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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptySex 06 Out 2017, 21:31

Relembrando a primeira mensagem :

Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Jinne Belmont. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptyQua 24 Jan 2018, 13:24

Lidar com a morte é parte da vida de um soldado #16







Minha forma de agir contra o tritão funcionava de maneira memorável, ele vinha na provocação e no momento que atacava a esquiva iminente se fazia real, assim como a terra e a palma da mão que acertavam o nariz dele, entretanto mesmo isso não foi o suficiente para apagar ele, ou seja, ele não tinha deixado de ser uma preocupação e ainda tinha que terminar isso para ajudar os outros com seu serviço, mas aquele não era nosso dia de sorte de verdade, menos ainda pra marge, eu ouvia sua voz ao longe ela estava cheia de dúvidas, e mesmo antes que eu pudesse confortar ela de qualquer forma uma bala ia na sua nuca, pra mim aquele dilema não era assim tão complicado, tínhamos uma missão, o que valia era confiar nos nossos superiores, se eles salvavam alguém ele tinha valor, outros morreram? Sim isso talvez tivesse ocorrido, mas não sabia do que ele falava e não era minha preocupação.

Tritões eram seres cruéis eu pensava enquanto veria o mundo em câmera lenta, covardes, egoistas… se mostravam agora com aquele tiro, qualquer força que aquela fala tivesse pra mim havia se dissipado no ar, palavras bonitas sobre igualdade, ações podres vindas de suas mãos, eu nunca tinha entendido ate aquele ponto por que o governo não gostava deles, achava isso como uma rixa boba, mas naqueles segundos eu entendia o motivo acho que minha raiva por eles começava a nascer ali, talvez não pelos tritões em si, talvez pelos criminosos. Meus olhos dilatariam naquele momento em uma fração de segundos meu coração caia na escuridão eu exitava por um momento, quando aquela cena chegasse aos meus olhos, minha fala pararia por aquele pequeno instante, entes que tudo aquilo fosse convertido em força pra meu espírito, ver Elly caindo de joelho era uma cena que me frustrava, mas compreendia o que ela sentia naquele momento mas não podia deixar ela se perder, pois aquilo era um passo pra morte. Juntando todo o ar nos meus pulmões eu gritaria naquela hora, estava com raiva, frustrada, triste e ao mesmo tempo meu espírito se inflamava em chamas quentes como um vulcão, por mais que eu fosse uma pequena humana em tamanho, minha coragem precisava se elevar maior do que o que serei um dia quando esse problema for quebrado, todas essas coisas em míseros segundos na minha mente, era uma enorme colisão de pensamentos e sentimentos.

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Com todo o ar junto e os pulmões cheios eu gritaria.- ELLY NÃO DEIXE ESSES TRITÕES SAÍREM IMPUNES.- Meu olhar nesse segundo devia estar firme e cheio de força, os punhos serrados, forcando a palma da mão, as pernas forçando o chão e talvez afundando, não muito pois não eram pés grandes mas a questão era a força e pressão exercida, haviam vários tipos de pessoas no mundo, e nesse ínfimo momento eu descobria qual eu era, há os que deixar a adversidade derrubar eles e há aqueles que nesses momentos, transformam toda a dor em força, meu espírito ferido, meu corpo ferido, eram o que me mantinham de pé, a dor é uma prova de que eu ainda posso lutar, e até minha respiração cessar, eu tenho um caminho a seguir, e cada cicatriz será uma marca em meu caminho, mas sem dar espaço entre as falas prosseguia. -SE NOS DEIXARMOS DOMINAR, O SACRIFÍCIO DELA FOI EM VÃO!!!! VAMOS SEGUIR EM FRENTE E VIVER POR ELA.- Falaria o mais alto que conseguisse com minha garganta, ate meus pulmões se esvaziarem estenderia meu grito e agora rapidamente correria em direção ao tritão que havia derrubado antes e com os dois pés saltaria no rosto dele com intenção de desacordar ele, ou, pelo menos, manter mais tempo no chão, aproveitando disso parra dobrar os joelhos e me impulsionar em direção ao nosso escoltado. Estaria atenta a possíveis tiros e movimentos do tritão caído, se por acaso notasse balas me visando, tentaria correr em zigue-zague, para dificultar ser acertada por eles, e se algum dos trajetos mirados fizessem realmente sinal da possibilidade de acertar rolaria no chão para os lados, nunca indo pra o mesmo lado. Tomaria ainda cuidado com o ombro lesionado. Prestaria atenção caso ele ou alguns dos presentes tentassem usar aquele soco novamente ao chão e se isso fosse feito saltaria em sincronia com o mesmo para evitar perder velocidade e também de ser removida do chão forçadamente, era melhor um salto direcional em todo caso, caso a criatura escamada tente me atacar quando eu for chutar o rosto dele tentaria esquivar do que viesse da melhor forma possível, se necessário giraria para os lados para esquivar dos socos, ou saltaria para socos retos, e posterior emente seguiria com a ideia do chute no rosto de uma vez, saltando para o destino final que era o nosso escoltado.

Enquanto corresse pra onde estava Marge gritaria. - AVANTE NÃO PODEMOS PARAR.- eu não sou uma líder, nunca fui, mas, pelo menos, podia gritar o que meu coração mandasse, o objetivo era levar o homem embora, eu não podia deixar que os tritões se apossassem dele, a primeira coisa que faria era conferir se de fato ela estava viva ou morta, era importante compreender isso naquela situação, e se ela estivesse realmente morta apenas permaneceria com a expressão que mantinha antes, um rosto sério, um tanto quanto irritado, os olhos passariam de fato minha sensação naquele momento, eu não conseguia esconder o que se passaria em mim. Caso ainda viva um pequeno sorriso se faria em meu rosto, estaria um pouco aliviada e então tentaria carregar ela dali a puxando junto com o que eu tinha vindo fazer ali, carregar o homem da missão. - Vamos!! Você precisa sair dessa zona de guerra.- Diria eu me preparando para o pior naquele momento, seria a mesma frase pra caso ela estivesse morta, tirar ele dali era minha prioridade eu honraria a morte dela, não queria que tudo tivesse sido em vão.

