5x o meu peso. Um soco e eu ia pra ilha do céu num instante.

Mas era o que eu tinha, e nenhuma garota mal-educada ou gigante iria me impedir. Ainda mais com uma recompensa de 6kk.

- Estou interessado. Onde podemos achar esse cara ?

Após fazer a única pergunta que me importava naquele instante, esperaria pela resposta da jovem tetuda dos cães. Uma aliança era bem-vinda naquele momento. A menos que ela fosse algum tipo de cúmplice que atraia idiotas para esse tal de "Rufus" devorar no meio da floresta. Mas só começaria a pensar nisso se ela me levasse até uma floresta.

No caso dela saber exatamente onde procurar, ou pelos menos ter uma ideia de por onde começar; eu apenas seguiria ela até onde quer que me levasse. Não havia muito mistério, de vez em quando eu daria uma olhada ou outra na bunda dela se a oportunidade surgisse, mas só para passar o tempo. Gostava de mulheres com mais curvas, e as dela estavam bem camufladas naquela roupa.

Adoraria pensar em algumas coisas obscenas como os mistérios que aquelas roupas escondiam, mas provavelmente esse não é o melhor momento ou lugar, então darei prosseguimento.

Mas talvez ela estivesse tão perdida quanto eu e não soubesse por onde começar a procurar, se fosse esse o caso, eu então perguntaria para ela - O que ele fez para conseguir essa recompensa ? Podemos começar a procurar de acordo com seus fetiches -

Parecia bem plausível para mim. Se você é um criminoso procurado, provavelmente é procurado por alguma coisa que você fez. Ladrões de banco gostam de bancos; assassinos de mulheres gostam de lugares com muitas mulheres; lutadores gostam de ringues etc.

Se fosse preciso que a gente debatesse sobre o modus operani do Rufus e ela não soubesse, as coisas ficariam um pouco complicadas, já que eu também não fazia a menor ideia de onde encontrá-lo. Já havia procurado por várias tavernas e bordéis, então me concentraria para tentar lembrar de alguém parecido com ele.

Se eu fosse obrigado a me relembrar das tavernas e bordéis que visitei, e por algum milagre me recordasse de ter visto o criminoso, eu então diria para ela - Sei por onde começar - e então me dirigiria até o local. No caso de eu ser obrigado a me relembrar, mas o óbvio acontecesse e eu não lembasse de nada, eu apenas ficaria um pouco irritado e daria um tempo para pensar.

Mas se todo esse papo de se lembrar dos frequentadores das tavernas e bordéis que visitei mais cedo fosse desnecessário e ela soubesse o motivo do Rufus ser um procurado, começaríamos por aí, eu perguntaria para ela - Então, onde ele iria se quisesse fazer essas coisas de novo ? - e esperaria pela resposta. No caso de ser positiva, eu apenas seguiria a mesma até onde quer que ela me levasse; uma espiadinha ou outra na sua bunda viria bem a calhar. Mas no caso de não termos a menor ideia de para onde poderíamos ir, eu apenas esperaria alguns instantes para ver o que poderia fazer naquela situação.

Mas se ela NÃO soubesse o motivo que levou o criminoso a ter sua recompensa. Eu apenas suspiraria fundo e daria um tempo para pensar.

No caso dela saber o motivo mas não querer compartilhar, eu não insistira em saber suas razões, apenas diria - Onde você acha que ele iria se quisesse repetir sabe-se lá o que ele fez para ter uma recompensa pela sua cabeça ? - e esperaria pela sua resposta.

Acho que não preciso dizer que se ela soubesse a resposta eu apenas a seguiria até o local que ela me levasse. Mas o que você acha que eu faria se ela NÃO soubesse ? Isso mesmo; nada.

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