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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Mau presságio

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MensagemAssunto: Mau presságio   Mau presságio - Página 2 EmptyTer 21 Nov 2017, 17:42

Relembrando a primeira mensagem :

Mau presságio

Aqui ocorrerá a aventura do(a)s Piratas Draguren Hynno e Doppio Pannacotta. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 2 EmptySeg 04 Dez 2017, 01:05



Narração


Os Corvos




Doppio de início não aprovava a maneira com que o velho chegara até então, porém, após alguns segundos de reflexão o baixinho viu ali uma boa maneira de conseguir o que queria. A maneira de resposta do atirador já demonstrava muito de sua personalidade. O velho soltava um leve sorriso irônico para a maneira de Doppio agir perante a ele.  — Você é um pé no saco para um cara tão baixinho, não é? — questionou o velho soltando uma larga risada — Sorte de vocês que não quero sujar minhas mãos, enfim a trupe é um grupo de piratas que vagam por aí, sem rumo, apenas se divertindo e causando o terror. Acho que vocês foram os primeiros alvos deles na Grand Line — falou olhando o estrago causado até então.

Enquanto conversava com Doppio, o velho analisava a maneira de Hynno se mostrar. Realmente ficava clara a falta de sanidade do espadachim, visto que ele cochichava com o vazio, para o velho. — Lamento, mas não consigo dar um jeito nisso — nem na sua cabeça — Mas, nas cavernas devem haver médicos. Há muito tempo não preciso cuidar de algum ferimento, mas lá moram uns seres aí, eles devem saber cuidar um dos outros... — falou jogando as cinzas molhadas do seu cachimbo e reabastecendo ele com fumo novo.

— Foi até interessante vocês falarem disso. Bem, a trupe está na caverna. Segundo o que ouvi falar, os nativos possuem um tesouro sagrado para eles, então sabe como é, loucos por aventura devem amar roubar algo sagrado para uma população. Eu já tentei pegar, não nego, mas enfrentar muitos guerreiros de uma só vez é bem ralado, preferi não me cansar... — informou o velho, deitando na borda da embarcação e dando uma longa tragada — Enfim, cheguem nas cavernas, cuidem do que encontrar lá, peguem a trupe, tragam meu tesouro e o resto podem ficar. Dizem ter algumas coisas bem interessantes lá... Enfim, até mais! Aposto que vocês não voltam vivos, haha! — falou rolando em direção ao mar e caindo as estranhas águas.

O caminho era bem limpo até as cavernas, que ficavam nas paredes rochosas da Red Line. Eram diversas cavernas que eram bem escuras. Sem iluminação, o grupo iria andar em meio ao desconhecido. Eram abafadas, possuíam muito eco e, por haver uma mudança de clima em seu topo, líquido pingava de sua parte superior, ritmado e agoniante. Logo em uma das paredes, poderiam ver uma espécie de rosto sorrindo desenhado com uma espécie de tinta vermelha.

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 2 EmptySeg 04 Dez 2017, 03:25


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Post: 04 | Localização: Farol




Os questionamentos sobre a trupe e seus integrantes havia sido levantada por Doppio, sem objeção. Segundo o velho, a tal trupe era um grupo de piratas, então eram no mínimo, quatro. Eram um grupo sem rumo, andarilhos, eles apenas se divertem e causa terror e segundo o velho novamente, o bando recém-chegado, parecia terem sido as primeiras vítimas. Hynno também se divertiria com a tal trupe, antes de prosseguir com a viagem, mas antes, tinha o assunto da sua perna, que havia sido ferida antes da viagem, por um engravatado. O velhote sendo um velhote, parecia não saber tratar da ferida e ainda fazia uma piada sobre o estado mental do piromaníaco, que apenas lançava um “Tsc” para o homem. Surgia do nada, fazia demandas em troca da livre passagem da embarcação e se fosse negado, destruiria o navio. Até parecia um falastrão, mas não podia arriscar no momento.

Precisaria ir nas tais cavernas dita pelo velho, lá teria que procurar por algum médico, que tratasse a sua perna e então, esperar por um tempo em um repouso para então, fazer o que o velho havia pedido. Faríamos a nossa parte. Agora, o idoso revelava a localização da trupe, eles estavam na caverna também. Médicos e o bando pirata no mesmo local, se bobeasse, não iria conseguir manter a perna em repouso após um médico trata-la, teria que lutar com os mesmos, levar a cabeça do líder e o tesouro para o velhote do farol. Ele também dizia que podíamos ficar com o resto e segundo ele, boatos diziam que tinha algumas coisas interessantes lá. O insolente ainda apostava que não voltaríamos vivos. – E você vai perder, velhote. Respondia para o senhor, antes do mesmo fazer sua saída da embarcação. Coçava sua cabeça com o indicador, enquanto olhava para o terreno que teriam que andar por um bom tempo. – Parece que já sabemos da localização, agora, é só bater na porta e terminar o serviço, vamos?

Hynno então, começava a caminhar para fora da embarcação. Dobrava seu braço esquerdo deixando o punho fechado encostar em seu peito, na busca de Edgar retornar para seu “dono”. Caso ocorresse, ordenaria que o mesmo retornasse ao voo. Se não rolasse, apenas iria na direção da caverna, mas antes, esperaria o nanico sair do navio. – Tritão, melhor você cuidar da embarcação.  E assim que Doppio estivesse na mesma distância que o psicopata estava, retomaria a caminhada na direção das cavernas, o desconhecido rondava a ilha, estranhos na espreita, lunáticos na moita entre outros tipos de pessoas rondavam o Farol e deviam frequentar as tais cavernas e era por isso, que mantinha sua mão no punho da espada, se precisasse, já estava preparado para saca-la. Mas, preferia não precisar sacar a sua espada recém tomada. Por enquanto.

A trilha até a tal caverna parecia limpa, ninguém surgia para desafiar a dupla ou emboscar os mesmos, deviam estar na caverna, se embebedando. Eram diversas cavernas e não uma, para a surpresa do espadachim. Além de serem mais de uma, a iluminação não ajudava o ambiente, deixando a dupla ás cegas, escutava pingos, chatos por sinal. Numa das paredes, com uma tinta de tonalidade corriqueira, vermelha, isto é, se fosse tinta e não, sangue. A pintura mostrava um rosto sorrindo, seria a marca de algum bando pirata? Por algum motivo, sabia que iria descobrir mais cedo ou mais tarde, tudo sobre a trupe, sobre o rosto sorrindo e o que mais pudesse antes de partir. Utilizando-se de sua visão na penumbra, iria avançar na direção de uma das cavernas, mas antes da caminhada, diria para o atirador. – Vamos adiante, espero que você não se perca. E então, caminharia na direção de uma das cavernas.

