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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Mau presságio

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MensagemAssunto: Mau presságio   Mau presságio - Página 18 EmptyTer 21 Nov 2017, 17:42

Relembrando a primeira mensagem :

Mau presságio

Aqui ocorrerá a aventura do(a)s Piratas Draguren Hynno e Doppio Pannacotta. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: [color=#00688B][/color]   Mau presságio - Página 18 EmptySab 12 Maio 2018, 16:44

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Dei de ombros ao ouvir a notícia de MacOtter. — Esse é o Piromaníaco. É por isso que me separo dele quando tenho que resolver coisa importante, haha. — Realmente estava despreocupado com a morte de MacOtter por agora; esses dois em minha frente pareciam muito mais interessantes.

Logo fora da estalagem, notei que eles também sabiam de minha akuma. Olhos em Berthuls. O maldito disse algo? Nah... Não tinha certeza e por fim, me limitei a manter o sorriso e continuar seguindo-os, até chegarmos no local destinado.

|---------|

Por enquanto sim. — Não consegui tirar meus olhos dela. Respondi seco, sem tom ou vida. Só a simples resposta automática. Meu foco estava em Dina Stoa. Meus dois olhos lúgubres a fitavam. Sua cicatriz e seu olho cego me eram belos demais. Essa é a ex-namorada do maldito Steve, pelo jeito. Não consegui piscar. Ela e todos os outros notariam isso.

Ignorei o comentário de Berthuls, sem tirar os olhos da cicatriz, visivelmente maravilhado. Ela é forte. Ainda podia desenrolar o olhar por seus cabelos ruivos, pelo que fazia com as mãos no corpo de Ste--. Putz.Desculpe por isso aí. — Sinalizei a virilha de Steve, ciente de que fazê-lo eunuco fora ordem minha.

Meu jeito de falar com mulheres especificas me traía. Primeiro, Erza em Wars Island, e agora, Dina Stoa. A diferença é que Erza foi o mais próximo que tive d'uma mãe. Dina Stoa é singular, é surreal, é...

Não me importo de tê-lo matado antes de você. — Disse. Realmente tava cagando e andando pra sua urgência em matar seu ex ela mesma. Mais alguns passos pra frente, bem próximo dela, para que pudesse ver todas as cicatrizes aparentes em meu rosto e pescoço também. Inclinaria-me, oferecendo-a a mão de um jeito nada elegante.

Seus malditos aliados de merda ainda tão soltos pela sua ilha. — Olho-a nos olhos, tão profundamente que pareço estar lhe invadindo a alma de forma serena, quieta e sincera, sem ameaça. — Vamos foder eles no cu, todos eles, pelo que fizeram a vocês e a mim. — Meu coração palpitou pra caralho; sabia que aquele era o momento. Sussurrei. — Sua cicatriz... É linda pra caralho. — E voltei a me reclinar para trás até estar reto novamente. A mão ainda estendida para que ela pegasse, e se o fizesse, conduziria-a até que ficasse de pé. Se ela fosse mais alta que eu...

Talvez eu me apaixonasse.



Calculo de gasto de Energia: 100 – 5 – 15 - 5 + 10 = 85 + 15 = 100 - 5 + 10 - 10 - 5 - 20 + 40 - 10 +10 - 5 + 5 - 10 + 10 = 100




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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 18 EmptyDom 13 Maio 2018, 01:21


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
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Quando retornava para a estalagem, para preparar molotovs para fazer o que sabia fazer de melhor, Hynno notava o tritão e o peixe, novamente, eram levados por dois homens, parecia que era um loop de antes, agora com Doppio também. Mas não iria perder tempo com aquilo, da última vez, havia botado fogo na cabana e matado o cara que iria nos ajudar. A direção que eles iam, era a mesma direção de Fragiem, qualquer coisa, poderia ir para aquele lado também. O seu fogo agora estava mais baixo, em alguns minutos, aquilo se apagaria e então, entrava na estalagem, estava vazia, aos poucos, as pessoas que passavam por lá, limpavam a bagunça de Doppio e então, Hynno havia adquirido as duas garrafas, mas, os panos estava sendo uma dificuldade para achar, mas quando havia encontrado um local, estavam encharcados de sangue, eram inúteis para o psicopata, aquilo era horrível. Alguns eram usados no cara de antes e em seguida, mais notícias de poucos panos, mais corpos vinham, furados, capaz de ser obra de Pannacotta. Aquela estalagem era inútil sem panos, por isso, precisava seguir em frente, com as duas garrafas nas mãos, sairia do local, visando o encontro com Doppio e Berthuls, desta vez, não botaria fogo no local.

Enviaria Poe adiante, na direção da qual eles haviam ido, na direção de Fragiem. A missão de Poe era encontrar a localização deles, Hynno apenas se limitaria a seguir naquela direção e seu corvo. Poe além de guia, iria chamar a atenção do estabelecimento, ele era o mau presságio ou então, o mensageiro. Caso a dupla encontrasse o local que eles estavam, bateria na porta, seria educado, a batida seria com seu cotovelo esquerdo e esperava que eles abrissem a porta. Se Poe tivesse chegado antes e transmitido algo para eles e aqueles dois homens estivessem esperando o psicopata, o espadachim entraria no local e ficaria na sua. Se precisasse se identificar, faria a apresentação para eles, seu nome e que era colega de Doppio e do tritão.

Em qualquer caso, se estivesse lá dentro e notasse o corpo de Steve lá, iria sorrir e então, diria: - Menos um. E por fim, olharia para os desconhecidos, todos desconhecidos por Hynno, mas Berthuls e Doppio estavam lá, provavelmente seriam aliados. – Adivinha quem encontrou o usuário da doninha e o cozinheiro? Eles estão bem do lado da estalagem e aparentemente, só os dois estão naquela casa. Tirando esses dois e o morto, três deles estão sem paradeiros: Louis, Rory e Daniel. Se alguém questionasse o motivo das duas garrafas, o espadachim fitaria e responderia: - Eu estava procurando panos também, eu iria tacar na casa, só que, panos parecem estar em falta na estalagem e está chuva não ajudaria no meu plano. Logo, decidi seguir o caminho que vocês haviam feito, para ver o plano de vocês.. Olharia para a garota com aquela cicatriz, parecia estar cega de um olho, provavelmente, deveria ser a mulher que Steve havia comentado durante a viagem.

Caso a dupla não encontrasse o local que eles estavam, Hynno apenas retornaria com Edgar para o escritório de Fragiem e diria para o coelho e as duas garotas: - Encontrei dois deles, perto da estalagem. Também vi Doppio e Berthuls com dois homens, eles haviam saído da estalagem, mas não consegui encontra-los... E ficaria por lá mesmo, sem ter o que fazer, ficaria fora da chuva, esperava que aquilo passasse logo, pois seu plano era usado a favor do tempo bom, aquele sem chuva, onde o fogo seria bem mais aproveitado do que chovendo. – O que pretende fazer agora? A plateia retornava para mais um diálogo. – Esperar..




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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 18 EmptySeg 14 Maio 2018, 01:18

Narração

Clima: Chovendo
Local: Ilha Aracne
Hora: 23:20


Diabrete

Apesar de seus planos anteriores, o pequeno diabrete demonstrou seu desinteresse com a possível morte de MacOtter, já sabia que algo do tipo poderia ocorrer vindo do piromaníaco.

Acabou então, entrando em um pequeno templo, onde conheceu uma mulher com uma cicatriz em seu rosto, uma conversa rápida ocorreu entre ela e os dois homens, o pirata deduzia que a mesma era a ex de Steve que não morrera. — Outros? Você só matou o Steve? - Ouviu a mesma perguntando para ele, o pirata respondeu de forma automática sem retirar seus olhos dela. — Por enquanto sim. - O mesmo a encarava de forma tão óbvia que chegava a deixá-la desconfortável. Ao olhar bem para toda a situação, acabou lembrando que suas ordens deixaram Steve eunuco. — Desculpe por isso aí. - Falou apontando para a virilha do cadáver.

