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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Mau presságio

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Raizen
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MensagemAssunto: Mau presságio   Mau presságio - Página 4 EmptyTer 21 Nov 2017, 17:42

Relembrando a primeira mensagem :

Mau presságio

Aqui ocorrerá a aventura do(a)s Piratas Draguren Hynno e Doppio Pannacotta. A qual não possui narrador definido.


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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 4 EmptyQui 11 Jan 2018, 12:48

Mau Presságio



Trupe Corvinata
O ambiente dentro do bar parecia ter caído 10º, com as recentes falas do encapuzado e as ações deste junto de Doppio, tudo sendo causadas por um mal-entendido entre os dois, por conta do estranho poder que rondava as ações do baixinho, que fora confundido com um ilusionismo por parte do outro, deixando-o cego de raiva. Tentando apaziguar a grande chance de uma luta que poderia vir a ocorrer no local, Hynno logo sacou sua espada e se pronunciou. - Vamos parar com a maluquice, que tal? – Com tal fala, Doppio rapidamente retrucou. - Irônico vindo de você, Hynno. – Caçoou o pequeno diabrete, antes de explodir em fúria, esta direcionada ao encapuzado. - E não ouse macular a porra do meu nome associando-o à essa maldita Trupe; fomos vítimas de seus truques quando chegamos e nela daremos a merda de um fim. – Gritou para o lobo solitário, que enraivecido, começou a mostrar seus dentes, da mesma forma que um cachorro furioso.

- Bem, primeiramente, somos um grupo, na verdade, uma dupla mais um tritão. Não somos a tal trupe, buscamos eles e recuperar o tesouro do velho lá do farol e levar a cabeça do líder para ele. Solta o nanico e venha conosco, pois eu sei onde eles vão estar provavelmente e depois de terminarmos nossos assuntos não resolvidos com a trupe, a gente segue nosso caminho. O que acha? Lobo solitário. – Voltou a se pronunciar o Draguren, antes que uma nova confusão ocorresse, pois o homem esta furioso, mas esta diminuiu um pouco ao escutar o argumento dito por Hynno. - Não sei explicar o que quer saber; não entendo o que fiz ou por que aconteceu. Não me encha com perguntas assim novamente, tsc. – Disse o Pannacotta, aproveitando a brecha que lhe foi dada após a fala de seu parceiro.

- Agora que parei para pensar, vocês não me parecem ser o que eu ouvi sobre a trupe mesmo. – Analisou o encapuzado (Hmm...), que logo retomou sua fala. - Esse seu ilusionismo que despertou minha fúria – Disse olhando para Doppio, que estava pensativo desde que terminara sua fala anteriormente, mas logo despertou, com uma nova pergunta para o grandalhão. - Aí, do capuz. Sabe algo sobre frutas mágicas? – A face do lobo solitário se contorceu ao escutar a palavra “mágica”, mas logo depois se tornou duvidosa, demonstrando não entender o que lhe fora perguntado. - Ou sei lá, "divinas"; vi uns caras adorando uma como se fosse uma imagem d'um santo desses que cê adora. – Tornou a falar o diabrete, vendo que o outro não entendera sua pergunta, mas inesperadamente, ao olhar a face do encapuzado, uma fúria ainda maior do que a que anteriormente fora direcionada ao pequeno, estava estampada sobre o rosto deste. - Não ouse falar destes hereges perto de mim, e compará-los a mim é imperdoável. Eu jamais diria que Deus está num objeto, ainda mais em um tão simples quanto uma fruta. Isso é fruta do Diabo. – Proferiu o lobo solitário, arfando ao terminar sua declaração.

Já do lado de fora do bar, Hynno estava caminhando para onde achava ser o local correto, quando se deu conta de que os outros dois ainda estavam no bar. - Vamos lá, mãos na massa! Para a caverna 10, teremos um espetáculo lá. – Disse Draguren, voltando para a entrada do bar, e vendo o encapuzado olhando para Doppio intensamente, enquanto este fazia algumas tentativas de mexer com sua nova habilidade, tentando passar sua arma através do bolso de sua calça, tendo algumas tentativas com sucesso e outras falhadas, mas atualmente, não o controle que tinha de tal habilidade não lhe era prática e muito menos suficiente para ser utilizada em batalha. Os dois despertaram ao ouvir a fala de piromaníaco, e se dirigiram a porta do bar, e seguiram em frente, até chegar ao local onde os dois piratas se dividiram, onde havia 5 entradas para se seguir, e neste momento, sem saber qual era a correta, o espadachim perguntou ao encapuzado. - Ei, lobo solitário, sabe como chegar na caverna 10? – O grandalhão olhou para este com confiança e logo lhe disse. - Sei sim, mas pare de me chamar dessa forma, meu nome é Edik. – Anunciou o homem, se dirigindo para o caminho mais à esquerda.

O caminho até a caverna demorou bons minutos, estes que Doppio aproveitou para continuar o manejo de sua habilidade, da mesma forma, tentado passar sua arma através de sua roupa, somente parando quando enfim chegara à caverna, coisa que não foi nada difícil de identificar, pois dois motivos, o primeiro era a algazarra que vinha de dentro desta, e segundo o tamanho, era uma imponente caverna, de 15 metros de altura e 20 de comprimento. Na entrada, uma porta foi improvisada, de forma que o espaço não fosse aberto, a única entrada, ficava exatamente no centro do espaço.

Adentrando o local, de cara deram com uma ótima iluminação, todos dentro do espaço proposto pela caverna poderiam se ver sem dificuldade alguma, mas em sobreposição, uma forte luz branca chamava atenção de todos ali, e indicavam três pontos diferentes, onde havia dois homens e duas mulheres, todos estavam sobre um palco. No local mais à esquerda havia um homem em pé, e este fazia truques com diversas cartas, no lado direito do palco, havia um outro homem, este estava envolto em uma névoa estranha, e com esta névoa, ele formava diversos objetos, e até animais, e no centro, haviam duas mulheres, estas realizavam uma dança sensual, onde as duas se enroscavam entre si, fazendo os homens presentes no local irem à loucura, e só não invadiam o palco por conta de três seguranças que guardavam o palco. Por sorte, Edik não fez nenhuma loucura quando entrou, e então o trio de homens sentou-se em uma mesa que ficava no canto esquerdo da caverna e bem ao fundo, quase encostada na parede. - O que faremos agora? Espero que não demorem, pois meu sangue está fervendo para matar esses malditos artistas. – Anunciou o encapuzado, olhando com seriedade para a dupla de piratas.

NPCs:
 

Legendas:
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Doppio
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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 4 EmptyQui 11 Jan 2018, 20:27


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
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Toda a briga que havia rolado entre Doppio e o lobo solitário, era por causa daquela habilidade nova do nanico, parecia ser algum truque novo que o atirador havia adquirido enquanto havia se separado do psicopata. E mesmo com o retruque do nanico, Hynno prosseguia com o seu objetivo de ir para a caverna 10 e encontrar a tal trupe. Os dois soltavam faíscas, por um lado, o lobo solitário implicava com o pirata por causa do novo truque do mesmo e do outro lado, Doppio tinha a boca suja, mas conseguia fazer os dois seguirem para o local da apresentação, mas o piromaníaco não sabia a localização da caverna e antes de questionar o encapuzado, o atirador e ele estavam tendo um diálogo sobre frutas mágicas, depois era Hynno que era o maluco. Finalmente, depois de inúmeras vezes chamando o encapuzado de “Lobo solitário”, ele revelava o nome. Edik. Por fim, o trio pegava o caminho que estava mais para a esquerda, ele sabia onde era.

O trajeto estava demorando, não que fosse algo tão rápido, mas estava começando a duvidar da habilidade de guia de Edik, mas então, notava a caverna, provavelmente era aquela caverna dez, onde a trupe se apresentaria. Havia uma algazarra vindo daquela caverna, além de, uma porta improvisada também. Hynno, Edik e Doppio então, entravam no local e podia notar que a caverna era muito bem iluminada, podia ver todos que estavam lá e uma luz forte era botada em três pontos, os pontos estavam num palco, em dois de três dos pontos, eram homens e no último ponto, era uma dupla de mulheres se roscando uma na outra, atraindo o público masculino, fazendo-os delirar com aquilo, mas Draguren, apenas sorria para aquilo, já sabia o que fazer com elas. – O que pretende fazer com elas? Questionava a plateia, que era respondida com breves palavras num sussurro. – Surpresa.

Um dos homens mexia com cartas, provavelmente o líder, o outro parecia fazer truques de mágica, com névoa. Edik perguntava para a dupla pirata, Doppio poderia não ter um plano, mas Hynno tinha e como sempre, acabava com fogo. – Obrigado por perguntar, eu tenho. É o seguinte: Preciso de duas garrafas de bebida alcoólica e dois panos pequenos, pode ser pedaço de roupa mesmo. Vamos fechar o local, Edik vai tacar uma das garrafas acessas na porta e a outra, eu vou jogar nos seguranças do palco, pois com eles lá, a gente não vai conseguir fazer nada. Poderia pegar o que eu pedi, Edik? Diria tudo em um sussurro, para apenas Doppio e o encapuzado escutassem. Se o encapuzado topasse fazer isso, assim que ele saísse de perto, sussurraria para o nanico. – Vou precisar que você atire na garrafa que vou tacar no momento certo, não sei se eu vou conseguir fazer a mesma acertar alguém da segurança, mas conto com você, para atirar no momento certo.