Ao encontrar a suposta porta de uma, entraria no recinto, analisaria o estabelecimento, não poderia ser pego desprevenido e assim que analisasse, se sentaria em uma cadeira próximo de alguém e perguntaria. – Me diga, conhece algum médico que possa tratar da minha perna? Se souber, você e o médico, podem ser bem recompensados.. Após falar, olharia para a pessoa e com um sorriso, dava um polegar para cima para o mesmo. Agora, se a pessoa respondesse grossamente e não fosse de nenhuma ajuda para Hynno, sairia de perto do mesmo e abordaria outra pessoa do recinto, onde diria as mesmas coisas. Iria fazer tal abordagem até que, alguém pudesse ajudar o “pobre” coitado, esperava que, a tal recompensa pudesse ser um chamariz para quem quisesse ganhar algo, tratando do pirata. Agora, se em algum momento, uma bebida fosse oferecida para o espadachim, seja no copo ou na garrafa, não tocaria na mesma, apenas diria. – Tem uma caixa de fósforo ou um isqueiro?

Ainda ficaria atento, não iria beber nada de estranhos, ainda mais na tal Grand Line. Se perguntasse o do porquê do isqueiro ou caixa de fósforo, Hynno fitaria a pessoa e responderia. – Porque eu perdi eles no caminho e eu tenho um amigo que precisa para acender seu cigarro. Esboçaria um sorriso para a pessoa, seu suposto amigo, Ambrosio, estava morto, não se importava, apenas queria recuperar as suas próprias coisas e tomar as do morto e consequentemente, teria que dividir com Doppio. Da última vez, o espadachim havia sido esfaqueado pelas costas, por um tritão rosa, sósia de um outro tritão, ambos havia conhecido em Malkiham, o primeiro, havia encontrado em uma casa, o outro, o tal autor do esfaqueamento, havia encontrado após a fuga contra o trio de caçadores e ainda naquele dia, após um saque e mortes de um grupo menor de caçadores, sem motivo aparente, aquele tritão havia esfaqueado Draguren. Agora, se o nanico achasse que o lunático estava passando ele para trás, ele poderia atirar, sem problema algum, mas desta vez, não seria pego de surpresa, igual com Donl e teria retaliação.







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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 2 EmptySeg 04 Dez 2017, 08:10

"Ô, porra; não sei o que escrever aqui não."
04/??



O acordo estava suficiente para Doppio. Quando Hynno indagou, fez que sim com a cabeça e o acompanhou até as cavernas. A expressão no rosto exibia puro entusiasmo; olhos bem abertos, olheiras não muito fundas e pupila dilatada. Durante o trajeto até a caverna onde encontrariam o rosto pintado, ajeitaria o colarinho para que cobrisse o rosto de maneira adequada.

Me perder? — Caminharia ao lado de Hynno, com tanta facilidade em se localizar na penumbra quanto ele. Um sorriso escondia-se no fundo do colarinho como um rato se esconde d'um gato. Otário. Não daria muita atenção pro rosto pintado em vermelho, de toda forma. — Deve ser sangue. — Uma risadinha infantil e silêncio. Seguiria o espadachim, carrancudo e com quase metade de sua estatura. Um duende de preto e com uma cara nada amigável ao lado de um louco de vermelho e tão amistoso quanto o primeiro. Não se importava muito em onde o Piromaníaco o levaria. Será que já tenho um nome legal desses? Mal posso esperar pra ver meu cartaz. Mesmo que seus pensamentos devaneassem, tinha um foco conhecido. A Trupe.

Caso encontrasse pessoas nas cavernas, repetiria o planejado momentos antes de conhecer o velho; sentaria-se ou pararia ao lado de qualquer pessoa suspeita que encontrasse, sempre sem olhá-la diretamente, como quem fala com alguém que não deveria enquanto está sendo vigiado. A voz é rouca, grave, mas jovem. Doppio murmura. — Se você se mexer, gritar ou chamar alguém, você morre. — A arma que estivesse em sua posse estaria apontada para a pessoa, de dentro das roupinhas largas do nanico. Sempre na área da cintura. — Responda com calma tudo que eu te perguntar; preciso contratar algumas pessoas. Não conheço nome ou onde estão. Você vai me ajudar; preciso de um ilusionista. — A respiração parece vibrar. — E também, quero jogar cartas. Uma criança não vive sem diversão. — Sinalizaria com a mão livre que pagaria por qualquer informação útil.

Caso fosse reconhecido por alguém através da recompensa, de um cartaz ou simplesmente dos feitos anteriores à chegada no Farol, ficaria na defensiva. O modo como reagiria certamente ia variar pela abordagem que a, ou as, pessoas escolhessem. Se se parecessem com caçadores, descarregaria a arma sobre eles. Se parecessem outros piratas, simpatizantes, fãs, mulheres interessadas ou qualquer outro maldito caso em que não quisessem o encher de furos ou cortes pra entregar pra Marinha, olharia de soslaio e com cara de bunda. — Que é que cê quer, inferno? — A tal mulher que o salvara em Wars Island daria-lhe um tapa na boca se ouvisse isso. Mas ela tá morta. Isso faz Doppio lembrar do trajeto inteiro até o presente momento. Que esquisito. Nada demais. Se estivesse num bar, faria um sinal de glub-glub com o polegar para Hynno, indicando que pedisse algo para beber. Doppio era uma criança, não podia comprar.