Caso o homem relutasse puxaria na calça dele o chamando o mais rápido que pudesse, e tentando of fazer correr junto comigo. -Vamos temos que sair daqui, se você estiver aqui no meio talvez não possamos te proteger, quantos mais deles podem vir em?- Falaria em tom de convencer ele, se conseguisse de fato levar ele comigo estaria atenta pra a vinda de qualquer tritão que pretendesse nos seguir e se notasse tal coisa, avançaria pra cima dele mais uma vez, caso com ele soltaria ela enquanto avançaria rápido pra cima deles aplicando minha técnica Rocket Punch

Rocket Punch:
 

Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 023


E nesse momento quando terminasse a técnica giraria no ar, desferindo o chute com os dois pés intencionado a me lançar de volta ao escoltado voltando a correr junto com ele para o destino que era o zeppelim, eu precisava verdadeiramente tomar cuidado, pois eram perigosos, eu já tinha experimentado um pouco do que era o poder deles, e sabia que ainda poderiam ter mais, o líder talvez fosse muito mais forte do que o tritão que ela lutou sim era quase obvio que seria, o que era perigoso, tinha que contar com Reynolds e todos que ficaram ali para conseguirem de fato ir embora.

Se eu fosse ordenada depois de minha tentativa de levar o homem pra longe, a então ficar no momento que tentava partir com o escoltado, me manteria então tentando ajudar e proteger ele, se necessário sempre o afastando do meio da confusão, e o livrando dali daquele meio, se algum tritão viesse seguiria a estratégia da fuga onde o pararia com um Rocket Punch inicialmente, sempre tomando os cuidados que tomou em todas as corridas, para tiros o zigue-zague e para também os golpes no chão, e os golpes como socos, manteria o mesmo que nos outros casos já pensados, entretanto faria o possível pra manter ele seguro, se preciso me jogaria sim em cima do golpe com tentativa de bloqueio, não tentaria parar o soco força vs força mas sim mudar sua trajetória, quando eu visse o punho tentaria desviar de sua trajetória mas o socar na lateral, para assim tirar ele da direção que fosso, e se não tivesse saída, cruzaria os braços em forma de cruz pra bloquear o punho, tudo isso apenas em último caso de não ter outros meios.

Agora a missão ficava a cada instante mais complexa o que de fato era pra ser o esperado, mas sempre acabamos ignorando um pouco dessas péssimas coisas que podem de fato acontecer, como uma vez ouvia minha mãe dizer, “os jovens sentem-se imortais”, aquela cena me lembrava do contrário, acho que a todos nós na verdade, era um “Memento mori”, a cena gritava alto a todos, lembre-se você ainda é mortal, e a vida de cada um de nós estava sempre por um fio, mais do que a qualquer pessoa na realidade.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptyQui 25 Jan 2018, 21:03



Narração


Era uma vez...




Mergulhando em total escuridão, a pequena Jinne avistava Marge caindo ali, sem vida e em seu interior, a escuridão que era total agora era predominante. Vagueando por diversas emoções, a anã sentia o perigo que sofreria dali por diante e tudo ficava mais duro quando, ajoelhada, ela avistava Elly. Para como havia conhecido a garota, aquela imagem era pesada o bastante para ela temer pelo prosseguimento do combate. Rapidamente, a ação certa foi tomada por Jinne, mesmo a pequena não sabendo que seria a correta, seu coração clamava por isso, seus pulmões se enchiam sem ao menos notar e, de sua boca saíram duras palavras que eram necessárias para a “bisão” ouvir.

— Elly não deixe esses tritões saírem impunes! Se nos deixarmos dominar, o sacrifício dela foi em VÃO! Vamos seguir em frente e VIVER POR ELA! — bradou a pequena de maneira que todos aqueles que não haviam a notado, agora olhavam para a gigantesca presença de um ser tão minúsculo. Esperando já uma reação da loira (sim, é platinado) Jinne se moveu. Correndo a pequena saltou em direção ao tritão que, tentando se levantar recebeu um pisão duplo em seu rosto e, com a força do impacto, além de ter sua visão prejudicada gravemente — por um de seus olhos ter sido afetado pelas pequenas pernas de Jinne — acabava por perder novamente o equilíbrio e caído no solo novamente.

Ao realizar este movimento, a garota podia sentir novamente toda a dor que sentia em seu corpo e, principalmente em seu ombro lesionado, porém em um movimento que não havia sido previsto pela garota, ela acabara por dar um mortal devido a força do movimento. Aproveitando-se de sua habilidade em acrobacias, Jinne caia certamente no ombro de Henry, que ainda estava estático com o ocorrido. Sem perder tempo, Jinne partiu até onde Marge estava caída, porém sua mente ainda estava, mesmo que dificilmente, na missão. — AVANTE NÃO PODEMOS PARAR! — bradou a pequena, culminando na última força que Elly precisava, mesmo a loira não sabendo disso.

— Eu... Eu não quis, eu não... — por mais nervoso que tivesse, Henry cessava seus comentários ou desculpas ao ver que Marge, no fim de sua vida ainda detinha consigo um pouco de vida. O velho notava a maneira que a pequenina tentava virar seu corpo. Era avassalador. Um homem que sempre havia ficado por trás de seu balcão, ordenando e planejando tudo não sabia como era o sofrimento do mundo ao redor de sua construção, ele não sabia a verdade sobre o preço de uma vida. Isso era pior que qualquer disparo de arma de fogo.

Ao notar que Marge ainda tinha seu coração palpitando, Jinne não segurou um leve sorriso que foi visto apenas por Marge, que retribuiu. — Vamos!! Você precisa sair dessa zona de guerra! — afirmou a pequena tentando levantar a mulher e acalmando o homem. Não se sabia se Jinne lembrava-se do fato de que levantar um humano era quase impossível para a pequena, porém com a ajuda de Henry, que tirava seu casaco e colocava sobre Marge, a ferida se erguia. — Você vai ficar bem... — tentou acalmar, porém Marge não havia perdido a consciência, não por agora. — Não adianta... — falou a mulher ao ser carregada pelo velho e escoltada pela pequena — Meu tempo já se foi... E o seu também chegará... — falou ela sorrindo, um sorriso de culpa, um sorriso que fazia o velho cada vez mais sentir-se culpado.