Então, caso ele retornasse com o que havia pedido, com os ingredientes na mesa, começaria o procedimento: Molharia uma ponta do pano com o conteúdo de uma garrafa e então, enrolaria o pano na garrafa, deixando a ponta molhada para fora e repetiria o processo na outra garrafa. Retiraria do bolso, uma caixa de fósforo velha, que o guia havia entregado para Hynno, pobre homem, cego pela ganância e morto pela mesma. Procuraria alguém que tivesse fumando ou então, que estivesse com um isqueiro por perto ou até mesmo uma vela, se achasse por perto, entregaria a caixa para Edik. – Suponho que saiba como acender um fósforo e jogar a garrafa com força na entrada. Depois de fazer isso, preciso que venha para a luta, que terá. Sussurraria para o encapuzado, enquanto caminharia até o fumante mais próximo do palco ou então, que estivesse um isqueiro por perto ou vela. Se fosse a vela, diria. – Poderia me emprestar a vela por dez segundos? E então, pegaria a vela e tocaria na ponta do pano molhado e tacaria na direção dos seguranças com toda força que conseguisse e ficaria pronto, para a encrenca. Faria a mesma coisa se fosse com um isqueiro ou com alguém fumando. Se não achasse ninguém para isto, pegaria um dos fósforos e caminharia até perto do palco, não muito perto para notarem a ideia do psicopata, mas nem tão longe, para que errasse o alvo e então, tentaria causar o atrito e acender o fósforo em uma das mesas por perto e assim que fosse acesso, iniciaria seu plano, levaria a ponta do fósforo até o pano molhado e lançaria na direção dos seguranças.

Assim que jogava a garrafa acessa, iria para o lado, para o caso do nanico atirar, como Hynno havia pedido. Precisaria eliminar os guardas primeiro e uma luta seria mais demorada e uma explosão, seria melhor. Iriam pegar fogo, cair, morrer ou ficar desacordados, seria mais rápido para o evento principal, que era os que estavam no palco. Sacaria então sua espada, caso notasse alguém na ofensiva por causa daquilo. Se fosse com uma arma branca e fosse na horizontal, o lunático procuraria dar um passo para trás e assim que o golpe fosse feito, utilizaria de sua corrida e aceleração, para se aproximar da abertura feita e tentaria uma estocada no pescoço de seu oponente e se ele se esquivasse, o psicopata faria um corte na horizontal, para o lado que ele se esquivasse, mas, se a esquiva fosse para trás, continuaria a correr, com a intenção da estocada.

Se fosse um golpe na vertical, Hynno procuraria saltar para o lado e então, assim que pisasse no chão, tentaria um corte na diagonal, de cima para baixo no pescoço do adversário e se, ele bloqueasse o golpe do espadachim, o pirata se agacharia rapidamente e daria um giro completo, com a espada na horizontal, na tentativa de acertar um golpe na cintura do mesmo e em seguida, se afastaria, mantendo uma postura defensiva. Se ao invés de bloquear, ele se esquivasse e tentasse um contra-ataque na hora, o lunático tentaria se esquivar rolando para a diagonal livre perto de seu oponente e assim que fosse feita, tentaria um corte na diagonal, enquanto saltava para ficar de pé, de baixo para cima e do lado que havia rolado para o outro, na direção do tronco do inimigo.

Se o golpe fosse uma estocada, Hynno procuraria saltar na diagonal, para o lado mais seguro e assim que tocasse seus pés no chão, daria um giro com sua espada na horizontal e tentaria cortar a parte da batata da perna daquele lado que havia saltado e em seguida, procuraria se levantar e ao mesmo tempo que se levantava com um pulo, procurava dar uma estocada na parte do peitoral dele, na tentativa de fazer sua lâmina entrar por um lado e sair pelo outro e, funcionando ou não, se afastaria, segurando sua espada pelo cabo.

Se agora, fosse na diagonal, da direita para a esquerda, o psicopata procuraria se esquivar para o lado oposto, mas botaria sua espada na posição contrária do golpe do oponente, caso fosse preciso e então, caso o choque das armas ocorresse, Hynno tentaria segurar a mão que empunhava a arma do oponente e então, com sua espada, descreveria um arco na horizontal, visando acertar o pescoço de seu adversário e em seguida, se afastaria, mas, caso notasse que não conseguiria segurar a mão do oponente, tentaria empurrar a arma dele para longe e então, descreveria o movimento de um arco na horizontal, visando os olhos de seu inimigo e por fim, se afastaria. Repetiria a mesma coisa se o golpe do oponente fosse da esquerda para a direita.

Se seu oponente estivesse acabado e ele estivesse empunhando uma espada, tomaria ela para si, mas antes, se tivesse tempo, pilharia os pertences do morto como: Dinheiro, objetos valorosos, isqueiro, cigarros, caixa de fósforos, coisas uteis que Hynno julgasse. Repetiria os mesmos processos, caso oponentes seguissem surgissem.

Caso após lançar a garrafa ninguém fizesse nada ofensivo contra o trio ou invadissem o palco pelas garotas, sorriria para os que estavam no palco e do bolso, tiraria uma das cartas que havia sido deixada na embarcação das inúmeras que estavam lá e lançaria para o carteiro do palco. – Suponho que isto seja seu. E então, fitaria os outros que estavam no palco, parando na dupla de garotas, sorrindo psicóticamente para as mesmas e por fim, retornava à atenção para o que tinha o baralho. – Acho que você já sabe o do porquê de estarmos aqui, então, não enrole.

Se após lançar as garrafas, os espectadores partissem para o palco atrás das garotas, gritaria para Doppio e Edik. – Ei, precisamos ajudar elas, confiem em mim! No fim, dava um sorriso psicótico para os dois e sacava sua espada e corria para o palco também, mas antes, furtaria a espada de um dos seguranças, mas, apenas partiria para ajuda-las, caso elas fossem pegas e os outros dois homens, o carteiro e o mágico, não fizessem nada, apenas fugissem e se, este fosse o caso, distribuiria cortes em quem tivesse pela frente, cortes de todos os lados, horizontal, vertical, diagonal e esperava que Doppio e Edik o seguissem no plano. Ao chegar perto das garotas, diria para elas: - Melhor vocês não fazerem nada, se não, eu deixo eles continuarem ou então, eu mesmo mato vocês, se cooperarem, vocês vão sair ilesas e em cinco minutos. E por fim, apontaria as duas espadas na garganta delas, atento tanto com elas, quanto com os espectadores. Se o mágico e o carteiro ajudassem as mulheres, com a invasão dos espectadores, apenas furtaria uma espada e ficaria observando o desenrolar da confusão.







Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 
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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 4 EmptySex 12 Jan 2018, 12:13

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11/?? | 2 Páginas | Caverna 10



Consegui algumas vezes atravessar a mão pelo tecido do bolso, me senti orgulhoso. E o que caralhos era essa tal Fruta do Diabo? O lobo solitário definitivamente iria me explicar isso futuramente. Se o foco aqui não fosse eliminar a Trupe, estaria questionando-o mais sobre isso nesse exato momento. Respirei fundo quando chegamos à entrada, lá, ainda sem me expor na porta, levantei mais ainda o colarinho e ocultei a cicatriz. Os cabelos foram jogados rosto abaixo, ocultando a face como um todo sem me prejudicar em nada. Estou pronto. Embora minha mente estivesse uma zorra completa graças aos recentes acontecimentos e à nova habilidade, ainda mantinha todo o foco e atenção nos inimigos que via no palco assim que entrava. Não disse uma palavra nem deixei que me vissem fitando-os. Tudo que fiz foi ouvir o maldito plano do piromaníaco, atento.

Assenti com a cabeça para Hynno; não acatava suas palavras como ordens, e isso não faria jamais. Concordara apenas em colaborar, afinal, seria benéfico para mim se procedêssemos dessa maneira. Chequei a arma em silêncio, sem tirá-la das vestes. Vai servir. Cruzei as pernas e me ajeitei na cadeira em que sentava, de modo a parecer maior que era, estando totalmente rijo e prostado num angulo reto sobre o assento. Um legítimo adulto de baixa estatura, nada demais, certo?

Eu serei o técnico de iluminação; — Olharia discretamente em volta, estimando o número de espectadores e as posições das mesas. Soerguendo os olhos, procuraria pelas lâmpadas que não as do palco, e memorizaria seu lugar na caverna. — espero que saibam lutar com pouca luz. — De toda forma, não era necessário que eu saísse do assento para colaborar. Eu seria um coadjuvante, dessa vez. Que merda. — Caso não saibam, fechem seus olhos no momento em que Hynno jogar a garrafa e os abram depois de escutarem o fogo se espalhando, seus olhos hão de adaptar-se à penumbra dessa forma. — O sussurro saía dentre os cabelos e de dentro do colarinho.

Esperei muito por essa porra de momento.

Meu sangue borbulha, pareço uma maldita chaleira com chá de groselha-pra-vampiro dentro. Isso não existe, eu sei. Destravo a arma e espero que Hynno aja; sigo-o com os olhos quando se move. Minhas íris parecem mais negras que o normal e dão um ar lúgubre ao rosto alvo escondido por trás das madeixas tão negras quanto piche. Assim que vir o tal molotov nos ares, serei tomado por uma maldita sensação de deja vú. De novo isso? Como em Wars Island, eu deveria estourar vidro e fogo com uma bala, mas...

