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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I'm late! I'm late! I'm late!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I'm late! I'm late! I'm late!    I'm late! I'm late! I'm late!  EmptyQua 22 Nov 2017, 21:26

I'm late! I'm late! I'm late!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Chester Burklight. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I'm late! I'm late! I'm late!    I'm late! I'm late! I'm late!  EmptySeg 27 Nov 2017, 17:58

Saltita. Saltita. Saltita. Respira. Saltita. Saltita. Saltita. Os movimentos compassados levariam o enérgico e coordenado coelho pelas estradas, ciclovias, ruas e o que se tornasse um obstáculo aos seus pés incansáveis. Não existem barreiras que esse mink motivado não possa ultrapassar! Ou será que existe?

— Ah, preciso continuar pulando! Saltita! Saltita! — Nem mesmo o cansaço se tornaria um problema para esse futuro revolucionário como podemos observar nessa grandiosa citação do nosso herói. Os seus olhos vermelhos e pelos branquinhos não estavam preparados para o sol, assim como os seus pés descalços também não. — Quente, quente, quente! — Diria o querido coelhinho.

A verdade machuca, machuca como seria se a sua trilha estivesse coberta de pedras pontiagudas. — Dói, dói, dói! — Ele diria, saltitando - obviamente  - entre os pés e tentando soprar as suas feridas. A frequência com que ele repete as palavras é intensa e pode se tornar um empecilho para os que estão ao seu redor, no entanto ele não tem culpa. Chester é defensor da tese de que repetir uma sensação, ação ou "o raio que o parta" mil vezes tornará o fato muito mais intenso e vívido.

O jovenzinho sob o nome de Burklight era um arqueiro voraz, caçador exímio e falador com doutorado. O menino é tão falante que até as bocas dos seus cotovelos enjoam dos assuntos. Ele se interessara em obter um arco, uma aljava cheia de flechas e subterfúgios para afofar os seus bolsos de moedas de ouro.

É clichê, mas ele era feliz. Os problemas o amontoavam, porém ele se divertia com o simples fato de estar vivo. Sorriria até para o vento e sentiria empatia por tudo que não vestisse as cores da Marinha. Ah, como ele os odiava. Se tem uma coisa que esse coelho odeia, essa coisa é o governo. Pessoas que achavam que ele só come cenouras também estão na sua lista negra.

A sua intenção era encontrar uma loja de armas abarrotada de flechas pontudas e arcos legais para ele escolher. Mais pra frente iria querer uma adaga para se garantir nos combates corporais, no entanto a sua situação financeira - pobre pra caramba - limitava o poder aquisitivo. Alegremente pularia por aí procurando uma loja, entraria com um pequeno empurrãozinho na porta da frente e se dirigiria até o balcão em passos largos se encontrasse o estabelecimento. — E aí velhinho, tudo bem? Eu gostaria de um arco! Um arco! Flechas também, é, flechas são legais. Uma aljava, adagas, espera, adagas não. — Diria sob a circunstância de ter achado uma loja. A sua lista desvaneceu-se, pois contava nos dedos e mal fazia contato visual. Ter apenas três dedos o fazia lembrar: arco, aljavas e flechas. Pagaria e sairia de bom grado se fosse bem atendido.

O próximo passo seria procurar um cartaz de procurado e treinar suas habilidades de caça. É, caçar alguns delinquentes ajudaria a desenferrujar os seus olhos afiados de atirador. — Vamos lá, é hora de furar alguns ladrões. — Diria para si, já em posse das suas armas e acentuaria sua fala em concordância consigo — é, furar ladrões.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: I'm late! I'm late! I'm late!    I'm late! I'm late! I'm late!  EmptyTer 28 Nov 2017, 18:48