A mesma olhou para baixo e falou rápido, até com raiva. - Isso não importa caramba. Se você matou só Steve temos que pensar rápido em o que fazer. Daniel provavelmente ficara louco quando ouvir a notícia. Se é que já não ouviu... - Ela estava claramente pensando bastante na situação, o olho se movimentava para todos os lados pensando no que fazer.

Foi então que foi possível ouvir um corvo por perto, mas o diabrete ignorou, se aproximou da mulher enquanto falava. — Não me importo de tê-lo matado antes de você. - Falou já completamente próximo dela. Então continuou, olhando nos olhos dela, de forma clara e calma enquanto alguém batia na porta. — Seus malditos aliados de merda ainda tão soltos pela sua ilha. - Não ouvindo a porta se abrindo atrás de si de tão concentrado que estava na ruiva a sua frente, acabou falando mais. — Vamos foder eles no cu, todos eles, pelo que fizeram a vocês e a mim. - Não contente com só falar isso, ainda sussurrou para a mesma. — Sua cicatriz... É linda pra caralho.


Piromaníaco

Que perda de tempo a procura por panos naquela maldita estalagem. Todos pareciam cobertos de sangue, provavelmente alguma obra do diabrete. Saindo da estalagem com duas garrafas de bebida e sem nenhum pano para fazer seu molotov. Acabou voltando para a chuva onde mandou seu corvo ir voando na direção que o tritão e o diabrete andaram antes para tentar encontrar ambos. Não faria a burrada de sair tacando fogo novamente no local.

Após alguns instantes conseguiu então achar o local, bateu na porta e a viu abrindo. Quando entrou viu o diabrete oferecendo ajuda para uma mulher entrar ao mesmo tempo em que falava. — Vamos foder eles no cu, todos eles, pelo que fizeram a vocês e a mim.


Ambos

A moça acabou se levantando e assim foi perceptível que ela era uns bons dez centímetros mais alta que o diabrete. O piromaníaco então notando o corpo do Steve no chão, após toda aquela bizarra cena que vira de Doppio, acabou comentando. - Menos um. - Um dos homens que ali estava acabou perguntando. - Pela reação, devo supor que você é amigo destes dois. - Assim o piromaníaco acabou se apresentando. E ouviu a apresentação dos outros três, o homem que havia falado se identificava como Gerald, o outro como Ricard e a menina como Dina.

Assim, Hynno concluindo as apresentações e percebendo que ali provavelmente planejavam matar os caçadores, começou a contar suas informações. – Adivinha quem encontrou o usuário da doninha e o cozinheiro? Eles estão bem do lado da estalagem e aparentemente, só os dois estão naquela casa. Tirando esses dois e o morto, três deles estão sem paradeiros: Louis, Rory e Daniel.

- Bom... como você disse. - Falou o homem olhando para Dina. - Com Steve morto eles acabaram se separando pelo visto.

- Sim... eles só seguiam Steve por o acharem inteligente. - Falou ela soltando a mão do diabrete e olhando para o cadáver do Steve, acabou pisando na cara dele. - Ainda não aceito que eu não o matei... - Parecia que lágrimas iam surgir de novo em seus olhos, mas não foi o que aconteceu, assim continuou falando. - Não havia muita lealdade, era mais algo como: "vou lucrar mais ficando com ele". O único que deve ter ficado realmente com raiva da morte dele é o Daniel.

- E se eles se separaram... por que estes dois que ele citou ainda estão juntos?

- Amigos de infância... bom, não sei se só amigos.

- Essas garrafas... eram para criar um incêndio onde desta vez Hynno?

- Eu estava procurando panos também, eu iria tacar na casa, só que, panos parecem estar em falta na estalagem e está chuva não ajudaria no meu plano. Logo, decidi seguir o caminho que vocês haviam feito, para ver o plano de vocês.

- Não sai tacando fogo em casas... na verdade... não era nem para aqueles dois estarem dentro de uma nesse momento. Como será que conseguiram isso?


Caçadores:
 

"Aliados Temporários":
 

Aliados:
 

Ferimentos:
 

Ganhos e Perdas:
 

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MensagemAssunto: [color=#00688B][/color]   Mau presságio - Página 18 EmptySeg 14 Maio 2018, 15:43

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Tch. — Dei de ombros e notei, por fim, a chegada do Piromaníaco. Acenei para ele positivamente com a cabeça. Era bom saber que o aliado estava em bom estado pra me ajudar. Voltei a atenção aos dois homens que me guiaram até ali. — Temos tempo para nos preparar, caso pretendam se juntar pra fazer alguma merda. — Como bom homem guiado apenas pelo meu próprio interesse, prossegui.

Por isso, preciso que falemos de negócios exatamente agora. — Saquei as duas armas, apontadas para baixo. — Preciso vender essas belezinhas o quanto antes. E preciso do dinheiro pra forjar novas. — Descarreguei ambas e indiquei que pegassem-as nas mãos. Meu olhar era sério, e não só pelo dinheiro como também pela batalha iminente contra um outro "akumado" e um usuário de Haki. — A pistola — Silentia — vale um milhão e meio; conta com um supressor interno, reduzindo o som do tiro significativamente. A tecnologia é rústica, mas funcional. Pente de oito balas. — Depois, Carniceria iria adiante. — Carniceria é uma mais peculiar. Alterna entre tiro único, rajada (três tiros por clique no gatilho) e tiro contínuo. A trava é por pressão. Pente de trinta balas. — Pensei por um segundo.

Quatro milhões pelas duas, e lhe pago um milhão pra "lançar" meu nome no mercado. Armas sob encomenda, em larga escala ou não. Falamos sobre isso depois. Três milhões, por fim? — Eu falei de um jeito muito descarado, parando todo o momento de diálogo sobre inimigos para lançar uma dessa. Eu tava sério. Aceitaria pelo menos dois milhões e meio pelas duas, tirando a valor da proposta extra; mas pechincharia o máximo que conseguisse. Caso entrássemos num acordo, acrescentaria. — Preciso que me diga onde encontro o melhor profissional de mecânica da ilha. — Sempre fui muito direto; se me dissesse, seguiria até ele e pagaria por um "intensivo" de Mecânica ou um manual.

Por fim. — Cês tem uma maldita ferraria que eu possa usar, certo? — Questionaria. Se sim, pediria que me guiasse até ela através do mapa. Esgueirei os olhos até Hynno, devorando-lhe uma das garrafas com o olhar. — Vai usar as duas garrafas mesmo? Acho que tenho uma ideia melhor pra uma delas. — Pediria com uma mão que me desse uma das garrafas e partiria para uma possível ferraria.





Calculo de gasto de Energia: 100 – 5 – 15 - 5 + 10 = 85 + 15 = 100 - 5 + 10 - 10 - 5 - 20 + 40 - 10 +10 - 5 + 5 - 10 + 10 = 100




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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 18 EmptyTer 15 Maio 2018, 00:56


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Na chuva, acompanhava seu corvo naquela direção e quando estava perto da casa, batia na mesma e a porta se abria, podia escutar Doppio comentando algo, mas Hynno apenas ignorava aquela fala do nanico e adentrava com Poe. Após toda a apresentação e a informação soltada pelo psicopata, parecia que o homem de cabelo branco e a garota já haviam pensado naquilo, de que, se Steve estivesse morto, todos iriam se separar. Bate papo de um lado para o outro e foi quando Berthuls questionava sobre as garrafas e logo era respondido pelo piromaníaco, Ricard dizia algo moral, como que não deveria sair tacando fogo e terminava sua frase com o questionamento de como aqueles dois haviam conseguido entrar em uma casa. Pelo jeito, aqueles caçadores não eram bem-vindos, realmente. Também havia a tentativa de negociar as armas de Doppio por dinheiro, vindo do diabrete, mas não era interessante. Por alguma razão, o nanico pedia uma das garrafas do pirata, que então, fitava seu companheiro e entregaria a da mão direita: - Eu realmente espero que você tenha uma ideia melhor que a minha..