Dessa vez, nessa porra de jogo de gato e rato, eu sou um dos bichanos. — Nesse momento, atiraria em cada uma das fontes de luz que não iluminavam a Trupe, de modo a escurecer significativamente a caverna dez e deixar apenas o palco com visibilidade; como se fosse parte do show, talvez. Em seguida, assistiria o trajeto do molotov mirando-o e esperando que estivesse no lugar certo para atirar; quando estivessem na altura das cabeças dos guardas.
pow; dispararia, explodindo chamas, combustível e estilhaços de vidro no trio de seguranças, nas mesas mais próximas, possíveis cortinas do palco e talvez até as mulheres que se entrelaçavam para delírio da plateia masculina que as assistia com a veemência que um cão assiste frangos assados girando num forno. Eu sabia o que eles fariam em seguida. Sorri; homens triviais são como robôs de pele e carne, movem-se como um só, programados e em busca de seu prêmio. Uma boceta, claro.

Nesse momento, penumbra ou não, o inferno viria à terra; dei uma joelhada na mesa para deixa-la com a parte plana de frente pro palco, sendo usada como barricada contra o cara das cartas. Deve bastar. Agora, sentindo a pele umedecer e as roupas grudarem um pouco, estou feliz. Há muito não me envolvo numa batalha de verdade, e poder encarar aqueles que me deram um puta prejuízo...

É tão triunfante pra mim como seria pra esses caras comerem as minas no palco.

Aparentemente, Hynno queria tomá-las como reféns; achei a ideia estúpida. Não sua ideia, mas seu método. Se quer reféns você os toma à força. Dei de ombros e não colaborei nessa parte; em contrapartida, iria fazer algo muito mais lucrativo para os aliados. Procuraria Edik e Hynno com os olhos. — Edik, lida com a porra desses guardas. Eu vou pegar a Trupe; vou deixar um deles pra você, tem minha maldita palavra. — Não, ele não tinha. Eu mataria cada um deles que conseguisse.

Impactaria a sola do pé direito na mesa com toda a força que tinha, enviando-a zunindo pelo ar na direção dos três guardas — que já estavam sob minha mira — para atrasá-los caso investissem contra mim ou para atrasá-los em minha investida ao palco; na primeira hipótese, prepararia-me para atirar assim que a mesa se movesse, e usaria o tempo de reação dos inimigos (caso tentassem quebrar, bloquear ou evadir a mesa) contra eles; assim que se preocupassem com a mesa, dispararia contra seus peitos e cabeças, gastando no máximo seis balas, sendo duas em cada um. Em segunda instância, apenas usaria o ponto cego criado pela mesa para disparar numa corrida em meio à confusão, mesclando minha aparência e localização com as de outras pessoas graças à agilidade e à aptidão em disfarces.

Caso chegasse ao palco, pararia onde estivesse em distâncias iguais para com o ceifador e o maníaco das cartas. A arma estaria apontada pra ele, novamente oculta dentro das vestes. — Puta que o pariu; cês não sabem a vontade que eu tô de cuspir xingamento em vocês, puta que pariu, puta que PARIU! — Caso ainda não tivesse sido descoberto, revelar-me-ia como Doppio, voltando os cabelos para a posição original e abaixando um pouco o colarinho, exibindo a cicatriz. — Mas eu vou cuspir é bala nessa porra; se preparem, caralho. — Destravei a arma e me mantive alerta;

nesse momento, estando no palco ou não, sorriria por baixo do colarinho. É como ser etéreo. Como ser fumaça, como ser tudo e nada ao mesmo tempo. Platão da 9mm parecia querer baixar em mim mais uma vez, maldita nostalgia. Alvo de ataques, transmitiria para o corpo o conceito que tivera em mente. As mesmas sensações com as moedas, as mesmas sensações com a mão armada antes de chegar aqui; lembraria e repetiria. Seria como se meus átomos estivessem visualmente ali mas não fisicamente.

Não vão me acertar nesse caralho. — Faria com que cada parte do corpo a ser alvejada por golpes adquirisse as características supracitadas, deixando que socos, chutes, cabeçadas, golpes com espadas, foices, cartas, balas e todos os outros, atravessassem e fosse direto para a plateia ou pros dois à minha frente, dependendo de onde viessem originalmente.

Histórico:
 


Principais objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 4 EmptySex 12 Jan 2018, 15:37

Mau Presságio



Trupe Corvinata
Após a pergunta feita pelo encapuzado, Hynno já tinha um plano em mente e queria pô-lo em prática, e como Doppio não tinha um em mente naquele momento, o psicopata começou a descrevê-lo para seus cúmplices do ataque que estavam dando início. - Obrigado por perguntar, eu tenho. É o seguinte: Preciso de duas garrafas de bebida alcoólica e dois panos pequenos, pode ser pedaço de roupa mesmo. Vamos fechar o local, Edik vai tacar uma das garrafas acessas na porta e a outra, eu vou jogar nos seguranças do palco, pois com eles lá, a gente não vai conseguir fazer nada. Poderia pegar o que eu pedi, Edik? – Com a explicação feita, o homem que a pouco era chamado de Lobo Solitário concordou com a cabeça ao escutar o requerimento feito por Hynno, e rapidamente se levantou da mesa que se sentava com os piratas. Durante o tempo em que o encapuzado estivera fora, Hynno dera uma outra instrução para seu capitão, Doppio, que aceitou o que lhe fora proposto, e o diabrete se preocupou em checar sua arma, para que pudesse estar pronto no momento exato.

Menos de 5 minutos foram suficientes para o grandalhão achar um casal, que desfrutava de uma mesa ao fundo da caverna, distraídos pela apresentação da trupe, vendo que com o fascínio que havia em seus olhos eram presas fáceis, Edik furtou duas garrafas fechadas de uma bebida que não conhecia, mas tinha seu nome indicado no rótulo da garrafa e este tentara ler. - Ab...sinto? O que será isso? – Perguntou-se o encapuzado, mas como nunca fora chegado a bebidas alcoólicas, nem passou por sua mente provar tal bebida. E tendo em mãos o objeto necessário para o início do plano, Edik voltou animado para a mesa. - Aqui está, duas garrafas de bebidas alcoólicas. – Anunciou quando chegou a mesa.

Já com as garrafas em mãos, Draguren começava o processo de criação do molotov, e enquanto isso, Doppio se pronunciou. - Eu serei o técnico de iluminação, espero que saibam lutar com pouca luz. – Enquanto falava, o Pannacotta olhava discretamente o que se ambiente da caverna, à procura das lâmpadas, e enquanto as olhava, memorizava seu local, para não perder tempo quando tivesse de procurar novamente por estas. Já tendo os molotovs prontos, Hynno pegou de seu bolso uma caixa de fósforos que ganhara do guia, um homem que fora morto pelo piromaníaco, e entregou um fósforo para Edik, dizendo-lhe algumas informações logo em seguida. - Suponho que saiba como acender um fósforo e jogar a garrafa com força na entrada. Depois de fazer isso, preciso que venha para a luta, que terá. – Revirando os olhos para a fala de Hynno, Edik assentiu com a cabeça, mas logo voltou a perguntar. - Vamos agora? – Mas o encapuzado fora ignorado pelo psicopata, que com o fósforo em mãos começou a se aproximar do palco, e a cerca de 5 metros do palco, acendeu seu molotov e o arremessou na direção dos guardas que haviam em frente ao palco, seguido de Edik, que repetiu o processo feito por Draguren.

Assim que viu os molotovs sendo arremessados, Doppio sentiu uma sensação de um Deja vú, que ocorrera consigo em Wars Island, mas o diabrete não tinha tempo para pensar em tal coisa, e sendo assim logo efetuou os disparos necessários para destruir a iluminação secundária da caverna, deixando somente acesas as que iluminavam a trupe, que ainda se mantinha no palco, apesar de estarem atônitos com a ação que se seguia, novamente por parte do Pannacotta, que atirou no centro do molotov arremessado por Hynno. E com o disparo tendo acertado seu alvo, a pequena garrafa de vidro explodiu, lançando chamas pelas cadeiras e mesas ao redor, além dos cacos, que acertaram dois dos guardas que protegiam o palco.

Por precaução, Doppio derrubou a mesa onde a pouco estava sentado, para evitar disparos que viessem de algum lugar, especialmente o cara das cartas, tendo a proteção concedida pelo móvel, o Diabrete virou-se para Edik, que corria na direção do palco, após jogar o molotov na direção dos guardas da entrada. - Edik, lida com a porra desses guardas. Eu vou pegar a Trupe, vou deixar um deles pra você, tem minha maldita palavra. – Disse Doppio, o encapuzado levantou uma sobrancelha, não era acostumado a confiar nos outros, mas não tinha escolha, pois estava em território inimigo, além de que os piratas poderiam se voltar contra ele se houvessem problemas. - Tsc, está certo. – Resmungou Edik, voltando para a entrada e indo na direção dos dois guardas que sobreviveram dos 3 originais.

Já perto do palco, os integrantes da trupe olhavam para Hynno com diferentes expressões, o cara das cartas o olhava com ódio, as gêmeas com curiosidade, e o da névoa com desprezo. O único guarda que sobrevivera da explosão do molotov estava intacto, então, sem demora, partiu para cima de Draguren com uma fúria imensurável, mas o psicopata conseguira bloquear o golpe vertical com destreza, e nesse momento, vendo que não havia perigo algum onde se localizava, Doppio saiu de trás da mesa e foi correndo na direção do palco, sua visão estava focada no cara das cartas, e por isso, viu tardiamente que o guarda sobrevivente havia empurrado Hynno para longe e corria em sua direção com sua espada em riste pronta para ferir o diabrete.