O coelhinho saltitava de lá para cá, todo pomposo, esbanjando felicidade e simplicidade. Já tinha um objetivo traçado: comprar um arco, aljavas, flechas e adagas. No entanto, o que o coelho esbanjava de felicidade, faltava-lhe em dinheiro e poder aquisitivo; isso não lhe doeria, tampouco o faria desistir, somente atrasaria um pouco seus planos.
Buscando por uma lojinha de armamentos baratos - lembrando-se sempre de saltitar, afinal, era um coelho - ele, contando com a sorte, não teria sucesso. A cidadezinha de Conomi não era muito agitada, e com pouquíssimas lojas espalhadas por ela, as chances caíram demasiadamente.
Novamente; isto não abalaria os sonhos e convicções do pomposo coelhinho, somente diminuiria seu astral. Com algumas opções viáveis, o coelho poderia pôr em prática alguma outra maneira de se obter informações, por exemplo, parar cidadãos na rua/estrada e perguntar-lhe o que sabia sobre uma loja de armamentos baratos.
Agora, cabia ao aspirante à Caçador de Recompensas despreocupado decidir o caminho que seguiria e o que fazer a fim de prosseguir em suas fantasias.



Nota (LEIA):
 
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MensagemAssunto: Re: I'm late! I'm late! I'm late!    I'm late! I'm late! I'm late!  EmptyQua 29 Nov 2017, 17:43

A vida costuma ser complicada para animais fofinhos ou para imbecis que só faziam contar com a sorte? Bem, de alguma maneira ele havia metido as patas pelas patas. É, esse ditado não funciona bem quando falamos sobre um mink. O infortúnio faria que o jovem coelho compreendesse a necessidade de interagir e consequentemente aumentar suas chances de sucesso.

— Olá, olá, olá! Sabe onde posso encontrar armas por um preço acessível? Eu quero um arco beeem grande! — Representaria a artefato estendendo os braços peludos e branquinhos para mostrar aos transeuntes que abordasse, ainda que fosse dar preferência aos que estivessem armados. A empolgação estaria nítida em seu tom afável e ele alternaria entre os dois pés, pulando levemente de um lado para o outro e mantendo a estrutura do seu tronco firme para continuar a exemplificação do arco.

Era uma criança, afinal. Chester não tinha chegado na época rebelde da vida, então tudo iria ótimo para quem convivesse com ele: um garoto doce e educado. As bugigangas inúteis que carregava tinindo consigo tal qual um sino poderiam ser irritantes, é certo. Ele que tinha tudo para se revoltar e se converter num hitman descoordenado acabou sendo mais afável que a média e um colecionador de porcarias.

A sua apresentação infame e sincera a respeito do interesse em encontrar um bom ferreiro ou mercado que vendesse os seus equipamentos de caça se estenderia até ele ter respostas que coubessem ao caso e então o arqueiro iria até o lugar indicado para efetuar a compra. Os seus olhinhos vermelhos brilhavam de empolgação enquanto coçava o capacete. Será um lugar cheio de armas? Elas vão estar presas em correntes para não roubarem? Será que tem arcos compostos? Curvos? Pra gigantes? Como gigantes usam flechas? Hehehe! Saltitaria cheio de expectativas, até a entrada.

Uma visão treinada como a sua não deixaria de reparar em cada mínimo detalhe: assoalho, teto, paredes, possíveis prateleiras, armários espalhados, vitrines, funcionários e até o balcão. Os dedos rápidos tateariam a bolsa de moedas presa ao cinto e tentaria decifrar o dinheiro que tinha consigo pelo som metálico. Conhecendo seu orçamento, caminharia cuidadosamente esfregando as mãos uma na outra e analisando a mercadoria. — Hmm... hmm... HMMM! — O tom de descoberta casava com a expressão desconfiada e não se entendia muito. A verdade é que ele só queria atrair atenção das pessoas e parecer inteligente.

O tampinha de capacete apalparia levemente e levantaria a mercadoria, escolhendo o mais leve e resistente dentro do seu poder aquisitivo. As aljavas seriam avaliadas pelo material, puxando o pano ou couro e avaliando sua resistência. Por último estavam as flechas que se destacaria por ter que analisar as lâminas e as penas. Somando mentalmente, colocaria no balcão junto com a quantia em dinheiro necessária. — Aqui está, moçx! — A sua fala acompanharia pulinhos para poder olhar nos olhos quem estaria recebendo suas moedinhas.

