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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Mau presságio

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MensagemAssunto: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptyTer 21 Nov - 16:42

Relembrando a primeira mensagem :

Mau presságio

Aqui ocorrerá a aventura do(a)s Piratas Draguren Hynno e Doppio Pannacotta. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptyQui 21 Dez - 0:26


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 07 | Localização: Farol




Havia sido uma ótima ideia, enganar alguém para ir em um médico e aquele guia era uma cobaia, um peão, que logo em seguida, se provou descartável, a ganância por uma recompensa, atraiu ele para o inferno e para o portador do fogo. A suposta brincadeira sobre botar fogo, havia assustado o guia e o médico por um instante, mas logo retornava ao normal, quando o psicopata mentia sobre ser uma brincadeira e o médico iniciava o procedimento. Mas, o problema do guia com a ganância começava a se mostrar, incomodando o lunático, chegando a até tocar em seu ombro, o que sucedeu a um fim rápido para ele. Sua espada ceifava ele, o velho agora, estava morto. Não pelo portador de fogo e sim, pelo açougueiro. Até mesmo o médico, não aguentava mais o falecido, agradecendo o psicopata, provavelmente rezando para que ele não fosse o próximo. Durante o procedimento da perna, aquele médico questionava para Hynno, o que havia ocorrido com o bando dele, fazendo o lunático fitar o doutor e respondia. – Metade morto, metade vivo.

A parte principal começava, informações sobre a trupe, usou o velho como guia, para leva-lo para um médico, onde nele, como o mesmo tratava dos ferimentos, provavelmente conheceria a tal trupe que o velho do farol havia comentado e se não fosse pela mentira da recompensa e o velho levasse o pirata para o médico de graça, o espadachim iria matar o guia, para perguntar sobre a trupe, sem testemunhas. O destino do morto estava traçado assim que havia topado a proposta de Hynno, de um jeito ou de outro, o corpo dele cairia no chão, sem vida. Realmente, o médico tinha respostas sobre a trupe, não tão diretas, mas guiava para algum lugar. Eles fariam um show, como um circo, um circo onde o maníaco iria botar fogo com eles lá. A apresentação seria numa tal caverna 10, não sabia onde ficava aquilo, mas segundo o doutor, poderia perguntar para um tal de Carmichael. Não fazia ideia de quem fosse o tal homem que o médico havia dito que poderia ajudar, apenas saia do estabelecimento, sem pagar, melhor ainda. Antes de sair, o homem questionava sobre o corpo e típico de Hynno, respondia para o médico, sem se importar com o corpo.

Na caverna, notava que tinha mesas ocupadas, quatro delas e o estabelecimento, se é que podia chamar assim, não era muito grande e o piso, era da própria caverna, numa mesa, quatro sujeitos de jeans e com sangue marcando suas roupas e em alguns, notava-se visivelmente suas tatuagens, na outra mesa, apenas um encapuzado e pelo jeito, bebendo água e de resto, pareciam pessoas simples, sem muita importância, além de que, o atendente era um anão. Tantas mesas para invadir a privacidade, a do quarteto com sangue e tatuagem, o sozinho e então, iria até o que estava solo e tirava uma cadeira de uma das mesas, claro, se na mesa que o rapaz que bebia água estivesse, não tivesse uma cadeira sobrando. Tendo uma cadeira lá, se sentaria nela e se não houvesse, buscaria pegar uma e colocar de frente para o encapuzado. – O que temos aqui, um lobo solitário.. Foi então, que a plateia começava a uivar, feito uma alcateia.

Sorria com aquilo, sorria para o nada, não pelo comentário feito pelo próprio nem nada, havia feito aquilo por poucos segundos, quando retornava para “si”. – Me diga, porque está bebendo água e sozinho aqui? Escutaria com atenção o que o misterioso iria dizer e então, caso ele tivesse perguntado o nome do espadachim, a plateia dizia **Não dê seu nome, responda com outra pergunta.** O lutador então, sussurrava. – Claro. Pigarreava para disfarçar aquele sussurro e respondia para o bebedor de água. – Gosta de mágica? Soube que vai ter um show numa tal caverna 10, o que acha? Se o encapuzado não perguntasse o nome do piromaníaco ou nem respondesse o que Hynno havia dito, perguntaria a mesma coisa, do caso de ele ter perguntado o nome do pirata.



Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptyTer 26 Dez - 2:07



Narração


Enfim me livrei!




Qual seria o limite da noção humana do perigo? Atacara alguém desconhecido era, pelo menos, no mínimo, uma atitude desesperada, despreparada e sem fundamento algum. Mover-se por uma crença já poderia ser considerado um erro e, ferir um desconhecido por essa motivação fútil era pior que um erro. A punição para tais atos era simples e eficaz: a morte. Mal tinha começado, o embate já tinha seu fim. O nanico era assustadoramente rápido para um humano normal e sem experiência de combate, como aqueles dois que falharam no desafio do destino e perderam sua sobrevivência.

O soar dos disparos assustou todos aqueles que, por n motivos, haviam perdido tudo e, para ocupar o espaço que fica na crença humana, resolveram acreditar no desconhecido. Qual era o motivo de venerar um objeto? Não havia lógica, nesse momento, mas Doppio não quis saber nada disso. Atirando contra as pessoas que corriam dali o baixinho ainda conseguiu abater mais três que haviam titubeado. A vida é assim, um descuido e cessa sua chance. Ali em baixo, só estava Doppio e o objeto de tamanha veneração. Era um luxuoso receptáculo que, ao abrir, o atirador avistou uma espécie de fruta ou objeto que havia ali.

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Com a cor alaranjada, o objeto agora estava sobre a tutela do atirador, que guardara o que julgara ser importante, porém sem ter a mínima noção do que seria. Atrás, alguns resistentes tentavam enfrentar o pequeno. A crença era maior que seus medos, e assim, portando espadas, velhas e desgastadas, os homens bradavam para que o rapaz devolvesse o que havia pego. Eram três homens de tamanho médio para um humano. Hynno, por sua vez, persistia em seus devaneios loucos na improvisada taverna que os náufragos haviam feito para saciar seus vícios se aproveitando dos restos e bebidas que encontravam intactos no mar.

Por mais que fosse um completo pirado, sacana e sádico, Hynno não era burro, com toda certeza não. Ao olhar as possibilidades de interação, o espadachim julgou mais propício interagir com o homem que sentava ali sozinho. — O que temos aqui, um lobo solitário... — ironizou ele, falando com o homem que estava ali, próximo a ele, homem esse que manteve a postura normal que estava e, que de início ignorou o espadachim. Na mente de Hynno, o show rolava solto, o que lhe deixava animado, transparecendo levemente em seu semblante. Perguntas presunçosas poderiam gerar reações inesperadas. O que esperar do desconhecido? Hynno, desafiou sua sorte, abordando diretamente o homem. — Me diga, porque está bebendo água e sozinho aqui? — questionou rudemente o rapaz.