No momento em que vira o guarda correndo em sua direção, Doppio parou sua corrida, e começou a dizer algumas palavras, como um mantra, para que sua habilidade recém-descoberta pudesse ser utilizada novamente. Quando o guarda estava ao alcance do pirata, acabou sorrindo presunçosamente. - [color:b2ce=#blue]Agora será seu fim pirralho. – Falou, para logo em seguida fazer uma estocada na direção do peito do Pannacotta, mas algo surpreendente aconteceu, o golpe passou por dentro do corpo do pequeno Doppio, e o guarda, que não parara de correr, seguia o mesmo caminho. - Mas que porra é essa!? – Gritou o homem, assustado com tal situação. Quando o guarda estava terminando de passar por Doppio, o corpo do pirata perdeu a capacidade de intangibilidade, e o guarda repentinamente foi lançado para fora do corpo deste, pelas costas. - Não vão me acertar nesse caralho. – Gritou o Diabrete, e ainda não entendendo o que acontecera, o homem virou se corpo de frente para o pirata, trazendo sua espada consigo, e esta acabou acertando o Pannacotta de raspão nas costas.

Hynno, que estava fora dos holofotes, aproveitou o momento e com velocidade, correu na direção do guarda, e acertou um corte diagonal da esquerda para a direita no pescoço do homem, e com o corte, o sangue brotou da ferida com uma velocidade impressionante, o guarda pôs as duas mãos sobre o ferimento tentando estancar o sangramento, mas não teve serventia alguma, pois alguns segundos depois, o homem pereceu devido à hemorragia. Com o atual cenário, a plateia fugira amedrontada, mesmo os homens preferiram a segurança ao prazer que poderia ser proporcionado pelas mulheres da trupe. Sem ninguém impedindo o acesso dos piratas ao palco, Doppio começou a gritar, mantendo sua arma escondida dentro de suas vestes. - Puta que o pariu; cês não sabem a vontade que eu tô de cuspir xingamento em vocês, puta que pariu, puta que PARIU! Mas eu vou cuspir é bala nessa porra; se preparem, caralho.

Do palco, o cara das cartas olhava com curiosidade para a dupla que destruíra o show de ilusionismo que estava arruinado naquele momento. - Opa, opa. Eu lembro de vocês. Ei Max, eles são daquele barco que saqueamos mais cedo. Hahahaha, como isso é hilário. – Riu o homem, que começou a embaralhar suas cartas com velocidade. - Não me interessa de onde esses palhaços vieram. Eu os quero mortos. – Disse calmamente Max, ou o cara da névoa, logo depois sentando-se em uma cadeira localizada atrás do mesmo, a cadeira se assemelhava às que eram usadas por reis. - Ei paspalhos, está na hora de entrarem. – Gritou Max, sentado de forma descuidada no “trono”. - O que quer agora Boss? – Perguntou um das três pessoas que chegavam ao local. - Acabem com esses três idiotas. – Disse o líder da trupe ao ver que um homem encapuzado se juntava aos dois piratas, este era Edik.

- Obrigado por manter a palavra Doppio-san, ainda tem muitos deles. – Disse Edik ao chegar e perceber a quantidade de integrantes da trupe presentes no local, mas fora interrompido por outra pessoa. - Hynno, o que faz aqui? – Perguntou um dos homens que entraram no local, seu nome era Donl Killmurk, ou Vulto Assassino, e parecia ter um passado em comum com o Draguren. - Não esperava vê-lo aqui. – Disse Donl após passar a surpresa com um sorriso arrogante. A curta conversa do Tritão com o piromaníaco foi cortada por outro homem recém-chegado. - Ei Boss, desculpe perguntar, mas era para isso estar assim? – Perguntou o homem, apontando para o lado, onde era possível ver as mesas e cadeiras ardendo em fogo, além do fogo ter se espalhado para uma espécie de tenda que cobria toda a parede interior da caverna, de forma que se parecia com o interior de uma lona de circo. - Agora que você falou Oliver, bem que eu estava sentindo um calor desconfortável. – Disse o cara das cartas despreocupadamente. - MATE-OS!!! – Urrou Max, que a essa altura estava furioso com os corvinatas e Edik.

Legendas:
Hynno
Doppio
Edik
Guarda
Maníaco das Cartas
Max
Donl

NPCs:
 

Histórico do Over:
 

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 4 EmptySex 12 Jan 2018, 18:28


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Passava as instruções para todos, Edik retornava com duas garrafas como prometido, duas de Absinto, não se importava, se alegrava, pois, iria incendiar o local e quando tudo já estava pronto, só faltando acender, explicava sobre o plano dos molotovs para o encapuzado, ele tacaria na porta e o lunático nos guardas e então, Hynno ia primeiro, sem responder o que Edik havia perguntado, tratou de se aproximar e lançar a garrafa e o nanico fazia sua parte também, acabava com uma das iluminações do local e atirava na garrafa, como pedido pelo pirata para Doppio, havia sido um sucesso, as chamas consumiam as mesas ao redor, além de prejudicar os guardas e os cacos da garrafa ajudavam também na sua missão. Após aquele ato, perto do palco, o psicopata podia ver que os integrantes da trupe, olhavam para ele, cada um agindo diferente. O carteiro, olhava para o pirata com ódio, o que estava envolto de uma névoa, parecia desprezar aquilo, provavelmente, não sabia o que era uma bela arte. As duas mulheres, pareciam curiosas com aquilo, seriam a janta da loucura.

Nem tudo havia sido perfeito, as mesas e a lateral poderiam estar pegando fogo, mas ainda tinha um guarda restante este que, veio em sua direção para tentar matar o jovem espadachim, que com habilidade, conseguia bloquear o golpe dele, mas instantes depois, era jogado para trás e aquele homem, tinha um novo alvo, o nanico atirador que parecia estar fazendo o seu movimento contra a trupe. Mas, novamente, alguma coisa da fruta do diabo fazia o guarda passar por Doppio, fazendo o garoto ficar intacto com o golpe e depois daquilo, era a vez de Hynno, desta vez, o guarda não tinha chance alguma, era atingido totalmente pela espada do espadachim e em alguns segundos, ele já havia passado para o outro lado e agora, a espada dele era do pirata. Uma pena que, os espectadores começavam a fugir de medo, pois eles poderiam ser uma ótima arma, se eles realmente quisessem algo com aquelas duas mulheres, mas agora, parecia realmente esquentar as coisas. – Opa, opa. Eu lembro de vocês. Ei Max, eles são daquele barco que saqueamos mais cedo. Hahahaha, como isso é hilário. Dizia o carteiro e logo depois, ria enquanto embaralhava aquelas cartas numa velocidade boa. Já o da névoa, parecia intacto, não estava alterado e provavelmente, era o líder.

Ele parecia relaxado, provavelmente, confiante de que, o trio não passaria dali e se sentava numa cadeira, chamando mais alguém, mais do que uma pessoa saia então, ele dava a ordem de matar o trio, poderiam tentar. Não havia reparado até que, um deles, chamava a atenção de Hynno, o chamando pelo nome. Era Donl Killmurk, havia conhecido ele em Malkiham, junto com Ambrosio e fora ele que, havia apunhalado o psicopata pelas costas, literalmente. Além do tritão, mais pessoas chegavam, pelo jeito, eles não pretendiam sujar as mãos e com o papo furado do carteiro com Oliver, parecia que Max ficava furioso e ordenava que eles matassem o grupo. – Eu lhes apresento o inferno. Ria, com a situação do local pegando fogo. Sem tirar a atenção de seus oponentes, dizia para Doppio e Edik. – Lembrem-se, deixe as garotas vivas, o resto, decepem! Sem piedade e todos são culpados até que se provem inocentes. Com o término de sua fala, sorria maliciosamente para as garotas e depois, voltava sua atenção para o tritão rosa. – O que fará, Hynno? Era a pergunta da plateia para o psicopata, que respondia rapidamente. – Acabarei com ele. E então, pigarreava.

Com a nova espada na mão direita e a antiga e velha na esquerda, fitava o tritão e dizia para o nanico e para o encapuzado. – Vocês que se virem para definir contra quem vão lutar, mas eu, vou com o tritão aqui. Ao término da sua fala, com a espada velha, lançava a mesma como se fosse uma lança, mirava na lanterna da cabeça de Donl e assim que lançava, o espadachim partiria com tudo que tinha na direção de seu oponente, ziguezagueando e assim que, estivesse perto, seguraria sua espada com ambas as mãos e executaria uma de suas técnicas, Bloody Hell. Na cintura de Killmurk. Se a técnica fosse um sucesso, assim que o movimento tivesse terminado, a ponta da espada para cima, tentaria um corte na horizontal, no pescoço de Donl e por fim, tentaria pega-lo e lança-lo na direção de alguma mesa pegando fogo, mas, se não conseguisse segura-lo para lançar, apenas ficaria numa posição defensiva e se, a antiga espada estivesse por perto, resgataria a mesma.

Caso ele se esquivasse do golpe na horizontal, se esquivando para o lado oposto que a lâmina vinha, Hynno então, com sua aceleração, avançaria na direção dele e tentaria um corte na diagonal, de cima para baixo e da direita para a esquerda, na cabeça de Donl e em seguida, se afastaria, tomando cuidado com o espaço e com os oponentes restantes. Se a esquiva fosse se agachar, assim que, a lâmina estivesse na posição do tritão, com sua destreza, faria um movimento onde, colocaria a lâmina para baixo e desceria, como se fosse fincar a espada e ser como a do Rei Arthur. Se a esquiva fosse para trás, com sua corrida e aceleração, avançaria na direção do tritão e tentaria um corte na horizontal, no pescoço do mesmo. Se sua técnica não fosse um sucesso, continuaria com o plano seguinte, se ela tivesse sido um sucesso.