Deixaria o comércio se tudo ocorresse bem. Posicionaria a aljava na transversal, oferecendo o saque sobre o ombro esquerdo e levaria o arco na canhota. Tudo ocorreria bem, até se lembrar que não havia comido nada. Growwr. Faria seu estômago, nos momentos mais críticos. Agora era hora de colocar a mão na massa e conseguir dinheiro como um bom caçador: descarregando a aljava em malfeitores. Aprendendo com sua última lição, procuraria em tabernas e perguntaria para os cidadãos com aparência tranquila - que não parecessem ser o tipo de pessoa que estaria no cartaz. — Sabe onde posso encontrar cartazes? De procurados, procurados! — Insistiria até obter as respostas e aí iria até o mural. Daria preferências para tritões, pois se nada desse certo ele ainda poderia comer um delicioso ensopado de barbatana.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: I'm late! I'm late! I'm late!    I'm late! I'm late! I'm late!  EmptyQui 30 Nov 2017, 06:46

Despedidas nunca são fáceis, a que acabara de fazer não era exceção, ver aqueles com quem convivi — com quem sobrevivi, irem para um horizonte por ora inalcançável era de certo modo decepcionante. Porém aquilo abria caminho para meu destino, lutar ao lado do exército revolucionário era meu objetivo, para que pudesse cumprir minha dívida eterna para com a causa que, outrora, salvou minha vida.

Meus olhos analisariam os arredores, a fim de me familiarizar com o local onde me encontrava, provavelmente estava na moradia temporária onde permaneci os últimos anos com os demais sobreviventes da tragédia que presenciei no Novo Mundo.  Vestir-me-ia se já não estivesse de roupas e, logo em seguida, buscaria o que comer para não ter de me alistar de estômago vazio, caso notasse a presença de mais alguém no local, o saudaria de forma adequada ao horário e prosseguiria com os meus afazeres. Se perguntassem o que estava indo fazer, responderia diretamente — Estou indo em busca de meu sonho, é claro!

Se não houvesse de encontrar comida, sairia de onde estivesse, para que pudesse procurar por algum estabelecimento que resolvesse meu problema, tal como um restaurante ou lanchonete. Se encontrasse, repetiria o processo de saudação ao dono ou atendente da construção, fazendo então meu pedido.

Me dê o que tiver de carne por dez mil berries, camarada. E para beber, quero sua bebida gelada mais barata. - diria em alto e bom tom, mas sem gritar para não chamar demasiada atenção, olhando a todo momento nos olhos do funcionário com um sorriso animado no rosto.  Esperaria — impaciente se demorasse, pelo que havia pedido, usufruiria de cada pedaço e enfim pagaria o preço indicado, agradecendo. Saindo dali, já longe dos cidadãos que estivessem no comércio, soltaria um arroto de satisfação.

Se não possuísse dinheiro para cobrir o pedido, apenas aceitaria o fato de não comer por ora visto que não tinha nem sequer o necessário para caçar alimento, prosseguiria de qualquer forma em busca do esconderijo dos Revolucionários do qual já possuía conhecimento, analisando-o de cima a baixo, com os olhos brilhantes como se o que estivesse à minha frente fosse a maior fera que poderia sonhar em derrubar.

Agora, finalmente, adentraria o local caso não fosse impedido ou questionado sobre minha presença no local. Se fosse parado, aguardaria para saber o que teriam a me dizer, senão, exploraria a “toca” adentro, tendo em mente que precisava conhecer e me acostumar com aquela estrutura e com o comportamento dos soldados, bem como visaria o quanto antes encontrar o superior com o qual poderia me alistar, me informando se necessário com quem estivesse disposto a ajudar.

Durante todo o meu trajeto, caso alguém demonstrasse medo ou dúvida quanto ao meu tamanho, não me mostraria constrangido e muito menos tentaria tirar vantagem disso, apenas manteria meu queixo erguido e olhar sempre em frente como de costume.
OFF:
 
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MensagemAssunto: Re: I'm late! I'm late! I'm late!    I'm late! I'm late! I'm late!  EmptySex 08 Dez 2017, 04:38


Chester

   O coelho Chester saltitava de maneira breve e leve pelos longos trilhos desertos de Conomi Island. Sua respiração pulsante, em conjunto com sua face motivadora, conspiravam alegres para com sua ideia de carreira aventurosa. "Caçar, caçar e caçar!!", assim que imaginaria o lagomorfo juvenil se motivando para seu futuro brilhante...em contraposto, não tão brilhante estava o céu naquele dia, é, dia deveras incomum para uma ilha em que o clima tropical reinava,  é o que muitos pensariam ao ver um céu devoto à chuva e tempestade, onde de costume estaria um começo de tarde radiante.