— Eu sou destinado a fazer isso, tudo é traçado por ele, o todo poderoso... Eu sou apenas uma marionete... — respondeu ele, dando mais um gole em sua água. Nesse momento, Hynno poderia ver que, o braço esquerdo, braço esse que o desconhecido pegava o copo de água tinha uma coloração com um tom mais escuro que o outro — que permanecia sobre a mesa e visível. — Claro — respondeu Hynno com um tom quase irônico para com a resposta do homem — Gosta de mágica? Soube que vai ter um show numa tal caverna 10, o que acha? — questionou o espadachim, tentando conseguir informações indiretamente.

Nesse momento, o homem perdeu o controle e quebrou o copo com sua mão. Os cacos de vidro haviam ferido o seu punho, mas o homem aparentava nem ligar para esse ferimento. Olhando para os pequenos cortes que haviam ali, o homem aparentava refletir sobre o que havia feito e o que teria de fazer. — Isso tudo é uma mentira que deve ser punida. Ele me ordenou a fazer isso... Não haverá show algum! — afirmou, socando a mesa, sem perceber, ao levantar. Essa ação chamara a atenção do outro grupo que estava ali.

Muitas vezes, homens vão para taverna atrás apenas de briga. Pode não ser a primeira ideia, mas a mínima fagulha pode acender o fogo máximo que eles podem causar em uma explosão de raiva. Os homens não gostavam do homem que ali estava. Isso era um motivo simples e chulo, mas que poderia muito bem iniciar uma confusão. O anão, sabendo disso, já corria para trás do balcão. Vendo o homem em pé, Hynno poderia perceber melhor que ele era alto, mais ou menos dois metros, mais que isso, podia facilmente ser julgado assim.

— Ow, do capuz! É melhor você não fazer isso de novo, ou terei que ir socar esse capuz na sua bunda até você aprender! — gritou um dos homens do quarteto, retirando gargalhadas dos demais. O encapuzado, por sua vez permaneceu calado, pensando em uma possível resposta. Calado, ele apenas socou mais uma vez a mesa, só que dessa oportunidade, a mesa se desmoronava por completo, caindo a frente de Hynno. Isso era uma provocação? Não se sabia, apenas que os homens se sentiram desafiados e ergueram-se em direção ao encapuzado.

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptyTer 26 Dez - 7:26

"Que fome da porra."
07/?? (Página 01)


Devolver? — Doppio havia achado a porra da fruta feia pra caralho, mas tava com uma fome do caralho; não comia há um tempo, e os caras ainda queriam negar uma frutinha? Vai se ferrar caralho. — Olha isso aqui ó. — Só por desaforo, enfiaria a fruta na boca e tentaria engoli-la completamente. Depois, atiraria contra os homens. Carregava consigo uma vontade fodida de não ser cortado, ainda mais por espadas velhas como aquelas. Se eliminasse todos os homens, levaria consigo uma das espadas para usar como bengala de cego no caminho. Um gênio.

Vasculharia os corpos pelo local e coletaria tudo que encontrasse, teria o trabalho de descartar itens inúteis depois. Em seguida, abandonaria o lugar; se houvesse caminho adiante, iria adiante, se não, voltaria. Independente do rumo tomado, focava-se em buscar a localização da maldita Trupe. Bando de fodido filho da puta. Vou botar no cu de todo mundo aí. Estaria com o apetite mais que aberto, tendo comido a fruta ou não; esperava encontrar uma taverna em breve, para comer e beber algo antes ou depois de botar abaixo os inimigos que eventualmente conheceria.


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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptyTer 26 Dez - 22:38


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 08 | Localização: Farol




De início, aquele homem estava mudo, não havia respondido de imediato o psicopata, mas tudo dentro dos conformes e quando havia questionado o motivo dele estar sozinho e bebendo água, o sujeito respondia algo que um crente ou um devoto diria. “Eu sou destinado a fazer isso, bla bla bla, o todo poderoso... Bla Bla Bla”. Um pouco chato, mas nada muito incomum, tirando o braço do mesmo, sua coloração era um pouco mais escura do que o normal, fazendo o espadachim se lembrar dos incêndios e das marcas que os sobreviventes ganham. Parecia com aquela. O mais engraçado era que, quando havia comentado sobre um show de mágica na tal caverna 10, o solitário parecia ter surtado, não do jeito de Hynno, mas era alguma coisa e ele não gostava. O misterioso quebrava o copo além de, fazer algumas revelações de que, não permitiria aquilo, um aliado contra a tal trupe? Novamente, ele batia, mas agora, na mesa ao se levantar. Um espetáculo.

Podia notar que, ao se levantar, o homem era mais alto, maior que o espadachim, mas não se importava muito com aquilo, mas as ações que ele havia feito, acendia algo no ambiente, até que, um homem zoava o grandão e retirando risadas dos outros e como resposta, mesmo sem falar nada, uma ação bastava. Ele quebrava aquela mesa, um fósforo acesso, virava uma tocha. A mesa quebrada, fazia os outros se levantarem, Hynno dava aquele sorriso doentio e se levantava, ia na direção do anão, levando a cadeira consigo e então, dizia ao mesmo. – Eu posso parar aquilo. Me dê três garrafas de bebida alcoólica e dois panos e eu acabo com a briga. Se o bartender entregasse o que Hynno havia pedido, o psicopata usaria duas garrafas e os dois panos como arma, duas garrafas molotov e deixaria numa mesa. A terceira garrafa, seria algo diferente. Procuraria cortar uma perna da cadeira, rapidamente e sem bagunça e quando fizesse aquilo, molharia parte dela, a parte de cima, com o líquido da terceira garrafa e então, começaria: Pegaria um fósforo e acenderia a perna da cadeira, uma tocha praticamente e com o fogo que a mesma produzia, colocava nos panos também, tudo pronto, faltava apenas o lançamento. Com uma mão segurando a tocha improvisada, a outra segurava a terceira garrafa e jogava na direção dos “valentões”, os que iam atacar o solitário. Se fosse preciso para ter uma melhor precisão, se aproximaria um pouco e então, lançaria e em seguida, a “tocha”. Com sua aceleração e agilidade, pegaria os dois molotovs e jogaria nos encapuzados restantes com exceção do lobo solitário.

Esperava que aquilo acabasse com eles ou com alguns e afugentasse os outros, mas não se importaria de lutar com os que sobrevivessem ou não fugissem. Se isto irritasse alguém e viessem para cima de Draguren, o espadachim sacaria sua espada e executaria sua técnica “Peão Peãozinho” retilineamente nos futuros defuntos mais próximos, no pescoço deles e avançaria na direção dos mais próximos logo em seguida, mirando no mesmo local, para completar a técnica. No final de Peão Peãozinho, se o clima tivesse acabado, diria para o solitário, enquanto caminhava para a saída. – Vem comigo, vamos pensar em algo. Se notasse que alguém estivesse vivo, algum dos encapuzados, diria para o grandão. – Pega aquele para mim, traga-o inconsciente. Diria, apontando para o suposto vivo. **O que vai fazer com ele?** Hynno sorria, ainda com a espada empunhada. – Vou me divertir, como eu queria me divertir com a Pollyana, mas não naquele sentido. E por fim, sairia da taverna e ficaria do lado de fora, esperando por eles.