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 2 EmptyQui 07 Dez 2017, 19:35



Narração


As Aventuras do Espadachim Louco e o Pequeno Atirador




Uma vez que o velho do farol foi embora, Doppio e Hynno decidiram então ir em direção às cavernas. A tarefa de cuidar da embarcação havia sido designada ao tritão, que não contestava muito, ora, entre andar com aqueles loucos e ficar no navio, a dúvida ficava onde ele iria reparar a embarcação primeiro. Porém, ele sentia algo estranho no ar. — Não que eu me preocupe com vocês, mas sinto que tem alguém nos espionando, já faz algum tempo, então... Enfim, se passar 24 horas e vocês não voltarem, irei considerar que morreram e vou partir. Não pretendo ficar esperando humanos desprezíveis como vocês mais que isso. Estão avisados! — afirmou o tritão, começando a analisar os danos sofridos após examinar um dos corpos.

O espadachim e o atirador então partiram para mais a fundo da caverna. Doppio questionava a si mesmo sobre qual seria sua alcunha, se tinha alguma. Hynno imaginava encontrar uma taberna ou algo do tipo naquelas cavernas, era claro que sua loucura estava afetando levemente seu senso de inteligência, ou o que restava dele. Já Doppio só queria encontrar alguém para ameaçar e conseguir informações, óbvio de alguém se que sofre de algum problema que se sente menosprezado, talvez.

De acordo com o que caminhavam, mais caminha havia para caminhar. Ligeiramente um sussurro pode ser ouvido por ambos, vinha da escuridão profunda da caverna, que não havia fim. “Vocês estão perdidos? Querem que eu os ajude a encontrar o caminho do inferno?”. Doppio então, retrucando, questionou o que a voz queria, ela ironicamente sorriu alguns segundos e tratou de respondê-los. “Muito bem, me falem de vocês, quem são? Piratas sujos? Marinheiros corruptos? Revolucionários com sua falsa moral? Me falem de vocês, crianças... Interessantes...” persistiria o diálogo.

Se continuassem a andar, encontraria um local que haveria uma pequena iluminação que apenas dava para ver um pouco de onde estavam. A luz vinha de uma brecha, mínima, que havia no teto da caverna. Aquela caverna agora se dividia em cinco caminhos diferentes.  “Ora, ora, você é uma criança... O que uma criança como você... Não, você não é uma criança normal, sua aura... Assassina, você é bem... Delicioso de ver... E você, entendo... Essa plateia ao seu redor, você é uma... Estrela! Sim, louco como todos os artistas, mas... Sua plateia anseia por fogo... Fogo... Isso, fogo! Explosões! Mortes! Disparos! Guerras, navios afundando, caindo, estraçalhando, risadas e mais risadas... Sim, esse é o show de horrores que vocês poderão ver aqui, ou não... Enfim, boa sorte, talvez nos encontremos, garotos...” falou antes de parar totalmente de dialogar com a dupla. Agora era o momento de decidirem quais dos cinco caminhos tomariam. Ambos aparentavam ser iguais de início, porém, os finais só saberiam quando chegassem.


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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 2 EmptyTer 12 Dez 2017, 01:04


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Já havíamos decidido que íamos para aquelas cavernas e o tritão cuidaria do navio e o homem peixe nos alertava sobre alguém espionando o bando e que, partiria em vinte e quatro horas, com ou sem eles. Dava de ombro para o navegador e começava a sua caminhada até a caverna, que era seu destino. **Parece que alguém já está ficando famoso, dê um autógrafo para seu fã.** Hynno dava um sorriso maléfico e cochichava. – Darei uma marca que nunca irá esquecer.. Para todos. O caminho parecia não ter fim, interminável e chato, sem nada para fazer, apenas seguir o caminho para as tais cavernas, até que, escutava uma voz e desta vez, não era de ninguém da sua plateia, pelo menos, era o que achava. Quando escutava as primeiras palavras daquela voz, batia com a palma de sua mão esquerda na lateral de sua própria cabeça, mas levemente, para ver se não era obra de sua lucidez. Como poderia ser? Uma voz da plateia comentando sobre a dupla, não sabendo o nome do próprio artista, estranho.

Ia questionar Doppio, perguntaria para ele se o mesmo escutava a voz, mas não era necessário, pois o mesmo retrucava a pessoa, mostrando que não era alguém da cabeça de Draguren. Pelo jeito, no farol possuía todo tipo de pessoas, marinheiros corruptos, revolucionários com a suposta falsa moral, segundo a voz e piratas sujos, mas o que ele queria dizer com “sujo”? Iria prosseguir o caminho, com ou sem o nanico e logo então, surgia caminhos secundários, cinco. Precisaria ir por um, supostamente, sabiamente. A voz continuava, começava a falar, descrever, uma descrição primeiramente de Pannacotta e depois, começava a do espadachim. Artista? Só se for com os corpos mortos e com o fogo, pois com gente viva, nunca havia conseguido fazer algo do tipo. Guerras, navios afundando, estraçalhando, nunca havia visto, mas fogo, disparo e explosões, se bobeasse e pudesse, seria diário. Mas, o mais interessante era que, a voz conseguia ver a plateia, coisa que, só o piromaníaco conseguia enxerga-los.

Ansiava por fogo, por explosões, já fazia algum tempo que não fazia algo do tipo, não que fosse uma mania, mas era hilário, ver as coisas pegando fogo e explosões, principalmente quando as pessoas vivas estão pegando fogo, hilário. – Me dê os meios e eu faço ficar quente como o inferno! Exclamava para a voz e a plateia ia ao delírio, soltando “ WOW ” e “ Será que vai ser hoje, que teremos show de pirotecnia? ”. – Com certeza! Desta vez, exclamava para a plateia e logo após a exclamação, ia pelo caminho do meio, isto é, se os caminhos fossem tipo um labirinto, com os caminhos quase colados, se fossem separados, iria para o que estivesse mais no centro, utilizando a posição atual da dupla. – Melhor me seguir, irei pela do meio ou a que estiver mais centralizada, então, vem comigo, ou siga outro caminho e seja sequestrado, por aparentar ser uma criança..  E sem delongas, caminharia para aquele caminho.