    Apesar de quaisquer tribulações climatológicas, o pulante Burkinghard(tomara que tenha falado certo) não se abatia de forma alguma, e viril, como sempre fora, mesmo antes de ser  transformado em um coelho pelo maléfico governo, continuava sua árdua procura pelo item desejado... um arco de caça, ou "Arco de caça, arco de caça, arco de caça!!", como diria o felpudo.

    A tarde mais parecia noite, e as nuvens carregadas traziam consigo a razão das casas fechadas. Enquanto saltava, o jovem procurava por alguma pista, algum leve sinal de vida, qualquer coisa, qualquer coisinha mesmo, para que lhe pudesse ser passada uma informação. Seus saltos eram vorazes e compassados, além do mais, teria mesmo de se apressar, pois se começasse a chover ali, daí que nunca encontraria alguém. A sorte do garoto aflorava de maneira espetacular, um velhinho era avistado colocando algumas cadeiras velhas de sua calçada para dentro, basicamente uma benção dos Deuses.

    De maneira sucinta e feliz Burkington logo chegava ao ponto - Olá, olá, olá! Sabe onde posso encontrar armas por um preço acessível? Eu quero um arco beeem grande! - A abordagem era direta e eficaz, e determinado, o menino-lebre esperava atento por sua resposta, enquanto o velho se encontrava estaticamente surpreso pelo fato de um coelho falar, encarando-o enquanto mordia alguma guloseima de fácil digestão.

Spoiler:
 

    Desde quando coelhos sabem falar? Eu devo estar ficando velho mesmo... esse mundo tá perdido!!
- Retrucava o  velho  ainda estático, enquanto olhava fixamente para o moleque por entre suas lentes escuras(o que faria sentido se estivesse ensolarado) - Bem, eu não quero me envolver com coelhos falantes que contrabandeiam armas, espero que me entenda... - Pausava ainda parado, de modo que só sua boca se mexesse - Mas já que você precisa de um arco pra combinar com sua fantasia, eu vou te dizer onde é a loja de armas - Terminava sua sentença apontando para a direita, onde um letreiro era visto com os dizeres "loja de armas"(e se bem que o velho poderia simplesmente ter apontado desde o início, era do lado da casa dele uai)

    A entrada do velho em casa era veloz, vide que ao terminar sua resposta a primeira gotícula de água da chuva já pousava em seu chapéu, deixando espaço para Chester finalmente ir a seu objetivo, o "Arco, arco, arco!!". O cavacoelho finalmente chegava ali, onde almejava a tanto tempo, e olhando de um lado para o outro via os detalhes em madeira magnificamente entalhados, um piso liso também em madeira, com peças em ferro fincadas, armas para todos os lados, e um balcão em mármore, e com o vendedor estranhamente reconhecível, usando um capacete em uma feição estática - O que procura garoto coelho?

Spoiler:
 

    Chester, não pestanejava, e já em modo explanativo indicava o tipo de arco que queria, levando o velho balconista a retrucar - Temos, vou pegar pra você, um segundo - Meio segundo mal passava e um marinheiro ensopado entrava no estabelecimento, suas vestes eram um pouco irreverentes... camisa desabotoada, calção de aventureiro, botinas velhas, mas nada tão fora do normal... a não ser seu cansaço repentino, como se sido chamado às pressas. Já entrando no recinto indagava bruto - O que pensa que está fazendo? Vendendo armas para crianças? Ainda mais uma que é um coelho? Você está louco? O senhor não venderá nada para ele, ou então será autuado - Falava o marinheiro se dirigindo ao vendedor, que levantava as mãos e abaixava a cabeça em respeito - Agora vá e me dê um copo d'água - Demandava ao velho, ficando a sós com o rapaz saltitador.

