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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso

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AutorMensagem
Zuzu Hijra
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Zuzu Hijra

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MensagemAssunto: [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso    [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso  EmptySab 14 Out 2017 - 0:37

Nome: Zuzu Hijra
Idade: 35 anos
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho: 1,70m
Estilo de Combate: Taekwondo
Localização: Karate Island
Grupo: Civil
Vantagens: Voz Encantadora
Desvantagens: Distraído


Última edição por raquelmacp em Seg 16 Out 2017 - 7:11, editado 1 vez(es)
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Pippos
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MensagemAssunto: Re: [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso    [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso  EmptySab 14 Out 2017 - 1:19

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.
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Zuzu Hijra
OKAMA
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Zuzu Hijra

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MensagemAssunto: Re: [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso    [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso  EmptySab 14 Out 2017 - 17:21

Aos predestinados à humilhação e marginalização, aqueles aos quais as divindades despejam um pouco de carinho, recebem dons e talentos como forma de compensação pelo próprio crime de nascer e não entender as forças das regras sociais que guiam os homens e mulheres medianos. Dotado de uma voz capaz de despertar a sinestesia no mais apático dos seres, misturando as notas vocais com uma sensação prazerosamente doce e inebriante, Zuzu Hijra foi agraciado e pertenceu ao seleto grupo de aberrações que são aplaudidas por suas aptidões.

Nascido em uma insignificante ilha – em seu sentindo mais do que literal, pois possuía pouco menos de 500km², o que a tornava um pontinho em comparação as outras do grande oceano de South Blue – pertencente a um magnata que fazia dali seu antro de luxúria e diversão compartilhada com quem ele selecionava, cresceu dentro do negócio familiar: o Club Burlesque & Jazz. Um local no mínimo questionável para a criação de uma criança, entretanto, como fugir das estruturas que constituíam o modo de vida daquelas pessoas sem arranca-lhes o sustento? Sendo assim, Zuzu, que sempre fora um garoto amável e educadíssimo com as moças e os rapazes que trabalhavam ali, elegeu o significado de família entre as/os prostitutas/os, dançarinas/os, cantoras/es e todo aquele grupo de pessoas objetificadas maravilhosas que o acalentava.

Aos 15 anos sua esplêndida voz foi escancarada em uma apresentação marcante com direito a piano, muita improvisação, casa cheia e, o mais importante, um figurino que fazia jus à lascívia que aquelas músicas e interpretações carregavam. Um vestido vermelho marcava sua silhueta masculina, a fenda que nele tinha mostrava sua perna torneada e pelosa de homem jovem, a peruca loira – emprestada gentilmente pela meretriz mais afetuosa do clube e que seria usada por ele até o fim abrupto de sua carreira – destoava elegantemente de seu rosto fino com traços varonis que a juventude começara a estampar e a maquiagem carregada. Enfim, uma obra de arte viva que despertava desejos paradoxais nos espectadores de suas apresentações que eram, predominantemente, homens. Englobou as roupas, os acessórios e as pinturas que faziam parte de sua personalidade, dentro e fora dos shows, conferindo-lhe um status de Okama, como era popularmente os que ultrapassavam as delimitações sociais, mesmo sendo extremamente cobiçado, aplaudido, elogiado e zelado pelos figurões que ora o depreciavam, ora ameaçavam fechar o estabelecimento pelas recusas que fazia a eles. E assim, Zuzu Hijra, um divino teratismo, cotidianamente cantou e encantou até os 25 anos.

Dez anos de sucesso nas agitadas noites do Club Burlesque & Jazz e sua extrema dificuldade de ater-se ao sistema normativo hierarquizado e violento, rendeu ao cantor problemas sérios. O último, e talvez mais brutal, obrigava o abandono de sua carreira, alegando que seu “estilo de vida” não mais agradava aos senhores – suspeitando, claro, que essa imposição tenha sido fruto de uma negação, entre tantas, que Zuzu empregou contra os caprichos de alguém – e causava nojo. Por, obviamente, desobedecer àquela ordem, foi o primeiro exilado desde a fundação daquele território, sendo enviado em um bote para uma imensa floresta da ilha mais próxima: Karate Island.

Sendo assim, cinco anos separaram a vida luxuosa que Zuzu levara e escancararam as dores e obstáculos de estar em situação de rua e vulnerabilidade, principalmente por carregar com muito orgulho, seu OKAMA WAY!

________________________________


Zuzu possivelmente acordaria preguiçoso pela manhã, arrumaria sua singela proteção de papelão e madeira com carinho e após os rituais matinais, pretenderia ir a passos largos ao dojo de Taekwondo do mestre Raiki e acompanharia os treinamentos, como habitualmente fazia, pois sentia imenso prazer em ver o respeito mútuo que brotava entre alunos e professor naquele espaço tão competitivo e amável ao mesmo tempo.

Colocaria seus brincos, pintaria sua face minunciosamente com a parca e velha maquiagem que guardara e, de forma alegre e agradável que lhe era peculiar, cantaria as árvores:

- “A sorrir eu pretendo levar a vida pois chorando eu vi a mocidade perdida...” ♫  

Caso o dia girasse a favor da constância rotineira, iria sentir a harmonia e vigor da arte marcial por detrás de uma brecha entre os tapumes, e imitaria os movimentos agressivamente poéticos daquele estilo de luta, na esperança de que aprenderia - como vinha fazendo homeopaticamente durante esses cinco anos – o ritmo que embalaria seus possíveis embates.

