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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Weapons for Life!

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MensagemAssunto: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptySab 21 Out - 16:25

Relembrando a primeira mensagem :

Weapons for Life!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Kincaid Lightbeam. A qual não possui narrador definido.


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Kincaid
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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptySab 23 Dez - 15:27

OFF:
 

Depois com o breve diálogo com o velho a garota apareceu novamente e como sempre, abrindo sua boca para reclamar. Kincaid que até agora não havia tido oportunidade de falar com ela, dessa vez não se viu calado. A fúria subiu em sua cabeça e sua língua afiada entrou em ação.

Se você for ficar abrindo sua boca só para reclamar de mim o dia todo, porque não escreve tudo e publica um livro chamado: "Críticas e reclamações incríveis contra aliados novatos.".? Você está vendo esse ferimento aqui no meu ombro? — Parou um momento para apontar para o ombro. — Eu estou com essa buceta no ombro porque me arrisquei pra tirar a gente daquela maldita situação. E nem pense em me olhar com essa cara porque nada disso que está acontecendo é culpa MINHA! — Finalizou levantando a voz com raiva ao mesmo tempo em que ele mesmo se erguia com certa dificuldade.

Todos esses problemas que estamos nos metendo foi porque seus amigos foram descuidados e deixaram a Marinha rastrear o carregamento de armas e remédios. Eu só fui pego no meio disso tudo e agora estou aqui arriscando meu traseiro pra ajudar vocês. — Parou por um instante, lábios fechados e comprimidos, encarando a garota com tenacidade.

Que tal começar a falar coisas úteis? Pode começar me ensinando a melhor forma de sair dessa cidade antes que a Marinha nos rastreie. E a propósito, esse curativo que fiz foi só pra eu parar de menstruar pelo ombro, eu acredito que tem uma merda de uma bala alojada e vou precisar que vocês extraiam ela antes da gente fugir. Eu não vou ficar andando com essa buceta no braço pra cima e pra baixo. — Terminou sua frase caminhando com certa dificuldade até o sofá, ali se sentou agora sem se incomodar se iria sujar a mobília ou não.

Em seguida Kincaid removeu a atadura improvisada e esperou pelos cuidados médicos, caso estes não viessem, ele recolocaria a atadura praguejando contra deuses e demônios. Se cuidados médicos fossem providenciados, Kincaid morderia um pedaço de tecido para segurar a dor e não gritar.

Eu preciso de uma arma, vocês tem uma? De preferência alguma que possa ser usada com uma única mão. — Pediria na sequência. A arma sendo entregue ou não, Kincaid se moveria pela casa buscando uma faca, de preferência uma que fosse de cortar carne. Se encontrasse a faca a guardaria na parte de trás da cintura, nas costas.

Ele procuraria também roupas novas, as suas estavam úmidas de sal e manchadas de sangue, quem sabe até uma mochila. Escolheria como roupas, roupas coloridas e chamativas, procuraria um chapéu ou boné.

Em seguida beberia muita água e finalmente iria acompanhar seus novos e relutantes amigos onde quer que fossem.

Kincaid seguiu seus companheiros em silêncio e alerta, não conseguia ser como eles e andar de forma disfarçada. Quando percebeu que estava chamando atenção era tarde demais, um homem de preto com um rádio na mão se aproximava dele, olhos fixos em seu ombro machucado, foi então que notou que o sangue havia vazado pela roupa nova.

Você é dessa ilha? — Perguntou o homem.

Kincaid respondeu apenas acenando negativamente para ele com o gesto universal com a cabeça.

E esse ferimento? Não questione, são normas do estabelecimento! — Questionou o homem de forma mais dura, parecia claramente desconfiado e provavelmente já havia avisado outros seguranças. Kincaid sabia que estava sendo observado por pelo menos um ou dois  seguranças adicionais.

Oh! Meu rosto está tão feio assim? Que vergonhoso. — Disse Kincaid fazendo uma cara de irritação e surpresa e então levando a mão para a aba do chapeu para abaixá-lo um pouco mais, então abaixou um pouco o rosto e se aproximou mais do homem para poder sussurrar.

Por favor prometa não contar pra ninguém, isso é muito embaraçoso. Eu estava pescando com meus pais em uns rochedos quando... Uma onda veio e bateu contra a rocha onde eu estava, me assustando bem na hora que eu me preparava para jogar o anzol no mar. Ele enganchou no meu corpo me machucando e fazendo cair na água. Se não são meus pais ali eu teria me dado muito mal. Não espalhe, quando voltar para casa vou falar para meu melhor amigo que consegui essas marcas brigando com uma namorada de viagens. — Disse Kincaid tentando parecer constrangido e envergonhado.

Mas por que as perguntas? Você é um guia turístico? Saberia me dizer outro lugar onde eu posso aprender a pescar? — Desconversou Kincaid tentando mudar o rumo da conversa. — Mama, espera ai acho que achei um guia para a gente! Esse homem parece ser um guia turístico e acho que vai nos ajudar! — Gritou Kincaid para seus comparsas apontando para o homem de preto.

Histórico do Kincaid Lightbeam:
 
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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptySex 29 Dez - 14:13



Narração


Balneário



Mal-humorado, Kincaid falou mil e uma coisa, porém a pressa foi sua inimiga naquele momento. Suas reclamações ficariam para depois, naquele momento o importante era apenas escapar daquela enrascada. Frente a frente com o segurança, o atirador tentou desconversar, porém a cada frase, o homem ficava cada vez mais desconfiado. Manipulação ou lábia não era com ele. Quando o nível de desconfiança estava chegando ao seu ápice, o homem que estava próximo, havia conseguido ouvir parte da conversa e assim pode emendar as histórias. — Vamos filho, se não vou dizer como foi a parte que você ficou chorando por ter entrado peixes em suas calças... — falou baixo, porém retirou algumas gargalhadas do segurança. — Podem ir... E garoto, aprenda a pescar para não precisar dos seus pais! — afirmou.