     Tudo estava estranho, alguns segundos se passavam, e o marine, ainda cansado, como se tivesse corrido quilômetros, respirava fumegante. Chegando no ouvido de Chester ele falava - Bem moleque, eu não vou deixar ele te vender esse arco de maneira alguma, mas eu tenho uma proposta... eu posso te dar ele, se você fizer uma coisinha pra mim... eu já ouvi falar de vocês, essa sua raça, e veio a me calhar bem você estar numa ilha como essa, coisa rara... o que me diz? Me ajuda? Juro que não vou te meter em encrenca... - Finalizava sua sentença enquanto o velho voltava com seu copo d'água. Tudo o que restava ali era a reação de Chester...ele iria aceitar a oferta do marinheiro? Ou simplesmente lutar na loja por seu pertence? Trovões ecoavam rua afora.
Spoiler:
 



Siegfried


    Na tarde que mais parecia noite, já em chuva intensa, o gigante saía. Siegfried tinha 7 metros, 7 metros de honra, 7 metros de palavras que não poderiam ser descreditadas, 7 metros de deveres a serem cumpridos, e de terra natal para ser restituída. O gigante focara em duas coisas nesse dia, sendo a primeira comer, e a segunda se alistar no exército revolucionário... coisa que já custara a fazer desde sua despercebida passagem de uma década pelo East Blue, ali estava sua hora, seu momento, e nada, nem mesmo a chuva e os trovões iriam recuá-lo, e já vestido com sua integridade e respeito, iria para seu destino... após uma boquinha.

    As ruas desertas eram fruto do choro das nuvens, uma inadvertida cena para uma ilha de veraneio tal qual Conomi. Fazendo pequenos tremores com seus passos, o titã seguia já em direção à floresta, vide que apesar de tentar comer algo, não acharia nada aberto naquelas condições... ainda mais para um brutamontes do seu tamanho. Enquanto ia de encontro com seu alistamento, eis que Siegfried vê um marinheiro correndo de forma ultra rápida em direção oposta à seu destino, sua roupa estava já ensopada pela chuva, e seu pulmão prestes a estourar por tanta velocidade posta.

    Já adentrando a floresta, quase no coração do esconderijo, Siegfried ainda sentia um vento forte, entretanto, já não se encharcava do mesmo modo por causa das árvores, que apesar de majoritariamente medianas, ainda cobriam seus ombros e quase sua cabeça. Ali ele via um amontoado de cocos reunidos, provavelmente por algum civil que correra pela chuva, uma oportunidade única de tomar uma água doce.

    Após a breve bebida, o grande homem logo chega ao esconderijo, vendo alguns cadáveres de marinheiros pelo chão pisados, e alguns revolucionários ensaguentados, ele ali sabia, a guerra já havia começado. Logo um dos homens pergunta - O que fazes aqui irmão? - Indagava um dos gigantes que se encontrava no recinto, um pouco maior que Sieg. Três gigantes era vistos no local, dois de 5 metros e 1 de 7 e meio, rodeados de incontáveis humanos cada um.

     Estou indo em busca de meu sonho, é claro! - Respondia já se dirigindo ao subterrâneo, vide que a luta ocorrera na entrada das escadas do covil. Descendo a infinita escadaria, que até para ele era grande, o gigante então chegava um hall descomunal, onde em uma parede se encontrava um mapa do covil de Altaforja.

Spoiler:
 

     Era inimaginável o tamanho do poderio do exército revolucionário, e em pensar que esse covil nunca fora afetado pelo governo mundial por todos esse anos era o que mais impressionava. Siegried se via na ala militar, ja se dirigindo para o Hall dos exploradores, que era onde acontecia o alistamento. Uma fila era vista, e todos os recrutas eram vistos com protegidos, menos Siegfried. Ainda na fila, um dos homens humanos, que parecia ser um revolucionário mais experiente, falava em tom de rotina para com seu recruta - Seu primo saiu correndo com o uniforme de um dos marinheiros, aparentemente encontraram um espécime perfeito para a missão, e ele foi resguardá-lo...um tal raça chamada Mink... nunca vi coisa do tipo - Mesmo não tendo nada a ver com o assunto, o gigante era obrigado a ouvir atento, pelo fato de que a linha de eco do corredor era muito evidente. No final da fila se via o comandante, um amigo de longos prazos - Siegfried!!! A quanto tempo!! - Acenava Ashka para o gigante.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: I'm late! I'm late! I'm late!    I'm late! I'm late! I'm late!  EmptyDom 10 Dez 2017, 22:40

Alistamento Pt.1


A chuva não era presente em minha terra natal, porém, presenciei tal fenômeno inúmeras vezes durante meu período como escravo. Só podia interpretá-la como o choro das divindades, ou quem sabe até mesmo como o néctar derramado pelos deuses enquanto banqueteiam e brindam. Os trovões, por sua vez, mais se assemelhavam a urros, berros ou tilintar das armas e escudos.

