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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Presságios do Caos

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MensagemAssunto: Presságios do Caos   Presságios do Caos EmptySab 11 Nov 2017, 23:55

Presságios do Caos

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ivo Rodriguez. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Presságios do Caos   Presságios do Caos EmptyDom 12 Nov 2017, 18:06


Cuidado! Fugitivo em Conomi Island.
Ivo Rodriguez


– hum hum hum hum... Aquele homem... Não posso subestimar aquele homem. Não é verdade? – Indagaria sorrindo como de praxe – Hades. É dele que estou falando. Vocês não trabalham pra ele? ÃHM? – Exigia uma resposta. A viagem era desgastante e entediante, o barco era pequeno, mas cabia uma fração de bandidos subordinados de Hades que me escoltavam até a ilha. – UHMMMM... – Apesar do grande sorriso forçado a impaciência era nítida. Meus sapatos inquietos batucavam o solo do barco graduando o ritmo conforme a demora.

Ao chegar à ilha levantaria do assento exclamando. – Até que em fim capitão. Por um momento imaginei que estivesse perdido. – Desembarcava do barco esbarrando o capitão com um sorriso de canto sarcástico. – Bom trabalho. Dáh ha ha ha ha... – Ironizava. Colocava os óculos e vestia o casaco por cima dos ombros. Andaria alguns poucos metros dali até que a pessoa o qual Hades havia comentado me recebesse, afinal não sou tão difícil de enxergar. – Acredito que ele deve ter lhe falado sobre mim... – Diria a suposta figura. – Refira-se a mim como Sr. Rodriguez, caso ainda queira sua cabeça no lugar HÁ! HA! Ha! HAaa!... Então, diga-me o que vim fazer aqui?

Depois de ouvir e entender o meu verdadeiro propósito ali, diria. – Ok! Agora me leve a uma loja de armas. Quanto mais cedo começarmos, mais cedo terminamos. – Conomi Island não estava em meus planos, mas precisei sair de Loguetown com urgência. E também Hades havia me pedido um favor, custeou minha viagem e previu gastos a mais que eventualmente poderia ocorrer. Uma quantia de 50.000b como poderia recusar? Em frente à loja sacaria os berries no bolso da calça e entraria caso estivesse aberta. Avançava a porta pondo o dinheiro em cima do balcão. – Posso olhar suas armas? – Indagaria. Após escolher a espada que mais me agradasse e, obviamente, que se encaixasse na quantia que tinha, levaria até o vendedor para confirmar a compra. Guardaria o troco e sairia da loja com a espada em mãos. – Agora sim... – Resmungava apreciando a arma. – Vamos terminar logo com isso. Por onde eu começo mesmo?


Objetivos:
 
Explicações:
 

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Última edição por Edge em Seg 20 Nov 2017, 12:21, editado 10 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Presságios do Caos   Presságios do Caos EmptyTer 14 Nov 2017, 17:16


Objetivos:
 
O Gralhar do Corvo!

– Acho que está na hora. – murmuraria, no tom rouco e sombrio de sempre. Nunca fui um homem alá sociável, muito menos uma boa companhia para formar uma família, talvez por isso as moças sempre rejeitaram contato comigo, exceto aquelas que procuravam um cara que fizesse o estilo "bad boy", que passasse a elas a noção de domínio. Bem, mulheres como essas não me interessam nem um pouco, mas rejeitar comida não é sábio, certo?

Meu sumiço ecoaria, talvez, nas ruas? Boatos de que morri, fui capturado? Baboseiras! Nunca me viram derrotado em combate, como podiam proferir estas atrocidades sobre mim? De qualquer forma, não poderia me deixar levar por isto. Havia um bom motivo para me esconder, e mantive-me escondido por muito tempo. Mas o barulho dos canhões e dos tiros de espingarda ainda eram bem audíveis em minha mente. Como uma música. O som da guerra.

Vestia minhas roupas de costume; casaco e botas pretas, calça cinza camuflada e o "bico de corvo". Exceto, também, por um manto cinza fosco com capuz que cobria meu corpo quase por inteiro, disfarçando o bico de corvo e projetando uma sombra em meu rosto que tornaria a identificação difícil, a menos que olhassem de muito perto. Sairia pelas ruas de Conomi Island, meus objetivos eram bem claros em minha mente, o primeiro deles era comprar um par de botas simples, ou de alguma forma ganhar estas, talvez um roubo discreto, ou em uma disputa? Bom, o destino me diria.