No interior do local, Kin poderia notar que era as piscinas eram feitas com ligações vindas do mar, que ao longe poderiam ser notadas, distantes. O local estava cheio, diversas mesas envoltas das piscinas. Da recepção, Kincaid esperou o casal de “pais” passar e depois seguiram para os quartos. O caminho de um local aberto se transformava em um típico hotel. O número do quarto era o 51, onde eles adentravam. Dentro do quarto, o atirador poderia perceber que, haviam duas camas, em locais diferentes, assim como um banheiro, onde havia uma banheira e alguns utensílios comuns. Também havia uma janela com vista do restante do balneário. No local, o homem sentou-se em uma poltrona que havia ali. Enquanto a mulher se dirigiu até a janela.

— Não se preocupe, tudo isso será explicado e você será consertado, assim poderemos conversar mais calmamente... — falou o homem, descansando e retirando parte de seu disfarce. A mulher, ainda séria olhava o lado de fora, de um lado ao outro, preocupada. — Desculpe se falei algo muito duro... — falou ela, brevemente, voltando a virar-se até o banheiro. O homem olhava o seu relógio, aparentava estar esperando alguém. — Estamos esperando o resto do grupo! — afirmaria se Kin questionasse. Ali eles esperariam um certo tempo pelo restante do grupo. Na sala, haviam alguns livros a respeito da ilha, pontos turísticos e tudo mais. Além de esculturas artísticas da ilha. Nos quartos, haviam roupas que eram emprestadas pelo hotel, para as pessoas se vestirem de acordo com a região. Após algum momento, a porta bateu, cinco batidas, nos tempos, dois, um, um, um. O homem, após ouvir as batidas, levantou-se e abriu a porta.

De lá surgiram mais um casal. Um homem que vestia roupas florais, típico dos guias turísticos. Era alto e magro. Junto a ele estava uma mulher, com trajes de limpeza do hotel. Kin poderia saber disso pois havia o nome do balneário em suas roupas. — Que ótimo que estão bem! Eu estava quase morrendo enquanto vocês não apareciam! — afirmou a mulher, em lágrimas. O homem, por sua vez, sentava-se na poltrona do local, haviam duas e um sofá. — Estava quase dormindo com a demora de vocês! Esses turistas são muito cansativos... — falou o homem já se preparando para dormir. — Não é hora para isso! Temos que sair o quanto antes! Gina, olhe o ombro do rapaz ali! — falou o homem, apontando para Kincaid — Não se preocupe. Gerard, acorde, preguiçoso como sempre, temos que conversar sobre a atualização de suas partes! — falou o homem, levando o recém-chegado rapaz até a janela, onde começaram a conversar.

Gina então, não mais chorando, foi até Kincaid, como foi ordenada. — Olá! Você é novo? O que houve com seu ombro? Doeu muito? Nossa, você é forte! Gosto de homens fortes! Mas, o que houve mesmo? Ah, me chamo Gina! Prazer! Como é o seu nome? Está tudo bem? De onde conhece eles? — questionou incessantemente a garota, olhando o braço de Kincaid. Enquanto esperava as respostas, ela puxou debaixo do sofá um Kit Médico e começou o procedimento para cessar o dano no ombro do atirador. — Muito bem, está pronto! — falou, após os procedimentos — O que você pretende andando conosco? — questionou ela.


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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptyTer 2 Jan - 20:15

OFF:
 

Depois de despistar a Marinha temporariamente, Kincaid e seus companheiros agora estavam escondidos em um quarto de hotel. Kincaid notou que eles estavam se desfazendo de seus disfarces e descansando. Não pensou em fazer perguntas, eles sabiam o que devia ser feito e se não estavam falando nada ou fazendo nada, era porque estavam esperando algo.

Em lugar de encher seus companheiros de perguntas idiotas, ele ficou em silêncio repousando no sofá enquanto observava tudo atentamente, queria aprender a arte do disfarce, entendeu que se quisesse ser um revolucionário bem sucedido precisaria dominar essa arte.

Por isso quando finalmente viu seus companheiros já em descanso comentou algo:

Tenho que me tornar especialista em atirar nas pessoas e me disfarça. — Comentou sério.

Depois, tomado pelo tédio, virou-se par um monte de livros e revistas que estavam disponíveis e começou a ler sobre o lugar onde estavam, queria obter o máximo de informações sobre o lugar. Kincaid imaginou que seus companheiros já sabiam como entrar e sair daquela Ilha, por isso ele se focou em descobrir informações sobre lugares como casas abandonadas ou regiões selvagens. Caso algo desse errado ele poderia fugir e tentar se esconder nesses lugares.

Kincaid lia avidamente enquanto tentava ignorar as dores no corpo, principalmente no ombro, ele sentia fisgadas de dor as vezes por causa do projétil que ainda estava instalado em seus músculos. Mas ele precisava transformar aquele tempo, em tempo útil, a dor não poderia ser motivo para ele simplesmente parar e descansar.

Depois de um certo tempo mais pessoas apareceram, Kincaid encerrou sua leitura e as ficou observando. Viu quando deram a ordem pra uma tal de Gina se aproximar e cuidar dela. Kincaid viu que a mulher se abaixou e tirou um kit de primeiros socorros embaixo da mesa, aquilo não é algo comum por isso logo deduziu que esse quarto havia sido previamente preparado e provavelmente outros objetos úteis estariam escondidos aqui. Com certeza alguém da staff do hotel estava dando apoio aos revolucionários.

A mulher fez um monte de perguntas pra Kincaid enquanto cuidava do ombro dele, ela era boa no que fazia. Kincaid ficou calado e esperou a tagarelice de Gina parar por um momento para só então falar.

Me chamo Kincaid, sou um novo revolucionário, tomei esse tiro a serviço da causa bem como os outros ferimentos. — Parou por um instante para observar o rosto de Gina. — Você vai me ensinar a me disfarçar e a cuidar de feridas, eu preciso aprender isso se quero viver meus dias como um de vocês e ter a sorte de morrer de velhice.

Depois de devidamente tratado Kincaid sorriu para Gina e se levantou.

