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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptySeg 01 Jan 2018, 21:23

Bem esquentadinhas essas meninas viu #11







As duas tinham histórias interessantes sobre seu início na marinha por mais que aparentemente tivessem coisas das quais elas não queriam falar, na verdade apenas uma delas, não ia forçar elas a falar afinal não tinha motivos pra isso no momento, entretanto minha curiosidade, aflorava sobre a coisa em questão, as duas pareciam ter um certo problema com homens o que ate o momento não tinha me afetado, mas creio que o motivo disso era meu tamanho, não posso julgar muito essas coisas por que pra eles eu não faço parte do mercado de carne, no geral elas foram bastante receptivas, os aposentos eram enormes pra mim, mesmo que imagino eu pra as duas era um cômodo de tamanho mínimo, entretanto não imaginava muito como outro humano grande caber ali, poderia ser esse o motivo de elas terem me convidado, ocupar pouco espaço e assim não trazer problemas, e claro eu ressaltava isso, mas antes de que pudesse terminar alguém adentrava.

As duas rapidamente o rendiam tempo recorde, sem nem esperarem que o mesmo terminasse de falar qualquer coisa, por incrível que parecesse a vontade que despertava era de rir naquele momento, pela forma como as coisas aconteceram rápido entretanto isso durava pouco, havia levado aquilo como piada ou brincadeira, não achei que estivessem ariscando tudo num momento como aquele entretanto elas jogavam a decisão de salvar ou matar o menino nas minhas mãos. Dessa forma era indispensável responder – Calma se ele for um outro marinheiro ou mesmo civil, matar ele seria um problema pra nós 3, então sugiro que levemos ele ao Thor, pra ele confirmar ou não as palavras dele, e dependendo do que ele disser ai a punição virá.- Falaria com o tom sério e um olhar igualmente focado, que acompanhava e completava o tom usado na voz. Caso aquilo não fosse o suficiente para convencer elas eu então tentaria argumentar mais. - Não vale a pena arriscar matar alguém que não deveríamos e perder nossa posição na marinha, no máximo talvez amarrar ele caso isso as deixe mais tranquilas, e levar ele amarrado ate o local que o Thor esteja.

Se com a primeira ou segunda fala elas concordassem comigo, eu apenas seguiria com elas ate Thor, e deixaria que elas confirmassem o que ele tivesse a dizer, apesar de que era necessário admitir um homem ser enviado pra dormitórios femininos? Não parece sensato nem muito ético dormitórios unisex, principalmente pôr a chance de ocorrer sexo ou similares nesses ambientes, afinal é perda de testosterona, e deixa os homens mais fracos no combate, e mesmo que não haje propriamente esse problema imaginando que todos fossem éticos o que pelos olhares no treino não parece o caso da maioria, ainda teria várias outras complicações das mais variadas que se possa imaginar, ate mesmo com organização e tudo mais. Entretanto algo que eu pensava naquele momento é que como as duas ali tinham péssima relação com os homens do QG a primeira vista, ele devesse ter mandado o rapaz para tentar melhorar isso ou mesmo como uma lição de convivência, claramente conseguia pensar nisso vindo dele, ao menos com o pouco que conheço.

O dia tinha sido bem estranho e tudo que queria agora era dormir logo e ir pra missão de manhã, por que eu não posso fazer isso? O destino tem sérios problemas comigo, só acho que deve ser isso não compreendo como esse monte de coisa acontece e atrasa minha vida dessa forma, agora eu tenho menos tempo ainda de descanso se bem que não devia ser tão tarde ao que parece, entretanto era tempo a menos de toda forma. Eu então apenas esperaria a resolução de tudo isso e dependendo do que acontecesse voltaria pra dormir se dessa vez fosse possível.

Imaginando que talvez mesmo depois dessas duas falas elas não se convencessem eu então tentaria mais uma última vez, elas podiam falar de esconder bem o corpo ou similares não sei por que imagino elas dizendo isso, acho que o visual meio grunge ajuda, entretanto argumentaria ainda pela base do risco. - Pensem assim, se Thor realmente mandou ele vão procurar por ele o último lugar que ele deveria ter vindo era aqui, e será uma alta suspeita levantada, e mesmo que não achem o corpo os olhos sobre nós cresceria de forma exagerada, assim cada passo seria vigiado, e nossa carreira aqui no QG iria ser mais dificultada ainda, não quero que isso seja um problema pra nós, e por isso digo que é uma péssima ideia apenas matar ele, vamos falar com o homem, e dependendo disso ai as coisas acontecem.- era uma tentativa final de convencer ate por que impedir aquilo com ações era meio complicado, elas deviam ser bem mais experientes em combate que eu, o máximo que daria naquele momento era tentar usar as palavras, são uma boa arma, entretanto sou uma combatente e não diplomata, se bem que tudo se aprende com o tempo.
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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptyTer 02 Jan 2018, 18:15



Narração


A Bisão do North e o auxílio solicitado




Uma situação delicada, uma resposta sequer poderia decidir vidas. Por mais que não fosse em trabalho, Jinne tinha que estar preparada para afrontar o perigo em qualquer momento de sua pequena vida. Até em um momento de descontração, problemas poderiam vir a surgir e decisões clínicas deveriam ser tomadas para cessar o perigo que sua vida ou a de qualquer amigou ou aliado sofressem. Ali, a sua frente, Jinne ainda titubeava em relação a realidade dos fatos que ali ocorriam, mas uma responde devia ser dada e foi isso que a mesma fez.

— Calma se ele for um outro marinheiro ou mesmo civil, matar ele seria um problema para nós 3, então sugiro que levemos ele ao Thor, para ele confirmar ou não as palavras dele, e dependendo do que ele disser ai a punição virá... — respondeu a pequenina. Aparentemente a resposta dela satisfez Margareth, que confirmou afirmando com sua cabeça, sem falar nada. Por outro lado, Elly não havia gostado tanto, já que preferia ações mais bruscas. — Calma garotas, eu sou... — antes mesmo que ele terminasse o que havia falado, Elly empurrou sua nuca contra o piso, fazendo seu nariz sangrar um pouco e o mesmo morder sua língua. — Eu não mandei você falar nada, seu tarado maldito! Se não fosse por elas, você já estaria falando com seus antepassados! — afirmou a dura mulher, podendo assustar a própria Jinne.

— Não vale a pena arriscar matar alguém que não deveríamos e perder nossa posição na marinha, no máximo talvez amarrar ele caso isso as deixe mais tranquilas, e levar ele amarrado até o local que o Thor esteja...— sugeriu a pequenina, recebendo a mesma reação de Marge, que apenas pegou no braço de Elly e, relutante, fez a garota cessar sua brutalidade, porém não havia conseguido que a sua desconfiança cessasse. Decidido o rumo, Elly enrolou dois lençóis nos braços do rapaz, que teve seus braços colocados em suas costas e amarrados. Margareth ia ao lado direito de Elly e Jinne ia no ombro de Marge. O rapaz permaneceu calado o tempo inteiro. Nos corredores essa estranha cena chamava a atenção do restante, que apenas olhava e não falava nada. Talvez fosse a tensão da cena, ou a fama de Elly, mas incrivelmente o caminho não era atrapalhado.

O dia já estava anoitecendo, era capaz de Thor não estar mais no Quartel, mas Elly não titubeou e, chutando a porta do regente da ilha, coisa que não era todo homem com grandes culhões faria, arremessou o rapaz em direção a mesa de Thor, que apenas olhou o ocorrido e guardou seu charuto no porta charutos e questionou o que o trio de “recém-admitidas” fazia ali. — O que vocês pensam que estão fazendo? — questionou calmamente Thor, olhando para ambas. Jinne podia ver também que Teiko também estava na sala. O rapaz ao ver a pequena no ombro de Marge, logo tratou de arranjar algum motivo de sair dali. — É... Senhor Thor, depois terminamos de conversar, tenho que... Arrumar as mensagens que chegarão aos Marinheiros. Não posso errar, não é? É, tenho sim. Até mais! — afirmou o rapaz, gaguejando ao se levantar de sua cadeira e partir. O nervosismo o fez tropeçar no homem que as garotas haviam capturado e trombar em Elly, que empurrou o rapaz de volta. — Eh... Desculpa... Olá Jinne! Tenho que ir, até depois... Lembre do que te falei mais cedo... — falou Teiko, sussurrando a última parte.