Por mais que não fosse possível saciar meu apetite, a água fresca era muito bem vinda, e, apesar da cena peculiar e sangrenta despertar minha curiosidade, não havia tempo para paradas por ora, apenas agradecia ao meu patrono em pensamento por mais uma vitória aliada, fitando o céu chuvoso por entre as copas das árvores, pois sabia que Ko’Tahr olhava por mim também.

O interior da instalação era sem igual. Vasta e bem equipada, além de é claro ter um volume considerável de pessoas. Para meu pesar todos os novatos tinham alguém para acompanhá-los, e eu também, ninguém menos que o Deus da guerra o qual me guia. Ainda maior era a surpresa de que Ashka estava presente, sinceramente, sequer sabia que o mesmo estava vivo. Apenas pude acenar de volta, pegando fôlego o suficiente para que minha voz o alcançasse — Mas que surpresa agradável! Não esperava o encontrar tão cedo! — fui amistoso, era o mínimo que podia ser com o homem que salvou minha vida um dia.

Seguiria o processo de alistamento quando chegasse minha vez, dando as informações necessárias — em papel ou não e, em seguida indo para a próxima etapa a qual me fosse indicada. Já possuía certo conhecimento sobre o trâmite pelo meu tempo vivido entre aquele exército, portanto, não esperava muita dor de cabeça. Se ordens de superiores me fossem dadas, acatar-las-ia de bom grado, demonstrando respeito para com a Célula.
OFF:
 
Objetivos:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: I'm late! I'm late! I'm late!    I'm late! I'm late! I'm late!  EmptyTer 12 Dez 2017, 22:40

Um velho ou um menino engolido pela puberdade? De todo jeito ele cuspia informações sob aquele bigodão. Apontou a direção ao interrogador e se apressou para entrar em sua casa. Desapontado por não ter tempo de agradecer, o coelho voltou os olhos ao letreiro que anunciava o ponto de desejo “loja de armas”, bem explicativo.

A observação final do seu informador veio ao entendimento com uns segundos de atraso e Chester não concluiu se “fantasia” era um elogio ou uma ofensa. Por questões de segurança civil decidiu considerar o melhor. Ele simplesmente contornaria os obstáculos para manter-se na segurança de toldos em potencial, já que a chuva poderia se tornar agressiva e molhar os seus pelos. A sorte lhe enchia a barriga pelo mercadinho de armamento estar tão perto. Diria que eram construções germinadas, porém não tinha recursos intelectuais suficientes.

Não pestanejou ao entrar, surpreendeu-se com os equipamentos dispostos ao seu redor em prateleiras e o acabamento rústico o estabelecimento. As graças na qual caíra explodiram quando olhou para o lojista: tinha algo muito errado. Analisou-o de cima abaixo para concluir... — Tem algo familiar em você... — Dispôs os três dedos da sua mão direita peluda para coçar o queixo. — Esse capacete é isso! Capacete! Capacete! Já vi um desses perto de casa. — Deu as instruções posteriores anguladas ao seu objeto de interesse e acatou o pedido de espera emitido pelo atendente, retendo-se ao aguardo.

A negociação fluía tal um córrego numa tarde chuvosa, pois tinha o material alvejado e o valor estimado ao produto. A barreira para esse fluxo perfeito adentrava em trapos encharcados, pelo o jeito a garoa tinha se tornado uma poderosa enxurrada caindo dos céus. Um marinheiro. Não poderia ser nada pior. Chester estava prestes a ranger os dentes, só que lembrou-se da ineficiência desarmado. Ser um guerreiro flexível lhe abria brechas, afinal sacar uma espada ou uma adaga das vitrines e esburacar o peito úmido do seu atravessador eram opções tentadoras demais.