Se ele atacasse com um golpe na diagonal, da direita para a esquerda ou ao contrário, da esquerda para a direita, o espadachim procuraria se esquivar para o lado oposto do golpe, mas, ao mesmo tempo, colocaria sua espada na direção contrária do ataque de Killmurk, apenas por precaução e se, conseguisse se esquivar, colocaria sua espada na horizontal e tentaria um corte na direção do pescoço do adversário e em seguida, um em diagonal, do lado que a espada tivesse acabado o movimento, de cima para baixo, na cabeça do tritão. Se as armas brancas se chocassem, Hynno se agacharia e então, daria uma rolada para a diagonal livre e assim que tivesse acabado o rolamento, saltaria com tudo para se levantar e com a lâmina mirando o tórax do inimigo e se, este golpe fosse um sucesso, diria. – Como nos velhos tempos. Cutucava Donl com aquele movimento, como ele havia feito com Draguren, em Malkiham e a plateia, aplaudia e outras assobiavam. Tentaria aprofundar o ferimento feito em Killmurk e em seguida, retiraria rapidamente a espada pelo cabo e se agacharia e com um giro, procuraria fazer um corte na horizontal na dobra das pernas do tritão e em seguida, se afastaria, procurando não ficar de costas para ninguém da trupe ou dos lacaios deles.

Se o ataque do peixe fosse na horizontal, procuraria se esquivar saltando para trás, enquanto que, colocava sua espada na vertical e em seguida, avançava com tudo na direção de Donl e quando estivesse próximo, tentaria um corte na horizontal, na cabeça do tritão e em seguida, voltaria a se afastar de seu oponente.

Caso fosse na vertical o golpe de Killmurk, Draguren procuraria saltar para o lado e assim que pisasse no chão, procuraria descrever um arco na vertical, na direção do cotovelo que ele empunhava sua arma e em seguida, conseguindo ou não, utilizaria de sua agilidade, para avançar rapidamente contra Donl e assim que estivesse próximo, procuraria dar uma estocada no meio da testa do tritão e em seguida, se afastaria.

Se fosse uma estocada, o piromaníaco procuraria rolar para uma diagonal livre e assim que o rolamento tivesse acabado, tentaria um corte no calcanhar de Aquiles de Killmurk e se erguia rapidamente e enquanto se erguia, faria um corte na diagonal nas costas do tritão e por fim, daria uma estocada na nuca do peixe e então, procuraria rapidamente se afastar do peixe rosa, visando não ficar de costas também, para a trupe e seus lacaios.

Então, no final das costas, caso Donl Killmurk estivesse morto ou inconsciente, arrastaria o tritão para perto de uma das mesas que ardia em chamas e procuraria por perto, uma garrafa alcoólica e se caso achasse, iria levar para o cação e pilharia o mesmo, antes da cena principal e após a pilhagem, derramaria o conteúdo da garrafa no tritão e próximo dele, fazendo meio de uma trilha até perto do fogo vizinho e retiraria do bolso, mais um fósforo, onde acendia e gritava para Edik. – EI, Edik, você que é devoto, CITA UMA FRASE AÍ! E então, esperaria três segundos e caso ele não falasse nada ou falasse, jogaria o fósforo na trilha que havia feito para então, as chamas seguissem o rastro do combustível e atingir o tritão e caso ainda tivesse líquido na garrafa, derramaria o resto no corpo do oponente e diria. – MINHA OBRA PRIMA. PEIXE NA BRASA! Após aquela distração, voltaria sua atenção para o que realmente importava, a trupe e o restante dos lacaios.
Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

Bloody Hell:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: [color=#608000][/color]   Mau presságio - Página 4 EmptyDom 14 Jan 2018, 16:16

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12/?? | 2 Páginas | Caverna 10



Ser menosprezado não era de meu maldito feitio. Achei uma maldita afronta do caralho botar três peõezinhos pra bater de frente. Eu não peitei a porra do Stuart pra isso. Cara fechada; veias verdes e pulsantes na testa; alvo dos olhos impregnado com serpentes avermelhadas e íris trêmula. Vou ter que levar essa merda a sério. Eles vão se arrepender dessa porra.

Vou massacrá-los; Edik, eu vou matar esse mais perto do chão.

Esperava que ele entendesse; não pelo tom de voz ou volume desta, mas por lógica. Oliver estava em minha frente e meus olhos sequer pareciam olhar pra ele. E eu estava, mesmo que parecesse focado no anãozinho. Destravei a arma nas vestes e me preparei para atirar. Nesse estágio eu já sorria por baixo do colarinho; derramar sangue necessário é simplesmente maravilhoso.

A pistola era como uma extensão de mim e reconhecendo-a como tal, também seria etérea e simultaneamente ine e existente. Revelaria-a sem desperdiçar movimentos, como se ignorasse o tecido que, sem esse aparente ilusionismo, rasgaria. O saque rápido quanto o projétil a ser disparado traz a arma mirando o anão, mas num instante, a canhota armada que puxa o gatilho simplesmente o ignora e deixa a arma cair. Diriam que falhei; eu deixo que digam.
Na sombra da canhota, surge a destra e mascara a verdadeira intenção maldita que o aço velho obtivera de mim; meu indicador clica duas vezes e dispara dois tiros. Um mirava seu tronco, logo onde o cinto de facas se fechava, iria destruir a armação metálica e desarmá-lo e claro, penetrar-lhe o corpo. O segundo iria à uma de suas pernas. Uma finta digna de um larápio.

Falhando ou não, recarregaria a arma o mais rápido possível, contando com a extrema destreza que possuía nas mãos. Eu sequer piscava, focava-o como os olhos d'uma águia fazem com sua vítima. Se ainda tivesse algum punhal, faca ou adaga em mãos, fecharia brevemente um dos olhos e miraria com apenas um a/as mãos que estivessem armadas e dispararia com o intuito de, além de estraçalhar seus dedos, impedí-lo de atacar. Claro, não queria terminar rápido o show, mas era necessário que o tipinho circense e amador morresse o quanto antes, eu sabia disso.

Lamento ser precoce desse jeito. — Fiz cara de complacente e me abstive de qualquer senso de defesa para mirar; viesse ali alguma adaga pronta para me acertar, não me importaria. A ficha caiu; com esse poder, eu não mais preciso me preocupar com esse tipo de homem. Tá fadado a perder o botico pro nanico. Fiquei parado, quase que passivamente, mantendo as ideias em mente, a sensação e até a dor que queimava nas costas (que me motivava a NÃO QUERER MAIS UMA FERIDA) catalisando o fenômeno que permitiria o trajeto das adagas ir por dentro de seu alvo.

Sua cabeça pareceria tão clara para mim quanto numa foto 3x4; apertaria o gatilho e enviaria zunando pelos ares como uma maldita vespa de aço, uma bala. Ferroar-lhe-ia o meio da testa, explodindo atrás dele uma nuvem gosmenta de groselha e marshmellows rosa e cinza. Se ele caísse; — Porra nenhuma; eu não lamento, cê tá ligado? — E cuspiria em seu cadáver, logo antes de roubar suas facas e seu cinto.

Às facas que viessem além desse momento crucial, daria tratamento corriqueiro; acima do pescoço, evadiria com simples movimentos de cabeça ríspidos, calculados e eficazes. Se fossem as pernas seus alvos, giraria o corpo, esconderia uma perna atrás da outra e saltaria curtinho pra qualquer espaço que não houvessem lâminas. Braços iriam para mais perto ou longe do corpo, flexionando ou não os cotovelos para que não sentissem o frio daquele aço nojento. Acima da cintura, me abaixaria. Ataques visando o tronco seriam evadidos com trocas de posição também, sempre ocupando direções e espaços onde não houvessem facas. Casos em que falhasse em esquivar normalmente e isso pudesse me fazer vítima de uma das facas, apelaria à tal fruta do diabo novamente.



Histórico:
 


Principais objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 4 EmptySeg 15 Jan 2018, 00:27

Mau Presságio



Trupe Corvinata
Assim que Max deu a ordem aos lacaios da trupe, a reação dos 3 homens que interromperam o show foram diferentes para cada indivíduo, o louco Hynno dera um sorriso, ironizando o estado atual do local, comparando-o com o inferno, Doppio ficou extremamente irritado com a atual situação, já que em sua concepção, a maldita trupe estava o menosprezando, e Edik somente fechara o semblante sem nada dizer. Sendo o mais irritado dos três, o diabrete pôs em palavras toda seu ódioe depois virou-se para Edik e disse-lhe que cuidaria do mais perto do chão, uma forma peculiar de se dizer, pensou o encapuzado, mas entendeu o que lhe foi dito, ou achava, e balançou sua cabeça, concordando com o pirata. Logo depois da pequena conversa entre os dois, Hynno, sem alterar seu olhar dos inimigos, disse aos dois que deveriam deixar as dançarinas vivas, não houve resposta, já que os dois, com seus adversários já definidos, partiam para a luta, e o piromaníaco observava o tritão chegar perto de si.