— Thor, sua segurança está enfraquecida. No Norte, nunca permitiríamos uma invasão dessa maneira. Esse sujeito estava em nosso dormitório! — afirmou Elly, literalmente bufando de raiva. Thor, olhava para a situação e para a maneira que Jinne e Marge estavam. — Vocês estão com ela? — questionou Thor, olhando para Marge e Jinne. A primeira, afirmava com sua cabeça, enquanto explicava com mais calma a situação. — Sim, senhor Thor. Esse indivíduo invadiu nosso dormitório. Isso é um perigo para nós, oficiais! — afirmou Marge. Por fim, Thor esperou pela resposta de Jinne, após enfim revelar sua versão do ocorrido.

— Muito bem — falou erguendo-se da cadeira — Esse é o Aprendiz de Cientista da Marinha Richardson Emanuel Robert. Ele veio diretamente da Grand Line para auxiliar o East Blue. Ele estava em Loguetown, mas por um pedido meu, eu solicitei a vinda dele o quanto antes! — afirmou Thor, olhando para as garotas e, rapidamente cortando as amarras dos braços de Robert. Com cerca de vinte e seis a vinte e oito anos, o homem se ergueu e conferiu como estavam seus braços, irritados pelas amarras de Elly. As duas mulheres estavam envergonhadas, porém Elly ainda não engolia essa história. – Isso não justifica ele estar em nosso dormitório! Sem permissão ou aviso! — bradou a furiosa mulher, porém mais relutante. Ainda exercitando seu machucado punho, Robert tratou de se explicar. — Bem, eu tentei lhes explicar, mas vocês não me permitiram. Acho que ocorreu algum engano, mas me foi informado aquele quarto, porém estava fechado, então dei um jeito e adentrei. Tudo explicado? — questionou o recém-conhecido cientista.

Feitas as explicações, Thor tomou a palavra para si. O homem então se ergueu por completo e, vagando pela sala, ele mostrava cada vez mais a diferença de tamanho comparado a qualquer um dali. Principalmente em relação a pequena Jinne. — Foi até bom vocês virem, tenho uma missão para vocês. Amanhã, logo cedo, quero vocês na frente do Quartel. Já adianto que vocês três auxiliarão Robert e um outro superior. Detalhes serão informados pela manhã. Preparem seus trajes e honrem essa farda! — bradou Thor, apontando para suas medalhas. As garotas estavam liberadas para voltarem para o dormitório. Nenhuma pronunciaria nada durante o trajeto até lá. Elly, a mais incomodada, caminhava calada e assim permaneceria até dormir. Marge, tentava falar um pouco com Jinne. — Vamos dormir que amanhã o dia será longo. Mais cedo vamos atrás dos seus trajes, ok? — falou ela antes de deitar e descansar. Jinne tinha vago um beliche inteira, então poderia escolher ou em cima, ou em baixo. Marge a colocaria onde escolhesse, se precisasse.

Enquanto isso, Thor outrora estava incomodado. Voltando a pegar seu charuto, ele deu uma bela de uma tragada e comentou com Robert. — Achou a mesma coisa que eu? — falou o homem, olhando para o cientista iniciante, que sacava uns óculos de seu bolso. — Sim, acho que esse engano não foi tão imprevisível assim... — falou o homem colocando seu adereço e pegando uma maleta que havia na sala — Vou para o meu verdadeiro quarto. Até amanhã, senhor! — falou Robert, solicitando a dispensa, que foi acatado por Thor. — Tome cuidado! Dispensado! — falou o grande homem, liberando o cientista por aquele princípio de noite.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptyQua 03 Jan 2018, 05:59

Depois de toda essa confusão dormir e missão #12







As duas esquentadinhas eram mais complicadas de convencer do que deveriam, mas, por fim, depois de todo esse papo enorme tentando tornar aquelas duas mais voláteis o que não era tão fácil, afinal como já é possível notar não sou lá uma grande diplomata, entretanto aquilo poderia ter nos colocado em uma saia justa, por mais que cedesse só amarrando as mãos dele no momento, entretanto já era melhor que uma bala na cabeça, nosso caminho era tranquilo o temor dos rapazes por Ely era impressionante, talvez por isso que elas não tentavam nem mesmo ajudar o cara amarrado, bem… melhor dessa forma mesmo afinal, quanto menos conflituoso melhor.

Chegando ao local Teiko estava lá ele simplesmente me cumprimentava rapidamente de passagem, eu acenaria pra ele apenas pra cumprimentar, não que fosse frieza minha para com ele, apenas não havia tempo de ambas as partes aparentemente, mas logo o assunto se propagava para o que aconteceu inicialmente Ely falava mas Thor esperava também de mim uma explicação, então relataria o que vi. - Sim de fato foi uma invasão inesperada, claro que também houve certo equívoco de nossa parte mas a ação foi um método de cautela, mesmo que ainda tenha sido ao sangue quente.- falaria apenas isso, o homem explicava de sua parte o ocorrido e não era uma versão muito diferente, trocando a invasão por engano, ele só precisava aprender a bater em portas pelo que era relatado ali nada demais.

Após toda a explicação apenas partíamos de volta ao quarto e finalmente poderíamos descansar me deitaria na cama assim que chegasse e soubesse o lugar, e claro Ely ainda tentava conversar um pouco comigo naquele momento, eu a responderia é claro mas com poucas palavras o suficiente pra dar. - Sim vamos, preciso do uniforme pra formalizar afinal.- Depois disso claro estranharia o tanto de espaço livre que lhe sobrava onde deitava, um beliche inteiro era muito mesmo pra mim, claro, ficaria embaixo era melhor pra mim poderia alcançar na base dos saltos se preciso.

Após deitar se conseguisse dormir apenas relaxaria é claro. Quando acordasse no dia seguinte pularia para o chão e se prepararia para tomar banho e faria tudo que desse o mais rápido possível, toda a higiene pessoal, se as duas ainda dormissem acordaria elas, se preciso subiria nas camas delas e pularia nelas pra acordarem, depois desceria e voltaria a chamara ambas pra irmos ao local. - vamos nessa se arrumar pra ir pra missão.- estaria em euforia ainda, primeira missão que ia se meter com toda certeza que as coisas andariam agora, assim que as duas estivessem prontas se possível sairia com elas e iria para o local dos uniformes.

Chegando lá a coisa seria a mesma perguntar se estava pronto, me apresentaria a quem tivesse atendendo e perguntaria por tal. - Meu uniforme está pronto?.- Se sim pegaria e o vestiria onde pudesse e em seguida partiria com as duas atrás de Thor. - Agora vamos ao Thor, a missão está chegando.- se não estivesse pronto iria também para o mesmo lugar e tentaria passar na volta. Se chegássemos ao local esperado, apenas o falaria o motivo da vinda que já deveria ser obvio e ouviria atentamente as instruções. - Bom dia viemos para saber os detalhes da missão senhor.- diria esperando sua resposta. Caso sem uniforme e questionada sobre tal apenas o explicaria dos motivos. - Desde ontem ele ainda não ficou pronto desculpe.-

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptyQui 04 Jan 2018, 02:25



Narração


Missão Anunciada




O início de sua vida como marinheira não estava sendo fácil de entender, mas a pequena Jinne mantinha a determinação necessária para não se deprimir ou se perder. Já de pé, após uma noite de sono bem dormida, o sol nem havia raiado ainda. Marge e Elly já estavam de pé. Elly amarrava sua bota, sentada em sua parte do beliche. Marge vinha do chuveiro discreto que ambas haviam modificado com o tempo vivendo no QG. Parte da vida das mulheres era um mistério para a jovem Jinne, porém a mesma não podia parar para pensar por demasiado nesse assunto. — Se quiser se banhar, é todo seu! — falou Marge, sorrindo enquanto ajeitava seu top, antes de vestir a farda oficial. Ver uma marinheira fardada podia ser uma surpresa para Jinne, porém as coisas tinham que prosseguir. Uma vez, toda arrumadas, era hora de partir.

— Elly, vou com a Jinne atrás da farda dela. Nos encontramos na entrada, ok? — explicou Marge, antes de seguir por outro lado. Elly apenas confirmou calada e seguiu seu rumo. Marge e Jinne então vagaram pelo quartel que era banhado pelos primeiros raios solares daquele dia, na ilha do East Blue. — Vamos nessa se arrumar pra ir pra missão! — afirmou a pequena, deixando Marge feliz enquanto caminhavam. Estranhamente já havia uma movimentação naquele horário, acima do normal. Teiko conversava com a mulher do balcão, ele estava com uma bolsa nas costas e, após o homem mal-encarado de antes, ambos saíram em direção ao exterior. A dupla de marinheiras persistiu seu caminho até a ala de fardamento, onde Jinne esperava receber seu uniforme.