Ao seguir pelo caminho do meio, ou a que aparentava ser a do meio, tendo a localização da dupla atual e iria pela mesma, na esperança de  encontrar uma suposta porta de uma taverna e entraria no recinto, analisaria o estabelecimento, não poderia ser pego desprevenido e assim que analisasse, se sentaria em uma cadeira próximo de alguém e perguntaria. – Me diga, conhece algum médico que possa tratar da minha perna? Se souber, você e o médico, podem ser bem recompensados.. Após falar, olharia para a pessoa e com um sorriso, dava um polegar para cima para o mesmo. Agora, se a pessoa respondesse grossamente e não fosse de nenhuma ajuda para Hynno, sairia de perto do mesmo e abordaria outra pessoa do recinto, onde diria as mesmas coisas. Iria fazer tal abordagem até que, alguém pudesse ajudar o “pobre” coitado, esperava que, a tal recompensa pudesse ser um chamariz para quem quisesse ganhar algo, tratando do pirata. Agora, se em algum momento, uma bebida fosse oferecida para o espadachim, seja no copo ou na garrafa, não tocaria na mesma, apenas diria. – Tem uma caixa de fósforo ou um isqueiro?

Ainda ficaria atento, o dono daquela voz poderia estar lá, espionando tudo e todos, não iria beber nada de estranhos, ainda mais na tal Grand Line. Se perguntasse o do porquê do isqueiro ou caixa de fósforo, Hynno fitaria a pessoa e responderia. – Porque eu perdi eles no caminho e eu tenho um amigo que precisa para acender seu cigarro. Esboçaria um sorriso para a pessoa, seu suposto amigo, Ambrosio, estava morto, não se importava, apenas queria recuperar as suas próprias coisas e tomar as do morto e consequentemente, teria que dividir com Doppio. Da última vez, o espadachim havia sido esfaqueado pelas costas, por um tritão rosa, sósia de um outro tritão, ambos havia conhecido em Malkiham, o primeiro, havia encontrado em uma casa, o outro, o tal autor do esfaqueamento, havia encontrado após a fuga contra o trio de caçadores e ainda naquele dia, após um saque e mortes de um grupo menor de caçadores, sem motivo aparente, aquele tritão havia esfaqueado Draguren. Agora, se o nanico achasse que o lunático estava passando ele para trás, ele poderia atirar, sem problema algum, mas desta vez, não seria pego de surpresa, igual com Donl e teria retaliação.


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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 2 EmptySex 15 Dez 2017, 01:37



Narração


Uma merda de post, sim!



Hynno, em mais um de seus devaneios, agora dialogava com a voz misteriosa e com sua plateia. O espadachim demonstrava seu incessante desejo de incendiar e faria isso até com uma voz que nem sabia de quem era. Pego pela surpresa de vários caminhos, o assassino tomou o caminho central como destino. Doppio, por sua vez se distraía com os caminhos e os possíveis encontros que o mesmo teria, separando-se de Hynno por pura falta de educação. O interior daquela caverna era surreal. De maneira apertada, porém organizada, haviam moradias ali, em um local onde predominantemente haviam homens andando por ali. Barbas, tatuagens e bandanas, era certamente pirata que haviam perdido sua vida nas trapaças ao descer da Reverse Moutain.

Se aproximando do primeiro home que via ali, Hynno tentou conseguir informações de um médico. — Me diga, conhece algum médico que possa tratar da minha perna? Se souber, você e o médico, podem ser bem recompensados! — afirmou o espadachim, atraindo o interesse do homem. Com um olhar corrupto, o homem respondia com parte do bigode em sua boca. — Médico? Sei... — falou ao ouvir a parte da recompensa — Tem um médico que cuida de todos dessa caverna. Vamos até ele! — falou o estranho, saindo em direção e com Hynno atrás. — Tem uma caixa de fósforo ou um isqueiro? — questionou o viciado por chamas, sendo respondido positivamente e recebendoo uma caixa de fósforos já velha, do velho.

Eles caminharam um pouco haviam alguns pequenos estabelecimentos. Uma pequena taverna, simples, uma pequena loja de comida e uma pequena loja de utensílios aleatórios. Uma vez no consultório, o homem empurrou Hynno para frente e o apresentou ao médico. — Olha esse é o médico que cuida de nós. Agora quero minha recompensa! — falou. — O que você deseja, jovem? — questionou o médico, olhando para Hynno, quando rapidamente olhava para o homem que havia o trazido para lá.


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MensagemAssunto: [color=#408000][/color]   Mau presságio - Página 2 EmptySab 16 Dez 2017, 13:45

"Esse merda acha que eu não posso me defender? Vai se foder."
05/?? (Página 01)



Vai tomar no olho do seu cu e deixa sua plateia assistir isso, filho de uma puta que odiava bombeiros. — Era tudo que diria quanto à menção do sequestro. Foi ele quem precisou ser salvo em Micqueot, e agora vem falar merda? Ajeitaria o colarinho e acariciaria a cicatriz com o indicador e médio da mesma mão.

Os pés começariam a se mover em ritmo lento, arrastando-se pelo chão como serpentes. Iria pelo penúltimo caminho da direita, bem ao lado do que Hynno escolhera para seguir. Não sabia o que ia encontrar dali em diante; manteve a arma destravada e certamente a postos para qualquer casualidade. Prestaria o máximo de atenção possível no trajeto, fosse pra não bater de cara em algo ou alguém, não cair num abismo, não tocar num animal ou simplesmente manter-se focado. Se envolto em breu, sem capacidade de enxergar nada, tomaria em mãos uma das munições do revólver que carregava consigo. Posso tentar fazer algo interessante aqui.

Usaria a mão esquerda, livre; tocaria as paredes enquanto arrastaria um dos pés descalços pela área que estivesse, com cautela. O objetivo era encontrar algum pedaço de pederneira, pedra cuja textura reconheceria facilmente através do tato, dado o tempo que trabalhara com o material na confecção de armas de fogo, principalmente. Se encontrasse alguma, suspiraria e tomaria posse do objeto. Rasparia a munição na pedrinha e assistiria às faíscas surgirem, sendo o necessário para iluminar tal qual um lampião faria naquele lugar. Se funcionasse (e dependendo do que visse) prosseguiria.

Não sabia que tipo de local encontraria depois da galeria que estaria atravessando no momento. Espero que seja um lugar cheio de piratas de merda e confusão. Ou no mínimo a porra do inferno que a voz maldita falou. Esperaria que suas pernas fizessem-no chegar logo.

