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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Livro I - Potência

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MensagemAssunto: Livro I - Potência   Livro I - Potência - Página 3 EmptyTer 24 Out 2017, 20:03

Relembrando a primeira mensagem :

Livro I - Potência

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Angest Vernunft. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Angest Vernunft
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MensagemAssunto: Re: Livro I - Potência   Livro I - Potência - Página 3 EmptyTer 09 Jan 2018, 08:38


        Finalmente começam a esgueirarem-se entre as folhas e as árvores, fazendo Vernunft se sentir em casa novamente. Afastando as folhagens e escorando-se nos troncos, ele segue sua companheira até o ponto onde avistam, com mais clareza, o acampamento que dava origem à estranha fumaça. Ao vê-los, os olhos do gatuno se esbugalhariam e seus lábios desenhariam um largo e asqueroso sorriso — havia alguém entre eles que parecia um nobre.

        A hábil escalada e cobertura de Freya fizeram acender uma faísca na mente de Vernunft de que talvez trazê-la fosse uma boa ideia. Mas não arriscaria a dar a cara contra aqueles quatro de graça.

        — Ataque primeiro, tá? Atire quantas flechas der em quantos deles der. Depois do primeiro tiro, vou ir na direção deles porque eles vão preferir me matar do que catar um macaco nos galhos. Depois disso, mate quem conseguir, menos o nobre — e seus olhos se voltavam para ela com um instinto quase mórbido de assassinato — não toque no nobre — diria.

        Apesar de tudo, não tinha garantia nenhuma das habilidades de Freya, nunca tendo visto ela em batalha. Não poderia confiar com plenitude nela. Era possível, sim, que aquelas flechas coloridas significassem alguma coisa, mas não havia como descartar que fossem o simples capricho de uma adolescente.

        Após o primeiro disparo (ou os primeiros), Vernunft saltaria das folhagens como uma criatura selvagem, encurvada e sanguinária. Caso ainda houvessem árvores entre ele e seus alvos, as usaria como cobertura, ziguezagueando entre elas até a fogueira.

        Caso um dos homens tivesse armas de fogo, o gatuno não hesitaria em pular contra a primeira folhagem que visse e gritar: — Ali! Aquele cara ali! — apontando, em seu brado, as características das vestes para que Freya o distingui-se.

        Esperaria veementemente não ter que lidar com nenhum deles antes de chegar ao nobre, e que Freya consiga acertá-los. Mas, sabendo dos perigos e dos insucessos que poderiam surgir dessa manobra pensada às pressas, seria cauteloso em seu ataque e permaneceria atento aos homens a sua frente. Contudo, em um momento de, talvez, excitação, esqueceria que ela também poderia acabar acertando-lhe uma flecha e, portanto, não prestaria atenção em suas costas, apenas no grupo que se acampava em frente.

        Desde o princípio do ato, Vernunft estaria com sua adaga empunhada — afinal, nenhuma investida seria feita de mãos nuas. Ao sinal do primeiro ataque contra si, usaria de sua lâmina para aparar o golpe caso fosse uma arma cortante. Para armas de impacto, aproveitar-se-ia de sua agilidade para esquivar para os lados. A única exceção seria armas de fogo, da qual o gatuno simplesmente correria desesperadamente alternando pulos e cambalhotas para evitar os projéteis.

        Se tivesse que brigar e suas defesas e esquivas fossem bem sucedidas, não haveria hesitação em atacar com a ponta de sua adaga o pescoço ou o estômago de seus adversários — e caso os acertasse, retalharia-los com sua pequena lâmina.

        A presença daquele nobre acordou um pequeno demônio que se esgueirava sob sua ideologia. Apesar de defender os pobres, sua convicções também eram o sustentáculo de sua crueldade: para defendê-los, deve exterminar os ricos. E para que seja justo, eles devem sofrer. Seria isso o que guiaria os golpes ágeis de Vernunft: alcançar o nobre e não simplesmente matá-lo, mas destruí-lo.



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Bijin
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MensagemAssunto: Re: Livro I - Potência   Livro I - Potência - Página 3 EmptyQui 25 Jan 2018, 15:42

A dupla de revolucionários tinham traçado um plano, enquanto uma ficaria na cobertura atingindo a longa distância, Angest atacaria no corpo a corpo. Claro que o importante era não atingir o nobre, ele era asobremesa, e foi assim que bolaram seus planos e foram ao ataque.