Do lado de fora, se o solitário trouxesse o sobrevivente, apontaria a espada para ele e se ele já estivesse acordado diria, mas se não, esperaria ele voltar a ter consciência e diria: – Me diga, sujeito, conhece a trupe? Se ele não soubesse, fincaria sua espada no meio do peito dele e então, diria, enquanto levava suas mãos nos olhos dele. – Que pena, adeus. E por fim, tentaria arrancar os olhos do sobrevivente com as mãos nuas, usando seu polegar e indicador como pinças, sem escrúpulos. Jogaria os olhos dele para longe e com o sangue, procuraria escrever numa parede próxima a ele. “Gostaria de não ver o que eu vi” e por fim, pilharia o defunto e procuraria o caminho para a tal caverna 10, com a espada de volta na bainha. Se o mesmo soubesse de algo sobre a trupe, escutaria tudo o que o mesmo diria e repetiria o mesmo processo de “tortura” e por fim, procuraria o caminho para a tal caverna 10, junto com o solitário, isto é, se ele decidisse acompanha-lo.

Se o anão não lhe entregasse o que havia pedido, suspiraria e diria: - Bem, vai ter mais sangue do que teria... Diria de um jeito que pudesse manipula-lo a dar o que havia pedido, se desse certo, executaria o mesmo processo do início, isto é, se ele não hesitasse ou negasse a demanda do psicótico. Se mesmo assim, ele se recusasse, Hynno procuraria por perto, o que queria, garrafas, no máximo três e dois panos, se conseguisse, faria duas delas de molotov, quebraria uma perna de uma cadeira rapidamente e sem fazer um estardalhaço, molharia a parte de cima dela e com um fósforo, acenderia o mesmo e acenderia a tocha improvisada e então, acenderia os panos dos molotov. Com a simples garrafa, lançaria na direção dos inimigos, isto é, os que queriam algo contra o solitário e em seguida, jogaria a tocha e por fim, os molotovs e em seguida, executaria sua técnica “Peão Peãozinho” da mesma maneira do que no início, retilineamente e mirando no pescoço dos oponentes mais próximos.

Se houvesse sobrevivente, buscaria interroga-lo ali mesmo, fincando sua espada no olho direito dele, pelo menos, torcia que aquilo deixasse seu refém vivo. – Me diga, o que sabe sobre a tal trupe? Se ele não soubesse ou, tivesse morrido com aquele golpe, Hynno daria de ombros e perfuraria o outro olho do mesmo e partiria para o próximo sobrevivente, executando as mesmas ações e falas, até mesmo em quem soubesse sobre a trupe e no final, pilharia todos os mortos e diria: - O que os olhos não veem, o coração não sente. Com aquela fala, a plateia começava a rir, pois tinha sentido, todos os questionados haviam sido perfurados nos dois olhos. O psicopata repartiria o dinheiro coletado, metade para o anão, metade para si. – Vamos na tal caverna 10, lobo solitário. Por fim, sairia da taverna, procurando o local que teria o show da trupe. Se não tivesse garrafas por perto, correria na direção dos encapuzados e executaria sua técnica Peão Peãozinho retilineamente e visando o pescoço deles e assim que a primeira parte fosse executada, a segunda seria na direção dos outros oponentes com exceção do lobo solitário.

Em qualquer um dos casos, após executar sua técnica, ainda estivessem vivos e dispostos para lutar, o espadachim ficaria na defensiva, na espera da ofensiva deles. Se o atacante usasse uma arma branca e o ataque dele fosse uma estocada, o piromaníaco procuraria saltar para o lado mais livre que pudesse e com a mão esquerda, procuraria segurar o braço que estivesse segurando a arma e então, o lunático com a espada, procuraria uma estocada no meio do peito do oponente e em seguida, soltaria o braço do rapaz e retiraria a espada, puxando pela bainha e no mesmo instante, tentaria um corte na horizontal no pescoço dele.

Se ele se esquivasse da estocada, jogando seu corpo para algum lado, Hynno com sua agilidade, não perderia tempo e avançaria, ainda segurando o braço dele e tentaria um corte na diagonal, da esquerda para a direita e de cima para baixo na direção da cabeça dele. Se ele escapasse do golpe no pescoço, isto é, se agachando, não terminaria o movimento, botaria a lâmina para baixo e tentaria fincar no meio da cabeça dele, como se fosse uma reverência. Se ao invés de se agachar, o inimigo se afastasse, Hynno com sua corrida e aceleração, avançaria rapidamente e retornaria o movimento na mesma direção. Se por alguma razão, ele bloqueasse o golpe na horizontal, seja da primeira ou da segunda, o pirata se agacharia rapidamente e durante o agachamento, daria um giro, com a espada na horizontal, focando os joelhos do rapaz, se conseguisse dividi-los, seria melhor, mas se não, não tinha problema.

Se ao invés de ser uma estocada, fosse um golpe na horizontal, o espadachim procuraria dar um salto para trás e assim que pisasse no chão novamente, daria uma investida e agachado e assim que, estivesse numa distância boa, procuraria dar uma estocada no pescoço do oponente e se fosse um sucesso, procuraria fazer um movimento para a direita com a espada, rasgando ainda mais o pescoço dele. Se ele se esquivasse da estocada para os lados, Hynno procuraria saltar naquela direção e faria um corte na diagonal, de baixo para cima, visando o pescoço do inimigo.

Se fosse um na vertical, Hynno procuraria desviar para os lados e então, procuraria descrever um arco no cotovelo que segurava a arma dele, na intenção de cortar o braço dele e logo após, avançaria rapidamente e tentaria uma estocada no meio da testa dele. Agora, se fosse um golpe na diagonal, o piromaníaco procuraria bloquear, botando a espada na direção oposta, formando assim, um “X” e então, procuraria forçar aquilo e assim que uma brecha fosse achada, com tudo que tinha, avançaria contra ele e então, numa distância razoável, tentaria um corte na horizontal, na direção dos olhos do oponente e se fosse um sucesso, assim que o movimento acabasse, retornaria com o mesmo movimento e por fim, daria um Seiken no nariz dele. Se ele se esquivasse do golpe nos olhos, se agachando, procuraria um corte na diagonal o mais rápido possível, no meio do rosto dele. Se fosse para os lados, apenas saltaria para aquele lado e continuaria o movimento.

Agora, se não fosse arma branca e sim arma de fogo, assim que notasse que ele pegaria algo, jogaria sua espada na direção do pescoço do oponente e pegaria duas garrafas, caso ele não tivesse sido atingido pela espada, jogaria as duas, tal ação seria quase logo após o lançamento da arma, apenas por precaução. A primeira, seria no rosto do adversário e a segunda, no joelho esquerdo dele. Se após a luta, todos estivessem mortos, pilharia o corpo de todos e dividiria o dinheiro com o anão. – Problema resolvido. E então, caminharia até a porta e fitaria o solitário. – O lobo solitário, me acompanha até a caverna 10. Por fim, sairia, buscando o local do show, embainhando novamente sua espada na bainha, mas, se houvesse algum sobrevivente, cortaria as mãos do sujeito e perguntaria. – Me diga, o que sabe sobre a trupe? Se ele soubesse alguma coisa, escutaria até o final e então, abriria o estômago dele e retiraria suas tripas, onde amarraria envolta da cabeça dele e com as mãos do mesmo nas orelhas, como o famoso quadro: O Grito. Faria a mesma coisa, se ele não soubesse. Repetiria o processo de pergunta e ação, para todos que tivessem sobrevivido.