No inferno, num bar, numa ferraria, num pet shop, num SEX shop ou o caralho a quatro que fosse a chegar, o faria do jeitinho da Doppio Animadores de Festas TM. — FINALMENTE CHEGUEI EM ALGUM LUGAR, CARALHO! — Manteria a mão armada escondida nas vestes, parecia só uma criancinha com roupas grandes demais e as mãozinhas nos bolsos. Em caso de NECESSÁRIO atirar, em qualquer momento desde o surgimento da voz, o faria para matar. — Que porra de lugar é esse? Um puta labirinto de cavernas. — Se tivessem pessoas ali: — QUE TIPO DE HOMENS PRÉ-HISTÓRICOS SÃO VOCÊS QUE PREFEREM MORAR NUMA CAVERNA A MORAR NA PORRA DE UM PALÁCIO? PUTA MERDA. — Depois, uma reverência porca e totalmente debochada. — Meu nome é Doppio, haha.


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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 2 EmptyDom 17 Dez 2017, 17:03


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A escolha optada por Hynno era a do meio e ia sozinho, pois pelo jeito, o nanico havia se perdido, ainda havia avisado o atirador e ele nem havia dado bola. Mais uma criança será escravizada. Era apertada, mas organizada e notava que havia moradias no local, um lugar para quem não conseguisse o que era necessário para partir ou para aqueles que não tinham embarcação. Os habitantes até aquele momento, eram homens, com barbas, bandanas e tatuagens, piratas. A sua tática era atrair o primeiro em busca de recompensa para leva-lo ao médico e finalmente, havia encontrado um. Como qualquer um, o sujeito havia se interessado na recompensa, quem não ficaria? Olhar corrupto, ganância, fisgado e puxado, terminaria no chão, até o final do dia e levaria o médico com ele.

Não conseguia descrevê-lo direito, mas notava que o mesmo havia um bigode, mas pouco se importava, era apenas uma ferramenta movida por ganância e para o azar dele, havia encontrado Draguren Hynno, o piromaníaco e estavam no inferno e o espadachim mostraria o fogo do inferno para eles, porque estávamos no inferno e Hynno, era o portador do fogo. Naquele local, pelo jeito, segundo o estranho, tinha um médico, era comunitário, onde qualquer um podia ir nele, pelo jeito. Com a perda de suas coisas para a tal trupe, estava apenas com a espada velha que estava junto com o corpo sem alma, do caolho e então, quando perguntava para o velho, sobre isqueiro ou uma caixa de fósforo, o mesmo lhe entregava uma caixa de fósforo, assim como o homem, velho. Aquilo seria para mais tarde, para o que tramava, mas precisaria recuperar também, suas coisas e garimpar a de Ambrosio, que a trupe pegou.

Durante a caminhada até o tal médico, o psicopata percebia que havia pequenos estabelecimentos, taverna, loja de comida, de utensílios e então, no consultório, o velho empurrava o espadachim que, por sorte, não caia. Havia chegado no objetivo, num médico e logo, o peão pedia a recompensa, enquanto que, o médico perguntava o que o lunático desejava. – Botar fogo em tudo é uma opção? Brincadeiras à parte, quero que você trate da minha perna, já que, o médico do meu bando, morreu. Sem remorsos nem nada, olhava para o médico e depois, para o velho. – Bem, como sou novo aqui, vou esperar o trabalho ser feito para depois, te pagar. Não sou burro não. E então, era o que faria, esperaria que o médico tratasse da perna de Hynno, mas sua mão direita estava no cabo de sua espada, para qualquer problema que pudesse rolar, naquele consultório.

Caso o velho exigisse a recompensa imediatamente, suspiraria e se aproximaria do guia e diria, enquanto sacava sua espada e apontava para ele, ainda inofensivamente, apenas um alerta. – Ouça aqui, sei que você quer a recompensa, mas irei me tratar primeiro, algo contra?  Caso notasse algo ofensivo nele, Hynno buscaria dar um salto na diagonal direita, caso tivesse espaço para isso e então, tentaria um corte no pescoço do velho e em seguida, se agacharia e enquanto se agachava, faria um movimento em diagonal, de cima para baixo, no joelho direito do guia e logo após, buscaria se afastar, tomando cuidado com o médico, pois não sabia se ele estaria envolvido com o guia contra o psicopata ou não. Se não tivesse espaço para um salto na diagonal direita, faria para a esquerda só que o ataque na diagonal seria no joelho esquerdo. Se ambos os lados estivessem ocupados e não pudesse saltar para nenhum dos lados, iria em linha reta e quando estivesse próximo, iria lançar sua espada, como se fosse uma lança, na direção da cabeça do guia, mas era apenas um truque, continuaria a avançar e daria um Seiken no nariz do velho, era o primeiro passo e se fosse um sucesso, com cada um de seus indicadores, como armas, iria na direção dos olhos dele, iria cega-los. Se o golpe dos indicadores fosse um sucesso, procuraria agravar ainda mais, usaria seus polegares, enquanto que, os outros dedos iriam segurar a cabeça dele e pressionaria os polegares, pretendia afundar eles naquele orifício ocular.

Se lançar a espada fosse um sucesso e aquilo fosse o fim do guia, iria até o corpo caído dele e retiraria a espada pelo cabo e guardaria na bainha, onde então, pilharia o falecido e voltaria para o médico e diria. – Vamos esquecer o que vimos aqui e me trate logo. Caso o velho se esquivasse do Seiken, se abaixando, com o outro baixo, procuraria dar um gancho enquanto ele se abaixasse e então, se funcionasse, com a outra mão, daria novamente mais um Seiken, no centro do crânio dele e se funcionasse, procuraria finaliza-lo, com quantos socos fossem necessários, até ver pelo menos, o sangue sair da parte de trás da cabeça dele. – Pronto, agora, você pode me atender com calma. Se ele tentasse se esquivar para o lado oposto, faria a mesma coisa com a outra mão, um Seiken e prosseguiria com as ações. Se fosse uma esquiva para o lado do Seiken, para escapar do alcance do punho de Hynno, o lutador procuraria atingi-lo com uma cotovelada, do mesmo braço do primeiro golpe e prosseguiria com as ações. Então, se aproximaria do médico e esperaria pelo atendimento. Se ao invés de desviar do Seiken para as laterais e sim para trás, o piromaníaco saltaria na direção dele e com o braço esquerdo dobrado para trás, daria um soco direto no guia, no meio da cara, onde pudesse derruba-lo ou então, atordoa-lo e se este fosse o caso, nem perderia o tempo com os golpes dos indicadores, partiria direto para os polegares e então, prosseguiria com as ações. Agora, voltando ao caso, onde o pirata atacaria o guia com os indicadores, se ele se esquivasse da tentativa de furar os olhos deles com os indicadores, para a direita, Hynno usaria a lateral de sua mão direita e tentaria acertar o ouvido esquerdo do guia e se conseguisse, iria se virar rapidamente para aquele lado e buscaria dar uma sequência de socos com as duas mãos, onde a direita iria no nariz do oponente enquanto que, a esquerda, seria cruzado. Se a esquiva fosse para o outro lado, executaria a mesma ação, mas ao invés de ser cruzados de esquerda, seria de direita. Se fosse um recuo, apenas continuaria a avançar e buscaria dar uma sequência de Seiken o máximo que pudesse no rosto do guia.