– Ei. Onde fica a loja de armas? – indagaria a qualquer um que surgisse em minha frente até conseguir a resposta que queria, podendo perguntar a mais de uma pessoa. Dirigiria-me ao lugar indicado, adentrando-o. Observaria bem os itens em exposição – Mostre-me um par de botas, não precisa ser das mais refinadas, só precisa estar em ótimo estado, tenho dinheiro para pagar. – pediria, simples e direto, sem arrodeio. Entregaria o saco de moedas com o preço indicado caso fosse-me dado o que pedi.

Sairia do lugar, um objetivo estaria riscado da lista de afazeres. – É bom que sirvam mesmo! – completaria, já com elas em uso. – Qual o próximo passo?


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MensagemAssunto: Re: Presságios do Caos   Presságios do Caos EmptyQua 15 Nov 2017, 19:16

Objetivos:
 

Depois de me hospedar de casa em casa, ilha em ilha - eu arranjava algum jeito de me infiltrar nos barcos alheios e navegar por ilhas -, estava em Conomi Island. Havia passado por maus bocados. Tive alguns problemas familiares e, perseguindo cegamente um sonho - de me tornar um pirata - fugi de casa. Levei tudo de que precisaria para viver tranquilamente por alguns meses: água, comida, uma mochila, algumas recordações e coragem aliada a uma grande insistência.
Enfim, minha aventura estava prestes a começar. Sujeito à novas amizades e parceiras, mas também ao perigo que o ramo da pirataria proporciona; traições, desconfiança, desavenças, etc. Afinal, muitos piratas já sucumbiram por perseguirem sonhos impossíveis de serem realizados.... mas não na minha visão. Tudo é possível, somos piratas! Livres para sonhar, desbravar o mar e conquistar cada canto deste vasto oceano!
Primeiro, trataria das minhas roupas. Empoeiradas ou não, bati as duas mãos - estavam um pouco surradas, talvez por causa do vento das viagens -, na tentativa de mandar boa parte da poeira embora. Olhei para frente, determinando um objetivo claro e certo: arranjar um par de manoplas para mim e, explorar um pouco mais a ilha. Meu estoque de comida e água estava praticamente esgotado, sobrando poucas migalhas de pão e alguma - senão nenhuma - água.
Com objetivo determinado, começaria a caminhar. A fim de obter informações sobre localizações da ilha, pararia qualquer um que viesse em minha direção com um aceno, e não tardaria em perguntar:
- Ei, sabe onde posso encontrar alguma loja de equipamentos e armas, senhor (a)?
Caso me indicassem uma direção a seguir, assim o faria. Caso contrário, continuaria a perguntar, até conseguir o que tanto queria.


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MensagemAssunto: Re: Presságios do Caos   Presságios do Caos EmptyQua 22 Nov 2017, 22:25

Presságios do Caos
01




A floresta que circunscreve as duas cidades da grande Conomi sorri naquele entardecer. O bater de asas de pequenos insetos e pássaros se misturam às frestas de luz cintilando nos espelhos de água. A suavidade daquela região de cultivo, e a leveza dos habitantes caminhando de volta às suas casas depois de trabalhar, podiam ser notadas por todos que fossem contemplativos e sentissem o agreste do lugar. Já está no entardecer das 16h. Aqueles que iam sozinhos apressam o passo para encontrar hospedaria enquanto outros seguem para bares e descanso.

Ivo

Rodriguez acabara de desembarcar e as pessoas atravessam sua posição indo de encontro familiares e conhecidos. O altíssimo homem ficou em destaque e um rapaz jovem, loiro, boa estatura e indumentária bem aprumada o encontra, o escuta e fala:

- Você deve ser Ivo, mandado de Hades, certo? - termina ajeitando a manga 3/4 de sua camisa verde. Ele está vestido com calças marrom e parece desarmado.

Refira-se a mim como Sr. Rodriguez, caso ainda queira sua cabeça no lugar HÁ! HA! Ha! HAaa!... Então, diga-me o que vim fazer aqui? - respondeu o homem.