Peão Peãozinho:
 

Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

Spoiler:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptySex 29 Dez - 7:08

ReiDelas.
A afronta fomentou a atitude impensada do Diabrete. A mordida na fruta significaria muito mais do que apenas sentir o seu desprezível gosto tomar conta do seu paladar e enchia os seus olhos de lágrimas por ser tarda demais para cuspir. Não só um gosto ruim, sim o pior gosto do mundo.

Comer ia além de desafiar aquele trio; Doppio acabava de vender sua alma. A polpa com um gosto horrível escorreu por sua garganta e, com ela, uma sensação completamente nova tomou conta dos seus sentidos. Ele não podia dizer ao certo o que era, nem o porquê de estar se sentindo assim apenas por comer uma fruta-exótica pode, entretanto os outros três participantes do ritual de venda da alma ao diabo testemunharam tamanha afronta e enlouqueceram.

O primeiro atirou-se ao chão, em prantos. Ele não conseguia lidar com aquilo, nem mesmo conseguia erguer as mãos aos céus para pedir perdão ao seu deus para que perdoasse a ignorância da criança que não tinha pleno saber dos seus atos. Embora o segundo tivesse conseguido, pouco depois do terceiro começar uma corrida ensandecida em direção do garoto e tentando arrancar de dentro da boca de Doppio a fruta e tentar da sua maneira reconstituir o imaculado deus. O segundo correu atrás, embora parasse ao lado do primeiro que caia de joelhos antes de fazer qualquer coisa e percebera que tinha corrido até ali para não passar de um espectador.

Durante a investida, o pirata tentou se defender, contudo o gosto da fruta parecia ter anuviado suas vistas com as lágrimas – ou ele não tinha mirado o bastante – e todas as munições que a sua pistola cuspiu parou em algum lugar que não um corpo humano. Atirou até que o cão estalou sem disparar nenhuma munição, despejando uma saraivada à lugar algum e deixando sua garrucha completamente ineficaz contra a tríade de fanáticos.

– Devolva! – gritou o observador, tentando animar o outro que já tinha desistido de lutar contra a realidade: a fruta não havia de voltar; seu deus estava morte.

– Não! – Bradou, em alto e bom tom, deixando escapar as primeiras lágrimas. – Ele não pode estar morto! – deixou seus braços caírem, deitando seus olhos e abaixando sua cabeça. – Deus... Deus morreu?

– Morre?! – O primeiro deles voltou a si. Levantando seu rosto e mostrando que ele havia esfolado sua face com suas próprias unhas, fazendo seu rosto algo semelhante a representação de um choro de sangue. – Não! Não, n’Ele não há falha... se ele comeu a fruta... ele... ele é Ele! –

OverLord.
– Você pode parar o quê? – Replicou o anão, com sua voz fina, enquanto virando o rosto para o estranho visitante da inaplicável pequena aldeia numa caverna. – Ata, você quer parar aquilo? Deixa ele... espera, você quer parar o cara e vem me pedir um material claramente incendiário? – o anão, boquiaberto, franziu o cenho. Aumentando o tom de voz quando notou o quanto era incabível alguém sugerir por fogo em seu estabelecimento para parar um cara que quebrou uma mesa: – Espera, espera. Deixe-me ver se eu entendi: por uma mesa, você acha que eu vou te dar um material para que você ateie fogo no MEU bar? – a raiva na voz aumentava conforme ele ia notando o quanto aquilo era inacreditável em todas as esferas possíveis e imagináveis. – De verdade, eu não sei se eu sou o idiota ou se você é imbecil...

O raro espécime ouviu a ameaça do pirata esquizofrênico, embora não expressasse qualquer reação senão pena do maluco e do quanto ele parecia cada vez mais próximo de uma camisa de força. O pequenino atendente olho Draguren Hynno de cima a baixo, julgando se ele tinha dinheiro para estar ali, se ele iria mesmo comprar algo, ou se só estava ao sabor das oportunidades de conseguir fama naquele lugar desgraçado. Como o Piromaníaco parecia não ter dinheiro, o anão bamboleou até o simulacro de um bar que ele tinha em cima do balcão. Muito semelhante a um bar de verdade no tamanho que um anão poderia se sentir em casa, mesmo que tivesse sido moldado por um homem sem o dom da carpintaria e muita coisa estava torta ou extremamente malfeita.

Com a negligência dos objetos que poriam fogo no bar, Hynno, atacou. Usou de um dos seus melhores golpes para transmutar o aconchego do bar no meio de uma caverna em uma carnificina. O espadachim com sua espada em punho girou, com toda a certeza do mundo ele iria matar o seu pequeno oponente. À bem da verdade, ele girou, com sua espada, mas apenas no começo. Logo antes do um quarto de volta, sentiu sua mão leve demais, contudo o movimento não poderia ser parado até que ele completasse uma volta. No fim do giro, ele sentiu a presença do homem-encapuzado à sua retaguarda. De sobressaltou voltou suas vistas para ele e vislumbrou a sua espada parada no ar presa por uma pinça que ele havia feito para que ele pudesse desarmar o incendiário. Isto somado ao anão vivo, demonstrava que alguém havia o desarmando antes que ele pudesse acertá-lo. Ou ele estava ficando maluco.

– Perdão pelos meus maus modos – balbuciou, com sua voz grave e empostada –, mas não posso deixar que mate meu amiguinho. O Todo Poderoso odeia mortes injustas. O fardo dos que matão injustamente é largo e pesado, e dos que se omitem também. Eu odeio mortes injustas. Sabe o que eu também odeio? Eu sou odeio, odeio, odeio artistas. Você é um artista? Acho que não... bem, de qualquer forma, se você deseja dançar uma justa: faça-o comigo, entretanto alerto que você perderá a chance de ir ao show vivo – ladrou a penúltima palavra e atirou a espada em direção a porta e a viu fincar, ondular de um lado para o outro e abrir a porta, como se o convidasse para se retirar dali se ele fosse apenas agredir como um bárbaro qualquer um no lugar de buscar beber da vingança contra a trupe.
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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptySex 29 Dez - 16:27

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"Que fome da porra."
09/?? (Página 01)


Cês tão de sacanagem né camaradas? — A cara estava meio azulada de enjoo e eu segurava a maldita ânsia como um cão segura seu osso mais saboroso. Nada acontecia, e a partir daí, pude voltar a ficar de cara com tudo. — Que mané Deus, irmão. — Cuspi no chão, bem na frente deles. Um escarro grosso e com cascas amarelas e algo que já fora um pedaço de caule. Caralho, muito melhor. Parei por um tempo, processando a situação DO CARALHO que tudo tinha virado. Três boçais diante de mim me venerando como um Deus.