Mesmo que a ideia fosse boa e os sentimentos por trás fossem dignos, as coisas não eram tão fáceis. Raizo se mantinha estático, como se aquela cena lhe trouxesse lembranças nada felizes. Essa era a brecha necessária para que Robert tentasse atingir o tritão com disparos que acabaram por partir errados. O barulho dos projéteis passando perto de seu corpo o trazia de volta ao cenário atual. — O que você está pensando?! — bradou o tritão disparando contra a perna de Robert. Imediatamente o cientista ajoelhava-se e urrava de dor, porém não largava a arma e continuava a disparar. — Eu sou um marinheiro... um MARINHEIRO! Não deixarei você sair impune! — gritava o homem até ter seu tronco perfurado por um projétil vindo em meio a uma chuva de disparos que o cientista fazia.

Ao notar que o calor que sentia no corpo era sangue, o cientista sorria. Como era possível alguém que estava prestes a morrer sorrir daquela maneira, tão serena? Esse era o orgulho de um oficial? De acordo com que o cientista permitia seu corpo descansar na dureza do solo, o corpo de Elly se erguia de maneira demoníaca. A mulher já havia dado cabo do tritão que a impedia. Havia sido um golpe profundo em seu pescoço. Antes mesmo de pensar no que fazer, seus instintos estavam no máximo da selvageria e ao virar-se, o movimento foi impiedoso. Arremessando sua machadinha, a marinheira acertava o braço onde estava a pistola, quase que o decepando por completo. O golpe no antebraço de Raizo era profundo e, devido a velocidade da reação da loira, o tritão nada pode fazer, apenas ver a arma dela em seu corpo.

A selvageria abismava até Reynolds, que já guardava seu sabre após finalizar seus inimigos. Os golpes do espadachim eram precisos e silenciosos, além de rápidos, tanto que aquele observador que fosse estaria impressionado com o cabeludo. Ao ver que, lentamente a loira se aproximava do tritão, caído, o oficial temia o resultado daquela situação. — Oficial Elly, se afaste... — clamou inicialmente o superior, porém foi ignorado — Eu falei para se afastar, oficial! — retomou a tentativa, porém falhava novamente — EU FALEI PARA... — gritou Reynolds, mas era tarde. Fora de si, Elly havia perdido toda a noção de realidade e preocupação consigo mesma, tanto que de guarda baixa, Raizo conseguiu facilmente morder seu ombro e arrancar parte dele.

Sem deixar brechas para a loira, que reagia apenas olhando seus ferimentos, Raizo puxou a arma de seu braço, que respingou bastante sangue em Elly, e golpeou o braço contrário. O golpe era profundo, porém o tritão pisando na lateral da lâmina ainda enfincou parte no solo e parte no braço da garota, prendendo-a e possivelmente colocando um fim em seu braço e no combate. Sem reação de dor, Elly apenas urrou. Tentando se desprender, a ação da “Bisão” assustava o tritão gigantesco, que por alguns segundos tremia e conseguia enxergar ali uma criatura selvagem. Aproveitando-se desse vacilo, Reynolds aplicou um encontrão em Raizo, que acabou arremessando-o para o lado, e tento acalmar Elly. — Oficial, se acalme! Sou eu seu superior... Oficial! Se acalme... Oficial! OFICIAL! — bradou ele estapeando a loira como última ideia de pará-la.

Aproveitando-se do impacto e determinado, Raizo não cessou em momento algum perante seu objetivo. Sacrificando até seus companheiros raciais, o mesmo esqueceu tudo que ocorrera e partiu para onde Jinne ia com o velho e Marge, que ainda lutava internamente para sobreviver. Quando o tritão já conseguia sentir em seu tato o pescoço do velho, Jinne percebera, porém era tarde para se mover. A sobra da presença de Raizo era sinistra. Reynolds ao se dar conta, olhava rapidamente e ao ver a cena, se arrependia de como havia ministrado a situação. Era tarde...?

— SE AFASTE DA MINHA AMIGA, SEU PEIXE FEDORENTO! — gritou Teiko, surgindo de uma mazela próxima de onde estavam. O rapaz portava consigo duas facas que eram usadas para ferir o braço do tritão e assim manuseá-los para cima, finalizando com um chute que fez o tritão cambalear para trás. A aparição do rapaz era uma surpresa nos planos, até para Reynolds que vagamente respirava aliviado, porém logo tratava de ir ajuda-lo. — Elly, volte a si! Existem pessoas que precisam de você! Pessoas que precisam da sua ajuda! Esse é o motivo de ser um marinheiro! — bradou Reynolds partindo. A loira ainda não estava de volta a si, porém as palavras de seu superior agora adentravam em sua mente mais facilmente.

Jinne agora tinha caminho aberto para chegar até o local onde os Zeppelins partiam, porém atrás de si Teiko enfrentava o tritão sozinho. Ao fundo, Reynolds tentava chegar, porém era atrasado pelo tritão caído, o mesmo que Jinne enfrentou era o mesmo que segurava o pé do cabeludo. — Você é bem corajoso garoto... — falou Raizo, erguendo-se novamente. O sangue que escorria por seus braços era evidente. Eram ferimentos sérios, porém a sua determinação era maior que a sua dor e isso era o que o mantinha de pé. — Mas, você perderá para mim! — falou o tritão. Teiko não falava nada, apenas se preocupava com a partida de Jinne, se distraindo.

Esclarecimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptyTer 06 Fev 2018, 18:59

O mundo cai diante dos meus olhos a cada passo #17







Elly tinha ao menos acordado, não era da forma correta, mas ainda tinha um espírito aceso naquele momento, isso me tranquilizava um pouco por saber que ela não era uma casca morta, pra melhorar a situação minimamente, Marge estava viva, isso já se tornava um pequeno alívio para meu coração não era como se as coisas se resolvessem assim, o velho construtor estava um pouco chocado com a cena, acho que no fundo todos sentiram o impacto que aquilo teve dentro daquele combate, ele tentava se desculpar aos poucos mas não era bem esse o ponto, não era como se ele fosse de fato a causa de tudo.