O rapaz sorri, mas desinteressado prefere nem lhe repreender. Ele apenas se vira e continua:

- Aqui em Hirotown você precisa ser mais educado senão pode se prejudicar. Me chamo Alx e você vem comigo. - Ivo ainda insiste acerca de armas, grosseiro, o rapaz para o caminhar, vira-se e vocifera chamando atenção de uma senhora ao seu lado: - É MELHOR VIR, caso contrário nem mesmo sua experiência com armas poderá lhe ajudar.

A velha reconhece Alx, um dos batedores de Dylan, o juvenil pirata de Loguetown que aos poucos tenta ampliar seu alcance no East Blue. Ela finge não escutar, pega a criança segurada em sua mão e apressa o passo. Notando aquela reação, o loiro para, aproxima-se e então explica quase sussurrando:

- Preste atenção... Hades lhe mandou aqui, pois estamos nos preparando para em alguns dias, ou menos, tentarmos ascender à GL. Precisamos de homens, grandes guerreiros já que será nada fácil. Nós estamos em três, mas é necessário um grupo maior. Seu trabalho aqui é se integrar a nós. Logo, logo juntaremos os bandos. Venha!

Callum

Vagando sozinho em Shirotown, Wiliams segue em uma rua vazia quando um jovem de quinze anos corta a ruela, olha-o rapidamente e o escuta pedindo informação. Assustado com a altura do moço, o jovenzito estatua por alguns segundos fitando aquele imenso vestido de preto. Ele olha para os lados, vê ninguém e então torna a si, respondendo:

- Armas? - gagueja à priori. - Se não me engano daqui quatro quarteirões nessa mesma direção, logo na esquerda, você vai ver uma Loja de bugigangas. Todos sabem que lá também vende armas. Talvez sejam úteis ao senhor. - ele observa o alto de capuz onde se via apenas as pontas dos cabelos castanhos. Esperou que o rapaz agradecesse a informação, mas recebeu somente silêncio. Por aquelas bandas nunca o havia visto, ficou atento enquanto ele seguiu e gravou a fisionomia abissal.

Chegando ao dito local, reconhece o letreiro velho de latão onde escrito: Denzoul Tory. Observando que realmente se trata de uma Loja repleta de velharias, entra. No espaço ele poderia ver alguns animais empalhados, alguns móveis de madeira, grades onde se podiam ver laranjas e um repleto de alimentos à base de cítricos no tom mexerica. Ao fundo, no balcão, ele poderia ver um homem de trinta ou mais anos. Ele percebeu a entrada do rapaz e escutou o solicitado.

- Botas?! Você prefere botas de que tom? Veja. - ele mostra uma prateleira com botas de marrom a vermelho. Passando através de todas as tonalidades de laranja, algumas dessas estão guardadas ao lado de espadas. Escolhendo uma simples, marrom, ele volta e o vendedor logo explica:

- Essa custa trinta mil berries. Não é muito poderosa, mas deve dar para o gasto. - falou, lembrando-se da época que lutava na marinha e decidiu se tornar um civil. - Chamo-me Cruzis, se conheço bem, você deve estar procurando alguma aventura. Por que não visita Loguetown? É uma ilha mais movimentada e cheia de piratas. Talvez você possa acabar com alguns. - completou achando que aquele rapaz fosse mais um desses Revolucionários vagueando por Conomi.

O rapaz já ia saindo quando o vendedor arremata:

- Você não disse se aceitou o valor, se iria pagar. Para onde vai?! - ele já está com um punhal desembainhado embaixo do madeiro e sua pistola a alguns metros de distância, preparado caso aquele fosse na verdade um ladrão.

Finn

Tendo conseguido hospedaria junto de uma família que mora próximo à floresta de Conomi, entre Hiro e Shirotown, Finn teve dificuldades em se desvencilhar dos seus cuidadores. Em especial a menina filha do casal, houve muito insistência por três dias até que a criança aventureira conseguiu despistar todos. Ele agora caminha sozinho até que vê uma velha carregando seu neto pelo braço. Aproximando-se, diz:

Ei, sabe onde posso encontrar alguma loja de equipamentos e armas, senhora? - surpreendida e ainda assustada com o que escutara a pouco, a velha apenas traz o pequeno para as costas e repele:

- Você não acha ser novo demais para se preocupar com isso? Para onde está indo?! - ela olha ao redor e vê ninguém, a criança está sozinha, suja e ela imagina que estivesse perdido. Trazendo a criança de volta para seu lado, continua:

- Onde estão seus pais? Está quase escurecendo e Hirotown não é uma cidade para se ficar andando à torta. - olhou novamente ao redor e terminou: - Estou indo para a casa de minha filha, vamos e lá procuramos sua família! - ela pega Bravhesser pelo braço e o arrasta. Ela era forte.