Esse quarto está cheio de equipamentos e foi preparado para vocês. Vou aproveitar e trocar as roupas. Nós precisamos sair daqui o mais rápido possível. — Disse Kincaid, sua intenção era verificar se suas suspeitas a respeito do quarto estavam corretas, de qualquer forma ele procurou uma mochila no quarto para se preparar para o restante da fuga.

Kincaid tentaria sair dali com:

- Roupas novas.
- Papel higiênico.
- Um catálogo de viagens com um lugar no porto assinalado onde alguma empresa de transporte presta serviço para passageiros.
- Uma faca.
- Comida enlatada.
- Uma muda de roupas extra.
- O restante do kit de primeiros socorros.
- Suas roupas antigas.

Se não fosse possível encontrar uma mala ou mochila, Kincaid sairia apenas com as roupas novas no corpo e as roupas antigas guardadas em um saco de lixo junto com todos os tecidos sujos de sangue. Assim que saíssem dali, Kincaid tentaria se livrar de tudo jogando as coisas no lixo. A ideia era não deixar rastros para trás.

Histórico do Kincaid Lightbeam:
 

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptyQua 3 Jan - 14:08



Narração


Plano Traçado. Arrumem suas coisas!




— Me chamo Kincaid, sou um novo revolucionário, tomei esse tiro a serviço da causa bem como os outros ferimentos — respondeu o rapaz. Gina o olhou enquanto terminava seus cuidados com o mesmo. Kincaid se mostrava determinado a evitar tais acontecimentos. Ele não tinha de necessitar sempre de alguém para cuidar dele pois, sabido pelo rapaz, era possível que nunca tivesse alguém para cuidá-lo. Sabendo disso, ele não perdeu tempo e questionou-a sobre tal assunto. — Você vai me ensinar a me disfarçar e a cuidar de feridas, eu preciso aprender isso se quero viver meus dias como um de vocês e ter a sorte de morrer de velhice! — afirmou o rapaz, retirando algumas gargalhadas da garota.

Guardando o restante dos objetos, ela ria da maneira que o rapaz havia falado, que ia de contraste as suas roupas, chamativas. — Você está bastante sério para um jovem turista! — riu a garota, se erguendo no mesmo instante de Kincaid. — Esse quarto está cheio de equipamentos e foi preparado para vocês. Vou aproveitar e trocar as roupas. Nós precisamos sair daqui o mais rápido possível! — afirmou o rapaz. Gina, concordava com ele, acenando com sua cabeça, ela voltava-se a arrumar o que seria necessário, dando assim a oportunidade para que ele pudesse ir atrás do que queria.

No cômodo, estavam Alonzo e o recém-chegado rapaz conversando sobre algum assunto em específico e longe de Kincaid. Por alto, o rapaz podia ouvir algo sobre plano e análise. Mais distante, Marília organizava algumas roupas e acessórios. Olhando as roupas, Kincaid se mostrava interessado em algo, Marília olhando para ele, mesmo sem ouvir nada por parte dele, já sabia o que o jovem queria. — Roupas novas? — questionou a mulher. Procurando algo que combinasse com Kin, ela lhes deu algumas roupas. — Bem-vindo ao exército... — falou, enquanto voltava para o que estava fazendo.

Em uma mesa mais afastada, haviam algumas sacolas com roupas sujas, porém infelizmente as roupas antigas não estavam lá. Marília era uma perita no disfarce e não carregava consigo roupas que já usou, era uma mania e, ao mesmo tempo, uma estratégia. Na cozinha, haviam alguns talheres dos mais variados tipos e tamanhos, porém nada muito reforçado ou diferente do que um quarto de hotel teria, até por que a ala de comidas, o refeitório era no pátio central. Em cima de uma bancada havia uma revista e um catálogo para os turistas se situarem, explorando a ilha com um mapa e pontos de destaque. Gina, já havia recolhido o que necessitava e algumas coisas que tinha em maior número haviam ficado na maleta, em cima do cômodo que Kin foi tratado.

— Muito bem, vamos nos unir! Temos que explicar o plano! — falou Alonzo, convocando o pessoal. No centro (objeto que ficava entre as poltronas na sala) o experiente homem abriu um grande mapa da ilha. — Estamos aqui! — falou Alonzo, apontando para o mapa — Temos que chegar aqui! — apontou para outro ponto do mapa. Gina, de primeiro momento, achou fácil, porém o homem que chegou com ela logo tratou de desanimá-la. — Por que está com essa cara? Acha que será fácil? — questionou o homem de madeixas longas e olhar distante — Lembre que tem oficiais da Marinha nos perseguindo, uma perita em rastreio, um gênio em lógica e o sargento. Ainda acha fácil? Mude esse sorriso, Gina! — bradou o rapaz — Temos que ser precisos em nossos movimentos, falem tudo que precisam, explorem suas habilidades ao máximo e sejam perfeitos! Ou algo perto disso...Não sei porque me meti nessa vida, isso me dá uma preguiça... — falou o cabeludo, sentando-se ao piso após falar.

— Prestem atenção. Nossa missão é conseguir informações secretas que descobrimos. Kincaid, Gina e eu, vamos cuidar dos Oficiais e dar cobertura para Marília conseguir se infiltrar no Quartel General da Marinha e pegar informações da divisão de inteligência. Gerard, ficará nos atualizando sobre possíveis mudanças no plano. Agora, vamos cuidar, provavelmente já já chegam por esses sítios! — bradou Alonzo fechando o mapa. Próximo ali, uma marinheira em questão se aproximava do balneário. — Então é aqui que vocês estão? — falou ela, sorrindo levemente a frente do portão.

NPCs:
 

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptySab 6 Jan - 16:01

OFF:
 

O clima de seus companheiros para com Kincaid ia mudando, parecia que gradualmente eles iam se acostumando com a presença do rapaz, mas ele no fundo sabia que para se afirmar ali precisaria provar seu valor, passar por um batismo de fogo.