Eu matei sim a porra do seu Deus. — Meu corpo e mente sentiam algo indescritível; bizarro. No entanto, nesse solo duro e miserável, devo ser tão duro quanto. Há muito não me vêm à mente, filho de uma puta fodida. Eu o via neles; de certa forma. Sua face fraca e falha, venerando algo ou alguém cuja existência não se sustenta — Strange. Sei que meu corpo está tremendo e tendo calafrios; parece que sou claustrofóbico. Hah, que irônico; naqueles dias em Wars Island, foi d'um espaço fechado que obtive meu triunfo. Um pouco controverso, claro.E tomei seu maldito lugar; tenho o poder dele; É nojento agir como se acreditasse. mas sou o teu nêmesis. — Recarregaria a pistola, com calma. Não tinha sequer capacidade de fazer coisas com pressa agora.

Limpem esses cus e vão encontrar uma maldita dignidade, porra. — Cuspiria em suas faces. Medíocres covardes. — Quando o fizerem, terão sua redenção. — Aquilo me deu uma maldita ideia. Puta, que, pariu, cara. Primeiramente, saquearia os corpos mortos em busca de dinheiro ou fósforos. Se não encontrasse, procuraria por alguma vela acesa e tomaria posse dela, enlaçando a haste de parafina com os dedinhos da canhota. Faria meu caminho até fora daquela caverna, lutando contra sensações desconhecidas e totalmente novas; lutando como sempre fiz, indo adiante e superando o que me contrariava. Se conseguisse, passaria entre os homens e voltaria pelo caminho que fizera antes, rumo à sala onde os túneis se encontravam. No escuro ou em qualquer lugar que estivesse, os pensamentos devaneariam a partir da visão humilhante dos fiéis. Não. Repulsa estampada em nariz retorcido, olhos revirados e tsc. Não serão os miseráveis e covardes. Um puta sorriso de filme, quando o vilão bola um plano foda.

O intuito era reagrupar com Hynno; o maldito lunático estava machucado, e ter viajado sozinho pelas galerias de breu não dera frutos. Como capitão, era meu dever. Ser capitão é uma merda. Com a vela em mãos ou qualquer outra coisa para iluminar, seguiria pelo trajeto que o próprio comparsa tinha citado que seguiria. Por cada ambiente que passasse, procuraria com os olhos pela figura do Piromaníaco; encontrado, iria ter com ele, sem ignorar todos os arredores do estabelecimento ou sala. Se chegasse a ouvir o tal fanático, tsc bem alto, um sinal de reprovação. Toda a cena aconteceria como se eu chegasse perto de Hynno com tudo rolando, parasse do seu lado e conversasse normalmente com ele, como num passeio.

Porra, cara! Todo mundo nesse lugar é maluco?! Tudo fanático, já não bastassem uns caras que eu achei lá atrás que veneravam a porcaria de uma FRUTA! Cê acredita? — Depois de alguns segundos, fingiria que acabara de reparar na presença ilustre do desconhecido. Erguendo o olhar até ele. — É, eu também odeio artistas, principalmente mágicos, essas porras de desaparecer são um lixo, puta merda. — Olho em Hynno, olho no cara, olho em Hynno, olho no cara. Cara fechada, tipo "tá me estranhando?"

Algo errado aqui, seu padre? — Discretinho na cintura, um trio de dedinhos; polegar e indicador formavam um círculo e o médio, anelar e mindinho ficavam simplesmente juntos. Se o cara olhasse, daria um tiro em seu rosto, mirando rápido pela possível pouca distância. Se não olhasse, mudaria o gesto pro clássico dedo do meio e guardaria a mão. — Se cê tiver a porra de uma decência, dá licença. Tem gente pra nós acharmos nessa porra, sem perda de tempo com testemunha de eu sei lá. — Tentaria sair dali em busca de algo ou alguém que parecesse suspeito de conhecer a tal Trupe. Qualquer menção à ela me faria parar e fazer uma expressão de "sou todo ouvidos" com o rosto.


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Última edição por ReiDelas em Sex 29 Dez - 17:05, editado 2 vez(es) (Razão : Correção do N de posts)
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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptySex 29 Dez - 18:29


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
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Para a infelicidade do psicopata, aquele anão não lhe entregava o material necessário, na verdade, era mais esperto do que aparentava. Não podia medir sua altura e comparar com seu cérebro, mas, até Uvogin poderia unir o pedido do espadachim e associar o pedido com prática incendiária e quando percebeu que o anão era mediano, sorria de canto com aquilo. Estava chateado, queria botar fogo naquilo, mas havia cometido um erro crucial que era: Pedir. Era pirata, conhecido como “O Piromaníaco”, era só tomar, piratas não pedem, tomam, a mesma coisa se aplicava para ladrões, eles não compram, eles roubam. O nanico, não o Doppio, mas o cara do bar, parecia estar com raiva com a ideia do pirata em incendiar o local em troca de deter o lobo solitário, até fazia uma pergunta, só não sabia se era uma retórica ou queria que respondesse. – Eu acho que você é idiota e eu sou imbecil. Por via das dúvidas, respondia o anão.

O lobo solitário impedia o psicopata de acabar o golpe e matar o anão, segurando sua espada no ar e fazendo o lunático voltar sua atenção para ele, não era fraco, para segurar a espada no ar sem esforço algum e sem nenhum arranhão. Ele não deixaria que Hynno matasse o anão e além disto, ele começava a falar da forma crente dele e que o tal “Todo poderoso” não gostava de morte injusta e sobre o tal fardo, Draguren não sentia nenhum e bem capaz que, nunca sentiria. De repente, ele dizia que odiava artistas e perguntava para o Piromaníaco se ele era artista, mas ao contrário do que rolou com o anão, ele próprio respondia à pergunta, fazendo Hynno sorrir com aquilo. **Qual o problema dele?** Questionava alguém da plateia para o espadachim, que dava de ombros e respondia, como um cochicho. - Não sei, mas é engraçado. Era ousado, chamava o espadachim para uma “dança justa”, mas Hynno sabia que não teria chance contra este rapaz, apenas negava com a cabeça, recusando a proposta e notando o lobo solitário lançar a espada e a mesma fincar na porta e então, aquilo abria a porta, um convite para a retirada? **Talvez**

Se apenas ficasse ele e o lobo solitário, caminharia até a porta e retiraria a arma de lá, retornando a mesma para a bainha. – Então, vamos ver o show? Logo após a pergunta, caminharia na busca da tal caverna 10, com o lobo solitária o seguindo ou não e se, no caminho topasse com Doppio, diria. – Pelo jeito, não foi sequestrado. Agora, vamos para a tal caverna 10, me falaram que eles vão fazer um show lá. E então, procuraria a caverna 10 e buscaria ficar longe do local de apresentação, ficaria escorado numa parede, próximo à última fileira. – Qual o seu nome, lobo solitário? Questionaria o encapuzado, não que se importasse com ele, pois mais cedo ou mais tarde, iria morrer pelas mãos ou espada de alguém.

Agora, se do nada, o nanico, desta vez, o atirador, surgisse como se fosse nada, o espadachim olharia para o nanico e escutava o que ele tinha para falar, uma fruta? Retardados reverenciando a fruta? – É, realmente, existe louco para tudo. Dizia o louco, para o outro louco. Ele também respondia o lobo solitário, mas não se importava com aquilo, deixaria os dois conversarem, enquanto ia rapidamente para a porta recuperar a sua espada e faze-la retornar para a bainha, num movimento rápido, segurando a arma pelo cabo e a fazendo deslizar pela bainha. Se ele realizasse o tiro e aquilo atingisse e acabasse com o lobo solitário, diria para Doppio. – Vamos procurar pela caverna 10, nanico. Me falaram que a trupe fará um show lá. E com isso, caminharia para fora da caverna, com sua mão direita repousando no pomo da espada, caminharia em busca da tal caverna.