Essa luta tinha seus desafios, a realidade é que ninguém sabia exatamente o que cada um podia fazer e nem suas habilidades, o que significaria aquelas flechas coloridas? Tudo agora seria testado na prática, os dois haveriam de se entrosar com a luta e agora ambos estavam posicionados.

A primeira flecha voa, seu zumbido é ouvido e atinge em cheio a fogueira. Um estouro é ouvido, pedaços da fogueira voam para todo o lado e os quatro homens tomas um terrível susto caindo praticamente todos de costas e cheios de brasa sobre eles.

Vernunft dá um pulo aproveitando o momento de distração,claro que com sua faca na mão, ninguém parecia ainda contra-atacar, na verdade estavam ainda tontos pela alta explosão, mas a cortina de fumaça atrapalhava a mira da arqueira, mas duas flechas voaram contra o bando até que o gatuno chegou no meio deles. Uma das fechas errou o alvo, a segunda porém acertou o braço de um dos homens.

Agora todos estavam começando a se levantar, menos o homem com a flecha no braço e o nobre que já estava de pé e dando ordens para seus homens irem atras da arqueira. Vernunft olhava para o nobre com uma espada na mão e um sorriso no rosto.

-Um bom ataque surpresa. - Ria o nobre enquanto falava e os dois homens sairam para a direção da arqueira. - Pena que não me acertaram de primeira, agora se condenaram a morte.

O nobre partiu para cima do gatuno e já de cara Angest percebeu que ele era muito rápido, pelo menos acima do que o revolucionário e ele já dava um ataque veloz, reto e mirando o peito do gatuno, era uma estocada mortal que se aproximava do revolucionário.

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Nessa missão::
 

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Angest Vernunft
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MensagemAssunto: Re: Livro I - Potência   Livro I - Potência - Página 3 EmptyQui 22 Fev 2018, 13:41



        “Essas coisas explodem?!”

        Em sua mente, Vernunft bradaria essas palavras em espanto e, até mesmo, irritação: como ela causaria explosões sem nem mesmo avisá-lo? E se ele fosse pego? Ou, o que seria pior, e na escala de injustiças de Vernunft, irredimível, se acertasse o nobre antes que sua lâmina o atravessasse? Naturalmente, como é comum à espécie humana, especialmente quando a adrenalina se apossa de suas condições, seu pensamento seria acelerado e ocuparia um instante ínfimo no mundo externo.

        Colocaria o antebraço rente os olhos, em uma tentativa provavelmente inútil de conter a poeira e a fumaça que ascendia e retomar a clareza da visão. Saberia, entretanto, que algo de bom teria acontecido: o som das quedas e até mesmo do gemido de dor, se houver ocorrido, seriam um sinal claro para o gatuno de que algum estrago o ataque surpresa teria feito.

        Finalmente, antes que pudesse recompor a visão, as ordens do nobre para que a arqueira fosse alvejada tomaram seus ouvidos. Naquele instante, nada poderia fomentar mais sua ira. A raiva gratuita seria inflamada pela pura voz daquele homem. Ele poderia ter uma voz comum, até mesmo muitíssimo semelhante a de qualquer outra pessoa que Vernunft conhecera, mas saber sua origem instantaneamente a tornaria repulsiva.

         — Ela se vira com eles, e você não vai durar muito tempo aqui, seu peudo-Dragão Celestial frustrado.

        Para Vernunft, qualquer um que almejasse as posse de um nobre, mesmo um mero camponês que desejasse a fortuna e, com isso, pisasse em seus iguais e em seus inferiores, encaixavam-se no mesmo grupo: a tribo dos que querem ter o “prestígio” dos Dragões Celestiais, o grupo que, por simplesmente nascer, herda sem qualquer trabalho os feitos pútridos de seus ancestrais. E todos, sem exceção, mereciam uma morte em que lhes doessem a dor da miséria.

        Antes que pudesse armar um ataque, o nobre investia. Provavelmente ele tinha algum treinamento nas artes da espada, pois era rápido e seus movimentos aparentavam um conhecimento técnico. Sendo uma estocada, poderia ser, talvez, uma esgrima? Era uma possibilidade, mas naquele momento, todas as opções, sobre qualquer assunto, eram enevoadas pelo desejo mórbido de ceifar as daninhas que destroem as classes.