— Meu uniforme está pronto? — questionou a baixinha. O atendente de antes nem precisou buscar em registro algum, com um sorriso confirmou que o uniforme já havia chegado e entregou a pequena. Após entregar, o homem indicou uma espécie de provador, onde a pequena criatura poderia se trocar. Jinne podia ter a mais diversa situação, em suas mãos estava o uniforme que seria até então o último passo até a missão. A adrenalina corria nas veias da garota que, ao provar a vestimenta, podia sentir-se enfim uma marinheira. — Ficou ótimo em você, oficial Belmont! — elogiou Marge, após ver como a pequena havia ficado bem no uniforme. — Agora vamos ao Thor, a missão está chegando! — afirmou Jinne, sendo seguida por Marge. Rapidamente as duas saíram da sala. No corredor em perpendicular ao que estavam, o cientista conhecido por ambas ontem caminhava em direção a porta.

Ao chegar no lado de fora do QG, a brisa fazia Jinne sentir-se livre, os ares da liberdade. Lá estavam Thor, o cientista, Elly e um outro homem, que se colocava ao lado de Thor. — Bom dia viemos para saber os detalhes da missão senhor! — falou Jinne, se colocando a disposição de Hamaku Thor. O gigantesco homem, dos olhos de Jinne, aparentava como um grande titã. A brisa momentânea da manhã fazia suas roupas balançarem. Os olhos do grande homem acompanhavam a movimentação da pequena. — Muito bem! Vejo que conseguiu seu uniforme! — falou Thor, olhando para Jinne. Realmente tanto a camiseta branca com o lenço azul e até o pequeno boné branco haviam ficado com uma boa visão na pequena.

Ao lado de Thor, a medalha distinguia ele dos restantes presentes. Suas mechas negras brilhantes contrastavam com sua pele pálida. Sua maneira de se portar era bela, uma postura correta e um ar de superioridade. Assim eram os marinheiros de alto escalão? Enfim, o homem tomava a palavra para si, com a permissão de Thor. — Muito bem, eu sou o sargento Maximiliano Reynolds e serei o responsável por essa missão. Vejo que não temos muitos soldados de valor, mas não é a questão. Simples. Protegeremos um certo homem e encaminharemos ele até determinado blue. Porém, teremos de nos dividir para ficarmos de vigia. Então... Você! — apontou para Jinne — Você vai ficar de vigia, ninguém notará uma anã. Você e eu — falou ele apontando para Margareth — Vamos cuidando da proteção do senhor. Você, “Bisão do Norte” ... Apenas fique de olho em tudo. Aja quando for necessário! E você, cientista, vem conosco, você é importante na missão! A missão está dada. Vocês têm meia hora para reunir tudo que precisa e então sairemos sem data para voltarmos. Liberados! — bradou ele, se retirando do local junto a Thor.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptySex 05 Jan 2018, 07:15

Novo Blue e nova historia #13







O dia começava bem, as duas já acordadas o que era muito bom, já que assim seria tudo mais rápido pra mim, Ely partia pro local diretamente, entretanto Margareth decidia ir comigo para pegar o uniforme, e ainda bem que ele estava pronto, isso era muito gratificante, estar fardada pela primeira vez, eu de fato me animava com tudo que tinha acontecido, as coisas rumavam pro lugar certo e queria muito ir logo pra missão, minha parceira acreditava que tinha ficado bom em mim, eu nunca tinha pensado muito sobre estética mas era bom ouvir aquilo.

Então depois de tudo vinha o momento de se apresentar para a missão com Thor, eram nos passados muitos poucos detalhes e aparentemente era tudo uma questão de servir a um sargento esquisitão, ele não explicava muito do que íamos fazer, nada pra ser verdadeira, colocou umas funções e nada mais, era o tipo de serviço que se faz sem saber nada sobre ele, ate por que para onde eu seguiria dali? Bem eu primeiramente perguntaria a quem estivesse comigo Margareth ou Ely se elas sabiam pra onde deveríamos ir agora. - Mas pra onde a gente vai agora?- Falava um pouco confusa. - Buscar suprimentos?- bem essa falta de informação me deixava encucada mas tudo bem era apenas seguir ordens.

Iria então com uma das duas para o que fosse requisitado primeiramente se fosse pre suprimentos iria na dispensa ou lugar similar e com ajuda carregaria o que fosse necessário a ração pra vários dias em voo é claro, se preciso levaria ate o navio caso uma das duas soubesse pra qual era se não tivessem essa informação apenas deixaríamos no lugar mais próximo de onde pudéssemos partir, de resto eram coisas pra higiene pessoal e roupas, e claro nunca esquecer de carregar bombonas de água, esse tipo de coisa caso Margareth e Ely achassem necessários, não tinha plena certeza de como seria isso no Zeppelim, nunca tinha realmente voado em um. Tentaria resolver tudo que desse durante as meias horas e depois chamaria as duas para partirmos. - Tudo pronto? Vamos pra missão então.- seguiria elas pra o lugar que fosse pra podermos partir em voo

A partir dali esperaria pelos próximos comandos sejam quais fossem eles, ir pra o Zeppelim ou me posicionar de certa maneira em certo lugar? Não sei entretanto era minha função de vigia, se me mostrassem algum ambiente que eu teria de vigiar, fosse barco, ou seja, lá que for, procuraria o ambiente mais propício que tivesse por lá, para minha visão, sempre tentando avistar possíveis ameaças mesmo no ar tudo poderia ser perigoso.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptySex 05 Jan 2018, 23:42



Narração


Missão? Nunca nem vi!




As ordens pouco diretas de Reynolds deixavam Jinne confusa. Diferentemente de Thor, o sargento responsável não era claro em suas ideias e ordens, porém, quem já estava acostumado com missões, sabia que o homem de madeixas, longas e negras estava falando de tudo que os marinheiros fossem precisar. — Mas para onde a gente vai agora? — questionou a pequena para Margareth, que apenas indicou para que ela a seguisse. — Buscar suprimentos? — prosseguiu ela enquanto caminhava ao lado de Margareth. A mulher, olhando o caminho que sua parceira Elly tomava, enfim falava com Jinne, saciando suas dúvidas. — Bem, ele quis dizer que pegássemos tudo que pensássemos ou julgássemos necessários para o prosseguimento. Elly, com certeza vai atrás de armas e suprimentos extremos, além de pílulas de desempenho. Eu estou indo atrás de uma arma e qualquer informação do local, assim como de quem vamos acompanhar. O que você acha necessário? — questionou Marge.

Já com uma ideia em mente, Jinne e Marge foram inicialmente para o mesmo local: suprimentos. Marge pegou algumas barras de cereais, que eram comuns entre marinheiros que esperavam ficar muito tempo longe da civilização. Assim como pegou sua arma favorita: uma katana. Olhando sua lamina, o reflexo do olhar sério da marinheira estava colocado na arma como num ritual de guerra. Jinne também pegava ração, porém duas barras já eram necessárias para a pequena. As garravas de água eram imensas, em comparação com seu tamanho, então Marge se ofereceu para carregar. — Bem, acho que está tudo pronto... — falou Marge, conferindo o que pegou e guardou em sua mochila. — Tudo pronto? Vamos para a missão então! — afirmou Jinne, seguindo Marge.

No caminho, elas se encontraram com Elly, que já estava pronta. Com uma mochila nas costas, a machadinha que ela guardava, digo, AS machadinhas que ela guardava em seus cochais não tinham mais brilho, esse era um efeito de uma arma sanguinária que cedia seu brilho a escuridão da morte. Unidas, ambas caminharam até encontrar Teiko. O rapaz aparentava estar saindo de viagem, porém, precisava falar com Jinne. — Ei... Jinne! — sussurrou o rapaz. Caso Jinne ouvisse, ele indicaria para ela vir até onde ele estava — Bem, não devia nem estar mais aqui, mas, eu tenho que te falar uma coisa. Nem sempre o que aparentar ser, é. Muitas vezes o que não aparenta ser, também não é. A chave é você acreditar! — falou o rapaz, pegando-a e dando um singelo beijo em sua testa — Até um dia, Jinne! — se despediu. Mesmo que a pequena quisesse tirar mais informações dele, seria inútil.  Teiko rapidamente partia após despedir-se.

Caso não ouvisse, o trio prosseguiria até a entrada do Quartel General. Com a pequena mochila nas costas, que era mais que uma trouxa adaptada para a pequena, e com as singelas manoplas em suas pequenas mãos, Jinne chegava até o local combinado. Marge e Elly já podiam estar lá, caso ela se atrasasse, se não, ambas chegariam juntas. No local, estava o cientista de antes, com uma enorme mochila nas costas e vestido em seu habitual macacão protegido de fluídos danosos. Ele olhava para as garotas, mas em sua mente a cena de ser rendido por elas não se apagava facilmente. Pouco tempo depois, Reynolds chegava no local, acompanhado por um senhor de uma idade já avançada, possuidor de um chamativo bigode e vestido formalmente.