E ao contrário do que parecia, os rebeldes não estavam ali para fugir, estavam ali para atacar. Manter-se escondido era apenas uma forma de ganhar tempo para se preparar e agir. Conforme Kincaid ia analisando eles, começava a notar os traços de personalidade de cada um.

Gina era emotiva e dramática, mas curiosa e parecia ser uma pessoa amorosa também. Alonzo já era um cara mais frio, mais duro, estava sempre calmo e parecia pensar bem e planejar cada passo, dele também vinha uma aura liderança que fazia Kincaid confiar nele. Marília por sua vez era mais séria, extremamente habilidosa e disciplinada, era uma pessoa corajosa e sincera, não guardava no coração qualquer mágoa deixando escapar pela sua boca tudo o que ela acha que deve ser dito, mesmo que as vezes ela esteja errada. Quanto a Gerard, esse era por enquanto uma incógnita para Kincaid.

Paralelamente, os companheiros de Kincaid poderiam tirar algumas notas sobre sua personalidade. Primeiramente ele era alguém corajoso que não tinha medo de se colocar em risco. Determinação era uma qualidade forte em Kincaid. Ele também parece ser um homem que prefere a ação do que a palavra. Alguém que enfrenta o perigo sem elaborar muitos planos, confiando em seus instintos para sobreviver.

Enquanto devaneava, ele atentamente os planos de seus companheiros e quando eles terminaram, ele falou:

Certo, entendi o plano, sendo assim vou precisar me equipar melhor. Preciso de uma pistola, munições, pólvora e algumas ferramentas. — Falou Kincaid enquanto providenciava uma mesa, criado mudo ou qualquer superfície lisa onde pudesse trabalhar. — Vou criar algumas munições especiais para nós, não temos muito tempo então vou criar um disparo para cada um de vocês. — Disse ele com um sorriso confiante. — Entreguem-me suas armas para eu ver os modelos e pelo menos um cartucho de munição para sofrer modificações.

Se seus pedidos fossem atendidos, Kincaid pegaria as ferramentas e todas as armas de fogo que lhe foram confiadas, então escolheria uma mesa e a transformaria em sua bancada de trabalho particular. Arma por arma, ele iria analisar, fazer reparos, limpar e deixar funcionando. Quanto as munições especiais, ele pegaria o projétil de cada arma o abriria e usando de seus artifícios e conhecimentos modificaria as munições transformando as munições em munições de fumaça e uma delas em uma munição de fogo. Depois de preparadas, Kincaid entregaria as armas e ensinaria o uso da munição especial.

Se os equipamentos não lhe fossem entregues ou não for possível criar as munições, ele simplesmente pediria uma arma e seguiria o plano a risca.

Histórico do Kincaid Lightbeam:
 

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptySeg 8 Jan - 16:26



Narração


Missão




Explicado o plano, o jovem atirador já tinha uma ideia do pessoal que estava ao seu lado, ali. — Certo, entendi o plano, sendo assim vou precisar me equipar melhor. Preciso de uma pistola, munições, pólvora e algumas ferramentas! — afirmou o rapaz, porém o mais experiente dos homens do local logo tratou de mandar a real situação para o garoto. Se aproximando dele, colocou sua mão em seu ombro e se aproximou de Kin — Muito bem garoto, mas veja onde estamos. Você acha que terá esse material por aqui? Não precisamos de balas, digo, o único que usa isso aqui é você. Para não ser mentiroso, o Gerard também utiliza, mesmo não gostando de lutar. Então, é melhor você focar em outra coisa... — acenou dando leves batidas no ombro do rapaz.

— Não se preocupe, pegue essa arma! — falou Gerard jogando uma para Kincaid — Não irei precisar de seis armas, então pegue uma delas, deve dar para o gasto. Agora, estamos entendidos em relação ao plano? Iremos partir! — afirmou. Gerard ajeitava seus trajes de turista, mesmo não gostando de vestir aquilo, ele mal se importava, aliás, mal se importava com tudo. Uma pessoa daquelas teria motivação de ser revolucionário? Gina se dirigia até a porta, ela já estava pronta, vestida de arrumadeira, como adentrou. — Fiquem com o Den Den Mushi, qualquer atualização irei lhes comunicar! — alertou a garota — E Kin, até mais! — falou dando uma piscadela para o rapaz antes de sair do recinto. Gerard foi o próximo a sair pela porta. — Muito bem, tomarei cuidado com a movimentação nas ruas, mas só de imaginar a rastreadora... me dá arrepios! — falou ele fechando a porta.

No quarto então ficaram apenas Kincaid, Alonzo e Marília. Enquanto isso, dentro do hotel, a movimentação de marinheiros já começava. O sargento Arnold era o encarregado por comandar os marinheiros ali no local. A movimentação alarmava os turistas, que não entendiam o que estava acontecendo, porém, os guias turísticos tratavam de acalmá-los. Entre eles já estava Gerard, que tentava ao máximo se manter longe dos holofotes, encaminhando um grupo de turistas até a saída. Brando Delaney não estava ali, ele ainda matutava na cede da marinha sobre possibilidades de erros. Algo o incomodava com aquela missão, porém ele não sabia o que era ainda, apenas olhava para o mapa, buscando uma resposta.

Estavam prontos. Alonzo liderava o grupo, seguido por Kincaid e Marília. Saindo do quarto, o corredor era estreito, porém não teriam muita dificuldade de caminhar. Alguns hóspedes adentravam em seus quartos, alguns com uma velocidade acima do normal, o que chamava a atenção de Alonzo. — Cuidado... — alertou ele, sinalizando com sua mão para os que vinham atrás. Mais a frente, a única saída era o corredor a direita, que levaria o trio até o salão principal. Porém, antes de lá, havia uma porta de acesso a limpeza, onde poderiam chegar a lavanderia. Lá era onde asa roupas sujas eram depositadas. Alonzo temendo algum imprevisto, mandava o restante adentrar lá. — Muito bem, entrem! Kincaid primeiro, depois Marília e por fim eu! Rápido! — falava o homem. Mesmo que Kincaid questionasse, se não entrasse por bem, entraria por mal, onde seria forçado por Alonzo. Se o rapaz ainda resistisse, alguns marinheiros ouviriam a disputa e se aproximariam de onde estavam, apontando armas.