        Uma lâmina curta, representada pela adaga de Vernunft, contra uma lâmina longa, representada pela espada do nobre. Evidentemente um embate entre agilidades. Uma opção seria aparar o ataque e, assim, abrir a guarda de seu oponente. Com sua própria lâmina, tentaria conter a ponta da espada do nobre com a sua lateral, acompanhando o corte do inimigo e empurrando-o para a lateral, de modo a reconduzir a direção do corte. Ocorrido isso, poderia o oponente perder momentaneamente o equilíbrio e, reposicionando a adaga de maneira a segurá-la com a ponta para baixo, estocaria a região torácica. Porém, esse provavelmente é o cenário mais difícil de realizar.

        No momento que suas vistas refletissem o ataque de seu oponente, Vernunft poderia usufruir de suas habilidades evasivas para tentar, como primeira opção, um desvio menos brusco, de modo a não perder a posição para atacar. Sendo um ataque contra o peito, acima e abaixo não eram boas opções, especialmente contra uma estocada, que tende a ser mais rápido. Suas alternativas se restringiriam. Movimentar seu corpo, seja com um movimento de bases firmes ou com um sutil salto para uma das laterais, talvez fosse a opção mais adequada para esse momento. Caso Vernunft conseguisse, através da maneira como é executada a investida, definir qual sua mão predominante, sua esquiva seria realizada exatamente para o lado em que ela se encontrava, de modo a dificultar um novo ataque. Procedendo desse modo, realizaria um corte ascendente com o fio de sua adaga, de ponta para baixo, contra o rosto do nobre, sempre atento para recuar sua arma e bloquear qualquer nova investida que seja mais rápida que a sua.

        Em um caso mais extremo, talvez a esquiva de Vernunft deva ser feita de maneira mais brusca. Saltando para trás ou para os lados, de modo a tomar uma grande distância. Em seguida, enquanto o nobre recompõe sua posição de combate para um novo ataque, o gatuno impulsionar-se-ia em direção a ele, tentando acertar-lhe o ombro com que segura a espada, utilizando-se da ponta da adaga.

        Qualquer cenário que se concretize, o ideal será manter os olhos na mão dominante de seu antagonista e buscar a maneira menos drástica de evitar os golpes, porque quanto maior a distância que Vernunft estiver, mais complicada será a reação de contra-ataque. Após esse turno, em lugar de manter-se inerte, talvez o melhor seja tomar uma iniciativa: e ela não necessariamente deve vir com sua lâmina, afinal, ela é a única peça de metal que pode segurar o corte da outra parte.

        Com a adaga em punhos, tentaria avançar contra o nobre com o fio de sua adaga, em um ataque central, para tentar forçá-lo a se defender com sua própria lâmina. Caso isso ocorra, Vernunft tentará desferir um golpe contra o joelho, com a sola de seu pé, em um pisão. A força que descarregará nisso será, enquanto tomado pelo ódio contra a nobreza, descontrolada. O objetivo pode ser um tanto doentio, mas é eficiente: quebrar-lhe a perna e, quiçá, fazê-la dobrar para trás, em uma fratura exposta, garantindo a completa fragilidade de seu adversário.

        Caso falhe, tentará chutar-lhe a barriga e, utilizando-o como um apoio, saltar para trás e tomar distância. Sua adaga estará sempre arranjada de modo a acompanhar os movimentos da espada, em um gesto de defesa.

         — Pena que você não deixou nenhum dos seus cãezinhos com você. Acabou sentenciando sua própria morte.




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MensagemAssunto: Re: Livro I - Potência   Livro I - Potência - Página 3 EmptyTer 06 Mar 2018, 04:49



Narração

A melhor chance de um ataque furtivo vindo do gatuno havia falhado uma vez que a explosão causada pela arqueira acabou por deixá-lo brevemente sem visão o que lhe custou um ataque de oportunidade também lhe deixou com a guarda baixa, mal ouvira a ordem so nobre para que seus homens fossem atrás da arqueira e já se deparava com a figura esguia em sua frente, utilizando uma espada fina que mais parecia uma agulha gigante do que uma espada. O nobre esguio era destro e dessa forma seu ataque fora com sua mão direita, o ataque do nobre encontra a adaga de do bravo gatuno no meio do percurso, o choque entre espada e adaga fora intenso, mas apesar da força com que Vernunft havia manobrado a adaga para aparar a estocada da nobre espada de seu adversário, o gatuno não possuía nenhuma habilidade em bloqueios e por pura sorte conseguiu ao menos desviar o percurso da espada, sendo assim golpeado em seu ombro esquerdo, o golpe não abriu nem um corte, no entanto acabou acertando áreas internas do ombro esquerdo, dificultando assim futuros movimentos com ele nesta batalha.