A criança, assustada, seguia do lado da avó e olha rapidamente para o menino, acalmando-se. O pequenino então o pergunta:

- Qual seu nome?! - e então ajeita o calção que escorrega do corpo na velocidade da caminhada.

Dados:
 

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DADOS MEMORÁVEIS:
 

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MensagemAssunto: Re: Presságios do Caos   Presságios do Caos EmptyQui 23 Nov 2017, 00:26



O Gralhar do Corvo!

O cheiro da pólvora e o ressoar das espadas se chocando ainda eram bem vivos para mim, sentia-me em uma guerra infinita. Um soldado marinheiro investira em minha direção com uma espada em mãos enquanto outro gritava mais ao longe – Atacarrr!!! – e tudo se encerrou como um passe de mágica.

– Um sonho...? – murmurei, vendo-me agora andando pelas ruas vazias de Shirotown. Já era entardecer, “4 da tarde, talvez?” chutei, provavelmente estaria certo, sempre tive um bom palpite para as horas. Um garoto dobrou a rua enquanto eu pedia informações, paralisando ante minha presença. Era eu uma figura tão grotesca assim? Alguns segundos passaram-se em silêncio, o garoto olhou de canto para as laterais e voltou-se para responder minha questão. – Armas? – o rapaz gaguejou. – Se não me engano daqui quatro quarteirões nessa mesma direção, logo na esquerda, você vai ver uma Loja de bugigangas. Todos sabem que lá também vende armas. Talvez sejam úteis ao senhor. – completou o rapaz. Era uma informação deveras útil. Tendo minha dúvida sanada, parti sem agradecer, acho que esqueci. Pude notar que o rapaz continuou a me olhar enquanto minha silhueta se perdia nas curvas da cidade.

Andei por algum tempo remoendo a informação que obtive do rapaz em minha cabeça até perpassar os olhos por um letreiro velho e um pouco surrado. As representações na placa indicavam que minha busca havia acabado, então tratei de adentrar o lugar. Era, de fato, uma loja de bugigangas e velharias. Analisei toda a estrutura do local, identificando alguns “troféus” – era isso que pensava de animais empalados – e alguns alimentos espalhados pelo recinto, ao fundo pude ver uma silhueta, um olhar mais atento me revelou um homem, provavelmente o vendedor da loja, que já tinha uma idade um pouco mais avançada. Fiz meu pedido como deveria, tinha uma agenda a cumprir. O velho, ao escutar, indagou ao apontar uma prateleira com diversos modelos – Botas?! Você prefere botas de que tom? Veja. – Escolhi, então, uma de cor marrom que me chamou mais atenção, cores neutras sempre são melhores. 30.000 berries era o preço do item, disse o velho, prosseguindo com outra fala: – Chamo-me Cruzis, se conheço bem, você deve estar procurando alguma aventura. Por que não visita Loguetown? É uma ilha mais movimentada e cheia de piratas. Talvez você possa acabar com alguns. – apenas ri, imaginando que o senhor deva ter imaginado que eu era algum caçador de recompensa ou marinheiro fora de serviço.

– A ideia não é de todo ruim, Cruzis – estava de saída quando o vendedor alertou – Você não disse se aceitou o valor, se iria pagar. Para onde vai?! – Com a fala, viraria de abrupto, achando que alguma arma estivesse apontada em minha direção. – Já estava me esquecendo... – completaria, removendo dos bolsos um saco com a quantidade exata exigida. Olhando fixamente o vendedor, arremessaria as moedas pelo ar em sua direção. – Não quero problemas, Cruzis. Aliás, conhece algum Ferreiro ou Engenheiro por essas bandas? Estou à procura de um... – completaria, no mesmo tom rouco de praxe. Tinha em mente que talvez o próprio Cruzis pudesse exercer alguma dessas profissões, talvez forjasse as armas que vendia, caso fosse, seguiria questionando – Quero aprender a arte da forja, aceita-me como aprendiz?