— Muito bem, esse é Henry Taylor. Nossa missão é acompanha-lo até o North Blue, estão entendidos? O protejam com suas vidas! — afirmou o sargento. O velho Henry permanecia calado, não interagia e, sério, seguia Reynolds. A missão então se iniciava. Elly rapidamente se separava do grupo e misturava-se em meio a multidão. O objetivo dela era seguir pelo teto das casas. Robert caminhava junto a Marge, Reynolds e Henry. A colocação era, Reynolds na frente, seguido por Robert e Henry e Marge por fim. Jinne podia decidir o que faria a seguir, sendo observada por Reynolds a todo momento. — Vai ficar parada? — questionou o sargento, caso a garota demorasse muito para decidir o que fazer.

O destino era o sul da ilha. Ao longe, quem tivesse uma melhor visão podia ver o que aparentava ser uma plataforma onde esperava uma aeronave. A movimentação na ilha estava normal, porém, quaro encapuzados estavam em meio a multidão. Divididos em duplas, cada uma ia em uma lateral, vagando pelas mazelas da ilha, paralelos ao grupo de oficiais. Dois homens de paletó também seguiam o grupo de Jinne, só que esses iam por trás, recebendo olhares de Reynolds de momento em momento. A frente, um homem com um largo chapéu de palha sentava-se no solo, com uma garrafa de saque e dois copos. Não estava na frente do caminho, mas ele estaria bem perto, lateralmente. — Vejo que os marinheiros estão se movimentando com tudo. Venham, amigos da lei, vamos comemorar a vida dos que ainda não morreram! — falou ele, acenando com um copinho de saque.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptyTer 09 Jan 2018, 08:14

Certo, treta agora? Tá zuando #14







Bem por mais que ainda compreendendo tudo, conseguíamos reunir tudo e partir para a amissão, antes disso Teiko me chamava, ele falava coisas estranhas me beijava na testa, eu não tinha nada a perguntar, apenas o responderia dando um pequeno sorriso. - Isso é algo que conclui sozinha, mas cabe a mim compreender o que é ou não real, não se deve ter medo de errar em vida, então é melhor agir conforme o que acreditar ser o certo.- depois disso apenas deixaria que ele se afastasse normalmente, e seguiria para meu ponto de partida.

Logo estávamos com o nosso escoltado todos começavam a tomar suas posições estranhamente Ely ia pra o teto, eu então logo procuraria o local que me desse melhor pondo de visão, era importante que fosse capaz de ver tudo que rodeasse eles, afinal meu único trabalho é avisar se qualquer coisa ameaçadora se aproximar. Não faria medias como se fossem ter exceções de quem pode ou não ser perigoso, eu podia tomar a mim mesma como base pra isso, quem imaginaria que eu poderia talvez ferir alguém com um ataque? Bem eu sei que posso então não há exceções qualquer ser, pequeno ou grande, bonito ou feio pode ser uma ameaça.

A ideia inicial era sempre procurar movimentos suspeitos entre todos, que estivessem por ali, e não demorava, figuras suspeitas em todo lugar, homens de terno, outros encapuzados e o filho da mãe com chapeuzinho sentado no chão bebendo, observaria o mais rápido possível tentando notar se eles tem aramas, entretanto independente de terem ou não tentaria relatar, se possível tentaria o mais discreta possível me aproximar do ouvido do sargento escalando pela sua roupa e passar rapidamente o relatório.- tem encapuzados pôr a região armados (Ou não dependeria do que fosse notado) assim como os homens de terno, precisamos agir rápido.- depois disso desceria de lá saltando para o chão sempre rolando na queda para reduzir o impacto. Caso algum e se aproximasse da região demonstrando más intenções mas ainda longe de mim avançaria nele pegando velocidade e aplicaria minha técnica Rocket Punch.

Rocket Punch:
 

Ao final dela desferiria mais um soco na altura do joelho do indivíduo, aproveitando do momento para girar por baixo das pernas dele e desferir o terceiro no outro joelho mas por trás, me atentaria sempre a cada movimento, caso tentassem por ventura me atacar com golpes diretos iria para os lados direito ou esquerdo dependendo do golpe, e aproveitaria para girar em direção ao oponente e continuar com os ataques já descritos, com golpes na horizontal, variaria de arma pra arma, se fosse uma lança, por exemplo, aproveitaria para saltar e começar a correr pelo cabo longo circulando ele, como aquelas formiguinhas malditas que sobem girando no seu braço, e nesse momento aproveitaria para saltar no peito do indivíduo, girando meus quadris e desferindo um soco no mesmo, pra espadas me afastaria alguns passos pra trás e avançaria posteriormente e aproveitaria que provavelmente o inimigo deveria ter se curvado pra atacar e saltaria no estômago de tal, para punhos saltaria e golpearia por cima no próprio punho do indivíduo, para outras armas faria a esquiva básica girando para trás, levantando posteriormente e tentando encaixar o ataque.

Se tivesse mais de um inimigo que tentasse me cercar, tentaria sempre girar entre as pernas de um indo pras costas dele tentando não ser flanqueada, se necessário ou possível em algum momento de combate, santaria no joelho de um com um chute, aquela velha luta de rua e me impulsionaria pra acertar o peito do outro com um soco, usando do golpe no joelho um com o impulso, aproveitando pra cair no chão sempre usando da acrobacia pra reduzir o impacto da queda com o giro de parkur, e assim que caísse giraria direcionado a ir por debaixo dele indo pras costas, sempre tentando me manter não flanqueada.

Além de tudo manteria a atenção no cenário também, o que poderia estar a minha volta e fosse utilizável para aquele embate, não apenas objetos mas o próprio terreno poderia ser favorável em diversos sentidos. Não sabia se poderia realmente finalizar a luta tão rápido, entretanto atrasar ou impedir de chegarem ao devido protegido era muito importante, o homem de chapéu era uma das coisas que mais me preocupava, fosse ou não apenas um bêbado, não me cheirava bem, mas todos os que avançavam ali pareciam suspeitos, apesar de os ternos serem marca registrada dos agentes do governo, aquilo simplesmente poderia ser um bônus, eles usariam os ternos pra passar boa imagem e se moverem sem muitas suspeitas, mas havia ai um outro porém.

Algo que minha mente não queria deixar passar, se por acaso então ambos quisessem problemas, seriam eles de mesma organização? Com métodos tão distintos para sim e para não, o que não devíamos deixar era que aquela missão falhasse e estava disposta a tentar o que estivesse ao meu alcance, entretanto o que mais preocupava tudo era chegar na plataforma, apesar de nem mesmo ter certeza de ser seguro dentro do zeppelim, se ele estava sendo escoltado tinha um motivo pra isso, não cabia a mim ou a qualquer um ali saber, entretanto independente disso, deveríamos cumprir a missão ao custo que fosse.

Outra coisa que eu estaria atenta naquele momento era a quanta ajuda poderíamos ter, era estranho que apenas nós tivéssemos vindo escoltar alguém importante, mas talvez o resto do refoço viesse dentro do Zeppelim afinal alguém tinha que preparar ele, ou alguns meio a multidão são nossos homens, os encapuzados? Talvez disso que Teiko falasse, entretanto mesmo quanto a eles eu precisava estar sempre atenta ate ter qualquer tipo de confirmação.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptyTer 09 Jan 2018, 12:03



Narração


Fish Legion






Seguindo as ordens do Sargento, Jinne se moveu. Seu pequeno tamanho a ajudava naquele momento. Se esconder em meio as pessoas que estava ali havia sido um sucesso, principalmente por ela não ser o foco das atenções. Ao longe, a pequena observou as movimentações estranhas e, correndo, conseguiu chegar onde estava Reynolds. Antes mesmo que a pequena informasse algo, o cabeludo homem iniciava conversa com o estranho. — Realmente vamos comemorar, mas será por outro motivo. Saia de minha frente, ou lhe prenderei e aí sim comemorarei! — bradou o homem, sacando seu sabre. Antes mesmo da resposta do desconhecido a sua frente, Jinne conseguia passar as informações do ocorrido. — Tem encapuzados pela região, assim como os homens de terno, precisamos agir rápido! — informava a pequena, recebendo uma reação neutra do superior.