A primeira luta a começar fora a de Doppio, que sem pena alguma dos peões da trupe, usou sua habilidade e conseguiu tirar sua arma diretamente de dentro de suas vestes, para a surpresa do anão e de Max, que ficara intrigado com tal poder. Oliver, que estava estupefato com o que acabara de ver, não teve reação imediata, e o diabrete, usando uma finta, de cara realizou dois disparos, um na altura da cintura e outro nas pernas, o primeiro disparo teve seu alvo confirmado, mas diferente do que esperava, o cinto do homem, onde as facas deste estavam, e ao ser acertado, ele acordou para a luta, e dessa forma, foi capaz de saltar para a direita e evitar que o segundo disparo o acertasse. Enquanto Doppio parava para recarregar sua arma, Oliver aproveitou o curto momento para lançar duas facas na direção do Pannacotta, mas ainda estava receoso quanto ao estranho poder deste, e acabou errando seus arremessos, os dois passaram longe de acertá-lo. Logo em seguida, o diabrete se pôs a falar com o peão. - Lamento ser precoce desse jeito. – Disse o pirata, causando fúria a Oliver, que ignorou todo o receio que sentia do poder da aparente criança que havia em sua frente, e lançou uma se suas facas na direção da cabeça deste, que não se moveu, apenas focou mentalmente na sensação que havia sentido anteriormente e conseguiu pouco antes da faca acertar-lhe, entrar no estado que lhe permitia estar de intangível.

Após a fúria passar e ver uma nova demonstração do poder do diabrete, Oliver ficou pálido, e suas pernas começaram a tremer, devido ao pânico que tomava conta de si. Sem demora alguma, Doppio lançou-lhe uma bala em meio à testa, nada que lhe fosse difícil, afinal por conta do pânico, seu adversário não se movia. Quando o disparo terminou seu trajeto por dentro do crânio de Oliver, simplesmente explodiu a parte de trás do osso, lançando uma massa que era uma mistura bizarra entre o vermelho, amarelo e cinza, com a cena nada comum, as garotas soltaram um grito de horror.

A segunda a luta a ter início foi a de Hynno, o tritão corria na direção do louco, mas deve que parar sua investida quando viu uma espada, lançada por seu adversário, indo na direção de sua cabeça, o mesmo saltou para o lado evitando o lançamento, mas quando seus pés tocaram o chão, este não conseguiu uma nova evasiva, e acabou sendo acertado pela técnica Bloody Hell, do piromaníaco, deixa em seu peito um corte diagonal, que sangrava com força, já que o ferimento foi profundo, logo em seguida, Draguren tentou um corte horizontal, na direção do que poscoço do tritão, mas Donl estava mais atento depois do ferimento inicial, e saltou para trás, se livrando de uma nova ferida. Assim que terminou o salto, o irritado Donl puxou duas shurikens, uma em cada mãos, e lançou-as separadamente tendo destino o pescoço do espadachim, este precisou parar sua corrida para saltar para a esquerda na intenção de esquivar das kunais lançadas, a primeira passou direto pelo piromaníaco, mas logo depois, este pôde ver que o salto não fora suficiente, já que a segunda kunai o acertou, fincando logo abaixo de sua costela, no lado direito.

Após o primeiro contato entre os dois, o Killmurk não parou, e avançou com um corte vertical, feito por uma ninjaken, que este sacou das costas pouco antes de desferir o novo golpe, que foi evitado por Hynno com um salto para a direita, ao final do salto, o espadachim vez um arco vertical com sua espada, mas pela arma do tritão ser mais curta, este tinha a vantagem em ser mais rápido, e isso fora suficiente para que este bloqueasse o novo golpe do Draguren. Mas apesar da vantagem da velocidade, a ninjaken do tritão era mais frágil, então este saltou para trás, mas logo foi recebido com um golpe horizontal da esquerda para a direita, que tentou bloquear, no susto, mas tal movimento se mostrou infrutífero, que ao contato, a arma de Donl se despedaçou, deixando-o frustrado. Mas sem descanso algum, Hynno o atacou com um golpe diagonal de cima para baixo e da direita para a esquerda, o acertando em cheio, com uma profundidade considerável, deixando-o com uma ferida em X no tronco, o tritão rosado ao ser novamente ferido caiu de joelhos, perdendo a força nas pernas subitamente. Sem perdão algum, o Draguren apontou sua espada para baixo e desferiu uma estocada para baixo, acertando o crânio de Donl, levando-o à morte logo em seguida.

Com a morte do tritão, Hynno levou-o a uma mesa que estava ao lado direito de uma pilastra, localizada atrás de onde ocorrera a luta entre o espadachim e o tritão. Chegando ao local procurou uma garrafa de bebida alcoólica, de início não achara, já que todas as mesas no local estavam quase que completamente consumidas pelo fogo, mas quando estava para esquecer da ideia, achou uma na base da pilastra, ainda fechada, talvez alguém quisesse levar a garrafa escondida, mas não importava, já que o uso que o psicopata daria a ela seria mais proveitoso. Com a garrafa em mãos, Draguren começou a apalpar as roupas do tritão no intuito de pilhá-lo, não achou muita coisa, uma quantia relativamente baixa de dinheiro, algumas shurikens, uma kunai, um maço com 10 cigarros intactos, e um isqueiro. De qualquer forma pegou os itens pilhados, e começou a derramar a bebida alcoólica sobre o corpo do tritão, formando uma trilha com o álcool para uma pequena distância do corpo, pegou um fósforo e o acendeu, pedindo a Edik que recitasse uma frase, mas não teve resposta alguma, e logo deixou o fósforo cair na trilha de álcool, que logo chegou ao cadáver de Donl, que imediatamente começou a ser incendiado, vendo a paisagem infernal, o piromaníaco gritou para que todos os presentes pudessem ouvir. - MINHA OBRA PRIMA. PEIXE NA BRASA!

Com o fim do combate dos piratas, estes se viraram para vero resultado da batalha de Edik, e encarar a trupe, e Hynno pôde ver o porquê do encapuzado não lhe responder, já que este virara algo que se assemelhava a uma boneca de pano sem o enxerto, amassado no chão com sangue em volta, o mesmo sangue que era possível ver pingando do machado do anão, que olhava-os com superioridade. - Não pensem em me menosprezar, ou então vão acabar com ele. – Disse o anão apontando para o corpo do falecido Edik. Mas antes de qualquer outra coisa, com um pulo, o cara das cartas desceu do palco para a plataforma, tendo uma vantagem em altura em relação aos dois piratas e o anão. - Ei você, nanico. Não você, Imgim, o anão desbocado ali. – Disse o homem, dando nome ao anão, quando este se virara de costas achando que estava falando com ele. - Você comeu uma Akuma no Mi, não? Uma fruta do diabo, não é mesmo? Você é meu. – Disse o maníaco, apontando para Doppio e com um sorriso malicioso, e lambia os lábios enquanto olhava para este.

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Doppio
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Tsc.
Essa grande almôndega que costumava ser meu aliado me fez estalar a língua em desaprovação. Ao seu executor, um olhar torto, marrento e ranzinza; nada além, minha atenção fora roubada por aquele cujas cartas serviam como arma. A mesma expressão desgostosa em meu rosto. O jeitinho dele me dava nos nervos. — Sua carta favorita é o Rei de Paus né? — Exclamei num tom de resmungo e logo ouvi. Akuma no mi. Ele não pode morrer. — Corta a onda de okama; cê vai acabar pior que seu baba-ovo aqui. — Indiquei Oliver com um tilintar do cinto de facas.

Por um momento, dirijo-me a Hynno. — Espero que aguente um anãozinho, seu maluco. Vou segurar esse frutinha aqui, hah. — Uma risadinha seca ao fim e um olhar de soslaio. Aproveitei o tamanho desproporcional do cinto de facas e usei a extensão que restou para amarrá-lo como Oliver; para a mão não armada, foi uma faca pronta para ser arremessada. Usá-la para bloquear ou cortar as cartas do dito artista estaria em completo último caso, mas tentaria executar qualquer um dos dois processos se necessário. Usaria a boa mira para focá-lo como alvo,  arremessaria a faca na altura do tronco, forçando-o a bloquear ou desviar; caso fizesse uma das duas coisas, seguiria seu movimento desde o início mirando com a pistola, e adiantaria um tiro um pouco adiante na direção em que fosse, para acertá-lo antes que tivesse alguma reação. Seria como um predict.

Meus pulmões parecem mais cansados que o normal e minha boca tá seca; a testa sua e começo a sentir. O corpo e a mente têm limites, estou me cansando, mas... Ainda não me afeta em nada. Estava de cara com o assassino de Kenway e Uvogin, eu queria eliminá-lo, queria vingá-los por instinto, era tudo que eu podia fazer por eles, tudo que o atraso Doppio podia fazer. Que merda eu tô pensando nesse caralho?! Alguns devaneios paralelos, há muito não os via. Talvez queiram me lembrar de que... há bondade em mim? E isso se tornou empecilho; abri minha guarda por um momento. Breve; a pergunta remeteu ao passado sórdido e incendiou-me. Assim que jogasse uma faca, sacaria uma segunda; sempre me movendo em frente à plataforma. Inércia gera desvantagem.

Ávido e vívido, jogando madeixas escuras como noites na mata pra lá e pra cá, desviaria; dobraria a coluna e me inclinaria às mais variadas direções, me abaixaria e saltaria pra cima ou pra frente, pros lados; passaria entre os apoios que sustentassem a plataforma e até entre as pilastras e mesas, se necessário. A posição variaria como a de um rato numa cozinha; ele tem fome e o queijo que cê tem cheira bem. Ele é rápido, ele vai comer seu queijo. Ele vai te furar que nem queijo. Já o teria em mira nessa altura do campeonato.