Olharia para aqueles três e diria sua ideia: - Se só aqueles dois estão juntos, significa que os outros três podem estar separados, na pior das hipóteses, estão em trio. Podemos caçar eles um por um.. Expunha a ideia para eles, era uma excelente ideia, o único problema eram três, mas um já estava morto, o outro estava literalmente do lado e o terceiro, sem paradeiro. Queria ver como estava o navio, mas não poderia ir solo e também, se lembrava de que, quando havia ido antes, estava sem luz. – Quando eu fui para o porto, agora pouco, estava tudo apagado, sem luz. Tanto o local quanto as residências.. Gostaria de ir ver a embarcação deles, pois provavelmente as nossas coisas estão lá e alguém deles deve estar vigiando.. Não sei se vocês sabem, mas o de trapos, Daniel ou Rory, tem uma espécie de poder chamado Haki. Tirando ele, só o Gregory me preocupa..

Seu plano era ir no navio, ver se suas coisas estavam lá, mas como antes estava um breu total, não conseguiria avançar sem saber o que tinha adiante. – O que acham de nos dividirmos? Um grupo vai até o navio, o outro enfrenta os dois do lado.. Se não me engano, o navio deles não deve estar em condições de viajar, isto é, se eles ainda não tiveram chances de arrumar.. O plano era dividir o poder, enquanto uma parte ia até os dois do lado, a outra iria até a peste negra, onde, se estivessem lá, dois embates simultâneos iriam ocorrer em locais diferentes. Se o navio estivesse desocupado, poderia recuperar de boas todas as coisas que haviam pego da dupla. Provavelmente, eles iriam optar em esperar o retorno de Doppio, para avançar alguma coisa. – Vamos agora, Hynno. Apressava a plateia para Hynno, que apenas fitava ela, que na verdade, era o nada, e respondia: - Espera, vamos esperar a decisão deles.. Se eles quisessem ir até a embarcação dos caçadores, Hynno diria que poderia mostrar o caminho e, de maneira furtiva, com seu corvo no ombro, iria até o peste negra, mas não se aproximaria, apenas ficaria numa posição, onde pudesse ver o navio e quem estivesse nele, mas, ao chegar próximo do ponto, mandaria o corvo para lá, uma análise do local e do navio, como antes. Se a situação do local estivesse a mesma de antes, alertaria quem tivesse vindo com o psicopata: - Falei, tudo escuro..




Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 18 EmptyTer 15 Maio 2018, 19:42

Narração

Clima: Chovendo do lado de fora da construção, a chuva parece aumentar.
Local: Ilha Aracne
Hora: 23:35


Ambos

— Tch. Temos tempo para nos preparar, caso pretendam se juntar pra fazer alguma merda. - Falou o diabrete após todas as informações terem sido contadas. A moça já estando mais a vontade começara a arrastar o corpo de Steve para algum local mais ao canto, Ricard a ajudou. O piromaníaco percebeu que a hora não podia ser melhor, seu braço havia ficado completamente bom, só faltando seu olho agora.

— Por isso, preciso que falemos de negócios exatamente agora. — Falou o diabrete sacando suas armas, ambas apontadas para baixo. — Preciso vender essas belezinhas o quanto antes. E preciso do dinheiro pra forjar novas. — O olhar sério dele fez Dina sorrir enquanto o diabrete explicava os preços que cobraria pelas armas. Ela parecia se divertir com a situação como um todo ao ver Gerald pegando as armas já que Ricard a ajudava com o corpo de Steve. Quando o diabrete terminou de falar os preços, ainda continuou falando sobre o que queria desta vez. — Quatro milhões pelas duas, e lhe pago um milhão pra "lançar" meu nome no mercado. Armas sob encomenda, em larga escala ou não. Falamos sobre isso depois. Três milhões, por fim? — Gerald olhou sério para ele e analisou as armas por um tempo.

- Quatro milhões por ambas, sendo que a pistola quer um milhão e meio... ou seja, você quer dois milhões e meio nesta. - Falou o mesmo olhando bem para a Carniceira. - Interessante a sua lógica com preço. Essa aqui até pode valer uns dois milhões e duzentos... talvez trezentos se você for no comprador certo. Mas essa sua pistola não valeria um milhão e meio nunca. - Falou ele olhando bem para Silentia. - Não comentamos antes, mas... digamos que temos contato com pessoas que matam outras escondidas... mesmo com o silenciador duvido muito que alguém, mesmo neste ramo, pagasse mais de seiscentos mil nela. - Gerald pediu então a opinião de Ricard sobre as armas. Dina então fazia alguma coisa com o corpo de Steve, o cheiro de sangue no recinto começou a ser mais presente. Quando Ricard terminou de observar as armas, comentou. - Realmente... dois milhões e novecentos mil seria o máximo que pagaríamos nelas. Se te interessar ainda, poderíamos te dar um milhão e novecentos mil por elas. - O diabrete, ouvindo a nova proposta, ainda perguntou. — Preciso que me diga onde encontro o melhor profissional de mecânica da ilha. — Ricard parou por um tempo pensando. — Se você não o tiver matado na estalagem, ele provavelmente estará dormindo mais próximo do porto que é onde fica sua loja, não sei se ele estava ajudando a apagar o incêndio quando você atacou. - O diabrete pensou por um tempo e acabou aceitando a proposta. - Bom... vamos indo então? Você não vai encontrar aquele local sozinho. - Encaminhando-se para a saída, o diabrete pediu uma garrafa de bebida para o piromaníaco que aceitou entregar a mesma.

O piromaníaco, vendo que a negociação por parte do diabrete acabara, decidira começar sua própria movimentação e isso fez com que Ricard parasse enquanto o outro pirata falava suas informações. - Se só aqueles dois estão juntos, significa que os outros três podem estar separados, na pior das hipóteses, estão em trio. Podemos caçar eles um por um.. - A primeira pessoa a responder foi a única mulher presente, enquanto se levantava e jogava um pacote para o piromaníaco. Era a cabeça de Steve envolta em pano. - Se eles já se separaram, provavelmente Daniel está no navio e ele não vai sair enquanto não matar aquele ali... - Informou apontando para o diabrete, assim o piromaníaco ouvindo a informação continuou falando algumas informações. – Quando eu fui para o porto, agora pouco, estava tudo apagado, sem luz. Tanto o local quanto as residências.. Gostaria de ir ver a embarcação deles, pois provavelmente as nossas coisas estão lá e alguém deles deve estar vigiando.. Não sei se vocês sabem, mas o de trapos, Daniel ou Rory, tem uma espécie de poder chamado Haki. Tirando ele, só o Gregory me preocupa.. - A mulher então parou um pouco para pensar e respondeu depois de decidida. - Se eles já se separaram, provavelmente dividiram os itens que eram de vocês. E o "homem de trapos" se chama Daniel, é provavelmente o mais perigoso deles, apesar que você está falando que o Gregory comeu uma akuma, provavelmente isso foi recente. E você pode usar isso aí contra Daniel. - Falou apontando para a cabeça de Steve. - Se ele ficar muito nervoso ele acaba lutando pior. - Ouvindo o que o pirata havia dito antes e raciocinando até então, Ricard pensou rápido. - Quando você fala itens, você quer dizer dinheiro provavelmente não é? Afinal, armas ainda estão com vocês e ele está vendendo as armas dele para conseguir uma nova depois... - Falou apontando para o diabrete. - Será que... provavelmente... será que aqueles dois pagaram uma fortuna para serem aceitos na casa de algum morador? - A pergunta não era direcionada aos piratas e sim ao outro homem da ilha. - Se for muito dinheiro, provavelmente. É uma boa justificativa para terem ignorado as ordens da ilha.