Porém, na hipótese de um surto de coragem, almejaria pedir para participar de uma aula. Seria para Hijra uma reviravolta em seus dias monótonos. Tentaria transfigurar o destino suprimido de uma criatura transviada em uma exceção cheia de lirismos, melodia e kimonos suados.
Citação :
Já peço desculpas pelo flashback gigantesco (kk), mas confesso que achei necessário pra explicar de maneira não tão superficial o objetivo "bobo" do meu personagem nesse primeiro momento. Ah sim, esse não é o background, caso pareça.
Estou feliz por participar do fórum e espero que meu Okama seja desenvolvido da forma que estou planejando. Muito obrigada e vamos as dicas e puxões de orelha! kkk <3
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Pippos
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MensagemAssunto: Re: [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso    [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso  EmptySab 14 Out 2017 - 23:43


Interação e Diálogo


______A exuberante manhã era contemplada por uma estonteante iluminação em toda aquela cidade, aquela manhã diurna era realmente esplendorosa, pássaros cantando, realmente tratava-se de um lindo dia. Perante seu preguiçoso despertar, o jovem Zuzu logo levantava-se animado, sequer pensava em comer algo ou se arrumar, logo despertava focado em chegar até o tal dojo da cidade. Não se sabia ao certo o porquê, talvez houvesse sonhado com algo do tipo, mas não importava, sua barriga não parecia reclamar de fome, então o homem logo partiu de sua casa alvejando a chegada no suposto estabelecimento.

______Em pouco tempo, o estonteante taekwondoca chegava até o dojo de Raiki. Naquele estabelecimento podia-se fitar um bom número de pessoas, incluindo o renomado Fujin, jovem egocêntrico e desrespeitoso, porém já era conhecido por Hijra, afinal, tratava-se do melhor aluno que por ali havia. Em meio a estes momentos, o conhecido naquele âmbito parecia se reunir com alguns amigos, mas não parava de olhar para Zuzu, trocavam risadas, pareciam estar zombando do okama em segredo. – Ei, bonitão!Gritava o tal famoso aluno, falava mais algumas coisas mas o distraído sequer dava muita atenção para o “famosinho” daquele estabelecimento.

______O professor ainda não havia chegado, todos, que por ali estavam, ficavam confusos, porém sempre determinados esperando a chegada de Raiki. O tal Fujin continuava chamando a atenção do okama, todavia, o mesmo sequer parecia dar muita atenção ao jovem em questão, não parecia ser algo positivo para sua mente e o jovem em questão não parecia merecer, embora fosse levemente atraente. Sua arrogância realmente era bem irritante, todavia, a ausência até então do tal mestre parecia fazer com que maioria dos estudantes se aproximasse do mesmo, pedindo dicas ou qualquer tipo de informações do tipo. Próximo a Zuzu, uma garota parecia chamar-lhe a atenção. – Não suporto esse garoto, meu deus... Que menino mais chato. Orr!A tal jovem também era uma aluna daquele dojo. – Ei, você tá aqui há muito tempo? Nunca reparei em você, colega.O afeminado jovem parecia também não conhecer aquela jovem, todavia, parecia ser apenas um contato inofensivo dentro daquela turma. O que Zuzu faria?
Fujin:
 
Garota:
 

Citação :
Saudações, seja bem vindo(a) ao fórum. Pude perceber que você já possui certa experiência em narração, gostei bastante do seu post, se sua escrita continuar assim, tudo ocorrerá super bem e logo terminaremos essa mini-aventura. Apenas sugiro como primeira dica, você tentar colocar hipóteses em suas ações, ou seja, supor coisas que talvez possam até prever os meus movimentos. “Ah, caso isso aconteça, faria isso, mas caso aquilo aconteça, faria aquilo”. Enfim, boa sorte!
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Zuzu Hijra
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MensagemAssunto: Re: [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso    [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso  EmptyDom 15 Out 2017 - 19:23

Os passos largos de Zuzu ao dojô de Raiki se transformariam em uma eufórica corrida até o local, que estava cercado dos rostos distintos naqueles cinco anos em que acompanhara as aulas pelas fendas das divisórias entre o ambiente externo e a elegância do Taekwondo.

Como em um refrão de Blues, com toda aquela gradiente de emoções limítrofes, principalmente o medo e a coragem, tomou pra si o dever de respeitar o que ansiava e entraria naquele tatame, talvez de maneira grosseira e noviça, mas com certeza com toda a tenacidade que, assim como esse estilo musical exige, transbordaria em seu empenho. Um Blues com direito a plateia e, quem sabe, bis.