Em qualquer momento de esquiva que visse a maldita guarda do cara das cartas aberta, atiraria. Peito ou barriga, pra cair e ter alguns momentos pra me falar o que eu quero ouvir. Caso acertasse-o, trocaria a mira com velocidade e destreza pro cara do trono e arremessaria a arma branca em sua direção. Se fosse se mover, esperava limitá-lo ou atrasá-lo. — Cê vai me falar sobre essa porra de Akuma no Mi, irmão; por bem ou por mal. — Escarrei, irritado. — Abre sa boquinha de moça e desembucha; que porra é essa de Akuma no Mi? — Perguntaria, tendo derrubado-o ou não.



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Seria Donl contra Hynno, sem ninguém para atrapalhar os dois e o tritão havia sido o primeiro a dar o primeiro passo, mas graças à estratégia do psicopata, fez a investida dele parar com o lançamento da velha espada e com isso, avançou. A sua técnica havia sido um sucesso contra ele, havia feito um ótimo corte no peito de Killmurk, mas, não conseguia finaliza-lo e ele recuava. Era hora de o tritão contra-atacar, não havia previsto que ele sabia como lançar armas ninjas, pois, da última vez que havia visto o tritão, ele estava apenas empunhando uma Ninjaken e aquilo havia pego o espadachim de supetão, mas ainda conseguia se esquivar de uma, mas a outra, acertava o psicopata na costela do seu lado direito, mas não seria uma estrela ninja que, pararia o piromaníaco e o lunático sabia e o peixe, também. Killmurk ainda conseguia se virar contra os golpes e choques da espada contra ele, mas não foi por muito tempo, sua Ninjaken havia se quebrado e tragicamente, aquele seria o fim dele. O fim dele, foi a espada do psicopata fincada no crânio do mesmo, mas a diversão não era só aquilo. Havia pilhado o mesmo, estava conseguindo ótimos espólios e por fim, finalizava ele, botando fogo no mesmo, sem chances de um retorno dos mortos.

Finalmente havia dado o troco em Donl e ainda por cima, botar fogo no mesmo, se bem que, preferia fazer aquilo com ele vivo, mas aquilo era o suficiente. Doppio havia finalizado com o seu oponente, provavelmente por causa da habilidade da tal fruta mágica, se todos fossem assim ou semelhantes, seria útil. Mas, Edik, era apenas faixada, pois nem de seu oponente, havia conseguido se virar. Outra luta pelo jeito, começaria, quando o carteiro saltava e falava com o nanico, seria Pannacotta contra ele e pelo jeito, o pirata enfrentaria o anão. – Você me fez um favor, Imgim, acabando com ele. Dizia o espadachim, retirando a shuriken do lado direito e então, fingiria lançar contra o anão, mas, no último segundo, daria um giro completo e lançaria contra o cara da névoa, Max. Focaria em acertar o pescoço do mesmo, mas o mesmo estava pagando uma de fodão e provavelmente se defenderia ou o anão ou o das cartas faria algo, se fosse o carteiro, seria uma vantagem para o nanico e se fosse o anão, para Hynno.

Avançaria contra o anão, empunhando sua espada na mão direita e então, tentaria um corte na diagonal, da direita para a esquerda no peitoral de Imgim e em seguida, se fosse um sucesso, faria o movimento de retorno. Caso o anão bloqueasse o golpe, Hynno daria um giro e faria o mesmo movimento, do outro lado, claro e em seguida, se afastaria, ficando assim, na defensiva.

Se ele se esquivasse para um dos lados, apenas seguiria o mesmo e tentaria os mesmos golpes no anão. Se a esquiva fosse para trás, idem, apenas mudaria que, utilizaria sua corrida e aceleração, para chegar antes de ele tentar algo contra o pirata. Se a esquiva fosse uma agachada, o que não seria muito necessário, pois o mesmo era um anão, mas, se isto realmente ocorresse, Hynno pararia o golpe no meio do caminho e faria outro em diagonal, agora, na direção da cabeça do bárbaro e logo após, tentaria uma estocada no pescoço do anão e recuaria, ficando na defensiva.

Caso o anão tentasse um ataque na horizontal, Hynno procuraria dar um salto para trás, mantendo sua espada na vertical para qualquer coisa e então, avançaria com um salto para frente, como um impulso e tentaria um corte na horizontal, se ele tentasse bloquear ou se esquivar, faria as mesmas coisas, só que, ao invés de ser em diagonal, seria na horizontal.

Agora, se Imgim tentasse um golpe na vertical, o espadachim tentaria se esquivar para o lado e em seguida, tentaria uma na vertical, no meio da cabeça do anão e em seguida, um na horizontal e por fim, se afastaria, ficando na defensiva.

Se fosse na diagonal, independente do lado do ataque, o piromaníaco se esquivaria para o lado oposto e então, avançaria e tentaria uma estocada no meio da testa de Imgim, se ele se esquivasse para os lados, apenas faria um corte na horizontal, enquanto saltaria na direção dele. Se fosse apenas uma agachada, abaixaria rapidamente a lâmina, fazendo assim, um corte na vertical.

No final de tudo, se Imgim estivesse morto, procuraria pilhar o pequeno, se tivesse algo útil para uma pessoa de estatura normal feito o psicopata, o pirata tomaria para si e depois, levaria o anão até a fogueira e jogaria o mesmo. – Nem tem muito o que aproveitar da arte de um anão. Diria, olhando para Max. Faria a mesma coisa, se não tivesse nada para Hynno, para pilhar de Imgim. Iria então, até o corpo de Edik, lá, pilharia o mesmo e pegaria tudo que fosse útil e necessário, dinheiro, arma, se ele fosse espadachim ou boxeador ou então, arma de fogo, para Pannacotta, após a pilhagem, levaria o corpo do lobo solitário até a fogueira e tamparia a visão dos espectadores e com sua espada, cortaria as mãos dele, mas antes de tal, a plateia questionava. – Vai fazer o que? E com um sorriso psicótico, cortava as mãos de Edik e então, ficava atrás do encapuzado, como se fosse um ventríloquo e diria, com uma voz distorcida: - Por vocês, eu ponho as minhas mãos no fogo. E após a fala que era para ser interpretada como se fosse do lobo solitário, Hynno mostraria as mãos decepadas do encapuzado e jogaria na fogueira e em seguida, arrancaria a cabeça de Edik fora jogando o resto no fogaréu.

Com a cabeça em uma das mãos, Hynno procuraria se aproximar do palco e jogaria a mesma em Max. – Falta mais um pouco. Diria, desviando rapidamente seu olhar para as duas garotas e depois, retornando para Max e o carteiro. Buscaria bloquear e se esquivar das coisas que fossem arremessadas em sua direção.







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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 4 EmptyTer 16 Jan 2018, 00:33

Mau Presságio



Trupe Corvinata
Vendo Edik, morto, irritação e decepção tomaram conta de Hynno e Doppio, já que ambos esperavam mais do homem, que era mais do tipo que muito fala e pouco faz, não mais, já que sua vida se esvaíra pelo machado que o anão Imgim carregava. Logo em seguida, uma atrito ocorria entre Doppio e o maníaco das cartas, este que provocara o nanico primeiramente, que não deixara barato. - Sua carta favorita é o Rei de Paus né? – Resmungou pouco antes de escutar algo que lhe interessara, Akuma no Mi, a palavra lhe parecia ser importante, tanto que deveria se esforçar para manter o homem vivo. - Corta a onda de okama; cê vai acabar pior que seu baba-ovo aqui. – Terminou por dizer o Pannacotta, que não parecia ter a intenção de deixar suas ambições claras para o adversário. Por outro lado, Hynno também agiu, primeiro disse algumas palavras, tentando atrair a atenção do anão antes de realizar seu movimento. - Você me fez um favor, Imgim, acabando com ele. – Logo após as palavras, Imgim arqueou a sobrancelha direita, não havia entendido as intenções do piromaníaco por trás das palavras. - Não me importo com sua opinião, ainda mais que daqui a um tempo você não abrirá mais a boca, já que mortos não falam. – Anunciou arrogantemente o anão, vendo que o piromaníaco pegava uma shuriken e ameaçava arremessar no mesmo, que se preparava para deixar seu martelo no lugar e saltar para a direita, mas no momento do lançamento da arma, o psicopata girou seu corpo e lançou a shuriken na direção de Max, que ainda se mantinha sentado em seu trono, e tanto o cara das cartas quanto o anão, sequer se moveram após o movimento do louco pirata. O azulado sem sequer se levantar, pegou uma foice que havia ao lado esquerdo de seu assento e logo fez um arco com o braço direito, emendando em um corte diagonal de cima para baixo e da esquerda para a direita, partindo a shuriken lançada, que caiu uma metade ao lado direito do trono, e a outra metade do lado esquerdo.

Ansioso para o início de sua luta, Doppio disse a Hynno. - Espero que aguente um anãozinho, seu maluco. Vou segurar esse frutinha aqui, hah. – Sem resposta aparente, o diabrete se ocupou em amarrar o cinto de facas que havia pego de Oliver, após a morte deste. Ajeitando para que se encaixasse ao seu tamanho, Doppio teve uma das facas postas em sua mão livre, pronta para se defender de possíveis cartas que viriam a ser arremessadas por seu oponente, mas não foi o que aconteceu, já que este ainda se mantinha olhando para o diabrete, passando sua língua sobre os lábios. Ambos se encarando começou o embate dos lutadores de longa distância, primeiramente Doppio arremessou a faca que segurava na altura da cintura do cartista, que num rápido movimento, mandou a faca para o lado direito mexendo suas mãos, o movimento fora tão rápido que ninguém pôde ver o que aconteceu com exatidão, logo em seguida, o atirador mandou voando uma bala que tinha o endereço encaminhado, mas como o artista já estava esperando-o, apenas girou o corpo para esquerda, sem tirar os olhos do Pannacotta, que se mantinha em pensamento com alguns sentimentos não resolvidos em seu íntimo. - Não deveria se distrair assim em uma luta desse calibre nanico. – Alertou com uma risada o cartista, mandando uma carta na direção de Doppio, mas havia algo estranho com a mesma, já que sua velocidade não era nada convencional para um apetrecho como este, a velocidade com que a carta ia na direção do diabrete era a mesma, se não mais veloz, que o disparo realizado por este, que por pouco foi evitado, um salto feito às pressas pelo diabrete o ajudou a se livrar da estranha carta que ia em sua direção.