Ouvindo as informações. O piromaníaco fez seu plano e falou rápido. – O que acham de nos dividirmos? Um grupo vai até o navio, o outro enfrenta os dois do lado.. Se não me engano, o navio deles não deve estar em condições de viajar, isto é, se eles ainda não tiveram chances de arrumar.. - A moça acabou rindo. - Daniel que pode arrumar o barco e ele simplesmente não vai arrumar e ir embora desta ilha sem a cabeça daquele nanico ali como disse antes. - Já Ricard foi rápido e grosseiro. - E não nos confunda com vocês, bárbaros que saem matando por aí sem pensar direito, nós ordenamos a matança, não participamos dela. - Apesar da fala, era perceptível para ambos os piratas que o velho estava emanando uma aura de força naquele momento. - E vocês chegaram em um péssimo momento para a ilha, apesar de darem sorte de Dina estar bancando a morte dos caçadores... então nossos... contatos... teriam que fazer o serviço de qualquer forma. Consigo contactar um homem para ir trabalhar com vocês. Ele é bom no que faz, mas não sei se conseguirá cuidar deste tal Daniel ou Gregory que vocês tanto comentam. Decida se quer ir para o navio ou para aqueles dois antes e envio a ordem para ele.

-Bom, para isso não é necessária a nossa presença. Você quer ir para o ferreiro não é? Vamos indo de uma vez. - Falou Ricard com o diabrete e assim ambos saíram, o tritão olhando bem para a situação, comentou sobre ir com o diabrete já que Hynno teria o apoio do tal assassino.


Diabrete

Andaram bem rápido apesar de toda a chuva que estava ocorrendo. Ricard parecia tão habituado a ilha que poderia andar de olhos fechados. - Não estou com seu dinheiro agora, enquanto você faz sua negociação com o ferreiro, o nome dele é José, vou falar que você tem um crédito de 1 milhão e novecentos mil, se você passar desse valor com ele, você que acerte com ele.

O homem parou na porta do ferreiro e bateu bem forte na porta várias vezes para certificar-se que o homem acordaria lá dentro apesar do barulho da chuva. O diabrete acabou perguntando pensando em seus planos futuros. — Cês tem uma maldita ferraria que eu possa usar, certo? - Ricard olhou para ele enquanto a porta ia se abrindo. - É seu dia de sorte, José aqui tem isso também. - O homem que abrira a porta era bem velho, talvez até mais velho que o próprio Ricard. Ele coçava os olhos, espantando o sono. - O que vocês querem? - O diabrete acabou explicando que queria aprender mecânica e o homem, irritado com o fato de terem o acordado no meio da noite para tal, aceitou ensinar se fosse pago. O que o próprio Ricard falou sobre pagar depois dado a dívida que tinha com eles naquele momento. José no entanto cobrou dois milhões de berries, assim Ricard disse que pagaria o um milhão e novecentos mil depois, além do próprio diabrete ter que desembolsar cem mil para tal. Com isso, o diabrete e o tritão, que não havia falado nada, entraram. Onde o diabrete teve todo seu ensino sobre mecânica realizado.


Caçadores:
 

"Aliados Temporários":
 

Aliados:
 

Ferimentos:
 

Ganhos e Perdas:
 

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 18 EmptyQua 16 Maio 2018, 02:36


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Soltava sua ideia de pegar eles um por um, Dina, a mulher com cicatriz então se levantava e lhe lançava a cabeça de Steve enrolada num pano e segundo a mesma, Daniel não iria descansar até arrancar a cabeça de Doppio. Poderia usar o nanico como isca, para atrair o trapo. O psicopata dialogava com Dina, pelo menos, recebia algumas informações do tipo: Gregory virou akumado recentemente e se, mostrasse a cabeça de Steve para Daniel, o mesmo ficaria pior na luta, se ficasse nervoso. A cabeça do ex capitão dele poderia ser útil e então, Ricard entrava na conversa, perguntando para Hynno, se os tais itens era se referindo ao dinheiro, até falava sobre Doppio e a venda da arma, Draguren apenas assentia com a cabeça para o velho. O próximo notava que não era para ele e sim, para Gerald, mas Ricard estava com um ponto em questão interessante. Os desgraçados dividiram o dinheiro e pagaram o dono daquela casa ao lado para ficarem lá e pelo jeito, parecia ser algo contra as regras da ilha. – Morte aos traidores? Soltava rapidamente para Gerald, uma cutucada.

A missão agora não era só ir até o navio, pegar o dinheiro e sair, se eles realmente dividiram a grana, teria que mata-los, pegar dos bolsos deles e de quem eles teriam pagado para alguma coisa. No seu pensamento, vinha ideias para matar os caçadores, só que era interrompido pelo tom grosseiro de Ricard, chamando a dupla de bárbaros, não tirava razão dele, mas, agir nos fundos não parecia ser divertido, colocar a mão na massa era melhor, podia sentir a adrenalina, a tensão, o pavor e, dando ordens, não sentiria nada, pois seria outra pessoa que teria feito o serviço. Hynno com a mão direita, segurava a cabeça de Steve e respondia Gerald: - Eu vou para o navio, mas, vou passar no escritório de um médico chamado Fragiem, o resto do meu grupo está lá, talvez duas pessoas estejam boas o suficiente para se juntar a nós. Avisa o Doppio, que tome conta dos dois que estão aqui do lado. Sairia então, fechando a porta, com seu corvo no ombro, iria até Fragiem e lá, explicaria as coisas: - Nós vamos acabar com eles agora, quem estiver bem o suficiente para lutar, podem vir comigo.

E então, começaria a se dirigir para fora, só que antes, retiraria o pano da cabeça, revelando o que era dentro daquilo, pois, vindo de Hynno, poderia ser qualquer coisa. Deixaria amostra a cabeça do caçador, deixando o pano jogado no chão e então, caso as garotas se recusassem a ir com o psicopata ou tivessem aflita, diria, soltando um suspiro antes. – Se quiserem, podem ir ajudar o Doppio. Ele está aqui perto, ele irá cuidar com Berthuls, do Gregory e do cozinheiro, que está literalmente, do lado daquela estalagem. Este primeiro, possui uma akuma no mi do tipo zoan, uma doninha. Descreveria para as duas, os temporários, Dina, Ricard e Gerald, para caso elas esbarrassem com eles no caminho até lá. Hynno então, partia para o porto, onde ficaria na furtiva, não sabia como era o aliado, mas ficaria numa posição onde pudesse visualizar a peste negra, mandava também, Poe para uma varredura.

Se o contato do cara encontrasse com o psicopata no meio do caminho ou, já estivesse no porto, na espreita, Draguren explicaria algumas coisas como: - Na embarcação, deve estar Daniel e os outros dois, no máximo. Você cuida daqueles que você consegue, Daniel deixa comigo, até você terminar a sua parte.. Se Tobio estivesse junto, sinalizaria para o mesmo ajudar o cara e depois vir contra Daniel. Se ao chegar na furtiva, longe do porto, mas numa distância suficiente para analisar o horizonte e o aliado não estivesse chegado ainda, ficaria escondido e esperaria o retorno de Edgar e caso ele tivesse algo para falar, escutaria com atenção e se o corvo tivesse encontrado o aliado, mandaria Tobio para o local, pediria que o mink trouxesse o aliado para onde o psicopata estava. Se não tivesse na companhia de ninguém, se as meninas tivessem decidido ir para o lado de Doppio ou apenas ficar no escritório, e Tobio, não estivesse bem o suficiente, mandaria Poe para onde o cara estava com a mensagem: - Gerald, Ricard, aliado, vem. Esperaria que aquilo fosse autoexplicativo para o cara e ficaria por lá, na espera do retorno do corvo com o sujeito e logo após o retorno do corvo e da aparição do contato de Gerald, explicaria o plano, que era ele enfrentar os outros, enquanto enfrentava Daniel, se os três estivessem lá. Se apenas o homem trapo estivesse no peste negra, explicaria que precisariam coordenar os ataques e que a cabeça iria faze-lo fraquejar, iriamos conseguir aberturas para acabar com ele.