De uma certa maneira sim todos estavam ali por ele, mas todos tiveram escolha de servir ou não a marinha, estávamos ali por que decidimos que queríamos fazer algo pelas pessoas, sejam elas importantes como ele, sejam civis simples, não importava nós nos colocamos ao serviço do mundo, eu apenas queria seguir em frente naquele momento acreditando no melhor, e as palavras de Marge apenas feriam ainda mais meu coração, as palavras de quem havia desistido de lutar. Não é tão preocupante quando seu corpo se esvai, sempre temos uma chance, mas ela estava morrendo em espírito, a mais perigosa das mortes entre todas, aquilo me deixava aflita, mas, ainda assim, diria. - Todos vamos morrer um dia, isso é verdade, mas espero não ser hoje, não importa o quanto cada palavra te machuque, ou mesmo quanto as pancadas doam, eu escolho viver.- falaria com um tom de voz mediano não levantava minha voz naquele momento por mais que tivesse vontade, meu olhar esbanjaria mais tristeza que imponência nessa primeira frase, meu corpo só era movido pela força de vontade e nada mais, e era isso que fazia seguir, as dores deviam estar sempre me corroendo cada passo, era um sofrimento, e mesmo assim não tinha parado ate agora mesmo depois de tudo havia sempre mais um golpe pra dar, eu pensava e sentia tudo isso em segundos, uma explosão dentro de mim.

Mas então completaria sem muita perda de tempo. - Eu sei que é difícil acreditar na vida quando a morte sorri pra nós. Mas precisamos acreditar ate o último suspiro, pois se não formos nós, quem mais acreditaria na gente?- Nesse momento um sorriso se faria meu rosto e como sorrir nessa situação? Eu de fato não faço ideia mas eu sentia isso, meu sangue correndo não me deixava parar, eu ainda fervia naquele momento, ali mesmo sabia também que todo esse esforço teria um preço e meu corpo e minha menti iam cobra e como iam. Nada disso me impediria, meu espírito era tudo que eu tinha, mas nesse tempo o que de pior podia acontecer… as presas de um tritão se aproximavam de mim, e eu não podia fazer nada mesmo tentando agir, não dava tempo, não tinha como… eu sentia o mundo caindo naquela hora, a impotência me derrotava, mesmo se o soco acertasse, eu não tinha como carregar dois feridos, e esse era o cenário na minha frente, o destino seria cruel, mas assim como os heróis surgem de última hora Teiko não deixava meus temores serem reais, naquela hora eu estourava, vendo ele derrubar o tritão líder com suas adagas, era um misto de preocupação e felicidade ao mesmo tempo. - TEIKO, NÃO MORRA, VAMOS NOS VER DE NOVO.- Apesar de as vezes um pequeno sussurro do vento vir no meu ouvido “Na outra vida” minha mente cansada e derrubada já começaria a produzir essas pequenas coisas.

Mas ainda tínhamos um caminho longo mesmo com isso, eu não podia olhar pra trás, eu queria voltar e ajudar, eu pensava nisso em cada microssegundo, aquilo roía meu peito, mas se eu voltasse e a missão falhasse com a morte deles dois, era como se eu tivesse deixado toda a dor que cada um daqueles homens passou ser em vão, de tudo que aconteceu aquele seria o momento mais difícil de todos pra mim, minha mente e visão precisavam focar em ver se haveriam mais tritões por ali, ate por que nada comprovava que aquiles eram os únicos, então me precaveria tentando não perder compostura a partir dali, observaria tudo ao meu redor visando que pudesse notar algum tritão avista, durante todo o caminho ao zeppelim. Se em algum momento algum se aproximasse, tentaria agir como das outras vezes, como não havia tido a oportunidade antes usaria meu Rocket punch

Rocket Punch:
 

E nesse momento quando terminasse a técnica giraria no ar, desferindo o chute com os dois pés intencionado a me lançar de volta ao escoltado voltando a correr junto com ele para o destino que era o zeppelim, se errasse a técnica tentaria ao cair no chão visar as pernas do tritão pelas laterais socando uma, e posteriormente girando no chão para socar a outra, depois usando a mesma ideia de pegar o impulso de volta ao escoltado que estava como o principal da missão, alias Marge era também um forte motivo. Se eu fosse visada por socos, tentaria esquivar para um dos dois lados o que fosse mais viável no momento, direita ou esquerda, se viesse muito diretivo giraria para frente pois poderia mais facilmente correr ate as pernas dele que eram o ponto de ataque pensado, e no ou se visse ser possível saltaria saindo da direção do punho mas lançando as duas pernas pra o golpear bem na mão me lançando. O mesmo faria para as armas mas teria de me colocar na possibilidade de o alcance delas ser maior talvez, como o caso das lanças, agiria tentando considerar o tipo de arma usada sempre.

Se por acaso chegasse ao Zeppelim minha primeira pergunta seria clara. - Algum médico por favor, ela está morrendo!!!- Eu agora sim começaria a entrar em um estado mais preocupado com a questão de ferimentos, já que antes tudo em pior caso era locomoção ate aqui agora que tinha chegado precisava embarcar. - Precisamos sair daqui, liguem a máquina.- falaria enquanto ainda se questionaria para se teria ou não médico, e caso algum a pegasse avisaria pra já adiantar um pouco o trabalho, não era em muito mas já poderia ser útil essa informação de fato. -Ela tomou um tiro perto da nuca, por favor cuide dela.- minha fala seria gentil, e o olhar de tristeza e preocupação dominaria meu rosto nessa hora, entraria no Zeppelim então junto com o escoltado para podermos partir, eu sabia que eu também precisava de tratamento, mas não podia tomar a vez dela, que estava muito pior.

Se o zeppelim levantasse voo os primeiros minutos seriam calmos procuraria ver se tudo estava em ordem mas no fim de tudo eu desabaria, assim que sentisse que estava, realmente de partida, uma lágrima sairia do meu olho esquerdo, enquanto todo o corpo dolorido tremeria, deitaria no chão ou em uma cadeira que estivesse vazia enquanto sentia tudo que tinha passado, não era como se fosse tristesa, era raiva agora, essa por perceber que no final eu não consegui fazer nada, eu tinha beirado o inutil naquele momento, queria ter protegido todos, era só o que queria fazer, não importava o quanto meu cérebro e espírito tivessem me mantido ate ali, no fundo esse era meu desejo. Respiraria fundo tentando retomar o folego, ainda não podia me entregar tudo estava fora do controle, mas dvia ficar “de pé moça” pensava comigo mesma, levantaria “Você desmorona quando chegar lá” tudo que eu mais desejava de todo o coração era ver Marge viva novamente, Teiko e todos eles, meu olhar recuperaria o brilho e o corpo pararia de tremer nessas horas, puxaria mais uma vez o ar e caso qualquer um perguntasse apenas soltaria um. - Não foi nada.- e analizaria o zeppelim calmamente para ver possíveis problemas, não sairia de perto do escoltado, mesmo já em viagem temia por problemas.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptySex 09 Fev 2018, 14:48



Narração


Despedida!