O tom ameaçador proferido não agradou em nada ao atirador, porém ele não era hábil em desenrolar-se num combate daqueles onde o ambiente era apertado como uma toca de coelho. Ele convenceu o velho em servir-lhe água arbitrariamente e fez uma oferta aparentemente irrecusável ao nosso herói que não hesitou em responder. — Uma tarefa? — Chester seria ríspido, não se mostrando muito simpático ao sujeito — sem um arco e uma aljava cheia eu só posso pular por aí, mas me diga o que você pretende. — Determinara. Bem, eu posso descobrir os planos deles e até sabotar. Ainda ganho uma arma de graça, não me parece tão ruim...

Tinha um diferencial incrível: olhos atentos. Perscrutaria dos pés à cabeça em busca de uma arma, caso o marinheiro estivesse desarmado o pequeno adaptador escolheria a primeira arma de curto alcance que visse e empunharia, brandando o que seria um profundo grito de guerra se não fosse a oscilação do timbre, culpa da puberdade. Soava como "morte aos mariNHEIRÓS" e "eu nunca vou servir vocês seus PÓRCUS". O primeiro passo seria tentar cortar/fraturar um dos braços do policial dos mares, também assestaria um ponto fraco se notasse com os seus olhinhos vermelhos afiados. Insistiria em ataques poucos hábeis enquanto pudesse, só que nenhum deles pretendiam matar o infeliz já que ele poderia ter informações úteis.

Se notasse uma arma, assentiria relutantemente e seguiria as instruções dadas pelo suposto cãozinho do governo. Seria injusto arriscar o pobre mercador no fogo cruzado. É bom que eu descubra a patente dele, isso pode me ajudar. Sua curiosidade cresceria, perguntando-se porque precisariam tanto de suas pernas. Afinal acho que não há outro atrativo num coelhinho, marinheiros sem dúvidas não querem me abraçar e me alimentar com péssimas cenouras. Bleeh. Balançaria a cabeça com a língua exposta ao deixar bem claro as lembranças adstringentes de refeições passadas. Saltitaria atrás do estranho se fosse necessário, mas sempre atento aos arredores. Se notasse uma armadilha tentaria pular no primeiro telhado e fugiria entre o topo das construções. Talvez caísse e morresse, mas isso seria apenas um detalhe.

Se em um dos casos descobrisse que o homem era um revolucionário - por ele mesmo contar - exigiria provas ou cairia como um patinho. Dependendo do narrador calor do momento.

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MensagemAssunto: Re: I'm late! I'm late! I'm late!    I'm late! I'm late! I'm late!  EmptySex 29 Dez 2017, 03:45

O coelho humanóide parece se enlaçar com o marinheiro ao notar que ele está, aparentemente, desarmado; erro terrível. No instante fugaz e mínimo em que o mink investe, o militar já se prontifica e dança pelo pouco espaço frente ao balcão da loja, evadindo o contato agressivo com Chester e rendendo-o com uma técnica de imobilização básica do jiu-jitsu. Sob o boné, ele sorri descaradamente. Ele tem bolas. Isso é importante.

O velho não demora a voltar com a água num copinho comum, de vidro translúcido e com uma aparência velha, mas higiênica. É no instante em que ele apoia o copo no balcão, com uma expressão de desconforto, que o coelho tem seu rosto impactado contra a parede. Ele apaga por ali mesmo; o boné sai da cabeça mediante atuação da mão esquerda do homem, agora abstido da custódia da lebre bípede. A destra envolve o copo. — Não se preocupe, vou pagar tanto pelo copo quanto pelo arco e a aljava, não é do feitio da Marinha explorar cidadãos como o senhor. — O tom é sério mas, de certa forma, aliviador.

Pouco depois de pagar por tudo aquilo e agora, novamente, com um coelho-homem nas costas, o tal marinheiro deixa a loja.

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É mais agradável ainda vê-lo juntar-se ao Exército. — Havia satisfação na voz rouca daquele homenzarrão cujo tamanho nem se comparava ao de Siegfried; cada passo daquele que, entre os de estatura comum, era anormal, ecoava pelo hall como uma marretada em pedra fria, baques rítmicos numa trilha sonora que encaixava perfeitamente com o ondular da capa carmesim que lhe pendia dos ombros às panturrilhas. — Será de grande ajuda. — Lançou-lhe um sorriso e, assim que terminasse o diálogo, voltaria ao trabalho, deixando claro que era esse o motivo de não ficar por ali falando borracha com o recruta.