Se ele bloqueasse o Seiken, aproveitaria a oportunidade para um cruzado de esquerda na lateral do rosto do guia e então, se conseguisse, aquilo faria a defesa dele baixar e então, daria um soco direto no nariz dele e então, com a palma da mão esquerda, tentaria acertar a garganta do velho e em seguida, recuperaria sua espada e se afastaria, esperando que aquilo tivesse acabado e voltaria a atenção para o médico e diria: - Podemos continuar? Se o adversário bloqueasse os golpes com os indicadores, sabia que ele poderia quebra-los e sem pensar duas vezes, daria um pulo como avanço e daria uma cabeçada no guia para desequilibra-lo e se fosse possível, usaria seus polegares para acabar com a visão dele, torna-lo um homem cego e então, pegaria sua arma branca de volta e se reaproximaria do médico, onde embainharia a espada de volta e falaria: - Pode me tratar agora?

Se ao perguntar para o guia, se havia algum problema em esperar e ele não fosse ofensivo, retornaria para perto do médico e esperaria ele tratar de sua perna e quando fosse feito, faria as mesmas ações: Jogaria sua espada como lança e executaria as próximas ações como lutador. Se então, aquilo tudo fosse resolvido, isto é, o problema da perna e do guia querendo a recompensa, Hynno questionaria o médico: - Você conhece algum grupo que se denomina por “Trupe” e que seu líder goste de coisas artísticas? Retiraria as cartas do bolso, como forma de exemplo para o médico refrescar a memória. Se ele soubesse, pediria a localização deles, mas não iria para lá, a não ser que, eles estivessem naquela simples taverna que havia visto. Se este fosse o caso, apenas guardaria as cartas e iria para a taverna, onde ao entrar lá, analisaria o estabelecimento e ficaria na sua, no canto. Se o médico não soubesse da trupe, apenas faria o mesmo, guardaria as cartas e iria para a taverna, onde ficaria num canto, na sua, mas não sozinho. Se em qualquer caso, ele reclamasse do corpo que estava caído lá, apenas suspiraria e diria. – Uma obra prima.

Então, iria até o guia lá, caído no chão e com sua espada, desmembraria, como Jack o estripador, apenas deixaria a cabeça intacta, mas antes de tal ato, pilharia o velho e em seguida, faria a ação “desumana”. Pegaria a cabeça do velho e retiraria a pele do rosto, a digital. Deixando a carne da cabeça exposta e procuraria um saco, onde colocaria o corpo destroçado lá dentro, junto com o rosto e sairia em direção a taverna só que, no meio do caminho, jogaria a sacola o mais longe possível e continuaria o caminho até a taverna, onde analisaria o estabelecimento e procuraria uma mesa para se sentar, no canto. – Uma obra de arte. Sussurrava para si mesmo. **Sim, mas bem que você poderia ter usado o rosto arrancado para algo** Era o que falava uma pessoa da plateia. – Tem razão, eu poderia ter usado para alguma coisa. Dizia, ainda sussurrando para si mesmo. Teria que seguir sua investigação sozinho, Doppio havia sumido, provavelmente, sequestrado.



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- Fala
* Pensamento
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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 2 EmptyQua 20 Dez 2017, 02:35



Narração


Amém!




Doppio não havia seguido seu aliado espadachim, indo na saída ao lado, a direita, o atirador partiu em uma jornada que mal sabia ele, mas mudaria sua vida, por inteiro. Focado, atento e todos os adjetivos relacionados, por enquanto o rapaz não deixaria nada passar por si e sua atenção. Cauteloso ele seguia pelo escuro caminho imaginando como atacaria seus inimigos com sua pistola. Tentando tatear o solo com seus pés, o rapaz retirou-os, porém nada achou, na verdade perdeu. Seus sapatos estavam em algum lugar que ele mal sabia.

Alguns minutos se passaram e Doppio ainda vagava em meio a escuridão, descalço, segurando-se nas paredes da caverna. Após determinado tempo, uma luz, fraca, podia ser vista ao fim, animando o atirador. Quanto mais se aproximasse da luz, mas o atirador podia ouvir uma espécie de culto religioso que ocorria ali. Não haviam muitas pessoas, algumas dezenas, mas todos veneravam um homem que tinha atrás de si um pequeno baú, centralizado e alvo do agradecimento de todos. — FINALMENTE CHEGUEI EM ALGUM LUGAR, CARALHO! — bradou o pequeno atirador, atrapalhando o que era um culto em prol de alguma figura mística.

Todos olharam rapidamente para Doppio, o que parecia ser o líder daquele movimento indicou a direção do rapaz e dois homens foram até lá. Calados, continuaram orando e louvando aquele baú, que se situava no centro. — Que porra de lugar é esse? Um puta labirinto de cavernas — questionou olhando para o que via ali. Era cerca de vinte homens, em sua maioria, já experientes e com trajes que remetiam à pirataria. — Esse é um culto que ocorre no farol e você está atrapalhando! — falou um dos homens, segurando uma espécie de espada. Todos ali eram malvestidos e um pouco fedorentos.

— QUE TIPO DE HOMENS PRÉ-HISTÓRICOS SÃO VOCÊS QUE PREFEREM MORAR NUMA CAVERNA A MORAR NA PORRA DE UM PALÁCIO? PUTA MERDA! — bradou o anão, em referência ao que ocorria ali. Os homens não receberam bem a ideia do pequeno e logo partiram para cima do mesmo. Eram dois que vinham em sua direção e ambos portavam uma barra de algum material escuro. — Meu nome é Doppio... — ironizou o atirador, vendo os homens partindo para cima dele.