As palavras de Marge atingiam Jinne mais severamente que qualquer golpe sofrido até então. Tomando como força aquele sentimento que crescia em seu peito, colocando para fora a anã falava o que sentia que deveria falar. As palavras faziam Marge silenciar por alguns instantes. A mulher mesmo ferida havia desistido de lutar, mas vendo a pequena agir daquela maneira ela sentia-se envergonhada. Sorrindo levemente ela acenava positivamente para pequena. Ela estava certa. Em meio a conflituosa situação Teiko surgia furiosamente e Jinne percebia isso. Temendo pelo seu amigo a pequena suplicou que o rapaz não morresse. Era o que ela podia fazer. Mesmo ouvindo a voz dos seus medos, ela prosseguia com sua missão e deixava a retaguarda para o rapaz, que olhava a pequena de canto de rosto e lhe soltava um breve sorriso.

O caminho havia sido tranquilo até a aeronave. Antes da chegada no exato local, Jinne dava de cara com dois homens de paletó que surgiam em meio ao caminho. Antes que a pequena pudesse agir, os homens se apresentavam e faziam-na recuar. — Recomponha-se marinheira! Somos Agentes responsáveis por conduzir o andamento correto... Da missão. Vamos em direção ao Zepelim! — afirmou ele conduzindo Jinne e CIA, enquanto o outro “segurava as pontas”. Ao entrar a garota suplicava logo por um médico, porém no local só havia as atendentes e alguns pilotos. Nada de médicos. — Muito bem! Vamos o mais rápido que pudermos! — afirmou um dos homens partido para uma das aeronaves. O Agente encarregado de encaminhar a marinheira e o homem logo caminhava até a aeronave e conduzia o restante para a mesma. Uma vez dentro, o velho deitou Marge no piso e ajoelhou-se ao seu lado. Esperando o segundo Agente, agora o piloto tinha a permissão para voar. — Alçar voo! — bradou ele fechando a porta.

Alçando voo a garota se mostrava mais aliviada, porém a realidade lentamente caía sobre suas costas. O Agente então se aproximava da pequena e tentava acalmá-la, mesmo que achasse aquilo uma fraqueza. — Se acalme oficial. Sua parceira se feriu em ação, honrando sua farda. Isso não é motivos de tristeza! Quando chegarmos lá, a levaremos para o hospital mais rápido! — falou o homem colocando a mão na cabeça de Jinne rapidamente e logo indo em direção ao piloto. O outro Agente era mais calado e permanecia ao lado do velho que se ajoelhava perto de Marge e Jinne. Uma lágrima singela descia pelo seu rosto. Ele enfim chocava-se com a dureza da situação. — A culpa disso tudo é minha... Eu... Sinto muito... — lamentou.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptyQua 14 Fev 2018, 19:26

Recuperando a compostura #18






Dois homens de terno eram o que nos guiava pra dentro da máquina, os prováveis responsáveis reais pela segurança, eu supunha que talvez fossem agentes do governo mundial, na verdade ele citava a palavra, entretanto não confirmava completamente, mas não diria nada é claro, ele parecia boa pessoa e tentava me acalmar, por mais que isso acabasse por acontecer sem que fosse exatamente pelo motivo de ele falar, a forma fria de ambos, demostrava pra mim um pouco da diferença de agentes a marinheiros, ou ao menos pensaria que sim. Já o homem escoltado, estava em um estado ruim, ele se culpava por nossas escolhas? Talvez. Eu entendia ele, e era um pouco hipócrita de minha parte, mas não via como ele teria uma culpa direta nisso, somos marinheiras, lutamos e apanhamos, e o mundo segue seu fluxo, é como o Agente disse estávamos cumprindo nosso dever, eu não sinto mal por isso, mas sim por eu não ter sido capaz de proteger ela, assim como quase não fui capaz de proteger o construtor, era isso que deixava com uma raiva interna.

Entretanto no fundo eu sabia que pensar isso era egoísta, haviam marinheiros sofrendo em toda parte, passando por problemas em todo lugar, mas especificamente ver meu grupo com problemas era o que me movia, eu queria ao menos proteger o que tava ao meu alcance, mesmo não podendo fazer isso com tudo, entretanto dentro daquele veículo não havia muito o que fazer, as coisas já haviam acontecido, então tudo que restava era simplesmente a vontade de melhorar.-Eu te disse antes, essas foram as nossas escolhas, quando puxamos uma arma temos que estar prontos para tomar um tiro.- Eu estaria com um rosto um tanto sério que passava um pouco além da forma como eu agia normalmente, a voz calma mas talvez passando um pouco de apatia, mas eu ainda não estava completamente bem, por mais que agora eu recuperaria a compostura depois do momento de fraquejo.

Logo completaria meu raciocínio, falando um pouco mais do que acreditava, claro que não sou nenhum gênio, mas entendia um pouco das coisas, ou na verdade tinha uma visão própria do que era o mundo, ver o mundo olhando de baixo não é um trabalho fácil, a caba por um humano tão pequeno ter uma visão diferente as vezes, na verdade é ate estranho pensar nisso, mas as vezes acho que fiquei desse tamanho, para um aprendizado, não sei, um dia talvez o propósito venha até mim.- Se a culpa está em algum lugar será com os homens que dispararam a bala. Mesmo que eles tivessem algum motivo, a violência não resolvia, ainda mais colocando civis em risco, se o problema deles fosse com a marinha que viessem ao nosso QG todos lá são marinheiros, o resto dos homens ali eram civis em todas as casas. Não é como se eles trouxesse, a morte apenas a nós.- É esse era um dos pensamentos que me fazia virar marinheira, a ideia de que machucar um civil era errado, não há por que lutar contra alguém incapaz de se defender e que não tinha feito nada de errado.