Perceberia que Raiki ainda não chegara e se deixaria levar pelos próprios pensamentos, mesmo estando cercado de joviais aprendizes e todas as suas respectivas cargas de ingenuidade frente aos contrastes que a vida escancara – há muito notaria as chacotas e tentativas fracassadas de perturbar o SEU momento – principalmente as desferidas pelo little boy prodígio, Fujin. Perder-se-ia naquele torpor e cantaria mentalmente em resposta: “I've traveled for miles around/ Seems like everybody wanna put me down/ Because I'm a bluesman/ But I'm a good man, understand”. Não contaria, entretanto, que a última frase sairia de sua boca em um tom audível: “Mas eu sou um bom homem, entenda...” e se surpreenderia com a chegada de uma linda moça, também aluna do Mestre, que questionou sobre a sua presença ali de forma extremamente amigável.

Para dar continuidade à conversa, Zuzu adotaria uma pose no mínimo estranha, com a perna direita a frente, os braços levantados e as mãos dobradas perpendicularmente opostas – isso serviria para acalmar os ânimos do okama diante da moça e mostraria (pelo menos na sua cabeça) a intenção de estar ali para aprender as técnicas – afim de tornar parelho a sua presença e a dela.

Torceria para que ela não interpretasse aquela ação de forma equivocada, mas entenderia se a jovem decidisse manter distância e continuaria a divagar entre o Blues e a realidade batucando os pezinhos e dando leves balançadinhas com o quadril, afinal, um Zuzu Hijra compreende os estranhamentos que seu okama way causa, especialmente nas mulheres, que convivem com estereótipos diuturnamente. Continuaria,então, até que Raiki chegasse: “My money is to light people/ Couldn't go no where at all/ I'm a bluesman/But I'm a good man, understand [...]”.

Caso a garota não se afastasse, responderia em um tom um tanto meloso:

- Oh honey, tantas perguntas e justamente essa? – daria uma risadinha curta e doce -  E que mimosinha que você é! Direi-te quem sou, mas farei isso em minha melhor maneira... ♫    

Na permanência da garota, cantaria:

- “Pavão misterioso, pássaro formoso, tudo é mistério nesse teu voar... Ai se eu corresse assim, tantos céus assim... Muita história eu tinha prá contar...” ♫ - Nesse momento, não continuaria, pois a sua barriga vazia de quem esquecera que sonhos e alegrias não alimentam o corpo, somente a alma, roncaria em uma altura considerável. Na hipótese da pequena não notar, prosseguiria a cantoria, apesar de enrubrescer-se instantaneamente.

Entretanto, se a sua fome fosse percebida, apertaria a barriga e voltaria a sua posição “normal” na tentativa de chamar menos atenção e sussurraria para a garota:

- Desculpe, little girl , o trem que grita “tem gente com fome, tem gente com fome, tem gente com fome” – rodopiaria enquanto falava – está dando loops no meu corpinho. ♫  

Citação :
Espero que agora tenha conseguido explorar melhor essa questão das hipóteses. Imaginei que ia ter esse probleminha de primeira por ter colocado uma ação tão "subjetiva" e abrangente com o "ir ao dojô". Obrigada pelas dicas e espero continuar indo bem na avaliação. <3
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MensagemAssunto: Re: [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso    [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso  EmptyTer 17 Out 2017 - 0:12


Interação e Diálogo


______A partir de belos sons mentais, o okama parecia ignorar completamente falas daquele tal famosinho no dojo, parecia um cara ridículo que, além de querer irritar Zuzu, ainda precisava criar um grupo de zombadores dentro daquele estabelecimento. De qualquer modo, a tal mulher que se aproximava do taekwondoca parecia lhe entender e logo acabava por falar mal do tal Fujin, apesar de atos um tanto quanto bem ignorantes, por parte do okama, que parecia sequer ligar para a opinião daquela donzela por ali. A jovem parecia esperar por alguma resposta, porém esta não era tão honorável quanto esperava, e Hij logo iniciava um leve cantarolar que sequer indagava algo plausível para a garota em questão.

______A jovem donzela parecia confusa, e aguardando algo, porém Zuzu sequer parava de cantarolar e apenas parecia sequer dar atenção real àquela jovem. A tal mulher parecia se sentir um tanto quanto ignorada, e parecia não levar aquilo numa forma agradável. – Meu deus... Acreditava que esses okamas fosse mais amigáveis, credo! Que velho ridículo.Falava num tom bem arrogante, esperando que o taekwondoca em questão a ouvisse, enquanto começava a se afastar mexendo em seus belos cabelos, como se quisesse indagar “Eu tenho cabelos compridos, e você?”.

______Em meio a tal situação, uma bela dama morena entrava dentro do estabelecimento, visivelmente preocupada, com uma grande bolsa plástica, que dentro parecia ter uma enorme sexta. – Bom dia, jovens, o meu nome Korra, infelizmente o meu marido acabou tendo certos problemas de saúde depois de tentar certas loucuras na cozinha. Infelizmente, ele não virá hoje para dar aula a vocês, ele realmente está mal. Ele tinha feito uma grande quantidade de bolinhos antes desse incidente na cozinha, então eu gostaria dar um para cada um de vocês para compensar esse mal entendido.Diante de tal situação, a turma inteira parecia desanimar e apenas querer ir embora dali, apesar de agora haver uma enorme sacola cheia de belos bolinhos, que talvez poderiam até servir como café da manhã para quem não havia comido até então.