Reynolds já havia notado a movimentação, porém não havia demonstrado reação ainda, tinha de analisar o desenrolar da situação. Mal sabia o sargento que esse seria um erro que ele havia tomado por sua soberba. Erguendo-se, o homem bebia em um só gole, longo e demorado toda a bebida restante. Resquícios de álcool escorriam por sua boca, antes que fossem limpos pelo braço. Ao fazer isso, o grupo de marinheiros podia perceber que a pele dele era escamosa. — Que pena que vocês me fizeram recorrer a isso! Saúdem a vossa morte! Bem-vindo ao domínio da Fish Legion! — bradou a criatura, se revelando ao retirar o capuz.

Por baixo da misteriosa vestimenta havia um tritão, forte, porém nada exagerado demais. Ele possuía uma tatuagem no braço direito e ataduras em seus punhos. Olhando seriamente para Reynolds, ele estalava seus dedos, enquanto aquecia seus músculos. Nesse instante os quatro encapuzados também revelavam ser homens-peixe enquanto cercavam o grupo. Esses eram mais fortes e maiores que o aparente líder. Haviam quatro tubarões, contando com o líder, e um estanho peixe alaranjado, que ficava próximo de Marge. O primeiro, vestido com um macacão, segurava uma barra de ferro, a qual só pelo som já podia ser percebida o exagerado peso. O segundo, que estava próximo a Jinne, possuía soqueiras, enquanto fumava um charuto e vestia calças e camiseta cavada. No lado contrário, estava o mais forte deles, vestindo uma calça já surrada, repleto de tatuagens pelo corpo e na boca, um charuto. Não possuía armas de foco, apenas uma soqueira. Por fim, o restante era o dito peixe alaranjado. Ele tinha uma espécie de bigode natural e, pelas suas vestes e uma possível análise de Jinne, não teria armas em seus punhos ou armas de fogo.

Não era apenas Reynolds que estava atônico com a situação, os demais não falavam nada, alguns nem conseguiam respirar. Estavam cercados por ameaçadoras criaturas. — O que vocês, criaturas desprezíveis, querem na superfície! — bradou Reynolds, olhando para o aparente líder deles. O tritão apenas ria com o comentário do sargento. A população ao redor se afastava por repulsão aos tritões que estavam ali. O líder deles, olhando essa reação, apenas ria. Euforicamente o riso se transformava em obsessivo, cessando quando partindo em direção a Reynolds, o tritão lhe socou. Bloqueando o golpe, o sargento foi arremessado em direção a uma casa que havia próximo, quebrando sua porta e enviando o oficial superior para lá. — VOCÊS HUMANOS SÃO DESPREZÍVEIS! EM NOME DE UMA ORGANIZAÇÃO FALHA, PROTEGEM UM ASSASSINO DE VIDAS! — bradou a criatura, apontando para o homem que Jinne havia sido encarregada de proteger — ESSE HOMEM FOI RESPONSÁVEL POR DEZENAS DE MORTES INOCENTES E NÓS VIEMOS FAZER A VERDADEIRA JUSTIÇA! — bradou.

Se mantendo calmo, o velho apenas pigarreava antes de responder as afirmações do tritão. — Antes de tudo, quem você acha que é para falar comigo? O que estou fazendo é agilizar e automatizar a vida na superfície, eu estou fazendo um favor para todos! Ou você acha que o expresso oceânico não é um avanço! — bradou o velho, atraindo ainda mais a ira para si. Tanto que um dos tritões partiu para cima dele, porém, por sorte, Jinne conseguiu pará-lo com seu Rocket Punch. Usando de sua aceleração para atingir sua velocidade máxima rápido, a pequena correu em direção ao oponente e, dando o máximo de si, após se aproximar, usou de sua acrobacia para saltar o mais alto que pode. Aproveitando o impulso, lançou-se em direção ao oponente e, rapidamente fazendo o giro do tórax, desferiu um soco potente durante o movimento. O golpe atingiu o queixo do tubarão, fazendo o balancear para trás. — Gaaah, o que foi isso, gaah! — questionou a criatura, buscando quem o atingiu.

Sem parar, o tritão não havia enxergado Jinne ainda, e aproveitando-se disso a pequena golpeou agora o joelho esquerdo do monstro, fazendo o ajoelhar-se. Buscando ainda o atacante, o tubarão buscou olhar para todos os lados, mas já era tarde, a pequena já estava golpeando o outro joelho, fazendo o cair e ficar apoiado em seus braços. — Gaah, que merda-gaah! — bradou ele. O líder, não acreditava no que via. Eu aliado se mostrava patético, apanhando para uma anã. Porém, buscando que ele evoluísse por si só, permaneceu calado. O tritão alvo de Jinne não acreditava no que acontecia ali, ele não conseguia ver quem o atacava, era como se... ele fosse pequeno demais para ser visto... era isso! Buscando agora pelo solo, Jinne havia se tornado um alvo para o grande ser. Com um soco no solo, o tubarão conseguiu levantar terra, areia e algumas pedrinhas, o que foi necessário para que Jinne fosse agarrada e arremessada contra o solo.

O impacto era tremendo, tanto que fazia Marge se mover. A mulher tentava atacar o tritão de calça marrom que atacava Jinne, porém, antes que se movesse, golpeando suas pernas com a barra de ferro, o tritão de macacão a derrubou e, com o joelho em sua nuca, rendia a mulher por completo. Agora, livres estavam apenas o velho a ser protegido e o aprendiz de cientista, que não sabia o que fazer. Em sua mente, tudo passava lento, ideias vinham a mil, porém todas terminavam mal para ele. Se aproximando, o líder tritão caminhava lentamente, estalando todos os músculos de seu corpo. O velho já se entregava a morte, mesmo que tentasse aparentar sério, ele não conseguia se mover. — VOCÊ JÁ ERA! – bradou esticando seu braço para pegar o responsável pela morte de diversos tritões.

Surpresa... O que poderia ser considerado uma surpresa? Algo que você não imaginava ou algo que podia acontecer, mas você não lembrava? Talvez ambas. Então aquela chegada podia ser considerada uma surpresa. Saltando do teto de uma das casas, uma figura animalesca partiu em direção ao tritão líder e, com um golpe de machado, feria seu braço, levando-o para o piso com o peso do corpo aliado ao golpe. Aquele olhar, até para uma criatura monstruosa como um homem-peixe era assustador. Aquela era a “Bisão do Norte”, que tão famosa era no QG. Chegava no combate Elly, enfurecida. Os demais tritões tinham uma reação demorada, mas logo corriam para cima dela. Um portava manoplas que seriam usadas golpear a mulher. O outro, partia para uma luta corpo a corpo. Antes que atingisse Elly, um sabre voou, rasante e atingiu o ombro do segundo tritão, o que estava mais próximo da mulher. Era Reynolds.

Voltando ao combate, o homem havia lançado sua espada, que adentrava entre a carne do homem-peixe, impedindo seu ataque. Essa brecha entre a reação do outro tritão e o seu ataque foram essenciais para que a mulher conseguisse se esquivar do golpe e se jogasse em cima do tritão que rendia Marge, a libertando. Nesse momento, com um bom trabalho em equipe, Marge segurava as pernas do tritão que só caía com o impacto do corpo de Elly. — SUA MALDITA! MEU BRAÇO! — gritou o tritão líder, não acreditando ter sofrido aquele dano. Enquanto isso, o tritão tentava se erguer enquanto Jinne, sentia fortes dores em todo o seu corpo devido ao golpe inimigo. — Não desistam! Mostrem seu orgulho marinheiro! — bradou Reynolds.

Mapa Situação + Legenda:
 

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Última edição por Alencar em Sex 12 Jan 2018, 00:44, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptyQui 11 Jan 2018, 18:55

Sentindo cheiro de peixe. Comendo terra mais uma vez #15







A batalha havia começado como eu esperava, o maldito beberão era mesmo um inimigo, e não só isso, haviam muitos mais deles tritões eram o que todos se revelavam, Fish Legion como eles se intitulavam, como esperado um deles focou claramente o alvo principal, a pessoa que escoltávamos, isso era inadmissível, mas estava por sorte preparada, com a corrida rápida e impulso o rocket punch parava o mal intencionado ali, entretanto ainda assim eu não podia parar, aproveitar enquanto uma vantagem existia, os dois golpes 1 em cada joelho o deitavam, mas nem mesmo isso era ainda suficiente, ele socava o chão e me acertava meio a isso, o golpe dele era forte meu ombro estava claramente incapacitado.

Um sorriso se formaria no meu rosto nesse momento talvez eu seja louca alguns poderiam pensar de fato isso, mas não era bem assim eu nunca esperei que fosse fácil nem mesmo por um segundo, todo o corpo doía o ombro claro estava além do resto mas ainda não me fazia me sentir débil, eu colocaria todas as minhas forças pra me levantar. - Eu entrei na marinha pra isso!!- eu estou aqui pela emoção também é uma das minhas verdades mais internas, não era só a justiça, não era só um sonho distante mais, agora isso é minha vida que está aqui, e assim como sempre soube, e esse momento apenas me confirmava isso, eu estou pronta para morrer por ela.