- Você teve sorte safado! Dessa vez eu não erro. - O esgrimista lançou uma nova estocada, mas dessa vez mirando o centro da cabeça do gatuno, a espada estava a centímetros de alcançar seu alvo quando o gatuno esquivou-se do golpe saltando para o lado esquerdo. Ao estocar o ar o nobre acabou por perder parte do seu equilíbrio abrindo assim uma brecha para o gatuno que sem perder tempo projetou-se na direção de seu adversário desenhando no ar um ataque ao braço direito de seu adversário. - Maldito, não vou deixar. - O nobre entrou rodou seu corpo instintivamente e o golpe que buscava sua mão predominante acabou por atingir seu braço esquerdo, o corte feito pela adaga fora superficial, mas o suficiente para arrancar um pouco de sangue de seu adversário. Após o ataque aportuno graças a esquiva, Vernunft partia novamente para cima do nobre com o qual travava um combate mortal.

Um silvo pode ser ouvido e de repente barulho de ferro encontrando carne e depois carne encontrando terra, a arqueira havia cravado uma seta no meio da testa do homem que antes fora atingido no braço. Restavam assim três acompanhantes e o Nobre que neste momento bloqueava a investida do gatuno, o nobre havia bloqueado o ataque do gatuno e enquanto trocavam força, Vernunft, tentou dar um pisão no joelho do nobre, mas apesar de ter feito o cálculo correto na cabeça e ter a oportunidade para tal ato de oportunismo, nosso gatuno não é habilidoso em luta de rua, errando assim seu pisão e perdendo o equilíbrio.

Vernunft estava no chão, a espada do nobre fora levada até a altura do ombro, aquele era um golpe mortal, sem escapatória, a espada iniciou sua trajetória o alvo? A garganta do gatuno que não tinha tempo para reação. * FIIIIIIIIIIIIIIII TLIN * A espada do nobre tomara a direção contrária uma vez que uma flecha havia interceptado seu golpe. O nobre fora surpreendido e como reação saltou para trás, ficando longe de sua espada. - Homens me ajudem. - o nobre gritava e dos três homens que procuravam pela arqueira dois voltaram sua atenção para Vernunft e aproximavam-se. A distância que os homens estavam deles era tempo suficiente para um ou dois golpes ou para uma fuga. Ao seu redor existiam árvores por todo lado, a noite chegara espalhando por todo o local as sombras dificultando ainda mais para que a arqueira fosse vista, da mesma forma que dificultara sua visão atrapalhando assim sua mira. A missão dada aos dois era a de identificar o possível cúmplice do mink traidor, teriam eles ido longe demais? Conseguiriam eles derrotarem seus adversários a tempo de não assustar o informante? Ou fugiriam? Existe ainda alguma forma de completar esta missão?
Fala meu mano:
 

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MensagemAssunto: Re: Livro I - Potência   Livro I - Potência - Página 3 EmptyQui 08 Mar 2018, 23:26



        “Então esse cretino e destro, né? Ele tá ferra...”


        O pensamento do gatuno logo seria interrompido pela investida precisa e ágil do nobre. Talvez tivesse sido muita presunção crer que os nobres são apenas homens com dinheiro — às vezes eles também podem deter grande poder de combate, visto que conseguem pôr sob seus comandos capangas fortíssimos sem qualquer sinal de rebeldia. Notar que a mão predominante de seu rival era a mão direita lhe daria uma leve vantagem, visto que seria capaz de pressupor como seriam realizados os golpes, visto que já descobrira que seu estilo era algo como uma esgrima e, portanto, baseado em estocadas, o que faz seus ataques terem uma área curta, embora bastante avançada, e que eles viriam preferivelmente pela direita. Porém, sua tentativa de desviar a trajetória do ataque não se realizou como gostaria, o que lhe custou um ombro perfurado. Se conseguisse resistir à dor, conseguiria manter-se firme; pelo menos era o que pensava.