Porém, caso não fosse Cruzis aquele que procuro, e indicasse-me qualquer outra pessoa, completaria nosso diálogo com: – Obrigado pela informação, e pelas botas – deixando o lugar em seguida e partindo em procura de meu futuro mestre. Se a localização fosse mencionada de antemão, o processo seria mais fácil e me guiaria de imediato para o local marcado; caso não, voltaria a etapa 1: – Conheces algum ferreiro por estas bandas? – perguntaria pelas ruas, tomando cuidado para não amedrontar outra pessoa com minha aparência titânica. Crianças, jovens, idosos, trabalhadores e mendigos, todos estavam incluídos entre aqueles a quem poderia perguntar. Se não me fosse respondido, apenas o silêncio seria retrucado, mas se fosse-me respondido, retornaria com um aceno de cabeça e um – Obrigado! – bem rápido. As perguntas seriam feitas até encontrar algum “Norte”, direção para seguir, tinha um objetivo fixo em mente e o tornaria realidade. Seguiria para o lugar proposto, caso obtivesse a localização de algum ferreiro conhecido.


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Presságios do Caos   Presságios do Caos EmptyQui 23 Nov 2017, 11:26

2° post


Trato de apertar o passo a fim de acompanhar a velhinha apressada. Ela, de alguma forma, me lembrava minha mãe: um amor incondicional e preocupada até o limite com seus queridos netos. Ela me parecia uma boa pessoa, então, não contestei sua decisão de me levar para sua casa – estava faminto, afinal –.
Meus devaneios aliados à minha insegurança durante uma conversa foram o bastante para ouvir somente parte do sermão da velhinha. Me viraria para ela e responderia, perdurando um sorriso digno de uma criança no rosto:

Sabe... Eu fugi da minha casa. Eles não eram muito compreensivos, e daí... – Hesitei por alguns instantes, receoso em contar algo tão pessoal quanto aquilo para desconhecidos. Prosseguiria, depois de passados alguns segundos – E daí... Eu decidi explorar um pouco o mundo.

Conforme seguíamos para a casa da "vovó" – foi assim que a apelidei enquanto me perdia nos meus pensamentos –, pude notar a curiosidade do garoto que a acompanhava. Somente me virei para ele – ainda segurado à força pela vovó, sem muito o que fazer, apenas ceder à seu aperto –, e respondi:

Como eu acabei de dizer, estou buscando algo que possa suprir minha necessidade por aventuras! Quer vir comigo? – Completei a frase com um convite um tanto inesperado. Agora, restava esperar pela reação dos dois.



Objetivos:
 
Desculpas:
 
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MensagemAssunto: Re: Presságios do Caos   Presságios do Caos EmptyQui 23 Nov 2017, 14:27


~Nova ascensão. O arquiteto do Caos.~
Ivo Rodriguez


Esse clima arborizado de Conomi Island me fazia rebobinar a memória. Lembro-me bem. Ainda como marinheiro vinha a esta ilha acompanhado de um agente superior que negociava com aquela raça de peixes. Sempre achei covardia do Governo e da Marinha. Éramos homens bem treinados e melhor disciplinados em combate, nosso poder bélico era maior, poderíamos expulsá-los em um ataque. Mas isso já se foi. Não sei o porquê de estar pensando nisso ainda. Eu não carrego mais a justiça do mundo sobre minhas costas. Se eu mudei de lado? Pouco importa. Quando os anos se passam você compreende que o que almejava nem era tão importante assim. Ainda mais quando se vive uma década aprisionado, só então percebe a importância das coisas mais simples.

– hum hum hum hum hum... – Sorri. Voltei ao presente. De súbito encontrei com a suposta figura. O ameacei, não por birra, mas por descobrir com quem estou mancomunado. Ele sorri ignorando. Um homem intrigante, assim como eu. Interessante. – Aqui em Hirotown você precisa ser mais educado senão pode se prejudicar. Me chamo Alx e você vem comigo. – Não disse? “Hê Hê Hê Hê Hê”, mas acatei a informação e o segui. No caminho, ainda arrogante, insistia na espada. Afinal, sou um espadachim. Mas percebi que aquele jovem também tinha um limite ao se enfurecer e bradar tais palavras: – É MELHOR VIR, caso contrário nem mesmo sua experiência com armas poderá lhe ajudar. – Sua abordagem grosseira me fez fitar seus olhos como um animal a caça. Cerrava os dentes de forma irônica ao parecer um sorriso. Minha postura com as mãos mergulhadas nos bolsos exibiam minha autoconfiança. O encarei e não disse uma palavra. Meus neurônios maquinavam a crueldade, mas não passou disso.