Se de repente, ele desviasse do tiro, bateria palmas e diria. – Ótimo. Doppio este é o lobo solitário, lobo solitário, este é Doppio. Agora, vamos para a caverna 10. Com o término de sua fala, giraria os calcanhares e sairia daquela taverna, com sua mão direita repousando no Pomo da espada, enquanto procurava a direção do local do show. Ficaria atento nas pessoas, nas conversas para ver se, conseguia pescar algo sobre a Trupe, onde, se escutasse algo sobre eles, fitaria o atirador e apontaria discretamente para a direção da conversa sobre a trupe.

Se tudo fosse resolvido “pacificamente”, isto é, sem disparos, sem luta entre Pannacotta e o encapuzado, seguiria o nanico, mas antes, diria para o lobo solitário. – Vem conosco, se busca parar o show deles.. E então, seguiria o nanico, seguraria com a mão direita, o cabo de sua espada velha, encontrada no corpo vazio de Ambrosio e durante o caminho, perguntaria ao encapuzado. – Qual o seu nome, lobo solitário? Enquanto buscava a localização da caverna 10 e da tal trupe, precisaria recuperar os tesouros do velho e trazer a cabeça do líder para o mesmo velho para que, pudéssemos prosseguir pela Grand Line, mas o que era necessário? Só descobriria isto se, conseguisse o que ele havia pedido.




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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptyTer 2 Jan - 18:00

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Os menos emocionados rezavam uma ladainha em uma língua estranha, o pior deles apenas caia aos prantos. Doppio, indiferente à comoção, despejou sua troça naqueles idiotas, tolos por um dia pensar que ele iria ser deus de lugar algum. Aos sete ventos o Diabrete declamou seu deicídio, com seu palpável desprezo e uma escarrada precedente ao ato. Pilhou os corpos que havia abatido e fugiu; a situação remetia uma persona non grata, era muito melhor fugir enquanto os malucos ainda não a perseguiam.

Notou, na pilhagem, que algo estranho ocorria: as moedas escapavam dos seus dedos, às vezes de sua própria palma da mão, deixando uma borda roxa, depois um rastro da mesma car e quicando no chão como se sua mão fosse intangível. Embora ele sim conseguisse catar as moedas, boa parte delas fugiam deixando um barulho tão caricato que o atirador podia pensar que estava vivendo um desenho animado, tornando o trabalho árduo demais para juntar um punhado de dinheiro que não havia de ter relevância. Quem sabe não fosse o tremor das recordações de um passado que ele não desejava remeter, porventura a pressa que tinha para sair dali, no fim, pouco importa descobrir o que havia de errado.

E então, o Diabrete regressou ao breu munido apenas da vontade de não estar mais ali.

O retorno foi notoriamente mais difícil. O feixe de luz no longínquo lugar onde a caverna se dividia em cinco caminhos, iluminava o regresso e mostrava ao pequeno atirador onde ele deveria seguir, evitando que ele se perdesse. Não obstante, o caminho pareceu mais árduo, como se ele estivesse andando em um terreno pantanoso, seu pé atravesse o chão e voltasse à base de muito esforço muscular para buscar um solo mais estável no próximo passo. Uma ou duas vezes, sentiu uma das pernas ser engolida até o joelho. Naquele instante, temeu adentrar por completo ao solo da caverna e nunca mais voltar.

Em todos os momentos, o mesmo som típico de sucção e expulsão se repetia, ecoando pelas paredes da caverna toda vez que ele tinha o azar de pisar no local errado. Parecia azar, mas o caminho de ida tinha diferido tanto daquilo que ele quase teve certeza de que estava mais uma vez envolto no ébrio valsar ilusório da Trupe. Ou só estava mesmo tomando o caminho errado.

Com dificuldade, vadeou pela caverna, atingindo a parte que seus bons olhos já conseguiam identificar luz e observou nos seus pés a falta da lama. Outrora, naquele instante, pouco importava se ele estava ou não alucinando: Hynno estava em algum lugar e estava machucado, seu capitão iria ao seu resgate.

Ambos.
Doppio irrompeu a porta antes que seu amigo maluco iniciasse uma justa fada ao fracasso. A rápida interação entre os piratas precedeu um chamamento contra o homem de capuz.

– Errado? Não, nada, nada de errado. – meneou com a cabeça, olhando para o Diabrete. Viu sua arma em punho. Preparou para defender-se do tiro eminente, espalmando a mão em frente ao rosto e cortou o ar. O som que Doppio ouviu quando a tentava furtar as moedas dos membros do culto se repetiu. Do outro lado o homem-de-capuz esperava voltar com a munição presa entre os seu dedo indicador e o médio, após seu movimento, contudo nada tinha acontecido de verdade. Os dois se entreolharam, e o ruivo bradou em alto e bom tom: – Admita, pivete, você com toda a certeza é um artista! Como fez isso? Sua arma não existe e você apenas está brincando comigo? – esmurrou a bancada que separava os clientes dos armários lotados de garrafas cheias de álcool consumível. Um rombo foi aberto; a choupana estremeceu: – pela graça do meu bom Deus, se você for um membro da trupe juro por todos os santos que porei fim a sua vida!

Com toda aquela encenação, Hynno no auge de sua maluquice achou que o homem havia evadido o disparo. Cedeu uma salva de palmas e apresentou os dois. Ambos tentaram se retirar do bar e só Doppio sofre um estorvo durante sua ato: uma mão pesada puxou-o de volta para onde estava: –Não ouviu moleque? Estou falando com você!

Sem seu parceiro, o Piromaníaco podia partir, embora parte da sua estratagema para descobrir como achar a Trupe envolvia a ajuda do pequeno atirador.

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptyTer 2 Jan - 22:12


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A aparição do Nanico parecia tornar aquilo um pouco pior, com sua intenção de atirar no sujeito e o lobo solitário pretendia defender aquilo ou desviar, era incrível, parecia que o encapuzado havia se esquivado daquilo, era inacreditável, não conseguia descrever direito o que havia rolado. – Que incrível! Exclamava a plateia, o louco apenas sorria perante aquilo, concordando com a cabeça. Mas, o problema ainda estava por vir, o lobo solitário agora parecia encanado com Doppio e aquela coisa incrível que ele havia feito, questionando o próprio sobre ele ser um artista e botando novamente, seu Deus no meio e como já havia notado algo, ele tinha alguma coisa contra a trupe. Um Tsc era soltado por Hynno, enquanto caminhava na direção dos dois, poderia simplesmente sair do bar e procurar a tal caverna 10, mas não, precisava resolver aquilo primeiro. Doppio Pannacotta iria me devolver o favor. Ao se aproximar de ambos, Hynno sacava sua espada e apontava para o encapuzado. – Vamos parar com a maluquice, que tal? Dizia, com seu sorriso psicótico.