______Uma leve fila até os bolinhos parecia surgir, outros caminhavam logo até a saída, desanimados. – Tenham calma, meus belos companheiros. Eu farei uma bela demonstração de luta aqui com o nosso amigo bonitão ali. Estava tentando combinar algo do tipo com ele, mas ele não me dá muita atenção, e esse parece o momento perfeito, afinal, nosso professor não veio e temos o tatame inteiro, não é mesmo, bonitão? KIAKIAO tal Fujin parecia querer aparecer ainda mais para os alunos que por ali o fitavam. Perto da saída, seus amigos pareciam logo guardar a mesma, como se sequer tivessem a intenção de deixar o Zuzu fugir. E agora? O que o takwondoca estrelado faria? Tentar surpreender tudo e todos dando uma surra no tal famosinho? Tentar fugir daquele estabelecimento? Não sabia-se ao certo, parecia ser algo que apenas o Hij poderia responder.

Citação :
Oi, tudo bem? Pensei muito em negar seu post, até neguei, mas venho editando porque realmente não é assim tão necessário negar, enfim, apenas tenha muito cuidado quanto a isso de querer narrar estar com fome ou ter a barriga roncando. Dependendo do seu narrador, podem encarar isso como godmode ou não, enfim, decidi pegar leve e fazer um post mesmo. Gostei bastante do seu post, principalmente nas eventuais hipóteses com relação às atitudes da garota, eu decidi ignorar esse detalhe porque realmente seu post foi, em geral, muito bom. Quero começar a ver como você se sai em posts de luta, para que, finalmente, possamos encerrar essa mini-aventura. Boa sorte!
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Zuzu Hijra
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MensagemAssunto: Re: [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso    [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso  EmptyTer 17 Out 2017 - 22:11

Zuzu observaria a moça se afastando e, gradativamente, iria diminuir o volume de sua voz e deixaria apenas sua mente – e no caso, o roncar de sua barriga – trabalharem. Oh honey, a vida há de te ensinar que as pessoas não nascem para e pelos caprichos de outrem. Ninguém adentra ao mundo para saciar as expectativas de jovens mimados e suas ridículas noções sobre o mundo, principalmente sobre nós, okamas”, pensaria em lugar da música que antes inundava sua cabeça.

Atentar-se-ia a beleza de Korra e ao seu pronunciamento, para logo em seguida voltar a discorrer em pensamentos. “Uma moça tão bela, quase tropicana eu diria, em meio a todos esses hormônios varonis, NHA NHA NHA NHA... Quase trágico! Mas acredito na força dela, afinal, nós, homens femininos, nos espelhamos nelas, não é mesmo?”. Iria perdido entre dúvidas, a fome que lhe retorcia a barriga e canções antiquadas, infiltrar-se na fila, com toda a miudeza dos que mal e parcamente comem pelo ato de deleitar-se mas para apenas saciar o que o corrói por dentro, e torceria para receber um dos bolinhos.

Ouviria as palavras da companheira de Raiki e engoliria em seco. “Oh céus, qual o motivo disso? É a primeira vez que piso aqui e a mocinha me joga aos cachorros, quer dizer, mais ao little boy do que a qualquer outro pelo visto...Mas ela disse: ‘Eu farei uma bela demonstração de luta com o nosso amigo bonitão ali’. Afinal, eu vou apanhar dela ou do garoto?” – avistaria os amigos de Fujin na porta e continuaria a lamentação – “Como pode um garoto ter uma ideia tão mesquinha de superioridade a esse ponto?” – sua lamentação se transformaria em uma fusão de sentimentos, incluindo a gana e a irritação – “Se correr o bicho pega! Se ficar o bicho come! Porque eu sou é ‘home’, menino eu sou é ‘home’... E COMO SOU!” – Semicerraria os olhos e continuaria na fila, determinado a não abaixar a cabeça, seja para Fujin, para Korra ou para o próprio Deus Okama!

Dada à situação, se fosse possível receber um dos bolinhos, o colocaria por inteiro na boca ou enfiaria a comida em um dos bolsos da frente da calça curta que usava. Seria uma ideia idiota, mas perder aquela oportunidade seria mais idiota ainda. Em caso de não alcançar ou lhe ser negado, sairia salivando e ficaria amargurado consigo mesmo por não ter avançado na cesta, afinal, apesar de sua atual situação, um Zuzu ainda tinha pouca - mais que escassa, na verdade - vergonha na cara para não o fazer.

Na hipótese do combate realmente acontecer, Zuzu, observando que ali era um dojô e por desde o momento em que chegara na ilha respeitar aquele local, primeiro iria se curvar – como via em suas espiadelas os alunos e o mestre fazer – e logo em seguida assumiria a mesma posição de antes, quando conversou com a garota, independentemente de quem fosse seu adversário: uma pose excêntrica, com a perna direita a frente, os braços levantados e as mãos dobradas perpendicularmente opostas. Hijra realmente acreditaria que aquela postura era única e o ajudaria a vencer.