No final de tudo, ficaria escondido, na furtividade, vigiando o porto e o navio, segundo Dina, Daniel estaria no navio, mas, só sairia após matar Doppio e, como o cara era marceneiro, a embarcação provavelmente já estaria consertada, poderia pegar a peste negra após todo o embate, já que o último havia afundado com os tiros dos homens de Darius. Daniel podia ter consertado o leme, mas, a cozinha, deveria estar como estava após a explosão, toda destruída.  Faltava cinco, após matar os que faltava, poderia recuperar o dinheiro, clamar o navio para o grupo pirata e pronto, tudo estava preparado para continuar a viagem, tirando o fato da cozinha e para isso, precisaria de alguém para arrumar e, alguém para providenciar para o grupo, comida.





Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

Obs para avaliador:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 


Última edição por OverLord em Sex 18 Maio 2018, 00:26, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: [color=#00688B][/color]   Mau presságio - Página 18 EmptyQui 17 Maio 2018, 01:43

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Tsc. — Nem um pouco satisfeito e com isso estampado em meu rosto, tirei os cem mil — nota por nota — e entreguei nas mãos do velho. Sorri, como uma criança pestinha. — Vamo logo nessa merda, também não tenho o dia todo. — Disse, seguindo-o para a aula; parei no meio do caminho brevemente, me virando para Gerard. — Depois que eu matar seus inimigos pra você, falaremos sobre minha marca. Deixarei até que inspecione as irmãs caçulas dessas aí. — Me referia às armas recém-vendidas. Entrei.

Forjam-se os pilares do império

Tirei os sapatos assim que entrei na forja. Queria sentir o chão outra vez. Era frio. Tateei sem medo pois não havia incômodo na temperatura. Acendi alguns archotes com o que estava ao lado da porta e colocava-o no lugar, posteriormente;

quando a luz laranja caiu sobre o cômodo, vi alguns bons seis metros quadrados de espaço livre. Havia uma bancada no centro e demais bancadas de equipamentos posicionadas ao redor. Eram de ébano e salgueiro, madeiras escuras e levemente esverdeadas e ferro escuro. Bonito. Pensei, sereno. Pus todos os meus pertences num bom canto perto do mim e me abaixei, explorando os artigos que havia obtido no farol.
Enrolei os dedos sobre algo fino, longo e trançado minuciosamente. Puxei para fora e vi um par de cordas extremamente "apertadas" e escuras; finas de tão trançadas e apertadas, tinham cinquenta e trinta metros de comprimento. Coloquei-as ao dos meus pés e voltei ao trabalho.

Lingotes de aço, ferramentas, dois ganchos, cilindros de metal fino de vários tamanhos e um saco pequeno. Tirei tudo e coloquei sobre a bancada mais próxima, organizadamente. — Que saudade de algo assim. É meu alívio; um lembrete dos bons dias em casa, o que me mantém eu e não me faz ceder ao que vem com a matança. Juntei uma parte dos lingotes com um pequeno carrinho de mão até bem menor que eu, guiei-o pela penumbra bolorenta da forja e só parei quando estava em frente à fornalha.

Ela me olhava com aqueles olhos ardentes, exalando flâmulas ruivas como os cabelos de Dina. Não posso me dar ao luxo. Não podia perder o foco e, além disso, estava diante da mãe dos meus filhos, não deveria pensar essas coisas. Dei uma risada alta e joguei os lingotes sobre uma chapa, introduzindo-a dentro da fornalha através da portinha quadrada. Voltei à bancada.

Tomei dois lingotes mais finos em mãos e dois dos mais grossos. Um marcador pontiagudo de ferro e grafite estava na outra mão, encontrado numa gaveta da bancada do centro, para onde fui no final. — Cês vão nascer juntos nessa merda. — Ergui a mão com o marcador, sem tirar os olhos do lingote mais grosso. O suor já começava a escorrer na testa branca, saindo do cabelo. — E me darão a porra do meu império. — Percorri o lingote com a ferramenta como se desenhasse no metal; riscava-o, fazendo o esboço da arma de acordo com as melhores medidas. Todo orifício necessário também estaria demarcado, simbolizado por x.

As formas do primeiro par eram robustas e retas, espessas. Ali, impressas no aço, estavam as duas faces laterais do filho mais velho do par. Repeti o processo nas duas placas mais finas, modificando as medidas e estilo de riscos, orifícios em outros formatos e posições. As juntas dos dedos doíam quando terminei, assim como o pulso. Não dei importância e continuei o trabalho.

Fui à fornalha e chequei o aço. Quase lá. E dei meia volta. Numa das gavetas ao redor da bancada central, encontrei tiras e fitas de borracha. Tomei algumas em mãos, mais de uma dúzia. Já sobre a bancada, cortei-as de acordo com as medidas nos lingotes; algumas eram evidentemente para forrar partes das armas, outras para o interior dela.

Hmmm... — Precisava agilizar pra aproveitar o tempo; peguei na mão esquerda algumas tiras de borracha e na destra dois dos cilindros de metal. Me dirigi a um dos archotes na parede, esquentando a borracha para que pudesse colá-la como um cilindro também. Por fim, pra não queimar a mão, guardei a borracha sobre a bancada e coloquei o aço nos dentes de um alicate, beijando o fogo em seguida com ele. Quando quente o suficiente, corri até a bancada e peguei as borrachas coladas, enrolando-as ao redor do cilindro e forrando-o por dentro também. O processo se repetiria mais uma vez, seguindo sem falhas. Meus dedos estavam meio tostados pela falta de uma luva, então, me apressei e vesti um par.

Voltei até a fornalha, abrindo a porta de ferro e tirando a chapa de ferro derretido. Caminhei com ela até o par de bigornas e me armei logo de dois martelos, dos mais pesados. Dividi o aço entre as duas bigornas e me sentei entre ambas, na frente. Inicialmente, golpeava o aço escarlate sem dó alguma, murmurando palavras de ódio para ele em meio ao som do impacto. Em simultâneo, modulava metal quente nas duas bigornas, indo formando a base, a empunhadura e o esqueleto de duas pistolas;

Parei e respirei. Tô fora de forma?! Voltei ao trabalho. Para fazer o interior das coronhas, onde iria a cavidade do cartucho, introduzi uma peça de ferro verticalmente nas coronhas maciça, quando resfriasse, o retiraria. Esperei alguns minutos, tomei um pouco d'água e lavei a cara. Retornei.

O aço ainda estava laranja. Com turquesas, fisguei o material e afoguei-o em água gelada. Vapor inundou o ambiente no exato momento. Ergui em meio ao vapor branco, os dois braços; aço maciço e totalmente resfriado e temperado, nascendo no alto como deveriam. Levei o par até uma bancada no canto, de tamanho menor. Voltei aos itens obtidos no farol e peguei uma talhadeira de furação. De volta à bancada, furei os pontos específicos no aço maciço, como mandavam os lingotes. Repeti o processo, devolvi as talhadeiras e peguei machos de três tamanhos diferentes, e óleo.

Girando os machos através dos furos e embebendo o processo com óleo, rosqueei os locais onde iriam meus parafusos. Fiz o mesmo nos lingotes separados, juntando tudo que eu tinha pronto até o momento na bancada central;

haviam os pares de lingotes que eram as laterais das armas e suas bases inferiores e superiores, faltando apenas preenchê-la com os mecanismos e fechar. Além disso, haviam os dois cilindros de ferro e borracha. Pus as mãos na cintura e pensei por um tempo em algo. Peguei uma serra em algum canto e depois um dos lingotes grossos; serrei-o nas linhas anteriormente desenhadas, separando a parte que interessava e descartando os pedaços menores e desnecessários. Repeti o processo — que me custou energia dos braços, forçando as veias para fora e também o suor — nos outros três lingotes e, sem nem piscar, pus tudo na mesa e peguei os pedaços descartados.

Fui pra outra bancada, apanhando o menor martelo e a menor talhadeira que haviam. Com um alicate, esquentei o aço no fogo, pedaço por pedaço, e fui trabalhar. Os maiores pedaços seriam cilindrados para servir como tubos por onde a bala passaria e tambores pras pistolas. Martelei e talhei, dando formatos esguios para fazer parafusos, circulares para porcas e pistões. Levei tudo pra bancada principal e trouxe comigo chaves de fenda e outras ferramentas do tipo.