Mas agora o meu momento seria apenas de reflexão pessoal, depois de dizer isso, mesmo que ele continuasse em lamurias, não iria, tentar consolar ou contrariar o que ele proferisse, ate por compreender que ele de fato era um homem que começava a enxergar a guerra, mas não tinha estado de face com ela antes, claro que eu também não estive anteriormente dessa forma, mas a minha vida foi me preparando mentalmente pra esse tipo de coisa, fora o treinamento que de certa forma me colocava pronta pra aquilo, bem o por que disso, é que eu acredito que quando aprendemos a lutar e pensamos em se colocar a serviço do mundo, devemos saber que tudo que está por vir vai ser doloroso. Não deixamos de ser humanos no entanto, e podemos chorar e nos desesperar como Marge, ou sentir raiva e fúria, como eu e Ely, temos todos nossa maneira de lidar e pra cada ser humano é diferente, um dia, no entanto, vou sentir a brisa do mar e olhar pra trás e ver o que eu haveria me tornado nesse tempo, um dia ser forte como nunca, e quem sabe uma hora ser capaz de vencer qualquer pirata que cruzar meu caminho.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptyQui 15 Fev 2018, 16:37



Narração


A Viagem




Jinne debatia com o homem a cerca da sua visão do ocorrido e o que achava e como se posicionava. Marge não estava bem, mas aparentava ter adormecido, ou apenas desmaiado. O sangue não saía quanto antes, porém ainda era arriscado. As palavras da pequena faziam o velho pensar ainda mais no que havia feito e no que faria dali para a frente. Com mais calma Jinne podia percebe que os dois Agentes que estavam ali já eram bem experientes. Facilmente a garota podia dizer que eles estava se aposentando. O que estava perto da porta era alto. Tinha uma visível barba grisalha e um olhar sério. Não falava muito, apenas mantinha a postura. O outro já era menor, menos parrudo e possuía um olhar penetrante, que muitas vezes podia parecer severo. Esse era o que havia falado com a garota. Sua voz era um pouco rouca, talvez pela idade, mas ele era bem portado. — Acho que não tem ninguém nos perseguindo... — falou o homem olhando por um binóculo pela janela da aeronave.

O velho que era o alvo da proteção logo deu um salto amedrontado. — E tínhamos esse risco?! — bradou ele, logo sendo acalmado pela estrondosa voz do outro Agente. — Em nosso trabalho temos que estar considerando até a alternativa mais remota! — afirmou. O outro homem então olhava para Jinne e oferecia seu binóculo. — Quer dar uma olhada? Digo, acho que você pode ver por uma das lentes... — falou ele soltando uma leve risada, porém logo cessando-a. — Tudo isso ocorreu por uma falta de estratégia. Incapacidade da marinha em agir! — falou o segundo Agente para o mais próximo a pequena, que não concordou. — Não acredito nisso. Sou acostumado com estratégias, porém a que foi armada cumpriu o verdadeiro papel. Nem tudo que é para acontecer será mostrado a nossa frente... Você sabe muito bem disso! — falou ele.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptySeg 19 Fev 2018, 15:36

Recuperando a compostura #19






Os soldados ali constatavam uma coisa que me aliviava, e era importante em todos os sentidos, visto que agora eu não estava mais sob tanta pressão de ainda terem inimigos, então ele me oferecia o binoculo fazendo uma piadinha bem chinfrinha, mas me dava vontade de morder o dedão do pé dele pra ele ver o que uma coisa pequena pode fazer com ele, inflaria as bochechas com um sinal daquela leve irritaçãozinha “grrr..” mas ele tava de tênis então está salvo, mas alias, pediria o binoculo pra ver. - Na verdade eu quero sim, deve ser bom olhas as coisas daqui.- se ele me emprestasse olharia por onde desse com ele mas um olho no mundo e outro na conversa, sem deixar de prestar atenção no que eles estivessem expondo, isso por que poderiam ter informações importantes. Mas deveriam ter coisas lindas pra se olhar com um binoculo no céu. Sempre tive vontade de ser como um pássaro e sair voando por todo canto deveria ser feliz.

Estaria sempre olhando pela janela ate que a palavra “estratégia” me chamasse a atenção, quando o agente falasse que entendia disso, agora ele ganhava mais da minha atenção, um sorriso surgiria no meu rosto e então o indagaria. - Você entende mesmo de estratégia?- eu imaginava que sim, era um homem já velho então devia ter passado por muitas e muitas coisas, claro que o que vai nos aprimorando nisso pra minha percepção era justamente experiência, viver por muitos anos lutando e participando de muitas missões dessa maneira me voltando para ele e já imaginando a resposta, esperaria e quando o mesmo falasse, faria meu próximo questionamento. - Você poderia me ensinar? Eu gostaria de aprender se desse, eu tenho algum dinheiro comigo, poderia pagar.- completava esperando o que ele pudesse realmente querer ate por que seria viável pra mim que ele pudesse me ensinar, eu não tinha plena certeza disso, mas mesmo que não fosse tudo, já era útil.,

Sim eu também tinha uma noção de que com isso, poderia tentar evitar um episódio como o passado nessa missão, e isso me deixava entusiasmada, ficar mais forte não era apenas um claro pedido do corpo, mas uma mente sã e um corpo sã dessa forma caso ele aceitasse me ensinar eu pergutaria seu preço. - Quanto cobra por isso, ate por que eu não tenho tanto dinheiro, só um pouco.- falaria sorrindo e entregando o que me fosse solicitado desde que eu tivesse o dinheiro é claro. - tá aqui o dinheiro.- entregaria na mão dele e dessa forma começaria a ficar atenta esperando o resultado do que o homem fosse fazer, era excitante imaginar o tanto de cenários possíveis que ele poderia me ensinar, quanto conhecimento poderia me repassar, há sim quanto disso seria possível adquirir.

Depois que ele me explicasse tudo, eu agradeceria a ele e então me sentaria um pouco pra descansar. - Obrigado senhor.- e sairia pra ocupar algum lugar, estria mais feliz depois disso por que agora tinha mais um recurso para cumprir meu dever, o que havia me deixado também um pouco mais volátil a calma, era o fato de Marg não estar ainda comprometida completamente, ou seja, tinha uma esperança e principalmente com ela dormindo agora, deveria ser um bom sinal, e claro eu não entendia nada de medicina pra confirmar, ao menos não ainda, eu tinha alguns interesses na verdade queria ver como um corpo funciona, sua anatomia de cima a baixo, eu sabia poucas coisas, como que temos áreas mais sensíveis e outras rígidas mais difíceis de machucar, entretanto ficaria pro futuro.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptyTer 20 Fev 2018, 11:44



Narração


Chegando a Micqueot



Jinne saciava sua curiosidade vendo aquela imensidão de água e terra que havia abaixo da aeronave. Naquele momento a pequena poderia ver o quão grande era o mundo que a esperava daqui para frente. Tristezas e alegrias seriam certas para o caminho incógnito que a garota iria trilhar daqui para a frente. Ao contrário do olhar fascinado da garota, ao seu lado já estava um homem experiente que sofreu e viveu diversos momentos. Em seus olhos não haviam mais entusiasmo. Era um olhar morto, um olhar lutando para não morrer por completo. UM olhar que viu mortes aliadas e inimigas, que viu vitórias e derrotas. Um olhar que viu o mundo como ele realmente é.