Encararia o lobo solitário por alguns segundos, não tinha a intenção de ataca-lo, precisava resolver o negócio com a trupe no momento. – Bem, primeiramente, somos um grupo, na verdade, uma dupla mais um tritão. Não somos a tal trupe, buscamos eles e recuperar o tesouro do velho lá do farol e levar a cabeça do líder para ele. Solta o nanico e venha conosco, pois eu sei onde eles vão estar provavelmente e depois de terminarmos nossos assuntos não resolvidos com a trupe, a gente segue nosso caminho. O que acha? Lobo solitário. Após explanar a sua ideia, o espadachim abaixaria sua espada e a embainharia novamente, esperando que seu discurso fosse pelo menos um sucesso. Caminhava na direção da porta, abrindo-a totalmente. – Vamos lá, mãos na massa! Para a caverna 10, teremos um espetáculo lá.

E então, procuraria se dirigir para o local do espetáculo, com sua mão direita no cabo de sua espada, precisaria tomar cuidado por onde andava naquele local, poderia esbarrar em qualquer guerreiro da justiça ou um caçador ou um pirata que quisesse atacar outra pessoa, seu único objetivo era encontrar o local do show, identificar a trupe, pega-los, recuperar o ouro e encontrar o velho. O que ocorreria no meio e no fim, não se importava, mas, seria daora se, tudo pegasse fogo. Tudo bem, tudo era ser otimista demais, mas, pessoas e um local, poderia, pelo menos. Ao encontrar a tal caverna 10, o pirata procuraria adentrar e ficar nos fundos, apenas analisaria o terreno e os sujeitos que compunham a trupe.

Se não encontrasse o local e Doppio e o lobo solitário tivesse vindo junto, perguntaria para o encapuzado: - Ei, lobo solitário, sabe como chegar na caverna 10? Se o homem soubesse, sinalizaria para ele ir na frente, segurar as rédeas enquanto que, Draguren, iria logo atrás e ao chegar no local, buscaria ficar nos fundos, analisando o terreno e as pessoas. Se o lobo solitário não soubesse, abordaria as pessoas e perguntaria a localização da caverna 10, repetiria o processo até alguém responder e dar uma localização do local, não agradeceria nem nada, apenas começaria a caminhar na direção dada pela pessoa, onde, ao chegar no local, faria a mesma coisa, nos fundos, observando o ambiente enquanto esboçava seu sorriso rotineiro.








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PARA O AVALIADOR:
 

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2

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Última edição por OverLord em Qua 3 Jan - 1:19, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptyTer 2 Jan - 23:41

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10/?? | 2 Páginas | Alguma caverna no farol



Que merda é essa?! Suava. Não sabia que merda tava passando comigo; num instante, afundava até os joelhos em algo que não sabia sequer descrever, mas era abaixo do chão. As moedas que trouxe comigo fizeram seus caminhos por entre meus dedos mesmo estando eles tão unidos que pareciam um só; quando caíram pela palma da mão e a tonalidade púrpura nasceu por onde o dinheiro "escoou", comecei a ponderar a respeito Parece... Segui caminho, sofrendo cada intempérie e aguentando-as com a resiliência d'um bisão.

| Na taverna |

Se não fosse a menção à Trupe, eu teria me virado e tentado atirar novamente e à queima roupa, mas me contive; as cinco letras prenderam minha atenção como frangos assados fazem com cães de rua famintos. Claro, não fiquei com a expressão besta de um cachorro. Me virei, com a cara emburrada de criança expressando minha seriedade de uma forma não muito clara. — Irônico vindo de você, Hynno. — Caçoaria da primeira fala de Draguren, sem tirar os olhos do encapuzado. — E não ouse macular a porra do meu nome associando-o à essa maldita Trupe; fomos vítimas de seus truques quando chegamos e nela daremos a merda de um fim. — Apesar de estar carrancudo com relação ao recém conhecido, pus minha sensatez em prática pela primeira vez há tempos; me senti esquisito, como se estivesse crescendo. Me parece que esse cara não nutre apreço por eles também. Deixei que Hynno fizesse por mim o trabalho de convencê-lo a nos ajudar. Bem mais fácil. Não tirei dele o olho, daquele com o capuz. — Não sei explicar o que quer saber; não entendo o que fiz ou por que aconteceu. Não me encha com perguntas assim novamente, tsc.

A tensão repentina tirou de minha cabeça os pensamentos sobre os recentes acontecimentos; me retive e abandonei qualquer intenção de ataque, focando-me em organizar cada ideia que carregasse dentro da cabeça infantil. É como se as coisas me atravessassem. Como se eu não fosse sólido. Chamaram-me Deus, veneravam a fruta; teria ela despertado poderes que já carregava comigo? Não. É como se... ela tivesse me dado poder só por comê-la. Muito difícil de acreditar e processar, mas consegui fazê-lo; parecia fazer sentido, era a única explicação plausível. No exterior, caso concordassem todos em seguir para a tal caverna onde a trupe supostamente estaria, seguiria em alerta completo.

Aí, do capuz. — Eu sabia que devia a ele um maldito pedido de desculpas; se eu não fosse eu, estaria me sentindo culpado. Quis dar uma risadinha mas não o fiz; perguntei-o algo. — Sabe algo sobre frutas mágicas? — Nem sequer o olhei nos olhos. — Ou sei lá, "divinas"; vi uns caras adorando uma como se fosse uma imagem d'um santo desses que cê adora. — Se soubesse me responder, ouviria sua explicação atentamente, continuando o trajeto.

De toda forma, queria testar minha própria tese. Carreguei a arma ainda no anonimato que as roupas escuras provinham. Apenas seguiria aqueles que soubessem onde era a tal caverna, e seria no sinal de qualquer ameaça que tentaria pôr a prova o que havia cogitado; não sabia como poderia "invocar" esses poderes mais uma vez, então, pus-me a lembrar como estava minha mente quando as moedas caíram, quando afundei no chão até os joelhos e todo o resto. Soltei um "hmm" enquanto o fazia, falhei. Não me lembrava. Que merda, merda! Mordi o lábio inferior; um sinal de raiva advinda da falha de agora. Mas claro, não me dei por vencido; iria fazer com que acontecesse de acordo com minha vontade.

Inicialmente, tentaria respirar de um jeito que trouxesse calma ao corpo mas não o tirasse de alerta; lenta, densa e pesada. Criativo que só, pus-me a devanear sobre como minha mão há pouco fora ignorada pelos objetos que segurava com tanto apreço. Era como se não estivesse ali de verdade; punho firme à pistola e a sensação fria e confortante do aço que tanto conhecia e trabalhara com durante os anos como ferreiro. Ocuparia a mente com essas ideias, como se, dentro de minha cabeça, jogasse dentro de uma lareira, punhados e mais punhados de lenha, ordenadamente; deles, o fogo surgiria. O culminar, o ápice.