Limei os vértices mais agudos de todas as peças que não os admitissem e, por fim, comecei.

É a melhor parte. — Olhei para a fornalha, como se dissesse "olha que lindos, amor!" Coloquei as faces direitas lado a lado na bancada, com a "boca" virada para a minha esquerda. Em seguida, as duas bases e empunhaduras, especificamente sobre os furos onde irão os parafusos. Para segurá-la ali, coloquei parafusos nas duas extremidades das duas pistolas, e comecei a montar seu interior.

Primeiro, no cano, posicionei os cilindros com borrachas dentro dos tubos onde passariam as balas, isolando totalmente o som e dando espaço apenas pro ar e a pressão saírem, através de orifícios no tambor — para uma — e nas laterais do bico. Fixei-o dentro do da carcaça da arma. Na primeira pistola, alocaria o tambor arejado com orifícios logo na frente dos quatro pistões que iriam em seguida; para dá-los movimento, conectei-os direto ao gatilho — um pedaço de aço em meia-lua — através de molas. Na segunda, não fixei o tambor totalmente; ao redor do tubo onde passaria a bala, fixei molas que amorteceriam todo contra-impacto do tiro e converteriam em força de giro para o tambor.

Enfim, tirei as peças de metal que faziam o molde da cavidade dos cartuchos e limei. Só falt—! AH, VAI TOMAR NO CU. Sobrou espaço vazio na parte inferior, em ambas as pistolas; meu erro fez as veias já visíveis se dilatarem mais ainda, exibindo o verde-azulado que tracejava meu corpo. Olhei para todos os lados, uma reação inesperada. Olhava e não via nada, pois não procurava nada. Meus olhos passaram por bigornas, ferramentas, cordas, carvão, archotes, ganchos...

Foi aí que me lembrei deles. Voltei à bancada do canto e trouxe dela os dois pequenos ganchos e as cordas. Sabia o que fazer quando olhei pra eles. Me sentei e trabalhei no gatilho, dispensando-o da trava que o proibia de ir pra frente; com um sistema de molas secundárias, conjuguei o movimento de tiro ao de contrair molas. Limei um par de pequenos cilindros e enrolei ao redor deles as cordas;

amarrei as cordas aos ganchos e fixei os cilindros dentro do espaço vago e liguei-o às molas secundárias do gatilho, reservando o resto do espaço ao gancho de metal. Correlacionei o movimento do gatilho para frente com o de liberar a energia elástica das molas para tornar o disparo do gancho palpável. Para retrair a corda, basta fazer o movimento de tiro com o gatilho, apertando-o para trás.

Todos os órgãos dos irmãos estavam feitos, só precisava fechá-los. Assim o fiz, parafusando com chaves de fenda as laterais esquerdas ao resto das armas. Chequei se estavam firmes, não pareciam. Pus ambas sobre a bancada e apertei mais os parafusos, fiz o mesmo processo. Estavam bem fixadas.

Como acabamento, fixei borracha sobre as armas através de calor, e limei ambas de acordo com minha mão, de forma a dá-las formas que me permitissem manipulá-las ao extremo. Senti o corpo tremer. Senti fome e sede. Senti o sangue fluir e um calafrio correr-me a coluna. Não cedi e tomei-as em mãos. O peso de uma era visivelmente maior, embora não prejudicasse a empunhadura; a outra, mais leve e ágil, se movia mais rápido em minha mão, conseguia fazê-la girar ao redor dos dedos e voltar a segurá-la normalmente. Sorri e mirei-as para o teto. Puxei o gatilho. Clic. Estavam vazias.

Suas irmãs mais velhas não estarão ao meu lado daqui em diante. — Mal podia parar de piscar. Suor pingava sobre o chão. — Caberá a vocês me ajudar a construir meu sucesso daqui em diante; — No fundo, eu sabia que temporariamente. Pisquei pela última vez. — Nero — Olhei para a pistola mais robusta; — e Calígula. — e para a mais esguia.

Guardei-as nas vestes, ocultando-as lá.

Spoiler:
 
Citação :

Mas ainda faltava o toque final. O motivo pelo qual tomei a garrafa de Hynno. Reuni capsulas de latão vazias, das que sobram dos tiros que dou no decorrer do tempo, e totalizei trinta delas, postas sobre uma bancada. Intrudi os metais pequenos que sobraram, tornando-os côncavos. Para realizar a intrusão, utilizei a talhadeira mais fina e um martelo; batidas e batidas até que parecessem tubos de ensaio minúsculos e finos. Me levantei e fui até a fornalha, pegando um toco de carvão seco e apagado dum saco no canto, que estava pela metade.

Precisei medir a circunferência da espoleta para prosseguir; uma vez medidas — no olho — serrei pedacinhos de carvão circulares com o raio específico, e separei um para cada espoleta, totalizando trinta. — Esse trabalho é muito chato. — Peguei a garrafa de combustível e enchi as espoletas até certo ponto. Uma por uma, alguns mililitros, de um a trinta, até terminar a garrafa. Por fim, finalizei tapando as espoletas cheias com os círculos de carvão, e fixei tudo dentro das capsulas.

No momento que a bala fosse disparada, o carvão se acenderia, mas não por completo; quando o fogo chega ao fim do carvão, ele entra em contato com o combustível e a pressão causada pelo pouco espaço faz o metal se dilatar e explodir, levantando uma grande labareda de fogo nesse processo, além de lançar estilhaços de aço ao redor.

Enchi um cartucho, bala por bala, até totalizar as trinta, e guardei-o.

Spoiler:
 

Erguer-se-á do carvão e do fogo.

Enfim, voltaria para fora da ferraria em silêncio. Apesar de com fome e sede, priorizaria me reencontrar com Gerard, Hynno e os outros; no caminho, sacudiria Pandora discretamente, buscando uma manifestação da caixa sobre a chave relacionada a Nico.



Calculo de gasto de Energia: 100 – 5 – 15 - 5 + 10 = 85 + 15 = 100 - 5 + 10 - 10 - 5 - 20 + 40 - 10 +10 - 5 + 5 - 10 + 10 = 100




Histórico:
 

Principais objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 18 EmptyQui 17 Maio 2018, 20:16

Narração

Clima: Chovendo forte
Local: Ilha Aracne


Ambos

Apesar do descontentamento do diabrete com o valor estipulado, o mesmo acabou aceitando a situação e falou ainda mais algumas coisas para Gerald não Gerard sobre a marca que lançaria no mercado depois.

Ainda antes de sair, o diabrete conseguiria ouvir a brincadeira do piromaníaco sobre matar os que tivessem fornecido abrigo aos caçadores.


Piromaníaco

Quando os três saíram da construção. O piromaníaco acabou respondendo ao Gerald sobre como ele queria que a situação desenrolasse e para onde iria. Partindo em seguida em direção ao escritório de Fragiem.

Quando chegou, viu ambas as meninas dormindo na mesma cama, enquanto Fragiem e Tobio conversavam. - Nós vamos acabar com eles agora, quem estiver bem o suficiente para lutar, podem vir comigo.- Yoki acabou acordando, esfregou os olhos e perguntou. - Ainda estão nisso? - A voz dela deixava claro o desanimo. O piromaníaco retirou o pano do que carregava, finalmente mostrando o que era. A primeira reação foi do médico. - Eu tinha acabado de tratar ele caramba. - A segunda reação foi de Yoki rindo muito, ao mesmo tempo que Tobio ficava sem reação. - Tobio não acredita nisso! Como você fez isso tão fácil?- Perguntou surpreso vendo o bom estado do piromaníaco. A jovem Yoki então intrometeu-se. - Quem se importa, ele ta morto, teve o que mereceu. - Ela estava rindo com aquela cabeça, era perceptível como a menina ficava mais leve com a situação, como se um trauma tivesse acabado de sumir milagrosamente. - Daniel se importa. Tobio quer saber então com quem vamos lutar? Daniel agora é perigoso. - Então Yoki completou a situação olhando para a cabeça, até fazendo um gesto de querer segurá-la. - Primeiro a cabeça de baixo, agora a cabeça de cima. Vocês homem vivem perdendo a cabeça mesmo por coisas tão idiota.