Sendo interrompido pelos questionamentos da pequena, o velho senhor acordava se seu aparente transe pensativo e focava nas palavras da pequena. Ponderando mentalmente ele avistou nela algo que já havia perdido. O entusiasmo. Soltando um leve sorriso, ele afirmou que poderia ajuda-la, mesmo que tivessem pouco tempo. — Acho que se eu disser um não, você insistirá. Sei o que sente, por isso irei ajuda-la. Sou só um velho Agente, espero poder compartilhar da melhor maneira minhas experiências! Porém, não sou bonzinho, isso vai custar 500.000 berries! — falou ele sentando-se a frente de Jinne e pegando o dinheiro e algumas coisas que havia. Um mapa, um livro de dados e alguns pinos de localização para o mapa. O mapa era das ruas que Jinne estava anteriormente em Shells.

Ali algumas horas se passaram. O treinamento foi árduo. A pequena por muitas vezes dilatava seu cérebro ao máximo para aprender. O velho era duro. Mesmo que aparentasse tocado pelo jeito da pequena, ele não era tão brando com a mesma, exigindo o máximo dela. No lado externo, o dia já estava chegando ao fim. O entardecer era uma bela paisagem que contrastava com a escuridão que pairava sobre a garota, exausta mentalmente. O velho então guardava seus materiais e sorria para a garota. — Pensei que você não iria conseguir, porém me surpreendeste. Parabéns! — falou ele. Terminado o aprendizado, Jinne podia ver o homem segurando a mão de Marge, enquanto a garota tremia por inteira. Sua febre aumentava drasticamente nas últimas horas. O outro Agente olhava pela janela e indicava que estavam por chegar a ilha destino. — Muito bem. Logo estaremos a descer na ilha de Micqueot. Muito cuidado, não sabemos o que nos espera! — falou o homem. O seu aliado confirmava a ideia e acrescentava mais informações do prosseguimento. — A marinha já complicou o que seria fácil, então quem comandará daqui por diante é o Governo Mundial diretamente. O meu companheiro irá levar a garota em seus braços. A pequena irá dar cobertura a eles. Eu escolto o senhor. Entendidos? Se qualquer coisa acontecer, nossa parte fugirá e vocês terão de fazer o necessário para nos cobrir. Entendidos? — falou o velho.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptySex 23 Fev 2018, 00:49

Quase lá #20






Apesar de exitante o velho aceitava no final me ensinar mais sobre as estratégias, e além disso ele me cobrava um valor que eu podia pagar felizmente agora eu teria uma melhor noção de como fazer as coisas, claro que ainda havia muito pra aprender sobre estratégias, mas um dia eu chego lá, depois disso partíamos para um pre plano, onde na verdade ele apenas colocava o planejamento de nossa descida em ordem explicando como ela seria. Prestaria atenção atentamente a tudo que ele falasse no fim confirmando com um. - Sim Senhor- E batendo continência, depois disso tinha algo que eu queria saber sobre aquele senhor coisa que estava me deixando encucada o que era o projeto, e na verdade o que fez os tritões virem atrás dele.

Eu nesse momento tentaria questionar sobre isso, na verdade estava curiosa, era mais uma coisa pra satisfação pessoal de que qualquer outra coisa, dessa maneira me aproximaria mais dele e fechando as mãos eu perguntaria, meu rosto tomaria uma forma mais seria, enquanto que as mãos sempre trêmulas mas fechadas, temia um pouco essa resposta na verdade. - O que você estava construindo?- perguntaria com uma voz calma ainda que estivesse um pouco nervosa por dentro, não raiva, apenas um pouco de ansiedade talvez, estava ansiosa, mas, ao mesmo tempo, com medo, ficaria sempre mexendo os dedos dos pés os recolhendo e soltando, era um dos costumes pessoais, que acabaram por vir um pouco a tona nesse instante.

Ouviria tudo que ele dissesse se ele quisesse me contar e pudesse é claro se ele fosse positivo e me explicasse tudo eu então prosseguiria para a outra pergunta que talvez afetasse mais ele do que a primeira, na verdade eu achava que iria mas desejava entender por que eles estavam agindo, apesar de não imaginar o como isso fosse mudar minha visão, mas acreditava que devia absorver tudo que pudesse da missão. - mas sabe por que aqueles tritões estavam atrás do senhor?- era essa a coisa que mais vinha na mente, por causa de uma coisa dita pelo chefão deles “poderia ter nos avisado” algo dessa forma, não lembrava se essas palavras eram as exatas, tudo estava acontecendo no calor do momento naquela hora, então estava de atenção dividida, com um tritão me quebrando toda era complicado mesmo.

Ouviria o que ele tivesse pra dizer com cuidado, bem na verdade tinha a possibilidade de nem mesmo ele saber sobre isso direito, bem as coisas são complicadas, mas quem sabe, as vezes era crível que os agentes sabiam muito mais do que nós daquela missão, e que eramos meras buchas de canhão para o que havia de verdade ali, era uma conclusão possível quando eu pensava em uma frase deles, mas não era hora de ficar matutando isso, meus olhos nesse tempo já deveriam estar mais calmos, e tanto o nervosismo quando a ansiedade ido embora, e os punhos durante a conversa relaxariam devagar, abrindo passo a passo. Nesse momento os pontos deveriam ir se ligando na minha cabeça, ou talvez ao menos chegando a alguma conclusão de tudo no fim das contas.