Se Kin descesse como combinado, veria que os outros dois não desceriam. De cima, o rapaz apenas poderia ouvir a vós de Alonzo. — Olhe seu ombro! E até mais tarde! — falaria antes de fechar a comporta. No ombro de Kincaid estava um papel colado, que foi colocado por Alonzo anteriormente no quarto. Talvez ele tirasse dali caso o garoto não descesse, mas, como havia feito isso, estava lá. Onde o rapaz havia descido, havia apenas um homem limpando tudo. As lavadeiras haviam sido chamadas pelos marinheiros para uma vistoria. O homem que estava lá era Arnaldo. Arnaldo já trabalhava a anos ali, porém nunca havia sido reconhecido, pelo contrário, era humilhado diariamente por seus superiores. Curioso, Arnaldo mal se importou com a presença de Kin ali, ele estava pouco se importando com o bem-estar do balneário-hotel.

Só existia uma saída dali. Era um corredor que se entrava para a esquerda e, ao fim se dividia em dois caminhos. Um de volta ao hotel, para a esquerda, e outro para as lixeiras nos fundos, para a direita. Era aquele caminho que as camareiras jogavam os lixos fora. Kin caminharia mais uns três metros até chegar em uma área sem cobertura, onde haviam latões. Eram os fundos do local. Não haviam portões abertos, mesmo que tentasse abrir, não conseguiria. Porém, o rapaz podia tentar escalar a árvore e pular o muro. O galho da árvore era fraco, mas estava a cerca de 1,5 metros do muro, que tinha uns três metros de altura. O calho mais resistente estava a cerca de 2,80 metros de distância do portão. Havia também os latões de lixo, que diminuíam a distância até o topo do portão em 1,5 metros, restando a mesma distância até o topo, porém, seria mais barulhento. No lado de foram, haviam dois guardas que não usavam armas na vigilância.

No papel, estava escrita a seguinte mensagem:

“Desculpe por isso, garoto, mas seu forte não era se esconder ou disfarçar. Siga até a central turística, lá encontre o Gerard e siga o plano com ele, independente do que aconteça. O Quartel estará mais vago e que a Real Justiça esteja convosco!” – Alonzo.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptyQui 11 Jan - 19:02

OFF:
 

Enquanto saia do quarto do hotel, Kincaid notou a agitação no estabelecimento e começou a pensar que os rastreadores da Marinha eram realmente bons, isso o deixou preocupado e o fez se sentir um peso para seus companheiros, porque certamente se alguém estava sendo seguido era ele. Por isso quando Alonzo indicou um caminho opcional para Kincaid, o rapaz aceitou de antemão sem pestanejar.

Desceu pelo caminho que levava até a lavanderia e ali viu o bilhete em seu ombro, leu ele rapidamente e concordou mentalmente que aquela decisão era a melhor pra todos. A missão dos revolucionários precisava ser cumprida e Kincaid não podia se dar ao luxo de atrapalhar tudo. Quando se levantou viu que estava na lavanderia, um único homem estava ali fazendo a limpeza, Kincaid o encarou já levando a mão para trás na intenção de puxar sua arma que estava na parte de trás do cinto, mas ao olhar para a face do homem e notar seu olhar morto e cansado de alguém desanimado, ele logo desistiu.

Continue o bom trabalho e se esqueça de mim. — Disse Kincaid enquanto passava por ele rapidamente com um breve sorriso.

Sem perder tempo seguiu pelo caminho até chegar a um beco sem saída, pelo menos não por saídas convencionais. Viu ali três possibilidades, uma era barulhenta demais e as outras duas eram arriscadas demais. Mas para a sorte de Kincaid ele estava perto da lavanderia, então sem perder tempo correu para lá na maior velocidade e abordou o faxineiro que o havia ignorado antes.

Ei amigo eu preciso sair daqui, você pode me conseguir alguns lençóis? — Perguntaria ao homem.

Nessa situação haveriam 3 possibilidades, o homem poderia ter os lençóis e entregá-los a Kincaid. Poderia se recusar ou não ter isso.

Se o homem se recusasse, Kincaid sacaria sua pistola e o obrigaria a dar os lençóis e depois o amarraria e o amordaçaria. Se o homem o ajudasse, Kincaid mesmo assim o amarraria e o amordaçaria usando alguns dos lençóis. Poderia ser que o homem só tivesse roupas também, nesse caso usaria elas mesmas.

Obrigado pela sua ajuda, desculpe fazer isso com você, sou um homem procurado por atirar em oficiais da lei, desta forma a Marinha não vai poder dizer que você me ajudou. Quando te acharem aqui diga a eles que Max Gunner te rendeu, de qualquer jeito te devo uma. — Diria a Arnaldo caso este tivesse sido amigável, mesmo que ele não tivesse lençóis para Kincaid.

Se queria tanto assim me atrapalhar, deveria procurar um emprego na Marinha, seu babaca. Quando te acharem aqui diga que Max Gunner quem fez isso com você. — Diria a Arnaldo caso este tivesse sido antagônico.

Era isso mesmo que estava acontecendo, Kincaid já se sentia um membro dos revolucionários, era a hora de adotar um codinome e ele queria ser conhecido por seus inimigos como Max Gunner.

Voltando para o lado de fora, Kincaid prestaria a atenção nos guardas vendo se estes estavam fazendo rondas ou estavam parados e se era possível visualizar a árvore. Se os guardas estivessem fazendo ronda, Kincaid ficaria alguns segundos ali decorando o padrão deles e tentaria descobrir o tempo que ele teria para subir a árvore. Se o tempo da ronda dos guardas fosse grande o suficiente, ele escalaria até o galho mais alto e forte e dali desceria tentando amortecer sua queda. Se o tempo das rondas fosse curto, Kincaid se arriscaria no galho mais fraco, mas em vez de se apoiar totalmente nele, apenas o usaria como base na parte onde se conecta com o tronco e saltaria dali mesmo.