Na eventualidade de sua oponente ser Korra, não haveria dúvida, Zuzu correria por aquele tatame desesperadamente, gritando aos quatro ventos:

- EU NÃO QUERO MORRER! NÃO AINDA! EU NÃO CHEGUEI NEM NA MEIA IDADE! QUERES MATAR UM PAVÃO TÃO BELO QUANTO EU SEM QUE ELE TENHA DEIXADO UM FILHO SEQUER? SOCORRO, PEOPLESSSS! AAAAAAAAAAAAAAAINNN... ♫ ♫ ♫

Seu suposto ataque de pelanca poderia ser uma distração perfeita para a sua adversária de luta. Enquanto ela estivesse correndo atrás dele ou rindo, achando estranho e quaisquer outras sortes de reações, Zuzu renasceria como um cisne entre os pequeninos patos que zombavam dele e aproveitaria um cansaço ou descuido para tentar um ataque. Nesse cenário, viraria bruscamente e tentaria um chute certeiro, apostaria todas as suas fichas e forças em um pulo alto o suficiente que elevasse seu calcanhar na altura do pescoço de Korra, colocando toda força no membro e tentando joga-lá ao chão. Considerando que ela pudesse esquivar abaixando-se ou simplesmente movimentando a cabeça para o lado, buscaria apoiar no chão a perna que estaria no ar e, de maneira provavelmente medonha, levaria a outra perna em direção à barriga da Mestra, visualizando um coice de um unicórnio e torcendo para não fraquejar e transformá-lo em um pontapé de um porquinho. Se falhasse? Bem, voltaria a gritar correndo até perder o fôlego e cair derrotado no chão, como um bom okama novato faria para preservar sua vida.

Já na hipótese de uma luta contra Fujin, sua conduta seria a digna de um samurai okama. Apesar das grosserias desferidas pelo jovem, Zuzu iria manter sua postura estranha, olharia no fundo dos olhos do rapaz e iniciaria ali uma luta, não apenas para distrair a plateia e saciar a vontade de sentirem-se significantemente superiores que os mocinhos e mocinhas tendem a ter nessa idade, mas iria colocar ali todo o seu orgulho em ser a criatura bizarra mais maravilhosa de todo o South Blue!

Antes de iniciar, diria, como quem recitava as palavras de um magnífico trovador, ao rapaz:

- “Uns podem seguir o caminho do homem
  Uns podem seguir o caminho da mulher
  Mas ninguém pode escapar do caminho da humanidade!”. ♫


Logo em seguida trabalharia com a possibilidade de iniciar o confronto passando e apoiando a perna direita com mais força no lado esquerdo de Fujin e desferiria um chute seco com o peito do pé esquerdo no tórax do outro. Caso se suceda um contra-ataque por parte dele, mirando a base de Zuzu, atreveria-se a dar um pulinho como esquiva, basicamente um espacate gracioso, se não fosse o medo que quase o consumiria por inteiro e que provavelmente se tornaria um salto desajeitado. E em uma investida por cima, tentaria segurar o braço de Fujin e jogá-lo no chão, projetando seu corpo para que o do lutador passasse por cima. Em um eventual sucesso em uma ou ambas as defesas, Zuzu Hijra olharia para o oponente e cantaria em tom altíssimo:

- “Well, now go! Walk out the door! Just turn around now, 'cause you're not welcome anymore! Weren't you the one who tried to hurt me with goodbye? Did you think I'd crumble? Did you think I'd lay down and die? Oh no, not I! I WILL SURVIVE!". ♫
Citação :
Apesar das chances da luta ser contra a Korra serem quase nulas, essa ação ficou na minha cabeça e não resisti. Tive que colocar ele correndo e gritando feito um louco. kkkkk

Não sei ao certo se usei a questão das possibilidades - dessa forma mais genérica - ficou bem explorada nesse post. Pensei em colocar mais ações e alternativas mas optei por usar apenas essas pra não poluir tanto e não ficar um turno gigante com infinitas atitudes banais ou sem nexo e correr risco de cometer Godmode por pecar no exagero. Espero ter ido bem. <3
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MensagemAssunto: Re: [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso    [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso  EmptyQua 18 Out 2017 - 14:51

BEM VINDO(A) A SALA DE AULA
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MINI AVENTURA / POST 3
Combate



Vendo que a garota não havia entendido seu modo de se expressar e que a mesma se afastara, Zuzu foi diminuindo lentamente seu tom de voz, até apenas os seus pensamentos e a sua barriga faminta falavam. A música que inundava sua cabeça logo era substituída por tais pensamentos de reflexão. Até que a beleza e o pronunciamento de Korra chamaram a sua atenção, seus pensamentos antiquados logo voltaram a encher a sua mente e a se perguntar como uma bela moça como aquela estava no meio de todos aqueles jovens com hormônios a flor da pele, era realmente algo perigoso.

As palavras de Korra deixaram o okama um tanto preocupado e o fizeram engolir seco, era a primeira vez que ele estava pisando naquele tatame e já iria passar por uma situação daquelas. Para piorar, o jovem maioral Fujin ainda lhe havia proposto uma “demonstração de luta” para animar os demais colegas, aproveitando que o mestre não iria vir e que eles tinham o tatame todo para eles. Sua intenção era obvia, ele queria humilhar o okama na frente de todos, já que desde que este o viu vem tirando caçoadas de sua pessoa. Alguns dos que estavam indo embora até pararam para observar o que se passava e se a luta realmente iria acontecer.