A fila anda, A CATRACA GIRA a vez do gigante chega, e a pena que ele usa para assinar os papeis é de um pavão MUITO MAIOR que o normal. Seu nome vai aos papiros que logo são colocados num envelope que ocupa a última posição da pilha à direita do escriba. Siegfried é guiado até a próxima sala, que se encontra no andar mais abaixo, descendo por espirais bem iluminadas por archotes cujas chamas dançam sensual e sinuosamente; nos dez passos que separam a mesa de registro do início da escadaria, de soslaio, ele pode ver um marinheiro de roupas molhadas carregando nas costas uma lebre de tamanho anormal e pelos castigados pela garoa agressiva que tomara o lugar da chuva anterior. Ele desce.

É nesse momento que Chester acorda; ele é o último e único da atual fila. Na sala, Ashka e mais alguns oficiais o observam atentos. No olhar daquele que o trouxera à força, a mensagem transmitida era "olhe ao redor, essa é a tarefa". Chester via tudo que Siegfried vira, e também o arco e a aljava nas costas do militar. Ele tinha opções; cumprir a tal tarefa e continuar vivo, ou ir contra o Exército Revolucionário e sofrer as consequências de conhecer seu esconderijo e ser uma potencial ameaça à sigilosa localização do lugar.

Bem vindo, filho. — As vozes dos seis no hall soavam em uníssono; amigáveis, mas com a pitada de receio e prontidão para situações indesejáveis.

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MensagemAssunto: Re: I'm late! I'm late! I'm late!    I'm late! I'm late! I'm late!  EmptySex 29 Dez 2017, 13:10

Alistamento Pt.2


Ainda que estivesse alegro e fosse íntimo de Ashka, não podia deixar de demonstrar respeito, mantendo o tom de voz firme porém a fala não muito travada, inclinei-me assim que o ruivo se aproximou, mantendo o nível de meu rosto o mais próximo do dele, sem que fizesse necessário me ajoelhar, coisa que não faria para homem algum  — Era o mínimo que eu podia fazer. Espero travar muitas batalhas ao seu lado futuramente. — sorri logo antes de manter minha postura rígida mais uma vez, esperando que meu ouvinte virasse de costas para cruzar os braços e esperar, inerte, na fila.

Filas são algo com as quais não tive experiências boas, faziam parte de minha rotina como escravo quando eramos postos em ordens para sermos contados, por mais que não houvesse percebido, neste momento meu semblante se fechava por conta das memórias ruins pescadas de épocas tão tortuosas. Prossegui para a etapa seguinte que seria igualmente entediante, isto é se não tivesse contemplado uma das visões mais esquisitas de minha vida. Já havia me deparado com humanoides com aspectos de animais antes, contudo, um sendo carregado por um marinheiro esconderijo revolucionário adentro me deixava com a pulga atrás da orelha.

Não encontrava resposta lógica para esta dúvida, mas não podia me dar ao luxo de me distrair no momento, o foco devia ser mantido no alistamento, de resto apenas deixava nas mãos da deusa do destino, a irmã mais nova, Inkar. Tendo cuidado para não me queimar nas chamas que ali dançavam ou topar com o teto caso fosse baixo demais, cheguei a sala indicada. Fitei os quatro cantos do interior, analisando mais uma vez os candidatos que vi mais cedo, me perguntava se seria possível que durante o alistamento teriamos que batalhar, ou treinar quem sabe, seria bom. Não colocava a prova minhas habilidades em combate há tempos, Ko’Tahr a esta altura já deve estar entediado, mas estou certo de que ele ainda olha por mim.

Lógico que, com minha sede de batalha inata, me obrigava a analisar as armas e porte físico dos demais recrutas, procurava em especial alguém que poderia me oferecer algum desafio. Talvez outro gigante que pudesse se equiparar a minha força e resistência, ou talvez um mink ágil que poderia me driblar com demasiada facilidade. Só o pensamento por si só já me animava, fazendo brotar um sorriso discreto como uma raposa em meu rosto.  Procuraria me manter de pé próximo a alguém forte, poria minha cabeça erguida assim que terminasse de visar os possíveis oponentes e aguardaria mais ordens.

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