Cada centímetro que doesse era apenas um pequeno fragmento, que prova que aquilo tudo é uma realidade, enquanto levantasse justaria um punhado de terra nas mãos do tipo que subiu anteriormente quando ele me golpeava e chamaria a atenção do tritão. - Ei peixe, seu inimigo ainda está de pé aqui.- falaria isso esperando atrair ele pra que aquele combate pudesse prosseguir dali, mas dessa vez eu não partiria agressivamente como o de costumo o inimigo tinha um patamar elevado, eu mentalizava o que Thor dizia mais cedo, lenta e inocente como ele chamava, lenta bem talvez eu demorasse mais a me livrar disso, mas inocente era talvez uma característica observável na conversa, mas no combate verdadeiro tudo é valido, não é um teste.

Lembrando de como tinha sido golpeada por Thor e que isso se repetia agora tentaria tomar um novo rumo, esperava que como meu tamanho é reduzido para um boxeador me atacar ele terá no mínimo que se curvar, eu, no entanto, sabia que com a mobilidade prejudicada ir pra cima como de costumo era uma ideia de fato ruim, dessa forma esperaria o movimento do tritão primeiro, olharia calmamente o que ele estivesse fazendo, e se ele viesse me atacar com um soco tentaria saltar, eu sei que precisaria de velocidade e essa estava reduzida, mas era uma das poucas chances, nesse pulo eu tentaria me remover da trajetória do punho, e saltar em direção ao rosto dele que deveria estar mais baixo, mas a ideia não era de um simples soco, com a terra pega no chão abriria a palma da mão já na altura dos olhos do mesmo soltando a terra dentro deles e claro continuaria com o golpe indo no nariz dele, usando da palma da mão que havia sido aberta pra deixar a terra.

Se fosse efetivo finalmente teria ali uma brecha e desceria socando ele com a minha esquerda, por sorte eu não tinha nenhuma mão predominante, o que me salvava um pouco de certa forma, meu soco seria direcionado ao braço bem no cotovelo, em seguida usando das pernas chutaria ele para que me lançasse para trás em um salto, e novamente usava acrobacias para amortecer o impacto mas sempre evitaria girar sobre o ombro direito que havia sido machucado, ou seja, mesmo quando girasse para a direita se necessário, terminaria com o apoio no esquerdo para conclusão do giro fazendo leve desvio.

Eu tinha também minhas precauções para outras possibilidades é claro, primeiro nada impedia ele de tentar me chutar era uma opção viável para ele, eu não subestimaria meus inimigos pois isso seria sinal de fraqueza, a maior fraqueza está em tratar aqueles que enfrenta como menores que você, simplesmente pode te levar a ruína em menos tempo do que você consiga imaginar, e claro eu sabendo disso não pretendia ser um desses, caso o chute se fizesse real tentaria rapidamente ir para um dos dois lados o que estivesse mais próximo, tentaria sempre aguentar a dor no corpo, e focar a mente e limpá-la pra poder talvez ignorar o que sentia, e logo que eu esquivasse passaria para o lado da perna aproveitando para golpear novamente nela, era mais uma chance de reduzir meu inimigo, e deixar ele em um estado parecido, eu giraria o tórax para trás colocando a perna direita como base e com a esquerda que teria sido jogada pra trás bateria esse era o movimento esperado para esse soco.

Se mais golpes viessem enlouquecidos depois da terra nos olhos ficaria atenta pra sempre buscar esquivar dos mesmos, e sempre que possível encaixar algum ataque, para os golpes simples giraria para os lados tentando sair da trajetória apenas, para cruzados saltaria e sempre que possível quando em queda aproveitaria para girar no ar e desferir um chute simples no braço que golpeou isso pra reduzir também o impacto da queda. Mas a coisa que eu mais me atentaria era para não deixar que ele me agarrasse pra jogar no chão, sempre observaria e se a mão viesse pra isso tentaria sempre sair de seu alcance de preferência podia rolar entre as pernas dele indo pra as costas do mesmo.

Se o tritão da tentasse fazer aquele leve terremoto que usou da outra vez no chão tentaria sincronizar meu salto com o soco dele para que não fosse pega nesse tipo de artimanha. Além de tudo isso ele não era meu único inimigo, e considerando meu estado cada uma daquelas acrobacias e saltos estaria me cobrando caro a cada segundo, o corpo debilitado não devia me parar, eu não poderia deixar isso acontecer, mas se mais outros inimigos viessem para me parar teria que me defender com tudo que eu posso e dar ainda mais de mim do que aqui, eu precisava rolar tanto quanto uma esfera e saltar mais do que poderia naquelas condições supere seus limites era o que pulsava em meu coração.

Se por acaso mais de um tentasse me atacar a estratégia base era que não deixasse nenhum dos dois focar e atrair um para cima do outro, eu usaria de meu tamanho pra adquirir uma possível chance ali, sempre que algum deles me mirasse giraria para cima do outro prestando atenção se o ataque em questão não era coordenado, caso fosse desviaria do primeiro fingindo ir desligada em direção ao segundo, ou seja, como se corresse para cima, mas perto dele, entretanto quando já próximo giraria tentando sair da frente do mesmo, caso houvesse brechas o que era pouco provável com mais de um tritão, aproveitaria o giro, para passar por debaixo das pernas do indivíduo e chutar ela por trás usando tal como impulso para me afastar da zona, possivelmente tentando fugir da área dos tritões. A ideia era manter esse jogo de esquivas inicialmente caso não tivesse a chance de se remover do meio deles viria a segunda fase do plano.

Quando esquivasse de um golpe usaria ele de alavanca para subir em um dos tritões dessa forma tentando ficar na altura de alguma parte deles o ombro de preferência e se um deles desferisse um golpe me retirar da frente saltando para fora dali, estava sonhando com a possibilidade de eles se atingirem, porém não apostaria nisso em mais de uma única vez, a faria apenas para teste principal, e se funcionasse de certa forma era um pequeno safe, entretanto não me salvava ainda eu precisaria de mais alguma coisa mas nada era certo de funcionar, simplesmente eram vários movimentos que queria executar, minhas chances contra mais que um eram baixas, entretanto como todos deixariam que as coisas chegassem a esse cenário era algo simplesmente surreal, imaginar que iriam ser derrotados não me parecia tão fácil, entretanto eu não podia em nenhum momento deixar de cogitar isso.

Caso me fosse ordenado por um superior e apenas nesse caso bateria em retirada com todos, tentaria despistar os tritões usando de meu tamanho pequeno para fugir aos olhos, sempre entrando para o meio das pessoas, e talvez pedras ou o que pudesse ser usado para ir despistando meu caminho e seguiria para onde todos fossem com cuidado para não ser pega em golpes no caminho, me atentaria se a possível não visão dos tritões seria real ou estrategica, precisava ter uma base mais concreta ate mesmo para bater em uma retirada.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptySex 12 Jan 2018, 00:17



Narração


Que bíblia, jovem!




As coisas nunca foram fáceis e para a pequena Jinne de fato não seria. Sabendo disso, mesmo levando aquele dano a pequena ainda conseguia sorrir. Deitada, ela sabia que havia esperado anos para a emoção de proteger alguém, de servir a farda que vestia e isso seria maior que qualquer dor, pelo menos em sua mente. —  Eu entrei na marinha para isso!! — a garota afirmava para si mesma, até deixando escapar algumas palavras. Vendo a animação da garota, o homem peixe questionava-se a cerca da sanidade mental da garota. Como alguém poderia rir após sofrer um dano daqueles?

Erguendo-se, Jinne tinha uma ideia. Catando uma porção de terra, a pequena se mantinha ali enfrentando o tritão e não só isso, ela o provocava. — Ei peixe, seu inimigo ainda está de pé aqui! — bradou ela. Era uma declaração de guerra. Erguendo-se com dificuldade, o tubarão agarrava-se em sua calça para conseguir sustento e, olhando para a pequena, a criatura declarava guerra. — Não vai tá por muito tempo-gaah! — bradou o monstro partindo em direção a Jinne. Suas pernas não estavam nas melhores condições, fazendo-o balancear por instantes, mas mesmo assim ele prosseguia.