Vendo isso os pensamentos de lamentação tomavam conta de Zuzu e este se indagava: “Como pode um garoto ter uma idéia tão mesquinha de superioridade a esse ponto?”. Mas não tinha como fugir daquilo ou seria ainda mais motivo de piada para os que ali estavam, então uma fusão de sentimentos começou a possuir o okama, incluindo a gana e a irritação, determinado ele cantarolou em sua mente: “Se correr o bicho pega! Se ficar o bicho come! Porque eu sou é ‘home’, menino eu sou é ‘home’... E COMO SOU!”

Após pegar um dos bolinhos que foram entregues por Korra como forma de consolo pela aula não ter sito realizada, Hijra o colocou rapidamente na boca. Enquanto isso, Fujin estava no centro do tatame com abrindo os braços em direção ao okama em um sinal de provocação. – Vamos lá bonitão! O que me diz? Vamos divertir um pouco nossos colegas. Sei que é isso que você gosta de fazer, animar os outros! Hahaha! – dizia ele de forma irônica. Mesmo sabendo que era uma idéia um tanto idiota, Zuzu aceitou o desafio, sabia que mais idiota seria recusar. Lembrando-se do que havia visto o mestre e os alunos ali fazerem antes de um duelo, durante as suas espiadas ao dojô, Hijra se curvou ao subir no tatame. Fujin estava a sua frente, do outro lado do tatame.

O okama voltou a assumir aquela pose estranha na qual tinha assustado a garota anteriormente, com a perna direita a frente do corpo e os braços erguidos com as mãos dobradas perpendicularmente opostas. Acreditava que aquela era a única pose que o ajudaria. Fujin deu uma risada irônica, caçoando de Zuzu, provavelmente queria distraí-lo com isso. Mas ele continuou com sua postura estranha e se mostrando serio, olhando bem fundo nos olhos do rapaz, agora aquela luta para ele não era apenas um motivo de diversão para os demais ali, o seu orgulho em ser a criatura bizarra mais maravilhosa do South Blue estava em jogo.

As palavras de Zuzu para o Fujin o deixaram furioso, aquele sorriso irônico que estampava sua face deu lugar ao um olhar sério e com a testa franzida, ele havia percebido que sua tentativa de intimidar o okama tinha falhado. Daí ele partiu rapidamente dele, queria acerta-lhe um golpe e desfazer aquela posa ridícula em que ela estava, com isso Fujin saltou com uma das pernas retas para frente, seu alvo era o tórax de Zuzu, mas este foi mais rápido e com sua perna direita deu um chute lateral no tórax de Fujin interrompendo o seu ataque. Com esse golpe, o rapaz foi deslocado para o lado e caiu no tatame dando uma cambalhota e voltando a ficar de pé em pose de luta. Vendo que tinha conseguido atingir o rapaz, Hijra começou a cantar em um tom altíssimo, o que deixou o jovem muito irritado.

– PARA DE CANTAR SEU IMBECIL! VAMOS LUTAR! VOCÊ VAI PAGAR POR ISSO, EU SOU O MELHOR ALUNO DESSE DOJÔ! – disse Fujin furioso. O demais alunos estavam abismados com o que estava acontecendo, querendo ver qual fim teria a luta, começaram a sentar no chão em volta do tatame.





“Dicas e Orientações”:
 
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MensagemAssunto: Re: [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso    [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso  EmptyQui 19 Out 2017 - 0:53

Zuzu observaria aquela cena completamente atônito. “Oh, santo Prince, o que está acontecendo? EU NÃO POSSO ACREDITAR QUE ACERTEI O LITTLE BOY DE PRIMEIRA!”. Encheria os olhos d’água e ajoelharia, engolido por suas próprias emoções. Como poderia uma existência ilógica, para aqueles jovens e a maioria das outras pessoas, como um okama, atrair a atenção deles? Aquele momento seria seu! Era a oportunidade de deixar extravasar todo o seu brilho, suas garras pintadas de felino doméstico e transbordar sua vontade de ser reconhecido até o epílogo daquela aventura matinal ser uma inundação de perseverança naquele tatame.

Ainda ajoelhado, e com a voz carregada de emoção, cantaria mais alto ainda, a fim de comprovar que Fujin, naquele momento, tornara-se mais um entre tantas outras pedrinhas em seus saltos – bem... no momento não tinha condições para adquirir ou manter esse tipo de luxo, mas isso não era tão relevante naquele minuto – que seria jogada e ele ultrapassado:

- “This is the main event, are you ready? Just let the music dance into your soul! Faster, faster, exhilarating! Just let the rhythm make you lose control...”. ♫

Já que estaria imerso naquela excitante fantasia, seria dedutível que Fujin aproveitasse para realizar um ataque. Caso ocorresse, e imaginando um golpe sendo desferido para acertar sua cabeça ou face – como era o objetivo na maioria das lutas que observara -, elevaria os ombros, para proteger a lateral, orelhas e bochechas, e colocaria os braços de maneira cruzada na fronte para criar uma barreira. Em uma eventual falha ou até mesmo mudança de alvo para as costelas, por exemplo, deixar-se-ia que o oponente o acertasse e tentaria segurar sua perna, com toda a força que tivesse, e usaria toda e qualquer brecha para levantar. Trautearia no mesmo volume que antes:

- "You won't see me crying on the dance floor! No, I won't let love bring me down! You won't see me cry, you won't see me cry, never see me cry, never see me cry-y-y-y!". ♫

Sucedendo-se algum tipo de acerto dentro desses dois cenários, não hesitaria por nenhum milésimo que fosse, e miraria um chute certeiro nas partes íntimas do jovem. “Ele é novo, vai se recuperar, afinal, o que não mata nos fortalece NHA, NHA, NHA, NHA, NHA”, pensaria enquanto reunia forças para realizar tal atrocidade. Executaria, caso viável, seu movimento fatal com um belíssimo passo de dança que aprendera no Club Burlesque & Jazz quando mais novo : um magnífico Grand battement Devant (["grande batida"] é basicamente uma perna controlada elevando a perna o mais alto possível, mantendo o resto do corpo alinhado e, nesse caso, a perna que vai para frente [“devant”] ao subir).

Em uma circunstância diferente, na hipótese de que o oponente não aproveitasse sua distração, o okama levantaria rapidamente e focaria em acabar com aquele embate o mais rápido possível. Como Fujin provavelmente estaria com a guarda fechada e preparado para atacar ou mesmo contra-atacar, tentaria usar sua técnica intitulada  “Breaking the Fragile Masculinity”  ou sua abreviatura “BFM”, para fazer seu adversário ficar mais irritado ou qualquer outro tipo de sensação que o desestruturasse com a finalidade de criar uma oportunidade de ataque. Correria em volta dele, e se não houvesse qualquer tipo de interrupção física, cantaria precisamente para ele:

- “Sei que você fez os seus castelos e sonhou ser salva do dragão. Desilusão meu bem...quando acordou estava sem ninguém, sozinha no silêncio do seu quarto. Procura a espada do seu salvador, que no sonho se desespera, jamais vai poder livrar você da fera da solidão. Com a força do meu canto esquento o seu quarto prá secar seu pranto. Aumenta o rádio me dê a mão. Filosofia é poesia que dizia a minha vó: ‘Antes mal acompanhada do que só’...Você precisa de um homem pra chamar de seu, mesmo que esse homem seja eu, um homem prá chamar de seu...”. ♫

Se por ventura sua estratégia falhasse, iria para o combate direto. Recompor-se-ia e pretenderia acertar um chute com a perna esquerda nas costelas de Fujin e, errando ou acertando, manteria sua perna direita fixa no chão, daria um giro de 360º com a outra perna alvejando a cabeça do lutador durante o trajeto. Em um mesmo contexto de falha ou acerto, novamente buscaria atingir os “sinos dourados” do outro com um novo chute. Aliás, é necessário mencionar que Zuzu, desde o começo do enfrentamento, manteve firme a sua convicção de acertá-lo ali, afinal, um okama – no caso homem, pois não podemos esquecer-nos das maravilhosas okamas mulheres – sabe exatamente onde a masculinidade “viril” e errônea começa e pode ser terminada de maneira brutal. Anunciaria musicalmente, seja qual fosse a conjuntura naquele momento:

- “Until they say last call or somebody says your name, I'm gonna keep on dancing! I gotta dance away the pain...”. ♫

Dada uma situação em que sua técnica viesse a ser executada, Hijra aproveitar-se-ia da raiva do taekwondoca, que teria grandes chances de tornar-se uma viseira de cavalo e prejudicá-lo, buscaria, em primeiro lugar fica ao lado dele, desferir um soco na face de Fujin a fim de atordoá-lo, e em seguida, daria um chute no seu calcanhar, buscando derrubá-lo no chão e - como em uma estupenda e apaixonante ópera, com toda a sua finésse e elitismo, ou até mesmo um fervoroso e violento show de rock, daqueles que fazem os espectadores transformarem-se em crianças histéricas de 10 anos defronte a um ídolo – daria àquela ação uma desfecho com cara de catástase grega de nome autoexplicativo: usaria o temido “quebra-nozes”.

Torceria, como todo lutador, amador...enfim, como todo ser humano em uma luta, pra que suas ações lhe rendessem respostas positivas e que não saísse tão machucado daquele tatame. Porém, apesar de todo receio que ainda o acompanharia durante todo o percurso, não deixaria de entoar a todos:

- “Pick myself up, turn the world on its head. Don't forget what, don't forget what my mama said: ‘People talking since the beginning of time, unless they paying your bills pay them bitches no mind!’. And if I fly or if I fall, least I can say I gave it all! And if I fly or if I fall, I'm on my way!...NOW SISSY THAT WALK!”. ♫
Citação :
Oie! Antes de tudo, muito obrigada pelos elogios e orientações detalhadas. Estou toda boba por teres gostado do meu personagem e da forma como estou desenvolvendo ele na narrativa, confesso.

Espero ter ido melhor nesse turno do que no outro, por que realmente achei aquele meio pobre no combate, mas por ter sido proposital tanto pela inexperiência com o sistema de vocês quanto pelo fato de não querer poluir o texto de primeira, já esperava a crítica e agradeço por isso!