Se o plano de Kincaid na lavanderia desse certo, ele agora teria uma corda de lençóis disponível e a utilizaria para descer mais rápido e em segurança, certamente a corda chamaria a atenção futuramente, mas isso também estava em seus planos, ele estava no grupo responsável por distrair a Marinha, se esses malditos rastreadores viessem em seu encalço melhor ainda.

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptySeg 15 Jan - 23:45



Narração


Uma segurança nada segura para o segurador!



— Continue o bom trabalho e se esqueça de mim! — alertou Kin, porém o homem se importava tanto com o atirador que mal lhe deu atenção, sequer ouviu o que ele havia falado. Trabalhadores conviviam com esse amargor diariamente, se o sistema trabalhista mundial fosse modificado, talvez esse cenário mudasse. Com esse pensamento, era até capaz do velho trabalhador ajudar Kin ao saber que o rapaz era aspirante a organização denominada Exército Revolucionário. Porém, calado permaneceu e rapidamente o rapaz seguiu seu caminho. Ao chegar na parte do caminho onde mais lhe gerou dúvidas, o rapaz titubeou alguns instantes. Em sua mente, o passo certo tinha de ser dado ali, então informações tinham de ser conseguidas. Após analisar o melhor caminho, o rapaz decidiu voltar e questionar o trabalhador anterior.

— Ei amigo eu preciso sair daqui você pode me conseguir alguns lençóis? — questionou o jovem atirador, porém, sem nem sequer olhar para o rapaz, já no modo automático o homem apontou para uma cesta que estava coberta por alguns lençóis visivelmente sujos. Arnaldo... Um sujeito que mal sabia, mas fazia algo para ajudar a mudança que tanto desejava na organização mundial. Após conferir e encontrar de fato os lençóis onde o homem indicou, Kincaid não viu outra saída se não amarrar o homem com alguns dos lençóis. Amarrando seus punhos e os amordaçando, Kincaid agradeceu, de sua maneira, pela ajuda.

— Obrigado pela sua ajuda, desculpe fazer isso com você, sou um homem procurado por atirar em oficiais da lei, desta forma a Marinha não vai poder dizer que você me ajudou. Quando te acharem aqui diga a eles que Max Gunner te rendeu, de qualquer jeito te devo uma! — falou se despedindo do homem, que ali ficou amarrado, encostado as máquinas que deveria conferir o funcionamento. Sentado ali, Arnaldo se mantinha por alguns instantes da mesma maneira que Kin havia o encontrado. Seu olhar morto, logo dava lugar a um olhar triste, que rapidamente se desmanchava em lágrimas, escorrendo por seus olhos. Era um choro estranho, talvez o homem guardasse isso por algum tempo, mas ele liberou toda sua tristeza.

Na parte térrea do balneário hotel, a marinha continuava as buscas pelos locais, porém continuava a falhar em encontrar algo. O sargento, ao ver que suas buscas não estavam dando em lugar algum, não sabia mais o que fazer. — Malditos ratos de porão! Como se escondem tão bem assim? — bradava não acreditando na possibilidade de mais uma fuga dos revolucionários. Pegando seu pequeno caracol, o homem iniciou uma chamada com o QG, onde estava o oficial responsável pela estratégia até então. — O que está havendo, não encontramos nada até agora!? — exclamou ele. Calmamente, no outro lado da linha, o estudioso marinheiro já esperava que isso acontecesse. Seus calafrios fizeram com que ele estudasse mais as plantas disponíveis. Querendo ou não, para construir algo na ilha, a planta do local tinha de ser fornecia para questões éticas com a justiça. Se aproveitando disso, o rapaz sabia como aconselhar seu superior.

— Eu já imaginava essa possibilidade. Só tem duas maneiras de escapar desse balneário: a primeira é pela porta principal. A segunda é pelos portões dos fundos. Mande um pessoal que estiver aí se dividir e ir para cada saída. Procurem saber se existe alguma ala abaixo do térreo! — indicou o rapaz. Ouvindo isso, o sargento rapidamente desligava a chamada e ordenava o seu pessoal da maneira que o seu ajudante havia informado. Parte do contingente foi para a entrada e outro para a saída traseira. O sargento, por sua vez, vagou pelos cômodos do local, analisando um por um que via. — Isso está estranho... Reúna todo o pessoal que trabalha nesse hotel! Quero conversar com todos. E você, para onde está indo? — questionou ele, olhando para um guia turístico de madeixas longas e olhar morto, conhecidos por Kincaid. — Estou cometendo algum ato ilícito, senhor sargento? Acho que o certo é levar os turistas que eu estou tomando de conta para longe desse ambiente, isso está prejudicando meu trabalho e possíveis ganhos da ilha. Está a entender isso? Quer mesmo assim que fiquemos?

A maneira que Gerard havia conduzido a conversa era esplêndido. O sargento se sentia realmente mal com o que havia feito, liberando-os em seguida. Porém, com um rápido flash em sua mente, ele lembrava de ter ouvido falar sobre o inversor de verdades, o homem que fazia você se sentir mal por ter feito algo apenas com palavras. Temeroso, o sargento mandou dois de seus homens seguirem o guia misterioso, que já rumava para fora do local. Em contrapartida, Kin se deparava com uma cena que não estava presente em suas estratégias. Tentando criar alguma, mesmo sem ter boa perícia nisso, o rapaz se viu em um momento quebrado em seu ideal plano. Ao voltar e tentar analisar a dupla de seguranças, o rapaz viu apenas um. Antes mesmo de estranhar, um golpe era dado em sua nuca, fazendo o rapaz se ajoelhar. Era um dos seguranças. O homem não parava e já tentava agarrar o rapaz e assim dar-lhe uma joelhada no abdômen. O golpe havia sido descendente, ou seja, de cima para baixo, então um lutador perceptivo poderia notar logo que era alguém mais algo que ele. O outro segurança via uma movimentação de seu parceiro e caminhava lentamente em direção a dupla que guerreava.