        Sem pestanejar, logo outra estocada: dessa vez contra a cabeça de Vernunft. Caso não pensasse rápido o bastante ou se preocupasse em demasia com suas descobertas, certamente elas seriam jogadas com sua carcaça no rio, sem vida. Um salto para o lado foi a reação mais conveniente, escapando do ataque. Uma brecha se abriu, mas não era o bastante: ele deveria abrir também um rasgo em seu oponente, um rasgo que transcenderia a tudo o que ele representava para o mundo. Não fora rápido o bastante, apesar de regar a sua adaga com um pouco do sangue azul da nobreza. Além de ter sido um corte superficial, também foi um corte longe do seu alvo. Contudo, Vernunft sabia que era uma luta contra alguém treinado, diferente dele, que aprendeu aos ventos da sorte suas habilidades. A diferença de poder entre eles existia, e ela parecia pender para seu adversário. Mas o que surtiria mais efeito? As habilidades criadas sob tutores, cuidados e treinos, ou as técnicas nascidas da pura sobrevivência, onde ser fraco não era uma opção? Aquele corte mostrou apenas uma coisa, que manteria sua moral equilibrada: seu oponente não era intocável, e ele tinha capacidade de escalpelá-lo. Sem demorar, investiria novamente.


        Tudo corria bem: os barulhos pareciam avisar Vernunft de que sua parceira estava conseguindo manter os homens ocupados. Contudo, não poderia se preocupar com ela, ainda mais sendo mais experiente e, como arqueira, estando em um território sob seu controle. Sua única preocupação era o nobre, e cada palavra, cada instante que sua figura ficava nos olhos do gatuno, ele se fixava mais. Havia sede. Uma sede mórbida por uma justiça sangrenta e, quiçá, injusta. Sabia a procedência daquele nobre? O que fizera ou deixara de fazer? Não, mas ele deveria pagar pelos seus iguais. Excitava-se, embora a dor de seu ombro o incomodasse. O próprio desespero tornava-se ímpeto. Passara sua vida toda vivendo nos limites da fome, da sede, da própria existência, da própria sociedade. Não seria o perigo de morrer em combate que o faria fraquejar.


        Seu ataque surtira o efeito que queria, faltava apenas acertar o joelho e tudo estaria acabado. Talvez o ombro, ou a confiança, ou mesmo a inexperiência o tenham traído. Seu pé não só errou seu alvo, como o deixou caído sobre o chão à mercê do nobre. Aquela cena revoltava-o. Aquele era o retrato da situação contra que lutava: um pobre coitado caído aos pés de um poderoso rico. Sua garganta era o alvo, e não havia escapatória: sua revolução terminaria ali. Mas não terminaria sem sangue nobre.


        Felizmente o tilintar dos metais o alertaram antes mesmo da imagem da lâmina. Seu pescoço estava a salvo graças à arqueira. Sua flecha, certeira, desviara a direção do golpe e um novo sopro de vida tocava-lhe a fronte. A revolução havia lhe dado uma chance mais, e ele não poderia desperdiçá-la. O nobre, talvez em um ato de reflexo temendo um novo ataque às cegas por parte de Freya, recuava. Mas seu recuo era acompanhado de reforços, e isso era perigoso. O nobre tomara distância e os homens se aproximavam — precisava pensar rápido. O que faria?


        Tão logo possível, fecharia seu olho direito. Manteria-o fechado até que pudesse mergulhar na mais completa escuridão, para então abri-lo. Com o chegar da noite, Vernunft tentaria deixar ao menos um de seus olhos acostumados ao escuro. Assim, somado a facilidade com que tem em enxergar na penumbra, as sombras seriam o seu terreno, e faria os coes do governo dançarem ao som de sua música. Caso a flecha estivesse próxima ao seu braço direito e, sem demora, pudesse pegá-lo, o faria apenas para jogar a seta contra o nobre. Não seria um ataque, apenas uma distração, pois ele provavelmente usaria algum golpe para destruí-la. Nesse ínfimo espaço de tempo, correria. Procuraria ver o melhor ângulo para correr sem ser pego por nenhum dos quatro homens que o cercavam e mergulharia contra o arbusto mais próximo. Caso a flecha não fosse possível, arriscaria a corrida da mesma maneira, sem distrações. Deveria levá-los para lá, pois a vantagem seria sua. Não adiantaria atacar um deles, pois abriria espaço para outros três. A desvantagem numérica era justamente a sua derrota. E Vernunft não é um lutador corpo-a-corpo por excelência. Optaria, então, pela fuga.