Em contrapartida, Reynolds estava de volta ao combate. Atraindo a atenção de dois tritões para si mesmo, o sargento dava liberdade para Marge e Elly cuidarem dos demais. O sargento corria em direção aos homens peixes de maneira que, lentamente, atraia a atenção das criaturas, distanciando-as do restante grupo. — Vocês sabem o que fazer! Não falhem! — bradou o cabeludo antes de entrar em combate. Ao contrário do tubarão, que ia todo desengonçado, a carpa era mais sorrateira. Furtivamente, o alaranjado se aproximava de Reynolds e, com uma rasteira, o fez saltar. Nesse espaço, o tubarão baleia que vestia calças negras soltava seu charuto e, com um soco acertava o bloqueio do sargento.

Dessa vez o impacto era menor e logo não arremessava o sargento longe, porém a carpa logo voltava à tona, atacando com diversos chutes, altos e baixos. O golpe não tinha brechas e piorava quando o outro oponente se aproximava e desferia socos nos pontos “cegos” de Reynolds. — Malditos! — resmungava o sargento, sofrendo alguns danos alternados, porém nunca abrindo mão da defesa. Ao notar que o sabre ainda se mantinha no ombro do tritão, que no momento da fúria não se importou em retirá-lo, ele já sabia o que tinha de ser feito. Abrindo sua guarda, Reynolds se permitiu sofrer um chute alto que deu a entender estar com a guarda aberta. Vendo isso, o tritão boxeador desferiu um poderoso direto. O impacto foi inevitável.

O sorriso confiante da criatura logo sumia de seu rosto à medida que ele via que o soco que havia pego no ombro do sargento não havia causado danos visíveis. Pelo contrário, agarrando seu braço o sargento girou e, pegando o sabre preso no ombro do seu inimigo, ele girou de voltar e atingiu o abdômen de seu inimigo. O golpe era rápido, tanto que a reação dele não adiantava nada, o sabre já estava em seu corpo. Ao notar que o peixe carpa se aproximava, Reynolds agarrou a arma com as duas mãos e, inclinando-a dentro do corpo do alvo, ele foi para as costas do mesmo passando por entre suas pernas.

Ao fazer isso, o chute que antes mirava o sargento, acabou atingindo o seu aliado. A carpa não acreditava que havia errado seu chute, porém essa brecha foi necessária para a distração que Reynolds tanto queria. Empurrando o corpo do alvo já atingido. Fazendo isso, o marinheiro teve o tempo necessário para saltar entre ambos e, sacando sua arma do corpo inimigo pela brecha que ficou entre o braço da carpa e seu corpo, que estava a frente do corpo do tubarão, Rey atacou. O alvo do cabeludo foi a parte posterior dos joelhos do inimigo.

Enquanto isso, Elly e Marge tinham a dura missão de enfrentar o líder deles, que se erguia com o ferimento em seu braço e o outro tritão que estava em suas costas. Com elas estavam o cientista e o engenheiro que tinha de ser protegido. — Marge, pegue ele e o leve até o dirigível! Eu me viro! — bradava Elly, se preparando par ao combate, sacando sua potente arma. Ao seu lado esquerdo estava o tritão portando uma barra de ferro, o mesmo que prendia Marge anteriormente. Ao ver essa completa desvantagem, o cientista então se moveu. Sacando uma pistola, ele a apontou para o líder dos tritões, que estava averiguando seu ferimento. — Leve-o! — afirmou. Aquele momento pegou tanto o homem a ser protegido quanto a Marge.

Enquanto isso, Jinne batalhava com seu inimigo. Pronta para o ataque inimigo, a pequena tentou manter a calma, mas não era algo fácil a frente de uma criatura maior. Vendo a movimentação do mesmo, a garota colocou seu plano em prática. Saltando, a anã esquivou-se do soco rasante que o tritão deu, girando seu tronco e flexionando seu braço. Ao fazer isso e respeitando a lei da física, ao descer, o alvo da pequena foi o rosto do homem peixe que estava mais abaixado. Era perfeito para ela. Colocando a areia nos olhos do tritão, a pequena terminava seu movimento atingindo uma palmada na face do problema, lançando o direto ao solo.

Robert não era o melhor atirador do QG, porém em uma situação daquelas, o oficial não podia se manter parado. Henry estava surpreso, não queria que o cientista se arriscasse tanto, ora, precisava dele para o término da construção que havia causado tantos problemas até então. — Mas, não, você não... — antes que o velho terminasse, Robert apontou a arma para o mesmo e, seriamente, falou de como as coisas seriam feitas. — Eu não irei repetir, você vai com ela! Vocês dois, vão! AGORA! — bradou. Marge ainda relutava a essa decisão, mas, seu espírito marinheiro falou mais alto que o seu orgulho pessoal. Olhando para Elly, que novamente afirmava, ela partiu. Essa era a função dela, proteção. Pegando pelo braço do senhor Taylor, a mulher tomou destino a fuga.

Vendo tudo aquilo, o tritão líder não acreditava no que via. Irado e sem entender, ele explodiu. — VOCÊS ESTÃO DE BRINCADEIRA COMIGO, SÓ PODE! A JUSTIÇA DE CIMA É CAPAZ DE PROTEGER ESSE ASSASSINO, MAS NÓS NÃO! VOCÊS NÃO TÊM CORAÇÃO? REALMENTE, NÃO FOI COM VOCÊS! POR ISSO AINDA VESTEM ESSA FARDA IMUNDA! — bradou o tritão, abrindo os seus braços, onde escorria sangue de um deles — OLHEM PRA VOCÊS... OLHE PARA NÓS! CADA UM PERDEU UM ENTE QUERIDO POR CAUSA DESSA MALDITA CONSTRUÇÃO! CUSTAVA COLOCAR UM AVISO? CUSTAVA NOS AVISAR!? — nesse momento uma lágrima escorreu pelo rosto da criatura.

Realmente era um assunto complicado. O contraste das situações deixaria qualquer um confuso. O que valia mais? A vida de inocentes ou a vida de um criador de melhorias para toda uma vida? Alguma vida valia mais que a outra? Mortes, por vingança, tinham motivos? Eram dilemas complicados, até para um sargento como Reynolds, porém e os demais? Para quem tinha coração fraco, como Marge, isso era um duro golpe. Lentamente seus passos diminuíam a velocidade e aquela que carregava o civil, agora era carregada por ele. — O que está acontecendo? — perguntou o velho, porém Marge estava atônita. Olhando para ambos os lados, a mulher então via Jinne. A pequena estava combatendo e o seu inimigo estava caído. — Jinne... O que eu faço? E se formos... Os vilões? — questionava a mulher, em meio aos prantos. Esse era o momento ideal.

Campos de batalha, podiam ser os menores, eram repletos de dores. De sofrimentos. De vidas que eram jogadas fora e até encerradas prematuramente. O que media a determinação de alguém? O que determinava a determinação de alguém? Essa era a vida de Marge, ou melhor, Margareth. Marge não tinha noção, mas aquela construção, a construção que foi responsável pela morte de diversos tritões, novos e velhos, ela estava envolvida. Aquelas palavras haviam pesado em seu peito mais que qualquer tonelada. De fato, sua vida havia acabado ali.

Um disparo. A trajetória do projétil tinha um alvo, porém acabou acertando o que não merecia, talvez? King Raizo era um exímio tritão atirador, muito ouviu falar dele, porém nunca havia sido levado a sério, eram apenas boatos. O tritão pistola, como era conhecido, como pudera errar um disparo daqueles? Tinha explicação ser atrapalhado por ser golpeado por um machadinho voador? Isso poderia não ser explicado, mas foi o que aconteceu. Ao sacar sua pistola, o tritão mirava o engenheiro, porém, em uma tentativa desenfreada de brecar o movimento, Elly arremessou sua arma. Como de costume, a “Bisão do Norte” conseguiu acertar o golpe, entretanto não impediu que o projétil foi disparado.

Para a loira, tudo ficava lentamente a sua frente. Seguindo a trajetória do disparo, a garota viu sua amiga de logos meses caindo com um impacto em sua nuca. O tritão via o sangue saindo por seu braço, o golpe atingia a área perto de seu punho e fazia-o soltar a pistola automaticamente. Todos estavam estáticos. Henry sentia o sangue da mulher respingando em seu rosto. Seu olhar definia tudo. Marge era atingida pelo disparo. Elly não tinha reação, só caía de joelhos. Um filme então passava em sua mente, era isso que sentiam ao anteceder a morte? Será que Marge tinha visto esse mesmo filme? Era certo falar que ninguém sabia de seu passado, exceto alguém, uma única pessoa e foi justamente a pessoa que a mandou para essa missão: Hamaku Thor.