Já ao lado, a luta de Hynno ia a todo vapor, no primeiro toque entre as armas dos dois, o anão já conseguiu perceber que o embate não seria nada fácil, primeiro foi um golpe diagonal da direita para a esquerda feito por Hynno, que foi bloqueado pelo anão, com seu pesado martelo, mas logo o espadachim girou seu corpo para a esquerda, realizando outro golpe diagonal, mas com a direção contrária, o pesado martelo do anão fez com que este demorasse a reagir, e fosse acertado, parcialmente, já que deu um salto para trás, fazendo com que o corte em seu tórax fosse superficial. Com o primeiro golpe sendo acertado, a luta ficou fervorosa, Imgim, em fúria, partiu para cima de Hynno, e fez um golpe pesado vertical, que o espadachim evitou saltando para a direita, e logo em seguida fazendo um vertical de sua parte, que foi bloqueado pelo cabo do grande martelo, que logo veio horizontalmente na direção do Draguren, preparado para destruir tudo que houvesse em seu caminho. Vendo o perigo iminente, o pirata saltou para trás, e ao ter os pés no chão novamente avançou fazendo um corte vertical, que acertou o tórax de Imgim em cheio, deixando uma grande quantidade de sangue escapar pela ferida recém-aberta. Como um ogro, o anão sequer se importou em ter uma grande ferida como esta, e partiu para o ataque novamente, com um outro golpe vertical, Hynno saltou para a direita novamente, já que o outro lado estava interditado devido à luta de Doppio e do cartista, mas prevendo a movimentação, Imgim mudou a rota do martelo, a diferença fora pouca, mas o suficiente para acertar a extremidade do ombro esquerdo de Hynno, o martelo acertou com força, deixando um grande estalo para trás ao acertar de raspão o ombro do pirata. - Isso é para se ligar, não vai me matar tão fácil pirralho, você não é o primeiro e nem o último pirata que eu vou matar, não se esqueça disso. – Disse Imgim olhando com determinação e fúria para o psicopata.

Voltando à luta de Doppio, o cartista ainda o olhava com um sorriso malicioso, mas logo teve que se desfazer deste, já que o diabrete voltara a disparar contra si, dois disparos, um na direção do peito, e outro na barriga, que foram prontamente evitados pelo homem. - Com disparos tão medíocres quantos esses, não me acertár... – O artista teve de interromper sua fala, quando sentiu um disparo, inesperado por si, acertar-lhe em cheio logo abaixo da costela esquerda, causando-lhe fúria. - Mas que tédio, será que vocês vão demorar muito ainda? – Perguntou Max, demonstrando que sua irritação somente crescia ao ver os dois piratas derrotando aos poucos seus homens. O cartista e o anão nada responderam, mas suas feições ficaram mais sérias, mas foram logo interrompidos por Doppio, que exigiu dos homens ali uma resposta para suas dúvidas. - Cê vai me falar sobre essa porra de Akuma no Mi, irmão; por bem ou por mal. Abre sa boquinha de moça e desembucha; que porra é essa de Akuma no Mi? – Ao final da pergunta do Pannacotta, o cartista riu. - Hahahahahaha. Por quê eu deveria respondê-lo? Você é meu adversário, não tenho obrigação alguma de te dar respostas, mas vou ser piedoso, se você conseguir me derrotar, terá suas respostas. – Disse o homem, sorrindo de forma sinistra, para logo em seguida jogar suas cartas com força, estas foram com mais velocidade do que as outras, acertando o diabrete duas vezes, uma em cada ombro, abrindo um corte superficial ali. - Não se esqueça, não pegarei leve contigo. Prepare-se para sofrer. – Terminou de dizer com um sorriso arrogante o artista.

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 4 EmptyTer 16 Jan 2018, 16:52


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Max aparentava ser forte e, quando lançava aquela shuriken, nem o anão e nem o carteiro fizeram nada para impedir, o primeiro, apenas tentava bloquear, pois até o último instante, achava que seria nele, mas era em Max. O mesmo aparentava não ameaçado ou assustado, ele permanecia naquela cadeira e bloqueava com sua foice, esta que, quebrava aquela estrela ninja ao meio. Agora, o anão dizia que, o psicopata não abriria a boca em breve, como resposta do agradecimento do pirata. A luta entre Imgim e Hynno então começava, cada um dos lados estava praticamente por igual e o primeiro movimento havia sido do psicopata que, acertava superficialmente o tórax do anão e a disputa havia começado a ficar mais acirrada e no final, Imgim era o mais prejudicado, com sangue jorrando adoidado e Hynno, apenas com uma possível fratura em seu ombro esquerdo por causa do martelo pesado do lacaio de Max, mas tirando seu ombro esquerdo, Imgim estava numa situação pior, em breve, ele cairia por falta de sangue. E Max, ainda continuava sentado, mas agora, parecia impaciente.

Com seu sorriso no rosto, Hynno dizia para o anão: - Bem, acho que seu chefe não tem mais fé em você, nem eu teria. Em breve, irá cair e eu, Draguren Hynno, o Piromaníaco, terei sido seu último oponente que enfrentará na vida. Prestaria atenção enquanto falava, não queria ser pego distraído enquanto falava. Agora, o psicopata ficaria na defensiva, sabia que o anão iria aguentar aquelas feridas por pouco tempo e gastaria o tempo dele, apenas iria ficar na defensiva e esperaria o momento do contra-ataque. Se ele avançasse e tentasse um golpe com seu martelo na horizontal, o psicopata daria um salto para trás, mas, ao mesmo, colocaria sua espada na vertical, para o caso de não conseguir se esquivar totalmente e então, se encontrasse uma abertura, tentaria um corte na vertical, na cabeça desta vez e em seguida, se afastaria, ainda na defensiva. Caso Imgim bloqueasse o corte, Hynno apenas continuaria a se afastar, na defensiva e faria a mesma coisa, se fosse uma esquiva para os lados, mas, se fosse uma recuada, avançaria com sua aceleração e tentaria novamente, outro na vertical, este, funcionando ou não, procuraria se afastar rapidamente de Imgim, o inimigo agora era o tempo e o tempo não parava e a morte vinha e com ela, as chamas do inferno.

Se o ataque do bárbaro fosse na vertical, o espadachim procuraria se esquivar para o lado e se fosse possível, com a mão esquerda, tentaria segurar o anão e se fosse um sucesso, lançaria ele de imediato contra o carteiro, mas, se notasse que não conseguiria segura-lo, apenas tentaria uma estocada rápida na cabeça do anão e se afastaria do sujeito.

Agora, se fosse um na diagonal, Hynno procuraria se saltar para o lado oposto e então, durante o salto, tentaria um na diagonal, visando o pescoço do anão e em seguida, rapidamente, se afastaria de Imgim. E caso ele se esquivasse ou bloqueasse, executaria os mesmos planos do início, só que, seria na diagonal.

No final de tudo, se Imgim estivesse morto, procuraria pilhar o pequeno, se tivesse algo útil para uma pessoa de estatura normal feito o psicopata, o pirata tomaria para si e depois, levaria o anão até a fogueira e jogaria o mesmo. – Nem tem muito o que aproveitar da arte de um anão. Diria, olhando para Max. Faria a mesma coisa, se não tivesse nada para Hynno, para pilhar de Imgim. Iria então, até o corpo de Edik, lá, pilharia o mesmo e pegaria tudo que fosse útil e necessário, dinheiro, arma, se ele fosse espadachim ou boxeador ou então, arma de fogo, para Pannacotta, após a pilhagem, levaria o corpo do lobo solitário até a fogueira e tamparia a visão dos espectadores e com sua espada, cortaria as mãos dele, mas antes de tal, a plateia questionava. – Vai fazer o que? E com um sorriso psicótico, cortava as mãos de Edik e então, ficava atrás do encapuzado, como se fosse um ventríloquo e diria, com uma voz distorcida: - Por vocês, eu ponho as minhas mãos no fogo. E após a fala que era para ser interpretada como se fosse do lobo solitário, Hynno mostraria as mãos decepadas do encapuzado e jogaria na fogueira e em seguida, arrancaria a cabeça de Edik fora jogando o resto no fogaréu.

Com a cabeça em uma das mãos, Hynno procuraria se aproximar do palco e jogaria a mesma em Max. – Falta mais um pouco. Diria, desviando rapidamente seu olhar para as duas garotas e depois, retornando para Max e o carteiro. Buscaria bloquear e se esquivar das coisas que fossem arremessadas em sua direção. Agora, focaria sua atenção em Max, já que, Pannacotta estava enfrentando o outro, apenas faltava o ceifador e as duas garotas, mas ambas eram indefesas pelo jeito e Max, seria o oponente. – Eu ficarei com as garotas, enquanto você foge, pode ser?


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