Explicações:
 

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptyTer 16 Jan - 11:53

OFF:
 



O plano de Kincaid tinha tudo para dar certo, porém do outro lado do tabuleiro quem movia as peças era um experiente estrategista da Marinha, e essa pessoa conseguiu ver uma das possibilidades de fuga que era justamente a que Kincaid estava usando. Rapidamente ele deu ordens e as peças foram posicionadas.

Quando Kincaid saiu para fora carregando a corda de lençóis olhou para o posto dos guardas e só viu um, antes que se desse conta sentiu uma forte dor na nuca o que o fez cambalear e cair sobre um dos joelhos, quando levantou os olhos meio atordoado viu seu inimigo vindo em sua direção para golpeá-lo de cima para baixo, visava acertar seu crânio e desacordá-lo.

Naquele momento, em uma fração de segundos Kincaid considerou todas as possibilidades, aqueles dois seguranças estavam usando lucas de combate, ele estava em Karatê Island, então com certeza aqueles homens eram artistas marciais. Quanto a Kincaid, ele no máximo sabia trocar umas carícias, mas não era versado na arte do combate corpo a corpo. Um artista marcial desarmado poderia acabar com ele facilmente, um devidamente equipado poderia fazer isso de forma mais breve ainda. Por isso rapidamente desconsiderou a possibilidade de trocar golpes com aqueles homens.

Outro fator importante, agora eles o haviam visto, Kincaid precisava se livrar deles ou eles gritariam e chamariam reforços e a única forma de fazer isso de forma furtiva era desacordando-os com golpes, coisa que ele não era proficiente em fazer. Nesse caso todas as possibilidades envolvendo silêncio e discrição haviam caído por terra, seus companheiros revolucionários haviam tomado a melhor decisão em se livrar de Kincaid temporariamente e talvez até estivessem contando com o que estava por vir.

E o que estava por vir? O que um homem em fuga, armado e com a alcunha recém adotada de Max Gunner poderia fazer? Disparar, evidentemente.

Kincaid não gostava de matar, mas não tinha escolha, precisava lutar por sua causa ou por sua vida. Como havia sido descoberto ele precisava agora contar mais do que nunca com sua velocidade e não com sua furtividade, por isso a melhor forma de tirar aquele oponente de cena era inutilizando sua movimentação. Com sorte os ferimentos não seriam sérios o suficiente para matar seu agressor.

Com esses pensamentos em mente, naquele instante, mesmo atordoado Kincaid jogaria seu corpo para trás e para o lado para ao mesmo tempo sair do alcance do golpe e poder sacar sua arma que estava atrás da cintura, por ele não ser proficiente em Acrobacia, Kincaid acabaria seu movimento sentado no chão, porém agora um pouco mais longe de seu inimigo e de arma em punho dispararia rapidamente contra as pernas de seu oponente mais próximo.

O primeiro tiro sairia errado, não de propósito, mas Kincaid estava atordoado pelo golpe que havia recebido na nuca e além disso ele havia acabado de realizar uma cambalhota desajeitada. No entanto sabendo que poderia errar por consequência desses fatores, Kincaid continuaria atirando o máximo de vezes que a velocidade de seu dedo permitisse sem perder tempo para verificar se seus disparos estavam acertando o alvo.

Esperava que aquela estratégia desse certo, porque era a única coisa que ele conseguia pensar. Independente de qualquer coisa ele agora tentaria se levantar. Se o primeiro oponente ainda estivesse de pé ele dispararia mais vezes contra ele sempre mirando as pernas e esperando que os tiros a queima roupa o acertassem. Se o primeiro inimigo estivesse caído, Kincaid começaria a correr para a saída indo de encontro ao segundo inimigo. Nesse momento enquanto corre, Kincaid apontaria sua arma e dispararia contra ele sem fazer pontaria. Os tiros eram para acertar, mas mais que isso, eram para forçar seu inimigo a ter que sair da frente abrindo passagem.

A sorte estava lançada, Max Gunner agora teria que realizar uma fuga espetacular fugindo da Marinha com todo o brilho e barulho que pudesse causar. Esperava do fundo do seu coração que seus companheiros fariam bom uso desse caos todo em favor da causa, e quem sabe se ele fosse capturado eles não voltariam para salvá-lo?

Se havia um estrategista frio e racional do outro lado, sabendo Kincaid que não poderia vencer dele jogando seu jogo, restava a ele fazer isso de outra forma, usando o caos ao seu favor, agindo como uma fera em fúria, imprevisível e capaz de fazer qualquer coisa.


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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptyQui 18 Jan - 21:40



Narração


A Determinação Necessária



Desde o início de sua jornada, Kincaid não vinha tendo muita sorte. Problemas surgiam a sua frente como um vírus que se proliferava em um local abafado. Ali, ele enfrentava um dos seguranças do estabelecimento. Esquivando-se com sucesso e por pouco, Kin aproveitava o embalo do oponente ao desferir o soco e, sentando-se no solo, conseguia esquivar-se novamente. A ideia do rapaz era efetiva contra o cruzado inimigo, que agora abria uma grande brecha para a ação do rapaz. Já considerando que sua tentativa seria falha, o rapaz deu vez ao azar da situação e realmente errou seu primeiro disparo. Tal brecha dada pelo atirador foi necessária para que o segurança número um conseguisse apoiar seus braços no solo e assim voltar ao seu equilíbrio.

Partindo para uma ideia totalmente aleatória e desesperada, Kin iniciou uma chuva de disparos. No total foram cinco, que ao todo acertaram apenas dois. Os restantes iam em direções aleatórias. Acertando o muro, ao longe. Passando de raspão no outro segurança que, antes tinha dúvida do que acontecia, mas agora tinha certeza do que acontecia ali e o último errado partia em direção ao balneário. Os certos acertavam o tronco do inimigo, que se já direcionava um soco no rosto de Kin. Seguindo o movimento já preparado, um forte e potente direto foi desferido pelo segurança, atingindo o olho direito de Kincaid, fazendo-o cair. Em contrapartida, o corpo do segurança caía sobre Kin, inicialmente imobilizando-o.