Em alguns momentos me perguntava quanto tempo faltava pra chegarmos, não que eu fosse qualquer tipo de mulher apressadinha, mas eu queria completar aquela missão e conhecer o QG de fora da ilha, nunca tinha saído do east blue, e isso deixava uma certa excitação, e sim mesmo que fosse talvez errado eu conseguia sentir esse sentimento depois de tudo que se passou naquele dia um pouco deturpado.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptyDom 25 Fev 2018, 18:15



Narração


Demora



Jinne questionou então ao velho qual seria o motivo de tamanha confusão. Séria a pequena intimidava de maneira rasa o velho, que suspirando respondia. — Imagine você poder viajar para todos os lugares desse mundo. Agora imagine você viajar em uma velocidade inimaginável. Bem, era isso. Um trem oceânico, eu sou um dos engenheiros do projeto... — falou ele animando-se por alguns segundos e, ao lembrar, voltou a ficar triste. O homem ouvia os questionamentos da anã e ali não havia motivo para mentir ou ignorar, o estrago já havia sido feito. — Todo grande projeto traz grandes prejuízos para seus arredores. O avanço tem um preço, um preço que antes eu não sabia que era tão duro, mas agora... eu me arrependo por ter sido tão inteligente... — cabisbaixo o homem apenas suspirou novamente.

Logo após o diálogo uma leve turbulência foi sentida. O agente colega de Jinne então se levantou e, demonstrando ótimo equilíbrio se arrumou para descer. — Estamos descendo! — afirmou ele. O seu parceiro acenava com a cabeça enquanto segurava no “trinco” da porta da aeronave. Não demorou muitos minutos e agora um breve impacto balançava toda a estrutura, até parar na pista de pouso. A porta então se abria e o agente maior saia primeiro e a fechava. O outro agente silenciava para todos fazerem silêncio, até quando seu parceiro voltou. — Vamos! As coisas não estão boas! — alertou ele pegando Marge no colo. Ao descerem, o grupo viajante dava de cara com uma dupla de marinheiros esperando-os. Atônitos, ambos olhavam para os lados enquanto mantinham suas armas prontas para disparo. — Vamos! Não podemos dar de cara com os atacantes! — falou um dos marinheiros sinalizando com sua mão esquerda para o grupo os seguir.

Alguns gritos podiam ser ouvidos longe, tanto quanto choros. Disparos eram feitos ao longe, porém outros marinheiros, no total mais quatro, protegiam o caminho que seguia o grupo de Jinne. A garota podia ver alguns marinheiros feridos, caídos, manchas de sangue pelas paredes, além de cadáveres de civis e marinheiros. Era um massacre total. — Vamos por aqui! — sinalizou o marinheiro entrando em uma das casas onde estavam alguns marinheiros feridos e médicos cuidando deles. — Vamos esperar alguns minutos aqui. Tenho que receber um relatório do caminho. Fiquem à vontade... — falou o marinheiro se afastando. O agente que havia falado com Jinne antes também o seguiu para colher informações. O local era como uma residência normal, uma sala, uma cozinha, dois quartos, um banheiro. Os cômodos estavam todos bagunçados. Sala era o centro de tratamento. O quarto era a enfermaria. Era um caos total.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 4 EmptySeg 26 Fev 2018, 00:26

Quase lá #21






As respostas dele eram de fato interessantes um trem oceânico? Andar muito rápido, meus olhos começariam a brilhar nesse momento, era fascinante a ideia de que algo assim pudesse mesmo funcionar, pra mim ate mesmo mais que o zeppelim, apesar de que não durava muito essa surpresa assim como em todo o meu dia, era um enorme pico de felicidades e culpas que recaiam sempre sobre os ombros de alguém, mas naquele momento que ele expressava sobre todo seu arrependimento tudo que eu podia fazer era, abraçar a perna dele, não que fosse muito mas deveria ser onde eu alcançava, então era simplesmente o que faria naquele momento. - as coisas as vezes acontecem e vão pra um rumo diferente do esperado, mas queira ou não isso vai fazer bem as pessoas no final.- e soltando ele estamparia um sorriso no rosto, era o mínimo que poderia fazer ali, ou na verdade talvez o máximo.

O Zeppelim finalmente pousava, mas algo de estranho ocorria, uma turbulência seguida de outra, depois o homem saia dali e a porta era trancada, ele voltava, não com a melhor noticia mas voltava, lá fora o que me esperava era um cenário apocalíptico, gritos, sangue, e civis mortos, era isso que encontrava na descida mas… o que acontecia naquela ilha, e as instruções me eram passadas naquele momento, não devíamos dar de cara com agressores, claro que não haviam mais respostas coisas que rondavam minha cabeça como quem eles eram e por que chegaram ali e estão naquele lugar? Por que na estação e com tanta matança. Mas agora o que me restava era seguir as ordens, nós seguíamos pra um lugar afastada da confusão tínhamos a sorte de haverem reforços mais 4 marinheiros que seguiam conosco.

Por fim o refúgio era avistado eu entraria nele normalmente junto com os outros, parecia ser uma enfermaria improvisada, tudo em uma casa normal, mas sendo usada para esse propósito, algo como dividir os cômodos pra usar dessa maneira, apesar de que não tinha detalhes do que acontecia, a partir desse ponto tentaria me informar antes de receber qualquer outra ordem, se possível subiria no ombro de algum oficial e questionaria baixinho. - Senhor o que aconteceu aqui? Tudo parece tão devastado e caótico lá fora.- sempre mantendo o tom de voz no mínimo pra não chamar atenção de ninguém, aquilo me deixava preocupada, ver que tantos se feriram e aparentemente não ia parar ali, e apenas parecia piorar ao que olhava, havia um pouco de medo no pensamento de que aquilo fosse normal naquela ilha.

Na minha mente o que se passava era simplesmente que a Ely tinha vindo desse mar, o que tanto ela teria visto aqui? Bem era um lugar a ser concertado então, o lugar certo pra um marinheiro, então esperando a resposta dele pensaria no que fosse me dizendo e teria uma segunda pergunta. - as ruas para o QG estão fechadas?- era uma dúvida principalmente de pôr que não removeram aquelas pessoas pra lá, eu não entendia muito de medicina então não saberia dizer se o estado delas impossibilitava isso, mas também era um motivo possível, de qualquer forma meu primeiro pensamento seria em torno dessa ideia de as ruas obstruídas por algo ou alguém, mas deveria receber uma resposta logo, visto que eles foram averiguar algo como isso.


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