Ah sim, com deve ter percebido, meu personagem é extremamente - até chega a ser exagerado, mas gosto mesmo assim - musical e a maioria das suas falas nessa mini foram trechos de música. Eu adoro desenvolver diálogos, entretanto, as chances eram imperdíveis e no fim as postagens viraram um grande letras.mus.br kkkkk Então estou escrevendo isso para dizer que, assim que a mini for encerrada, pretendo colocar todas as músicas e referências que usei em cada postagem e seguir esse modelo até mesmo dentro do fórum em futuras aventuras. Acredito que não vá ser prejudicial, só que se você achar que sim, pode me dizer que edito e coloco em cada um sem problema!

Obrigada, como sempre, e espero que goste. ♥️
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MensagemAssunto: Re: [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso    [Mini-raquelmacp] Pavão Misterioso  EmptySex 20 Out 2017 - 16:52

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MINI AVENTURA / POST 4
Combate



Pelo visto aquela situação havia sido inesperada até para Zuzu, que ficou tão extasiado por ter acertado o golpe em Fujin que ajoelhou-se no tatame com os olhos regados de lagrimas devido a emoção. Não conseguia acreditar que ele, uma criatura considerada insignificante por muitos, acabara de acertar um golpe no rapaz que se considerava o maioral da turma, e que de sobra ainda estava recebendo a atenção de todos. Mantendo as suas provocações e movido pela emoção, Hijra cantou ainda mais alto do que estava cantando antes. Aquele momento era dele, queria senti-lo da forma mais alegre possível.

Mas isso só deixou Fujin mais furioso, ver que havia sido atingido por um Okama inexperiente em combates e que, com isso, estava perdendo o respeito de muitos ali, que agora estavam aplaudindo o okama. O rapaz bufou e logo desferiu um chute contra a cabeça de Zuzu, que ainda estava ajoelhado, mas ele rapidamente ergueu seus ombros para proteger suas orelhas e cruzou os braços em frente ao rosto a fim de bloquear o chute. Com a força do golpe Zuzu caiu no tatame. – Sentiu a pressão bonitão? Levanta para apanhar mais, estou só começando! – disse o arrogante taekwondoca.

Hijra levantou-se rapidamente, focado em acabar logo com o combate e vendo que Fujin estava com a guarda fechada, ele usou de uma técnica que ele batizou de “Breaking the Fragile Masculinity” com a finalidade de irritar mais ainda o rapaz ou fazer com que este se distraísse facilitando assim o ataque. Com isso Zuzu começou a correr em volta de Fujin novamente cantando, pois já tinha visto que isso irritava o rapaz. Mas a técnica não saiu como esperado e Fuin, em um movimento de agachamento giratório com a perna reta fez com que o okama tropeçasse e caísse novamente. – E foi ele ao chão de novo! Hahaha!

Zuzu recompõe-se rapidamente e já partiu para o combate direto dando um chute contra as costelas do rapaz, mas Fujin ergueu a perna rapidamente e bloqueou o golpe. Mas o okama não parou e logo fez um giro de 360° com a outra perna visando à cabeça do rapaz, entretanto ele se abaixou e conseguiu evitar o golpe. Dessa vez Fujin atacou, dando um chute em direção a cabeça de Zuzu, porem o okama aproveitou que ele ficou com a guarda baixa devido o movimento e ao mesmo que o rapaz levou a perna em direção a sua cabeça, o okama deferiu um chute contra as partes intimas do taekwondoca, que não conseguiu completar o ataque.

Vendo que o golpe tinha surtido o efeito esperado, Hijra avançou para a lateral de Fujin de deu-lhe um chute no calcanhar, fazendo com que ele caísse. Durante todo o tempo ele não deixou de cantar, talvez fosse uma forma de acalmar seus nervos ou quem sabe buscar forçar no intimo. Quando se preparava para finalizar seu adversário com um golpe um tanto cruel, Raiki entrou aplaudindo. – Parabéns meu caro, você demonstrou muita coragem e determinação. Espero que volte aqui no meu dojô, será um honra ser seu mestre. E quanto a você garoto, teremos uma conversinha, me acompanhe!

Os demais correram na direção de Zuzu vibrando por sua vitoria, alguns o pegaram e o ergueram em seus ombros. Estavam felizes por ele, não só por que ele havia divertido eles com aquela luta pra lá de extrovertida, mas também por que eles não gostavam de Fujin e Zuzu tinha dado uma bela surra nele.







“Dicas e Orientações”:
 

Código:
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[justify]Visando uma maior qualidade nas orientações, a Staff gostaria de saber a opinião do que achou do orientador em que teve a responsabilidade de narrar. É uma pergunta básica que deve ser respondida com sinceridade, ajudando bastante a qualidade de orientação dos orientadores, afinal os mesmos saberão onde estão indo bem, pecando e assim melhorando gradativamente. Então a questão é a seguinte: "O orientador demonstrou um regular/bom/ótimo trabalho? Desde a parte de tirar dúvidas, as dicas, o carisma do orientador com você (principalmente a atenção que foi dada durante a mini-aventura), o desenrolar dela e por fim se reconheceu uma maior clareza do sistema narrativo."[/justify]
[b]Opinião:[/b]
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