— Seu eu vou morrer aqui, vou fazer isso impedindo de você fugir! — afirmou o segurança caído sobre Kin, dessa vez agarrando-o de maneira que seu braço e sua perna direita ficassem imobilizados, além do seu próprio peso em cima do atirador. A situação era complicada para Kin. Sua arma estava descarregada e o outro segurança agora se aproximava mais rapidamente de onde estavam caídos. Sua visão estava turva, incapacitando um pouco sua visão, além de latejar bastante. Já dentro do hotel do estabelecimento, o último disparo errado de Kin acabara por atingir uma vidraria da janela, acertando por fim um civil. Tal coisa alarmou todos os marinheiros e, agora o sargento tinha certeza que havia algo acontecendo ali naquele hotel. — De onde veio esse disparo? Vamos até a fonte disso! Rápido! — bradou ele.

Explicações:
 

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MensagemAssunto: Re: Weapons for Life!   Weapons for Life! - Página 4 EmptySex 19 Jan - 19:28

OFF:
 


A situação estava completamente fora de controle, a pior coisa que poderia acontecer com um atirador era estar engajado em combate corpo a corpo, e pior que isso era estar engajado em manobras de apressamento. Kincaid estava diante do pior cenário possível para alguém que precisava fugir da Marinha. Não obstante reforços estavam a caminho se ele não se livrasse logo de seu inimigo ele acabaria sendo totalmente dominado porque assim que o segundo policial chegasse Kincaid seria completamente imobilizado de certo.

Naquele momento Kincaid se viu sem esperança, pensou por um momento em desistir e se deixar ser pego, não gostava de ter que assassinar marinheiros porque no fundo sabia que a maioria deles eram pessoas inocentes que acreditavam estar lutando pela justiça. Não via mais uma chance de escapar, estava ali caído no chão imobilizado sentindo o sangue quente de seu inimigo escorrer e manchar suas roupas negras.

Por uma fração de segundos Kincaid olhou para o céu, tudo começou a girar em sua mente, o tempo parou e ele vislumbrou a cena em que estava, caído no chão, rendido, o segundo oponente se aproximando. Ele viu sua desistência e seu futuro, a guilhotina caindo sobre seu pescoço e sua cabeça rolando findando não somente a sua vida, mas também a linhagem dos Lightbeam. Nesse momento ele se lembrou de seus país, de seus antepassados, flashs da sua vida passaram por sua mente turva e ele se lembrou.

Lembrou-se da parede de fotos de sua casa com fotografias e pinturas de vários antepassados de sua família, inventores proeminentes, todos eles perseguidos e caçados por suas invenções. Lembrou-se de seus pais fugindo com ele em alto mar enquanto eram perseguidos pela Marinha. Lembrou-se dos anos que viveu com seu avô, um homem incrível, mas que vivia escondido e com medo e assim permaneceu até o fim da vida.

As imagens de todos os seus entes queridos e de seus antepassados passaram em uma sequência rápida em flashs e isso reacendeu sua vontade de lutar. Para Kincaid, todos eles estavam olhando para ele agora naquele exato momento e ele não poderia despontá-los. Uma explosão de vigor surgiu em seu coração, linhas vermelhas eram traçadas no ar mostrando o que ele deveria fazer e então ele fez, sem desistir iniciou uma sequência de manobras.


Mas o que há com você seu filho da puta? Quer dar tanto assim sua vida para governantes que não estão nem ai para você? Vá se foder! SEUS LÍDERES ASSASSINARAM MINHA FAMÍLIA, SE QUER MORRER POR ELES FODA-SE!!! — E dizendo isso, Kincaid enfiou os dois dedos nos olhos do seu agressor na intenção de deixa-lo temporariamente cego e desorientado, em seguida retiraria a mão dos olhos do seu oponente e então fecharia o punho e socaria seu pescoço continuamente com toda a força até o marinheiro cego e ferido soltá-lo.

Mesmo não sendo um artista marcial, o corpo humano possuía vários pontos fracos que Kincaid sabia que poderiam ser explorados. Se suas manobras dessem certo, Kincaid tentaria em seguida se desvencilhar de seu agressor e se levantar antes que o segundo inimigo chegasse. Se conseguisse ficar de pé se afastaria do primeiro oponente para evitar qualquer surpresa desagradável como o mesmo tentando agarrar seus pés.

Se as ações em solo não funcionassem, Kincaid apelaria para uma manobra cruel e desumana, ele morderia o pescoço de seu oponente com toda a força na intenção de causar dor e um possível sangramento, queria deixar seu oponente o mais incapacitado possível para conseguir se livrar dele.

Se seus planos dessem certo e ele estivesse de pé, Kincaid veria um traço vermelho, o mesmo que o indicou o que fazer contra o primeiro oponente, esse traço apontava para Kincaid correr em direção ao seu oponente e então ziguezagueava para a direita e depois para a esquerda seguindo então reto até o portão. Era uma finta. Kincaid seguiria a predição de sua mente, correndo em linha reta até seu segundo oponente, finalmente quando estivesse próximo a ele, Kincaid diminuiria um pouco a velocidade e então faria menção de correr para a direita fingindo tentar desviar de seu perseguidor por aquele caminho, mas apenas o primeiro passo seria dado nessa direção, logo depois de andar um passo para a direita, Kincaid mudaria a direção de seu corpo e saltaria para a esquerda contando que seu oponente mordesse a isca e se posicionasse para a direita. Se a manobra desse certo Kincaid continuaria correndo em linha reta até o portão a toda a velocidade.

IMAGEM DA FINTA
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Se tudo ocorresse bem, o primeiro marinheiro estaria ferido no chão com dois disparos no tronco e outros ferimentos nos olhos e talvez pescoço e o segundo marinheiro estaria agora se recuperando de uma finta e perseguindo Kincaid.

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Última edição por Kincaid em Dom 21 Jan - 21:13, editado 2 vez(es) (Razão : ERRATA!)
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