Havia pessoas a nossa volta, eu não dei atenção, ele sim. – Preste atenção... Hades lhe mandou aqui, pois estamos nos preparando para em alguns dias, ou menos, tentarmos ascender à GL. Precisamos de homens, grandes guerreiros já que será nada fácil. Nós estamos em três, mas é necessário um grupo maior. Seu trabalho aqui é se integrar a nós. Logo, logo juntaremos os bandos. Venha! – Dizia-me, agora em um tom mais adequado. – HÊ HÊ HÊ HÊ HÊ – era sua resposta. – Entendo. – Cessava a risada, mas não o sorriso. – E quem seria essa terceira pessoa? – Axl havia me contado o principio do plano, ir para Grand Line era um objetivo em comum que me ligava a Hades, mas ainda me faltava muita informação. – Essa senhora pareceu não ir muito com sua cara... – Diria em um comentário pretensioso em saber sobre Axl. – Não tenho muito o que dizer sobre mim, passei os últimos dez anos naquela prisão... – Base de Loguetown era e é de fato uma fortaleza. Do motim que fizemos apenas alguns conseguiram fugir e dessa pouca parcela muitos ainda foram pegos e até mortos pelos marinheiros. – Aliás, como está meu amigo Hades? – Perguntaria bem disposto a ouvir sobre meu velho parceiro de cela. Enquanto isso, seguiria Axl tentando tirar-lhe as informações que pra mim fossem necessárias.

.



OFF: Objetivos atualizados. Tem pouco ou quer mais? ;P

Personagem:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Presságios do Caos   Presságios do Caos EmptyDom 26 Nov 2017, 04:05

Presságios do Caos
02




Nas docas, aproxima-se um barco forasteiro e estranho. Dentro, além dos tripulantes, dois homens encapuzados saem da embarcação enquanto os outros quatro atracam e permanecem no flutuante. Os homens desaparecem nas ruas de Conomi enquanto os três homens desta história seguem seus caminhos. Aqueles eram agentes disfarçados e talvez problema indesejado! Eles caminham em Shirotown.

O chilrear de uma águia transpassava as vias da ilha e podia ser ouvida em toda Hiro e Shirotown. Ela sobrevoa e acompanha a dupla à distância. Ainda eram 16h15min.

Callum

No outro lado da Island, aquele branquelo segue a negociação e logo que percebe a gafe, voltando-se, fez que Cruzis se acalmasse baixando o punhal escondido sob o balcão. Na conversa, pós o pagamento e confirmação do valor, escutando Wiliams, o ex-Marine repassa mentalmente todas as pessoas que conhecia e que poderiam ajudar aquele jovem.

- Um instante! - disse o vendedor pegando a bolsa de moedas, guardando em um cofre escondido num espaço abaixo do tapete e então continua: - Bem, rapaz. Qual seu nome mesmo? - questionou fitando rapidamente seu rosto, achando-o meramente conhecido. Não ligou e concluiu: - Conheço uma pessoa muito habilidosa. Na verdade, ela quem conserta e afia minhas armas quando preciso. Se tiver interesse, posso ir com você. Espere apenas um momento! - vira-se e sussurra pra si mesmo: - Estava quase fechando a loja mesmo. Ninguém mais vai vir aqui!

Organizando os últimos detalhes, pegando uma sacola, seu coldre e uma pistola de brilho dourado, Cruzis caminha pela loja. Verificou todas as portas e organizou um caixote onde se via escrito legumes e verduras. Não pegou o punhal e o deixou dentro de uma gaveta trancada. Virou-se e escondeu as chaves no compartimento de um relicário.

- Vamos. Se formos rápidos talvez a achemos em um bar que fica próximo da floresta. Não fica tão longe, mas talvez cheguemos apenas ao pôr do sol. - disse caminhando até o rapaz, dirigindo-se à saída e fechando a porta da loja. Eles seguem na rua.

Finn

Sabe... Eu fugi da minha casa. Eles não eram muito compreensivos, e daí... E daí... Eu decidi explorar um pouco o mundo. - disse o garoto. Foi aí que o garotinho pegado na mão da avó reage e interpela:

- Quantos anos você tem para ter fugido de casa? Onde estão seus pais?! - ele olha para a velha, mas ela está atenta a um pássaro que sobrevoa sua posição. Ela conhecia aquele animal! Nesse espaço a criança prossegue: - Eu estava de férias com vovó e agora estou voltando para a casa dos meus pais. Estou com saudades da minha irmãzinha. É estranho alguém fugir de casa nessa idade! - o menino possui aproximadamente nove anos e seguia inocente, mas atento.