Tentaria sacar a pistola discretamente (apenas tirando-a do bolso e deixando ao lado da perna, no caso de fazer isso sem haver alguma ameaça iminente), jogando na lareira um dos últimos tocos de madeira; ignoraria tudo aquilo que estivesse entre a mão armada e a própria arma, tentando trazê-la à tona atravessando o tecido que, sem essa habilidade me obrigaria a realizar um movimento muito maior e abrir mais minha guarda. Se obtivesse êxito, tentaria repetir o movimento para guardá-la novamente. No caso de realizar o "experimento" num momento de necessidade, onde houvesse perigo, tentaria já puxar a pistola em posição de atacar, ou seja, mirando o ou os inimigos. — Parem ou morrerão. Se falhasse, em qualquer um dos casos, repetiria o processo até obter êxito ou algum sinal de melhora. No caso de falhar ante ao perigo, buscaria sacá-la normalmente para render quem o(s) ameaçasse.

Na hipótese de chegar à caverna dez, seria o último a chegar à entrada, fazendo-o o mais sutilmente possível, usando os cantos da entrada para me "esconder" e analisar o lugar com os olhos astutos e atentos em busca de locais estratégicos, membros da própria trupe, caso o cara do capuz conheça algum e nos diga como ele é, quantos espectadores estariam presentes, equipamentos utilizados e até mesmo do que eram feitas as mobílias do lugar.


Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 3 EmptyQui 11 Jan - 11:48

Mau Presságio



Trupe Corvinata
O ambiente dentro do bar parecia ter caído 10º, com as recentes falas do encapuzado e as ações deste junto de Doppio, tudo sendo causadas por um mal-entendido entre os dois, por conta do estranho poder que rondava as ações do baixinho, que fora confundido com um ilusionismo por parte do outro, deixando-o cego de raiva. Tentando apaziguar a grande chance de uma luta que poderia vir a ocorrer no local, Hynno logo sacou sua espada e se pronunciou. - Vamos parar com a maluquice, que tal? – Com tal fala, Doppio rapidamente retrucou. - Irônico vindo de você, Hynno. – Caçoou o pequeno diabrete, antes de explodir em fúria, esta direcionada ao encapuzado. - E não ouse macular a porra do meu nome associando-o à essa maldita Trupe; fomos vítimas de seus truques quando chegamos e nela daremos a merda de um fim. – Gritou para o lobo solitário, que enraivecido, começou a mostrar seus dentes, da mesma forma que um cachorro furioso.

- Bem, primeiramente, somos um grupo, na verdade, uma dupla mais um tritão. Não somos a tal trupe, buscamos eles e recuperar o tesouro do velho lá do farol e levar a cabeça do líder para ele. Solta o nanico e venha conosco, pois eu sei onde eles vão estar provavelmente e depois de terminarmos nossos assuntos não resolvidos com a trupe, a gente segue nosso caminho. O que acha? Lobo solitário. – Voltou a se pronunciar o Draguren, antes que uma nova confusão ocorresse, pois o homem esta furioso, mas esta diminuiu um pouco ao escutar o argumento dito por Hynno. - Não sei explicar o que quer saber; não entendo o que fiz ou por que aconteceu. Não me encha com perguntas assim novamente, tsc. – Disse o Pannacotta, aproveitando a brecha que lhe foi dada após a fala de seu parceiro.

- Agora que parei para pensar, vocês não me parecem ser o que eu ouvi sobre a trupe mesmo. – Analisou o encapuzado (Hmm...), que logo retomou sua fala. - Esse seu ilusionismo que despertou minha fúria – Disse olhando para Doppio, que estava pensativo desde que terminara sua fala anteriormente, mas logo despertou, com uma nova pergunta para o grandalhão. - Aí, do capuz. Sabe algo sobre frutas mágicas? – A face do lobo solitário se contorceu ao escutar a palavra “mágica”, mas logo depois se tornou duvidosa, demonstrando não entender o que lhe fora perguntado. - Ou sei lá, "divinas"; vi uns caras adorando uma como se fosse uma imagem d'um santo desses que cê adora. – Tornou a falar o diabrete, vendo que o outro não entendera sua pergunta, mas inesperadamente, ao olhar a face do encapuzado, uma fúria ainda maior do que a que anteriormente fora direcionada ao pequeno, estava estampada sobre o rosto deste. - Não ouse falar destes hereges perto de mim, e compará-los a mim é imperdoável. Eu jamais diria que Deus está num objeto, ainda mais em um tão simples quanto uma fruta. Isso é fruta do Diabo. – Proferiu o lobo solitário, arfando ao terminar sua declaração.

Já do lado de fora do bar, Hynno estava caminhando para onde achava ser o local correto, quando se deu conta de que os outros dois ainda estavam no bar. - Vamos lá, mãos na massa! Para a caverna 10, teremos um espetáculo lá. – Disse Draguren, voltando para a entrada do bar, e vendo o encapuzado olhando para Doppio intensamente, enquanto este fazia algumas tentativas de mexer com sua nova habilidade, tentando passar sua arma através do bolso de sua calça, tendo algumas tentativas com sucesso e outras falhadas, mas atualmente, não o controle que tinha de tal habilidade não lhe era prática e muito menos suficiente para ser utilizada em batalha. Os dois despertaram ao ouvir a fala de piromaníaco, e se dirigiram a porta do bar, e seguiram em frente, até chegar ao local onde os dois piratas se dividiram, onde havia 5 entradas para se seguir, e neste momento, sem saber qual era a correta, o espadachim perguntou ao encapuzado. - Ei, lobo solitário, sabe como chegar na caverna 10? – O grandalhão olhou para este com confiança e logo lhe disse. - Sei sim, mas pare de me chamar dessa forma, meu nome é Edik. – Anunciou o homem, se dirigindo para o caminho mais à esquerda.

O caminho até a caverna demorou bons minutos, estes que Doppio aproveitou para continuar o manejo de sua habilidade, da mesma forma, tentado passar sua arma através de sua roupa, somente parando quando enfim chegara à caverna, coisa que não foi nada difícil de identificar, pois dois motivos, o primeiro era a algazarra que vinha de dentro desta, e segundo o tamanho, era uma imponente caverna, de 15 metros de altura e 20 de comprimento. Na entrada, uma porta foi improvisada, de forma que o espaço não fosse aberto, a única entrada, ficava exatamente no centro do espaço.

Adentrando o local, de cara deram com uma ótima iluminação, todos dentro do espaço proposto pela caverna poderiam se ver sem dificuldade alguma, mas em sobreposição, uma forte luz branca chamava atenção de todos ali, e indicavam três pontos diferentes, onde havia dois homens e duas mulheres, todos estavam sobre um palco. No local mais à esquerda havia um homem em pé, e este fazia truques com diversas cartas, no lado direito do palco, havia um outro homem, este estava envolto em uma névoa estranha, e com esta névoa, ele formava diversos objetos, e até animais, e no centro, haviam duas mulheres, estas realizavam uma dança sensual, onde as duas se enroscavam entre si, fazendo os homens presentes no local irem à loucura, e só não invadiam o palco por conta de três seguranças que guardavam o palco. Por sorte, Edik não fez nenhuma loucura quando entrou, e então o trio de homens sentou-se em uma mesa que ficava no canto esquerdo da caverna e bem ao fundo, quase encostada na parede. - O que faremos agora? Espero que não demorem, pois meu sangue está fervendo para matar esses malditos artistas. – Anunciou o encapuzado, olhando com seriedade para a dupla de piratas.

NPCs:
 

Legendas:
Hynno
Doppio
Edik

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