Tobio ignorando a fala da menina raciocinou por um tempo. - Tobio vai com você. Tobio tem certeza que Hynno teria mostrado os corpos, ou as cabeças, dos outros também se tivesse tudo bem.- Falou o mink se levantando. Ele estava claramente muito machucado ainda, mas era outra coisa que o afetava, quase caindo. - Não acho uma boa ideia você ir, principalmente para matar quem eu tratei... não existe alguma solução mais pacifica para isso tudo?- Perguntou o médico olhando para o piromaníaco, mas quem respondeu foi o próprio Tobio. - Tobio não acredita nisso. Daniel não deixara a morte do Steve sem vingança. - Falou ele tentando andar com dificuldades e caindo para frente um pouco, onde Fragiem o segurou. - Você pode até ir então, mas terá que no mínimo esperar a anestesia passar, se não, não conseguirá lutar de qualquer forma.

Ouvindo isso, acabou por ouvir Yoki reclamando também e por isso argumentou mais. – Se quiserem, podem ir ajudar o Doppio. Ele está aqui perto, ele irá cuidar com Berthuls, do Gregory e do cozinheiro, que está literalmente, do lado daquela estalagem. Este primeiro, possui uma akuma no mi do tipo zoan, uma doninha. - Ouviu Yoki estremecendo só de pensar na akuma no mi dele. - Tobio acredita que Daniel estará no navio. - A moça então bem mais animada. - É contra esse que vou lutar, ele é aquele que parece maluco. - Decididos, começaram a esperar pelo Tobio ficar bem o suficiente para ir. Aiko estava dormindo tranquilamente, mas no meio tempo ouviu o médico falando para Yoki que ela teria que descansar por pelo menos mais meio dia até que ficasse boa o suficiente para se levantar.

Com o tempo passando, acabaram ouvindo a porta abrindo e um homem de aparência estranha apareceu, olhando para todos eles. - Você é o homem que irá me ajudar? - Não acreditando muito na velocidade com que ele apareceu, o piromaníaco acabou falando. - Na embarcação, deve estar Daniel e os outros dois, no máximo. Você cuida daqueles que você consegue, Daniel deixa comigo, até você terminar a sua parte..

"Ajudante":
 

O homem ouvindo as informações, olhou bem para a situação de todos ali. - Vou checar o navio enquanto espero por vocês. Se for só este tal de Daniel, vou cuidar dele por conta própria. - O homem acabou saindo antes do piromaníaco conseguir falar qualquer coisa. Depois de um bom tempo, Tobio finalmente conseguia se mexer sozinho e assim, Hynno, Tobio e Yoki saíram em direção ao navio.

Quando finalmente chegou até o porto e olhou o navio, acabou levando um meio susto com a velocidade que o homem apareceu. - Ele está lá, porém não está só, existe mais um com ele, deduzo que seja um ferreiro.

- Você chamou nós dois para matar dois deles? - Apesar da afirmativa, Tobio mal contava como um, ela então, vai saber. Mandou então Poe numa varredura, que acabou por dizer Dois quando voltou, a mesma informação do homem.


Diabrete

A aula de mecânica acabou e ele finalmente entrou na forja, onde saiu um bom tempo depois, já com suas novas armas em mãos, Nero e Calígula. Era perceptível até para o tritão que ambas as armas possuíam um poder destrutivo muito maior que as armas anteriores.

No caminho, sacudiu sua caixa. Onde veio duas simples mensagens.

Cuidado com o símbolo
Fogo criou uma inimizade que explodirá quando ele voltar

Após ler as mensagens, acabou continuando em direção ao templo, onde imaginava que Gerald e Hynno estivessem ainda, talvez preparados para os ataques. Porém, lá só encontrou com Dina.

- Já matou aqueles dois?- Perguntou a moça se animando com a ideia.

- Não lutamos ainda contra eles. Estamos procurando por Hynno. - Respondeu o tritão, o que a deixou visivelmente desanimada.

- Aquele homem já saiu tem um bom tempo. Ou já morreu ou já matou Daniel provavelmente no navio pelo tempo que está fora.


Caçadores:
 

"Aliados Temporários":
 

Aliados:
 

Ferimentos:
 

Ganhos e Perdas:
 

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MensagemAssunto: [color=#00688B][/color]   Mau presságio - Página 18 EmptySex 18 Maio 2018, 02:08

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Chequei o estado das pistolas, como se fosse só pra exibi-las para Dina. Muni ambas com as munições padrão de pistola que carregava comigo e guardei-as nas vestes. A frase de Pandora indicava que Nico Itori seria um possível inimigo. Que seja. Isso até me dá novas ideias. A aparência atraente de Dina parecia prender meu olhar e despertar alguns pensamentos em minha cabeça. Não dei importância; não era momento para distrações. — Certo, espero que o fodido pegue nosso dinheiro de volta. — Virei-me para sair, chamei Berthuls com um assobio.

Abriria a porta de saída e sairia, parando logo que o fizesse. — Cê sabe chegar nessa maldita cabana, homem-peixe? — Ergui o olhar para ele, tentando ficar num lugar onde a chuva potente não me atingisse muito. O peso das duas grandes pistolas era novo pra mim, mas logo me acostumei a ele. Ajeitei-as algumas vezes nos trajes para que ficassem firmes e não atrapalhassem meu equilíbrio;

esperava que ele soubesse exatamente onde ficava a maldita cabana, e se sim, deixaria que me guiasse até lá e não diria uma palavra sequer no trajeto. Subiria o colarinho ao máximo, aproveitando para fazer uma carícia específica na cicatriz sob olho, sentindo um leve alívio ao fazê-lo.

Assim que avistasse a cabana, pararia e buscaria um ponto estratégico onde pudesse parar e estudar a estrutura. Os olhos afiados e sobre-humanos analisariam cada ponto; janelas e interiores (se conseguisse ver o interior, repararia em absolutamente tudo visível, até mesmo comidas e bebidas), luzes e sombras, entradas e saídas, falhas nas paredes ou telhado e coisas do tipo. Depois de um certo tempo, uma ideia surgira em minha mente. — Já tenho um plano. Se prepara que a gente vai foder eles; — Eu sorri. Eles eram como um pequeno fragmento de Vinegar, um aperitivo. Senti tudo correr pelas veias novamente. Ânsia. Vingança e seu prazer fluindo como drogas pelo meu sangue. — Cê vai pela porta da frente e vai simplesmente bater na porta. Provavelmente cê fica mais forte na chuva ou coisa do tipo também, então que se foda se eles te atacarem. — Preparei as armas, sem sacá-las. — Enquanto isso, irei por trás, atravessarei a parede dos fundos e executarei os malditos pelas costas, e acabou. — Assim que terminei de falar, fui me adiantando; à cada passo pra fora da mata fechada, envolveria mais e mais do meu corpo numa fina aura púrpura, e à medida que o fazia, meu corpo afundaria mais e mais no chão. O máximo seria até a boca, deixando metade da cabeça pra fora para respirar.

Pode ir. — E contornaria a cabana, me distanciando para que não pudessem me ver fazendo o trajeto. Assim, me posicionaria aos fundos da cabana, sem desfazer a intangibilidade até o momento em que Berthuls batesse na porta; quando o fizesse, esperaria que abrissem a porta ou o atacassem (me atentaria a isso através de frestas na madeira ou pelo próprio som) e se assim acontecesse, no mesmo instante alternaria o efeito da Akuma para a metade superior do corpo; especificamente meu rosto e as duas armas.