Com o tempo de caminhada, Bravhesser pôde perceber que a trilha que tomam era praticamente a mesma que realizou a instantes. Era como se estivesse voltando para o mesmo lugar de antes: a casa do casal que o recebeu. Na encruzilhada entre o caminho que leva a Hirotown e à floresta, viram para a floresta e seguem na direção da dita casa. Nesse momento Finn completa sua fala:

Como eu acabei de dizer, estou buscando algo que possa suprir minha necessidade por aventuras! Quer vir comigo? - os dois não escutam o menino, pois eles estão a poucos metros de uma mulher. Era Yonara, filha da senhora e a mesma mulher que havia recebido o pequenino alguns dias atrás. Aproximando-se, ela diz:

- O que vocês fazem com Finn? Você tinha sumido, menino. Para onde foi?! Nós estávamos lhe procurando e a Iá ficou muito triste com sua partida. - ela para um instante, recebe o filho que solta a mão da avó e dá um salto nos braços da belíssima mulher. Ela pega o menino e continua: - Bem... Parece que o destino lhe trouxe de volta para nós. Volte para casa com mamãe que eu volto logo, logo. Tenho apenas de resolver alguns detalhes na cidade!

A criança entristece, fala nada e apenas aceita. Vai ao chão, agarra novamente a senhora e olha para Finn, cabisbaixo. A velha olha para a filha e diz:

- Não acredito que vocês ainda vivem disso. Vamos, Henh. Já poderemos conversar melhor com sua mãe. - a criança nada diz, apenas agarra a mão de Bravhesser e segue. A mulher segue na trilha e vira na direção de Shirotown. Eles logo prosseguem e se aproximam de uma casa, a mesma velha, imensa e vazia casa que conhecia.

Ivo

A caminhada que os dois seguiam era leve e sem pressa. Eles tentam passar despercebidos entre as pessoas de Hirotown, porém um rapaz que passa por eles ao outro lado da rua reconhece Alx e acelera. É aí que a conversa começa:

E quem seria essa terceira pessoa? - pergunta Rodriguez que logo recebe resposta:

- Você conhecerá e talvez goste. É uma pirata maluca, mas muito inteligente para sua idade. Ela é bem perigosa e estar ao seu lado é certeza de diversão. - a essa resposta, Ivo parece introspectivo e faz um comentário na qual o homem finge surdez. É então que o altíssimo homem continua:

Não tenho muito o que dizer sobre mim, passei os últimos dez anos naquela prisão... - ele parece desafiador e aquilo faz o silêncio de Alx acabar, respondendo:

- Eu espero que você tenha ficado muito conhecido. Nós vamos precisar de piratas barulhentos e agitados nesse grupo. Digamos, que somos malucos profissionais. - assumiu, mas deixou o mistério do desconhecido no ar, afinal Alx soa nada maluco. Observando de longe, o tal pirata mais parecia um agente disfarçado que um pirata baderneiro. Aliás... O homem sequer duvidou daquela abordagem! E sem duvidar ele conclui:

Aliás, como está meu amigo Hades? - aquela pergunta silencia o homem mais uma vez, mas segundos depois ele diz:

- Bem... Nós estamos quase chegando. Terminamos já essa conversa. - eles estão agora em uma rua vazia. Deixando para trás as pessoas e olhares curiosos, prosseguem e chegam até a porta do que parecia ser um armazém.

Naquele espaço havia uma porta pequeno no centro do imenso portão de ferro. O local era pouco distante da rua principal em que eles caminharam desde as docas. Numa questão geográfica, eram aproximadamente cem metros e podiam ver as pessoas ainda passando de volta para as casas. Alx bate na porta e poucos segundos depois uma portinhola abre no centro da porta. Os olhos verdes de uma mulher aparecem e ela reconhece os dois. Ela bate a portinhola, o ranger da porta tilintando em arrasto de correntes e cadeados se soma e então sua figura surge.