        No caso de conseguir penetrar a densidade da floresta que os rodeava, logo por-se-ia a bradar provocações, pois não queria que aquela peleja terminasse com uma fuga covarde.


         — Aproveita, cachorro desgraçado! Assim que nossos superiores forem reportados, vamos te caçar, te desovar e te expor como prêmio de guerra!


        Suas palavras não sairiam de um corpo inerte. Aproveitando-se de sua visão na penumbra e de sua furtividade, as habilidades mais básicas para um ladrão como ele, se esgueiraria entre as moitas e árvores, sempre evitando balançá-las com seu corpo, mas chacoalhando ramos próximos com o braço esticado para atrair a atenção deles para a mata.


        Sua missão era identificá-lo, apenas. Mas, infelizmente, a missão de vida de Vernunft era caçá-los à morte. E, finalmente, estava na posição de predador, esperando que sua presa entrasse em seu território, onde reina soberano. Caso Freya continuasse por perto, ela poderia atacá-los por cima. Vernunft poderia dar seu bote por baixo. Ali, na sombra, se somavam suas habilidades. Apenas torceria para que o nobre não desistisse. Ele deveria saber os perigos da revolução, e sabia com certeza que, para aquilo acontecer, seu mascote peludo devia estar morto. Além disso, ficou claro no combate que suas habilidades de luta eram superiores, por que desistiria? O orgulho nobre permitiria? Esperaria que não, pois seu escalpo era sua missão.


        Manter-se-ia em constante movimento, sempre atento à movimentação dos quatro homens. O primeiro que se distanciasse do grupo teria seu pescoço aberto por sua adaga. Ou, pelo menos, o tentaria Vernunft. Todos eram seus alvos, mas o nobre era o prato principal.




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MensagemAssunto: Re: Livro I - Potência   Livro I - Potência - Página 3 EmptySab 10 Mar 2018, 08:48



Narração.





O recém nascido véu da noite vinha cobrindo o espaço deixado pelo nobre dia que tinha suas ultimas horas de vida. A neve branca confundia-se em quais tons tomar para si e por via das dúvidas assumia uma mistura do luto pelo dia que partia e alegria pela noite que nascia, tornando-se assim o cenário para a fuga do gatuno que a pouco subestimara seus oponentes. Agora com melhor conhecimento da força daqueles que enfrentaria ele esgueirava pela relva enquanto soltava bravos urros jurando vingança e usava seu intelecto para confundir seus adversários, que haviam ficado confusos com o rumo que as coisas haviam tomado. Os homens que serviam o nobre espadachim perseguiam em vão as distrações que Vernunft fazia enquanto corria pela floresta que os cercava. -Peguem ele. - um homem gritava. - Por aqui, eu o vi aqui. - Enquanto outro apontava para outra direção dizendo - Não, ele foi por aqui. - Escondido entre as árvores o revolucionário cercava suas presas como um predador esperando pelo melhor momento para estripar um de seus adversários.

Mas para a infelicidade do gatuno, apesar de estarem confusos quanto a sua localização os homens se mantinham juntos sem abrir brechas para um corte nos pescoço, se o o jovem Angest tinha planos de assassinar algum dos homens ou até mesmo chegar ao nobre que os comandava, precisaria de muito mais do que apenas uma oportunidade de passar a adaga no pescoço de um deles. A arqueira que estava no comando da missão tentou acertar os homens mas acabou errando, talvez sua visão ainda não tenha se acostumado com a penumbra assim como o nobre e seus soldados.

- Homens venham até mim, isso não vai ter fim se continuarmos assim. - Pelo modo que os homens começaram a se movimentar Vernunft era capaz de deduzir que estes pareciam planejar uma fuga. Vernunft precisava agir.
off:
 

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MensagemAssunto: Re: Livro I - Potência   Livro I - Potência - Página 3 EmptyTer 01 Maio 2018, 16:35

Aventura cancelada a pedido do player.

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