Um pouco longe dali Hynno assustava os homens com sua resposta. Não era comum eles ouvirem que alguém desejava tocar fogo em tudo. Se alguém planeasse isso, provavelmente não sairia dizendo por aí que faria isso. — Brincadeiras à parte, quero que você trate da minha perna, já que, o médico do meu bando, morreu! — afirmou o espadachim, tranquilizando o médico e o homem que havia o trazido até então. Rapidamente olhando um para o outro, o médico enfim aceitou e realizou os procedimentos necessários para a saúde do espadachim.

Porém, o guia incessantemente cobrou sua recompensa, chegando a pegar no ombro do espadachim. Rapidamente, Hynno pegou seu sabre e enfincou no corpo do guia, fazendo-o cuspir um pouco de sangue, que escorreu por sua boca e respingou no piso e caiu. Antes mesmo de realizar aproxima ação que mirava o velho, ele rapidamente falou algo que parou as ações de Hynno. — Muito obrigado por fazer isso. Esse cara era um saco mesmo... — falou o velho ajeitando o material necessário para o procedimento de Hynno — O que aconteceu com o seu bando? — questionou o velho durante o procedimento que durou algumas horas.

— Você conhece algum grupo que se denomina por “Trupe” e que seu líder goste de coisas artísticas? — questionou o louco, interrompendo a ideia do médico e o ignorando completamente. O velho, um tanto quanto curioso com o estado mental de seu paciente apenas sorriu. — Sim, você deve estar falando da trupe... Eles falaram a respeito de um show de arte que fariam mais tarde, acho que é na caverna 10..., mas, não posso te ajudar. Na taverna você deve conseguir informações necessárias. Qualquer coisa, procure o Carmichael, ele deve te ajudar... — falou o velho acendendo um cigarro e sentando-se na cadeira. Vendo o instinto assassino de Hynno, ele não seria louco a ponto de cobrar nada do maníaco. — Ei, e esse corpo? — questionou o médico. Hynno, por sua vez seguiu seu rumo até a porta, respondendo ao atravessá-la. — Uma obra prima...

Ao chegar na taverna, que não era muito grande, Hynno avistou quatro mesas preenchidas e alguns balcões. Não havia piso nem nada, era como se tivessem colocado um balcão e mesas em uma caverna e lá servissem bebida, provavelmente bebida que encontravam em navios que afundavam ao descer da Reverse. Em uma mesa, haviam quatro homens com trajes jeans e alguns com marcas de sangue em suas roupas. As tatuagens eram visíveis em alguns deles. Na outra mesa, sentava apenas um encapuzado que bebia água. Nas demais, eram pessoas que vestiam trajes rasgados e surrados, talvez por ser roupas encontradas no mar. O atendente era um anão de cor acinzentada e uma enorme barba branca, mal encarado e rabugento.

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MensagemAssunto: [color=#408000][/color]   Mau presságio - Página 2 EmptyQua 20 Dez 2017, 17:29

"Caralho. Os caras são duplamente idiotas; moram em caverna e são religiosos. Se foder, hein."
06/?? (Página 01)



...e eu vim pra foder com vocês. — Continuava a apresentação anterior, sorrindo por baixo do colarinho. Finalmente algo pra mexer o esqueleto, uma galera de veteranos frustrados que depositavam sua fé na porra de um baú. Puta que o pariu. Doppio cospe antes de fazer seu primeiro movimento.

Como se jogasse uma bolinha de gude, o piratinha dispara a munição com os dedos no olho direito de um dos caras avançando, mirando por rápidos milésimos o local. Em conseguinte, a arma deixaria o esconderijo nas roupas, guiada pela mãozinha nanica e astuta do pequeno criminoso. Seus olhos focados nos inimigos tracejariam uma linha imaginária que ia da boca da pistola à testa do outro homem. Puxaria o gatilho. Um tiro pra matar.

Se obtivesse êxito em eliminar um dos dois, dispararia na direção do outro enquanto recarregaria a arma. Havendo algum espaço em que pudesse se encaixar, fosse entre os braços e o tronco ou entre as pernas, se jogaria; entre os membros inferiores, alinharia a arma na vertical com a virilha do inimigo e dispararia um tiro que ia varar dos ovos à queima roupa. Recarregaria se necessário.

Qualquer tentativa de desarme seria anulada pelo fundamento do estilo de combate inescrupuloso do pirata; ao mínimo sinal de ataques visando a mão armada, giraria a pistola no indicador e jogaria-a para a outra mão num movimento tão ágil quanto o de um duende (isso seria repetido quantas vezes necessário, continuamente ou não). Nesse momento, a guarda do(s) inimigo(s) provavelmente se abriria em algum ponto, e nele, aplicaria um tiro.

Abatida a dupla que tomara a iniciativa, pisaria em seus cadáveres e sorriria para o resto do grupo. — Esse lugar não podia ser melhor pra mim nesse caralho. Vão se foder bando de neandertal fodido. — Tomar no olho do cu com essa porra de culto de bichinha esquizofrênica, porra! (Doppio queria gritar isso, mas parecia politicamente incorreto demais. Até pra ele.) — Tomar no olho do cu com essa porra de culto de bichinha esquizofrênica, porra! — Brincadeira.

Furenjīdotorigā II.

Ergueu o braço armado e preparou a mão livre. Aqueles imbecis teístas tinham lhe dado nos malditos nervos. Além de burros, morarem em caverna e serem teístas... ELES TENTARAM ATACAR O DOPPINHO. Isso não vai sair nem um pouco barato nessa porra. Sentiu a energia fluir pelo corpo, o arrepio, o calafrio. Sangue parecia correr mais rápido pelas veias. O indicador tremia, como se pedisse pra ser liberto. E foi.

Quando deixou que a fúria do dedo de denunciar filho da puta explodisse, só se preocupou em focar no que via à frente e no controle dos tiros e do recarregamento contínuo da arma, que dispararia até vinte balas naquele ambiente fechado, tendo todo o grupo maldito de imbecis como alvos principais da técnica. A mão responsável por munir a pistola faria seu trabalho com algo beirando a perfeição, indo da arma para as ancas e das ancas para a arma. Sons mecânicos que intercalavam alguns estouros de tiro. Esperava ouvir som de carne recebendo bala de presente de natal. Ho ho ho! Não...