A mulher era alta. À vista de Ivo realmente era mais baixa, porém eram alguns centímetros a mais que Alx. Ela está de calças verdes com um cinto de coldre caído de lado, sem armas. Sua camisa branca com um colete marrom sobreposto alimentavam sua imagem de ampulheta. Seus seios de pequeno tamanho não faziam falta perante seus longos cabelos dançantes. Sua cintura esguia encorpava um instrumento de corda sob seu largo quadril. Ela possuía uma beleza exótica, mas surpreendia em altura. Ela não sorri e então grita para Alx:

- O QUE VOCÊ ESTÁ OLHANDO, DESGRAÇADO? Seu tarado... Está perdido olhando pra mim de novo. Maldito seja Dylan que me colocou para trabalhar contigo. Entrem antes que alguém perceba. Desgraças! - então ela dá abertura para que passem e o galpão mais parecia uma lixeira metálica que um QG. Na verdade aquele não parecia ser seu propósito.

No espaço há alguns armários e livros jogados no chão. Uma sala em específico está com as luzes acessas e o restante do lugar em penumbra de escuridão. Eles só conseguem se guiar pela luz emanando daquela sala em questão. A mulher caminha e pressiona um botão à esquerda, acendendo uma luz deixando claro o interior do compacto. Com vinte metros de profundidade e dez de largura, guarda nada mais que bugigangas e parecia ter sido arrombado. A mulher para, vira-se e fala:

- Nós não temos muito tempo. Eu e Alx conseguimos entrar nesse lugar a pouco tempo e certeza que os donos vão dar conta logo. Vamos nos preparar e sair daqui. Precisamos invadir a casa do braço esquerdo de Grambos o mais rápido possível. Será hoje a noite... - ela para um instante analisando a feição de Ivo, continuando: - Por acaso Alx lhe explicou porque está aqui?!

Dados:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Presságios do Caos   Presságios do Caos EmptyDom 26 Nov 2017, 08:44


The Prologue

O velho vendedor pareceu ter lembrado-se quando informei minha busca por um "professor". Voltou para guardar as moedas recém obtidas e retornou, questionando meu nome, pude perceber sua leve olhada em minha face. Tratei de abaixar um pouco mais a cabeça, não tinha intenção de ser reconhecido tão cedo. – Williams. Pode me chamar assim – retrucaria. Não vi mal algum, pessoas comuns me chamariam de Callum, meu primeiro nome, e meu nome nunca fora revelado para os marinheiros para ser associado ao "Corvo".

O homem se ofereceu para ir comigo ao lugar marcado, não reclamei. Pude notar antes que ele saísse uma pistola dourada e brilhosa que se ajustou no coldre que ele trouxera. Ao ser informado do tempo estimado para nossa chegada ao destino, indagaria – É melhor apressarmos o passo, então.

Seguiria unicamente os passos de Cruzis, um passo atrás e um pouco para o lado. Viraria o rosto para baixo fingindo procurar alguma coisa no caso do mesmo resolver virar e olhar-me outra vez, afinal, o risco de ser reconhecido ali naquela ilha era enorme, e não sabia nada da história do velho. – Então, Cruzis, essa pessoa... Pode falar mais sobre ela? – perguntaria na esperança de quebrar o silêncio, insistiria na questão se não fosse respondido de primeira, precisava saber mais sobre a pessoa que me ensinaria, afinal.

Naquele momento, ouvira um ressoar. Meus ouvidos não mentem, era uma águia, conhecia bem o som. – Estranho... – murmuria apenas para mim. Não deixei de notar que o sol estava prestes a se pôr, pela hora. Queria chegar a tal "pessoa" que Cruzis indicou o mais rápido possível, tinha outros afazeres em Conomi Island. Se chegássemos sem interrupções ao bar, adentraria logo atrás de Cruzis se este tomasse a dianteira. Caso não, eu mesmo o faria, olharia em volta, a velha mania de procurar possíveis ameaças nunca deixava de falhar. – Quem procuramos, Cruzis? – diria para o companheiro de caminhada, esperando que ele indicasse alguém no meio da multidão. Se o fizesse, direcionaria-me para a pessoa em questão – Olá... é você o ferreiro? – diria, trocando o gênero da pergunta caso a tal pessoa fosse, na verdade, uma mulher. Esperaria uma resposta, mas também esperava que Cruzis intervisse na conversa, por ser conhecido da tal pessoa.

Se fossemos interrompidos no meio do caminho, deixaria Cruzis tomar as providências e em seguida prosseguiria o caminho.


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Histórico:
 

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