Atravessaria a cara e as pistolas pela parede; em seguida, descarregaria o máximo de balas possível — o intuito seria enchê-los com trinta e duas balas, dezesseis em cada — em Gregory e o cozinheiro, fosse pelas costas ou de frente, numa velocidade incrível de tiro. Uma atenção específica à mão armada com Nero para mantê-lo firme, e seus projéteis seriam focados no Akumado, por serem mais potentes e destrutivos. Se no momento em que surgisse na parede ambos ou um deles tentasse me atacar, desativaria imediatamente o poder demoníaco e seria jogado direto pra fora da cabana, me afastando mais ainda rumo à floresta.



Calculo de gasto de Energia: 100 – 5 – 15 - 5 + 10 = 85 + 15 = 100 - 5 + 10 - 10 - 5 - 20 + 40 - 10 +10 - 5 + 5 - 10 + 10 - 15*= 85*




Histórico:
 
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Principais objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 18 EmptyDom 20 Maio 2018, 01:55


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Quando havia retornado para o escritório do médico, com a novidade sobra a caça ao clã do Steve, era recebido por Yoki, que parecia desanimada, parecia que já havia desistido de matar os caçadores. A reação de imediato, havia sido de Fragiem, reclamando que ele havia acabado de tratar Steve e agora, estava só a cabeça. Depois, veio Yoki rindo daquilo e o mink estava sem reação alguma e questionava o psicopata sobre o feito. – Fácil, não fui eu. Foi Doppio. Yoki ficava mais descontraída com aquilo, até fazia piada sobre o ocorrido no navio e atualmente. Tobio parecia preocupado e certo de que, se tudo estivesse ok, o psicopata teria mostrado os restos dos outros caçadores, e tinha razão. Se todos estivessem mortos, teria feito alguma algazarra com os corpos, mas, não. Pelo jeito, precisaria esperar eles melhorarem para continuar o avanço e durante a espera, orientava os mesmos sobre quem quisesse ir com ele ou com Doppio e passava as informações do lado do nanico, no final, Yoki e Tobio iriam com o piromaníaco.

O tempo se passava e alguém batia na porta, quando o lunático abria a mesma, via um homem de capuz e com uma espada, ele questionava se era ele, o psicopata, que seria o homem que iria ajuda-lo. Sujeito arrogante, “ajuda-lo” ? Na verdade, ele que era a peça para o ataque, assim como Yoki. Iria usa-los para finalizar as dependências e depois, se livrar das duas garotas, do sujeito não poderia, pois tinha olhos na ilha, teria que ser por acidente, caso contrário, mais problemas viriam. Explicava a situação, o sujeito ia na frente, enquanto o resto aguardava a melhora dos outros dois. Finalmente, o trio agora estava pronto para partir e iam até o porto, encontrava a peste negra e também, levava um susto da parte do aliado, que surgia rapidamente, dando informações: Daniel e Louis estavam lá. Bem, ferreiro, era o Louis, mas ele não sabia o nome deles, claro.

Enquanto Poe voava para dar uma segunda afirmação, o psicopata respondia a garota: - Sim. Com o retorno de seu corvo, aquele cara estava certo. Dois. O problema maior era Daniel. O pirata então, diria para eles: - Então, Daniel é boxeador e usa um tipo de Haki. O outro, o ferreiro, seu nome é Louis, não sei como ele luta, mas tomem cuidado. Yoki vai com o cara lutar contra o ferreiro. Depois, podem vir ajudar contra Daniel, se sobreviverem. Tobio, você por enquanto fique de longe, lançando as estrelas ninjas e tudo mais. O pirata então, entregava a garrafa para a garota. – Use no momento certo, ou que achar melhor e não bote fogo neles ou no navio... Sacaria então, sua Ymir com a mão esquerda, enquanto mantinha a cabeça de Steve na direita. Esperaria que os dois começassem a andar e então, o psicopata iria logo em seguida na direção do navio também. Assim que eles notassem a presença de Hynno e dos outros dois, o pirata mostraria a cabeça de Steve, principalmente para Daniel e então, faria um sinal provocativo, para o mesmo vir para cima.

Ficaria em constante movimento, fitando os dois, para caso fosse lançado algo contra ele. Deixaria que Yoki e o outro cuidassem de Louis, que mantivessem ele ocupado para não tentar nada. Se Daniel caísse na provocação e partisse para cima de Hynno, o lunático iria lançar a cabeça do caçador contra o de trapos e partiria para cima do mesmo, em ziguezague e quando estivesse próximo o bastante de Daniel, executaria um movimento na horizontal, da esquerda para a direita, visando o pescoço de Daniel e em seguida, retornaria o movimento, no mesmo local. Se o oponente se esquivasse, saltando para trás, Hynno daria um impulso para frente e continuaria o seu movimento, agora, caso Daniel se esquivasse para o lado oposto do movimento, o psicopata daria um salto naquela direção e transformaria aquele golpe, num ataque na diagonal, da direita para a esquerda ou, da esquerda para a direita, no peito do seu adversário. Caso ele se agachasse e Hynno percebesse que poderia transformar o golpe na horizontal, em uma estocada na vertical, faria o mesmo, seria a espada sendo encravada na pedra, que seria a cabeça de Daniel, enquanto que, daria uma joelhada no pescoço e então, procuraria se afastar dele.

Caso Daniel bloqueasse o primeiro golpe na horizontal, Hynno procuraria acerta-lo um chute no joelho direito. Se com aquele chute, Daniel se agachasse, Hynno rapidamente, faria um corte na diagonal, da esquerda para a direita, de cima para baixo, na direção do rosto de Daniel e logo após, daria dois saltos para trás, para dar uma distância do mesmo. Se o chute no joelho não o fizesse se agachar, tentaria forçar o golpe contra Daniel e seguiria o mesmo caso do início, dele se esquivar e tudo mais do golpe na horizontal. Era três contra um e dois contra um. Os números estavam do lado do grupo, os caçadores haviam se dividido, assim como a trupe, mas, o grupo de Hynno estava na vantagem, o problema agora era Daniel e Gregory do outro lado.

Agora, se Daniel tentasse um contra-ataque, com um soco direto, seja de direita ou de esquerda, o psicopata buscaria saltar para o lado oposto e durante o salto, daria um giro incompleto para ficar numa posição boa e durante o salto, tentaria um corte na vertical, se o soco fosse com a mão direita, o salto seria para a esquerda e o golpe na vertical, seria no cotovelo do braço direito de Daniel, se fosse com a mão esquerda, o salto e o golpe seriam opostos e logo em seguida, buscaria ganhar um pouco de distância de seu oponente. Se o golpe fosse cruzado, Hynno se afastaria, enquanto buscaria fazer um jogo de corpo para o lado oposto do golpe e então, tentaria uma estocada no pescoço do inimigo e se, Daniel se esquivasse para os lados, Hynno saltaria para o mesmo lado e transformaria uma estocada em um golpe na horizontal, no mesmo local. No pescoço de Daniel. Se o caçador se agachasse, de estocada, viraria um corte na vertical enquanto dava um salto para trás, para evitar um golpe surpresa de Daniel.

Em todo momento, Draguren buscaria abrir espaço, para os ataques de Tobio e de Edgar, Daniel não conseguiria dar conta de três ao mesmo tempo. Shurikens e kunais sendo lançadas de longe, enquanto um espadachim de médio e curto alcance está lhe atacando e um corvo, de cima o ataca com garras e bico. Aquela batalha era a última que precisava entrar, para recuperar suas coisas, na verdade, o dinheiro. Acabando com aqueles dois, não se importava em deixar os sobreviventes vivos, por enquanto. Depois de recuperar o dinheiro, pensaria em começar o seu plano, improvisaria no que fazer, mas a prioridade, era acabar com Daniel e Louis, recuperar o dinheiro que eles tivessem com eles e no navio e tomar a Peste Negra para o grupo pirata e fazer um conserto nele, por causa da explosão, a cozinha não existia mais e um navio sem uma cozinha, seus tripulantes não iriam sobreviver na viagem entre ilhas.





Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

Obs para avaliador:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 
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