Mapa Situação e Atualizações:
 

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 3 EmptyQua 24 Jan 2018, 14:24

Lidar com a morte é parte da vida de um soldado #16







Minha forma de agir contra o tritão funcionava de maneira memorável, ele vinha na provocação e no momento que atacava a esquiva iminente se fazia real, assim como a terra e a palma da mão que acertavam o nariz dele, entretanto mesmo isso não foi o suficiente para apagar ele, ou seja, ele não tinha deixado de ser uma preocupação e ainda tinha que terminar isso para ajudar os outros com seu serviço, mas aquele não era nosso dia de sorte de verdade, menos ainda pra marge, eu ouvia sua voz ao longe ela estava cheia de dúvidas, e mesmo antes que eu pudesse confortar ela de qualquer forma uma bala ia na sua nuca, pra mim aquele dilema não era assim tão complicado, tínhamos uma missão, o que valia era confiar nos nossos superiores, se eles salvavam alguém ele tinha valor, outros morreram? Sim isso talvez tivesse ocorrido, mas não sabia do que ele falava e não era minha preocupação.

Tritões eram seres cruéis eu pensava enquanto veria o mundo em câmera lenta, covardes, egoistas… se mostravam agora com aquele tiro, qualquer força que aquela fala tivesse pra mim havia se dissipado no ar, palavras bonitas sobre igualdade, ações podres vindas de suas mãos, eu nunca tinha entendido ate aquele ponto por que o governo não gostava deles, achava isso como uma rixa boba, mas naqueles segundos eu entendia o motivo acho que minha raiva por eles começava a nascer ali, talvez não pelos tritões em si, talvez pelos criminosos. Meus olhos dilatariam naquele momento em uma fração de segundos meu coração caia na escuridão eu exitava por um momento, quando aquela cena chegasse aos meus olhos, minha fala pararia por aquele pequeno instante, entes que tudo aquilo fosse convertido em força pra meu espírito, ver Elly caindo de joelho era uma cena que me frustrava, mas compreendia o que ela sentia naquele momento mas não podia deixar ela se perder, pois aquilo era um passo pra morte. Juntando todo o ar nos meus pulmões eu gritaria naquela hora, estava com raiva, frustrada, triste e ao mesmo tempo meu espírito se inflamava em chamas quentes como um vulcão, por mais que eu fosse uma pequena humana em tamanho, minha coragem precisava se elevar maior do que o que serei um dia quando esse problema for quebrado, todas essas coisas em míseros segundos na minha mente, era uma enorme colisão de pensamentos e sentimentos.

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Com todo o ar junto e os pulmões cheios eu gritaria.- ELLY NÃO DEIXE ESSES TRITÕES SAÍREM IMPUNES.- Meu olhar nesse segundo devia estar firme e cheio de força, os punhos serrados, forcando a palma da mão, as pernas forçando o chão e talvez afundando, não muito pois não eram pés grandes mas a questão era a força e pressão exercida, haviam vários tipos de pessoas no mundo, e nesse ínfimo momento eu descobria qual eu era, há os que deixar a adversidade derrubar eles e há aqueles que nesses momentos, transformam toda a dor em força, meu espírito ferido, meu corpo ferido, eram o que me mantinham de pé, a dor é uma prova de que eu ainda posso lutar, e até minha respiração cessar, eu tenho um caminho a seguir, e cada cicatriz será uma marca em meu caminho, mas sem dar espaço entre as falas prosseguia. -SE NOS DEIXARMOS DOMINAR, O SACRIFÍCIO DELA FOI EM VÃO!!!! VAMOS SEGUIR EM FRENTE E VIVER POR ELA.- Falaria o mais alto que conseguisse com minha garganta, ate meus pulmões se esvaziarem estenderia meu grito e agora rapidamente correria em direção ao tritão que havia derrubado antes e com os dois pés saltaria no rosto dele com intenção de desacordar ele, ou, pelo menos, manter mais tempo no chão, aproveitando disso parra dobrar os joelhos e me impulsionar em direção ao nosso escoltado. Estaria atenta a possíveis tiros e movimentos do tritão caído, se por acaso notasse balas me visando, tentaria correr em zigue-zague, para dificultar ser acertada por eles, e se algum dos trajetos mirados fizessem realmente sinal da possibilidade de acertar rolaria no chão para os lados, nunca indo pra o mesmo lado. Tomaria ainda cuidado com o ombro lesionado. Prestaria atenção caso ele ou alguns dos presentes tentassem usar aquele soco novamente ao chão e se isso fosse feito saltaria em sincronia com o mesmo para evitar perder velocidade e também de ser removida do chão forçadamente, era melhor um salto direcional em todo caso, caso a criatura escamada tente me atacar quando eu for chutar o rosto dele tentaria esquivar do que viesse da melhor forma possível, se necessário giraria para os lados para esquivar dos socos, ou saltaria para socos retos, e posterior emente seguiria com a ideia do chute no rosto de uma vez, saltando para o destino final que era o nosso escoltado.

Enquanto corresse pra onde estava Marge gritaria. - AVANTE NÃO PODEMOS PARAR.- eu não sou uma líder, nunca fui, mas, pelo menos, podia gritar o que meu coração mandasse, o objetivo era levar o homem embora, eu não podia deixar que os tritões se apossassem dele, a primeira coisa que faria era conferir se de fato ela estava viva ou morta, era importante compreender isso naquela situação, e se ela estivesse realmente morta apenas permaneceria com a expressão que mantinha antes, um rosto sério, um tanto quanto irritado, os olhos passariam de fato minha sensação naquele momento, eu não conseguia esconder o que se passaria em mim. Caso ainda viva um pequeno sorriso se faria em meu rosto, estaria um pouco aliviada e então tentaria carregar ela dali a puxando junto com o que eu tinha vindo fazer ali, carregar o homem da missão. - Vamos!! Você precisa sair dessa zona de guerra.- Diria eu me preparando para o pior naquele momento, seria a mesma frase pra caso ela estivesse morta, tirar ele dali era minha prioridade eu honraria a morte dela, não queria que tudo tivesse sido em vão.

Caso o homem relutasse puxaria na calça dele o chamando o mais rápido que pudesse, e tentando of fazer correr junto comigo. -Vamos temos que sair daqui, se você estiver aqui no meio talvez não possamos te proteger, quantos mais deles podem vir em?- Falaria em tom de convencer ele, se conseguisse de fato levar ele comigo estaria atenta pra a vinda de qualquer tritão que pretendesse nos seguir e se notasse tal coisa, avançaria pra cima dele mais uma vez, caso com ele soltaria ela enquanto avançaria rápido pra cima deles aplicando minha técnica Rocket Punch

Rocket Punch:
 

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E nesse momento quando terminasse a técnica giraria no ar, desferindo o chute com os dois pés intencionado a me lançar de volta ao escoltado voltando a correr junto com ele para o destino que era o zeppelim, eu precisava verdadeiramente tomar cuidado, pois eram perigosos, eu já tinha experimentado um pouco do que era o poder deles, e sabia que ainda poderiam ter mais, o líder talvez fosse muito mais forte do que o tritão que ela lutou sim era quase obvio que seria, o que era perigoso, tinha que contar com Reynolds e todos que ficaram ali para conseguirem de fato ir embora.

Se eu fosse ordenada depois de minha tentativa de levar o homem pra longe, a então ficar no momento que tentava partir com o escoltado, me manteria então tentando ajudar e proteger ele, se necessário sempre o afastando do meio da confusão, e o livrando dali daquele meio, se algum tritão viesse seguiria a estratégia da fuga onde o pararia com um Rocket Punch inicialmente, sempre tomando os cuidados que tomou em todas as corridas, para tiros o zigue-zague e para também os golpes no chão, e os golpes como socos, manteria o mesmo que nos outros casos já pensados, entretanto faria o possível pra manter ele seguro, se preciso me jogaria sim em cima do golpe com tentativa de bloqueio, não tentaria parar o soco força vs força mas sim mudar sua trajetória, quando eu visse o punho tentaria desviar de sua trajetória mas o socar na lateral, para assim tirar ele da direção que fosso, e se não tivesse saída, cruzaria os braços em forma de cruz pra bloquear o punho, tudo isso apenas em último caso de não ter outros meios.

Agora a missão ficava a cada instante mais complexa o que de fato era pra ser o esperado, mas sempre acabamos ignorando um pouco dessas péssimas coisas que podem de fato acontecer, como uma vez ouvia minha mãe dizer, “os jovens sentem-se imortais”, aquela cena me lembrava do contrário, acho que a todos nós na verdade, era um “Memento mori”, a cena gritava alto a todos, lembre-se você ainda é mortal, e a vida de cada um de nós estava sempre por um fio, mais do que a qualquer pessoa na realidade.


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