POW POW POW, POWRRA!

Pannacotta parecia nem notar como seu corpo parecia queimar. Suas mãos emanavam algo como um vapor verdejante, que também nascia da cicatriz, subindo como um filete de dentro do colarinho e passando bem ao lado do olho esquerdo; este, acompanhado do irmão gêmeo, expressava pura intenção de matar.

Caso tentassem evadir os projéteis, fosse mudando de posição ou whatever, apenas acompanharia os alvos com o braço, esbanjando versatilidade com a técnica que, mesmo sendo em linha reta, podia ser remanejada para atingir alvos em movimento. Se tentassem flanquear, faria o mesmo processo anterior.

Nas situações em que Doppio fosse alvo de ataques durante a execução da técnica, em prol de não cancelá-la, limitar-se-ia a movimentos ríspidos e que não tirassem seus pés de onde estavam; inclinaria o corpo na diagonal para variadas direções (a depender do ataque, ou seja: de cima para baixo em cortes diagonais, de baixo para cima, etc), se agacharia quando alvejado muito acima da cintura e saltaria quando muito abaixo dela. Jamais deixaria o espaço que iniciara o frenesi de projéteis.

Fora do tempo de execução da técnica, movimentaria-se de forma mais livre pelo lugar; usaria essa liberdade para ocupar os espaços mínimos entre os membros e ataques inimigos, passando pelas mínimas frestas entre seus movimentos ofensivos. Graças a isso, os próprios homens seriam as barricadas que Doppio precisaria para "bloquear" os ataques que viriam dos outros, usando o fogo amigo para limitar as ofensivas e até mesmo fazê-los ferirem a si mesmos.


Se eliminados, cuspiria em seus cadáveres com veemência, como se mijasse pela boca. Depois, vitorioso, iria até o baú e o abriria. Que quer que fosse ali dentro, tomaria para si. Se tava num maldito baú, tinha um pouco de um maldito valor. Foda-se.

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MensagemAssunto: Re: Mau presságio   Mau presságio - Página 2 EmptyQui 21 Dez 2017, 01:26


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Havia sido uma ótima ideia, enganar alguém para ir em um médico e aquele guia era uma cobaia, um peão, que logo em seguida, se provou descartável, a ganância por uma recompensa, atraiu ele para o inferno e para o portador do fogo. A suposta brincadeira sobre botar fogo, havia assustado o guia e o médico por um instante, mas logo retornava ao normal, quando o psicopata mentia sobre ser uma brincadeira e o médico iniciava o procedimento. Mas, o problema do guia com a ganância começava a se mostrar, incomodando o lunático, chegando a até tocar em seu ombro, o que sucedeu a um fim rápido para ele. Sua espada ceifava ele, o velho agora, estava morto. Não pelo portador de fogo e sim, pelo açougueiro. Até mesmo o médico, não aguentava mais o falecido, agradecendo o psicopata, provavelmente rezando para que ele não fosse o próximo. Durante o procedimento da perna, aquele médico questionava para Hynno, o que havia ocorrido com o bando dele, fazendo o lunático fitar o doutor e respondia. – Metade morto, metade vivo.

A parte principal começava, informações sobre a trupe, usou o velho como guia, para leva-lo para um médico, onde nele, como o mesmo tratava dos ferimentos, provavelmente conheceria a tal trupe que o velho do farol havia comentado e se não fosse pela mentira da recompensa e o velho levasse o pirata para o médico de graça, o espadachim iria matar o guia, para perguntar sobre a trupe, sem testemunhas. O destino do morto estava traçado assim que havia topado a proposta de Hynno, de um jeito ou de outro, o corpo dele cairia no chão, sem vida. Realmente, o médico tinha respostas sobre a trupe, não tão diretas, mas guiava para algum lugar. Eles fariam um show, como um circo, um circo onde o maníaco iria botar fogo com eles lá. A apresentação seria numa tal caverna 10, não sabia onde ficava aquilo, mas segundo o doutor, poderia perguntar para um tal de Carmichael. Não fazia ideia de quem fosse o tal homem que o médico havia dito que poderia ajudar, apenas saia do estabelecimento, sem pagar, melhor ainda. Antes de sair, o homem questionava sobre o corpo e típico de Hynno, respondia para o médico, sem se importar com o corpo.

Na caverna, notava que tinha mesas ocupadas, quatro delas e o estabelecimento, se é que podia chamar assim, não era muito grande e o piso, era da própria caverna, numa mesa, quatro sujeitos de jeans e com sangue marcando suas roupas e em alguns, notava-se visivelmente suas tatuagens, na outra mesa, apenas um encapuzado e pelo jeito, bebendo água e de resto, pareciam pessoas simples, sem muita importância, além de que, o atendente era um anão. Tantas mesas para invadir a privacidade, a do quarteto com sangue e tatuagem, o sozinho e então, iria até o que estava solo e tirava uma cadeira de uma das mesas, claro, se na mesa que o rapaz que bebia água estivesse, não tivesse uma cadeira sobrando. Tendo uma cadeira lá, se sentaria nela e se não houvesse, buscaria pegar uma e colocar de frente para o encapuzado. – O que temos aqui, um lobo solitário.. Foi então, que a plateia começava a uivar, feito uma alcateia.

Sorria com aquilo, sorria para o nada, não pelo comentário feito pelo próprio nem nada, havia feito aquilo por poucos segundos, quando retornava para “si”. – Me diga, porque está bebendo água e sozinho aqui? Escutaria com atenção o que o misterioso iria dizer e então, caso ele tivesse perguntado o nome do espadachim, a plateia dizia **Não dê seu nome, responda com outra pergunta.** O lutador então, sussurrava. – Claro. Pigarreava para disfarçar aquele sussurro e respondia para o bebedor de água. – Gosta de mágica? Soube que vai ter um show numa tal caverna 10, o que acha? Se o encapuzado não perguntasse o nome do piromaníaco ou nem respondesse o que Hynno havia dito, perguntaria a mesma coisa, do caso de ele ter perguntado o nome do pirata.



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